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Quimbanda Xambá

Mago Luberoth

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ÍNDICE

Introdução………………………………………………………………….4
História da Quimbanda Xambá…………………………………………6
Fundamentos da Quimbanda Xambá…………………………………..8
Independência do Culto………………...………………………………..8
Hierarquia da Quimbanda Xambá e
Interação entre Mestres e Adeptos……………………………………..10
Incorporação e Lei do Retorno………………………………………….15
Dias proibidos na Quimbanda Xambá………………………………...17
Obrigações da Quimbanda Xambá……………………………………..18
Velas, Bebidas e Guias da Quimbanda Xambá……………………….19
Bebidas utilizadas………………………………………………………...22
Uso de Guias na Quimbanda Xambá…………………………………..23
História das Entidades e Manutenção de Energias do Adepto……...25
Demandas Espirituais………..…………………………………………...27
Despacho de líquidos, frentes e limpeza de objetos…………………28
Coroa do adepto..………………………………………………………….29
Pontos riscados…………………………………………………………….31
Preceitos proibições da Quimbanda Xambá…………………………..32
Sacrifícios………………………………………………………………….34
Material necessário para firmar entidades
em imagem ou ponto em ferro………………………………………….38
Sacrifício Coletivo………………………………………………………..39
Pontos Cantados…………………………………………………………..41
Entidades principais e suas especialidades…………………………...42
Orientações sobre oferendas, frentes e despachos…………………...50
Despacho de Quartinhas………………………………………………...53
Despacho em Cruzeiro/Encruzilhada de Rua………………………...55
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Despacho na Mata/Praça/Campo Aberto………………………………55

Despachos no Cemitério…………………………………………………56
Obrigação dos Exús……………………………………………………….57
Ave do Chefe………………………………………………………………59
Acaçá………..…………………………………………………………..…..59
Pó Real……………………………………………………………………...60
Mieró………………………………………………………………………..61
Material e montagem do Chefe………………………………………….62
Material e montagem do Parceiro……………………………………….68
Zelador……………………………………………………………………...70
Mudança de local da firmação das entidades………………………….71
Faca de Axé…………………………………………………………………72
Decoração da Casa de Exú………………………………………………..72
Significado espiritual dos elementos da firmação……………………73
Resumo das Obrigações………………………………………………….75
Explicação sobre os Ocutás………………………………………………76
Montagem do nome segredo das entidades…………………………...78
Levantação da Obrigação………………………………………………...80
Iniciação á distância na Quimbanda Xambá…………………………..81
Manutenção Universal……………………………………………………83
Saudações e Cantigas da Quimbanda Xambá…………………………85
Frentes dos Exús e Pombagiras………………………………………….91
Ritos Fúnebres……………………………………………………………113
Passo a Passo em Obrigações…………………………………………...115
Ensinamentos adicionais………………………………………………..118
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Introdução

A busca por independência religiosa e mágica é o objetivo de muitas


pessoas.

Estando todos nós sujeitos a globalização que o mundo nos impõe, se


tornou imperativo que todas as pessoas pudessem procurar meios de
atingir os seus objetivos de forma mais prática, e que produzisse bons
resultados com o máximo de eficácia.

Não se trata aqui de incentivar “atalhos espirituais”, e menos ainda de


propagar maneiras fáceis de se adentrar no culto ancestral, afinal de contas,
auto-iniciação não existe na Quimbanda.

Buscar a independência, nunca vai representar facilidade; e sim uma


maneira de se propiciar ao futuro adepto, uma maneira de conseguir a sua
tão sonhada independência; dependendo de terceiros somente para coisas
óbvias, e não necessitando de “puxação de saco” ou ficar sujeito ao
“mistério das coisas simples”, que é tão frequente na religião afro-
brasileira, e um vício de conduta imposto pela maioria dos sacerdotes.

A Quimbanda Xambá, sendo uma quimbanda cruzada com magia, acaba


propiciando ao adepto maneiras válidas de ter a sua independência, e o
estudo desta apostila é indispensável para se cultuar os Espíritos de Exú e
Pombagira neste culto.

Os ensinamentos deste manual são para a prática de pessoas iniciadas na


Quimbanda Xambá, e não me responsabilizo pelo mau uso destes rituais e
preceitos.

Pessoas curiosas sobre este segmento, podem estudar e tirar suas dúvidas
sobre este material com Mago Luberoth.
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Este manual provavelmente será atualizado de tempos em tempos, porque
não há como abordar tudo o que precisa, com todos os detalhes.

Porém os conceitos principais estarão aqui, e qualquer detalhe será


incluído em nova versão deste manual, tão logo as dúvidas dos leitores
cheguem até mim, e eu venha a incluir as respostas aqui neste livro.

Chegou o momento de buscar a sua independência espiritual, livre do


Carma, Lei do Retorno, e Segmentos Maniqueístas.

Agradeço ao meu Pai Espiritual, Mago Barão do Fogo e ao seu Guardião


Exú Caveira.

Agradeço também a minha Avó Espiritual, Maga Bárbara, por fazer parte
da minha linhagem espiritual na Quimbanda Xambá.

Sem estas duas pessoas tão importantes, eu não estaria aqui.

E você leitor…

Chegou igualmente o momento de buscar responsabilidade nos seus atos,


calculando cada passo com cuidado e estratégia… ser dono de si mesmo é
maravilhoso, mas tem o seu preço.

Está disposto a pagar?

Boa Leitura!

Mago Luberoth

Mestre de Quimbanda Xambá


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História da Quimbanda
Xambá

A Quimbanda Xambá, sendo uma Quimbanda Cruzada com Magia,


foi fruto de um movimento de crescimento do culto a exú e
pombagira.

Dos anos 1930 até os anos 1970, aconteceram muitas mudanças no


Culto a Exú e Pombagira.

Desde a saída dos Exús do culto da Macumba Carioca, até suas


inclusões nos cultos Afro-Brasileiros em Geral, foi observado nestes
espíritos humanos uma grande capacidade mágica.

As escolas ocultistas então, passaram a utilizar estas entidades de


forma mais frequente, e com a ajuda de adeptos, conseguiram
“Cruzar” seus sistemas de Magia, com as práticas de Quimbanda
(Culto a Exú e Pombagira).

Uma das Escolas de Magia que fizeram isso, foi o sistema chamado:
Magia Universal.

A Magia Universal codificou a Quimbanda Xambá entre os anos 1950


e 1960.

Isso aconteceu através de 3 Magos e 1 Maga que saíram do Rio de


Janeiro, e encontraram um Quimbandeiro de Minas Gerais, o qual em

reuniões codificaram este culto.

Como naquela época, a exemplo de hoje, a procura por Quimbanda


estava em alta, tiveram essa ideia de codificar o culto de forma que a
Magia Universal pudesse Reger aquele segmento; mas ao mesmo
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tempo, dando a ele independência e não obrigando os adeptos a
pertencerem a Magia Universal para pratica - lo.

O Quimbandeiro que auxiliou a codificar a Quimbanda Xambá, era


também Babalorixá do Candomblé Nação Xambá.
Quando a codificação desta nova Quimbanda cruzada com Magia
ficou pronta, era necessário ter um nome.

Embora muitos a chamem de “Quimbanda de Magia” ou


“Quimbanda da Magia Universal”; na época foi pedido que o
babalorixá escolhesse o nome deste novo segmento.

Isso se deu em reconhecimento a tudo o que este sacerdote fez por


esta Quimbanda, e ele escolheu dar o nome de: Quimbanda Xambá.

Desta forma ele homenageou a sua Nação de Candomblé, que era


Nação Xambá.

Mas este nome tem caráter honorífico e nada mais.

A influência do primeiro codificador não para por aí, pois na


saudação inicial desta Quimbanda, se Saúda o Exú Celebogum.

Mas embora tenha o mesmo nome, este Exú não é o mesmo Orixá Exú
da Nação Xambá do Candomblé.

E sim o “Nome Segredo” do Exú deste Babalorixá, ao qual devido a


sua ligação com o Orixá de mesmo nome, batizou seu Exú com o
mesmo nome, utilizando as regras de montagem de nome segredo
dispostas na codificação.

É a este Exú que saudamos em qualquer ato da Quimbanda Xambá.

Existem algumas versões diferentes sobre o início deste segmento de


Quimbanda. Estou passando aquilo que aprendi, embora possam
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existir variações como por exemplo, na quantidade de Magos que
foram até Minas Gerais, em como esta Quimbanda se Desenvolveu
no Rio Grande do Sul, e dos motivos dela muitas vezes ter ficada
oculta por muito tempo, dentre outras tantas questões.

Infelizmente muitos detalhes importantes se perderam na história.

Tenho, é claro, teses próprias quanto a isso, mas não irei divulga-las
aqui, mas farei em outros materiais Escritos ou em Vídeos.

É importante o futuro adepto deste Culto, saber que este segmento


não é algo “Novo”, menos ainda é um segmento espiritual inventado
e criado uma história conto de fadas como muitos fazem, como se
fosse “Revelação” do plano espiritual.

É um sistema de Magia com Exús e Pombagiras, tendo como Alicerce


a Magia Universal, e feito para trazer independência a toda e
qualquer pessoa que esteja comprometida com suas práticas.

Fundamentos e Práticas da
Quimbanda Xambá

Independência de Culto

Muitos segmentos de Quimbanda, São Dependentes de outros cultos.


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Ou seja, não possuem autonomia para atuar em diversos setores,
sendo necessário que várias coisas estejam alinhadas para que os
Exús possam agir.

São diversas regras impostas por pessoas e entidades destes


segmentos, que acabam deixando os exús que respondem ali, com
uma atuação terrena limitada.

Independente da quantidade e direcionamento das vertentes de


Quimbanda; existem apenas dois Braços que englobam as Vertentes
de Quimbanda:

- A Dependente e a Independente.

A Quimbanda Xambá, é uma vertente independente.

Sendo assim, sem entrar em detalhes sobre estes conceitos, que são
abordados em livros e artigos escritos por mim, vamos nos focar
diretamente na Quimbanda Xambá, que é o foco deste material
escrito.

A Quimbanda Xambá não tem ligações, e não deve satisfações a


nenhum outro segmento religioso, a exús de outros segmentos
religiosos e outras vertentes de quimbanda, a orixás, a entidades de
umbanda, etc…

Jamais um Exú ou Pombagira da Quimbanda Xambá, vai se dobrar ou


obedecer a entidades de outros segmentos religiosos. Se isto
acontecer com alguém, seu Domínio de Quimbanda está
comprometido e a pessoa deve revisar seriamente tudo o que anda
praticando, pois em um local de práticas corretas, isso não acontece.

É óbvio porém, que existe sempre a necessidade da pessoa respeitar a


tudo e a todos, independente das crenças religiosas; para um bom
convívio social.
Mas obviamente ninguém é obrigado a levar desaforo pra casa.
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O adepto da Quimbanda Xambá pode pertencer a qualquer segmento
mágico e religioso, pois esta vertente de Quimbanda não exige
exclusividade de culto.

Mas isso não significa “carta branca” para se fazer o que bem
entender; uma vez que pode acontecer de um determinado culto
ofender a xambá, ou a xambá ofender outro culto.

Sendo assim, em vez de investir tempo e dinheiro em práticas


inviáveis, uma vez que adentrou na Quimbanda Xambá, pense muito
bem antes de investir em outras práticas.

Existe um entendimento “Teórico” de que o adepto da Quimbanda


Xambá, que possui a partir de 4 entidades em seu domínio, e
possuindo o Grau de Mestre nesta Quimbanda; tem poder
equivalente a Alguém que é Sacerdote de Umbanda, Orixás e
Quimbanda Dependente.

Mas isso é Teoria, uma vez que sabemos que na prática, toda e
qualquer suposta vantagem espiritual sobre algo ou alguém, depende
da boa e velha “Confluência de fatores”.

Hierarquia Da Quimbanda Xambá e


Interação entre Mestre e Adeptos

A Quimbanda Xambá tem como principal diferença em comparação a


outros segmentos, o fato de ser uma “Quimbanda Cruzada com
Magia”, e no caso dela, cruzada com a Magia Universal, sistema Mãe
da Xambá.

Sendo assim, muitas práticas feitas nesta vertente de quimbanda, são


diferentes de muitas coisas praticadas em outros segmentos, porém
são coisas feitas no decorrer do tempo, e testadas por décadas nesta
quimbanda.
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Na verdade o ideal é sempre não ficar buscando semelhanças e
comparações entre vertentes, por mais que várias vertentes sejam
“Quimbanda” (culto a exú e pombagira), o ideal é compreender que
existem coisas Generalistas e coisas Específicas… o Generalista
existem várias maneiras de aprender, e o específico aprendemos com
os Mestres, e com esta apostila, que visa levar um pouco de
Conhecimento Específico da Quimbanda Xambá.

Ao contrário de algumas Quimbandas, a Xambá é muito


independente neste sentido, não existindo Deuses ou outros Espíritos
Não-Nascidos exercendo comando e hierarquia na egrégora central ou
no domínio individual de cada adepto.

Existe porém, a possibilidade do Adepto ter uma Imagem


representativa devidamente consagrada, do Demônio Belzebuth. Que
cumpriria função de irradiação naquele domínio, mas isto é algo
opcional, uma vez que o “Chefe” de tudo, é o Exú/Pombagira de
Frente, sendo o responsável por qualquer interação espiritual
necessária, seja ela com quem for. Ele não tem intermediários dentro
da vertente da Quimbanda Xambá. Cada Domínio de Quimbanda
acaba sendo um império independente.

E por falar em Irradiação, existe maneiras de se fazer isso na


Quimbanda Xambá, onde o Demônio mais compatível com o
Exú/Pombagira em questão, poderá ser evocado através de um ritual
específico para passar mais energia a entidade do adepto.

Na Quimbanda Xambá a pessoa que lidera fisicamente o Domínio,


pode ser chamado de Vários nomes. Pai, Mãe, Mestre, Feitor, Mago…
conforme escolha da pessoa e sua posição dentro do culto.

Inclusive, é possível haver relações amorosas/sexuais entre Mestre e


Discípulos no segmento, desde que o mestre seja mestre deles apenas
no culto da Quimbanda Xambá.

Com exceções claras do caso do Mestre e dos Filhos/Discípulos


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também pertencer a Umbanda ou Candomblé, ou outro culto em que
exista este tipo de proibição, aí neste caso essa liberação da Xambá se
torna inválida pois um culto estaria agredindo o outro.

Os Adeptos/Filhos/Discípulos do Mestre, devem sempre render


homenagem a Entidade Chefe do seu Mestre.
Não importa quanto tempo passe, ou se você e seu mestre não se
falam mais; sempre que for fazer qualquer ato na Quimbanda Xambá,
quando saudar seus Exús, deve saudar a Entidade Chefe do seu
Mestre.

E sempre que estiver em algum local, e seu mestre estiver


incorporado, deve ir até lá sauda-lo, esteja você incorporado ou não.

Todos os Adeptos tem apenas 3 Entidades Principais: Exú/Pombagira


de Frente, o Parceiro(a) e o Zelador(a).

Somente o Casal recebe Firmação Principal (Assentamento). O


Zelador (a) e todos os demais que vierem a formar parte do Domínio
do adepto, serão Firmados em Imagem ou Ponto em Ferro.

Após conquistarem o Grau de Mestre, é possível consagrar novas


entidades auxiliares na Imagem ou Ponto em Ferro; porém nunca
formando casal com elas.

Casal somente o Casal de Frente.

Existem 4 Graus na Quimbanda Xambá:

Grau 1:

O Adepto tem suas entidades na imagem ou ponto em ferro, sem faca


de axé; e com ou sem oráculo.

Neste Caso, por não possuir a faca, ele não pode realizar sacrifícios,
nem consultas para terceiros*, somente feitiços e oferendas sem
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sacrifícios para si mesmo e suas entidades.

*Esta proibição quanto a consultas, vale apenas caso o adepto utilize


um oráculo vinculado a Quimbanda, ou seja, que tenha sido
consagrado junto com suas entidades.

Grau 2:
Nesta etapa o adepto Recebe Suas 3 Entidades, com casal no ocutá e
zelador no ponto em ferro.

Recebe também Oráculo e Axé de Faca.

Neste Grau ele pode realizar consultas e feitiços para si mesmo e para
terceiros.

Quando o adepto tenha o Casal no Ocutá e o Zelador no Ponto em


Ferro, Poderá também realizar rituais de Obrigação para si mesmo e
para terceiros que pertençam a Quimbanda Xambá e já possuam
representação física de entidades consagradas; não sendo possível, no
entanto, consagrar ferramentas novas, portanto estando proibido de
iniciar terceiros.

Porém em pessoas que são de outro segmento religioso, e desejam


adentrar na Xambá, e já possuam uma imagem ou ponto em ferro
previamente consagrados corretamente; o adepto Grau 2 pode realizar
o Sacrifício de Obrigação, incluindo o material que faltar para
caracterizar uma iniciação na Quimbanda Xambá.

Se houver materiais que não fazem parte da Xambá, estes materiais


deverão ser enterrados na mata, antes da obrigação.

Grau 3:
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Neste Grau, o adepto conclui os Requisitos para se tornar mestre,
através de um Ritual de Irradiação, feito por ele mesmo.

É uma elevação de grau feita acima de tudo para os Exus do Adepto.

É obrigatório para ter permissão de fazer a irradiação, ter a Firmação


do casal completa no Ocutá, e o Zelador no Ponto em Ferro com
Quartinha.

Grau 4:

Este é o Grau em que o Adepto é elevado a Mestre de Quimbanda.

A Partir deste ponto, ele além de ter todos os direitos dos graus
anteriores, tem a permissão final de consagrar ferramentas novas, dar
vida a novas entidades, iniciar pessoas.

Este Grau é conquistado através do Recebimento da Faca de Egun,


que é o último axé da Quimbanda Xambá.

Somente Mestres podem consagrar esta faca para terceiros, elevando-


os ao Grau de Mestre, caso tenham cumprido os Requisitos
Anteriores.

Muitos optam por Iniciar direto no Grau 2, justamente para não


precisarem ter que refazer suas Firmações do Casal, quando
desejarem ser elevadas de grau.

Após serem montadas, as entidades necessitam ficar o tempo mínimo


de 14 dias de “Resguardo”.

Neste Período, somente Velas e Bebidas e Frentes.

Nada de Sacrifícios, Obrigações ou Feitiços.


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O Tempo Mínimo para se fazer uma irradiação, é de 21 dias.

O Tempo Mínimo para ser Elevado a Mestre, é 2 Meses.

Na Quimbanda Xambá, com exceção do Tempo Mínimo, é o Adepto


que decide quando está pronto para ser Elevado.

Obviamente que o Mestre pode recusar a Elevação, por razões


espirituais ou pessoais.

Nenhum Mestre é obrigado a Iniciar ou elevar pessoas.

Incorporação e Lei do Retorno

Por se tratar de uma Quimbanda Cruzada com Magia, a Quimbanda


Xambá não impõe a nenhum adepto a prática da incorporação.

Claro que isso não significa que a pessoa terá contato zero com as
entidades, afinal de contas sempre é aconselhado um Oráculo de
Quimbanda para uma prática espiritual saudável.

Mas se tratando de incorporação, este ato é totalmente opcional de


cada um, e incorporar não deixará um adepto melhor ou mais
qualificado do que outro de mesma graduação.

No caso de quem não pode frequentar uma Casa de Quimbanda


Xambá; é recomendável que encontre um cambono(ajudante), e você
passe a fazer os toques em casa mesmo, com a ajuda dele, para
desenvolver sua mediunidade.

Com sua mediunidade plenamente desenvolvida, poderá realizar


diversos atos incorporado. Inclusive feitiços e obrigações.
Mas vale lembrar aqui, que a incorporação é de responsabilidade do
adepto; portanto quaisquer atos errados cometidos pela entidade, é de
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responsabilidade do médium.

Não adianta pegar atalho na incorporação, e não adianta idolatrar


incorporação… tem que estudar e saber o que está fazendo. Se você
sabe o que fazer 'de cara limpa'; a entidade saberá o que fazer,
quando estiver incorporada.

Existem também práticas que podem ser feitas na Quimbanda


Xambá, para melhorar a incorporação através de Rituais, os quais
você pode obter mais conhecimento com seu mestre.

Sobre a famosa “Lei do Retorno”, muito comum em diversos


segmentos religiosos, esta lei não se aplica a Quimbanda Xambá,
devido este segmento ser cruzado com Magia, temos outras leis
espirituais Regendo esta vertente de Quimbanda.

E por esta causa, esta Quimbanda é Independente.

Mas cabe aqui algumas observações:

1) Retorno Magnético:

Seria o famoso retorno onde se respinga fluídos negativos vindos de


um ritual mal executado, sentimento de culpa ou falta de limpezas
espirituais de tempos em tempos que o adepto deixa de fazer.

2) Retorno Inteligente:

Se você mexe com alguém tão forte ou mais forte que você, esta
pessoa não está desamparada, e pode acontecer dela conseguir
alguma vantagem durante uma demanda espiritual, caso ela seja mais
competente e insistente.

Mas isso não é matemática ou ciência exata, depende da confluência


de fatores e não dá pra saber como as coisas irão funcionar no seu
caso. O certo é que deve-se planejar bem antes de executar seus atos
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mágicos.

A principal proteção quanto ao “Retorno” que a Quimbanda Xambá


proporciona, é quanto ao retorno “Cármico” que é imposto por várias
Egrégoras Maniqueístas, o famoso “aqui se faz, aqui se paga; ou.. vai
pagar em outra vida, etc” e tantos fardos semelhantes que as pessoas
carregam, por comungarem com estas energias e estarem inseridas em
um sentimento de culpa interno.

Dias Proibidos na Quimbanda Xambá

Existem muitos segmentos religiosos com sincretismo de datas no


calendário, que acabam vinculados ás suas datas religiosas.

Na Quimbanda Xambá nós não obedecemos sincretismo espiritual


com datas de calendário de outras vertentes; porém temos sim os
“Dias Proibidos”, que são Eles:

* Primeiro e último dia do ano


* Primeiro Domingo de cada mês
* Altos da Lua Minguante

Nestes dias, Absolutamente Nada é feito na Quimbanda Xambá.

O Que seriam os “Altos da Lua Minguante”?

Pois bem… a lua minguante é marcada no calendário, ela tem dia de


começar e dia de terminar.

Estamos cientes que um “Dia” começa as 00hs e termina ás 23:59hs,


correto?

Sabemos também que os Dias de Lua minguante, no calendário,


duram 7 ou 8 dias. Correto?

Sendo assim, como fazer para definir os “Altos da Lua Minguante”?


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O primeiro passo é pegar o calendário, e identificar no Mês em
questão, quando começa e quando termina a Lua Minguante.

Então suponhamos que a Lua Minguante começa no dia 16 e termina


no dia 22.

Neste caso, temos 7 dias de Lua Minguante.

Como definir os dias proibidos?

Você simplesmente vai “riscar” o primeiro dia da lua minguante,


depois risca o último; depois risca o segundo, depois risca o
penúltimo, e assim sucessivamente.

Como a Lua Minguante tem somente 7 dias, que é um número


ímpar… no meio da lua minguante vai sobrar um dia, que neste
exemplo dado, o Dia Proibido será o Dia 19.

Quando a Lua Minguante durar 8 Dias, você fará a mesma contagem,


porém como 8 é um número par, serão 2 dias Proibidos.

Então não tem erro… Lua Minguante de 7 dias = 1 Dia Proibido.

Lua Minguante de 8 Dias = 2 Dias Proibidos.

Obrigações da Quimbanda Xambá

A palavra “Obrigação” dentro do contexto da Quimbanda Xambá, se


refere a todos os atos de manutenção de energias das entidades, e do
Domínio perante a Egrégora.

Existem 2 tipos de Obrigações:

- A Obrigação para manutenção de forças das Entidades, e a


Obrigação para manutenção de forças do Domínio perante a
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Egrégora, que é chamada de: Manutenção Universal.

Na obrigação das entidades, é realizado sacrifício em cima das


representações físicas das entidades, enquanto na manutenção
universal são gravados símbolos nas paredes do quarto dos exús, e
passado uma mistura na representação física das entidades.

A Obrigação das entidades pode ser feita no mínimo 1 a 2 vezes por


ano e no máximo a cada 2 meses; enquanto a Manutenção Universal
deve ser feita no mínimo 2 vezes por ano.

Velas, Bebidas e Guias na Quimbanda Xambá

Na Quimbanda Xambá utilizamos Velas de Sebo Animal, Velas de Cera de


Carnaúba, Velas de Cera de Soja e Vela de Cera de Palma.

Em Feitiços relacionados a Amor/União/Sexo, podemos utilizar velas de


Cera de Abelha.

Isto não significa que velas de Parafina são proibidas.

Sabemos que é quase impossível comprar em Lojas, velas que sejam dos
materiais citados acima; somente encontramos com facilidade, velas que
sejam de parafina.

Sendo assim, na impossibilidade de utilizar velas de outros materiais, pode


usar velas de parafina.

Mas cabe aqui alguns comentários:

A Quimbanda Cruzada com Magia, tem raízes antigas, no tempo em que


não eram populares as velas de Parafina, derivadas do petróleo.

Quando utilizamos velas que não são de parafina, dos materiais já citados,
estamos dando uma força a mais, em qualquer chamada ou ritual que esteja
sendo realizada, e estamos mais próximos da tradição.
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Isso acaba sendo um fator importante, uma força a mais em demandas e
pedidos, manutenções de energia, e diversas outras situações.

Felizmente, existem alguns métodos que podem ser empregados com as


velas de Sebo ou de outros materiais vegetais.

Existem lojas e vendedores que vendem a Massa pronta para fabricação de


velas de sebo ou vegetal, e o adepto pode providenciar fôrmas ou moldes
para fabricação, e as panelas para derretimento da massa em banho maria, e
providenciar pavios adequados também.

No caso de quem não tiver moldes para a fabricação, pode utilizar copos de
50ml, daqueles usados para servir doses de cachaça.
Estes copos podem acabar servindo como o equivalente a uma vela palito.

Para fabricação de velas equivalentes a 7 dias, o adepto precisa fazer alguns


testes até encontrar um modelo ideal de fabricação e testar a queima das
mesmas.

Em minha experiência, tenho visto uma certa dificuldade de velas de sebo


queimarem bem, igual uma de parafina de 7 dias.

Em geral elas podem falhar ou durar muito menos que o necessário.

Mas, mesmo assim, tudo depende da capacidade do adepto de fazer testes e


buscar a melhor maneira de fabricar estas Velas.

As velas de Parafina de 7 Dias, podem ser utilizadas junto com 3 velas de


sebo ou vegetal palito. Então, acende-se a vela de 7 dias, e “cruza a luz”
com 3 velas de sebo ao redor em forma de triângulo. Apenas tome cuidado
para não deixar as velas palito muito próximas da vela de 7 dias de
parafina, pois isso pode acabar derretendo a vela de parafina com o calor.

Lembre-se bem de colocar a vela sempre dentro de algum recipiente, pode


ser até uma tigelinha de sobremesa, mas isso ajuda a evitar fogo e incêndio.

Por falar em Incêndio, recomendo ter sempre próximo a porta do quarto


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dos exús, um mini extintor, destes usados em automóveis; ou uma garrafa
pet de litros com um furo na tampa, cheia de água, para ser usada em
emergência.

Em caso de uso de velas de 21 dias em diante, coloque as velas palito pra


cruzar a luz equivalente aos dias correspondentes da vela de parafina;
sendo assim, se é de 21 dias, precisará de 9 velas ao redor para cruzar a luz.

Isso vale tanto em feitiços como em obrigações.

Para as entidades, deve-se acender no mínimo uma vela de 7 dias a cada 15


dias para a coroa do adepto, ou seja, as 3 entidades principais.
Isto é obrigatório.

Se for proceder desta forma, acendendo vela de 7 dias Quinzenalmente;


Saiba que as Entidades da Quimbanda Xambá Não Ficam no Escuro!
Portanto, ou deixa a Luz do local acesa de forma permanente, ou acende
vela semanalmente para a coroa ou para cada entidade, seja ela da coroa ou
não.

Outra opção é utilizar alguma espécie de luz mais fraca e indireta. Pode ser
uma pequena luminária usb ligada na tomada.

Se você preferir, pode acender uma vela de 7 dias para cada entidade da
coroa, no caso se for proceder desta forma semanalmente, utilize velas nas
cores da entidade, partindo das cores principais da entidade, e utilize o
cruzamento de luz.

Para exemplificar as cores principais da entidade, vamos citar um exemplo:

- Suponhamos que as Cores principais da Entidade sejam: Vermelho, Preto


e Branco…
O Vermelho é a cor Principal, o Preto a Segunda Cor, e o Branco a Terceira
cor.
Se eu for comprar uma vela de 7 dias para a entidade, dificilmente
encontrarei uma vela que possua as 3 cores da entidade. Em Geral será
vermelha e preta.