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Aprender tem que ser divertido

A Intervenção Psicopedagógica nas


Dificuldades de Aprendizagem
através dos Jogos

Docente – (Esp.)Juliane Feldmann


Pedagoga/Psicopedagoga Clínica
E-mail: psicojuliane@terra.com.br

O motivo pelo qual se elaborou este material é decorrente da necessidade


de propiciar para o professor, maneiras para este diversificar suas aulas, para
atingir com sucesso todo o conteúdo.
Sabe-se que a criança, caracteriza-se principalmente pela sua criatividade,
pelo fascínio das descobertas, das atividades e situações diferentes, enfim,
têm extremo interesse pelo novo, pelo palpável e pôr tudo
o que é manuseado no concreto.
A necessidade de transformação é grande, procurar modificar as aulas na
edducação infantil e nas séries iniciais, com ambiente diversificado e estruturado, é um
ponto fundamental para desenvolver um ensino mais compatível com as necessidades e
interesse da criança, pois sabemos que a passagem do aluno pela escola deve ser uma
experiência edificante e útil.
Para tanto, o principal objetivo deste material é propor atividades que visem
facilitar o trabalho pedagógico do professor, facilitando assim o processo de
aprendizagem. Enfim, a idéia é mostrar que vários são os caminhos a
serem trilhados para que o aluno possa aprender a construir
seu próprio saber, num ambiente agradável.
Juliane

Piaget afirma que "O jogo é um tipo de atividade particularmente poderosa para o exercício
da vida social e da atividade construtiva da criança.”

“A atenção do professor deve estar voltada ao raciocínio do aluno e


não nas respostas prontas e certas das crianças.”
Constance Kammi

O Mundo Lúdico
O mundo do lúdico é um mundo onde a criança se manifesta. É o mundo da fantasia, da
imaginação, do faz-de-conta, do jogo e da brincadeira. Podemos dizer que é através do lúdico que
ocorrem experiências inteligentes e reflexivas, praticadas com emoção, prazer e seriedade. Através do
brinquedo e das brincadeiras ocorre à descoberta de si mesmo e do outro, portanto, aprende-se.
É no brincar que a criança está livre para criar e é através da criatividade que o indivíduo
descobre seu eu. Segundo Platão: “Você aprende mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira
do que uma vida inteira de conversação.”
Pode-se dizer, que as brincadeiras e os jogos são as principais atividades físicas da criança;
além de propiciar o desenvolvimento físico e intelectual, promove saúde e maior compreensão do
esquema corporal. É jogando que a criança aprende a respeitar regras, limites, esperar a vez e aceitar
resultados.
O brincar e o jogar para a criança não é apenas um passatempo ou simples diversão, mas,
um momento sério, pois está aprendendo o que ninguém pode lhe ensinar, descobrindo o mundo e as
pessoas que a cercam. E o que é o faz-de-conta? É exercitar e promover o seu raciocínio abstrato, estará
fazendo uso da abstração para construir através da imaginação o seu mundo.
A criança pequena usa da brincadeira para imitar, e assim experimentar, suas relações com o
mundo e com as outras pessoas. Quando maiores, os jogos vão requisitar o raciocínio, a inteligência, as
relações sociais e de afetividade, o desenvolvimento físico, a acuidade dos sentidos e as questões éticas.
È importante que a criança brinque em grupos, para seu desenvolvimento social, em grupo, a criança
aprende a liderar, ser liderada, cooperar, compartilhar e, além disso, descobre e desenvolve suas
próprias habilidades e a de seus colegas. "Ela aprenderá que corre muito, é ágil, mas que seu
companheiro que não é ágil, é inteligente, criativo, e um terceiro tem grande habilidade artística.
O uso de brincadeiras e jogos na sala de aula se torna um veículo para o aprendizado.
"Quando forçamos a criança a assistir às aulas sentadas, de forma passiva, estamos indo contra a sua
natureza, que é ruidosa e alegre. Quando brincamos, estamos indo ao mundo da criança, a adesão é
fácil, ela participa com interesse, rende melhor e estabelece uma relação de confiança com seus colegas
e com o professor".
Os jogos da criança pequena são fundamentais para o seu desenvolvimento e para a
aprendizagem, pois envolvem diversão e ao mesmo tempo uma postura de seriedade. A brincadeira é
para a criança um espaço de investigação e construção de conhecimentos sobre si mesma e sobre o
mundo. Brincar é uma forma de a criança exercitar sua imaginação. A imaginação é uma forma que
permite às crianças relacionarem seus interesses e suas necessidades com a realidade de um mundo que
pouco conhecem. A brincadeira expressa a forma como uma criança reflete, organiza, desorganiza,
constrói,destrói e reconstrói o seu mundo. Rir, aceitar limites, organizar uma tarefa, concentrar,
disputar, estar atento, sentir frio na barriga, raciocinar, pensar, gargalhar, competir com os outros e
consigo próprio, ser curioso, ter prazer, cooperar, descobrir-se na relação com os outros, ser ágil,
surpreender-se com a atitude do outro, emocionar-se... Difícil esgotar a riqueza de contribuições que os
jogos e brincadeiras podem trazer para o desenvolvimento humano de seres pequenos, jovens ou
adultos.

O Cérebro e a Aprendizagem

Os seis primeiros anos de vida das crianças, denominados a "primeira infância", são muito
importantes nessa jornada. É nessa etapa que ocorrem os aprendizados fundamentais da criança, pois
seu cérebro está assimilando todas as informações que recebe e formatando sua visão do mundo.
Somente aos sete anos é que a criança tem a estrutura neurológica pronta, como se fossem os pilares de
sustentação de um prédio que será erguido ao longo da vida.
Várias pesquisas já comprovaram que os estímulos emocionais e cognitivos recebidos
nesse período são fundamentais para desenvolver plenamente as funções cerebrais, abrindo portas para
o conhecimento. Se os estímulos são inadequados ou insuficientes, essas portas não são ativadas e a
criança perde inúmeras possibilidades. Em outras palavras, é a estimulação que permite o
desenvolvimento dos vários tipos de inteligência e de outros mecanismos como a memória e a
corporeidade - capacidade de utilizar o corpo para interagir com o mundo externo.
Os estímulos recebidos pela criança são processados pelo sistema nervoso central e ajudam
no estabelecimento de sinapses e na organização dos neurônios. A capacidade de reformulação desta
estrutura cerebral é chamada de "plasticidade". A plasticidade cerebral é máxima até os sete anos e,
após essa idade, começa a declinar lentamente, mas persiste até a fase adulta. O cérebro humano tem
uma notável plasticidade, a habilidade em ser modelado e modificado pelo crescimento de novas e mais
complexas conexões entre células.
Se não conhecerem os princípios do desenvolvimento infantil, professores e pais deixarão
de proporcionar experiências fundamentais às suas crianças, comprometendo assim a utilização plena
dos recursos de funcionamento do cérebro. Isso pode levar, no futuro, ao fracasso na escola, na vida
social e profissional.
SUGESTÕES DE JOGOS PSICOPEDAGÓGICOS

1- Trilha
Objetivo: Vai depender do desafio estipulado
Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA ou A3, para servir de tabuleiro, papéis coloridos
para fazer as casas da trilha, cartões que corresponderão aos desafios.
Jeito de Fazer e de jogar: Ao confeccionar a trilha, apenas numerar as casas e estipular cores, pois essa
mesma trilha irá servir pra vários desafios. Ex. de desafios: completar uma palavra ou frase, cálculos,
formar frase, perguntas sobre assuntos trabalhados, leitura de palavras, figuras pra escreveram o nome
delas na lousa.......

2- Jogo da Memória Relacionando palavra X figura. (2 a 4 jogadores)

Objetivo: Construir e jogar o jogo juntamente com a criança para melhor fixação das palavras.
Material necessário: quadrado de cartolina, revistas contendo variados tipos de figuras, cola, tesoura,
canetinhas, papel rascunho, lápis e borracha, computador e impressora.
Jeito de Fazer e de jogar: Pede-se à criança que escolha uma figura da revista, recortar e colar num dos
quadrados. Escrever o nome da figura a lápis, numa folha rascunho, depois escrever em outro pedaço de
cartolina com a canetinha, para reforçar ainda mais, escrever no computador a mesma palavra. Repetir
este procedimento tantas forem as figuras escolhidas para o jogo.
No final imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.

3- Massa de Modelar (individual)

Objetivo: Construir letras e formar palavras fazendo relação tátil cinestésica.


Material necessário: massa de modelar, lápis, borracha, papel.

Receita da massa de modelar: 1 xíc. trigo, 1 xíc. de água fervendo,


1 colher de sopa de sal, 2 colheres de sopa de vinagre, ½ xícara de
creme pra mãos. Misturar tudo e ir acrescentando trigo até dar o ponto.
Para a massinha ficar colorida, usar anilina ou Ki suco.
Jeito de Fazer e de jogar: Escrever uma palavra usando a massa de modelar.
Essa palavra pode ser sobre um assunto trabalhado, partir de uma figura, enfim, cada professor escolhe a
melhor maneira. Pedir que passe o dedo indicador sobre as letras feitas com a massa (de olhos abertos)
após, pede-se que feche os olhos e novamente passe o dedo sobre as letras. Quando concluído pede-se
para escrever numa folha a palavra tateada.

Variação: Com Areia


Objetivos: Discriminação tátil, perceptiva das letras escrita, leitura
Material Necessário: Areia colorida, caderno para registro.
Jeito de Fazer e de jogar : Deixar as crianças escreverem em cartões, as letras do alfabeto, passar cola e
despejar areia por cima (cada criança deverá ter um alfabeto completo em um saquinho). Após as letras
estarem secas, pedir que sorteiem uma letra do saquinho, passem o dedo indicador sobre ela com os olhos
abertos e depois com os olhos fechados. Depois desses 2 movimentos, pedir que registrem a letra no
caderno.

4 e 5- Basquete e Campo de Futebol (2 a 4 jogadores)


Objetivo: desenvolver a atenção, concentração, controle respiratório, trabalhar a área
pneumofonoarticulatória.
Material necessário: cartolina, copinho de café, algodão, canudo fino/grosso.
Jeito de Fazer e de Jogar: As crianças recebem os materiais e lhes é solicitado que criem um campo de
basquete e um campo de futebol. A bola é feita com chumaço de algodão. Com o canudo, ora fino, ora
grosso, colocar, através de sucção (no basquete) e assoprando (futebol), a bola deve ser colocada dentro
do copinho de café, que deverá ser aberto embaixo. No futebol deve ser levada ao gol, assoprando. O
copinho de café deve ser colado mais alto, tipo cesta de basquete mesmo, usando uma cartolina mais
grossa para fazer o “poste” e colar o copinho nele. O gol pode ser feito com o material que achar mais
prático.
6- Pescaria (2 a 4 jogadores)

Objetivos: Desenvolver a atenção, concentração, coordenação motora, linguagem oral e escrita e o


cálculo mental.
Material Necessário: Peixinhos em EVA, vara de pesca com imã na frente.
Jeito de Fazer e de jogar: Confeccionar vários peixinhos, Escrever ou colar palavras, figuras, cálculos
e frases atrás desses peixes. Em cima dos peixes, colar um imã. Colocar na ponta da vara de pescar um
imã. Os peixes são espalhadas no chão. Uma criança de cada vez, pesca um desses peixes e faz o que se
pede atrás das fichas. Nos peixes que contém palavras, deve apenas lê-la. Nos peixes que contém uma
figura, deve escrever o nome da mesma no quadro. Nos peixes que contém frases, também deve lê-la. E
nos peixes que contém os cálculos, deve resolvê-lo mentalmente. A pescaria termina quando todas os
peixes forem pescados.

Outras possibilidades: Podem-se colar perguntas sobre diversos assuntos estudados ou de conhecimentos
gerais, dependendo do nível da turma.

7- Brincando e Aprendendo Ortografia (com a turma toda)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração, desenvolver a linguagem oral e escrita, acertar e


memorizar a grafia correta das palavras
Material Necessário: Papel cartão, EVA ou restos de papéis coloridos, tesoura, cola, dois marcadores,
letras impressas (R,RR,S,SS,Z,Ç,SC,X,CH,G,J), aproximadamente 60 palavras impressas contendo as
letras acima discriminadas.
Jeito de Fazer e de jogar: Confeccionar um tabuleiro (30x10 cm) com o papel cartão. Com o eva ou
papel colorido, fazer uma trilha. Confeccionar outro tabuleiro (21x10 cm), dividir esse tabuleiro em 11
partes. Em cada parte colar ou escrever as letras impressas. Confeccionar + ou -60 fichas (7x5 cm)
também em papel cartão. Escrever palavras que contenham as letras impressas.
Cada participante receberá um tabuleiro com a trilha e um tabuleiro contendo as letras impressas e dois
marcadores. O leitor (aqui sendo o professor) embaralha as fichas e as coloca virada com a face para
baixo. O leitor pega a primeira ficha e lê em voz alta para os demais participantes. Assim que o leitor
disser a palavra, os demais jogadores deverão colocar o marcador na letra que corresponde à grafia correta
da palavra. Assim que todos derem o seu palpite, é hora de conferir a resposta. O leitor então diz aos
jogadores a grafia correta. Quem marcou a alternativa correta, avança uma casa no outro tabuleiro, quem
marcou a alternativa errada, deve voltar uma casa. O jogo prossegue até alguém andar todas as casas do
tabuleiro. O papel de leitor pode ser alternado entre os jogadores. A palavra lida pode ser escrita numa
folha, após ser conferida a sua grafia. Após o jogo pode ser feito um ditado com as palavras lidas.

08- Formando frases com as letras sorteadas (todos da sala)


Objetivos: Desenvolver a criatividade, formar frases.
Material Necessário: Um saco contendo as letras do alfabeto repetidas várias vezes, folha, lápis,
borracha.
Jeito de Fazer e de jogar: Cada criança retira 4 letras do saco e deve formar uma frase onde cada palavra
da frase inicie com as letras sorteadas. EX: P R T E = Paulo recebeu tarefa extra

09- Jogo dos 7 erros (duplas)


Objetivos: Observar, compreender e assimilar a escrita correta das palavras.
Material Necessário: Uma folha contendo várias palavras, dentre essas palavras, 7 deverão ter algum
erro.
Jeito de Fazer e de jogar: A dupla trabalha em conjunto, descobrir qual palavra contém o erro, circular a
palavra e depois escrevê-la corretamente ao lado ou embaixo. EX: caza – tempo – chacaré – exemplo –
jelatina, pato – qato...

10- Construção de palavras com o alfabeto móvel (individual)


Objetivo: Construir palavras utilizando o alfabeto móvel.
Material necessário: tiras de cartolina, diversas figuras, um alfabeto móvel e computador +
impressora se tiver.
Jeito de Fazer e de jogar: Em cada tira de cartolina colar uma figura, fazer traços com o respectivo
número de letras a ser usado para a construção da palavra com o alfabeto móvel. Após montar a palavra
com o alfabeto móvel, a criança irá escrever a mesma palavra no computador, reforçando, portanto, o
registro da palavra. No final imprimem-se as palavras digitadas e deixa a criança levar para casa.
11- Jogo dos Canudinhos (2 a 4 jogadores)
Objetivo: Relacionar número à quantidade e diferenciar quantidades maiores/menores,
multiplicação.
Material necessário: 2 dados, 20 canudinhos
Jeito de Fazer e de jogar: Os canudos ficam no centro da mesa. Cada participante joga os dois dados de
uma só vez e conta quantos pontos fez. O outro participante faz o mesmo. Quem fizer mais pontos, tem o
direito de pegar um canudo. Ganha o jogo quando acabar os canudos do centro da mesa. No final contam-
se quantos canudos cada participante conseguiu pegar. Pode-se variar o jogo como: joga-se os dois dados,
quando a soma for 7, pega-se um canudo. Outra variante é jogar 2 dados e pegar o número de canudos
correspondente a um dos dados e colocar estes na vertical. Jogar o outro dado, pegar os canudos e colocar
estes, na horizontal, sobre os canudos que estão na vertical. Contam-se os “encontros” e este é o resultado
da multiplicação. EX:

5 X 3 = 15

12- Corrida (2 a 4 jogadores)


Objetivo: Trabalhar os sinais da adição e subtração e seu respectivo valor.
Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA, para servir de tabuleiro, 80 círculos, numerados de
1 a 20 (+ou- 4cm de diâmetro), 4 marcadores, fichas de cartolina, contendo as ordens: +1 +2 +3 +4...-1 -
2 -3 -4 ( repetir 6x ou mais)
Jeito de Fazer e de jogar: No papel cartão, formar 4 “pistas” numerada de 1 a 20. Os participantes
devem escolher a cor da sua pista e colocar o seu marcador antes do número 1. Combinar quem iniciará o
jogo. O participante que irá iniciar, deve retirar uma ficha do monte e seguir com o seu marcador a
quantidade de casas que indicar na ficha. Vence quem primeiro chegar a casa 20 ou passar dela.

13- Jardim Pedagógico (2 a 4 jogadores)


Objetivo: Trabalhar centena , dezena e unidade.
Material necessário: 1 folha de papel cartão ou EVA preto para servir de tabuleiro, 4 gramadinhos feito
de EVA verde, retalhos de papéis coloridos pra confeccionar as flores e um dado comum.
Jeito de Fazer e de jogar: Com o EVA verde, confeccionar os gramados e colar nas pontas do tabuleiro.
Confeccionar 40 flores médias, sendo 10 de cada cor, 40 flores pequenas, sendo 10 de cada cor também e
1 flor grande (cor diferenciada). Colocar as flores pequenas espalhadas pelo tabuleiro. Combinam quem
iniciará o jogo. O primeiro participante joga o dado e recolhe do “jardim” tantas flores pequenas quanto o
número mostrado no dado. Toda vez que possuir 10 flores pequenas, irá trocar por uma flor média. Irá
devolver as flores pequenas ao “jardim” e começar recolhendo elas novamente, até possuir 10 flores
médias e trocá-la pela flor maior. Vence o jogo quem conseguir a flor maior.

14- Trabalhando o Sistema de Numeração Decimal (2 a 4 jogadores)


Objetivo: Formar números e refletir sobre o valor posicional dos algarismos.
Material necessário: Confeccionar em cartolina, cartas numeradas de 0 a 9 (fazer 3x) e um placar
contendo as ordens M C D U para cada jogador conforme modelo abaixo, caderno de matemática.
Jeito de Fazer e de jogar: Cada um, na sua vez tira um cartão com um número e coloca sobre um dos
espaços em branco no placar, até que todos os espaços estejam preenchidos. Depois que a carta for
colocada, não poderá mais ser retirada. O objetivo é conseguir formar o maior ou menor número
conforme o combinado no início do jogo. Formar, cada um, pelo menos 5 números. Cada número que
formar, anotar no caderno. Após cada participante ter construído o seus números, criar atividades em cima
do jogo. Ex: maior/menor número, decompor os números, escrita, ordem crescente e decrescente, sucessor
e antecessor soma dos números...
15- Jogo do Tapa (dupla)

Objetivo: trabalhar a percepção, agilidade de raciocínio, identificar os numerais até 10.


Material necessário: cartas numeradas de 1 até 10 (repetir 4 vezes cada número)

Jeito de Fazer e de jogar: Distribuir as cartas uma a uma para cada jogador. Estas devem ser juntadas na
mão e sendo que as mesmas devem ficar viradas para baixo (na mão). Determina-se quem irá iniciar o
jogo. O primeiro jogador, vira uma carta, e coloca a mesma no centro e diz “um”, o próximo jogador, vira
outra carta e diz “2”, colocando a mesma em cima da que já está no centro. O jogo continua contando-se
até 10, ao chegar no 10, inicia-se do 1 novamente. Obs: Quando for virada uma carta que corresponde ao
número falado, quem da dupla for mais ágil, bate com a mão e fica com todas as cartas do centro da mesa.
O jogo termina até um dos jogadores não ter mais cartas na mão.

16- Soma ou Subtração – Você decide! ( 2 a 4 participantes)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração. Trabalhar soma e subtração


Material Necessário: 1 Tabuleiro como no modelo abaixo, 2 cores de cartolina, 5 marcadores para cada
participante.
Jeito de Fazer e de jogar: Recorte oito quadrados de cada cor. Numere os dois conjuntos de 0 a 7.
Escolher que começa o jogo, pegar 2 cartões, um de cada cor. Você pode somar ou subtrair. Coloque o
marcador no quadrado que tem o resultado. Vence quem colocar 5 marcadores qualquer direção
(horizontal, vertical e diagonal).

3 2

17- Mais UM (2 a 4 participantes)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração, trabalhar a adição


Material Necessário: Uma cartela conforme figura abaixo para cada criança, 10 fichas para cada jogador,
1 dado. Este é talvez o jogo mais fácil para crianças de pré-escola.
Jeito de Fazer e de jogar: O primeiro jogador lança o dado e soma Mais UM ao número lançado. Coloca
uma ficha no resultado. Vence o jogo quem colocar todas as fichas na cartela.
5 2 6 3 4 7 3
3 7 5 4 6 2 5
4 7 2 5 3 7 6
6 5 6 7 6 4 3
2 7 3 6 2 5 4

18- Mais Dois (2 a 4 participantes)

3 5 7 4 8 4 3
6 4 3 6 5 6 7
5 6 5 8 4 5 3
Jeito 7 4 4 5 3 6 4 de Fazer e de jogar: Segue mesma regra do jogo Mais UM, apenas,
soma- se +2 ao valor do dado.
3 7 6 7 6 5 7

19- Mais CINCO (2 a 4 participantes)


Jeito de Fazer e de jogar: Segue mesma regra do jogo Mais UM, apenas soma-se +5 ao valor do dado.

10 7 11 9
6 11 8 7
6 7 9 10
9 10 8 6

20- Cubra os números (2 a 4 participantes)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração


Trabalhar soma.
Material Necessário:Um tabuleiro contendo 4x o modelo abaixo, 2 dados

2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Jeito de Fazer e de jogar: Diferenciar com alguma cor cada fileira de números. Escolher quem começa o
jogo, joga-se os dois dados e soma-se. Colocar o marcador na resposta. Ao jogar novamente e cair numa
resposta que já tenha marcado, passar a vez. Vence quem marcar tudo primeiro.

21 - Motricidade oral (2 a 4 participantes)

Objetivos: Trabalhar a motricidade oral e área fonoarticulatória


Material Necessário: Uma trilha com muitos obstáculos, um dado e cartões contendo o que deve ser
feito.
Jeito de Fazer e de jogar: Ver quem inicia o jogo, jogar o dado e pular o número de casas indicado no
dado. Ao cair em um obstáculo da trilha, pegar um cartão e fazer o que se pede. Obs: a professora pode
ler. Os dizeres dos cartões segue anexo.

22- Jogo dos Sapinhos

Objetivos: Trabalhar a paciência e a observação


Material Necessário: Um retângulo preto de Eva (30 X 8), restos de Eva marrom, restos de Eva verde
escuro e verde claro, olhinhos que mexem para os sapinhos.
Jeito de Fazer e de jogar: Recortar o Eva marrom imitando 7 pedras, e colar na placa preta, uma ao lado
da outra, deixando um dedo de espaço entre elas. Com o Eva verde, fazer sapinhos (podem ser comprados
prontos). Colocar 3 sapinhos claros nas 3 pedras da direita e os sapinhos escuros nas 3 pedras da esquerda,
sobrando a pedra do meio. Escolher quem começa o jogo, que consiste em passar os sapinhos claros para
o lugar dos sapinhos verdes escuro. Regra: sapinhos claros não podem passar por cima dos sapinhos
claros e vice versa, assim como não podem ultrapassar 2 sapinhos de uma única vez.

23- Jogo da Multiplicação ( 2 a 3 participantes)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração


Trabalhar a multiplicação
Material Necessário: Um tabuleiro, dois dados, marcadores diferentes
Jeito de Fazer e de jogar: O tabuleiro deve conter todos os números (pode-se repetir os números)
possíveis da multiplicação de dois dados. Escolhe quem inicia o jogo. Jogar os dois dados e multiplica-se,
marcar então o resultado com um dos marcadores. Se quando jogar os dados o resultado já tiver sido
marcado, pula-se a vez. No final ganha quem tiver marcado mais vezes no tabuleiro.
Números do tabuleiro: 1-2-3-4-5-6-8-9-10-12-15-16-18-20-24-25-30-36

1 15 9 10 4 16
12 30 2 6 30 4
8 2 18 15 24 25
25 16 10 3 12 36
18 9 8 20 5 5
6 3 20 24 36 1

24- Jogo dos Pontinhos ( 2 participantes)

Objetivos: Desenvolver a atenção e a concentração


Trabalhar a multiplicação - soma

Material Necessário: Um tabuleiro com pontinhos, canetas ou lápis de cores diferentes.

Jeito de Fazer e de jogar: Fazer quadrados pela ligação de pontos, de forma que não fique nenhum ponto
no interior do quadrado. Criar estratégias para formar o maior número possível de quadrados, evitando
que o oponente o faça. Utilizar a soma ou multiplicação para determinar o total de pontos. O jogador pode
começar a ligar os pontos onde quiser. Os pontos são unidos por um traço na horizontal ou na vertical.
Quem conseguir fechar um quadrado primeiro, coloca a letra inicial do seu nome no interior do quadrado.
Cada quadrado vale pontos, a ser definido no início do jogo. Vence quem fizer mais pontos.

25- Jogo da memória rápida (crianças em círculo)


Objetivos: Desenvolver habilidade de cálculo mental
Material Necessário: Uma bola de meia, papel amassado ou outro material que possa ser lançado sem
machucar.
Jeito de Fazer e de jogar: As crianças devem estar dispostas em pé, em círculo. Uma delas ficará no
meio e deverá jogar a bola para um amigo e propor uma operação (+ - x ou ÷). Aquele que receber a bola
deverá dizer o resultado. Se errar, sai da roda e espera outro aluno errar para poder retornar.

26- Cesta pedagógica (2 a 4 participantes)

Objetivos: Identificar cores, noções de quantidade, socialização, operações aritméticas (+ e -)


Material Necessário: 3 dados, sendo um com 6 cores diferentes, um de números e outro com os sinais de
+ e - , frutinhas ou flores coloridas, na quantidade de 15 para cada cor que estiver no dado.
Jeito de Fazer e de jogar: Obs: Para crianças de 3 a 5 anos, joga-se somente com o dado das cores. Cada
criança escolhe uma das 6 cores. Jogar o dado e pegar uma flor ou fruta da cor correspondente. Será o
vencedor que terminar de pegar primeiro suas flores ou frutas. Para crianças de 5 a 6 anos, usar o dado das
cores e de quantidades. Escolher a cor, jogar os dois dados e pegar a cor e quantidade correspondente.
Acima de 6 anos joga-se com os 3 dados. Caso não tenha frutinhas ou flores suficientes para pegar ou
devolver, passa-se a vez.

27- Você é Esperto? (duplas)


Objetivo: Desenvolver a habilidade de cálculo mental.
Material necessário: 30 cartas numeradas (+1 +2 +3 +4 +5 -1 -2 -3 -4 -5), repetir 3x, 1 folha para
registro como no modelo, lápis e borracha. Obs: Pode-se usar as cartas do jogo nº 12
Jeito de fazer e de jogar: Pense e diga um número de 2 à 10. Escolha aleatoriamente 10 cartas do monte,
sem olhar. Entregue as cartas escolhidas para seu companheiro. Seu companheiro irá virando as cartas,
uma a uma e você deve, com o numero escolhido e dito por você, somar ou subtrair a quantidade
indicada. Estipular quantas vezes cada um jogará e depois cada jogador pode somar quantos pontos fez no
total.
Nome dos Jogadores Nº escolhido Cartas sorteadas Total do cálculo

Pedro 3 +4+3+6-5-1+5-1-2+2-4 10
Ex: Registro Caio 9 -3+4-5+2+4+1-4-3+1+5 11

A Criança de Aprendizagem Lenta


O que o professor precisa saber?
Como “diagnosticar”?
Como intervir?

As causas do não aprender podem ser diversas, é necessário reconhecer que não é tarefa fácil para
os educadores compreenderem as causas desse “não aprender”.
Muitas vezes as crianças de aprendizagem lenta são rotuladas como alunos “sem solução” e vítimas
de uma desigualdade social.
São inúmeros os problemas que encontramos durante o processo escolar. Em alguns momentos,
alguns são próprios da faixa etária, outras, no entanto, nos mostram que uma ou várias habilidades não foram
adquiridas adequadamente e que podem estar afetando o aprendizado, outras são originárias de lesões cerebrais.
Assim teríamos:

Distúrbio/Transtorno: Um problema de origem neurológica ou genética. “Anormalidade patológica por


alteração violenta na ordem natural”. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças-10, elaborado
pela Organização Mundial de Saúde usado para indicar a existência de um conjunto de sintomas ou
comportamentos clinicamente reconhecível associado, na maioria dos casos, a sofrimento e interferência com
funções pessoais.

Dificuldades: Um problema de origem cognitiva, psicopedagógica. Baixo rendimento escolar em decorrência de


fatores isolados. Participariam dessa conceituação os atrasos no desempenho escolar por falta de interesse,
inadequação metodológica, situação sócio-cultural.

Problema: De origem emocional. Baixo-conceito de si próprio, não buscam o sucesso, minimizam o valor do
esforço e tendem a ser pessimistas no resultado escolar, falta de acompanhamento escolar, falta de interação
social.

Acompanhar e avaliar o procedimento do educando resgatando as dificuldades em aprender, é o


primeiro passo em buscar condições favoráveis ao educando para minimizar o alto índice do fracasso escolar.
Diante dessa problemática, sentimos a necessidade de irmos em busca de subsídios que possam nos
auxiliar e enriquecer nosso trabalho e, assim, abrirmos caminhos para uma educação melhor.
Precisamos assim identificar a causa da dificuldade, combater e tratar.
A aprendizagem escolar precisa ser um processo natural e prazeroso e se a criança não sentir isso é
porque existe algo errado.
Quando não compreendemos o insucesso escolar das crianças, atribuímos valores morais e sociais
sem perceber que isso provoca sofrimento.
Precisamos mostrar para estas crianças que suas dificuldades têm nome, tem uma razão e uma
solução. Não deveríamos culpar a criança em suas dificuldades, mas sim proporcionar condições para suas
realizações.
São muitas crianças com dificuldades na aprendizagem que apresentam problemas de
comportamento como: hiperatividade, falta de interesse, dificuldades em seguir instruções, imaturidade social,
dificuldades em conversar, inflexibilidade, falta de organização, distração, falta de coordenação, impulsividade...
Quando estas dificuldades não são entendidas, pais e professores se convencem de que a criança
não presta atenção e que não quer cooperar. Muitos são os casos de estudantes que se sentem frustrados e
desistem de aprender. Questionam a inteligência, ficam furiosos, tornam-se ansiosos e deprimidos, geralmente
ficam isolados socialmente e tem auto - estima baixa.
Muitos pais tentam superar estes problemas, pois os filhos se mostram inteligentes, mas se deparam
com obstáculos na escola. Vários são curiosos e sentem vontade de aprender, mas são inquietos e não prestam
atenção, o que torna difícil uma explicação.
Uma criança que se vê de forma negativa, não tem confiança em si e se sente incapaz de enfrentar
situações novas, mesmo antes de começar uma tarefa, muitas vezes já desanima, achando que será mal sucedida.
O papel do professor e dos pais é muito importante, suas atitudes ajudam a construir as crianças ou
construir imagens positivas ou negativas de si mesmas, aumentando ou diminuindo sua motivação.
Os professores têm a obrigação e o dever de comunicar a coordenação da escola e esta aos pais, por
escrito, através de um relatório, quais dificuldades de aprendizagem que a aparecem em sua sala de aula, esse
relatório deve abranger aspectos globais das diversas áreas do conhecimento. Essa postura facilita o
encaminhamento da criança a um especialista que, ao tratar do insucesso escolar, tem condições de orientar o
professor a lidar com o aluno.

Atitudes do Professor: Para auxiliar um aluno que vem apresentando alguma dificuldade, o professor
deve:
 Aceitá-lo como ele é; Encorajá-lo sem ser muito crítico; Apresentar sugestões positivas;
 Incentivar o companheirismo e a aceitação do aluno pela classe; Dar-lhe segurança;
 Procurar descobrir suas aptidões; Não fazer comparações, pois cada aluno tem um ritmo próprio de
amadurecimento e suas descobertas são individuais.

Família e escola são pontos de apoio e sustentação ao ser humano; são marcos de referência
existencial. Quanto melhor for a parceria entre ambas, mais positivos e significativos serão os resultados na
formação do sujeito.

No processo de Alfabetização.........

Nesse processo, a criança que apresenta dificuldades na linguagem oral pode ter problemas para
relacionar-se ou integrar-se em seu grupo. Se não conseguem entendê-la, normalmente será alvo de gozações ou
de exclusão o grupo, que provavelmente repercutirá no seu rendimento escolar global. Em alguns casos, se a
criança apresentar alteração na fala (trocas, omissões ou distorções) estas poderão se refletir em sua escrita
espontânea.
Quando devemos nos preocupar? Quando comparada a outras de sua faixa etária chama atenção nos
seguintes itens:

Com relação à linguagem oral


- Não apresenta intenção para se comunicar;
- Não respeita ou não percebe situações de diálogo, ou recusa-se a participar de situações que há necessidade de
expressar-se como: rodas de conversa, dramatizações, leituras em voz alta etc.
- Utiliza uma ou duas palavras em vez de construir frases ou quando se expressa com frases estas são simples,
com vocabulário pobre e erros de concordância que já não deveriam acontecer na sua idade ou constrói frases
confusas com grande número de palavras para expressar uma idéia.
- Repete as palavras do adulto como eco ou recorre aos gestos indicativos com o dedo, olhar ou expressões de
rosto;
- Usa palavras reduzidas ou onomatopéias, como por exemplo: au-au para mostrar qualquer animal
- Omite, acrescenta ou altera a pronúncia de alguns sons das letras por exemplo: chocolate- socolate; gato cato,
pipoca - poca...
-Apresenta hesitação na fala;
- Sua voz é rouca ou nasalizada, ou com alterações na entonação ou ritmo;
- Denota alterações relacionados aos órgãos articulatórios: lábios, língua, dentes, céu da boca, bochechas que
dificultam a articulação de algumas sílabas, ou que refletem na alimentação, recusando comer alimentos sólidos
ou necessitando ingerir líquidos durante a alimentação;
- Apresentam respiração bucal, que muitas vezes interferem no próprio comportamento da criança. Respiração
bucal leva a criança a hiperatividade e a dispersão que são notados mais frequentemente na sala de aula.
Com relação a escrita
A maioria das crianças conseguem ser alfabetizadas dentro dos prazos previstos, o que não significa que seja um
processo simples.
- Não reconhece as letras
- Apresentam resistência a leitura, à escrita, ou a ambas
- Lentidão para reproduzir graficamente as letras aprendidas; ou reproduz em espelho.
- Tem resistência a leitura, à escrita, ou a ambas
- Lentidão para reproduzir graficamente as letras aprendidas ou reproduz em espelho;
- Troca algumas letras : p/b; f/v; g/q; d/t; ch/j; b/d; p/q
- Caligrafia é incompreensível ou apresenta tensão muscular exagerada que faz a criança se queixar de
dores na mão, braços e ombros;
- Quando lê ou escreve, omite, troca, distorce, junta ou separa letras ou palavras;
- Diante das situações de leitura/escrita apresenta reações como sono, dor de cabeça ou de barriga, dispersão etc.
- Dificuldade em reproduzir texto já lido ou de redigir (apresentando dificuldades na organização das idéias,
seqüência lógica etc ).

Com relação a Problemas Visuais Perceptuais:

• Dificuldade de distinção de vários formatos e tamanhos;


• Dificuldade de colorir, escrever e recortar;
• Falta de estabilidade no uso das mãos; trocando a direita e a esquerda muitas vezes para realizar uma
tarefa;
• Letras e palavras ao contrário.

Outros fatores que podem comprometer a aprendizagem

- Agnosia: Impossibilidade de obter informações através dos canais de recepção dos sentidos embora o órgão do
sentido não esteja afetado. Encontramos: agnosias táteis, auditivas e visuais.

- Afasia: É a perda parcial ou total da capacidade de linguagem, de causa neurológica central decorrentes de
AVC (Acidente Vascular Cerebral), lesões cerebrais nas áreas da fala e linguagem.

- Agrafia - Impossibilidade de escrever e reproduzir os seus pensamentos por escrito

- Anartria: Perturbação na realização motora da fala não interferindo na compreensão da linguagem falada;
- Alexia: Perda da capacidade de leitura de letras manuscritas ou impressas;

- Anomia - Impossibilidade de designar ou lembrar-se de palavras ou nome dos objetos

- Apraxias: Incapacidade de executar os movimentos apropriados a um determinado fim, conquanto não haja
paralisias. Perturbações que se refletem na psicomotricidade;

- Ataxia - Dificuldade de equilíbrio e de coordenação dos movimentos voluntários

- Dislalia: Transtorno funcional primário que corresponde ao atraso da fala, à linguagem “bebê”.

- Disartria - Dificuldade na articulação de palavras devido a disfunções cerebrais.

- Discalculia - Dificuldade para a realização de operações matemáticas usualmente ligadas a uma disfunção
neurológica, lesão cerebral, deficiência de estruturação espaço-temporal

- Disfasias/Audiomudez: Transtorno raros da evolução da linguagem. Trata-se de crianças que apresentam um


transtorno da integração da linguagem sem insuficiência sensorial ou fonatória; que podem, embora com
dificuldade, comunicar-se verbalmente e cujo nível mental é considerado normal.

- Ecolalia: Imitação de palavras ou frases ditas por outra pessoa, sem a compreensão do significado da palavra.
- Gagueira ou tartamudez - Distúrbio do fluxo e do ritmo normal da fala que envolve bloqueios, hesitações,
prolongamentos e repetições de sons, sílabas, palavras ou frases. É acompanhada rapidamente por tensão
muscular, rápido piscar de olhos, irregularidades respiratórias e caretas. Atinge mais homens que mulheres.

- Linguagem tatibitate - É um distúrbio (e também de fonação) em que se conserva voluntariamente a linguagem


infantil. Geralmente tem causa emocional e pode resultar em problemas psicológicos para a criança.

- Mudez - É a incapacidade de articular palavras, geralmente decorrente de transtornos do sistema nervoso


central, atingindo a formulação e a coordenação das idéias e impedindo a sua transmissão em forma de
comunicação verbal. Em boa parte dos casos o mutismo decorre de problemas na audição. Os fatores emocionais
e psicológicos também estão presentes em algumas formas de mudez. Na mudez eletiva a criança fica muda com
determinadas pessoas ou em determinadas situações e em outras não.

- Paratonia - É a persistência de certa rigidez muscular, que pode aparecer nas quatro extremidades do corpo ou
somente em duas. Quando a criança caminha ou corre, os braços e as pernas se movimentam mal e rigidamente.

- Memória: A memória pode ser definida como a capacidade do indivíduo de gravar as experiências e
acontecimentos ao longo da vida. Dificuldade de concentração, não ouve bem, esquece fácil, não é capaz de
seguir instruções com vários passos.

Disgrafia

A Disgrafia é uma alteração da escrita normalmente ligada a problemas perceptivo-motores. Sabe-


se que é necessário adquirir certo desenvolvimento ao nível de:

 coordenação visuo-motora para que se possam realizar os movimentos finos e precisos que exigem o
desenho gráfico das letras;
 da linguagem, para compreender o paralelismo entre o simbolismo da linguagem oral e da
linguagem escrita;
 da percepção que possibilita a discriminação e a realização dos caracteres numa situação espacial
determinada; cada letra dentro da palavra, das palavras na linha e no conjunto da folha de papel,
assim como o sentido direcional de cada grafismo e da escrita em geral.

A escrita disgráfica pode observar-se através das seguintes manifestações:

 letra muito irregular;


 falta de pressão com debilidade de traços;
 ou traços demasiado fortes que vinquem o papel;
 grafismos não diferenciados nem na forma nem no tamanho;
 dificuldade com lateralidade, orientação espacial, tanto no esquema corporal como no espaço no papel.

Disortografia

A disortografia consiste numa escrita, não necessariamente disgráfica, mas com numerosos erros,
que se manifesta logo que se tenham adquirido os mecanismos da leitura e da escrita.

Uma criança é disortográfica quando comete um grande número de erros. Entre os diversos motivos
que podem condicionar uma escrita desse tipo, destacamos os seguintes:

 Alterações na linguagem: um atraso na aquisição e/ou no desenvolvimento e utilização da linguagem,


junto a um escasso nível verbal, com pobreza de vocabulário (código restrito), podem facilitar os erros
de escrita.

Dentro desta área estão os erros originados por uma alteração específica da linguagem, como são os
casos das dislalias e/ou disartrias.

 Erros na percepção, tanto visual como auditiva: fundamentalmente estão baseados numa dificuldade para
memorizar os esquemas gráficos ou para discriminar qualitativamente os fonemas.
 Falhas de atenção: se esta é instável ou frágil, não permite a fixação dos grafemas ou dos fonemas
corretamente.
 Uma aprendizagem incorreta da leitura e da escrita, especialmente na fase de iniciação, pode originar
lacunas de base com a conseqüente insegurança para escrever. Igualmente, numa etapa posterior, a
aprendizagem deficiente de normas gramaticais pode levar à realização de erros ortográficos que não se
produziriam se não existissem lacunas no conhecimento gramatical da língua.

Muitas destas alterações entroncam a disortografia com a dislexia, ao ponto de, para muitos autores,
a disortografia ser apontada como uma seqüela da dislexia.

Discalculia
Discalculia é definido como uma desordem neurológica específica que afeta a habilidade de uma
pessoa de compreender e manipular números. A discalculia pode ser causada por um déficit de percepção visual.
O termo discalculia é usado freqüentemente ao consultar especificamente à inabilidade de executar
operações matemáticas ou aritméticas, mas é definido por alguns profissionais educacionais como uma
inabilidade mais fundamental para conceitualizar números como um conceito abstrato de quantidades
comparativas.
A discalculia é um impedimento da matemática que apresenta também outras limitações, tais como a
introspecção espacial, o tempo, a memória pobre, e os problemas da ortografia.

Sintomas:

• Dificuldades freqüentes com os números, confundindo os sinais ( +, -, ÷ , x).


• Problemas de diferenciar entre esquerdo e direito.
• Falta de senso de direção (para o norte, sul, leste, e oeste) e pode também ter dificuldade com um compasso.
• A inabilidade de dizer qual de dois números é o maior.
• Dificuldade com tabelas de tempo, aritmética mental, etc.
• Melhor nos assuntos tais como a ciência e a geometria, que requerem a lógica mais que as fórmulas, até que um
nível mais elevado que requer cálculos seja necessário.
• Dificuldade com tempo conceitual e julgar a passagem do tempo.
• Dificuldade com tarefas diárias como verificar a mudança e ler relógios analógicos.
• A inabilidade de compreender o planejamento financeiro
• Tem dificuldade mental de estimar a medida de um objeto ou de uma distância.
• Inabilidade em apreender e recordar conceitos matemáticos, regras, fórmulas, e seqüências matemáticas.
• Dificuldade de manter a contagem durante jogos.
• Dificuldade nas atividades que requerem processar seqüências (etapas de dança), sumário (leitura, escrita,
sinalizar na ordem direita). Pode ter problema mesmo com uma calculadora, devido às dificuldades no processo
da alimentação nas variáveis.
• A circunstância pode conduzir em casos extremos a uma fobia da matemática e de dispositivos matemáticos
(por exemplo, números).

Dislexia

A Dislexia é definida como um distúrbio de aprendizagem na área da leitura, escrita, soletração. E


ortografia. Porém, os sintomas que uma criança com dislexia apresenta são idênticos a quaisquer outros
transtornos de aprendizagem encontrados em uma criança não dislexa. Torna-se evidente na época da
alfabetização.
Por tanto, o diagnóstico de dislexia deve ser feito por uma equipe multidisciplinar formada por
Psicopedagogo, Psicólogo, Fonoaudiólogo e se necessário, Neuropediatra, Oftalmologista e ainda um Otorrino,
pois hoje já se sabe que a dislexia é hereditária, com alterações genéticas, apresentando assim uma síndrome do
desenvolvimento neurológico. As características da dislexia ainda podem indicar outras situações, como lesões,
síndromes. A equipe de profissionais deve verificar todas as possibilidades antes de confirmar ou descartar o
diagnóstico de dislexia. É o que chamamos de Avaliação Multidisciplinar e de Exclusão.

Para o DISLÉXICO Estimular o visual, o auditivo, e o tátil sinestésico. Ao contrário de que


muitos pensam o disléxico sempre contorna suas dificuldades. Ele responde muito bem a tudo que passa para o
concreto. Tudo que envolve os sentidos é mais facilmente absorvido. O disléxico também tem sua própria lógica,
sendo muito importante o bom entrosamento entre profissional e a criança. A alfabetização através do método
fonético tem trazido bons resultados.
Pais e professores poderão reconhecer se as dificuldades são devidas à dislexia, fazendo a si próprios
as perguntas que se seguem. A dislexia ocorre mais em meninos, porém pode aparecer também em meninas.

Pré-escola:
Fique alerta se a criança apresentar alguns desses sintomas:
• Imaturidade no trato com outras crianças.
• Fraco desenvolvimento da atenção.
• Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem.
• Atraso no desenvolvimento visual.
• Dificuldade em aprender rimas e canções.
• Fraco desenvolvimento da coordenação motora.
• Dificuldade com quebra-cabeças.
• Falta de interesse por livros impressos.

Se tiver cerca de 7 a 8 anos aproximandamente

• ainda tem dificuldade de leitura


• ainda tem dificuldade para soletrar
• atividades não relacionadas com leitura e soletração é esperto e inteligente
• inverte os números, por exemplo 15 por 51 ou 2 por 5
• escreve "b" ao invés de "d"
• necessita usar blocos ou dedos ou anotações para fazer cálculos
• tem alguma dificuldade incomum em lembrar a tabuada
• demora a responder
• Dificuldade em copiar de livros ou da lousa
• Pobre conhecimento de rima
• confunde a esquerda com a direita
• é desajeitado (algumas crianças com dislexia são, mas não todas).
• Dificuldade na coordenação motora fina e/ou na grossa
• Desorganização geral pode citar os constantes atrasos na entrega de trabalhos escolares.
• Dificuldades visuais, como por exemplo, podemos, perceber com certo impacto, a desordem dos
trabalhos no papel e a própria postura da cabeça ao escrever.
• tem dificuldade em pegar ou chutar bola
• tem dificuldade em atar os sapatos, fazer nó numa gravata, vestir ou trocar de roupa
• Dificuldade em manusear mapas, dicionários, listas telefônicas, etc...
• Vocabulário pobre, com sentenças curtas e imaturas ou sentenças longas e vagas.
• Dificuldade na memória de curto prazo, como instruções, recados, etc..
• Dificuldade em decorar seqüências, como meses do ano, alfabeto, etc..
• Dificuldade na matemática e desenho geométrico.
• Problemas de conduta como: retração, timidez excessiva, depressão, e menos comum, as também
possível, tornar-se o "palhaço" da turma.
• Grande desempenho em provas orais.

Se tiver de 8 1/2 a 12 anos:

• ainda comete erros negligentes na leitura


• ainda comete erros esquisitos na soletração
• omite algumas letras nas palavras
• não tem bom senso de direção , confundindo às vezes esquerda com direita
• às vezes confunde "b" com "d"
• ainda acha a tabuada difícil
• ainda utiliza os dedos das mãos, dos pés e sinais especiais no papel para fazer cálculos
• a compreensão de leitura é mais lenta do que esperada na idade dele
• leva mais tempo do que a média para fazer trabalhos escritos na escola ou em casa
• lê muito por prazer
• o tempo que leva para fazer as quatro operações aritméticas, parece ser mais lento do que o esperado
para sua idade
• demonstra insegurança e baixa apreciação sobre si mesmo

Dicas que podem ajudar:

1. Não o chame simplesmente de preguiçoso ou de desleixado.


2. Não faca comparações com outros membros da família ou com colegas de classe.
3. Não exerça pressão sobre ele a ponto de amedrontá-lo com a perspectiva de não passar de ano ou de
deixar você desapontado
4. Não exija que ele leia em voz alta perante seus colegas (sem seu consentimento) .
5. Não espere que aprenda a soletrar uma palavra após escrevê-la repetidas vezes, com a finalidade de
lembrá-la. Certamente não se lembrara.
6. Não fique surpreso se facilmente se cansar ou desanimar.
7. Não se surpreenda se a caligrafia for irregular ou feia. Boa caligrafia e muito difícil .
8. Não se surpreenda se o desempenho for incongruente; se em algumas ocasiões se sair bem e em outras
não.
9. Não diga somente "tente esforçar-se", incentive nas coisas que gosta e faz bem feito.

Leia em voz alta.

1. Manifeste sua apreciação pelo esforço, como por exemplo, elogiando por tentar escrever uma história.
Mesmo que ela contenha muitos erros, diga que a maioria das palavras estavam certas.
2. Estimule a olhar as palavras detalhadamente, poucas letras de cada vez.
3. Fale francamente sobre dificuldades dele.
4. Ajude a reconhecer que há muitas coisas que pode fazer bem.
5. Motive a ir devagar, dando tempo ao tempo.

É de extrema importância haver uma boa troca de informações, experiências e até sintonia dos
procedimentos executados, entre profissional, escola e família.

Hiperatividade
TDAH é uma patologia de ordem neurológica, ou seja, não estamos falando de uma lesão ou defeito
e sim de um funcionamento diferente do cérebro. É diagnosticado pelo neurologista e uma equipe
multidisciplinar composta por psicólogo, psicopedagogo e fonoaudiólogo. A investigação envolve questionários
que servem como escalas de avaliação, além de um detalhado estudo clínico que analisa o desenvolvimento da
criança desde os primeiros dias de vida, o aproveitamento na escola e sua relação com os pais. “Sintomas como
desatenção devem estar presentes com freqüência por mais de seis meses e em diversos contextos para que o
distúrbio seja caracterizado”.
Um TDAH apresenta um menor fluxo sangüíneo na região frontal do cérebro, responsável pelo
comportamento inibitório (freio), pelo nível de atenção, controle das emoções e do sono, além de “filtrar os
estímulos, entre outras funções”.
Sabe-se também que a quantidade de dopamina, adrenalina e serotonina, neurotransmissores
responsáveis pelo controle motor e pelo poder de concentração é menor no cérebro destas pessoas.
O tratamento é medicamentoso acompanhado de terapia psicológica e psicopedagógica.
Os problemas de hiperatividade não podem ser curados, mas sim controlados.
A hiperatividade é um desvio comportamental, caracterizada pela excessiva mudança de atitudes e
atividades, o sujeito hiperativo tem dificuldades de se manter quieto para que possa desenvolver atividades
comuns do seu dia-a-dia como: fazer refeições à mesa, assistir TV sentado, ficar sentado em sala de aula, escutar
uma história, etc.
Sinais de alerta

É bom procurar um médico se a criança apresentar vários desses sintomas:

 Movimenta-se constantemente, mexe em tudo sem motivo;


 Tem dificuldade para se envolver em brincadeiras;
 É muito impaciente e muda de atividade com freqüência;
 Levanta-se da cadeira, na sala de aula, em momentos impróprios;
 Não consegue permanecer sentado para assistir à TV;
 Apresenta incapacidade para focar atenção nas atividades;
 Fala demais e rápido. Muda de assunto sem concluir o pensamento;
 Não tolera frustração e sente dificuldade em acatar ordens;
 Tem pouca noção de perigo;
 Distrai-se com facilidade e não termina a tarefa no tempo previsto;
 Sente dificuldade em relacionar-se com familiares e amigos;
 Apresenta baixa auto-estima.

Dicas para os pais

Procure um profissional habilitado para que seja feito um bom diagnóstico, um neuropediatra ou psiquiatra
deve ser consultado, em muitos casos a medicação apropriada se faz necessária.

Estabeleça uma agenda de horários para as atividades de seu filho, ele deve Ter horário para acordar, comer,
tomar banho, ver TV, fazer os deveres, brincar, e dormir. Uma rotina fixa contribuirá para que a criança se
organize.

É importante a realização de uma atividade física, de preferência não competitiva, assim entre outros ganhos
haverá gasto de energia.

Tenham momentos de atividades em família, contar pequenas histórias, brincar com algum jogo, atividades
que possibilitem o sentar junto, o falar e o ouvir.

Quando for fazer os deveres, procure um lugar tranqüilo, sem TV, sem música. Os brinquedos e objetos que
não fazem parte da atividade devem ser guardados.

Quando for pedir algo, ou dar uma ordem , faça de maneira clara, se necessário divida a tarefa, certifique se a
criança entendeu.

Nunca chame seu filho de “malandro”, “preguiçoso”, “burro”, pelo contrário elogie suas conquistas, valorize
pequenos passos. Palavras duras e gritos só prejudicarão o desenvolvimento e aprendizagem dele.

Estabeleça limites e regras claras, seu filho deve saber o que pode e o que não pode fazer.

Seu filho deve estar sempre em companhia de um responsável, atravessar ruas, andar de bicicleta e outras
atividades devem ser supervisionadas, a criança TDA distrai-se facilmente podendo assim se envolver em
acidentes graves.

Se interesse pelo desenvolvimento escolar de seu filho, vá a escola, converse com a professora, procure saber
em que ela pode ajudar para melhor aprendizagem da criança.

Demonstre seu amor pôr ele, diga que ele é importante pelo que ele é e não pelo que ele faz. Carinho e
conforto em uma relação de confiança o ajudarão muito.

Dicas para os professores

Não rotule, certifique-se com a família sobre o diagnóstico.


Procure conversar com os profissionais que atendem seu aluno, com todos os envolvidos no processo falando
a mesma linguagem, será mais fácil auxiliar está criança.

Coloque a criança sempre próxima à você, se possível longe de janelas e portas . As carteiras dispostas em
circulo facilitam a visualização da turma.

Construa com a turma regras claras do funcionamento da classe, deixe-as expostas.

Comece a aula expondo a rotina do dia, fale do seu plano de aula, se necessário faça por escrito.

Use recursos audiovisuais quando possível. Vídeos, retroprojetores, computadores.

Busque assuntos de interesse da turma e os atuais que estão sendo vinculados na mídia.

Trabalhe música teatro, parlendas, histórias da comunidade e da realidade de seus alunos.

Se utilize do concreto, de imagens, de gravuras, faça perguntas, promova a participação em sala de aula.

Faça intervalos para alongamento, idas ao banheiro, tomar água.Cante com seus alunos . Ficar muito tempo
sentado é torturante para um TDAH.

Faça atividades curtas, que exijam pouco tempo para serem realizadas. Aumente gradativamente este tempo
conforme o progresso da criança.

Mande deveres que a criança consiga realizar sozinha, ou com pouca interferência dos pais. Procure
atividades que estejam dentro das possibilidades e limites dela, não sendo motivo de tortura para pais e
filhos.

Estimule a atividade em grupo, sempre trabalhando o respeito as diferenças.

Nunca exponha os erros e dificuldades da criança, gritos para chamar a atenção só pioram as coisas.

Elogie sempre, recompense com bilhetes, cartões os pequenos progressos.

Não faça da agenda escolar um diário de reclamações, chame os pais para conversarem, quando possível.
Bilhetes de reclamação constantes tiram a confiança e baixam a auto-estima da criança.

Crie um vínculo de afeto e confiança com seus alunos.

Leia, estude, busque orientação e ajuda quando necessário, esclareça suas dúvidas. Estando bem informada
você terá maior segurança para trabalhar junto aos seus alunos.

Nunca esqueça que seu aluno com TDAH, tem inteligência normal ou até superior, ele só tem um
funcionamento diferente, busque com ele a melhor maneira de promoverem sua aprendizagem. Ambos só
tem a ganhar.

Algumas Bibliografias Sugerida:

1- O Que todo Professor Precisa saber sobre Neurologia


Vicente José Assencio Ferreira
Ed. Pulso

2- O Cérebro e o Corpo no Aprendizado


Julianne Fischer
Ed. Asselvi

3- Atenção e Hiperatividade – O que é e como ajudar?


Luis Augusto P. Rohde
Ed. Artmed

4- Princípios e Práticas em TDAH


Luis Augusto Rohde
Ed. Artmed

5- Aprendizagem e Distúrbios da Linguagem Escrita – Questões clínicas e educacionais


Jaime Luiz Zorzi
Ed. Artmed

6- Manual Papaterra de Habilidades de Compreensão e Expressão


Fernanda Papaterra Limongi
Ed. Pancast
Obs: Existem 4 volumes com Habilidades diferentes

7- “Método das Boquinhas” – Alfabetização e Reabilitação dos Distúrbios da Escrita e da Leitura. V.1 e 2
Renata Savastano R. Jardini
Ed. Pulso