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Astrofotografia

O que é astrofotografia?

Você já saiu à noite e tirou algumas fotos de uma bela e brilhante Lua cheia? Ou contemplou
encantado as imagens registradas pelo Telescópio Espacial Hubble? Se a sua resposta a qualquer
das duas perguntas foi "sim", você já foi exposto ao mundo da astrofotografia.

A astrofotografia envolve simplesmente fotografar um objeto no espaço, seja com uma câmera
simples, o Telescópio Espacial Hubble ou qualquer outro tipo de câmera. E o tema pode ser qualquer
coisa, da Lua à Via Láctea.

Galeria de Imagens do Hubble

Imagem cedida pela Nasa


A explosão em supernova desta estrela foi testemunhada em 1054. O Telescópio Espacial Hubble capturou uma
imagem dos resto da estrela -hoje conhecida como Nebulosa do Caranguejo- em 2005. Ver mais imagens do
Hubble.

Em 1840, o daguerreótipo da Lua registrado por John William Draper se tornou a primeira
A procura por temas sempre atraiu aos céus os olhos dos primeiros fotógrafos, e a astrofotografia
continuou a ser um passatempo popular desde então. Astrofotógrafos amadores e profissionais
apontam seus telescópios e câmeras para o céu e capturam imagens vívidas e espantosas de tudo
que encontram, dos vizinhos estelares próximos a nebulosas distantes demais para que as
compreendamos.

À medida que o estudo do espaço e as técnicas fotográficas avançavam, observatórios e telescópios


orbitais expandiram a tradição de fotografar objetos astronômicos. Até hoje os cientistas
constantemente tentam levar adiante o processo, desenvolvendo novas técnicas e ferramentas para
obter maior precisão fotográficas a vastas distâncias.

Você está morrendo de vontade de saber se alguém astrofotografou o homem da Lua? Aprenda mais
sobre astrofotografia e se descubra se você pode ser o próximo fotógrafo das estrelas.
Imagem ilustra o que os astrônomos norte-americanos chamam de "Pilares da Criação", uma densa formação de poeira espacial que teria originado estrelas, na
constelação de Cassiopéia

Outra técnica interessante é o uso de imagens borradas que ocorrem devido à rotação da Terra.
Essas imagens de trilhas de estrelas podem retratar um eclipse lunar como uma mancha que muda
de cor, ou um campo de estrelas inteiro circulando um eixo central.

Astrofotografias tiradas em observatórios tendem a ser mais sofisticadas do que os esforços dos
amadores. Por exemplo, no Keck Observatory, do Havaí, há muitos instrumentos de alta
sensibilidade que se ocupam de recolher imagens de resolução incrivelmente alta e prover análises
espectrais de objetos que recobrem o céu noturno. Por meio de seus imagens detalhadas, o
observatório Keck nos permite saber mais sobre pequenas anãs marrons, o tempo inclemente de
Júpiter, galáxias superdensas e outros eventos celestes.

Não seria preciso dizer que as instalações no Keck não estão disponíveis para qualquer um. Os
cientistas precisam apresentar propostas que detalhem seus projetos, para avaliação. Muitos
observatórios menores, porém, são abertos ao público durante certas noites da semana. Também
pode haver um clube de astronomia em sua cidade que se reúna para sessões de astrofotografia e
de contemplação do firmamento.

Agora que vimos o que pode ser realizado fotografando aqui da Terra, com equipamentos comuns
ou em uma visita a um observatório, vejamos o que os equipamentos de alta potência estão
fazendo no espaço.
infravermelho, mas apenas com o Spitzer pudemos saltar através da poeira cósmica e dos
obstáculos ópticos e ver regiões distantes da galáxia com impressionante clareza.

Mais uma imagem obtida pelo telescópio Hubble e que nos ajuda a entender o processo de formação das estrelas. Habitualmente apenas são visíveis as
maiores e mais brilhantes estrelas mas esta fotografia da região LH 95, de muito alta resolução e gama cromática específica, consegue revelar pequenas
estrelas jovens, em tons de amarelo. Também é visível uma mancha azul difusa correspondente a nuvens de gás aquecido por estas estrelas e ainda uma poeira
escura criada por outras estrelas.

E com essas imagens surgem espantosas revelações. Os pesquisadores podem agora vasculhar
inúmeros detalhes quanto à distribuição e composição da galáxia. Por exemplo, os estudos iniciais
das imagens do Spitzer estão oferecendo aos pesquisadores uma idéia mais clara quanto à forma da
Via Láctea. As imagens sugerem que a Via Láctea é uma galáxia espiral barrada, o que leva os
cientistas a acreditar que ela tenha apenas dois braços espirais, que se estendem das pontas da
longa barra central. Trata-se de uma evolução das teorias iniciais sobre a Via Láctea. Por muitas
décadas, o modelo aceito era o de uma galáxia espiral com quatro braços e um bojo galáctico
central. Mais recentemente, os astrônomos passaram a teorizar que a nossa galáxia tivesse formato
de espiral barrada, mas os modelos previam grandes quatro braços espirais.

Os demais observatórios da Nasa que orbitam o planeta também desempenharam seu papel na
expansão de nosso conhecimento sobre o universo. Posicionados bem acima da poderosa
interferência da atmosfera, eles transmitem imagens não sujeitas aos distúrbios atmosféricos. Por
exemplo, as imagens cósmicas de potência excepcionalmente elevada capturadas pelo Hubble
ampliaram nossa compreensão sobre os objetos do espaço próximo e distante. O Observatório
Chandra de Raios-X se ocupa de recolher informações sobre fenômenos cósmicos como as
supernovas e buracos negros, e continuará a fazê-lo até pelo menos 2009. O Observatório
Compton de Raios Gama, que operou de 1991 a 1999, examinava os clarões solares, quasares e
diversas interações cósmicas.
Introdução à fotografia em astronomia

A fotografia é, sem dúvida, uma das invenções mais importantes da História. Ela transformou a
maneira pela qual as pessoas imaginavam o mundo. Agora podemos "ver" todos os tipos de coisas
que na verdade estão distantes de nós há muitos quilômetros (e anos também!). A fotografia
permite capturar momentos no tempo e preservá-los por muitos anos.

A tecnologia que torna tudo isso possível é bastante simples. Uma câmera fotográfica é feita de três
elementos básicos: um elemento óptico (a lente), um elemento químico (o filme) e um elemento
mecânico (o próprio corpo da câmera). Como veremos, o único segredo da fotografia é calibrar e
combinar esses elementos de tal modo que eles registrem uma imagem real e reconhecível.

Uma câmera reflex totalmente manual de lente única


Há muitas maneiras diferentes de colocar tudo em conjunto. Neste artigo, vamos dar uma olhada na
câmera reflex manual de lente única (SLR, de single-lens-reflex). Essa é uma câmera na qual o
fotógrafo vê exatamente a mesma imagem que é exposta para o filme e pode ajustar tudo girando
diais e apertando botões. Como ela não necessita de eletricidade, fornece uma excelente ilustração
dos processos fundamentais da fotografia.

O componente óptico da câmera é a lente.Essencialmente, uma lente é apenas um pedaço curvo de


vidro ou plástico. Seu trabalho é captar os feixes de luz refletidos por um objeto e redirecioná-los de
modo que venham a formar uma imagem real, que pareça exatamente com a cena na frente da
lente.

Mas como um pedaço de vidro pode fazer isso? Na verdade, o processo é muito simples. À(u)-1( )-medi8(e)12(r)e,
O efeito sobre a luz é o mesmo. À medida que ela entra em ângulo no vidro, ela se desvia em uma
O ângulo de entrada da luz muda quando você aproxima ou afasta o objeto da lente. Você pode
ver isso no diagrama abaixo. Os feixes de luz provenientes da ponta do lápis entram na lente em um
ângulo mais agudo quando o lápis está mais próximo da lente e em um ângulo mais obtuso quando
o lápis está mais distante. Mas, a lente somente desvia o feixe de luz em um determinado grau, não
importando como ela entre. Conseqüentemente, os feixes de luz que entram em um ângulo mais
agudo sairão em um ângulo mais obtuso e vice-versa. O "ângulo de desvio" total em qualquer ponto
da lente permanece constante.

Como você pode ver, os feixes de luz provenientes de um ponto mais próximo convergem mais
longe da lente do que os feixes de luz provenientes de um ponto que esteja mais afastado. Em
outras palavras, a imagem real de um objeto mais próximo se forma mais afastada da lente do que
a imagem real proveniente de um objeto mais distante.

Você pode observar esse fenômeno por meio de uma experiência simples. Acenda uma vela no
escuro e segure uma lente de aumento entre ela e a parede. Você verá uma imagem invertida da
vela na parede. Se a imagem real da vela não cair diretamente sobre a parede, ela aparecerá um
pouco borrada. Os feixes de luz provenientes de um ponto particular não convergem, inteiramente,
para esse ponto. Para focalizar a imagem, mova a lente de aumento para mais perto ou mais longe
da vela.
Na verdade, aumentar a distância entre a lente e a imagem real aumenta o tamanho total da
imagem real. Se você pensar sobre isso, verá que faz muito sentido. Pense em um projetor: à
medida que você move o projetor para longe da tela, a imagem se amplia. Os raios de luz
continuam se afastando à medida que viajam em direção à tela.

O mesmo acontece em uma câmera. À medida que a distância entre a lente e a imagem real
aumenta, os feixes de luz se espalham ainda mais, formando uma imagem real maior. Mas o
tamanho do filme permanece constante. Quando você instala uma lente muito plana, ela projeta
uma imagem real grande, mas o filme somente é exposto à parte intermediária dela. Basicamente,
a lente focaliza no meio do quadro, ampliando uma pequena seção da cena à frente. Uma lente mais
arredondada produz uma imagem real menor, de modo que a superfície do filme vê uma área muito
maior da cena (reduzida).

As câmeras profissionais permitem que você instale lentes diferentes para que possa ver a cena com
diversas ampliações. A potência de ampliação de uma lente é descrita por sua distância focal. Nas
câmeras, a distância focal é definida como a distância entre a lente e a imagem real de um objeto
muito distante (a lua, por exemplo). Um número de distância focal maior indica uma maior
ampliação da imagem.

Uma lente padrão de 50 mm não encolhe nem amplia


significativamente a imagem

Lentes diferentes são adequadas para situações diferentes. Para tirar uma foto de uma cadeia de
montanhas, pode-se usar uma teleobjetiva, uma lente com distância focal especialmente longa.
Essa lente permite que você focalize elementos específicos à distância, de modo a criar composições
mais compactas. Se você quiser tirar um retrato em close, poderá usar uma lente grande angular.
Essa lente possui uma distância focal bem mais curta, de modo que ela encolhe a cena à frente.
Toda a face é exposta ao filme, mesmo que o assunto esteja somente a 30 cm da câmera. Uma
lente de câmera padrão de 50 mm não amplia nem encolhe significativamente a imagem, o que a
torna ideal para fotografar objetos que não estejam especialmente próximos ou afastados.

Câmeras: gravando a luz

O que está por trás de um nome?


O termo fotografia descreve o processo fotográfico com bastante precisão. Sir John Herschel, um
astrônomo do século 19 e um dos primeiros fotógrafos, surgiu com a palavra em 1839. O termo é
uma combinação de duas palavras gregas: que significa luz e que significa escrita
(ou desenho).

O termo câmera vem de câmera obscura, expressão em latim para "quarto escuro". A "câmera
obscura" na verdade foi inventada centenas de anos antes da fotografia. Uma tradicional câmera
obscura consistia em um quarto escuro com a luz brilhando através de uma lente ou pequeno
orifício na parede. A luz passava através do orifício, formando uma imagem real invertida na parede
oposta. Esse efeito era muito popular entre artistas, cientistas e espectadores curiosos.
controlado por um microprocessador central e não pelo usuário. O microprocessador central recebe
as informações do sistema de foco automático e do medidor de luz. Então ele ativa diversos
pequenos motores que ajustam à lente e abrem e fecham a abertura. Nas câmeras modernas, esse
é um sistema de computador bastante avançado.

A câmera do tipo que aponta e dispara automaticamente usa


placas de circuito e motores elétricos em vez engrenagens e
molas

Na próxima seção, daremos uma olhada em um projeto de câmera sem nenhum mecanismo
complexo, sem lente e praticamente sem peças móveis.

Câmeras feitas em casa

Como vimos neste artigo, mesmo a câmera SLR manual mais básica é uma máquina complexa e
intrincada, mas as câmeras não são inerentemente complexas. De fato, os elementos básicos são
tão simples que você pode fazer sua própria câmera com poucos componentes e gastando pouco.

O tipo mais simples de câmera feita em casa não usa uma lente para criar uma imagem real: ela
captura a luz por um furo minúsculo. Essas câmeras sem lentes são fáceis de fazer e muito
divertidas de usar. A parte difícil é que você mesmo terá de revelar o filme.
1. a primeira coisa a fazer é pintar a tampa de preto, por dentro e por fora. Isso ajuda a
tornar a caixa à prova de luz. Assegure-se de usar tinta preta fosca em vez de tinta
brilhante que reflete mais luz;
2. recorte um pequeno furo (cerca de metade do tamanho de uma caixa de fósforos)
no centro do fundo do recipiente (o lado não removível);
3. recorte um pedaço de folha de alumínio grossa, ou cartolina preta, duas vezes maior
que o tamanho do furo no fundo do recipiente;
4. pegue uma agulha de costura nº. 10 e fure cuidadosamente o centro da folha. Você
deverá inserir a agulha apenas parcialmente, ou o furo será grande demais. Para melhores
resultados, posicione a folha entre dois cartões e gire a agulha enquanto a empurra;
5. use fita adesiva para prender a folha sobre o furo no fundo do recipiente, de modo
que o furo de agulha fique centralizado. Prenda a folha firmemente, com fita isolante
preta, para que a luz brilhe somente através do furo da agulha;
6. tudo que você precisa para o obturador é um pedaço de cartolina preta grande o suficiente
para cobrir a maior parte do fundo do recipiente. Cole com fita adesiva um lado do papel
firmemente à lateral do fundo do recipiente, de modo que ele faça uma dobra sobre o
furo de agulha na parte intermediária. Prenda com fita adesiva o outro lado da dobra
fechado sobre o outro lado do furo. Mantenha a dobra fechada até que você esteja
pronto para tirar uma foto;
7. para carregar a câmera, prenda algum tipo de filme ou papel fotográfico no lado
interno da tampa do recipiente. Para o filme funcionar, você dever carregá-lo e revelá-lo
em completa escuridão. Com este projeto de câmera, você não será capaz de simplesmente
entregar o filme para revelar na loja da esquina. Você mesmo terá de revelar ou conseguir a
ajuda de alguém para fazer isso.

Escolher um bom projeto de câmera, tipo de filme e tempo de exposição é principalmente uma
questão de experimentar. Mas, como qualquer entusiasta de câmeras sem lentes lhe dirá, essa
experimentação é tão interessante quanto a fazer a própria câmera. Para descobrir mais sobre a
fotografia com câmeras sem lentes e ver alguns ótimos projetos de câmeras, verifique alguns dos
sites relacionados na próxima página.

Ao longo da história da fotografia, tem havido centenas de sistemas de câmeras. Mas


surpreendentemente, todos esses projetos, desde a mais simples câmera de caixa feita em casa até
a mais recente câmera digital, combinam os mesmos elementos básicos: um sistema de lentes para
criar a imagem real, o sensor sensível à luz para registrar a imagem real e um sistema mecânico
para controlar como a imagem real é exposta ao sensor. E quando descobre isso, vê como é
simples!

Para mais informações, verifique os links abaixo.

Links interessantes (em inglês)

PhotoZone
WebSLR
Kodak: como fazer e usar uma câmera sem lentes
Photo.net
CameraReview.com
Fotografia com câmera sem lentes de caixa de aveia
The American Museum of Photography (museu americano da fotografia)
Uma história da fotografia