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UNIVERSIDADE JEAN PIAGET DE ANGOLA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Trabalho de fundação

UNIVERSIDADE JEAN PIAGET DE ANGOLA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

Trabalho de fundação

FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS RASAS BLOCO DE COROAMENTO

Licenciatura: Engenharia Civil Docente: Eng.º Edson Bento

Viana aos

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UNIVERSIDADE JEAN PIAGET DE ANGOLA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS RASAS

UNIVERSIDADE JEAN PIAGET DE ANGOLA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS RASAS BLOCO DE COROAMENTO

Grupo nº 1

INTEGRANTES DO GRUPO:

Maria Helena cahanda Massamba Francisco Miguel Hivanaldo Simão Kaka Pedro António Afonso

ÍNDICE

ÍNDICE DE FIGURAS

I

 

EPÍGRAFE

II

DEDICATÓRIA

III

AGRADECIMENTOS

IV

DECLARAÇÃO DOS AUTOR

V

 

RESUMO

VI

INTRODUÇÃO

1

IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA

2

1.

OBJECTIVOS DE ESTUDO

2

1.1

Objectivo geral

2

1.2

Objectivos específicos

2

DEFINIÇÃO DOS CONCEITOS

3

Blocos:

3

Fundações Directas ou Rasas:

3

Fundações indirectas:

3

2.1 Blocos e Alicerces

3

2.2 MÉTODO DE EXECUÇÃO DE UM BLOCO OU ALICERCE CONSISTE EM:

5

2.3 Controle de execução

6

2.4 Vantagens dos blocos de fundação

6

3.

Sapatas

7

3.1 Sapatas isoladas:

7

3.2 Sapatas corridas:

8

3.3 Sapatas associadas:

10

Controle de execução

11

Radiers:

11

Controle de execução

12

CONCLUSÃO

13

RECOMENDAÇÕES

14

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

15

ÍNDICE DE FIGURAS

Figura 1-Bloco em alvenaria de tijolo

4

Figura 2- Exemplo de diferentes tipos de blocos de alicerce

5

Figura 3-Esquema de bloco de fundação com concreto magro ou ciclópico

7

Figura 4-Esquema de sapatas isoladas

7

Figura 5-Sapatas corridas

Figura 6-Sapatas corridas

9

Figura 7-Sapatas associadas

10

Figura 8-Sapatas alavancadas

11

Figura 9-Exemplo de uma fundação em Radier

12

EPÍGRAFE

Charles Chaplin

“Não fique triste quando ninguém

notar o que fez de bom afinal

sol faz um enorme espectáculo ao nascer, e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo.

O

DEDICATÓRIA

Com muita estima que dedicamos o presente obra a Deus, quer queiramos quer não a sua presença é indissociável a nós; aos nossos pais, nossos irmãos, amigos e colegas pelo afecto e coragem fornecida.

Ainda assim, dedicamos o amor e o carinho aos nossos pais recordando os esforços e apoio disponibilizados nos momentos marcados de nossas histórias, partindo do princípio de que uma das decisões tomadas por si reflecte-se hoje na sapiência para a conclusão deste trabalho.

AGRADECIMENTOS

A Deus Nosso Senhor, por esta graça alcançada.

Ao Eng.º Edson Bento, pela orientação, incentivo e inestimável ajuda na condução da pesquisa, e principalmente pela compreensão e solidariedade.

As nossas queridas famílias, pelo apoio e suporte a nossa trajectória académica, aos amigos, namoradas, namorados, em geralpor acreditarem em nossa competência e incentivarem sempre.

Aos professores da Faculdade de EngenhariaCivil da UNIPIAGET Luanda, que acompanham as nossas dificuldades e oferecem preciosas sugestões durante a nossa formação.

DECLARAÇÃO DOS AUTOR

Declaramos que este trabalho escrito foi levado a cabo de acordo com os regulamentos da Universidade Jean Piaget de Angola (UniPiaget) e em particular das Normas Orientadoras de Preparação e Elaboração do Trabalho de Fim de Curso, emanadas pelo Departamento de Altos Estudos e Formação Avançada (DAEFA). O trabalho é original excepto onde indicado por referência especial no texto. Quaisquer visões expressas são as do autor e não representam, de modo nenhum, as visões da UniPiaget. Este trabalho, no todo ou em parte, não foi apresentado para a avaliação noutras instituições de ensino superior nacionais ou estrangeiras.

Norma: ISO 690

RESUMO

No presente trabalho é feita uma descrição e análise dos principais componentes que constituem as fundações directas ou rasas (Blocos de fundação); foi feito um diagnóstico destes componentes de acordo com as diversidades de projecto e terreno. Eprojectar um sistema de fundação capaz de colmatar as grandes adversidades, no que tange no comportamento dos solos e poder encontrar uma resposta satisfatória para lhe dar então a sua devida solução.

Palavras-chave: Fundações superficiais. Técnicas atuais. Análise de Solo.

INTRODUÇÃO

Na construção civil, as fundações são os elementos estruturais responsáveis pela transmissão de todas as cargas verticais e horizontais da estrutura física de casas, edifícios e obras de arte para o solo.(AZEREDO, 1988).

Em todas as construções, entre elas, as residenciais unifamiliares e comerciais de pequeno porte, as fundações devem ser projectadas e construídas em conformidade com as normas e técnicas atuais. Observa-se que com o aumento da demanda por casas populares no mundo em geral, os construtores, no ímpeto de entregar as obras no prazo e no custo programado, acabam cometendo erros ao projectar, e construir as fundações, erros que resultam em trincas, rachaduras e até mesmo o colapso da habitação quando em uso, com prejuízos financeiros, materiais e às vezes, perdas de vidas humanas. Este trabalho aponta os principais cuidados que o construtor deve ter para conseguir uma boa qualidade da fundação de uma casa popular, incluindo a análise do solo, escolha do tipo de fundação apropriada e projecto da fundação.

Apresenta-se alguns exemplos de execução bem-sucedida de fundações, e também alguns casos de fundações que apresentaram falhas durante os primeiros anos de uso. As propostas aqui apresentadas podem servir de base para análise das fundações, em construção de maior porte.Segundo a NBR 6112/1996.

Para se escolher a fundação mais adequada, deve-se conhecer os esforços

actuantes sobre a edificação, as características do solo e dos elementos estruturais que

formam as fundações. Assim, analisa-se a possibilidade de utilizar os vários tipos de

fundação, em ordem crescente de complexidade e custos (WOLLE, 1993). Fundações

bem projectadas correspondem de 3% a 10% do custo total do edifício; porém, se forem

mal concebidas e mal projectadas, podem atingir 5 a 10 vezes o custo da fundação mais

apropriada para o caso (BRITO, 1987).

IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA

O presente trabalho, foi feito no intuito porque viu-se que por razões de insegurança, nas estruturas tem sido um dos elos mas fraco na engenharia civil, embora não acontece com muita abundância, mas que quando acontece chega a ser catástrofes no mundo da construção corrente ou nas pré-fabricadas. Até o primeiro trimestre já se registrou na província de Luanda e não só o surgimentos de diversas construções que por falta de controlo no que tange os regulamentos e a fiscalização. A ausência destes serviços causa grande colapso nas estruturas.

1. OBJECTIVOS DE ESTUDO

1.1 Objectivo geral

Compreender

e

demonstrara

utilização,

fundaçõesnas edificações em geral;

1.2 Objectivos específicos

aplicação,

benéfica

dos

blocos

de

(1) Realizar um estudo analítico do sistema de blocos de fundações e, descrevendo a sua constituição e o seu modo de aplicação; (2) Compreender o método de execução dos blocos de fundações; (3) Comparar o sistema de bloco de fundação, em termos económico e trabalhabilidade em relação aos outros sistemas; (4) Estudar os comportamentos estruturais dos blocos e alicerces;

DEFINIÇÃO DOS CONCEITOS

Blocos:

Segundo a NBR 61181, item 22.7, são estruturas de volume usadas para transmitir às estacas e aos tubulões as cargas de fundação, podendo ser considerados rígidos ou flexíveis por critério análogo ao definido para sapatas.

Fundações Directas ou Rasas:

Segundo (REBELLO, 2008), fundações directas ou rasas são definidas quando as cargas da edificação (superestrutura) são transmitidas ao solo logo nas primeiras camadas. Para isso ocorrer é necessário que o solo tenha resistência suficiente nessas primeiras camadas para suportar as cargas decorrentes da estrutura.

Fundações indirectas:

São aquelas que transferem as cargas por efeito de atrito lateral do elemento com o solo e por efeito de ponta (FABIANI, s.d.). As fundações indirectas são todas profundas, devido às dimensões das peças estruturais (BRITO, 1987).

Quanto aos tipos de fundações directas ou rasas, encontraremos: Os blocos e alicerces, as sapatas: Corridas, isoladas, e as contínuas.

2.1 Blocos e Alicerces

Este tipo de fundação é utilizado quando há actuação de pequenas cargas. Os blocos são elementos estruturais de grande rigidez, ligados por vigas que suportam predominantemente esforços de compressão simples provenientes das cargas dos pilares. Os eventuais esforços de tração são absorvidos pelo próprio material do bloco. Podem ser de concreto simples (não armado), alvenarias de tijolos comuns (Figura 3.1) ou mesmo de pedra de mão (argamassada ou não). Geralmente, usa-se blocos quando a profundidade da camada resistente do solo está entre 0,5 e 1,0 m de profundidade

(BRITO,1987).

Figura 3.1: Bloco em alvenaria de tijolos

Figura 3.1: Bloco em alvenaria de tijolos Figura 1-Bloco em alvenaria de tijolo Fonte: FACEAR, engenharia

Figura 1-Bloco em alvenaria de tijolo

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013,Ricardo Melo Araújo pág. 18 (em linha).

Os alicerces, também denominados de blocos corridos, são utilizados na

construção de pequenas residências e suportam as cargas provenientes das paredes

resistentes, podendo ser de concreto, alvenaria ou de pedra.

O que caracteriza a fundação em blocos é o fato da distribuição de carga para o

terreno ser aproximadamente pontual, ou seja, onde houver pilar existirá um bloco de

fundação distribuindo a carga do pilar para o solo. Os blocos podem ser construídos de

pedra, tijolos maciços, concreto simples ou armado. Quando um bloco é construído de

concreto armado ele recebe o nome de sapata de fundação.

Conforme a NBR 6118/03, item 22.5: “Blocos são estruturas de volume usadas para transmitir às estacas as cargas de fundação, epodem serconsideradas rígidos ou flexíveis por critério análogo ao definido para as sapatas.”

Figura 2- Exemplo de diferentes tipos de blocos de alicerce Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013,

Figura 2- Exemplo de diferentes tipos de blocos de alicerce

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, pág. 18 (em linha).

2.2 MÉTODO DE EXECUÇÃO DE UM BLOCO OU ALICERCE CONSISTE EM:

1ºExecutar a abertura da vala;

2ºPromover a compactação da camada do solo resistente, apiloando o fundo;

3ºColocação de um lastro de concreto magro (90 kgf/cm2) de 5 a 10 cm de espessura;

4ºExecução do embasamento, que pode ser de concreto, alvenaria ou pedra;

5ºConstruir uma cinta de amarraçãoque tem a finalidade de absorver esforços não previstos, suportar pequenos recalques, distribuir o carregamento e combater esforços horizontais;

6ºFazer a impermeabilização para evitar a percolação capilar, utilizando uma argamassa “impermeável” (com aditivo) ou ainda, uma chapa de cobre, de alumínio ou ardósia.

Deve-se, ainda, observar com cuidado: se há ocorrência de formigueiros e raízes de árvore no momento da escavação da vala;

Compatibilização da carga da parede x largura do alicerce, observando:

eventual distinção da largura dos alicerces para as diferentes paredes, e o uso adicional de brocas em pontos isolados, como reforço de fundação;

Se o terreno está em declive, deve-se fazer o alicerce em escada.

2.3 Controle de execução

Locação do centro dos blocos e das linhas das paredes;

Cota do fundo da vala;

Limpeza da vala.

2.4 Vantagens dos blocos de fundação

- Dentre as vantagens dos blocos de fundação, destacam-se a rapidez na sua

execução, o baixo custo (se comparando com outros tipos de fundações). E a sua boa capacidade de suporte para obras de pequenos portes.

- Como é uma fundação não armada, é possível economizar na sua execução pela não necessidade de compra de aço.

- Para um melhor desempenho dos blocos de fundações, é preciso observar a

qualidade do concreto utilizado, a sua resistência, suas dimensões, e por fim sua profundidade.

Figura 3-Esquema de bloco de fundação com concreto magro ou ciclópico Fonte: FACEAR, engenharia civil

Figura 3-Esquema de bloco de fundação com concreto magro ou ciclópico

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013,Ricardo Melo Araújo pág. 28 (em linha).

3. Sapatas

Ao contrário dos blocos, as sapatas não trabalham apenas à compressão simples, mas também à flexão, devendo neste caso serem executadas incluindo material resistente à tração (BRITO, 1987).

3.1 Sapatas isoladas:

São aquelas que transmitem para o solo, através de sua base, a carga de uma coluna (pilar) ou um conjunto de colunas (BRITO, 1987). A Figura 3.4 apresenta alguns tipos de sapatas isoladas.

de colunas (BRITO, 1987). A Figura 3.4 apresenta alguns tipos de sapatas isoladas . Figura 4-Esquema

Figura 4-Esquema de sapatas isoladas

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 10 (em linha).

Para construção de uma sapata isolada, são executadas as seguintes etapas:

1º. Forma para o rodapé, com folga de 5 cm para execução do concreto “magro”;

2º. Posicionamento das formas, de acordo com a marcação executada no gabarito de locação;

3º. Preparo da superfície de apoio;

4. Colocação da armadura; 5. posicionamento do pilar em relação à caixa com as armações;

5º. Colocação das guias de arame, para acompanhamento da declividade das superfícies do concreto;

6º. Concretagem: a base poderá ser vibrada normalmente, porém para o concreto

inclinado deverá ser feita uma vibração manual, isto é, sem o uso do vibrador.

Obs.: a etapa 3 compreende a limpeza do fundo da vala de materiais soltos,

lama, o apiloamento com soquete ou sapo mecânico e a execução do concreto “magro”,

que é um lastro de concreto com pouco cimento, com função de regularizar a superfície

de apoio e não permitir a saída da água do concreto da sapata, além de isolar a armadura

do solo. A vala deve ser executada com pelo menos 10 cm de folga a mais da largura da

sapata para permitir o trabalho dos operários dentro dela.

3.2 Sapatas corridas:

São elementos contínuos que acompanham a linha das paredes, as quais lhes

transmitem a carga por metro linear (BRITO,1987). Para edificações cujas cargas não

sejam muito grandes, como residências, pode-se utilizar alvenaria de tijolos. Caso

contrário, ou ainda para profundidades maiores do que 1,0 m, torna-se mais adequado e

económico o uso do concreto armado.

Figura 5-Sapatas corridas Figura 6-Sapatas corridas Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág.

Figura 5-Sapatas corridas

Figura 5-Sapatas corridas Figura 6-Sapatas corridas Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 10

Figura 6-Sapatas corridas

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 10 (em linha).

Para construção de uma sapata corrida, com embasamento em alvenaria, são executadas as seguintes etapas:

1º Escavação;

2º Colocação de um lastro de concreto magro, de 5 a 10 cm de espessura;

3º Posicionamento das formas, quando o solo assim o exigir;

4º Colocação das armaduras;

5º Concretagem;

6º. Cinta de concreto armado: sua finalidade é a maior distribuição das cargas, evitando também deslocamentos indesejáveis, pelo travamento que confere à fundação; muitas vezes, é usado o próprio tijolo como forma lateral;

7º. Camada impermeabilizante: sua função é evitar a subida da umidade por capilaridade para a alvenaria de elevação; sua execução deve evitar descontinuidades que poderão comprometer seu funcionamento e nunca devem ser feitas nos cantos ou nas junções das paredes; esta camada deverá ser executada com argamassa com adição de impermeabilizante e deverá se estender pelo menos 10 cm para revestimento da alvenaria de embasamento; para evitar retracções prejudiciais, deverá receber uma cura apropriada (água, sacos de cimento molhados, etc.), sendo depois pintada com emulsão asfáltica em duas demãos, uma após a secagem completa da outra (FABIANI, s.d.).

3.3

Sapatas associadas:

Um projectoeconómico deve ser feito com o maior número possível de sapatas isoladas. No caso em que a proximidade entre dois ou mais pilares seja tal que as sapatas isoladas se superponham, deve-se executar uma sapata associada. A viga que une os dois pilares denomina-se viga de rigidez (Figura 3.6), e tem a função de permitir que a sapata trabalhe com tensão constante (BRITO,1987).

que a sapata trabalhe com tensão constante (BRITO,1987). Figura 7-Sapatas associadas Fonte: FACEAR, engenharia civil

Figura 7-Sapatas associadas

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 15 (em linha).

3.3 Sapatas alavancada:

No caso de sapatas de pilares de divisa ou próximos a obstáculos onde não seja possível fazer com o centro de gravidade da sapata não coincida com o centro de carga do pilar, cria-se uma viga alavanca ligada entre duas sapatas (Figura 3.7), de modo que um pilar absorva o momento resultante da excentricidade da posição do outro pilar

(BRITO,1987).

Figura 8-Sapatas alavancadas Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 10 (em linha).

Figura 8-Sapatas alavancadas

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 10 (em linha).

Controle de execução

Colocação do centro da sapata e do eixo do pilar;

Cota do fundo da vala;

Limpeza do fundo da vala;

Nivelamento do fundo da vala; dimensões da forma da sapata;

Armadura da sapata e do arranque do pilar;

Radiers:

A utilização de sapatas corridas é adequada economicamente, enquanto a sua área em relação a das edificações não ultrapasse os 56%. Caso, contrario, é mais vantajosas reunir todas as sapatas num só elemento de fundação denominada radier. Este é executado em concreto armado, uma vez que, além de esforços de compressão, devem resistir a momentos provenientes dos pilares diferencialmente carregados, e ocasionalmente a pressões do lençol freático (necessidade de armadura negativa). O fato

do radier ser uma peça inteiriça pode lhe conferir uma alta rigidez, o que muitas vezes evita grandes recalques diferenciais (BRITO,1987). Uma outra vantagem é que a sua execução cria uma plataforma de trabalho para os serviços posteriores; porém, em contrapartida, impõe a execução precoce de todos os serviços enterrados na área do radier (instalações sanitárias, etc.).

na área do radier (instalações sanitárias, etc.). Figura 9-Exemplo de uma fundação em Radier Fonte: FACEAR,

Figura 9-Exemplo de uma fundação em Radier

Fonte: FACEAR, engenharia civil 2013, Ricardo Melo Araújo pág. 18 (em linha).

Controle de execução

Colocação dos eixos dos pilares;

Cota do fundo da escavação;

Nivelamento do fundo da escavação;

Colocação dos componentes das instalações e passagens, enterrados.

CONCLUSÃO

Devido a grande necessidade por prazos que o mercado nos impõe, devemos cada vez mais estar à procura de novos métodos construtivos que nos atendam tanto financeiramente, quanto em rapidez de execução.

No que as fundações superficiais ou rasas, no que diz respeito apresentam uma vasta gama de diversidade em termo de execução. Em termos de planejamento, controle e agilidade não há menor dúvida sobre a adopção pois eles terão um resultado bem mais satisfatório que outro método aplicados.

RECOMENDAÇÕES

Ao nível de desenvolvimentos futuros é importante a continuação deste trabalho em duas vertentes, a experimental e a analítica. Na vertente experimental, julga-se interessante desenvolver trabalhos experimentais que envolvam a elaboração de protótipos de ligações de forma a se ter modelos e recomendações de dimensionamento mais credíveis.

No que diz respeito à vertente analítica é importante desenvolver metodologias de cálculo simples que possibilitem o dimensionamento das estruturas pré-moldadas de forma expedita e segura, tendo em atenção as vantagens e limitações desta técnica construtiva.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BARROS, Mércia Maria S. Bottura de. Fundações. São Paulo: USP Revisão 2003. 32p

SALGADO, Júlio. Técnicas e Praticas Construtivas para Edificações.São Paulo: Érica, 2º Edição 2010. 320p.

JOSÉ ANTÓNIO DE MILITO. Técnicas de construção civil, e construção de edifico.

2004

Marcilene Lervolino, 2011, Tecnologia de construção civil.

FACEAR- Faculdade Educacional Araucária: Infra-estruturas e fundações, Ricardo

Melo Araújo M.SC. Rio de Janeiro.