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1 | O SANGUE

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Estamos iniciando a incrível viagem pelo corpo humano. Nas páginas
deste material, veremos aspectos relacionados às doenças sangüíneas ou transmitidas
pelo sangue, suas formas de tratamento e a doação de sangue. Neste capítulo, você
encontrará alguns conceitos fundamentais para compreender melhor esta viagem.

NOS SO CORPO É FORMADO POR Óvulo sendo fecundado


pelo espermatozóide
DIVER SOS TIPOS DE CÉLULAS
O nosso corpo é constituído de trilhões de células, organizadas

em diversos tecidos. Todas essas células se originam de uma neurônios

única, denominada célula-ovo ou zigoto, que, por sua vez, é o re-

sultado da união de outras duas: o espermatozóide e o óvulo.

À medida que o embrião cresce, grupos de células vão se


células do
sangue
tornando diferentes em estrutura e função, devido a um pro-

cesso chamado de diferenciação celular. Em última análise, esse

processo é controlado pelo DNA, que é o material genético.


células do
tecido adiposo

?respondaessa células
musculares
Mas, se o DNA, que contém a informação genética, é
Representação da formação de um organismo a partir de uma única célula, o zigoto.
igual em todas as células do nosso corpo, como é possí-

vel que as células possam ser tão diferentes?

As células se diferenciam em tecidos porque não têm os mesmos trechos da molécula de DNA ativadas. Assim, a diferenciação celu-

lar é resultado da ativação de alguns genes e da desativação de outros, ou seja, cada tipo de célula possui um conjunto particular de

genes ativos, apesar de o material genético ser igual em todas elas.

Como conseqüência, o conjunto de proteínas codificadas pelos genes varia de acordo com o tipo de célula. Por exemplo, nas

células das glândulas salivares devem estar ativos genes que codificam as enzimas secretadas na saliva. É claro que os genes que

determinam a produção das enzimas da saliva não devem estar ativos em outro tecido do corpo!

Essa atividade diferencial dos genes começa a ser determinada no embrião e persiste nos tecidos adultos ao longo da vida.

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TIPO CELULAR IMAGEM

TIPOS DE CÉLULAS DO SANGUE E SUAS FUNÇÕES


O SANGUE É UM TECIDO
A movimentação do sangue no sistema circulatório permite a
1. Eritrócito ou 1
distribuição de oxigênio e de substâncias nutritivas para todas glóbulo vermelho

as células do corpo e o recolhimento das substâncias tóxicas

que resultam do metabolismo celular. Basicamente, o sistema

circulatório é composto pelo sangue que, impulsionado pelo


2. Leucócito ou
coração, circula dentro dos vasos sangüíneos. glóbulo branco

O sangue é composto de duas partes: plasma e elemen-

tos celulares. O plasma constitui cerca de 55% do volume do

sangue e é composto de água (90%), na qual estão imer-

sos sais minerais, proteínas, gorduras, fatores de coagulação, a. Neutrófilo 2

hormônios e outras substâncias. O plasma contém também o

fibrinogênio, uma proteína importante no processo de coa-

gulação do sangue. A outra parte é formada de elementos

celulares, que são os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos b. Eosinófilo 3

e as plaquetas.

c. Basófilo 4

+ paraSabermais
Apesar de seu aspecto líquido, o sangue tem todas as carac-

terísticas de um tecido. Ele possui células e uma abundante d. Monócito 5

substância intercelular. +

e. Linfócito 6

3. Plaqueta 7

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VALORES NORMAIS
DESCRIÇÃO PARA ADULTOS PRINCIPAIS FUNÇÕES

Disco bicôncavo sem núcleo, com


aproximadamente 8 µm de diâmetro. 3,8 a 6,3 milhões por mm3 Transporte de oxigênio e pequena quantidade de gás carbônico.

4.000 a 11.000 por mm3

Cerca de duas vezes maior que o eritrócito; 40% a 75% dos leucócitos Destrói partículas relativamente pequenas por fagocitose.
núcleo apresenta de dois a cinco lobos.

Cerca de duas vezes maior que o eritrócito;


núcleo apresenta dois lobos. 1% a 6% dos leucócitos Ataca parasitas e inativa substâncias que produzem inflamações.

Cerca de duas vezes maior que o eritrócito; Libera anticoagulantes que previnem a coagulação do
núcleo apresenta dois lobos. 0 a 1% dos leucócitos sangue; libera histamina que causa inflamação.

Cerca de duas a três vezes maior que o eritrócito; 2% a 10% dos leucócitos Origina o macrófago que destrói partículas
forma do núcleo varia de redonda a lobada. relativamente grandes por fagocitose.

O núcleo ocupa 90% da célula, que é apenas


um pouco maior que o eritrócito. 20% a 45% dos leucócitos Funções relacionadas à resposta imunológica.

Fragmentos citoplasmáticos de células da


medula óssea chamadas megacariócitos. 125.000 a 450.000 por mm3 Importante na coagulação do sangue.

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Vamos ver agora um pouco mais sobre estas células e

elementos celulares que compõem o tecido sangüíneo e

suas funções:

GLÓBULOS VERMELHOS

As células presentes em maior número no sangue humano

são os glóbulos vermelhos, também chamados hemácias ou


eritrócitos. Ao contrário de outros animais, nos mamíferos,

são células anucleadas, ou seja, que não possuem núcleo

(sendo, portanto, desprovidas de DNA).

No seu interior, há grande quantidade de um pigmento

vermelho chamado hemoglobina. A hemoglobina é uma mo-

lécula constituída por quatro cadeias de aminoácidos e cada

uma está ligada a um grupamento químico, chamado heme,

que contém átomos de ferro em sua estrutura.

A função das hemácias é transportar oxigênio dos pulmões

até as células do corpo, assim como transportar parte do

gás carbônico, produzido na respiração, das células para os

pulmões. Nos pulmões, onde há muito oxigênio, as moléculas

de hemoglobina se combinam com moléculas de O2, que são

transportadas aos tecidos. A hemoglobina livre pode então

se ligar à parte do CO2 presente nos tecidos e transportá-la


aos pulmões (a maior parte do CO2 produzido nos tecidos é

transportada pelo plasma sangüíneo).

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A vida média de uma hemácia é cur ta, cerca de 120 dias.

Após esse período, as hemácias são destruídas no fígado,

onde ocorre a quebra das moléculas de hemoglobina e a

disponibilização dos aminoácidos resultantes para a sínte-

se de novas proteínas. A maior par te do ferro presente

na hemoglobina pode retornar à medula óssea, local de

formação de novas hemácias.

Estrutura da hemoglobina.

cadeia 

ferrro
heme

cadeia 

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GLÓBULOS BRANCOS

Os glóbulos brancos, ou leucócitos, são células maiores que

as hemácias e possuem núcleo. Suas formas são variadas, mas

suas funções são sempre relacionadas à defesa do organismo.

Algumas dessas células, os linfócitos, produzem os anticorpos.

Os linfócitos também são importantes no combate aos vírus

e às células cancerosas. Outras células, como os monócitos e


neutrófilos devoram, pelo mecanismo da fagocitose, agentes

invasores como as bactérias. Os glóbulos brancos podem atra-

vessar a parede dos vasos sangüíneos e ir aos tecidos, onde há

uma infecção, para fazer a fagocitose.

+ paraSabermais
Veja no Capítulo 2 as doenças que interferem na produção
e no funcionamento de hemácias, hemoglobinas e glóbulos

brancos; e aprenda no Capítulo 3 as formas de terapias

desenvolvidas para o tratamento dessas doenças. +

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PLAQUETAS

Também estão presentes no sangue corpúsculos chamados

plaquetas, ou trombócitos. Elas não são células inteiras, mas

sim fragmentos de células (dos megacariócitos, assim chama-

dos por serem muito grandes). Sua função é participar nos

processos de coagulação do sangue.

fiqueligado
O sistema hematopoético

As células do sangue têm vida curta – dificilmente ultrapassam

os 120 dias. Elas são constantemente renovadas pela multiplica-

ção de células localizadas nos órgãos hematopoéticos (do grego

haimato, sangue + poesis, produção).

As primeiras células sangüíneas surgem muito cedo no

embrião. Depois, o fígado e o baço passam a atuar como órgãos


Macrófago em processo de fagocitose de uma bactéria.
formadores de sangue, provisoriamente. A partir do segundo

mês de vida intra-uterina, começa a ossificação e inicia-se a

formação da medula óssea, formadora de sangue no interior dos

ossos. A partir de então, a medula óssea passa a produzir todas

as células do sangue.

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AS CÉLULAS - TRONCO
As células especiais da medula óssea capazes de originar todos os tipos de células do sangue

são chamadas células-tronco. Um grupo especial de células da medula óssea vermelha se divide,

originando células linfóides – que vão originar os linfócitos dos tipos B e T – e células mielóides

– que vão originar os demais leucócitos, as hemácias e os megacariócitos. A diferenciação das

células do sangue ocorre de modo progressivo. Durante os sucessivos ciclos de divisão celular,
as células-filhas tornam-se cada vez mais diferenciadas.

As células-tronco são células indiferenciadas com capacidade de multiplicação prolongada

ou ilimitada, capazes de produzir pelo menos um tipo de célula altamente diferenciada. Quando

uma célula-tronco se divide, além de uma célula diferenciada, dessa divisão também vai resultar

uma célula que continua idêntica a ela, ou seja, indiferenciada, para manter o estoque.

Origem e diferenciação das células do sangue.

célula-tronco pluripotente

mielóide linfóide

reticulócito megacariócito monócito

eritrócito plaquetas macrófago neutrófilo eosinófilo basófilo linfócito B linfócito T

GRANULÓCITOS

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fiqueligado
Todas as células têm duas características importantes: o grau de

diferenciação e a potencialidade. O grau de diferenciação reflete

o quanto uma célula é especializada. A potencialidade é a capa-

cidade que ela tem de originar outros tipos celulares.

Quanto maior a potencialidade da célula, geralmente será


menor o seu grau de diferenciação. O zigoto é a célula com a

máxima potencialidade, pois ele dá origem a todos os tipos de

células. No outro extremo, há células com potencialidade nula,

como é o caso dos glóbulos vermelhos, que perdem seu núcleo no

processo de diferenciação, perdendo, conseqüentemente, a capa-

cidade de originar células iguais a elas.

Comportamento das células-tronco.

célula-tronco

divisão celular

diferenciação celular

célula diferenciada

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As células-tronco são classificadas segundo sua capacidade de Em relação à origem, uma classe impor tante de células-

gerar novos tipos celulares, ou seja, sua potencialidade. Em tronco são as chamadas células-tronco embrionárias.

ordem decrescente de potencialidade estão as células-tronco Como o nome sugere, elas são derivadas de um embrião nos

totipotentes, pluripotentes e multipotentes. estágios iniciais de desenvolvimento, na fase anterior à implan-

O zigoto e as primeiras células que resultam de sua divisão tação no útero materno, quando o embrião é um conglome-

são totipotentes, pois podem originar todos os tipos de célu- rado de aproximadamente 200 células, chamado blastocisto.

las e, se isoladas, até um organismo inteiro. As células-tronco À medida que o embrião se desenvolve, as células-tronco
da medula óssea que originam todos os tipos de células do embrionárias se diferenciam em todos os tipos de células

sangue são células pluripotentes, pois originam muitos tipos nele presentes: sangue, pele, músculo, fígado, cérebro etc.

celulares. Já os dois tipos celulares (mielóide e linfóide) deri- Por isso, as células-tronco embrionárias são chamadas

vados dessas células pluripotentes da medula são chamados pluripotentes.

de multipotentes, pois têm potencialidade para originar alguns

tipos celulares.

Classificação das células-tronco de acordo com a sua potencialidade.

células-tronco totipotentes
podem originar um organismo inteiro. Os exemplos são o zigoto
e as primeiras células-tronco do embrião que resultam da divisão
do zigoto.

células-tronco pluripotentes
Podem originar quase todos os tipos de tecidos, mas não um
organismo inteiro. Um exemplo são as células-tronco embrionárias
da massa interna do blastocisto.

células-tronco multipotentes
Podem originar diversos tipos de tecidos, mas não todos.
O melhor exemplo são as células-tronco do adulto.

célula-tronco hematopoética outras células-tronco

plaquetas glóbulos vermelhos


glóbulos brancos

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Um outro grupo muito importante de células-tronco são

as chamadas células-tronco do adulto. Elas também são

versáteis, mas possuem menor poder de diferenciação do

que as células-tronco embrionárias. + paraSabermais


As células-tronco mais conhecidas e mais utilizadas na medi- Veja o Capítulo 3 para mais informações sobre o uso de

cina são as células hematopoéticas da medula óssea. Além células-tronco do adulto e embrionárias em trans-

da medula óssea, essas células são também particularmente plantes de medula óssea e na regeneração de órgãos e
abundantes no sangue do cordão umbilical e da placenta dos tecidos. +
recém-nascidos, que também são consideradas células-tronco

do adulto.

As células-tronco do adulto estão presentes em diferentes

tecidos, sendo as responsáveis pela regeneração parcial destes

tecidos no caso de ferimento ou doença que os destroem.

fiqueligado
Até bem pouco tempo, acreditava-se que, uma vez que uma célu-

la-tronco do adulto tivesse sido determinada para produzir um

certo tecido, seu destino não poderia ser mudado e ela não pode-

ria jamais produzir um outro tipo de tecido. Desde então, pes-

quisas têm mostrado que elas são mais flexíveis do que se ima-

ginava: experimentos realizados com células-tronco do cérebro

e de músculo de camundongo mostraram que, se manipuladas


em laboratório, elas podem reconstituir as células hematopoéticas

desses animais.

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TRABALHANDO COM O TEMA EM SALA DE AULA

ATIVIDADE 1
ESTÍMULO À LEITURA E COMPREENSÃO DO TEXTO

Para ajudar na compreensão deste capítulo, que possui muitos termos técnicos importantes,

o professor pode organizar um jogo com os alunos. Após a leitura, divididos em dois (ou mais)

grupos, os alunos devem selecionar palavras do texto que não são comuns.
Um grupo deve perguntar sobre o significado de uma palavra que esteja no texto e, sem

poder consultá-lo, o outro grupo deverá tentar explicar o significado. Caso não saibam, o primei-

ro grupo deve dar a explicação, também sem a consulta. Dessa forma, o professor pode avaliar

a apreensão dos conteúdos específicos, em uma dinâmica lúdica e estimulante. Se os grupos

tiverem dúvidas sobre o significado da palavra, outras fontes (dicionários, livros didáticos, revis-

tas) podem ser consultadas.

ATIVIDADE 2
O TIME JOGA MAL : DESCULPA OU EFEITO DA ALTITUDE ?

Vimos, aqui, a importância do sangue para o corpo humano. Você pode trabalhar este tema

com os alunos, solicitando a leitura do texto abaixo, sobre os preparativos da seleção brasileira

de futebol (“Brasil pega Equador na altitude de Quito”, Jornal O Estado de S. Paulo, 17/11/2004).

Guayaquil – Entre a Comissão Técnica e os jogadores não há segredo. O jogo desta quarta-

feira, às 19 horas (de Brasília), será o mais difícil do ano pelas Eliminatórias Sul-Americanas para
a Copa do Mundo de 2006. Não importa que o Brasil seja líder invicto com 20 pontos e tenha a

maioria das estrelas do futebol mundial. O estudioso Carlos Alberto Parreira sabe que enfrentar

o Equador nos 2.860 metros de altitude de Quito, com apenas um dia de treinamento, é quase

um suicídio. “Nós fizemos o levantamento de uma partida que serviu como exemplo do efeito

da altitude. Na última partida entre Santos e LDU em Quito os equatorianos deram 36 chutes

a gol e os brasileiros apenas quatro. Nós vamos ter de usar a inteligência e o nosso talento indi-

vidual para sair do Equador com uma vitória. Será a nossa única opção”, afirmava o treinador.

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Parreira não admitia que se levasse em consideração a tradição ao analisar o jogo desta

quarta-feira. “A campanha dos equatorianos nas Eliminatórias revela o que eles estão fazendo.

Simplesmente todos os 13 pontos que conseguiram foram em Quito. Estão invictos jogando em

casa. Fora, perderam todas. A aposta deles está no fator altitude. Estou esperando uma partida

complicadíssima”, admitia.

Estratégia – A estratégia do técnico Parreira será a de fazer a Seleção prender a bola o

máximo possível durante todo o jogo. “Eles vão tentar impor correria principalmente no
primeiro tempo. Já joguei duas vezes em Quito e sei como é. Depois de conseguir a vantagem

no placar, se armam só para descer em contragolpes em velocidade. O Brasil terá de ser fir-

me no começo do jogo. Administrar a bola, não se expor”, detalha Roque Júnior, entregando

a estratégia de Parreira. Sem poder escalar Edu e Zé Roberto, suspensos, o treinador acabou

apostando em Renato e Kléberson no meio-de-campo.

O Brasil irá começar o jogo com o time fechando a intermediária para evitar os lançamentos

em velocidade nas costas de Cafu e Roberto Carlos. “Nós não vamos poder sair tanto como

estamos acostumados. Eu e o Roberto iremos fechar o nosso setor. Não vamos dar as chances

que eles estão esperando”, jura Cafu. “Essa será a partida típica para ser jogada com inteligên-

cia. Saber aproveitar quando tivermos a bola dominada. Os torcedores equatorianos irão fazer

pressão para que a seleção do seu país derrote o Brasil. Com certeza irão deixar espaço atrás

na sua marcação. E nós estaremos prontos para aproveitar esse espaço”, promete Kaká.

Ataque – O jogador do Milan, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo terão mais liberdade na frente.

Para não se desgastar, não deverão ajudar na marcação de jeito nenhum. É ordem do treinador.

E Parreira irá utilizar a derrota para os equatorianos nas Eliminatórias para a Copa de 2002
como referência ao time. “Nós não podemos nos comportar da mesma maneira daquela der-

rota por 1 a 0. Não vamos permitir que eles dominem as ações da partida.”

O treinador brasileiro quer ir muito mais além do que terminar 2004 com o Brasil em pri-

meiro e invicto nas Eliminatórias. “Eu vi o sufoco que foi com a nossa seleção nas Eliminatórias

de 1993 e 2001, quando se classificou na última rodada. Os meus jogadores sabem que precisam

vencer o Equador e ficar cada vez mais próximo da classificação para a Copa de 2006. Chega

de passar aperto para ir a um Mundial”, resume o preocupado Parreira.

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Para tentar diminuir o efeito da altitude, o Brasil viajará nesta quarta-feira no final da

manhã de Guayaquil para Quito. O preparador Moracy Sant’Ana disse que também irá fazer

um aquecimento especial, muito mais for te. Segundo seus estudos, isso amenizaria um pouco

a sensação de cansaço prematuro.

Cosme Rímoli – Fonte http://estadao.com.br/print/2004/nov/17/20.htm

Sugira aos estudantes que realizem uma pesquisa procurando responder às seguintes questões:

1. Qual é a relação entre a altitude e o desempenho no jogo de futebol?


2. Que modificações devem ocorrer no organismo dos indivíduos que vivem em altitu-

des elevadas?

3. O que poderia ser indicado aos jogadores brasileiros para que se preparassem melhor

para jogar em Quito?

Dicas
Em altitudes elevadas, diz-se popularmente que “o ar é

mais rarefeito”, pois há menos oxigênio disponível. Para

compensar isso, o corpo dos indivíduos que vivem sob essas

condições produz mais hemácias do que em altitudes menos

extremas, a fim de regularizar a quantidade de oxigênio

que chega às células.

O nível de hemácias, em grandes altitudes, se regulariza

em cerca de duas semanas.

Sugerimos ao professor, também, a leitura de outro texto interessante sobre o efeito da altitude

nos atletas, para que enriqueça a discussão com os estudantes: http://estadao.com.br/print/2004/

nov/17/20.htm (“Timão nas alturas”, publicado em 22/2/2003).

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B IBLIOGRAFIA S UGERIDA

Livros

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R. Fundamentos da biologia moderna. São Paulo: Mo-

derna, 1997.

AMABIS, J. M.; MARTHO, G. R.; OTTO, P. A. Biologia e saúde humanas. São Paulo: Mo-

derna, 1981.
PEREIRA, L. V. Clonagem: fatos & mitos. São Paulo: Moderna, 2002.

Jornais e Revistas

Jornal O Estado de S. Paulo – 10 de maio de 2004

O que é célula-tronco - Mayana Zatz

Link: http://www.estadao.com.br/educando/noticias/2004/mai/10/69.htm

Revista Época – Edição 214, 24 de junho de 2002.

Americanos encontram células adultas que dão origem a qualquer outra

Link: http://epoca.globo.com/nd/20020623ct_e.htm

Links

Com Ciência

Clonagem terapêutica... e polêmica – Lygia Pereira

http://www.comciencia.br/reportagens/celulas/10.shtml

Dráuzio Varella

Clonagem humana (células-tronco) – Dráuzio Varella

http://www.drauziovarella.com.br/artigos/clonagemhumana.asp
Imuno-hematologia

http://ioh.medstudents.com.br/

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