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Geralmente, depois de algum tempo as ferramentas de corte se desgastam passando a perder as

suas propriedades principais, como suas arestas de corte e elementos da geometria do corte
(profundidade, comprimento, espessura e largura do corte), tornando-se totalmente inutilizáveis.

O desgaste é a porta de entrada para dois inimigos bastante indesejáveis: a queda na


produtividade e na qualidade. Os problemas se traduzem em aquecimento excessivo da peça e da
ferramenta de corte, aumento do esforço da máquina, aumento do tempo de confecção e, é claro,
acabamento ruim.

Logo, a solução para o desgaste das ferramentas de corte é a sua restauração, para isso temos
a operação de afiação.

AFIAÇÃO
Afiar é dar forma e perfilar arestas de ferramentas de corte que podem ser recém-fabricadas ou
restauradas, no caso de ferramentas que foram desgastadas pelo uso e perderam o seu poder de
corte como: facas, cutelos, alicates, tesouras, espadas, fresas, serras, estiletes, bisturis, entre
outros.
A afiação é feita quase sempre com rebolos abrasivos, que também são ferramentas de usinagem
utilizadas nas retíficas. A usinagem nada mais é que um processo de fabricação que confere
formato, dimensão e acabamento à superfície de uma peça.
Na usinagem, a utilização dos rebolos está relacionada ao processo de remoção de material da
superfície das ferramentas de corte que demandam grande precisão em suas medidas e
acabamentos mais finos.

Tipos de fios (gumes)


Existem muitos tipos de fios, cada um, com uma função específica, porém vamos apresentar, de
modo sucinto, os tipos de fios (gumes) mais comuns:
Côncavo (Hollow)
Totalmente Reto (Full Flat)
Reto (V Flat)
Cinzel/Formão
Fio Composto
(Double Bevel/Compound)
Convexo

Ferramentas de corte

As ferramentas de corte podem ser: monocortantes ou policortantes. Quando a ferramenta tem


apenas uma aresta de corte ela é denominada de monocortante; já quando a ferramenta possui
várias arestas ela é chamada de policortante.
Tipos de afiação: manual ou em máquinas
A afiação dessas ferramentas pode ser feita de duas maneiras: manualmente ou com a utilização
de máquinas.
Quando feita de forma manual, o resultado depende da habilidade do afiador ou operador, isto é,
a pessoa tem que ter destreza e possuir facilidade no manuseio da máquina, como a
moto esmeril ou pedra abrasiva.
A utilização do rebolo certo deve ser adequada ao tipo de ferramenta de corte, mas também deve
ser adequada ao tipo de máquina utilizada pelo afiador, ou seja, o rebolo tem que encaixar
perfeitamente e estar em conformidade com a máquina em uso e suas características.
Quando as máquinas são utilizadas para a afiação, como as máquinas afiadoras, é necessário ter
um profissional experiente, já que com ela é possível afiar grande parte das ferramentas
policortantes, diferentemente da moto esmeril que é bastante útil para afiação das ferramentas
monocortantes.

Desgaste das ferramentas de corte


Para entender as vantagens e as limitações de cada material, é importante ter algum
conhecimento dos diferentes mecanismos de desgaste aos quais as ferramentas de corte estão
sujeitas.

Desgaste de flanco
Abrasivo
O tipo mais comum de desgaste e o tipo preferido de desgaste, pois oferece uma vida útil da
ferramenta previsível e estável. O desgaste de flanco ocorre devido à abrasão, causada por
constituintes duros no material da peça.

Craterização
Químico
A craterização é localizada na saída da pastilha. Ela ocorre devido à reação química entre o
material da peça e a ferramenta de corte e é aumentada pela velocidade de corte. Craterização
excessiva enfraquece a aresta de corte e pode levar à quebra.
Aresta postiça (BUE)
Adesivo
Este tipo de desgaste é causado por solda por pressão do cavaco na pastilha. É mais comum na
usinagem de materiais pastosos, como aços com baixo teor de carbono, aços inoxidáveis e
alumínio. Baixa velocidade de corte aumenta a formação de aresta postiça.

Desgaste tipo entalhe


Adesivo
Desgaste da pastilha caracterizado por dano excessivo localizado na face de saída e no flanco da
pastilha na linha da profundidade de corte. Causado pela adesão (solda por pressão de cavacos) e
uma deformação na superfície endurecida. Um tipo comum de desgaste ao usinar aços
inoxidáveis e HRSA.

Deformação plástica
Térmico
A deformação plástica ocorre quando o material da ferramenta é amolecido. Isto acontece
quando a temperatura de corte está muito alta para uma determinada classe.

Trincas térmicas
Térmico
Quando a temperatura na aresta de corte muda rapidamente de quente para frio, várias trincas
podem surgir perpendiculares à aresta de corte. Trincas térmicas são relativas a cortes
interrompidos, comuns em operações de fresamento e agravadas pelo uso de refrigerante.

Lascamento/quebra da aresta
Mecânico
O lascamento ou a quebra são o resultado de uma sobrecarga das tensões de tração mecânica.
Estas tensões podem ocorrer por vários motivos, como martelamento de cavacos, uma
profundidade de corte ou avanço muito alto, inclusão de areia no material da peça, aresta postiça,
vibrações ou desgaste excessivo na pastilha.