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Malária

Malária ou paludismo, entre outras designações, é uma doença infecciosa aguda ou crônica causada por protozoários
parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela picada do mosquito Anopheles.

A malária mata 3 milhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à da SIDA/AIDS, e afeta mais de 500 milhões
de pessoas todos os anos. É a principal parasitose tropical e uma das mais frequentes causas de morte em crianças
nesses países: (mata um milhão de crianças com menos de 5 anos a cada ano). Segundo a OMS, a malária mata uma
criança africana a cada 30 segundos, e muitas crianças que sobrevivem a casos severos sofrem danos cerebrais graves
e têm dificuldades de aprendizagem.

A malária é transmitida pela picada das fêmeas de


mosquitos do gênero Anopheles. A transmissão
geralmente ocorre em regiões rurais e semi-rurais, mas
pode ocorrer em áreas urbanas, principalmente em
periferias. Em cidades situadas em locais cuja altitude seja
superior a 1500 metros, no entanto, o risco de aquisição
de malária é pequeno. Os mosquitos têm maior atividade
durante o período da noite, do crepúsculo ao amanhecer.
Contaminam-se ao picar os portadores da doença,
tornando-se o principal vetor de transmissão desta para
outras pessoas. O risco maior de aquisição de malária é no
Mosquito do gênero Anopheles. interior das habitações, embora a transmissão também
possa ocorrer ao ar livre.

O mosquito da malária só sobrevive em áreas que apresentem médias das temperaturas mínimas superiores a 15°C, e
só atinge número suficiente de indivíduos para a transmissão da doença em regiões onde as temperaturas médias
sejam cerca de 20-30°C, e umidade alta. Só os mosquitos fêmeas picam o homem e alimentam-se de sangue. Os
machos vivem de seivas de plantas. As larvas se desenvolvem em águas paradas, e a prevalência máxima ocorre
durante as estações com chuva abundante.

Ciclo da Malária
Amebíase

Existem várias espécies de amebas que podem ser encontradas no Homem e entre elas a Entamoeba histolytica e a
Entamoeba coli. A única espécie patogênica, em determinadas condições, é a E. histolytica embora em um grande
número de casos viva como comensal no intestino grosso.

A E. histolytica tem ampla distribuição geográfica, sendo encontrada praticamente em todos os países do mundo.
Aflinge, de um modo geral, 10% da população mundial.

SINTOMAS

Os sintomas mais comuns da amebíase são: disenteria aguda com muco e sangue nas fezes; náuseas; vômitos e cólicas
intestinais. Em certos indivíduos no entanto, pode ser assintomática. Existem casos em que a ameba pode passar a
parasitar outras regiões do organismo causando lesões no fígado, pulmões e mais raramente no cérebro.

CONTAMINAÇÃO

É direta, não envolvendo um vetor. Ocorre pela ingestão de cistos, forma de resistência dos protozoários, adquirida
como maneira de proteger-se de condições desfavoráveis do ambiente) juntamente com água e alimentos
contaminados.

Passam pelo estômago, resistindo à ação do suco gástrico, chegam ao intestino delgado, onde ocorre o
desencistamento, de onde migram para o intestino grosso onde se colonizam. Em geral ficam aderidos à mucosa do
intestino, alimentando-se de detritos e bactérias. Em determinadas condições, invadem a mucosa intestinal,
dividindo-se ativamente no interior das úlceras e podem, através da circulação porta, atingir outros órgãos. A
liberação de sangue juntamente com as fezes é conseqüente da ruptura de vasos sangüíneos da mucosa intestinal.

PROFILAXIA

 Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;


 lavar as mãos antes das refeições e após o uso do banheiro;
 construção de fossas e redes de esgoto;
 só ingerir alimentos bem lavados e/ou bem cozidos;
 TRATAR AS PESSOAS DOENTES.
Doença de Chagas

É uma doença infecciosa causada por um protozoário parasita chamado Trypanosoma cruzi, nome dado por seu
descobridor, o cientista brasileiro Carlos Chagas, em homenagem a outro cientista, também, brasileiro, Oswaldo Cruz.

Microscopia ópica do protozoário parasita Trypanosoma cruzi.

Como se adquire?

Através da entrada do Trypanosoma no sangue dos humanos a partir do


ferimento da “picada” por triatomas, os populares barbeiros ou chupões,
como são conhecidos no interior do Brasil.

Estes triatomas, ou barbeiros, alimentam-se de sangue e contaminam-se


com o parasita quando sugam sangue de animais mamíferos infectados, que
são os reservatórios naturais (bovinos, por exemplo) ou mesmo outros
humanos contaminados. Uma vez no tubo digestivo do barbeiro, o parasita é
eliminado nas fezes junto ao ponto da “picada”, quando sugam o sangue dos
humanos que por aí infectam-se.

Outras formas de contato ocorre na vida intra-uterina por meio de gestantes


contaminadas, de transfusões sanguíneas ou acidentes com instrumentos de
punção em laboratórios por profissionais da saúde, estas duas últimas bem
mais raras.

Ciclo da Doença de Chagas.


O que se sente?

A doença possui uma fase aguda e outra crônica. No local da picada pelo “vetor” (agente que transmite a doença, no
caso, o barbeiro), a área torna-se vermelha e endurecida, constituindo o chamado chagoma, nome dado à lesão
causada pela entrada do Trypanosoma. Quando esta lesão ocorre próxima aos olhos, leva o nome de sinal de Romaña.
O chagoma acompanha-se em geral de íngua próxima à região.

Após um período de incubação (período sem sintomas) variável, mas de não menos que uma semana, ocorre febre,
ínguas por todo o corpo, inchaço do fígado e do baço e um vermelhidão no corpo semelhante a uma alergia e que
dura pouco tempo. Nesta fase, nos casos mais graves, pode ocorrer inflamação do coração com alterações do
eletrocardiograma e número de batimentos por minuto aumentado. Ainda nos casos mais graves, pode ocorrer
sintomas de inflamação das camadas de proteção do cérebro (meningite) e inflamação do cérebro (encefalite). Os
casos fatais são raros, mas, quando ocorrem, são nesta fase em decorrência da inflamação do coração ou do cérebro.
Mesmo sem tratamento, a doença fica mais branda e os sintomas desaparecem após algumas semanas ou meses. A
pessoa contaminada pode permanecer muitos anos ou mesmo o resto da vida sem sintomas, aparecendo que está
contaminada apenas em testes de laboratório. A detecção do parasita no sangue, ao contrário da fase aguda, torna-se
agora bem mais difícil, embora a presença de anticorpos contra o parasita ainda continue elevada, denotando
infecção em atividade.

Na fase crônica da doença, as manifestações são de doença do músculo do coração, ou seja, batimentos cardíacos
descompassados (arritmias), perda da capacidade de “bombeamento” do coração, progressivamente, até causar
desmaios, podendo evoluir para arritmias cardíacas fatais. O coração pode aumentar bastante, tornando inviável seu
funcionamento. Outras manifestações desta fase podem ser o aumento do esôfago e do intestino grosso, causando
dificuldades de deglutição, engasgos e pneumonias por aspiração e constipação crônica e dor abdominal.

Mais recentemente, a associação de doença de Chagas com AIDS ou outros estados de imunossupressão tem
mostrado formas de reagudização grave que se desconhecia até então, como o desenvolvimento de quadros
neurológicos relacionados à inflamação das camadas que revestem o cérebro (meningite).

Como se faz o diagnóstico?

Sempre se deve levantar a suspeita quando estamos diante de um indivíduo que andou por zona endêmica e
apresenta sintomas compatíveis. Testes de detecção de anticorpos ao Trypanosoma no sangue mais comumente, bem
como a detecção do próprio parasita no sangue, nas fases mais agudas, fazem o diagnóstico.

Como se trata?

A medicação utilizada, no nosso meio, é o benzonidazole, que é muito tóxico, sobretudo pelo tempo de tratamento,
que pode durar de três a quatro meses. Seu uso é de comprovado benefício na fase aguda. Na fase crônica, o
tratamento é dirigido às manifestações. A diminuição da capacidade de trabalho do coração é tratada como na
insuficência deste órgão por outras causas, podendo, em alguns casos, impor até a necessidade de transplante.

Como se previne?

Basicamente, pela eliminação do vetor, o barbeiro, por meio de medidas que tornem menos propício o convívio deste
próximo aos humanos, como a construção de melhores habitações.

Importante: A recente forma de contaminação desta doença, no litoral do estado de Santa Catarina, por ingestão de
caldo-de-cana contaminado com fezes de barbeiro ou pelo próprio inseto, constitui-se maneira pouco comum,
embora possível, de contágio. Além do que encontra-se em fase de investigação, não sendo possível afirmar, pelo que
foi divulgado de informações, todas as circunstâncias dos fatos ocorridos.
Giardíase

A giardíase é uma parasitose intestinal mais frequente em crianças do que em adultos e que tem como agente
etiológico a Giardia lamblia. Este protozoário flagelado tem incidência mais alta em climas temperados. Ao gênero
Giardia pertence o primeiro protozoário intestinal humano a ser conhecido. Sua descrição e atribuída a Leeuwenhoek
que notou 'animais minúsculos móveis' em suas próprias fezes.

Sintomas

A giardíase se manifesta por azia e náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos,
ocorrem cólicas seguidas de diarréia, perda de apetite, irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes
do indivíduo com giardíase que no entanto possuem odor fétido, são do tipo explosiva e acompanhadas de gases. Em
alguns casos o estado agudo da doença pode durar meses levando à má absorção de várias substâncias inclusive
vitaminas como as lipossolúveis, por exemplo.

Contaminação

Ocorre quando os cistos maduros são ingeridos pelo indivíduo. Os cistos podem ser encontrados na água (mesmo que
clorada), alimentos contaminados e em alguns casos a transmissão pode se dar por meio de mãos contaminadas.
Profilaxia

Basicamente, para se evitar a giardíase deve-se tomar as mesmas medidas profiláticas usadas contra a amebíase, já
que as formas de contaminação são praticamente as mesmas. Portanto deve-se:

 Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;


 Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários;
 Construção de fossas e redes de esgotos;
 Só beber água filtrada e/ou fervida;
 Tratar as pessoas doentes.
Tricomoníase

Tricomoníase é um tipo de infecção da vagina e do pênis. É uma doença sexualmente transmissível que pode ser
tratada e que não causa problemas de saúde mais sérios.

Como ocorre?

Existe um microorganismo chamado Tricomonas vaginalis que causa a infecção. Parceiros sexuais que não usam
preservativo, podem disseminar o microorganismo através de secreções.

Microscopia óptica do Tricomonas vaginalis.

Quais são os sintomas?

Muitas mulheres que são infectadas pelo Tricomonas não desenvolvem sintomas. Quando os sintomas surgem são
principalmente corrimento abundante juntamente com um prurido (coceira) vaginal. Em outros casos a mulher pode
apresentar um corrimento fluido com pouca cor e ainda um certo desconforto na micção.

A maioria dos homens não apresentam sintomas, e quando existem consiste em uma irritação na ponta do pênis.

Como é feito o diagnóstico?

O médico poderá solicitar uma amostra da secreção da vagina ou do pênis que será examinada através de um
microscópico e será positivo se o examinador visualizar as formas do Tricomonas. O resultado da cultura fica
disponível em 2 a 7 dias.

Como é procedido o tratamento?

A tricomoníase é tratada com metronidazol (Flagyl). Se existir possibilidade de estar grávida, comunique ao seu
médico, pois este medicamento não deve ser usado durante o primeiro trimestre da gravidez.

O seu parceiro também deve ser tratado. Vocês não devem ter relação sexual até que o seu médico diga que ambos
estão curados.

Como proceder durante o tratamento?

Não tome bebida alcóolica durante, pois isso pode gerar náuseas e vômitos intensos, devido a interação com o
medicamento.

O que pode ser feito para prevenir a tricomoníase?

Se mantém vida sexual ativa, use camisinha (masculina ou feminina), pois esta a única proteção contra a tricomoníase.