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DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS DE ESTRUTURAS EM AÇO SEGUNDO A NBR 8800: 2008 Prof. Marcos Arndt

DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS DE ESTRUTURAS EM AÇO SEGUNDO A NBR 8800: 2008

Prof. Marcos Arndt

Curitiba, 2010

1

SUMÁRIO

1 CONSTANTES FÍSICAS E PROPRIEDADES DO AÇO DOS PERFIS

2

2 AÇÕES E SEGURANÇA

4

3 PEÇAS TRACIONADAS

6

4 LIGAÇÕES COM CONECTORES

9

5 ELEMENTOS DE LIGAÇÃO

13

6 LIGAÇÕES COM SOLDA

14

7 PEÇAS COMPRIMIDAS

21

8 VIGAS DE ALMA CHEIA

26

BARRAS SUBMETIDAS A ESFORÇOS COMBINADOS DE MOMENTO FLETOR, FORÇA AXIAL E FORÇA CORTANTE

9

35

10

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

35

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

2

1 CONSTANTES FÍSICAS E PROPRIEDADES DO AÇO DOS PERFIS

Constantes Físicas dos Aços:

Constante Física

Valor

Módulo de elasticidade longitudinal, E

200 000 MPa

Coeficiente de Poisson,

0,3

Módulo de elasticidade transversal, G

77 000 MPa

Coeficiente de dilatação térmica,

12 x 10 -6

o C -1

Massa específica,

7850 kg/m 3

Aços ABNT para uso estrutural:

ABNT NBR 7007

   

ABNT NBR 6648

 

ABNT NBR 6649 / ABNT NBR 6650

Aços-carbono e microligados para uso estrutural e geral

Chapas grossas de aço- carbono para uso estrutural

 

Chapas finas (a frio/a quente) de aço-carbono para uso estrutural

Denominação

   

fy

fu

Denominação

 

fy

 

fu

Denominação

fy

fu

MPa

MPa

 

MPa

MPa

MPa

MPa

MR 250 AR 350 AR 350 COR AR 415

   

250

400-560

CG-26

 

255

 

410

CF-26

260/260

400/410

350

450

 

CG-28

275

440

CF-28

280/280

440/440

350

485

   

CF-30

---/300

---/490

415

520

ABNT NBR 5000

   

ABNT NBR 5004

   

ABNT NBR 5008

Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica

Chapas finas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica

 

Chapas grossas e bobinas grossas, de aço de baixa liga, resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural

Denominação

 

fy

fu

Denominação

 

fy

 

fu

Denominação

fy

fu

 

MPa

MPa

 

MPa

MPa

MPa

MPa

G-30

G-35

G-42

G-45

 

300

345

415

450

415

450

520

550

 

F-32/Q-32

F-35/Q-35

Q-40

Q-42

 

310

340

380

410

 

410

450

480

520

CGR 400

CGR 500 e

CGR 500A

 

250

370

380

490

 

Q-45

450

550

 

ABNT NBR 5920/ABNT NBR 5921

 

ABNT NBR 8261

 

Chapas finas e bobinas finas (a frio/a quente), de aço de baixa liga, resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural

Perfil tubular, de aço-carbono, formado a frio, com e sem costura, de seção circular ou retangular para usos estruturais

 

fy

MPa

 

fu

MPa

 

Seção circular

 

Seções quadrada e retangular

Denominação

 

Denominação

 

fy

 

fu

 

fy

 

fu

       

MPa

MPa

MPa

MPa

CFR 400

---/250

 

---/380

 

B

290

 

400

 

317

 

400

CFR 500

310/370

450/490

C

317

427

345

427

a Para limitações de espessura, ver norma correspondente.

 

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

3

Aços ASTM para uso estrutural:

3 Aços ASTM para uso estrutural: Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800:

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

4

2 AÇÕES E SEGURANÇA

Combinações de Ações Últimas:

Combinações normais:

S

d

g

.

G

S

.

1

q

d

G

Combinações especiais e construtivas;

Combinações excepcionais:

S

d

g

G = carga permanente;

Q 1 = ação variável principal; Q i = demais ações variáveis;

n

i 2

g

n

.

.

1

.

qi

0

i

.

i

E

G

qi

.

q

1

Q

i ef

0 ,

i 1

Q

Q

.

1

.

Q

i

n

i 2

.

qi

i ef

0 ,

.

Q

i

E = ação excepcional;

g = coeficiente de majoração da ação permanente; q1 = coeficiente de majoração da ação variável principal; qi = coeficientes de majoração das demais ações variáveis; 0i = fatores de combinação; 0i,ef = 0i salvo quando a ação variável principal especial, construtiva ou excepcional tiver um tempo de atuação muito pequeno, caso em que 0i,ef pode ser tomado como o fator correspondente de redução 2i .

Coeficientes de Ponderação das Ações:

   

Ações permanentes (g)

a c

 

Diretas

   
 

Peso

Peso próprio de estruturas moldadas no local e de elementos construtivos industrializados e empuxos permanentes

Peso próprio de elementos construtivos industrializados com adições in loco

 

Combinações

Peso

próprio

de

estruturas

metálicas

próprio

de

estruturas

pré-

moldadas

Peso próprio de elementos construtivos em geral e equipamentos

Indiretas

Normais

1,25

1,30

1,35

 

1,40

 

1,50

1,20

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(0)

Especiais ou de construção

1,15

1,20

1,25

 

1,30

 

1,40

1,20

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(0)

Excepcionais

1,10

1,15

1,15

 

1,20

 

1,30

0

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(1,00)

(0)

   

Ações variáveis (q)

a d

   

Ações

 

Demais ações variáveis, incluindo as decorrentes do uso e ocupação

Efeito da temperatura b

Ação do vento

truncadas

e

Normais

1,20

1,40

 

1,20

 

1,50

Especiais ou de construção

1,00

1,20

 

1,10

 

1,30

Excepcionais

1,00

1,00

 

1,00

 

1,00

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

5

Notas: a) Os valores entre parênteses correspondem aos coeficientes para as ações

permanentes favoráveis à segurança; ações variáveis e excepcionais favoráveis à segurança não devem ser incluídas nas combinações.

b) O efeito de temperatura citado não inclui o gerado por equipamentos, o qual deve ser

considerado ação decorrente do uso e ocupação da edificação.

c) Nas combinações normais, as ações permanentes diretas que não são favoráveis à segurança

podem, opcionalmente, ser consideradas todas agrupadas, com coeficiente de ponderação igual

, ou

1,40 quando isso não ocorrer. Nas combinações especiais ou de construção, os coeficientes de ponderação são respectivamente 1,25 e 1,30, e nas combinações excepcionais, 1,15 e 1,20.

a 1,35 quando as ações variáveis decorrentes do uso e ocupação forem superiores a 5 kN/m

2

d) Nas combinações normais, se as ações permanentes diretas que não são favoráveis à

segurança forem agrupadas, as ações variáveis que não são favoráveis à segurança podem, opcionalmente, ser consideradas também todas agrupadas, com coeficiente de ponderação igual

a 1,50 quando as ações variáveis decorrentes do uso e ocupação forem superiores a 5 kN/m

1,40 quando isso não ocorrer (mesmo nesse caso, o efeito da temperatura pode ser considerado isoladamente, com o seu próprio coeficiente de ponderação). Nas combinações especiais ou de

construção, os coeficientes de ponderação são respectivamente 1,30 e 1,20, e nas combinações excepcionais, sempre 1,00.

e) Ações truncadas são consideradas ações variáveis cuja distribuição de máximos é truncada

por um dispositivo físico, de modo que o valor dessa ação não possa superar o limite correspondente. O coeficiente de ponderação mostrado nesta Tabela se aplica a este valor-limite.

, ou

2

Fatores de Combinação 0 e de Redução 1 e 2 das Ações Variáveis:

   

f2

 

Ações

ψ0

ψ1 d

ψ2 e

 

Ações

Locais em que não há predominância de pesos e de equipamentos que permanecem fixos por longos períodos de tempo, nem de elevadas concentrações de pessoas b

0,5

0,4

0,3

variáveis

Locais em que há predominância de pesos e de equipamentos que permanecem fixos por longos períodos de tempo, ou de elevadas concentrações de pessoas c

     

causadas pelo

 

uso e

0,7

0,6

0,4

ocupação

 

Bibliotecas, arquivos, depósitos, oficinas e garagens e sobrecargas em coberturas (a)

0,8

0,7

0,6

 

Vento

Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral

0,6

0,3

0

Temperatura

Variações uniformes de temperatura em relação à média anual local

0,6

0,5

0,3

 

Passarelas de pedestres

0,6

0,4

0,3

Cargas móveis

Vigas de rolamento de pontes rolantes

1,0

0,8

0,5

e

seus efeitos

dinâmicos

Pilares e outros elementos ou subestruturas que suportam vigas de rolamento de pontes rolantes

0,7

0,6

0,4

Notas: a) Nas coberturas comuns (telhados), na ausência de especificação mais rigorosa, deve

ser prevista uma sobrecarga característica mínima de 0,25 kN/m

Admite-se que essa sobrecarga englobe as cargas decorrentes de instalações elétricas e hidráulicas, de isolamentos térmico e acústico e de pequenas peças eventualmente fixadas na

cobertura, até um limite superior de 0,05 kN/m 2 .

b) Edificações residenciais de acesso restrito.

c) Edificações comerciais, de escritórios e de acesso público.

d) Para estado-limite de fadiga (ver Anexo K), usar ψ 1 igual a 1,0.

, em projeção horizontal.

2

e) Para combinações excepcionais onde a ação principal for sismo, admite-se adotar para ψ 2 o

valor zero.

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Coeficientes de ponderação das resistências para o aço estrutural (γ a ):

 

Escoamento, flambagem e instabilidade

Ruptura

Combinações

γ

a2

γ

a1

 

Normais

1,10

1,35

Especiais ou de construção

1,10

1,35

Excepcionais

1,00

1,15

3 PEÇAS TRACIONADAS

Barras prismáticas, exceto barras com extremidade rosqueada e barras ligadas por pinos:

3.1 Escoamento da Seção Bruta:

3.2 Ruptura da Seção Líquida:

R

R

dt

dt

A

e

C .A

t

n

furo

A

A

n

n

d

A

g

3,5

mm

A

furos

b

(

furo

)

(furo padrão)

s

2

4 g

. t

(para chapas)

A

g

.

f

y

a

1

A

e

.

f

u

a 2

 . t (para chapas) A g . f y  a 1 A e .

sendo: A g = área bruta, A n = área líquida, d = diâmetro do conector, b = largura da chapa e t = espessura da chapa.

Fator de Redução C t :

a) Quando a força de tração for transmitida diretamente para todos os elementos da seção transversal da barra, por soldas ou parafusos:

C 1,00

t

b) Quando a força de tração for transmitida somente por soldas transversais:

C

A

c

t A

g

A c = área da seção transversal dos elementos conectados.

c) Barras com seções transversais abertas quando a força de tração for transmitida somente por parafusos ou somente por soldas longitudinais ou ainda por uma combinação de soldas longitudinais e transversais para alguns (não todos) elementos da seção transversal:

C

t

1

e

c

l

c

0,90

e c = excentricidade da ligação, igual à distância do centro geométrico (G) ao plano de cisalhamento da ligação; Para ligação soldada: l c = comprimento da solda na direção da força axial;

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7

Para ligação parafusada: l c = distância do primeiro ao último parafuso da linha de furação com maior número de parafusos, na direção da força axial.

Não é permitido uso de ligações com

C

t

0,60

.

Não é permitido uso de ligações com C t  0,60 . d) Chapas planas quando

d) Chapas planas quando a força de tração for transmitida somente por soldas longitudinais ao longo de ambas as suas bordas:

C

t

C

t

C 1,00

t

para

  0,87 0,75

para

1,5

para b

l

b

w 2

l

w

l

w

b

1,5 2

b b

b l  b w  2  l w l w b  1,5 

e) Seções tubulares: Ver 5.2.5 alíneas e e f da NBR 8800 (2008)

3.3 Cisalhamento de Bloco:

Soma das forças resistentes ao cisalhamento de uma ou mais linhas de falha e à tração em um segmento perpendicular:

R

d

1

a 2

(0,60.

f

u

A

nv

C

ts

.

f

u

.

A

nt

)

1

a

2

(0,60.

f A

y

gv

C

ts

.

f

u

.

A

nt

)

A gv , A nv = área cisalhada bruta e líquida, respectivamente; A nt = área tracionada líquida; C ts = 1,0 quando a tensão de tração na área líquida for uniforme; C ts = 0,5 quando a tensão de tração na área líquida for não-uniforme.

a tensão de tração na área líquida for não-uniforme. Dimensionamento de elementos de estruturas em aço

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8

8 Barras com extremidades rosqueadas: a) Escoamento da seção bruta: R dt  A g .

Barras com extremidades rosqueadas:

a) Escoamento da seção bruta:

R dt

A

g

.

f

y

a 1

b) Ruptura da parte rosqueada:

Para diâmetro d 12 mm e com diâmetro externo da rosca igual a d:

R dt

0,75

A

g

.

f

u

a 2

com

A

g

d

2

4

Índice de Esbeltez Limite:

O

índice de esbeltez

se

barras com pré-tensão.

L

r min

das barras tracionadas não pode exceder 300, excetuando-

L = comprimento destravado; r = raio de giração da seção transversal.

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9

4 LIGAÇÕES COM CONECTORES

Materiais usados em Parafusos:

 

Especificação

 

f

yb

f

ub

 

Diâmetro d b

MPa

MPa

 

mm

pol

 

ASTM A307

-

415

 

-

1/2 ≤ db ≤ 4

 

ISO 898-1 Classe 4.6

235

400

12

db ≤ 36

-

 

635

825

16

db ≤ 24

1/2 ≤ db ≤ 1

 

ASTM A325

a

560

725

24 < db ≤ 36

1 < db ≤ 1½

 

ISO 4016 Classe 8.8

640

800

12

db ≤ 36

-

 

ASTM A490

895

1035

16

db ≤ 36

1/2 ≤ db ≤ 1½

ISO 4016 Classe 10.9

 

900

1000

12

db ≤ 36

-

a

 

Disponíveis também com resistência à corrosão atmosférica comparável à dos aços AR 350 COR ou à dos aços ASTM A588.

Corte do Conector:

Força de cisalhamento (corte) resistente de cálculo, por plano de corte:

- Parafusos de alta resistência (A325 ou A490) e barras rosqueadas, quando o plano de corte passa pela rosca e para parafusos comuns em qualquer situação:

R

dv

0,4. A f

b

ub

a 2

- Parafusos de alta resistência (A325 ou A490) e barras rosqueadas, quando o plano de corte não passa pela rosca:

R

dv

0,5. A f

b

ub

a 2

A

b

. d

b

2

= área bruta, baseada no diâmetro do parafuso ou no diâmetro externo da

4

rosca da barra rosqueada, d b .

Rasgamento da Chapa e Pressão de Apoio:

Força resistente à pressão de contato na parede de um furo, já levando em conta o rasgamento entre dois furos consecutivos ou entre um furo extremo e a borda, para furos padrão, alargados e pouco alongados em qualquer direção e furos muito alongados na direção da força:

- Quando a deformação no furo (ovalização) para forças de serviço for uma limitação de projeto:

R

d

1,2.

l

f

.

t f

.

u

2,4.

d

b

.

t f

.

u

a 2

a

2

- Quando a deformação no furo para forças de serviço não for uma limitação de projeto (por exemplo, nos casos em que as cargas permanentes sejam predominantes e as contraflechas possam ser executadas):

R

d

1,5.

l

f

.

t f

.

u

a 2

3,0.

d

b

.

t f

.

u

a

2

sendo : t = espessura da parte ligada;

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10

d b = diâmetro do conector;

l f = distância, na direção da força, entre a borda do furo e a borda do furo adjacente ou a borda livre; f u = resistência à ruptura do aço da parede do furo.

A força resistente total é igual à soma das forças resistentes à pressão de contato

calculadas para todos os furos.

Tração do Conector:

R

dt

(0,75.

A

b

).

f

ub

a 2

Tração e Corte simultâneos do Conector:

Quando ocorrer a ação simultânea de tração e corte, deve ser atendida a seguinte equação de interação:

S

dt

R

dt

2

   S

R

2 1,0

dv

dv

onde:

S dt = força de tração solicitante de cálculo por parafuso ou barra redonda rosqueada; S dv = força de corte solicitante de cálculo no plano considerado do parafuso ou barra redonda rosqueada; R dt , R dv = resistências de cálculo à tração e ao corte, respectivamente. Alternativamente ao uso da equação de interação podem ser verificadas as exigências da tabela 11 da NBR 8800 (2008) além das verificações das resistências isoladas.

Resistência ao Deslizamento em Ligações por Atrito para Parafusos de Alta Resistência : (Estado Limite de Serviço para Furos Padrão) A força resistente nominal de um parafuso ao deslizamento, F f,Rk , deve ser igual

ou superior à força cortante solicitante característica, calculada com as combinações de

ações raras ou, simplificadamente, tomada igual a 70 % da força cortante solicitante de

cálculo.

F

f Rk

,

0,80.

.

C

h

.

F

Tb

.

n

s

.

1

F

t Sk

,

0,80. F

Tb

sendo:

F t,Sk = força de tração solicitante característica no parafuso que reduz a força de protensão, calculada com as combinações de ações raras de serviço ou, simplificadamente, tomada igual a 70% da força de tração solicitante de cálculo. F Tb = força de protensão mínima por parafuso; n s = número de planos de deslizamento; = coeficiente médio de atrito, dado por:

= 0,35: superfícies laminadas, limpas, isentas de óleos ou graxas, sem

pintura, e superfícies galvanizadas a quente com rugosidade aumentada manualmente por meio de escova de aço;

= 0,50: superfícies jateadas sem pintura;

= 0,20: superfícies galvanizadas a quente.

C h = fator de furo (para furo padrão C h = 1,0);

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Força de protensão mínima em parafusos ASTM:

 

Diâmetro

   

F

Tb

d

b

kN

 

pol

 

mm

ASTM A325

ASTM A490

1/2

 

53

 

66

5/8

85

106

 

16

91

114

3/4

 

125

156

 

20

142

179

22

176

221

7/8

 

173

216

 

24

205

257

1

 

227

283

 

27

267

334

1 1/8

 

250

357

 

30

326

408

1 1/4

 

317

453

 

36

475

595

1 1/2

 

460

659

Esforço solicitante mínimo:

Ligações sujeitas a uma força solicitante de cálculo, em qualquer direção, inferior a 45 kN, excetuando-se diagonais e montantes de travejamento de barras compostas, tirantes constituídos de barras redondas, travessas de fechamento lateral e terças de cobertura de edifícios, devem ser dimensionadas para uma força solicitante de cálculo igual a 45 kN, com direção e sentido da força atuante (NBR 8800 item 6.1.5.2).

Disposição de soldas e parafusos:

Grupos de parafusos ou soldas, situados nas extremidades de qualquer barra axialmente solicitada, devem ter seus centros geométricos sobre o eixo que passa pelo centro geométrico da seção da barra, a não ser que seja levado em conta o efeito de excentricidade (NBR 8800 item 6.1.8.1). Nos casos de cantoneiras simples ou duplas e barras semelhantes, solicitadas axialmente, não é exigido que o centro geométrico de grupos de parafusos ou soldas de filete fique sobre o eixo baricêntrico da barra, nas suas extremidades, para os casos de barras não sujeitas à fadiga; a excentricidade entre os eixos da barra e das ligações pode ser desprezada em barras solicitadas estaticamente, mas deve ser considerada em barras sujeitas à fadiga (NBR 8800 item 6.1.8.2).

Pega longa:

Denomina-se pega do conector o comprimento de seu fuste, entre as faces internas das cabeças. Exceto nos casos dos parafusos de alta resistência montados com protensão inicial, quando o comprimento de pega excede 5 d b , a força de cisalhamento resistente de cálculo dos parafusos ou barras redondas rosqueadas deve ser reduzida em 1 % para cada 1,5 mm adicionais de pega (NBR 8800 item 6.3.7).

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

12

Ligações de grande comprimento:

Em ligações por contato usadas em emendas de barras tracionadas, com comprimento superior a 1270 mm na direção da força externa, a força de cisalhamento solicitante de cálculo e a força solicitante de cálculo à pressão de contato na parede de um furo nos parafusos devem ser multiplicadas por 1,25 para levar em conta a distribuição não- uniforme da força externa pelos parafusos (NBR 8800 item 6.3.8).

Distribuição de Esforços em Ligação Excêntrica por Corte:

- Devido ao corte axial (Q):

F Q

F

n

- Devido ao momento (M):

F MX

M

r

2

. y

e

F MY

M

r

2

.

x

sendo: r = distância do centro do conector ao C.G. dos conectores; n = número de parafusos.

Distribuição de Esforços em Ligação com Corte e Tração nos Conectores:

Esforços em Ligação com Corte e Tração nos Conectores: t  2. A i a Equilíbrio

t

2. A

i

a

Equilíbrio de forças:

f

c

b

.

2

.

y

c

f

t

t

.

2

.(

h

y

c

)

, com

Momento de inércia da seção composta:

Tensão de tração no parafuso:

f

ti

M

I

I

y

i

b 3 y

.

3

c

t

3

(

f

t

h

y

f

c

y c

c

)

3

(

h

y

c

)

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

13

5 ELEMENTOS DE LIGAÇÃO

Elementos Tracionados Valem os estados limites para peças tracionadas, sendo que para chapas de emendas

parafusadas:

A

e

A 0,85A

n

g

.

Elementos Comprimidos

- Para esbeltez

KL

r

KL

r

A

g

.

f

y

25

25

:

R

dc

a

1

- Para esbeltez

onde KL é o comprimento de flambagem e r o raio de giração do elemento.

: valem os estados limites para peças comprimidas.

Elementos Submetidos a Cisalhamento

Escoamento da seção bruta:

A

g

.0,6

f

y

R

R

dv

dv

A

nv

a

1

.0,6

f

u

Ruptura da seção líquida:

a 2

onde A nv é a área líquida sujeita a cisalhamento.

Cisalhamento de Bloco Conforme descrito no formulário para peças tracionadas.

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

14

6 LIGAÇÕES COM SOLDA

Limite de Resistência à Tração do Metal de Solda

Metal da solda

Todos os eletrodos com classe de resistência 6 ou 60

Todos os eletrodos com classe de resistência 7 ou 70

Todos os eletrodos com classe de resistência 8 ou 80

fw

MPa

415

485

550

Simbologia de Solda (Norma AWS)

MPa 415 485 550 Simbologia de Solda (Norma AWS) 6.1 SOLDAS DE ENTALHE Espessura da garganta
MPa 415 485 550 Simbologia de Solda (Norma AWS) 6.1 SOLDAS DE ENTALHE Espessura da garganta

6.1 SOLDAS DE ENTALHE

Espessura da garganta efetiva da solda ( t e ):

ENTALHE Espessura da garganta efetiva da solda ( t e ): A espessura da garganta efetiva

A espessura da garganta efetiva de uma solda de penetração total deve ser tomada igual à menor das espessuras das partes soldadas

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

15

15 Espessura penetração parcial: da garganta efetiva para solda de t t e   y

Espessura

penetração parcial:

da

garganta

efetiva

para

solda

de

t

t

e y y 3mm

e

(J, U e V, ou bisel com

(bisel com

45

0

 60 60

0

)

0

) onde

é o ângulo entre as faces de fusão (chanfro).

Espessura mínima da garganta efetiva de uma solda de entalhe de penetração parcial:

Menor espessura do metal-base na junta (mm)

Espessura mínima da garganta efetiva (mm)

Abaixo de 6,35 e até 6,35

3

Acima de 6,35 até 12,5

5

Acima de 12,5 até 19

6

Acima de 19 até 37,5

8

Acima de 37,5 até 57

10

Acima de 57 até 152

13

Acima de 152

16

Não podem ser usadas soldas de penetração parcial em emendas de peças fletidas.

Comprimento efetivo da solda de entalhe ( l w ) O comprimento efetivo da solda de penetração total e parcial é igual ao seu comprimento real, o qual deve ser igual à largura da parte ligada.

6.2 SOLDAS DE FILETE

Dimensões do filete:

t  0,7.b b . b w w t w  1 2 Garganta: b
t
 0,7.b
b
. b
w
w
t w
1
2
Garganta:
b
2
b
2
1
2
Espessura da garganta efetiva:
t e
 t
w

Exceto para soldas de filete com pernas ortogonais executadas pelo processo de arco submerso:

 

t

e

b

w

se

b

w

10 mm

t

e

t

w

3mm

se

b

w

10 mm

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

16

Dimensão mínima do lado (perna) da solda de filete:

Espessura da chapa menos espessa (mm)

Lado do filete

(b

w ) (mm)

Abaixo de 6,35 e até 6,35

 

3

Acima de 6,35 até12,5

 

5

Acima de 12,5 até 19

 

6

Acima de 19

 

8

Dimensão máxima do lado (perna) da solda de filete:

t

6,35 mm

b

t

6,35 mm

b

w

w

,

,

máx

máx

t

t

1,5 mm

mm  b w w , , máx máx  t  t  1,5 mm

Comprimento efetivo da solda de filete ( l w ):

O comprimento efetivo de uma solda de filete é igual ao comprimento total da solda, incluindo os retornos nas extremidades. Exceto nos casos de soldas de filete

longitudinais nas ligações extremas de peças axialmente solicitadas com

quando o comprimento total deve ser multiplicado pelo fator de redução β dado por:

l

100b

w

1,2

0,002

l

b

w

, porém 0,6 1,0 .

onde l = comprimento total do cordão de solda.

O comprimento de cada cordão de solda deve respeitar:

l

w

4.b

w

e

l

w 40

mm

Quando forem usadas somente soldas de filete longitudinais nas ligações extremas de chapas planas tracionadas, o comprimento de cada filete (cordão) não pode ser menor que a distância transversal entre eles.

6.3 RESISTÊNCIA DAS SOLDAS

Área efetiva da solda:

Área do metal base:

sendo: t e = espessura da garganta efetiva, l w = comprimento efetivo da solda e t MB espessura do metal base menos espesso.

A

A

w

MB

t .l

e

w

t

MB

.l

w

Combinações

w1

w2

Normais

1,25

1,35

Especiais ou de construção

1,25

1,35

Excepcionais

1,05

1,15

Em soldas sujeitas a tensões não-uniformes, as forças solicitante e resistente de cálculo são determinadas com base em comprimentos efetivos unitários. Nas soldas de filete, qualquer que seja a direção do esforço aplicado, admite-se, para efeito de cálculo, que as tensões na solda sejam de cisalhamento na seção da garganta (Pfeil e Pfeil, 2009).

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

17

Tipo de

Tipo de solicitação e orientação

Força resistente de cálculo

solda

 

Tração ou compressão paralelas ao eixo da solda

Não precisa ser considerado

 

Penetração

total

Tração ou compressão normal à seção efetiva da solda

Metal-base:

R

d

A

MB

.

f

y



a 1

Cisalhamento (soma vetorial) na seção efetiva

Metal-base:

R

d

0,6

A

MB

.

f

y

y  a 1

a 1

 
 

Tração ou compressão paralelas ao eixo da solda (ligação entre mesas e almas de perfis soldados)

Não precisa ser considerado

 

Penetração

parcial

Tração ou compressão normal à seção efetiva da solda

O menor dos dois valores:

a) Metal-base:

b) Metal solda:

R

d

R

d

A

f

MB

.

y

0,6

A

w

.

.  f w a 1 

f

w

a 1

.  f w a 1 

w 1

Cisalhamento paralelo ao eixo da solda, na seção efetiva

Metal-base deve atender aos estados limites de elementos de ligação.

Metal solda:

R

d

0,6

A

w

.

f

w

Metal-base deve atender aos estados limites de elementos de ligação. Metal solda: R d  0,6

w 2

 

Tração ou compressão paralelas ao eixo da solda (ligação entre mesas e almas de perfis soldados)

Não precisa ser considerado

 

Filete

Cisalhamento na seção efetiva (a solicitação de cálculo é igual à resultante vetorial de todas as forças de cálculo na junta que produzam tensões normais ou de cisalhamento na superfície de contato das partes ligadas)

Metal-base deve atender aos estados limites de elementos de ligação.

Metal solda:

R

d

0,6

A

w

.

f

w

Metal-base deve atender aos estados limites de elementos de ligação. Metal solda: R d  0,6

w 2

Para um grupo de filetes carregado concentricamente, formado por elementos situados longitudinalmente e transversalmente à direção da força aplicada, a força

e

onde R dl e R dt são as forças resistentes das soldas longitudinais e

transversais, respectivamente.

resistente de cálculo combinada R d é o maior valor entre

R

d

0,85R

dl

1,5R

dt

R

d

R

dl

R

dt

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

18

18 Figura – Area efetiva do metal base Fonte: Quimby (2009) Distribuição de Esforços em Ligação

Figura Area efetiva do metal base Fonte: Quimby (2009)

Distribuição de Esforços em Ligação Excêntrica por Corte:

Esforços por unidade de comprimento em solda de filete:

Devido ao corte axial (F):

Devido ao momento (M):

f

Mx

f F

f

M

F

l

M

I

P

( 1)

t

M

I

P

( 1)

t

. y

e

.

r

f

My

M

I

P

( 1)

t

.

x

sendo: r = distância do ponto da solda considerado ao C.G. dos filetes de solda;

l = comprimento do filete de solda;

I P(t=1) = momento de inércia polar da solda para t =1.

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

19

19 Fonte: Pfeil e Pfeil (2009) Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800:

Fonte: Pfeil e Pfeil (2009)

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

20

Esforços Combinados de Cisalhamento e Tração ou Compressão na Solda:

a) Soldas Longitudinais:

De acordo com a NBR 8800/2008, soldas ligando elementos componentes de perfis

soldados (mesas e almas) podem ser calculadas considerando-se apenas as forças cortantes (tensões de cisalhamento) e os efeitos locais.

- Devido ao esforço cortante:

sendo: V = esforço cortante;

S = momento estático da chapa da mesa em

relação ao eixo x (horizontal no C.G. do perfil);

I = momento de inércia do perfil em relação ao eixo x;

.

V S

I b

.

b  

t

0 :solda deentalhe

2.

t

: solda defilete

t = garganta do filete de solda.

Para perfil I :

S

b

f

. t

f

h

.

t

f

2

2

- Devido a efeitos locais:

P

2.

t

.(

a



2.

t

f

)

onde é a tensão de cisalhamento. Deve ser combinada vetorialmente com a tensão cisalhante horizontal devida ao esforço cortante.

b) Soldas Transversais:

devida ao esforço cortante. b) Soldas Transversais: - Devido ao esforço cortante (V):   V
devida ao esforço cortante. b) Soldas Transversais: - Devido ao esforço cortante (V):   V
devida ao esforço cortante. b) Soldas Transversais: - Devido ao esforço cortante (V):   V

- Devido ao esforço cortante (V):

V

2.t.h

0

, onde t é a garganta do filete de solda.

- Devido ao momento fletor (M): (considerada como tensão cisalhante horizontal)

M onde I é o momento de inércia da seção da garganta da solda (figura

I

. y

,

b) em relação à linha neutra.

- Tensão na garganta da solda:

 d     max d 2 d 2 dres
 d
   
max
d 2
d 2
dres

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

21

7 PEÇAS COMPRIMIDAS

Resistência de cálculo:

R

d

.

Q A

.

g

.

f

y

a 1

onde Q é o fator de redução associado à flambagem local e é o fator de redução associado à resistência à compressão, obtido a partir do índice de esbeltez reduzido. Q = 1,0 para seções cujos elementos têm relações b/t iguais ou inferiores às dadas na Tabela 1. Não se cumprindo esta condição, tem-se Q < 1,0 (ver Anexo F da NBR

8800/2008);

Índice de esbeltez reduzido:

0

Q.A .f g y N e
Q.A .f
g
y
N
e

, sendo N e a força axial de flambagem elástica, obtida conforme anexo

E da NBR 8800/2008.

Os valores de são obtidos da Tabela 2 ou pelas fórmulas:

2

0,658

0

0,877

2

0

para

para

 

0

0

1,5 1,5

Força axial de flambagem elástica:

a) Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto:

Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia x:

N

ex

2

EI

x

K L

x

x

2

Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia y:

N

ey

2 EI

y

K

y

L

y

2

Flambagem por torção em relação ao eixo longitudinal z:

N ez

1

2

EC

w

r

0

2

K L

z

z

2

GJ

onde KL é o comprimento de flambagem, I é o momento de inércia em relação ao eixo

considerado,

torção da seção transversal, E é o módulo de elasticidade, G é o módulo de elasticidade transversal e r 0 é o raio de giração polar em relação ao centro de cisalhamento, dado por

w é a constante de empenamento da seção transversal, J é a constante de

C

r 0

da seção transversal, J é a constante de C r 0  r x 2 

r

x

2

r

y

2

x

2

0

y

0

2

sendo r o raio de giração em relação ao eixo central considerado e, x 0 e y 0 as coordenadas do centro de cisalhamento em relação ao CG.

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

22

b) Seções monossimétricas (eixo y de simetria):

Flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia x:

 2 EI  x N ex  K L  2 x x Flambagem
 2 EI
x
N ex
K L
 2
x
x
Flambagem por flexo-torção:

N
N
 N
4
N
1 
y
r
2
ey
ez

1
ey
ez
0
0
N eyz
21 
y
r
2
  1
N
N
2
 
0
0
ey
ez

onde N ey e N ez são obtidas conforme item (a). Caso o eixo x seja o eixo de simetria, basta substituir x por y, y por x e y 0 por x 0 .

c) Cantoneiras simples conectadas por uma aba:

Podemos

considerar

um

comprimento

de

flambagem

equivalente

desde

que

a

cantoneira:

- seja carregada nas extremidades através da mesma aba;

- seja conectada por solda ou pelo menos 2 parafusos na direção da solicitação;

- não esteja solicitada por ações transversais intermediárias.

A força axial de flambagem elástica é dada por:

N

ex

2 EI

x

1

K

x

1

L

x

1

2

onde

aba conectada,

e

K

x1

I x1

L

x1

é o momento de inércia em relação ao eixo que passa pelo CG e é paralelo à

é o comprimento da cantoneira entre os pontos de trabalho da treliça

L x1

é o comprimento de flambagem equivalente dado por:

- Para barras individuais ou diagonais ou montantes de treliças planas com barras adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas:

a) 0

L

x

1

L

x

1

r

x

1

80

:

80

:

K

K

x

x

1 L

x

1

1 L

x

1

72

32

r

x

1

r

x

1

0,75

1,25

L

1

x

1

L

x

b)

r

x

1

onde

conectada.

r x1

é o raio de giração em relação ao eixo que passa pelo CG e é paralelo à aba

- Para diagonais ou montantes de treliças espaciais com barras adjacentes conectadas do mesmo lado das chapas de nó ou das cordas:

a) 0

L

x

1

75

:

K

x

1

L

x

1

60

r

x

1

0,80

L

x

1

r

x

1

b)

L

x

1

r

x

1

75

:

K

x

1

L

x

1

45

r

x

1

L

x

1

Índice de Esbeltez Limite:

O índice de esbeltez

seção.

Kl

r

não pode ser superior a 200, onde r é o raio de giração da

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

23

Constantes de torção e empenamento, e centro de torção:

Constantes de torção e empenamento, e centro de torção: Fonte: Pfeil e Pfeil (2009) Dimensionamento de

Fonte: Pfeil e Pfeil (2009)

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

24

Coeficiente de flambagem por flexão (K ) para elementos isolados:

de flambagem por flexão ( K ) para elementos isolados: Coeficiente de flambagem por torção (

Coeficiente de flambagem por torção ( K z ):

Simplificadamente pode ser tomado:

a) K z = 1,00, quando ambas as extremidades da barra possuírem rotação em torno do eixo longitudinal impedida e empenamento livre;

b) K z = 2,00, quando uma das extremidades da barra possuir rotação em torno do eixo longitudinal e empenamento livres e, a outra extremidade, rotação e empenamento impedidos

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

25

Tabela 1 Valores de ( b / t ) limites:

25 Tabela 1 – Valores de ( b / t ) limites: k c  4

k c

4

h t 0 0
h
t
0
0

, sendo 0,35

k

c

0,76

onde t 0 é a espessura da alma e h 0 é a altura da alma.

- Nas seções tubulares circulares:

Q 1,00 para

D 0,11

E

t f

y

onde D é o diâmetro externo da seção tubular circular e t é a espessura da parede.

Dimensionamento de elementos de estruturas em aço segundo a NBR8800: 2008

26

Tabela 2 Valor de em função do índice de esbeltez reduzido

0

:

0

0,00

0,01

0,02

0,03

0,04

0,05

0,06

0,07

0,08

0,09

0

0,0

1,000

1,000

1,000

1,000

0,999

0,999

0,998

0,998

0,997

0,997

0,0

0,1

0,996

0,995

0,994

0,993

0,992

0,991

0,989

0,988

0,987

0,985

0,1

0,2

0,983

0,982

0,980

0,978

0,976

0,974