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INSTITUTO LUTERANO DE ENSINO SUPERIOR DE ITUMBIARA –

ILES/ULBRA

OSVALDO CUNHA DE SOUZA

RESENHA: VOLUMETRIA DE PRECIPITAÇÃO

Itumbiara, 2018
Volumetria de precipitação. Disponível em:
<https://servicos.ulbra.br/conteudo/files/disciplinas/202726/biblioteca/1521077356248.
pdf> acessado em, abr 2018.

VOLUMETRIA DE PRECIPITAÇÃO

A volumetria de precipitação se baseia em reações com formação de compostos pouco


solúveis. As titulações de precipitação estão entre os métodos analíticos mais antigos,
mas são muito limitadas porque muitas reações de precipitação não obedecem a alguns
requerimentos básicos para o sucesso de uma titulação como estequiometria e/ou
velocidade da reação e visualização do ponto final.

A velocidade de formação de alguns precipitados, particularmente na titulação de


soluções diluídas, é comumente bastante baixa. À medida que se aproxima o ponto de
equivalência e o titulante é adicionado lentamente, não existe um alto grau de
supersaturação e a velocidade da precipitação pode se tornar muito pequena.

Muitos métodos volumétricos de precipitação empregam indicadores mais ou menos


específicos, isto é, apropriados para uma dada reação de precipitação. Há, no entanto,
uma classe especial de indicadores, os indicadores de adsorção, que encontram um
campo mais amplo de aplicação.

As titulações argentimétricas diretas fazem uso de solução padrão de nitrato de prata.

O reagente pode ser obtido como padrão primário e as suas soluções podem ser
preparadas a partir da pesagem direta. Tanto o nitrato de prata sólido como as suas
soluções aquosas devem ser cuidadosamente protegidos do contato com poeiras e
matérias orgânicas e da ação da luz solar direta; a redução química no primeiro caso é a
fotodecomposição, no segundo provocam a formação da prata metálica. A umidade
superficial do reagente pode ser eliminada mediante aquecimento, em estufa a 110 °C.
O sal quando aquecido a 150 °C durante uma hora retém alguns centésimos percentuais
de água. Os últimos traços de água podem ser eliminados mediante fusão a 190-200 °C,
durante 5 minutos e, então, o sal não mais absorve água, se conservado sob umidade
relativa de 50%; o sal é estável quando conservado sobre cloreto de cálcio.

Os indicadores usados nas titulações de precipitação são usualmente específicos, isto é,


reagem seletivamente com o titulante para formar uma substância colorida. Tanto o
analito, A, como o indicador, In, podem reagir com o titulante, T, assim, ambos podem
ser considerados como competidores.

Ao longo da história da ciência as pessoas que fazem descobertas importantes são


freqüentemente homenageadas tendo os seus nomes ligados às descobertas.

Método de Mohr – Formação de um precipitado colorido. Esse método foi desenvolvido


para a determinação de íons cloreto, brometo e iodeto usando como titulante uma
solução padrão de nitrato de prata e como indicador uma solução de cromato de
potássio.

Método de Volhard – Formação de um complexo colorido O método de Volhard


envolve a titulação do íon prata, em meio ácido, com uma solução padrão de tiocianato
e o íon Fe (III) como indicador, que produz uma coloração vermelha na solução com o
primeiro excesso de tiocianato

Método de Fajans – Uso de indicadores de adsorção Esse método usa os indicadores de


adsorção para sinalizar o ponto final da titulação. Na aplicação desses indicadores à
argentimetria é preciso considerar que a sensibilidade do haleto de prata à luz é
aumentada pelos corantes. Em vista disso, a titulação deve ser efetuada rapidamente e
sob luz difusa.