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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

CENTRO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS


DEPARTAMENTO ANTROPOLOGIA E MUSEOLOGIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA

DISCIPLINA: PGA-911 – HISTÓRIA E TEORIA ANTROPOLÓGICAS II


PROFESSORA: ALEX VAILATI
HORÁRIO: Quarta feira – 14:00 h – 18:00 h – Segundo Semestre de 2017

Ementa: Analisar e discutir as dinâmicas mais recentes de articulações sistemáticas que compõem o conjunto dos
chamados « paradigmas antropológicos », instaurados notadamente no início dos anos 70 até os dias atuais. Enfatizar
principalmente o processo de transformação e superação do paradigma estrutural (suas continuidades e rupturas)
para em seguida enfocar a emergência de novas tendências contemporâneas no interior da antropologia que,
recorrendo a outros enfoques interdisciplinares (sobretudo da filosofia, e da literatura), têm contribuído para a
abertura e ampliação de espaços criativos no campo dos saberes e práticas antropológicas.

Dinâmica do curso – Em cada encontro o/a aluno/a apresentará um texto que será debatido.

Avaliação: Produção de um trabalho final (entre 5000 e 6000 palavras). Será destinado um dia de aula para discussão
dos trabalhos individuais e orientações sobre formato e prazo de entrega.

PROGRAMA DE LEITURAS E CRONOGRAMA


Aula Data Leituras

1 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
16-08 .

2 PESSOA E INDIVIDUO THIAGO


19-09 14HS
GEERTZ, Clifford, 1973. “Pessoa, tempo e conduta em Bali”. In A interpretação das
culturas. Rio de Janeiro, LTV: 149-184.
FORTES, Meyer. "On the Concept of the Person among the Tallensi." In La Notion de
Personne en Afrique Noire. In Fortes, Mayer. Religion, Morality and the Person:
Essays on Tallensi ReligionCambridge, U.K.: Cambridge University Press, 1987: 247-
256.
DUMONT, Louis , 1966. Homo hierarchicus. São Paulo : EDUSP, 1997. (Introdução e
Posfácio)
STRATHERN, Marilyn. 2014. O efeito etnográfico e outros ensaios. São Paulo: Cosac &
Naif. (Capitulo 8).

ORDEM SOCIAL E SIMBOLISMO SANDRO

LEACH, Edmund, 1966,. Nascimento Virgem – In grandes cientistas sociais – disponível


online;
DOUGLAS, Mary, 1967. Pureza e Perigo. São Paulo: Perspectiva. (Introdução; Capitulos
1 e 2)
DAMATTA, Roberto 1979. Augusto Matraga e a hora da renúncia. In Carnavais,
Malandros e Heróis. Para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro, Zahar
Editores.(Introdução e Capitulo 1)

AS INTERPRETAÇÕES DA CULTURA CAROL

GEERTZ, Clifford, 1973. “Uma descrição densa. Por uma teoria interpretativa da
cultura”. In A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, LTV: 3-24.
GEERTZ, Clifforr. 1997. O saber local. Novos ensaios de antropologia interpretativa.
Petropolis: Vozes. (capitulo 3 e 7).
GEERTZ, Clifford, 2001. “Anti-anti-relativismo”. In Nova luz sobre a Antropologia . Rio
de Janeiro: Zahar: 47-71

A CRISI DA REPRESENTAÇÃO ETNOGRAFICA ?

CLIFFORD, James. 1998. “Sobre a autoridade etnográfica”. In: Clifford, James. A


Experiência Etnográfica: Antropologia e Literatura no Século XX. Rio de Janeiro:
EDUFRJ: 17-63
RABINOW, Paul 1999. Antropologia da Razão. Rio de Janeiro: Relume Dumará. (capitulo
4)
MARCUS, George E. 1986. Contemporary Problems of Ethnography in the Modern
World System. In: James Clifford & George Marcus (orgs.). Writing Culture. The
Poetics and Politics of Ethnography. Berkeley: University of California Press. (pp.
165-193)
CRAPANZANO, Vicent. 1980. Tuhami. Portrait of a Moroccan. Chicago: Chicago
University Press. (Prefacio e Introdução).

3 ANTROPOLOGIA E HISTORIA POLIANA


17-10 14hs
SCHWARCZ, L. 2005. Questões de fronteira. Sobre uma antropologia da historia. In
Novos Estudos, 72: 119-135.
SAHLINS, Marshall 1990. Ilhas de história. Rio de Janeiro: Zahar. [Capitulos 1 e 2]
COMAROFF, Jean e John. 1992. Ethnography and the historical imagination. Oxford:
Westview. (capitulo 1, traduzido em portugues).
TEORIAS DA PRATICA JAFFIA

ORTNER. Sherry. 2011. Teoria na antropologia desde os 60. Mana 17,2:419-466.


BOURDIEU, Pierre, 1972. Esboco de uma teoria da pratica.
BOURDIEU, Pierre. 1989. O Poder simbólico. Lisboa: DIEFEL. (capitulo 1)

SUJEITOS E CORPOS ALANA

VALE DE ALMEIDA, Miguel. 2004. O Corpo na Teoria Antropológica. In Revista de


Comunicação e Linguagens, 33: 49-66.
CSORDAS, Thomas. 1990. Embodiment as a Paradigm for Anthropology. In Ethos, 18,1:
5-47.
BUTLER, Judith. 1990. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
(capitulo 1:15-60)

O GIRO SENSORIAL

STOLLER, Paul. 1989. The taste of ethnographic things. The senses in Anthropology.
Philadelphia: University of Pennsylvania Press (Capitulo 3)
HOWES, David. El creciente campo de los Estudios Sensoriales. Revista
Latinoamericana de Estudios sobre Cuerpos, Emociones y Sociedad, 2014, 2.15: 10-
26.
MACDOUGALL, David. 2006. The corporeal image. Film, ethnography, and the senses.
Princetown: Princetown University Press (Introdução e capitulo I)
HERZFELD, Micheal. 2009. Epilogue. In GRASSENI, Cristina. 2009. Skilled Vision.
Between Apprenticeship and Standards. Oxford: Bergham.

4 NATUREZA E CULTURA
7-11
WAGNER, Roy 1981. A Invenção da cultura. São Paulo, Cosac Naify, 2010. (Introdução,
capítulos 1 e 2)
INGOLD, Tim (org.) 1996. General Introduction. Key Debates in Anthropology. Londres:
Routledge. (pp. 1-14)
INGOLD, Tim 1996. The Perception of the Environment: Essays on Livelihood, Dwelling
and Skill. Londres: Routledge. (Capitulo 9)
SOCIAL E PÓS SOCIAL

LATOUR, Bruno. 2013. Reagregando o social: uma introdução à teoria Ator-Rede.


Bauru: EDUSC (Introdução: 17-40).
STRATHERN, Marilyn. 2014. O efeito etnográfico e outros ensaios. São Paulo: Cosac &
Naif. (Capitulo 1 e 7).
VIVEIRO DE CASTRO, Eduardo. 2002. Perspectivismo e multinaturalismo in America
indigena. In A inconstância da alma selvagem. Rio de Janeiro, Cosacnaif: 345-400.

O GIRO COLONIAL PRISCILLA

ASAD, Talal, 1975. Anthropology and the Colonial Encounter. London, Ithaca Press.
(Introduction)
MBEMBE, Achille. 2001. On the postcolony. Berkley, University of California Press.
(Introduction: Time to move)
SEGATO, Rita. 2012. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um
vocabulário estratégico descolonial. In E-cadernos ces [Online], 18.