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ESTRUTURAS

DE
MADEIRA

Curso: Engenharia Civil

Professora: Gisele Possato


Ementa
 Propriedades física e mecânicas // Ensaios de caracterização mecânica //
Ligações de peças estruturais.
 Comportamento das peças tracionadas.
 Comportamento das peças comprimidas // Flambagem.
 Vigas e treliças planas.
 Descrição dos sistemas construtivos de madeira para edificações.
 Tensões de ruptura e tensões admissíveis.
 Projeto em estado limite.
 Dimensionamento e verificação de peças de seção simples ou composta sujeitas à
tração, compressão, cisalhamento, torção e flexão.
 Estabilidade de peças de madeira.
 Ligações e detalhes construtivos.
 Dimensionamento de travejamentos, coberturas, cimbramentos e escoramentos.
 Ações de vento.
Informações Gerais
 Horário das Aulas:
Quinta: 20:55 às 22:35.

 Critérios de Avaliação:
AS1 = 30 pontos (individual e sem consulta) – 28/09/17
AS2 = 10 pontos (Aulões aos sábados)
AS3 = 20 pontos (ENADE/Avaliação Global)
AAA1 = 15 pontos (Trabalho em grupo) – 26/10/17
AAA2 = 15 pontos (Apresentação do trabalho em grupo) – 09/11 e 16/11/17
AAA3 = 10 pontos (Exercício Avaliativo em dupla com consulta) – 23/11/17

 Aulas Complementares:
4 aulas (1 ou 2 sábados) – Sugestão: dias xx/09 e xx/11 (à definir)
Informações Gerais
Observações:
1) O aluno perde 20% da nota total a cada dia corrido de atraso de entrega nos
trabalhos;
2) É considerado atrasado o trabalho entregue no dia da entrega, porém fora do
horário da aula;
3) Os trabalhos não serão aceitos depois do 5º dia corrido após a data oficial da
entrega;
4) Os trabalhos devem ser entregues obrigatoriamente no início da aula;
5) O aluno poderá solicitar: Avaliação de 2ª oportunidade e Avaliação
Substitutiva conforme normas da instituição;
6) As orientações para os trabalhos práticos serão coletivas e a participação dos
alunos será avaliada em cada etapa dos trabalhos;
7) Mínimo para Aprovação=70pts e Frequência=75%.
Definição AAA1

 AAA1 – Trabalho em grupo com temas diferentes para cada grupo.

- Roteiro: Introdução (1 página) – objetivos, metodologia, justificativa e


importância.
- Revisão de literatura (5 páginas) – somente texto.
- Figuras e tabelas – anexo.
- Opiniões, críticas e sugestões de cada componente do grupo (1 página).
- Referências bibliográficas (5 artigos nacionais + 5 artigos internacionais +
10 livros, teses, dissertações, catálogos, normas = 20 referências, obs.:
apenas dois sites).
- Formatação: Formato de dissertação (artigo = zero). Times New Roman 11,
justificado, espaçamento simples, parágrafo 1,25 e margens 2,5 x 2,5.
Definição AAA2 e AAA3

 AAA2 – Apresentação da AAA1:


Apresentação em 15 minutos ± 2 minutos, ocorrerá um sorteio e apenas um
aluno irá apresentar.
Ao longo da apresentação o professor poderá escolher outro aluno para
continuar a apresentação.
Não apresentou ou não quis apresentar a nota é zero (apenas do aluno).

 AAA3 – Exercício avaliativo em dupla:


Dimensionamento de um pórtico.
Bibliografia
 Bibliografia Básica:
 CALIL, C. JR; LAHR. F. A; R.; DIAS, A. A. Dimensionamento de
Elementos Estruturais de Madeira. São Paulo: Manole, 2003.
 MOLITERNO, A. Caderno de Projetos de telhados em estruturas de madeira.
3 ed. São Paulo: PINI, 2010.
 NBR 7190:1996 - Projeto de Estruturas da madeira - Associação Brasileira de
Normas técnicas.

 Bibliografia Complementar:
 PFEIL, Walter; PFEIL, Michele. Estruturas de Madeira: Dimensionamento
Segundo as Normas Brasileiras NBR 7190/97 e Critérios das Normas Norte-
Americana NDS e Européia EUROCODE; Rio de Janeiro: LTC, 2003.
 EDITORA FKG. Arquitetura com Madeira. São Paulo: Fkg, 2012.
 NENNEWITZ, Ingo; NUTSCH, Wolfgang; PESCHEL, Peter; SEIFERT,
Gerhard. Manual de Tecnologia da Madeira. 2 ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2012.
Bibliografia Utilizada
nas Notas de Aula

 CARRASCO, E. M. V. ; et al. Apostila Estruturas Usuais de Madeira.


Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Minas Gerais.

 MARTINS, José Cláudio. Apostila Estruturas de Madeira. Centro Federal de


Educação Tecnológica de Minas Gerais, Diretoria de Ensino Superior,
Engenharia de Produção Civil, Belo Horizonte, Minas Gerais.
Programa

I - Introdução
II - Estrutura da Madeira
III - Propriedades Físicas da Madeira
IV - Propriedades Mecânicas da Madeira
V - Considerações Gerais de Projeto
VI - Propriedades de Resistência e Rigidez da Madeira
VII - Critérios de Dimensionamento
VIII - Ligações em estrutura da Madeira
IX - Peças Compostas
X - Contraventamento
XI - Disposições Construtivas
XII - Projeto completo de cobertura
Cronograma
Plano das Aulas
DATA AULA ATIVIDADE CH AV
01/ago - Início do Semestre Acadêmico. - -

03/ago - Encontro acadêmico, planejamento acadêmico e capacitação docente. - -

10/ago - Início das Aulas - Apenas novatos - -


Introdução: Ementa, Plano de Ensino e Cronograma.
17/ago 1 Distribuição e critério de avaliações. 2 -
Apresentação do que é madeira.
Fisiologia da árvore e a formação da madeira. Anatomia da madeira e classificação das
árvores. Características gerais de peças de madeira empregadas em estruturas.
24/ago 2 Preconceitos em relação ao uso da madeira na construção civil. Caracterização física e 2 -
mecânica de peças de madeira: densidade, umidade, retratibilidade e inchamento.
Influência da água nas propriedades da madeira.
Caracterização simplificada. Determinação da resistência característica a partir de
31/ago 3 amostragem. Correção da resistência em função da umidade. Coeficientes de 2 -
modificação. Coeficientes de ponderação. Dimensionamento para os estados limites.
07/set - Independência do Brasil (Feriado) - -

14/set 4 Ações variáveis. Dimensionamento de peças solicitadas a tração paralelas às fibras. 2 -

Dimensionamento de peças solicitadas a compressão normal às fibras.


21/set 5 2 -
Dimensionamento de peças solicitadas a compressão inclinadas às fibras.

28/set 6 Avaliação Somativa 1- AS1. (Individual e sem consulta) 2 30


Caracterização simplificada. Determinação da resistência característica a partir de

Cronograma
31/ago 3 amostragem. Correção da resistência em função da umidade. Coeficientes de 2 -
modificação. Coeficientes de ponderação. Dimensionamento para os estados limites.

Plano das Aulas


07/set - Independência do Brasil (Feriado) - -

14/set 4 Ações variáveis. Dimensionamento de peças solicitadas a tração paralelas às fibras. 2 -

Dimensionamento de peças solicitadas a compressão normal às fibras.


21/set 5 2 -
DATA AULA Dimensionamento
ATIVIDADE de peças solicitadas a compressão inclinadas às fibras. CH AV

28/set 6 Avaliação Somativa 1- AS1. (Individual e sem consulta) 2 30

Correção da AS1.
05/out 7 2 -
Orientação AAA1 e AAA2. (Grupo: Trabalho e apresentação)

12/out - Dia de Nossa Senhora Aparecida (Feriado) - -


Dimensionamento de peças solicitadas a compressão paralela às fibras. Peças curtas e
19/out 8 medianamente esbeltas. Dimensionamento de peças solicitadas a compressão 2 -
paralela às fibras. Peças esbeltas.
à definir 9 Dimensionamento de peças solicitadas a flexão. 2 -

02/nov - Finados (Feriado) - -

Entrega AAA1.
26/out 10 2 15
Orientação montagem da apresentação AAA2.

à definir 11 Considerações sobre projetos e construções com madeira e subprodutos. 2 -

09/nov 12 Apresentação AAA2. (4 grupos) 2 10

16/nov 13 Apresentação AAA2. (4 grupos) 2 10

23/nov 14 AAA3. (Dupla e com consulta) 2 15

26/nov - ENADE - 20
Cronograma
Plano das Aulas
DATA AULA ATIVIDADE CH AV
26/nov - ENADE - 20

27/nov - PROVA GLOBAL – AS3 - 20

30/nov 15 Circuito Acadêmico. 2 -

07/dez 16 Revisão de notas. 2 -

14/dez 17 Avaliação Substitutiva. 2 30

OBSERVAÇÕES
02/set - Aulões ENADE – AS2 -

16/set - Aulões ENADE – AS2 -


10
30/set - Aulões ENADE – AS2 -

07/out - Aulões ENADE – AS2 -


CAPÍTULO I

INTRODUÇÃO
Madeira

 Material orgânico, de origem vegetal, encontrado:


- em florestas naturais e;
- em florestas artificiais (reflorestamentos industrializados).

 Do ponto de vista estrutural, a madeira pode competir, em pé de igualdade,


com o concreto e o aço,
embora existam alguns preconceitos quanto à durabilidade e à
resistência da madeira, por parte daqueles que não conhecem profundamente
esse material.
Madeira
 Especialmente no Brasil esta idéia foi formada ao longo do tempo,
principalmente em função:

- do investimento em pesquisas efetuado pelas indústrias do concreto e


do aço (esta mais recentemente), aproveitando-se dos seus resultados, de forma
rápida, em termos de divulgação e elaboração de normas de cálculo que
possibilitam o desenvolvimento de projetos com alto grau de qualidade técnica.

- a disseminação de conceitos deturpados de conservação do meio


ambiente, cuja repercussão, é óbvio, contou também com a existência de práticas
inescrupulosas de exploração da madeira, o que, infelizmente, ainda hoje
acontece.
Madeira

 Muito ainda precisa ser feito para o desenvolvimento da madeira no Brasil,


principalmente:
- com a parceria entre as indústrias e as instituições de pesquisa,
- bem como, trabalhar para que seja superado o “preconceito cultural”
contra a madeira, que infelizmente, ainda é muito arraigado no povo em geral.

 Embora, em algumas regiões, seja sinal de “status social” a posse de uma


residência de madeira, principalmente com finalidade de lazer.
Madeira
Madeira
Madeira
 No exterior, porém, a madeira é bastante utilizada, principalmente nos países
situados mais ao norte dos continentes europeu e americano, para as mais
diversas finalidades.
Características
Importantes

 Apresenta resistência mecânica tanto à esforços de tração como a compressão,


além da resistência à tração na flexão.
 Tem resistência mecânica elevada em relação ao seu peso próprio pequeno.
 Resistência a choques e cargas dinâmicas absorvendo impactos que
dificilmente seriam com outro material.
 Tem fácil trabalhidade permitindo ligações simples.
 Boas características de absorção acústica e bom isolamento térmico.
 Custo reduzido e é renovável, desde que convenientemente preservada.
 Apresenta diversos padrões de qualidade e estéticos.
Incovenientes
(ELIMINADO OU MINORADO POR TÉCNICAS MODERNAS):

 Perda de propriedade e surgimento de tensões internas secundárias devido a


problemas de secagem e umidade – Resolvido com controle de umidade e da
secagem com controle.
 Fácil deteriorização em ambientes agressivos que desenvolvem agentes
predadores como fungos, cupins, mofo, etc. – Resolvido com tratamento da
madeira.
 Heterogeneidade, anisotropia naturais, constituição fibrosa, e dimensões
limitadas – Resolvido pela laminação, contraplacados e aglomerados.
 Inflamibilidade – Contudo resiste a altas temperaturas e não perde resistência
sob altas temperaturas. Comporta-se melhor que o aço pois apesar de ser
queimada lentamente e provocar chamas, a seção não queimada continua
resistente e suficiente para absorver os esforços atuantes. O aço não é
inflamável mas não resiste a altas temperaturas (ver Figura 1).
Incovenientes

Figura 1 – Peça de madeira exposta ao fogo


CAPÍTULO II

ESTRUTURA DA MADEIRA
Estrutura da Madeira
 A madeira como material de construção é produto do beneficiamento do
tronco de árvores, que chamaremos “lenho”.

 A madeira tem um processo de formação que se inicia nas raízes.


A partir delas é recolhida a seiva bruta (água + sais minerais) que em
movimento ascendente pelo alburno atinge as folhas.
Na presença de luz, calor e absorção de gás carbônico ocorre a
fotossíntese havendo a formação da seiva elaborada.
Esta em movimento descendente (pela periferia) e horizontal para o
centro vai se depositando no lenho, tornando-o consistente como madeira (ver
Figura 2).
Estrutura da Madeira

Figura 2 – Processo de formação da madeira.


Estrutura da Madeira

 Como é sabido, a morte de uma árvore ocorrerá caso seja feita a extração
da casca envolvendo todo o perímetro a qualquer altura do tronco.

 Basta interromper o fluxo ascendente ou descendente da seiva bruta ou


elaborada.

 É como interromper o fluxo de sangue para o coração em um ser humano.


Estrutura da Madeira
 A madeira é um material anisotrópico, ou seja, possui diferentes propriedades
em relação aos diversos planos ou direções perpendiculares entre si.

 Não há simetria de propriedades em torno de qualquer eixo (ver Figura 3).

Figura 3 – Eixos relacionados com as direções de fibras da madeira.


Classificação das Árvores
As árvores para aplicações estruturais são classificadas em dois tipos
quanto à sua anatomia:

 Coníferas - são chamadas de madeiras moles, pela sua menor resistência,


menor densidade em comparação com as dicotiledôneas. Têm folhas perenes
com formato de escamas ou agulhas; são típicas de regiões de clima frio. Os
dois exemplos mais importantes desta categoria de madeira são o Pinho do
Paraná e o Pinus.

 Dicotiledôneas são chamadas de madeiras duras pela sua maior resistência;


têm maior densidade e aclimatam-se melhor em regiões de clima quente.
Como exemplo temos praticamente todas as espécies de madeira da região
amazônica. Podemos citar mais explicitamente as seguintes espécies: Peroba
Rosa, Aroeira, os Eucaliptos (Citriodora, Tereticornis, Robusta, Saligna,
Puntacta, etc.), Garapa, Canafístula, Ipê, Maçaranduba, Mogno, Pau
Marfim, Faveiro, Angico, Jatobá, Maracatiara, Angelim Vermelho, etc.
Partes Constituintes da
Madeira
O tronco é a parte da árvore que nos interessa como material de construção.
Sua constituição é diversificada e suas partes são:
 Casca – é a proteção do tronco, além de conduzir a seiva elaborada das folhas
para o tronco. Não possui função estrutural.
 Câmbio – é uma camada muito esbelta que se situa entre a casca e o lenho,
constituída de tecido vivo sendo tão importante quanto a parte interna da
casca. Seu seccionamento produz a morte da árvore, sendo esta uma maneira
eficiente de permitir a seca da mesma em pé.
 Lenho – é o núcleo do tronco, sendo portanto a parte resistente da árvore.
Desta parte é retirada, através de desdobro, o material utilizado na construção
civil.
 Medula – é o miolo central do tronco, sendo esta parte constituída de tecido
frouxo muitas vezes já apodrecido. Sua presença em material serrado
constitui um defeito.
 Anel de crescimento – defini a idade das árvores.
Partes Constituintes da
Madeira
 O crescimento principal da árvore ocorre verticalmente.
 Esse crescimento é contínuo, apresentando variações em função das
condições climáticas e da espécie da madeira.
 Além do crescimento vertical, ocorre também um aumento do diâmetro do
tronco, devido ao crescimento horizontal (câmbio).
 No corte transversal de um tronco de árvore, essas camadas aparecem como
anéis de crescimento (ver Figura 4).

Figura 4 – Corte transversal do tronco da árvore.


Corte da Madeira
 A produção da madeira como material de construção inicia-se no corte da
árvore, passando pela toragem, desdobro e beneficiamento.

 O corte da árvore deve ocorrer em épocas oportunas, sendo no Brasil


aconselhável o processo ser efetuado nos meses de inverno. Este fato é
importante na secagem do tronco por ser a mesma mais lenta provocando
menos rachaduras ou fendas além de atraírem poucos insetos por estarem
com pouca seiva elaborada.

 A toragem é o processo de desgalhamento e corte em tamanhos de 5 a 6


metros que facilitam o transporte.
Corte da Madeira
 O desdobro é a etapa final para transformação em material de construção.
São feitos de duas maneiras:
- O desdobro normal que produz peças inteiras de lado a lado do tronco.
- O desdobro radial que corta o tronco na direção do seu diâmetro
evitando-se entretanto a medula.
O desdobro radial produz peças de melhor qualidade, tendo menor
rachaduras durante a secagem, menores empenamentos e defeitos provenientes
da heterogeneidade.
Corte da Madeira
 O aparelhamento da peça ou beneficiamento da mesma é a última etapa da
produção da madeira.
Aparelhamento é a padronização das medidas;
Beneficiamento é sua utilização com acabamento aparente.
Características Gerais
 Uma pesquisa junto às madeireiras revelou que existem algumas espécies de
madeira mais fáceis de serem encontradas como "pronta entrega".

 Logicamente que esta situação é bastante mutável dependendo da época, uma


vez que os fornecedores são diversificados, assim como, a fonte (região) de
procedência da madeira.

 O mercado faz suas próprias regras, predominantemente em função dos


custos.

 Quando foi feita uma pesquisa às madeireiras havia disponíveis as seguintes


espécies: Peroba Rosa, Ipê, Jatobá, Sucupira, Maçaranduba, Garapa, Angico,
Maracatiara, Cedril, Cumaru, Amestão, Cupiúba, e outras não muito
convencionais.
Características Gerais
 Para estas espécies de madeira serrada existem algumas bitolas comerciais,
comuns de serem encontradas prontas no mercado.
São elas (medidas em cm):
Vigotas: (6 x 12) – (6 x 16)
Sarrafos: (2,5 x 5) – (2,5 x 10) – (2,5 x 15)
Pranchas: (8 x 20)
Caibros : (5 x 6) – (6 x 6)
Tábuas: (2,5 x 20) – (2,5 x 25) – (2,5 x 30)
Ripas : (1,5 x 5) – (1,2 x 5)
Pontaletes: (8 x 8)

 São também encontrados postes de Eucalipto com seção transversal circular


com diversos diâmetros. Os diâmetros destes postes podem variar entre 15 cm
a 28 cm.
Características Gerais
 Quando se trabalha com madeira roliça a norma brasileira permite que se
faça um cálculo simplificado. Em outras palavras, a NBR 7190/97 permite
que peças com seção transversal circular variável seja considerada como
uniforme, tomando-se um diâmetro correspondente àquele existente na seção
localizada a 1/3 da extremidade de menor diâmetro. Se 1 e 2 são,
respectivamente, o menor e o maior diâmetro das extremidades do poste,
então o diâmetro para cálculo pode ser usado como sendo:

  1 
 2  3 
3
 Não é admitido  > 1,5 1.

 As características geométricas da seção transversal do poste devem ser tomada


em função de uma seção quadrada equivalente à circular, ou seja, considera-
se uma seção transversal de base e altura igual a "b": D 2
b  0,886
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