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TEMA PRINCIPAL : A MORTE PRECISA SER COMPREENDIDA ENQUANTO

DES-FECHO

A passagem precisa
DESFECHO ser vivida sem
DES-FECHO PRESSA

A PRESSA distorce a
Efetivação de
passagem,
FINAL Encerramento uma
ACÃO atrapalhando a
MARCANTE Abertura Passagem
avaliação dos
[Rituais de
problemas
passagem]

Momento no qual Precariedade do


a contemplação engano
Totalidade se concretiza
Completude da história
A partir de então, é possivel Ideia que
abrir-se para o NOVO : TUDO
começar DE NOVO, e não PASSA
outra vez

ILUSÃO
Necessitamos
FECHAMENTO
de ILUSÃO,
não podemos
elimina-la por
A partir de seu
completo
Atuação do DESFECHO,
Psicólogo alcançamos a
FINALIDADE

Abertura para a
Trabalhar a Compreensão das SABEDORIA
perda perdas e ganhos

A partir do momento que o Psicólogo se abre para a sabedoria, compreendendo


Note

a morte enquanto des-fecho, fechamento e abertura, um começar de novo,


torna-se possivel uma clínica do sentido. Atencionar o outro que sofre a dor da
perda não passa pela via do esquecimento da mesma, mas a partir da
possibilidade da continuidade, deixando-o atribuir e apropria-se de seus
sentidos, construindo assim sua própria história.
Tema Principal: Compreensão dos problemas existentes na formação do Psicólogo, a partir
de uma perspectiva genealógica da concepção de Sujeito

Concepções de Produção de
Práticas Psi
Subjetividade conhecimento

Contribui Essencialistas Construtivista


para a ideia Descaminho do
[Pensamento [Pensamento
de Sujeito Sujeito Dispositivos de
de Lacan] de Foucault] Práticas de
enquanto fabricação de
si
contrução subjetividades

Modos de
Enquanto Enquanto Subjetivação
abordagem arbordagem Ênfase
Universalizante da Histórica da Ênfase ética
disciplinar
Subjetividade Subjetividade [Processo de
[Códigos de
mutação]
conduta]

Sujeito simbolico Sujeito na


Sujeito social, atualidade
universal e
cultural e históriico Modelo Modelo
transcedental
Subjetivo da Subjetivo
Diferença Identitário
Perpassando a
estética da existencia
e ao deciframento da
verdade e renuncia
Campo da
dos desejos
Ética Política
[Antiguidade e
Cristianismo]

Somente a partir de uma construção da Genealogia do Sujeito Moderno, que perpassa os modos de
Note

subjetivação na Antiguidade e na Era Romana, torna-se possivel pensar a Subjetividade Contemporãnea.


Assim, compreende-se que as Práticas Psi. não devem se configurar enquanto ciências da subjetividade,
mas enquanto dispositivos de constituição de subjetividades, ensegando modos de subjetivação. Nesse
âmbito, se faz necessário romper com o cartesianismo, introduzindo-se um pensamento Ético Estético,
dando ao Sujeito a condição de criação. Com isso, é possivel pensar os problemas na formação do
Psicólogo a partir de uma perspectiva Genealógica, compreendendo-os enquanto construção historica,
social e cultural.
Tema principal:O homem precisa do sentido para saber viver e morrer

Sexualidade,
vida e morte Sentido da
Sentido da
morte
Vida

Concebida Concebida
Pensar sobre o sentido como enquanto um
atribuido a vida nos necessária acidente
desperta para finitude

Reprodução Reprodução
Sexuada Assexuada
Ser limitado

Evolução
Humana
Adiamento Experiencia
da Morte com a Perda
Surge a
preocupação com a
morte
Pode ser
Estranhesa,
compreendida de
Espanto
forma intelectual Sugem os mitos, rituais, indagações
religiosas, filosificas, com a intenção de
explicar o mistério da morte

Morte Morte
Distante Próxima

Vida e Morte estão interligados, e o sentido é responsável por fazer essa ponte.O homem precisa do
sentido para compreender sua condição, aquilo que o torna homem: ser finito. Compreendendo sua
condição de Ser-para-a-morte, o homem percebe o que é vida, e como é viver. Assim, diante da morte, da
finitude, o homem na busca pelo sentido, se reconhece enquanto abertura, enquanto um devir de
possibilidades. O sentido dá ao homem a capacidade de reconhecer-se e tornar-se homem.
Tema principal: Os modos de vida modernos, de exaltação as tecnologias, afastamento e
tentativa de controle da morte, engendram um cenário propício a emergência do Pânico na
Conteporaniedade.

Modos de Modos de lidar


alcançar a com a morte
verdade [ História]

Morte
Técnica Morte Morte do Morte
Techné Minha morte distante e
Moderna domada outro Invertida
próxima

Enxerga o mundo
Enxerga o mundo e e a natureza Aceitação, Morte Feia,
Individualidade Morte Real
a natureza enquato familiaridade, e Medo de Suja
enquanto objetos X Morte
um devir passiveis insensibilidade perder [ Precisa ser
passiveis de Asséptica
de desvelamento extração e A morte escondinda]
armazenamento Afetação começa a ser Afetação
social diante concebida Nascimento A morte
Relação de Relação de Familiar
da Morte como da Ciência
familiaridade com a previssibilidade da morte começa a ser
estranha concebida
morte com a morte
como um
Ritualização Primeiros Surge o Cultuação fracasso
Aceitação da sentimentos Medo da dos
condição de Avanço das que Morte mortos
Ser-para-a-morte tecnologias Cemitérios posteriormente
como centro configurarão o
da vida medo da
Métodos de
Ausencia de Ilusão de social morte
prolongamento
manifestações adiamento e da vida
patólogicas controle da morte

Aparecimento Exarcebação do Interdições da morte


de medo da morte responsável para
Patologização
manifestações aparecimento de novas
do luto
patólogicas patologias

Emergencia do Pânico

A modernidade coloca em xeque a contradição: o desejo de controlar algo que é por definição sem controle.
A Técnica moderna objetifica o mundo e patologiza o que é condição humana. Assim, o homem vive na
impessoalidade, não se reconhecendo enquanto Ser-para-a-morte. Com isso, surge a angústia diante do
merdo da morte, emergindo o pânico, enquanto resultando da modernidade.