Ferramentas de Gestão Planejamento e Implantação
(Identificação, Análise e Solução de Problemas)
Alice Ferruccio, D.Sc . alice.ferrucio@gmail.com
André Dametto, M.Sc. andre.dametto@terra.com.br
Nada pode parar a automação
1
Perguntas para discussão
• O que é um problema?
• Onde estão as causas dos problemas?
• Como as pessoas costumam agir quando estão diante de um problema?
• Quais são os principais problemas nas organizações?
O problema
2
A “solução” do problema
Depois da
“solução”
A verdadeira solução do problema
Atuar na raiz do problema
3
A Remoção do Sintoma
Grau de Resolução
4
Fonte: Maslow, 1954
5
Divisão doTrabalho x Organização do Trabalho
6
Visão Funcional X Orientação por Processos
|
Visão |
Visão por |
|
Funcional |
Processos |
O foco está nas áreas da Organização
X
O foco está nos processos da Organização
Adaptado de Prof. Rafael Paim, GPI/UFRJ,
2006
Visão por Processos
•Melhoria no desempenho :
interfaces funcionais •Visão dinâmica da cadeia de valor : entradas, cliente, processo e produto •Comunicação entre departamentos da empresa •Empowerment : funcionários tomam as suas próprias decisões
Retorno
Retorno
7
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
Um processo desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de maneira efetiva (eficaz e eficiente), utilizando, da melhor maneira, os esforços e recursos disponíveis na organização.
8
PRESENTE
Estratégias
Fonte: Adaptado de LIZIO, 2005
9
Lacuna de desempenho projetado
Planejamento Estratégico
10
Diagnóstico organizacional
• Informações que permitam compreender a identidade e a situação passada e atual da organização, de seu ambiente institucional e de sua relação com outros atores relevantes. É essencial para entender o padrão de comportamento da organização e as trajetórias que tem delineado ao longo do tempo, compreender quais são suas áreas de atuação e quais os recursos e competências disponíveis (atividades fim e meio) e sua posição (e decorrentes vantagens e restrições) no ambiente institucional.
11
Benchmarks
• Informações que permitam compreender a forma de estruturação de organizações e arranjos congêneres. Trata-se de um diagnóstico aplicado a organizações com missão similar à organização que está conduzindo seu planejamento, com foco na identificação de soluções e caminhos encontrados por elas para a resolução de problemas similares.
Tendências e possibilidades
• Informações referentes à antecipação e previsão de avanços em dimensões relevantes para o futuro da organização, tais como científica, tecnológica, política, regulatória, social entre outras.
12
O Foresight Institucional foi desenvolvido a partir da abordagem do technological foresight, derivada de discussões conceituais e metodológicas concernentes aos estudos de futuro como instrumento para política e gestão de ciência, tecnologia e inovação.
foresight (antevisão em português),
REFLEXÃO
• “Como análise não é síntese, planejamento estratégico não é formação de estratégia. A análise deve preceder e suportar a síntese, definindo as partes que podem ser combinadas em todos.
• A análise deve seguir e elaborar a síntese, decompondo e formalizando suas conseqüências. Mas a análise não pode substituir a síntese. Nenhum esforço de elaboração irá permitir procedimentos formais para prever descontinuidades, informar administradores que estão separados de suas operações, criar novas estratégias. Em última instância, o termo PE provou ser um oxímoro”
13
DELIVERY
• O delivery constitui-se na última etapa do processo de planejamento. Contempla essencialmente a divulgação dos produtos e o estabelecimento de compromissos para a implantação das ações propostas.
As etapas fundamentais do PE
• Avaliação da necessidade do PE
• Preparação do processo de PE
• Análise dos ambientes interno e externo
• Definição/revisão de foco de atuação (ou negócio), missão, visão e valores da organização
• Definição dos objetivos estratégicos
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
14
As etapas fundamentais do PE
• Formulação das estratégias
• Seleção das estratégias
• Implantação das estratégias
• Avaliação, controle e realinhamento
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
As etapas fundamentais do PE
• Avaliação da necessidade do PE: é o momento inicial do processo de planejamento, no qual são identificadas suas motivações principais.
• Preparação do processo de PE: trata-se da fase de definições acerca do PE – seus objetivos, horizonte temporal, ferramentas e procedimentos a serem adotados, pessoal envolvido, forma de gestão, entre outros – e de kick-off do processo.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
15
As etapas fundamentais do PE
• Análise dos ambientes interno e externo: é a fase de elaboração de estudos, relatórios e/ou diagnósticos sobre o ambiente interno da organização (suas competências, recursos existentes, processos internos, desempenho) e de seu ambiente externo (principais fatores de influência, tendências em distintas dimensões relevantes, cenários). Convergem para a identificação de oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
As etapas fundamentais do PE
• • Definição/revisão de foco de atuação (ou negócio), missão, visão e valores da organização: trata-se da discussão dos elementos de referência de uma organização baseada nas análises de seus ambientes interno e externo. Seguem as definições acima especificadas:
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
16
As etapas fundamentais do PE
• O foco de atuação (ou negócio): é a caracterização da "idéia-força" da organização, considerando o que ela faz, para quem faz e onde (natureza, público-alvo e setor/área de atuação).
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
As etapas fundamentais do PE
– Missão: é a razão de ser de uma organização, as necessidades sociais a que ela atende (NBR ISO 14004). Para Boff (2003) a missão serve para delimitar o campo de atuação e também indicar possibilidades de expansão das ações. A missão é formalizada em uma declaração que identifica a organização, expressa o propósito da sua existência, destaca aspectos relacionados a seus produtos ou serviços, clientes e usuários.
– Visão: representa como a organização deseja ser vista no futuro.
– Valores: características e qualidades que a organização destaca, preserva e incentiva. Constituem as crenças organizacionais que orientam a ação organizacional.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
17
As etapas fundamentais do PE
• Definição dos objetivos estratégicos: é o delineamento dos alvos principais ou resultados finais relativos à sobrevivência em longo prazo, ao valor e ao crescimento da organização (Bateman e Snell, 1998 apud Boff, 2003). Em geral, os objetivos estratégicos são associados a metas específicas.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
As etapas fundamentais do PE
• Formulação das estratégias: é, de fato, a definição dos meios pelos quais se pretende alcançar os objetivos estratégicos (p.e. como será organizado o portifólio de projetos da organização, como será seu relacionamento com clientes externos etc.). Em geral, implica em uma reflexão baseada em uma matriz de Análise Estratégica (ou matriz SWOT – strengths, weakness, opportunities and threats), a partir da qual são derivadas estratégias (pró-ativas e defensivas).
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
18
Análise do Ambiente
invariantes
tensões
estrangulamentos
CENÁRIOS
tendências de peso mudanças em andamento fatos portadores do futuro
OPORTUNIDADES (OPPORTUNITIES)
&
AMEAÇAS (THREATS)
S.W.O.T
FORÇAS (STRENGHT)
&
FRAQUEZAS (WEAKNESSES)
OPORTUNIDADES
“CHANCES”
FORÇAS
AMEAÇAS
FRAQUEZAS
“RISCOS”
Análise do Ambiente
19
“CHANCES”
“RISCOS”
Análise do Ambiente Externo
OPORTUNIDADES: Situações, tendências ou
fenômenos externos à instituição, atuais ou potenciais, que podem contribuir, em grau
relevante e por longo tempo, para o seu
sucesso. Mercados a explorar e recursos a
aproveitar.
AMEAÇAS: Situações, tendências ou
fenômenos externos à instituição, atuais ou
potenciais, que podem prejudicar substancialmente e por longo tempo, o sucesso institucional.
Análise do Ambiente Interno
|
||
|
FORÇAS: Fenômenos ou fatores internos à |
||
|
instituição capazes de auxiliar, substancialmente |
||
|
e |
por longo tempo, o seu desempenho (técnico, |
|
|
econômica, financeiro, etc.) para o seu sucesso |
|
|
FRAQUEZAS: Fenômenos ou fatores internos à
instituição capazes de dificultar, substancialmente
e por longo tempo, o seu desempenho (técnico,
econômica, financeiro, etc.) para o seu sucesso
20
As etapas fundamentais do PE
• Seleção das estratégias: é uma continuação da etapa anterior, que consiste em um refinamento das estratégias pretendidas para as estratégias planejadas, em função de circunstâncias e constrangimentos identificados.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
Análise Estratégica
Análise das interações das oportunidades e ameaças (ambiente externo) versus as forças e fraquezas (ambiente interno) para a identificação das diretrizes e metas com maior potencial de eficácia para o sucesso da instituição
21
Forças
Fraquezas
Análise Estratégica
Ambiente Externo
Ambiente Interno
Oportunidades
Ameaças
|
(1) |
(2) |
|
potencialidade de |
capacidade |
|
atuação ofensiva |
defensiva |
|
(3) |
|
|
debilidade de atuação ofensiva |
(4) vulnerabilidades |
As etapas fundamentais do PE
• Implantação das estratégias: trata-se da operacionalização das estratégias definidas. Em geral, é o momento mais vulnerável dos processos de planejamento.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
22
As etapas fundamentais do PE
• Avaliação, controle e realinhamento: nesta fase, a idéia é avaliar a implantação das estratégias, por meio de indicadores específicos, de forma a garantir a execução do plano delineado, assim como reorientá-lo na medida em que sejam encontrados problemas não previstos.
(Castro et al., 2005; Certo e Peter, 1993; Fishmann e Almeida, 1991; Bethem, 1998 apud Terence, 2002; Oliveira, 1991 apud Terence, 2002).
Implantação
23
Balanced Scorecard - BSC
Traduz a missão e estratégia da empresa em objetivos e medidas organizados segundo quatro perspectivas:
Financeira Clientes Processos Internos Aprendizado e Crescimento
Indicadores utilizados servem para informar os funcionários sobre os vetores do sucesso atual e futuro
Implantação do BSC
Fundamental: consenso entre os principais executivos sobre a estratégia deve ser repassado para o resto da organização através de um processo top down.
1. Pessoas conhecedoras da organização
2. Especialistas em BSC
3. Sistema informatizado para registro de dados dos indicadores
24
O Balanced Scorecard
Finanças
“Para alcançarmos nossa
visão, como deveríamos ser vistos pelos nossos clientes?”
“Para sermos bem-sucedidos
financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos nossos acionistas?”
Clientes
“Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa capacidade de mudar e melhorar?”
“Para satisfazermos nossos acionistas e clientes, em que processos de negócios devemos alcançar a excelência?”
25
CICLO DE GERENCIA
(Ciclo para Melhorar)
26
CICLO PDCA NA PRÁTICA DE NAVEGAR
Métodos de Melhoria
|
PDCA |
7 STEPS |
GE’s “DMAIC” |
|
Plan |
1 Charter/Theme |
Define |
|
2 Data Collection |
Measure |
|
|
3 Root Cause |
Analyze |
|
|
Do |
4 Solution |
Improve |
|
Planning And |
||
|
Implementation |
||
|
Check |
5 Confirming |
|
|
Solution Works |
||
|
6 Standardization |
Control |
|
|
Act |
7 Reflect Next |
|
|
Steps |
27
Melhoramento contínuo
28
PDCA & SDCA
Matriz GUT
|
VALOR |
G |
U |
T |
GxUxT |
|
GRAVIDADE |
URGÊNCIA |
TENDÊNCIA |
||
|
5 |
Os prejuízos ou dificuldades são extremamente graves. |
Énecessária uma ação imediata. |
Se nada for feito a situação irá piorar rapidamente. |
125 |
|
4 |
Muito graves. |
Com alguma urgência. |
Vai piorar empouco tempo. |
64 |
|
3 |
Graves. |
O mais cedo possível. |
Vai piorar amédioprazo. |
27 |
|
2 |
Pouco graves. |
Pode esperar um pouco. |
Vai piorar alongoprazo. |
8 |
|
1 |
Sem gravidade. |
Não tem pressa. |
Não vai piorar. |
1 |
29
Objetivo Gerencial
META:
Exemplo:
= Reduzir o número de reclamações
|
Valor |
= em 50% |
|
Prazo |
= até dezembro de 2005. |
30
Como estabelecer Metas
eSpecífica
Mensurável
Alcançável
Realização
Temporal
Meta
Medidas
DIRETRIZ:
Exemplo:
|
= |
“Aumentar a produtividade da empresa em 12% até o final de 2005.” |
|
= |
1. Reduzir o custo fixo. |
2. Reduzir o custo variável.
3. Reduzir as reclamações de clientes.
4. Aumentar a disponibilidade das máquinas.
5. Desenvolver novos produtos.
6. Aumentar as vendas.
DIRETRIZ = META + PLANO
31
32
Métodos de Resolução de Problemas
PROBLEMAS TÉCNICOS COMPLEXOS
PROBLEMAS COTIDIANOS NÃO COMPLEXOS
|
KEPNER / TREGOE |
5 PORQUÊS |
|
OSBORNE-PARNES |
ISHIKAWA (D. Causa / Efeito) |
PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS (TAGUCHI)
DMAIC – SIX SIGMA
TEORIA DAS RESTRIÇÕES
SISTEMA 4 X 4
M.P.R.G (Renault)
Modelo WV
PDCA (Ciclo de Deming)
33
IS / IS NOT
Identidade:
Qual (não) é a unidade com problema? Qual (não) é o problema?
Localização:
Onde (não) está o problema?
34
IS / IS NOT
Sincronização:
Quando o problema (não) foi identificado pela primeira vez? Quando (não) foi visto desde então? Em que etapa de funcionamento da unidade o problema (não) foi primeiramente encontrado?
Magnitude:
Qual (não) é a magnitude do problema? Quantas unidades (não) são afetadas?
35
Taguchi – Projeto de Experimentos
Consiste na aplicação de um conjunto de técnicas estatísticas para recolher informação através da manipulação de variáveis
SIMULAÇÃO
DE SISTEMAS
ENTRADAS: valores de influência.
SAÍDAS: respostas do sistema
DMAIC
ANALYZE
IMPROVE
36
O que é o Six Sigma?
• Originado na Motorola no início dos anos 80
• Metodologia para os princípios disciplinados de Juran de melhoria da Qualidade
• Não utilizam o termo “qualidade"
• Utiliza o método DMAIC
• A meta dos Six Sigma é a eliminação de todos os defeitos de qualquer processo, produto ou serviço
• Juran concluiu que nos EUA cerca de 1/3 do trabalho feito é retrabalho.
Escala Sigma
37
Tradução do nível da qualidade para a linguagem financeira
|
Nivel da |
Defeitos por |
Percentual |
Custo da não qualidade |
|
|
qualidade |
milhão (ppm) |
conforme |
(percentual do faturamento da empresa) |
|
|
Dois sigma |
308.537 |
69,15 |
Não se aplica |
|
|
Três sigma |
66.807 |
93,32 |
25 |
a 40% |
|
Quatro |
||||
|
sigma |
6.210 |
99,3790 |
15 |
a 25% |
|
Cinco sigma |
233 |
99,97670 |
5 a 15% |
|
|
Seis sigma |
3,4 |
99,999660 |
< 1% |
|
Fonte: Werkema Consultores
38
Teoria das Restrições
Fonte: Goldratt
39
Método 4 x 4*
ANTES
do tratamento
do problema
DEPOIS
do tratamento
do problema
O grupo elege um problema e define os critérios da solução
Acompanhamento e controle por parte do grupo
PROBLEMA
DEFINIÇÃO
CAUSAS
SOLUÇÕES
PROJETOS
|
RECOLHER |
AGRUPAR |
AVALIAR |
VALIDAR |
|
DADOS |
DADOS |
DADOS |
AÇÕES |
DURANTE
O TRATAMENTO
DO PROBLEMA
(*) DESENVOLVIDO POR INDUSTRIAS MICHELIN S.A.
40
Método MRPG*
0
|
Escolher um problema |
5
|
||||||||||
|
Brainstorming |
Diagrama de Pareto |
|||||||||||
|
Ferramentas de decisão |
Matriz compatibilidade |
|||||||||||
1
|
Definir o problema |
6
|
||||||||||
|
Dados |
Observações |
7
|
||||||||||
2
|
Buscar as causas |
|||||||||||
|
Tabelas de registro |
Diag. Causa / efeito |
|||||||||||
|
Diagrama de Pareto |
||||||||||||
3
|
Buscar as soluções |
8
|
||||||||||
|
Atacando as causas |
||||||||||||
4
|
Definir critérios de seleção |
9
|
||||||||||
|
Escolher tipo de solução |
Designar condições |
|||||||||||
Comparar soluções
Matriz compatibilidade
Escolher soluções
Aplicar a solução
Plano de ação:
O que, quem, quando, como, onde, por quê, quanto?
Acompanhar resultados
Padronizar resultados
(*) DESENVOLVIDO PELO INSTITUTO RENAULT PARA A QUALIDADE.
Modelo WV
Fonte: SHOJI, Shiba, GRAHAM, Alan, WALDEN, David.
41
Plano
X
Planejamento
MÉTODO DE PLANEJAMENTO
PDCA
ANÁLISE DO
PROBLEMA
SEGURANÇA DAS
PESSOAS (SUA
EQUIPE)
SATISFAÇÃO E
42
Identificação do Problema
“A pergunta certa contém 50% da resposta.”
Albert Einstein
Objetivos
• Demonstrar que o problema que está sendo tratado é importante.
• Apresentar o histórico do problema e como foi seu caminho até o presente momento;
• Expressar, em termos concretos, os resultados indesejáveis provocados pelo
problema. Demonstrar as perdas decorrentes da existência do problema e quanto se
poderia ganhar/ economizar com a eliminação do problema;
• Definir um objetivo a ser atingido para que o problema seja efetivamente eliminado;
• Estabelecer um grupo e designar as tarefas de cada membro;
• Elaborar um cronograma e estimar um orçamento para que a meta de
eliminação do problema seja concretizada.
43
FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA DISTRIBUIÇÃO DO PROCESSO PRODUTIVO
Análise do Problema
44
Objetivos
• Investigar os quatro elementos básicos de um problema: tempo, local, responsáveis e classes;
• Adotar diferentes pontos-de-vista para especular sobre as características do problema;
• Buscar no próprio local onde o problema se manifesta evidências que enriqueçam a definição do problema.
ANÁLISE DE PARETO
45
Como desdobrar o problema
Volume
Preço
Saldo de Caixa
Necessidade de Capital de Giro
Ativo Permanente
Volume
Preço
Custos
Despesas
Volume
Preço
46
Capacidade Versus Performance
•Capacidade de processo – a variação dos resultados esperados que pode ser obtida em um processo, servindo como uma previsão dos futuros resultados a serem obtidos.
• Performance de processo – a medida dos resultados atuais alcançados no processo.
CONTROL CHARTS
Carta de Controle - Variação
X (observações)
47
CONTROL CHARTS
Carta de Controle – Falta de Variação
X (observações)
CONTROL CHARTS
Carta de Controle - Tendência
X (observações)
48
CONTROL CHARTS
Carta de Controle – Alterações no Nível de Processo
X (observações)
CONTROL CHARTS
Carta de Controle - Ciclos
X (observações)
49
CONTROL CHARTS
Carta de Controle - Pontos Próximos ou Fora do Limite
X (observações)
ÍNDICE DE CAPACIDADE (Cp)
LSE = Limite Superior de Especificação
LIE = Limite Inferior de Especificação
PROCESSO
VERMELHO
• NECESSITA 100% DE INSPEÇÃO
• PROCESSO NÃO CAPAZ
• MELHORAR CAPACIDADE ESTATÍSTICA DO PROCESSO
p > 0,27%
PROCESSO
AMARELO
PROCESSO
VERDE
64 ppm < p 0,27%
• NÃO NECESSITA DE INSPEÇÃO
• NECESSITA ANÁLISE DE REDUÇÃO DE CUSTOS
p 64 ppm
50
Variação no Processo
• Que piloto você recomendaría?
• Por quê?
• Como você pensa que seus processos são realizados?
• Você recomendaria seu processo?
Análise do Processo
51
Objetivos
• A partir dos dados coletados nas etapas anteriores, estabelecer hipóteses sobre os principais candidatos a causas do problema;
• Testar as hipóteses sobre os principais candidatos a causas a fim de selecionar realmente as causas principais ( causas-raíz) do problema;
• Testar as hipóteses significa investigar se realmente existe uma relação entre as possíveis causas e os resultados e, caso se admita a existência da relação, verificar quão forte é o relacionamento, ou seja, que efeitos a possível causa provoca.”
PROVÁVEIS CAUSAS
52
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
Prioritária
PERGUNTA – Quais são as causas de nossa baixa produtividade?
Diagrama de Afinidades
|
Erro no relatório de abastecimento |
||||||||
abastecimento
Dados inconsistentes
Erro na atualização
do banco de dados
Ausência de
critérios na atualização
Ausência de
padronização
para atualização do
banco de dados
dimensionamento
de abastecimento
|
||||||||
Várias viagens
dos motoristas
Erro dos motoristas
durante o abastecimento
Ausência
de treinamento
Ausência de
sistemática padronizada
de planejamento
de logística
Alto índice de reprogramação Falta de motoristas
Motoristas doentes
Ambiente de
trabalho agressivo
Ausência de
sistemática de
prevenção de doenças
Ausência de veículos abastecedores Veículos quebrados
Ausência de escala
Ausência de sistemática
padronizada de
planejamento
de logística
|
||||||||
|
Pouca frota Ausência de planejamento e acompanhamento Erro no dimensionamento da frota |
Veículos e/ou motoristas sem documentação correta Ausência de sistemática de definição e inspeção da documentação (padronização) Ausência de critérios para definição e inspeção |
|||||||
|
dos documentos necessários dos veículos e dos motoristas |
||||||||
53
ITENS DE VERIFICAÇÃO
DIAGRAMA DE RELAÇÃO
54
55
CORRELAÇÃO
PODE HAVER
NÃO HÁ
POSITIVA
POSITIVA
CORRELAÇÃO
6
6
6
4
4
4
2
2
2
0
0
0
Fluxograma
PA CK A G IN G
COOK
BISCUITS
“Até que você desenhe seu fluxograma, você não conhece realmente o seu processo.”
Donald Wheeler
56
Ganhos do Fluxograma
• Pode ser aplicado a qualquer processo, desde o mais simples até o mais complexo.
• Facilita a leitura e o entendimento geral do processo.
• Mostra como os processos ocorrem na realidade.
• Localiza e corrige movimentos ilógicos, contatos desnecessários e a dispersão de recursos materiais e humanos.
• Possibilita mais flexibilidade para planejamento e análise das rotinas de trabalho, objetivando sua racionalização.
• Uniformiza o entendimento do método de trabalho pela organização.
57
DIAGRAMA DE AFINIDADES
(a) identifica a natureza de um problema e clareia um problema confuso;
(b) coleta a intuição de todos;
(c) organiza as idéias.
DIAGRAMA DE RELAÇÕES
|
(a) |
identifica a natureza de um problema e clareia um problema confuso; |
|
(b) |
dá uma seqüência lógica ao relacionamento causa-efeito e organiza |
as idéias;
(c) desdobra metas e medidas.
DIAGRAMA DE ÁRVORE
(a) desdobra metas e medidas;
(b) dá uma seqüência lógica ao relacionamento causa-efeito
e organiza as idéias.
DIAGRAMA DE MATRIZ
m (a)
o n (b)
p (c)
organiza metas e medidas;
prioriza metas e medidas;
permite a visualización.
DIAGRAMA DE SETAS
|
(a) |
organiza eventos seguros en ordem cronológica; |
|
(b) |
organiza en seqüência de tempo, Plano de Ación. |
DIAGRAMA DO PROCESSO DECISÓRIO (PDPC)
|
(a) |
organiza eventos incertos en ordem cronológica; |
|
(b) |
organiza en seqüência de tempo, Plano de Ação; |
|
(c) |
incorpora informaciones contingenciais para melhorar |
o plano.
UTILIZAÇÃO DAS TÉCNICAS ESTATÍSTICAS
1. EM TODO FENÔMENO HÁ DISPERSÃO.
2. OS DADOS QUE NÃO APRESENTAM UMA DISPERSÃO SÃO FALSOS.
3. SEM UMA ANÁLISE ESTATÍSTICA (DA QUALIDADE E DO PROCESSO) NÃO SE PODE OBTER UM CONTROLE EFETIVO.
4. CQ INICIA E TERMINA COM UMA CARTA DE CONTROLE.
5. SEM ESTRATIFICAÇÃO NÃO SE PODE CONDUZIR UMA ANÁLISE OU CONTROLE.
6. CERCA DE 95% DOS PROBLEMAS NUMA COMPANHIA PODEM SER SOLUCIONADOS ATRAVÉS DAS SETE FERRAMENTAS DO CQ.
7. OS MÉTODOS ESTATÍSTICOS DEVEM SER UM ELO DE CONHECIMENTO COMUM ENTRE TODOS OS ELEMENTOS INTEGRANTES DA EMPRESA.
(KAORU ISHIKAWA)
58
Árvore de Decisão
Valor
59
Plano de Ação
Objetivos
• Devem ser colocadas en prática ações tomadas para combater os efeitos indesejados ( ações corretivas) e ações tomadas para eliminar as reais causas do problema ( ações preventivas);
•
problemas (efeitos colaterais). Se isso ocorrer, é necessário adotar outras ações ou delinear medidas atenuantes para os efeitos colaterais;
Certificar-se de que as ações tomadas não produzem outros
Planejar um conjunto de diferentes propostas de ação examinando as vantagens e desvantagens de cada uma delas para selecionar aquelas com as quais os colaboradores envolvidos estiveram de acordo.
•
60
Plano de Ação
+ Quanto Custa?
Plano de ação para a mudança de visão funcional para visão processual
Meta= Objetivo + Valor + Prazo
61
Avaliação dos Resultados e Ações
“Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia”.
William Edwards Deming
Objetivos
•Comparar os dados do problema (resultados indesejáveis relativos ao tema) obtidos antes e depois da execução das ações de melhoria utilizando, sempre que possível, o mesmo instrumento para a comparação (tabelas, gráficos, diagramas);
• Procurar converter os ganhos com a eliminação do problema em valores monetários;
• Estabelecer uma rotina de acompanhamento para evitar quaisquer possibilidades de reincidência do problema
62
Aprendizado
63
Objetivos
•Os cinco W’s e um H : “who” (quem), “when” (quando), “where” (onde), “what” (o que), “why” (por que) e “how” (como) para a melhoria do trabalho devem ser claramente identificados e usados como o novo padrão/instrução de trabalho, mas agora acrescentamos também o segundo H “how wuch “:
(quanto custa);
• As preparações e comunicações necessárias para a operacionalização dos novos padrões devem ser corretamente executadas;
• A educação e o treinamento devem ser fornecidos;
• Um sistema de definição de responsabilidade deve ser estabelecido para verificar se os novos padrões estão sendo cumpridos;
• Refletir sobre as coisas que transcorreram bem ou mal durante as
atividades de análise e solução de problemas para daí extrair lições para
futuras aplicações da metodologia;
• Transferir as experiências e os conhecimentos adquiridos para áreas ou grupos com problemas semelhantes.
64
65
Novo Giro:
PDCA o SDCA
AS SETE FERRAMENTAS DA QUALIDADE
|
FERRAMENTAS BÁSICAS |
|||
|
NICON COMPANY |
ISHIKAWA |
ASQC |
|
|
(JAPÃO) |
(JAPÃO) |
(USA) |
|
|
1 |
DIAGRAMA DE PARETO |
DIAGRAMA DE PARETO |
Analice DE PARETO |
|
2 |
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO |
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO |
DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO |
|
3 |
HISTOGRAMA |
HISTOGRAMA |
HISTOGRAMA |
|
4 |
CARTAS DE CONTROLE |
GRÁFICOS E CARTAS DE CONTROLE (DE SHEWART) |
GRÁFICOS E CARTAS DE CONTROLE |
|
5 |
DIAGRAMAS DE |
DIAGRAMAS DE DISPERSÃO |
DIAGRAMAS DE |
|
DISPERSÃO |
DISPERSÃO |
||
|
6 |
GRÁFICOS DIVERSOS |
ESTRATIFICAÇÃO |
FLUXOGRAMAS |
|
7 |
FOLHAS DE |
PLANILHA DE VERIFICAÇÃO (CHECK SHEETS) |
FOLHAS DE VERIFICAÇÃO (TALLY SHEETS) |
|
VERIFICAÇÃO |
|||
66
Interação entre o PDCA e PNQ
67
O Sistema de Gestão Integrado
68
Condução da Mudança
Processo Criativo
MENTE HUMANA HEMISFÉRIOS
DIREITO (pensamento divergente)
Fonte: Roger Sperry
69
Esquema de solução de problemas
II
III
IV
|
Um enredo |
Busca de |
Seleção dos |
Busca de possíveis |
|
fatos |
fatos que definem o problema |
soluções |
VI
|
Vislumbra-se a |
Implementação |
|
solução viável |
da solução |
Brainstorming
– Orientador incentivará todos a expressar suas idéias livremente;
– Aproveite as idéias dos colegas;
– Não poderá haver julgamentos das idéias (mímicas, gestos e caretas);
– Todas as idéias deverão ser escritas;
– Prefira a quantidade à qualidade;
– Priorize as idéias com a participação do grupo.
– Agradeça a participação do grupo.
70
Fonte: Torok, 2000
Modelo dos quadrantes
Colaborador
Fonte: Ned Herrmann, www.mathpower.com/brain.htm
71
Estrutura e tamanho de grupos
• Redes de Comunicação (a) Roda, (b) Cadeia, (c) Y, (d) Círculo, y (e) Todos os canais.
Conversão do Conhecimento
Fonte: Nonaka e Takeushi
72
Fonte: “Creative Problem Solving and Engineering Design” Lumsdaine et al. McGraw Hill
1999
Fonte: “Creative Problem Solving and Engineering Design” Lumsdaine et al. McGraw Hill 1999
73
Conclusão
Reflexões
• As ferramentas e métodos por si só não resolvem problemas.
• Ajudam a economizar tempo e organizar os dados e a informação para a tomada de decisões adequada.
• O primeiro a conhecer, entender e aplicar os conhecimentos é a Alta Direção.
As ferramentas são um meio e não o fim da Qualidade.
74
Custo-Benefício
Qualidade
Qualidade
“A melhor maneira de prever o futuro, é criá-lo”. Peter Drucker
75
Bibliografia
Aguiar, Silvio – Integração das Ferramentas da Qualidade ao PDCA, 2002
Falconi, Vicente – PDCA, Método de Solução de Problemas, 2001
Fogler, H. Scott and Steve LeBlanc, Strategies for Creative Problem Solving, Prentice Hall PTR, Upper Saddle River, 1995.
Kepner, Charles and Benjamin Tregoe, The New Rational Manager, McGraw-Hill, New York, 1981.
Nonaka, Ikujiro & Takeuchi, Criação de Conhecimento na empresa, Editora Campus,
1999.
Plsek, Paul E., Creativity, Innovation and Quality, Milwaukee, Winsconsin, 1997
Takashina, N.T e Flores, M. C, Indicadores da qualidade e do desempenho - como
estabelecer metas e medir resultados, 1999
Woods, Donald, Problem Based Learning: How to Gain the Most from PBL, Griffin Printing, Hamilton, Ontario, 1994.
76
Molto più che documenti.
Scopri tutto ciò che Scribd ha da offrire, inclusi libri e audiolibri dei maggiori editori.
Annulla in qualsiasi momento.