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Comércio internacional

O comércio internacional é a troca de bens e serviços através de fronteiras


internacionais ou territórios. Na maioria dos países, ele representa uma grande parcela
do PIB. O comércio internacional está presente em grande parte da história da
humanidade (ver rota da seda), mas a sua importância econômica, social e política se
tornou crescente nos últimos séculos. O avanço industrial, dos transportes, a
globalização, o surgimento das corporações multinacionais, e o outsourcing tiveram
grande impacto no incremento deste comércio. O aumento do comércio internacional
pode ser relacionado com o fenómeno da globalização.
O comércio internacional é uma disciplina da teoria económica, que, juntamente com o
estudo do sistema financeiro internacional, forma a disciplina da economia
internacional.

Regulamentação do comércio internacional

Tradicionalmente o comércio é regulamentado através de tratados bilaterais entre


nações. Durante os séculos de crença no mercantilismo a maioria das nações mantinham
altas tarifas e muitas restrições ao comércio internacional. No século 19, especialmente
no Reino Unido, a crença no livre comércio tornou-se um paradigma e este pensamento
tem dominado as nações ocidentais desde então. Nos anos seguintes à segunda guerra
mundial tratados multilaterais como o GATT e a OMC tentaram criar estruturas
regulatórias de alcance mundial.
As nações socialistas e comunistas sempre acreditaram no modelo da autarquia, a
completa ausência do comércio internacional. Os governos autoritários, como os
fascistas, sempre colocaram grande ênfase na idéia da auto-suficiência. Mas na prática,
nenhuma nação consegue atender sozinha a todas as necessidades do seu povo, e sempre
algum comércio é realizado.
Normalmente, o comércio internacional livre, é defendido pelos países economicamente
mais poderosos. Quando eram duas das maiores economias mundiais, a Holanda e o
Reino Unido, eram grandes defensores desse pensamento. Actualmente, os Estados
Unidos da América, o Reino Unido e o Japão são os seus maiores proponentes. Porém,
muitos outros países – incluindo aqueles em rápido crescimento económico como Índia,
China e Rússia - tem se tornado defensores do "livre comércio".
Tradicionalmente, os interesses agrícolas são a favor do comércio livre, enquanto
sectores manufatureiros defendem políticas proteccionistas. Porém, lobbies agrícolas,
particularmente nos Estados Unidos da América, Europa e Japão, são responsáveis pela
inclusão de regras nos tratados de comércio internacional, cujo objectivo é a adopção de
medidas proteccionistas para bens de origem agrícola. Por outro lado, o Brasil, um
grande e eficiente produtor agrícola, vem actuando para eliminar parte destas barreiras.
Durante as recessões económicas, sempre surgem pressões para o aumento de tarifas de
importação, com o intuito de proteger a produção doméstica. A grande depressão
estadunidense levou ao colapso do comércio internacional, fazendo com que a crise se
aprofundasse, segundo a visão de alguns.
A regulamentação do comércio internacional é realizada através da OMC no nível
global, e através de vários outros arranjos regionais como o Mercosul na América do
Sul; o NAFTA, entre Estados Unidos da América, Canadá e México; e a União
Europeia, entre 25 estados europeus independentes. Hoje com 27 estados europeus
independentes.

Riscos do comércio internacional

Os riscos existentes no comércio internacional podem ser divididos em dois grandes


grupos:

Riscos económicos

 Insolvência do comprador;
 Atraso no pagamento - a falha do comprador em pagar o total em até seis meses;
 De não-aceitação;
 Relacionados à soberania econômica.

Riscos Políticos

 De cancelamento ou não renovação de licenças de exportação ou importação;


 Relacionados a conflitos armados;
 Expropriação ou confisco por companhias importadoras;
 De imposição de um banimento de algum bem após o embarque;
 De transferência : A imposição de controlo de transferência de valores pelo país
importador devido a crises de liquidez;
 Relacionados à soberania política.