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Fisiologia Cardio-respiratória

Cardio (Livro)

➔ Circulação sistêmica
-O sangue arterial proveniente do ventrículo esquerdo é bombeado para a aorta. Segue então
para um sistema de artérias de distribuição, terminando nos diversos órgãos da
circulação sistêmica.
- O sangue passa através de vasos arteriolares cujo calibre pode ser alterado por controle
neural ou metabólico.
- As alterações do calibre arteriolar podem regular a pressão e o fluxo no circuito sistêmico
e/ou transferir o sangue de um órgão para outro.
- As arteríolas drenam o sangue para os capilares para o espaço extracelular.
- O sangue, agora venoso entra nas vênulas e corre em direção as veias que funcionam como
condutos e como um reservatório de volume.
-As grandes veia se unem para formar as duas veias cavas. Delas o sangue chega então chega
ao átrio direito.

➔ Circulação pulmonar
- O sangue venoso flui do átrio direito para o ventrículo direito que bombeia o sangue para a
artéria pulmonar , para artérias menores e para os capilares pulmonares.
- A liberação do dióxido de carbono e a captação do oxigênio ocorrem pela difusão entre e o
sangue e o gás alveolar. Aí o sangue oxigenado entra nas veias pulmonares,
retornando ao átrio esquerdo e daí ao ventrículo esquerdo.

➔ Classificação dos vasos sanguíneos


- Estrutural: a estrutura dos vasos sanguíneos varia muito , refletindo suas funções.
- Grandes artérias tem mais tecido elástico em suas paredes, especialmente a aorta.
- A aorta e a artéria pulmonar se dividem em artérias menores que se ramificam
progressivamente para formar vasos estreitos de alta resistência chamados arteríolas.
-As arteríolas apresentam menos elastina e proporcionalmente mais músculo liso em suas
paredes, refletindo seu papel no controle de fluxo da microcirculaçao.
- As arteríolas se ramificam em numerosos capilares os quais apresentam essencialmente
lâmina basal e fina camada de células endoteliais.
-Os capilares convergem então para formar as vênulas e veiais que apresentam um pouco de
elastina , colágeno e músculo liso.
- As veias apresentam mais músculo liso e colágeno, apresentando importante função no
estoque de sangue, e o músculo liso regula o volume venoso.
- Devido ao aumento no número de vasos, quando ocorre a ramificação , a área de seção
transversal total do sistema vascular aumenta a despeito da progressiva queda no
tamanho do vaso.
- Ou seja, a velocidade de deslocamento do sangue no interior dos vasos depende da
amplitude do leito vascular , diminuindo a medida que o sangue se distancia do
coração,chegando a um mínimo nos capilares e aumentando novamente nas veias.

➔ Artérias elásticas
- A artéria pulmonar, a aorta e seus ramos maiores, como as artérias ilíacas, tem paredes
muito distensíveis porque sua túnica medi é particularmente rica em elastina.
- Essa propriedade permite as grandes artérias se expandirem e receberem o volume ejeção
durante a sístole ventricular e retornarem ao seu estado original pelo recolhimento
elástico durante a sístole.

➔ Artérias musculares.
- Nas artérias de tamanho médio a pequeno a túnica média é mais espessa em relação ao
diâmetro do lúmen e contém mais músculo liso.
-Agem como condutos de baixa resistência e suas paredes espessas ajudam a prevenir o
colapso em regiões com ângulos agudos.

➔ Vasos de resistência
- A maior resistência ao fluxo sanguíneo ocorre nas menores artérias e arteríolas.
- Isso pode ser observado pela grande queda de pressão observada quando o sangue atravessa
esses vasos..
- Paredes espessas em relação o lúmen e são ricamente inervadas por fibras nervosas
vasoconstritoras.
- Uma vez que as arteríolas funcionam determinando a resistência ao fluxo, agem como
“torneiras” da circulação, aumentando ou diminuindo os fluxos regionais de acordo
com as necessidades locais.
- Quando elas se dilatam a resistência ao fluxo cai, de modo que o fluxo aumenta. A
vasoconstrição tem efeito contrário.

➔ Vasos de troca
- Os capilares são finos e numerosos , parede reduzida a uma única camada de células
endoteliais.
-Sua espessura facilita a rápida transferência de metabólitos entre o sangue e os tecidos.

➔ Vasos de capacitância
- Vênulas e veias diferem mais no tamanho do que na estrutura.
- A parede é fina e compreende uma íntima, uma fina camada média de músculo liso e
colágeno.
- Nos membros possui pares de válvulas semilunares que previnem o fluxo retrógrado do
sangue que flui em direção ao coração.
- Paredes finas, elas são facilmente distendidas ou colapsadas de modo que agem como
reservatórios de volume.

➔ O que impulsiona o sangue ao longo dos vasos sanguíneos após ele deixar o coração¿
- O principal fator é o gradiente de pressão sanguínea.
- A ejeção ventricular eleva a pressão aórtica acima da pressão atmosférica enquanto a pressão
na grandes veias esta próxima da pressão atmosférica.
- Dessa forma, a pressão que o sangue exerce sobre as paredes vasculares depende do volume
de sangue ejetado pelo coração e da resistência que se opõe a sua circulação.
- É máxima nas artérias e cai bruscamente nos capilares e continua caindo ao nível das veias,
para ser mínima nas aurículas. Essa diferença de pressão dirige o sangue das artérias
para as veias.
- A pressão arterial é pulsátil porque o coração ejeta sangue intermitentemente .
- Entre as sucessivas ejeções a pressão arterial sistêmica decai.
- Qualquer seção transversal completa do sistema circulatório , passa , em determinada
unidade de tempo, igual a quantidade de sangue.

➔ Controle autonômico da atividade elétrica cardíaca


- O coração recebe inervação motora do sistema nervoso autonômico tanto simpático quanto
parassimpático.
- Os efeitos das ativações destes dois sistemas e fazem sentir sobre a frequência cardíaca, a
condução atrioventricular e a força de contração.
- A inervação parassimpática através do nervo vago é muito abundante na musculatura atrial ,
nódulos sinusal e atrioventricular e escassa nos ventrículos.
- Já a inervação simpática distribui extensamente pelas quatro câmaras , sendo tanto os
nódulos quanto os tecidos especializados em condução e também o miocárdio de
trabalho muito bem inervados.

➔ Sistema parassimpático
- A ativação vagal libera acetilcolina nas terminações pós ganglionares, de modo que seus
efeitos são mediados através da interação deste neurotransmisor com receptores
muscarínicos.
- Produzem efeitos na ativação cardíaca: bradicardia, diminuição da força de contração atrial e
bloqueio de condução atrioventricular.

➔ Sistema simpático
- A ativação simpática leva a liberação de noradrenalina nas varicosidades dos terminais
nervosos em íntimo contato com todo o miocárdio.
- Os principais efeitos são: taquicardia, facilitação da condução atrioventricular e aumento na
força de contração atrial e ventricular.

➔ Determinação do ritmo
- A sequencia normal de ativação cardíaca ( nódulo sinusal, aurículas, nódulo AV, feixe de His e
rede de Purkinje, massa ventricular) determina a sequencia e as durações dos três
primeiros elementos do registro: onda P, intervalo PR e complexo QRS.
- Os segmento ST e a onda T refletem características da repolarização ventricular.
- Quando a sequencia eletrocardiográfica é aquela aonde cada elemento do registro tem
duração normal e quando os ângulos dos vetores forem também os normais.Pode-se
concluir que o estímulo se inicia no nódulo sinusal e se difunde de modo normal, diz-se
que o ritmo é sinusal.
-Quando não se acompanha esse ritmo é chamado de arritmia.

➔ Análise morfológica dos segmentos do ECG


➔ Onda P
- A onda P representa a despolarização auricular.
- É normalmente uma onda arredondada de baixo potencial.
- A partir do nódulo sinusal espalham-se ondas de ativação cuja forma indica que os feixes
condutores intermodais propagam a despolarização mais rapidamente que as células
atriais comuns.

➔ Intervalo e segmento PR
- A despolarização auricular encontra-se ainda em pleno desenvolvimento, pequeno grupo de
células envolvidas no processo.
- Uma vez terminada a onda P o registro volta a ser isoelétrico.
- O intervalo PR reflete o tempo entre o início da ativação sinusal e o início da despolarização
ventricular.

➔ O controle QRS
- Uma vez iniciada a despolarização do feixe de His, o estímulo se alastra pelo tecido condutos
His-Purkinje com alta velocidade a toda a massa ventricular.
-Apesar da alta velocidade o ECG revela que a despolarização ventricular passa por fases que
determinam o aparecimento de uma onda complexa.
- Primeira deflexão negativa e de pequena amplitude ( Q ).
-Segunda positiva , de grande amplitude. (R)
- Terceira negativa e de pequena amplitude . (S)
-A presença dessas ondas cujos sinais se invertem sucessivamente , indica claramente que a
despolarização ventricular muda repentinamente de direção a medida que decorre.

➔ O segmento S-T
- Terminada a despolarização ventricular , inicia-se a fase do platô durante a qual o registro
permanece isoelétrico porque durante esta fase, não existe qualquer vetor elétrico
miocárdico.

➔ Onda T
- Onda de repolarização ventricular é mais lenta e de menor amplitude que o complexo QRS e
reflete o andamento desta fase tanto em cada célula como na massa miocárdica.
- Como não existe propagação de repolarização, cada célula se repolariza quando o platô de
seu potencial de ação começa a declinar e não em função do que se passa em sua
vizinhança.
- O estudo dessa trajetória não é fácil pois não depende de propagação e por isso se altera em
função de um grande número de fatores.
-A anestesia, a aplicação de eletródios cardíacos, mesmo cronicamente, e muitos outros
estímulos determinam a inversão da polaridade do vetor T ou seja, alteram a trajetória
de repolarização.

➔ Contração isométrica
- Realiza-se quando uma preparação de músculo cardíaco , um papilar, por exemplo, tem suas
extremidades fixas e ao ser estimulado, contrai-se gerando força.
-Mas o músculo não se encurta dai o nome de contração isométrica.
-Vemos assim que nesta contração somente se registra a força desenvolvida pelo músculo,
posto que o encurtamento externo é nulo.

➔ Catecolaminas, adrenalina, noradrenalina


- Promovem o amento da força de contração encurtam o tempo de ativação ( devido ao maior
influxo de cálcio) e aceleram o relaxamento ( devido a maior captação de Ca2+)
encurtando a duração total da contração.

➔ Acetilcolina
- Atua no miocárdio encurtando o potencial de ação, devido ao aumento de permeabilidade ao
K+, que acelera a repolarização.
- Diminuição da entrada de CA+2 com consequente redução da força desenvolvida.

➔ Contração isotônica
-Contração que um músculo faz contra uma carga constante.
- Mostra que o encurtamento diminui com o aumento da carga suportada pelo músculo.
- Se observa que a velocidade máxima de encurtamento diminui com o aumento da carga.

➔ Ciclo cardíaco
- A ação bombeadora do coração reflete-se nas mudanças de volume e pressão que ocorrem
em cada câmara cardíaca e nas grandes artérias na medida em que o coração
completa cada ciclo.
- As válvulas cardíaca desempenham um papel essencial no direcionamento do fluxo sanguíneo
através das diferentes câmaras cardíacas e nos tratos de saída dos ventrículos.
- A válvula que separa o átrio direito do ventrículo direito é a válvula tricúspide.
- Enquanto entre o átrio e o ventrículo esquerdo é a válvula mitral.
- As válvulas atrioventriculares abrem-se quando a pressão ventricular é menor que a atrial e
fecham-se quando as pressões se invertem.
- Além das válvulas atrioventriculares existem as semilunares inseridas no trato de saída da
artéria pulmonar e da aorta.
- As válvulas semilunares abrem-se quando a pressão ventricular ultrapassa a pressão arterial e
fecha-se quando ocorre o inverso.
- Bulhas = ruídos cardíacos.São 4.
-A primeira e a segunda bulha são audíveis.
- Primeira bulha = fechamento das válvulas atrioventriculares, movimento do sangue dentro
das camaras cardíacas e a vibração das paredes das camaras também contribuem para
gerar o primeiro ruído cardíaco.
- Segunda bulha = é gerada pelo brusco fechamento das válvulas semilunares pulmonar e
aórtica.
- A cada geração espontânea de um potencial de ação pelo nodo sinusal inicia-se um ciclo
cardíaco.
- Ciclo cardíaco = refere-se ao período compreendido entre o início de um batimento cardíaco
e o início do batimento seguinte.
- Cinco fases do ciclo cardíaco:

➔ Sístole atrial
-O ciclo cardíaco inicia-se com a excitação atrial a qual é indicada pela onda P no registro ECG.
- Abertura da válvula mitral.
- Enchimento ventricular ocorre porque nesse momento a válvula atrioventricular permanece
aberta e por isso nota-se a subida da curva do volume intraventricular.
- A pressão aórtica diminui progressivamente durante a diástole ventricular a medida que o
sangue flui dos grandes vasos arteriais em direção a microcirculação.
- Em frequências cardíacas baixas a contribuição da sístole atrial para o enchimento ventricular
é pequena, uma vez que a maior parte do enchimento ocorre, de modo passivo, nas
partes inicial e média da diástole ventricular.
- Quando a frequência cardíaca aumenta ocorre um progressivo encurtamento da diástole.
- Dessa forma a contração atrial passa a exercer um papel cada vez mais importante para o
enchimento ventricular.

➔ Contração isovolumétrica ventricular


- Quando a despolarização atinge o ventrículo esquerdo, indicado pela presença do complexo
QRS no EG, inicia-se a contração ou sístole ventricular.
- Observa-se nesse curto intervalo de tempo uma rápida subida da pressão intraventricular ,
forçando o fechamento da válvula mitral e produzindo a primeira bulha cardíaca.
-Havendo insuficiência da válvula atrioventricular há refluxo de sangue em direção ao átrio.
- No período em que as válvulas mitral e aórtica permanecem fechadas a contração ventricular
processa-se sem haver alteração de volume da câmara, razão pela qual essa fase de
sístole é denominada contração isovolumétrica.
- Produção rápida de um aumento da pressão intraventricular. Quando essa pressão ultrapassa
a pressão da aorta a válvula semilunar se abre , começando a ejeção de sangue da
cavidade ventricular para a aorta.

➔ Ejeção ventricular
- Inicia-se com a abertura das válvulas semilunares
- No momento em que a pressão intraventricular esquerda ultrapassa a pressão aórtica,
abre-se a válvula semilunar aórtica e inicia-se a ejeção ventricular rápida conforme se
constata pelo aumento da pressão intraventricular e pelo declínio da curda de volume
intraventricular.
- Neste momento o miocárdio ventricular esquerdo começa a se repolarizar conforme se
constata pela presença da onda T no ECG.
- A pressão intraventricular se torna inferior a pressão aórtica.
- A rápida queda da pressão na cavidade ventricular leva ao fechamento da válvula aórtica .
- Nem todo volume é ejetado.

➔ Relaxamento ventricular isovolumétrico


- A exemplo do que ocorreu na contração isovolumétrica, as duas válvulas estão fechadas de
modo que não há variação de volume por uma fração de tempo, período denominado
relaxamento ventricular isovolumétrico.
- Marca o início da diástole.
- A pressão aórtica varia muito pouco devido a elasticidade de suas paredes, mas depois
decresce durante toda a diástole.
- Nesse momento abre-se a válvula mitral ( a válvula aórtica continua fechada) e termina a fase
de relaxamento ventricular isovolumétrico.
- Nessa fase ocorre a segunda bulha cardíaca, cujo som é causado em grande parte pela
vibração das válvulas semilunares ao passarem do estado aberto para o estado
fechado.

➔ Enchimento ventricular
- O período em que o átrio esquerdo se contrai e a pressão atrial é superior a ventricular,
devido a chegada de fluxo sanguineo das veias pulmonares e abertura da válvula mitral
ocorre o enchimento ventricular ( diástole ventricular) conforme pode ser notado
através da ascensão da curva de volume ventricular.
- O enchimento é inicialmente rápido porque o gradiente pressórico é muito favorável a
passagem do sangue da cavidade atrial para a ventricular.
-A medida que o gradiente pressórico , através da válvula atrioventricular diminui na fase
média da diástole a velocidade de enchimento torna-se menor.
- Dependendo do turbilhonamento causado pela abertura de válvulas atrioventriculares pode
ser audível nessa fase. Mas é raro.
-A pressão aórtica nesse momento continua caindo lentamente até atingir um valor mínimo no
final da diástole ( pressão diastólica).
- O enchimento ventricular termina com a contração atrial.
- A fase é compreendida pelo relaxamento ventricular isovolumétrico e enchimento ventricular
rápido e lento , terminando com o fechamento da válvula mitral e o aparecimento da
onda P no ECG. O que indica o início de mais um ciclo cardíaco.

➔ Débito cardíaco
- Representa a quantidade de sangue que cada ventrículo lança na circulação em determinada
unidade de tempo.
- O ventrículo direito,a circulação pulmonar, o ventrículo esquerdo e a circulação sistêmica
constituem um sistema conectado em série, aonde o débito cardíaco do ventrículo
direito, ao longo de um tempo suficiente para ocorrer vários batimentos é
praticamente igual ao do ventrículo esquerdo.
- O débito cardíaco pode ser calculado através do produto do débito sistólico x frequência
cardíaca.
- Como o consumo de oxigênio depende d massa total de células o débito cardíaco é corrigido
para a superfície corporal. Representa o índice cardíaco.
-O débito cardíaco é um parâmetro muito importante para avaliar o estado funcional do
coração.
- Em quadros de insuficiência cardíaca o débito cardíaco é baixo.
- O ecocardiograma permite visualizar as imagens do coração e estipular as medidas dos
volumes diastólico final e inicial em cada sístole. Essa diferença corresponde
exatamente ao débito sistólico.
- Quando ocorre taquicardia o intervalo entre dois batimentos diminui principalmente as
custas de uma redução da duração da diástole.
- Em frequências cardíacas muito elevadas o tempo de enchimento ventricular diminui e o
volume diastólico final do ventrículo assume também valores mais baixos.
- Mantendo-se fixa a fração de ejeção, o volume ejetado tambem irá diminuir.
- O débito cardíaco aumenta inicialmente com o aumento da frequência cardíaca até atingir
um valor máximo.

➔ Retorno venoso
- Quanto maior a pressão de enchimento da câmara ventricular , maior o volume ejetado em
cada sístole.
- Quanto maior a pressão de enchimento, maior o estiramento da câmara ventricular.
- A força desenvolvida por uma câmara cardíaca durante a contração é diretamente
proporcional ao grau de estiramento a que as fibras miocárdicas estão submetidas no
período imediatamente anterior ao inicio da contração.
- Mecanismo de Frank Startling é fundamental para a homeostase circulatória porque faz com
que o coração seja capaz de ajustar o débito em cada sístole em função do retorno
venoso que ocorreu durante a diástole anterior.

➔ Contratilidade miocárdica
-As alterações da contratilidade é determinada na maioria das situação pela oferta de Ca2+ a
maquinaria contrátil durante o acoplamento excitação-contração.
- As catecolaminas atuam nos receptores adrenégicos dos miócitos cardíacos aumentando o
influxo de Ca2+ através da membrana durante o potencial de ação. Esse aumento
produz um aumento da força de contração em cada célula individualmente.
- Caso esse efeito seja estendido a câmara ventricular como um todo, determina o aumento do
volume ejetado em cada sístole. É maior o débito cardíaco.
- O inverso ocorre na estimulação parassimpática. A acetilcolina atuando nos receptores
muscarínicos , aumenta os níveis de GMP cíclico e diminui o influxo de Ca2+. Para esse
valor de estiramento o rendimento da contração será menor.

➔ Forças e tensões nas paredes dos vasos


- A pressão produz compreensão e estiramento radial da parede dos vasos, produzindo
estiramento longitudinal das células musculares lisas, fibras elásticas e colágena.
-O atrito por outro lado, leva a deformação no mesmo eixo do fluxo.
- A ação dessas forças nos diversos segmentos da circulação determina as características
estruturais destes.
- Essas forças contribuem para o estado contrátil das células musculares lisas do vasos que por
sua vez contribui para as características mecânicas de suas paredes.

➔ Pressões no sistema cardiovascular


- A pressão mais elevada na circulação é encontrada no ventrículo esquerdo, desenvolvida
durante o período que precede imediatamente a abertura da válvula aórtica e início da
fase de ejeção sistólica. Esse é o nível da pressão arterial aima da pressão atmosférica.
- Durante o relaxamento ventricular a pressão diastólica diminui.
-A pressão gerada no ventrículo esquerdo é totalmente transmitida para a aorta ascendente.
Como a pressão gerada pelo ventrículo se transmite através da coluna de sangue que
preenche a aorta e seus ramos, a pressão sistólica, nesses segmentos apresenta valor
muito próximo a do ventrículo esquerdo.
- Após o fechamento da válvula aórtica a pressão diminui progressivamente , o que coincidente
com o final da diástole e início de novo ciclo.
- O maior gradiente de pressão na circulação ocorre através de artérias de pequeno calibre e
arteríolas onde a pressão cai.
- Nas arteríolas a pressão não é pulsátil porque a onda de pressão é amortecida pela
combinação de distenbilidade aórtica e resistência arteriolar.
- Uma queda adicional ocorre nos capilares e progressivamente nas vênulas.
- Pressões inferiores a e essas são encontradas nas veias próximas ao átrio direito , onde
existem pressões negativas durante a fase inspiratória do ciclo respiratório.
- O fluxo de sangue que passa através dos pulmões é essencialmente o mesmo daquele que
perfunde a circulação sistêmica. Isso se deve a menor resistência ao fluxo de sangue
nos pulmões.
- A pressão média nas veias pulmonares é discretamente maior que a pressão nas veias cavas.

➔ Origem da pressão no sistema arterial


- A pressão sanguínea no sistema arterial é gerada e mantida pela interação entre a força
propulsora cardíaca , a capacidade de dilatação elástica da aorta e a resistência ao
fluxo de sangue exercida predominantemente pelas arteríolas e artérias de calibres
inferiores.

➔ Pressão arterial média


- A pressão é pulsátil mas é conveniente que o valor médio seja conhecido. Mesmo que esse
valor seja artificial.
-Pressão é oscilatória.
-A pressão arterial média é um valor mais representativo da pressão no sistema arterial já que
as pressões sistólica e diastólica representam apenas dois pontos extremos de um
ciclo.

➔ Fluxos no sistema cardiovascular


-O volume de sangue fluindo através da válvula aórtica em determinado tempo é conhecido
como débito cardíaco. Esse volume de sangue é distribuído para os órgãos em
percentuais diferentes.
- A rapidez com que o sangue se movimenta em cada setor da circulação é proporcional as
áreas de secção transversais de cada setor.
- As maiores velocidades encontradas são na aorta descendente , pois todo o volume de
sangue passa por um orifício estreito.
- Ao nível das arteríolas a velocidade é muito menor, devido a maior área de secção
transversal.
- A velocidade do sangue nos capilares é ainda menor , para que haja tempo o suficiente para
as trocas de O2 e CO2.
- Nas veias cavas a velocidade volta a aumentar.

➔ Fluxo sanguíneo na microcirculação


- Na ausência de alterações no gradiente de pressão, o fluxo é controlado localmente por
variações na resistência vascular total local, o que é em boa parte , consequência de
variações dos diâmetros dos vasos de resistência.

➔ Fatores que regulam a vasomotricidade


- Vário são os fatores que alteram a frequência intrínseca de despolarização/contração da
musculatura lisa vascular, alterando o tônus baal do vaso e determinado
vasoconstrição ou vasodilatação.

➔ Fator miogênico
- É considerado como um dos fatores de regulação local dos vasos de resistência, no sentido de
que avariações de pressão de perfusão, aumentando ou reduzindo o automatismo do
vaso contribuem para variações do tono muscular propiciando o aparecimento da
vasoconstrição ou vasodilatação.

Cardio

Cadernos ( meu, Ju e Nat )

AULA I (Cardio)

Ipc : Caminho do sangue no coração

➔ Átrio direito ​→​ Ventrículo direito ​→​ Artéria pulmonar →


​ ​ Veias cavas ​→​ Átrio
esquerdo​→​ Ventrículo esquerdo ​→​ Circulação sistêmica ( Corrigir e complementar se
for o caso).
➔ Nome e localização das válvulas = IPC.

➔ Músculos papilares: Impedem o refluxo do sangue, a atividade retrógrada, a inversão.

➔ Enovelamento de células especializadas : Nódulo sinoatrial: Função

➔ Ritmo cardíaco = Frequencia cardíaca ​→​ Comandado pelo marcapasso

➔ Como funciona o ecocardiograma¿ Ondas. Despolarização, polarização, repolarização.


IPC

➔ Sístole = contração ; Diástole = esvaziamento. Essas são as palavras. Não é enchimento


e esvaziamento!
➔ Débito cardíaco = Quantidade de sangue que o coração bombeia em 1 minuto.

➔ Débito sistólico = Quantidade de sangue que você perde em uma única sístole.

➔ Cálculo do débito cardíaco: DC= frequência cardíaca x débito sistólico ; DS= volume
sistólico final

➔ DC = RV ( reorno venoso)

➔ Taquicardia (cronotropismo positivo) ; Bradecardia ( cronotropismo negativo).

➔ Existem 3 litros de volume sanguíneo no nosso corpo.

➔ Circuito do sangue – espaços alteram em elasticidade resistência e tipos de célula:


aorta​→​ artéria aórtica (¿) ​→​ artérias de médio calibre ​→​ artérias de menor calibre​→
arteríolas​→​ capilares​→​ vênulas​→​veias de pequeno calibre​→​ veias de médio calibre
→​veias cavas ​→​átrio direito.

➔ A elasticidade vai se perdendo em direção aos capilares.

➔ Artéria aorta: características de um elástico não existe contração; resistência a pressão


em função de uma camada elástica de células; célula endotelial é a parte que entra em
contato com o sangue.

➔ Capilares: só células endoteliais.

➔ Arteríolas e vênulas: célula endoteliais e fibras colágenas.

➔ Pressão arterial: mede no braço através de artérias de grosso calibre. 14.8. Sístole e
diástole. Lembrando que a sístole é a força de contração.

➔ IPC: Velocidade sanguínea e fluxo sanguíneo. Fluxo quase nulo nos capilares para
permitir as trocas gasosas. O que faz o sangue andar e o fluxo acontecer é a diferença
de pressão.

➔ Átrio direito pressão menos do que o capilar. Sangue sempre caminha para aonde
existe menor pressão ( exemplo da festa). Sistema unidirecional.

➔ Velocidade/ Pressão / Área = Importante entender cada etapa

➔ Tirar sangue da veias -> Sangue que está ascendendo e está com dificuldade para
subir.

➔ Leito venoso = reservatório sanguíneo


➔ Leito arterial = Resistência vascular

➔ RPP: Resistência periférica: força contrária ao fluxo das paredes vasculares.


Vasoconstrição aumenta a resistência periférica.

➔ Complacência venosa: capacidade elástica das veias , fator de hipertensão no


envelhecimento.

➔ Para aumentar retorno venoso ​→​ vasoconstrição.

AULA II

➔ Ciclo cardíaco
➔ Circuito feito pelo sangue através de válvulas = IPC.
➔ O que movimenta as válvulas não são o músculos papilares.
➔ O que movimenta as válvulas é a diferença de pressão, ou seja, a mesma força que
impulsiona o sangue.
➔ Caminho do sangue em direção ao ambiente de menor pressão.
➔ AD ​→​ VÁLVULA​→​ VD.
➔ O AD e enche até que a pressão seja muito grande. O que faz a válvula abrir.
➔ Músculos papilares impedem o refluxo ( válvulas tricúspide só abrem em direção ao
ventrículo direito).
➔ PA é a pressão das grandes artérias mas não é a diferença de pressão.
➔ O sangue entra nos átrios de forma passiva e constante.
➔ Mitral é bicúspide.
➔ O que dita o ritmo cardíaco¿ O nódulo sinoatrial que dispara impulsos elétricos até
chegar os miócitos (atrial e ventricular). Elas se contraem o que aumenta a pressão.
➔ Gráficos ( repolarização, diástole, etc.).
➔ QRS -> momento de sístole ventricular ( despolarização do miocárdio).
➔ Sístole e diástole ​→​ atrial ou ventricular.O coração nunca está todo em
sístole/diástole.
➔ Diástole ventricular é mais longa do que a sístole ventricular.
➔ Curva de fluxo aórtico (slide curva vermelha): ajuda a entender quando a válvula
aórtica está funcionando corretamente. Ponto de abertura tem que estar próxima do
QRS. Aberturar e fechamentos de válvulas cardíacas é sempre abrupta.
➔ Curva de volume do sangue (slide curva laranja). Abertura da mitral.
➔ Átrio direito não tem porteira e recebe o fluxo da circulação sistêmica.
➔ Diástase é uma parada no ciclo = gotejamento.
➔ Bulhas = sopro.
➔ IPC:Força elástica do pulmões: camada de elastina. A propriedade que leva o pulmão a
retornar ao seu movimento do pulmão. A favor da expiração.
➔ Força elástica d caixa toráxica : movimento de alça de balde.
➔ Baixa resistência da via aérea.
➔ Diferença de pressão (AP) : diferença de onde a pressão esta maior e onde estar
menor que provoca o movimento/deslocamento do sangue. É ela que movimenta as
válvulas.
➔ A pressão arterial ( PA) é apenas a pressão presente nas grandes artérias.
➔ Quando o nódulo sinoatrial dispara o impulso nervoso ( ele que dita o ritmo cardíaco)
os músculos vão se contraindo e consequentemente aumentando a pressão e
apertando a cavidade até a hora que o sangue tem que sair pela aorta. Quando essa
pressão do lado de dentro fica maior que a de fora, a válvula se abre.
➔ Onda P = despolarização atrial ( quando o impulso nervoso se espalha)
➔ Q/R/S = índice de sístole ventricular ( contração). Tirando esse momento o resto todo
do ciclo é diástole ventricular (relaxamento).
➔ T​→​ Repolarização de um grupo grande de células ( não são todas pois algumas já
estavam se repolarizando e outras ainda não.
➔ Sístole atrial : é o último momento da sístole ventricular é uma subdivisão dela pois
está contida nesse momento. A diástole ventricular é mais longa do que a sístole
ventricular.
➔ Fluxo aórtico: ajuda a entender quando a válvula aórtica abre e fecha para sabermos
se ela esta funcionando direito.
➔ O ponto de abertura tem que ocorrer um pouco depois do QRS ( se sobrepormos os 2
gráficos).
➔ O volume do sangue dentro do ventrículo.
➔ Válvula aórtica abriu e o sangue saiu, aórtica fechou, abertura da mitral.
➔ Pressão: na artéria direita sempre em torno de zero porque ela não tem válvula e
recebe continuamente o sangue (constante). Pressão aórtica.
➔ Pressão ventricular: aonde ocorre a maior diferença de pressão.
➔ Quando o sinal do nódulo sinoatrial dispara as válvulas estão abertar para que o
sangue ande.
(Desenhos caderno Ju)

➔ Agora a pressão está ocorrendo nessas paredes e quanto maior é a concentração


maior é a pressão. Quando a pressão ali dentro é maior do que na aorta a válvula
aórtica se abre para o sangue passar. Logo depois, ela e fecha para que o sangue não
volte. Depois vai para a circulação sistêmica.
➔ O ciclo acima é um ciclo contínuo, quando a válvula átrio-ventricular se fecha o átrio
começa a encher novamente.
➔ Quando é disparado o sinal novamente esse sangue estocado é derramado de ma vez
( o 3º gráfico do slide – acho, mostra isso bem) e depois fica gotejando sangue durante
a contração do átrio caindo tudo no ventrículo. Quando a pressão sobe no ventrículo a
válvula anitral (¿) fecha e o sangue tenta voltar mas não consegue.
➔ Espícula aórtica : mostra se a válvula aórtica está funcionando bem pois é possível
detectar uma alta pressão nesse ponto mostrando que sangue está empurrando a
válvula aórtica para voltar para o ventrículo que esta com pressão baixa.
➔ Diástase : fase de enchimento do ventrículo (gotejamento).
➔ A válvula está funcionando barrando esse sangue para que ele não retorne.
➔ Pra provocar o cronotropismo negativo (bradecardia) não modificamos todo os
gráficos apenas aumentamos o tempo da diástase ( vira um” corredorsão” que o
sangue goteja quando ocorre a sístole atrial). O contrário, para provocar a taquicardia
também é válido.
➔ Sopro = bulha. Movimento de fechamento valvulares. S4 é o som da sístole atrial, S3 é
o som do enchimento rápido ( derramamento de sangue no ventrículo).
➔ Entre um “dum” e o “dum” ( fecha o átrio ventricular e a aórtica) temos a sístole
ventricular e o resto é a diástase).
AULA III

➔ É a pressão (12x8) medida nas grandes artérias (pressão em 1 ponto) .


➔ Já a diferença de pressão é o que faz o sangue fluir por cauã da diferença de pressão
entre um ponto e o outro (direção do fluxo).
➔ A pressão arterial é pulsante (hora esta 12 e hora esta 8 por exemplo).
➔ Velocidade: perde velocidade quando se afasta assim que o sangue sai do coração ele
tem a maior velocidade , a medida que ele entra em um tubinho estreito e rígido
passa a encontrar maior resistência e quase para nos capilares.
➔ Ele volta a andar por causa da diferença de pressão ( vai em direção a menor pressão)
e por causa da diminuição da área de seção transversal ( é a soma das páreas das
veias, vênulas e etc). Ou seja, a área vai diminuindo poque o sangue volta a se
concentrar em tubos ( e deixa de estar espalhado em capilares) o que confere
velocidade.
➔ 120= Pressão sistólica, pico, máxima pressão.
➔ 80= Pressão diastólica ( menor pressão que temos na diástase quando a aorta joga
todo o sangue para a circulação sistêmica = quase vazia)
➔ A pressão arterial média é um número ó ( a diástole é muito mais longa do que a
sístole pois ficamos mais tempo esvaziando e por isso não podemos simplesmente
somar as duas e dividir por dois ). Didaticamente e usa a pressão média 100 , mas na
realidade não é assim.
➔ PAM = P. diast + P. sist – Pdiast / 3
➔ A nossa pressão arterial não deve variar ao longo do dia ( nem alta nem baixa). Existe
um sistema rígido que controlar a manutenção da pressão constante. Esse sistema
possui sensores para detectar uma possível variação da pressão e manda a informação
para o SNC.
➔ Se aumentarmos o calibre dos vasos ( vaso- dilatação) diminuímos a resistência
periférica e diminuímos a pressão . Esse é um dos mecanismos de controle desse
sistema de correção instantânea da pressão que impede que ela seja modificada .
➔ A vasodilatação e constrição das artérias e arteríolas são esses mecanismos já vistos.
➔ Já para variar o volume, mexemos nas veias para modificar a quantidade de sangue
que chega nas artérias ( = débito cardíaco = quantidade que chega por minuto) pois
quanto mais sangue nas artérias maior a pressão e vice versa.
➔ Para diminuir o retorno venoso ( quantidade de sangue que sai do coração) dilatamos
as veias para que o sangue pare por ali para a aumentar a complacência venosa
(capacidade das veias de guardar sangue) fazendo assim com que chegue menos
sangue no coração ( diminuição do débito cardíaco e diminua a pressão por fim).
➔ Débito cardíaco = volume que sai por minuto.
➔ Combinando a vasodilatação arterial com a venodilatação ( efeito indireto porque tem
que percorrer o caminho ________ ) e mais alguns mecanismos o sistema conegue
abaixar a pressão. ​→​ Mexer na resistência periférica; ​→​Mexer no débito cardíaco (
venodilatação).
➔ Para controlar a pressão ( além das artérias e veias, podemos mexer no coração ( força
de contração cardíaca e frequencia cardíaca = cronotropismo).
➔ Para diminuir a pressão diminuimos a frequencia cardíaca ( bradicardia ou
cronotropismo negativo) para que chegue menos sangue no coração.
➔ A taquicardia faz o efeito contrário.
➔ Com relação a força cardíaca , aumentamos a força para expulsar o volume sistólico
final ( sobra de sangue empossado) para que entre mais sangue nas artérias e assim
aumentarmos a pressão. Para efeito contrário diminuimos o débito sistólico ( volume
de sangue que sai em cada ciclo) para que entre menos sangue nas artérias e a pressão
diminua.
➔ O SN autônomo (simpático e parasimpatico) é acionado para que ocorram essas
mudanças discretas.
➔ O PC é regulado por frequência e força quando a pressão pe maior dentro ele sai. Com
a constrição arterial entra menos sangue fazendo com que tenha menos volume,
menor pressão e consequentemente o coração vai fazer maior força ou vai ter mais
dificuldade de sair do oração.
➔ Sistema de regulação a curto prazo: atividade neural e hormonal. Perdemos
elasticidade ao longo da vida ficamos mais rígidas.
➔ Sistema de regulação a longo prazo: atividade rim- líquidos corporais ( sistema renina-
angiotensina).
➔ Barroreflexo – tem sensores de localização periférica.Depende da ação de vários
receptores ele se instala no exato instante que a pressão se modifica e funciona até
um certo tempo e depois desiste. Se a pressão tiver voltado ( o que normalmente
ocorre) ou não. Esse é o sistema mais potente.
➔ Quimio reflexo: Resposta isquêmica do sistema nervoso central> muito potente e só se
instala em situações muito particulares.
➔ Sistema renina-angiotensina: geralmente se instala quando o baroreflexo desiste.
➔ Baro reflexo : Acionado em todo o batimento cardíaco (a cada sístole) baroreceptor é
uma terminação nervosa livre que se insere dentro de um tecido ( camada elástica da
aorta e dos seios carotídeos) do sistema arterial de grande calibre. Eles percebem a
atividade mecânica do estiramento das grandes artérias e manda mensagem para o
SNC. Expandimos a aorta na sístole e os sensores informam o aumento da pressão
arterial fazendo com que o SNC instantaneamente abaixe essa pressão. Os receptores
mandam para o bulbo a informação que no centro vaso motor tem o nervo vago (
parassimpático) que será ativado ou não de acordo com a informação. O vago inerva
no nódulo sinoatrial e átrio ventricular controlando a frequência cardíaca (
cronotropismo positivo e negativo) em toda sístole o vago joga uma descarga de
acetilcolina que faz com que ele diminua a atividade. O gânglio onde nasce descarga
vagal eferente fica desligado mas toda sístole ele é ligado porque ele não tem
atividade tônica. Quando é despolarizado quando o recepores detectam estiramento.
➔ O simpático é tônico , ou seja, ele manda despolarizações constantemente (
adrenalina) para o sistema. Como ele está ligado o tempo todo o baroreflexo manda
desligar o simpático quando há uma alta pressão. Ocorre uma descarga de GABA que
deixa o simpático parado.
➔ O simpático é muito inervado nas vênulas , veias, miocárdio ( força cardíaca), arteríolas
e etc ( vaso contrair ou dilatar). Os vasos recebem adrenalina G o tempo todo mas não
faz co que eles fiquem contraídos o tempo todo pois o endotélio ( revestimento
interno em contato com o sangue) produz o tempo todo em relaxamento em
contraposição por causa do óxido nítrico ( que provoca essa vasodilatação que evita
que o vaso se feche por causa da ação da adrenalina) = equilíbrio tônico constante =
tônus muscular.
➔ Obs: Quando um indivíduo tem uma infecção bacteriana importante há muita
produção de óxido nítrico que mata as bactérias mas também vaso dilata e causa a
diminuição da pressão.
➔ Quando entra em sístole (pressão aumenta) , liga e baro reflexo quando há um
aumento abrupto da pressão o baro fica ligado por mais tempo até resolver e baixar a
pressão mas pode ocorrer mesmo assim da pressão não voltar, então ele volta a
funcionar como antes ( só na sístole) ligando e desligando e assume que esta é sua
nova pressão normal porque ele precisa voltar a ligar e desligar para manter o tônus
vascular ( simpático x parassimpático).
➔ Mecanismo isquêmico do SNC ( ou reação de cushing) : regulação da pressão arterial ,
não é fisiológico é um último recurso de uma situação patológica . Possui sensores
dentro da caixa craniana e se origina lá também para que o cérebro funcione até o
final. Então, qualquer coisa que aumente a pressão intra-craniana ( ex:tumor) faz com
que a pressão dos vasos seja menor e consequentemente se feche e acabe a circulação
de sangue ( nutrientes e oxigênio). Pressão craniana sobe mai que a pressão vaso
craniana.
➔ Se o centro vaso motor perceber que há fluxo amplifica uma coisa que normalmente já
está ligada só que na potência máxima fazendo com que ________ adrenalina seja
descarregada para aumentar a pressão arterial e consequentemente nos vasos
craniano que estão fechadinho para que fiquem maiores que a caixa craniana e o
sangue possa fluir. Só que o lado negativo é que a essa altura a pressão corporal do
individuo aumentou tanto que os órgãos se prejudicam em prol do funcionamento do
cérebro.
Aula IV e V
Respiração
Cadernos ( Meu e Nat)

➔ Pleura – parietal: reveste a superfície interna do tórax, visceral: adere-se intimamente


a superfície do pulmão elástica, sustentabilidade do pulmão.
➔ Árvore brônquia: no final dos alvéolos onde ocorrem trocas gasosas
➔ Sacos alveolares –vários alvéolos = zona respiratório devem ficar reunidos dessa forma
para aumentar a superfície de contanto .São altamente irrigados e envolvidos pelos
capilares pulmonares – contando do epitélio alveolar com o endotélio capilar deve ser
muito íntimo para que ocorram perfeitamente as trocas gasosas.
➔ Células principais do alvéolo: macrófago alveolar ( removem microorganismos na
superfície interna dos alvéolos); Pneumócito I ( dá a forma do epitélio); Pneumócito II (
produção e secreção de surfactante).
➔ Surfactante: formado por uma solução de lipoproteínas com função tenso-ativa. Ou
seja, diminui a tensão superficial da interface gás-líquido do pulmão. Se não tiver, o
alvéolo fecha.
INSPIRAÇÃO
➔ Inspiração: Diafragma- músculo mais importante para a inspiração. Quando se contrai ,
o conteúdo abdominal é forçado para baixo e para frente, dimensão vertical da
cavidade toráxica é aumentada.
➔ Músculos intercostais externos – conectam as costelas adjacentes e são inclinados
para baixo e para frente. Quando se contraem são tracionados para cima e para frente
aumentando o tórax.
➔ Músculos acessórios da inspiração: músculos escalenos ( elevam duas primeiras
costelas ), esternocleidomastóides ( elevam o esterno). Músculos das asas do nariz e
pequenos músculos do pescoço e cabeça. Papel pequeno na inspiração normal.
EXPIRAÇÃO
➔ Passiva durante a respiração tranquila. O pulmão e a parede toráxica são elásticos e
tendem a retornar suas posições normais.
➔ Parede abdominal- pressão abdominal elevada empurrando o diafragma para cima. Se
contraem fortemente durante a tosse, vômito e defecação.
➔ Músculos intercostais internos: ajudam a expiração ativa tracionando as costas para
baixo e para dentro ( opostos aos músculos externos) diminuindo o volume toráxico.

Outros fatores que afetam a ventilação:

➔ Resistência das vias aéreas:


- constrição leva a uma maior resistência
-fluxo-pressão/resistência- inversamente proporcional

➔ Complascência do pulmão:
- Fibras elásticas do pulmão
- Tensão superficial do alvéolo
( Se não tiver pulmão fica muito enrigecido e faz uma forma muito maior para inspirar).
➔ Fatores que afetam a resistência:
- Neurônios parassimpáticos liberam a acetilcolina :neurotransmissor que contrai os
brônquios.
-Neurônios simpáticos liberam noradrenalina que aumentam o calibre dos brônquios e
permite maior ventilação dos pulmões.
-Histamina – contrai brônquios e aumenta a resistência.

➔ Pressão e trabalho respiratório:


- Pressão na pleura tem que se manter menor que a do pulmão.
- Na inspiração a pressão da caixa toráxica diminui para que o ar possa entrar na expiração
ocorre o contrário.
-Também há uma certa variação na pleura, mas é muito pequena.

➔ Troca gasosa:
- O que influencia é a pressão e a solubilidade do gás
- Pra que o O2 saia dos alvéolos e atinja a corrente sanguínea deve haver uma pressão maior
do O2 nos alvéolos.
- No caso do CO2 ocorre o inverso.

➔ Hiperventilação em altas altitudes é necessária porque a diferença de pressão é bem


maior ( há menos moléculas de O2 no ambiente o que demanda um esforço de
respiração maior).
➔ CO2 é mais solúvel então é mais fácil de ser capturado pelo sangue para ser expirado.
➔ Respiração externa ocorre nos alvéolos e respiração interna ocorre nos tecidos.
➔ Vasoconstrição capilar responde a troca gasosa de um determinado local. Nos alvéolos
os locais de pouca oferta de O2 para o sangue forçam a uma vasoconstrição capilar.
Quando não consegue realizar a troca gasosa ocorre um aumento da PCO2 nos
brônquios aumentando o calibre dos brônquios.
➔ Quem responde a PO2 são os capilares.
➔ Quem responde a PCO2 são os brônquios.

➔ Controle da respiração.

- Sensores: capta a informação e alimentam o :


- Controlador central- no cérebro , coordena a informação e por sua vez envia impulsospara os
:
- Efetores – músculos respiratórios que causam a ventilação.

➔ Quimiorreceptores sensível a acidez sanguínea, a pressão de co2.


- Sensores ( quimiorreceptores, receptores pulmonares e outros) – Controlador central (
tronco cerebral, córtex, outras partes do cérebro)- Efetores ( músculos ) [feedback
negativo]

➔ Quimiorreceptores centrais detectam variação de H+, PCO 2 ( Muito H+: aumentam a


ventilação; Pouco H+ : diminui a ventilação).
➔ Receptores periféricos : Detectam variação de Ph e PO2.
➔ Receptores pulmonares – sensíveis ao estiramento a irritantes.
➔ Outros receptores – do nariz e vias superiores das articulações, músculos.
➔ Controlador central:
- Ativados pelos sensores.
-Ativam os efetores.
-Tronco central controlam a natureza periódica da inspiração e expiração.
-Córtex – controle voluntário dentro de certos limites ( hipo/hiperventilação)
-Outra partes do cérebro – Sistema límbico e hipotálamo capazes de alterar o padrão da
respiração ( ou estados afetivos como ira e medo).

➔ 5 forças que atuam na respiração : Força elástica dos pulmões, Força elástica da caixa
toráxica, Resistência das vias áreas , Tensão superficial , Força muscular respiratória.

➔ Força elástica dos pulmões F= K.x.

- Para ajudar o alvéolo a se esvaziar.


- Camada de elastina .
- A propriedade que eleva o pulmão a retornar ao seu movimento de pulmão.
- A favor da expiração.
-

➔ Força elástica da caixa toráxica.

- Proteção da região pulmonar.


- Apesar da rigidez tem movimento que acompanha o movimento do tecido pulmonar ( tecido
alveolar).
- As costelas de cima – insuflação Antero- posteior.
- As costelas inferiores – insuflação latero- lateral.
- Agonista da INSPIRAÇÃO.
-Acompanha o movimento da inspiração.

➔ Baixa resistência da vias aéreas.


- Utiliza uma propriedade física para entender a resistência das vias aéreas.
-Diversas ramificações conferem formato de árvore.
-A área condensada é grande , quanto maior a área menor a resistência, diminuição da
resistência para facilitar a entrada de ar no pulmão.
- Quanto maior a área , menor a resistência, o que faz entender a anatomia.
- A obstrução se fosse só um tubo aumentaria demais a resistência.
- Facilita a pressão entre o ambiente interno e externo.
- Ar chega na traqueia de forma turbulenta, depois transacional, depois laminar. Fluxo cada vez
mais organizado.

➔ Força Muscular.
- Principal músculo = diafragma.
- Inspiração : pressão aumenta e empurra diafragma pra baixo.
- Intercostais internos : expiração.
- Intercostais externos: inspiração.
- Músculo abdominal: ajuda na expiração ( soprar por exemplo).
- Em uma corrida por exemplo : utilizamos os músculos acessórios : escaleno e EM.

➔ Tensão superficial.
- Porque o pernilongo não afunda¿
-As moléculas formam uma camada que dificulta a passagem dos objetos.
- A água em contato com o ar! Existe uma interação muito forte entre as molecular o que
dificulta que o objeto afunde.
- Se colocarmos um detergente afunda porque desfaz a interação das moléculas de água.
- O surfactante age como um detergente tensão dentro do alvéolo com + facilidade de
insuflar.
- Sem o surfactante o alvéolo colapsa , o surfactante diminui a tensão superficial.. Mantém a
expansão alveolar.
-Tensão superficial é uma propriedade. Surfactante age sobre ela.

➔ Diafragma desce nas inspiração e sobe na expiração.

➔ O ciclo respiratório

- Gravidez e obesidade limitam o movimento do diafragma.


- Pressão intra-pleural acompanha a pressão dentro do alvéolo.
- Volume aumenta na inspiração.
- Quando começa a inspirar diafragma desce, pressão negativa, menor. Quando empurra o
diafragma para baixo, vácuo puxando, pressão negativa, ar entra. Pulmão negativo, a
pressão positiva no ar atmosférico. Isso que faz o ar entrar.
- Expiração e pressão- diafragma sobe e solta o ar porque dentro fica mais positivo. Pressões se
igualam.

SÓ INSUFLAMOS QUANDO EXISTE DIFERENÇA DE PRESSÃO. SE NÃO TEM DIFERENÇA PRESSÃO


NÃO TEM CICLO RESPIRATÓRIO.

➔ Fibrose pulmonar – torna mais rígido , restrititiva.


➔ Obstrutiva- volume de troca comprometido.
➔ Definições : Eupnéia; Taquipnéia; Bradipnéia; Hiperpnéia; Hipopnéia; Apnéia;
Respneia.
➔ Quimiorreceptores ( centrais e perfiéricos )
➔ Ação do quimiorreceptores :
DESCE ​PO2 arterial ​SOBE​ ventilação em resposta a hipóxia
DESCE ​PC02​ SOBE ​ventilação
DESCE ​Ph (ácido)​ SOBE ventilação ​( quantidade alta de CO2)
SOBE​ H+ (básico ) ​SOBE ventilação ​( poucos íons H+, pouco co2 )

➔ SN – detecta informações e de acordo com isso vai aumentar ou diminuir a ventilação.


➔ Quimiorreceptores centrais : Exemplo : capilares cerebrais permitem essa
identificação.
➔ Funções do SNC – Ritmo periódico de produção.
➔ Córtex – Controle voluntário ( ex: decido que vou entrar na água)
➔ Ponte/bulbo- Controle involuntário : ritmicidade intrínseca
➔ Centro respiratório: Controle involuntário ​→​ Grupo de células no bulbo e na ponte.
➔ Bulbo – Padrão respiratório, maioria dos neurônios que representa peridiocidade
respiratória.
➔ Ponte- Organização do ciclo respiratório.
➔ Secção entre bulbo e ponte: perde a função de ritmicidade
➔ Secção entre bulbo e medula: ausência de ritmo respiratório
➔ Perde a ponte: continua respirando mas de forma anárquica.
➔ Perde o bulbo: acaba a respiração pois ele é o controlador de tudo.
➔ Músculos efetores: diafragma, intercostais, escalenos e ECM. ( acessórios).
➔ Quimiorreceptores (captam) ​→​ Córtex ( ponte e bulbo, enviam estímulos) ​→​ Músculos
efetores (ventilação).
➔ Quimiorreceptores centrais ​→​ estão no bulbo.
➔ Como as alterações de CO2, H2 e O2 alteram a ventilação¿
➔ CO2+H20​→​H2CO3​→​H+ - HCO3-
➔ O2
➔ CO2 SOBE E PH DESCE = AUMENTO DA VENTILAÇÃO
➔ Pouco CO2​→​ respiração ofegante menos ácido.

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