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PRÁTICA 1- TÉCNICAS DE PIPETAGEM E VIDRARIA

INTRODUÇÃO
A execução de diversas tarefas num laboratório envolve uma variedade
de equipamentos que, devem ser empregados de modo adequado. A escolha
de um determinado aparelho, vidraria ou material depende dos objetivos e das
condições em que o exemplo será executado. Foram realizados, alguns
experimentos com vidrarias irão ser descritos e analisados e, em seguida,
haverá uma comparação entre elas para definir quais determinam valores mais
exatos e mais precisos com maior ou menor margem de acerto.
Saber diferenciar os equipamentos necessários é fundamental para uma boa
prática laboratorial, portanto através desta aula pratica, pretende-se discutir
maneiras e formas de minimizar os erros.

OBJETIVO

Conhecer algumas vidrarias utilizadas em laboratórios e definir quais


determinam valores mais exatos e mais precisos.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS:

 Balão de fundo chato;


 Balão volumétrico;
 Proveta;
 Pipeta graduada;
 Pipeta automática;
 Pipetador;
 Béquer;
 Erlenmeyer;
 Tubo de ensaio;
 Estante para tubo de ensaio;
 Pisseta.

MÉTODOS PRÁTICOS:
1) Transferiu-se 250 mL de água destilada de um balão de fundo chato para
um balão volumétrico;
2) Em seguida, transferiu-se 40 mL do mesmo líquido, de um béquer para uma
proveta;

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3) Pipetou-se 1 mL do mesmo líquido, utilizando-se uma pipeta graduada e
transferiu-se para um tubo de ensaio;
4) Em outro tubo de ensaio, pipetou-se 1 mL de água destilada,utilizando-se
uma pipeta automática,e em seguida, conceituou-se exatidão e precisão.

RESULTADOS:

 Em todos os procedimentos descritos acima, houve diferenças de volumes


ao transferir a água destilada de uma vidraria para outra. Com isso,
perceberam-se quais vidrarias utilizadas eram mais precisas e quais eram
mais exatas.
 No primeiro método, observou-se que o balão de fundo chato é preciso, mas
não exato, já o balão volumétrico é exato. No segundo método a proveta e
exata, já o béquer e preciso. No terceiro método, observou-se que a pipeta
graduada é precisa e a automática é exata.
 Conceito de exatidão e precisão: Exatidão é a capacidade que o
instrumento de medição tem de fornecer um resultado próximo ao valor real;
já a precisão é a capacidade do instrumento de medição fornecer resultados
muito próximos,quando se mede o mesmo mensurado,sob as mesmas
condições.

CONCLUSÃO

Na utilização de diversos equipamentos que nos fornecem condições pra


averiguar volumes precisos e exatos, encontramos nas transferências, a
possibilidade de avaliar quais vidrarias tem um resultado exato e preciso e
demonstrar assim segurança para a realização de experimento.
Pode se concluir que as vidrarias balão de fundo chato, béquer, pipeta
graduada, são equipamentos de precisão; balão volumétrico, proveta, pipeta
automática são equipamentos exatos.

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PRÁTICA 02- REAÇÕES DE CARACTERIZAÇÃO DOS
MONOSSACARÍDEOS

INTRODUÇÃO
Os monossacarídeos são os carboidratos mais simples, não são
polimerizados, por isso, não sofrem hidrólise. Apresentam de 3 a 7 carbonos
em sua estrutura, havendo uma proporção entre esses átomos e os átomos de
hidrogênio, obedecendo a uma fórmula geral, onde há um carbono para cada
dois hidrogênios e um oxigênio: Cn(H2O)n. Se um monossacarídeo tiver 4
átomos de carbono, ele terá 8 átomos de hidrogênio e 4 átomos de oxigênio.

Açúcares Fundamentais (não necessitam de qualquer alteração para


serem absorvidos) Fórmula Geral: CnH2nOn n≥ 3
Propriedades: solúveis em água e insolúveis em solventes orgânicos, brancos
e cristalinos, maioria com saber doce e estão ligados à produção energética.
O nome genérico do monossacarídeo é dado baseado no número de
carbonos mais a terminação “ose”.
► 03 carbonos – trioses

► 04 carbonos – tetroses

► 05 carbonos – pentoses

► 06 carbonos – hexoses

► 07 carbonos – heptoses

Podem ser classificados ainda como aldoses ou cetoses. É muito


comum chamar o açúcar pelo seu nome comum ou comercial com a série que
ele pertence e sua rotação ótica (ex: D (-)-frutose, D (+)-glicose).
A forma mais correta seria usar os nomes sistemáticos recomendados
pela IUPAC: Glicose = 6-(hidroximetil) oxano-2,3,4,5-tetrol.

OBJETIVOS
1. Molisch: Identificar a presença ou ausência dos carboidratos através
da reação com alfa-naftol.
2. Seliwanoff: Identificar a diferença de aldoses e cetoses através da
reação com seliwanoff.

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EQUIPAMENTOS UTILIZADOS:

 Pipeta
 Pipetador
 Tubos de Ensaio
 Becker
 Bastão
 Estante para tubos de ensaio
 Pisseta
 Amido
 Sacarose
 Glicose
 Água destilada
 Frutose
 Ácido sulfúrico
 Giz
 Molisch
 Tripé de ferro
 Tela de amianto

MÉTODOS PRÁTICOS

 Molisch
Em um tubo de ensaio acrescentou-se dois ml de água destilada,
utilizando-se uma pipeta graduada com o pipetador; em seguida, repetiu-se o
mesmo procedimento, mas utilizando outros reagentes e amido. Depois se
acrescentou cinco gotas do reagente molisch em cada tubo de ensaio contendo
as soluções descritas anteriormente, e os agitou. Em seguida se
acrescentamos dois ml de ácido sulfúrico, utilizando-se uma pipeta graduada,
em cada tubo de ensaio e esperou-se reagir.

 Seliwanoff

1) Em um tubo de ensaio acrescentou-se um ml de água destilada,


utilizando-se uma pipeta graduada com o pipetador;
2) Em seguida, repetiu-se o mesmo procedimento, mas utilizando-se
outros reagentes, respectivamente: Glicose, sacarose e frutose.
3) Logo após, acrescentaram-se cinco ml do reativo seliwanoff em cada
tubo de ensaio;
4) Levaram-se todos os tubos para aquecimento em banho Maria de
um minuto até dez minutos.
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RESULTADOS E DISCUSSÃO

 Molisch

Solução Carboidratos
Água destilada Ausente
Glicose Presente
Frutose Presente
Sacarose Presente
Amido Presente

 Seliwanoff

Solução Reação Cor


Água destilada Não reagiu Incolor
Glicose Reagiu Amarelo claro
Frutose Reagiu Vermelho
alaranjado
Sacarose Reagiu Vermelho
alaranjado
bem escuro

A sacarose foi a primeira a reagir por causa: Sacarose = glicose+


frutose, em seguida foi a frutose e por ultimo foi a glicose que mesmo
possuindo carboidratos pode reagir ou não, vai depender da temperatura.

CONCLUSÃO

Conclui-se que na reação de molisch os monossacarídeos podem ser


facilmente desidratados por ação de ácidos fortes concentrados, com o ácido
sulfúrico. Ele rompe facilmente as ligações glicosídicas, adiciona-se um
composto fenólico ao meio e reage provocando o aparecimento de um anel
de coloração lilás.

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PRÁTICA 03- PESQUISA DE AÇÚCARES REDUTORES

INTRODUÇÃO
Um açúcar redutor é qualquer açúcar que, em solução básica, forma
algum aldeído. Disto segue que o açúcar atua como um agente redutor, por
exemplo, na reação de Benedict. Os principais açúcares redutores são frutose,
glicose, maltose e lactose. A sacarose, sendo formada por glicose e frutose,
pode tornar-se um açúcar redutor se sofrer ação enzimática ou hidrólise ácida.
Os monossacarídeos (açúcares) podem ser oxidados p o r a g e n t e s
oxidantes relativamente suaves, tais como os íons férricos (Fe3+) ou cúpricos
(Cu2+).O carbono do grupo carbonila é oxidado a carboxila. A glicose
e outros açúcares capazes de reduzir os íons férricos ou cúpricos são
chamados de açúcares redutores.
Açúcares redutores apresentam extremidade da cadeia carbônica
com carbonos não impedidos para reagirem, conhecidos como carbonos
anoméricos, isto é, carbonos que não estão envolvidos em ligações
glicosídicas, como por exemplo, am a l t o s e e a g a l a c t o s e . A s a c a r o s e
é u m a ç ú c a r n ã o r e d u t o r , m a s a g l i c o s e e a frutose, produtos da
degradação da sacarose, são redutores.
Os açúcares redutores possuem grupos aldeídos e cetonas livres
na cadeia e são chamados redutores por atuarem como agentes
redutores, isto é, que sofrem oxidação. A s a c a r o s e p o d e s o f r e r
hidrólise ácida e ser convertida em frutose e glicose, esta
mistura de monossacarídeos provenientes do dissacarídeo pode
ser chamada de açúcar invertido.

OBJETIVO
Identificar a presença de açúcares redutores.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Tubos de ensaio
 Béquer
 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador
 Pipetas graduadas
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 Água destilada
 Giz
 Tripé de ferro
 Tela de amianto
 Glicose
 Sacarose
 Amido
 Frutose
 Pinça
 Benedict.

MÉTODOS PRÁTICOS
 Pipetou-se 3 mL do reagente Benedict em 5 tubos de ensaio;
 Acrescentou-se 1 mL das soluções em cada tubo de ensaio,das
seguintes soluções: água destilada, glicose,sacarose,amido e frutose.
 Em seguida, colocou-se os 5 tubos de ensaio em banho Maria durante 3
minutos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
SOLUÇÕES REAÇÕES COLORAÇÃO

Água destilada Não reagiu Permaneceu azul

Glicose Reagiu Alaranjado

Sacarose Não reagiu Permaneceu azul

Amido Não reagiu Permaneceu azul

Frutose Reagiu Alaranjado

CONCLUSÃO
 Concluiu-se que a água destilada não possui açúcar redutor, por isso
não reagiu;
 A frutose reagiu mais rápida porque sua estrutura é linear, o que
favorece sua quebra;
 A glicose por ter sua estrutura cíclica, sua quebra se torna um pouco
mais difícil, porém ela reagiu logo em seguida;
 O amido tem uma estrutura grande e ramificada, só o calor não
consegue quebrar as ligações glicosídicas, por isso, não reagiu;
 O tempo em banho Maria e o calor não foram suficientes para quebrar
as ligações glicosídicas da sacarose, por isso, não reagiu.

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HIDRÓLISE DE SACAROSE

INTRODUÇÃO
Popularmente conhecida como açúcar comum ou açúcar de mesa,
a sacarose é um dissacarídeo composto por uma molécula de glicose e uma
de frutose, unidas entre si por uma ligação glicosídica. Em condição ambiente,
esse glicídio tem aparência de cristais brancos, sabor doce e é solúvel em
água.
A fórmula química da sacarose é C6H12O6 e é formada através da
condensação da glicose e da frutose. A condensação é a união desses
compostos com a perda de uma molécula de água. Visto que existem isômeros
da glicose e da frutose (formas α e β), também se obtém isômeros da
sacarose.
A sacarose é um osídio, pois pode sofrer hidrólise. Ela é um dissacarídeo,
pois, ao reagir com a água, forma duas moléculas de oses, que são
exatamente a glicose e a frutose. Visto que essa é a reação inversa de sua
formação, o resultado da mistura de glicose e frutose é denominado açúcar
invertido.

OBJETIVO
Identificar a presença de açúcares redutores.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Tubos de ensaio
 Béquer
 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador, pipetas graduadas
 Água destilada
 Giz
 Tripé de ferro
 Tela de amianto
 Glicose
 Sacarose
 Amido
 Frutose
 Pinça
 Benedict.
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MÉTODOS PRÁTICOS
1) Pipetou-se 2 mL da solução de sacarose para tubo de ensaio, do qual foram
utilizados 2 tubos;
2) Logo após, em um dos tubos, adicionou-se 3 gotas de ácido sulfúrico, e em
seguida, o colocou em banho Maria, deixando-o ferver por 3 minutos, e após
retirá-lo, deixou-o descansar por 1 minuto;
3) Em outros dois tubos, pipetou-se 3 mL do reativo Benedict;
4) Em seguida, retirou-se 2 mL do reativo e adicionou-se aos 2 tubos de ensaio
com sacarose e os levou para o banho Maria por mais 3 minutos.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
ENCONTRADO: após o banho Maria, observou-se que nenhumas das
substâncias dos tubos reagiram, não havendo mudanças na cor,
permanecendo azul. Os possíveis erros encontrados foram na pipetagem do
ácido sulfúrico do qual foram adicionados além do limite correto, impedindo a
reação. O QUE ERA PRA SER ENCONTRADO: era pra ter ocorrido a
mudança de cor do reativo, pois a sacarose é um dissacarídeo e quando ocorre
hidrólise vai haver liberação das suas estruturas monossacarídicas (
glicose+frutose). O ácido e a temperatura vão fazer a quebra da ligação
glicosídica

CONCLUSÃO
Concluiu-se que a sacarose é um dissacarídeo do qual libera suas estruturas
monossacarídicas quando participa do processo de hidrólise.

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PRÁTICA 04- REAÇÕES DE CARACTERIZAÇÃO DOS POLISSACARÍDEOS

INTRODUÇÃO
Os polissacarídeos são moléculas formadas através da união de
vários monossacarídeos. Alguns apresentam em sua fórmula átomos
de nitrogênio e enxofre.Esse grupo de carboidratos é formado por moléculas
que não possuem sabor adocicado, como nos outros grupos.
Os polissacarídeos são moléculas muito grandes, em comparação com os
outros carboidratos, por isso são considerados macromoléculas. Os
polissacarídeos são insolúveis em água, o que é de grande importância para os
seres vivos, pois desempenham função estrutural e armazenadora de energia.
No momento da digestão, para que essas moléculas sejam absorvidas, é
necessário que sejam quebradas em moléculas menores, os monossacarídeos.
A reação de quebra ocorre através da hidrólise. Note que a reação de união
entre dois monossacarídeos ocorre pelo processo inverso, reação por
desidratação. As moléculas de polissacarídeos são polímeros, ou seja, as
moléculas que os constituem são idênticas ou semelhantes. Essas unidades
são chamadas de monômeros.

OBJETIVO

Verificar a hidrólise do amido e a presença dos produtos de degradação.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Tubos de ensaio
 Pipetador
 Pipetas
 Béquer
 Tela de amianto
 Giz
 Estante para tubo de ensaio
 Pinça
 Proveta
 Erlenmeyer
 Lugol
 Amido
 Ácido clorídrico
 Tripé de ferro.
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MÉTODOS PRÁTICOS
 Colocou-se 30 mL da solução de amido em uma proveta e transferiu-se
para um erlenmeyer;
 Pipetou-se 6 mL do ácido clorídrico no erlenmeyer;
 Colocou-se 3 mL de amido hidrolizado no tubo 1 ao 7. Pipetou-se 3 mL
de amido no tubo 8;
 Foi adicionado 3 gotas de lugol no tubo 1 e 8;
 Levou para o banho Maria os tubos 2 ao 7;
 Depois de 5 minutos, retirou-se o tubo 2 deixando-o esfriar em água
corrente,depois de esfriar, adicionou-se 1 gota de lugol, e por diante, de
5 em 5 minutos, retirou-se do banho Maria,cada tubo em seqüência.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

TUBOS TEMPO DE COR COM PRODUTO


REAÇÃO LUGOL IDENTIFICADO
1 0 Roxa Amilodextrina
2 5 Roxa Amilodextrina
3 10 Roxa Amilodextrina
4 15 Incolor Acodextrina
5 20 Incolor Acodextrina
6 25 Incolor Acodextrina
7 30 Incolor Acodextrina

CONCLUSÃO
O amido quando tratado por um ácido à certa temperatura, sofre uma
sucessão de hidrólises dando dextrinas ( amilo, eritro e acrodextrinas ), sendo
maltose e glicose como produto final. Os produtos identificados estão
classificados de acordo com o tempo de reação do iodo.

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PRÁTICA 5- REAÇÕES DE CARACTERIZAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS I

INTRODUÇÃO
Os aminoácidos são moléculas orgânicas formadas por átomos
de carbono (C), hidrogênio (H), oxigênio (O) e nitrogênio (N). Alguns podem
conter enxofre em sua composição. Esses compostos se ligam, formando a
molécula de aminoácido da seguinte forma:

http://www.brasilescola.com/biologia/aminoacidos.htm
Essas moléculas são divididas em quatro partes: o grupo amina (NH2),
grupo carboxílico (COOH), hidrogênio, carbono alfa (todas as partes se ligam a
ele), e um radical característico de cada aminoácido. Os aminoácidos se unem
através de ligações peptídicas, formando as proteínas. Para que as células
possam produzir suas proteínas, elas precisam de aminoácidos, que podem
ser obtidos a partir da alimentação ou serem fabricados pelo próprio
organismo.

As proteínas são moléculas essenciais para aos organismos animais,


devendo, portanto, estar presentes na alimentação em quantidades
adequadas. (PIRES et al. 2006). Esses compostos são macromoléculas
orgânicas formadas pela sequência de vários aminoácidos, unidos por ligações
peptídicas (cadeia polipeptídica). Desempenham diversas funções no
organismo, sendo: estrutural, hormonal, enzimática, imunológica, nutritiva e de
transporte citoplasmático.
As proteínas podem ser ainda classificadas em estruturais, quando
estruturas de suporte que fornecem proteção ou resistência, o colágeno e a
queratina são proteínas estruturais, em transportadoras como a hemoglobina,
de defesa como os anticorpos, em nutrientes tendo a ovoalbumina, principal
proteína do ovo, e a caseína, proteína do leite nesta classe (DIAS DE SOUZA,
2009; citado por GONÇALVES, 2010).
As reações dos aminoácidos são aquelas de seus grupamentos
funcionais, isto é, do grupo alfa-carboxílico, do grupo alfa-amino e dos grupos
presentes nas cadeias laterais. As reações das proteínas, por sua vez,
dependem dos diferentes aminoácidos que as constituem.

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OBJETIVO
Verificar a presença de aminoácidos e ligações peptídicas em soluções.

TESTE 1 – REAÇÃO DO BIURETO

Objetivo específico: Verificar a presença da ligação peptídica.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Tubos de ensaio
 Pipetador
 Pipetas
 Béquer
 Giz
 Estante para tubo de ensaio
 Água destilada
 Gelatina
 Biureto
 Ovoalbumina.
MÉTODOS UTILIZADOS

1) Colocou-se num tubo de ensaio 2 mL da solução de ovoalbumina,


adicionando-se 2 mL de Biureto, agitando-o;

2) Colocou-se em outro tubo de ensaio 2 mL de solução de gelatina e


adicionou-se 2 mL do reativo de Biureto, agitando-o;

3) Colocou-se em outro tubo 2 mL de água destilada, adicionando-se 2 mL de


Biureto.

RESULTADOS:

No tubo 1 ( ovoalbumina) há a presença de ligação peptídica, possuindo uma


grande quantidade da mesma. Já no tubo 2 ( gelatina), há também a presença
de ligações peptídicas, só que em uma quantidade menor do que na
ovoalbumina, ou seja, o comprimento da ligação peptídica é menor no tubo 2 .
Já no tubo 3 ( biureto) não houve reação, pois não há ligação peptídica.

13.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAflpYAG/reacoes-caracterizacao-
aminoacidos

TESTE 2 - REAÇÃO DE NINHIDRINA

Objetivo Específico: verificar a presença do grupo amina.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

 Tubos de ensaio
 Pipetas
 Pipetador
 Béquer
 Estante para tubo de ensaio
 Pinça
 Tela de amianto
 Tripé de ferro
 Ovoalbumina
 Ninhidrina

MÉTODOS UTILIZADOS

1) Pipetou-se em um tubo 2 mL de ninhidrina juntamente com 1 mL de


ovoalbumina;

2) Levou-se ao banho Maria deixando-o por 2 minutos.

RESULTADOS:

Houve uma reação positiva dando indicativo positivo para o grupo amina.
Coloração: azul violeta. O aminoácido aquecido em solução contendo ninidrina
produziu um composto violeta, a razão ocorre por causa da presença de
grupos amina livres. A ninhidrina oxida o aminoácido, produzindo CO2, NH3, e
um derivado aldeídico com um átomo de carbono a menos consequentemente,
reduzindo. Posteriormente, a ninhidrina oxidada e reduzida reage com a
amônia liberada formando um complexo violeta.

TESTE 3 – PRECIPITAÇÃO PELOS ÁCIDOS FORTES

Objetivo Específico: verificar a desnaturação de proteínas e precipitação por


ácido concentrado.

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EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

 Tubos de ensaio
 Pipetas
 Pipetador
 Béquer
 Estante para tubo de ensaio
 Ovoalbumina
 Ácido sulfúrico concentrado

MÉTODOS UTILIZADOS

1) Pipetou-se em um tubo de ensaio, 1 mL de ácido sulfúrico e adicionou-


se 1mL de ovoalbumina.

RESULTADOS

A solução ficou com duas colorações, incolor e branca. Ficou branca, pois a
ovoalbumina possui uma estrutura quartenária, em que o ácido rompeu as
ligações covalentes, formando uma estrutura linear, havendo assim, a
desnaturação da proteína com o ácido forte.

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PRÁTICA 6-REAÇÕES DE CARACTERIZAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS II

OBJETIVO

Verificar a presença da tirosina e cisteína em proteínas.

TESTE 1 - REAÇÃO XANTOPROTÉICA – TIROSINA E TRIPTOFANO

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS:

 Tubo de ensaio
 Pipetas
 Pipetador
 Pinça
 Estante para tubo de ensaio
 Tela de amianto
 Ovoalbumina
 Tripé de ferro
 Béquer
 Hidróxido de sódio (NAOH)
 Ácido sulfúrico.

MÉTODOS PRÁTICOS

1) Pipetou-se 1 mL da solução de ovoalbumina em um tubo de ensaio;

2) Acrescentou-se 10 gotas de ácido sulfúrico;

3) Colocou-se para ferver por aproximadamente 3 minutos;

4) Acrescentou-se 4 mL da solução de NaOH a 2N e observou-se a reação.

RESULTADOS:

Observou-se um precipitado de coloração branca, o qual é a


Xantoproteína, uma proteína desnaturada quando reage (à grandes
temperaturas, ácidos, NAOH).

CONCLUSÃO

A formação desse precipitado é devido à ação do ácido sulfúrico, que é ácido


forte.

TESTE 2- REAÇÃO DE MILLION- TIROSINA

MATERIAS UTILIZADOS:

 Pipeta graduada
 Tudo de ensaio
 Béquer

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 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador
 Giz
 Tripé de ferro
 Tela de amianto
 Ovoalbumina
 Reativo de Millon
 Pinça.

MÉTODOS PRÁTICOS

1) Pipetou-se 1ml de ovoalbumina em um tubo de ensaio;


2) Acrescentou-se 5 gotas do reativo de Millon;
3) Colocou-se para aquecer por aproximadamente 4 minutos

RESULTADOS:

Houve uma coloração rosa - avermelhada, pois há a presença de fenolato


de mercúrio que reagiu com a ovoalbumina, na qual observou-se a presença
de tirosina.

CONCLUSÃO

A reação do grupo hidroxifenil da tirosina com o mercúrio reativo pode ser


identificada pela formação de uma coloração característica. Durante a reação
ocorre a formação de fenolato de mercúrio.

TESTE 3- REAÇÃO DO GRUPO SULFIDRILA- CISTEÍNA, CISTINA

MATERIAS UTILIZADOS:

 Pipeta graduada
 Tubo de ensaio
 Béquer
 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador
 Giz
 Tripé de ferro
 Tela de amianto
 Fios de cabelo
 Solução de acetato de chumbo 10%
 Solução de NAOH 50%.

MÉTODOS PRÁTICOS

1) Colocou-se em um tubo de ensaio uma pequena quantidade de cabelo


2) Acrescentou-se 5gotas de solução de acetato de chumbo 10%
3) Adicionou-se 2 ml de solução de NAOH 50%
4) Colocou-se para aquecer por aproximadamente 5 minutos

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RESULTADOS:

Houve uma coloração preto/marrom, em que o hidróxido de sódio,


juntamente com o chumbo, formou um precipitado, do qual este é o fragmento
de proteína ligado ao chumbo.

As ligações de enxofre (presentes no cabelo), por estarem em meio alcalino


e sendo submetidas ao aquecimento, foram quebradas. Depois de liberado o
enxofre aparece na forma de Na2S(sulfeto de sódio) que reage com acetato de
chumbo, formando o PbS, deixando solução com essa coloração.

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAflpYAG/reacoes-caracterizacao-
aminoacidos

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PRÁTICA 07: PROCESSOS METABOLICOS

INTRODUÇÃO
Os lipídios constituem um grupo de compostos que, apesar de
quimicamente diferentes entre si, apresentam uma importante característica em
comum: a insolubilidade em água.
Nos alimentos, os lipídios assumem um importante papel nutricional e
tecnológico.
Fornecem mais energia que os carboidratos, porém estes são
preferencialmente utilizados pela célula. Toda vez que a célula eucarionte
necessita de uma substância energética, ela vai optar pelo uso imediato de
uma glicose, para depois consumir os lipídeos.
Os lipídios possuem quatro funções básicas nos organismos:
- Fornecimento de energia para as células. Porém, estas preferem
utilizar primeiramente a energia fornecida pelos glicídios.
- Alguns tipos de lipídios participam da composição das membranas
celulares.
- Nos animais endodérmicos, atuam como isolantes térmicos.
- Facilitação de determinadas reações químicas que ocorrem no
organismo dos seres vivos. Possuem esta função os seguintes lipídios:
hormônios sexuais, vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, K, D e E) e as
prostaglandinas.
A oxidação de ácidos graxos é a principal fonte de energia no
metabolismo de lipídeos; na realidade, esteróis não são catalisados como uma
fonte de energia, sendo excretados. Ambos, os triacilgliceróis, que são a
principal forma de armazenamento de energia química dos lipídeos e os
fosfoacigliceróis, importantes componentes de membranas biológicas,
possuem ácidos graxos ligados covalentemente como parte de suas estruturas.
Em ambos os tipos de compostos, as ligações entre o ácido graxo e o resto da
molécula podem ser hidrolisadas, em uma reação catalisada por um grupo
específico de enzimas, as lípases, no caso de triacilgliceróis, e as fosfolipases,
no caso de fosfoacilgliceróis.

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OBJETIVOS
Caracterização dos Lipídios

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Pipeta
 Pipetador
 Tubos de Ensaio
 Becker
 Bastão
 Tripé de Ferro
 Tela de Amianto
 Margarina
 Água destilada
 NaOH
 HCl

MÉTODOS PRÁTICOS
 Hidrólise de Alcalino
1) Em um Becker continha 10g de margarina, foram
acrescentados 10 ml da base alcalina e lavado ao banho
Maria por 30 minutos.
2) Depois foi levado por 10 minutos a um recipiente que continha
água e gelo.
 Hidrólise Ácida
1) Adicionou-se a solução de manteiga com NaOH a 1ml de
ácido clorídrico e levamos ao banho maria por 5 minutos.
2) Esperou-se ele se solidificar e adicionamos uma pequena
quantidade de ácido graxo em 3 tubos de ensaio.
3) Em seguida adicionou-se 1ml de água no tubo 1, 1ml de
álcool no tubo 2 e 1ml de éter no tubo 3.
4) Em um Becker adicionou-se 10 ml de água e 6ml de KOH e
levamos ao banho Maria por 5 minutos.

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5) Adicionou-se 3 ml de solução em 2 tubos de ensaio e 3 ml
em uma proveta e 20 ml de água
6) Logo depois sal de cozinha em excesso foi colocado na
proveta e em um tubo de ensaio adicionamos 1 ml de acetato
de chumbo.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
 Hidrólise de Alcalino: Hidrólise parcial
 Hidrólise Ácida: Observou-se a formação de um sabão, o qual
representa a emulsão, após ter ocorrido hidrólise completa de
solução.
Reação envolvida
Tag + NaOH → Emulsão

CONCLUSÃO
Concluiu-se então que a reação de saponificação consistiu na adição de
uma base forte, como no caso reportado que foi KOH, ao sistema contendo os
triglicerídeos e por aquecimento para romper as ligações e conseguir glicerol e
sais de ácidos graxos e notou também que sua solubilidade se deveu à
solventes apolares, como no éter e em parte no álcool que possui uma parte
apolar. Comprovou-se também que sabões contendo na+ e K+ são solúveis em
água. Observou-se também que excesso de sais (sabão) e gordura podem
levar a pressão alta, e o entupimento das artérias e evoluir a óbito.

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PRÁTICA 8-PESQUISA DE GLICOSE NA URINA – GLICOSÚRIA

INTRODUÇÃO

A glicosúria acompanhada de hiperglicemia é indicativa de Diabetes melitus,


entretanto, sem hiperglicemia pode ser doença tubular renal. Resultados falso-
positivos podem ocorrer em ingestão elevada de carboidrato pouco antes da
coleta da urina. Além da determinação da glicemia ou da tolerância aos
carboidratos, outros métodos também são amplamente utilizados ou sugeridos
para a detecção da glicosúria.

OBJETIVO
Determinar a presença de glicose na urina, substâncias anormais como
açúcares redutores, corpos cetônicos, pigmentos biliares.

EQUIPAMETOS UTILIZADOS
 Cálice
 Funil
 Erlermeyer
 Tubo de ensaio
 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador
 Pipetas graduadas
 Béquer
 Pinça de madeira
 Suporte universal
 Tela de amianto
 Bico de banner
 Algodão
 Giz.
 Soluções: urina, reativo de Benedict.

MÉTODOS PRÁTICOS
1) Coletou-se a urina de um dos colegas da bancada em um cálice;
2) Depois de coletada filtrou-se a urina, colocou o algodão na entrada do
funil e depois colocou a urina para ser filtrada;
3) Colocou-se em tubo de ensaio 5 ml do reativo de Benedict;
4) Aqueceu o tubo com o reativo ate a ebulição em banho Maria;
5) Depois de retirar o tubo do aquecimento, adicionou 8 gotas de urina
filtrada;
6) Levou novamente para aquecer, por uns 5 minutos;
7) Depois retirar do aquecimento e observar o que aconteceu.

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RESULTADO E DISCUSSÃO

COR QUANTIDADE RESULTADO


DESENVOLVIDA (g%)
Azul ou Verde sem até 0,1 negativo
ppt
Verde com ppt até 0,3 +
amarelo
Verde-oliva até 1,0 ++
Marrom-laranja até 1,5 +++
Vermelho-tijolo até 2,0 ++++

O resultado foi à urina verde indicando que há glicose na urina do colega


de bancada, de acordo com a tabela a urina esta normal porque não foi
uma coleta em que ele estava em jejum, foi no meio do seu dia a dia.

CONCLUSÃO

A glicosúria é a eliminação de glicose pela urina e em meio alcalino a


quente, a glicose reduz facilmente o íon cúprico a íon cuproso, com
formação de um precipitado verde, amarelo esverdeado ou vermelho
conforme o teor de glicose.

O exame de urina constitui um recurso laboratorial de largo emprego


na clínica, sendo capaz de fornecer valiosos elementos à elucidação
diagnóstica. Assim, pesquisa de elementos anormais como substâncias
redutoras (açúcares), corpos cetônicos, pigmentos biliares entre outros podem
proporcionar informações de grande utilidade clínica não só no âmbito das
afecções urinárias, mas também em doenças de outros sistemas como, por
exemplo, a glicosúria no diabetes melito.

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8.1 DETERMINAÇÃO DE PROTEÍNAS NA URINA – PROTEINÚRIA

INTRODUÇÃO
Proteinúria é a perda exacerbada de proteína pela urina, especialmente
a albumina. Esta é uma proteína presente no plasma sanguíneo, fabricada
pelo fígado, resultante do metabolismo de alimentos protéicos, como carnes,
ovos, leites e seus derivados. Ela é de extrema importância na manutenção da
circulação normal dos líquidos dentro dos vasos, e também, na conservação do
estado nutricional.

OBJETIVO

Tentar encontrar proteína na urina.

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
 Cálice
 Funil
 Erlermeyer
 Tubo de ensaio
 Estante para tubo de ensaio
 Pipetador
 Pipetas graduadas
 Béquer
 Pinça de madeira
 Suporte universal
 Tela de amianto
 Bico de banner
 Algodão
 Giz.
 Soluções: urina, reativo de Biureto.

MÉTODOS UTILIZADOS
1) Colocou-se 3 ml de Biureto em um tubo de ensaio;
2) Logo em seguida adicionou um 1 ml de urina filtrada, observa os
resultados.

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RESULTADO E DISCUSSÃO

Na urina do colega não alterou nada, ou seja, não formou um anel


branco quer dizer que não tem presença de proteína na urina. O
aparecimento de um anel branco na interfase indica a presença de
proteína. Quanto mais espesso o anel, tanto maior e o teor de proteína na
urina.

CONCLUSÃO

A perda de proteína pela urina é um achado comum em várias doenças


renais, podendo ser discreta, quando há a perda de apenas alguns miligramas
de proteína por dia, ou mais intensa, quando há a perda de vários gramas de
proteína por dia. Quando a perda de proteína pela urina ultrapassa 3,5 gramas
por dia, recebe o nome de proteinúria nefrótica.
Os objetivos de fazer exame para proteinúria incluem: triagem de indivíduos em
risco, detecção dessa condição em exames rotineiros, determinação de sua
causa, avaliação do tipo e quantidade de proteína liberada, e avaliação da
função renal. Caso a proteinúria seja detectada, a pessoa deverá ser
monitorada periodicamente, de maneira a determinar se esta proteinúria se
resolve por si própria ou se piora com o tempo.

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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

http://www.infoescola.com/doencas/proteinuria
http://labtestsonline.org.br/understanding/conditions/proteinuria/start
Amabis, José Mariano. Biologia. Volume 1. Editora Moderna.
CÉSAR E SEZAR. Biologia. Volume 1. Editora Saraiva.

http://pt.scribd.com/doc/53542407/Bioquimica#scribd
http://www.mundoeducacao.com/quimica/sacarose-ou-acucar-comum.htm
http://www.infoescola.com/bioquimica/polissacarideo/

http://www.brasilescola.com/biologia/aminoacidos.htm
http://www.fcfar.unesp.br/alimentos/bioquimica/praticas_proteinas/reacoes_cor
adas.htm
GONÇALVES, Wanderley, 2010; Bioquímica Experimental. Disponível em:
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAflpYAG/reacoes-caracterizacao-
aminoacidos
PIRES, Christiano Vieira; OLIVEIRA, Maria Goreti de Almeida; ROSA José
César; COSTA Neuza Maria Brunoro: Ciênc. Tecnol. Aliment. 2006