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ExercÌcios Complementares 3.4 3.4A Falso ou Verdadeiro? JustiÖque. (a) (b) 1 1 se n =0

ExercÌcios Complementares 3.4

3.4A Falso ou Verdadeiro? JustiÖque.

(a)

(b)

1

1

se n=0 jc n j È convergente, ent„o n=0 c n x n È absolutamente convergente no intervalo [ 1; 1] ;

P

P

se uma sÈrie de potÍncias È absolutamente convergente em um dos extremos de seu intervalo

de convergÍncia, ent„o ela tambÈm converge absolutamente no outro extremo;

(c) se uma sÈrie de potÍncias converge em um extremo de seu intervalo de convergÍncia e

diverge no outro, ent„o a convergÍncia naquele extremo È condicional;

(d)

(e)

1

se R È o raio de convergÍncia de n=0 c n x n ; ent„o p R È o raio de convergÍncia de

P

1

P

n=0

1

se lim p jc n j = L > 0; ent„o a sÈrie n=0 c n (x a) n tem raio de convergÍncia 1=L;

n

n!1

P

c

n x 2 n ;

(f)

1

se n=0 c n (x a) n tem raio de convergÍncia R > 0; ent„o R tambÈm È o raio de convergÍncia

P

1

das sÈries n=1 nc n (x a) n 1 e

P

1

P

n=0

c n

n +

1 (x a) n+1 ;

(g)

1

P

uma sÈrie de potÍncias n=0 c n x n pode convergir apenas em dois valores de x:

(h)

1

se R > 0 È o raio de convergÍncia da sÈrie n=0 c n (x a) n , ent„o R È tambÈm o raio de

P

1

convergÍncia da sÈrie n=0 c n (x a) n+ p .

P

(i)

se lim p jc n j = L > 0; ent„o as sÈries n=0 c n (x a) 2 n e n=0 c n (x a) 2 n+1 tÍm raio de

n!1

n

P

P

1

1

convergÍncia 1= p L;

1

1

(j) se n=0 c n x n tem raio de convergÍncia 2 e n=0 d n x n tem raio de convergÍncia 3, ent„o o raio

P

P

1

P

de convergÍncia de n=0 (c n + d n ) x n È R = 2:

CAPÕTULO 3 - S…RIES DE POT NCIAS

19

(i) se a sÈrie P c n x n diverge em x = 2; ent„o ela diverge em x = 3;

3.4B Em cada caso determine o intervalo de convergÍncia da sÈrie de potÍncias:

(a)

(d)

(g)

1

n=1 n n (x 3) n

P

1

n=0 ( 1) n+1 x n

P

1

P

n=2

( 1) n x

n

n (ln n )

(j)

1

P

n=0 n !x n

(m)

1

P

n=1

1

(3 x)

n

1

p

n

P

(p) n=1 x n arctg n

(b)

(e)

(h)

(k)

(n)

(q)

1

P

n=0

1

P

x

2 n+1

( 4) n

n (x 1) 2 n

3

2 n 1

n=0

1

P

n=1

1

P

n=0

1

P

n=1

1

P

n=1

(x + 5) n 1

n

2

2

n

(2n )! x 2 n

(1 x)

n

(n + 1) 3 n

( 1) n 2 n x n (n + 1) 3

(c)

(f)

(i)

(l)

(o)

(r)

1

P

n=1

1

P

n=1

1 3 5 : : : (2n 1)

2 4 6 : : : (2n ) x 2 n+1

1 3 5 : : : (2n 1)

2

4

6

: : : (2n )

x

n

1

P

n=1

( 1) n+1 x 2 n 1

(2n 1)!

1

P

n=0

1

P

n=1

1

P

n=1

p

nx n

1 3 5 : : : (2n + 1)

( 1) n+1 (x 3) 4 n

n

1 =n

(5 n + 5 n ) (x + 1) 3 n 2

n 2

:

3.4C ComeÁando com a fÛrmula

1

1 x =

1

P n=0 x n , v·lida para jxj < 1 ; represente cada funÁ„o por

uma sÈrie de potÍncias de x: Em cada caso determine o raio e o intervalo de convergÍncia.

(a)

(e)

(i)

1

2 + x

x

2 3x

1 + x 2

(1 x 2 ) 2

1

(b) 1 x 4

(f)

(j)

x

(1

+ x 2 ) 2

x 2 3

x 2

1

(c) 1 4 x

(g) ln (1 x)

(k)

1

(1 x) 3

x

(d) 1 x 2

(h)

(l)

x

3

(1 x 4 ) 2

1

6 x x 2 :

3.4D Represente a funÁ„o f (x) = e p x ; x > 0 ; por uma sÈrie de potÍncias (fracion·rias) de x.

3.4E Use a sÈrie de e x dada em (3.8) e calcule o valor da soma

P ( 1) n

1

n=0

n !2 n :

1

3.4F Use uma expans„o em sÈrie de potÍncias de x para (1 x) 2 e mostre que

P n

n=1

2

1

n = 2:

3.4G Encontre uma sÈrie de potÍncias para representar a funÁ„o e x 1 e, por derivaÁ„o termo

x

a termo, prove que

1

P

n=1

(n

n + 1)! = 1:

3.4H Encontre uma expans„o em sÈrie de potÍncias de x para x 2 e x e, derivando o resultado,

prove que

1

P

n=2

( 1) n (n + 2) 2 n+1

n !

= 8:

20

S…RIES E EQUA«’ES DIFERENCIAIS

MPMATOS

3.4I Derive duas vÍzes, termo a termo, uma sÈrie de potÍncias que representa a funÁ„o exp x 2

e mostre que

1

P

n=1

( 1) n+1 (2n + 1)

n !2 n

= 1:

3.4J Dado um n˙mero inteiro positivo k , considere a k -Èsima funÁ„o de Bessel de 1 a espÈcie

J k (x), deÖnida por:

J k (x) =

1

X

n=0

n ! ( n + k )! x 2

(

1) n

2 n+ k :

(a)

Ao aproximar J 0 (x) ; 0 x 1 ; pelo polinÙmio 1 x 2 + x 4

4

x 6

64

2304 , mostre que o erro

cometido È inferior a 10 5 :

(b) Mostre

que J 0 = J 1 e R t 3 J 2 (t ) dt = x 3 J 3 (x) :

0

x

0

(c)

Esboce os gr·Öcos das somas parciais S 3 (x) de J 0 (x) e de J 1 (x) ; no intervalo 0 x 2 :

3.4K Mostre

que ln x = ln 2 +

1

P

n=1

( 1) n+1 (x 2) n

n 2 n

; 0 < x < 4:

3.4L Usando a representaÁ„o ln (1 t ) =

P t

1

n=0

n+1

n + 1 ; jt j < 1 ; calcule ln (1:2) com 3 casas deci-

mais e compare o valor com o resultado obtido em uma calculadora.

3.4M Integrando termo a termo de 0 atÈ x a sÈrie de potÍncias de ln (1 t ) do ExercÌcio 3.4L,

mostre que

1

P

n=2

x

n

1) = x +(1 x) ln (1 x) : Para que valores de x esta representaÁ„o È v·lida?

n (n

3.4N Integrando de x = 0 atÈ x = 1 uma sÈrie de potÍncias que representa a funÁ„o xe x , mostre

que

1

P

n=1

n ! ( n + 2) = 2 1 :

1

3.4O Desenvolva as funÁıes f (x) =

1

3x e g (x) =

1

3 1 2 x em sÈries de potÍncias de x, de-

termine os respectivos intervalos de convergÍncia e em seguida obtenha sÈries para representar as

x

funÁıes f 0 (x) e R g (t ) dt:

0

3.4P Com auxÌlio da sÈrie de potÍncias de arctg x, mostre que:

6

= 1

p

3

1

X

n=0

(

1) n

3 n (2n + 1)

CAPÕTULO 3 - S…RIES DE POT NCIAS

21

e

aproxime usando os cinco primeiros termos da sÈrie de arctg x, estimando o valor do erro.

4

3.4Q Se a probabilidade P n de um fÛton receptor absorver exatamente n fÛtons È dada por

P n =

e n

n !

; > 0 ; mostre que

1

P

n=0

P n = 1:

3.4R Represente as integrais Z x

0

ln (1 t )

t

dt e Z x

0

e t 1

t

dt por sÈries de potÍncias de x, indicando

o intervalo de convergÍncia de cada uma delas. Em cada caso o integrando em t = 0 È deÖnido pelo

limite quando t ! 0:

3.4S Use uma sÈrie de potÍncias adequada e aproxime cada integral com 4 casas decimais:

(a)

Z 1 = 3

0

dx

1 +

x 6

(b) Z 1 = 2 arctg x 2 dx

0

(c) Z 0 : 5 e x 3 dx

0

(d) Z 1

0

sen x

x

dx:

1

3.4T Seja f (x) = 2 + 3 x + 4 x 2 + = n=2 nx n 2 , deÖnida para jxj < 1: Integrando duas vezes,

P

sucessivamente, esta sÈrie de 0 atÈ x, identiÖque a funÁ„o f como sendo

2 x

(1 x) 2 :

1

P

3.4U IdentiÖque a funÁ„o deÖnida pela sÈrie n=0 (n + 1) x n : Idem para

1

P

n=0

(n + 2) x n

2 n+1

:

1

P

n=1

sen (nx)

n 2

converge absoluta-

mente em qualquer x e, ainda assim, a sÈrie de derivadas diverge quando x = 2 : Por que isso n„o

contradiz o Teorema 3.3.1 sobre a derivaÁ„o termo a termo?

3.4V (falha na derivaÁ„o termo a termo) Mostre que a sÈrie

ExercÌcios Complementares 3.6

3.6A Represente as seguintes funÁıes em sÈries de potÍncias de x:

(a)

f (x) = e x 2

(b) f (x) = x sen x

(c)

f (x) = 3 x +1

(d) f (x) =

ln 1 + x 2

(e)

f (x) = x 2 sen x

(f) f (x) = cos 2 x

(g) f (x) = e 4 x

(h) f (x) = sen 2 x

(i) f (x) = senh x

(j) f (x) = sen 4 x

3.6B Em estatÌstica a funÁ„o E (x) = p 2

Z x

0

SÈrie de Maclaurin da funÁ„o E (x) :

(k) f (x) = cosh x

(l) f (x) = cos 3x

e t 2 dt recebe o nome de FunÁ„o Erro. Encontre a

22

S…RIES E EQUA«’ES DIFERENCIAIS

MPMATOS

3.6C Determine as constantes a 0 ; a 1 ; a 2 ; a 3 e a 4 , de modo que:

3x 4 17 x 3 + 35 x 2 32 x + 17 = a 4 (x 1) 4 + a 3 (x 1) 3 + a 2 (x 1) 2 + a 1 (x 1) + a 0 :

3.6D Em cada caso encontre a expans„o de Taylor da funÁ„o f em torno do ponto indicado.

(a) f (x) = p x ; a = 9

(d) f (x) = e x ; a = 4

(g)

f (x) = 1 2 ; a = 1

x

(b)

f (x) = tg x ; a = 0

(e) f (x) = p x ; a = 1

3

1

(h) f (x) = 3x ; a = 2

(c) f

(x)

=

cos x ;

a = =3

(f)

f (x) = sen x ;

a = =6

1

(i) f (x) = 2x + 1 ; a = 3 :

3.6E

3.6F

Qual a SÈrie de Maclaurin do polinÙmio P (x) = a 0 + a 1 x + a 2 x 2 + + a n x n ?

Encontre uma sÈrie de potÍncias de x para representar a funÁ„o f (x) = 1 cos x e, usando

x

o resultado, conclua que lim

x

!0

1 cos x

x

= 0:

3.6G Determine uma sÈrie de potÍncias de x +1 para a funÁ„o f (x) = e 2 x e uma sÈrie de potÍncias

de x 1 para g (x) = ln x:

3.6H Uma funÁ„o f : R ! R , inÖnitamente deriv·vel, È tal que f 0 (x) = 2 xf (x) ; f (x) > 0 ; 8 x; e

f (0) = 1 : Represente a funÁ„o f (x) por uma sÈrie de potÍncias de x: Idem para uma funÁ„o g (x)

com as propriedades: g (0) = 0 ; g 0 (0) = 1 e g 00 (x) = g (x) ; 8x 2 R :

3.6I Preencha a seguinte tabela com os valores das derivadas indicadas, considerando as seguintes

funÁıes f (x) = x sen x; g (x) = cos x 2 ; h (x) = ln 1 + x 2 e p (x) = R e t 2 dt :

x

0

f (15) (0)

f (28) (0)

g (16) (0)

h (20) (0)

p (17) (0)

3.6J Encontre o valor aproximado de e 0 : 04 , com erro menor do que 5 10 4 :

3.6K Considere a funÁ„o f : R ! R deÖnida por: f (x) = exp 1=x 2 ; se x 6= 0 , e f (0) = 0 .

Usando induÁ„o pode-se mostrar, embora n„o seja t„o simples, que f ( n) (0) = 0 ; 8n = 0; 1 ; 2 ; 3 ; : : : :

A funÁ„o f pode ser representada por uma SÈrie de Maclaurin em uma vizinhanÁa de x = 0? … a

CAPÕTULO 3 - S…RIES DE POT NCIAS

23

3.6L Suponha que uma funÁ„o par tenha representaÁ„o em sÈrie de potÍncias

que os coeÖcientes c 2 n 1 = 0; 8n = 1; 2; 3; : : : : E se a funÁ„o fosse Ìmpar?

1

P c n x n . Mostre

n=0

3.6M Para que valores de x podemos substituir sen x por x, sem que o erro supere 5 10 4 ?

3.6N Substituindo cos x por 1 x 2 =2 ; jxj < 0 :1 , qual a estimativa do erro?

ExercÌcios Complementares 3.8

3.8A

1

Usando a sÈrie binomial para f (x) = p 1 x 2 , mostre que:

arcsen x = x +

1

X

n=1

1 3 5 : : : (2n 1) x 2 n+1

n ! (2 n + 1) 2 n

;

jxj < 1 :

3.8B

o valor com o resultado obtido em uma calculadora.

Usando a sÈrie binomial para p 1 + x, calcule o valor de p 25 com 3 casas decimais e compare

3

3

3.8C

3.8D

Calcule Z 1 p 1 x 3 dx com 4 casas decimais.

0

Se jxj < 0 :01 , qual o erro cometido ao substituir p 1 + x por 1 + x=2?

RESPOSTAS & SUGEST’ES

RESPOSTAS & SUGEST’ES

RESPOSTAS & SUGEST’ES

EXERCÕCIOS COMPLEMENTARES

3.4

::::::::::::: ::::::::::::::::::::::: ::::

3.4A (a) V (b) V (c) V (d) V (e) V (f) V (g) F (h) V (i) V (j) V (k) F (i) V

(a) f3 g (b) ( 2; 2) (c) ( 1; 1) (d) ( 1; 1) (e) ( 2 ; 4) (f) [ 1; 1) (g) ( 1; 1] (h)

[ 6 ; 4] (i) ( 1; 1 ) (j) f0 g (k) ( 1; 1 ) (l) ( 1; 1 ) (m) (2; 4] (n) ( 2; 4] (o) (2; 4)

3.4B

(p) ( 1; 1) (q) 1 2 (r) jx + 1 j 1= p 5 :

2

;

1

3

3.4C Em alguns casos use o processo de DerivaÁ„o ou IntegraÁ„o termo a termo. Por exemplo, a

sÈrie (i) È obtida por derivaÁ„o da sÈrie (c).

(a)

1

2 + x =

1

P

n=0

( 1) n x n

2 n+1

; jxj < 2:

24

S…RIES E EQUA«’ES DIFERENCIAIS

MPMATOS

(b)

1

1 x 4 =

1

n=0 x 4 n ;

P

jxj < 1 :

(c)

(d)

(e)

x

1 x 2 =

1

n=0 P x 2 n+1 ;

1

1

P

1 n=0 4 n x n ;

4 x =

x

3x =

P 3 n x

1

2

n+1

2 n=0

n+1 ;

jxj < 1 :

jxj < 1 =4 :

jxj < 2 = 3:

(f)

(g)

(h)

(i)

(j)

(k)

(l)

x

(1 + x 2 ) 2 =

1

P n=1 n ( 1) n+1 x 2 n 1 ;

ln (1 x) = Z x

0

t

1 t =

n=0 Z x

1

P

0

jxj < 1 :

t n dt =

P x + 1 ;

n=0

n

1

n+1

jxj < 1:

x 3

(1 x 4 ) 2 =

1 + x 2

(1 x 2 ) 2 =

1

n=1 P nx 4 n 1 ;

jxj < 1 :

1

n=0 (2n + 1) x 2 n ;

P

jxj < 1:

x 2 3

x 2 =

1

1

P

n=0

3 x n x

n+2

jxj < 2 :

2 n+1

1

P

n=0

;

(n + 1) (n + 2) x n

2

(1 x) 3 =

; jxj < 1 :

6 x 2 x = 5 3 (1 + x=3) + 2 (1 x= 2) =

1

1

1

1

1

5

n=0 ( 1)

1

P

n

2 n+1 x n ;

1

3 n+1 +

jxj < 2:

3.4D

1

n=2

P x n ! ; x 0

n=0

3.4E

1

p e

Agora, considere x = 1=2 :

3.4G

e x 1 x

1

P

k

=1

x

k 1

=

k ! )

d e x 1

dx

x

3.4F

=

1

P

k

=2

1

=

(1 x) 2

(k 1) x k 2

k !

d

1 x =

1

dx

1

P n=1 nx n 1 ; jxj < 1 :

=

1

P

n=1

nx n 1

(n

+ 1)! . Agora faÁa x = 1:

3.4J Na Ögura abaixo ilustramos as aproximaÁıes J 0 (x) ' 1 x 2 = 4 e J 1 (x) ' x=2 x 3 = 16 :J 0 (x) :

aproximaÁıes J 0 ( x ) ' 1 x 2 = 4 e J 1 (

CAPÕTULO 3 - S…RIES DE POT NCIAS

25

3.4K O ponto de partida È a sÈrie geomÈtrica

1

x =

1

X

n=0

( 1) n (x 2) n

2 n+1

; 0 < x < 4 ;

que, apÛs integraÁ„o termo a termo, nos d·:

ln x ln 2 =

1

X

n=0

( 1) n (x 2)

n+1

(n +

1) 2 n+1

= (reindexar: n + 1 = k ) =

1

X

k

=1

( 1) k 1 (x 2) k k 2 k

:

3.4O

1

P

f (x) = n=0 3 n x n ; jxj < 1 =3;

1

f 0 (x) n=1 n 3 n x n 1 ; jxj < 1= 3;

P

g (x) =

P 2 n x n

1

n=0

3 n+1 ; jxj < 3= 2

Z x g (t ) dt =

0

1

P

n=0

n+1

(n + n t 1) 3 n+1 ; jt j < 3 =2

2

3.4P Observe que = arctg 1 = p 3 e = arctg 1 . Na sÈrie arctg x

6

4

faÁa x = 1= p 3 e x = 1 para obter, respectivamente:

=

1

P

n=0

( 1) n x 2 n+1

2 n + 1

6

= 1

p

3

1

X

n=0

(

1) n

(2n + 1) 3 n

e

4 =

1

X

n=0

(

1) n

2n +

1 ' 0 :835; E < a 6 ' 0 :0909 :

; jxj 1,

3.4R ln (1 t ) =

1

P

n=0

t n+1

n +

1

) ln (1 t )

t

representaÁ„o v·lida para jxj < 1:

e t 1 t

=

1

P

n=1

t

n 1

n

!

) Z x

0

e t 1

t

dt =

=

1

P

n=0

n + 1 ) Z x

t

n

0

ln (1 t )

t

dt =

1

P

n=0

x n+1

(n + 1) 2 ,

P x n

1

n=1

n

!n , representaÁ„o v·lida em qualquer x real.

3.4S (a) 0 :3299 (b) 0 :0413 (c) 0:4849 (d) 0:9460

3.4U f (x) =

1 x) 2 ; jxj < 1: Integre duas vezes a sÈrie e encontre g (x) = 4 x

(2 x) 2 ; jxj < 2:

(1

EXERCÕCIOS COMPLEMENTARES

3.6

::::::::::::: ::::::::::::::::::::::: ::::

26

S…RIES E EQUA«’ES DIFERENCIAIS

MPMATOS

 

1

( 1) n x 2 n

 

(a)

e x 2 =

P

n=0

n

!

; x 2 R

 

1

P

n=0

(ln 3) n x n

n !

 

(c)

3 x +1 = 3

; x 2 R

(e)

x 2 sen x =

1

P

n=0

( 1) n x 2 n+3

 

(2n +

 
 

1

( 1) n x n

n

!

(g)

e 4 x = e 4

P

n=0

; x 2 R

 

1

2

n+1

(i) senh x =

P

n=0

x

(2n + 1)! ; x 2 R :

 

1

x

2

n

(k)

cosh x =

P

n=0

(2n )! ; x 2 R

1)! ; x 2 R

 

1

(b) x sen x =

P

n=0

(d) ln 1 + x 2 =

( 1) n x 2 n+2

(2n +

1)! ; x 2 R

1

P

n=0

( 1) n x 2 n+2

n + 1

; jxj < 1

(f) cos 2 x = 1 +

1

2

1

P

n=1

( 1) n (2x) 2 n

(2n )!

; x 2 R

(h) sen 2 x =

1 ( 1) n (2x) 2 n

1

P

2 (2n )!

n=1

; x 2 R

(j)

sen (4x) =

(l) cos (3 x) =

1

P

n=0

1

P

n=0

( 1) n 4 2 n+1 x 2 n+1

(2n + 1)!

; x 2 R

( 1) n 3 2 n x 2 n

(2n )!

; x 2 R

3.6B

p

Integrando a sÈrie obtida em 3.4A(a) de 0 atÈ x, obtemos E (x) = 2

1

P

n=0

3.6C

a 0 = 6; a 1 = 1 ; a 2 = 2; a 3 = 5 e a 4 = 3:

( 1) n x 2 n+1

n ! (2 n + 1) :

3.6D

6 (x 9) + P ( 1) n+1 1 :3 :5: : : : : (2n 3)

n !2 n 3 2 n 1

(a) p x = 3 + 1

(x 9) n

(b)

tg x = x + 1 3 x 3 + 15 x 5 + ; =2 < x < = 2

2

(c)

cos x = 1 p 3 2 2
cos x = 1
p 3
2
2

(x =3) 1

4 (x =3) 2 +

(d) e x = e 4 :e x 4 = e 4

1

P

n=0

(x 4) n

n !

p 3 (x =3) 3 12
p 3 (x =3) 3
12

(e) 3

p x = 1 + (x 1) = 3 (x 1) 2 = 3 2 + 5 (x 1) 3 =3 4

(f)

(g)

(h)

(i)

2 = 3 2 + 5 ( x 1) 3 = 3 4 (f) (g) (h)

sen x = 1 2 + p 3 (x ) 1 2! (x

2

6

2

1

6

) 2 p 3 2
) 2 p 3
2

1

3! (x ) 3

6

1

x 2 =

1

P n=0 ( 1) n (n + 1) (x 1) n ; 0 < x < 2

1 1

3 x =

1

3

2x + 1 =

1

P

n=0

1

P

n=0

( 1) n (x 2) n

2

n+1

( 1) n 2 n (x 3) n

7 n+1

;

1

2 < x < 13

2

:

+

3.6E P (x) =

1

P

k =0

a k x k ; sendo a k = 0 para k n + 1 :

3.6F

1 cos x