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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA TOPOGRTOPOGRTOPOGRTOPOGRAAFIAAAFIAFIAFIA REVISÃO Revisão Página 1

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TOPOGRAFIA

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TOPOGRTOPOGRTOPOGRTOPOGRAAFIAAAFIAFIAFIA

REVISÃO

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Escala E = d / D, onde d = é

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Escala E = d / D, onde d = é a

Escala

E = d / D,

onde d = é a dimensão gráfica e

D = dimensão real

Escala Numérica

a dimensão gráfica e D = dimensão real Escala Numérica 1:50.000 ou 1/50.000 ► lê-se 1

1:50.000 ou 1/50.000 lê-se 1 cm no mapa equivale 50.000cm na realidade. A realidade foi reduzida em 50.000 vezes.

Os valores são em “cm”

Escala Gráfica

em 50.000 vezes. Os valores são em “cm” Escala Gráfica É a representação em forma de
em 50.000 vezes. Os valores são em “cm” Escala Gráfica É a representação em forma de

É a representação em forma de gráfico de uma escala numérica. É de grande utilidade para acompanhar a representação em ampliações ou reduções.

Ao contrário do que se pensa uma escala grande não é aquela que possui um número enorme. A escala 1:50.000 é grande pois a representação da realidade foi diminuída apenas 50.000 vezes, enquanto na escala 1:30.000.000 a representação da realidade foi diminuída 30 milhões de vezes, portanto a E=1:50.000 é maior que a 1:30.000.000. Você pode usar o seguinte raciocínio, um dividido por 50 mil é maior que 1 dividido por 30 milhões. Quanto maior a escala, maior o número de detalhes representados.

que 1 dividido por 30 milhões. Quanto maior a escala, maior o número de detalhes representados.
que 1 dividido por 30 milhões. Quanto maior a escala, maior o número de detalhes representados.
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercícios - ESCALAS 1. Para representar, no papel, uma linha

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercícios - ESCALAS 1. Para representar, no papel, uma linha reta

Exercícios - ESCALAS

1. Para representar, no papel, uma linha reta que no terreno mede 45m, utilizando-

se a escala 1:450, pergunta-se: qual será o valor desta linha em cm?

D = 45m 45m equivale 4500cm

E

= 1:450 1cm equivale 450cm

d

= ?

E = d / D

450 = d / 4500

d = 10cm

2. A distância entre dois pontos, medida sobre uma planta topográfica, é de

520mm. Sabendo-se que, no terreno, estes pontos estão distantes 215,5m, determine

qual seria a escala da planta.

D

= 215,5m 215,5m equivale 21550cm

d

= 520mm 520mm equivale 52cm

E

= ?

E

= d / D

E

= 52 / 21550

E

= 0,0024129 onde E = (0,0024129) ^ -1

E

= 1 / 414,42

Escala quebrada normalmente não são utilizadas, neste caso só queremos saber a escala que foi utilizada neste exemplo. Em um trabalho normalmente fazemos uma adequação da escala, arredondando o fator da escala. (p.e. para 1:400 ou 1:450).

3. A distância entre dois pontos, medida sobre uma planta topográfica, é de 55cm.

Para uma escala igual a 1:250, qual será o valor real desta distância?

E

= 1:250 1cm equivale 250cm

E

= d / D

d

= 55cm

1 / 250 = 55 / D

 

D

= 250 * 55

D

= ?

 

D

= 13.750cm = 137,5m = 0,1375km

250 = 55 / D   D = 250 * 55 D = ?   D
250 = 55 / D   D = 250 * 55 D = ?   D
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Coordenadas Geográficas Os paralelos e os meridianos são indicados por

Profa. Ma. Helen Lima

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Coordenadas Geográficas Os paralelos e os meridianos são indicados por graus

Coordenadas Geográficas

Os paralelos e os meridianos são indicados por graus de circunferências.

linha

imaginária do Equador é um paralelo. O 0º corresponde ao equador, o 90º ao pólo norte e o -90º ao pólo sul.

Os paralelos são

linhas

paralelas

ao

Equador,

sendo

que

a

própria

Os meridianos são linhas perpendiculares ao Equador que vão do Pólo Norte ao Pólo Sul e cruzam com os paralelos. Todos os meridianos possuem o mesmo tamanho e o ponto de partida para a numeração dos meridianos é o meridiano que passa pelo observatório de Greenwich, na Inglaterra. Logo, o meridiano de Greenwich é o meridiano principal (0°). A leste de Greenwich os meridianos são medidos por valores crescentes até 180º e, a oeste, suas medidas são decrescentes até o limite de -180º.

suas medidas são decrescentes até o limite de -180º. A partir dos meridianos e paralelos, foram

A partir dos meridianos e paralelos, foram estabelecidas as coordenadas geográficas que são medidas em graus e, a partir das coordenadas geográficas é possível localizar qualquer ponto da superfície da Terra.

Latitude de um ponto é o ângulo formado entre o plano do Equador e o paralelo deste ponto. Sua contagem é feita a partir do plano do Equador (0 graus) e varia até 90 graus, sendo positivo para Norte e negativo para Sul. Longitude de um ponto é o ângulo formado entre Meridiano de Greenwich (0 graus) e o meridiano do ponto. Sua contagem varia entre 0 grau e 180 graus, positivo para Leste e negativo para Oeste.

do ponto. Sua contagem varia entre 0 grau e 180 graus, positivo para Leste e negativo
do ponto. Sua contagem varia entre 0 grau e 180 graus, positivo para Leste e negativo
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Coordenadas UTM Um sistema de coordenadas planas. É um sistema

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Coordenadas UTM Um sistema de coordenadas planas. É um sistema de

Coordenadas UTM

Um sistema de coordenadas planas. É um sistema de coordenadas baseado no plano cartesiano (eixo x,y) e usa o metro (m) como unidade para medir distâncias e determinar a posição de um objeto. O sistema UTM, não acompanha a curvatura da Terra.

No Brasil o sistema UTM foi adotado em 1995 pela Diretoria do Serviço Geográfico do Exército, possui 8 fusos UTM cuja numeração é 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24 e 25.

UTM cuja numeração é 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24 e 25. A origem do

A origem do fuso está no meridiano central do fuso e na Linha do Equador. Para o Hemisfério Norte as ordenadas variam entre 0 e 10.000.000m e no Sul, entre 10.000.000m e 0. As abcissas variam entre 500.000m e 100.000m para oeste do meridiano central e 500.000m e 900.000m para leste do meridiano.

500.000m e 100.000m para oeste do meridiano central e 500.000m e 900.000m para leste do meridiano.
500.000m e 100.000m para oeste do meridiano central e 500.000m e 900.000m para leste do meridiano.
500.000m e 100.000m para oeste do meridiano central e 500.000m e 900.000m para leste do meridiano.
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Uma planta cartográfica com as coordenadas Geográficas e UTM. 1.

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Uma planta cartográfica com as coordenadas Geográficas e UTM. 1. Exercício

Uma planta cartográfica com as coordenadas Geográficas e UTM.

1. Exercício – COORDENADAS GEOGRAFICAS.
1. Exercício – COORDENADAS GEOGRAFICAS.

Representação de uma mesma região com sistemas de coordenadas diferentes.

de uma mesma região com sistemas de coordenadas diferentes. (devemos sempre saber qual a origem da

(devemos sempre saber qual a origem da informação)

região com sistemas de coordenadas diferentes. (devemos sempre saber qual a origem da informação) Revisão Página
região com sistemas de coordenadas diferentes. (devemos sempre saber qual a origem da informação) Revisão Página
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercícios – COORDENADAS 1. Coordenadas Geográficas Se as cidades de

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercícios – COORDENADAS 1. Coordenadas Geográficas Se as cidades de “São

Exercícios – COORDENADAS

1. Coordenadas Geográficas

Se as cidades de “São João Batista” e “Imbuzinho” encontram-se representadas pelos pontos P e Q, respectivamente, determine as coordenadas geográficas (φ,λ) destes pontos, marcados na quadrícula a seguir, utilizando o método da interpolação numérica.

a seguir, utilizando o método da interpolação numérica. P = 63cm ► 1° 38cm ► lat

P =

63cm

38cm

lat

63 . x = 38 . 1 X = 0,603° X = lat

P = 63cm 1° 45cm long

63 . y = 45 . 1 Y = 0,714° Y = long

► 1° 45cm ► long 63 . y = 45 . 1 Y = 0,714° Y

63cm

Q = 63cm 1° 19cm lat

63 . x = 19 . 1 X = 0,302° X = lat

Q = 63cm 1° 12cm long

63 . y = 12 . 1 Y = 0,190° Y = long

P lat = 50 – 0,603°lat = 49,397°= 49°23’ 49,2” X long = 19 – 0,714°long = 18,286° = 18°17’ 09,6” Y

Q lat = 50 – 0,302°lat = 49,698°= 49°41’ 52,8” X long = 19 – 0,190°long = 18,810°= 18°48’ 36” Y

49°41’ 52,8” ► X long = 19 – 0,190° ► long = 18,810°= 18°48’ 36” ►
49°41’ 52,8” ► X long = 19 – 0,190° ► long = 18,810°= 18°48’ 36” ►
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA 2. Coordenadas UTM Calcule as coordenadas UTM dos pontos A

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA 2. Coordenadas UTM Calcule as coordenadas UTM dos pontos A e

2. Coordenadas UTM

Calcule as coordenadas UTM dos pontos A e B e calcule a distância entre eles.

UTM dos pontos A e B e calcule a distância entre eles. 78cm ► 1.500m e
UTM dos pontos A e B e calcule a distância entre eles. 78cm ► 1.500m e

78cm 1.500m

e

52cm 1.000m

 

A =

 

B =

78

1.500

78

1.500

16

E

 

60

E

E = 24.000 E = 307,7m

78

78

E = 90.000

E = 1.153,8m

52

1.000

52

1.000

13

N

 

36

N

52

N = 13.000

52

N = 36.000

N = 250m

N = 692,3m

A

E

= 330.000 + 307,7

E

= 330.307,7m (lat)

N

= 7.399.000 + 250

N

= 7.399.250m (long)

B

E

= 330.000 + 1.153,8

E

= 331.153,8m (lat)

N

= 7.399.000 + 692,3

N

= 7.399.692,3m (long)

N = 7.399.000 + 692,3 N = 7.399.692,3m ( ► long) a² = b² + c²

a² = b² + c² a² = 846² + 442² a² = 715.716 + 195.364

a² = 911.080

a = 911.080

a = 954,50m

Distancia entre os pontos A e B = 954,5m

715.716 + 195.364 a² = 911.080 a = √ 911.080 a = 954,50m Distancia entre os
715.716 + 195.364 a² = 911.080 a = √ 911.080 a = 954,50m Distancia entre os
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA ALTIMETRIA A altimetria ou nivelamento tem por finalidade determinar a

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA ALTIMETRIA A altimetria ou nivelamento tem por finalidade determinar a distância

ALTIMETRIA

A altimetria ou nivelamento tem por finalidade determinar a distância vertical ou

diferença de nível entre diversos pontos. A diferença de altura entre dois pontos é a

diferença de nível entre estes pontos. A determinação das diferenças de nível entre dois pontos é possível com os seguintes métodos:

(a) nivelamento geométrico: É baseado na diferença de leituras em miras verticais graduadas, devendo ser evitados distâncias maiores que 35m, e (b) nivelamento trigonométrico: É baseado na resolução de um triângulo retângulo.

O estudo do relevo de um terreno consiste na determinação das alturas de seus

pontos, relacionados com uma superfície de nível que se toma como elemento de comparação. Cota é a altura de um ponto em relação a um plano horizontal de referência.

Curvas de Nível.

O relevo da superfície terrestre é uma feição contínua e tridimensional. Existem

diversas maneiras para representar o mesmo, sendo o mais usual as curvas de nível. As curvas de nível podem ser classificadas em curvas mestras ou principais e secundárias. As mestras são representadas com traços diferentes das demais (mais espessos, por exemplo), sendo todas numeradas. As curvas secundárias complementam as informações.

Perfil Topográfico 2D Perfil topográfico nada mais é uma espécie de gráfico que traça o perfil de uma região ou lugar, muito usada por geólogos e na construção civil. Para fazer um perfil topográfico, basta puxar linhas auxiliares de intersecção entre o plano vertical e as curvas de nível.

basta puxar linhas auxiliares de intersecção entre o plano vertical e as curvas de nível. Revisão
basta puxar linhas auxiliares de intersecção entre o plano vertical e as curvas de nível. Revisão
basta puxar linhas auxiliares de intersecção entre o plano vertical e as curvas de nível. Revisão
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercício - ALTIMETRIA 1. Tomando-se como exemplo os dados apresentados

Profa. Ma. Helen Lima

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exercício - ALTIMETRIA 1. Tomando-se como exemplo os dados apresentados na

Exercício - ALTIMETRIA 1. Tomando-se como exemplo os dados apresentados na figura abaixo, sabe-se que a distância entre os pontos A e B no desenho é de 7,5 cm e que o desnível entre eles é de 12,9m. Deseja-se interpolar a posição por onde passaria a curva com cota

75m.

a posição por onde passaria a curva com cota 75m. o desnível entre o ponto A
a posição por onde passaria a curva com cota 75m. o desnível entre o ponto A

o

desnível entre o ponto A e a curva de nível com cota 75m (75m - 73,2 = 1,8m). Sabendo-se que em 7,5 cm o desnível entre os pontos é de 12,9 m, em "x" metros este desnível será de 1,8 m.

É

possível

calcular

metros este desnível será de 1,8 m. É possível calcular Neste caso, a curva de nível
metros este desnível será de 1,8 m. É possível calcular Neste caso, a curva de nível

Neste caso, a curva de nível com cota 75m estará passando a 1,05cm do ponto A. Da mesma forma, é possível calcular os valores para as curvas 80 e 85m (respectivamente 3,9 e 6,9cm). A figura abaixo apresenta estes resultados.

para as curvas 80 e 85m (respectivamente 3,9 e 6,9cm). A figura abaixo apresenta estes resultados.
para as curvas 80 e 85m (respectivamente 3,9 e 6,9cm). A figura abaixo apresenta estes resultados.
para as curvas 80 e 85m (respectivamente 3,9 e 6,9cm). A figura abaixo apresenta estes resultados.
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA 2. Dadas as curvas de nível e os pontos A

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA 2. Dadas as curvas de nível e os pontos A e

2. Dadas as curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada entre os pontos A e B.

curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
curvas de nível e os pontos A e B, pede-se para traçar o perfil da estrada
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA RUMOS E AZIMUTES Rumos (0º-90º) – Rumo de um alinhamento

Profa. Ma. Helen Lima

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Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA RUMOS E AZIMUTES Rumos (0º-90º) – Rumo de um alinhamento é

RUMOS E AZIMUTES

Rumos (0º-90º) – Rumo de um alinhamento é o ângulo horizontal entre a direção norte-sul e o alinhamento, medido a partir do norte ou do sul na direção do alinhamento, o mesmo não pode ultrapassar 90º.

Azimutes (0º-360º) - Azimute de um alinhamento é o ângulo que este alinhamento faz com a direção norte-sul, medido a partir do NORTE e no sentido horário, variando de 0º a 360º.

 

CONVERSÃO DE COORDENADAS

 

De AZIMUTES em RUMOS

 

De RUMOS em AZIMUTES

-

No 1ºQ (NE):

-

No 1ºQ (0º a 90º):

Rumo 1 (R1) = Azimute 1 (Az1)

Azimute 1 (Az1) = Rumo 1 (R1)

-

No 2º Q (SE):

-

No 2º Q (90º a 180º):

Rumo 2 (R2) = 180º – Azimute 2 (Az2)

Azimute 2 (Az2) = 180º – Rumo 2 (R2)

-

No 3º Q (SW):

-

No 3º Q (SW):

Rumo 3 (R3) = Azimute 3 (Az3) + 180º

Azimute 3 (Az3) = Rumo 3 (R3) + 180º

-

No 4ºQ (NW):

-

No 4ºQ (NW):

Rumo 4 (R4) = 360º – Azimute 4 (Az4)

Azimute 4 (Az4) = 360º – Rumo 4 (R4)

Rumo = S 22º 22’ W

Azimute 3 (Az3) = Rumo 3 (R3) + 180º

Az = S 22º 22’ W Az = 202º 22’

+ 180º

3 (R3) + 180º Az = S 22º 22’ W Az = 202º 22’ + 180º

Azimute = 43º 53’

Rumo 1 (R1) = Azimute 1 (Az1) N 43º53’ E

22’ W Az = 202º 22’ + 180º Azimute = 43º 53’ Rumo 1 (R1) =
22’ W Az = 202º 22’ + 180º Azimute = 43º 53’ Rumo 1 (R1) =
22’ W Az = 202º 22’ + 180º Azimute = 43º 53’ Rumo 1 (R1) =
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA PLANIMETRIA Planimetria é a representação em um plano de algum

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA PLANIMETRIA Planimetria é a representação em um plano de algum espaço.

PLANIMETRIA

Planimetria é a representação em um plano de algum espaço. Um alinhamento topográfico é um segmento de reta materializado por dois pontos nos seus extremos. Tem extensão, sentido e orientação.

nos seus extremos. Tem extensão, sentido e orientação. Orientação: 45° Sentido: de A para B. Extensão:

Orientação: 45° Sentido: de A para B. Extensão: x metros.

Poligonal A poligonal (base do levantamento topográfico) é utilizada para determinar as coordenadas dos pontos de interesse (x, y) dentro de uma área, pelo método da irradiação. O método consiste em medir ângulos e distâncias, a partir de uma linha de referência conhecida.

distâncias, a partir de uma linha de referência conhecida. A partir da poligonal 1-2-3- 4-5 é

A partir da poligonal 1-2-3- 4-5 é possível determinar as coordenadas do terreno, da casa, da edícula e das árvores.

As Poligonais Topográficas apoiadas (ou amarradas) são figuras geométricas (polígonos abertos ou fechados) de apoio ao posicionamento topográfico, formadas por um número finito de lados, interligando dois ou mais pontos previamente coordenados (georeferenciados).

finito de lados, interligando dois ou mais pontos previamente coordenados (georeferenciados). Revisão Página 13
finito de lados, interligando dois ou mais pontos previamente coordenados (georeferenciados). Revisão Página 13
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Existem 3 tipos de poligonais: - Poligonal fechada : parte

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Existem 3 tipos de poligonais: - Poligonal fechada : parte de

Existem 3 tipos de poligonais:

- Poligonal fechada: parte de um ponto, que

pode ser de coordenadas conhecidas, e retorna

ao mesmo ponto. Sua principal vantagem é permitir a verificação de erro de fechamento angular e linear.

- Poligonal aberta: parte de um ponto, que

pode ser de coordenadas conhecidas, e chega a outro ponto, de coordenadas desconhecidas. Não é necessário determinar erros de fechamento, tendo que tomar muito cuidado no

levantamento para evitar os erros.

- Poligonal amarrada: parte de um ou mais

pontos de coordenadas conhecidas, e acaba também em pontos de coordenadas conhecidas. Permite a verificação do erro de fechamento angular e linear.

a verificação do erro de fechamento angular e linear. Os pontos com coordenadas conhecidas, não necessariamente
a verificação do erro de fechamento angular e linear. Os pontos com coordenadas conhecidas, não necessariamente
a verificação do erro de fechamento angular e linear. Os pontos com coordenadas conhecidas, não necessariamente

Os pontos com coordenadas conhecidas, não necessariamente precisam estar no inicio da poligonal.

não necessariamente precisam estar no inicio da poligonal. Em casos onde não existam pontos de coordenadas
não necessariamente precisam estar no inicio da poligonal. Em casos onde não existam pontos de coordenadas
não necessariamente precisam estar no inicio da poligonal. Em casos onde não existam pontos de coordenadas

Em casos onde não existam pontos de coordenadas conhecidas próximos a área de levantamento, é necessário que seja feito um transporte de coordenadas através de uma poligonal de apoio.

é necessário que seja feito um transporte de coordenadas através de uma poligonal de apoio. Revisão
é necessário que seja feito um transporte de coordenadas através de uma poligonal de apoio. Revisão
é necessário que seja feito um transporte de coordenadas através de uma poligonal de apoio. Revisão
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Para determinar a orientação de um alinhamento, podem ser utilizados

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Para determinar a orientação de um alinhamento, podem ser utilizados Rumos

Para determinar a orientação de um alinhamento, podem ser utilizados Rumos ou Azimutes que são medidas angulares.

Após a determinação da orientação da poligonal, medem-se todos os ângulos e lados entre os alinhamentos e a extensão dos alinhamentos. Podem-se medir os ângulos externos, internos ou as deflexões. Adota-se o sentido horário de caminhamento. Para cada ponto onde o aparelho está estacionado, é efetuado, além da medida do ângulo entre os alinhamentos, a medida da extensão do alinhamento e as distâncias entre o ponto e outros elementos de interesse.

Cálculo da poligonal

A partir dos dados medidos em campo: ângulos, distâncias, orientação e coordenadas do ponto inicial, é possível calcular os azimutes de todos os alinhamentos e tendo os azimutes e as distâncias, podem ser calculadas as COORDENADAS de todos os pontos, seja da poligonal ou dos elementos de interesse.

Calculamos os azimutes dos alinhamentos a partir do azimute inicial e dos ângulos medidos em campo, podemos proceder da seguinte forma:

medidos em campo, podemos proceder da seguinte forma: Quando usamos os ângulos externos, se o valor

Quando usamos os ângulos externos, se o valor do Azimute for maior que 360° deve- se subtrair 360° do azimute, e se ele for negativo deverá ser somado 360° ao resultado. Quando estivermos usando os ângulos internos, devemos somar 180° e subtrair 180° no ângulo do Azimute.

Cálculo de coordenadas utilizando azimutes

Depois de todos os azimutes calculados, pode-se calcular as coordenadas dos todos os pontos do levantamento da seguinte forma:

dos todos os pontos do levantamento da seguinte forma: As coordenadas do ponto P1 são dadas

As coordenadas do ponto P1 são dadas por:

Os valores de X e Y são dados por:

X1

=

X0

+ X

X = d . sen (Az) = E Y = d . cos (Az) = N

Y1

=

Y0

+ Y

X ∆ X = d . sen (Az) = ∆ E ∆ Y = d .
X ∆ X = d . sen (Az) = ∆ E ∆ Y = d .
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Assim podemos calcular os valores das coordenadas de todos os

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Assim podemos calcular os valores das coordenadas de todos os pontos.

Assim podemos calcular os valores das coordenadas de todos os pontos. Sabendo que X = E e Y = N. Exercício – PLANIMETRIA

1. Calcule os azimutes dos alinhamentos abaixo e suas coordenadas.

os azimutes dos alinhamentos abaixo e suas coordenadas. Az (i,i+1) = Az (i-1, i) + α

Az (i,i+1)

=

Az (i-1, i)

+

α i

-

180°

Az (2,3)

=

Az (1,2)

+

α 2

-

180°

Az (2,3)

=

64°56’ 55”

+ 216°18’ 19”

-

 

180°

Az (2,3)

= 101°15’ 14”

Az (3,4)

=

Az (2,3)

+

α 3

-

180°

Az (3,4)

=

101° 15’ 14”

+ 313° 15’ 35”

-

180°

Az

(3,4)

=

234° 30’

49”

Az (4,1)

=

Az (3,4)

+

α 4

-

180°

Az (4,1)

=

234° 30’ 49”

+ 244° 01’ 02”

-

180°

Az

(4,1)

= 298° 31’

51”

Az (1,2)

=

Az (4,1)

+

α 1

-

180°

{{Resposta > 360°

, então subtrai 360°}}

Az

(1,2) = 298° 31’ 51”

+ 306° 25’ 04”

-

180°

Az (4,1) = 64° 56’ 55

Ponto

Alinhamento

Distância

Ângulo (α)

Azimute

1

       

2

1-2

101,04

216°18’ 19”

64°56’ 55”

3

2-3

113,33

313°15’ 35”

101°15’ 14”

4

3-4

127,89

244°01’ 02”

234°30’ 49”

1

4-1

112,17

306°25’ 04”

298°31’ 51”

244°01’ 02” 234°30’ 49” 1 4-1 112,17 306°25’ 04” 298°31’ 51” Revisão Página 16
244°01’ 02” 234°30’ 49” 1 4-1 112,17 306°25’ 04” 298°31’ 51” Revisão Página 16
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA C alcule as coordenadas dos pontos Ponto Alinhamento Distância Ângulo

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA C alcule as coordenadas dos pontos Ponto Alinhamento Distância Ângulo (

Calcule as coordenadas dos pontos

Ponto

Alinhamento

Distância

Ângulo (α)

Azimute

1

       

2

1-2

101,04

216°18’ 19”

64°56’ 55”

3

2-3

113,33

313°15’ 35”

101°15’ 14”

4

3-4

127,89

244°01’ 02”

234°30’ 49”

1

4-1

112,17

306°25’ 04”

298°31’ 51”

X E = d.sen(Az) Y N = d.cos(Az)

X1

E1 = E0 + E N1 = N0 + N

Y1

Ponto 1 Valores arbitrados E 1 = 100,0

e N 1 = 100,0

Ponto 2 E 2 = d . sen (Az)

N 2 = d . cos (Az) = N 2 = 101,04 . cos (64°56’ 55”) = 101,04 x 0,423430 = 42,783

= E 2 = 101,04 . sen (64°56’ 55”) = 101,04 x 0,905928 = 91,535

E

N

2

2

=

=

E1

N1 + N2 = N 2 = 100,0 + 42,783 = 142,783

+ E2

= E 2 = 100,0 + 91535 = 191,535

Ponto 3 E 3 = d . sen (Az) N 3 = d . cos (Az)

= E 3 = 113,33 . sen (101°15’ 14”) = 113,33 x 0,98077 = 111,1508 = N 3 = 113,33 . cos (101°15’ 14”) = 113,33 x -0,19515 = -22,117

E 3

N

3

=

= N 2 + N = N 3 = 142,783 + (-22,117) = 120,666

E 2

+ E

= E 3 = 191,535+ 111,151 = 302,686

Ponto 4 E 4 = d . sen (Az) N 4 = d . cos (Az)

= E 4 = 127,89 . sen (234°30’ 49”) = 127,89 x -0,814253 = -104,1348 = N 4 = 127,89 . cos (234°30’ 49”) = 127,89 x -0,580509 = -74,241

E 4

N

4

=

= N 3 + N = N 4 = 120,666 + (-74,241) = 46,425

E 3

+ E

= E 4 = 302,686 + (-104,135) = 198,551

Ponto 1 E 1 = d . sen (Az) N 1 = d . cos (Az)

= E 1 = 112,17 . sen (298°31’ 51”) = 112,17 x -0,87856 = -98,548 = N 1 = 112,17 . cos (298°31’ 51”) = 112,17 x 0,477631 = 53,5759

E

N

1

1

=

=

E 4

N 4 + N = N 1 = 46,425 + 53,576 = 100,001

+ E

= E 1 = 198,551 + (-98,548) = 100,003

Ponto

Alinh

Dist

Ângulo (α)

Azimute

E

N

E

N

1

           

100,00

100,00

2

1-2

101,04

216°18’ 19”

64°56’ 55”

91,535

42,783

191,535

142,783

3

2-3

113,33

313°15’ 35”

101°15’ 14”

111,151

-22,117

302,686

120,666

4

3-4

127,89

244°01’ 02”

234°30’ 49”

-104,135

-74,241

198,551

46,425

1

4-1

112,17

306°25’ 04”

298°31’ 51”

-98,548

53,576

100,003

100,001

 

Diferença

0,003

0,001

 

Esta diferença é corrigida posteriormente.

  Diferença 0,003 0,001   Esta diferença é corrigida posteriormente. Revisão Página 17
  Diferença 0,003 0,001   Esta diferença é corrigida posteriormente. Revisão Página 17
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA PLANIMETRIA - ERROS Levantamento Planimétrico – estuda e estabelece os

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA PLANIMETRIA - ERROS Levantamento Planimétrico – estuda e estabelece os procedimentos

PLANIMETRIA - ERROS

Levantamento Planimétrico – estuda e estabelece os procedimentos e métodos de medida de distância e ângulos, no plano horizontal.

Todo levantamento topográfico está sujeito a três tipos de erros:

NATURAIS: são aqueles ocasionados por fatores ambientais, ou seja, temperatura,

Alguns destes erros

são classificados como erros sistemáticos e dificilmente podem ser evitados. São

passíveis de correção desde que sejam tomadas as devidas precauções durante a medição.

vento, refração e pressão atmosféricas, ação da gravidade, etc

INSTRUMENTAIS: são aqueles ocasionados por defeitos ou imperfeições dos instrumentos ou aparelhos utilizados nas medições. Alguns destes erros são classificados como erros acidentais e ocorrem ocasionalmente, podendo ser evitados e/ou corrigidos com a aferição e calibragem constante dos aparelhos.

PESSOAIS: são aqueles ocasionados pela falta de cuidado do operador. Os mais comuns são: erro na leitura dos ângulos, erro na leitura da régua graduada, na contagem do número de trenadas, ponto visado errado, aparelho fora de prumo,

aparelho fora de nível, etc

ocorrer jamais, pois não são passíveis de correção.

Extraído de Brandalize, M.C.B – Topografia

São classificados como erros grosseiros e não devem

Erros de Fechamento Angular

Para a poligonal fechada, antes de calcular o azimute das direções, é necessário fazer a verificação dos ângulos medidos. Uma vez que a poligonal forma um polígono fechado é possível verificar se houve algum erro na medição dos ângulos.

Então:

e a = Σ ang lidos

-

e a = Σ ang lidos

Σ ang

[(n±2) x 180°]

ângulos. Então: e a = Σ ang lidos - e a = Σ ang lidos Σ
ângulos. Então: e a = Σ ang lidos - e a = Σ ang lidos Σ
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA para, Somatório dos ângulos internos de um polígono qualquer =

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA para, Somatório dos ângulos internos de um polígono qualquer = (n

para,

Somatório dos ângulos internos de um polígono qualquer = (n - 2) x 180º , e Somatório dos ângulos externos de um polígono qualquer = (n + 2) x 180º

Também temos que calcular a tolerância angular (Ɛ a ), que é o máximo de erro

tolerado.

angular ( Ɛ a ), que é o máximo de erro tolerado. onde: p = precisão

onde: p= precisão nominal do equipamento;

m= número de ângulos medidos na poligonal.

O erro de fechamento angular (e a ) deve ser menor que a tolerância angular (Ɛ a ).

e a <

Ɛ a

Caso o erro seja maior que a tolerância angular será necessária refazer o

levantamento. Para o erro menor que a tolerância angular, é necessária distribuir o erro

cometido.

Correção do erro ANGULAR

A correção se dará nos ângulos formados pelos menores lados da poligonal ou

se necessário deverá ser feito uma distribuição por todos os vértices da poligonal. O

sinal da correção deve ser contrário ao sinal do erro.

Distribuição do erro angular

Normalmente o erro angular é distribuído por vértice em quantidades iguais,

embora a prática tenha demonstrado que nas maiores distâncias os erros angulares

são menores.

Nos casos em que o erro seja pequeno e que devamos atribuí-lo a um único

vértice, definimos o alinhamento com menor extensão para atribuir a correção do erro

ANGULAR.

vértice, definimos o alinhamento com menor extensão para atribuir a correção do erro ANGULAR. Revisão Página
vértice, definimos o alinhamento com menor extensão para atribuir a correção do erro ANGULAR. Revisão Página
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA • Ângulo compensado O ângulo compensado é determinado pela adição

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA • Ângulo compensado O ângulo compensado é determinado pela adição ou

Ângulo compensado

O ângulo compensado é determinado pela adição ou subtração do erro no ângulo lido. O somatório do erro por vértice deverá ser igual ao erro total da poligonal. O sinal da correção deverá ser contrário ao do erro.

Exemplo:

Dado o levantamento abaixo, calcule os ÂNGULOS corrigidos. Considere que a precisão do equipamento seja igual a 2”.

Considere que a precisão do equipamento seja igual a 2”. Verificação do erro ANGULAR e a

Verificação do erro ANGULAR e a = Σ ângulos – [(n+2) x 180°] n = 5 (cinco pontos) e a = 1260º 00’ 01” - 1260º = 0º 00’ 01”

Tolerância

ANGULAR:

Ɛ a = p x m Ɛ a = 2”. 5 = 4,47”

0º 00’ 01”

<

0º 00’

04,47”

logo: e a <

Ɛ a

então OK!

Pto

Alinh

Dist

Ângulo

Correção

Corrigido

1

         

2

1-2

24,467

281°39’26”

- 0°00’00,2”

281°39’25,8”

3

2-3

13,745

163°43’05”

- 0°00’00,2”

163°43’04,8”

4

3-4

35,526

307°55’01”

- 0°00’00,2”

307°55’00,8”

5

4-5

24,916

230°40’06”

- 0°00’00,2”

230°40’05,8”

1

5-1

35,399

276°02’23”

- 0°00’00,2”

276°02’22,8”

 

Σ

- 0º 00’ 01”

1260º 00’ 00”

- 0°00’00,2” 276°02’22,8”   Σ - 0º 00’ 01” 1260º 00’ 00” Revisão Página 20
- 0°00’00,2” 276°02’22,8”   Σ - 0º 00’ 01” 1260º 00’ 00” Revisão Página 20
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Erro de fechamento LINEAR Após a correção do Erro Angular,

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Erro de fechamento LINEAR Após a correção do Erro Angular, a

Erro de fechamento LINEAR Após a correção do Erro Angular, a partir do ponto de partida (P1), calculam-se as coordenadas com, no mínimo, 3 casas decimais, dos demais pontos até retornar ao ponto de partida. A diferença entre as coordenadas calculadas e as fornecidas para este ponto resultará no chamado erro planimétrico. Como os ângulos foram ajustados, este erro será decorrente de imprecisões na medição das distâncias.

decorrente de imprecisões na medição das distâncias. O erro planimétrico deve ser decomposto em uma componente
decorrente de imprecisões na medição das distâncias. O erro planimétrico deve ser decomposto em uma componente

O erro planimétrico deve ser decomposto em uma componente na direção X e outra na direção Y.

Os valores de e X e e Y podem ser calculados por:

e X = X 1 Calculado X 1 Fornecido

e Y = Y 1 Calculado Y 1 Fornecido

X 1 Calculado e Y 1 Calculado = São as coordenadas calculadas X 1 Fornecido e Y 1 Fornecido = São as coordenadas fornecidas ou adotadas

Depois de calculado o erro planimétrico, é necessário transformar o erro planimétrico em erro linear (e L ). Para isso, dividimos o erro planimétrico pelo perímetro da poligonal.

Onde:

=

e L = Erro Linear; e p = Tolerância Linear (erro planimétrico); Σd = perímetro da poligonal.

Também é necessário verificar se o erro linear está abaixo de uma determinada tolerância linear.

e L <

e P

verificar se o erro linear está abaixo de uma determinada tolerância linear. e L < e
verificar se o erro linear está abaixo de uma determinada tolerância linear. e L < e
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Correção do erro LINEAR Se o erro cometido for menor

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Correção do erro LINEAR Se o erro cometido for menor que

Correção do erro LINEAR Se o erro cometido for menor que o permitido, parte-se então para a distribuição do erro. As correções às coordenadas serão proporcionais às distâncias medidas. Quanto maior for a distância, maior será a correção. Será aplicada uma correção para as coordenadas X e outra para as coordenadas Y, conforme equações abaixo:

Sendo:

para as coordenadas Y, conforme equações abaixo: Sendo: C X i = Correção para a coordenada

C

Xi = Correção para a coordenada Xi

C

Yi = Correçao para a coordenada Yi

e x = erro em X

e y = erro em Y

Σd = somatória das distâncias

d (i-1 , i) = distâncias parcial i-j

As coordenadas corrigidas serão dadas por:

parcial i-j As coordenadas corrigidas serão dadas por: Resumo para cálculo de poligonal fechada: a. Determinação

Resumo para cálculo de poligonal fechada:

a. Determinação das coordenadas do ponto de partida

b. Determinação da orientação da poligonal

c. Cálculo do erro de fechamento angular

d. Distribuição do erro de fechamento angular

e. Cálculo dos ângulos corrigidos

f. Cálculo dos azimutes

g. Cálculo das coordenadas parciais (X, Y) com 3 casas decimais

h. Cálculo do erro de fechamento linear

i. Distribuição do erro de fechamento linear

j. Cálculo das coordenadas corrigidas

linear i. Distribuição do erro de fechamento linear j. Cálculo das coordenadas corrigidas Revisão Página 22
linear i. Distribuição do erro de fechamento linear j. Cálculo das coordenadas corrigidas Revisão Página 22
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exemplo: Para o exemplo anterior, faça as correções das coordenadas.

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Exemplo: Para o exemplo anterior, faça as correções das coordenadas. Pto

Exemplo:

Para o exemplo anterior, faça as correções das coordenadas.

Pto

Alinh.

 

Dist.

 

E

N

 

E

N

C

E

C

N

E

C

 

N

C

1

       

1000,000

100,000

   

1000,000

100,000

2

1-2

 

24,467

 

0,6056

24,4595

1.000,6056

124,4595

       

3

2-3

 

13,745

 

13,3886

-3,1096

1.013,9942

121,3499

       

4

3-4

 

35,526

 

35,4703

1,9870

1.049,4645

123,3369

       

5

4-5

 

24,916

-14,1879

-20,4819

1.035,2766

102,8550

       

1

5-1

 

35,399

-35,2839

-2,8521

999,9927

100,0029

   

1000,000

100,000

 

134,053

   

-0,0073

0,0029

     
 

a.

Cálculo das coordenadas parciais (X, Y) com 3 casas decimais

 
   

X1

=

X0

+ X

E1 = E0 + E

 

X = d . sen (Az) E = d.sen(Az)

   

Y1

=

Y0

+ Y

N1 = N0 + N

Y = d . cos (Az) N = d.cos(Az)

 

b.

Cálculo do erro de fechamento linear (tolerância linear (ε P )1:5000.

 

e P = +

e P = (999,9927 − 1000,0) + (100,0029 − 100,0)

e P = 0,00005329+0,00000841 e P = 0,007855 = Tolerância Linear

e L = erro linear =

=

,

,

= 0,00005859 =

. ,

1:17.066,08 1:5000

0,00005859 0,0002

e L ≤ε P , então ok!

c. Distribuição do erro de fechamento linear

, então ok! c. Distribuição do erro de fechamento linear Cx2 = C E 2 =

Cx2 = C E 2 = 0,0073 x (24,467 / 134,053) = 0,001332 = 0,0013 Cy2 = C N 2 = - 0,0029 x (24,467 / 134,053) = -0,0005293 = 0,0005

Cx3 = C E 3 = 0,0073 x (13,745 / 134,053) = 0,0007484 = 0,0008 Cy3 = C N 3 = - 0,0029 x (13,745 / 134,053) = -0,0002973 = -0,0003

134,053) = 0,0007484 = 0,0008 Cy3 = C N 3 = - 0,0029 x (13,745 /
134,053) = 0,0007484 = 0,0008 Cy3 = C N 3 = - 0,0029 x (13,745 /
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Cx4 = C E 4 = 0,0073 x (35,526 /

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Cx4 = C E 4 = 0,0073 x (35,526 / 134,053)

Cx4 = C E 4 = 0,0073 x (35,526 / 134,053) = 0,0019346 = 0,0019 Cy4 = C N 4 = - 0,0029 x (35,526 / 134,053) = -0,0007685 = -0,0008

Cx5 = C E 5 = 0,0073 x (24,916 / 134,053) = 0,00135682 = 0,0014 Cy5 = C N 5 = - 0,0029 x (24,916 / 134,053) = -0,0005390 = -0,0005

Cx1 = C E 1 = 0,0073 x (35,399 / 134,053) = 0,00192769 = 0,0019 Cy1 = C N 1 = - 0,0029 x (35,399 / 134,053) = -0,00076579 = -0,0008

Pto

Alinh.

Dist.

Azimute

E

N

E

N

C

E

C

N

1

         

1000,000

100,000

   

2

1-2

24,467

1º25'06"

0,6056

24,4595

1.000,6056

124,4595

0,0013

-0,0005

3

2-3

13,745

103º04'32"

13,3886

-3,1096

1.013,9942

121,3499

0,0008

-0,0003

4

3-4

35,526

86º47'37"

35,4703

1,9870

1.049,4645

123,3369

0,0019

-0,0008

5

4-5

24,916

214º42'38"

-14,1879

-20,4819

1.035,2766

102,8550

0,0014

-0,0005

1

5-1

35,399

265º22'43"

-35,2839

-2,8521

999,9927

100,0029

0,0019

-0,0008

   

134,053

     

-0,0073

0,0029

0,0073

-0,0029

d. Cálculo das coordenadas corrigidas

0,0073 -0,0029 d. Cálculo das coordenadas corrigidas Ec 2 = Ec 1 + Dist 1 -

Ec 2 = Ec 1 + Dist 1-2 x sen (Az 1-2 ) + C E2 Ec 2 = 1.000 + 24,467 x sen (1º25'06") + (0,0013) Ec 2 = 1.000 + (24,467 x 0,024752) + (0,0013) Ec 2 = 1.000 + 0,6056 + (0,0013) = 1.000,607

Nc 2 = Nc 1 + Dist 1-2 x cos (Az 1-2 ) + C N2 Nc 2 = 100 + 24,467 x cos (1º25'06") + (-0,0005) Nc 2 = 100 + (24,467 x 0,9996936) + (-0,0005) Nc 2 = 100 + 24,4595 + (-0,0005) = 124,459

Ec 3 = Ec 2 + Dist 2-3 x sen (Az 2-3 ) + C E3 Ec 3 = 1.000,607 + 13,745 x sen (103º04'32") + (0,0008) Ec 3 = 1.000,607 + (13,745 x 0,9740725) + (0,0008) Ec 3 = 1.000,607 + 13,3886 + (0,0008) = 1.013,996

Nc 3 = Nc 2 + Dist 2-3 x cos (Az 2-3 ) + C N3 Nc 3 = 124,459 + 13,745 x cos (103º04'32") + (-0,0003) Nc 3 = 124,459 + (13,745 x -0,22623575) + (-0,0003) Nc 3 = 124,459 + (-3,1096) + (-0,0003) = 121,349

= 124,459 + (13,745 x -0,22623575) + (-0,0003) Nc 3 = 124,459 + (-3,1096) + (-0,0003)
= 124,459 + (13,745 x -0,22623575) + (-0,0003) Nc 3 = 124,459 + (-3,1096) + (-0,0003)
Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Ec 4 = Ec 3 + Dist 3 - 4

Profa. Ma. Helen Lima

TOPOGRAFIA

Profa. Ma. Helen Lima TOPOGRAFIA Ec 4 = Ec 3 + Dist 3 - 4 x

Ec 4 = Ec 3 + Dist 3-4 x sen (Az 3-4 ) + C E4 Ec 4 = 1.013,996 + 35,526 x sen (86º47'37") + (0,0019) Ec 4 = 1.013,996 + (35,526 x 0,99843453) + (0,0019) Ec 4 = 1.013,996 + (35,4703) + (0,0019) = 1.049,468

Nc 4 = Nc 3 + Dist 3-4 x cos (Az 3-4 ) + C N4 Nc 4 = 121,349 + 35,526 x cos (86º47'37") + (-0,0008) Nc 4 = 121,349 + (35,526 x 0,0559328) + (-0,0008) Nc 4 = 121,349 + 1,9870 + (-0,0008) = 123,335

Ec 5 = Ec 4 + Dist 4-5 x sen (Az 4-5 ) + C E5 Ec 5 = 1.049,468 + 24,916 x sen (214º42'38") + (0,0014) Ec 5 = 1.049,468 + (24,916 x -0,5694309) + (0,0014) Ec 5 = 1.049,468 + (-14,1879) + (0,0014) = 1.035,281

Nc 5 = Nc 4 + Dist 4-5 x cos (Az 4-5 ) + C N5 Nc 5 = 123,335 + 24,916 x cos (214º42'38") + (-0,0005) Nc 5 = 123,335 + (24,916 x -0,8220391) + (-0,0005) Nc 5 = 123,335 + (-20,4819) + (-0,0005) = 102,853

Ec 1 = Ec 5 + Dist 5-1 x sen (Az 5-1 ) + C E1 Ec 1 = 1.035,281 + 35,399 x sen (265º22'43") + (0,0019) Ec 1 = 1.035,281 + (35,399 x -0,996748) + (0,0019) Ec 1 = 1.035,281 + (-35,2839) + (0,0019) = 999,999 = 1000,00

Nc 1 = Nc 5 + Dist 5-1 x cos (Az 5-1 ) + C N1 Nc 1 = 102,853 + 35,399 x cos (265º22'43") + (-0,0008) Nc 1 = 102,853 + (35,399 x -0,08057102) + (-0,0008) Nc 1 = 102,853 + (-2,8521) + (-0,0008) = 100,0001 = 100,00

Pto

Alinh.

Dist.

Azimute

E

N

C

E

C

N

E

C

N

C

1

     

1000,000

100,000

   

1000,000

100,000

2

1-2

24,467

1º25'06"

1.000,6056

124,4595

0,0013

-0,0005

1000,607

124,459

3

2-3

13,745

103º04'32"

1.013,9942

121,3499

0,0008

-0,0003

1013,996

121,349

4

3-4

35,526

86º47'37"

1.049,4645

123,3369

0,0019

-0,0008

1049,468

123,335

5

4-5

24,916

214º42'38"

1.035,2766

102,8550

0,0014

-0,0005

1035,281

102,853

1

5-1

35,399

265º22'43"

999,9927

100,0029

0,0019

-0,0008

1000,0

100,0

 

134,053

 

-0,0073

0,0029

0,0073

-0,0029

 
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