Sei sulla pagina 1di 154
© Hexag Editora, 2017 Direitos desta edição: Hexag Editora Ltda. São Paulo, 2016 Todos os

© Hexag Editora, 2017 Direitos desta edição: Hexag Editora Ltda. São Paulo, 2016 Todos os direitos reservados.

Autores Herlan Fellini Pedro Tadeu Batista Vitor Okuhara

Diretor geral

Herlan Fellini

Coordenador geral Raphael de Souza Motta

Responsabilidade editorial

Hexag Editora

Diretor editorial Pedro Tadeu Batista

Revisora Maria Cristina Lopes Araujo

Programação visual

Hexag Editora

Editoração eletrônica Claudio Guilherme da Silva Eder Carlos Bastos de Lima Fernando Cruz Botelho de Souza Raphael de Souza Motta Raphael Campos Silva Stephanie Lippi Antonio

Capa

Hexag Editora

Fotos da capa (de cima para baixo) http://www.fcm.unicamp.br Acervo digital da USP (versão beta) http://www.baia-turismo.com

Impressão e acabamento Meta Solutions

Impressão e acabamento Meta Solutions Todas as citações de textos contidas neste livro didático
Impressão e acabamento Meta Solutions Todas as citações de textos contidas neste livro didático

Todas as citações de textos contidas neste livro didático estão de acordo com a legislação, tendo por fim único e exclusivo o ensino. Caso exista algum texto, a respeito do qual seja necessária a inclusão de informação adicional, ficamos à disposição para o contato pertinente. Do mesmo modo, fizemos todos os esforços para identificar e localizar os titulares dos direitos sobre as imagens publicadas e estamos à disposição para suprir eventual omissão de crédito em futuras edições. O material de publicidade e propaganda reproduzido nesta obra está sendo usado apenas para fins didáticos, não represen- tando qualquer tipo de recomendação de produtos ou empresas por parte do(s) autor(es) e da editora.

2017

Todos os direitos reservados por Hexag Editora Ltda. Rua da Consolação, 954 – Higienópolis – São Paulo – SP CEP: 01302-000 Telefone: (11) 3259-5005 www.hexag.com.br contato@hexag.com.br

CARO ALUNO Desde de 2010, o Hexag Medicina é referência em preparação pré-vestibular de candidatos
CARO ALUNO Desde de 2010, o Hexag Medicina é referência em preparação pré-vestibular de candidatos
CARO ALUNO
CARO ALUNO

Desde de 2010, o Hexag Medicina é referência em preparação pré-vestibular de candidatos à carreira de Medicina. Você está recebendo o primeiro caderno R.P.A. (Revisão Programada Anual) - ENEM do Hexag Vestibu- lares. Este material tem o objetivo de verificar se você apreendeu os conteúdos estudados, oferecendo-lhe uma seleção de questões ideais para exercitar sua memória, já que é fundamental estar pronto para realizar o Exame Nacional do Ensino Médio. Além disso, este material também traz sínteses do que você observou em sala de aula, ajudando-lhe ainda mais a compreender os itens que, possivelmente, não tenham ficado claros e a relembrar os pontos que foram esquecidos. Aproveite para aprimorar seus conhecimentos.

Bons estudos!

Herlan Fellini

e a relembrar os pontos que foram esquecidos. Aproveite para aprimorar seus conhecimentos. Bons estudos! Herlan
a relembrar os pontos que foram esquecidos. Aproveite para aprimorar seus conhecimentos. Bons estudos! Herlan Fellini
M A T 1 5 MAT 2 42 MAT 3 110 ÍNDICE
M A T 1 5 MAT 2 42 MAT 3 110 ÍNDICE

MAT 1

5

MAT 2

42

MAT 3

110

ÍNDICE

M A T 1 5 MAT 2 42 MAT 3 110 ÍNDICE
M A T 1 5 MAT 2 42 MAT 3 110 ÍNDICE
MATEMÁTICA e suas tecnologias R.P.A. ENEM Revisão Programada Anual
MATEMÁTICA
e suas tecnologias
R.P.A. ENEM
Revisão Programada Anual
Competência 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais. H1 Reconhecer,

Competência 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais.

H1

Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações – naturais, inteiros, racionais ou reais.

H2

Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.

H3

Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.

H4

Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre afirmações quantitativas.

H5

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.

Competência 2 – Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela.

H6

Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.

H7

Identificar características de figuras planas ou espaciais.

H8

Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e forma.

H9

Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano.

Competência 3 – Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H10

Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.

H11

Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.

H12

Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.

H13

Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.

H14

Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos relacionados a grandezas e medidas.

Competência 4 – Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H15

Identificar a relação de dependência entre grandezas.

H16

Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou inversamente proporcionais.

H17

Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a construção de argumentação.

H18

Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.

Competência 5 – Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.

H19

Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.

H20

Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.

H21

Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.

H22

Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de argumentação.

H23

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.

Competência 6 – Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação.

H24

Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.

H25

Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.

H26

Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a construção de argumentos.

Competência 7 – Compreender o caráter aleatório e não-determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos ade- quados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.

H27

Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados expressos em uma tabela de frequências de dados agrupados (não em classes) ou em gráficos.

H28

Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.

H29

Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a construção de argumentação.

H30

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.

H30 Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.
Aulas 1 e 2 Competência 5 Habilidades 21, 22 e 23 BREVIÁRIO E quaçõEs A
Aulas 1 e 2 Competência 5 Habilidades 21, 22 e 23 BREVIÁRIO E quaçõEs A
Aulas 1 e 2 Competência 5 Habilidades 21, 22 e 23 BREVIÁRIO E quaçõEs A
Aulas 1 e 2 Competência 5 Habilidades 21, 22 e 23 BREVIÁRIO E quaçõEs A

Aulas 1 e 2

Competência 5 Habilidades 21, 22 e 23

BREVIÁRIO

EquaçõEs

A equação de 1º grau é definida como “uma sentença aberta que exprime uma igualdade entre duas expressões numéricas”.

O sentido etimológico da palavra “equação”, deriva do latim equatione, e significa equacionar, igualar. As

expressões numéricas, separadas pelo sinal de igualdade, chamam-se “membros”; cada membro é composto por

“termos”; e esses termos, que multiplicam as letras, chamam-se “coeficientes de termo”.

Considere a seguinte igualdade:

1 + x = 3

A essa igualdade damos o nome de sentença matemática aberta ou equação, pois pode ser verdadeira

ou falsa, dependendo do valor atribuído à variável x. Neste caso, se o valor de x for 3, por exemplo, a sentença é falsa. Por outro lado, se o valor atribuído for 2, a sentença é verdadeira. Como x = 2 torna a sentença verdadeira, dizemos que o número 2 é a raiz da equação. Conjunto solução é o nome que se dá ao conjunto dos valores que tornam uma equação verdadeira. No caso, o conjunto solução S é:

Observe

1. 2x + 4 = 6, para x [ R

S = {2}

O único valor real que torna a equação verdadeira é x = 1, logo S = {1}.

2. x² = 4, para x [ R Os valores reais que tornam a equação verdadeira são x = 2 ou x = –2, logo S = {–2, 2}.

3. 0x + 1 = 1, para x [ R Neste caso, vemos que, independentemente do valor de x, a equação é verdadeira, logo S = R .

4. x² = –1, para x [ R Neste caso, vemos que não há valor real para x que torne a equação verdadeira, logo S = Ø.

P 1 : Se somarmos ou subtraírmos um mesmo número de ambos os membros de uma igualdade, esta perma- necerá verdadeira.

7
7
Observe 1. x – 4 = 10 x – 4 + 4 = 10 +
Observe 1. x – 4 = 10 x – 4 + 4 = 10 +

Observe

1.

x

– 4 = 10

x

– 4 + 4 = 10 + 4

x

=

14

Logo, S = {14}

2.

3

+ x = 1

3

+ x – 3 = 1 – 3

x

= –2

Logo, S = {–2}

P 2 : Se multiplicarmos ou dividirmos por um mesmo número ambos os membros de uma igualdade, esta permanecerá verdadeira.

Observe:

1 .

x

= 6

4

 

x · 4 = 6 · 4

4

x

= 24

Logo S = {24}

2.

–2x = 6

6

-2

x = –3

Logo, S = {–3}

-2x =

-2

EquaçõEs dE primEiro grau

Logo, S = {–3} -2x = -2 E quaçõEs dE primEiro grau Uma equação do primeiro

Uma equação do primeiro grau é aquela que pode ser expressa na forma ax + b = 0, com a i 0. Em uma equação

de primeiro grau, temos apenas operações de soma, subtração, multiplicação e divisão. Logo, podemos reduzir uma

equação de primeiro grau à forma ax + b = 0 realizando apenas essas quatro operações.

Veja alguns exemplos de como manipular as equações, a fim de isolar a incógnita:

1. 5(x – 3) = –2(x – 1)

Devemos aplicar a propriedade distributiva, a fim de eliminar os parênteses, respeitando a regra de sinais:

5x – 15 = –2x + 2

Somando 2x em ambos os membros, a fim de isolar a incógnita:

5x – 15 + 2x = –2x + 2 + 2x ä 7x – 15 = 2

Somando 15 em ambos os membros e finalmente dividindo por 7, temos:

7x – 15 + 15 = 2 + 15 ä 7x = 17

7x = 17

7

7

à x = 17

7

Logo, S = {

17

7

}

8
8
dividindo por 7, temos: 7x – 15 + 15 = 2 + 15 ä 7x =
2. x 4 = 2 5 Para cancelarmos o denominador 4 da fração x 4
2. x 4 = 2 5 Para cancelarmos o denominador 4 da fração x 4
2. x 4 = 2 5 Para cancelarmos o denominador 4 da fração x 4

2.

x

4 = 2 5

Para cancelarmos o denominador 4 da fração

x

4

, multiplicamos ambos os membros por 4:

x

4

x

· 4 =

20

=

2

5

2 · 4

= 10

Logo, S = {10}

Uma outra maneira de resolvermos equações desse tipo, é realizando o produto cruzado:

3.

12 – x

3

+ 1 =

x

2

b a à a · d = b · c

=

c

d

Quando temos somas ou subtrações de frações, primeiramente encontramos o mínimo múltiplo comum

entre os denominadores. Dessa forma, reduzimos todos os denominadores a um denominador comum,

podendo, então, cancelá-lo:

mmc (1,2,3) = 6

2 · (12 – x) + 6 · 1

6

= 3 · x

6

Multiplicando ambos os membros por 6, cancelamos os denominadores. Efetuando as operações no restan-

te da igualdade, temos:

24 – 2x + 6 = 3x à 30 = 3x + 2x 30 = 5x

30

5

Logo, S = {6}

x =

= 6

EquaçõEs dE sEgundo grau

Uma equação de segundo grau é toda equação que pode ser escrita na forma ax² + bx + c = 0, com a i 0 e a, b e c parâmetros reais. Toda equação deste tipo pode apresentar até duas soluções distintas, ou seja, podem haver dois

valores reais para x que satisfazem a igualdade. As soluções podem ser encontradas pela fórmula de Bhaskara:

x = b ± dXXXXXXX

b

2

– 4ac

2a

Sendo a, b e c os coeficientes de uma equação do tipo ax² + bx + c = 0, com a i 0.

As duas soluções (denominadas raízes) x 1 e x 2 são dadas então por:

x 1 =

b + dXXXXXXX

b

2

– 4ac

2a

e x 2 =

b d XXXXXXXX

b 2 – 4ac

2a

O termo b 2 – 4ac, denominado discriminante, é representado pela letra grega delta maiúscula (D ). O valor numérico do discriminante indica a quantidade de raízes reais distintas da equação:

§ Se D > 0 (discriminante positivo), a equação possui duas raízes reais distintas.

§ Se D = 0 (discriminante nulo), a equação possui apenas uma raiz real.

§ Se D < 0 (discriminante negativo), a equação não possui raízes reais.

9
9
10
10
10 Observe 1. Encontrar o conjunto solução da equação x² – 5x + 6 = 0.
10 Observe 1. Encontrar o conjunto solução da equação x² – 5x + 6 = 0.

Observe

1. Encontrar o conjunto solução da equação x² – 5x + 6 = 0.

Identificando os parâmetros temos:

a = 1

b = –5

c = 6

Calculamos primeiramente o discriminante:

D = b 2 – 4ac = (–5) 2 – 4 · 1 · 6 = 1

Como D > 0, a equação irá apresentar duas raízes reais distintas x 1 e x 2 :

x = b ± dXXXXXXX

2a

b

2

– 4ac = –(–5) ± d XX

1

2

·

1

= 5 ± 1

2

Logo, o conjunto solução é S = {2, 3}.

= {

x 1 = 5 + 1

2

x 2 = 5 – 1

2

=

=

3

2

Condições para o número de raízes reais

Como o valor numérico do discriminante indica o número de raízes reais de uma equação de segundo grau, pode-

mos, se houver um coeficiente desconhecido, verificar sob quais condições esse parâmetro oferece duas, uma ou

nenhuma raiz real. Observe o exemplo:

Qual deve ser o valor real do parâmetro k para que a equação x² + 4x + k = 0 forneça apenas uma solução

real?

Identificando os parâmetros, temos:

a = 1

b = 4

c = k

Como a equação deve fornecer apenas uma raiz real, temos que o discriminante deve ser nulo:

D = b 2 – 4ac = 0 4² – 4 · 1 · k = 0 16 – 4k = 0

–4k = –16

k =

–16

–4

= 4

Logo, se tivermos k = 4 na equação 2x² + 4x + k = 0, teremos apenas uma raiz real. Observe que não

precisamos calcular a raiz.

tivermos k = 4 na equação 2x² + 4x + k = 0, teremos apenas uma
Equações de segundo grau incompletas Quando uma equação do segundo grau ax² + bx +
Equações de segundo grau incompletas Quando uma equação do segundo grau ax² + bx +
Equações de segundo grau incompletas Quando uma equação do segundo grau ax² + bx +

Equações de segundo grau incompletas

Equações de segundo grau incompletas Quando uma equação do segundo grau ax² + bx + c

Quando uma equação do segundo grau ax² + bx + c = 0 apresenta b = 0 ou c = 0, apesar de podermos utilizar a fórmula de Bhaskara, há modos mais eficientes de encontrar as raízes.

Caso b = 0

Uma equação do tipo ax² + c = 0 pode ser resolvida sem o uso da fórmula de Bhaskara. Veja um exemplo:

§ Calcule as soluções da equação 2x² – 8 = 0. Isolando o termo x² em um membro da equação, temos:

2x² = 8

x² = 4

Como temos dois valores para x, que quando elevado à segunda potência resultam no valor 4, as raízes da

equação são x 1 = 2 e x 2 = –2. Portanto, S = {–2, 2}.

Caso c = 0

Caso o termo independente seja nulo, teremos uma equação do tipo ax² + bx = 0. Equações dessa forma podem ser resolvidas fatorando a expressão:

ax² + bx = 0 à x(ax + b) = 0

Para um produto ser nulo, um dos fatores deve ser nulo, ou seja:

Portanto, as raízes são x 1 = 0 e x 2 = Veja um exemplo:

–b

a

.

x = 0

ou

ax + b = 0 à x =

–b

a

§ Calcule as raízes da equação 4x² – 5x = 0. Fatorando o primeiro membro da equação temos:

Para o produto ser nulo, devemos ter:

4x² – 5x = 0 à x(4x – 5) = 0

Portanto, as raízes são x 1 = 0 e x 2 =

x = 0

ou

4x – 5 = 0 à x =

5

4 , ou seja, S = { 0,

5

4 } .

5

4

Soma e produto das raízes de uma equação de segundo grau

Considerando uma equação do segundo grau com ax² + bx + c = 0, com a i 0, as duas soluções x 1 e x 2 são dadas então por:

x 1 =

– b + b 2 – 4ac

2a

e x 2 =

– b – b 2 – 4ac

2a

11
11
12
12
12 Seja S a soma das raízes, assim: S = – Seja P o produto das
12 Seja S a soma das raízes, assim: S = – Seja P o produto das

Seja S a soma das raízes, assim:

S = –

Seja P o produto das raízes, assim:

b

a

ä

b –S = a
b
–S =
a

P =

Substituindo em ax² + bx + c = 0, considerando o coeficiente dominante igual a 1, temos:

c

a

x² – Sx + P = 0

Ou seja, temos que o coeficiente do termo do 1º grau será a soma das raízes com o sinal trocado e o termo

independente será o produto das raízes.

Observe:

§ Se x 2 – 3x + 2 = 0, então { x x 2 1 = = 1 2

§ Se x 2 – x – 12 = 0, então { x x 2 1 = = 4 3

Equações biquadradas

Quando uma equação do quarto grau possui a forma:

ax 4 + bx² +c = 0 (sendo a i 0)

damos a ela o nome de equação biquadrada. Observe que a equação de quarto grau, possui apenas

variáveis com expoente par. Veja alguns exemplos de equação biquadrada:

Casos como:

x 4 + 2x 2 – 1 = 0

2x 4 – 8 = 0

x 4 + 2x 3 – x 2 + 7 = 0

5x 4 – 2x 2 + x – 1 = 0

não são equações biquadradas, pois possuem coeficientes não nulos em variáveis de grau ímpar.

Este caso particular de equação incompleta de quarto grau pode ser resolvida através de uma substituição

de variável, feita de modo a reduzir a equação de quarto grau a uma de segundo grau.

Considere a equação ax 4 + bx² + c = 0, com a i 0. Substituindo x² por y, temos:

Logo, a equação na variável y é:

x 4 = ()² = (y)² = y²

ay² + by + c = 0

Como já visto, uma equação desta forma possui as raízes:

y 1 =

b + dXXXXXXX

b

2

– 4ac

2a

Porém, como x² = y, temos que x = ± _

y

e

y 2 = b dXXXXXXX

b

2

2a

– 4ac

2 – 4ac 2a Porém, como x² = y, temos que x = ± √ _
a plicação dos conhEcimEntos - s ala 1. (ENEM) Um laticínio possui dois reservatórios de
a plicação dos conhEcimEntos - s ala 1. (ENEM) Um laticínio possui dois reservatórios de
a plicação dos conhEcimEntos - s ala 1. (ENEM) Um laticínio possui dois reservatórios de

aplicação dos conhEcimEntos - sala

1. (ENEM) Um laticínio possui dois reservatórios de leite. Cada reservatório é abastecido por uma torneira acoplada a um tanque resfriado. O volume, em litros, desses reservatórios de- pende da quantidade inicial de leite no reser- vatório e do tempo t, em horas, em que as duas torneiras ficam abertas. Os volumes são dados

pelas funções V 1 (t) = 250 t 3 - 100t + 3000 e

V 2 (t) = 150t 3 + 69t + 3000

Depois de aberta cada torneira, o volume de leite de um reservatório é igual ao do ou- tro no instante t = 0 e, também, no tempo

t igual a:

a) 1,3 h.

b) 1,69 h.

c) 10,0 h.

d) 13,0 h.

e) 16,9 h.

2. (ENEM) O prefeito de uma cidade dese- ja construir uma rodovia para dar acesso a outro município. Para isso, foi aberta uma licitação na qual concorreram duas empre- sas. A primeira cobrou R$100.000,000 por km construído (n), acrescidos de um valor fixo de R$350.000,000, enquanto a segun- da cobrou R$120.000,000 por km cons- truído (n), acrescidos de um valor fixo de R$150.000,000. As duas empresas apresen- tam o mesmo padrão de qualidade dos servi- ços prestados, mas apenas uma delas poderá

ser contratada. Do ponto de vista econômico, qual equação possibilitaria encontrar a extensão da rodo- via que tornaria indiferente para a prefei- tura escolher qualquer uma das propostas

apresentadas?

a) 100n + 350 = 120n + 150.

b) 100n + 150 = 120n + 350.

c) 100(n + 350) = 120(n + 150).

d) 100(n + 350.000) = 120n + 150.000).

e) 350(n + 100.000) = 150(n + 120.000).

3. (ENEM) Uma professora realizou uma ativi- dade com seus alunos utilizando canudos de refrigerante para montar figuras, onde cada lado foi representado por um canudo. A quan- tidade de canudos (C) de cada figura depende da quantidade de quadrados (Q) que formam cada figura. A estrutura de formação das figu- ras está representada a seguir.

de formação das figu- ras está representada a seguir. Que expressão fornece a quantidade de ca-
de formação das figu- ras está representada a seguir. Que expressão fornece a quantidade de ca-

Que expressão fornece a quantidade de ca- nudos em função da quantidade de quadra- dos de cada figura?

a) C = 4Q.

b) C = 3Q + 1.

c) C = 4Q – 1.

d) C = Q + 3.

e) C = 4Q – 2.

4. (ENEM) O capim-elefante é uma designação genérica que reúne mais de 200 variedades

de capim e se destaca porque tem produtivi- dade de aproximadamente 40 toneladas de massa seca por hectare por ano, no mínimo, sendo, por exemplo, quatro vezes maior que

a da madeira de eucalipto. Além disso, seu

ciclo de produção é de seis meses, enquanto

o primeiro corte da madeira de eucalipto é feito a partir do sexto ano.

Disponível em: <www.rts.org.br/noticias/

destaque-2/i-seminario-madeira-energetica-discute-

producao-de-carvaovegetal-a-partir-de-capim>. Acesso em: 18 dez. 2008 (com adaptações).

Considere uma região R plantada com capim- -elefante que mantém produtividade cons-

tante com o passar do tempo. Para se obter a mesma quantidade, em toneladas, de massa seca de eucalipto, após o primeiro ciclo de produção dessa planta, é necessário plantar uma área S que satisfaça à relação:

a) S = 4R.

b) S = 6R.

c) S = 12R.

d) S = 36R.

e) S = 48R.

5. (ENEM) As curvas de oferta e de demanda de um produto representam, respectivamen- te, as quantidades que vendedores e consu- midores estão dispostos a comercializar em função do preço do produto. Em alguns casos, essas curvas podem ser representadas por re- tas. Suponha que as quantidades de oferta e de demanda de um produto sejam, respecti-

vamente, representadas pelas equações:

Q O = –20 + 4P Q D = 46 – 2P em que Q O é quantidade de oferta, Q D é a quan- tidade de demanda e P é o preço do produto.

A partir dessas equações, de oferta e de de-

manda, os economistas encontram o preço de equilíbrio de mercado, ou seja, quando Q O

e Q D se igualam.

Para a situação descrita, qual o valor do pre-

ço de equilíbrio?

a) 5.

b) 11.

c) 13.

d) 23.

e) 33.

13
13
r aio X 1. Para que o volume de leite nos dois reserva- tórios seja
r aio X 1. Para que o volume de leite nos dois reserva- tórios seja

raio X

1. Para que o volume de leite nos dois reserva- tórios seja igual, devemos ter:

V (t)

1

=

V (t)

2

250t

100t

3

3

t(100t

169t

−=

100t +

2

169)

3000

=

150t

3

69t

++

3000

0

   

t

=

0

=

0

ou

 

100t

2

169

=

0

 

=

t0

ou

 

=

t0

ou

 

t =

169 100
169
100

t

=

1,3h.

Portanto, além do instante t = 0 o volume de leite nos dois reservatórios será igual no instante t = 1,3 h.

2. Empresa A: P A = 100 000x + 350 000

Empresa B: P B = 120 000x + 150 000

Igualando os preços P A = P B , temos:

100 000x + 350 000 = 120 000x + 150 000.

3. P.A.( 4,7,10,

)

r = 3

Sendo Q a quantia de quadrados e C a quan-

tia de canudos, temos:

C

= Q 1 + (Q – 1).r

C

= 4 + (Q – 1).3

C

= 3.Q + 1

4. tempo de produção para o eucalipto é 12 vezes maior que o tempo do capim. Logo S = 12.4.R = 48R.

5.

O

O preço de equilíbrio é tal que

Q 0 = Q D - 20 + 4P = 46 - 2P

6P = 66

P = 11

gabarito

1.

A

2.

A

3.

B

4.

E

5.

B

14
14
é tal que Q 0 = Q D ⇔ - 20 + 4P = 46 -
Prescrição: Resolver problemas envolvendo medidas de comprimentos, capacidade ou tempo. Alguns problemas relacionam
Prescrição: Resolver problemas envolvendo medidas de comprimentos, capacidade ou tempo. Alguns problemas relacionam

Prescrição: Resolver problemas envolvendo medidas de comprimentos, capacidade ou tempo. Alguns problemas relacionam várias unidades de medida da mesma grandeza, e neles será neces- sário treinar a conversão de unidades.

prática dos conhEcimEntos - E.o.

1. (ENEM) Um grupo de 50 pessoas fez um orçamento inicial para organizar uma fes- ta, que seria dividido entre elas em cotas

iguais. Verificou-se ao final que, para arcar com todas as despesas, faltavam R$ 510,00,

e que 5 novas pessoas haviam ingressado no

grupo. No acerto foi decidido que a despesa total seria dividida em partes iguais pelas 55 pessoas. Quem não havia ainda contribu- ído pagaria a sua parte, e cada uma das 50 pessoas do grupo inicial deveria contribuir com mais R$ 7,00.

De acordo com essas informações, qual foi o valor da cota calculada no acerto final para cada uma das 55 pessoas?

a) R$ 14,00.

b) R$ 17,00.

c) R$ 22,00.

d) R$ 32,00.

e) R$ 57,00.

2. (ENEM) Em fevereiro, o governo da Cidade do México, metrópole com uma das maiores frotas de automóveis do mundo, passou a oferecer à população bicicletas como opção de transporte. Por uma anuidade de 24 dóla- res, os usuários têm direito a 30 minutos de uso livre por dia. O ciclista pode retirar em uma estação e devolver em qualquer outra e, se quiser estender a pedalada, paga 3 dóla- res por hora extra.

Revista Exame. 21 abr. 2010.

A expressão que relaciona o valor f pago pela

utilização da bicicleta por um ano, quando

se utilizam x horas extras nesse período é:

a) f(x) = 3x.

b) f(x) = 24.

c) f(x) = 27.

d) f(x) = 3x + 24.

e) f(x) = 24x + 3.

3. (ENEM) Em um casamento, os donos da fes- ta serviam champanhe aos seus convidados em taças com formato de um hemisfério (Figura 1), porém um acidente na cozinha

culminou na quebra de grande parte desses recipientes. Para substituir as taças quebradas, utilizou- -se um outro tipo com formato de cone (Fi- gura 2). No entanto, os noivos solicitaram que o volume de champanhe nos dois tipos de taças fosse igual.

o volume de champanhe nos dois tipos de taças fosse igual. Considere: V esfera = 4

Considere:

V esfera = 4

3

1

π R 3 e V cone = 3 π R 3 h

Sabendo que a taça com o formato de he- misfério e servida completamente cheia, a altura do volume de champanhe que deve ser

colocado na outra taça, em centímetros, é de:

a) 1,33.

b) 6,00.

c) 12,00.

d) 56,52.

e) 113,04.

4. (ENEM) A Escala de Magnitude de Momento (abreviada como MMS e denotada como M W ), introduzida em 1979 por Thomas Haks e Hi- roo Kanamori, substituiu a Escala de Richter para medir a magnitude dos terremotos em termos de energia liberada. Menos conheci- da pelo público, a MMS é, no entanto, a es- cala usada para estimar as magnitudes de todos os grandes terremotos da atualidade. Assim como a escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica. M W e M 0 ese relacionam pela fórmula:

M W = - 10,7 + 2/3 log 10 (M 0 )

Onde M 0 é o momento sísmico (usualmente estimado a partir dos registros de movimen- to da superfície, através dos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm.

15
15
16
16
16 O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de janeiro de 1995, foi um dos
16 O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de janeiro de 1995, foi um dos

O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de janeiro de 1995, foi um dos terremotos que causaram maior impacto no Japão e na comunidade científica internacional. Teve magnitude M W = 7,3.

U.S. GEOLOGICAL SURVEY, Historic Earthquakes. Disponível em: http://earthquake.usgs.gov. Acesso em: 1 maio 2010 (adaptado). U.S. GEOLOGICAL SURVEY. USGS Earthquake Magnitude Policy. Disponível em: http://earthquake. usgs.gov. Acesso em: 1 maio 2010 (adaptado).

Mostrando que é possível determinar a me- dida por meio de conhecimentos matemáti- cos, qual foi o momento sísmico M 0 do terre- moto de Kobe (em dina.cm)?

a)

b)

c)

d)

e)

10

10

-5,10

-0,73

.

.

10

10

10

12,00

.

21,65

.

27,00

.

5. (ENEM) O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamente utilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculo representa muito mais a corpulência que a adiposidade, uma vez que indivíduos musculosos e obesos podem apresentar o mesmo IMC. Uma nova pesqui- sa aponta o Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como uma alternativa mais fidedigna para quantificar a gordura corporal, utilizan- do a medida do quadril e a altura. A figura mostra como calcular essas medidas, saben- do-se que, em mulheres, a adiposidade nor- mal está entre 19% e 26%.

em mulheres, a adiposidade nor- mal está entre 19% e 26%. Uma jovem com IMC =

Uma jovem com IMC = 20 kg/m 2 , 100 cm de circunferência dos quadris e 60 kg de massa

corpórea resolveu averiguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis de normalidade de gor- dura corporal, a atitude adequada que essa jovem deve ter diante da nova medida é

(Use 3 = 1,7 e 1,7 = 1,3)

a) reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%.

b) reduzir seu excesso de gordura em cerca de

27%.

c) manter seus níveis atuais de gordura.

d) aumentar seu nível de gordura em cerca de

1%.

e) aumentar seu nível de gordura em cerca de

27%.

6. (ENEM) O saldo de contratações no mercado formal no setor varejista da região metro- politana de São Paulo registrou alta. Compa- rando as contratações deste setor no mês de fevereiro com as de janeiro deste ano, houve incremento de 4.300 vagas no setor, totali- zando 880.605 trabalhadores com carteira assinada.

Disponível em: http://www.folha.uol.com. br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado).

Suponha que o incremento de trabalhadores no setor varejista seja sempre o mesmo nos seis primeiros meses do ano. Considerando- -se que y e x representam, respectivamente, as quantidades de trabalhadores no setor varejista e os meses, janeiro sendo o primei-

ro, fevereiro, o segundo, e assim por dian- te, a expressão algébrica que relaciona essas quantidades nesses meses é:

a) y = 4300 x.

b) y = 884 905 x.

c) y = 872 005 + 4300 x.

d) y = 876 305 + 4300 x.

e) y = 880 605 + 4300 x.

7. (ENEM) Dentre outros objetos de pesquisa, a Alometria estuda a relação entre medidas de diferentes partes do corpo humano. Por exem- plo, segundo a Alometria, a área A da superfí- cie corporal de uma pessoa relaciona-se com a sua massa m pela fórmula A = k . m 2/3 em que

k e uma constante positiva.

Se no período que vai da infância até a maio- ridade de um indivíduo sua massa é multi- plicada por 8, por quanto será multiplicada

a área da superfície corporal?

a)

b)

c)

d) 8.

e) 64.

3 16 .

4.

24 .

8. (ENEM) Um forro retangular de tecido traz em sua etiqueta a informação de que enco- lherá após a primeira lavagem, mantendo,

entretanto, seu formato. A figura a seguir mostra as medidas originais do forro e o ta- manho do encolhimento (x) no comprimento

e (y) na largura. A expressão algébrica que

representa a área do forro após ser lavado é (5 – x) (3 – y).

e (y) na largura. A expressão algébrica que representa a área do forro após ser lavado
e (y) na largura. A expressão algébrica que representa a área do forro após ser lavado
Nessas condições, a área perdida do forro, após a primeira lavagem, será expressa por: a)
Nessas condições, a área perdida do forro, após a primeira lavagem, será expressa por: a)
Nessas condições, a área perdida do forro, após a primeira lavagem, será expressa por: a)

Nessas condições, a área perdida do forro,

após a primeira lavagem, será expressa por:

a) 2xy.

b) 15 – 3x.

c) 15 – 5y.

d) –5y – 3x.

e) 5y + 3x – xy.

9. (ENEM) O Salto Triplo é uma modalidade do atletismo em que o atleta dá um salto em um só pé, uma passada e um salto, nessa ordem. Sendo que o salto com impulsão em um só pé será feito de modo que o atleta caia primeiro sobre o mesmo pé que deu a impulsão; na passada ele cairá com o outro pé, do qual o salto é realizado.

Disponível em: www.cbat.org.br (adaptado).

Um atleta da modalidade Salto Triplo, depois de estudar seus movimentos, percebeu que, do segundo para o primeiro salto, o alcance diminuía em 1,2 m, e, do terceiro para o se- gundo salto, o alcance diminuía 1,5 m. Que- rendo atingir a meta de 17,4 m nessa prova e considerando os seus estudos, a distância al-

cançada no primeiro salto teria de estar entre:

a) 4,0 m e 5,0 m.

b) 5,0 m e 6,0 m.

c) 6,0 m e 7,0 m.

d) 7,0 m e 8,0 m.

e) 8,0 m e 9,0 m.

10. (ENEM) Uma escola recebeu do governo uma

verba de R$ 1.000,00 para enviar dois tipos de folhetos pelo correio. O diretor da escola pesquisou que tipos de selos deveriam ser utilizados. Concluiu que, para o primeiro tipo de folheto, bastava um selo de R$ 0,65 enquanto para folhetos do segundo tipo se- riam necessários três selos, um de R$ 0,65, um de R$ 0,60 e um de R$ 0,20. O diretor so- licitou que se comprassem selos de modo que fossem postados exatamente 500 folhetos do segundo tipo e uma quantidade restante de selos que permitisse o envio do máximo pos- sível de folhetos do primeiro tipo. Quantos selos de R$ 0,65 foram comprados?

a) 476.

b) 675.

c) 923.

d) 965.

e) 1 538.

11. (ENEM) Um grupo de 50 pessoas fez um orçamento inicial para organizar uma fes- ta, que seria dividido entre elas em cotas iguais. Verificou-se ao final que, para arcar com todas as despesas, faltavam R$ 510,00, e que 5 novas pessoas haviam ingressado no grupo. No acerto foi decidido que a despesa

total seria dividida em partes iguais pelas 55 pessoas. Quem não havia ainda contribu- ído pagaria a sua parte, e cada uma das 50

pessoas do grupo inicial deveria contribuir com mais R$ 7,00. De acordo com essas informações, qual foi o valor da cota calculada no acerto final para cada uma das 55 pessoas?

a) R$ 14,00.

b) R$ 17,00.

c) R$ 22,00.

d) R$ 32,00.

e) R$ 57,00.

12. Um dos grandes problemas enfrentados nas rodovias brasileiras é o excesso de car- ga transportada pelos caminhões. Dimen- sionado para o tráfego dentro dos limites legais de carga, o piso das estradas se dete- riora com o peso excessivo dos caminhões. Além disso, o excesso de carga interfere na capacidade de frenagem e no funciona- mento da suspensão do veículo, causas fre- quentes de acidentes. Ciente dessa responsabilidade e com base na experiência adquirida com pesagens, um caminhoneiro sabe que seu caminhão pode carregar, no máximo, 1 500 telhas ou 1 200 tijolos. Considerando esse caminhão carregado com 900 telhas, quantos tijolos, no máximo, po- dem ser acrescentados à carga de modo a não ultrapassar a carga máxima do caminhão?

a) 300 tijolos.

b) 360 tijolos.

c) 400 tijolos.

d) 480 tijolos.

e) 600 tijolos.

13. Em quase todo o Brasil existem restauran- tes em que o cliente, após se servir, pesa o prato de comida e paga o valor correspon- dente, registrado na nota pela balança. Em um restaurante desse tipo, o preço do quilo era R$ 12,80. Certa vez, a funcionária digi- tou por engano na balança eletrônica o valor R$ 18,20 e só percebeu o erro algum tempo depois, quando vários clientes já estavam al- moçando. Ela fez alguns cálculos e verificou que o erro seria corrigido se o valor incorre- to indicado na nota dos clientes fosse multi- plicado por:

a) 0,54.

b) 0,65.

c) 0,70.

d) 1,28.

e) 1,42.

17
17
18
18
18 14. Uma dona de casa pretende comprar uma escrivaninha para colocar entre as duas ca-
18 14. Uma dona de casa pretende comprar uma escrivaninha para colocar entre as duas ca-

14. Uma dona de casa pretende comprar uma

escrivaninha para colocar entre as duas ca- mas do quarto de seus filhos. Ela sabe que o quarto é retangular, de dimensões 4 m × 5 m

e que as cabeceiras das camas estão encosta-

das na parede de maior dimensão, onde ela pretende colocar a escrivaninha, garantindo

uma distância de 0,4 m entre a escrivaninha

e cada uma das camas, para circulação. Após

fazer um esboço com algumas medidas, deci-

dirá se comprará ou não a escrivaninha.

medidas, deci- dirá se comprará ou não a escrivaninha. Após analisar o esboço e realizar alguns

Após analisar o esboço e realizar alguns cál- culos, a dona de casa decidiu que poderia comprar uma escrivaninha, de largura má- xima igual a:

a) 0,8 m.

b) 1,0 m.

c) 1,4 m.

d) 1,6 m.

e) 1,8 m.

15. Alguns países têm regulamentos que obrigam

a misturar 5%, 10% ou 20% de etanol com a

gasolina regular. Esta mistura recebe o nome de gasool. E20, por exemplo, é o gasool que contém a mistura de 20% de etanol com 80% de gasolina. Em agosto de 2011, o governo decidiu reduzir a mistura de etanol na gasoli- na de 25% para 20%, isto é, nossos postos de gasolina, a partir daquele mês, não puderam

mais vender o combustível do tipo E25.

Disponível em: http://g1.globo.com (adaptado)

Uma distribuidora possuía 40 mil litros de combustível do tipo E25, disponíveis em um dos tanques de seu estoque antigo. Quantos litros de gasolina precisam ser adicionados de modo a obter uma mistura E20?

a) 32 000.

b) 16 000.

c) 10 000.

d) 8 000.

e) 2 000.

16. O governo de um país criou o Fundo da Soja

e do Milho, que tem como expectativa inicial arrecadar, por ano, R$ 36,14 milhões para investimento em pesquisas relacionadas aos

principais produtos da agricultura. Com isso,

a cada operação de venda, seriam destina-

dos ao Fundo R$ 0,28 por tonelada de soja e R$ 0,22 por tonelada de milho comercializa- das. Para este ano, espera-se que as quanti- dades de toneladas produzidas, de soja e de milho, juntas, seja 150,5 milhões. Foi pedido a cinco funcionários do Fundo, André, Bruno, Caio, Douglas e Eduardo, que apresentassem um sistema que modelasse os dados apresentados. Cada funcionário apre- sentou um sistema diferente, considerando x e y como as quantidades de toneladas co- mercializadas, respectivamente, de soja e de

milho. O resultado foi o seguinte:

André { x + y = 150500000 0,28x + 0,22y = 36140000

Bruno {

100000000x + 100000000y = 150,5 0,28x + 0,22y = 36140000

Caio { x + y = 150,5 0,28x + 0,22y = 36140000

Douglas { x + y = 150,5 0,28x + 0,22y = 36,14

Eduardo { x + y = 150500000 0,28x + 0,22y = 36,14

O funcionário que fez a modelagem correta foi:

a) André.

b) Bruno.

c) Caio.

d) Douglas.

e) Eduardo.

gabarito

1.

D

2.

D

3.

B

4.

E

5.

A

6.

C

7.

B

8.

E

9.

D

10.

C

11.

D

12.

D

13.

C

14.

B

15.

C

16. A
16.
A
6. C 7. B 8. E 9. D 10. C 11. D 12. D 13. C
Competência 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais. H1 Reconhecer,

Competência 1 – Construir significados para os números naturais, inteiros, racionais e reais.

H1

Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações – naturais, inteiros, racionais ou reais.

H2

Identificar padrões numéricos ou princípios de contagem.

H3

Resolver situação-problema envolvendo conhecimentos numéricos.

H4

Avaliar a razoabilidade de um resultado numérico na construção de argumentos sobre afirmações quantitativas.

H5

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos numéricos.

Competência 2 – Utilizar o conhecimento geométrico para realizar a leitura e a representação da realidade e agir sobre ela.

H6

Interpretar a localização e a movimentação de pessoas/objetos no espaço tridimensional e sua representação no espaço bidimensional.

H7

Identificar características de figuras planas ou espaciais.

H8

Resolver situação-problema que envolva conhecimentos geométricos de espaço e forma.

H9

Utilizar conhecimentos geométricos de espaço e forma na seleção de argumentos propostos como solução de problemas do cotidiano.

Competência 3 – Construir noções de grandezas e medidas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H10

Identificar relações entre grandezas e unidades de medida.

H11

Utilizar a noção de escalas na leitura de representação de situação do cotidiano.

H12

Resolver situação-problema que envolva medidas de grandezas.

H13

Avaliar o resultado de uma medição na construção de um argumento consistente.

H14

Avaliar proposta de intervenção na realidade utilizando conhecimentos geométricos relacionados a grandezas e medidas.

Competência 4 – Construir noções de variação de grandezas para a compreensão da realidade e a solução de problemas do cotidiano.

H15

Identificar a relação de dependência entre grandezas.

H16

Resolver situação-problema envolvendo a variação de grandezas, direta ou inversamente proporcionais.

H17

Analisar informações envolvendo a variação de grandezas como recurso para a construção de argumentação.

H18

Avaliar propostas de intervenção na realidade envolvendo variação de grandezas.

Competência 5 – Modelar e resolver problemas que envolvem variáveis socioeconômicas ou técnico-científicas, usando representações algébricas.

H19

Identificar representações algébricas que expressem a relação entre grandezas.

H20

Interpretar gráfico cartesiano que represente relações entre grandezas.

H21

Resolver situação-problema cuja modelagem envolva conhecimentos algébricos.

H22

Utilizar conhecimentos algébricos/geométricos como recurso para a construção de argumentação.

H23

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos algébricos.

Competência 6 – Interpretar informações de natureza científica e social obtidas da leitura de gráficos e tabelas, realizando previsão de tendência, extrapolação, interpolação e interpretação.

H24

Utilizar informações expressas em gráficos ou tabelas para fazer inferências.

H25

Resolver problema com dados apresentados em tabelas ou gráficos.

H26

Analisar informações expressas em gráficos ou tabelas como recurso para a construção de argumentos.

Competência 7 – Compreender o caráter aleatório e não-determinístico dos fenômenos naturais e sociais e utilizar instrumentos ade- quados para medidas, determinação de amostras e cálculos de probabilidade para interpretar informações de variáveis apresentadas em uma distribuição estatística.

H27

Calcular medidas de tendência central ou de dispersão de um conjunto de dados expressos em uma tabela de frequências de dados agrupados (não em classes) ou em gráficos.

H28

Resolver situação-problema que envolva conhecimentos de estatística e probabilidade.

H29

Utilizar conhecimentos de estatística e probabilidade como recurso para a construção de argumentação.

H30

Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.

H30 Avaliar propostas de intervenção na realidade utilizando conhecimentos de estatística e probabilidade.
Aulas 3 e 4 Competências 1, 4, e 5 Habilidades 3, 17, 18, 19 e
Aulas 3 e 4 Competências 1, 4, e 5 Habilidades 3, 17, 18, 19 e
Aulas 3 e 4 Competências 1, 4, e 5 Habilidades 3, 17, 18, 19 e
Aulas 3 e 4 Competências 1, 4, e 5 Habilidades 3, 17, 18, 19 e

Aulas 3 e 4

Competências 1, 4, e 5 Habilidades 3, 17, 18, 19 e 20

BREVIÁRIO

Dados dois números reais a e b, com a < b, definimos como intervalo fechado [a, b] o seguinte conjunto:

[a, b] = {x [ R | a ≤ x ≤ b}

Nesse caso, os elementos a e b pertencem ao intervalo, assim como todos os números reais maiores que, a e menores que b. Da mesma forma, definimos como intervalo aberto ]a, b[ o conjunto:

]a, b[ = {x [ R | a < x < b}

Observe que, diferentemente do intervalo fechado, nesse conjunto os elementos a e b não pertencem ao intervalo. Caso o número real a (chamado de extremo inferior do intervalo) pertença ao intervalo e o número b (chamado de extremo superior do intervalo) não pertença, denominamos esse intervalo como fechado à esquerda (ou aberto à direita), definido pelo conjunto:

[a, b[ = {x [ R | a ≤ x < b}

Do mesmo modo, se a não pertence ao intervalo e b pertence, denominamos esse intervalo como fechado à direita (ou aberto à esquerda), definido por:

]a, b] = {x [ R | a < x ≤ b}

Também podemos representar intervalos “infinitos”:

[a, + Ü [ = {x [ R | x ≥ a}

]–Ü, a] = {x [ R | x ≤ a}

Como intervalos são, por definição, conjuntos, podemos realizar as operações entre conjuntos como união, intersecção e diferença em intervalos também.

RepResentação geométRica de inteRvalos na Reta Real

R epResentação geométRica de inteRvalos na Reta Real Podemos representar intervalos na reta real, o que

Podemos representar intervalos na reta real, o que facilita a realização de operações entre intervalos. Observe o exemplo:

§ [–1, 2]

na reta real, o que facilita a realização de operações entre intervalos. Observe o exemplo: §
na reta real, o que facilita a realização de operações entre intervalos. Observe o exemplo: §
21
21
22
22
22 § [1, 4[ § [–3, + Ü [ Operações com intervalos Observe: § Se A
22 § [1, 4[ § [–3, + Ü [ Operações com intervalos Observe: § Se A

§ [1, 4[

§ [–3, + Ü [
§ [–3, + Ü [

Operações com intervalos

22 § [1, 4[ § [–3, + Ü [ Operações com intervalos Observe: § Se A

Observe:

§ Se A = {x [ R | 2 < x < 5} e B
§
Se
A = {x [ R | 2 < x < 5} e B = {x [ R | 3 ≤ x ≤ 8}, determine A > B.
3
é elemento de A e também de B .
5
é elemento de B e não é elemento de A .
Os elementos de 3 até o 5, excluído esse último, pertencem a A e a B ao mesmo tempo.
Portanto, A > B = {x [ R | 3 ≤ x < 5}
§
Dados A = {x [ R | –2 ≤ x ≤ 3} e B = {x [ R | 1 < x ≤ 4}, determine A < B.
A
< B = {x [ R | –2 ≤ x ≤ 4}
§
Dados A = {x [ R | –3 < x ≤ 4} e B = {x [ R | 1 < x < 7}, calcule A – B.

O conjunto A – B é informado pelos elementos que pertencem a A e não pertencem a B .

– B é informado pelos elementos que pertencem a A e não pertencem a B .
– B é informado pelos elementos que pertencem a A e não pertencem a B .

A – B = {x [ R | –3 < x ≤ 1}

F unção do 1º gRau Você já sabe que a função é do 1º grau
F unção do 1º gRau Você já sabe que a função é do 1º grau
F unção do 1º gRau Você já sabe que a função é do 1º grau

Função do gRau

Você já sabe que a função é do 1º grau quando a sua representação matemática é polinômio de grau 1. De uma maneira geral, podemos representar a função polinomial de 1º grau na forma f(x) = ax + b com a e b sendo os números reais e a ≠ 0 (caso a = 0, tem-se f(x) = b, que representa uma função constante). Os números representados por a e b são chamados coeficientes, enquanto x é a variável independente. Assim, são funções polinomiais do 1º grau:

f(x) = 2x – 1 é coeficientes: a = 2 e b = –1

f(x) = –3x + 4 é coeficientes: a = –3 e b = 4

f(x) =

5

3

– x é coeficientes: a = –1 e b =

5

3

Em geral, o domínio da função polinomial do 1º grau é R , mas quando a função está vinculada na situação real, é preciso verificar o que representa a variável independente (x) para determinar seu domínio. Chama-se função do 1º grau toda função definida de R em R por f(x) = ax + b, onde a e b [ R e a ≠ 0.

a é denominado de coeficiente angular. b é denominado de coeficiente linear.

; 0 ) e o eixo y no ponto (0; b).

O gráfico de uma função do 1º grau é uma reta, que corta o eixo x no ponto (

Uma função do 1º grau é crescente, se a > 0, e decrescente, se a < 0, assim sendo, temos que:

–b

a

e decrescente, se a < 0, assim sendo, temos que: –b a Variantes da função do
e decrescente, se a < 0, assim sendo, temos que: –b a Variantes da função do

Variantes da função do 1º grau

1. Se a = 0 e b ≠ 0 ä y = b (função constante)

do 1º grau 1. Se a = 0 e b ≠ 0 ä y = b

2. Se a ≠ 0 e b = 0 ä y = ax (função linear)

do 1º grau 1. Se a = 0 e b ≠ 0 ä y = b
23
23
24
24
24 3. Se a = 1 e b = 0 ä y = x (função identidade
24 3. Se a = 1 e b = 0 ä y = x (função identidade

3. Se a = 1 e b = 0 ä y = x (função identidade – bissetriz dos quadrantes ímpares)

(função identidade – bissetriz dos quadrantes ímpares) 4. Se a = –1 e b = 0

4. Se a = –1 e b = 0 ä y = –x (bissetriz dos quadrantes pares)

Teoria na prática Construa o gráfico da função de primeiro grau f(x) = 2x –
Teoria na prática
Construa o gráfico da função de primeiro grau f(x) = 2x – 6.
Como o gráfico de uma função de primeiro grau é uma reta, só necessitamos de dois pontos para a construção
do gráfico. Vamos, então, encontrar os pontos de intersecção da reta com os eixos coordenados.
Como o coeficiente linear é –6, já sabemos que a reta passa pelo ponto –6 no eixo y:
Em qualquer ponto no eixo x, o valor da ordenada é zero, portanto fazemos f(x) = 0:
f(x) = 0 = 2x – 6
x = 3
Logo, o ponto (3, 0) pertence à reta. Como já temos dois pontos pelos quais passa a reta da função f(x) pode-
mos construir seu gráfico:
Estudo do sinal da função polinomial do 1º grau Estudar o sinal de uma função
Estudo do sinal da função polinomial do 1º grau Estudar o sinal de uma função
Estudo do sinal da função polinomial do 1º grau Estudar o sinal de uma função

Estudo do sinal da função polinomial do 1º grau

Estudo do sinal da função polinomial do 1º grau Estudar o sinal de uma função y

Estudar o sinal de uma função y = f(x) significa analisar para quais valores de x do domínio a função terá imagem positiva, negativa ou nula. Em outras palavras, realizar o estudo de sinal significa determinar para quais valores de x temos f(x) > 0, f(x) < 0 ou f(x) = 0.

Observe

Faça o estudo de sinal da função f(x) = 10 – 5x. Construindo o gráfico da função, temos:

Do gráfico, temos que:

o gráfico da função, temos: Do gráfico, temos que: § Para todo x > 2, a

§ Para todo x > 2, a função possui valores de f(x) negativos.

§ Para todo x < 2, a função possui valores de f(x) positivos.

§ Para x = 2, a função f(x) é nula, sendo x = 2, portanto, uma raíz da função.

Zero de uma função polinomial do 1º grau

§ Dada a função f(x) = x – 2, calcular o valor de x para que f(x) = 0.

f(x) = x – 2, calcular o valor de x para que f(x) = 0. O

O número 2, para o qual f(x) = 0, é denominado zero ou raiz dessa função. Denomina-se zero ou raiz da função f(x) = ax + b o valor de x que anula a função, isto é torna f(x) = 0. Geometricamente, o zero da função polinomial do 1º grau f(x) = ax + b, a ≠ 0, é a abscissa do ponto em que a reta corta o eixo x.

estudo da Função polinomial do gRau

Definição

A função f: R é R dada por f(x) = ax 2 + bx + c, com a, b e c reais e a ≠ 0, denomina-se função polinomial do

2° grau ou função quadrática. Os números representados por a, b e c são os coeficientes da função. Note que se

a = 0, temos uma função do 1° grau.

25
25
26
26
26 Assim, são funções polinomiais do 2° grau: f(x) = x 2 – 3x + 4
26 Assim, são funções polinomiais do 2° grau: f(x) = x 2 – 3x + 4

Assim, são funções polinomiais do 2° grau:

f(x) = x 2 – 3x + 4

f(x) = – x 2 +

3

2

x

coeficientes: a = 1, b = – 3 e c = 4

coeficientes: a = –1, b =

3

2

e c = 0

Em geral, o domínio da função quadrática é R ou um de seus subconjuntos. No entanto, quando essa fun-

ção está ligada a uma situação real, é preciso verificar o que representa a variável independente x para determinar

o seu domínio.

concavidade

x para determinar o seu domínio. c oncavidade Observe Em f(x) = x 2 , temos

Observe

Em f(x) = x 2 , temos a = 1 > 0.

[ Concavidade voltada para cima

Em f(x) = –x 2 + 2x + 3, temos a = –1 < 0.

[ Concavidade voltada para baixo

A concavidade de uma parábola que representa uma função quadrática f(x) = ax 2 + bx + c do 2° grau

depende do sinal do coeficiente a:

+ bx + c do 2° grau depende do sinal do coeficiente a : Z eRos

ZeRos de uma Função quadRática

Os

ax 2 + bx + c = 0.

zeros ou raízes

da

função quadrática f(x)

=

ax 2

+

bx

+

c

são

as raízes

da

equação do 2° grau

Por exemplo, para determinar as raízes da função f(x) = x 2 – 7x + 6, fazemos:

f(x) = 0 ä x² – 7x + 6 = 0

Então, os números 1 e 6 são os zeros da função f(x) = x 2 – 7x + 6.

Estudo do discriminante (D)

Sabemos que o discriminante de uma equação do segundo grau fornece informação sobre a quantidade de raízes

reais distintas da equação:

de uma equação do segundo grau fornece informação sobre a quantidade de raízes reais distintas da
Se D > 0, a função possui duas raízes reais distintas x 1 e x
Se D > 0, a função possui duas raízes reais distintas x 1 e x

Se D > 0, a função possui duas raízes reais distintas x 1 e x 2 , portanto, intercepta o eixo x em dois pontos distintos:

, portanto, intercepta o eixo x em dois pontos distintos: Se D < 0, a função

Se D < 0, a função não possui raízes reais, portanto, não intercepta o eixo x:

possui raízes reais, portanto, não intercepta o eixo x : Se D = 0, a função

Se D = 0, a função possui duas raízes reais iguais x 1 = x 2 , portanto, intercepta o eixo x em apenas um ponto, tangenciando o eixo:

o eixo x em apenas um ponto, tangenciando o eixo: v éRtice da paRábola Para determinar

véRtice da paRábola

Para determinar as coordenadas do vértice da parábola que representa a função do 2° grau f(x) = ax 2 + bx + c, basta aplicar as fórmulas:

x v = –

b

2a e

y v = 4a D

27
27
28
28
28 Teoria na prática Determinar a e b de modo que o gráfico da função definida
28 Teoria na prática Determinar a e b de modo que o gráfico da função definida

Teoria na prática

Determinar a e b de modo que o gráfico da função definida por y = ax 2 + bx – 9 tenha o vértice no ponto

(4, – 25).

Pelos dados do problema, x v = 4.

Como x v = – b/2a, temos: –

b = 4 ä – b = 8a ä b = – 8a.

2a

Substituindo na função dada, obtemos:

y

Daí, 16a – 32a – 9 = –25 ä – 16a = – 16 ä a = 1

Como b = – 8a ä b = – 8 · 1 ä b = – 8

a = 1 e b = – 8

= ax 2 + bx – 9 ä – 25 = a · 4 2 + (– 8a) · 4 – 9

Valor mínimo ou valor máximo da função quadrática

D § Se a > 0, y = – é o valor mínimo da função.
D
§ Se a > 0, y = –
é o valor mínimo da função.
4a
D
§ Se a < 0, y = –
é o valor máximo da função.
4a
Teoria na prática
A função f(x) = x 2 – x – 6 admite valor máximo ou valor mínimo? Qual é esse valor?
f(x) = x 2 – x – 6
Como a = 1 > 0, a função admite valor mínimo, que vamos calcular:
D = b 2 – 4ac = (– 1) 2 – 4 · 1 · (– 6) = 1 + 24 = 25
D
25
25
y = –
= –
= –
4a
4 · 1
4
25
O valor mínimo da função é y = –
4 .
Crescimento e decrescimento de uma função quadrática
a > 0
a < 0
b
b
f(x) é crescente para { x [ R | x > –
} f(x) é crescente para { x [ R | x < –
}
2a
2a
b
b
f(x) é decrescente para { x [ R | x < –
} f(x) é decrescente para { x [ R | x > –
}
2a
2a

Forma fatorada de uma função quadrática

Uma função do segundo grau f(x) = ax² + bx + c pode ser escrita em função de suas raízes x 1 e x 2 da seguinte forma:

f(x) = ax² + bx + x = a(x – x 1 )(x – x 2 )

em função de suas raízes x 1 e x 2 da seguinte forma: f(x) = ax²
Teoria na prática Encontre a lei de formação da função de segundo grau representada no
Teoria na prática Encontre a lei de formação da função de segundo grau representada no
Teoria na prática Encontre a lei de formação da função de segundo grau representada no
Teoria na prática
Encontre a lei de formação da função de segundo grau representada no plano cartesiano a seguir:
A função apresenta forma f(x) = a(x – x 1 )(x – x 2 ). Como as raízes são 1 e 3, temos:
f(x) = a(x – 1)(x – 3)
Vemos também a partir do gráfico que f(0) = –3, logo:
f(0) = a(0 – 1)(0 – 3) = –3
a(–1)( –3) = –3
3a = –3
a = – 1
Portanto, a lei de formação da função é f(x) = –1(x – 1)(x – 3). Se efetuarmos a multiplicação, teremos:
f(x) = –1(x – 1)(x – 3) = –x² + 4x – 3
f(x) = –x² + 4x – 3

Função exponencial

A função f : R é R dada por f(x) = a x (com a > 0 e a ≠ 1) é denominada função exponencial de base a. Por que a base deve ser positiva e diferente de 1? Veja o porquê:

§ Se a < 0, então f(x) = a x não estaria definida para todo x real.

Por exemplo, supondo a = –2 e x =

1

2 , teríamos: f ( 2 ) = (–2) 1/2

1

f (

1

2 ) =

-2, que não é um número real

§ Se a = 1, então f(x) = a x é uma função constante: f(x) = 1 x

f(x) = 1, para todo x real

Função exponencial de base a com a > 1

§ Domínio R; contradomínio R + .

§ Contínua em todo o domínio.

29
29
30
30
30 § A função é estritamente crescente em R e, portanto, injetiva. § Não tem zeros.
30 § A função é estritamente crescente em R e, portanto, injetiva. § Não tem zeros.

§ A função é estritamente crescente em R e, portanto, injetiva.

§ Não tem zeros. O gráfico intercepta o eixo das ordenadas no ponto (0,1).

§ Admite a assíntota horizontal y = 0, quando x é Ü.

§ Não tem assíntotas verticais nem oblíquas.

x é Ü . § Não tem assíntotas verticais nem oblíquas. Função exponencial de base a

Função exponencial de base a com 0 < a < 1

§ Domínio R; contradomínio R + .

§ Contínua em todo o domínio.

§ A função é estritamente decrescente em R e, portanto, injetiva.

§ Não tem zeros. O gráfico intercepta o eixo das ordenadas no ponto (0,1).

§ Admite a assíntota horizontal y = 0, quando x é + Ü.

§ Não tem assíntotas verticais nem oblíquas.

+ Ü . § Não tem assíntotas verticais nem oblíquas. Existem fatos que podem ser descritos

Existem fatos que podem ser descritos por meio de uma função do tipo exponencial, tais como o juro do di- nheiro acumulado, o crescimento ou decrescimento de populações animais ou vegetais e a desintegração radioativa.

Teoria na prática 1. Uma cultura, inicialmente com 100 bactérias, reproduz-se em condições ideais. Suponha
Teoria na prática 1. Uma cultura, inicialmente com 100 bactérias, reproduz-se em condições ideais. Suponha
Teoria na prática 1. Uma cultura, inicialmente com 100 bactérias, reproduz-se em condições ideais. Suponha

Teoria na prática

1. Uma cultura, inicialmente com 100 bactérias, reproduz-se em condições ideais. Suponha que, por divisão celu- lar, cada bactéria dessa cultura dê origem a duas outras bactérias idênticas por hora.

a) Qual a população dessa cultura após 3 horas do instante inicial?

b) Depois de quantas horas a população dessa cultura será de 51200 bactérias?

Resolução:

a) No instante inicial, temos 100 bactérias. Uma hora depois, teremos: 100 · 2 = 200 bactérias Decorrida mais uma hora (após 2 horas do instante inicial), a população será de (100 · 2 2 ) = 100 ∙ 2 2 = 400 bactérias. Decorrida outra uma hora (após 3 horas do instante inicial), a população será de (100 · 2 2 ) · 2 = 100 · 2 3 = 800 bactérias. E assim por diante.

Após 3 horas, teremos 800 bactérias.

b) Depois de n horas, teremos uma população P dada por P = 100 · 2 n . De acordo com os dados do problema, temos: 51200 = 100 · 2 n ä 2 n = Resolvendo a equação, temos: 2 n = 2 9 ä n = 9.

51200 ä 2 n = 512

100

Então, a população da cultura será de 51200 bactérias após 9 horas.

2. As matas ciliares desempenham importante papel na manutenção das nascentes e estabilidade dos solos nas áreas marginais. Com o desenvolvimento do agronegócio e o crescimento das cidades, as matas ciliares vêm sendo destruídas. Um dos métodos usados para a sua recuperação é o plantio de mudas. O gráfico mostra o número de mudas N(t) = b · a t (0 < a 1 e b > 0) a serem plantadas no tempo t (em anos), numa determinada região.

plantadas no tempo t (em anos), numa determinada região. De acordo com os dados, qual o

De acordo com os dados, qual o número de mudas a serem plantadas, quando t = 2 anos?

a) 2.137.

b) 2.150.

c) 2.250.

d) 2.437.

e) 2.500.

Resolução:

Considerando os pontos (1, 1500) e (3, 3375) do gráfico, temos o seguinte sistema:

{

1500

= b · a 1 (I)

3375

= b · a 3 (II)

Fazendo (II) dividido por (I), temos:

a 2 = 2,25 a = 1,5 e b

Logo, N(t) = 1000 · (1,5) t N(2) = 1000 · (1,5) 2 = 2250

Alternativa C

= 1000

31
31
a plicação dos conhecimentos - s ala 1. (ENEM) Um satélite de telecomunicações, t minutos
a plicação dos conhecimentos - s ala 1. (ENEM) Um satélite de telecomunicações, t minutos

aplicação dos conhecimentos - sala

1. (ENEM) Um satélite de telecomunicações, t minutos após ter atingido sua órbita, está a r quilômetros de distância do centro da Terra. Quando r assume seus valores máximo e mí- nimo, diz-se que o satélite atingiu o apogeu

e o perigeu, respectivamente. Suponha que,

para esse satélite, o valor de r em função de

t

1 + 0,15 cos(0,06t) . Um cientista monitora o movimento desse satélite para controlar o seu afastamento do

centro da Terra. Para isso, ele precisa calcu- lar a soma dos valores de r, no apogeu e no perigeu, representada por S.

O cientista deveria concluir que, periodica- mente, S atinge o valor de:

a) 12 765 km.

b) 12 000 km.

c) 11 730 km.

d) 10 965 km.

e) 5 865 km.

seja dado por r(t) =

5865

2. (ENEM) Uma cooperativa de colheita propôs

a um fazendeiro um contrato de trabalho nos

seguintes termos: a cooperativa forneceria 12 trabalhadores e 4 máquinas, em um re- gime de trabalho de 6 horas diárias, capazes de colher 20 hectares de milho por dia, ao custo de R$ 10,00 por trabalhador por dia de trabalho, e R$ 1.000,00 pelo aluguel diário de cada máquina. O fazendeiro argumentou que fecharia contrato se a cooperativa co-

lhesse 180 hectares de milho em 6 dias, com gasto inferior a R$ 25.000,00. Para atender às exigências do fazendeiro e su- pondo que o ritmo dos trabalhadores e das má- quinas seja constante, a cooperativa deveria:

a) manter sua proposta.

b) oferecer 4 máquinas a mais.

c) oferecer 6 trabalhadores a mais.

d) aumentar a jornada de trabalho para 9 horas diárias.

e) reduzir em R$ 400,00 o valor do aluguel di- ário de uma máquina.

3. (ENEM) A importância do desenvolvimento

da atividade turística no Brasil relaciona-se especialmente com os possíveis efeitos na redução da pobreza e das desigualdades por meio da geração de novos postos de trabalho

e da contribuição para o desenvolvimento

sustentável regional. No gráfico são mostrados três cenários — pessimista, previsível, otimista — a respeito da geração de empregos pelo desenvolvi- mento de atividades turísticas.

empregos pelo desenvolvi- mento de atividades turísticas. De acordo com o gráfico, em 2009, o número
empregos pelo desenvolvi- mento de atividades turísticas. De acordo com o gráfico, em 2009, o número
empregos pelo desenvolvi- mento de atividades turísticas. De acordo com o gráfico, em 2009, o número

De acordo com o gráfico, em 2009, o número de empregos gerados pelo turismo será su- perior a:

a) 602.900 no cenário previsível.

b) 660.000 no cenário otimista.

c) 316.000 e inferior a 416.000 no cenário pre- visível.

d) 235.700 e inferior a 353.800 no cenário pes- simista.

e) 516.000 e inferior a 616.000 no cenário oti- mista.

4. (ENEM) Nos processos industriais, como na indústria de cerâmica, é necessário o uso de fornos capazes de produzir elevadas tempe- raturas e, em muitas situações, o tempo de elevação dessa temperatura deve ser contro- lado, para garantir a qualidade do produto final e a economia no processo. Em uma indústria de cerâmica, o forno é programado para elevar a temperatura ao longo do tempo de acordo com a função:

T

( )

t

= 

2

125

7

5

2

t

t

+

20, para0

≤< t

100

−+ 16

t

5

320, para t

100

em que T é o valor da temperatura atingida pelo forno, em graus Celsius, e t é o tempo, em minutos, decorrido desde o instante em que o forno é ligado. Uma peça deve ser colocada nesse forno quando a temperatura for 48°C e retirada quando a temperatura for 200°C. O tempo de permanência dessa peça no for- no é, em minutos, igual a:

a) 100.

b) 108.

c) 128.

d) 130.

e) 150.

5. (ENEM) A figura a seguir é a representação de uma região por meio de curvas de nível, que são curvas fechadas representando a altitude da região, com relação ao nível do mar. As coordenadas estão expressas em graus de acordo com a longitude, no eixo horizontal, e a latitude, no eixo vertical. A

32
32
coordenadas estão expressas em graus de acordo com a longitude, no eixo horizontal, e a latitude,
escala em tons de cinza desenhada à direita está associada à altitude da região. c)
escala em tons de cinza desenhada à direita está associada à altitude da região. c)

escala em tons de cinza desenhada à direita está associada à altitude da região.

c) d) e) Raio x
c)
d)
e)
Raio x

1. Maior valor (cos(0,06t) = –1) = 5865/1 + 0,15·(–1) = 6900 Menor valor (cos(0,06t) = 1) –1) = 5865/1 + 0,15. (–1) = 5100 Somando, temos:

6900 + 5100 = 12000.

2. Gastos em 6 dias. 6(12.10 + 4.10000) = 24720 6.20 = 120 hectares,

Ele deverá aumentar a jornada de trabalho.

180

x

120

6

3. De acordo com o gráfico em 2009 no cenário

otimista o número de empregos será maior que 516.000 e menor que 616.000.

de empregos será maior que 516.000 e menor que 616.000. Um pequeno helicóptero usado para reco-
de empregos será maior que 516.000 e menor que 616.000. Um pequeno helicóptero usado para reco-
de empregos será maior que 516.000 e menor que 616.000. Um pequeno helicóptero usado para reco-
de empregos será maior que 516.000 e menor que 616.000. Um pequeno helicóptero usado para reco-

Um pequeno helicóptero usado para reco- nhecimento sobrevoa a região a partir do ponto X = (20; 60). O helicóptero segue o percurso:

0,8°L0,5°N0,2°O0,1°S0,4°N0,3°L

Ao final, desce verticalmente até pousar no solo. De acordo com as orientações, o helicóptero pousou em um local cuja altitude é:

a) menor ou igual a 200 m.

b) maior que 200 m e menor ou igual a 400 m.

c) maior que 400 m e menor ou igual a 600 m.

d) maior que 600 m e menor ou igual a 800 m.

e) maior que 800 m.

6. As frutas que antes se compravam por dú- zias, hoje em dia, podem ser compradas por quilogramas, existindo também a variação dos preços de acordo com a época de pro- dução. Considere que, independente da épo- ca ou variação de preço, certa fruta custa

R$1,75 o quilograma. Dos gráficos a seguir, o que representa o preço m pago em reais pela compra de n quilogramas desse produto é:

a) b)
a)
b)
33
33
4. T(0) = 20º e T(100) = 160ºC, logo: 48 = 7/5·t + 20 ⇔
4. T(0) = 20º e T(100) = 160ºC, logo: 48 = 7/5·t + 20 ⇔

4. T(0) = 20º e T(100) = 160ºC, logo:

48 = 7/5·t + 20 t = 20 min

200 = 2/125 · t 2 - 16/5 · t + 320

2t 2 - 400t + 15000 = 0 t 2 – 200t + 7500 = 0

Resolvendo, temos t = 150 min ou

t = 50 min (não convém).

Logo, o tempo de permanência será

150 – 20 = 130 min.

5.

Logo, o tempo de permanência será 150 – 20 = 130 min. 5. Traçando uma linha

Traçando uma linha sobre a trajetória em re- lação ao solo percorrida pelo helicóptero e analisando o ponto final dessa trajetória e

o tom de cinza desenhado à direita do mapa

correspondente a esse ponto, é possível veri- ficar que o helicóptero pousou em uma área de altitude menor ou igual a 200 m.

6. O gráfico deverá representar a função onde n

é o número de quilogramas comprados. O gráfico correto é:

gabaRito 1. B 2. D 3. E 4. D 5. A 6. E
gabaRito
1.
B
2.
D
3.
E
4.
D
5.
A
6.
E
34
34
onde n é o número de quilogramas comprados. O gráfico correto é: gabaRito 1. B 2.
Prescrição: Praticar leitura, interpretações e resolução de problemas elaborados com base em contextos próximos de
Prescrição: Praticar leitura, interpretações e resolução de problemas elaborados com base em contextos próximos de

Prescrição: Praticar leitura, interpretações e resolução de problemas elaborados com base em contextos próximos de nosso cotidiano. Isso facilita a percepção de que essa habilidade é muito útil em nosso dia a dia, facilitando seu desenvolvimento e ampliando sua prática. Nesse contexto, os mais indicados são problemas que envolvam intervalos reais, funções polinomiais e funções exponenciais.

pRática dos conhecimentos - e.o.

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO

produção brasileira de etanol correspondeu

a 43% da produção mundial, ao passo que

a produção dos Estados Unidos da América, usando milho, foi de 45%.

Disponível em: planetasustentavel.abril. com. Acesso em: 02 maio 2009.

A população mundial está ficando mais ve- lha, os índices de natalidade diminuíram e a expectativa de vida aumentou. No gráfico se- guinte, são apresentados dados obtidos por pesquisa realizada pela Organização das Na- ções Unidas (ONU), a respeito da quantidade de pessoas com 60 anos ou mais em todo o mundo. Os números da coluna da direita re- presentam as faixas percentuais. Por exem- plo, em 1950 havia 95 milhões de pessoas com 60 anos ou mais nos países desenvolvi- dos, número entre 10% e 15% da população total nos países desenvolvidos.

Considerando que, em 2009, a produção mundial de etanol seja a mesma de 2006 e

que os Estados Unidos produzirão somente a metade de sua produção de 2006, para que

o total produzido pelo Brasil e pelos Estados Unidos continue correspondendo a 88% da produção mundial, o Brasil deve aumentar sua produção em, aproximadamente:

a) 22,5%.

b) 50,0%.

c) 52,3%.

d) 65,5%.

e) 77,5%.

a) 22,5%. b) 50,0%. c) 52,3%. d) 65,5%. e) 77,5%. 3. (ENEM) No dia 12 de
3. (ENEM) No dia 12 de janeiro de 2010, o go- verno da Venezuela adotou
3. (ENEM) No dia 12 de janeiro de 2010, o go- verno da Venezuela adotou
3. (ENEM) No dia 12 de janeiro de 2010, o go-
3. (ENEM) No dia 12 de janeiro de 2010, o go-

3. (ENEM) No dia 12 de janeiro de 2010, o go-

verno da Venezuela adotou um plano de ra-
verno da Venezuela adotou um plano de ra-

verno da Venezuela adotou um plano de ra-

cionamento de energia que previa cortes no
cionamento de energia que previa cortes no

cionamento de energia que previa cortes no

fornecimento em todo o país. plano de ra- cionamento de energia que previa cortes no ministro da energia afirmou que uma

ministro da energia afirmou que uma das

formas mais eficazes de se economizar ener-em todo o país. ministro da energia afirmou que uma das gia nos domicílios seria o

gia nos domicílios seria o uso de lâmpadas que consomem 20% menos da energia con- sumida por lâmpadas normais.que uma das formas mais eficazes de se economizar ener- Disponível em: http://www.bbc.co.uk. Acesso em: 23

Disponível em: http://www.bbc.co.uk. Acesso em: 23 abr. 2010 (adaptado).

O

Em uma residência, o consumo mensal de energia omproveniente do uso de lâmpadas comuns é de 63 kWh. Se todas as lâmpadas

dessa residência forem trocadas pelas lâm- padas econômicas, esse consumo passará a ser de, aproximadamente:

a) 9 kWh.

b)

c)

d)

e)

11 kWh.

22 kWh.

35 kWh.

50 kWh.

a) 9 kWh. b) c) d) e) 11 kWh. 22 kWh. 35 kWh. 50 kWh. 1.
a) 9 kWh. b) c) d) e) 11 kWh. 22 kWh. 35 kWh. 50 kWh. 1.
a) 9 kWh. b) c) d) e) 11 kWh. 22 kWh. 35 kWh. 50 kWh. 1.

1. (ENEM) Em 2050, a probabilidade de se es- colher, aleatoriamente, uma pessoa com 60 anos ou mais de idade, na população dos países desenvolvidos, será um número mais próximo de:

a)

b)

c)

d)

e) 3/24.

7/20.

8/25.

1/2.

1/5.

2. (ENEM) Em 2006, a produção mundial de etanol foi de 40 bilhões de litros e a de bio- diesel, de 6,5 bilhões. Neste mesmo ano, a

4. (ENEM) O Pantanal é um dos mais valiosos patrimônios naturais do Brasil. É a maior área úmida continental do planeta — com aproximadamente 210 mil km 2 , sendo 140

35
35
36
36
36 mil k 2 em território brasileiro, cobrindo par- te dos estados de Mato Grosso e
36 mil k 2 em território brasileiro, cobrindo par- te dos estados de Mato Grosso e

mil k 2 em território brasileiro, cobrindo par-

te dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso

do Sul. As chuvas fortes são comuns nessa região. O equilíbrio desse ecossistema de- pende, basicamente, do fluxo de entrada e saída de enchentes. As cheias chegam a co- brir até 2/3 da área pantaneira.

Disponível em: http://www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010 (adaptado).

Durante o período chuvoso, a área alaga-

da pelas enchentes pode chegar a um valor aproximado de:

a) 91,3 mil km 2 .

b) 93,3 mil km 2 .

c) 140 mil km 2 .

d) 152,1 mil km 2 .

e) 233,3 mil km 2 .

5. (ENEM) Lucas precisa estacionar o carro pelo período de 40 minutos, e sua irmã Clara também precisa estacionar o carro pelo pe- ríodo de 6 horas. O estacionamento Verde cobra R$ 5,00 por hora de permanência. O estacionamento Amarelo cobra R$ 6,00 por 4 horas de permanência e mais R$ 2,50 por hora ou fração de hora ultrapassada. O esta- cionamento Preto cobra R$ 7,00 por 3 horas de permanência e mais R$ 1,00 por hora ou fração de hora ultrapassada. Os estacionamentos mais econômicos para Lucas e Clara, respectivamente, são:

a) Verde e Preto.

b) Verde e Amarelo.

c) Amarelo e Amarelo.

d) Preto e Preto.

e) Verde e Verde.

6. (ENEM) Café no Brasil

O consumo atingiu o maior nível da histó-

ria no ano passado: os brasileiros beberam o equivalente a 331 bilhões de xícaras.

Veja. Ed. 2158. 31 mar. 2010.

Considere que a xícara citada na notícia seja equivalente a, aproximadamente, 120 mL de café. Suponha que em 2010 os brasileiros bebam ainda mais café, aumentando o con- sumo em 1/5 do que foi consumido no ano anterior. De acordo com essas informações, qual a previsão mais aproximada para o con- sumo de café em 2010?

a) 8 bilhões de litros.

b) 16 bilhões de litros.

c) 32 bilhões de litros.

d) 40 bilhões de litros.

e) 48 bilhões de litros.

7. (ENEM) Você pode adaptar as atividades do seu dia a dia de uma forma que possa

queimar mais calorias do que as gastas nor- malmente, conforme a relação seguinte:

§ Enquanto você fala ao telefone, faça aga- chamentos: 100 calorias gastas em 20 mi- nutos.

§ Meia hora de supermercado: 100 calorias.

§ Cuidar do jardim por 30 minutos: 200 ca- lorias.

§ Passear com o cachorro: 200 calorias em 30 minutos.