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CARTA

INTERNACIONAL
DAS EJNS

REVISADA EM JULHO DE 2006


CARTA INTERNACIONAL DAS EJNS

SUMÁRIO

1. SEGUIR CRISTO ..............................................................................................................................3

1.1. VOCAÇÃO CRISTÃ........................................................................................................................3


1.1.1. Como conhecer Cristo?.......................................................................................................3
1.2. EQUIPES DE JOVENS DE NOSSA SENHORA..................................................................................3
1.2.1. Equipes ...............................................................................................................................3
1.2.2. De Jovens............................................................................................................................4
1.2.3. De Nossa Senhora...............................................................................................................4

2. A EQUIPE .......................................................................................................................................5

2.1. A EQUIPE, UMA COMUNIDADE...................................................................................................5


2.2. A EQUIPE, UMA COMUNIDADE CRISTÃ SOB O OLHAR DE MARIA ..............................................5
2.3. A EQUIPE UM LUGAR DE CRESCIMENTO E PARTILHA.................................................................5
2.4. O PAPEL DO RESPONSÁVEL DA EQUIPE ......................................................................................6
2.5. O PAPEL DO CONSELHEIRO ESPIRITUAL......................................................................................6
2.6. O PAPEL DO CASAL......................................................................................................................6

3. A VIDA EM EQUIPE ........................................................................................................................7

3.1. A REUNIÃO ..................................................................................................................................7


3.1.1. Oração................................................................................................................................7
3.1.2. Partilha ...............................................................................................................................7
3.1.3. Estudo do Tema..................................................................................................................7
3.1.4. Pontos de Esforço ...............................................................................................................8
3.2. ABERTURA AO MUNDO, COMPROMISSO ...................................................................................8

4. O MOVIMENTO DAS EJNS..............................................................................................................9

4.1. EQUIPES RESPONSÁVEIS .............................................................................................................9


4.2. A RIQUEZA DE UM MOVIMENTO INTERNACIONAL ..................................................................10
4.3. OS ENCONTROS.........................................................................................................................10
4.4. ENS E EJNS .................................................................................................................................10

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CARTA INTERNACIONAL DAS EJNS

1. SEGUIR CRISTO

1.1. VOCAÇÃO CRISTÃ

Cristo diz: "Vem e Segue-me". Depois da ressurreição acrescenta: "sereis minhas


testemunhas". Para sermos testemunhas de Cristo, é preciso, em primeiro lugar, segui-Lo. É
preciso aprender a reconhecê-Lo, tê-Lo como Mestre, penetrar todo o Seu mistério. É uma
tarefa fundamental que nos compromete por inteiro. Realizar-se pessoalmente e em Igreja.

1.1.1. Como conhecer Cristo?

EM NÍVEL PESSOAL

"Encontramos a vontade de Deus fazendo-a" (Benoit-Joseph Labre). A vida de discípulo de


Jesus não pode ignorar os momentos em que Ele vem ao nosso encontro na Palavra, na oração
e nos outros.

• Sabendo parar, escutar Sua palavra, senti-la e deixar-se aperfeiçoar por ela.
• Falando-lhe muitas vezes, rezando com Ele ao Pai, sozinho e em comunidade. "Sempre
que dois ou três estiverem reunidos em Meu nome, Eu estarei no meio deles".
• Deixando-O entrar no nosso coração pelos sacramentos, especialmente, a Eucaristia e
a Reconciliação.
• Comprometendo a vida na reconstrução do Reino de Deus: "O próprio Cristo nos
ensina pelo seu Espírito aquilo que temos que fazer, como nos comportamos, como e em que
nos comprometemos, como entrar em diálogo com o mundo contemporâneo" (João Paulo II).

EM IGREJA

Cristo rodeou-se de um grupo de apóstolos. Os primeiros cristãos reuniam-se em comunidade


à sua volta. É pela Igreja que conhecemos Cristo, que recebemos a sua palavra, que
contatamos com Ele através dos sacramentos. É como membros da Igreja que temos que
seguir Cristo. Ela nos mostra Deus presente no mundo e ajuda-nos a testemunhá-Lo.

A história mostra que a resposta ao apelo de Cristo pode ser vivida de muitas maneiras, de
acordo com o grau de espiritualidade de cada um.

É objetivo das EJNS propor a jovens de sensibilidade muito diferente, a viverem a sua fé,
enquadrados por um estatuto comum - a CARTA INTERNACIONAL.

É o próprio nome do movimento que define sua especificidade.

1.2. EQUIPES DE JOVENS DE NOSSA SENHORA

1.2.1. Equipes

Recebemos os meios para seguir Cristo pertencendo às várias comunidades da Igreja:


paróquia, grupos profissionais, movimentos... Tendo como exemplo o grupo de apóstolos, as
EJNS escolheram a Equipe como meio privilegiado de viver em Igreja, seguir Cristo e ser Sua
testemunha.

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1.2.2. De Jovens

Os membros de uma Equipe podem ser muito diferentes na sua experiência humana e
espiritual, no seu nível de fé, na sua cultura, modo de vida e atividades. A sua idade
corresponde a um momento da vida em que há decisões importantes e novos rumos a tomar.
Eles querem aprofundar a sua fé, viver o Evangelho a cada dia e conhecer os meios para
discernir com a luz do Espírito Santo cada passo das suas vidas: estudo, profissão, situação de
vida.

1.2.3. De Nossa Senhora

Nossa Senhora é o nome que trazemos por herança nas nossas Equipes. Com ele recebemos a
vontade de querer cada vez mais dar a Maria o lugar que é seu no mistério de Cristo.

As EJNS puseram-se sob a proteção de Maria, Mãe de Deus, exprimindo com a mesma
confiança, o desejo de amar cada vez melhor e a certeza de receber pela sua mediação uma fé
mais profunda, uma entrega mais sincera à luz do Espírito Santo e um amor mais fiel à Igreja.

A vida de Equipe desenvolve valores humanos de que Maria é o modelo: amor,


disponibilidade, paciência, confiança, fé, ajuda mútua e perseverança.

Como o Sim de Maria deu sentido à história da humanidade, o nosso sim também se torna
participação ativa na Obra da Salvação.

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2. A EQUIPE

2.1. A EQUIPE, UMA COMUNIDADE

Formada por oito a doze jovens entre os 16 e os 30 anos (Cabe ao Responsável Nacional de
cada país fixar os limites que permitam garantir a homogeneidade do grupo. Devem ser
tomadas em consideração as características próprias de cada país.), uma Equipe de Jovens de
Nossa Senhora forma uma pequena comunidade na qual cada um se compromete a partilhar
com os outros o seu crescimento espiritual. A partilha em Equipe de todos os momentos da
vida ajudará cada membro a viver plenamente a sua vocação de homem e a alcançar a
liberdade do filho de Deus.

A entre-ajuda dentro da Equipe é vivida pelo esforço de cada um em acolher e escutar o outro
no desejo de conhecê-lo melhor. Da abertura aos outros e da aceitação das diferenças
legítimas poderá nascer a confiança mútua e uma amizade mais autêntica.

Cada um deve trazer os seus dons para a vida de Equipe e sentir-se sempre responsável pelo
seu crescimento. "Amar alguém é reconhecer o seu dom, ajudar a vivê-lo e a aprofundá-lo.
Uma comunidade existe quando cada um exerce plenamente o seu dom" (Jean Varnier).

2.2. A EQUIPE, UMA COMUNIDADE CRISTÃ SOB O OLHAR DE MARIA

Uma EJNS não é simplesmente um grupo de amigos, mas uma verdadeira célula da Igreja que
se reúne em nome de Cristo para conhecer e aprender a partilhar o Seu amor.

Seguindo sempre o seu próprio caminho de encontro pessoal com Cristo, cada um tenta
compreender e viver melhor a sua fé.

Os membros da equipe reúnem-se:

• Porque experimentaram a dificuldade de viver sozinho a sua fé e os compromissos que


ela implica.
• Porque estão conscientes de que sua fé pode crescer e fortalecer-se no contato com os
outros, que procuram também um encontro pessoal com o Senhor e estão, por isso, prontos a
acolher o seu testemunho e a sua ajuda.
• Porque têm consciência da sua missão apostólica e do rumo que essa missão lhes
aponta.

Cristo quis ficar presente no mundo em comunidades visíveis, testemunhas do Seu amor. A
Equipe, célula da Igreja, é acompanhada sempre que possível por um Conselheiro Espiritual
e/ou um Casal.

2.3. A EQUIPE UM LUGAR DE CRESCIMENTO E PARTILHA

A equipe é uma comunidade aberta a todos os jovens que procuram qualidade na sua vida
Cristã. A Equipe não é um objetivo em si, mas um meio de crescimento para cada um dos seus
membros.

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Os membros de uma Equipe podem ser diferentes entre si pela educação ou formação. Serão,
com certeza, diferentes no seu crescimento espiritual, personalidade e dons. Essa diversidade
é a grande riqueza de uma Equipe. É missão pessoal de cada um acolher as qualidades e
defeitos do outro para o ajudá-lo a progredir numa vida de homem à imagem de Cristo.

Esta entre-ajuda é a base da vida da Equipe. Para isso é preciso que cada um se considere
responsável pelo crescimento dos outros e aceite partilhar sua vida com as suas qualidades e
seus limites.

Confiar aos outros com simplicidade a sua vida de fé enriquece e ajuda o crescimento da
Equipe.

2.4. O PAPEL DO RESPONSÁVEL DA EQUIPE

Nas EJNS todas as responsabilidades são asseguradas pelos jovens. O Responsável da Equipe é
um dos membros que, por um ano, se dispõe a servir a sua Equipe e ao Movimento.

Em ligação com o seu Setor e com ajuda do Casal e/ou Conselheiro Espiritual, ele deve manter
a sua Equipe fiel ao espírito e aos meios das EJNS.

O Responsável da Equipe está atento a cada um dos membros da sua Equipe para ajudá-lo
pessoalmente a progredir. Esta ajuda passa, inevitavelmente, por um compromisso de oração
mais intenso e mais profundo.

2.5. O PAPEL DO CONSELHEIRO ESPIRITUAL

O Conselheiro Espiritual é para a Equipe um testemunho de vida consagrada. Ele fortalece na


Equipe a certeza da presença de Cristo Ressuscitado e da sua missão na Igreja. O Conselheiro
Espiritual acompanha a Equipe no seu crescimento espiritual sem deixar que ela perca o
sentido da responsabilidade pela sua própria evolução.

Pela sua presença atenta, ele favorece a partilha de vida e leva a Equipe a abordar os assuntos
numa perspectiva mais espiritual, ajudando, assim, cada membro a aprofundar a sua vida de fé
e o seu conhecimento de Deus.

O Conselheiro Espiritual apoia e guia a sua Equipe para que ela cresça sempre na oração
individual e comunitária.

2.6. O PAPEL DO CASAL

A experiência de um casal cristão que acompanha a Equipe traz aos seus membros uma
riqueza complementar àquele que caracteriza a presença dos pais. O Casal dá testemunho de
sua vida espiritual, partilhada e vivida em conjunto e das graças recebidas pelo Sacramento do
Matrimônio. Traz à Equipe a experiência de um enriquecimento mútuo na oração e de um
compromisso de leigos no mundo. Pela sua confiança e doação recíproca, o Casal é o sinal da
fidelidade vivida com Deus, num momento em que tantos jovens hesitam em tomar um
compromisso duradouro.

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3. A VIDA EM EQUIPE

Da vida de uma Equipe, fazem parte as reuniões - em que é essencial a presença de todos – e
encontros mais informais que ajudam a criar um clima de amizade e confiança.

Uma Equipe começa com a Pilotagem. É um tempo em que, com a ajuda de membros das
EJNS, os novos elementos fazem a aprendizagem da Vida em Equipe e das características do
Movimento.

3.1. A REUNIÃO

A Reunião tem 4 tempos principais: Oração, Partilha, Estudo do Tema e Ponto de Esforço. Urna
refeição simples, com a presença de todos, pode aproximar as pessoas e ajudar a criar um bom
ambiente.

3.1.1. Oração

A Oração é a união a Cristo presente junto daqueles que se reúnem em Seu nome. A Oração
conduz os membros da Equipe a um encontro Pessoal com Cristo, essencial para melhor O
conhecerem e com Ele, em Equipe, se tornarem verdadeiros Filhos de Deus.

A Oração em Equipe é um esforço de comunhão da Equipe e a manifestação da sua união com


a Igreja. Tem a sua fonte na meditação da Palavra de Deus. É uma Oração comum, feita por
cada um dos membros da Equipe, onde cada um partilha as suas intenções e todos juntos se
dirigem a Deus.

3.1.2. Partilha

É um momento essencial, em que, na presença de Deus e numa atitude de confiança, cada um


tenta fazer um balanço dos acontecimentos mais significativos da sua vida pessoal:
dificuldades e esforços, alegrias e esperanças em todos os planos (familiar, espiritual, estudos,
trabalho, tempo livre, projetos e compromissos). É indispensável a discrição.

A Partilha não deve ser nunca vivida como um momento de confissões indiscretas ou
julgamentos alheios. Pelo contrário, é um instrumento fundamental na avaliação lúcida do
crescimento espiritual próprio: um tempo privilegiado para aprofundar o conhecimento
mútuo, pela abertura aos outros e pela oferta da experiência pessoal e de um apoio sincero ao
caminho comum de conversão.

É, ainda, o momento em que a Equipe põe em comum o impacto dos Pontos de Esforço
escolhidos para o dia-a-dia.

3.1.3. Estudo do Tema

O Estudo e a discussão de um Tema são importantes para conseguir uma fé adulta e afirmar
uma identidade cristã.

O Tema é escolhido pela Equipe e apoia-se num acontecimento vivido ou num documento de
referência: escrituras, encíclicas ou documentos da Igreja - temas propostos pelo Movimento.

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A preparação antecipada, de preferência por escrito, é fundamental para que a reflexão e


discussão sejam verdadeiramente enriquecedoras.

3.1.4. Pontos de Esforço

Fazer parte de uma Equipe é assumir o compromisso não apenas de participar da reunião,
mas, sobretudo, de procurar uma coerência das palavras e ações da vida quotidiana com a fé
cristã.

Entre as reuniões, deve ser mantida uma continuidade de oração, partilha, reflexão e
crescimento espiritual. Sabendo que para transformar o mundo, é preciso primeiro ser
transformado pelo Espírito e que é sempre mais eficaz escolher um objetivo preciso do que
decidir ser melhor daí em diante, o Movimento propõe a cada Equipe a escolha do Ponto de
Esforço.

Abandonando-se à graça de Deus, cada um compromete-se consigo e com a Equipe a fazer o


Ponto de Esforço escolhido e a partilhá-lo com todos. Longe de ser uma forma de julgamento,
este balanço é antes um encorajamento mútuo ao crescimento espiritual.

Os Pontos de Esforço podem ser pessoais ou comuns a toda a Equipe, podem ser conhecidos
por todos ou não: o essencial é escolhê-los.

O Ponto de Esforço comum a todos é a oração quotidiana (de preferência após a leitura da
Palavra de Deus).

3.2. ABERTURA AO MUNDO, COMPROMISSO

As EJNS formam um movimento de espiritualidade onde todos podem crescer na fé e refletir


sobre os seus compromissos de cristãos. Comprometer-se não é uma tarefa que se adie para
depois que seu tempo de equipe se acabe.

Consciente da sua missão a uma comunidade mais vasta que é a Igreja Católica e da sua
abertura ao mundo, o Movimento das EJNS lembra a cada um de seus membros a importância
de pôr os seus dons à disposição dos outros, comprometendo-se pessoalmente no apostolado
ou em qualquer serviço da Igreja e do mundo.

Com o acordo de todos, a Equipe pode ter um mesmo compromisso comum. Estes
compromissos garantem, de alguma maneira, a perenidade da Equipe e são um sinal da
autenticidade do crescimento de cada um.

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4. O MOVIMENTO DAS EJNS

O Movimento das EJNS é um movimento de jovens, inteiramente conduzido pelos seus


membros.

A vida do Movimento depende da participação ativa dos seus membros, individualmente e em


Equipe, aceitando responsabilidades e participando na sua expansão.

Todos os jovens participam dos encargos materiais da vida e do desenvolvimento do


Movimento através de uma contribuição anual ou mensal. Esta é um sinal concreto da
seriedade do compromisso e sua articulação compete a cada equipe de animação nacional.

4.1. EQUIPES RESPONSÁVEIS

Cada Equipe tem sua vida própria. Não está, no entanto, isolada. O conjunto de todas as
Equipes referidas à presente Carta Internacional constitui uma comunidade de Igreja mais
vasta: o Movimento das EJNS.

A certeza de que outros jovens vivem no mundo uma experiência e um caminho que têm
como referência esta mesma Carta Internacional é para nós um apoio. A diversidade de
experiências destas Equipes enriquece o Movimento.

O fato de existirem Equipes em tantos lugares diferentes dá uma nova amplitude à proposta
do Movimento e permite meios melhorados de formação e organização.

Por ser mais fácil, a vida do Movimento começa em nível de uma cidade ou de uma região, e
atua sob a orientação de uma Equipe Responsável ajudada por um Conselheiro Espiritual e por
um Casal Acompanhador.

• A formação de Equipes e seu acompanhamento.


• Ligação entre Equipes.
• Os meios de aprofundamento espiritual (Retiros, Eucaristias, Encontros regionais,
Jornal...).
• A ajuda eventual a outras regiões.
• O relacionamento com a Igreja local (compromisso na paróquia, participação na
Pastoral da Juventude da Diocese, encontro com outros Movimentos.).

A existência de várias regiões num país justifica a formação de uma Equipe de Animação
Nacional que, ajudada por um Conselheiro Espiritual e um Casal Acompanhador, assegura a
coordenação das várias regiões e propõe os meios necessários à vida do Movimento:
organização do Encontro Nacional, fins de semana de formação, redação do jornal (boletim),
elaboração dos cadernos de Temas.

A Equipe de Animação Internacional (EAI) é constituída pelos Responsáveis Nacionais de cada


país (ou pelos seus representantes), pelo Responsável Internacional, por um Padre
Acompanhador e um Casal Acompanhador. Cabe a esta Equipe zelar pela fidelidade ao espírito
do Movimento e tomar decisões que dizem respeito à espiritualidade e à vida do Movimento.

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O Secretariado Internacional, atualmente com sede em Portugal, tem como missão manter o
contato com os diferentes países, apoiar de forma especial aqueles que tiverem mais
necessidade, fomentar o desenvolvimento do Movimento em novos países e preparar as
decisões a serem tomadas pela EAI.

A elaboração dos documentos de referência do Movimento no plano Internacional e a


preparação do Encontro Internacional são dois pontos importantes do seu trabalho.

Fazem parte do SI: o Responsável Internacional, o Padre Acompanhador e o Casal


Acompanhador da EAI.

4.2. A RIQUEZA DE UM MOVIMENTO INTERNACIONAL

A universalidade de nosso Movimento justifica-se pela nossa consciência plena de pertencer


ao Corpo Místico de Cristo: a Igreja na sua dimensão UNIVERSAL.

"Assim como o corpo é um só e tem muitas partes e todas elas, apesar de muitas, se tornam
um só corpo, assim acontece também com Cristo".

Através de uma mesma Carta Internacional, numa mesma procura, pois os frutos são
diferentes conforme a realidade de cada país, mas é o mesmo Cristo que se revela a todos.
Esta universalidade convida-nos a descobrir a nossa própria identidade com o objetivo de um
enriquecimento mútuo e de uma comunhão mais perfeita.

4.3. OS ENCONTROS

Os Encontros Nacionais e Internacionais têm sido sempre momentos importantes na vida do


Movimento. Estão abertos a todos os que deles quiserem participar.

Os Encontros podem proporcionar um tempo forte de crescimento espiritual e de


aprofundamento da fé, uma experiência de vida em Equipe e uma descoberta das EJNS. Os
Encontros permitem uma partilha de amizade e de fé e dão ao Movimento uma força
renovada.

4.4. ENS e EJNS

O Movimento das EJNS tem uma ligação privilegiada com os casais das ENS. Os Casais
Acompanhadores são normalmente membros das ENS. O seu apoio ajuda os jovens a viverem
o crescimento espiritual das EJNS.

É importante manter uma relação continuada entre os dois Movimentos nos vários países e
regiões, permitindo assim um conhecimento e ajuda mútua.

(CARTA INTERNACIONAL REDIGIDA EM LOURDES EM SETEMBRO DE 1988).


Este documento é de uso interno do Movimento das Equipes de Jovens de Nossa Senhora
S.P. Dez. 1992 (EJNS-CIN)
Revisada em Julho de 2006

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