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Ferramentas de Gestão Planejamento e Implantação

(Identificação, Análise e Solução de Problemas)

Alice Ferruccio, D.Sc . alice.ferrucio@gmail.com

André Dametto, M.Sc. andre.dametto@terra.com.br

Nada pode parar a automação

Nada pode parar a automação

Perguntas para discussão

• O que é um problema?

• Onde estão as causas dos problemas?

• Como as pessoas costumam agir quando estão diante de um problema?

• Quais são os principais problemas nas organizações?

O problema

O problema

A “solução” do problema

Depois da

“solução”

Uma tentativa de resolver o problema
Uma tentativa de resolver o problema

A verdadeira solução do problema

A verdadeira solução do problema Atuar na raiz do problema

Atuar na raiz do problema

A verdadeira solução do problema Atuar na raiz do problema

A Remoção do Sintoma

A Remoção do Sintoma

Grau de Resolução

Estrutural Processual Sintomática
Estrutural
Processual
Sintomática
Fonte : Maslow, 1954

Fonte: Maslow, 1954

Visão CICLO DE GERENCIAMENTO (Ciclo para Melhorar) Formulação Padronizar e 6 1 Localizar Problemas Treinar
Visão
CICLO DE GERENCIAMENTO
(Ciclo para Melhorar)
Formulação
Padronizar e
6
1
Localizar Problemas
Treinar no
e estabelecer Metas
sucesso
Estratégica
Tomar Ación
5
2 Estabelecer
Corretiva no
A
P
Plano de
Insucesso
Ación
C
D
4
Verificar o
3 Conduzir a
atingimentoda
Execução do
meta
Plano
Metas
Projetos
Gerência
CICLO DE GERENCIAMENTO
CICLO DE GERENCIAMENTO
Gerência
(Ciclo para Melhorar)
(Ciclo para Melhorar)
pelas
Padronizar e
Padronizar e
6
1
Localizar Problemas
6
1
Localizar Problemas
Treinar no
Treinar no
de
e estabelecer Metas
e estabelecer Metas
sucesso
sucesso
Diretrizes
Tomar Ación
5
Tomar Ación
5
2 Estabelecer
2 Estabelecer
Corretiva no
A
P
Corretiva no
A
P
Projetos
Plano de
Plano de
Insucesso
Insucesso
Ación
Ación
C
D
C
D
4
4
Verificar o
Verificar o
3 Conduzir a
3 Conduzir a
atingimentoda
atingimentoda
Execução do
Execução do
meta
meta
Plano
Plano
Padrões
CICLO DE GERENCIAMENTO
(Ciclo para Manter)
Metas-Especificaciones
Gerência da
1
do produto do
Tomar Ación
trabalho
Corretiva no
5
Insucesso
(Tratamento de
Rotina
2 Padrões
S
Anomalias)
A
C
D
Q
4
RESULTADOS
C
Verificar o
3 Conduzir a
atingimentoda
Execução do
E
meta
trabalho
Hoshin TQC Kanri Best CEP Poka Portfolio Practices Yoke Analysis QFD FORMULAÇÃOFORMULAÇÃO
Hoshin
TQC
Kanri
Best
CEP
Poka
Portfolio
Practices
Yoke
Analysis
QFD
FORMULAÇÃOFORMULAÇÃO ESTRATÉGICAESTRATÉGICA
Políticas
~5 anos
Ações
Objetivos
GER. PELAS
DIRETRIZES
Metas Anuais
Melhorias
Inovações
GER.
DE
1 ano
• Gerenciamento
• Gerenciamento
PROJETOS
da Inovação
das Melhorias
Six Sigma Black Belts
ISO9000
GMR
SISTEMA DE PADRONIZAÇÃO
ABC
GPD
1 dia
O R Ç A M E N T O
Gerenciamento da Rotina
do Trabalho do Dia-a-Dia
RESULTADOS
Costing
A
P
DDO
C
D
OM
Market
Black
Driven
Management
Belts
Balanced
Score
Card
Estatística
Kaizen
Benchmarking
TQM
CCQ
DDC
CEDAC
GRD
Gerenciamento
de
Projetos
Melhoria da OperaçãoOperação

Divisão doTrabalho x Organização do Trabalho

DIRETOR OPERAció n GERENTE UGB 1 UGB UP 2 UGB 3 COORD COORD COORD 1
DIRETOR
OPERAció
n
GERENTE
UGB 1
UGB
UP
2
UGB 3
COORD
COORD
COORD
1
2
3
Insumo
Produto
ENCARR
ENCARR
ENCARR
ENCARR
ENCARR
ENCARR
EGADO
EGADO
EGADO
EGADO
EGADO
EGADO
1.1
1.2
2.1
2.2
2.1
2.2
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
EQUIPE
1.1.1
1.1.2
1.2.1
1.2.2
2.1.1
2.1.2
2.2.1
2.2.2
2.1.1
2.1.2
2.2.1
2.2.2
Fornecedor
Cliente

Visão Funcional X Orientação por Processos

Visão

Visão por

Funcional

Processos

Processos Visão Visão por Funcional Processos O foco está nas áreas da Organização X O foco

O foco está nas áreas da Organização

X

Processos O foco está nas áreas da Organização X O foco está nos processos da Organização

O foco está nos processos da Organização

Adaptado de Prof. Rafael Paim, GPI/UFRJ,

2006

Visão por Processos

Necessidades Necessidades MATERIAIS FORNECEDOR INSUMOS SAÍDA CLIENTE SERVIÇOS
Necessidades
Necessidades
MATERIAIS
FORNECEDOR
INSUMOS
SAÍDA
CLIENTE
SERVIÇOS

•Melhoria no desempenho :

interfaces funcionais •Visão dinâmica da cadeia de valor : entradas, cliente, processo e produto •Comunicação entre departamentos da empresa •Empowerment : funcionários tomam as suas próprias decisões

Retorno

Retorno

entre departamentos da empresa • Empowerment : funcionários tomam as suas próprias decisões Retorno Retorno

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico

Um processo desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de maneira efetiva (eficaz e eficiente), utilizando, da melhor maneira, os esforços e recursos disponíveis na organização.

Plano Estratégico ONDE QUEREMOS A Essência da Estratégia CHEGAR? FUTURO ONDE ESTAMOS? estratégia
Plano Estratégico
ONDE
QUEREMOS
A Essência da
Estratégia
CHEGAR?
FUTURO
ONDE
ESTAMOS?
estratégia

PRESENTE

Estratégias

Estratégias Fonte: Adaptado de LIZIO, 2005

Fonte: Adaptado de LIZIO, 2005

Lacuna de desempenho projetado

Lacuna de desempenho projetado

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico
TIPOS DE PLANEJAMENTO TIPO NÍVEL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Estratégico Planejamento Planejamento Planejamento
TIPOS DE PLANEJAMENTO
TIPO
NÍVEL
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Estratégico
Planejamento
Planejamento
Planejamento
Planejamento
Tático
de Marketing
Financeiro
de
de
Produção
R H
Plano de Preços
e Produtos
Plano de
Plano de
Plano de
despesas
Produção
Recrutamento
Plano de
Plano de
Plano de
Plano de
Operacional
Promoção
Investimento
C. Qualidade
Treinamento
Plano de
Plano de
Plano de
Plano de
Vendas
Fluxo de
Estoques
cargos e
Caixa
Salários

Diagnóstico organizacional

• Informações que permitam compreender a identidade e a situação passada e atual da organização, de seu ambiente institucional e de sua relação com outros atores relevantes. É essencial para entender o padrão de comportamento da organização e as trajetórias que tem delineado ao longo do tempo, compreender quais são suas áreas de atuação e quais os recursos e competências disponíveis (atividades fim e meio) e sua posição (e decorrentes vantagens e restrições) no ambiente institucional.

Benchmarks

• Informações que permitam compreender a forma de estruturação de organizações e arranjos congêneres. Trata-se de um diagnóstico aplicado a organizações com missão similar à organização que está conduzindo seu planejamento, com foco na identificação de soluções e caminhos encontrados por elas para a resolução de problemas similares.

Tendências e possibilidades

• Informações referentes à antecipação e previsão de avanços em dimensões relevantes para o futuro da organização, tais como científica, tecnológica, política, regulatória, social entre outras.

O Foresight Institucional foi desenvolvido a partir da abordagem do technological foresight, derivada de discussões conceituais e metodológicas concernentes aos estudos de futuro como instrumento para política e gestão de ciência, tecnologia e inovação.

como instrumento para política e gestão de ciência, tecnologia e inovação. foresight (antevisão em português),

foresight (antevisão em português),

REFLEXÃO

• “Como análise não é síntese, planejamento estratégico não é formação de estratégia. A análise deve preceder e suportar a síntese, definindo as partes que podem ser combinadas em todos.

• A análise deve seguir e elaborar a síntese, decompondo e formalizando suas conseqüências. Mas a análise não pode substituir a síntese. Nenhum esforço de elaboração irá permitir procedimentos formais para prever descontinuidades, informar administradores que estão separados de suas operações, criar novas estratégias. Em última instância, o termo PE provou ser um oxímoro”

DELIVERY

• O delivery constitui-se na última etapa do processo de planejamento. Contempla essencialmente a divulgação dos produtos e o estabelecimento de compromissos para a implantação das ações propostas.

As etapas fundamentais do PE

• Avaliação da necessidade do PE

• Preparação do processo de PE

• Análise dos ambientes interno e externo

• Definição/revisão de foco de atuação (ou negócio), missão, visão e valores da organização

• Definição dos objetivos estratégicos

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Formulação das estratégias

• Seleção das estratégias

• Implantação das estratégias

• Avaliação, controle e realinhamento

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Avaliação da necessidade do PE: é o momento inicial do processo de planejamento, no qual são identificadas suas motivações principais.

• Preparação do processo de PE: trata-se da fase de definições acerca do PE – seus objetivos, horizonte temporal, ferramentas e procedimentos a serem adotados, pessoal envolvido, forma de gestão, entre outros – e de kick-off do processo.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Análise dos ambientes interno e externo: é a fase de elaboração de estudos, relatórios e/ou diagnósticos sobre o ambiente interno da organização (suas competências, recursos existentes, processos internos, desempenho) e de seu ambiente externo (principais fatores de influência, tendências em distintas dimensões relevantes, cenários). Convergem para a identificação de oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• • Definição/revisão de foco de atuação (ou negócio), missão, visão e valores da organização: trata-se da discussão dos elementos de referência de uma organização baseada nas análises de seus ambientes interno e externo. Seguem as definições acima especificadas:

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• O foco de atuação (ou negócio): é a caracterização da "idéia-força" da organização, considerando o que ela faz, para quem faz e onde (natureza, público-alvo e setor/área de atuação).

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

– Missão: é a razão de ser de uma organização, as necessidades sociais a que ela atende (NBR ISO 14004). Para Boff (2003) a missão serve para delimitar o campo de atuação e também indicar possibilidades de expansão das ações. A missão é formalizada em uma declaração que identifica a organização, expressa o propósito da sua existência, destaca aspectos relacionados a seus produtos ou serviços, clientes e usuários.

– Visão: representa como a organização deseja ser vista no futuro.

– Valores: características e qualidades que a organização destaca, preserva e incentiva. Constituem as crenças organizacionais que orientam a ação organizacional.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Definição dos objetivos estratégicos: é o delineamento dos alvos principais ou resultados finais relativos à sobrevivência em longo prazo, ao valor e ao crescimento da organização (Bateman e Snell, 1998 apud Boff, 2003). Em geral, os objetivos estratégicos são associados a metas específicas.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Formulação das estratégias: é, de fato, a definição dos meios pelos quais se pretende alcançar os objetivos estratégicos (p.e. como será organizado o portifólio de projetos da organização, como será seu relacionamento com clientes externos etc.). Em geral, implica em uma reflexão baseada em uma matriz de Análise Estratégica (ou matriz SWOT – strengths, weakness, opportunities and threats), a partir da qual são derivadas estratégias (pró-ativas e defensivas).

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

Análise do Ambiente

invariantes

tensões

estrangulamentos

CENÁRIOSdo Ambiente invariantes tensões estrangulamentos tendências de peso mudanças em andamento fatos

tendências de peso mudanças em andamento fatos portadores do futuro

OPORTUNIDADES (OPPORTUNITIES)

&

AMEAÇAS (THREATS)

OPORTUNIDADES (OPPORTUNITIES) & AMEAÇAS (THREATS) S.W.O.T FORÇAS (STRENGHT) & FRAQUEZAS (WEAKNESSES)
OPORTUNIDADES (OPPORTUNITIES) & AMEAÇAS (THREATS) S.W.O.T FORÇAS (STRENGHT) & FRAQUEZAS (WEAKNESSES)

S.W.O.T

FORÇAS (STRENGHT)

&

FRAQUEZAS (WEAKNESSES)

ambiente externo
ambiente
externo
Estratégia
Estratégia
ambiente interno
ambiente
interno

OPORTUNIDADES

“CHANCES”

FORÇAS

AMEAÇAS

FRAQUEZAS

“RISCOS”

Análise do Ambiente

INTERNO
INTERNO
EXTERNO
EXTERNO

“CHANCES”

“RISCOS”

Análise do Ambiente Externo

OPORTUNIDADES: Situações, tendências ou fenômenos externos à instituição, atuais ou potenciais, que podem

OPORTUNIDADES: Situações, tendências ou

fenômenos externos à instituição, atuais ou potenciais, que podem contribuir, em grau

relevante e por longo tempo, para o seu

sucesso. Mercados a explorar e recursos a

aproveitar.

AMEAÇAS: Situações, tendências ou

fenômenos externos à instituição, atuais ou

potenciais, que podem prejudicar substancialmente e por longo tempo, o sucesso institucional.

Análise do Ambiente Interno

 
 

FORÇAS: Fenômenos ou fatores internos à

instituição capazes de auxiliar, substancialmente

e

por longo tempo, o seu desempenho (técnico,

econômica, financeiro, etc.) para o seu sucesso

econômica, financeiro, etc.) para o seu sucesso
FRAQUEZAS : Fenômenos ou fatores internos à instituição capazes de difi cultar, substancialmente e por

FRAQUEZAS: Fenômenos ou fatores internos à

instituição capazes de dificultar, substancialmente

e por longo tempo, o seu desempenho (técnico,

econômica, financeiro, etc.) para o seu sucesso

As etapas fundamentais do PE

• Seleção das estratégias: é uma continuação da etapa anterior, que consiste em um refinamento das estratégias pretendidas para as estratégias planejadas, em função de circunstâncias e constrangimentos identificados.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

Análise Estratégica

Análise Estratégica Análise das interações das oportunidades e ameaças (ambiente externo) versus as forças e
Análise Estratégica Análise das interações das oportunidades e ameaças (ambiente externo) versus as forças e

Análise das interações das oportunidades e ameaças (ambiente externo) versus as forças e fraquezas (ambiente interno) para a identificação das diretrizes e metas com maior potencial de eficácia para o sucesso da instituição

interno) para a identificação das diretrizes e metas com maior potencial de eficácia para o sucesso
interno) para a identificação das diretrizes e metas com maior potencial de eficácia para o sucesso

Forças

Fraquezas

Análise Estratégica

Ambiente Externo

Ambiente Interno

Oportunidades

Ameaças

(1)

(2)

potencialidade de

capacidade

atuação ofensiva

defensiva

(3)

 

debilidade de atuação ofensiva

(4)

vulnerabilidades

As etapas fundamentais do PE

• Implantação das estratégias: trata-se da operacionalização das estratégias definidas. Em geral, é o momento mais vulnerável dos processos de planejamento.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

As etapas fundamentais do PE

• Avaliação, controle e realinhamento: nesta fase, a idéia é avaliar a implantação das estratégias, por meio de indicadores específicos, de forma a garantir a execução do plano delineado, assim como reorientá-lo na medida em que sejam encontrados problemas não previstos.

(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).

Implantação

Balanced Scorecard - BSC

Traduz a missão e estratégia da empresa em objetivos e medidas organizados segundo quatro perspectivas:

Financeira Clientes Processos Internos Aprendizado e Crescimento

Indicadores utilizados servem para informar os funcionários sobre os vetores do sucesso atual e futuro

Implantação do BSC

Fundamental: consenso entre os principais executivos sobre a estratégia deve ser repassado para o resto da organização através de um processo top down.

1. Pessoas conhecedoras da organização

2. Especialistas em BSC

3. Sistema informatizado para registro de dados dos indicadores

Scorecard Scorecard da comunicação das demais Organização dos resultados áreas
Scorecard
Scorecard da
comunicação
das demais
Organização
dos resultados
áreas

O Balanced Scorecard

Finanças

Visão Estratégica Aprendizado e Crescimento
Visão
Estratégica
Aprendizado e
Crescimento

“Para alcançarmos nossa

visão, como deveríamos ser vistos pelos nossos clientes?”

“Para sermos bem-sucedidos

financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos nossos acionistas?” financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos

como deveríamos ser vistos pelos nossos acionistas?” Clientes Processos Internos “Para alcançarmos nossa

Clientes

Processos Internos
Processos
Internos
pelos nossos acionistas?” Clientes Processos Internos “Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa

“Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa capacidade de mudar e melhorar?”

“Para satisfazermos nossos acionistas e clientes, em que processos de negócios devemos alcançar a excelência?”

Relações de Causa e Efeito FINANÇAS CLIENTES permitindo um crescimento de receita sustentável e uma
Relações de Causa e Efeito
FINANÇAS
CLIENTES
permitindo um crescimento de
receita sustentável e uma gestão
estratégica dos custos”
e com isso, a nossa
participação de mercado e o
nosso relacionamento com os
clientes serão incrementados,
PROCESSOS
LIDERANÇA
INTERNOS
COMPETÊNCIAS,
TECNOLOGIA
& INOVAÇÃO
para buscar a
excelência de
desempenho dos
nossos processos-
chave
então teremos
recursos, clima e
motivação
“Se a liderança
fomentar o processo
de implementação
da estratégia,
Mobil NAM&R Strategy Map Increase ROCE to 12% Financial Revenue Growth Strategy ROCE Net Margin
Mobil NAM&R Strategy Map
Increase ROCE to 12%
Financial
Revenue Growth Strategy
ROCE
Net Margin (vs. industry)
Productivity Strategy
Perspective
New Sources of Non-
Gasoline Revenue
Cost Leader
Non-Gasoline
Increase Customer
Profitability Through
Premium Brands
Volume vs. Industry
Premium Ratio
Become Industry
Maximize Use of
Existing Assets
Cash Expense (cpg)
vs. Industry
Cash Flow
Customer
Revenue &
Margin
Perspective
“Delight the Consumer”
“Win-Win Dealer Relations”
Basic
Differentiators
Dealer Profit
Share of
Growth
Targeted
Clean
More
Help Develop
Dealer
Segment
Speedy
Friendly Helpful
Recognize
Safe
Consumer
Business
Satisfaction
Mystery
Purchase
Employees
Loyalty
Quality Product
Products
Skills
Shopper
Trusted Brand
Score
“Achieve Operational Excellence”
“Build the Franchise”
“Increase Customer Value”
“Be a Good Neighbor”
Understand
Improve
Improve
Create Non-
Consumer
Hardware
Inventory
Gasoline
Improve
Segments
Performance
Management
Products &
Environmental,
Internal
Yield Gap
Inventory
Services
Health and
Unplanned
Levels
Perspective
Safety
Downtime
Run-Out Rate
Best-In-Class
New Product
Franchise
On-Spec
Industry Cost
Acceptance Rate
Environment
Teams
On-Time
Leader
Incidents
Dealer Quality
Activity Cost
Safety Incidents
Rating
vs. Competition
A Motivated and Prepared Workforce
Climate for Action
Competencies
Technology
Learning &
• Functional Excellence
• Aligned
• Process Improvement
Growth
• Leadership Skills
• Personal Growth
• Integrated View
Perspective
Personal BSC
Strategic Skill
Systems Milestones
Employee
Feedback
Coverage
Ratio

CICLO DE GERENCIA

(Ciclo para Melhorar)

Padronizar e 6 1 Treinar no Localizar Problemas e estabelecer Metas Sucesso Tomar Ação 5
Padronizar e
6
1
Treinar no
Localizar Problemas
e estabelecer Metas
Sucesso
Tomar Ação
5
2
Corretiva no
A
P
Estabelecer
Insucesso
Plano de
Ação
C
D
4
Verificar o
3
Conduzir a
Alcance da
Execução do
meta
Plano
P Estabelecer Insucesso Plano de Ação C D 4 Verificar o 3 Conduzir a Alcance da

CICLO PDCA NA PRÁTICA DE NAVEGAR

CICLO PDCA NA PRÁTICA DE NAVEGAR

Métodos de Melhoria

PDCA

7 STEPS

GE’s “DMAIC”

Plan

1 Charter/Theme

Define

2 Data Collection

Measure

3 Root Cause

Analyze

Do

4 Solution

Improve

Planning And

Implementation

Check

5 Confirming

Solution Works

 

6 Standardization

Control

Act

7 Reflect Next

Steps

CICLO DE GERENCIAMENTO (Ciclo para Manter) Metas-Especificação 1 do produto do trabalho Tomar Ação Corretiva
CICLO DE GERENCIAMENTO
(Ciclo para Manter)
Metas-Especificação
1
do produto do trabalho
Tomar Ação
Corretiva no
5
Insucesso
(Tratamento de
2
Padrões
Anomalias)
A
S
C
D
4
Verificar o
3
Conduzir
alcance da
Execução do
meta
Trabalho

Melhoramento contínuo

Melhoramento contínuo

PDCA & SDCA

Problemas Problemas Bons Maus Si PLANO A P MELHORAR PROBLEMAS C D CRÔNICOS Teste do
Problemas
Problemas
Bons
Maus
Si
PLANO
A
P
MELHORAR
PROBLEMAS
C
D
CRÔNICOS
Teste do Plano
META
PRIORITÁRIOS
Acertou?
MANTER
AÇÃO
PADRÕES
CORRETIVA
A
S
(Diária)
C
D
Q
VERIFICAÇÃO
EXECUÇÃO
C
RESULTADOS
E

Matriz GUT

VALOR

G

U

T

GxUxT

GRAVIDADE

URGÊNCIA

TENDÊNCIA

5

Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves.

Énecessária uma ação imediata.

Se nada for feito a situação irá piorar rapidamente.

125

4

Muito graves.

Com alguma urgência.

Vai piorar empouco tempo.

64

3

Graves.

O mais cedo possível.

Vai piorar amédioprazo.

27

2

Pouco graves.

Pode esperar um pouco.

Vai piorar alongoprazo.

8

1

Sem gravidade.

Não tem pressa.

Não vai piorar.

1

Objetivo Gerencial META: Exemplo: = Reduzir o número de reclamações Valor = em 50% Prazo

Objetivo Gerencial

META:

Exemplo:

= Reduzir o número de reclamações

Valor

= em 50%

Prazo

= até dezembro de 2005.

Como estabelecer Metas

eSpecífica

Mensurável

Alcançável

Realização

Temporal

Meta

Medidas

DIRETRIZ:

Exemplo:

=

“Aumentar a produtividade da empresa em 12% até o final de 2005.”

=

1. Reduzir o custo fixo.

2. Reduzir o custo variável.

3. Reduzir as reclamações de clientes.

4. Aumentar a disponibilidade das máquinas.

5. Desenvolver novos produtos.

6. Aumentar as vendas.

DIRETRIZ = META + PLANO

UNIVERSO DAS INFORMAÇÕES FATOS = Informações qualitativas DADOS = Informações numéricas Coleta Ferramentas da
UNIVERSO DAS INFORMAÇÕES
FATOS = Informações qualitativas
DADOS = Informações numéricas
Coleta
Ferramentas da
Administração
Conhecimento
técnico
Processamento
acumulado
Disposição
UNIVERSO DE CONHECIMENTO
Conhecimento dos fatores atuais do problema:
O quê?
Quem?
Como?
Onde?
Quantos?
Quando?
Por quê?
MÉTODO
ATINGIR METAS
Evolução da Administração 1900 1910 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 JUSE
Evolução da Administração
1900
1910
1920
1930
1940
1950
1960
1970
1980
1990
2000
JUSE
2ª GUERRA
MUNDIAL
GUERRA
TAYLOR
COMERCIAL
FATOR
TÉCNICO
SHEWHART
DEMING
JURAN
ISO 9000
FEIGENBAUM
ISO 14000
CROSBY
Qualidade
CCQ
Six-Sigma
ISHIKAWA
BSC
MC GREGOR
CONCRETIZA
ÇÃO DO TQC
Consciência
ecológica
HERZBERG
Responsabili-
dade social
das empresas
Cidadania
Novo
Consumidor
FATOR
HUMANO
Administração da Qualidade Deming Total Quality Tools and Management Methodologies Taguchi Six Sigma Imai
Administração da Qualidade
Deming
Total Quality
Tools and
Management
Methodologies
Taguchi
Six Sigma
Imai
Continuous
Improvement
Juran
Zero Defects
Quality Mgt
Crosby
System
•Pareto analysis
•cause and effect diagrams
•quality function
deployment
•histograms
•brainstorming
•process charts
•process diagrams
•flow charts
•control charts
•run charts
•benchmarking
•affinity diagrams
•moments of truth
•interrelationship digraphs
•matrix diagrams
•matrix data analysis
•process decision chart
•Deming cycle
•costs of quality analysis
•statistical process control
•quality circles
•etc.

Métodos de Resolução de Problemas

PROBLEMAS TÉCNICOS COMPLEXOS

PROBLEMAS COTIDIANOS NÃO COMPLEXOS

KEPNER / TREGOE

5 PORQUÊS

OSBORNE-PARNES

ISHIKAWA (D. Causa / Efeito)

PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS (TAGUCHI)

DMAIC – SIX SIGMA

TEORIA DAS RESTRIÇÕES

SISTEMA 4 X 4

M.P.R.G (Renault)

Modelo WV

PDCA (Ciclo de Deming)

(TAGUCHI) DMAIC – SIX SIGMA TEORIA DAS RESTRIÇÕES SISTEMA 4 X 4 M.P.R.G (Renault) Modelo WV
Kepner Tregoe ANÁLISE DAS ANÁLISE DE ANÁLISE DAS ANÁLISE DAS SITUAÇÕES PROBLEMAS DECISÕES SITUAÇÕES O
Kepner Tregoe
ANÁLISE DAS
ANÁLISE DE
ANÁLISE DAS
ANÁLISE DAS
SITUAÇÕES
PROBLEMAS
DECISÕES
SITUAÇÕES
O que está ocorrendo?
Enunciar propósito da decisão
Clarificar e avaliar situações
Estabelecer resultados e recursos
Classificar objetivos:
Classificar variáveis
obrigatórios / desejados
Desmembrar situações complexas
Gerar possíveis alternativas
Comparar decisões em termos financeiros
Enunciar o problema com clareza
Que, onde, quando, quanto
Extrair possíveis causas
Buscar uma posição antecipada das
conseqüências da manutenção do curso
atual da situação
Centrar-se na causa predominante
Verificar resultados da análise

IS / IS NOT

Identidade:

Qual (não) é a unidade com problema? Qual (não) é o problema?

Localização:

Onde (não) está o problema?

IS / IS NOT

Sincronização:

Quando o problema (não) foi identificado pela primeira vez? Quando (não) foi visto desde então? Em que etapa de funcionamento da unidade o problema (não) foi primeiramente encontrado?

Magnitude:

Qual (não) é a magnitude do problema? Quantas unidades (não) são afetadas?

Osborn–Parnes DO CD DP GI DS DA DI Definição Coleta Definição Geração Definição Definição
Osborn–Parnes
DO
CD
DP
GI
DS
DA
DI
Definição
Coleta
Definição
Geração
Definição
Definição
Implemen-
de
de
do
de
de
de
tação
objetivo
Dados
problema
idéias
solução
Aceitação
PENSAMENTO
PENSAMENTO
CONVERGENTE
DIVERGENTE

Taguchi – Projeto de Experimentos

Consiste na aplicação de um conjunto de técnicas estatísticas para recolher informação através da manipulação de variáveis

FERRAMENTAS MAIS COMUNS Análise Fatorial Análise da Variância
FERRAMENTAS
MAIS
COMUNS
Análise Fatorial
Análise da Variância

SIMULAÇÃO

DE SISTEMAS

INFORMAÇÕES OBTIDAS Efeitos das entradas sobre as saídas Relações causais entradas / saídas
INFORMAÇÕES
OBTIDAS
Efeitos das entradas
sobre as saídas
Relações causais
entradas / saídas
Regressões Múltiplas
Regressões Múltiplas
Valores ótimos das entradas
Valores ótimos das
entradas

ENTRADAS: valores de influência.

SAÍDAS: respostas do sistema

DEFINE Definir o problema, o time
DEFINE
Definir o problema,
o time

DMAIC

MEASURE Medir a performance do processo
MEASURE
Medir a performance
do processo

ANALYZE

Identificar e quantificar as causas raíz
Identificar e
quantificar as causas
raíz

IMPROVE

Selecionar, projetar e implementar as soluciónes
Selecionar, projetar e
implementar as
soluciónes
CONTROL Controlar as melhorias e refletir sobre as ações
CONTROL
Controlar as
melhorias e refletir
sobre as ações

O que é o Six Sigma?

Originado na Motorola no início dos anos 80

Metodologia para os princípios disciplinados de Juran de melhoria da Qualidade

Não utilizam o termo “qualidade"

Utiliza o método DMAIC

A meta dos Six Sigma é a eliminação de todos os defeitos de qualquer processo, produto ou serviço

Juran concluiu que nos EUA cerca de 1/3 do trabalho feito é retrabalho.

Escala Sigma

Como quantificar o desempenho de meus processos ?
Como quantificar o
desempenho
de meus
processos ?
Conceito criado na Motorola: Número de desvios padrões entre a média e as especificações. Variação
Conceito criado na Motorola:
Número de desvios padrões entre
a média e as especificações.
Variação total
do
processo
σˆ σˆ σˆ σˆ σˆ σˆ
99,73% dos
dados
x
Exemplos de performances na Escala Sigma Sigma Seis Sigma 3,4 ppm 6 0,52 ppm Cinco
Exemplos de performances
na Escala Sigma
Sigma
Seis Sigma
3,4 ppm
6
0,52 ppm
Cinco Sigma
Taxa de mortalidade
em vôos domésticos
nos EUA
233 ppm
5
Quatro Sigma
6.200 ppm
4
Três Sigma
Taxa de mortalidade hospitalar devida a erros
66.807 ppm
Contas de restaurantes
3
Erros no
atendimento
telefônico do IRS
(Internal Revenue
Service)
Receitas médicas
Processamento de folhas de pagamento
2
Dois Sigma
Manuseio de bagagens em viagens aéreas
308.733 ppm
1
Bom
0
100.000
10.000
1.000
100
10
1
Partes por milhão
Fonte: Werkema Consultores

Tradução do nível da qualidade para a linguagem financeira

Nivel da

Defeitos por

Percentual

Custo da não qualidade

qualidade

milhão

(ppm)

conforme

(percentual do faturamento da empresa)

Dois sigma

308.537

69,15

Não se aplica

Três sigma

66.807

93,32

25

a 40%

Quatro

     

sigma

6.210

99,3790

15

a 25%

Cinco sigma

233

99,97670

5 a 15%

Seis sigma

3,4

99,999660

 

< 1%

Fonte: Werkema Consultores

Teoria das Restrições

B C I 3 4 8 A D E J K L 4 1 5
B
C
I
3
4
8
A
D
E
J
K
L
4
1
5
2
9
3
Tarefa
G
H
2
6
Duração
F
4

Fonte: Goldratt

5 Porquês Por quê? Não orçado Por quê? Falta de Sem tempo previsto treinamento Alto
5 Porquês
Por quê?
Não orçado
Por quê?
Falta de
Sem tempo previsto
treinamento
Alto Turn-Over
Por quê?
Documentação
Falhas no
problemática
Serviço de
Falta de
Principalmente
Consultoria
conhecimento
Novos Produtos
do produto
Definição
Falta de Análise
de Falhas
Inicial do
Por quê?
Problema
Falta de acesso
a Registros no Sistema
Falta de
Relacionamento
com o cliente
Falta de acesso
a registros dos clientes
Falta de Análise
de Falhas
Método Ishikawa Este método proporciona aos componentes de um Grupo de Solução de Problemas um
Método Ishikawa
Este método proporciona aos componentes de um
Grupo de Solução de Problemas um conjunto de ferramentas
para a solução de problemas.
Máquinas
Ambiente
Medidas
Resultado
do
Processo
Informação
Método
Pessoas

Método 4 x 4*

ANTES

do tratamento

do problema

DEPOIS

do tratamento

do problema

O grupo elege um problema e define os critérios da solução

grupo elege um problema e define os critérios da solução Acompanhamento e controle por parte do

Acompanhamento e controle por parte do grupo

da solução Acompanhamento e controle por parte do grupo PROBLEMA DEFINIÇÃO CAUSAS SOLUÇÕES PROJETOS RECOLHER

PROBLEMA

DEFINIÇÃO

CAUSAS

SOLUÇÕES

PROJETOS

RECOLHER

AGRUPAR

AVALIAR

VALIDAR

DADOS

DADOS

DADOS

AÇÕES

DURANTE

O TRATAMENTO

DO PROBLEMA

(*) DESENVOLVIDO POR INDUSTRIAS MICHELIN S.A.

Método MRPG*

0
0

Escolher um problema

 
5
5
 

Brainstorming

Diagrama de Pareto

   

Ferramentas de decisão

 

Matriz compatibilidade

 
1
1

Definir o problema

 
6
6
 

Dados

 

Observações

 
7
7
2
2

Buscar as causas

 
 

Tabelas de registro

 

Diag. Causa / efeito

 

Diagrama de Pareto

 
3
3

Buscar as soluções

 
8
8
 

Atacando as causas

 
4
4

Definir critérios de seleção

 
9
9
 

Escolher tipo de solução

Designar condições

   

Comparar soluções

Matriz compatibilidade

Escolher soluções

Aplicar a solução

Plano de ação: O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?
Plano de ação: O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?

Plano de ação:

Plano de ação: O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?
O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?

O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?

Acompanhar resultados

Padronizar resultados

(*) DESENVOLVIDO PELO INSTITUTO RENAULT PARA A QUALIDADE.

Modelo WV

Modelo WV Fonte : SHOJI, Shiba, GRAHAM, Alan, WALDEN, David.

Fonte: SHOJI, Shiba, GRAHAM, Alan, WALDEN, David.

Plano

X

Planejamento

MÉTODO DE PLANEJAMENTO

PDCA

ANÁLISE DO 3 PROCESSO
ANÁLISE DO
3
PROCESSO
PROCESSO (SEU NEGÓCIO)
PROCESSO
(SEU NEGÓCIO)

ANÁLISE DO

PROBLEMA

2
2
2

SEGURANÇA DAS PROCESSO (SEU NEGÓCIO) ANÁLISE DO PROBLEMA 2 PESSOAS (SUA EQUIPE) SOCIEDADE PESSOAS (MERCADOS) INÍCIO

PESSOAS (SUA

EQUIPE)

SOCIEDADE PESSOAS (MERCADOS) INÍCIO
SOCIEDADE
PESSOAS
(MERCADOS)
INÍCIO
PRODUTO
PRODUTO

SATISFAÇÃO E

PLANO 4 META 1 DIRETRIZ
PLANO
4 META
1
DIRETRIZ
P
P

Identificação do Problema

A pergunta certa contém 50% da resposta.”

Albert Einstein

Objetivos

• Demonstrar que o problema que está sendo tratado é importante.

P
P

• Apresentar o histórico do problema e como foi seu caminho até o presente momento;

• Expressar, em termos concretos, os resultados indesejáveis provocados pelo

problema. Demonstrar as perdas decorrentes da existência do problema e quanto se

poderia ganhar/ economizar com a eliminação do problema;

• Definir um objetivo a ser atingido para que o problema seja efetivamente eliminado;

• Estabelecer um grupo e designar as tarefas de cada membro;

• Elaborar um cronograma e estimar um orçamento para que a meta de

eliminação do problema seja concretizada.

P
P

FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA DISTRIBUIÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO

VERIFICAÇÕES DESVIO FREQÜÊNCIA 5 10 15 20 -10 -9 ESPECIF. -8 -7 -6 -5 X
VERIFICAÇÕES
DESVIO
FREQÜÊNCIA
5
10
15
20
-10
-9
ESPECIF.
-8
-7
-6
-5
X
1
-4
X
X
2
-3
X
X
X
X
4
-2
X
X
X
X
X
X
6
-1
X
X
X
X
X
X
X
X
X
9
8, 300
0
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
11
1
X
X
X
X
X
X
X
X
8
2
X
X
X
X
X
X
X
7
3
X
X
X
3
4
X
X
2
5
X
1
6
X
1
7
ESPECIF.
8
9
10
T O T A L
55
P
P

Análise do Problema

Objetivos

P
P

• Investigar os quatro elementos básicos de um problema: tempo, local, responsáveis e classes;

• Adotar diferentes pontos-de-vista para especular sobre as características do problema;

• Buscar no próprio local onde o problema se manifesta evidências que enriqueçam a definição do problema.

ANÁLISE DE PARETO

P
P
ANÁLISE DE PARETO P
P Problema geral Meta geral $$ Meta: reduzir em 30% o percentual de refugo até
P
Problema geral
Meta geral
$$
Meta: reduzir em 30% o
percentual de refugo até
dezembro de 2003
Primeiro nível de
estratificación
Segundo nível de
estratificação
Terceiro nível de
estratificação
Problemas
Problema 1
Problema 2
Problema 3
Problema 4
Problema 5
específicos
LIE
VN
LIE
VN
VN
LSE
LSE
LIE
LSE
Análise de
variações

Como desdobrar o problema

P
P
Vendas (ROB)
Vendas
(ROB)

Volume

Preço

Velocidade Retorno sobre Ativos Margem
Velocidade
Retorno
sobre
Ativos
Margem
Ativo Econômico
Ativo
Econômico

Saldo de Caixa

Necessidade de Capital de Giro

Ativo Permanente

Volume

Preço

Custos

Despesas

Volume

Preço

LBO Vendas (ROB)
LBO
Vendas
(ROB)

Capacidade Versus Performance

P
P

Capacidade de processo – a variação dos resultados esperados que pode ser obtida em um processo, servindo como uma previsão dos futuros resultados a serem obtidos.

Performance de processo – a medida dos resultados atuais alcançados no processo.

resultados a serem obtidos. • Performance de processo – a medida dos resultados atuais alcançados no

CONTROL CHARTS

P
P

Carta de Controle - Variação

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

CONTROL CHARTS

P
P

Carta de Controle – Falta de Variação

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

CONTROL CHARTS

P
P

Carta de Controle - Tendência

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

CONTROL CHARTS

P
P

Carta de Controle – Alterações no Nível de Processo

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

P
P

CONTROL CHARTS

Carta de Controle - Ciclos

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

CONTROL CHARTS

P
P

Carta de Controle - Pontos Próximos ou Fora do Limite

LSE X LIE Y (resultados)
LSE
X
LIE
Y (resultados)

X (observações)

ÍNDICE DE CAPACIDADE (Cp)

P
P
LSE LIE Cp < 1 1 < Cp < 1,33 Cp > 1,33
LSE
LIE
Cp < 1
1 < Cp < 1,33
Cp > 1,33
Cp = LSE – LIE 6
Cp = LSE – LIE
6

LSE = Limite Superior de Especificação

LIE = Limite Inferior de Especificação

PROCESSO

VERMELHO

NECESSITA 100% DE INSPEÇÃO

PROCESSO NÃO CAPAZ

MELHORAR CAPACIDADE ESTATÍSTICA DO PROCESSO

p > 0,27%

PROCESSO

AMARELO

PROCESSO

VERDE

• 1 Cp 1,33 INSPEÇÃO INSPEÇÃO POR 100% AMOSTRAGEM
• 1
Cp
1,33
INSPEÇÃO
INSPEÇÃO POR
100%
AMOSTRAGEM

64 ppm < p 0,27%

NÃO NECESSITA DE INSPEÇÃO

NECESSITA ANÁLISE DE REDUÇÃO DE CUSTOS

p 64 ppm

Variação no Processo

P
P

• Que piloto você recomendaría?

• Por quê?

• Como você pensa que seus processos são realizados?

• Você recomendaria seu processo?

A 1 A A A 6 7 8 A 5 A A 3 A 9
A
1
A
A
A
6
7
8 A
5 A
A 3 A
9
10
A 2
A 4
B B B B B B B B B B 2 6 8 1 3
B
B
B
B
B
B
B
B B
B
2
6 8
1 3
5
7 4
10 9
P
P

Análise do Processo

Objetivos

P
P

• A partir dos dados coletados nas etapas anteriores, estabelecer hipóteses sobre os principais candidatos a causas do problema;

• Testar as hipóteses sobre os principais candidatos a causas a fim de selecionar realmente as causas principais ( causas-raíz) do problema;

• Testar as hipóteses significa investigar se realmente existe uma relação entre as possíveis causas e os resultados e, caso se admita a existência da relação, verificar quão forte é o relacionamento, ou seja, que efeitos a possível causa provoca.”

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO P MATÉRIA-PRIMA MÁQUINA MEDIDA CARRO RELÓGIO COMBUSTÍVEL MARCADOR DE O
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
P
MATÉRIA-PRIMA
MÁQUINA
MEDIDA
CARRO
RELÓGIO
COMBUSTÍVEL
MARCADOR DE
O CARRO CHEGOU
ATRASADO
COMBUSTÍVEL
MOTORISTA
CONDIÇÕES
TRAJETO
METEOROLÓGICAS
PLANEJADO
EFEITO
MECÂNICO DE
ESTRADAS
MANUTENÇÃO
ACESSOS
MEIO AMBIENTE
MÃO-DE-OBRA
MÉTODO
TÚNEIS
PONTES
PNEUS
SUSPENSÃO
MOTOR

PROVÁVEIS CAUSAS

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

P
P
VENDAS PRODUÇÃO COMPRAS 31133 = 11 33131 = 11 53355 = 21 META - Aumentar
VENDAS
PRODUÇÃO
COMPRAS
31133 = 11
33131
= 11
53355 =
21
META - Aumentar a produtividade
da empresa em 12%, até
dezembro de 2005.
11111
= 5
11111
= 5
33333
= 15
55355
=
23
53555
=
23
33113
= 11
PROBLEMA
11311
= 7
33553
= 19
11111
= 5
Baixa produtividade
geral da empresa
55555
=
25
11311
= 7
11111
=
5
53335
= 19
13311
= 9
11311
= 7
33335
= 17
33533
= 17
13311
= 9
55555
=
25
CUSTO
PESSOAS
ETC.
Causa

Prioritária

PERGUNTA Quais são as causas de nossa baixa produtividade?

Diagrama de Afinidades

 
 

Erro no relatório de abastecimento

 
       
abastecimento Dados inconsistentes Erro na atualização do banco de dados Ausência de critérios na atualização
abastecimento
Dados inconsistentes
Erro na atualização
do banco de dados
Ausência de
critérios na atualização
Ausência de padronização para atualização do banco de dados
Ausência de
padronização
para atualização do
banco de dados
dimensionamento de abastecimento
dimensionamento
de abastecimento
Várias viagens dos motoristas
Várias viagens
dos motoristas
Erro dos motoristas durante o abastecimento Ausência de treinamento Ausência de sistemática padronizada de
Erro dos motoristas
durante o abastecimento
Ausência
de treinamento
Ausência de
sistemática padronizada
de planejamento
de logística
de sistemática padronizada de planejamento de logística Alto índice de reprogramação Falta de motoristas

Alto índice de reprogramação

Falta de motoristas

Motoristas doentes Ambiente de trabalho agressivo Ausência de sistemática de prevenção de doenças
Motoristas doentes
Ambiente de
trabalho agressivo
Ausência de
sistemática de
prevenção de doenças

Ausência de veículos abastecedores

Veículos quebrados

Ausência de escala Ausência de sistemática padronizada de planejamento de logística
Ausência de escala
Ausência de sistemática
padronizada de
planejamento
de logística
     
     

Pouca frota

Ausência de planejamento e acompanhamento

Erro no dimensionamento da frota

Veículos e/ou motoristas sem documentação correta

Ausência de sistemática de definição e inspeção da documentação (padronização)

Ausência de critérios para definição e inspeção

   

dos documentos necessários dos veículos e dos motoristas

P
P
P ITEM DE CONTROLE 03 04 03 04 03 04 03 04 03 04
P
ITEM DE
CONTROLE
03
04
03
04
03
04
03
04
03
04

ITENS DE VERIFICAÇÃO

DIAGRAMA DE RELAÇÃO

P
P
OBJETIVO A OBJETIVO A OBJETIVO SUPERIOR OBJETIVO B OBJETIVO B OBJETIVO C OBJETIVO C
OBJETIVO A
OBJETIVO A
OBJETIVO
SUPERIOR
OBJETIVO B
OBJETIVO B
OBJETIVO C
OBJETIVO C
HISTOGRAMA P 20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 105 106
HISTOGRAMA
P
20
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
TENSÃO (VOLTS)
GRÁFICO SEQÜENCIAL DA
TENSÃO EM UMA TOMADA
P
110
MÉDIA
SEQÜÊNCIA DAS MEDIÇÕES
VOLTS
FREQÜÊNCIA
GRÁFICO DE DISPERSÃO P Y Y Y 6 6 6 4 4 4 2 2
GRÁFICO DE
DISPERSÃO
P
Y
Y
Y
6
6
6
4
4
4
2
2
2
0
0
0
0
2
4
6
X
0 2
4
6
X
0 2
4
6
X
CORRELAÇÃO
Y
Y
Y
0
2
4
6
X
0 2
4
6
X
0 2
4
6
X
PODE HAVER
CORRELAÇÃO
NÃO HÁ
CORRELAÇÃO
NEGATIVA
CORRELAÇÃO
NEGATIVA

CORRELAÇÃO

PODE HAVER

NÃO HÁ

POSITIVA

POSITIVA

CORRELAÇÃO

6

6

6

4

4

4

2

2

2

0

0

0

Fluxograma

P
P
SCRA P M IX TU RE FLOUR SUGAR CUT OUT ROLL OUT BISCUIT SYRUP MIX
SCRA P M IX TU RE
FLOUR
SUGAR
CUT OUT
ROLL OUT
BISCUIT
SYRUP
MIX
IN G RED IENTS
M IX TURE
SHAPES
AGENTS
CHO C CHIPS

PA CK A G IN G

IENTS M IX TURE SHAPES AGENTS CHO C CHIPS PA CK A G IN G PACK
PACK SHIP TO B ISCUITS CUSTOMER
PACK
SHIP TO
B ISCUITS
CUSTOMER

COOK

BISCUITS

Até que você desenhe seu fluxograma, você não conhece realmente o seu processo.”

Donald Wheeler

Ganhos do Fluxograma

• Pode ser aplicado a qualquer processo, desde o mais simples até o mais complexo.

• Facilita a leitura e o entendimento geral do processo.

P
P

• Mostra como os processos ocorrem na realidade.

• Localiza e corrige movimentos ilógicos, contatos desnecessários e a dispersão de recursos materiais e humanos.

• Possibilita mais flexibilidade para planejamento e análise das rotinas de trabalho, objetivando sua racionalização.

• Uniformiza o entendimento do método de trabalho pela organização.

P
P
P DIAGRAMA DE AFINIDADES (a) identifica a natureza de um problema e clareia um problema
P
P

DIAGRAMA DE AFINIDADES

(a) identifica a natureza de um problema e clareia um problema confuso;

(b) coleta a intuição de todos;

(c) organiza as idéias.

AB C D
AB
C
D

DIAGRAMA DE RELAÇÕES

(a)

identifica a natureza de um problema e clareia um problema confuso;

(b)

dá uma seqüência lógica ao relacionamento causa-efeito e organiza

as idéias;

(c) desdobra metas e medidas.

DIAGRAMA DE ÁRVORE

(a) desdobra metas e medidas;

(b) dá uma seqüência lógica ao relacionamento causa-efeito

e organiza as idéias.

DIAGRAMA DE MATRIZ

m (a)

o n (b)

p (c)

organiza metas e medidas;

prioriza metas e medidas;

permite a visualización.

DIAGRAMA DE SETAS

(a)

organiza eventos seguros en ordem cronológica;

(b)

organiza en seqüência de tempo, Plano de Ación.

DIAGRAMA DO PROCESSO DECISÓRIO (PDPC)

(a)

organiza eventos incertos en ordem cronológica;

(b)

organiza en seqüência de tempo, Plano de Ação;

(c)

incorpora informaciones contingenciais para melhorar

o plano.

UTILIZAÇÃO DAS TÉCNICAS ESTATÍSTICAS

1. EM TODO FENÔMENO HÁ DISPERSÃO.

P
P

2. OS DADOS QUE NÃO APRESENTAM UMA DISPERSÃO SÃO FALSOS.

3. SEM UMA ANÁLISE ESTATÍSTICA (DA QUALIDADE E DO PROCESSO) NÃO SE PODE OBTER UM CONTROLE EFETIVO.

4. CQ INICIA E TERMINA COM UMA CARTA DE CONTROLE.

5. SEM ESTRATIFICAÇÃO NÃO SE PODE CONDUZIR UMA ANÁLISE OU CONTROLE.

6. CERCA DE 95% DOS PROBLEMAS NUMA COMPANHIA PODEM SER SOLUCIONADOS ATRAVÉS DAS SETE FERRAMENTAS DO CQ.

7. OS MÉTODOS ESTATÍSTICOS DEVEM SER UM ELO DE CONHECIMENTO COMUM ENTRE TODOS OS ELEMENTOS INTEGRANTES DA EMPRESA.

(KAORU ISHIKAWA)

P ANÁLISE DE CAUSA-E-EFEITO CAUSAS PRIORIZADAS AÇÕES PROPOSTAS Causa 1 Ação 1 Causa 2 Ação
P
ANÁLISE DE CAUSA-E-EFEITO
CAUSAS PRIORIZADAS
AÇÕES PROPOSTAS
Causa 1
Ação 1
Causa 2
Ação 2
Causa 3
Ação 3
A
1
PLANO DE AÇÃO
Meta: Objetivo + Valor + PRazo
B
1
O QUE
QUEM
QUANDO
ONDE
POR QUE
COMO
QUANTO
1) Comprar
2) Contratar
3) Treinar
4) Desenvolver
C
1

Árvore de Decisão

Valor

P
P
Custo Probabilidade Esperado Bombas não falham $0 0.5 0 Bombas falham e $300 0.3 $90
Custo
Probabilidade
Esperado
Bombas não falham
$0
0.5
0
Bombas falham e
$300
0.3
$90
podem ser consertados
Bombas falham mas
$3,100
0.2
$620
não podem ser consertados
SUBSTITUIR
$710
BOMBAS
Bombas não falham
$600
0.95
$570
Bombas falham e podem
$750
0.05
$38
ser reparados
$608
FAZER NADA
P
P

Plano de Ação

Objetivos

P
P

• Devem ser colocadas en prática ações tomadas para combater os efeitos indesejados ( ações corretivas) e ações tomadas para eliminar as reais causas do problema ( ações preventivas);

as reais causas do problema ( ações preventivas); • problemas (efeitos colaterais). Se isso ocorrer, é

problemas (efeitos colaterais). Se isso ocorrer, é necessário adotar outras ações ou delinear medidas atenuantes para os efeitos colaterais;

Certificar-se de que as ações tomadas não produzem outros

Planejar um conjunto de diferentes propostas de ação examinando as vantagens e desvantagens de cada uma delas para selecionar aquelas com as quais os colaboradores envolvidos estiveram de acordo.

Plano de Ação

Plano de Ação + Quanto Custa?

+ Quanto Custa?

Plano de ação para a mudança de visão funcional para visão processual

Meta= Objetivo + Valor + Prazo

PONTO QUANTO O QUE QUEM QUANDO ONDE POR QUÊ COMO FRACO CUSTA
PONTO
QUANTO
O QUE
QUEM
QUANDO
ONDE
POR QUÊ
COMO
FRACO
CUSTA

Avaliação dos Resultados e Ações

C
C

“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia”.

William Edwards Deming

Objetivos

C
C

•Comparar os dados do problema (resultados indesejáveis relativos ao tema) obtidos antes e depois da execução das ações de melhoria utilizando, sempre que possível, o mesmo instrumento para a comparação (tabelas, gráficos, diagramas);

• Procurar converter os ganhos com a eliminação do problema em valores monetários;

• Estabelecer uma rotina de acompanhamento para evitar quaisquer possibilidades de reincidência do problema

Gráfico de Acompanhamento C Meta – Item de Controle ou Item de Verificação Data: Responsável
Gráfico de Acompanhamento
C
Meta – Item de Controle ou Item de Verificação
Data:
Responsável pela Meta:
Gestor
Área:
Gerência
Melhor:
Unidade:
R$
16
14
12
10
8
6
5,50
4,00
4
2,70
2
1,50
0
Atual
nov/03
dez/03
jan/04
fev/04
mar/04
abr/04
mai/04
jun/04
jul/04
ago/04
set/04
out/04
nov/04
dez/04
2004
Real dentro da meta
Real dentro do limite de controle
Real fora da meta
Meta
2,00
3,00
4,00
5,00
6,00
7,00
8,00
9,00
10,00
11,00
12,00
13,00
14,00
15,00
A
A

Aprendizado

Objetivos

A
A

•Os cinco W’s e um H : “who” (quem), “when” (quando), “where” (onde), “what” (o que), “why” (por que) e “how” (como) para a melhoria do trabalho devem ser claramente identificados e usados como o novo padrão/instrução de trabalho, mas agora acrescentamos também o segundo H “how wuch “:

(quanto custa);

• As preparações e comunicações necessárias para a operacionalização dos novos padrões devem ser corretamente executadas;

• A educação e o treinamento devem ser fornecidos;

• Um sistema de definição de responsabilidade deve ser estabelecido para verificar se os novos padrões estão sendo cumpridos;

• Refletir sobre as coisas que transcorreram bem ou mal durante as

atividades de análise e solução de problemas para daí extrair lições para

futuras aplicações da metodologia;

• Transferir as experiências e os conhecimentos adquiridos para áreas ou grupos com problemas semelhantes.

A MELHOR MELHOR MELHOR META META META META RESULTADO RESULTADO RESULTADO NÃO ATINGIU ATINGIU SUPEROU
A
MELHOR
MELHOR
MELHOR
META
META
META
META
RESULTADO
RESULTADO
RESULTADO
NÃO ATINGIU
ATINGIU
SUPEROU
A A
A
META
META
MEDIDAS
META
FORAM
CASO 1
CASO 3
CASO 5
EXECUTADAS
NÃO FORAM
CASO 2
CASO 4
CASO 6
EXECUTADAS
Número / Ano RELATÓRIO DE ANOMALIA Superior Hierárquico Célula Nome do Emissor Data Origem: Requisito
Número / Ano
RELATÓRIO DE ANOMALIA
Superior Hierárquico
Célula
Nome do Emissor
Data
Origem:
Requisito de Processo
Auditoria Interna
Reclamação de Cliente
Auditoria Externa
Diagnóstico pela Supervisão
Descrição da Anomalia
NOME DE QUEM DETECTOU A ANOMALIA:
Correção
Retrabalhar
Revisar Padrão
Ajustar Processo
Outros (especificar)
Treinar
Adequar Recursos
Descrição da Correção Aplicada
RESPONSÁVEL PELA CORREÇÃO APLICADA:
VISTO:
DATA:
Situação
Tratar (Buscar Causas)
Simples Correção
Análise das Causas EFEITO Causas Prováveis -- -- -- - - - Plano de Ação
Análise das Causas
EFEITO
Causas Prováveis
--
--
--
-
-
-
Plano de Ação
Resp
Início
Fim
Status
Ações / Etapas
Avaliação da Eficácia
Responsável
Data
Ações Eficazes?
Sim
Não
Evidências (Anexar documentos quando aplicável)
RESPONSÁVEL:
VISTO:
A
A

Novo Giro:

PDCA o SDCA

AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE

   

FERRAMENTAS BÁSICAS

NICON COMPANY

ISHIKAWA

ASQC

(JAPÃO)

(JAPÃO)

(USA)

1

DIAGRAMA DE PARETO

DIAGRAMA DE PARETO

Analice DE PARETO

2

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

3

HISTOGRAMA

HISTOGRAMA

HISTOGRAMA

4

CARTAS DE CONTROLE

GRÁFICOS E CARTAS DE CONTROLE (DE SHEWART)

GRÁFICOS E CARTAS DE CONTROLE

5

DIAGRAMAS DE

DIAGRAMAS DE DISPERSÃO

DIAGRAMAS DE

DISPERSÃO

DISPERSÃO

6

GRÁFICOS DIVERSOS

ESTRATIFICAÇÃO

FLUXOGRAMAS

7

FOLHAS DE

PLANILHA DE VERIFICAÇÃO (CHECK SHEETS)

FOLHAS DE VERIFICAÇÃO (TALLY SHEETS)

VERIFICAÇÃO

Interação entre o PDCA e PNQ Liderança recebe e trabalha as informacões Sociedade e P

Interação entre o PDCA e PNQ

Liderança
Liderança
recebe e trabalha as informacões Sociedade e P Clientes e suas necessidades seus valores Liderança
recebe e
trabalha as
informacões
Sociedade e
P
Clientes e suas
necessidades
seus valores
Liderança formula
as estratégias e
planos
D
As pessoas atuam
nos processos
criando produtos de
valor para os clientes
C
Os resultados
alcançados são reflexo
do desempenho da
organização
A
As informações validam
os resultados alcançados e
alimentam o
replanejamento da meta
O Ciclo do
PDCA
recomeça.
O Sistema de Gestão Integrado PNQ TQC/TQM ISO9001 PDCA OHSAS18001 $ BS8800 SA8000 ISO14001 ISO/TS16949

O Sistema de Gestão Integrado

PNQ TQC/TQM ISO9001 PDCA OHSAS18001 $ BS8800 SA8000 ISO14001 ISO/TS16949
PNQ
TQC/TQM
ISO9001
PDCA
OHSAS18001
$
BS8800
SA8000
ISO14001
ISO/TS16949

Condução da Mudança

1 Planejamento de 7 Change 2 Task Dat es Management Desenvolver Articular Visão Habilidades e
1
Planejamento de
7
Change
2
Task
Dat es
Management
Desenvolver
Articular Visão
Habilidades e
do
Treinamentos
Negócio
6
3
Apoio de RH
Estabelecer
Capacidade
de Mudança
5
4
Estratégia de
Comunicação
Processo de gestão
dos formadores de
opinião
137

Processo Criativo

MENTE HUMANA HEMISFÉRIOS

DIREITO (pensamento divergente)

ESQUERDO (pensamento convergente) Racional Passivo Competitivo Lógico Analítico Linguagem Quantidade
ESQUERDO
(pensamento convergente)
Racional
Passivo
Competitivo
Lógico
Analítico
Linguagem
Quantidade
Intuitivo Ativo Cooperativo Imaginoso Emotivo Sensações Imagens Qualidade
Intuitivo
Ativo
Cooperativo
Imaginoso
Emotivo
Sensações
Imagens
Qualidade

Fonte: Roger Sperry

Esquema de solução de problemas

??? I
???
I
Esquema de solução de problemas ??? I II III IV Um enredo Busca de Seleção dos

II

Esquema de solução de problemas ??? I II III IV Um enredo Busca de Seleção dos

III

Esquema de solução de problemas ??? I II III IV Um enredo Busca de Seleção dos

IV

Um enredo

Busca de

Seleção dos

Busca de possíveis

fatos

fatos que definem o problema

soluções

V
V
fatos fatos que definem o problema soluções V VI Vislumbra-se a Implementação solução viável
fatos fatos que definem o problema soluções V VI Vislumbra-se a Implementação solução viável
fatos fatos que definem o problema soluções V VI Vislumbra-se a Implementação solução viável

VI

Vislumbra-se a

Implementação

solução viável

da solução

Brainstorming

Brainstorming – Orientador incentivará todos a expressar suas idéias livremente; – Aproveite as idéias dos

– Orientador incentivará todos a expressar suas idéias livremente;

– Aproveite as idéias dos colegas;

– Não poderá haver julgamentos das idéias (mímicas, gestos e caretas);

– Todas as idéias deverão ser escritas;

– Prefira a quantidade à qualidade;

– Priorize as idéias com a participação do grupo.

– Agradeça a participação do grupo.

Fonte: Torok, 2000

Fonte: Torok, 2000

Modelo dos quadrantes

Analítico Administrador
Analítico
Administrador
Quantitativo Imaginativo Analítico Conceitual Técnico Inovador Crítico Intuitivo Efetivo Holístico Lógico
Quantitativo
Imaginativo
Analítico
Conceitual
Técnico
Inovador
Crítico
Intuitivo
Efetivo
Holístico
Lógico
Visual
Detalhado
Sensação
Organizada
Sensorial
Seqüencial
Espiritual
Estrutural
Emocional
Conservador
Cinestésica
Previsto
Interpersonal
Sintético
Sintético

Colaborador

Fonte: Ned Herrmann, www.mathpower.com/brain.htm

Estrutura e tamanho de grupos

• Redes de Comunicação (a) Roda, (b) Cadeia, (c) Y, (d) Círculo, y (e) Todos os canais.

e tamanho de grupos • Redes de Comunicação (a) Roda, (b) Cadeia, (c) Y, (d) Círculo,

Conversão do Conhecimento

Conversão do Conhecimento Fonte : Nonaka e Takeushi

Fonte: Nonaka e Takeushi

1:
1:

Fonte: “Creative Problem Solving and Engineering Design” Lumsdaine et al. McGraw Hill

1999

Fonte : “Creative Problem Solving and Engineering Design” Lumsdaine et al. McGraw Hill 1999

Fonte: “Creative Problem Solving and Engineering Design” Lumsdaine et al. McGraw Hill 1999

Conclusão

Reflexões

• As ferramentas e métodos por si só não resolvem problemas.

• Ajudam a economizar tempo e organizar os dados e a informação para a tomada de decisões adequada.

• O primeiro a conhecer, entender e aplicar os conhecimentos é a Alta Direção.

As ferramentas são um meio e não o fim da Qualidade.

Custo-Benefício

Custo Total Falhas Prevenção t 1 t 2 t 3 100% tosuC
Custo Total
Falhas
Prevenção
t 1
t 2
t 3
100%
tosuC

Qualidade

Qualidade

A melhor maneira de prever o futuro, é criá-lo”. Peter Drucker

Alice Ferruccio, D.Sc. alice.ferrucio@gmail.com André Dametto, M.Sc. andre.dametto@terra.com.br Hugo Túlio, D.Sc.
Alice Ferruccio, D.Sc.
alice.ferrucio@gmail.com
André Dametto, M.Sc.
andre.dametto@terra.com.br
Hugo Túlio, D.Sc.
htulio@adc.coppe.ufrj.br
FIM
Obrigada(o)!

Bibliografia

Aguiar, Silvio – Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA, 2002

Falconi, Vicente – PDCA, Método de Solução de Problemas, 2001

Fogler, H. Scott and Steve LeBlanc, Strategies for Creative Problem Solving, Prentice Hall PTR, Upper Saddle River, 1995.

Kepner, Charles and Benjamin Tregoe, The New Rational Manager, McGraw-Hill, New York, 1981.

Nonaka, Ikujiro & Takeuchi, Criação de Conhecimento na empresa, Editora Campus,

1999.

Plsek, Paul E., Creativity, Innovation and Quality, Milwaukee, Winsconsin, 1997

Takashina, N.T e Flores, M. C, Indicadores da qualidade e do desempenho - como

estabelecer metas e medir resultados, 1999

Woods, Donald, Problem Based Learning: How to Gain the Most from PBL, Griffin Printing, Hamilton, Ontario, 1994.