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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS - PPGL

MESTRADO EM ENSIN O DE LÍNGU A E LITERATURA - MELL

REGIMENT O
Este regulamento está orientado pelo
Regimento dos Cursos de Pós-
Graduação Stricto Sensu no Âmbito da
Universidade Federal do Tocantins.

CAPÍTULO I
DOS OBJETIVOS

Art. 1º - O Programa de Pós-Graduação em Letras objetiva proporcionar a candidatos portadores de


diplomas de graduação em Letras, Pedagogia e áreas afins uma formação científica ampla e aprofundada,
sob uma perspectiva interdisciplinar, aprimorando-os para ensino e pesquisa de língua e literatura, tendo
como foco a formação do professor.

CAPÍTULO II
DA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E LINHA DE PESQUISA DO CURSO

Art. 2º – O Mestrado em Ensino de Língua e Literatura – MELL terá apenas uma área de concentração
denominada Ensino e Formação do Professor de Língua e Literatura.

§ Único – Compõe essa área de concentração a linha de pesquisa Abordagens teóricas para o
ensino de língua e literatura. A linha visa (i) ao aprofundamento e à atualização de conceitos e
estratégias didático-pedagógicas; (ii) ao desenvolvimento e análise de recursos didáticos temáticos
para o ensino ou materiais de divulgação de conhecimentos científicos na área de linguagem; (iii) à
análise de questões teóricas e práticas relativas à formação inicial e continuada de professores, que
atuam no ensino de língua e literatura.

CAPÍTULO III
DA COORDENAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DO CURSO

Art. 3º – O Programa de Pós-Graduação em Letras é composto pelos professores permanentes do


curso e a Comissão Coordenadora, a qual, por sua vez, é composta por: 1 (um) coordenador, como seu
presidente, eleito pelo Colegiado do Programa e nomeado pelo Pró-Reitor de Pesquisa e de Pós-
Graduação; 3 (três) professores, eleitos por seus pares; e 1 (um) representante dos estudantes do
Programa, eleito por seus pares, com o respectivo suplente.
Art. 4º – O Colegiado é o órgão deliberativo superior do Programa.
a) As decisões do Colegiado só poderão ter recurso junto à Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-
Graduação da UFT.
b) As deliberações do Colegiado do Programa serão publicadas em Atas, certificadas por Certidão
numerada e assinada pelo Coordenador do Programa e Secretaria do Programa.

Art. 5º – São atribuições do Colegiado do Programa:


a) Realizar eleições dentre os membros do corpo docente do Programa;
b) Indicar, através de votação, a Comissão Coordenadora;
c) Reunir-se, ordinariamente, de acordo com o estabelecido em reunião do Programa;
d) Elaborar o currículo do curso, com indicação dos créditos das disciplinas que o compõem;
e) Apreciar e aprovar alterações curriculares no curso;
f) Apreciar e aprovar normas do Programa e suas alterações, que deverão ser encaminhadas à
Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-Graduação, para aprovação final;
g) Propor aprovação, credenciamento e descredenciamento de nomes de professores que integrarão o
corpo docente do Programa;
h) Fixar diretrizes para os programas das disciplinas e recomendar sua modificação aos professores;
i) Aprovar a oferta de disciplinas do curso;
j) Definir o número de vagas, anualmente, em sua totalidade e por orientador, obedecidas orientações
de regimentos superiores;
k) Aprovar a indicação de docentes para comporem Comissões Científicas, como a Comissão de
Orientação, para atividades do programa;
l) Conhecer e aprovar relatórios das Comissões, ao fim de seus trabalhos;
m) Fazer o planejamento orçamentário do curso e estabelecer critérios para a alocação de recursos;
n) Aprovar a documentação contábil, anualmente;
o) Solucionar os casos omissos nas presentes normas e dirimir dúvidas que, porventura, surgirem.

Art. 6º - Deverão ser observadas as seguintes condições básicas quanto à estrutura e funcionamento da
Comissão Coordenadora do Programa:
a) A comissão funcionará com a maioria de seus membros, ou seja, 3 (três) membros presentes ou
seus representantes, além do coordenador de curso, quem deliberará por maioria de votos dos
presentes;
b) As deliberações da Comissão Coordenadora serão publicadas em Atas e, após aprovadas pelo
Colegiado, certificadas por Certidões numeradas e assinadas pelo coordenador do Programa;
c) Membros da Comissão Coordenadora podem substituir o coordenador em suas faltas ou
impedimentos;
d) Nas faltas e impedimentos do coordenador, assumirá a coordenação um membro da Comissão
Coordenadora, indicado previamente pelo próprio coordenador, por período determinado, a partir do
qual será considerada vacância de cargo;
e) serão desvinculados da Comissão Coordenadora do programa os membros que faltarem a mais de
três reuniões do comitê.
Art. 7º – Compete à Comissão Coordenadora do Programa:
a) Auxiliar nas atividades de coordenação do curso;
b) Designar docentes para comporem comissões científicas para atividades do Programa, os quais
devem ser referendados pelo Colegiado do Programa;
c) Realizar as atividades de seleção de alunos no Programa;
d) Escolher outros docentes do Programa para auxiliar nas atividades de seleção, quando necessário;
e) Propor, aprovar e publicar, junto ao Colegiado, períodos e critérios de seleção;
f) Propor anualmente o número de vagas do curso ao Colegiado do Programa;
g) Comunicar e publicar o resultado de seleção de candidatos;
h) Aprovar o plano de estudo dos alunos, com anuência do orientador;
i) Realizar o acompanhamento de bolsistas;
j) Autorizar a matrícula de aluno especial;
k) Aprovar programas de trabalho, programas de disciplinas, créditos e critérios de avaliação,
semestralmente;
l) Aprovar a participação de professores convidados não pertencentes ao Programa, em disciplinas do
curso, semestralmente;
m) Aprovar a escolha e mudança de orientadores e co-orientadores;
n) Pronunciar-se sobre aproveitamento de créditos, transferência de créditos de outros programas e
instituições; decidir as questões referentes à matrícula e re-matrícula; re-opção e dispensa de
disciplina; transferência e aproveitamento de créditos, trancamento parcial ou total de matrícula;
representações e recursos impetrados;
o) Propor modificações no presente Regulamento ao Colegiado do Programa a serem encaminhadas
para conhecimento da Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-Graduação;
p) Propor e apreciar medidas administrativas e financeiras referentes ao Programa;
q) Julgar recursos e pedidos.

Art. 8º – O Coordenador de Programa terá as seguintes atribuições:


a) Coordenar a execução do Programa;
b) Promover a divulgação do Programa;
c) Convocar e presidir as reuniões do Colegiado e da Comissão Coordenadora;
d) Executar as deliberações do Colegiado e da Comissão Coordenadora;
e) Elaborar relatórios exigidos pelos órgãos oficiais de acompanhamento do Programa;
f) Elaborar o calendário das principais atividades escolares de cada ano letivo;
g) Expedir atestados e declarações relativas às atividades de pós-graduação;
h) Elaborar, anualmente, a apresentação da prestação de contas do Programa ao Colegiado;
i) Reportar as decisões da Comissão Coordenadora ao Colegiado do Programa;
j) Reportar as decisões do Programa de Pós-Graduação à Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-
Graduação.

Art. 9º – A coordenação contará com uma Secretaria a qual terá as seguintes atribuições:
a) Divulgar editais dos exames de seleção e receber as inscrições dos candidatos;
b) Assessorar o processo de seleção;
c) Encaminhar processos com a documentação dos candidatos inscritos para seleção, para
homologação da Comissão Coordenadora;
d) Receber matrícula dos alunos;
e) Registrar solicitação de trancamento de disciplinas e do próprio curso;
f) Providenciar editais de convocação das reuniões do Colegiado;
g) Secretariar as reuniões do Colegiado e manter em dia o livro de atas;
h) Manter docentes e discentes informados sobre resoluções das instâncias de decisões da instituição;
i) Expedir atestados e declarações relativas às atividades do Programa.
j) Organizar e manter o cadastro dos alunos do Programa de Pós-Graduação, e providenciar seu
registro acadêmico;
k) Emitir, acompanhar o preenchimento e receber dos professores, ao final do semestre, e conforme
calendário, diários de disciplinas do curso;
l) Manter documentação contábil referente às finanças do Programa de Pós-Graduação;
m) Auxiliar a coordenação na elaboração de relatórios exigidos pelos órgãos oficiais de
acompanhamento do Programa;
n) Enviar a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, de acordo com as instruções desse órgão e
com a devida antecedência, o calendário das principais atividades escolares de cada ano e as
demais informações solicitadas;
o) Acompanhar os editais divulgados pelos principais órgãos de fomento à pesquisa, e as notícias
sobre eventos acadêmicos de interesse do Programa, e encaminhar tais informações para os e-
mails dos professores e alunos do Programa.

Art. 10º – As reuniões ordinárias da Comissão de Coordenadora ocorrerão mensalmente a cada


semestre letivo.
Parágrafo Único – A convocação de reuniões extraordinárias será realizada pelo coordenador do
Programa, ou por solicitação de qualquer um de seus membros, justificadamente.

Art. 11º - Será solicitada pela Coordenação do Programa ao corpo discente a substituição do
representante discente junto ao Programa, quando tal representante faltar a 3 reuniões consecutivas ou
alternadas sem justificativa durante período de 1 ano.

CAPÍTULO IV
DA ADMISSÃO AO CURSO

Art. 12º - Poderão inscrever-se como candidatos os portadores de diplomas de curso superior em
Letras, Pedagogia e áreas afins com diplomas reconhecidos pelo MEC, excetuando-se os cursos de curta
duração.

Art. 13º - A inscrição será realizada utilizando formulário próprio, disponível no endereço eletrônico ou
na secretaria do Programa, mediante preenchimento dos termos do edital de seleção ali publicado.

§ 1º – Os candidatos se candidatarão às vagas oferecidas pelos docentes de acordo com a


afinidade intelectual de cada um.

§ 2º - A secretaria do Programa é responsável pelo recebimento, conferência e confirmação da


inscrição, em conformidade com o edital.

CAPÍTULO V
DO NÚMERO DE VAGAS E DA SELEÇÃO

Art. 14º – Inicialmente serão oferecidas anualmente 10 vagas, distribuídas previamente entre os
professores do Curso e sem obrigatoriedade de preenchimento de todas as vagas disponibilizadas.

§1º Vagas disponibilizadas por professor e não preenchidas no ato da seleção poderão ser
utilizadas por outros docentes com disponibilidade para orientação.

§2º - A Comissão Coordenadora deverá estabelecer e tornar públicos os períodos de inscrição e


critérios de seleção de alunos.

§3º – A seleção dos candidatos será regida por este Regulamento e por edital de seleção, publicado
na página eletrônica oficial do programa e no quadro de aviso na secretaria do Programa.

Art. 15º – A seleção dos candidatos será realizada através (1) de prova escrita em conformidade com a
linha de pesquisa do Curso, (2) de prova de Língua Inglesa e (3) de entrevista (todas de caráter
eliminatório). Na entrevista, serão avaliados a defesa do projeto de pesquisa, o currículo com títulos
comprovados e a disponibilidade de tempo do candidato para desenvolvimento pleno das atividades do
Programa.

§1º – A seleção ficará sob a responsabilidade da Comissão Coordenadora, podendo ser


acrescentada a participação de outros docentes do Programa, conforme a demanda.

§2º – Durante o processo de seleção, a comissão coordenadora terá como atribuições:


a) Formulação do edital;
b) Homologação de candidaturas;
c) Formulação dos itens de avaliação e distribuição de pesos e critérios por item;
d) Formulação das questões de prova;
e) Correção de prova;
f) Contagem de títulos comprovados por currículo, preferencialmente modelo Lattes, disponível no
portal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq;
g) Apresentação de súmula de resultados ao Colegiado do Programa.

§3º – A coordenação do Programa publicará o resultado da seleção na página eletrônica do


programa e no quadro de aviso na secretaria do Programa, localizada no Campus Universitário de
Araguaína.
§4º. – Não caberá recurso de revisão, em nenhuma instância, no decorrer e no final do processo
seletivo para ingresso no Programa.

CAPÍTULO VI
DA ATRIBUIÇÃO DE ORIENTAÇÃO DE ALUNOS

Art. 16º Na atribuição de orientandos aos professores plenos do Programa, terão preferência na escolha dos
alunos os professores que atenderem as seguintes exigências:
a) possuírem bolsa de produtividade em pesquisa;
b) desenvolverem projetos de pesquisa que apresentem interface com a área de concentração do
curso;
c) orientarem bolsistas de iniciação científica amparados por programas oficiais com tradição em
pesquisa;
d) possuírem produtividade científica;
e) oferecerem disciplinas regularmente no curso;
f) forem assíduos às reuniões do curso.

CAPÍTULO VII
DA MATRÍCULA

Art. 17º – A efetivação da matrícula dos candidatos selecionados e alunos regulares far-se-á mediante
preenchimento do formulário de requerimento de matrícula e pagamento das taxas de direito nos prazos
referidos pelo calendário da instituição.

§1º – A matrícula em disciplinas deverá ser realizada a cada período letivo, dentro dos prazos
estabelecidos pela Coordenação do Programa, sob pena de desligamento do curso.

§2º – Pesquisa é a denominação dada às atividades especiais de elaboração de trabalho final,


estabelecidas no projeto de curso.

§3º – É vedado o vínculo simultâneo do aluno regularmente matriculado no Programa a outro Curso
de Graduação ou Pós-Graduação, concomitante ao Mestrado.

Art. 18º – O aluno poderá trancar a matrícula nos casos previstos, respeitando o prazo estabelecido
semestralmente. Não será permitido o trancamento de matrícula no primeiro semestre de ingresso no
Programa.

§ Único – Desconsiderada a possibilidade de trancamento de matrícula no primeiro semestre de


ingresso no curso, observar o regimento sobre trancamento de matrícula no Capítulo VI do
Regimento dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu no Âmbito da UFT.

Art. 19º – Nas disciplinas do curso poderão ser admitidos alunos especiais, em número máximo de 2
alunos em cada disciplina por semestre letivo, autorizado pelo professor responsável pela disciplina e pela
Comissão Coordenadora do Programa.
§1º – É chamado aluno especial aquele que, não sendo aluno regular do Programa, está
matriculado em uma disciplina do curso, podendo ser aluno regularmente matriculado em outro
Curso de Pós-Graduação stricto sensu da UFT e em outras IES com programas reconhecidos pela
CAPES.

§2º – Por solicitação do aluno especial, poderá ser expedida, pela Coordenação do Programa,
declaração na qual constarão o programa analítico das disciplinas cursadas, o número de créditos e
o aproveitamento obtido pelo aluno.

§3º – A obtenção de crédito pelo aluno especial não lhe outorga o direito de matrícula ou preferência
no processo de seleção do Programa.

§4º – O aluno especial poderá requerer, no máximo, matrícula em três disciplinas por período
regular, em, no máximo, 2 (dois) períodos letivos.

§5º – Se aceito para matrícula no Programa, através de processo seletivo definido pela Comissão
Coordenadora, os créditos obtidos como aluno especial poderão ser computados para o
cumprimento do número de créditos exigidos, a critério da Comissão Coordenadora do Programa.

§6º – Alunos especiais não poderão solicitar matrícula em disciplinas obrigatórias.

CAPÍTULO VIII
DA ORGANIZAÇÃO DIDÁTICA

Art. 20º – O Curso de Mestrado será ministrado em regime regular, sendo a unidade de ensino o
semestre, e a unidade base, o Campus Universitário de Araguaína, da Universidade Federal do Tocantins.
Poderão ser oferecidas disciplinas em regime especial, a critério do Colegiado do Programa, respeitando-se
o sistema de crédito vigente e disponibilidade do corpo docente.

§ Único – As disciplinas serão ministradas no Campus Universitário de Araguaína, mas disciplinas


em módulos poderão, eventualmente, ser oferecidas em qualquer unidade da UFT.

Art. 21º – A regência das disciplinas somente poderá ser exercida por professores com titulação mínima
de Doutor.
a) A convite do professor responsável pela disciplina, consultada a Comissão Coordenadora do
Programa, poderão ministrar parte de disciplinas em conjunto com o professor doutor de outras IES
ou de outros programas de pós-graduação da UFT, ou ainda docentes com titulação de doutor de
cursos de graduação regulares da UFT, e pesquisadores visitantes ou bolsistas de desenvolvimento
científico regional sediados na UFT. Para aprovação final da participação de professores não
vinculados ao programa, o pedido de credenciamento deve ser enviado à Pró-Reitoria de Pesquisa
e Pós-Graduação;
b) Os professores referidos na alínea acima não poderão ministrar mais do 1/3 da disciplina.
Art. 22º – Cada aluno regular terá um professor orientador e ocasionalmente um professor co-orientador
– credenciado pelo Colegiado do Programa. A orientação será definida, preferencialmente, ainda no primeiro
semestre de ingresso no curso. O aluno também será acompanhado por uma Comissão Orientadora, que
acompanhará as atividades de pesquisa, conforme Capítulo XIV, do Regimento dos Cursos de Pós-
Graduação Stricto Sensu no Âmbito da UFT.

Art. 23º – É adotado o sistema de créditos vigente no do Regimento dos Cursos de Pós-Graduação
Stricto Sensu no Âmbito da UFT, em que cada crédito é equivalente a quinze (15) horas de trabalho
acadêmico efetivo na disciplina.

Art. 24º – As disciplinas serão ofertadas, de acordo com o projeto do Programa, distribuídas em
obrigatórias e optativas, conforme projeto de criação do curso.

Art. 25º – As disciplinas do grupo obrigatório são disciplinas de nivelamento, objetivando


instrumentalizar o mestrando para a realização de pesquisas interdisciplinares relativas ao ensino de língua
e literatura.

Art. 26º – O grupo de disciplinas eletivas visa a capacitar diretamente o aluno para a realização de sua
pesquisa de Mestrado, sendo, portanto, mais específicas, atendendo às necessidades teórico-
metodológicas do Projeto de Pesquisa do aluno, em conformidade com o objeto de investigação do trabalho
final do curso.

§1º – Cada aluno deverá escolher, sob a supervisão do orientador, as disciplinas optativas mais
adequadas à pesquisa que se propõe.

§2º – As disciplinas optativas poderão ser cursadas em outros campi da UFT ou em outras IES,
conforme parecer emitido pela Comissão Coordenadora do Programa. O aproveitamento dos alunos
nessas disciplinas deve alcançar conceitos A ou B.

§3º – A solicitação de aproveitamento destes créditos deverá seguir as instruções nos Capítulos XI e
XII, do Regimento dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu no Âmbito da UFT.

Art. 27º – Além do grupo de disciplinas obrigatórias, o aluno deverá obrigatoriamente integralizar os
créditos referentes à Produção Acadêmica, à Qualificação da Dissertação e à Defesa da Dissertação.

Art. 28º – A criação, transformação, exclusão e extinção de disciplina deverá ser proposta pelo
Coordenador do curso à Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-Graduação, sendo que qualquer modificação
na estrutura curricular entrará em vigor no semestre seguinte ao de sua aprovação final.

§ Único – A proposta de criação ou transformação de disciplina deverá conter:


a) justificativa;
b) ementa;
c) objetivos
d) número de créditos;
e) bibliografias básica e complementar;
g) indicação do(s) docente(s) responsável(is).

CAPÍTULO IX
DA VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM

Art. 29º – O controle da integralização curricular será feito pelo sistema de crédito amparado pelo
Regimento dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu no Âmbito da UFT.

§ Único – Para efeito dos Seminários oferecidos, a aceitação do aluno na disciplina é condicionada
à provação do professor responsável pela disciplina, no semestre letivo vigente.

Art. 30º - O rendimento escolar em cada disciplina, avaliado através de provas escritas ou orais,
trabalhos práticos ou outros meios, a juízo do professor, será expresso em notas conceitos conforme
Capítulo VII, Regimento dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu no Âmbito da UFT.

§ Único – Não há obrigatoriedade de realização, nas disciplinas curriculares, exame final para
recuperação do rendimento inferior 60%.

Art. 31º – Os conceitos nota atribuídos serão comunicados pelos professores de cada disciplina à
Secretaria do Programa, ao final de cada semestre letivo.

Art. 32º – A cada semestre o aluno é obrigado a matricular-se em créditos de disciplinas ou em


Pesquisa, sob penalidade de desligamento sumário do curso, após dois semestres sem matrícula.

§ Único - No primeiro ano de curso, o aluno deve cumprir todos os créditos correspondentes às
disciplinas obrigatórias e eletivas.

Art. 33º – Depois de aprovado pelo orientador e pela Banca de Avaliação de Projetos de Pesquisa, o
projeto deverá ser registrado na secretaria do Programa e na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação.

§ Único – Na eventualidade de o aluno desligado do curso desejar retornar ao Programa, deverá


fazê-lo de acordo com a seleção prevista no Regulamento do Programa, podendo reaproveitar as
disciplinas cursadas, desde que haja aprovação pela Comissão de Coordenadora do Programa.

CAPÍTULO X
DO CORPO DOCENTE

Art. 34º – Cabem aos professores plenos do Programa: (1) – desenvolver atividades de ensino na pós-
graduação; (2) – participar de projetos de pesquisa ligados à linha de pesquisa do Programa; (3) – orientar
alunos do Mestrado; (4) participar e divulgar o Programa em eventos científicos preferencialmente nacionais
ou internacionais.

§ Único – Os professores do quadro permanente do curso precisam ter vínculo funcional com a UFT
em regime de dedicação exclusiva ou, em caráter excepcional, se enquadrarem em uma das
seguintes condições especiais:
a) receber bolsa de fixação de docentes ou pesquisadores de agências de fomento;
b) na qualidade de professor ou pesquisador aposentado, ter firmado com a instituição termo de
compromisso de participação como docente do programa;
c) ter sido cedido, por convênio formal, para atuar como docente do programa;
d) ter sido convidado para compor o quadro permanente do Programa, quando da elaboração do
mesmo para fins de apresentação à CAPES.

Art. 35º - São atribuições do corpo docente:


a) Participar do Colegiado do Programa;
b) Eleger e ser eleito Coordenador ou membro da Comissão Coordenadora do Programa, além de
integrar comissões definidas neste Regulamento;
c) Ofertar vagas para seleção de candidatos ao curso;
d) Oferecer disciplinas, semestralmente, em área de especialização definida exclusivamente pela sua
formação e histórico acadêmico;
e) Apresentar temáticas de interesse e projetos de pesquisa para orientação de alunos do curso;
f) Orientar alunos do Programa na realização de trabalho de Dissertação;
g) Orientar seminários;
h) Compor as comissões de orientação do Projeto de Pesquisa;
i) Realizar pesquisas envolvendo alunos da pós-graduação e outros professores do Programa;
j) Estar vinculado a algum grupo ou núcleo de pesquisa credenciado por instituições universitárias;
k) Informar o vínculo institucional com o Programa em publicações científicas de autoria do docente
em diferentes suportes e mídias;
l) Estabelecer parcerias com associações científicas ou grupos de pesquisa para promover eventos
científicos locais, nacionais e internacionais, divulgando e promovendo, assim, o Programa.

Art. 36º – O credenciamento de professor orientador terá validade pelo período de 04 (quatro) anos,
findo o qual deverá ser renovado, mediante proposta apresentada .

Art. 37º – O credenciamento (inclusão) de novos docentes se fará por meio de edital, e obedecerá
prioridades e interesses definidos pelo Colegiado do Programa.

§1º – Para aprovar o ingresso de novos professores que integrarão o corpo docente do Programa, a
Comissão de Coordenação emitirá parecer, mediante análise do Currículo Lattes, carta-proposta de
trabalho e da aderência do candidato à linha de pesquisa, atendendo ainda a necessidades do
Programa, conforme definidas pelo Colegiado.

§2º – A cada quatro anos, o docente deverá solicitar o seu recredenciamento no Programa,
formalizando o pedido através de processo documentado, em que se comprovará o seguinte:
a) oferta de pelo menos duas disciplinas no Mestrado;
b) orientação ou co-orientação de dissertações do Programa;
c) pelo menos uma publicação anual em periódicos Qualis;
d) pelo menos três publicações vinculadas aos projetos de pesquisa do Programa, na forma de
publicação de trabalhos completos em anais, livros ou capítulos de livros, durante os quatro anos de
vínculo com o Programa;
e) realização de projetos de pesquisa vinculado à linha de pesquisa do Curso, com relatório parcial ou
final entregue à Propesq/UFT ou agências de fomento.

Art. 38º - Importam descredenciamento de docente do programa as seguintes ocorrências:


a) Três faltas consecutivas, sem justificativa plausível, às reuniões do colegiado;
b) Não destinação de tempo suficiente para atendimento a orientandos/co-orientandos;
c) Desistência, por parte do docente, sem justificativa plausível, de ministrar disciplina já ofertadas e
registradas no sistema;
d) Não envolvimento, por parte do docente, nas atividades demandadas pelo programa.

CAPÍTULO XI
DA CONCESSÃO DE BOLSAS

Art. 39º – O número e disponibilidade de bolsas será definido pelo Colegiado do Programa, em
consonância com a oferta por parte das instituições concedentes.

Art. 40º – Para a concessão das bolsas aos candidatos selecionados, serão avaliados os seguintes
critérios:
a) Classificação no exame de seleção para ingresso no Programa;
b) Dedicar-se em regime de dedicação exclusiva às atividades acadêmicas e de pesquisa, inclusive
durante as férias letivas;
c) Não possuir vínculo empregatício, nem receber salário ou remuneração decorrente do exercício de
atividades de qualquer natureza, durante a vigência da bolsa;
d) Estar regularmente matriculado no Programa;
e) Não estar matriculado em qualquer outro curso de graduação ou pós-graduação;
f) Possuir rendimento acadêmico compatível com a dedicação exclusiva, sendo considerada como tal
a obtenção de notas conceitos A e/ou B;
g) Não se afastar da Instituição, exceto para a realização de pesquisa de campo, participação em
evento científico ou estágio de pesquisa, por período limitado e com autorização expressa do
orientador;
h) Fazer referência a sua condição de bolsista e à instituição concedente, nas publicações e trabalhos
acadêmicos apresentados;
i) Elaborar relatórios anuais acerca das atividades acadêmicas e de pesquisas vinculadas ao
Programa e encaminhar, com parecer do orientador, à coordenação do Programa.
Art. 41º. – A seleção e indicação dos bolsistas será realizada pela Comissão de Coordenação
responsável pelo processo seletivo para ingresso no Programa.

Art. 42º – Em caso de número de bolsas inferior ao número de candidatos habilitados, serão
considerados prioritários os alunos ingressos no período letivo, depois aqueles que possuem maior prazo
para defesa, e utilizados os critérios adicionais de desempate:
a) Classificação geral na seleção;
b) Rendimento escolar no histórico de graduação;
c) Parecer elaborado pela Comissão Orientadora do aluno sobre desenvolvimento do candidato à
bolsa.

CAPÍTULO XII
DA INTEGRALIZAÇÃO DA GRADE CURRICULAR

Art. 43º. – Para integralização curricular, o mestrando deverá obter 30 créditos, distribuídos em
disciplinas obrigatórias, eletivas, produção acadêmica, qualificação de dissertação e defesa de dissertação.

Art. 44º – Para a obtenção do título de Magister Scientiae, o aluno deverá satisfazer as seguintes
exigências no prazo máximo de 24 (vinte e quatro meses), ressalvados os afastamentos justificados:
a) apresentar a integralização de 4 créditos no item Atividades Acadêmicas;
b) apresentar dissertação em que haja revelado domínio de tema escolhido e capacidade de
sistematização, argumentação e pesquisa;
c) ser aprovado em defesa de dissertação perante uma banca.

§1º - Caso o aluno exceda este período, a justificativa deverá ser encaminhada ao Colegiado do
Programa antes do vencimento dos prazos aqui expostos, e julgada a impossibilidade de defesa da
dissertação.

§2º - O formato da Dissertação será indicado pela Comissão de Coordenadora de Curso, e


aprovado pelo Colegiado.

Art. 45º – Para apresentação e defesa de Dissertação o aluno deverá ter obtido o número de créditos
determinado pelo Programa.

Art. 46º – O julgamento de dissertação será feito em sessão pública, consistirá de arguição sobre a
pesquisa, perante uma Banca Examinadora composta por três membros titulares, sendo um deles o
orientador da dissertação, acrescidos de um suplente.

§1º – Os membros da Banca Examinadora serão aprovados pelo Coordenador do Programa entre
os docentes da Universidade, sendo pelo menos um de outra IES, todos com, no mínimo, título de
doutor.

§2º – O co-orientador não poderá fazer parte da comissão julgadora, devendo seus nomes ser
registrados nos exemplares da dissertação e na ata de defesa. Na impossibilidade de participação
do orientador, poderá ser substituído por um co-orientador do trabalho de pesquisa.

§3º – O orientador presidirá a Banca Examinadora.

Art. 47 - O resultado final de julgamento será: “Aprovado”, para trabalhos considerados bons, com
poucas alterações de forma a serem realizadas no texto; “Aprovado com Ressalva”, para trabalhos bons
que precisam de revisões pontuais de forma e conteúdo; “Para Reformulação” ou “Reprovado”, conforme
decisão unânime dos membros da Banca Examinadora.

§1º – As decisões da Banca Examinadora serão tomadas por maioria simples de voto, delas
cabendo recurso à Comissão Coordenadora somente por vício de forma.

§2º – No caso da Banca exigir “revisão de forma”, a homologação ficará condicionada à


apresentação definitiva do trabalho em prazo mínimo de 30 dias.

§3º – No caso de “Reformulação”, o aluno ficará obrigado a apresentar e defender, diante da


mesma Banca Examinadora, uma segunda versão do seu trabalho, no prazo mínimo de 30 dias.

§ 4º – A não aprovação do trabalho reformulado, assim como a não entrega de reformulação no


prazo estipulado, implicará no desligamento do aluno do programa.

§ 5º – No caso de “Reprovação”, o candidato será desligado e terá até doze meses de prazo para
solicitar re-ligamento, com aproveitamento de créditos e apresentar novamente seu trabalho final de
pesquisa, perante a Banca Examinadora, que não sofrerá mudança de composição, a não ser
excepcionalmente, sob pena de perder o direito aos créditos cumpridos.

CAPÍTULO XIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 48º – O título de Magister Scientiae será conferido pela Universidade Federal do Tocantins – UFT.

Art. 49º – A concessão do diploma ficará condicionada:


a) Ao cumprimento das exigências determinadas por este Regulamento;
b) À entrega de quatro exemplares impressos e dois exemplares em formato digital em CD-Room, em
arquivo PDF da versão definitiva da dissertação. Os exemplares devem ser entregues à Secretaria
do Programa, em até 3 meses após a defesa do trabalho. Estes exemplares deverão estar
devidamente corrigidos, segundo as sugestões da Banca Examinadora, atestados pelo orientador;
c) À emissão de histórico escolar do concluinte, segundo solicitação;
d) À comprovação de quitação das taxas de direito.

§ Único – O não cumprimento das exigências estabelecidas neste artigo incorrerá em perda do
direito ao diploma.
Art. 50º - Os alunos matriculados no Programa ficarão sujeitos ao regime disciplinar da Universidade
Federal do Tocantins – UFT.

Art. 51º – Cada aluno de pós-graduação terá registro na Diretoria de Registro e Controle Acadêmico
(DRCA), no qual deverão constar:
a) Curriculum vitae, preferencialmente, modelo Lattes;
b) Resultado da seleção feita para seu ingresso, incluindo o da prova de língua estrangeira;
c) Nome da Comissão Orientadora;
d) Histórico escolar;
e) Projeto de Pesquisa aprovado, constando ata de defesa da dissertação.

CAPÍTULO XIV
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 52º – O Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Tocantins, Campus


Universitário de Araguaína, será regido pelo dispositivo no presente Regimento, conforme Regimento dos
Cursos de Pós-Graduação Stricuto Sensu no Âmbito da Universidade Federal do Tocantins, sem prejuízo de
disposições específicas do Estatuto, do Regimento Geral da Universidade e de outras normas, Atos e
Resoluções baixados pelos Órgãos Colegiados competentes.

Art. 53º – As disposições constantes neste Regimento do Programa de Pós-Graduação poderão ser
modificadas pelo Colegiado do Curso, sob a anuência da Câmara Técnica de Pesquisa e Pós-Graduação,
quando necessário, mesmo durante o ano letivo.

Art. 54º – Este Regimento entra em vigor no primeiro dia de funcionamento do curso, quando
ministrada a primeira aula.

Araguaína, 21 de agosto de 2009.

ALTERAÇÕES DO REGIMENTO

Alteração nº 1 - Na reunião de 27 de novembro de 2009, conforme registro na ATA 03, foram aprovadas as
seguintes alterações neste regimento: (1) acréscimo do Art. 6º, no CAPÍTULO III – DA COORDENAÇÃO DO
CURSO; e (2) acréscimo do CAPÍTULO VI – DA ATRIBUIÇÃO DE ORIENTAÇÃO DE ALUNOS.

Alteração nº 2 - Na reunião de 26 de março de 2010, conforme registro na ATA 02, foram aprovadas as
seguintes alterações neste regimento: (1) acréscimo do Art. 38º e alíneas, no CAPÍTULO X - DO CORPO
DOCENTE.