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PI.ATANO EDITORA
qeuHrc sBcllPrd
edição E-1124-86
tiragem 3000 exemplares
direitos reservados O PúTANO EDITORA, SARL
Av. de Berna,31-29 Esq. 1093 LISBOA CODEX
-
DETTR|BUIÇÃO:
LISBOA: Rua Joáo Ortigáo Ramos, 29-B - a 749494 - i SOO LTSBOA
oENTRO: E§rada Nacional n.. 1 - 365 - A 20945 - pedrulha - 30m COmBRA
NOBTE: Alicerce Editora, Lda. - R. GueÍraJunqueiro,456-a69Íp79-41m POflTO

título PRÁTICAS oFICINAIS


autor VICTOR MARTINS
capa
e arranjo gráÍico PEDBO AFONSO/GABINETE TÉCNICO DA PúTANO

composição
ê montagem SOTEXTO LDA. _ LISBOA
impressão PERES. ARTES GRAFICAS
Venda Nova - Amadora
Depósito Legal n." 1i581 /86
vuorcf oNVrYld
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su!uEl tr JolctA
g eorv - (oue o' L L ) etu3aiollsolf a
(oue o'0 L ) eorugllcol:l êp sPutldtcstp sB eled
lerJlsnpu! eclu9rlcolo e souqleuoue
secll}cop sagÔelelsul
qeulc!rc secllPld
I
'sectD)d sagÔeilpe sep
odweo ou ewn laqcuoad eluawos apualafi awnpt otlaw7d alsa spu,
'weluesatde os- seuncel sewn6ly'octpgdolctcua Jos'o1ue1ua ou'rcpua1
-afi was 'ogóez1en1ce eqac eun est^ soweruasetde anb oqpqut O
"'rcZll ogu o es apepqa^ e eJec te6ed ep euad qos 'oulsua op
odwec ou etdwes g sled wn ap oluewtgatu! loqlow o'o6o1 'enbtluea es
ocllgq eqodns op eulgtd ogôezlenuoc e enb eted aluatctlns odwey woc
opnpJqos e esoualuc rcs enb ?lel se;sap ogSetedetd V 'soclucil snas
sop epepquenb e epeprlenb elad opetle^e g ogôeu ewn ep prcuelod g
"'eilot Pssou p e;sod
-se., p «ueqlo»» eng'gnbtod o welun6ted'ogôewt1p e$ap selopesaruoc
«saruaprylos» s/p{, so'openruace slew te6n1 wn tednco euê^ep leuots
-s11otd-oc1uc?l oulsua ou eclptd e 'epepJat tas rcd a 'aruaweaficaq
'ocll?todltl olad as-ec4 oss/ ares: 'ec1ygtd ogôncaxe
ens e 3'olqal?c op waqo ewn ap leu!wlnc oltapepJa^ wn alstxa gs oluel
-oJtu1 'zq o'enfuod ou o ze! anb ou g:sa oueunq rcs op epugltodwl y
'ercugnbes nd satoloutocol so_e6tg soe
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-lcalue segóetedo se weÕatluoc sala enb ougssecou ? ouewnq )es oN
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o enb o sotugtneu ep segqlw ltw zap ap eclec walstxe ouewnq oJqal?c
ou enb tenwq sowa^op'segÉtodotd spns sp ojunssa e$a opulznpeA
'ep!^ lq ? o?u olst sew "'<toqulzelec»
op estcetd gle no 'ouJol eJues no eilll! 'esuec es ogu 'selap acenósa es
ogu enb ? apeplat V 'sepewudofi sagÕetedo seu seuede «êsuod» Jo7gl
-ndwoc O iopeple^ ? ogu lel'ouewnq rcs oe sapeprcedec opelnal Jat ac
-ared sBossad sep etp-e-etp ou rcpelndwoc op epeJlua e 'pryce eJa eN
'se^ou setioloucal lacequoc e tep'seilug?l lezpruce
wts sowapuarctd "'«apepto^»> ê Jêuc sowopuelald ogu 'oipuas u/rssy
'loilq o a lolne g 'sua6euos.rad sanp op eruewleluawepunlopuedeg '1eu
-161to tenplsuoc epod es octgcedsa ollJcse oqpqeq no ol^tl wnquaN
A documentação escrita deverá ser sempre companheira do técnico
em formação e do proÍessor que aí poderá encontrar experiências novas
que lhe abrem novas perspectivas. A perda de tempo do aluno em coligir
apontamentos e coordená-los é enorme, correndo o risco de entrar no su-
pérf luo. Deverá este ter sempre à mão elementos precisos e concisos das
matérias que está a aprender para que do conhecimento correcto passe â
execução e Íinalmente à sua avaliação.

"... A conclusão principal a extrair de um estudo sobre o lugar e o cres-


cimento da ciência na nossa sociedade diz-nos que aquela se tornou já
demasiado importante para ficar entregue aos cientistas ou aos políticos
e que toda a gente deverá ocupar-se dela, para que represente uma bên-
ção e não uma maldição...,
J. D. Bernal, Science in History

Por fim deixamos aquiexpresso o nosso encorajamento aos técnicos


Íuturos, agora em formação. A procura do saber porquê e como o fazer
bem, deve ser sempre a constante. Lembrar que os sisÍemas de controlo
automático autodirigido já existem. Temos que converter a tecnologia de
ponta, actual, em situações noyas que resolvam problemas não pensados
ainda. Nâo se deve investigar o gue se encontra investigado...
Aos colegas que pretendem um ensino técnico-prof issional com qua-
lidade, criativo, actualizado e actuante, capaz de revolucionar um país a
médio prczo, o í?osso aplauso, lembrando somente que da nossa actuali-
zação depende o êxito do ensino e que o nosso valor técnico está sempre
patente nos nossos alunos...

Coimbra, Março de 1984


VICTOR MARTINS
L
-ar sop oluaueuorcunl o uloc a o^ 'oqnl op orluop 'oE)SpzrleuEc ep
'1 rolnpuoc ura'egcugcsêpuecul ap sepedurgl rod odrl op e ernleredurel Ep Btcu?nllul P elueut;enôt
eppp opuos 'M00LL ap lelol ercuglod pun ozrlrln .rapuole as-opuo^op 'epeltc sçJlE apeplsuelul E
enb ogÕeururnlr ap oyncJrc [un souJ!],rrlpE aS epodns anb rolnpuoc op lpulurou oprôcas e raqloc
'segôe1e1 -so os-e^op oluaurlcenbe ep opSrpuoc E troC 'Elc
-sur spp oluaueuolsuotu!p aluenbasuoc o a solnc -uglod ap Jolcel onllcedser o a ollncllc ou Etulxgt!
-lçc so sotrt:apualua JoLllau ered ena:q o;durexe olueroc ap opeplsualu! Ep olnolgc o oErôuale ute
urn souaJpp oluer.urcenbe ap oçlôrpuoc elod opuol 'so;nc;çc selurnôas so soutoJol ul!ssv
'soplp
-ooxa res ograpod Ecunu 'yog no oTog e[es'oçrsuel
nvxn ep epanb ep sa.role^ so'oçlÕgpuoc epun6as ep
dxíxdx Z,-:S sollnoJlc soe sope0gl ogrelso
:sor.uol'ro;ie1ue elnurgl eu oçrÕrnplsqns rod anb soq;erede sop oluotreuotcunl ap eut;6at o op
-uezardsap ecunu aluarque etnletedutel ep lolB^
lcel X n:d o l.uoc leJlua anb sotuelel 'te oP sopeluouJ lplso
9 roldacar oled epqr.unsuoc elcuglod V
uapod no seeôezlleuec ue oglsa sorolnpuoc so
ouroC 'elueueurod euttôer tuo eutxçul oluolloo
euun repodns anb opial sarolnpuoc so enb sout
-ecllua^ 'oçf51puoc e:qeutgtd E sou,leslleue oV
NV '«SOSn
ósoclxl'xoxZ -e
opôces ep ogôeutLulalap e eled
sorlno ep sollncrc eled e oprôeututnll ap sollnc
-rrc ered oluoure^llcedser 'opSelelsut Ep leulutou
oEfsual ep o/og p no o/oe e lo1:edns Jas pra^ep oElu
s -
ósoclíoZ=nv 'elueueeuellnurs reuolcunl uiessod enb optÔeztl
-lln ap soq;e:ede so sopol sopeô;1 solsodns'ope1
ogsuol ep epanb ep elnurgl eu rolnp -sele sretrr oluoupcplcala ogôezlllln op oqla:ede
-uoc op ercu?lsrsat e opurnlrlsqns'sol!olol utssv oE gle oErSezrlrln ep opôe;e1su! ep ueô!:o E opsap
S- la^f sslrupp ogsual ep epenb V ógZ? ,rrO,L,
-
I u Z: H ou.lolol o ept op lolnpuoc o eled sor-u -txgtu
-oiaI 'opEpr^rlslsal ens e ô a lolnpuoo op oErôcas oEfsuel ep epenb ep'ogô1puoc epunOes V
e (s) 'oçrôezrleupo ep oluêrutJduroc o ? (f) ouloC 'oluaruloanbe ep opô;puoc E Els:l
. tr"l «'EOUgllntUtS OgÔetoldxo IIJa
'o'o'H :nV plnuilgl elad epep ? ogsuol ap epanb y sopeluou,r!lE ogs sele rod enb ogôezrlrln ap sotll
-e:ede sop eurxçru lelol Blcuglod e e:ed sopeuols
:ogsuêl op epenb e;e6 -uêrulp res o9ra^ap solrncirc so ,rro ,r1Y"ou
-
-lpuoc senp e Jocopaqo enb grel serolnproc .õp
ogÕces ep oçrôeuruualap p 'jSnlSU o opunôeg
soSrsyroNov! sorncHrS fo ornSrvS - v
'seuE^ sernletadurel eted ogô 3INVINOI'II VNN]OC
-cêroc sp roloel op e a e:aduB ua 'srenlssrrupE I OYÔvzrllrn ]O OyÔVrVrSNr
seuirx9r.u sopeprsualur ap PlaqPl e os-allnsuoc vwn 30 orN3ulvNolsNSl,lllo 'l'I
SVOVUINS 3 SOICIJIOf fO
sv^rrcrloc s3gÔvlvrsNl :l
OVÔVZIIIIN ãO SsOCV]VISNI
ceptores luminosos à temperatura ambiente, tere- Com a substituição de I, teremos trg = 1e xgx
mos:
lnstalação monofásica, logo P : U x I cos ç
!..,
_x P
s y'3 x U"
P
l:,, UxcosQ Tiramos f inalmente o valor da secção

: ^ ox!.xP
700
2n t.tzA
1
":Jl .^u
Teremos que consultar a tabela de intensida- Segundo a planta da habitação que temos, va_
des máximas. mos executar os cálculos como se descreveu em
Considerando 2 condutores no tubo, para esta relação aos circuitos que a seguir se mencionam:
intensidade, teremos na coluna de 1 a 3 conduto-
res, I A. Para a secção de 0,S mm2. Entretanto, lluminação
com a leitura do artigo 426?, veriÍicamos que a - Tomadas
secçáo mÍnima admissívelé de 1,5 mm2. Este con- - Cozinha eléctrica
dutor, com esta secção, admite uma intensidade - Máquina de lavar roupa
de regime de 17 A. Cumpre perÍeitamente o nosso - Cilindro eléctrico
inte resse. -
Se calcularmos pelo método da queda de ten- N.esta instalação de utilizaçâo, habitação, tem
são verif icamos o artigo 4ZS? ,3oh para o caso da um interêsse relativo, as cores do tecto e paredes,
iluminação, isto em queda máxima admissÍvel. tipos de fontes luminosas a utilizar, os tipos de
Temos então: iluminaçáo se directa, se indirecta ou mista
- _
mas sâo de se entender sempre. A relatividade va-
U -- 0,03 x 220 : 6,6V
ria.,.
Voltemos há ^
expressão atrás descrita:
Entretanto, consultando tabelas de luminotec-
2xex!xP nia veriÍicamos que para habitações são reco-
UxÀU mendados os seguin.tes valore§:
substitu indo
5-
2x0,017x13x1700 : *T' - Cozinha g0 Lux
220 x 6,6
0,517
- Sala deestar 40 Lux
- Quartos 40 Lux
Casas de banho 250 Lux
Para este caso, efectivamente deparamos com - Corredores 20 Lux
uma secção um pouco mais elevada em cálculo, - Escritório
muito embora pouco expressiva na prática, consi_ - 300 Lux
derando-se nula até. Optaríamos sempre pelo cá1.
Verificamos que uma lâmpada de inóandescên-
culo que maior valor nos dá de secção. Entretanto cia de 40W dá-nos 480 Lumens. 60W, g05 Lumens,
e de salientar que este cálculo, não é comum para
75W, 1060 Lumens, lOOW 1530 Lumens.
as colunas montantes, pois utiliza-se sempre a Calcularemos da seguinte maneira as potên-
condição de aquecimento. Considera.se que os cias necessárias a utilizar nos receptores lumino-
condutores são curtos, praticamente sem resis- sos. Siga o exemplo:
tência, prevalece sempre o artigo 424?... Pretendemos iluminar um quarto ida planta
apresentada) com iluminação directa, de paredes
claras e tecto, com 4 metros de largura e S metros
B _ CALCULO DE CIRCUITOS TRIFASICOS de comprimento. A altura é de 4,Sm.
.Como o quarto é de dormir, verificarnos que o
Os circuitos trifásicos, guando em equilíbrio número de Lux recomendado é de 40. Ora o coefi_
têm no condutor neutro, uma corrente nula. As- ciente de rendimento para uma área de tecto e
sim, temos para o cálculo da resistência a fórmu- paredes claras, com iluminaçâo directa é de 0,75,
la: melhor, de 75oÂ; teremos o seguinte cálculo se_
gundo a fórmula para a determinação do f luxo lu-
R=ra
-S minoso necessário:
A potência é F Fluxo luminoso necessário
P: /ax U. x lr x cos,p ou /ã xRx lr L
- Lumens.
- pela
lntensidade luminosa emitida
- fonte lu-

I
m ooogL eurxçr,lJ op salolun[stp no. slo^!snl so]lncJlc El
- O
r^ 00002
- c -Joc tuoc e[as tanb 'seçrÕca1o:d sep solnslçc sO
Vl'U]N] I EOOVINO] M 000;l
E - g 'epE^ala
m 0008r - v
vNmol f0 vx vl YovàrNl 30 osovnô sleu E g slod olueullcenbB ep oPSrpuoc e tnbe
E necafe^eJd 'y47eÍ.as 'apeplsueluI elso e apuodsal
vNnror ro o'*"u
-roc AS ztuulg'Z ap ogÔcas e slod 'ztllüJ? 'opep!§
vcv'rNr r :raor io oHrravdv -ualul elso e eluepuodsatroc ogScas e sololnpuoc
I--l ü
slop so ered oglua soulaJal '08'0 ep 9 opelnclec
ep s;odap elcuglod ap lolcel o anb opuplaplsuoo
. 0g'0x0ZZ :
Y?'82: I
0009
:olueuj!cenbe ep ogÔlpuoc
ozz x 9'9 :s
zuJwZ6'Z :-OOO0 xgZx
LIO'jxZ
:oElsual ep epenb eP ogÕtPuo3
'M0009 ep ? eeuEllnu
-;s ogôezql;1n ap eullxçr.r.r elcuglod e anb sotuecllU
-an'sepeuJol ep oltncl!c o tes!leue es ep s;ode6
'zuJulg'L eP ogÔces eun Jal çle^
-êp ollncrlc o enb souo^'gzt oôlpe o opunôeg
'zuJul?02'0 ap 'ro1la;u; oçlÔces Etun ap op
-Ellnsal urn nep ogsuol ep epenb Pp olnclçc o s;od
osec ossou o eted aluouteltolted 96 'rtttt-tt9'g ep
oçrôces ç epuodsauoo VB epeplsuolut.e anb satol
orclllo3 r/{n 30 v^lrc3loc oyÔvlvrsNl -npuoc 0 E I ep eunloc eu soulelou 'y79'7 ete6
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«'saç)Ôcalo"rd sep apBp!^llcelos E e o95ez1leuec : OZZ x t0'0 : flv
eu sla^lssrtupE oluelJoc ap setulx9tü sopEplsual ^9'9 oElsuol ep epenb ep ogÕlPuog
-u1 se'oçtsual ep sepanb se eluoc ua opuol "'» :os
-sed opep B souelou dg7 o6lue op Ernllol Elad :oErluo euos ollns
'l olualc!looc -.rlo else ered'rolnpuoc oll op ogÔces E'MgOOf ep
o 'opBplouEllnuJls op soluolcl}ooc alqos olueul ogôeu;trnlr ep e;cuglod euln EUep sou apepllelol
-e;nôeg ou aluelsuoc otpenb o atuloluoc 'souJ eu opelncoxe olnclgc op slodep enb opuodng
-êJel urssv 'eluesnIe ogSezt;t1n ep seç»5elelsul , 'suoun] 0e9t ep osoultunl
tuolslxa enb ura eunloc euJn op etuenbse o e61g oxnll un sou-eluesorde epel;c epedugl e stod'a1
'.;gZ o6lUe o eluoc
-ueueperülxo:de role^ esso gp sou anb ry192 ap ep
rüo sor.rJorol oluaulPuolsuaurlp op oLncl9c oN -eduel eurn reôarduo ep apeptssocau soulalaf
'sepeJlul o solclllp3 op s€^llcoloS segÔ
-Elelsul ep eÕue.rnOeS op oluar.ue;nôag oe os-lel 9/'0
-roder gJo^op selueluoul seunloc sep olnclgc O
suetrnl 990t : J oz, ot :r oglua soueial
'Jpxll E opeplsuolul e VgZ 'Xl otpenb ou Ellol 'opÕezt1t1n op lolcel no oluaulpuag tr
Jas o^ep EJnllel E 'olueJtoc Etü!x9tu ep salolunÍstp
'soperpenb sollaul r.ue e1c;gadns - S
'r,llol -
op osec o eJed 'tec;1de e lo^lsnl o'e1s3 'V6Z op
-rlsrxa ap osec r.ue'sogpgut solole^ ep olluap
lPu!uJou epEplsuatul euln'oçrsnl oBu op opep!suol
-ul VBZ o;dr.uaxa tod 's1enlsn; eted souleJal ulssv eprcolaqelse-grd no lelclul ogÔepueuoc
'Z o l'LLg ;Ue ou opeluoute;n6et glsa oluaJloo -a"reled erdules as-opu;nôas'xn1 ue Psoult.t-t
A secção será, tendo em conta o tipo de condu- QUADRO ABERTO é um quadro de estrutura rí-
tores e canalização, reportando-nos ao arl? 25, gida simples que permite fixar os aparelhos sem
para 4 condutores em tubo a 6, da tabela do fabri- lhe_s conferir qualquer tipo de protecção.
cante, teremos, 2,5mml.lsto a consulta à tabela, QUADRO DE PAINEIS é um quadro com um ou
mas o artigo citado refere que, no ponto 3, as co- mais painéis rígidos ou apoiados sobre estruturas
lunas deveráo ter a secção mínima de 10 mm2, as- que lhes confere rigidez e que serve para f ixar os
sim será esta a ser utilizada e não a do cálculo aparelhos e pr"otegê-los, DO LADO EM eUE SÃO
descrito. MANOBHADOS, contra contactos directos ou ou-
Para a condição de queda de tensão usaremos tras acções, sendo esses aparelhos normalmente
a fórmula: manobrados e observados pela face frontal desse
ou desses painéis.
s: a'l'P QUADRO DE ARMARTOS corn invó-
U. ÀU - Quadro
lucro contínuo e fechado, rígido, dotado de estru-
tura interior que lhe conÍere rigidez e que serve
A seguir daremos exemplos de implantaçÕes para alojar os aparelhos e protegê-los contra con-
de receptores luminosos e circuitos de tomadas tactos directos ou outras acções, por todas as Ía-
para uma instalaçáo de utilizaçáo (pág. 17). ces e dotado de portas, tampas ou painéis amoví-
veis, permitindo fácil acesso aos referidos apare-
lhos, podendo, quando destinados a montagem
apoiada no pavimento, deixar de ter invólucro na
1.2 PORTINHOLAS face inferior.
- QUADRO DE CAIXAS
Para este caso reportar-nos-emos às Normas - Quadro
por uma ou m,ais caixas fechadas,
constituído
apoiadas sobre
Portuguesas 1270 de 1976 que regulamenta porti- estrutura rígida e ligadas por intermédio de aces-
nholas para ramais e chegadas de redes de distri- sórios adequados, permitindo a passagem dos
buição. Características e ensaios. condutores que interligam os aparelhos contidos
no interior das caixas, sendo estas dotadas de
tampas que permitam o acesso aos mesmos apa-
relhos peia face em que normalmente são mano-
1.3 QUADROS DE COLUNA
- brados e observados.
Mediante a leitura dos artigos 138 a 143; 145 a
Em virtude de não existirem documentaçÕes
148; 299 a 302 do RSIUEE, daremos alguns exem-
sobre quadros de coluna, portinholas e caixas de plos de quadros utilizados em várias situaçÕes.
coluna elaboradas por fabricantes, daremos as
normas, neste caso a Norma NP-1271 que regula- 1.6
menta os quadros de colunas para instalaçôes - QUADROS PARA SERVTÇOS
colectivas de ediÍícios. Características e ensaios.
COMUNS
Exemplos de algumas montagens

1.4 CAIXAS DE COLUNAS


-
Pelo exposto anteriormente segue a Norma N p-
-1272 que regulamenta as caixas de coluna para *cW?w
SY
instalaçÕes colectivas de edifícios. Característi-
cas e ensaios.
ri ,l


Quadro de distribui-
1.s QUADROS PARA TNSTALAçÕES
- DE UTtL|ZAÇÃO §§ Ção
,
ffiffi
QUADRO é o conjunto de aparelhos, convenien- ffi& ##&ffi§
temente agrupados, incluindo as suas ligações, #.:gl -,+*."St;dll
estruturas de suporte ou invólucro, destinados a
proteger, comandar ou controlar instalações eléc-
tricas.

10
tL
T1l I
M
opuEluos ap orpEnD

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êp opezlleu.llou olnp9u o l.I-loc l-xlp
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DIMENSÕES: (mm)

l-*J
t- Í]f-il
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QMN 6
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ll
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ii OMN 3

T-
rl
*I
I @
Ouadro c/ chassis

f----------------
-r
.L-------: Chassis c/ sepârâdor central
variante para OMN 5 e OMN 6 germimdos
J-
Tampas Íraccionadas

Variante de tampas p/ separador central

il Aro para ressalvar os orgãos de comando


e controle da aparelhagem ou aumento de
protundidade
-L Porta com Íechadura e dobradiça
ã- Meias portas com fechadura e dobradiças
(AMNs e QMN6)

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'eulloN ê1uêsêld eu sopBJrpur soresue so sopol ap oE5n3âxe Eled'lEJâ8 ruê'e]rêJ ? oEStJJSârd €]sâp 09ÔE)IJIIâ^ V
'pJuBJnSàs âp sâgÔrpuol sElressoJeu se a oluãueu
-ot)unJ olrâ.llâd nês o'ieurrou osn Luê':urn8asse e opour âp seprnrlsuoJ o seprqàf,uoJ Jàs tuâ^ap seloqui]:od sy
sepBpllEraue}
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so^llnJlsuoJ sãJouaurod
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'3o0É + 3 Jo§- ãJluâ sBl
-nlelâdrua] qos oEJEZrlrln EJed â EruEr{J Ep ogôuSudord p eluãlsrsãJ 'oJrdgJSoJE!t{ ogu opunbâpe IBIJãlEtu ollno no Jâ]
-sarlod 'orururnlu ap e8rl no orullunle 'oprpunJ orrãJ 'ep?zrlElâu udBqJ êp Jâs ã^âp seloqutuod sEp oJJnlg^ul O
oJrnl9^ur op lElrelBl^i
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SSININIIISNO] SO.IN3hIS'I'J - T
'sctrsl?.lououl lãs uapod Luequi€l anb'y Zt op sep og5daoxâ p'sellseJtrl râs tuê^âp seloqutt:od sy
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SIVNII ION SSUO]VA _ T
'âluPsn[ e sepe8ll sEpEJluê no sEAI]Jêlo3 saçrJelelsur sep sêpzprsuelutârqos BrluoJ 1era3 ogJcaio;d ap
soqlêrede so ru?luoJ'B:8ar tua'anb o 'elred ze1 anb ap 'epe8aqr no Ieuer o EpurJ apuo orpen§
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o^rrlgfso - r
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OLZI-dN
sorPsuã â sE)rlslrâlrEre]
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svf,rurf,E'ra sa9Ôv-rvJsNr vuvd souavnÔ
VAIl-INIiISC
VSANDNIUOd
VI,^{HON
1.2.2 Espaçamento interior
-
As portinholas devem ser concebidas e construidas de mcdo a permitir o conreniente alojamento e acessibilida-
de dos orgãos a instalar nelas, bem como a fácil arrumaçâ.o dos condutores.
O condutor de protecção, quando exista, deve licar iiojado dentro da portinhola de forma a não poder tocar enr
peças sob tensão, mesmo no caso de se partir ou se desprender do respectivo ligador.

4.2.3 Linhas de fuga e disÍâncias no ar


-
Os comprimentos das linhas de fuga e as distâncias no ar não devem ser inleriores a l8 mm e a l2 mm, respecti-
vamente.
Os criterios de mediÇão sâo os indicados na Norma NP-l165.

4.2.4 Ligadores
-
Os ligadores devem obedecer à Norma NP-l137 para condutores de cobre e a norma a publicar para condutores
de alumínio e, ainda, à norma do tipo de ligador utilizado. Os tamanhos a adoptar sào os indicados no quadro I.

QUADRO I

Intensidade nominal
da 'Iam
a nh cr
portinhola dos
ligadores

32 5
100 9
250 l3
400 l5

Os ligadores devem estar localizados de forma que seja fácil a colocação dos condutores e o seu aperto.
O ligador do neutro deve situar-se à esquerda dos corta-circuitos lusíveis ou do disjuntor.
O ligador de massa (terra) deve ficar situado acima ou abaixo do ligador doneutro e estar electricamente ligado
à massa da portinhola, quando esta for de material condutor.

4.2.5 Entrada e saida das canalizações


-
As portinholas devem ser previstas para a entrada e saida de uma única canalização.
A entrada e a saida devem ficar situadas em laces horizontais opostas e devem ser dotadas de elementos de fira-
Ção e de vedação adequados às canalizaÇôes a que se destinam.

1.2.6 Acessibilidade ao inlerior


-
As portinholas devem ser dotadas de porta que permita o iácil acesso ou ao seu interior.
A porta deve ser lixada de forma a nào ser possível retirá-la sem o auxílio de lerramentas e deve ser prol'ida de
fechadura dos tipos ciiindrico, com palhetas múltiplas ou equivalente, do modelo utilizado pelo distribuidor de ener-
gia quando as portinholas se destinem a uma rede de distribuição pública.

4.2.7 Acabamento inÍerior


-
As superficies interiores das portinholas devem ser lisas, sem asperezas nem fissuras.

20
LZ
'rs erluâ sâropeSrl so tuâqtUBt lerBdâs u euJoJ ap sopuSuoloJd ]as tuâ^âp'êluElosr opuEr:
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sepuplsualuleJqos BrluoJ oEJrefoJd ep no âuoJ ap soq;arudy
- t'9
6 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS
-
6.1 Resistência às acções mecânicas
-
As portinholas devem apresentar uma resistência às acçôes mecânicas não inlerior à da classe M, delinida na
secçào 3.3 da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especilicado na secção 9.4.1 da presente Norma.

7 OT TR,{S CARACTERÍSTIC,{S
-
7.1 Protecção conlra contactos com peças sob tensão ou em movimenlo e contra a penetração de corpos srilidos
- esÍranhos e de poeiras

As portinholas devem apresentar uma protecção contra contactos com peças sob tensão ou em movimento e
contra a penetraÇão de corpos solidos estranhos e de poeiras nào inf'erior à da classe Ko definida na secÇão 3.1 da
Norrna NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especilicado na secçào 9.5.1 da presente Norma.
Além disso, não deve ser possivel a introdução de'qualquer fio metálico que atinja qualquer peÇa sob tensão in-
terior ao involucro.

7.2 Pnolecçâo contra a penetração de liquidos


-
,As portinholas devem apresentar uma protecÇão conlra a penetracão de líquidos não inlerior à da classe H, deii-
nida na secção 3.2 da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especificado na secção 9.5.2 da presente Nornta.

7.3 Resistência ao calor


-
O n.raterial do involucro das portinholas, quando isolante, deve satisfazer ao ensaio especificado na secçào
9.5.3, não devendo o diâmetro da concavidade resultante ser superior a 2mm.

1.4 Resistência à propagação da chama


-
O material do invólucro das portinholas, quando isolante, deve satisfazer ao ensaio especificado na secçào
9.5.4. sendo de 30s o tempo máximo de persistência da chama.

7.5 Resistência à corrosâo


-
As portinholas devem apresentar uma resistência à corrosão não inlerior à da classe C, definida em norma pro-
pria e deven.r obedecer ao ensaio especilicado na secção 9.5.5 da presente Norma.

8 MARCAÇÃO
-
Alem da marca de origem oficialmente reconhecida que identifica o fabricante, as portinholas devem aprescn-
tar, na face erterior da respectiva porta, marcaçôes que definam:
a,) o núrnero de lases e a intensidade nominal;
Ôi o codigo relativo às classes de protecção contra contactos com peÇas sob tensão ou em movimento e con-
tra a penetraÇão de corpos solidos estranhos e de poeiras, de protecção contra a penetração de liquidos e
de protecçâo contra as acções mecânicas.

A intensidade nominal é indicada em amperes.


A indicação do número de fases e da intensidade nominal deve ser feita por esta ordem, separando os dois valo-
res pelo sinal x .

22
IZ,
'uulloN êluâsârd ep l'L opJres Ep oJerSered opunSãs ou oluJsald o o!.
-uãle uâ opuat Í666-dN EruloN ep l'l ogSJâs E LuoJ oproJE âp Blral Jas a^Jp sErâod âp no soquellsâ soptlos sodl(1:
àp oplerlâuâd e e:luor ê oluêtut^otu uâ no oESUel qos se5âd tuo:l solf,Eluof, ElluoJ ogSrato:d ep oEÔectjt.to,'r y
surlaod ap no soquuJfsa soptlgs sodror ap ogJ
-ur;euad E BrluoJ a olueu!Àoru ua no ossu;l qos suJad uoJ sofJeluoJ BrtuoJ opJmyord Ep oEJBJUUaA
- I's'ó
sEJrlsrJef JBrB) §EJf no ap o-uJurgrra^ §'ó
-
'666-dN ErLuoN Er
I'l'U't oq5cas eu opuJtpur oqla:edu op ororu rod EtreJ râs a^âp serruEf,ê(u soçrJre sB etJugtstsâr ep opJerl;tta,t y
surlugroru sagJru sp Elruglslser up oEJurgFeA I'?'6
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sBJ!ugJâlu suJlfstrelJurBr sup ogJurlJlJeA
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'elJerrp opJrpau :od e1tal lãs 3^âp saQsuãtulp sep opJert3tre,n y
sogsuaurp sup ogJu.rt;g.te^ C'ó
-
'sorESue :od :enlraga e sagJect;tla,t set:
-no âp oztn[eld uâs'lensr^ euexâ rod B]rê] g Z', ogJJãs eu soprJãJâr so^rtnltsuof, sa:oueurod sop o95ect3t.to,t y
so^rlnrlsuoJ salouaulod sop ogJur13lre1 Z'ó
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'eurlose8 ue oprqaqua oued tuoc 'odual otusâu o âluelnp 'oEJrtl-I
E^ou ep uprnBas'un8e uê optqêqua oued uor'sçl âtuernp'oplcr:g sode racaredesâp â^âp oEu opJellEtu V
'oE5ezrlecol Ens Ep ogJeurturelap rod e lensr^ ãruexâ:od elta; los ã^âp og5etletu ep oE5EJtJl.lâ^ V
oEJBJJBIU up ogJurtsua1
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'euroN aluasarcl
Eu sopsluêsêrde ogtsa anb:od uâpJo e opunSas sopentJâJâ râs ruâ^êp'odr1 ap soresua sopol ops anb 'sotesua sg
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oresuâ o opuenb oldarxa'Jo0[ â Jo0l êrlua eprpuea.rduof, r€]sã ê^ap sotesuã sop oE)EZrlEel êp ern]elãdu:a1 y
SOIVSN'J 6
-
'1a,rr3e1 etuâulrJeJ a eco,rrnbaur'lâ^êlâpur euroJ op selral ras ulâ^âp sâqôeJruru sV
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no seqlrue'serrod'sosnje:ed uã sepelolof, râs iuâ^âp oEu surruru selsE '- oloqurs olad (e.r:a1) ESSEtu ap.rope8rl o
âN oloquls olad opecryrluêpr rãs ã^op orlnêu oE âluâure^rsnlf,yê opeurtsop :ope8rl o 'e1oqur1.rod up rouãtur oN
001 xt
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:so1druaxg
9,5.2 Verificação da proÍecçãr) contra a penetração de líquidos
-
A verificação da protecÇão contra a penetração de liquidos deve ser feita de acordo com a secção 7.2 da Norma
NP-999.

9.5,3 Yerificação da resistência ao calor


-
A verificação da resistência ao calor deve ser feita de acordo com a secção 3.1 da Norma NP-1073 senclo o en-
saio realizado à temperatura de 125"C -r 2"C.

9.5.4 Verificação da resisÍência à propagação da chama


-
A verificação da resistência à propagaçào da chama deve ser feira de acorclo com a secÇão 3.4 da Norma
NP-1073.

9.5.5 Yerificação da resistência à corrosão


-
A verilicação da resistência à corrosão deve ser leita de acordo com a secção 3.7 da Norma NP-1073.

NORMA
PORTUCUESA
DEFINITIVA

QUADROS PARA INSTALAÇÕES ELECTRICAS


Quadros de colunas para instalaçÕes colectivas de edilícios
(-ar aireri.tica. e en\aioj

NP-1271
197 6

I- OBJECTIVO

A presente Norma destina-se a lixar as caracteristicas dos qua<1ros de colunas destinados a instalaÇões colectivas
de ediflícios, assim como os ensaios necessários à respectiva r,'erificaçào.

2 DEF|NTÇÃO
-
Quadro de colunas
- Quadro onde se concentram os aparelhos de protecçâo contra sobreintensidacles de colu-
nas ou de entradas e que pode ser servido por um ramal, uma chegada óu uma ou mais portinholas, considerando-se
como fazendo parle dele as respectivas canalizações de tigação a essas portinholas.

24
9Z
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sagàcalotd
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AI I ? IEuttuou oEsuel ep lole^ o
SIVNIhION SAUO'IVA C
-
--a-'
Do quadro de colunas deve fazer parte, obrigatoriamente, uma única caixa de corte geral.

4.2 Material dos invólucros


-
O invólucro das caixas dos quadros de colunas deve ser de chapa nretalizada, ferro fundido, aluminio ou liga
cle
alumínio, poliéster ou outro material adequado não higroscópico, resistente à propagação cla chama e para
u,lli.u-
ção sob temperaturas entre
- 5oC e+ 70.,C.

4.3 Pormenores consÍrutiv«rs


-
4.3.t Generalidades
-
Os quadros de colunas devem ser concebidos e construidos de moclcl a assegurar, enr uso normal,
o seu perÍ'eito
luncionamento e as necessárias condições de segurança.
A verificação desta prescrição e feita, em geral, pela execução cle todos os ensaios indicados na presente
Nornra.

4,3.2 EspaçamenÍo interior


-
As caixas dos quadros de colunas devem ser concebidas e construidas de modo a perrnitir o convenienre
alo.ia-
nlento e acessibilidade dos órgãos a instalar nelas, bem como a fácil arrumação dos iondutores.
O condutor geral de protecÇâo e os condutores de protecção das saídas devem licar alojados dentro
cio quadro
de colunas de forma a não poderem tocar em peÇas sob tensão, mesmo no caso de se partirem
ou se clesprenclerenr
dos respectivos ligadores.

4.3.3 Lirihas de fuga e distâncias no ar


-
Os comprimentos das linhas de fuga e as distâncias no ar não devem ser inferiores a l8 mm e a l2 mm, respecti-
vaÍnente.
Os critérios de ntediçâo são os inclicados na Norrna Np-1165.

4.3.4 Ligadores
-
os ligadores devem obedecer à Norma NP-l137 para condutores cle cobre e à norma a publicar para
condut.res
de aluminio, e' ainda' à norma do tipo de ligador utilizado. os tamanhos a adoptar
sào os indicados no quaclr. I.

QIJADRO r

lnlensidade
nominal Taman ho
dos quadros dos
de colunas Iigadores

32 5
r00 9
250 l3
400 l5
630 tu)
800 (a)
I 250 (a)

/d/ Em elrudo.

26
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.sulnssrJ uau seza:adse ruês'sustl lâs ruâ^ãp sBUnloJ ap sorpunb sop sexteJ sep sãlollâlut setll;radns sy
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roprnqlllstp olacl opezrptn olapour op'êiuele^rnbe no seldrllniu setaqled Luor'ortlputltr sodll sop elnpeqla.l ãp sep
-r.ro:d las tue^êp â elueuellal ãp orlrxnB o tuãs sEl-Ellal lo,ttssod Jês oEu e EtuloJ ap sepPxlJ lês l-tlâ^êp sel.rod sy
'louãlur ncs oE ossâte IIJ9J o elru.rad ênb elrocl âp sepelop les tuã^ãp seunlol ap so:penb sop sexlef, sV
IOrIef u! oE epEplltqlsseJv
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-op a selsodo sru1uozrJoq sãJEJ iua sepenlrs reJr.] 'ErlugJala:d ap'ulo^Jp sâQSeztlsuus sep seples sE â sEpEllue sV
'saçrJezrleuer sletu no Eun ap Epres ã epeJluJ u:ed sotst,to.td:as ruo,top sEunloJ ap sorpenb sg
sagJuztluuu;r sup sup;Bs a sBpBJfuS S'C',
-
rolnpuor lerJôiEul âp loJ âlsâ opuenb'seunloJ ap oipenb op essetu E
sope8tl ãlueueJulJê[â lE]sê ê ollnou ap serope8rl sop oxreqe sopentts leJI.J tuã^âp (ellât) ussetrl âp sa:opu8tl sg
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.otlacle nâs o a selotnpuo) sop ogSeroloJ E
[l]eJ efos antr EuiroJ ãp sopeztluJol lulsâ ue^âp sa:opuât1 sg
sempre que o número de condutores a prever por ligador lor superior a dois, quando se pretenda estabelecer a conri-
nuidade entre a caixa de corte geral e as caixas de protecçÕes de saidas.
A intensidade nominal e a largura da caixa de barramento delinem o tipo desta.
Os tipos normalizados de caixas de barramento são os indicados no quadro III.

QUADRO III

Tipo de caixa Intensidade Largura


de barramen{o nominal
mm

BAD 700
100
BAT I 050

BBD 700
630
BBT r 050

BCD 700
t 250
BCT I 050

4.4.3 Caixas de protecções de saídas


-
As caixas de protecçÔes de saídas devem conter os aparelhos de protecção contra sobreintensidades,
constitui-
dos por corta-circuitos fusíveis de alto poder de corte, obedecendo às respectivas normas.
O número e tamanho dos corta-circuitos fusiveis contidos (composição) definem o tipo de caixa
de protecÇÕes.
os tipos normalizados destas caixas são os indicados no quadro IV.

QUADRO IV

Tipo de caixa Tamanho


de protecÇôes ComposiÇào das saidas dot
de saídas corla circuitos
fusivcit

PA lx 32 /a)
PB lxl00 00
PC 2x100 00+00
PD 1x250 I
PE lxl00+1x250 00+l
PF 1x400 II
(a) Enr estudo.

5 CARACTERÍSTICAS DIMENSIONAIS
-
5'l - As caixas constituintes dos quaclros de colunas devem ter as dimensÕes interiores
minimas indicadas nos qua-
dros V a VII.

28
6Z
.ls Jltuã sàlopp3rl so tuãquel leledãs e EuloJ op sope8uoloJd lês tuã^âp'satuelost opuenb'seunloJ ap solpenb
sdp sexrpf, spp solJn[g^ur sop sE sâ]ouâJur opu sptrlsllêlteleJ luluesarde a,rap IEIJâlEtu o[nJ 'sâlopB:edas selsg
.su5ad sessa ellue olJEluoJ
lEnluã^ê o rBJrAê e EtuloJ ap'opeuotsuãulp ãluetuâluâlu
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soqlntlEJ so sopB)oloJ ep stodep'ês 'sBples âp seqSJãlord ap sexteo sEN - Z'ç
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OLÍ 08r 0s0 r IVB
OLI 081 001 CVS
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sEululu sàQsuãulo
r^ ouavnÔ
s6t 0ç8 009 CD
ID
ç61 0s8 0çç
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06 0çz 0a(. VD
ãpeprpunJord Ern llv ernSrE-I
lerâ3 ãlroa âp
exrea ãp odrl
ug
seuilú,lu sã9suâulc
oucvnÔ
^
QUADRO VII

Dimensôes minimas
Tipo de caixa mm
de protecÇôes
de saidas
Largura All ura Pr fundidade

PA 150 200 90

PB
220 500 170
PC

PD 350 500 170

PE 500 500 170

PF 350 500 t'70

6 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS
-
6.1 Resistência às acções mecânicas
-
Os quadros de colunas devem apresentar uma resistência
às acções mecânicas não inferior à da
classe M, delini-
da na secÇão 3'3 da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio
especificado na secção 9.4.1 dapresente Norma.

7
- OUTRAS CARACTERÍSTICAS
7'l - ProÚecção contra contactos com peças sob úensão ou em movimento e contra a penelração de corpos srilidos
estranhos e de poeiras

os quadros de colunas devem apresentar uma protecção contra contactos com peças
sob tensão ou em nr.vi-
mento e contra a penetração de corpos sólidos esÍranhos e de poeiras nâo
inferior à da classe Ko definida na secçà.
3'l da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especificado na secÇão 9.5.1 da presente Norma.
Alem disso, não deve ser possível a introdução de qualquer fio metálico que
atinja qualquer peça sob tensâp in-
terior ao invólucro.

7.2 Protecção contra a penetração de liquidos


-
Os quadros de colunas devem apresentar uma protecção contra penetração
a de liquidos não inferior à da classe
H, definida na secÇão 3.2 da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especificado
na secção 9.5.2 dapresenre
Norma.

'7.3 Resistência ao calor


-
o material do involucro dos quadros de colunas, quando isolante, deve satisfazer ao ensaio especilicado
na sec-
ção 9.5.3, não devendo o diâmetro da concavidade resultante ser superior a 2mm.

30
t8
'ElJerrp o95rpâ1u lod EllâJ Jês ê^âp sêQsuãulp sup oE5EJIJIIâ^ V
segsuaulp sBp o-BJsJlJlraA
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'666-dN
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9.4 Verificação das caracÍerÍsticas mecânicas
-
9.4.1 Verificação da resistência às acções mecânicas
-
A verificaçâo da resistência às acçÕes mecânicas deve ser feita por meio do aparelho indicado na secção 7.3.1.1
da Norma NP-999.

9.5 Verificação de outras caracteristicas


-
9.5'l Verificação da protecção contra contactos com peças sob tensão ou em movimento e contra a penetra-
-
ção de corpos sólidos estranhos ou de poeiras

A verificação da protecção contra contactos Çom peÇas sob tensão ou em movimento e contra a penetraçâo de
corpos solidos estranhos ou de poeiras deve ser leita de acordo com a secção 7.1 da Norma NP-999, tendo em aten-
ção o prescrito no segundo parágrafo da secção 7 .l da presente Norma.

9.5.2 Verificação da protecção contra a penetração de líquidos


-
A verificação da protecção contra a penetração de líquidos deve ser leita de acordo com a secçâo 7.2 cla Nornra
NP-999.

9.5.3 Verificação da resistência ao calor


-
A verificação da resistência ao calor deve ser feita de acordo com a secção 3.1 da Norma Np-1073. sendo o en-
saio realizado à temperatura de l25oC -+ 2oC.

9.5.4 Verificação da resistência'à propagação da chama


-
A verificaÇão da resistência à propagação da chama deve ser feita de acordo com a seccão 3.4 da Norma
NP- 1073.

9.5.5 Verificação da resistência à corrosão


-
A verilicação da resistência à corrosão deve ser feita de acorclo com a secção 3.i da Norma Np-1073.

32
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svJlurfg'rg seg)v]vJsNr vuvd souGvnÔ
VAII-INIIãC
VSANDNJàOd
VI\IUON
4.2.2 Espaçamento interior
-
As caixas de coluna devem ser concebidas e construídas de modo a permitir o conveniente alojament.. i -i,r...i!i-
lidade dos órgãos a instalar nelas, bem como a fácil arrumação dos condurores.
Os condutores de protecção das colunas e das entradas devem ficar alojados dentro da caira de colLina de :.rr:lr.t
a nâo poderem tocar em peÇas sob tensào, mesmo no caso de se partirem ou se desprenderem dos respcctir 6. llgaJ,r-
res .

4.2.3 Linhas de fuga e distâncias no ar


-
Os comprimentos das linhas de fuga e as distâncias no ar não devem ser inferiores a l8 mm e l2 ntrn. re\pe.lr\.i-
mente.
Os criterios de medição são os indicados na Norma NP-l165.

4.2.4 l,igadores
-
Os ligadores devem obedecer à Norma NP-1 137 para condutores de cobre e à norma a publicar para condurtrres
de alumínio e, ainda, à norma do tipo de ligador utilizado.
Os tamanhos a adoptar são os indicados nessas normas, de acordo com as secções nominais dos condurt re: a
empregar.
Os ligadores devem estar localizados de forma que seja lácil a colocação dos condutores e o seu aperro.
Os ligadores do neutro devem situar-se abaixo e à esquerda dos ligadores de fase.
Os ligadores de massa (terra) devem ficar situados abaixo dos ligadores de neutro e estar elecrricamenre ligados
à massa das caixas de coluna quando estas forem de material condutor.

4.2.5 F,niradas e saídas das canalizações


-
As cairas de coluna devem ser previstas para uma entrada e uma ou mais saidas de canalizaçÕes.
A entrada e as saídas das canalizaçôes devem, de preferência, ficar situadas em faces diferentes e clevem ser do-
tadas de elementos de fixação e de vedação adequados às canalizações a que se destinam.

4.2.6 Acessibilidade ao interior


-
As caixas de coluna devem ser dotadas de porta que permita o fácil acesso ao seu interior.
As portas devem ser fixadas de lorma a não ser possivel retirá-las sem o auxílio de ferramenta e devem ser prttri-
das de fechadura dos tipos cilíndrico, com palhetas múltiplas ou equivalente, do modelo utilizado pelo distribuidor
de energia.

4.2.7 Acabamento interior


-
As superfícies interiores das caixas de coluna devem ser lisas, sem asperezas nem fissuras.

4.3 Tipos de caixas


-
As caixas de coluna devem conter os ligadores para aperto dos condutores e os aparelhos cle protecçào conrra
sobreintensidades, constituídos por corta-circuitos lusíveis dotados ou não de cartuchos fusiveis, que cler.em obcdc.-
cer às respectivas normas.
Os corta-circuitos fusíveis devem ser de alto poder de corte. O seu lamanho, de acordo com a intensiclade nonri-
nal da caira de coluna, e o indicado no quadro I.

34
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I OHCVNÔ
5.2
- Nas caixas de coluna, se, depois de colocados os cartuchos lusiveis, a distância entre peÇas acri\a, j; :....r:r-
dade diferente for inferior a 30mm, deve empregar-se, entre estas, um separador isolante lixo, conrenier.,.r.r1::-.. jr-
mensionado, de forma a evitar o eventual contacto entre essas peças.
Estes separadores, cujo material deve apresentar caraclerísticas nào inleriores às do ini,olucro da: aat\.1. Jr..!r-
luna quando isolante, devem ser prolongados de lorma a separar, tambem, os ligadores enrre si.

ó CARACTERISTICAS MECÂNICAS
-
ó.1 ResisÍência às acções mecânicas
-
As caixas de coluna devem apresentar uma resistência às acçôes mecânicas não inferior à da classe \15 detinicla
na secÇão 3.3 da Norma NP-999 e devem satislazer ao ensaio especificado na secçào 9.4.1 da presente Norma.

7 _ OUTRAS CARACTERÍSTICAS

7.1 Protecção contra conÍactos com peças sob tensão ou em movimento e contra a penetração de corpos sólidos
- estranhos e de poeiras

As caixas de coluna devem apresentar uma protecÇão contra contactos com peças sob tensão ou em movimento
e contra a penetraÇão de corpos solidos estranhos e de poeiras não inferior à da classe K4 delinida na secção 3. I da
Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especificado na secção 9.5.1 da presente Norma.
Além disso, não deve ser possível a introdução de qualquer fio metálico que atinja qualquer peça sob tensão in-
terior ao invólucro.

7.2 Protecção contra a penetração de liquidos


-
As caixas de coluna devem apresentar uma protecÇão contra a penetração de líquidos não inlerior à da classe H I
'definida na secção 3.2 da Norma NP-999 e devem satisfazer ao ensaio especificado na secção 9.5.2 da presente Nor-
ma.

7.3 Resistência ao calor


-
O material do involucro das caixas de coluna, quando isolante, deve satisfazer ao ensaio especificado na secçào
9.5.3, não devendo o diâmetro da concavidade resultante ser superior a 2 mm.

7.4 Resistência à propagação da chama


-
O material do involucro das caixas de coluna, quando isolante, deve satisfazer ao ensaio especificado na secçào
9.5.4, sendo de 30s o tempo máximo de persistência da chama.

7.5 Resistência à corrosão


-
As caixas de coluna devem apresentar uma resistência à corrosão não inlerior à da classe C I delinida em norma
propria e devem satisfazer ao ensaio especificado na secção 9.5.5 da presente Norma.

36
/c
'666-dN BIuroN Ep
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oYÔvruvhr 8
-
9.s vnRrI,'rcAÇÀo os ourRAS cARACTERisrlcas
-
9.5.1
- Verificação da proÍecção contra contaclos com peças sob lensão «ru em movimenÍo e contra r penetra-
ção de corpos srilidos estranhos ou de poeiras

A verificação da protecção contra contaclos com peÇas sob tensão ou em movimento e contra a pe nii:.i;io J..
corpos sólidos estranhos ou de poeiras, deve ser feita de acordo com a secção 7.1 da Norma NP-999, tendo .nr .riL-r1-
çào o prcscrito no segundo parágrafo da secção 1 .l da presente Norma.

9.5.2 Verificação da protecçãr) contra a penetração de liquidos


-
A verificação da protecçào contra a penetraÇão de liquidos deve ser feita de acordo cont a secçào 7.2 da Nornta
NP-999.

9.5.3 Verificação da resistência ao calor


-
A veriiicação da resistência ao calor deve ser feita de acordo com a secção 3.1 da Norma NP-1073, sendo o cn-
saio realizado à temperatura de 125"C + 2nC.

9.5.4 Verificação da resistência à propagação da chama


-
A verificação da resistência à propagação da chama deve ser leita de acordo com a secção 3.4 da Nornta NP-
-l 073.

9.5.5 Verificação da resistência à corrosão


-
A verilicação da resistência à corrosão deve ser leita de acordo com a NP- 1073.

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- or a a u o ur u'J?: l :H: J?.,'::l
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seJolnpuoc sop seluod sE Jellu3 6
'orlno op sE uloc olceluoc tuê r.uanbt; oqeo-uJn
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-eluarcllns uanbrl satopeôt1 so enb EJlaueu op -req eu egre;red epep!nulluoo eun J!lueleg
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sarolnpuoc so Je^lnC 'elcalloc o95;sod Pu Exlec
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-ue eôe1r; e opuecanbso oElu 'olueuteenbe; lod 'a1
-Ecrle o uJoc sEl-çJ!lal a oÔe op sell, sBp ello^ ulo
reln6uepl Eui!l euJn uoc aqlelue u,n lozeJ - e
'aloruosop oEfu oE)UEc o anb (y) 'exrec
ered eropelos! el4 lod se11a; Jes uro^ap sepeuec ep ro;re1u; op olcJul o enlls as epuo 1eco1 oe olun[
setrlllln sV 'exlec Bp etes op;nb;1 ulo Bpule opuenb roUelxo oBÔcelotd ap oc;1s91d o lepoC 'sellçssoc
'eguegosr Esseul e anb Jel!^a eled ellepeÔetq -eu se^rnc sE orll'Jep e teledeld e apeplua,llxo Pp
ep oluêrua^uoc oyede o eltutled enb o:1eu9;p un olueurg.tdu.toc o opecleui las op ulll E lez!llln e Bx
ralqo as ?lE '(3) opporleclp oErUEc ep sEJ!l lPloJ -!Ec E orqos oqec o oluotuelJoslaold lecoloC - Z
-ua'7 ese; eu opeclpur '(y) 1ecol op euJlc tod e ex 'oU?ssacau olueu:Udtttoc
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Jelerl es es'o;-çquelsa e Jolnpuoc o tedull 'EqlP^
-eu E uJoc operlleJ I sopep!uJellxo sPp olueuelos!
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O 'replos E steultulol sou no setope61l sou uall
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oplpunl oJlol op exlEc tlj:l *- v
ogÕun[ o opeture oqec eP
eluod pun ap ogÕeJedord - !'/'L
svrNod 30 oyÔvuvdsHd - t'r
10
- Envolver o isolamento dos condutores, jun-
to dos ligadores, com f ita à prova de fogo. Dirigir
16
- Ligar os dois fios de terra entre si por meio
de um ligador.
a chama do maçarico sobre o ligador e a solda de
forma que esta penetre pelo oriÍício à medida que
vai derretendo. Durante a soldadura, bater leve-
mente no ligador, para que a solda encha todos
os espaços vazios.
11
- Retirar a fita à prova de fogo e limpar os li-
gadores de qualquer vestígio de solda.

(Aspecto Íinal)

1.7.1-B SISTEMA DE RESINAS SINTETICAS


-
Derivação do tipo RESINAVI para cabos do tipo
VV. A utilizaçáo de polímeros no sector eléctrico
vem desde a descoberta dos mesmos. Ora a caixa
de derivação é agora de 'plástico' transparente
12 Envolver a parte nua dos condutores e os li- permitindo uma visualizaçáo perfeita, dando en-
- com uma ou mais camadas de tela.
gadores tão um controlo sobre os condutores de maneira
a não permitir que estes se desloquem do local
que interessa.
Para começar precisamos de executar a ponta
no cabo. Executaremos pelas seguintes fases:
'13 Fase Retirar a bainha exterior dos cabos no
- comprimento (B). Figura 1. (Note que
as cotas de corte estão no quadro l.)
13 Colocar a junção na posição correcta sobre
a -
parte inÍerior da caixa. Colocar e apertar as
23 Fase
- Traçar os eixos a partir dos quais se
desnudam os condutores. Ver o qua-
duas braçadeiras com os parafusos. dro e as f iguras 2 ou 3.
14
- Passar para o exterior, enfiando nos orif í-
cios da tampa da caixa o fio ou o cabo de terra 33 Fase Afastar os condutores com o auxílio
convenientemente ligado à bainha de chumbo ou - de cunhas de madeira, tendo sempre o
de aço do cabo armado. Colocar a tampa sobre a cuidado de náo os deformar.
parte inferior da caixa e apertar os parafusos.
43 Fase Desnudar os condutores no compri-
- mento G. Figura 4.

53 Fase * Tapar todos os interstícios entre os


condutores com o mastique vedante e
entre estes e a bainha, recobrindo-a
numa extensão de 15mm. Figura 4.

15
- lntroduzir a massa isolante derretida pela
abertura da tampa. Deixar arrefecer e atestar pas-
sados 10 minutos. Colocar a tampa na abertura e
apertar os parafusos.

40
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029 0r 0et09 98 09É0/roer0r9 r9 uo
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'alueclrqpl op saç»ôectput sE alu
-roluoo Eu!so.r e es-eredard e eplouu o as-EsoloC
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-uotüocel o 'tur.lr 9 souat! no sleyuol,xsoLll op sap
-ered sç ogSelar ura saJolnpuoc o ogÔeôlt ap se5
-ed sep seoôrsod se es-ue1nôor o oplotu o eptnôes
uo os-ecolo3'oqec op sorlatlglp soe sepeldepe
ras ua^ap anb eploru op seperlue se 'seplta;
-al saç»5eôrl spp ru?le 'es-ure1o11 'g elnôt1 e le1
fin vNIsgu) svctrlrus svNISSH 'opE^uap oqEc
ou eplnôas ure e ;edrcu;rd sToqec ou ogSeôr1 ep
seôad se opuecoloc re6r1 e seluod se teredet6
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-ezrlrln soUgssece o sleUaleu soe ?le 'soluold
op5en;lep e ogÔunÍ 'lPulu-uol o apsep 'tneulsag "--
ep sue6e:lsorue so[uele]uesetde eptnôos ulf :
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'saluaJollp soç)s
-uauJlp e:dures ial oplotu op apnut^ tua 'se1oc sE
'trnôas e çp es anb segoc ap elaqel p Jepuele
gs opuelre^'ocllu?p! g osseco.td o segÕunIsep
'osonllalop êplotu o tuoc a g ernô;1 e le1 'H ue opecrpur olueurudu.roc ou
uraôeces EuJn ?p os oEiu enb eled opelo^lu las rouolxo oluau!lsa^or ep EqulEq e epeJrlaj ias 9lê^
gro^ep Eursor E Joluoc ep slodep oplotu O'C^d op -ep'oçrôerrr:op ruo opeôr1 Jas g.r! anb oqec o eled
sernô rod o6req sleur leool oN 'selet6e ep oleu :od
sapPplrüoJlxa sEu opeqcel las 9lo^op oplotu o
'uuolÁu ep etundse» op oEiduJel ouenbad
uln tuoc olsl '«s1n6per1dser, :lE ep Eples ep leu
-Ec o aplotu Ou lUqe es'o^oc '«Eundse» ap setll op
olueuelorue o 'a1ugn6es opÕBredo e 9t. J!^ies ap
oPtnuãP oqec 0p oPE'l
-od ossl pred 'oploul op oluaulldutoc o lecleLt.l el
-ed opel EpEc ep oçrSecleu Etun soqec sop ELluleq
e alqos relncaxo os-a^op 'opetluac saçr5eôt1 sep ---o. -+ !-r--r!
oluod o troc aploul op sPpPJluo se nocoloc es anb s0r0lnPuoJ 0 ap 0§0c 0 el9d
tülssv 'oqec op orleuElp oe aploLu op sepEllua
sep ogÕeldepe p orloutud 'ogÔecoloc ens e soô oPE^lrã? oqgc 0P oPE
-rel so5e.rl uo sotuoJe6 'oluectlqe; oled epec;;dxa 4
a llcgl aluarüEctucol g êplotu op ogÕecoloc y ,t
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op seloc sB opueue^'octlugpt 9 ossacold o fVCd _g--_É--]
aAV^ odll sopetule soqec ute oçrÕenttap E Eled r-,€
PAPEIS IMPREGNADOS PRE.FOF tv1 A DoS
PARA RECONSTTTUTÇÃO DE tSOt qr,l E r.lTl s

Derivações

Duplas derivações Tipo PR

Junções
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MANGAS DE UNIÃO

Tipo MOH-1

ACESSORTOS PARA CABOS DE TORÇADA

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Tipo MAP-2

Pinças de suspensâo

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Tipo MBP-1
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berço BS-20 @ berÇo BF-20 @ abraçadeiras

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Tipo MBP-'l
Pinças de armaçáo

44
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4 _ LIMPEZA DA BAINHA MET. DO CABO
7 ESTANQUECIDADE DA CAIXA
Antes de fechar a caixa, limpa.r com es- -
cova de aço as bainhas metálicas e em As extremidades da caixa devem ser se-
especial as de chumbo. Iadas com a f ita fornecida. de modo a Íi-
car estanque. Os Íunis de enchimento
são introduzidos nas aberturas previs.
tas.

5
- SELAGEM DO ISOLAMENTO DO CABO B _
MISTURA DA RESINA
A porçâo do isolamento do cabo que Íica Preparar misturando o endurecedor com
dentro da caixa deve ser selado côm a fi- a resina. segundo as instruçÕes da em-
ta fornecida. balagem. Retirar o separadbr metálico
da resina e do endurecedor. Misturar du-
rante alguns minutos antes de abrir a
embalagem.

6 AJUSTE E FECHO DA CAIXA


- 9 ENCHIMENTO DA CX. COM A RESINA
As extremidades da caixa, assentam na -
fita de selagem. As duas metades da cai- Cortar um dos cantos da embalagem e
xa fecham sob pressão. Como a caixa é vazar toda a resina lentamente na caixa.
transparente é fácil controlar visualmen- utilizando o funil que estiver no plano
te o acerto da mesma e a separação dos mars baixo. ate que todos os Íunis este-
condutores. jam cheios.

46
LV
'oluauilt.lcuf êsel ;vl
- ?'6!J
0^rsaPV'lAd
'eutsêl ep o9ÔerPdêrd asel Í;OL
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'aploLu op o9Ôecoloc aseJ ;ZI
-
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-ared sç o-eÕeler ua oEf !un ap seOueul
sep ogÕgsod e reln0er a oplou o ep '6u
-rn6es ua reooloo 'soqec sop oJlotü e
-E!p oe aplour op sepeJlua se teldepy - osel dLL
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-ll 'oluepen enb;1sçtu sop ogÕBc!lde
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Jolrolxa ogÔcatold Ep ulttl0g so a oq
-tünqc ep eLlulEq P oluauElllue alseu
opulnlcut 'ortsePe 3716 aP sePEul
-ec sEnp ep olueulElJuo trjn lelRcoxf - asel ü6
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'lo^!xall oqec un ap o!p?utelul
rod oqurnqc ap sequteq sEp o selnp
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-
'orlno no t-Hnl l :t-dV1l\ odll oP
saç)run uioc seJolnpuoc sop o9Ôeô11 - asel .;Z 'fVCd odlt op opeuôerdul laded e sopPlost soq
-ec ered lAVNlSf U odll ogôun{ etun ap epturnsal
'7 ernôr1 '3 oluaru;tdu.loc ou salol oçrôerederd e sorrJareluaserde e.roôV yCvdllIC
-npuoc sop êpepluêllxa e lepnusao - asel d9 pcJeru pp pursar eled ny 0L gle oqeo uo oçlôenltap
pun g, eurôgd a gy eurôed eu es-noiuase:dy
'; elnôr3 'oq
-unLlc op auoc op uruJ9 ap ercu9lsrp
p 'e1urc ua srgded so o I oluaulrd -uê o sÇde .,r., ."Ji::i"to:à:?#33,!3
-tsar e anb teladsl :^I0I ãlB o I ap eul
-ruoc ou oqurnqc ap Equreq e lPuoc
- osPl Íj9 ^l exle3 e
.!cV e!êLlc aluauleloldu.toc e[alse
enb o6o1 ogsual e es-reôt; opod :^I I' olv
'eu llos osvc oN oysN:lr vo oySvcl"t - ol
-e6 r.ua oplqoquo oued un Luoc'elnp
-euie e a oqunLlc ap equleq e ledull asEJ ;,
-
'; eln613 'txul0L tuoc E-oP
-uExrop soqec sop Elnpeulle P lEuoc - asel dt
'1 ernô;3 'g olueugtduloc ou soq
-ec sop Jouolxa oPÕcalold e letllau
- aspl ;Z
'ogôunt ep oluod ou soqec
sop sapepluraJlxo sE JEUoc e telnôeg aseJ d I
-
COTAS EM mm 63 Fase Enchumaçar o cabo com f ita adesiva
- ou tela nâo esquecendo uma argola de
JUNÇÃO BCD E F espuma entre o cabo e o inÍcro da f ita
JR 18 90 2A 36 180 25 ou da tela. Esta altura serve para o lo-
JR 26 90 20 46 180 25 cal da braçadeira da caixa terminal.
JR 38 120 40 70 260 25
JR 41 220 60 75 460 4A 7? Fase
- Vedar o local onde se executou o pri-
JR 51 240 80 85 500 40 meiro corte bem como o do isolamen-
JR 61 240 B0 1 10 500 40 to interno, entre condutores para não
dar lugar a entrada de humidades,
com um mástique isolante,

1.7.2 Execução de um terminal em ca.


- bo armado (caixa de Íerro Íundi.
do) cabo tipo VV
VEDANTE
13 Fase Cortar o isolamento PVC externo ten-
- do o cuidado de não ferir o isolamento
interno. PVC.
83 Fase Colocar a tampa da caixa vedando-a
23 Fase
- A cerca de 50mm executar um corte - com um mástique isolante.
circular no PVC, tendo o cuidado de
não ferir o isolamento dos condutores.
93 Fase Colocar os terminais, soldando-os ou
- ixando-os por aperto mecânico.
33 Fase Executar as pontas nos condutores. f
-
43 Fase Enf iar a extremidade na caixa terminal
- e colocá-la na posição correcta. Cur-
var os condutores dentro da caixa,
cortar as pontas com o comprimento
necessário e marcar nos condutores o
local onde irá Íazer a ponta novamen-
te, sendo caso disso. Figura 1.

59 Fase Desenf iar o cabo da caixa para execu-


- tar as pontas, sendo necessário.

1.7.3 de uma ponta


-'Preparação
de condutor
13 Fase Executar um corte sobre a periferia do
- isolamento externo do condutor, ten-

48
6n
'oluaureenbel ap serqoueu
sgJl no senp u.loc alred epun;ord sou
-our no sreu oElsrcur l.!oc no opecur^
ap srodap alsa srod 'rolnpuoc o r!ral
ogu ered ogôuele uoc erdtuas rolnp
-uoo o opullqocsaP «Bluod» e lelncoxf osPJ EV
-
'eropPlosr elrl ruoc oluouelosl tuas
anbt] onb oqBc op ol.rpd e Jllsê^au - asel ;e
or.llElua op euoz
P ?re aluelosr oluorutlsa^al o lpltlau asel ,;t
-
'oluourEurolul otusout o opEtluelsê .lal
ap opeprnc o opual lEUlrulol o lEplos asBJ ;Z
-
W
It
t, 'serolnpuoc sop oluoru
r!- -elost o elrl os oçru enb e ardures op
l;rl -uopuale oujaixo oluau-relosr o reuoc asel àZ
l._ol*-I *i -
'apepruorlxa E .requPlso a
redur-1 'oqec op oluauelost o JeillêU - osel ;L
opelos! oqec uln ap opeplul 'so]olnpuos sop ouralur
-orlxe Bu sleuruilol op Pjnpeplos oluauElosr o rrol o9u êp opeprnc o op
- t'L'l
1.7.5
- Ligação de condutores isolados, 43 Fase Controlar o diâmetro do olhal pela co-
por olhal: (aperto por cabeça de - locação do parafuso em questão.
paraÍuso)

Este tipo de aperto requer a execução de um


olhal. Relembrar o artigo 281, ponto 3, do RSIUEE.
Só se devem executar olhais para ligação às apa-
relhagens em condutores de secção igual ou infe-
rior a 2,5mm2.
Executaremos pelas seguintes fases um olhal,
depois de feita a ponta nois condutores:
53 Fase Se necessário Íechar o olhal, sendo
- comprido cortar um pouco a ponta por
13 Fase Dobrar o condutor com um alicate de
a) - pontas chatas no ângulo assinalado.
onde colocou o alicate de pontas re-
dondas.
23 Fase Segurar levemente o terminal com um
b) - alicate de pontas redondas e fazer si-
multaneamente o correspondente
ajustamento da ponta cónica do alica-
(
te ao diâmetro interior do olhal que for \
necessário. Torcer levemente a extre-
midade do fio.

63 Fase Levar o olhal ao mesmo plano do con-


- dutor quando Íor caso disso.

a)

73 Fase Estanhar o olhal no caso dos conduto-


b)
- res multifilares.

33 Fase Deslocar um pouco o alicate e rodan-


- do-o na direcção indicada pelo senti-
do da seta, torcer o olhal, se possível
com um só movimento até ao fecho do
ol hal.

1.8 PROTECÇOES
-
1.8.1 Protecções às instalações
-
A _ FUSíVEIS
disposto 2.5.4
-No - APARELHOS DE PROTEC-
ÇAO, artigos 1339 a 137? encontra-se a disposi-
ção da aparelhagem quanto à construçáo e tipos
de protecçÕes, quer protecção às instalaçÕes co-
mo a pessoas.

50
t9
ose8 c
-
la^lsnl ouodns E
-
Edurel - V
(sorpenb a srgu;ed)
JoUelue ol:ede Ápteg od;1
!
oq)nlJÍDoJD)oKr)e
JDJr{ar DJDd Oqund
oqcnyec odrl ;an;sn3
leluoJl oUede Ápleg od;1
:sod;1 sonrlcedsel sop se^!lelueselder
setnôt; sE as-eloN '«ollcnuPc» op eujol P a.rqos
sopeluasaJde'e1loc ep repod olle ap so eputE uJal
-srxf 'pozpr6 a pazooN odrl'o;ot ep e Ápieg odrl
sro^!snl so'sopezrlrln oltnu sodrl srop ulalslxg
'sapeplsuoluloJqos ure soÕrrues eled seu-r
-alqord zerl oc;69; ? orrJoc'anb o '.rogledns oluorx
-ElerpouJ! lEururou Jole^ o eled :q e sopeôllqo a:d
-uras esenb sotuos ullssv 'solnclpg sossou so;ed
olsl 'elcexo ogôcalord eurn op opeptltqtssod e e1
-srxa ogu o^lloru oursou oled anb Jelou oO 'sopez
-!leulou srpuluJou solole^ opunôas ectuJgJaO o.ll
-calf üC e;ed sopec;lqel seg5elelsu! sp ogÕce1o.rd
ered segurnôes soarlsodslp so soual 'esselal
-u; rod opuenb 'rellnsuoc e so6rye soe oluen6
olor od;1 la^lsnl
solqP^lv
ip]oep^fnr:
Ts 4a M1 TF u-o- 1

(Base triPolar)
FUSíVEIS CILíNDRICOS DE A.P.C"

F-j E:í"..'1':!.:.=F\
. Normas U.T.E. 60 200, 63 120 e 63 211
r+',4 i o Fusiveis com e sem percutor
I . Lamelas Íusíveis soldadas directamen.
tê sobre as peças de contacto
F1
. Fusíveis com pêrcutor:
- Funcionamento directo e instantâ. FUSIVEL COM PERCUTOB
neo, podendo accionar um contacto
FUSíVEL COM PEBCUTOR ausil iar
.4f_ + EsÍorço no Íim de curso:5 a 10
. -Poder de corte:
N
E*l 6.õ
.é&ítu ----j- gl: distribuição = 100 KA
r:_a

E:)Ç"Ã - re-i"'..1*

w.: ^ - aM: acompanhamento dê motores


= 140 KA *lr
E;..t
ldi"Y
&.
q-;J ..' §
2 ;-, ÍfffÉ"*^4,
antes depo i s
da da
Íusão fusão antes deoot s
da da
Íusão t usão

. Normas U.T.E. 60 200, 63 210 e 63 211


. Fusíveis com e sem percutor
. LameÍas Íusíveis soldadas diÍêctamen.
te sobre as peças de contacio
. Fusíveis com percutor:
Funcionamento directo e instantâ.
- neo, podêndo accionar um contacto
auxi I i ar
EsÍorço no Íim de curso: 5 a 10 N
o
. -Poder de coÍte:
Normas U.T.E. 60 200 e 63 120 * gl: distribuição = 100 KA
. Fusiveis com e sêm percutor
acompanhamento de molores
n PodeÍ de corte: 80 KA - aM:140
= KA

NH _ FUSíVEIS DE ALTO PODER DE CORTE


TENSÃO NOMINAL: 5OO V DIN 43260 CEI 269
CORPO
- Em esteatite anti'higroscópica, de alta resistência mecânica e
estabilidade térmica com grande câmara de êxiinção do arco
CONDUTOR

»w
Fusivel, de liga de cobre, cujo desenho assegura o seu alto poder
- de corte e o exacto cumpriÍnento das curvas de ruptura
FACAS
- De contacto de cobrê electrolítico prateado
TAMPAS
Em alumínio, vedam o corpo de esteatite de ambos os lados por
- meio de juntas de amianto. Quatro paraÍusos zincados seguram
este conjunlo de ambos os lados. lndicador de Íusão, de cor em
contraste com a das tampas paÍa maior visibilidade de indica.
ção.
PODER DE CORTE > 100 KA em 500 V

52
09
ercuglod ap solceluos sop IEuil.uJol
-9
salerlrxne solcPluoc ap lEuruJal Y
ogÔcaloid aP oqnt
la^!snl oLlcnl.rec
-v
(egrarrppeepranbsep
ras op apeprlrqrssod)opueuroc ap o^!lrsodslO Z
ogôcalord op eLllare
- L
-
:^I ,f il
'o3lm9.roc oluaurPlosr o r.rjoc'ecr.rpu!Ic PujJo] Ntirii.
ap g sra^!snl ap odrt O 'Ef -tyC o 'anbruecoLuolal
ep ? ropeuorccos g 'soperodrocur sra^!snJ uoc
'L!1- -,
ropeuorccos r.!n eprnôes ulê soruEluasatdy
vy 0, = '3'c 092 . v)t 08 = 'e'c 009 3luoc 30 u300d
^ ^
oclltlo.llsala oluaurelerl uoo to-Plel ulf -
SOICVINOC 3 SVdWVI
'e:n1dnr ep se^.rnc sep oluauudunc olcexo o a auoo op
japod olle nas o einôasse oquasap oínc'arqoc ep e6tl âp*la^tsnl
uornoNoc
-
ocle ap eleugc apuel6 u.roc'BcluJJgl epeprlrqel
.sa a sc!ugcau Brorlglsrsar egle ep ecrdocsor6rq-rlue olrlealsa uf -
oduoc
z I ! sued '/96! :88's's 009 :lvNil toN oYsNS-L
^
fl_uo3 f c uf cod oI]v lo sll^lsnl - csH »ffi
'âluelos! od.roc o e"rq
.os o-essard e sepeluou 'ocll!loilcele olueurBlerl uroc'oglel uf -
oHcSt lo silnsdyc
'ernldnr op serunc sep olusrulld
.urnc olcexa o opuern6asse'olapou elso Ered eluatulelcadse ep
"eiqlleo a epequosap ârqoc op e6ll ap eu;ug; rod opeurJol la^lsnl
ffi/ uornoN03
-
'ec!urql apEp!llqelse
o eclueceur Blcu?lslsar ellp ap 'ecldgcsor6rq-;1ue alllBalso ur3 -
oduoc
692 t3C 01209 C'3rn 009 :IVNIWON OYSNIT
^
socrucNFrc sll^lsnl - Hz
ffi(
corusrrrurçÃo gos 130, 131 e 132quantoàsegurançae desempe-
nho de Íunções, quer ligado ou desligado.
Tratando-se de um interruptor, em que a abertu-
ra e fecho pode ser automática, em condições
9oQ 9@
{rt{t-Í
Seccionador tetrapolar
, pré-estabelecidas, deverá possuir sempre duas
partes distintas:
Um interruptor metido no circuito a interrom-
- per.
Um sistema de disparo que provocará a abertu-
- ra do iíterruptor.
4 contactos/2 contactos auxiliares Sendo assim o disparador tem duas funções:
Detectar imediatamente o "defeito» no circui-
ao fecho - to.
Actuar rapidamente sobre o mecanismo que
- desliga
9oQ 9oQ o interruptor.

{rd{t{-Í
, Daremos em seguida a constituição de um dis-
juntor, no caso presente, um 3VEL da SIEMENS:

Seccionador tripolar
3 contactosl2 contactos auxiliares
ao fecho

9@9I L
{í{td{í
Seccionador tripolar
com fusível de controlo

3 contactos/1 fusível de controlo/1 contacto auxi-


liar ao fecho

Depois de termos observado os tipos mais usa-


dos de fusíveis, devemos ter em conta que para a 1 Dispositivo de operação com disparo livre
sua montagem o RSIUEE reÍere nos artigos 2g6 a 2
- Contacto móvel de corte duplo
298 a disposiçâo dos mesmos em relaçáo ao cir- 3*
- Câmara de arco
cuito e entre si. Os artigos, de 5ô7 a 5g5, obser- 4
- Relé térmico com compensação de tempera-
vam o tipo de protecção aÍazer à instalação, qual tura
o tipo de díspositivo e os cálculos exigidos, míni- 5* Relé electromagnético.
mos, bem como o aconselhado.

Este disjuntor tem regulações alé 2,SA em


B _ DISJUNTORES 380V. Dispensa fusíveis contra curto-circuitos,
qualquer que seja o valor da corrente de C.C. no
O disjuntor deve obedecer ao disposto nos arti- ponto de instalação do disjuntor.

54
a
Ca
99
'to1unÍsrp op oÕruas ap op
-elso o aluauerelc racaLluogol ualtu.uêd
'a1snÍe ep ep oluot!euorccp êp sêgloq sop ogôrsod
-eprssêcêu LUês osnleled urn ruoc 'rolunÍ e a saroc sy ercugôleua ap a sredrcuud
'opeapec un -srp epeo e aluêurlor;alsod operodlocur seroldnralur eled e!10 361 ep se95rp
opPluour ras apod sexrES se sepot ur3 res apod euru,u.i ogsuêl êp onrlrsodsrp 6 -uoc se zelsrles ogôeôll ep oirritsodsrp 6
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rod opercuan;lur g ogu oredsrp g epeÍes 'extec eu op
-ap eôrec op apEprsualur e 'elcexe a eprd -eluolu rolun[srp o ecrl se;deurs êlue]seq 'eJnôos e se;du.rrs ELulol eu.l
-gr eu]]o, pun op a oluajl ep aued ep 'ep eLurol eunO segôe6rg seprdet uelrpqts "np LLZgt Nlo g0 ppezrleuilou pqlec atq
-e1snÍe las apod erelc elecsa eun olqos -sod sEpe^êla-olne seqlruE a ossêce uJog -os oErssard ? opextl tes epod.rolun[srp 6
§§f*ê
oredsrp êp ecue^elv o
ê]snle op elecsl @ 'ê]uêrqure e;nleredu.ie]
ernleredurel ep ep êluorllê]uopuadapur' esoôued
ogóesueduroc e ered e6recerqos eurn eluered os-enlcê,tê
o3rl9lou.rq oluoLUêll @ our.resêp saLl.]resop sosle] op
o
eôrec ep opeprpqrssod e epeduur ê 3ogg + ?}e
aluê.roc eled oprcanbe JoOZ- op eueô eun uuoc eredo
ocrlgloLUlq oluêuloll o ernlerodure] ep ogcesuedutoc y
Seguem-se alguns tipos de disjuntores da SlpE.

DISJ UNTORES MONO FÁSICOS OIIII


Caracteríslicas técnicas:
Tensâo nominal - 380 V -
Tensão de ensaio - 2500 V -
Poder de corte - 1800 A

ConstruÇão compacta de primeira qualidade e


ormensões reduzidas.
Protecçáo contra sobrecargas poÍ actuação durn
relê térmico, de aquecimento indirecto no DM - 2L e
directo nos !'estantes.
Pi'otecçáo contra curto-circuiios, por actuação dum
relé electromagnético de núcleo f ixo. Relé
electromagnético rápido com actuação em menos
de 6 ms.
Dispositivo de corte de neutro efectuando a rotura
em vazio.
Os disjuntores DM podem ser montados como
unipolares. podendo ser os contactos de neutro
aplicaods como contactos auxiliares NA.
Corte de fase por contactos de prata com rotura
dupla.
Ligação por bornes com apertos mecânicos.
Porta-etiquetas incorporado.
Os disjuntores DM podem ser montados em
qualquer posição e sáo insensíveis às vibrações.
Fabricação baseada nas normas ASE.

Modos de ligação: ACESSORIOS PARA DISJUNTORES DM

Unipolar . --rnnftJ L-

. i .---rmr.J
nt-
I
I

N N
com corte de neutro
Bipolar
sem corte de neutro

. .-e-,J nL_.

Espigas para ligação atrás

"ffiI;Miw
't

-!

Espiga para ligação do neutro


(Comprimento = ô3 mm - Rosca M 4)

56
ffi 'secrod uoc Vd seqlrnboq no
oz, a zzz' lzz'ozz sur3nq ap o!Óeldepe eJed sogínq uo3 (tlc) z, dl o9Ôcêlord
sopedel sorn], uênssod o[-]c sâro]unÍsrp sop sexr$ sv Esll-€lau exlPc uê oL-lc lolunÍslc
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ISU :ogóe6r1 ap sopot4l I OdlI l,ll0 Sf UOIN0TSIO'
Duração Disjuntores tipo W 0,5 até 50 A, 380 V -
10 000 ciclos de manobra
Para Íixaçâo por mola sobre calhas de suporte de 35 mm
de largo DIN 46277.
Corrente nominal A fixaçáo por mola só pode ser desÍeita por meio de Íer-
ramenta. Também se podem Íixar os disjuntores por
4-6-10- 16-25A meio de 2 paraÍusos ou de uma braçadeira.
Os disjuntores deste tipo podem suportar uma tempera-
tura de 45oC e humidades relativas de 95%.
Poder de corte
Os disjuntores W unipolares e multipolares sáo Íabrica-
3000 A dos segundo as normas VDE 0641. De acordo com estas,
2201380 V .' o seu poder de corte é de 1,5 kA a 380 V -.
A,altura da tampa é de 45mm, a largura apenas de
17,5 mm.
Características de disparo A duração dos disjuntores é, em media, de 20 000 mano-
bras, consideradas não só sob o ponto de vista mecâni-
NF C 61 -400 co, como também em carga com a corrente nominal
CEE (224 seg.\ 122171 completa.
Os contactos de ligação dos disjuntores sáo fabricados
NBN C 61 141 com material altamente resistente à f usáo.
vDE 0641/73
Sabemos que existem os disjuntores de míni-
Bornes de ligação ma corrente, de máxima corrente, de mínima ten-
sâo, os mais utilizados para a protecção às insta-
0,5 - 6 mm2
laçôes, para a protecção a pessoas, os disjunto-
res dlferenciais que funcionam com correntes de
Tensão nominal fuga. Deve consultar-se o RSIUEE, dos artigos
2201380 V * 5969 ao 6129.
Apresenta-se em seguida alguns exemplos de
disjuntores d iferenciais:
TETRAPOLAR 1O/30 A DIFERENCIAL,
CALIBRES MÚLTIPLOS
I

I
bY
'(1, 09 > 'U) ogÔe|elsu! eP etral
? sEppôrl aluoueloaJroo uoro^llss selsa as o-esuol
uã sÊlsod âlueulEluoptcP secll9loul sEssPU uoc
solceluoc so Eiluoc sEossad se lo6â]oJd olluiad
lprcuaisllp o^rlrsodslp o anb leJqual slueuodu! 3
'rolunÍslp op ejnuâqe e Bco^old '?lar op og5eltc
-xâsop Bp relurl o e6ur1e opuenb'3nb eplznpur elual
v 009/082 saHV'IOdls -roc eun orl9punoas oluauelolue ou ogluo es'elJC
'ollelap op alueiJoc ep lolE^ o u?l sou9ullid
soluorleloruo so uesss^eJlP anb soluoJtoc sep l?!l
-ol3o^ euos E 'olueuelosl ap ollâlâp un 9q opuEno
'ogÕel!cxesap iod euolcunl anb
lê^lsues ol!nu ?lêJ urn âp opuEtros ap Bulqoq P ope6
'!l (ouu o!l) olrppuncãs oluoueloJuo uln a laoalold B
oltncr !c o uroo âu?s ule (ossoJô oll) souguud soluau
-eloruê uâl'speprsuelu! ap lopPullolsuell no olol O
'gqàroro1 o^!usods!p un Jod epern6
'asse ? BrJat p ol!alap ap glualloc eiluoc ogÔcaloJd V
IVrCNsU3JO OyÔC3rOUd
-t' tN 'il.r-29 c lN eujou eu epeclpu! olueueuolcunl ep
ff euoz p rolun[slp oe opupin0assP octuJ?l Jopel"dslp
o elllxnv ul 9 ep ollncJlc-ounc op solugJJoc PlEd.lEU
-orcun; e eôeuoc Joper"ds!p elsf leululou eluãlroo
e sêzo^ Oe e rolrodns aluoiloc lenblenb ?i"d sulO!
p lEnô! oulxgr.u odual unu rolunÍslp op eJnuaqe e Pc
oldlcNrud 30 vtl[3nos3 -o^oid ânb Ep!d9l og53E ap oc!l?u0PU lopsleds!p uJn
rod ppBJnoasse ? ollncJlc-ouno Biluoc ogÔcoloid V
-llBc op ogSeclpul e aluâure,els re^ oprrr,"O ''"ngii! vcrrJNcvul oyÔcsroud
slualedsuerl elêueJ EUn rod op!ôaloid ? olunÍuoc O
uoc so!r9p!tos sosnlei'd g no z rod '3"0r+a
""-;:iil,iü3
-sa ajq!lEc op role^ op ogáunl us slunqs sop o95eB;1 o9- êrlue aluâ!qup eJnletâduâl eJed ?pEsuêd
V epe[gsop o-eóelnoar ap apBplsue]ul e lalqo oluêtll -uoc'olcaJ!p oluau!canbe sp ec!l?laullq eulu9l EUn
-lrcsl elrulâd'oc!l?u0?u ê oc!ur?l ssJopelBds!p sop Jod op!nl!lsuog'opPzlrodtusl oc!ul?l lopeJeds!p uln
olunÍuoc o uoo o-?áe^uâp ue 'slunqs ep 060Í un Jod Êpern6êssE ? seõJe3ârqos se Plluoc o-àÔcaloJd V
Urt3cvuEtlvc 3o o^utsodslo vcrlÍúu1r oyÔc3roud
orNS ll\rvNolcNnJ oo ovÔlHcs:to
vur 009/092' uv-lodvurf I
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^ouv9'c!] SO 3H8OS S:IOVOllvUf N3C
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slrNf uuoc'-lvlcN3ufllo v 09/0t HVIOdVUISI
DISJUNTORES DIFERENCIAIS S.8O

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Fig. 1

ss{+s*&íl4i.*'à4fr,

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Fig.2

Disjuntor Calibre Ref 3 Fig.


Bipolar 5/15 A 5-10-15 (20"25) A 111 715 'l

Bipolar 14145 A 15-30-45 A 121 745 1

Tetrapolar 10/30 A 10-15-20-25-30 A 123730 2

60
no 'u.lll nas ou lonb olclu! ou .lanb - slo^!xêll sêl
-olnpuoc op osec sajolnpuoc sop ogÔPclllluopl
e repuauocoJ ap- êldtuas opuas - uaôelêqec
op sê9Ôelelsul ap sodll sunolu soul
- sorolnpuoc
-odord uitssv ';eutôt.to ollncllc ou ogÕelepouat
no eue^e ep ogÔe.redat lanlssod eun ap opuenbe
pcgl ecrlgtuanbse «Elrlltêl» P oluenb lanb 'saçrÔ
-e1e1su1 sep eôuetn6as e oluenb tenb 'etcupl)od
-Lrl op olunsse un ep elell os anb eptn1p uag
113CVH1!lHVdV
3UIN:I S3gÔVCll - 6't
oporl"gla oe
[uug'o! e g'g a»ua Õ)
zuu 0z e 9t ap 'oqEc
cp o_e5e6!l eiEd
leululal

olos ou'op
'or]o9le op ogSnPorlu! P L0-9ZZ0l
rel!l!38] ep ur] E oper
-adual o5e ua erlaluod 1B
fr-'{*'
'il
oPes! tde
gras apuo olos op epPpl^lls!s
.ar ep apuadap 'salu!nlllsuoe sol
-uãuala oP oraur.tu o ouoc ulsse 1.1,,,
'oporl3?la op lElol oluaulrduoo O Fi ,lr
ill
L_l_r il:
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!o-sgror. ts odtr
op soluauala soP ogáe6 IO-LZZOL
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-llralu! ered'oPe!uPef,
-senb ua ueôeq;etede ep apeplpun;otd ep opll oô? ua'PPPosol oglun IB []Í
-uês ou 'o9Õtsodatqos uo sopelelsul oErs opuenb
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-ogcdacxe sosec ulo o^les BpezllEurou oqsuaulp e
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-uo.rl op!luês ou 'el1e1so l.t.ta sopelelsul lecl; o9lê^
ranbl"nb as"re!cosse oP t0-s9 0/ i.--1,- J,
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62
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-uEnlcE'olrncric-o1rn3 êp saluaiioc ap
oyoc ap rapod aluotua^uoc ap opelop
'sopeplsuolurêJqos erluoc ogôcelotd
ap oqleredv * lovsnl oJtncltc-eyoc - ;t, ,;UV
'o9s
-uaI op ogôena1e Buln ap solue]lnsal
srercrpnIard no sosoÕ1lad soltala so
relruJrl no lrpaduut utt; rod tual anb oçrÕ
-celord ap olllêredv sagsuatalqos
etluoc ogôcatotd -êp soqlatedy - dge dljv
'oluor.uexreqE o no oElsuol ap ellel
eun op salueilnsal 'stetctpn[eld no
soso6uad solrolo so lellul!l no ltped
-LUl Lrill
rod urel enb oçrÔcelotd ap oq;
-eredy ogsuol ap soluawexteqe no
-
selpt eltuoc opScalotd ap soqletedy ,;9e .;UV
'ouoc ap repod ap opelop opueu -
-oc a olioc ep oqgaredy totdntalq - d80 .;UV
'auoc ap rapod op opelop- opu'o9Ôezt;
-!1n op oq;arede [.un no ogÔe;e1sut eun
relosr E oluauilEluêu]?punl opBUllsap
'auoc op or-lleredV - Jopeuotccas - .;/t dl.lV
'gar;ssod enb ' sepPu I lrtla]epard sagÕ1
Puoc
arduas loueutrod ap ogÔellsnll oL.tloo uoq 'sos r.rJo oluotuEctleuolnE lrznpotd epod
-rê^rp soroloeluoc ep so;dtuêxê oE|lua soua.leC as ogôenlce eínc o ol!ncltc-ounc ap
'lo1dn:talu; o Jeuolsunl zEi anb 'oc119uu saluarJoo ered elloc ap iapod ê]uâ!u
-naud no octu?cau 'oclJlc?la ontllsodslp LUn - -ê^uoc ap opelop 'oçrôcelold a opuetu
'telodl1lnul no -oc 'o1loc ap oqlatedy tolunlsrg - d6e duv
- 'lo1unÍ
run 'oyoc ap lêpod ope^ala uoc.toldnllêlul un -
:sleluouepunl salred senp lnssod -slp op secrlsJJalcerec Lu?que1 tnssod
'se)tau enb rolcetruoC - tolunlsrplolceluoC - ,it, .;UV
-otoq rcd LUeuluouap as anb sexlPg t!a sopliêul 'serq
no soperedas 'salossald sag]oq iod soplnltlsuoc -oueur ap ororunu opE^ola lBlncêxa
agueur;eteô 'souanbad solcPluoc ap eJqoueu eied oprqacuoc 'ueLu!orloola un ap
e;ed 'o11ncltc uln op elnpoqe e no oqcal o lepueu oreu..r .rod ;era6 uuo opeuotcce 'opuBut
-oc e opeutlsap o^tllsodslp Lun ? lolceluoc O -oc a êlioc ap oqleredy
- topetuaC - d0, duv
SãHOICVINOC 4'Z :s30ÔrNrJ30 r'z
- -
(socrNVcstíuourcãtl)
SIVIUISNO N I SO1AISIIVNOINV
Vida mecânica 30 milhões
lntensidade nominal
útil nominal de manobras
lntensidade permanente lth2 164
Tensão nomrnal de isolêmento 660 V Corrente alternada

Temperatura ambiente admissível


lntensidade nominêl de serviço lelAc 1 1
25 até
à tensão nominal 220V 104
Gama de trabalho <380V 6A
das bobinas magnéticas em c.a 0,8 até'i,1xUc >380V
Frequência de manobras até 500 V 4A
com intensidade nominal de servico 660 V
em manobras/hora Proteccão contra curto circuito
comando em corrente alternada lntensidade nominal máxima do fusÍvel

SecÇões de ligaÇão
Fusíveis NEOZED@ e DIAZED@ lentos 16A
ligêÇão por paÍaÍuso ráPidos 20A
unifilar de fio fino Fusíveis NH tipo 3NA1 16A
2xl1-2,51 mm2
com casquilhos terminais Fusiveis automáticos com característica G
2xl1,75-1.d mm2 (corrente de curto circuito<600 A eficazes) 16A

Os contactores auxiliares sâo Íixados à As cinco tensões de accionamento mais As anilhas de aperto eláslicas com Íor.
pressão numa só operação sobre a ca. utilizadas identiÍicam.se através de co. ma moldada garantem Íirmêza e um con.
lha normalizada 35 DIN 46277.O disposi. res segundo IEC 309 A, para quê em con. tacto perÍeito do condutor. Os topos as.
tivo de Íixaçâo incorporado garante um tactores já montados se possam identi. sêguram uma posição deÍinida e eviiam
assentamênto Íirme e dois apoios de Íicar Íacilmente iguais tensões de bobi. passagêns do condutor.
borracha impedem dêslocamentos latê. nas.
ra is.

ffi ,{ ? $ *\

*? §A

Previu-se na tampa uma possibilidade O elemento RC para amortecimento dos Para se proceder à troca da bobina de.
de reÍerência do aparelho o que dá uma picos de tensão ou o termistor com atra. compõe-se o contactor só em duas par.
aparência uniÍormê a todo o conjunto de so à operação são Íacilmente agregados tes. Peças solias, como paraÍusos e ani-
contactores. O código de número de ao contacto por pressão. lhas, não existem.
conlactos e a designação dos ligadores
estabelecem-se segundo DlN.

64
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'oxrJ octlêu0eul oltnct!3 - 6 'sra^gur solceluoc ap oçrsserd ap eloy\ - Z
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'la^gu olueuiedrnba op epeuleLlc op sBloy! - Z
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I
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B
I
I
I
I I
t4 t9
2,3 RELÉS TÉRMICOS
- E TEMPORISADOS

Dever-se-á consultar o RSIUEE nos artigos 5899


ao 5929.

RELE TERMICO DA
BBC o TSA 11.12

68
69
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z9'o e.t0'o - l'oe tz'o' tz,'o e zl'o
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(osel op Elle1) ecrselouolu eLlcier! ê Jolor op ruoopcolg I j
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ercugnberl ep segSeuen -
onulluoc oôrrues u:e no enbuere o olup.rnp seôrecerqog
- HOIOy\l OV f"t3u
:vH-LNOC VOVUnSf SSV SlUOl-ot lO OyÔCltOUd
- oo oYÔvcn 30 vurf NVy{
epezr ;ecrdorl ogôncoxf
ocrlçr.uolnE ê lEnuEur oluêurEr..ulEêu O-LN:ltl\VlndOCV
- A 009 - v 0L - Jos.lo^ur olceluoc Lun uroc sopedrnbf
oluorqure ernieradurel ep seçrôerien erloc sopesuêduroC
oYÔfln9ru
SOClllHSI S:113H fo uoNf v\uod
'PUil.u9llE
- ZL Ocluçcau
ojPdslp op o^llrsodslp op olorluos ap PI)EE - 9L
oxtl olceluoc 9l EÔrol êp Eualsls oe oPÔeô
-tl ap leuruilal - ,L olorluoc op ogÔe0ll ap lEulul
-Jol-
-
- 0L oLlcal a Elnuaqe ';errgu olcPtuoC - ZL
erosuol eloll 'rEr,IlJeor op oBlo8
- LL
sra^9ur solcEluoc sop ouodns
- 0L
op enô
§-*-?**§*--; ,
-gu-g Etn0 o^tlrsodsro-/ ectur?t - 6 ouode
ogÔesuad ,
-tuoc ap eulul9l!8 I ecluçcotll «ElncSç8"
-
orEdsrp op o^rlrsodsrp op rolralu! q)ea -,
- I *,1ffi-*-i
Jolnpuoc leuruJol e o3!ugCOuI OledSlp
-
op o^rlrsodslp op rolrodns etJe8 L
- u eduel -
RELÉS TEMPORIZADORES
Accionamento por motor sincrono

Comando à operação

Tensâo de comando 220 Y 380 V/50 Hz


- -
Temperatura de f uncionamento: - 20 / i- 60o C
RELES TEM POR]ZADOS (PN EUMÁTICOS)

Elemento de retardamento pneumático

lnsensíveis a vibrações e oscilações


de tensâo e frequência

Temperaturas admissíveis - 20o a + 60o C

Duraçáo provável:
Sistema mecânico 5 x 106 manobras
- Contactos 106 comutações
-
Fabricados segundo normas VDE 0435
e 0660

Contacto inversor para 4 A 220 V 50 Hz


zR 1U 712 F ou 2,5 A 380 V 50 Hz
CONTACTO 1 contacto inversor Dimensões: 108 x 85 x 45 mm
- 4A-220Vl50H2
Escalas de temporização: (Segundos) Temporizaçáo - Reg. de 0,2 a 180 S

1 a30 2a 60 FUNCIONAMENTO
1,2 a 40 15 a 300

VR560

A desoperação:
Quando excitada a bonine (ligada) a
comutação do contacto estabelece-
-se imediatamente e mantém-se nes-
sa posição. Quando desexcitada a
bobina (desligada) o dispositivo tem'
porizador entra em funcionamento e
decorrido o tempo ajustado o contac'
to volta à posiçáo inicial

VR 510

A operação:
Quando excitada a bobine (ligada) o
dispositivo temporizador entra êm
zR 719 funcionamento. Decorrido o
tempo
ajustado, estabelece-se a comutaçáo
CONTACTO 1 contacto NA + 1 NF do contacto mantendo-se nessa posi-
- 4A-220Vi50H2 ção enquanto se mantiver a excita-
ção. Desligada esta, todo o sistema
Escalas de temporização: (Segundos) volta à posiÇão inicial.
2a40 3a60

70
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!r-3v v0'o
r^0t, u.lapto Ep odurê] op êiuêpuêdapul
(1e,re1nôer) ua6esse6
oEÕEllcxosop e opezuod ulo1
ogÓeltcxaseP
(ogóeiroxê e ure6essedl e 1e,rg1nôer'uloôessed
opezuodura] oslndurl
(oPÔeredo)
o9Óelrcxa og5elqcxe p opezuodLUêf
V opezrrodr!ê1
zq-ze opeqra)
zq-ze'uoc olceluoS
ogóeuroLrrle op (oEsuêl ruês) opeledas opueuioc op opol^
ogsuo] lod opueLUoJ olceluoc lod opueuroc
sla,\eu§!ocelos segrôun3
(osourung oporp rod) og5elnutoc ap opelsê op ogÔectput uJoC
salueltodtul sleu sagÔt.tosald sp epuodsaiJoC
-
seltsered sêgsual sP epe^ala eÔuEJn6êS
-
0zz e A vz 'c'c e)ed -
-
A ort qle ^euiêlle aluollos eled -
H'ESE
'ululresç0'0
:ep sagSelnôer uJoc stê^9lnuoo ogSezl:odulel ap saglecsê I -
ogsual uJês lelllxne olceluoc
rod no opueuoc êp ogsuêl ep ogÕectlde tod olcaltp opueLuoC -
(t=)ogSuni) osindr.lrop odual op eluapuadeput 'iua0essed
(V o9Õunl) oçóeltcxesep e oPezl:odulal -
(m3 ogôepun1) rueôessed aP olceluoC
(3 ogôun1) oçróeltcxe P oPezttoduel
-
-
s!a^glnuoc seçróun1 , uoc opez!.toduet glaU
qnqcs
lesra^!un oppzuoduat glaH + roqcards
2.4 ACESSORIOS DE MONTAGEM
-

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TIPOS orMEr.rSÕES mr sEcÇÃo
úTrL

coM RAScos coM FUHos D


mm2
LrsA A
(largura) (altura)

R.2525 F.2525 L.2525 25 25 497

R . 2540 F .2540 L. 2540 25 40 802

R.4040 F.4040 1.4040 40 40 .1295

R.4060 F.4060 L.4o6o 40 60 2039

R .6060 F.6060 L.6060 60 60 3130

R. 6080 F.6080 L. 6080 60 Bo 4340

Em estudo

COMPBIMENTO NORMAL DE FABRICO DE CADA ELEMENTO: 2M

72
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I
Fixa çáo LaÍgura = 30 mm AL2.GA6í5
sobÍe 175 Íios de 1 ,5 mm,
1 montânle

Fixaçâo Largura = 60 mm AK2.GA615


sobre 350 Íios de 1,5 mm,
2 montanles

ffi
AT2,XP1 4R1.S4335791

ALICATE CORTANTE (Para entalhar as vigotas)


Rêíêrência Massa
Kg
ATí.PBí -______

PENTE DE DESCONEXÃO (Para memorização de registo)


RêlêÍénciâ Massa
AK2.CA.
Travamento de AT2.XP1 Kgo,o1 o
cobertura
AK2.CA o,z Setion-d-- ilT-
, ,,'5 ml# mm mmmm
Jf:-Fl l.t, r- l " e as 13.5
;t
L sJ l,5 2,O5 4 13,5
2,Oe 2,3§ 4,4 14,5
PORTA DE MARCAÇÃO tpnnn cARAoTERES Dy 1.DB6o) ,i 2,55 4,i 14.s
ffiM"""a
uNtrÁRtA kg
Sêction d L
TÍatamento de ARl.SA 335791 0.001 mrrÉ mm mm
4 12
6 3,9 15
10 --í2 c7 le-
rp
PONTEIRAS PARA CABOS
'16 (rigide) 5,7 22 _.
25 (souple) 7 ,9 1A
Reíârôncia N4assa 2b (ilgrde) 7.2 22
Secção em mm, UnitáÍia

ru:h
kO
1 025.CE01 0 0,100
(Capacidade ameÍicana AWG 18)

1,5 D25.CE0t 5 0,1 20


(Capacidade americana AWG 16)

2,08 025.CE020 0,135


(Capacidade ameÍicana AWG t4)

D25.CE025 0.1 35
DZs-CVOl

Reí€rência Massa

ww
Secçáo em mm? Unitáriâ kg
D25.CE040

D25.CE060 0,040

10 D25.CE060

Para condutor o25.CEí60 0,070


f lex ível

Para condutor o25.CE251


rígio (7 hastes)
De 35 a 3OO mm, utilize o. no""o

AUXILIARES DE REGISTO
ReíeÍência Massa
Dêsignâçáo unilária kg
ParaÍuso o 4 x 10 de Para coà
6tíibo imperdivel 1-1,5 mm,
D86.C819

74
9L
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sreurural ered (âlsal oÉeôil ap so!,
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BoToNEtRAS pARA coMANDo a orsrÂrucla


Plano de dimensões:

ELEMENTOS DE BOTONEIHAS
PARA MONTAGEM EMBEBIDA

Caracteristicas técnicas:
Em corrente alternada 4Al380V
Em corrente contínua - 1A/20V
Construção em SIOMIT -
Apertos mecânicos

_J,,]._
Designação 0or do espelho
Botoneiras de simples contacto
ReÍ. Tipo
Emb.: 1 peça Preto
576 Bl/O (botão "0" vermelho)
577 Blil (botão "1" verde) Peso = 729 Creme
578 Bl/ll (botáo "ll" preto)

Contactos prateados
576
Botáo veÍmelho Contacto do tipo NF para o tipo Bl/O (576) Ê D
Contacto do tipo NA para os tipos BUI (S77)e Bt/ll(57g):F
Botoneiras de duplo contacto

. ReÍ. Ti po
Preto
576t2 BBIiO (botão "0" vermelho) Emb.: 1 peça
577t2 BBI/l (botão "1" verde) Peso = 75 g
Creme
578t2 BBUII (botáo "ll" preto)
Contactos de prata
577t2 Todos os tipos são igualmente constituídos 5
gotão verde por 2 grupos de contactos de inversáo a
conforme o esquema junto. o
5

78
6L
'ueopluor.u e aluElnp soc 'eôuern6as ep sol!n3rlc ered sop
-lupcorü souep o sopep!Íns EJluoc ogÕcolold -eudotde oErs osrnc ap sull so
sEpBr.lcol sBJeugc ue olcBluoc ep soluêluol3
- - g/'Ztlelt0 gOA
opunôes JN solcetuoc sop epe5lo; BJnUeqV
'E!cJgu! P sopl^op eutnb 'r"ueôeluou ep oduel op ogSnpet e epec
-glr Bp -soluauecolsap slenlue^s Joqlau epodns -r1;1dr.r.r;s
oprSecoloc
- ro!.relsod olueuelsnJe ues
solueueuo!cce orluâ elnurad op epepll!qlssod
- E!CI9U! luo eqCrBlU Ap Olueuecolsap Joleuu
'ogs;cerd elle ep seugnbçtu eled
- o9Õe6
-;1 ep oluod ou ogÔ;1edaI ep epBpll!qe!l epP^elf éosrnc op sull sop
'oÕedsa eP
suooBlup^ se oglse epuo
oppprssacou pp!znpal - sagsueu;p seuanbe6
'PJqoueu ep e;cugnboJl epe^ele uloc
oluoueuolcunl ep soue sgde oÔ1ru4s o eled ol sosuf
"'sosoNilfl n] 3 socrrsncv
-de epure es-EJluocue oslnc op tx!l o seJqouslü ^to
ap segql!ur 08 9lP l!ln ec!ugceu e sclrlc?la Bp!^
- ssuoovztlvNrs'osun5 30
t\ilJ fo sltuordnHufrNt 9'z
le g eJrauolog
ô ogz rrruJ z9 x 8ç l. sr9
llf l8 oruauala 1
6/19 orueurale 1
l/18 olueuala I
:rod eplnylsuoc I t I e;du1 errauolog - gLg ]aU
ôool wwzg x zll
6/;g oluauala 1
l/18 oruauala I
:rod eplnlrlsuor I Zg eldnp elreuolog - ?1,9 ]aU
eôad ; :ua6elequ3
eqoeJroq ep elun[ uloo mrlg]êtu edulel
lpluozuoq ula la^Juê^uoo leluê^ uue6eluoyl
seclod uroc sosnlered rod ogóext1
aluarlBs odr] op sp se3rtugpl
eprqaque ura6eluour ered se;dr.r1 a seldnp serauolog
ô oge ur.x z9 x 89 l.
dZ g elrêuolog
I l/ l8 oluauralê |, ZLç
O/18 oluauêla I
l/18 otuauala 1
:rod ep1nylsuoc dg g e1du1 eltauolog - tLg lau
6 otz uuzg x zLl
O/18 oluaurala I
l/lE oluoLuolo l.
:rod ep1nlrlsuoc d7 g e;dnp e:tauolog - ZI9 lau
eóad ; :ua6egeqtu3
leluozuoq lecruê^ uabeluo1,1
u.rê lê^J}.rê^uoc
g I 64 gte surcnq eted sepellua senc
fi=)l zv 61 ogÓcaior6
epelurd ect lglour exreS
aluarles uta6eluout e.red se1dt.t1 a se;dnp seJlauolog
ougllun oàerd ogôeu6rsag
'seollglogJ sextec ue sopeluoul 'soleld soq;edse uoc lE od!l'olceluoc se;dtu1s op soluotllole tod seplnlllsuoC
svldlur 3 sv'Idno vulf Noros
Formato largo Alavanca de Alavanca de rolete
rolete angular pendular Forma A
comutável na
Forma B

M&
normal com corte comcorte COm CUrSO cOntaCtOS
com corte normal normal aumentado
brusco com simul- com coÍte
taneidade normal
breve de
contacto

com curso normal


com curso brusco 3SE3 020-1A
com corte normal 3SE3 030-0A
G,,

il
com corte normal
com simultaneidade
1 breve de contacto 3SE3 020-3A
j com curso aumentado
I com corte normal 3SE3 020-2A

& com curso normal


sem contactos 35E32 51-1AJ33

*H#
13 21 13 21

m ffi
EÉà
Espisão simples de rolete
m
Scha
weg

I
I t-
0

,u
14 22 14 22

§',?rrÍ::"
| ,'
I

Cómoda e rápada ligação dos condutores pa-


ra facilitar a introduÇão dos condutores retira-se o - +T'
«miolo» do fim de curso (fixação sem parafusos).
Facilidade de acesso e ligações pela parte supe- 13 21 13 21 13 21 13 21 13 21

rior reduzem o tempo de montagem.


Dados técnicos
*++H *++H
- lntensidade permanente: 1,,,2
104; lntensidade nominal de serviço 1,.: 10A, AC11
14 22 14 22 14 22 14 22

em 220V; Tensão nominal de isolamento U,l


500V., 600V-; Classe de protecção: 1P65, capsu-
lado, estangue ao óleo; Temperatura ambiente:
-40oC até +85oC. Cotas de f uração, ponto de liga-
ção e classe de protecçâo segundo DIN 43694. Iffi lffi iw
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XV1 x A8".. ILUSTBAÇÁO REFENÊNCIA CASOUILHO TIPO DIMENSÕES

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ÚErl GIL-.:, K BA 9s Néon 110 - 220 O 10x28

\3811úú, GUL:.-. E14 Filamento 24 -'.t'lo -220 õ 16xs4

[m GtL.:-. E14 Néon 110-220 õ 16x54

oz
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iesn P aluoiloc ap odll -
- o opueuoc ep sogôrg ap olp?uralurrod uercuanb
-as as enb exalduuoc souatrl no sreu ogÕceralur
:eluoc uro Jol anb
sotüaJal rolceluo3 urn ap eLllocsa E Ered 'ullssy
ap'oçrÕezrlrln op sercuglod seugn ap sollncJ!9 op
olunÍuoc un lesol «os» Lunu te6tlsap no leôt1 ep
'ouoc ê erqoueu op apeprsualul ?'? ossacor<i uun enb sreu ? ogu or.usrlEuJolnE un
ogôez;1t1n ap
oElsuol ep purxEru a euluJrrl elcugnbatS g'7 UOICVINOC U\n f O OiN:lk\VNOl3331lS
oçlôezr1r1n ap sagsual Z',
Erqouerrr a ayoc ep :epod opuelg f ',
ecrJlc9la zalsnqoH
serqouBLü ap olc!c opE^êl:l
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euolcun+ enb uta ogSrso6
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-
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-pq ap solgslnbar selutn6es soe Jacapaqo anb oErt
-a1'oçuped'soureôrp'seulJou otuoo
- etcugnbas
op opueuoc op ?le o Eiqouetr ap sogôtg
- saJol
-celuoc soe ecol anb ou a 'sosec sop tenblenb uua
'sey1 'secr;lcedsa setulou Lu?i - aluotuleluour
-Epunl sEurrl soursrue0ro sunô;e'o1ue1er1u3
- 'sopol Pr
-ed eurolrun oçrôezrlr1n ep sagSrpuoc ura stelclau
-oc selnured se sasled soe uralueteô anb'('1'3'g
sEr.urou sE) leuorceuJalu! la^!u e oEtÕezruro;
-run euJn E as-opual oluaue^llce;a'setu'sled ered
sled ap [uEuE^ oErlsenb ue sleuoleu sop secr]su ffi%
-olcerec sE uacaloqelse enb seurou se'uutssy
'seculc?la seurnbçuu ap ouoc ap o opueuoc
ap soqgarede sop opuptuoc ep sogôrç sop ogÕezl;
-Ecol E êrolor o'eee o6lue o'ou.rrg;ç ro4 'ope0;lsep ssHOrdnuusINt-oHStht
e opeOr1 ep saç»ôrsod se ara;ar o'Z0L oôrlre O
'roualue o6rye op segÕucserd sç ueSapeqo enb
opsap opueuoc ep soqlarede ap sagôun] aluau
-;en6r requaduuasep ogrepod ayoo op soqlarede
so enb zlp o'L0L o0ll:e O 'apoc ap soqlerede sop
oLlcol ap a olioc ep rapod o aralal o'00f oôrue O
'oçrso;dxa op ocsp o elluoo ogôce1or6 (q
lorpugcur ap ooslJ o eJluoc ogôcego,r6 (6
loçrsorroc E PJluoc ogÕca1ol6 (1
:secrugcoru saç»ôce plluoc ogôcotord (e
isoprnbrl ep ogôerleued e elluoo o-eôce1ot6 (p
iserreod ap o soLluellso soprlgs sodtoc ep
oçtôelleuad e Erluoc a oluau!^otu rJa no oErsuol
qos seôed uoo solcpluoc eJluoc ogôca1or6 (c
laluerqure elnleroduel (q
I secrrlcg;e secrlsrJaloere3 (e
:rêcopaqo uJa^ap anb B secrlsJralcerec salurn6es
se as-uraurlep'urrssy'opueuroc ap soqga:ede sop
spclls!rêlcelec sp os-uaJalar o'tf L o6lUe oN
'opôezrlr1n ep oq;arede un ap no ogôe;e1
-sur eun ap oluauleuo!cunl ap au10ar o rpcrlrpotu
e purlsap as enb oqlarede un ? opupruoo ap oql
-erede o enb aralar llnlsg op o'20 oô;ye o'prg
Características da carga
- A necessidade do serviço que se pretende
K1T
Relé temporizado
- Normas a obedecer
ou
- KT1

Então o contactor terá que obedecer, em nossa K1R


opinião, à: ou Contactor de apoio
nominal de utilização KR1
1
2
- Corrente
Corrente (em função do nível térmico)
3
- Tensáo nominal de utilização S1 lnterruptor de comando
4
- Classe de utilização
- 4.'l Para circuitos resistivos H1 Lâmpada de sinalização ou iluminaçáo
4.2 Para o arranque de um determinado tipo
de motor
5 Características particulares do circuito de
- comando que se observam aquando do seu
próprio funcionamento. LETRAS DE IDENT|F|CAÇÃO DO TtPO
DE MATERIAL
Entretanto teremos que verif icar se o contactor
se destina a: A Esquemas, projectos, etc.
1 Motor assíncrono de gaiola de esquilo ou de B - Transductores de grandeza não eléctrica
- anéis
- (sondas termoeléctricas, foto-resistências,
1.1 Corte com o motor lançado detectores de pressão, etc.)
1.2 Corte durante o arranque C- Condensadores
D Operadores blnários
- porização. - dispositivos de tem-
2 Curtocircuitagem de resistências rotóricas
- (executado automaticamente). E- Materiais diversos (não especiÍicados nesta
tabela, filtros, ventilaçÕes, aquecimentos,
etc.)
Efectivamente, para concretizarmos tudo isto
teremos que conhecer certas especificações ou
F - Dispositivos de protecção (fusíveis, bilâmi-
nas, etc,)
normas, mais propriamente as CEl.
Assim, para a identificaçâo de materiais e con-
G- Geradores, dispositivos de alimentação
H- Dispositivos de sinalização (sonoros, lumi,-
sequentemente estes no esquema de princípio,
nosos, etc.)
reportamo-nos à norma 113-2 da CEl.
K Relés, contactores
L -- lndutâncias (bobinas)
Como exemplo: K1M ou KM1. M Motores
Trata-se de um contactor principal. N -- Amplificadores, reguladores (dispositivos
K Letra de caracterização do tipo de mate- analógicos de comando de regulaçâo e cál-
- rial. Contactor. lndependentemente da culo)
função no circuito. P lnstrumentos de medida, dispositivos de ve-
1 - Número de ordem do tipo de material ou - rif icação
contacto. Q- Aparelhos mecânicos de ligação para os cir-
M Função do material ou elemento.
F --
cuitos de potência (disjuntores, seccionado-
Protecçôes. res, interruptores, etc.)
R - Resistências (resistências, shunts, poten-
Exemplos de aplicaçÕes: ciómetros, termistências CNT, CPT)
K1M S Comutadores, selectores
ou Contactor com função principal T -- Transformadores
KM1 U- Moduladores (moduladores, desmodulado-
res, conversores)
V- Válvulas, semicondutores
f.2A contrctor de comando, contactor W Meios de transmissáo (fios, cabos, barra-
fl[, auxiriar, relé auxi]iar - mentos)
X- Terminais (de fixação, passagem, por aperto
F1 Relé térmico, fusível, protecçâo mecân ico, soldadura, etc.)

84
98
seln^le^'sorogceluoc e:ed saupul!orlcolf L t30
opeôue; oElu roloul ap ayoc a
Er.lcletrt ep oErsra^ur 'enbue:ry 'eugs Joloy! 9CO
oPeÕ
{( -uel iolour op auoo a enbuer:y 'op?s roloy\ ,co
'opeôueg oEru rolotrl ap aUoC'Etlc
(( -reu ep oErsro^u!
a anbueuy 'lunqs iolol l eco
oPeÔ
(( -uElJolour ap auoc a anbuely'lunqs rolohl zco vnNjJ-Noc
seJole^ so sopol se^rlnpur ocnod no se^llnpu; ogu seôteg rco SINfUUOC
spln^lg^'se:o1ce1uoc ered soueulorlcê13 Ircv
v00t > al
v00t>ot >vzl opeôue1 oEru roloru
vl.t > ol ap ouoc 'olrncJlc-ounc rüo roloj ap seroloy\ ,CV
v00t > el
v00t >ot >vll opeôue1 iolour
vLl > ol ep ouoc 'olncrc-ounc uJe rolor op soJolor{ 8CV
ellcieul op oEisre^u! a ol
sarolP^ so sopof -carlp anbuely 'opeurqoq rolor ap salolol^l zcY VOVNU:IIlV
sorolp^ so sopol se^rlnpur ocnod no se^llnpu! o-eu seôre3 r3v HUOC
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oelHd1/rS to ]IN3HHOC
IVNIhION :IINf UHOC oYÔvcr"rdv vo svcrlslHl]-cvuv9 vtuocSl-v3 30 odtJ_
sorolnpuoc ep ogSec;;;tuapl
os;ndu.rr rod og5elurxoldv
- I
:oôerdtue nas ou seg:oôe1ec selu!n6 - X
og5erôa1u1 I
-os sE sBplullap oE,s soJErlrxnE soJolceluoc so -
opôezr;eurg 11
ercd Vll-tee lf C se e sredlculrd serolceluoc so -
ercd V e fZ6Z o I-g9L l3C seurrou se opun6eg -e
ogôce1o6
- g
Nf og5unJ - 3
slHorcvrNoc lo oo3Hdl ü3 30 svtHocfl.vc e^rlceilqns ogSelnduoC
opÕelnduoC
- O
('c1e'ong1e1or'ox;eqe'eugce'sç11
- C
ered 'o1uar1 e e:ed) oluour!^oru ep ogÕcer;6
SUOH ogôun; lre;1rxne opÕung
- I
ocu?unN - V
oc;6g1euy
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- X1 oyÔNnr vo
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- M oyÔvctjtrNfol v t/roc svurf"l
(uaôeuer;'oprÕere;ece) epeprcole1 - A
ogôez;rodr.ual
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('c1e'enbuer - 'se:ope1gur1;'serolceroc'soJllll'slelcue.t
-Jp 'osJnc ap uJll 'sgrle) eu;lcedsa opôun3 -olrp seJoperrJlolsuetl'oçrÔca:loc ap seôleg 7
- o (selnr -
;euorcrodo.r6 - d
EplpaN -lg^oJlcslo'solueue;ndoce'solel;) alueuec
- N
sredrcur.rd sagÕun3 -Ulcola epepueuoc eculs?lo ueôeq;eledv
- ti{ - ^
TrPOS DE PROTECÇÕES A CONTA0TORES Letras: lnterna Protecção
E OUTROS 1.o algarismo (4)
- Protecção contra acidentes
e introdução de partículas sólidas;
Segundo as normas CEI 529. 2.o algarismo (3)
- Protecção contra a introdu-
çáo de partículas líquidas
Um exemplo: lP43

2T ALGARISMO PROTETÇÃO IONTRA INTROI]UçÃO DE PARTIIULAS LIOUIDAS


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86
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uTrLrzAÇÃo DE FrNS DE CURSO,
PRESSOSTATOS, INTERRUPTORES, ETC.
\o

T---*----*
t_
i F, DÉC.DE
I

I avar'iço ,9

Contactores CA 3 e CA 1 com relé êlectrónico de proteccão CET 3


Esquema de ligação

Esquerna detalhado Esquema de-Íuncionamento


Comando por impulsâo

L1 E7 u,-
sprecher+ tt
sbhuh
,o"r_|!] i
l--
.,"rriiiJ;i
-' I

K.IM
F1F ilesle7-iJ-.&2 i

T1
L1,L2, L@HI:
N G2l

lnstrumento de medida para indicacão do aquecimento do A protecção contra a inversão de fases exige as ligacões de
@ motor rP1) L1, 12 e L3 para F1 F: L1, L2 e L3
F9:

Os contactores estão desenhados na posicão correspon- Para contactores CA 1-630-N até CA 1-1250-N, terá que se utili-
fi dente à da tensão aplicada, em conconcordância com os zar os esquemas com contactor auxiliar de comando.
de um relé térmico normal pronto a entrar em servico-

88
68
q
(tOtt) OVÔVo3N o95un3 - ;
(Oruv)3 oPÕun3 - 7
:opuec;111durex3
(uo) 66 o9Õun3 - g
D
(oNv) 3o9Ôun3-7
D 1
fu-oN) oYÔvc3N o9Ôun3 -
:saçrÔun; s?ll ogluo soueiap!suoC
opôun1 etsap octô91 oloqur!s 'sorxslleulolne ap seulelqold ap o95nloseJ eu ep
-n[e esolcerd euln sou-çp 3-lOOg ap elqeô1g y
'sla^
-;ssod 'utlsse'ttJeJluocua es saçrÔ;sod senp 99
1-aa-
-- 'Gro)
OOVgnS:lO '(NO) OOVell 'sopelso slop uons
-sod anb se:oldnltalu; rod solsodutoc oEls la^los
:selgcsop saoSenlts sP eluopuodsauoc orp -el ered sotual enb so11ncllc so'elueule^llsalf
-enb e1u;nôes o Jenlco;e sotuapod tulsse opuas
'(g) ourslre6le o glepuodsarlog 'es
-oce çlso epedurgl e 'ope61;sep glso (e) opueng socI NVcS nourc3"l3 sot^ls lrvt^Úomv
'(q)epeôede epeduç1 '(l) out vuvd ooNVl üoc lo so-LlncHlc f o
-s1reôpe o epuodsauoc 'opeô!l 91sa (e) opueng ovÔdlcNoe 30 soldlcNlud
e6lec-qns
Lua6ecolq - eôlec-qns -
(.ropezrlelol lopPLUlolsuel] uoc) uaBecolq - e6rec-qns -
erlal ollã,êp luaar6u;o1-i o9óeôt11 ellê1 ? ollalap - uabecolq -
P
ese] ap elle+ ose] ap e]lel asel ap ellel -
e6recelqos e6lecalqos e6-recerqos -
- :e]oalap ênb soltolaO
:e]3oleP anb so}ê]aC :elcalaP anb solta;a6
e:lrV\C C ]M:)
e:lrú3 +CIf3 +etfí)
+ tlfo
j''
I
\
I I
J. t1 .f ,1
I
{iopezrle}o}) .lopeulos lopeullo}suell u.lo. e3ls9,rq êluêi]o3 ep o93cê1ac
ectsgltq êluajlo3 ap ogàcalac Pllsg]l.l] alual]os ap ogácalac
eprpaur ap seperluo sep ogÓe6r1 ap euanbs3
sleuotctpe ,sredrcul:d opeptsualut ap saJopeurolsuerl ap o-eóezt;t1n e tuoc ol.lgpuncas 9lâI ouloc g 3MO + t I3C
Só acontece a lâmpada acender quando os in. Notamos que só se apaga a lâmpada quando
terruptores a e b estiverem ligados, ou seja, (a) E os interruptores (a) e (b) estão ligados. Assim te-
(b) ligados. mos a seguinte tabela de verdade:
Assim podemos escrever um quadro da seguin-
te maneira:

Eis o símbolo destas funçÕes, agora combina-


das:
Símbolo lógico desta Íunção:

o
o
_ \- o+b
>
o+b

--.fib
o.D
-1 b
O mais usual é este símbolo
3
- -l--l
Função OU (OR)
" l-..
I tn-_
ob
\
b\
-lL-, \ lndícoçõo de negoçõo

Agora ligando (a) a lâmpada (c) acende OU, li- Função ttÃO e OU (NOR)
gando (b) a lâmpada (c) acende. Eis o quadro:

.- Agora nota-se que quando se liga (a) ou (b) a


lâmpada apaga. Só fica tigada quando (a)e (O)ôs.
tão desligados. Eis a tabela de verdade:
O símbolo desta função:

FUNÇOES «COMBTNADAS»

FunçãottÂOeE(NAND)

Eis o símbolo destas funções combinadas:

b
_---.f---
90
t6
'le
L O 0 E 0 Ap SArOlnpuos so solcaJlp oEls eruosqo
as ouoc 'eroôy 'salolnpuoc sop ogs.lo^ut e ulas
ero6e 'opôe1nu:oc ap E^tlEu:alle Ellno 'tuog
:e epuodserro3 (UOUX=) O^lSnlCXl + nO + OYN ogÔun1
=O, G
(UOXf ) e'oçrÔun; elsap oloqLU,s o ? êls3
solcJcJoxf
'epe ôede elsa ePedulg1
q§rD "=
e L ou (q) e I ou glso (e) opuenp 'olêz ou (q) uoc
-rT- 'Esaee else epedr-ugl P L ou -elsa (e) opueng
'esaee glse BpedLugl e L ou (q) a olaz ou
:opesn oluauleujou oloqtuJs o
elsa (e) opueng 'epeôede ç1sa (c) epedugl e o)az
ou (q) a uaz ou çlsa (e) opuenb'u-l1ssy '(q) eled (e)
ap aluaule^tlcedset 'otaze)ed un ap salolnpuoc
sop oElsra^ul u.loc'ogÔelnuoc euln êp ês-elell
:g oçôun1 Plsap oloquJJs O
(uOX=) O^tSntCXS o nO opôun3
oeôeôeu oeôun-.r
:epPpre^ ap Elaqel E slf
Executando o quadro:

Jogadores Lâmpada Lâmpada


A IB A B

1 1 0
Corresponde a: 1

1 0 0 1

0 1 0 1

0 0 1 0

Desenhando o esquema lógico:

(0) A (0) B

(1) A (o) B

-l--
I

Ora, analisando este circuito,


\"
I

uma bobina alimentada se o con-


tacto (a), normalmente aberto, se
1'
fechar. 1
Execute um circuito em que, por exemplo, dois Assim temos para os contactos
jogadores possam carregar em dois botÕes de
pressão que possuem cada um à sua Írente, de tal
(a) o valor (1) para os contactos (O)e T
@) o valor (0) pois só abrem quando
modo que se carregarem em dois botões de nu_ O «CirCu.itO» Opera.
mêração diferente ganha o jogador (A) e em dois
de numeração igual ganha o jogador (B), ou vice_ Teremos para o K1M a seguinte equação:
-versa.
10 1 0
16 õ
J- o- .-..{J- o- J- a--
-{ -I- .- -..{ K1M:a.O.e
-{ (A) (B) SERIE

92
06
oploq un iecoloc onb soruoJal ogluf 'etcuglod t-Nzy 0 - l/rty r-zs
ep olrric.rrc op s?^BJle Jolour op soluauelo.rua so 0-rs
opuelrncJlc:oync sopeô;1 urecll saJolceluoo s!op oplr.r.rlrd
so zs op ogÔP6ll ep eluElsu! ou enb nocllue^ Pr ZS'IS oyaqrl (ffZy) opldgl opeÔue; lolot
"'sBur 'y\lLy op equll - - t
eu nzy rolcEluoc op'opeqcal aluauleuilou olcEl r-Nzy 0-llly .0 zs
-uoc un 'souJr^ sgJle orüoc 'oEllua souglelsul -
t_LS
IS
a ZS soplurUd (nzy) opldçt opeÕue| rolof{ - t
-
0 - v{zv L-nt) 0-es
T-LS
1.9 op;ur1rd Z
- (nly) o1ual opeÕuel loloti{ -
0 - t^lzy 0 - t lty 0-zs
op;dgr oluêl
ZS oluatueôue'l olueueÔue1 I o-ts
:opered Jolo6 l.
-
:sercugnbes sE opueuePJO
:nLy op
opld-el oluauleÔue"l - e
-ueôrlsap'y17y oÕ;rues uo soLueÔue; 79 opulutltd
otuol oluouteSuei - e
enb osec oJlacJol ou souecllpon'opuenulluoC e6ete6 ;'
-
:lol
-orll op sopelso sgll soual osEc o opuEsllBuv
opeuoqll
ouoqll zs - roloul oE ouoc
Epldçr opeplcolo^ E raluel^l
- I
LS - -,
soplut;rd ZS a tS - BP
-Enluoce sleul opeplcola^ ua opeÔue1 Joloy{ - e
op;urgrd fS aluotüe1ue| opeÕuel Jolot l - Z
-
soplurg.rd o9u eS opeted Joloti{
e lS L
- -
:sEp!pualaJd segÕerado sEp elcugnbeg
'zs a ts
'y{fy JenlcE osEc o'z
- - oprsserd op sagloq slop.rod eLlcleul r.ue olsod e[es
19 e.red olcêJ!p ol!ncl!c un soulol'opuesl;euy sopeploolo^ senp ep lolotu utn enb as'opuolaJd
osPc o'0
(q+u) 'lS=N
T-rtr
:oEôenba e apuodselroS 'lH
:segÕeulqtuoc ap elaqel e sotueÔe3
T H
0-Nzy 0 - ti{ty 0-zs _]_
0-rs
Jolotü oe ogÕelueulle Ep auoC :e1cug1od aP ollncllc urn
ZS ol.taqll - - I
duplo 52 com um contacto normalmente Íechado chado; protecção de linha F; segue-se a entrada
e, claro, um normalmente aberto. Assim, redese- pelo contacto 95 do relé térmico, saída em 96,
nhando o circuito, teremos: contacto este (N/F) normalmente fechado; entra-
da na botoneira pelo contacto 11 do botão (SO)de
desligar, normalmente fechado, com saída pelo
contacto 12. Segue-se pãra o botão (Sl) de ligar,
um botão normalmente aberto com entrada pelo
contacto 13 e saída, terminal 14 do referido botão.
Este botão para funcionamento inicial do motor
terá que ser primido, logicamente.
Entrada, depois de sair do contacto 14 do Sl no
ponto A da bobina, atravessando-a e saída pelo
terminal B da mesma; passagem ao seccionador
que se encontra fechado com a sequência 24123 e
fechando o circuito através da linha L5.
A partir desta sequência e alimentada, portanto
a bobina do contactor K1M, este ligará os contac-
tos 1/2, 314,516 de potência e simultaneamente os
contactos auxiliares
- para o nosso caso -
13/14 que se encontram no mesmo dispositivo
No quarto caso podemos retirar a pressão exer- mecânico. Ver C.
cida até então sobre o botão de pressão 51, man- O contactor manter-se-à em funcionamento em
tendo 52 ligado e o motor pêrmanecerá em mar- virtude da bobina do mesmo ser âgora realimenta-
cha. da pelos contactos 13114. Ver o desenho D. Circui-
No último caso dar-se-á o corte da alimentação to de potência e circuito de comando, em serviço.
ao motor. ARRANQUE DIRECTO

A
Lr Lz Le
2.7 Esquemateca de
- automatismos
electromagnéticos I

Q1
2.7.1 Arranque directo de um motor
-

O
com comando por botoneira
local e à distância
circuito de potência está no desenho (A), com
duas versões. Protecção ao motor por relé termi-
ill
co e relé magnetotérmico. O seccionamento é Íei-
to por Q1. Este pode dispor de f usíveis calibrados
para o motor. Trata-se da protecção contra so-
breintensidades. O contactor (K1M) é precedido
pelo relé térmico de protecção ao motor, ou por
um relé magnetotérmico. O contactor K1M tem
contactos auxiliares que permitem a sua utiliza"
ção para o circuito de comando e outras situa"
çÕes. SinalizaçÕes acústica ou luminosa para pa-
ragem
- indicaçáo de - ou de serviço e outras
situaçÕes para serviço do motor ou entrada de ou-
tro.motor em serviço.
E um funcionamento extremamente simples. A Circuito de potência
leitura do esquema é feita pela linha L4, passando
o seccionador Q1 que se encontra, em serviço. fe-
Circuito de comando
94
96
aluourleurou't lzy lolcBluoc op .lelllxne olceluoc
lvtttt srPutural'15 te0;; ap ogloq :ZllLl sleulrllol
'gg re0r;sep êp ogloq :gOlçO sleulu.lol 'IU oslull?l
gpt i71y sreulLUlêl 'Ll ogÔcelold i7;791. sleuluial
'LO ropeuolccas l(y1) , equll eled epelluS -
:al
-uêroc ep oslnoiod alutnôas o soual 'lS ogloq o
oplulrd a ,AtZ o Vlttl sleulullal 'LO .lopeuo!ccos
o ope0r1 ep slodep 'lo1out op enbue::e o eJed
'NZy op ê ltrLy op eulq
-oq e uoc êt.l?s t.l.ta'Ectluan as ouloo'as-el1uocu3
'rue6eted e eted 0S o a lololu op lelclul ogÔelol
op osra^ur optluas ou eLlcJeu eted 15 llS O 'eLl3
-reu ap ogloq uln steu: ap eloôe elsu?lslxê e sou
-ecrluo^ opueuoc ep er-uenbso op êsllgue elad
'sop
-rJolar setuenbse sou Polltla^ as ou.loo ecluu?lol
-ouôeu no Bctulr?l'.to1ou.t oe ogÔcelold eun ulal
ercuglod ap oltneltc O (t Zy)rolceluoc olad e1te1
'asel euJn
? opsra^ut e utaôeluou elsêu 'Lutssy
ap eôuepnur elod lolor-u op eceld eu Ellal ? sotu
-oqes otxos 'ellSrelu ap opsjo^ul v 'iopeuolccês
ou og5celo:d e as-eluasetde osec alsêN 'sla^lsnl
no rolun[stplod 'eutxpt-u ap ogÔcelold e notrelsut
as oEu olcaitp enbue:te - osec .loUalue oN
-
e!cu9lslp
P e lBcol opueuloS'rolotu un op
ogsJo^ul tuoc 'olserlp onbuerJv - z'[z
wlevllEv3 - (H)
SIVNIY\U3I ]C VCVId - (C)
v3l]-sYld vHlvc - (l)
VHENO108 (l)
oclv!u3r (a)
lllu- (c)
uol.cvl-Noc -
ocNVWOC lC O.|nCUl3 0C C
vt rxvr ra ovÔcrroHd (8)
-
vr rxvv\ ra oúÔ33roud (v)
-
oYÔvrNV'Iduül 3o vrsodHod
teet901
lliii{m 0-l z-l tl
fechado N/F, terminais 31/32; bobina de contac- nador Q1, terminais 24123; retorno pela linha 5
to.s K1M pelos terminais A e B;saída pela linha 5 (15).
L5 através do seccionador Q1, terminais 24123. Ao ter actuado o contactor K2M ficaram estabe-
Notar que, se as bobinas dos contactores são lecidos os contactos de potência 112,3/4, 5/6 e os
de 220Y a L4 será uma Íase e L5 o neutro como re-
torno. Se as bobinas sâo de 380V, a L4 será uma ARRANQUE DIRECTO COM INVERSÃO DE MARCHA
Íase e L5 outra íase.
Notar igualmente os contactos auxiliares N/F
do K1M e do K2M, terminais 31/32 que se encon-
tram em série com as bobinas dos contactores, i i .ni,
_-Á
tem por função efectuar um encravamento ao fun-
cionamento indevido do contactor que se encon-
tra inicialmente inoperado, isto por se ter primido
o botão indevidamente quando com o motor em
marcha. lremos apercebermo-nos melhor.
Ora, retomando a leitura do esquema e com a
saída pela linha 5 teremos o contactor K1M opera-
do. Estabeleceu-se a ligação para o motor através
dos contactos 1/2, 314,516. O circuito de potência.
No circuito de comando ficaram ligados os
contactos 13/14 do contactor K1M e aberto o con-
tacto (N/F), 31132, que aqui serve para o encrava-
mento como já referimos.
Nesta altura é impossível tazer actuar o contac-
tor K2M, pelo primir do botão Sll, pois o segui-
mento para a bobina foi interrompido como vi-
mos. O encravamento é pois necessário.

413 IJ 31
o Circuito de comando
BOBINA
ffi-7"r tNopERADO§ ARRANQUE DTRECTO COM TNVERSÃO DE MARCHA

Contactor K1M em serviço

ÉÍ5:
'rrI
BOBINA OPERADOS

ctRcutTo
DE POTÊNCIA

Temos finalmente o motor lançado. Quando se


pretende inverter o sentido de marcha teremos
que, primeiro primir o botâo S0, normalmente Íe-
chado para desligar o contactor K'lM, em serviço.
Depois, aguardar a paragem total do motor e só
depois primir o botão Sll. O percurso da corrente
será então agora assim:
Terminais 13/14 do seccionador Q1; protec-
ção
- de máxima, terminais 112;relé térmico Rt, ter- l,--\
l^1
minais 95/96; botáo de desligar (S0), terminais \-/
11112; botão de marcha (Sll), terminais 13/14, con-
tacto auxiliar do contactor K1M, terminais 31/32;
bobina do contactor K2M, terminais A/B; seccio-

96
L6
:ls eLlcreu êp ogloq o rurlrd ap 'sorolceluoc
srodap 'apBprl?uotcelado ens Pp einlral êlurnôas sop soperedes 'sopezltodLual s?la.l ap osn o oll
e souroral'3 euronbso'epe:edês ogôe;e1sur op op -gssaoou os-Eurol
-ezr.roduel ?lar urn ap oçrôezrgrln ap osEO o eJed - sepe^ola seotu?cêul seôlec
ruBuodns enb salolot"u ap osec - oUnc as-leulol
'gg reôr1sep ôp ogloq o êrqos anlce as epod oln0ugul ula oluaueSuel ap odutal O 'sotll
enb a1e 'e:oôe opeôue1 çloeoueulad :oioru O -sêur sop ogÕen1ce ep odutal oe opÔe;a: uê olsl
'tl,lLy op 'sa:o1ce1uoc sop sajelllxnP solcPluoc sossap osn
ocrile?la oiuaue^eJcua oled srangsuodsaJ'Ze/Le o lê^gr.llasuoce ? oElu sepe^ola setcuglod uloc sol
solceluoo so lrJqe e soluolrielo]ua sop ognôugtt1 -oloru ap sosEc LUa'anb sBttl
ogSrsod e ered ercuglod êp oltnclic op opÔe0t1
- oçlÔnpul ap iolou.l
ouanbod r-un rod ueuotcunl anb saletltxnE solcel
elrlcadsar e renlce zpi rolceluoc alsa 'g/V steutul -uoc
-Jêl'eurqoq Ens ep'ore1c'sgnetie'EC lolceluoc op - sopezuodlual sglol ap osn o sosec sol.lac
ruo'Blr^ê enb o sopunôes sossecso op ti.ill oe'V/N
rerado oe reôn; opuPp Z0lL0 steutLU.tol 'l lLy op o] eliaqe aluoulleurou ogÕrsod e eted l/N sopeLlcal
-uêue^ercua ap ierltxnE olceluoc o iellcê] E ello^ aluaurleurlou ep uaôessed eun LU91 'opeplelal
urssv 'rolceluoc alse osnodel ep o9Ôtsod p tei olrêlã ap soloeluoc utenssod LunLlcS + laqcaldg
-lo^ opuozeJ NLy Jolceluoc o eted oçrÕelueut;e e ep a enbruecêulalal ep so ouloc saJolceluoc
oduro;.ra1ur a arqe * y{Zy .lo}oe}uoc ou opedn:ôe 'rurssy 'opuêlal sgtge oduual ep oÔedse ou as-Jaz
priuooua as enb gç/gç sleululrol '[4Zy op opep -El s^ap olnôugrr1 ered eletlsa ap uue6essed y
-relar olceluoc o oluectiqel op ogÔeclpul ep op 'lopeuorccos ou epPlelsut eulxeul ap ogÕcai
-uapuadap 'te Z - sopun6as sun6;e op utl oV -ord ep euregqord o soutê^losâl a LS lopeuolccês
- 'El op ep!es p pou.ur?lo1euôeu ogÔcêlold Brxn lelel
-allsa ura oluotueôue1 o oluau€^tltutlap soutal -sur sourêropo6 euuanbsa op ernltal elad olsl 'to]
'ercugnbas ap seurenbsa so anbll!,ta4 -orx op epres e ê Eperlua p apuodsaloc
'8 a v sreuiulrol't^zy op eulqoq s tfle L siEu y!0y ou no - MAn - Nzy op eLlull eu no
- ^XZ -
-!r.urol 'tl!ty op olceluoc op ELlull ep s9^elle |/\zy 'ercuglod ap oltncltc op se^tlBulolle seu e^iosqo
op a k\!y rol3eluoc op ogôeôtl ap oluaullcalêq as ouJoc uelie^ - ocu.uJglolauôeu no oclu.lJg]
-elsêr oe ero6e ieôn1 ep aluêroc ep ostnctad 6 glêr sagÕezllecol sV
'ouaqe LUa zel10 sreululJo] 'oluatuenelcuo - rolotu op ogScelord ep'anbuele op elnllV
o a ,Ll0L sreurrujal 'nLy lolceluos op «anbBlle» 'elêriso ura seutqoq sep ogÔe6r; e eted ollno a ol
rod 'opueuroo ap olrnclrc ou 'Ll"telectl oluelêl] -nôugu1 uro soursouJ sop oErÔtsod e soluaueloiua
-u3 'elêliso Lua opeÕuel ? utssp roloul O 'etcuglod sou ogsual ep pperluo e ered sloC 'sêlolceluoc
ep ollnorc ou ecrllrê^ ês otlroc'o1uod gs lunu seu sgrl êp souesrcald 'ro1e1se op seulqoq sep sagÕ
-tqoq se rBqoal e glsê NLy rolceluoc O 'opetado -e6r1 se .relalle op soutolal anb olstn a 'ixlssv
'oluêr..U
WLy roloeluoo o soual elnlle Btsap t11ted y
"ouJolaJ -elerpaur urerieuorcunl euJtxeu ap saçrÔcalold se
o 'ç1 e;ad epres a gzlt7 stputrulal 'LO lopeuolccas se anbue:re ou epE^êlo opl apeprsualul EuJn Et-as-
'glV srBururlal 'hlLy Jolcplu03 op sBurqoq :Z0lte -lrznpo.rd o1n6ugu1 ua JoloLr o sotureSue; es enb
sreurura] 'n0y op oeuls?la oluaLue^EJcua ap ç[ souueqeg 'lpur]ou oôrruas o eted o1nôugu1 ua
soloelucrc t e Z op rull oe çJuqe Çs srodap a
enb lelou êp
- sopunôas
gg/gg sreuruial'U\Zy rolceluoc op
- s0L e g - sopunOes sun61e oluelnp
opeôue1 'elaJlsa urê'rolout op etcuglod Ep apnpt^
-
opBpJBler olceluoc iVtttV sreururlol 'lS ure'o1ra1 res enb plal ênbuPlre o'oçl1ue'etoôy
- roloiu
op oluaueÔue| - ellcreu op ogloq 17;71.1. steu
-nurol 'gg re0r;sap op ogloq :g0lg0 stPututel '19 stcuglslp P o lecol opuBruoc
ocr.rJ?iolau0euu gler 177; steurulol'L! eurxgLU ap uoc v/Á rolou! un op anbuerrv - t't'z
ogôcalord iVtttV srEuruial 'LO .lopeuorccos -
:lS 'oluaureôue1 ap ogloq o optuuud 'rqt,L sO'aluauJecr6o;'steurutrel
ap srodep'oluoroc Pp osrnclad op ernlral elutnô salsa :od
-os e souol 'opueuoo ap olrnclro op 'C euranb - o.llno ou no optluas unu BLlcleul ap
oseo o ered 617y o i JLy salolceluoc so sopenlce
-sa 'opeplelêJ olceluoc 'oseo olreurr"rd o elPd
'ocluecaur ossocord - oEflua e;rn0es aluolJoc pp oslnclad g 'sopltu
-1rd res ap uelextap llS a lS sagloq so srod '.ro1our
'soiolceluoo soe ogÕe;er ua olsr 'eperedes ogô o opeôueg ap slodap sêlolcpluoc sop seutqoq se
-enlop ap soppzuodual s?lar as-iesn a^ap sosec reluêulrlear ap oçlÕun; e utgl soletltxne solceluoc
sorlno ered 'epp^a;a ocnod ecruggotx eôrec ap 'y\Uy a WLy êp ,L/tL steutullal so enb as-e1o51
a B^rlBlor ercuglod euanbed ap sorolou pred 'nuqP 'zult steuttllal 'nl Ly Jo]Seluoc oe oluaul
- soloeluoc - sou sopednrôe sopeplelar sêretl -e^erouo ap J/N olceluoc O '(V/N) 'sopaqe oluout
-rxnp
-
- soloeluoc Jezrlrln souralapod 'olunsar u3 -lerujou 'vlltL opueulos ap oltn0lts op solcpluoc
Entrada da corrente pelo seccionador Q1, ter- Ao fim do tempo que regulámos para o lança-
minais 13114; protecção de máxima F1, terminais mento do motor em estrela, o contacto auxiliar do
112; rele térmico de protecção ao motor contra relé temporizado K'lT, terminais 55/56, abriu, dan-
cargas no limite do funcionamento do motor, ter- do lugar ao desoperar do contactor K1M, através
minais 95/96; botão de desligar S0, terminais da sua bobina, terminais A e B e do K1T, voltando
11112; botão de marcha Sl, terminais 13/14; con- o K1M à posição inicial teremos os terminais
tactos auxiliares do relé temporizado K1T, termi- 13/14 N/A, em aberto e os terminais 31/32 N/F, Íe-
nais 55/56, contacto de encraVamento do contac- chados.
tor K3M, terminais 31132; bobina do contactor A partir daqui faz-se a alimentação da bobina
K1M terminais A/B e alimentação do relé tempori- do K3M dando lugar ao lançamento do motor em
zado K1T, terminais AiB; seccionador Q1, termi- triângulo, pois este contactor operou e ligou os
nais 24123 e retorno pela L5. terminais 112,314,5/6 e também abriu o N/F de en-
A partir deste momento o contactor K1M ope- cravamento na linha de alimentação da bobina do
rou, dando lugar à primeira parte da ligação em K1M através dos terminais 31132e do K1T, A e B.
estrela no circuito de potência e no circuito auxi- Temos então o motor definitivamente lançado
liar, deu lugar ao estabelecimento da alimentação em triângulo até que se prima o botão de desligar,
do contactor K2M através da ligação do contacto S0, terminais 13/14.
auxiliar terminais 13114 do K1M. Foi aberto o con- Ver esquemas de sequência.
tacto auxiliar de encravamento em série com a no circuito de potência, dando lugar ao fecho do
bobina do contactor K3M para evitar a sua opera- contacto auxiliar, terminais 13/14 (K2M), para rea-
ção indevida. O K1M, 13/14. limentação das bobinas do K1M, K2M e do K1T.
O operar do contactor K2M deu lugar definitiva-
mente ao estabelecimento da ligação em estrela

ARRANQUE DE UM MOTOR Y/^


Circuito de potência
motor não lançado

lu lv lw

98
66
ela.rlso ure anbuele
Á elerlse urê rolor.r-r op oluor-rreÕue1 e;cuglod op ollncJlC
v/^ UOl-Ot l t/!n 30 IflONVHHV
rn z)
Ís
--l os
ft
tt Íl
eloJlso LUê .rolouJ ap olueiueôue1
ARRANQUE DE UM MOTOR Y/^ Circuito de comando
circuito de potência lançamento em A
lançamento em À

Circuito de comando
transição de Y/À
í3 14

Circuito de comando
transição de Y/À
13

A Abertura do
- contacto do
relé temPori-
zado A Abertura do
B Abertura no-
- contacto do
1l

- vamente do relé iempori- 14

contacto zado
13/14 dê KlM B Abertura no-
B Fecho nova- - vamente do
- mente do contacto
contacto 13114
31/32 de K1M ',, -Y9-,,,
'r
B Fecho nova-
- mente do
C Abertura do
- contacto contacto
de 31t324
encravamen-
to do K3M,
C
- Abertura do
N/F do K3M,
terminais terminais
31/32 retiran- 31/32 para o
do a alimen- engravam en -

taçáo ao con to do K1 M e
iactoÍ K1M do K'17

100
t0L
nooll WZy JolcEluoc o oluoulotrJ alsop llued V sarolceluoc sop seulcloq sp eulrxçu ap ogôcelord
'91 et iVytt,t srpurural';g ropeuorccos ou epErlul
-ad ourolol a tZfiZ steululal' LO lopeuolcaas :8ld
-
:oplluas unu
sreuruuol 'lllzy lolceluoc op eulqoq 17671.9 steu ptlcJeur ap oploq o opgure:d ap srodep 'e1ugnôes
-!tulal'hlLy op oluatue^Elcua op lelllxne olceluoc E oEflua e saçrôerado sep Ercugnbas ep Elnlrol V
:iU* s!Eu!rulol'llS Jo!.loluP oe oErÔelol Pp'o!.1 'operedas uo'J_!y
-grluoc oplluês r.lto - oluaueÕuel op ogloq iZtlVy opezlrodural ?leJ un souerelelsur gs 'rgn6es e
-
'uuaôered op ogloq :gOlçO steu!tu:al '19 '.to1otti oP eluese:de as enb opueuoc ep euranbsa elsaN
eclurl?lolou6eu no Pctull?l ogÔcelold 177; steu 'oEfsra^u! e e:ed U\Zy o e olnôugu1
-rmlol ';3 euilxguu ep ogÔcaloÀ iyylgf sleululal ue oluaueôue1 ered Nry e y{Iy o'EleJlso ue ro}
'1.p ropeuotccas oled alualtoc ep epellu3 -.eJ -oru op olueu,teÕuel o Ered yley a W[y ro]ce]uoc
o enb soruo^ ercuglod ap opnoJrc o opueloN
-oôe 'erleueu e1u1nôes Pp epenlcalo -elos elnllol 'Jopeuorccos ou eurxçu ep ogôcal
V 'llS oluaueôue| ep ogloq op l;r-ulrd olad ope:ed -ord e ;ençsueds;p g oc;6g1 ? ouloc 'osec ouJ!llt:t
JOIOrü O trJOC OS-enlcola EqclPul op oElsJa^ul v oN 'Jolour op BôluJrglolauôBtu no Eoturgl opôce1
'(OS) ueôeted eP -ord ep se^rleurollE sE uaralal os oluaue^oN
ogloq op t;ur;td ogad openlcale o9Ôeluaulle ap al 'slEu
-Joc op s?^EJIE çJeuolcelso 9s 'Elnlle elsep l11ted -luJrol ep eceld Bu esel eun op oElsJa^u! e e:ed
e oqnôug;r1 ue opeôuel os-elluocua lolotu O 'opuezlp ror.llorrl 'Erloreur op opsra^ur e ered un
'(Wfy) ZelLt steutullal'f!0y lolcel sreu op ogSezr;r1n e ptJgsseoou çJas EJo6e 'soJ
-uoc oe oluauP^el3ua op lelllxne olseluoc o nllqe -oloeluoc sgrl op oçrÕezr;r1n E sotrtgcll!lsnI gl
o gtg'rtt '71; elcuglod ap solceluoc so noôtl ruly
O 'l ty o tuoo opetado Wry o sotuol 'tllssy eqcJprü ep ogsra^u! rüoc
'sopeLlcol etoôe rueJluoouo as Ney
v/^ ue loloru un ?p enbueltv - t't'z
op Ztlte steutullal so anb as-ltledel e ello1
'1^lly op t9 a 09 sleu!ullal sop s?^ejle
ero0e os-zel f{ty op Putqoq ep ogÕeluaulllP V
'lilry op eulqoq e uloc
ar:?s uia (ney)20lLt steutultol'l/N o lelclul oçl5rs
-od p opuello^ o g/g '?lt'ZlL ercuglod op solceluoc
so opuUqe osnodat ap ogÕ1sod p nollo^ y\gy O
'lolceluos al
-sep opÕeluoullE e opuaduo.t.têlul 'E/V sleulu:ol
'Ify op a woy op BUlqoq e uloc 'ztllt slEulLulal
'Nry op rPrlrxne olceluoo o uloc o!J?s Lua lPlllxne
olceiuoc nos o ntJqP odr-uel asso opull 'soluç1nô
-ar o enb uua odtual o oluPlnp oluouleuolcunl uo
opezuoduel ?lar o o Elêllso ua opeÔuel as-elluoc
-ue rolouro 'rley zelLe sleulujol 'y\ty op eu!q
-oq e ered oluêue^EJcuo o ntJqe a 919'Vlg'dl ep
-uglod ap solceluoc so noôt; zo^ Ens tod ylgy I
'8/V slEultrjlol'l-f» o B/v Íeulqoq
:zetvt,'tilry :99/9ç'-LLy :tgleg vtl>l :ztl' lJ :vllt,l
'LO Op SlEu!riJJal sop s9^EllE '1Ly o a Noy Jolcel
-uoc oe ogôe1ueuq1e E as-nacalêqelsa ulssv
'zetLe slPultulol 'r{z) lolcE}uoc op Eulqoq
ep oluou,rp^ercuo o opuuqe '(Wly) tgieg sleulu
-rel a (U\Ly)rLlef steultrrlol'tet;txne o opueqsal a
gtg'7t 'ZlL plcu?lod ep solceluoc so opueôt1 'no.t
-edo yrlL) rolceluoc o oluauou olsop:1yed y
'ourolai oruoc (gl) g e!utt eled eples 'tzlrz sleulul
-Jêl'LO iopeuotcoos :gru sleululal rflLy op Pu!q
-oq :20/10 steutullol'llZy op oluotrtP^elcuo ap ol
-celuoc :rVil sleulul:ol ';g tolottl op oluaueÔue;
ep ogloq :eVtVç sleu!tulol '95 leô;lsap op ogloq
igOlgO srpultürol 'lU ocltu.lgl ?laa:dl steutulel ';.3 v trtê oluaueôueg
opuetuoc ep ollncrtc
os contactos de potência 112,314,516 e os auxilia.
res, terminais 13/14 (K2M)- realimentação da bo-
bina do seu próprio contactor terminais 53/54
para a ligação do contactor K3M- e através do K1T
L3

55/56 e K4M 31132. Abriu o auxiliar 31/32 (K2M)de t,


êncravamento ao contactor K1M. \:'
O procedimento agora e igual ao anteriormente
descrito. Pelo lançamento em estrela, sáo respon-
sáveis os contactores K2M e K3M, pelo lançamen-
to do motor em triângulo, os contactores K2M e
K4M. Ver esquemas de sequência.
De notar que se faz o encravamento mecânico à
bobina do contactor (K4M) para que náo seja ali-
mentada simultaneamente com o (K3M) através
dos contactos normalmente fechados 55/56, ern
série, dos botÕes de marcha Sl e Sll.

ARRANQUE DE UM MOTOR EM Y/^ COM INVERSÃO


circuito de potência

Circuito de comando

102
e0r
r{ ty
'r9l09 sarerl
-rxne solcEi
-uoc sop s?^
-elle nry op
ogSenlce tod
zt zglLe'r{tv o}
-UêuJP^el3Uê
\ tr--t I op sreuruJê]
,_t
sop P.lnuêqv c
ol -
- uêr.!e^elcuf
, l 0y êpze/r0
;^i,,[1 sreurullêi
sop oqcal - g
99/99
srEur.Illol sop
Eêu?luêr.u
-our eJnl.roqv ts\
- v ,T ,TT
t'1 z.'l r.'l
(Er.lcreu ap op;1ues un)
v/^ oP oçtÔ|suet1
opueuoc êp ol!ncJ!c
(eqcieu ap oprlues un)
(eqcreu ap opllues un) Á ua rololu op oluaueÕue;
Á ure rolou.r op olueueÕue1 ercuglod ap opnclrC
opueuo3 op olrncrlc
Circuito de potência Circuito de comando
lançamento do motor em y lançamento do motor em y
el (um sentido de marcha) (um sentido de marcha)

Circuito de potência
lançamento do motor em y
(noutro sentido de marcha)

104
90r
ts\
,T ,TT
e-l zr t'l
'al ueutectleuen bse
ê ernlral rod oll.tcsop êluêr.lllollêl
-ue oe len6r e o1nôuçrt1 ered ogÔ
-rsueri op olueutn0as O :VlON
(eqcreu ep oplluas orlnou)
Á ua rolour op oguaureôue1
opueuroc ap ollncrlS
(eqc:euu ep oplluos otgnou)
v tuê rolotu op oguaureSuel
e;cuglod op ollncJlC
Circuito de comando mento do K2M, terminais 31132; contacto auxiliar
lançamento do motor em ,â de encravamento do K3M, terminais 31132; bobina
(noutro sentido de marcha) do contactor K1M, terminais A/B; seccionador e1,
terminais 24123, retorno pela linha S (L5). De notar,
novamente, que se as bobinas são de 220V a L4
será urna fase e a L5 o neutro. Se sáo de 3B0V a L4
uma Íase e a L5 outra fase. Notar igualmente que
para este último caso devem-se instalar duas pro-
tecções de máxima, uma no seguimento do sec-
cionador 51 a F1 a outra à saídado seccio-
- eF2.
nador, L5, a -protecção
Continuando o seguimento do percurso da cor-
rente temos que, a partir deste momento, actua o
contactor K1M, ligando os seus contactos de po-
tência 112, 314,5/6 e o contacto auxiliar de reali-
mentação da bobina, terminais t3i 14 (K1M). Abriu
também o encravamento, terminais 3.1/32 (K1M)
para evitar o operar do K2M e K3M inadvertida-
mente.
O motor encontra-se Iançado em triânguio. pa-
ra a paragem teremos que cortar a alimentação
da bobina do K1M, através do primir do botão de
paragem (S0)"
Para ó lançamento do motor em estrela du-
pla estrela - cor-
temos o seguinte percurso da
rente:
-
Entrada pela L4, seccionador e1, terminais
-
13114; protecção de máxima F1, terminais 1/2;pro-
tecção térmica do motor RT1, terminais g5/96,
protecção térmica do motor RT2, terminais g5/g6;
2.7.5 Arranque de um motor com
- duas velocidades (Dahlander)
botão de paragem (S0), terminais 11112, botão de
lançamento Sll, terminais 13/14; contacto de en-
cravamento do contactor K'lM, terminais 31/32,
Trata-se de um motor com duplo enrolamento, bobina do contactor K2M, terminais AIB; seccio-
o que nos dá a imagem da utilizaçáo de três con- nador Q1, terminais 24123; saída pela linha 5.
tactores, um de estabelecimento em estrela que A partir deste momento o contactor K2M ope-
'nshunta" os enrolamentos
nos pontos U1, Vi e rou ligando os contactos de potência l12,3l4, 516,
W1, acompanhado de outro para alimentação dos abriu o seu contacto auxiliar de encravamento na
enrolamentos nos pontos V2, U2, e W2, respecti- linha da bobina do contactor K1M, terminais
vamente, os contactores K2M e K3M e outro para 31132, e fechou o normalmente aberto na linha da
o lançamento do motor em triângulo, o K1M. bobina do contactor K3M, terminais 13t14. Assim
Note-se que agora existem duas protecçÕes deu lugar à alimentação da bobina do contactor
térmicas em simultâneo para «ambos os enrola- K3M, que, por sua vez, ao operar ligou os seus
mentos,. No caso de uma protecção magnetotér- contactos de potência 112,314,5/6; fechou o con-
mica suprime-se a protecção de máxima do sec- tacto 13/14 (K3M) que serve para realimentar a sua
cionador. bobina e a do K2M, através dos terminais 31/32 de
Teremos então o seguinte percurso da corrente K"l M e abriu o contacto auxiliar de encravamento,
para o lançamento do motor nurna velocidade, por terminais 31/32 (K3M), na linha da bobina do con-
exemplo, triângulo, isto depois de primir o botáo tactor K1M. O motor encontra-se lançado em es-
de lançamento (St): trela.
- Entrada da corrente pela linha 4, secciona-
dor Q1, terminais 13114; protecção de máxima F1, Notar os esquemas de lançamento e transiÇâo.
terminais 112; rele térmico RT1, terminais g5lg6;
relé térmico RT2, terminais g5/g6; botão de para-
gem (S0), terminais 11112; botão de lançamento
Sl, terminais 13/14; contacto auxiliar de encrava-

106
/0t
zt
.., n
,* (::
rru (.
olnôu?ul ujê oluêuecuel
opueLlroc ap ollncllc opueluoc ap ollncJlc
Etcuglod ap ol!ncJlc
U:ICNVIHVC
olnôugul ura oluêueÔuel
ercuglod op ollnc.llc SIOVOlSOl:lA SVflO V UOIO]'I nn :lC SflONVHUV
Circuito de comando Circuito de comando
transição de triân gulo/estrela motor lançado em estrela

Circuito de potência
lançamento em estrela

2.7.6 Sequenciadores
-

(2M KlÍH (

108
601
'erad6 11y
'tedg 7py19
'xnv zl/\l) lflZX i !ll})l
I
:oldulaxa otuoS
'uêôeluoru Ep solueuela so sopol op
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-rnbpe uapod sogJlcalo so 'oluaulcanbe saldu-rrs -le ap os 'ru?lod 'ol-9dnco uopod oEru sagllcala
lo6'euanbad oynur ?'eve^plluocua as'ês-agdns so o «t!9nôulu êp euol» ap al3?dso euln 'oluel.lod
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so enb rryrr:ad oçru ered epuerô aluoualuatc -!u sO'secrl?0raue seç»Ôcetelul 9Ll sepetuec setlJll
-ltns g eurxgrd steu edec e o elê allue erô.ieua -ln se orluo a sollno sop sun soutlxgrd oErlsa sou.t
ap eôuerelp e 'ugJod 'ogônpuoc op pu:êlxa ep -olg so'tuglod'sopllgs soN 'seplullep ollnu 'u?q
-uPq eun alsrx3 'opepr^rlnpuos Pp or"Ilsruecou ou -ue1 'oçllelsa o seull ollnul oEiJos s!a^!u so ulel
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-rolsuell 'sogllcalê sollno so LUoc ogôecrunuoc -raua ap eôua.rellp e 'oçrlua'eluesatdal sen6lluoc
eu apeprnu!IUoc op opelsa un rnbe a1srx3 'e1-pÍ seLlurl senp oJlua elcuçlslp v 'slEluozlJoLl sequ
-olpsap e e1-gdnco eted apeprltcel eUêc tx?l sag:l -!l rod sopeluosaJdet oçr1se sto^!u so!l-P^ so apuo
-cala so 'ourolg op olsar op eicugnllur e euanb
-ed o]!ntu g ppupq elsêu oluoO 'apelaui elad le1
"el6jaua ap seuetôetp» tod 'ogÔeptcn;a loqlau
ered 'sepeluesardat las uapod sEdEc sesJa^!p
-se epod eulolxo steu epueq e 'loinpuoc unN uuednco enb saçr.r1calo sop etôiaua V 'octl?ôlaua
'êpept^tlnpuoc oprlaluoc no lo^,u op oçrSeuuolut e eluaut;en0t
ep ouJolur oursruecaur o 'Eurns tuo 'utauryop enb sou-ogp 'oelcçu op saç)llcalê so ulelluocuo os
soluaur^our solsap uredrcrlred oçru 'olsr ,rol '«s6i enb e epeu:rxo:de elcuglstp e uloleclpu! op uJ9lE
-les» sr,El lenlcola eted toreur.r oltnul erô:eue op ap 'sepeuec sels:l 'sepeuPc Lue solsodslp'souaq
-eprluenb Btun êp ueueltssocou oalof u op soul -es ouoc 'oçrgsa saç)Jlgolo so otuolç op olluaq
-
oyÔnooHrNl
lVIHTSNO NI
vclNourcs'I3 30 sãoÔoN
Estruturas atómicas OS DE VALENCIA 5

Se ligarmos um condutor, nos seus extremos, a


uma Íonte de alimentação, notamos que por este
circulam uma quantidade de electrões. Esta
quantidade depende da resistência eléctrica do
condutor e da resistência interna da F.A. Se em
vez do condutor ligarmos um isolante à mesma
fonte de alimentação, notamos que a corrente é
nula ou praticamente nula.
Pela introdução dada a este trabalho notamos CRISTAL DE UM SEMICONDUTOR
que existem matérias com comportamento inter- DO TIPO M
médio. Daío nome de semicondutor. Ocupam um
papel de destaque o germânio e o silício. As suas
propriedades são explicadas pelo comportamen- r.iúcr-Eos oE valÊrucra :
to dos electrões nos átomos que compÕem estes
materiais.
Tanto o germânio como o silício dispõem, nas
suas capas externas, de quatro electrões. No sóli-
do mantêm-se firmemente unidos, porque cada
um destes electrões de valência compartilha do
átomo vizinho, de tal modo que todos os átomos
CRISTAL OE UM SEMICONDUTOR
se.mantêm em disposiçâo reticular cristalina por DO TIPO P
enlaces de valência, cada um dos quais consiste
num par de electrÕes compartilhado por dois áto- A No cristal de um semicondutor puro
mos. Assim cada átomo mantem-se na retícula
-
o germânio
como
-
cada átomo está f ixado na retícula
devido a quatro destes enlaces de valência. To-
-
por quatro enlaces de valência compartilhados
dos os electrões da capa externa servem para pro- com os átomos vizinhos. Cada enlace compõe-se
duzir estes enlaces e, portanto, estão firmemente de um par de electrões compartilhantes.
ligados na retícula. Todavia, quando o sólido é ex-
posto a certas manifestações de energia, como o TTECTNOES COMPARTILHANTES
calor ou à luz,libertam-se alguns electrões e f i-
cam na possibilidade de movimentar-se através
do sólido, tão logo se aplique determinada tensão
contínua.
Num semicondutor, haverá sempre um peque-
no' número de electrÕes livres, menos que num
condutor, responsável pelas suas propriedades
semicondutoras.
Quando se liberta um electrão, forma-se um
oCo, «[91g60», «vazio», nlapsor, na retícula. Então
outros electrÕes vão para alie assim torna-se pos-
sivel um processo condutor através do qual os B
- Quando se introduz na retícula, como impu-
electrôes passam de um átomo para o próximo. reza, um átomo de valência 5, surge neste um
Note-se a seguir um esquema de núcleos para electrão livre, sem enlace.
tipos de cristais semicondutores. ErecrRÃo rrvRt
*- , r.túclros op
/7 GERyÂNto DE
,/ / VALENCIA i.

CRISTAL DE UM SEMICONDUTOR
PURO
NUCLEO DE VALENCIA 5

112
ELL
eIaJ.lPg 'lell
I
-ê]Pr1r op ercu?le^ ap Ecrsçq ernlnrlsa eu oceinq
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un soluêral uirssv'ezarndtur ap ouol-e un e o1ald
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I lelsrJc un e sopeiod:ocur o!,s 'ercu?le^ ap sagri
I
o rl J 'i ."'l "3alê sgrl u:91 enb 'oll90 'oroq 'orpu! o otloc letl
- -t I \...''
| "..-i '...-! -aleu êp oLuoig r-un opuenb 'opot! oursêru oC
u odll li d odtl 'oElJl3êla un
oo *l -i ,'..j ,.
.i .-: uJêsaLlJOj anb e[ «soloPBP» os-|.l]eulu]ouêp Pzalnd
I
-ul ep sorrjolg so "sezarndut sP epl^ap e anb e ep
oo -ereduoc euanbed olrnu g oxnll ap uaôeluectad
EISê OluAtre^rlcêla 'esourtun; no ecrllrolec etô
onrle6au sPôreO sorr;lrsod sooe.!ng -reua e;ed sopeliaqrl sogrlcalê rod sepeltodsuetl
seôrec seurn6;e ppule uralsrxa sercuglsqns sel
V -seu 'opel orlno rod 'so^rleôau ogs * sa.l^ll sagrl
'e^t lectl I -oêla
ldru axê ect lpul on bso oE|Ôeluasald oJ - sa.ropelrod sop Elroleul e enb g[ 'u odll
eun eptnôas ulo sor.UolEl 'Jtnôas e soujallp anb o op roinpuoc os-Eu rulouap 'oculc etcugle^ e açrdns
ê no^ajcsap as ênb o Jor.{laul sotulopualuo EJed anb leuororpe ezarndLur e uroc '1eua1eLu alsS 'Eu
'oxnll oP pJtêllBq euln leUc e olE^tnba ogÕunIEp -rlBlsu3 Prnlnilsa ep s?^erle as-reluorxr^oL! e o.l^
sopsl so soque ulo seolec splsap ogôetuJol v -!l ogrisola o sor.uorai';eualeur alsa e ogsuol euln
'aluaue^lltsod opeôallec íoluBuod ,a sen sonirznporlul as 'oluguuraô op saluacBÍpe souu
-rleôau se6lEo op opel!utl oJlêrrJud o opuBctJ íojl -olç otlenb ap ernlnlisê ? os-Jlun apod ogu enb
-nau PJo aiuauiouolue anb d od;1 ou e^tleôêu p0 ar^rl no'er1xo oE)rlcêlê un uroc leljêleul i!n 9-os-
-rolqo'oquçurraô op leisuc un op
-re3 etun Pltsodap ês u od!l op lel.lalEtu op opuntjo
-uoc
- as-opueutuel
elncrlal eu oru?sre op ouJolP urn os-opuec
o9rl3êla un alalsuell os opuEnb anb e opt^op ? ol
-sl 'd odll op opel ou e^tle0au Eilno o u odll opel o -o;oc- 'saçrô!puoc selsêN 'ercugle^ êB sogllcolo
arqos P^tltsod Eôlpc eun opuEullol le^ os onbjod g r.uoc sourolg ap os-ruêgdtuoc 'oluçtutlue 'ol
as-odruollalul 'opeltulll odulal pJnp gs ,anbr;r.r -olsgl 'orugsie oe salueqlauras setcuglsqns sv
-a^ os oEfÔBunllE op ossocojd else anb txaq os'd
'o:nd rolnpuoclr.uos op
srelsrlc soe 'srerioleur so.rlno ap sapppriuenb seu
lEuêleu op sotzE^ socpJnq so lol{cua ejpd sEôad -anbed
senp sPp oEllun ep sa^ejle aluauEletpaut oEJes as-opueulr.reluoc os-ooupluocsaice
-
'oluaulercrliUe - ogs'«ezotndLut»
soptznpo:d
-sed u odtl op sagllcalê so anb'ordlculrd uê ,lod
-ns otjgssosou ? u odtl op EÕad etun E eptun ? d Etrln LUoc «sopBululeluoc» SAJolnpuoo Solsf
'saieu gôuoc selueuodu:oc
odll op iolnpuoctr.uos un ap pÕad Buln opueng
soilno o sarolnpuocluas sopo! p'sarolstsuell
sopo!G
sou sopesn so otxoc 'saroinpuocLrJas ap sod
-rl soJlno epure ualsrxJ 'socasulrlur sarolnpuoc
-ruas rod os-r.reurruralep 'zn; op no rolec ap eu
'selopeiloce no saropaqacal op âur -rol eu 'soÇIllcola soled eprqacar et0reua ? opr^ap
-ou o r.ilaqocêr ezârndur elsap soruolg so ero6v se;olnpuoclLUas LueuJol es enb sercugisqns sV
'sonrlrsod oçrs
- sosernq so - eôrec op saJopeuod sop erJoreu
e anb g['d odrl op Jo]npuoc os-euruouop sgJl Erc e VDN:]V lC O:rltN
-uglE^ e aç»dns anb leuorcrpp ezoindtur e uoc lerJ
-aletu ap odrl alsf 'souau pred sleu aO 'u.rerelrc
so anb sagrlcala sop P elsodo oErÔcêrp eu ro]
-npuoc olad as-tuBluaul^oru socernq so oporlr êl
-soo 'o^llrsod ocPJnq orlno euo ogrlsalo olsêp Pp
-!ES elad oprznpojd acll?p o o^tlrsod ocernq olsê e
eOaLlc ar^rl oE|llcala orlno oS 'elncJlar eu onrilsod
«ocprnq» oJlno opEuc lol onb açrdnssetd olsl 'P^
-rlrsod eôrec noquEO enb:ezrp B ole^rnbo onb o 'on
-r1e6eu oE)Jlcolo op epred P opl^op etruaurentltsod
opEôaJ.rpc Ecrl rrrg^ord epuo ap oulolg o 'etcu9; 'ontltsod «ocelnq» uJn as-opueulol'oElllcalê un
-e^ ap ocElua o. iela;duoc PJed «ocernq» oe eôt.t 9p osrj?p uJn as-eric'g elcug;en op oLUolg utn'ezêl
-rp as oprl9s op sar^rl saç)Jlcole sop un opuEno -ndrur or"lroo 'elno!lol eu znpoJlur as opueng C -
A
- Na junção de um material tipo p com um tipo
n cria-se uma barreira potencial que actua como
Então, quando se liga uma F.A. aos extremos
das duas peÇas do semicondutor, modif ica-se o
uma F.A. opondo-se ao f luxo de electrÕes através equilíbrio das forÇas na junção. Os electrões li-
da junção. vres da peça do tipo n são repelidos pelo cátodo
da bateria e dirigem-se assim para a junçáo atra-
vessando a barreira. Da mesma forma os buracos
da peça do tipo p são repelidos pelo ânodo da
F. A. imaginaíia F.A. que está carregado positivamente e portanto
dirigem-se para a junçáo, sendo Íorçados a atra-
vessar a barreira.
-o 'o *o Quando aumentamos a tensâo da F.A. força-se
--O --O -) um número cada vez maior de electrÕes e buracos
--o -c -o a atravessarern a barreira. Quanto maior a tensão
maior o fluxo de cargas a passarem pela junção.
*o ro *o Se invertermos a polaridade à ligação com a
F.A. de corrente contínua. Em corrente alternada
sinusoidal temos a passagem de um ciclo, só
quando a polarização é directa. Quando é inversa
temos o corte.
B
- Quando a junção está orientada para a Írente
ou no sentido directo, os portadores podem circu-
lar livremente pelo circuito, já que o potencial ac-
tua na mesma direcção da bateria, ou seja, os bu-
racos para o menos e os electrões para o mais.

Entrada Saida

Este processo de corte e designado por rectif i-


cação de meia onda.
Fluxo de elêctlões
pratiÉrente nula

Fluxo ê electft!
TRANSISTOR
praticrente nula

Sabemos já como é Íormado um díodo. Possui


dols eléctrodos, ou terminais, um ligado a uma
C
- Quando a junção está orientada para trás ou
no sentido inverso, os portadores não podem cir-
matéria do tipo n e outro a uma matéria do tipo p.
Agora se colocarmos um pedaço fino do tipo n
cular facilmente, já que a barreira de potencial ac-
tua em oposição à bateria. - por exemplo - e o prensarmos entre dois pe-
daços de tipo p, ou ainda um pedaço f ino do tipo p
entre dois pedaços do tipo n temos um transistor
O efeito da orientação directa ou inversa sobre
"tríodo". O que dissemos primeiro e do tipo p-n.F,
a condução no díodo semicondutor pode ser visto o segundo é um transistor do tipo n-p-n.
em gráfico, igualmente. Quando o díodo está
imâginárias
orientado para o sentido directo, um pequeno au- + t-r/
F A.
\-r +
mento produz uma grande elevação de corrente. Emissor tipo N i 'l i easetipop i l' iCotectortipott

Quando está orientado para o sentido inverso, um o o


grande aumento de tensão produz uma pequena 3,",3"Oo o O: l"O.O.3
elevação de corrente ou até nula. a
o.o"e . ô ô,'l.OoO.3
e
.o o.v al I t/
ô
t.l.Coc.O
,]o,^,o,1 o o .1o
\)t I

l.3oC.3
114
9LL
-tnul eÍos rolcaloc op eluorjoc e ênb PLulol op'ses
-la^ur saç)ÔPzrjelod rê] uapod saglun se sPquv
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lolràlor op DPros q
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0ln0ê vcv81N3
esJa^u! ogle4)elod no oUoC ]C IVN S
- I "',"JX,1tljii,f,rt#
oPo),,rl IJL oQ'n ,r^ '
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ss-Bit:rs s:õEI5ãr:
'sope^alê sreur sarolcBl 3d oxnr! fú oxnt l
ered eura;qord o an;osêr .iolslr!l o sPrx sepeltull :o;duuexe rcd'u-d-u lolstsuetl utn 'e1utnô
oEls .rolsrsuEJl op ercuggodlogsuêl ap sapeprlrqts -es euanbsa o as-e[a1 'OyôVOlllldt V ap o'.to1
-sod sy'se^rle3ryu0rs seprad ueclllre^ es anb u":e -srsuejl op olês ou ouâur9ual uln as-Pssacold
'lpaur; ogrôer elad ressed urês aluêrxeue;d eznp 'êluêtlBctletd eusaut e e saç»ÔunI senp
-uoc rolslsupr] alsa enb uoc grel '.rolsrsuell alsa sEp sg^ellE essed anb «êluorJoc, v 'elueuodLu!
e oprdg.r os;ndur :od epeolde 'oseq eu entltsod alred e ? oslê^ur oplluas - ogÔunÍ epun6as y
ogôezuegod eurn'ogôernles/auoc ap sappprlrqrs -
'ercugyodrur ecnod ap g
-sod sep ogÕezrlrin e uoc 'reôr;7leôr;sep opôe1niu - olcaltp oplluos - o9Ô
"uníe:reurr.rd y'er1no e sode eurn seç»ÕunI senp se
-oc ered rolsrsuer] alsap oôelduue o lanlssod 3 opuessê^eile 'rolooloo o ered Jossttxo op tuaJPS
-sed e soglloala so reôioi ap o ? rolstsueJ] oE seu
-rê]xa'V'l se reôr; oe opllqo lelol oltalo O'rolcal
-oc oe ueôeqc roÊstruo op r.uelted anb saçrt1cala
sop ap ecroc 'uttssy 'au?s tra sepe6tl oE)isa
'V'l %96
senp se 'roqlau 'senp anb gI ogôunÍ epun6
-as ep s?^Brlp saç)r]oala rene; eted PuJalxo 'V'l
erreuud e eôro;e: euJalxa 'y'3 epunôes e 'utgt
-od 'os.ra^ul oprluos ou glso ogÔunÍ e anb oglua
souJolrO 'euJolxo Pualeq Ep oe olsodo optluas ou
'oçrôernles ercd ogSezlrelod ep eutenbse o anOaS epeô1p glse enb çÍ'segrlce;a sop ua6essed e uês-
'^urgZ aluatuepeurtxo.tdB ap g alluo oErsual op -eçrdo, errgur0eurq 'V'J e'ro1ca;oo o a êseq E arlua
'aluauJelco.tlp sep
eôua.re;;p e saçrôtpuoc selsaN=l/C ogôuní eN 'olcorp oprluês ap ou,lou o aqêcar EU
-ezue;od oEilse saç)run se opuenb teOnl uel a E0 -lalxê'V'J E re6r; ep erulol plsf 'euralxa eualBq e
-iec ap Ercu?lsrsar e;ad aluaulectun opellutll çtso eôro1er eugur6eurV'l e epe6;p glsa anb uê optl
aluoJroc ep oxnll o opuenb olloco ogSelntEs v -uas o anbrod'euanbad g'lu9lod'anb oseq e o ros
-srulo o arlue ogôunÍep sgnerle sagllcala sop ueô
-essed p agdo as anb eôro1 eun g[i'o]uB]ar]u3
ogÔBrnles/ogÕnpuoC V 'ogôunÍ epunôas e ered uressed sagllcala so sop
- -ol 'aluoutecrlerd 'anb opor-lr ap 'optznpal utsse
'to^glsa reêurl ogr6ag 3 ? socBJnq ap olaunu o o Purl o}lnu ? aseq E uj9j
- -od 'sonllrsod socelnq sunô1e uroc ês-u.leutquoc
'oprelar unquêu 'eÍas no'ogÕent1 sagrlcola sun6le';y'eseq e ered as-ueôUlp a onll
-ce e eied oduel-oôedsa rlnssod ê^ap ogN O -e6au olgd olad soprledar ogts rossLuê ou ulelluoc
-
're^rloe o eted etcuglod Bonod -uê as enb sarnr; sagJloala so 'aseq e a Jossu.uo
- 3 o êrlua euraixo 'V'l eurn sourreôt; eg 'aseq tod
'ellurlul Elcugls!sar'P.ttotteq eu:n
epeu6rsep 9 dod;1op eppuec V'roloaloc op ellno
anb ouroc 'eurrssl penalo ectulqg Etcu?l e o rossrruê ap êuou o oqacar u odll op sepeuec
-srsal eurn relueserde o^op eslâ^u! ogÔez
-rre;od uJoc'EÍas no'o1.toc oe glsa opuenO
sep eun 'u-d-u rolsrsue:l ou enb oçrlue soural
- I
'elnu osenb Bcnx 'O C êp V I eun ep o^rllsod olod ouoc seroldêoêr souolv-'^\
6-uelroduoc seplFrsuerl sP^rllsod se6rec sV O ,()l
-r.lo Ercu?lsrsol purn Jêl a^op ogônpuoc ue 'C'O op V ! ep o^[e6êu
\,,
olod ouoc as-uelroduoc se^lle6êu seôJea sV sêropep souolv ,^
no oçr5ern1es eu glsa opuenb JolstsueJl O C)
- V V
:sou.rol' tu tssy'slet c
-adsa secrlslralcerec seuin etluol sagÕun; selsau
lolsrsue;l tun anb epl^np utes 'leluou.tepunl f oao ÉÉ
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(- .. (E É-
,.--) ,í\ t.
v\i\/ ,r1, v v v
to pequena e a tensão total fica aplicada entre Tiristor
C/E do transistor.
O tiristor é um dispositivo semicondutor com
três terminais, três uniões e, consequentemente,
quatro camadas, p-n-p-n, alternadas de silÍcio.

J. A Anodo
T^ ' c -- cátodo
Esta parte descrita não é mais que o denomina-
do corte. Um aumento de tensâo de polarização
inversa dilata a capa de empobrecimento até que
os portadores minoritários
- que são acelerados
ft
GI ac
Jo
'
Je
"
G
J,
J2
J:
-
-
-
-Gate(Porta)
Junção
Junçáo
Junçâo
através da união
- tenham suf iciente energia pa-
ra chocar com os portadores minoritários e maio-
ritários fazendo-os sair do cristal. Assim se chega
à ruptura por avalanche. lsto determina a tensão
máxima do colector que pode ser tolerada. Se a O funcionamento característico é como rectifi-
tensão de polarização inversa é suficientemente cador (SCR
grande, as capas de empobrecimento tocam-se - SILLICON CONTROLLED RECTI-
FIER) admitindo a passagem de corrente num só
mutuamente e claro, o transistor está destruído sentido. Notamos entâo que poderá f uncionar co-
se a corrente de colector não estiver limitada por mo interruptor, pois com dois estados estáveis
uma resistência externa adequada. Este transis- condução ou saturação e bloqueado ou ao corte -
tor é fabricado de maneira a ter uma região de ba-
se estreita com o fim de que a recombinação dos - é idêntico ao interruptor nas suas posições de
ligado e desligado.
electrÕes seja a menor possível na sua trajectória Efectivamente, o tiristor não permite que passe
do emissor até ao colector. lnfelizmente, com es- por si
ta base estreita, uma tensão C/B mais ou menos - através das junçÕes J1, J2 e J3 - uma
corrente apreciável quando o ânodo não é positi-
pequena destroi o transistor. vo em relação ao cátodo. So com a aplicação de
um sinal de comando entre a porta e o cátodo é
que se torna possível o facto. Porém, quando o ti-
E
-Região !inear estável ristor se encontra ein condução a corrente e limi-
tada pela carga, unicamente. lsto independente-
Se a junção E/B está polarizada em sentido di- mente dum sinal enviado pela porta.
recto e a união colector/base está no sentido in- n...4 interrupçáo da corrente e, por conseguin-
verso, a corrente passa. te, a passagem ao estado de bloqueio não se po-
derá Íazer sem que o seu valor se torne inferior ao
valor da corrente de manutençâo ou tornando o
cátodo positivo em relação ao ânodo. No entanto,
elementos de Íraca potência podem ser bloquea-
dos por um sinal de porta negativo, processo que
se nâo deve utilizar...,
Note-se a seguinte f igura para um estudo mais
concreto.

Quanto mais positivo for o potencial da base, ++


maior será a corrente na base, a corrente de carga Ânodo +?
5I{
+l+
a irs
+ .Cátodo
do colector e a tensão entre os terminais de car- IA +t ,tz + Ic
ga, porém a tensâo ao longo do transistor é me- P. +N+ .P + ftl

nor, até que se alcança o ponto de saturação. O J1 J2 J3


esquema anterior assinala a polarização para es-
ta região. Porta

116
L'I
ap eslaAur oluê.tJoc B a JolstsueJl ap oluaueltod
-uioc t!n soiral onrle0au opoug o opuas oulsaul
'onrlrsod leurs un eltod eu souiltznpollul aS
'opoup oe ole opolgc op'e6n1 ap epelopts
-uoo 'o1uo.uoc euenbed eutn essed os e u-d oEltun
gs etxnu essed as ousaut o enb srod 'elcetrp g
Z e ê aluoulesJo^ur sepezue;od oE)lsa e a L sagtun
sV 'enrle6au epepuelod opouB ou e enrysod
apeprrelod 'opolgc ou 'opeurol g rolsUll o rnby
EsJo^u! ogÔez;relod v-LI
-
'ogSnpuoc a Pleoltp ogôezue;o6 g
'rnoês e eluosaide ês
lorenbo;q a eloaltp og}eztrcp4
-
oruoc ? l/^ leqol6 ecrls!rêlcPrec e'Lurssv 'elnu ês lesranur ogôezue;o;
- 7 1.
-pnb a alusroo p eluosalde onb prcugpadLul e 'op -
-e^rlcp zo^ eun 'seu oçrônpuoc ap opplsa ulê lol :onrlrsodsrp elso ered sopelsê so sgll oErS
-sr.rl o :gd ap serauEur orlenb sB sorurialêr gÍ.
sorolsull sop sEcllslJolcBlBc l.I
og5npuoc a plcallp ogSezlelod
-
- C-tt
'soJolsrsuerl srop e o opolp
'e1:od ap aluêr,loc e euanbed e[es urn e ocrlu?p! 'oorsll odloc gs rJrnu 'oluotr.tpuorc
Eroqura olrnu oçrôezrrelod ep odrl êlsê aluernp op -unl uJn [!a] .,ro]srJr] o anb elo6e oglus as-e]oN
'orgenb e'Ll e aluauilen0r '01 e
-oug op aluaroc e eluaune eyod ep aluaroc V'el
-rod ep oluor.roc ep elred eun sreur Z ogrun eu ogô e soluod g e epr^gp erOo;eue tod g Zl aluolloc V
-elnles ap oluaiioc e 1en0r eÍes elualoc elrp e enb 'L oplun
ruoc zpl olsl 'êluaureslê^ur epezrre;od else u-d eu e ureznrc a u opr6er eu uapunlrp as anb 7p
-oz eun e euenbed oluelailuaopoug op alualioc
? oElun e êpsêp sorleir.rour.! sa:opeltod sov t
V 'aluouesrs^ur ppezue;od glsa oElun e seu
Z 'L o9lun -
'oluaurelcelp seppzuelod oglsa e a L sagtun sV e ureznrc e u ogr0el pu ogsnlrp pttln u?l
'opol_Pc oe ogÕe;ar ura o^rl enb 7p ogrun eu sopploê[ur usocetnq» sov t
-rsod opoug o ruêl sagôrpuoc splsau orenbolq g 'Lr o9lun -
e ueznlc enb souglrrourul salopelrod soy
'saluerapuodald Lí. ogrun e ueznlc anb
- 7
olonbolq a plcollp og'e4)elod - g-tl «socelnq» 'sotze^- '«soco» setopeyod sov
- L
:ept^ap 9 i; aluerioc y
'rolsrJrl op ernldnr ç .reôn1 erep 'elnu a oclrlgle ouq;lrnba ep oluauJt^or.l.t nos
segôrpuoc selsau oErsual op olusurne .ranblenp ou saropelrod sop sêlualroc selsop euos E Joual
'ESlo^ul oçrôezr.relod ep saçrôrpuog spu 'aluauregrô -xê olrncirc sourol oElu ospo olsêu otuoc seu 'oxr;
-ol 'epessederlln lês o^êp oE)u a oluec;:qel oled ep 'opeuc oduec o;ad ogrun epec ap s?^erlp zo^ prl
-ep g esra^ur oçrôezr.re;od ep segôrpuoc se oluelnp -no soperalêoe ras salopelrod so oluor.le^ou uap
epod p epecrlde Eurxgrlr oErsuol V 'oElrun eu êlual -od 'e[es no 'oulo]ui o]uaur^orl o]sê raca]uooe
-roc op onrlecr;ruô1s êluelseq oluounE un znpo;d oluepod apod 'purlplslto ernlntlsa pns o soporp
za^ ens tod olsr e ogÕetnles op êluailoc e êluaul sou sorrglerl enb o aluaue^ou rêl aluoruo^uoc
-ne enb uloc zp, eusêr.lJ pp oluêurnp un enb srod ? opnlsa êlsâ ered 'saiuelêpuodard so uroc os-
'ernle.radual ep epuedep opôernles êp oluol.toc V -reurqurocê.r u.rapod a sougyloulru Jos e uua:essed
'eUod ep aluã.uog p sreui L ogrun ep oçrôernles êp ered saluerepuodaid las êp tltexrap seiopeltod
Bsro^ur oluarloc e ;en6r ? opoug ou êluar.roc V solsf 'ogrun BpBc ruê ropepjelor oculcgle odulec
'rolsrJrl o recrlruep'osec ê1sau olad eprznpord erre:.ieq e ressed ered eluarulns
'apod oçlrun ep oluaurcenbe g 'rolsur] ou ercugl er6raue uoc sêJopelrod sunôle uralsrxa 'ug.ro6
-od ep ogôedrssrp ;engrcarde puln rlsrxa apod anb 'ogsnlp :orialln pun eplela: anb opsual eurn euc
opotrl ap'e1rod ep elcêJrp oluauoc ep'e1a uoc lo^ as enb ?lB as-ujeL{ledse edec epec op se:opelrod
-greduroc rolp^ uln ?le eleluaune opoug op eônt so 'puralxo 'V'l eurnquou sotjrlezrlrln opu aS
Se bem que o tiristor conduz, a queda de tensão Durante o tempo de subida as perdas são maio-
entre o ânodo e cátodo tem'um valor aproximado res por o serem também a tensão e a corrente.
de 1 e 1,5V e permanece significativamente inde- Assim o terppo de duração do impulso da porta
pendente da corrente do ânodo. deve ser superior ao tempo que o tiristor leva a
As quatro maneiras para o disparo do tiristor passar do estado de bloqueio ao de condução.
são as seguintes: A duração deve ser maior no caso de a carga
1 Por sinais eléctricos de porta;
onde o tiristor está inserido ser indutiva.
2
- Activação luminosa da porta;
- alta tensão de polarização directa;
3
4
- Por
Rápido aumento da tensão de polarização
T1.D
- CIRCUITOS PARA D]SPARO DE
- directa. TIRISTORES
O mais importante e usual de todos estes é o
primeiro, muito embora este último descrito deva T1-D1 Sinais de c.c. para excitação
ser evitado em virtude de ser naturalmente falso o - ou disparo
controlo.
O envio de um sinal contínuo na porta não é
Tl-C1 Disparo ou activação por Íeixe normalmente conveniente por causa da dissipa-
- !uminoso ção de potência notória no tiristor, porém em apli-
cações em que o tiristot pode ser cortado antes
Um feixe luminoso dirigido à união do cátodo, do instante previsto, deve ser tolerada esta dissi-
J3, na porta, pode produzir uma energia suf iciente pação por um espaço de temPo curto.
para romper a barreira das uniõeS dos eléctrodos No esquema seguinte ilustramos um circuito
no semicondutor e provocar a produção de porta- de excitação ou disparo.
dores minoritários * electrões livres adicio-
nais necessários para que o dispositivo-conduza.

Activação ou disparo da porta


T1-C2
-
Podemos efectivamente injectar sinais (elec-
trões livres)adicionais, na regiáo da porta através
do terminal (G) para que o tiristor conduza. Se a
corrente de porta é suficientemente intensa, o ti-'
ristor conduzirâao mçmo tempo que o ânodo, lo-
go que este seja posilivo em relação ao cátodo. a) b)
Aumentando o corpo físico. do tiristor pode-se O interruptor I pode ser ynecânico, um relé de
conseguir que a corrente aumente. lsto é determi- lâmina, interruptor por transistor ou até por outro
nado pelo Íabricante. tiristor se só se pode obter um sinal pequeno de
Temos então que quando é aplicado um impul- comutação da fonte de alimentação de controlo.
-
so ou sinal pela porta há um atraso mínimo, até No esquema (b) a modificaçâo não necessita da
que o tiristor entre em condução. F.A. adicional. Quando o ânodo é pbsitivo e I está
Quando a carga onde se encontra o tiristor é re- fechado, a corrente da po;ta está limitada por R.
sistiva, temos,as evoluçôes seguintes para a ten- Quando o ânodo é positivo e o tiristor está condu-
são e corrente no tiristor desde o estado de blo- zindo, a corrente de porta é muito reduzida. A cau-
queio à condução. sa de que a tensão que produz a corrente de porta
é agora unicamente a queda de tensão directa no
tiristor. Aproximadamente 1 V.
O díodo no circuito previne contra uma elevada
tensâo inversa que se possa produzir entre a por-
ta e o cátodo quando se interrompe a corrente. O
díodo limita assim a tensáo até aos 5V mais ou
menos.
Outro processo de se produzir sinais de contí-
nua para o disparo é o uso de um multivibrador

118
ôrr
ogônpuoc op opelsa ou etlualueu os ala anb eled
lolsurl o lessa^prlE o^ap enb eLuttllut Plcollp ai
-uor:oc e'e[es no'PLutu;tu ogSelntuoc êp alua,lloc
(rr) alueloc ep lole^ o soulelou ele6 'oledstp
-
êp êluêiloc p llpau sor-uapod 'ellsuotxop as ttn6
-as e enb sa;duls ossacotd un uioc'o1ue1el1u3
'ol
-urnôas olrnor!c op oôoldua o ? o06 ap oPÔnpuoo
êp olnôuE uJn ralqo eled salduls opolgr.u un
'epPln6aJ glso'oErÔPluaullP ap oElsual
P OlledsAr uO3 êsPl ens e o
'e'c op ol^ua o uoc
opez!uor3uls çlso ol3l3 op olcalloc oluol.IloLll ou
lolsull o E6rl onb oslndu! o anb olsl eclllu6!s 'ogÕdnralulyogÔeôr1 ap oslnduil o1;e;:ed uln lalqo
rapod es Erpd le^çrnles oalct:tu ap lopeullolsueJl
(c o06 êluernp o9ônpuoc (q oESnpuoc alstxa o-€u (P
ooqL êtuernp ogônpuoc un eôardue es enb ue ogÔun[lun ep Jo]slsuEll.
(e tc (c urn rod Jolsull op opuetuoc o lelncoxo soulap
-od rgnôes e eguesalde es anb eulanbsa o uloC
--\r---=a)- fJr- 8OCVI,']UOISNVUI
'êlua.l
-roc e relncilc apod lenb o aluelnp oEfsual op olc
-lc op aued e opue!.rP^ as-PlnpouI ercuglod v 'eô
-Jec €un e epeôue; 'E'c op ercuglod e lerel;e eted
lensn olrnu elloueu eun ? asel ap oloJluoc o
oredslp o Bred 'B'c ep sleuls - Êo-tl
1 rI
e ad so pe u au e,
I
;$''": "U;#H":i
oçrôelueutlP ap aluol e ollua
-orluoc ap leuotctpe"tt"'$iJ'J
onrlcadsar oluotllplost o uJoc lolsl.l!l op eyod ep
ropeurolsuetl tod olueue;odoce ;anlssod 3 'enu
-lluoc ap sreurs ap zo^ uta otedstp o e:ed sos;nd
-LU! ap sreurs rpzrlrln oso[e1uen os-]Eulol apod
oJeds!p
'euru!tu ogôual o elBd oslndu! oP sleuls - ZO'IL
-nueuJ op aluorJoc e gras otlautlredute ou 9Jêl as
anb 6'erenbolq Jolsllll o enb ua oluauou oe ?lP
'lPuls oP og5ectlde eP
olElsqsr op elcuglslsar e soueluoLrJnv 'eululul
Ercuglsrsal êp ogÕlsod eu olelsgor op a oçrÔnpuoc solue eptes êp sleuluJlol sou acalPde as oplttt;td
ua rolslr!l op aluauecrôo1 r;;red anb soutel - o1 -ns ?'u.lllua'o'e1lod ap [Euls un ouloc'eples eu
-uouieuolcunl o rolueu ered elrgssocou oluêljoc oEtsual eun acelede 'loqlau 'opelsa ap Epnul al
Hr puru!ur oE)Sualnueu ap alualloc e elpd -Je'oç,1senb r-ua topelql^lllnu op epellua ç eôeqc
- opueu.loc êp ol!nellc op oslndul no leuls ouenb
e I plsf 'or1er.u1.redue ou eluo.rroc ep r;l#:"ii"; -ed urn opueng 'slenpl^lpul sollncilc lequasop
-ol Jolsu!l op oredsrp o lop as enb tue elnllP eN ap apeplssacou ulês oluaulllcel as-ltn.llsuoc l'uop
'oçrsserd êp ogloq o soue6!l enb odual ouseu -od oredsrp op sleal sollncllc so a soct0gl soluotu
oe lole^ nas o )eue^ soulozel 'eulx9trl elcu9l -ala so anb erteueul op lelnpou eullol ule ecUq
-slser ap ogôrsod eu U olelsgol o sotuecoloc -el os salopelql^lllnu op Bll,uJel E epol'le^9lsolq
-
Quanto maior for o valor de R mais retardado f i- Nos circuilos de comutação forçada utilizam
cará o tempo, ou a Íase, sendo a tensão suÍicien- -se, principalmente, condensadores. Um circuito
temente positiva no ciclo para que a corrente da que náo requer condensador é o que utiliza um im-
porta possa disparar o tiristor. pulso externo proveniente de um transformador
para o bloqueio.
Na Íigura (a)temos um casode autocomutação
T1.E C!RCUITOS PARA COMUTAR por ressonância (LC). A placa (x) do condensador
- O CORTE DOS TIRISTORES (C) é positiva muito embora o tiristor (th) dispare
para conduzir a corrente de carga. Uma vez que o
Os métodos mais generalizados para cortar ou
tiristor conduz, o condensador descarrega-se
através do circuito ressonante de C, TH e L e a po-
bloquear, já referimos em duas formas: interrup-
laridade do condensador muda. A corrente resso-
ção da corrente e comutação forçada. nante inverter-se-á depois de um semiciclo. O ti-
O primeiro realiza-se abrindo um interruptor na
linha de carga, ou fechando um interruptor em pa- ristor bloqueará se a corrente ressonante for
ralelo com o tiristor. Este último realiza-se por vá- maior que a corrente de carga. A consequência
rios métodos. O mais simples é o de comutaçáo disto é que, se a carga fosse curtocircuitada, o
de fase, quer dizer, quando a alimentação é de circuito ressonante não poderia fornecer uma cor-
c.a. durante um semiciclo o tiristor está polariza-
rente suficientemente grande, ou interi'sa, para
do inversamente e bloqueia-se. O corte terá lugar cortar o tiristor.
Em (b)está um circuito análogo. A tensão inver-
necessariamente a 20 ps depois de o cátodo se
ter tornado positivo. O tiristor cortará quando a sa obtém-se por ressonância com circuitos ali-
corrente directa se reduzir azero e isto depende mentados com c.c. As formas de onda dos ele-
mentos correspondentes estão representadas na
da reatância da carga. Se a carga é capacitiva, a
corrente anula-se antes da tensão e isto dá-nos a figura (c).
ideia da comutação forçada através da ressonân- Descreve-se aqui a acção do corte. euer dizer,
quando o condensador se carrega, o circuito res-
cia quando a alimentação é contínua.
sonante tende a inverter a corrente e o tiristor blo-
queia. O período de condução está dependente
dos valores de L e C.

TRIAC

T2
- Tiristor tríodo bidireccional (triac)
I

I
Como vimos, o tiristor conduz a corrente só
ít*-n num sentido. E um rectificador controlado. para
v.c regular a corrente alternada numa carga, com dis-
-T\ positivos semicondutores de potência, é necessá-
rio o uso de dois tiristores, logicamente, monta-
í'a dos em oposição. Veja-se a f igura.
-___J
o)

Se considerarmos as duas estruturas esquema-


tizadas teremos este aspecto.

120
lzl
elueuodrüoc o 'ollncllc eluelsoJ o aluEled o^llls -uaJJoc p o
-odsrp op oPÔcolold E Plt9ssocausap as-Eulol'ol
- Elnu Ercugpadu; ep ogônpuoc p 91e
elrurlu! ercugpedurl ep ogôlpuog B apsap 'Epnur
-eds1p o ered Zl no LI sleululal sop lenblenb e ep onlg;sodslp o
-ec;lde:es apod tp/^p elle etun no os1 oPsuel E o^!l
- eredsrp cBul o 'Ll e oprSeler uta
or;1gsod g'ernllp eu'ZL leuuurol o eg 'se:edtretl
-rsods;p elsoN 'ceUl op elsodtuoc elnlnllsa elsa E -rur sunô1e op oluoJroc ap oslndutt utn eyod eu iel
-ce[ur enb soruol ceul op o]uorueuolcunl o ErEd
leirçc;;de ? otusotu O 'ocllllc lole^ o leladns - od
-ural/oEisual sepe^Uap 'soprluos slop sou essecold es oçrÕnpuoc e enb
- (,p/np) opoug oe epectlde
opsual ep opÔel.ren ap apeplcolo^ E as no (oe1) e1 eloôe soueloN 'sopol ua oE,u seu 's,cegll salsa
-p alueualualctlns oEisual EtUn opouE ou sotlllEo sopezrpln ras urepod sosec solrnur u.r3 'sueôe1uer
-;1de es eôue:nôes uroc e:eds1p es sleuluJal slop -sep seurnô;e 'ole;c 'eroqu:o 'suaôeluen ueluas
ap u-d-u-d elueuodutoc o no Jolsp!l o enb Elleueul -arde anb seudgrd olnur secrlsjrelcerec tuoc t.ti?l
etrjsotü Eo '«oqcuele^e» ep opEuJPtlc a o:edstp -od 'oEtÕlsodo ure saJolsull slop E oluaueuo!cun]
g 'eyod Pp opollc?la op sotlJleslcetd ues gle a ep seôo1çuE seorlslrelcerec seun souel u!ssv
eyod eu opelce[ur leuls o lezlll]n uos cep] o lBled
-s1p apod os'oluaullenô1 'enb Jeluocsolce soulep
-od 'egueut.topalue asstp es anb o opuenulluoC
cvlo
'onlllsod os;ndtu; o
enb eô.rec souauJ rsnba: orrgle6eu oslndurl un anb
Jozlp olsl uloc sou,eJano 'o^!teôeu euod ap os
-lndu; urn rPSn os-e^ap cegl op epep!llqlsuos eul :a1urnôas
-rxguJ e ered'o;duexo tod 'out11d9 oluauJeuo!cunl e ? o^lllsodslp etsep ec1;çt0 oçrSeluesetdet y
un op oxreqop opl0ot g anb oJelc olsl 'eJlaueuJ
gs euJn op sol-gzuelod r.ue ossolalu! 9q ogu s;od
rrznpo.rd ep sa1dr.r.r;s sleu ollnu ops soslndul! so '
ru !ssp slod'er11ec;1; uôls aluoue^!le;el utaôe1uen
etrn lnlrlsuoo olsl 'epepgrelod :enblenb lel op
-od euod op leuls o ceul ou 'on11|sod u?quel ? op
-oug o a opolgo oe optÕe1a: r.ue o,r;11sod g eyod ep'
leuls o es çre:edsgp es gs lolsptl o enb tlaq eS
'olueJloc o oEisuel Ep eluapuedepul esenb
eceueuued e olueulepeullxolde ep I elsau
oErsuet ep epenb ^L e 'operglce ? cetJl o opuenp
o^-o a + euod âp leurs
I 'e1urnôes ogôer
(tr zr) n [r
"^* -nôr;uoc B tuoc onrlrsodsgp un pJpclJ 'd-u-d'uJntu
-oc ue se6o;gue sedec uroc 'ce;r1 o os-norJc As
o^-O a^+eljod aP leuls unu so^lllsodslp slop sêlsap ogSezrleer Ered
a1+ Z1
'
lEuorccaJl plq ogÕnpuoc
p opl^op ;enlssod ? ossr enb 'oct;gtô ou 'l1nôes
e soureloN 'e6rec P epet^uo etcuglod ep alsn[e o
ered rezrlrln ul?quel es-epod Eu;alle oEfsuol Ep as
-El op oloiluoc Jod 'v'c ula ceul o opezlllln los op
-od anb ero6B sotleloN 'Zle lL ep zo^ elsop Elnc
-rlc oluolloc e'e1rod Eu leuts ollsotrt o soutecl;de
os a Zf e ogÕegar ule on111sod LI 'opgJluoc o es
-secoid os eS '!I gle ZJ- ap essed leuotcue^uoc el
de dois terminais sem eléctrodo de porta não é
outro senão o DIAC, ou seja, um díodo bidireccio.
nal. O processo de disparo é mais simples do que
no tiristor. A disposição mais simples possível pa-
ra disparar o triac em cada semiciclo está indica-
da a seguir.

E constituído por uma barra de cristal do tipo N


de resistência elevada e um cristal peque.no, do ti-
po P. Os extremos estâo ligados, como se vê, a
dois eléctrodos, B't e 82. Bases. O outro eléctrodo
O DIAC tem assim a sua estrutura: é o emissor. Por razÕes tecnológicas, o emissor
está mais perto de 82 que do terminal 81.
Se aplicarmos uma tensão Varsz, poÍtafito às ba-
ses do transistor, com o emissor desligado, a bar-
ra, ou o cristal N tem um comportamento seme_
lhante a uma resistência óhmica. Cerca de 5e a
1OKQ a uma temperatura média de 25o
nada por P,,. Veja-se o esquema. - desig-

B,
É uma montagem antiparalela, ig,ualmente, de
dois díodos de quatro camadas.
As características do DIAC são idênticas às do
triac. Simplesmente, já vimos que os disparos são
Itrl'
.
diferentes. I
B1

Vai aparecer então no ponto E uma tensão VE


igual a uma f racção da tensão total VBB e que po-
de ser mais ou menos determinada pela reparti-
ção de VBB pelas resistências RB1 e RB2 que
compõem RBB.
Temos então VE: aVBB
4 é um parâmetro intrínseco do UJT.
O DIAC, normalmente, comanda o disparo do ti- Quando aplicamos uma tensáo ao emissor, va-
ristor. riável de 0 até VBB, obtenios uma característica,
de corrente de emissoritensão de emissor.
Para uma tensão inferior a 4VBB, o díodo D do
esquema anterior está bloqueado, não permitindo
passagern de corrente salvo uma pequena corren-
te inversa (negativa) lED.
TRANSTSTOR UNIJUNÇÃO (UJT) Se aplicarmos uma tensão ao emissor superior
a 4VBB, o díodo D conduz e injecta uma corrente
Este transistor tem uma configuração física de uburacos» na barra do tipo N, saturada esta re-
nâo gião B1 devido à deslocação dos «buracos» para
muito igual aos díodos ou transistores pois é Íor- 81. Existe então uma diminuição de resistência
mado da seguinte maneira: pela deslocação dos uburacos, para 81.

122
tzt
-uglslSAr V'e.lnlnllsa ens eu osoulL!nl axlêJ un êp 'eoUlc?la el 0Jauo/sogÕer-u.to;suel1
«o9ÔPclldP» e oluelpau Elcuglslsal ens P lelle^ sep s?^ErlE sououlguol sassap ogÕlpeui E EJEd
o9Ôunl ou.loc Lua] ecl.llc?laolol elcuglslsêj v epuerô aluaue^lle1el eureô euJn souol txlssv
'le^prnsuauJ eculc?le
erôreua ulo souotl.tQuel sessep ogÔeulolsuEll
^.- p uroc'utapuodsel seJosues so'soc119uôeul sod
-trIEC e g1e 'zn; '.to1E3 op o9Ôlpeul e epseo 'ossl e
tv:
'opJelar êp sollnclls o sapep
urapuodse: soJolnpuoclulas sO 'saloleul ze^ epec
seçrspcerd ue0lxo aluaulenlce seç»Ôtpeul sy
'sosEc
-rsualurarqos ap salopBlltull 'elnleiadual ap sal
-opelorluoc lue senôetdulo las tlapod Cld sV sopeuE^ slPtu so EJEd UAlSlxe e4b soclugllcalo
o^._ son;1;sods;p ep ogÔec!]lsle^lp ç oluenb o1s1 'apep
-rlrlpsre^ epuelô ulol Jolnpuocltuas lepaleu O
z
t slluosNlls
,
I 'JopPSuapuoc op sellssaons seôlecsep sP sol
I -uepuodseloc opsuel ep soslndul as-uiglqo lE
u 6o-I leururel oN 'C ep eôlecsep - Elles op oluep.ap
'o^ eurlol pun uel losslua oe epec;|de ogsuol V
crd ''^ eôulle'^='^ enb u-ttsse tU oP
-r1e6eu ernleledu:el ap eluelcllooc uln tuoc lelclu!
esel p uello^ eplnôas ule 'oa111sod o1;nu ElnlEJ sgnerle.eOrec e u?tqo C loppsuopuoc O'opuazlp
-eduel êp alualcllaoo tun ugl'aUnC elnleredu.lel roqlatrl'selsglc no socld so leu!ul!le soutlnôesuoc
Ep eulcB Jole^ uln urallôu;1e ?lE 'aqos elnlelad 'epecfl!lcor ap s;odep ')ouuo7 opolp un uJoC
-ual e anb eplpeu P 'lolnpuocltuos oclulgloo lep
-eleu uro sellel 'on111sod etnleladual ap eluelc
-lloo3 ap Elcu?lslsal euln I cld elcu9lslsal v
U
tl#
I l-7
'olusuJEuolcunl ap e.l (e ua epor eP leplosnuls ogsual V
-nlBreduat e ogÔedlsslp op selcuglod serlçn ered 'o9sual
'serrgn urgquEl sElcuglslsoJ o epEc!llslo^lp ol!n[lJ ap eurol e qos oslndurl uln ered oluolloo elsap
PCrSll EtuJOl Etün UI?I 'PJluOCue OS Opuo oluolq eôueserd e rlznpell ep a l8'=l Essa^Elle anb e1ue.t
-rr.re oreu op etnleledual e;ed no eculcgle eluol -roo E relltull ogÕun; ouloc ulsl LU Elcuglslsol V
-ioc eun ep r.ueôessed eled oulêlu! olueullcenbe 'El
nas op s9^Erle elcuglslsal Plso lEJqoueul soul -ros ap aluop 'aluautepeultxolde 'ap Bullol P tuoc
-apod'aluêule^!lec;;1uôts oltnul ecsap Elcuglgls sosgndu; teteô soutepod oltncl!c olsa uoC
-el e'eqos ernleledutel e opuenb'anb lezlp lenb
ogsl 'or11eôeu etnle:edulel op elue!cllaoc ep Plo
-uglslseJ Eurn ? JolsltrJel no 'cJ-N Elcuglslsal v
llEH êp rope"reô lodutBc op Eceld otttstleuôey1 3^
eculc?l
i I
-aolo} elnl?c'opo!polol ílolsullol
-o1'.rolst
suejlolol'eclllc?loolol Plc
-u9lslsol 'oculc?loolol oluaualf znl
cld a cfN elcuglslsau lolec cr
ozuenb ap ogsseld ap Josues
oEr^Jeo ep ogssetd ap etouglslsou oElsso.ld 'a1utnôes ollncllc o .lezlllln souapod leu
sluosNls f o sodll- soNlt Ú9NlJ -olcunl e ogÔun[run lo]slsuel] o soula]aul eled
cia diminuirá à medida que o fluxo luminoso inci- Sem campo magnético
dente aumenta. NiSb
Serve para comandar dispositivos, alarmes, re-
lés, transistores, etc. Símbolo da LDR:

$
ü
O fotodíodo de silício tem uma configuraçâo f í-
sica como a de um transistor, só que ná sua parte
ffi
Com campo magnético

superior possui uma tampa de vidro para a inci_ Aplica-se em comando de relés para comutar
qualquer dispositivo.
dência da luz. Tem uma aplicação igual à LDR.
O elemento fotoeléctrico é um Íornecedor de
energia mediante a incidência de Íluxo luminoso. ú .B
Símbolo:
o gerador de Hall é um cong"n*r"lUsimples-
-1 ,// mente o percurso dos electrÕes pode serrdeflec-
cionado pelo campo magnético, como tal alterar
O Íototransistor é um dispositivo formado por a sua estrutura atómica. De um lado Íicar um êx-
um fotodíodo de silício e um transistor de amplifi- cesso de electrÕes, do outro a Íalta. Logo, entre
cação do "sinal, recebido através da tampa de vi- os dois pontos existe uma tensão, chamada de
dro da parte superior.
SÍmbolos: "tensão de Hall". Aplica-se para medição de cam-
pos magnéticos.

,^.,Q$ qI,,*
O Íototiristor é um dispositivo formado por
mais um elemento na regiâo N.
Não podemos de maneira alguma entender
E2
uma actividade manual sem sabermos exacta-
mente o fim a que se destina. Assim, para come-
P çarmos a trabalhar a placa cobreada com vista à
N
P
N
ta

+ç- execução de circuitôs impressos temos necessa-


riamente que saber o que é um circuito impresso,
como se trabalha e para que serve.
Daremos uma ideia do assunto.
Nos Íins do século vinte, o homem vive uma
E1 época plena de.automatismos. E uma batalha re-
nhida de competências, como tal obrigando ao
Aplica-se em comandos vários ma,s por incidên- mais rápido emprego de componentes com méto-
cia no tiristor de um feixe luminoso. dos mais simples, práticos, com exigência de
O díodo luminescente (LED) é um díodo que pouca mão-de-obra. Todos os sectores eléctricos
serve de sinalizador. Com tensões e intensidades têm já por base o circuito iinpresso. Deixa-se as-
de corrente mínimas emite um feixe de luz através sim a técnica de cabelagem tridimensional. Tor-
da sua estrutura para o exterior. nava-se um trabalho cansativo mas, pior, era fon-
te de avarias que surgiam pela utilização desta
técnica.
Na sua forma fundamental, o circuito impresso
tem cerca de 65 anos. Em 1906, Edison e Sprague
nos Estados Unidos da América, demonstram a
As placas de campo são resistências semicon- possibilidade de aplicar o cabelamento com pó
dutoras gue se comandam através de campos metálico sobre superfícies isolantes. Vinte anos
nragnéticos. Com a subida do campo magnético a mais tarde, Francis Harmon obteve a patente so-
resistência sobe. bre o processo semelhante por corrosâo. Em 1g2Z

124
9Zt
'alqoc ap olellns o'as 'salolnpuoc
-eq ouoc 'ocll!loJlcala oLluEq LlJnu êseq ap leuãl ep eceld ep aseq e ? «oseq lelJoleu:» O - V
-eLU O arqos ês-Ll]Plldlcald slelolu so 'lnbv'opPad
-Er.lcojlcala no ellseldoue^leô op ossacold - c -e;d e uroc EUgptlos s,ul'"*u",.,ro,r"rr, ;t"'*:":;
'aseq lellaleul -Jopolul Ela E sopextl oglsa enb setolnpuoc ap
o aJqos aluaulJollalsod uJexll as anb no 'aluêl,ll opeôel1 rroo oluelosl eceld Etrtn'seullou setusaul
-eêue]lnuJts sPpedulPlsa secllglau seLllo| ap sop se opun0es 'as-epueluo (eAAa) pleog ôul.tl1r,1
-eurol oglsa sollncllc êp no salolnpuo0 op sop pqluUd
-
«sololnPuoc ep ece;d» otllou lod
-e5eJ] so anb uo sossocold so sopol as-uednlôB - - e 'EJOI
opedLuelsa ap ecluc?l ap ollacuoc o qos - C -npuoc opeplnutluoc ogp a Pla alqos sopecllde no
'aseq lellaleu o êlqos
serolnpuoc ep eceld eu oluotllopalu! sopexll o9l
soprnbll stelau ap ogÕce[ul eu a]slsuo3 'dooqcg -so saluouoduloc salso opuo 'EÍes 'nogSnJlsuoc
ossecord - lolua^ul nos op auou o;ad opeu.l
-eqc rlgquiel osseco:d 'lelaLu ap ogÔca[u1 - g
op seluauodutoc Lroc 'selolnpuoo êp eceld»
'eln1e:adual P salualslsal oluol.u ott.loc as-aullop ossaldutl ollnsllc o '«sezlllcêJlp
-epenbepe aseq op sell?leu as-Ltlezlllln 'selnl 'sossaJdutt soltncJtt» t080, NIO setlllou seN
'oluauJElEtpaul Jpnlcole as oElu saluauodutoc
-e.radu:al sellP e lentssod ? aluauos oôol op o95
-ecrlde y 'elrelrad elcug/ape eu:n a opepl^llnpuoc
sop oEtsserdr.r.rl e 'sosec sun6;e ue 'opuenb u9q
-uret optlg^ 9 ossaldtlt ollncllc op ollacuoc O
rolEtu rtn6esuoc eled olst 'euieLlc P ogu o êseq
ap leualeul oB os-ujegl;de oluauteeletd o no socq 'soclugcau no sleulou so!aul rod elueuttoltelsod
-slralcEle3 SêlOlnpuos «sêzlu.ia^» so tnby - y uenbrlde os no 'selolnpuoc ep opeÔel1 o 'o1t9l1
-uoc oB 'epueeldtuoc «ossoldu! ollncllc» O - Z
:seurnô1e souJallO'oluotueolq
-ec op ogÔncexa e eied seclus?l se oPS sellnll 'acel erlnou no eunu 'seluau
'srenlua^o -odluoc so alluo aJqoo op se.lolnpuoc sêç)lun sE
sepecued seuenbad E a sec!uc?l op osn o eied alu euJos apuodsaltoc (uossard tl I opeÕell'' 01 u out
al u a !c e' oc t ue catu
il n s e I c u els I s or -plcaroc sgeut) osseldut! oluatueoloqec O - t
"l?3ii,Í,irir,, :soltecuoc e1ulnôes so sollno etlue t1n6u11
ecrls!ralcelec» 'oluaLUelosl uln eled oLu1u;iu oÔed -s;p anb sotuol 'utlssy 'lEnlce sleut oçrÕec111uô1s
-sa urn 'LUls selu 'le op ulaôessed e eled salolnp ELun uroc erôolou1r.u.rel eun odulec else eled el
-uoc so atlua oÕedso un gna:d as oçiu 'oue;d olu -uorue^tlcoio olstxa'sBc! uc?l sellno eled outo3
-saur ou uetlúocue as saçrÔeôr1 se ouoc't,t.ttssy
'esnec ura saluauodt-uoc
so arlua:e6t; etlapod as anb 'ocllpu!llc'lolnpuoc sortnculc llo oYSSfHdlNl
or; o ered 1en6t lolen utn 'eÍes no 'epeptntlnpuoc vo vclNclr v llu8os sorlscNoc
e ered oulultx lole^ un l1ôrxa anb soualsl oo
-Ulc?la olcadse o olqos'aluelosl ell?leu eun olq "'osseldutl ollncils ou opelelsu! las
-os'rognpuoc lellaleul ula'sectt1c9;e se9Ôe0t1 ap apod opnl asenb no'opnl'selopesuopuoc e seu
ogôecrqde e a sopol?LlJ so sopol ap otdlcutld 6 -lqoq rplncaxa apsap'sosso.tdtul sol!nollc so eted
"'oluaulEnueuJ lPLlleqerl epod BpulP sppe UE^ sepEpl | !q tssod elueule^!loale ualslxf
urêurotl o'êluoLUztlâl'sPpeulet6otd seutnb-etu 'osse:du.t1
rod lezt;eal essod as anb oclô9louce1 ossacold ollnor!c op octlguJolne ocUqEI o olqos oEr5elueut
urn rod oueuintl oqlPqell o opol llnlllsqns I lenl -ncop Euln noo!lqnd SEN V 'solel!l!tu su!l uloc
-ce oçrÕetldse V 'sosla^lp sopol?ttl as-uesn sos 'ueôeqlerede etlno a satoldacoJ so.loss!tllo sou
-serdu.t; soluoiüealaqe3 op ogÔntlsuoc e e)ed ecruc?l elsa Jqzlllln e uleleSeuoc souecpaulv
so enb ? gr6t ep euenô Eu 93 'ogÔellsuoutop
sossSHdllI ap olopour un uoc seJoueulod so sopol ua ol
solNsl lvs.t3svc 3o oYÔnursNoc -;e; olce[old tun nolueselde 'soue I 'epte1 sley1
'oP^ uta seul 'eselôu! ecpls?leolpel
"'EtcuçlsuncJlc lod es-e6alduu3'leulul eUlsnpul p elepl e nocoialg 'ollnc.lls o l;utltdu; ap
-relap'anôos as anb olxol o alqos oluaulpualua elopr e enel'ellelelôul tua'le1s13 InEd '9e6f ul3
OSSOU OP gleqEC «Opol?ul» 'nOlUAuleSSOeOJd» '«Ol 'sopectldtuoc sleui za^ PP
-ueulpacord» '«ECluc?l» soulal ap osn o - I -ec ueJê sossecotd so'e1u auz! lalu I'epeu !tuJalap
'sarolnpuoc ap ece;d Ep ocpqel o opuelue os «e!ô -e:d euuol tüoc a sepeln;led oglel ap edeqc ap seJ
-oloucof» u?qulel a sosseldu.tl sollncllc ap o9Ô -ll ua erlstsuoc opelaqec o enb ua «:llf-lOCHV'
-ectlde e g enb os'opualue «Pcluc?l') ouloC - I .ropeculldue o opeclotu ou noSuel ualunlelof e
E Corrosão de lâminas. Compreende a corro- permitir também o fenómeno conhecido como
-
sáo de parte da chapa ou lâminas de cobre previa- «migração da prata,.
mente instaladas sobre o material de base. Entretanto consegue-se implantar vários com-
Para esta técnica existem vários produtos, en- ponentes elêctrónicos como os condensadores
tre os quais se salienta o PERCLORETO DE FER- de materiais especiais. Por exemplo, os conden-
RO. sadores são feitos sobre o material isolante com
De todos os métodos descritos, esteúltimo tem outros materiais que têm por base o titanato de
a preferência dos industriais do ramo e o proces- bário, cuja constante dieléctrica é bastante eleva-
so de galvanoplastia, muito embora o primeiro se- da. Este material é do tipo HDK, podendo arranjar-
ja ainda o mais utilizado. -se capacidades até cinco microfarades.
As indutâncias por esta técnica são de valores
pouco elevados. Estes sistemas, que referimos,
TÉCNICAS são mecanizados pela HCA e pela NBS. Entretan-
to, no estudo posterior de circuitos integrados,
por vossa parte, poderão aprof undar mais este as-
A1 Técnica cerâmica
- sunto.
Esta técnica, um sucedâneo do processo ame-
ricano (Tinkutoy, da NBS), se bem que realmente Processo de galvanoplastia
não comporte uma técnica de miniaturização
mas, eÍectivamente, uma normalização, só permi-
Para se poder «Segurar» galvanicamente metais
tiu a automatização do fabrico de acessórios às matérias isolantes, teremos que previamentê
electrónicos. Se bem que este processo não tives- tornar condutora a superÍície isolante que serve
se a sua época com o apogeu das válvulas e prin- de cátodo. Depois de o metal ter sido separado do
cípio dos transistores, teve entretanto uma técni- banho electrolítico e fixo o material isolante, tere-
ca de salientar. mos que separar a capa condutora dos pontos
Observe-se a figura: náo revestidos para que fique somente à vista o
circuito sobre a parte isolante. lsto envolve uma
série de processos de trabalho. Nesta técnica é
sempre duvidosa a aderência perfeita do metal ao
material de base. Entretanto tem mais inconve-
nientes: a pouca resistência ao calor, o material
metálico infiltra-se por todos os poros existentes
no material base.
Vantagem indisbutível é eÍectivamente a perfei-
çáo do trabalho, pois os condutores podem ser
SUPOffTE DE VÁLVULA instalados com uma liberdade máxima. Ambas as
faces podem ser igualmente metalizadas.
Eis o processo esquematizado:
Mostra-se a forma das placas do módulo. Trata-
-se de um número de placas cerâmicas, finas, so-
brepostas e que estão unidas entre si por fios
com uma altura exacta do empilhamento e meti-
das nas reentrâncias. Este dispositivo, como se
vê, é o suporte de uma válvula.
O transistor em combinação com o circuito im-
presso e com os.componentes miniaturizados lmpressão com amostra do câbeleado

permite a redução do volume dos circuitos.


Existem ainda processos de fabrico, micromó-
dulos, deste tipo, simplesmente mais pequenos
ainda. Esta fabricação, por microelementos, tem
o seu ponto dif ícil na metalização. E um problema
tecnologicamente difícil. Às vezes, as distâncias
entre condutores são tão pequenas que o contor-
no dos mesmos deve ser perfeito. lsto para não

126
LZI
'esnlrp e[as zng e apuo lecol ua JerJocso as-extep "'o sor.uâcoriu
a os-erllal 'ogôn;os elsau edeqc e es-eqlnôtay1 -oc g[enb ossecord oled opolgc tun ]E]noexa'eíes
"e1erd op olerlru ap ras apod recllde e olnpotd no'seçrÕEredo se rrlader anb souarêl oltnclto op
op aseq y 'erler0o1ol P ocllu?p1 osseco"rd uln ep leldurexe ollno a orlno rozel souurastnb as o oc!uçl
as-ele.rl 'Plolor^EJlln znl ? lo^!suos olueullsa^al g ossacord aisa oluelarluf 'seutl ollnuJ sepeuec
un eqaoai egrlglour edeqc e'aluep!^o g otrloC lod rerlue rea ey;anbeq E apuo 'Esua:d ep lotjoi
-ur alred eu as-Blelsu! opol9c op ecegd e a oçtssetd
ogsseJdu!oloJ rod aluauros eredas as epeztuenleô ayed e anb
LrJo ossoco.rd urn g rorJolup etn6t; Pp opolgul O
'olclluo o .lezllElaul o9u ap Pu
opeadeqc ol!ncrlc ou sozluJa^ ep o95ec;1dy
-elqord o aôrns seyyso^tssar0e soctt-u1nb soprnbrtr
lesllo uroc olceluoc tuo eçrd os oElu sorolnpuoc ap ece;d
ellet0Ulal
opssa:du.r!oloJ
y 'sua6e1ue^ ur?] ercuglêJsuerl êp sopolglu sO
:sopolgtrl soUç^ .leztltln soulepod'e1ue;os1
opeu6êrdur laded
aseq eun uoc Eo!lglout edeqc e eled sopequasap
serolnpuoc sop elcugJalsuEll E sotllEsn eled
opesuerd leuelel/l *
oovflssvc oo
vlcNSulllsNvHr 30 SOOOIJ l'll sopezlue^le6 sôroupuoo\
\
:
'ogÕezl1ens
-l^ ruoc opelpJl aluelpp steul -elas ossecold a1s3 ffi
e^rle6êu ogssêrdur uo3 alusueurad opoleJ
'oppclolrl ou Bp€rluooua eluaul;ce; eletd op ol
-erlru ep eseq pun uoc so-opueeleld'sotolnpuoc
soE oluotuEqEcE ap esPl Etlln slPuJ Epule Jep as- :sopezlletxanbse ord;cu1ld elsa tod
-opod'c1a''c1a'looolç'Euolece'Eutzueq'ouoqtec oEls Prsu?.ralsuell ap sopol?Lu so 'Pclllcgle alled
ap olaJolcerlal uroc ollncltc op eJolcolold epeut e elredsar anb ou stetcadse soltstnbal lllduns
-ec e as-erllqr 'orullln rod 'eluauelteyad es-Ecos e ual laded a1s3 'apodns op secUl3?lâlp sapep
-eudord spu e^tstcap Ptcuenllul tuol a êsPq ap lP!l
srodap 'oplso.uoc sler.u Plstxe oçlu anb eled ute6
-e^El Eoq Eun uoc orgeultd 'ece1d P aluauJellol -aleu op rolradns edec e eulJoi ;aded o ullssV
'Elcexa atcl;rodns eutn
-.red redur;1 os-o^o6 'eplôalord ogu a!cl1,tedns E gs
g)ecele also a o^rsor.roc op;nb11 oe ope^ol ? oluaul e ;e0n; sourep opotu alsao 'ogÔeôt1 ap eltodns
-lEull 'o^!soJroo oprnb;g ou oç1ôn;os e[es ogu enb ap a^ras anb elrqenbeq e uoc leded alsa as-etutld
-uroc o oltnoJtc op opolgc o as-eiedss ecllsç1d et.t
o opeLluasap ol!ncJlc o atuouella;:ed eqcueatd a
-gl.pLu t-ue opeuôatdull ontsape laded u.:n uuoc'elg
auroluoc enb olnpo;d ollno no lopelosl zlula^ uln 'sazo^ seluequtnb 'souo(u no sleu 'opesn Jas op
os-Ezrlrln eprnôas uro 'essaJalüt sou enb ossald
-rrrl ollnorlo o opequesap g ecllçlaut aped eN -od oreu96 alsap opolçc uln 'opealâqec op entleô
'e1ueur1n;ôe un ep ap -au ua6eur putn uloS 'olcexo lecol ou 'opsse:dut1
-eprssecou uas Ellelred elcugtepe Butn es-en0as ep srodep as-eltd tcatd'ot t-uçlc-1onb1 u'oÔe op opol
-uoc oEfsso"rdruoc o roleo uoc'o1ue1et1u3 'sedeqc -gc o'ercuglo;suel] op sopol?tll sopeuietlc soN
'odrut; o ope^€l ulaq I Po
ep od;1 alsep ocUqel op sossoootd e se1ueut1n16e
-e1d e erqos oprloul gItetsa a]sap slodeO 'lP]aLu o
ap epPplsra^lp êpuE]ô eurn rugt sEcuqçl sv
'optsserduoo o ioleo E oplleuqns raqacai eted oluotd ectl nlutlldLulos oE)u anb'efes
no'sallr; uect, enb'satolnpuoc so no'opealaqec
? apuo esuerd p olun[uoc o ope^al 3 'se;cgdsa
sEUg^ op salueurln;0e ap oleut:ad un uoc aseq O 'or.lupq ou P^losstp as oElu anb:oc eLun uoc '01
-uapr^a ? ouoc'ent1eôêu eullol P qos opllolol otlu
ep a;c;;radns e o:qos sepec;;de oErs sedeqc sel
-sf 'sBu!I ol!nur sedeqc e opÔnpet ens E tllltuled -asêp o es-auqldutt 'epeuec elsa Bcas opueng 'El
-erd ap les no a1t;etô e opuos otuoc'Jolnpuoo lE!l
o^op olso';e1eut o otuoc tuoq 'opeztltln tas epod
-aleuJ ap epeuJec eutn e^al stodeg 'lectlde e lett
lBUaleur o opot'o1d;cug.td tuf 'aluElos! oseq eun -alpul op etcu?lape loLllau elslxê anb eled etale
olqos sepegueldul sec!lglotu seuLuçl tlJoc op
-ezrlrln sleuJ opolgtlJ o ap olceÍ oe rE^ no opextl ê lelaul o lectlde e op
J 'epl^np ures'opezl;lln -el O'opeqleqejl a e1:odns ap êseq lelJêleul uloc
erlseldouenle6 ap ossacold o opun6es ês-ueo
v^tsouHoc oyÔcv -rJqel sarolnpuoc ep seceld se 'otdlcutld u-t3
Outro processo é a rotação da chapa. Criando um vre, isto para que a corrosão ataque estes pontos
centro e gi_rando a chapa dentro do líquido até es- depois. Como já notámos, o modelo fotográfico
tar convenientemente banhada. Pode dar-se a se- não é mais d9 que o tecido fino com malha igual_
guir rotações rápidas para que o produto se espa- mente Íina através da qual se Íaz passar uma
lhe mais perfeitamente. Depois de tudo conve- substância pastosa que resiste ao banho de cor-
nientemente seco expõem-se todos os sectores rosão. Comparável ao sistema de policópia.
da lâmina que se pretendem «imprimir", sob uma A chapa deve estar, sempre, impecavelmente
prensa fotográfica, com um negativo fotográfico limpa. Nota-se entretanto que a perfeição do tra-
transpa.rente onde se desenharam os traçados, à çado dos condutores é limitada pela altura do te-
acçâo da luz, ultravioleta, até determinado tempo cido e pela trama do tecido igualmente. Fica uma
de exposição. espécie de dentado que só se verifica nos bordos
Retira-se a chapa e revelâ-se com um revelador do traçado. De fora ficará o problema de criar en-
adequado. Nos pontos expostos faz-se um reves- talhes sobre a chapa de maneira que d.epois no
timento duro e insolúvel. Os pontos que foram processo de corrosáo seja cortado.
protegidos pelas partes escuras do negativo, du- O sistema manual de ferrigrafia pode transferir
rante a exposiçáo são afectadas pelo revelador. pequenas séries de amostras simples de circui-
Depois da revelação, as superfícies da imagem tos. Para grandes séries só com um processo me_
que ficaram oimpressas» na lâmina metálica, fi- canizado.
cam livres. Muitas vezes é necessário dar um Para este tipo de impressão, os tipos de telas
aquecimento à lâmina revelada para que o revesti- podem ser matérias plásticas, metálicas ou «ga-
mento da superÍície da imagem fique mais resis- zes», Sempre COm um númerO de malhaS qs «QUâ_
tente ao ácido. drícula, de, aproximadamente, 100 por centíme-
Este tipo de transmissão de imagem é muito tro.
caro e exige muito mais tempo que o da corrosão A altura das malhas deve ser mais ou menos o
por exemplo, sobre aplicação de vernizes, mas dobro da espessura do fio da teia ou da trama.
actualmente existem no mercado produtos em Com muita vantagem, os tecidos de matéria sinté-
«spÍây» com bases de nitrato de prata que ao ser tica são usados por resistirem a um tratamento
aplicado, em local escurecido e convenientemen- duro e pouco se alterarem com choques ou até
te seco posteriormente pode ser revelado Oom so- golpes. As gazes e as telas metálicas são dema-
da cáustica o banho de corrosão é o perclôreto de siado caras e não suportam choques ou esticões
ferro igualmente. É mais rápido, mas sempre caro eventuais.
pese embora a extraordinária elegância na forma
como ficam os condutores. É de uma precisão de
contornos impecável. As amostras nos laborató- lmpressão oÍÍset
rios são feitas por estes processos. poderá exe- Este processo permite um fabrico em escala in-
cutar uma prensa fotográÍica para os tamanhos dustrial. As máquinas são extraordinariamente
em escala 1/1 usando como base urna caixa onde caras, mas consegue-se a qualidade igual à da fo-
instale no interior lâmpadas fluorescentes «infra- toimpressâo.
vermelhas de projecçãe», uÍTl vidro para apoio dos Neste processo, offset, a forma não imprime di-
positivos escritos ou desenhados
- note que
agora são os positivos dos circuitos impressos se
rectamente sobre a placa de condutores mas so-
bre a tela com uma laca especial que transmite
utilizar o Positiv 20 da Kontakt Chernie como líqui- depois a protecção de corrosão à placa de condu-
do sensibilizador e uma tampa Quê «prênsârá»
o conjunto circuito - impresso/desenho. tores.
Segue-se um esquema, mais ou menos sequen-
cial dos vários processos:
FerrigraÍia
MATERI,AL DE BASE COM REVESTITIENTO [,1
Aqui o tempo de execução é muito mais curto C OBRE

sem dúvida e menos dispendioso. Como existe a ././ =:--]--_-__I


necessidade de meios tons, podemos utilizar pro_ a"
cessos muito simples. ,au I
\
Faz-se uma cópia do circuito por meios fotográ- I ÍoTotflPnÍssÂn rEnnrcnÁFrÂ
r_..-.-----l
I titP[tssa0 0rrsrr
ll
I

I J I

Íicos e na escala de "l/1 numa tela de impressâo, ,/


de modo que esta fique com os «poros» tapados \/
lmpressãc dts
condutores aL mesmo
no local em que na chapa deva ficar uma zona li- rempc i rrtecção contrà a ccrrosão

128
6Zt
srercodsâ sosec uo 9s 'Jolnpuoc lelJoleu ouloc "'auoc un eÕared anb
arqoc o'erou?rolaid ap s'utgqtuel trBôardtua sos e opour ap ourlltl alse rrnôasuoo ês'socn-u1nb no
-sardurl sollnclc so uJlssv 'saroo P sopezlulo^ua socrugoaix sossacord rod 'sole1eoe ua ouocai o
oluaru;opatsod glB o sopeolerd no sopeLluelsa lelncoxa grêpod 'sêiuoe.rle srerr.r sêroueu:od es-
oEls sosec sopeulu;alap ua anb atqoc ap sarolnp -utenôesuoo sopeprnc sopr^op so txoc 'ossecord
-uoc so anb op sreu ? lpu.uou oluêtueolaqec O ê]sêN 'eceld eu sosserduil ogrecrl sêrolnpuoc
so enb olelJ '«s{plds, nroc edeqc e epezturanuo
BC!l-Eloru edeqc y e edeqc eu oLluêsap o olsode:qos g srode6 oqu
-asop ou sêrolnpuoc sop opeôe.rl o reuoca.r urê
ê)srsuoc onb'osororu sreu 'ossooold o:1no uin al
'uueÕe;sr1es se onb stet.t -srxf 'sprcugrredxe ered elueuueyelrad a^Jês setrl
-aleu 'opecJeur ou recoloc enb ugl soluecpqel ouloluoc uoq un saza^ seltnLu eltuuad oE,u ectu
sO 'soresuo salsa sopol ered seuiJou ualstx:l -ogl elsf 'sole]êce alqos ueuorcuni anb so ogle6
'sêrolnpuoc so arlua apeplulnLl no aluolque le op 'lô^g^el elurl uroc ropecleru urn 'glse otelc'ecunu
ogôun; uro as!lgrlcala ap ouauguol uJn oluaullo 'aluauelralted enres - ztulê^ oiloc elutl e as-
-e1 rryluled a^ap oEtu lerJaleLu o s;od 'sosec solsa -epuolua soropeeleur sunô1e ap ztu.lo^ o 'a1uep
ered eluelrodrul tugquel ? eclu!nb estlgue y -rolx orxoc- orêl êp olero;cred o ered 'optcg op e^
'eullxode no Ecllgual os -rso:roc ogSce p oluolsrsor ziura^ uoc oplqcueetd
-eq ap oçrs:ecrlde e seursor sE urssv'slo^çuellul g ossardLul r!rssp sarolnpuoo sop opeôet1 6
a ersetrlap uo sla^!xall Jos ruo^op ogu sedeqc sel ';eur6uo ol..luasap o a ece;d e arluo octu;nb leded
-s3 '3o0gz ap ecJac e els= 'BJnpPplos P a oEisoiloc ap eLllol eurn opuodrelur enblecap rod opessed 3.
V 'lpualpul o operpsua ? olslp stoda6 'aluetllUq 'L:L op oPsuêLUlp e uoc ol!nilrc o opeLluosop f
â eprlod eluar-u;enô1 ecr; ece;d e 'oÕB op eprlod e 'zect,s e[es eroqu.re olrhur
alueqlrJq a1c;yedns ep eôuasald uto'tutssv 'setnl 'or.rgu.rg.rd
ossacold uro3 sELU sêroualue sectucgl
-ereduel selle e o purssJpe^ola oEfssord etun e od sE saiueL{lauues selred Luoc 'se;durs sPclucgf
-rrol opPulru.ralap oluernp sEpllauqns uocouetrj
-rad 'esuaJd etun e olun[uoc alsa rEA 'septgod a1
-uaureulorlxa serc;yedns sens sp uoc seull oltnu
sezluje^ op ogÕeclldv
lê^gprxour oÕe ep sedeqc ap oluauelecJolu! uroc
serlno se orqos seun sEprlaur oErs o sepPzrlers
-ror.uoc soç)suor.urp sP epel.roc ? Eprsarnpua eluoru
-lelol o-eu sELu 'poas ep s;odeq 'uteôecas e ered
re,r e eprnb!l EcEl no 'Eursal eunu sepeq;nôrau
ogs seqlol se leded op aseq no selel se EJEd
tüssat,l u r âp -lct rl:
'sorauglselo no olruoqa'al êiu'alosr êsPq op 1er.r;1e61
l3^rsuôsolol PpP-.1.rP-rf I Í-__l
-rlenbeq 'orprn op Eiqlj 'e;ag '1aded ras apod aseq
olt"tstap ld m!ã?l EOllEla u] rCÊ qC fml,7n
ens V'aluelosr leualeu ap seceld sep opôeroqega
B opeptletoadsa ep ecpqgl Eun e epuauocar sep
-eo:qoc sedeqc ap oluecliqel o aluauleturoN
euodns op lPuelsl,ll
lpt)alnpuê
:d c a ogs:e:dut _--W-:m'__
ap Jcc P 0s EJrÀôu oEssorlú,1 àP os-irllôU pplôaJnp uê
'Ecrlglau edeqc e a e^rsape erlgleu t:c e
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'epodns ap ler:aleLLr o'ue[es ouroc'sepeuec sgll .;_;r tr
ep g sedeqc selsop ogôrsoduloc e anb relou êp ?
oluelollug 'elrodns ap IEUêleuJ op senp seu ouoc
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ocel gs Eunu opecoloo renb 'spurtugl op euro+
e qos orqoc o Jolnpuoc leualeu ouroo 'e1ue;osr .*:;:;;)
eu?leu,r Etrn asEq leuoleu ouoc rll91 opPcJoLu "ffiffi- stptcgs,». prguàlsrscJ ,.uof, sopr:
ou aluoulenloe uerluocua os anb sedeqc sy o]ru[r,r..,np,," n., n d /
?lSlSdJ /--Jnpua scJo]:rPJjJ s:2 oyJela,rar e:ec
JaJanbÊ A ,)P:IIJJOJ; r lrj:0S â )^riPDtu ,)lôd oeitstdx3
enb :d u]n ulJ3 lPqll^l')d 7/ :p:rs
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ocuqel a ogÔlsoduoc \
slvtHSrvw so la^tcuÉrs )t!+ cppu-lEc ,rp o35e:r11e
se utilizam outros tipos de materiais metálicos; da fabricação nem da elaboraçáo do traçado de
prata pura, ouro, latâo, alumínio e misturas de ma- condutores ou até mesmo depois disso.
térias magnéticas e resistentes ou não magnéti- Para se cumprir isto, pelo menos parcialmente
cas. A espessura normalizada da folha de cobre é parece contraditorio no seu aspecto f ísico, Íoram
de 35 micromilímetros, também conhecido por co- necessários aperfeiçoamentos _especiais que são
bre de uma onça. Pois os 35 micromilímetros «guardados» pelaS firmas.
equivalem a 0,00135 polegadas, o que satisfaz a Estas matérias adesivas têm por base resinas
necessidade de circuitos, quer para frequências fenólicas, melamina, ureia ou vinílicas.
elevadas e baixas intensidades quer para baixas Mais tarde Íalaremos da elaboração de placas
frequências e elevadas intensidades. com base de papel e tecido duro em que intervêm
Entretanto, a chapa metálica deve obedecer processos de aquecimento em fornos quer por ar
aos seguintes requisitos: quente ou raios infravermelhos. Trata-se de um
A Uma grande pureza química para que te- processo um pouco mais complexo.
- nha uma boa condutividade eléctrica, dis-
tribu ída uniformemente.
B Uma estrutura mecânica correcta no inte- O DESENHO DOS CONDUTORES
- rior e na superf ície, ou seja, que não pos-
sua corpos estranhos e impurezas várias, E evidente que todo o circuito deve ser esboça-
sem zonas ocas ou com matéria adesiva, do previamente. No circuito impresso só se verif i-
livre de óxidos, fissuras, poros, etc., etc. ca a montagem de componentes numa face, é um
Em resumo, uma chapa perfeita" alinhamento de componentes. Esta montagem é
C DimensÕes mecânicas suficientes para menos dispendiosa que a clássica, tridimensio-
- um fabrico económico da Íolha. nal e sujeita a mais avarias. Entretanto existe a
As folhas laminadas apenas cumprem estas vantagem do espaço reduzido que ocupa o circui-
exigências. Necessitam de dispositivos de eleva- to impresso. Quando é impossível não dispensar
do custo para a sua aplicação. Como esta folha o cruzamento dos condutores, executa-se o traça-
tem as superf ícies lisas tem que ser tratada qui- do de condutores numa placa metalizada nas
micamente para que o material adesivo adifa, nu- duas faces.
ma das faces. Podemos descrever as fases da seguinte ma-
O mais corrente e perfeito é a obtenção de cha- neira:
pas por via electrolÍtica. Aqui não existem os pro"
blemas anteriores e permite-se até o fabrico de
1
- Desenhar o esquema exacto do circuito
com os símbolos de ligação.
chapas para um determinado tipo de montagem 2 os cornponentes que se devem em-
circunstanciada. - Todos
pregar sâo colocados já de uma maneira que sirva
para o circuito impresso.

Material adesivo
3
- Numa cartolina,
de preferência
cartâo ou papel cavalinho,
quadriculado, são dispostos os
componentes de maneira a ocuparem o mínimo
Para que a folha metálica adira com seguranÇa, espaço. O comprimento dos f ios condutores deve
a matéria adesiva deve ter as seguintes proprieda- ser tal que não permita muito encurvamento, nem
des básicas: ficarem debaixo de componentes, outros compo-
nentes, ou até muito próximos, isto para se evita-
1 Aderência indissolúvei * na medida do
-possível rem interrupções do percurso dos condutores,
2
- ao material de suporte;
Resistência aos ácidos;
curtocircuitos e arcos voltaicos ou «flash». Os
3
- Pouca ou nenhuma retençáo de água; componentes podem ser montados longitudinal-
4
- Resistência ao calor; mente ou verticalmente.
5
- Propriedades eléctricas e dieléctricas 4
- aEstudar a espessura e comprimento da
- iguais às do material de suporte. Nunca in- placa utilizar.
5 De um cartão de desenho grosso ou outro
que -se tenha utilizado, corta-se um comprimento
feriores.
O material adesivo deve compensar os coeii- desejado bem como a largura, de maneira que se
cientes cie dilataçáo linear eventuais diferentes tenha pelo menos 20% mais que o desenho exe-
do material de suporte e da folha metálica de ma- cutado.
neira que as tensões mecânicas produzidas por
este efeito nâo actuem prejudicialrnente na altura
6
- Aqui deve-se marcar a entrada e a saída do
respectivo circuito.

130
L0t
'UJLU 'opelncaxa opeôer1 r-un ap r-uaO
B'0 oluauleurou 'o^lllu
-rlop or.lueuel un uoc âs-uecreu soluauod[uo3 -prlsoue euenbad eun ? etnôr; epunôes e1s3
sop saoÕeôrl êp seluod se ered solnl sO -- /
'soluec sop êl!trj!l ercu?ralal euln lec.leul oll
-gssgcau a sepeudolde seluaueilal uas sepelnc
-exa ure[as anb sa:oinpuoe ap sece;d eled g
'sarolnpuoc ap -oquas
-ap op roualsod ogônpar Pun B ogÔe1ual.ro ap lt^
-res ered aseq ogsuêutp euln lectput ollgssocau
g Elcexa ecr1gr6o1o1 ogônpordet Pun eled g
- 'or.I,l
-lulru ou 'er1no a Btln atlue einôlel êp tutu ç'0 ap
allLull eLlurl P eprluBrll Jos o^ap sotluasap sollno
ê souJoluoc reloqela uessod es enb r..led - I
'apepllEoJ Bu anb oquE[riel op o.tq
-op o ias 9rê^ap sojolnpuoc ap oquasap o
- e
LUUJ g'g + u (( '' tutlr 09, E Lllul 00e ao
tul.u Ç'Q +- « (( ' ' ' ujtu 00e e l.llu 00! AO
uuJ e'0 + ap ercu?rêlol ' "'' LuLlJ 001 ?lv
:orluêp rod sretr las a^op oiluasap o'g olst
'sercugre;o1 selurn6as sp as-ralueur ua^ap ece;d
:sopesn sodrl sop un st3 'os-
ep ouJoluoc o nrnard as oElu as oluelêllu3 Z -lelou E sere!pxnE so5erl sesse upuEcll ogônpold
'seursaur sp sor.rJsrla;ered uoc sa.tolnpuoc - sop
-el e e:ed s;od esualu! ollntrJ oElu eJloueul Ettln ap
oçrôrsodsrp e 'roq;au prcuglsrp e as-ecJELU 'ses
essardur; arluocuo as plsa anb as-repuageld anep
-sorô'e1qur11 oçr5ecreur op sEqutl aluelpall
- L lesn E e;ncl.rpenb ep od;1o e[es enb tanblenb enb
:oglped ouJoc reuol oluap!^a 3 'seôre| sleru sElnc,rpEnb os-iesn ap
oçrepod as enb sopep sopeurrriêlop sto L/L ap el -od uuôlsa'p» ap €!cu9oa;e epuelô apuale:d oEru as
-ecsa e PJBd 'sarolnpuoc sop or.luasêp ou sapepll anb ura sosec soN 'opluldo essou eu lengsuedstp
-e1 nc
rlled seu n 6;e ês-tuore^iasqo o lrgssocou 3 os-euJol oluatüE^rlcalo sBl^l 'rarJoco tressod enb
sapeprunq glp no sagÕrol uoc erêlle es oçru slod
soyuslt ht so sels;d ap segôera1;e e[eq ogu enb elluuad oE]liec
3HrN3 SVTCNVTSTO 3 SSHOTnONOC no geded osso e eprlape olulunle op eseq Eurn
SOO OIN3t lVNOISNlltlllO op ogôezrlrln V 'essordtul 'eugl e;nclrpenb u.toc
oE)UEc un es-rezllrln a^oq"oEryec un op ogSez
.o/o0ç e oilal. -!llln e soueLllosuocE o^rlrurlap oquasap o EJEd
op olêrolcrad ou aluaurleluauepunl 'soptnbrl uie
la^nlosur aluoulelol'êluauPS!uecour no aluau OHN3SSO 30 OVIUVC
-lenueuJ 'sopeÕel1 sop ogáncaxê e ered le1ueu
-ppunl opôrpuoc 'a
- ecas e epecr;de ep srodep 'selucsop sase; seurnô;e
- ela aJqos seorugoêrr.l seçrÕce e alualsrsêr'êssrp
ês ouroc alett,l ras o^êp EpESn Jas e elurl y 'essed sepesuads!p ogs sêza^ seynu ecllerd e uto3'gnb
as enb o aluauelcexo eqres as 'eple1 srpr.u sÇu -.rod ;ecrlre^ llcgl f 'PJlsoure essa lo^gsuedstput
rod gge no'oquasop o eossad ellno lod opeztlrln aluêuelnlosqp sorJreqce sgu e olueng 'ogôecllu
:as e anb p opor.rJ op'sorolnpuoc ap oôo.ri urnu erc -en ered ellsoue eurn as-elncoxo saza^ seltnW
-ugrslar razel oglua no elecsa p epecrpur erduras 'seugssacau sagô
ras a^âp 'rezr;r1n g.l as anb o anb ouonbed steu -e0r; se sepo] os-r.rlequêsap aluauleull
no roreu.r oEluec un lazrl as os oluelailuS 'rPzrlrln - 0Loze)
'P^rlel êr oluEloilua' ,êAq
grl os anb ecrucal ep apuadap opnl 'onq11sod ou ogÕeledas eurn ral uanêp opoup a seqgarô spp sal
no onrle6au ou ollal las epod aqes as otuoc or.lu -olnpuoc so 'seln^lgn ap ogôecllde e Bred * 6
-asap O 'ollala o B:ed sBpezrpln 'opecraur ou sa] 'lezrlrln oEur as anb so sopo]'sarolnpuoc sop op
-ualsrxa secrPur se ogs seu9^ 'oluecas uroq uoc -eôer1 o sotulequosop ap zê^ e aqec eroôV
'ê1ELU orôeu e opplncaxa Jas ê^op oquasap O - B
'olral aluorurouêlue oclrlc9la
euranbsa o uroc oproce ap saluauodtuoc so as-
OHNIIS:IO O VHVd VINII -uogdsrp ppellua êp opel olad opueÕauto3
- /
Note-se o desenho: PRODUTOS QUÍMICOS

D-d+2b Para o fabrico do circuito impresso foi dif ícil


encontrar o produto químico adequado e neces-
sário. Para a corrosão da placa usa-se normal-
mente o percloreto de Íerro. Para a revelação da
película foto-sensível de que anteriormente falá-
mos e também já o referimos, trata-se da soda
cáustica.

CINTAS AUTOCOLANTES PARA EXECUÇAO


O PROJECTO DOS CIRCUITOS
IMPRESSOS A primeira operação é a limpeza completa, por-
tanto perfeita da folha metálica, em seguida é
Para o projecto de reprodução de um circuito transferido o desenho executado no papel com a
impresso é cada vez maior o uso de cintas autoco- quadrÍcula para a chapa metálica com a interposi-
lantes e troços diversos. Até projectos simples se ção de uma folha de papel químico de carvão.
encontram já à venda. A f irma Mecanorma atesta Não esquecer que a placa deve ser um pouco
perfeitamente isso. Possui toda a espécie maior, pois as esquinas da chapa sáo ligeiramen-
quase - ou
de símbolos, condutores, contactos nor- te corroídas quando se não usa a f ibra de vidro co-
- para transistores, integrados, etc., etc.
malizados mo material de base no circuito impresso. Marca-
Para o projecto dos circuitos bem como para mos depois o circuito com tinta anticorrosível da
substituir o verniz sobre o chapeado tem pratica- Rotring ou outra. Para os contornos um bico fino
mente todos os troços que se pretendem. numa caneta da mesma marca e com o mesmo ti-
po de tinta. Para superÍícies grandes os bicos
mais largos. Depois de completamente seca a tin-
ta ou verniz, pode ser aquecida a chapa ou o ba-
CoNSTRUÇÃO DOMESTICA nho que deve estar numa tina plástica ou de vidro,,
nunca metálica. A tina deve ser agitada levemen-
DE CIRCUITOS IMPRESSOS te para que o cobre vá caindo para o f undo. Deve
colocar, se pretender este processo, a parte im-
Sabemos já que o fabrico de circuitos não é só pressa virada para bàixo na tina para que esta dei-
possível em sectores de fabrico em série. As tec- xe cair sem grande agitaçâo na soluçâo, o cobre
nicas e os processos são já um facto possível na para o Íundo. Deve ter entretanto cuidado com os
,,industria caseira, com o pormenor de mais ou vapores, não sáo aconselháveis. Deve executar
menos dispêndio f inanceiro. esta operação em local bastante arejado e de pre-
ferência ao ar livre.
Depois da chapa completamente corroída, a
MATERIAL BASE nosso gosto, lava-se em água corrente, primeiro
para a paralisação do efeito corrosivo, segundo
As placas revestidas de cobre são normalmen- para não permitir a acção corrosiva ao longo do
te fabricadas em dimensÕes «exageradas» pâÍâ o tempo, Preparam-se os bordos da placa, de prefe-
fabrico nas nossas oficinas. Estáo normalizadas rência com uma serra de dentes Íinos e sem trava-
as medidas de 570 x 1060 mm ou 1150 x 1060 mm. mento, no esmeril, ou até com uma lima. Pode-se
Também o revendedor tem à disposição o retalho, dar um acabamento com uma lixa de gráo f ino ou
satisfazendo assim a necessidade dos nossos «palha de aço, f ina, sobre os condutores, depois
trabalhos. de ter retirado a tinta que f icou, com um diluente
Entretanto e fabricado um género de placa, ou álcool.
uUniprint, ou «MiÍa». Uma placa perf urada com as Finalmente, e conforme o gosto, estanham-se
dimensões de 70 x 30 mm. os condutores ou prateiam-se com o líquido que
Muitos são os tipos de material base, dispensa- já se referiu ou até se enverniza com verniz trans-
mos esta análise por ser demasiado extensa e parente ou a cores.
não oportuna ao nosso estudo. Explicamos o processo, agora visualizando:

13;2
Ccr
oc
-ru,nb lêded o opeserl o LUoo oglleC :e'ce;6 seluauodr-uoc sop ogôe1ue1d
sorolnpuoo sop opeÕet1 op elcugJêlsuetl "LUl ep opôecrpur luoc o1e;duoc opeôer1 * e'glJ
- 9'Cll

ece;d ep ezedur; ap opol l - 9'ClJ sêrolnpuoo sop opeôer1 - z'ClJ
oldlcuud ap
euanbsa op trlred e elnclrpenb uroc oE)lieo
eutl «oÔe ap eq;ed, uoc ece;d ep ezodr"url ou sêrolnpuoo sop opeôer1 op ogÕncaxl
- ,'clJ - l'ClJ
&^
t,i ,..
t
:.: :i:'-:i :;i: if:iríSM
FlG. 7 Maneira de colocar o papel químico FlG. 10 "Enchimento, dos condutores. Passagem
- - dos condutores para a placa através de
decal ques
ffi.::
]!Gr

FlG.8 Colocação do cartão, papel químico e do- FlG. 11 Percloreto de Íerro


- bragem dos mesmos sobre os bordos da -
placa base para a passagem do traçado
dos condutores

FlG. I- Traçado executado. Preenchimento das FlG. 12 Percloreto diluído em água a 50o/o
pistas, ou largura dos condutores com ca- -
neta de feltro

134
9er
salueuodu.ioc so rznporlur
saluauodrroc sop uaôEplos o-Br as apuo srEcol sou ece;d ep ogÕern3
- 8t'cll - gl'gll
F'
B3Eld Bunu soprznpotlu! saluouoduoC

ffi
olero;crad op eples eceld
- Zt'Cll - ?! 'Cll
op
-ErEdêrd g[ osserdur oltnc]tc o uuoc eceld -xa op opsoroc o,"r3à1?3 "&9ü?:
Eu rznporlur e saluauoduto3 sop sunô1y gl'ClJ -noêxa opeôer1 o ".,"0
uloo eceld ep og5nporlul
- e t 'ClJ
-
$il
d""*
@
ffi
Depois de executado o desenho, devemos pas-
sá-lo para um acelato, transparente, por fotocópia
do que executámos no cartão original, ou entáo
copiá-lo directamente usando canetas com tinta
que adira perÍeitamente ao acetato. Segue-se a
pulverização da placa com uma substância foto-
-sensÍvel num local muito pouco exposto à luz co-
mo se verifica na figura a seguir:

§
"re

FlG. 19
- Ensaio do circuito ffi
TRANSFERÊNCIA DO DESENHO
DOS CONDUTORES POR MEIOS
W:.
FOTOGRAFICOS

Depois colocaremos o acetato sobre a superf í-

Como já sabemos é igualmente possível trans- cie Íoto-sensibilizada como na foto a seguir se
ferir o desenho dos condutores para a placa, isto mostra:
dando um banho prévio de sensibilização para a
luz. A superÍície da chapa tem que ser tratada, ou
seja, terá que estar despolida. para tal a «palha de
aÇo» f ins é quase sempre o usado. A sensibilida-
de fica normalmente muito próxima do papel
«ozâlid». Tem vantagem, porque não é necessária
muita preocupação com o efeito de luz. Entretan_
to não é aconselhado utilizar luz de muita intensi-
dade ou luz directa sem ser na altura da prensa-
gem para a transferência.
Por este processo é fácil executar um bom e
elegante circuito impresso. euanto mais sensÍvel
for a camada fotográfica mais transparente terá
que ser o desenho, ou seja, no papel em que Íor
executado o desenho a transÍerir. Desde o aceta-
to até ao papel comum ou o vegetal cristal.
" Para a transÍerência deve ser usada uma pren-
sa do tipo da fotograf ia como já referimos. O ori- Depois de colocarmos o acetato sobre a placa
ginal é comprimido sobre a camada sensível e ex- irá ser levada à prensa que através da emissão de
posta à iuz. Depois de revelado conforme o banho
luz na zona do infravermelho irá impressionar o
que se utilizou para a camada f oto-sensível segue
circuito como pretendemos. Ao f im de cerca de 30
o processo da corrosáo com o percloreto anterior- segundos será levada a placa a revelar na soda
mente descrito. Não damos dados de exposiçáo à cáustica. Paralisada a acção da soda, no ponto
luz porque tudo depende do banho foto-sensÍvel. que nos interessar irá ser levada, depois de lava-
Ao executarmos um circuito faremos primeira- da. pois é a água que paralisa a acção da soda
mente um ensaio de exposiçÕes e revelaçÕes ern cáustica, para a corrosâo como no processo ante-
amostras para o efeito. rior até que desapareÇa o cobre em excesso.

tJtf
Ltt
o^ap osec alsou
- aluanllp tlloc'oull ollnul oErl6
ap Exrl uroc opEl!lal los o^oo 'JP.lllai o!.l9ssocau I
anb oprxorlue o apeplunLl-llue 'lelcadso aluPlosl
zrura^ op sepeuec ualslxo sêza^ Jod 'ugquel o
s6don58;;N
I9 100'0
edull relsa a^op leplos P otc!llodns V 'eull oÕe o
u
ep eq;ed uo no oplrxnq oued ap oÔeped ulnu os Í,
Êl
2 ,1t00'0
-srJaze l gra^a6 'ol.lal op eluod Bu Elnt!nce as anb i
m
,
m
Pplos ep eulsal ap eulle ep êlueplxosop o ul9qrrlBl m a
ê oluaulcanbe olad opeconotd alqog ap eluod eu = 1tr00'0 3
1' z
m.
elnurnop as anb oplxg op Epetlec e - osslp osec -
n
0
m
opuos - ernpeplos epec ap solue opuelllel 'ed -do -4
-ull a eueld atduas otJol op eluod e te1 anb u9q o
-urel soualeg eldutnc os olsl anb ele6 'opeplos-
-o
=
98100'0 à
-sop no opeplos Jas P oluauoduuoc oe e esnec ua
lolnpuoc oE opelseuap JolEc soulJllltusuejl oEfu =
e.red o;rgssacou o anb odutel sleLx ollol o Jalueu zü600'0
enb soural ogu e EJlauerll ap eplos ep ogsnl Pp
-;dgr eun leconold'lenlce 9ll epuo lecol ou '9Jo^ 660t0'0
-ap replos op olJal o'utgssy 'selueuodtuoc so soz 'sol
-an rod .recllluep o e apodns ep lepeleuJ op Jolnp -ueurcanbe soug^ so eled oulog [r]êq 'uul L0'0 no
-uoc op oluatüelue^al o eco^old a ellocsa eplos
996'9'e[es no 'e1ue1ost aseq e alqos sepelueldLur
e anb e uteô;to çp'opela0exa oluatulcenbe tun op 'sreuuou êrqoc op seLllol se eled sololnpuoo êp
-ueconold 'eluelod opelseulap leplos ap ollal sern6lel sesio^lp ulellodns enb salualloc sep sap
'sepe^e reconord P a olnlnl ou 'sectugoetu sagÕ -eprsualur sep etopt euln lol souuepod ltnôas e e1
-p.rqr^ seunô;e tuoc'Jges P oElun op oluod 'sepe6tl -uasarde es anb ocr;910 o uoC'soÔol1 sontlcadsa.t
oEru sagsuelxa sepuetô alueulectôol extap'Eplos so arluo opecrlde letcualod ep eÔuetallp ep êp
e opunl oElu EJnleladuel exteq E Einpeplos V 'op -uadap sololnpuoc etlua oçrÔetedes e a lolnpuoc
-eplos Jas !E^ enb eluauodutoc ap od11 o a leplos op opeôerl oP lep e euPSSacêu elnôle1 e aqloc
e oEfsuolxo'rolnpuoc op etnôre; ';eco; ep od11 o e.t -sa os LUrsse lellodsuell e oluailoc e opunôag
'pursêLr-r ep soluod saluolêltp olluê oclrrJ?l oUq
-ed opepnlse ras anb grol replos op o:lol olldgtd g
'spJnlnl serJe^e sep %06 ç[ eltne epelncaxa uJaq -r;rnbesap rod ecegd eu seçrÕeulolep le11ne eied
ernpeplos e 'oseo alseN 'ogÔe1ue1dut; et1eu1"td aluêt.uoS 'eurn61e ogÔeô11 eled ltnles o9ll oPu enb
e ered ouoc uJoq 'soplued satolnpuoc ap soÔorl sorerlrxne sequtl teÕet1 ap 'sosec sê]sau 'epep
ep ogÕerede: e e:ed oluenb sopElJE^E selueuod -rssocau e elsrxa u?qLuel enb uteq ês 'oLluelso ap
-tuoc rlnlllsqns op osec o e.red o1ue1 'elueyodtul olseô o rednod uttl tod opuol olst 'selolnpuoc sop
g e.rnpeplcs eoq Eurn relncoxa aluol.uElcExa Jeq oLlueuel o oujlu!l.ll oe llznpo.l 9jl^uo3 'oEfslêL!l
-pS'lercrul eUE^E eudg.td e anb Epute sanetô sleut rod ernpeplos ep osec o PtEd 'lenueul no epezlu
-ecêur ernpeplos eted oltnclto ap eleJl as opuenb
res uressod anb souep relt^a eled sgenlssod sagÔ
-necerd se sepol rezlllln otJgssacau g elutnôes aluarê1p g sêzo^ tod 'serolnpuoc sop opeÔet1 I
'lenueur o ered
-uocjod "'og5eurôeul Pp «spBlanttd" slPuj ou sop
-rqecsop'?le.'o sopeltsodordsap sogapaute: rod renb
- oE)snl ua oquelsê o alqos tod ertelse ula
eceld e aluotuso;dr-uts a etnd lgJlsap «oPESlÂE» sossardurt soltncJto so opuessed - epeztuecou
souotu «oJlasec :opereda;" o saza^ seltnf{ 'os ernpeplos e ered tenb'seÕad sE êluauelta;led ex
-ec oe sopenbepe aluauJet!?l:ed sollgssoce o sel -r; ogôecoloc essa'eltoueLU tenblenb a6 'suaôett1
-uor.leJrêl ep egdsrp es opuenb oltxg tuoq ulgl gs seuenbad ered 'oçluu v '«ualsuEl], odll op seutnb
osserdurg oyngrc ep sece;d sep seçrÔetedet sy
-gu .rod 'aluouec!uec'eu elral 9 sue0eltl sepuel6
tua opuenb saluauoduuoc sop o9Õecoloc V
'Jolnpuoc olidgtd op elnlol P uJ?quel 'sossardr.ut soltncltc soP
e alrodns op 'rolnpuoc op og5etedes p alduues seçrôereder e oulocuoc anb ou Plllsflpul euanb
esenb reôn; ogp sepeôuolotd oltnu: no sepe^ala -ad eu ê eutollo eu octôgloucêl leullou o Lllls soul
sernleredual e selnpeplos iogÔeôt; e eled opeolp -orelerl uaôeluotu ê ocuqel ap etilsçlpu1 apuetô
-u1 o anb sexreq slell selnleladtual e selnpeplos eu lensn op tnbe soulalelel] ogu anb oluapl^a f
rod seç»ôe0ll sgul 'otqoc ap eceld ep auodns ou
sEloper.lcp: soze^ lod uueôrns seu 'soluouodtloc
so srqos luoecal lete6 et0e: 'se;;ene sy 'enbt;;u SOSS3Hdl,ll I SOllnOH lC
-Ep as ossaldu.tl ol!ncllc uun anb llc!tlp ollnu soo oyÔvHvdsu 3 svluv^v
=
colocar algodâo no extremo de um palito, isto pa- indicada, permitindo uma economia de solda so-
ra'localizar melhor a actuação deste dispositivo bre o corte, íos condutores dos componentes
ou palha de aço Íina.
- Deve utilizar-se a solda em fio com alma de re-
apresentado na figura a seguir:
sina desoxidante. Nunca se deve usar esse deso- 1A
xidante ou decapante, em pasta à parte. E dema-
siado corrosiva para ser aplicada, além de pouco
prático, f icando também o ferro de soldar com ca-
madas de óxido mais rapidamente.
Os ferros de soldar usam dois processos para o
funcionamento: o aquecimento permanente, por
resistência, e aquecimento localizado, por indu-
Ção.
Os ferros de soldar por indução sáo pouco usa-
dos em virtude do demasiado peso que têm, tor- 1B
nando-os incómodos no manuseamento. Entre-
tanto não é aconselhada a sua soldadura pontual
de integrados em virtude do tipo de pontas que
normalmente possuem e provocarem alterações
internas estruturais em virtude do forte campo
magnético provocado. Felizmente já se tornam ra-
ros os acidentes em virtude do processo tecnoló- 2A
gico de fabrico dos integrados e também a fre-
quência dos acidentes citados...
Um ferro de soldar de 40 a 60W será o ferro de
soldar ideal. A ponta deverá estar de acordo com
o tipo de componente a soldar, bem como o local
onde se encontra a soldadura e sua exten§ao. OU-
serve como deve soldar:

SOLDA
FERRO DE SOLDAR 2B

Na f igura 3 apresenta-se um alicate de corte la_


teral, mas com corte inclinado, executando um bi-
sel ou um corte em mesa, isto, claro está depende
As Íerramentas utilizadas sáo geralmente do tipo de alicate. Apreselta-se em C, D e E três
le-
ves, com "designs, correctos. Alicates de pontas tipos de alicates. Em C um alicate com chanfro de
chatas, bico de pato, corte lateral, pontas compri- corte inclinado. Em D com chanfro, mas arredon-
dado
das e chatas, lente de relojoeiro, pinças de vários - o alicate na ponta - e em E um alicate
como em C mas sem chanfro.
tipos, etc., etc., devem ser de boa qualidade e es-
pecíf icos. Eis a nossa opinião, tomando a gentile-
za da Íirma Belzer:

FERRAMENTAS

O corte efectuado nos condutores, em cunha,


por alicates de corte lateral, dâo na soldadura por
imersão um aspecto como se vê na f igura a seguir

138
601
Einpep
-los e elncêxa as opuo opeÕei] op aseq P auoc op
eluod ep uu 0'L ap Ercugls!p B LUos Ouoc uln soLtl
-a] I Pjnôrl ep c Lua opeluasolde êleclle o u.lo3
c9
1l
((=______-t_-
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-ec Ptotu ua sPluod o'o ua seunc EuEc Ptau uo
sEluod 'c Luo olEd op oc!8 'satuouodruoc sop slEu
'EluatuEllol -lrrjlol sajolnpuoc sop suooElsnÍe BJEd soleclle
ep eÕed ep opÔou E llloc souecll C r.uf 'ruur gL o op steluoruepunl sodll sgrl oglso , ern6ll EN
g'z!'Luur 0f ap u ep segsuaurp EJed as-PluasaldE
êluaujleurou:o0rpgc r.rln uo3 opjosE op sepeuors
-uouJlp suoôejqop elncoxo eÔurd P I EJnôrl PN
r.@E av
M\
c,
"%
@ 30
6A Existe a possibilidade de prender o terminal
condutor do componente à placa sem o espalma-
do. lnclinar o tgrminal a cerca de 45o e cortá-lo a
uma distância do ponto de soldadura de cerca de
1,3 mm ou 1,5 mm. Na figura I (B)vê-se a inclina-
ção executad,a manualmente eem C o alicate que
executa o corte a 1,3 mm do local de soldadura.
Tem pontas compridas próprias para lugares de
acesso difícil. A largura do corte é de cerca de
3 mm. Em D o alicate com largura de corte de cer-
6B
ca de 4 mm. Corta igualmente a cerca de 1,3 mm
_r----L acima da placa impressa. Em E o corte é frontal
.rnh'
,_--------]_-]r- mas em diagonal no condutor. O corte é afastado
lL] da ponta, a cerca de 1,5 mm. Observa-se o resulta-
do deste alicate na figura g dando imediatamente
OU

ffi
a inclinação a 45o em virtude do afastamento da
zona de corte da ponta.

8A

Existe por vezes a necessidade de executar mó-


dulos que são forçados a movimentos bruscos,
como por exemplo os aplicados em máquinas fer-
ramentas móveis e especialmente de percussão.
Assim para maior segurança dos componentes,
8B
evitando des-soldarem-se com as vibrações me-
cânicas, achatam-se as pontas dos condutores
como indica a figura 7 e soldam-se depois. Na fi-
gura (C) apresenta-se o alicate que produz este ti-
po de achatamento.
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-***d-.-*üE

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8c
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140
Itt
-eluosorde so f o V sein0tl se eled 'sollno o,t1ua
'salecrle sêssa oPS (f o 3 'V)g; eln0t1 eu eclJr.rê^
ês ot!oc oyoc op saleolle sollg^ lod epelncaxa
ras apod ossatdiut opeÔel1 op ayed P ossace llcll
-rp op srecol r.lto sêluêuodr-uoc sop ogÔeledas y
o0r B0 r-
CZL
JL_---!.- lL-
«--)o-
Ev cf
VOL
vzt
'(g) ecrluen os ot.Lloc soltala '(V) Ot etn6;1 Eu lecllpa^ alueul.lel
so alrurrad C ula eluasetde as anb exenuoc a e^ec -ncruEd epod as oulos orlueqc o ulas 9 eln6t; eu
-ugc eluod LUoc se^inc ap olectle o 7; etn6t1 ep eluasarde es enb ouoc op alectlP un uoc solol
-npuoc sop oyoc o elueserd sotuol6; etnôt; ep
+_-*,*l-nj.il1^_
l.TnrTrrryJ
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'c Lua'/
ernôr; Eu 'j a C LUo B etn611 EU opeluasaldel elec m
-lle op «SogÔPnlce» SeP eun soural ;; etn0;1 e51
dos nas figuras G e H, sendo em H o mais indica-
do para o caso E. Na figura C o alicate, ou alica-
tes, apresentam-se nas figuras I e J.

13A

13B

Na figura 14, em A apresenta-se um allcate de


corte lateral com rasgo interno de alojamento de
componentes. As dimensões de corte e alojamen-
to dos condutores e componentes estão em B. O
13D
alicate, em C.

ffi
144

13F

u u u IIIIII----T------T-

142
v9t
T1- -nn
U ,.í. lil '3 o o 'c ura sopPc
-tput sodI sop so]ecrle rod opelncaxê ? g; etnôt1
ffi\1 alt e ecrpur or.lloc ''3]a 'saropesuapuoc op ouoc o
vlL
'seusêul sep o0ardure o as-pluoserde I B9r
ru3 'o^rsnlcu! 's E 1l ep es-uerluocuo solapouJ so
'urelnoaxa enb oqleqe:l oE oluenb seprn4p e reôn1
upxrap oE)u gs ;s rod enb seôurd ap sod;1 sop?^ so
as-ueluosarde'engsn;cul I p V ap'Z; ernôr; ep
v9t
'C a g 'V uJa selec!lB o auoc ep odll al
-sa urgquel recrBur oluplarluo souaropod '(g)el
ernôr; eu o;dr.uexa :od sopecrpul pÍ saleorlE rrroc
'sarolnpuoc u,ra opoc ap odlt oJlno gl ern6t; ep
B9r
8rt
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17J

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'Eluêu.relê1 op eôad e C rl3 'ope^
'o]ê ''clê 'salueuodu.;oo ap suaôe1sníe ep
-rasqo êluaulelra1rad g ercuglstsal Ep oluauelue^
sagÕe;ado selse ered salecrlts ap so;epou sunô
-al o'6; eln0rl eN'ecorl e ielrssocau es rod g1e
-le o?lsa f a c '3 Luf 'se^Jnc 'seieLlc seutl seluod
no sopeplos-sop'sopeyoc op srodep slooJltp stec
ap no 'senrnc euec erou.r ura seluod êp solectlE -ol ura seluauodtuoc sop oluaulelue^ol o eled
sop ogSezrlrln e ôs-eluasorde oxreqe ern6t; e5
VBt
'auoc oE'l!l
-:ed ep sodrl srop uroc prnq [un 3 ura es-elueserdy
'oprpuadsrp oôrolsa oled LugqLuel orroc oUoc
oged gs opu 'ureze;srles ogu enb sopesrnordr-ug
'epeln caxê opoc ap soluaurnrlsur e re6n; gp soza^ selrnu es
ogÕe:odo e êluouelraltad tezr;ensln apod 97 ern6 -saJêlur sou enb sagsuorurp seu eceld ep oUoo O
-rJ eN 'osorceld lerlrxne un a ;anelnôat oqladsa o 'aluelroduur olrnu g aluêtxllcel ayoc anb ;rrnq urn
'u.r;ssy'ossaSe llc!,lp êp sresol u:a' 31a'cla'sop ap osn o 'Lurssy 'oluor.t.leuorcunl oE oluenb 'o11nc
-eôe;1'salueuodr-uoc op secrlsua]oe:ec'sernpep -rc o lelolle anb rol os rod selsrd ep oEtôdnrralur
-los rÊ^Jêsqo ouessêcou a sou sêzo^ selueno no oluauelue^al o ou9ssocau I sazo^ selrnn
22C

21Ê.

****§* r ei

22D
21F

21G

No ajuste das frequências intermédias, trim-


mers etc., etc., está patente o uso de ajustadores
do tipo dos apresentados em (E) da figura 23.
21H :.. -§r{iq§§ffiFry:.*§

21t
*-*"w \-

O alicate que se apresenta a seguir já foi inseri-


do em C da f igura 4. Em B da f igura 22 nota-se o
interesse do alicate no ajuste dos condutores, em
D serve para colocar f ixadores de alumínio. 238

228

23D

146
LVt
açz
'oglsanb ua eÕad ep oE|Ôezrlrln e eugssac
-ou lês a it6lns ulapod ênb sE.rlno orluo Íleplos-
-sêp ap ogÔetado ep opuenbe seÔod ê sololnpuoc
Jrerlxa ered oluotuola oulrldo un 'BZ ernôt1 e51
""ê".-â "".ê
aLz 'ogÕezr1rln ens p oluEnb eôu1Ç
ap odrl Lun srpLU opellsuouap a ernô11 elsoN
VLZ avz
'rrnôas e ern6l; Eu epectpur g tetedo ep
eraueur e[nc sepe.l]secuo seuttugl spnp uoc ol
-seL{eun ap as-e}e;1'stêc!llp stecol uue sosn;eted
ap rolcerlxe odutel ousou.l oE ê lopecrlde Lu1
ovsrsa
/.?.l
l/,7././,21.- -'-=_:: _-, _-
T 89U
'elnpeplos
ep opuenbe seluauoduloc op ogôereôu1et ercd
eÕurd ap odrl un opeluesetde o 'y7 ern611 e5
'prnpeplos ep opuenbe eluauoduoc op ogô
-ereôu;er e1e a oçtôcellxa ered eôurd pun ste71
=tz
28B

O ferro de soldar é um elemento importante.


Aparecem no mercado sob vários "designs, e po- Tipos de suporte para Íerros
tências. Na figura a seguir apresenta-se um tipo de soldar
com ponta em bisel, tendo pontas de adaptação
de várias formas. Vários são os tipos como se vê,
29F
desde a indução a aquecimento por resistência, :*-
com e sem extractor de solda.
O suporte do ferro deve ser feito de acordo com FerÍo de soidar por resistência
a sua criatividade, mas tendo em conta sempre Nas f iguras abaixo encontram-se trêS tipos de
que o suporte deverá ser prático quer ao «tirar, o extractores de circuitos integrados.
ferro para utilizaçáo quer para «colocar» quando
náo é necessário.

29A

Ferro de soldar por induçáo


29B

Extractor de solda 304

Ferro de soldar por indução

,, --

j As chaves de fenda, na Íigura 31 demonstradas,


sáo por si só conhecidas, além das três dimen-
sÕes normais aconselhamos estes outros mode-
los indicados em D, E e H, esta última substituin-
29D
do com vantagem a demonstrada na figura 27 (Ae
Ferro de soldar por resistência B).

148
6rr
'(A o V) 69 ernôrg eu sopeluasaide
opeorau ou saluêlsrxa solapou sunô;e sr3
'epualaid os anb elecsê EU leuorcunl ep opô
-rsod ua oq;arede o rpcoloc oçrôun1 rod ural seplp
-au êp ropelnuoc O 'oqlarede op sapeprlrqrssod
se auroluoc sranluodsrp oE,lsê selEcso seug1'lo^
-çru orpenb êp ojlauJ!rêdueorcrur urn :od oplnlll
-suoe êluourleurou a eprpaul ap oluaunrlsul o
'solncrc so a eprpau ap ropelnuroc o
'opp elueueudord 'eprpour op oluêLrnrlsur O 'srpl ffiEZI
-uauepunl solred sens se ogs s?rl'eurcrlo eu sa;
-elrseq pprpau ap soqlarede so ogs 'opellnsêr o
- selcarp sernyal ap soural urê - aluaueprde:
sou-ogp slod uresselolu! sou sreur anb so ogs soll 'seroUalxe sope^elxos ered elau
-oru!llnuJ so 'eprpauu ap soqlaledE soe oluEnO -nl ap se^eLl3 sE f ur= 'sEcoq ep sa^eqc se G luf
'rolJelu! operJlse uoc sosnlerpd pJed e^eqc e C
r.u3 'rouolxe ope^Plxes op e^ELlc E I ur3 'rouolur
opp^elxos o V rx3 'sodll sasso sorueluasafie 79
ern6rl eN 'aluaulenôr elueyodur; 9'lopolu! opel.rl
-sa otuoo ureq 'ro;re1xa a rorJalur epenelxes efas
eSaqec e[nc sosn;eled ered sa^Eqo ep oôo[ un
Hre
tlzt
3re

M
oL0
I oz,t
reiãy
, od,t,
ffi
I i4 ., , :r :t t&&it: :.:: i.,

Na figura 34 apresenta-se uma coluna para f u-


ração de circuitos impressos e outros. Existem
colunas miniatura e berbequins para tensÕes re-
duzidas que apresentamos em B. Em C o berbe-
quim isolado da coluna. Utilizam ambos os berbe-
quins brocas do tipo helicoidal de 0,5 mm a ... nor-
malmente indicado na bucha do berbequim qual a
dimensão da broca.

oTlUffiffl***.
EEEffi
ErEE
EEEE Na f igura 35 (A e B) apresenta-se, em A, as bro-

EEEA cas helicoidais. Em B as brocas com centro para


madeiras e em C as brocas para plástico.

150
t9L
'ê]uel aluacsalonll no eurledo Mg/ r.rtoc etcugcsapuecul
-osr zruraA uJn uloc operEdar lEcol o ap epedugl eun greooloc êpuo extec eLUn ap as-
- osslp osec
rol atl]Joluoc - êluêLrilelslEd no lelo] 'lllqoc e os -elEr1 solrncrc ap ogôezt;ensr^ ap oltntsodslp op
-eq eceld Bp ezêdr!rl F iapacord êluatuo^uoc I 'ot ocuqel o oglsaôns ouroc êr.il-sourep oluelalluf
-rncrcoirnc uun odual unô1e op LUll oe ogJep sê]
-uaialrp dC6 LUoc saroinpuoc ap soÕot1 stop ôJluê
anb lolnptroc [r;n êpeprr!nL] e uoc eulo] apept[ns
y 'secegd sep sarolnpuoc ap soôot1 so olluo so]
-rnclrsounc êp sesnec sep eurn ? êpeplLUnLl v
'Jolnpuoc op oÕ
-or] op ogôezuode^ E nooo^o.td alsa ês êluêulllcel
I
opezr lensr^ .râs êluaulen ôt epod ol n o.l tcou nc uln
oluelêrluf 'u?quel sould e;1ua uectl a utaec enb
'seluouodu-roo sop uelioo es anb salolnpuoo sop
seluod sp LUgqLueI lêpualv 'opÔcetlxe ap opep

'/ffi
-!lloEl sreuJ ua?p sou enb sontltsodstp rod eplos
êp ê]uêpaoxa o opol reJrlor êp opeptnc o e:dutes
ês-lol anag 'ece1d ep oluod ojlnou «sould» êlluê
sope[oqe u]ecr] ê Luêec enb sossacxa no eplos ap
:rrnôes e ern0t1 eu eclllla^ os otrloc
oleôexe rod e:n.peplos aluarcrlap ouoc ureq 'ep
-eprÍns e g alLioroc esneo e 'soltnclcounc soN olrncrrc op oluod e oluod êp eptpaLU :od tes epod
ogÕce1ap e renlcalo ap eltoueul V 'u.tolstxa ses
-nec srey!'opera0exa oluauurconbe no eôleealqos
'3]a 'le+êu.r 'elopetA
euln E opr^ap oUâqP [ua jeot] apod 'o;dtuexa tod
'ropeurolsue.ri rJrn ep r.uoôeutqoq V 'êluauodutoc
urn êp e.rnlor P I ouêqe ollncllc ap esnPc ellno
'ecrlglorx edeqc ep ogÔ
-ecoloo no oçtônrlsuoc e olueJnp opeplnc ap ellel
rod 91e no ogôezr;rln e alue.lnp sagÔetqtn LU?quiel
no ellodsuerl o aluernp eceld ep ''cla 'uo0ecutn
'u.:e6erqop p oprAêp eue^e elsê ês-ltznpotd apod
LUgqtuEI'elnclc aleu anb êlualloc e eiuoc txê op
-uê1 'aluaruo^uoc sreu o g ogu anb ollncttc op.ol
ourledo olpt^ -ted eun6;e ua opezrlrln rolnpuoc op ogsuoultp P
êluou]lPuJrou sopl^op oErs souoqB sollnslls so
'socrupsour sollalêc
sesonllolop seinpeplos
- I
- ,
soluêllujalul sollncllc - 0
olrnslsol.rnc - z
ouoqe ollncllc
- !
:opttutdo essou tuo 'ltluos ulozel os
ercugnber; sreur ruoc anb'uenôas as enb se leta6
ua ops ue6ins enb seuene ap sodll sot.lg^ sO
SVIUVAV
'0t x 0Ç x 0i aP jopezllensln un eled o9]se6
-ns e siI 'ogÕezr;enst^ ep opuenbe elstn E i!lê] ogu
e:ed -. erlerôo1o; ep sesuetd sep soiopeut6leu.t
so ouroo opueuotcunl - 'clê 'oElUBc 'eutloltec
ap sreJôiel seplenô uuoc 'aluoledsuell no ocuelq
Bee
'oprcnlsuerl'tolladns êUed eu olpl^ un 'euanbed **
O circuito intermitente que aparece inespera- Na Íigura A executam-se dois f uros de meio mi-
damente nos locais onde normalmente se proces- límetro para se introduzir um agrafe em cobre. Es-
sa um esforço mecânico é uma das mais morosas tanha-se perfeitamente a superf Ície e enverniza-
avarias de reparar. E mais um caso para ser obser- -se. Note o reforço executado lateralmente com
vado no dispositivo de visualização luminosa que um condutor de cobre ou um uclip, como se indi-
referimos na figura atrás deixada. ca na figura B.
No caso de aparecer esta interrupçáo, a solu- A Íixaçáo de componentes é importante. Nunca
ção é como se apresenta a seguir: se devem colocar componentes encostados à pla-
ca base pois daria um aquecimento eventual em
zonas que não interessariam, explicando melhor,
Fio estanhado
uma resistência encostada à base e a dissipar
certa energia calorÍÍica iria provocar aquecimento
.Circuito impresso em outras zonas, por exemplo, se um transistor se
encontra perto poder-se-iam alterar as suas con-
Rêcobrir diçÕes básicas de f uncionamento. Por isso todos
com solda
os componentes devem estar deslocados do su-
porte base, pelo menos, 5 mm conto, af inal, mos-
tramos nas Íiguras a seguir, isto para quê se pro-
A sua reparação é simples. Coloca-se como se ceda como é evidente a uma perfeita ventilação
vê na f igura acima, um troço de condutor cilíndri- de todos os componentes.
co e estanha-se toda a superf ície marcada pelo
tracejado. Em seguida enverniza-se o local. Se ÀUilt{AilEllr0 00s 0lIERS0s c0ÍrlP0ilEr{TE§
existirem mais fracturas, eliminam-se todos os
troços estalados no percurso e solda-se o condu-
tor cilíndrico no seu máximo de extensão. Enten- -f-l- -:-
üo
.r_
da-se essa extensão como a necessária no troço -- , ,-f-l -fI-lt
-l-F
impresso. Proceda-se como se indica na Íigura a
seguir, náo esouecendo de Íazer o tratamento co-
r: niü-r-r-
UL]t]
-i--t- -t"
-:- ? -r
,- ff- À
ilLt o
_r_
mo se reÍeriu anteriormente, em conclusáo. ta _r__F
{--_-l- -f:l-
Y ISTÂ §UPERItlR

Circuito impresso

Quando se trata do suporte, este também esta-


lado procede-se do modo que se indica a seguir: ôoôo o o
Aôoô-rl--t-l-
Fuíos dê 'll2mm para coloÇão das braÇadeiras

Circuito impresso
Q-=:- -r_r- OC O

152
ccr 'lprnleu eleosa P gtsa oEU etuanbsa also 'ogóeur6ed 3p el3u?lua^uo3 lod {l
I
rflE-
N
lo-ol
tr-JR
,oü
'4 üll$h.^ü
'ulêlapuolua o ulsse ês opelalle las
g.rapod oluElorluf 'sgu eted ocrô91 stPtu o p o9Ôtu
-rdo essou ue anb ossa:du1 oltnollc ou ogÔectlde
ered soqgeqe.r] sop olcaÍord o atdutes sou.toleluas
-erdy'osserdut oltnctlc Lue ue0eluout entlcadset
a euuenbse op opÕeluasatde P souassed seyrl
'orelc ? soses sopeulul.lol
-ap ula sueôe1uen seyac seun uloc 9le zo^lel'op
-eredas eualsrs o resn soutatepod trlgqule] seul
'g00Md o o;duaxa rod 'opednt0e ogÔectltlcal op
eualsrs uin lesn es-epod oçtÔect;t1cel e Bled 'sep
'sopecoloc las oErlo^op apuo slecol sop -eredas seluod uroc seu.l 'Lun epec ABL op oluol.rl
ogÕucsep u.loc soluauoduoc sop ogÕelueldu,tt -elorua oldnp êp ? reztltln e ropeulolsLretl O
ap euanbsê o as-Eluosalde elutnOas elnôt1 ep 'roreu ep sagôeqrnlted
'saiuauodt-uoc soP
u-rês ABe eppliuê eu r!l!ulpE opuepod 'soxtl Ag etc
ogôelueldrul ap olco[o;d o a otdlcurld ap eutanb -u?lolo.r ens ep ousrieô;e oLullln ou tectluan apod
-sê o as-noluese:de soluapogalue seln6ll sep os ouroc ocourol 'g0B/ 'ropeln0at opetôalul O 'VZ
e AOZ e Aç'e ep ogÕe1nôor eun opue6 'g0B/ LUn
ap ê 00Zl sarope;nôer soper6elul s!op ap egdstp
relerl e aluol ereuud V 'eitocuEull epeptltqtuod
-srp p'urlua'gle no ielrssoceu as anb osec o au
-roluoc 'enr1eura11e res ogrepod anb sopenotdu-toc
sopellnsa.l ap sua6eluotu sBnp tetruasatde lod
oluou.re^rlca;a soureôêu.loC'sua0eiuolu sellno
se sepol êp olsê] o ered uuou enb auls, ogÔlpuoc
'ouÇleloqelep oçrôeluautle ap êluol e ept^np uos
? 'oglurdo essou uia 'opelncoxa lês E sopol êp
olraiuud o 'urssv 'soltnclc ap ostleue ap so^tlts
-odsrp sorreuttd sossou so leJoqe!ê e sgu 'tut;uê
'soLurês g 'opepl^lleuc essou e epol apad sou enb
a êlue^rlotu 'eluPsse.lelut 'leutlou g anb o 'se1,1
'sougssocau soq;atede so «sopoJ» ap o9Ôtstnbe e
ered olsr 'selelncrlled sosec ue estnbsed ap epep
-t^rlce no ogôeroqel eueld ura rerluê apueletd as
opuenb'aluauretlacueurl esolpuadstp ocnod un
g 'eusêr.u ep oluaueuo!suau!paj o 9le no BUlc
-llo ep ogÔerederd ep otc!u! ou anb epl^np LUas
oru9IVuosvl
T
- Transformador de 22OVl1B - 1BV A lista de material que se torna necessário à
D1 ... DB Díodos BYX10 ou simitar moniagem segue em baixo, entretanto o LED será
c1 -
1500irF/25V da cor que entenderem, muito embora o vermelho,
c2
- 0,022pFt25V em nossa opinião, seja o mais indicado para o lo-
C3
- 0,1pFl25V cal devido exactamente à cor.
c4 - 220pFt25V
-
L200 2 R1
7805
- R2
- 1,2K
-B20a%W - 100A
1

R1 R3 1,2K
R2
- 0,22A5W C2
- 220nFl100V
-
P1, P2 10Ka -
C3 -- 100nF1100V
- cl - 2200|F140V-63V
Com a utilizaçáo de um só L200 poderemos ou 1000sF/40V-63V
executar uma fonte de alimentação com regula-
Ção de 3V a 30V sobre 2A.
P
- 10K linear
D1, D2
Na f igura A o esquema de princípio, em B o pro- D3
- 100V/2A
1 N4002
jecto de implantação dos componentes e em C o - TransÍormador de 220V12 x24V para 40VA
L200
projecto de implantação, agora visto do lado sem -
o traçado com os componentes. A fonte de alimentação que se apresenta a se-
guir permite uma variação, praticamente, de zero
a 45V. Na pré-regulaçáo apresenta um BC143. Na
saída de potência os clássicos 2N3055. Esta mon-
tagem já apresenta uma tecnologia diferente pois
não usa os reguladores que temos vindo a utilizar,
sim os transistores convencionais. Aconselha-
mos por isso a ulilização de componentes como
os indicados, não de usimilares» que de similares
pouco têm...

,r\
,k (: :)
\e/

2x 1 000 ltÍ OU 1 DE 2200 pf

1) e 2) Por conveniência de paginacão, estes esquemas não estão à escala natural

154
99t
'lectUo^ toPec;;11duty
- ç'Z
leluozpotl topecglldtuy - v'Z
oElsual ap Jos!^!c - t'z
oduual ap aseg - Z'Z
ogôeluauile aP oluol
,rlrrá _
(oldgcsautc) "
soclpglec solel ap oqnl - I
:sreluotuepunl seyed senP
'Pqler0 Ep ol3!l!lo o aluoual^ll tlJEsse^ellE op rod oplnltlsuoc g oldgcsoltcso o'utlsse opuas
-ol9c olad soplllua sogllsala so'eqlalô ep a opol 'ala êlqos tnbe oluautelell o soulesuedslp
-9C Op SA9SuAI AJlua EÔuo.lallp alslxo oEru opuEnb sou oEiu 'eslnbsed o sollnsJlc ap ocUqel'seuene
'rrnôos e ernô;g'euotcun; eqletô e aluauleclseg ap saçrÕeredeJ 'oltncttc tuo o sopelos! 'saluauod
'serlno sE sEpol -rüo9 ap opnlsa ou eluepoduJ! oluotunJlsul uln op
soulal sojoc selsap elnlsltu e uoc 'lnze o êpja^ os-opuelell'oluotüetleulns ols! opnl'ogÔezt1t1n
'eq;ourten soloc'sopeltcxa ualos oe'ute11ue anb e ogÕlnlrlsuoc Pns ep sotrlolele] oluausaldu.tts
saluoralrp solsodtuoc sgll soplznpollul ure[as 'ogÕncexe ens e tnbe lodotd souell opu anb ote19
eql anb olrgssocau ? seloc e oldgcsaulc o ElEd 'oqdgcsolrcso o ? leluotrlepunl oluoulalo ollng
'esoulunl e1ôteua ue
Eurlc?lo erôreue esse uletulolsuEJl'seçrl1ce1e tod
sepelrcxa uaras oe 'segcuç1sqns sessS 'olulpçc ord9csollcso o
ap o1e1sôunl a ooulz ep ololnllns ap solsodutoc
oErs 'aluor!leuroN 'o;dgcseu;c op eulalul agel
eu os-rellsodep grg enb 'eluaut:opalue epesad el v^00t ap Ecroc ulocl
-ueurpsoppprnc'od ua oluogsololsol Elcuglsqns AOT1OZZ op lopeullolsue)1 Mz )9'9 - 9U
eun trl?luoc anb optnbtl uln optznp'ollu! I 'soul9l tz^oE 'ggoeNz - LL'}L Mzh t50Lv - va
-e;g[anb op secp]cglo secllslJa]ceteo ap soluaul 9eto8 'ledlI - 9r MzÁ õoet - eu
-olo sop oeSnporlu! Pp salue e'oguaute;11 op eued vlLzNZ 'z60tNz tL'zL Mzh \9'l - za
elad 'ropolue ernôt1 Eu g^ os ouloc aluoll P os- 9o6ZNZ 'ttICE
- iJ-'lL Mzh >lz - la
-opueqcal 'eôte;e steluozllotl seceld sep ltped e
-
A?Z E,gL )euaz go A09/ld0z, - 9c
anb orpln op oqnl unu opeJlecua glsa ols! opnl ,oorN I
-
,Q'eo 'zo 'Lo Jnzz'o - ,c 'ec
- yz, oLH AâUÀriOLV - Zc
-
Mzh )lt - 6u Ae9/lrí00/, - L3
Mzt>ll- 8U 'LU lerrç1sn[e \Z'Z - Zd
M% ye - 9u rEeullyol - td
:ttnDes E ten'utoq
op sourelndet enb ogSeluaulle op aluol elsap
u,teôeluout e eted oU-ssocau lelloleul op elsll V
gtlo e
'leluoz!Joi.l eu 'ax!al op ol^sop o eted y seceld
se o lpul.rê^ ol^sap ered 1 sece;d sy 'seceld ep
sared s;op'e1ueu1eur1'ogÕeJoloce eluenbesuoc
p o lo^!ssod lenluod steu o ou-tuoteulol e[as no
êxrol op eln6rel op olorluoo e)ed' o'7 o 'ot1no o o'1
o'opoug un 'seç»1cala ap Eu9punces odtl ep oES
-sl,uo eun eco^ord anb opol-Po trln 'sagllcole sop .u
oErssrura e e.red oluauelU un aseq ep oçrÔntlsuoc
ens Eu tüol oqnl o anb soutelou'eluasatde as ttnô
-es e enb oLluasap o auloluoC 'oc;pglted oluoul
-r^otu un EUUaI oluaJloc e opuenb e etdulas seç»r1
-oola sop oluoul^otu o la^!s!^ eulol enb oluauala
o no'oluonrole un g o;dgcseutc no'oqnl o elg
Se.aplicarmos tensÕes várias às placas, tere-
mos o seguinte comportamento do feixe, median-
te as polarizações criadas, como se observa a se-
guir:

[I
VERTICAIS

VERTICAIS

Se fizermos com que a grelha seja +


muito negati- VERTICAIS
va em relação ao cátodol os electrões não pas- Tela
-
sam e formam uma nuvem, ou carga espacial, en- Se aplicarmos entâo um processo de variaçÕes
treocátodoeagrelha. de tensões- na grelha, em relação ao cátodo, tere-
mos um controlo óptimo sobre os electrões na
sua padsagem para a tela. Se continuarmos a
aplicar tensões variáveis entre grelha, 1.o ânodo,
2.o ânodo, placas X e Y teremos então o controlo
de aceleração, controlo de concentração do feixe,
luminosidade, deflexão vertical e deflexão na ho-
rizontal do feixe de electrÕes.
Podemos dar ideia de um divisor de tensão para
o controlo que atrás descrevemos pela figura a
seguir:
Se se negativar a grelha em relação ao cátodo,
os electrões são repelidos pela grelha podendo
atravessá-la somente os que se movem a alta ve-
locidade. Observe-se a figura a seguir: 5{*"§§§

HORIZONTAIS
Para o controlo do feixe, com as placas deflec-
toras, apresentamos a continuação do divisor de
tensão, teórico, claro:

] u) u

E
HOR!ZONTAIS
HORIZONTAIS

Tela

156
L9L
:onbrlqo oÔErl o soualol elloupl.u elsop sleluoz
-uoq a s!E3lua^ secEld sE «sol,llecele» oE sey\
_l_
:el
-al ep pinoJel B epol E oÔejt o sol.uolal sleluozllotl
'Borpu! as rtn6es e êno oLlu seseld sP sotrllEclldE as 'elol no uelc? op Plnlle
-asêp ou oLUoo "c'c êp oErSelueulle op aluol euJn E epol P oÕEJl un g;acalede 'stectyar seceld sç
e sope0rl oE)s ep!es a Epelluo op slPUlul.lol sO'lol epeurolle oElsuat Eun sou.l.lecl1de es'e[es no'ec1p
-oLU un op oxta oe opeôr1 I o!a^ oínc'ua0eled ep -ur es:tnôes e anb utaôeluottt E soullelncaxa oS
ogôrsod uês leautl ollaut9tcuolod uun I - osn os
oElu Broqure salduts sleul oduel ap aseq V
'1eut01to- ogÕrsod ens P resselôal essod enb
oporx êp 'elal ep opel oitno oE noôeqc oluod o -:L
opuenO e6rec e aluaueptdel es-elllel 'a1ueu1eu
"rl oluau:lesla^suell oluod o lecolsop eled - e1
-uaurlenper6.eluaune enb e6tBc eun X sece;d sp !.hrl 'Ll-f l I.l .|-l
as-opuectlde olst ttnôesuoc as-apod 'eôeqc anb -[__]
alurnôas oslndul o [!o3 teÔeuoc eled 'op:enbse L_T L,r-
opel o ered aluauleptdet e11on stodap ê elal e al
-uÕtlrelual ettoctad oluod o anb uloc lazel ellssac
-ou oduel ap aseq e'sece;d sp opeet;de os1ndu.il
op opÕeluasatdat eunu oluod op oxleq eled eu-t
-r3 âp oluaul^olll o loua^uoc eied 'oluauoru lenb
-1enb e oslndurt op ezapuBlô e ieztlenstn oduel l-a [a r-a
ap aseq psso sou-êlluilad 'odulai op oseq ep o'o1 L__l
-rnclrc orlno uln a0lns anb tnbe I o9luf 'Epuo ep
Etrrol e ogu a oÕeli un etcalede sou 9s epeulalle ''E=l
. f *l llt'-i F
L-r'.1
ogsual etrJn soulelceÍu1 as anb soLllgloN 'slBcll
-ren sece;d sç sepeica[ut sepuo op selrilol ap o9Ô
-Ezrlensr^ e sou-Bltltqtssod otdqcsollcso o elo
'saluprqr^ sod.toc r-ua (sernôr1) soÔell solsap êllgs
elun 'za^ ertaull"td eled 'noc1;;:an no[esstl salnf I
'oÔei1 un aP soLlaqêclade sou r]!-Tr
çs o?ze) 1e1rod a uelcg ou oluod op oluoull^otll o
lrn0as anôesuoc ogu Pueunq elsl^ e'opunôas tod Fl
-T_
soluc gg e 'olduuexe tod 'oluaul^oui assa ollal
I -T.! L-1. -t-l- r
'oujrxpLlr JolE^ oP ?le 0 op sEau9luBlsul slBplosnu
-rs sagsua] e opt^ap ;enluod elal eu alPqula
:exlol op o!^sêp aguenbesuoc e saçrÕez1telod
-
sagrlcola ap êxial op oluauiecolsap oe -o^ selugnôes se'sP1e allua'1 e y seceld se opueulol
'ap as oÕetl op oluaultcajede o anb sotrt9lou 9f 'e;e1eu 'oxre; o JElorluoc eloôe oElua sotrlopod
Partindo.de A para B, a tensão tomará sempre Como acontéce a visualização? Supomos que a
um valor crescente caindo numa fracçâo de se- tensão aplicada às placas horizontais se iniciou
gundo a 0 quando passa de B para A. Assim, es- no mesmo instante que o ciclo a observar.
quematizando: No tempo TO a tensâo dente de serra é nula, a
observar também o ponto, como não tem tensões
aplicadas neste instante está em repouso no ex-
tremo esquerdo do eixo do écran.
O udente de serra, começa a percorrer o perío-
do de 0 a 1 e simultaneamente a tensão a obser-
var desenvolve o seu primeiro quarto de ciclo. O
ponto é solicitado, obviamente, em simultâneo, a
deslocar-se da esquerda para a direita, pela ten-
E evidente que o espaço
-tempo - distância
de A a Bé o correspondente
espaÇo-
perío-
são em dente de serra e para cima, pela que pre-
tendemos observar. O resultado desta acção con-
- a um
do da tensão a analisar, e o de B a A, que deveria junta é o ponto seguir de 0 a 1, deixando no écran
não existir, deveria cair de E a B e arrancar para o um traço que é a reprodução exacta da forma do
E máximo. primeiro quarto de ciclo a observar. Assim suces-
Observando as três figuras que a seguir se sivamente até T4 onde o máximo de amplitude te-
apresentam, A, B e C, notamos que a base de tem- rá, para a tensão em dente de serra a sua queda
po provoca uma tensão cujo U_ é o corresponden_ vertical, a «zero». Assim, liberto do campo elec-
te a um período da onda a observar. Só assim, trostático das placas horizontais o ponto desloca-
com este sincronismo se consegue estabilizar a -se instantaneamente para a extremidade esquer-
forma de onda na tela. da sem deixar rasto impresso. Poderemos fazer
um esquema de blocos para entender agora me-
lhor o osciloscópio:

Placas verticais
crcLo
Sinal de entrada
a observar

ÂPÁGÂDOR DO

Placas horizontais
Aplicada tensão Antes da visualizaçâo definitiva da forma de on-
udente de serra, da, teremos que ajustar o osciloscópio. lremos
entretanto verificar como funciona um pouco
mais detalhadamente que o
"habitual, o nosso
instrumento de medição e verificação simples e
comparativa.
Coloque perto do osciloscópio um transforma-
dor de 220V17,5V.
Ora, antes de colocar o aparelho em posição de
ligado deverá colocar o potenciómetro do brilho
Visualização na tela (lntensity) em posiçâo média. Em média posição
deverá ser ligado ou mais propriamente, colocádo
o potenciómetro da focagem (Focus). A base de
tempo (Secs/Div)em 0, posição do potenciómetro

158
'eurlxotde gJal a epezrlpnsr^ ero6e epuo e arluoC
'leprosnurs Epuo ap eulol P elêt eu etaceredy
'lop
-ecr;rldr.ue op o r.üoc .r!plculo3 gJo^êp oull oyoce
op orlaLuglcualod op plouerolar êp oluod O
'o9s!^lo/49
e (1 ro IHC) L leuec op ropect;tldute o o sulg
a1e (nr6Taull daams)odual êp aseq e anbolse6
'A9'/'ep!ES'rOpeurolsue.ll
oe enord ep etuod e en6r1 'gs oÔer1 un iacoi
-ede 91e ôur.ra66;r1 op orlêtug!cuelod o enbolseg
'enold ep eluod pu oprznpul ropeuJrolsueJl op octl
-9uôer"u odurec op sêluotuonord'soÕB.tl sot.tg^ tuel
-acolede elal eu anb naceluoge 'oluotula^e^old
'Ag'Lt^OZZ op Jopeulolsuell o en6t1
'leprosnuls epuo P eled saQÔunl
'leuee op lecol ou Epeilua ap oqec o enbolo3
L leuEc op o'osec olsoN
'leu
ap lopeJao op epres ap.role^ oulxgt! CI ? also slod -ec orlno no un oppôll ra^rlsa ouroluoc '(ZHO no
'oulrxçur rolE^ olrloc A9 êp ? Bjn]lal E '.iodxo B sol.ll
-elso anb osec oN 'ropeujolsuerl o tuoc ; g3) lecrlran ropecr;rldue op opel op oJlatugtoual
'elal -od oled opppuptuoo -eras oÕetl op leclUa^ eu ol
-uP ruoôeluor.! eu ouroe'Pcldli epuo E glecu"loljal
-uouecolsap O '(apoy\ leluozt.tog) oduel op ase.q
Pu leprosnurs Epuo ep o9ÔezlllqElsa e eled oldgc
-sol!cso op 6uuaô6!r1 o 'ollçssacau as 'alsnÍv
ep oyad Brluocua as enb oJlaugtcuolod olad op
'LX Lua (aôueg 'bal3) «Jopec!ldlllnul» o anbolo3 -epueuoc eroôe gias leluozlioLl eu oluouecolsop
'roperaô op ep!es ap solctc 0g so aUacv nas O'oôerl urn elal eu çreceredv'eJros op oluap
'lBprosnurs epuo e ogsual e eJnlle elsau nolotu anb opetqutal 9ts:l
'o1ny ogôrsod
ered o-opuelntrJoc 'saçrôun1 ap topeteô o an0t-1
'roirol eu ropelnu.roe nos o a (+ ) ogôtsod eu 0u1ia60;t1
'srlgg 'oldulexe rod 'tua (nr67ceg) '(nt67euu
-ue ercugr.iadxe eu ouoc o1d9cso11cso o alnOag
:etcugltadxa alutnô
-lI dao^ S) oduel op aseq e enboloc ero0y
ogdgcseu
-as e eôe1 segôun; ep ropeteô un opueztltln -lc op eurêlul oluacsorolsol epeulec E PpJnllsap
'ordgcso;rcso op odtl tenb
glectl odual ocnod uo 'opelluocuoc opelseuJop
-1enb ure Esnec uo epuo ap odlt o gJeztlenstn enb
a oppnluacp or.lluq uroc 'slod 'ogcedut ep lecol
a sourpLllasuoce enb ecl6çg etcugnbas e ? Plsa otrJsot.u ou ielsa -pra^ap oduual ocnod oltnu a lê^!s
aluoue^llcalê seu 'oldgcso;;cso ap od!l otlnou -sod ou;; slpr.lt o'openluece ocnod ollnu oluod op
no urnu ouacE ap Ejqoueu erlno no Etun sleul
or.lluq o rol -era^ap soresuo salsou 'oluPlaJluf 'ol
rocêluoce çlapod anb ore13 'nOlU-1, oldgcso;tcso -uod op oluauecolsap o aluauelte;tad lelo.lluoc
ixnu opelncêxa rol sor.lo^alcsep anb otesua O apod sece;d sep ogÕezue;od e enb etoôe noloN
'(X ro ZttC) a (,t ro lttC)
steuec so soqure ap iopecrlrldtue op olunÍ uetl
-uocua as anb ( uolysod) sece;d sep og5
-ezue;od ap so.rlou.lg;cuelod so enbo;sep 'la^lst^
io^rlsa oE,u alsa aS'elol eu oluod uln gJocaledv
'(ug .remo6) o;dgcsoltcso o anôll
/ \ / '(luc) L leuec'o;druaxa rod'uua',fYlEããfr t*',
nrf \ I leuec '(gy)êp oçr5celas ap .ropelnuJoC
I _\ epeuralle aluaroc ua no (96) enu
\ / -!luoc aluojroc ura zHc a LHc op JopPlnuoc o
'ou!l ouase o oulos uaq ellal!p
ç opol (rrrolslton) oriarlgrcuolod 'oraz uo'(zHc) z
leuec op a (LHO) L lpuec op 'seropect;rldtue sg
'oduuel ap oseq ep oP ocul
:e:n0t1 e oloN :ePec!]ll -ugcuoc'oxrê nas o uroc erluocua es enb ollaulglc
-a^ ernlral e elsa rol osec ossou ou A8 aluêulep -uelod oull ouace o otuoc ueq 'e1tatlp P Bpol
- -
cHl
ANÁLISE DO COMPORTAMENTO
DE DíODOS

Faça a seguinte montagem:

Rg
§
,a

\ /-tr\
Et,1 I \
5^/2 W

Ou esta:

CH2
Claro que exagerámos um pouco na «observa-
çáo escrita" da forma rectificada em meia onda,
+

I RC quanto à sua tensão máxima.


7,5V Para uma rectificação
5,-/2W base à transformação dadecorrentecompleta,
onda com
I alternada em
B contínua, usarernos as seguintes montagens, uti-
+++
lizando sempre o mesmo tipo de transformador:

1." MONTAGE[4

-l
É_._a
d
-{
22OV ?l
Coloque as pontas de prova do canal 1 e canal d
ê{
t
-t
<x
2, respectivamente,em Ae Be Ce D. Note quede- c{
#
ve fechar o circuito entre A e A1, B e 81. Assim: t

q?_
ONOA DE ENTRADA
H---
s,
ll oruoanrr
T ot *íoa
I

----ir
I

L--GÉz--l Sinal de entrada

Execute a afinação do osciloscópio como ante-


riormente, regulando o amplificador do canal 2
(CH2 or X) para a posição de SV/Div., como a do
canal 1 (CH1 or Y).
Coloque o comutador (MODE)em DUAL para Corrente alternada sinusoidal
observação dos sinais de entrada e saÍda - reti-
- e
rando-o da posição CH'1. Sobreponha os traços
centre-os. Sinal de saÍda
Coloque a ponta de prova do CH1 em A e B.
Coloque a ponta de prova do CH2 em C e D.
Verif icará a onda de entrada na tela bem como
a de rectificação de meia onda executada pelo
díodo, aos terminais da resistência de carga. No-
teafiguraaseguir:
Corrente contÍnua pulsatória
(RectiÍicaçáo em onda completa)
160
t9r
lei nleu ele3sa p glsa oPu e[!ênbso atsa'oPÓeur6ed ap ersu?ruê^uo3 ]od ( L
>tL? td >IIZ - LA
yt -- Ívd [\/'r - 9u
f5099 - t/iot - 9u
'LH
iJ099 - tLU vt'e ,u
õ00t * zLU y09ç - 0u
yt - ttu >1022 -
- za
15000 .5001 LU
- oru -
o/og ê Mz/t ap 09s sEt3u9isrsai sv
z\yoz v zHgL 3a sl9ÔNnl oYÔvlNll,"lllv lc llNol 3
fo uocvufc oc sflNlNodklo3 lo vr_sn JE fO UOOVUSC OC OldLCNlUd lC Vk'{3nosf
'olnclrc op uraôelêqec e ê sêluauoduoc ap opÕel
-ueldtrr êp eurênbsa o oE)as salurnôgs sV'oxtPqe
Ernôrl eu opep g oldlcur.rd ap euênbso nos O
'a^r suas
zq\az êluê r.1l I
e zHçL êp setsugnbail ap ênbal uJn ailurêd 'sop
S]UO1NONOC SOC OOVÔV81 -ej6alur saluêuoduroo ap ectucgl euJn e[ asn eloq
-tro olrnut 'sagsuolo.rd sopuPl6 uros 'opEluosardE
sgu Jod JopEJa6 o 'solrnsirs op êsrlgue o so9Ôer
uz -edêr 'soresuo ered leluêurepunl eÔad euln ês-eu
0 t-1 l^*'l
0 -tol ercugnbe.rl exreq ap saç»ôun; ap ropeio6 O
@
i:-eOGil*;8"
?=_ ? l''l r*,.
l,- L.]. ,-.,.!,
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y -: :A 6l t
!_ ,,',,@ tf'"p
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ff
ztu -JF- it
@
sllNrNodi\oc :o oyÕvlNvtdtl\t io vwlnosl rlf cvlNol z
"
R8 33K P2 10K mento, pois corre o risco de introduzir dados fal-
R9
- 1K R15
- 1,2K sos à leitura, com as outras resistências que fica-
- - rão eventualríente em série ou em paralelo com a
C1eC'1 C6 base, colector ou emissor.
C2eC'2-1nf C7
- 10nf Com o ohmímetro pode v€rificar o transistor
- 1Onf
C3eC'3-100nf CB
- 12nÍ nas suas características estáticas. Para a veriÍi-
C4 47pt
- 12nÍ
Electrolíticos cação do funcionamento dinâmico poderá usar
C5
- 0,68sf c9 470pf vários tipos de aparelhos. Um simples e que lhe
- -
c10 sugerimos, encontra-se a seguir. Quanto ao pro-
- 470pÍ jecto de implantação de componentes, bem como
Díodos: DZ
- Zéner,5,6V/400mW o desenho do traçado impresso... bom, é altura de
LED
Transistores: T1
- Vermelho começar a traçar os seus próprios circuitos...
- 2N2907; T2 - 2N1617
Circuitos integrados: RT1 e RT2 100m4/50V; lC1 e
lC2 - LF357; lC3 e lC4 - respectivamente,
7 81 2 (+) 1 2V, 7 I 1 2(- )1 2V

Transformador de enrolamentos separados de


22OVl12x 12Y
Comutadores 1 e 2 de duas secçôes e três posi-
çÕes para 1 e uma secção para o 2. Um interrup-
tor. Uma cavilha para a saída com fêmea.
Como elemento que resiste à aplicação de for-
ças centrífugas e pressões de alguns quilos, o
transistor é um elemento extremamente sólido.
Mas, com a temperatura, torna-se frágil. Claro que
esta fragilidade e relativa, um transistor de ger-
mânio pode, normalmente, aguentar uma tempe-
ratura de -50oC e os 85oC positivos. Aqui, os fer-
ros de soldar terão que ser de potências baixas
por causa disso. A concentraçâo de calor no ter-
minal do transistor deve ser controlada, o alicate
de pontas em meia cana ou a pinça dissipadora
devem ser sempre usados na altura da soldadura
ou dessoldagem. Verif ica efectivamente o ganho B (beta). Este, já
Cuidado com os "sprays" de reÍrigeração. As sabemos, é o ganho em corrente.
contracçÕes rápidas dos elementos que com- No nosso caso, a medida de B é feita com a liga-
pÕem o transistor ou circuito integrado, aquando ção de um auscultador aos terminais da resistên-
da aplicação do "spray", podem provocar roturas cia R1, depois de colocar 52 na posição correcta,
ou deslocamentos aos componentes que irão ra- em PNP ou NPN e primido o botão 51.
pidamente destruir o semicondutor quando este Gira-se o botão de controlo de p1 até obter um
entra a funcionar. som. Deve regular o comando de tal maneira que
Recomenda-se sempre que possível o uso de as oscilações ou oscilação seja efectivamente
suportes para os semicondutores. Quando substi- audível e ler seguidamente numa escala gradua-
tuir um semicondutor deverá Íazê-lo depois de re- da de (P1) que terá de calibrar. Se tiver um ganho
tirar a fonte de alimentação. inÍerior a '15 ou 20 retire o transistor em serviço e
Quando colocar o transistor deve ter a noção coloque outro no local.
exacta da localização dos pernos quanto ao seu Neste aparelho pode verificar-se o curto-circui-
"nome", bem como o tipo de polarizaçâo: N PN ou to típico entre o colector e a base. Ouvirá um ,,es-
PN P. talar" contínuo, muito embora um estalar baixo
Quando colocar o circuito a f uncionar verif ique possa ser normal. Quando quiser verificar esta
cuidadosamente a polaridade da Íonte de alimen- avaria não prima o botâo 51. Claro que nestas cir-
tação e o circuito impresso no que concerne a sol- cunstâncias tem entre a base e o colector um cur-
daduras. Por exemplo, curto-circuitos eventuais to-circuito, não vai medir beta nenhum...
provocados por solda escorrida de uma soldadura O nível de ruído no ensaio também lhe dá a
ou dessoldagem. ideia do ruído de fundo do transistor. Regule o po-
Quando tiver que medir um transistor com o oh- tenciómetro de modo a que nas primeiras oscila-
mímetro deverá fazê-lo fora do local de Íunciona- ções audíveis se "perceba" o ruído.

162
091
op puoz e ole êluat!la^tsuês'staAJ pne stputs Elco[ ê]uauelcollp 'LUl lopeulolsue.ll op trlted e sep
-ul ',,e1êuec,,odll'oqnl unu opelplsut Jas apod -r1il.!suerl ê lolsalap op epJes e spptLllocal u.lo]os
'oltncltc op soluod so sopo] uê euJolxê ercugnberl exteq êp soÇ)suol se os-trlectluon 'trnô
oElssruJê tod znpur ês oE)u srod'e1ua1n o ltpunruoc -as e etluocua os anb ern6rl 'ureôeluotl elssN
ogu ap uta6eluen p tep 'aluêlod olrnu.r a ogu leuts "etuol
o 'oçrLu eu lê^eztltln êluêuJeltalrad g êlsf 'steuts -orpeJ ap sossetduJt soltncitc sou stêclitp ê]E setc
ap tolcafur o rnbe soule]uêsalde seuene ep ogôet -uglsuncJrc utê ser.ie^e ap segôereda: eled ter;rx
-edat q ouessooou oq;arede ouoc 'aluat!leutl -ne uoq [un g ê o]uessôJo]ur g ogôezrpln ens V
'Jacell ;euôrg :od oprcaquoc oltnf! 'oltno
: -ro oe sopelca[ur steuts ap octu]çutp lopestlBue o
? orJgleroqel ou sougssacêu soqlalede sop un
r-?-T
i xorfi i l-rdil U3CVUI lVNCIS
+ -*!_ê{t;-,,o +ft}:i,a
lorvo Jrll r 'ó0002 op gras LU V'epec Ag', ap o9Õe1
L----J -uaurle ap sêluo] sv 'xz op orJ9punsas o a etcu9p
ercugnbet; Exleq ep epuos
-aduur ap y0t ap ougtuud o irlog roperürolsuerl ly;
ercugnbell elle êp epuos
- ld:MZIL yV - ZH'y7:elês leualeul ap plstl V
e rorradns ercuglsrsôl ap
U]CVU]. IVNCIS sêropellncsne resn ur?^uoc ogN 'ês-lelrle: apod
LU ercu9lsrsêr Ê ei000L ap .roJ solsêp ercuglstsai
p aS'ó0002 ep ute[as salope]lncsne so opupnb tof
-e^ alsê eJol orlaurJledueotcrru oe no salope]lnc
-snp sop sotrêrlxa sou epeôr1 LU Brcuglsrsol V
'ogôelueurle p oprun oilsurgrcualod op ou.r
-arlxo oo losinc o arlua as-apour ercu?lsrsaJ v
'JOpPurolsue.l] oe
orla[rJgrcuatod op seluod sep Eu]n es-e0r;sap serc
-u?lslsêr selsap pprporx e ecrplo^ as anb utssv
a, 9et
:saluauodr-uoc sop'eluanb OOZ OZ 0e 98L
-osuoc oçrôelueldLur e opeôe:1 op olceÍotd o elsod OOL çV OZ 9LZ,
-ord ouroc souleluasalde aq1 u?qup] anb etnôr; 9L 99 9r 09r
e ês-aloN 'ougpuncas ou ç e 0 a elcugpêdur ap y7 09 00r 0r 929
êp o oueuud o[nc '791 'topeulJolsuEj] un E leu vtf
I Ld vlf I rd
-rs o eôue1 anb (7239) lolstsuerl orullln ogad slod
-op a (0/OO) tolstsuetl o'g olad sopecrll;dure ou.r 'seluapuod
-oo Lursse â lolstsuel] olsa rod sopecrlrlduue oçls -so.uoo Etsq ep serolp^ so tgnôes p es-pcJe6 'olp
JrlB ap ocr]!loJlcalê Jopesuapuoo t!n tod (OZCO) -enb ou Jlnôas e ?^ os oruoc sepeclpu! setcuglsts
JOlSrSuell o'z og êseq e soplltuJsupJl steuts so -ar sep Jole^ oE else opuelnOel 'ollauglcuelod oe
('ZUt o orrloc t!aq 'sopezuol orlour!rur.lo o soureôr; oss! eled 'eloq ap soJolE^
-srsuell sotpel sou Jopeul:olsuell ep odri alsa ejl so erBd llcgl ? oJlorxgroualod op ogSenperô y
-uocu3) 'y t ap otJppunoês o o etcugpêdLur ep yg7 'sergdr.ueorclur Ol e ! op lolp^ o glocoJpde
ep orrçruud o uoc 'asstp as eí otloc LUI Jopeul aluauleuroN'zs ropElnuoc o aJqouEur oEru osEc
-.rorsuell olad e1ral ? lepue o'; o eled eppllua V oullln olsaN '(O) o.roz op eplanbsa B Bled o:;e1uod
'vr1r9 so op oluor.Ilecolsap o JEcrlua^ os olsap opBptJEl
ressede:1;n ê^êp oE,u o;1aultadr_ueolcl.x ou êluêJ -od ep rosla^u! o êsn 'ollonllllnu o leztltln oS 'oll
-roo V'eprps pu otutxgLu eIas LUos o enb e:ed er:as -etrgredureoJclru op sag5eôi1 sE ruoc opeprnC
urê ollêLullêduuerlrr-u un oppooloc.têl as ap srodep 'o:1aur1;adueoJcltü o çJecoloc tH op
e-as-:e;nôal etou?lstsêJ Elsf 'e1sn[e ou y0gZ ap sreurulel sou a lelesua p lolslsupJl ap odrl ou op
eciêo e JEct, pia^ap Jolstsueil o'L op oçrôezrre; -psn ros gJa^op ZS Jopelnu:oc O 'opesn rnbe oçr1ua
-
-od e aluaLuelraltad Jelolluoc as eled y00g ap.Jas g orleulleduleoig!r.u O 'losslua op elnu êlueJloc
prê^ap LU Etcuglstsal V 't,íB ap octltlollools lop eurn Bred rolcaloc oe epecr;de enu!luoo aluouoc
-esuopuoo un ap sg^plle '(OZCO) lolstsuell o'f op e 'e[as no '(ocl) opoo op so]uaJ:oc J!patu EJed
2kz. É útil na baixa frequência e em circuitos de de potência em muitos casos requer um número
ampliÍicação. infinito de manobras precisas, quer a nível eléctri-
Segue o esquema em baixo: co quer a nível Íísico, logo, um interruptor enfer-
ma de imprecisões, o gue nada abona em seu fa-
Esquema de princípio
vor para determinados circuitos. Assim, o inter-
ruptor electrónico, para um comando simples, co-
mo um relé, é um dispositivo necessário e ao mes-
mo tempo simples. Já referimos que o transistor
.LTL unijunÇão é um elemento criado para esse efeito.
A sua base comum já foi estudada, bem como to-
da a sua estrutura. Entretanto um outro tipo de
transistor pode ser utilizado como interruptor. A
Traçado dos condutores
montagem seguinte é um clássico.
Trata-se de um comando de um relé por um
transistor N PN saturado.

BC 238
E)-.,.n7,,,n.
Esquema de implantação dos componentes

Para um relé Siemens, por exemplo o V23154


DO715F10A com cerca de 1104 de resistência na
-*3V bobina, a montagem que se apresenta a seguir é a
aconselhada.

APLTCAÇÔES PRATTCAS
v 23154
DO 715 F
10A

INTERRUPTORES ELECTRON ICOS


Sabemos que um interruptor mecânico, com as
suas funções de manobra ligaídesligar tem que
obedecer efectivamente a uma infinidade de ma-
nobras que se pretendem, cada vez mais, de uma
precisão a toda a prova. O ligar e o desligar têm
que ser instantâneos, não dar lugar de maneira al- O comando de relés estáticos com utilização
guma a arcos e muito menos ao seu prolonga' de CC pode ser executado com transistores PNP
mento por mau contacto. O comando de circuitos igualmente. Note-se a montagem seguinte.

164
99r
'oyncrc o ulssp gtaduolJalul'ogônpuoc e leanb
-olq op urll o urog Eslo^ur o-eôezpelod eurn e:ed
e
çr!^ias ,,uraôEJEd,, op ogloq o enb otuop!^a 3
H< \
V
or.ltNtN
^s+
'Jolsull urn e lenô! ol
-ueuieuolcunl uJn elluued onb'elecsec ure no'o;d
-np Burelsts urn 'e[es no'e;ncsgq
+
/\Zt
eun ap osn O
'olnclçc o stodop a oE)ÔEztlEns!^ P JBlllxnE
pJPd OlrncJls ou ouroc rroq'sEllno o lolslsuetl op
sogsual sep eulonbso uJn souelep oluPlollus
'BUlqoq Pu ercu?lsrsor
ap õ0Lt ap r0tjgL L oa vgl€z^ suourats ?ler o lep
-uEl,.rJoc e ILZLNU Jolslsuell o sou,leluosoJde onb
ura ptuenbso O 'olnlldec elseu opeluesalde eu.r
-enbse opunôes ossou o Elpd o;dluexe urn eprnô
oyllNlt/,1
-as ura soueJEo 'ou9lnulol tün olstxa sopElues ^s+
-erde seurenbsa sou ltznpoJlut E setcuglstsat sep
olnclço o EJed 'oprsuealde llcpl ep e opezrlelaueô 'oluopl^o g orxoc
? osn O 'selrafêd se:qoueul op epeptutlu! Eun rolslsueJl op oE)ôezrJplod e epnu.r alueuselduu;g
e urepuodsal soynclrc solsa enb eprr4p ueg 'eôo;çue 9 ureôeluour e NdN.rolslsuell uln uroC
'roldnrelur op
opôe1ueu:g1e e ercd Epezlllln opsuol Ep oluaurol
-uepuedepu! 'Jenblenb oq;erede un no gleJ uln elc
-uglslp p repuerüoc ered eiues ueôeluoru Bls;1
'l ('les 3c^-^)<eg
/ elnurgl pp s?^Elle
"rr,;:,U#
g ercuglsrseJ plsf 'srenluo^o sollncJtc-oync eled
aluaroc ap ropellur!l uin ? ó0! op Brcu?lstsol v
'A0ZZ')olcos op sa;duurs oErsual
ç eôrec etun reuorcce ilet anb ceul uln op ? op
-ueuoc O 'apelotu Ens eu gs opesn L tgtgC operô
-olur o^rysods;p un e:ed alurn6os oltnoJtc o as-al
-o11 'lanb;enb onrysodstp un Jepueuloc sotuaJep
sollncro tuoc aluaulen0l
-od .o1ll'3 soperôelur Ol,,llNlN^E+
A-Vc:V-Vx B-ln: Vk =1,.+
O transistor da esquerda ao ser condutor desli-
RK ga ao fim de outra meia onda.
O comando da f requência pode ser alterado pa-
C-Vr:Vc-Vce D-R3: VE ra 112 a 1Hz. E evidente que náo existe controlo
para a permanência tempo
gada, logo os tempos - de - de ligada e desli-
ligada e desligada são
E - tc/tb: B F:Vb:Vr+0,7 ig uais.

G - lb: lciÊ H-R1 :


V-Vb
tb

r:w*-
..
(vK)'
RK
J-Wt:Vce'lc

A 12- 6:6V
B
- 61110 : 0,0554 ou 55mA
-
C-V".:5Y 6-5:1V
D * 1/0,055: 18A
E transistor 2N1711 tem um ganho p de 100 a
- O55mA
F-1+0,7:1,7Y
G tb - 55/100: 0,55mA
H
- (12 - 1,7)/0,55.10-3 : 18K"
-
| 36/110:327mW ,Para o segundo caso apresentamos um esque-
J -- 327 x 2: 654mW ma de comando com DIAC/TRIAC não incorpora-
dos, para o controlo de fluxo luminoso.
We Dissipação do transistor
Wk
- Dissipação do reié
-

CIRCUITOS DE COMANDO DE E POR


TLUMTNAÇÃO

Vários são os tipos de comando de iluminaçáo,


desde o comando permanente a uma lâmpada,
comando intermitente
co - ligar e desligar
comando do f luxo luminoso
periódi-
-
nor f luxo
- maior ou me-
comando do Íluxo total por variação
O potenciómetro de 500K regula a intensidade
-
de "f requência modulada", o caso dos comandos
do f luxo luminoso por este regular o disparo.
l ps ic adélicos". Um circuito de vigilância de temperatura, quer
de uma estufa ou de um motor, através da utiliza-
lremos introduzir aqui dois circuitos. O coman-
do intermitente para um Íluxo luminoso fixo e o ção de uma NTC.
comando reEulável de Íluxo.
Primeiro trataremos de comandar um tiristor zvlo,t a
para regular uma lâmpada de incandescência de
100W, comando esse com alimentação do proprio
sector.
A montagem está feita de maneira a que as
meias ondas vindas da ponte rectificadora pas-
sem pelo tiristor no mesmo sentido. Um coman-
do, por um multivibrador estável, ligará o tiristor
sempre que o transistor da direita se torne condu-
tor. O disparo do tiristor é sempre em cada meia
onda da rede.

166
L9L
'8/0rcs
odrl op oEfs saJolsrsueJl so sopol 'urdj O0Og
Jeleutsse aclpuJ o ap.urlJ o ruoc LH ersuglsrsai
ep Josrns o JelsnÍe oljgssocau I oluauos 'opep
-lcolo^ e uoc rPaurl aluourlelol oluaunrlsul olad
PlncJtc onb oluajroc e ras Jod a udl ooog P salual
-e^rnba soslndur ejoô Erüseu ç epp6rl epEdurpl
Etun e'epar ep olotx rod as-ezrlEaJ oluod P oPÔPc
-olo3 v '000 0z-0 ap a 000 0L-0 ap ernlrel ep sPlec
-se sEno 'urdr 000 oz ?p sapeprcolê^ J!peu le^!s
-sod ? o^rlrsods!p olso ruoC 'êqecor anb soslndLUr
ap oraurlu oe leuorc:odo.rd 'ropec!pu! oluaun:l
-su! oE aluoroc eun Ep enb (91 a 91) lenglsaouoru
(t1 a eJ lllurr-,1os roperedsrp '(ZL e ;j sos;ndut
ap propeculldue edela 'epplluo ap roydacar ou
-oc UO-l :salurn6es soluauala sop oluaupcrseq
Elsuoc eprnôes ue eluêsaldB as enb oyncrc O
'ollala o ered ogÕ;peu ap oluounrlsu! r.t-tnu 'uo''l Etunu znl op etsu9ptc
olueuJelceiroc eJnlrel e rplncoxo rapod es ered -u! ep so^Erle'(glar) on11;sodsrp un op opueruoC
'oJlorr r.rtn souaur no sretu ap plcuglsrp eun e HOI
E opuenlrs 'o'c op oluol Etrtn rod epelueul;e 'e1
-uocsapuecul no lpJnlpu znl eluerpaur 're1o.r1uoc e
orrlrsodsrp o reulunl! olJ?ssacou g alueusalduls
'ogô;petu op so^rlrsods;p sorlno ep osn o lo^!s
-sod res e;ed'ocrugcoru olceluoc o le^!ssod 9 ogu
opuo so!Us ruo gle e renblenb oxle urn ap segôe1
-oJ op oJaufiu op olorluoc o e:ed otu;1dg ? oltnclc
alsS'oclugrlcalaoloi saçrÕBlor-eluoc t!n e:oôy
'CIU 9 operOegu; g
'se;dur;s oluelseq g uaôel
-uorrl V 't7g;VGI operôe1u1 un sorrezlltln 'epeztl
-rqelso opôe1uaurr;e uoc'oxoldr.noc s!eui olelsour
-Jel unep eurenbsa un souelueselde rrn6as y
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REGULAÇÃO Oe MOTORES
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Uma carga mecânica rotórica tem que ser ac-
L]]-:f-
t3x
22A
cionada a partir do repouso do motor. O ciclo de
t{5 10K 330
T5
serviço da carga pode compreender uma mudan-
loF
t0( ça de velocidade, numa inversão de velocidade,
uma mudança de posição e possivelmente um re-
torno a uma determinada condição inicial no tem-
po mais curto possível. O ciclo pode ser governa-
do pelo ajuste da potência dada ao motor que ac-
ciona ou impulsiona a carga.
Os motores de induçâo são máquinas relativa-
mente baratas e robustas. O estudo que se fez a
estes motores são vários: regulação de velocida-
de no arranque e freagem, inversão de marcha,
mudança de velocidade e controlo de posição.
Os termistores são elementos convencionais
para a regulação dos motores de indução. Os car-
ros eléctricos actuais e em vias de desenvolvi-
mento têm o comando deste tipo de motores tam'
srNALtzAÇAO bém por tiristores.
O arranque por tiristores é simples, relativa-
O esquema apresentado em seguida pode ser- mente. O tiristor é um interruptor que pode ser co-
vir para um alarme ou ligar, por modulação, um mutado em condução (fechado)e em corte (aber-
dispositivo qualquer. to)fazendo o uso de potências muito pequenas e
A mudança de C1 e C2Íaz alteraçáo à frequên- não possui partes móveis.
cia audível no altiÍalante. O seu emprego é em contactor
mento - comporta-
ou em inversor para comutação de altas
- O ideal era efectivamente possuir um
potências.
motor de indução que não precisasse de equipa-
gem de arranque e cuja corrente de arranque não
fosse seis ou sete vezes maior que da carga, ou
de funcionamento. E antieconómico o uso de cir-
cuitos de tiristores a funcionarem com intensas
correntes duante períodos curtos
- arranque -
se bem que os tiristores possam limitar as corren-
tes a um nível aceitável. Um sistema que não re-
quer dispositivos adicionais de arranque poderia
ser um de regulação de velocidade em larga mar-
1 -4 * 2N2904 2-3 *8C108 5 -*80135 gem, mediante o uso de um inversor de frequên-
cia variável. No arranque a frequência ajustar-se-
-ia a um valor, o mais baixo possível e como a ve-
locidade de funcionamento é proporcional à fre-
quência, a velocidade síncrona seria baixa. Regu-
lando o aumento de frequência, regularíamos a
velocidade e seriam limitadas as correntes transi-
tórias.
Se a aplicação do motor de induçâo tiver que
ter uma transmissão de velocidade constante, en-
tão um simples contactor com tiristores, diacs e
triacs serve de bom processo dq arranque.
O princípio de funcionamento de um regulador
de tensão alternada para o arranque de um motor
monoÍásico de indução é dado a seguir.

168
ô91
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lf^ + -uasaids souatepod ogsuol ap ololtuoc o Eled
'loloul op slEu
-ltuJal soe leulujou oErsuol e a opep!cola^ no Eô
'eJloueu aluln6os -rec eua;d e o0 ?IE'EcuElJE Jolotü o opuenb exleq
Ep apeplcole^ ens e EpEln6ol Jos opod 'ocl1sgttt oErsual purn JPp eted oggl souoLu no sleu opsap
-oporlcolo un op'o;dulexa lod 'all?s Joloul uln rnurur!p oPÔPllcxo no oledslp op osel ep o1nôuç I
'Jopeue^ uln ap 'esEl ap ogSeinuloc Jod ocêquoc as enb o ? olsl
oEfu'ropElnôa: uun ap BloôB SotuelEll'euAlSlS Op
ogÔEcurlduls ?'gs !s lod'Eznpuoc cElJl o eioqulo
olrnu's1arçzt;t1n eluatueluênbet; o9s apeplcole^
P JElnôeJ erEd sceul o selolsull ap sEualsls so
'EtcugnbeJl ap o9ÔEue^ Eu e sol leuiuou
opsuêl xoldv
-gd ap eÕuepnul eu 'Jo1oJ op no JolElse op segsuel
ouiôal
spp elsnÍe o uroc sopeuolcelej oEflse apeplcole^ apep colo^
op ogÕElnôeJ E etosEq os enb ue sold!3uud sO VEEVC
ep opàeulxoldV .\x VN OVSN]T
"' aluElsuoc aluaulla^!sues o9suêl r .Oo
opEplcole^ op roloul un ? Eulnbçu e alu!nôosuoc B!êU ASenO
JOd 'euorculs apeplcola^ Pp %oL 9s ap ? 'uleôeel;
VCUVC
no uoôered e .r10u11e ep?u)., VN OYSN31
91e srodep epEoolJecelq êpBplcols^
-os'eueld Éô.rec . glE
- EôiEc tües - olzE^ ua ol
-uor,uPuo!cunl o opsap apeplcole^ ap uaôlEtrl v Plnu asPnb
Eôree ep ogsuêI VAIISISSB
V9UV3 V'\N
vEVd OYSNr-t
olueurezrlsâo
UO.LOl/\ OO f NONVHUV
'rln6as e souec!pul otuoc oErsual op olclc
op lenç1sn[e oluod ou leôn1 r.ue1 oteds;p o 'o95El
-uaulle ep leplosnuls Epuo ç olledsal uoc oluaul
-PC!.UOrrJlS e epeurellp sopeJedslp ogs onb soJolsu
-ll sop ogÕnpuoc ep opoJJad o opueue^ as-e1sn[e
roloyl Ep!ES Op E'exr; ? Epellua op o9sual v 'solclc slop
led
so alueuelleped lessed ulextap'sopeluotu tll!sse
'opglues gs runu olueJJoc lessed Exlap lolsUll O
'saluElsuoc
elcugnbar; o oE,sual E epeluaurle oluorutpuol
olle op eurnbgu.r eurn ered ec1d11 g rrnoes E Eluos
-erde as anb apeprcolo^-rolor.u ted ectlslrelseJec P
'ureq sgo6 'seugrp seçrôedncoerd sep EuIn ? ogÔnp
-u! op Joloul un op apeplcolo^ op o9Õelnôal v
Um variador de velocidade para um motor série
ou mais conhecido por motor "universal,,, com a
possibilidade de sair da velocidade 0 a l5o/o dave-
locidade'máxima, mantendo a velocidade cons-
tante quando se pretende um determinado esca-
lão, é a seguinte:

>'10K
lsw

RV1

Í
5W1

+
TERMÍNAIS I

DO MOTOR

Motor

M1

142

;#ffiH'ffiH
R'l - 22K1t2W D1, D4, D3, D5e D6 1N914
R2 22K 1t2W D2 1N759/12V
-
R3 -47K 1t4W C1
- 33pF/16V
R4 loOK 1/4W C2
- 4,7pF cerâmico lurueunçÃo
R5 100K 1/4W -
R6 47K 1l4W
C3
C4
- 22nF cerâmico
0,1pF cerâmico .
RV1

R7 1M 1/4W Tr
- 206 D 4Al400V NEUTRO

R8 100a 1/4W - TIC


Ttc 225 D 8A/400V
RVl,CURSOR

R9 10K 1/4W NOTA:


R10 4,7M 1/4W tcl - 1M393 Ci É uoNnoo
OS TERMINAIS
SOBRE
RV1
R114,7M 1/4W tc2 1M558
R12 4,7M 1l4W C5
- 0,033yF1400Y
R13 1M 1/4W
-
P1 e P2
R14 100A 1/4W - 470K lin.
R15 0,14 ou menor
R16 33K 1/4W
R17 470K 1t4W

170
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,,Eperlue,, ap opsuel e uoc epe:edutoc ? Epelllll
',,olll:al,, ua Elcugloletd eP ocll aluauoluolua^uoc o epecllllcet ap slodep oErsual
-9u6etu ollncJtc un elqos OU'g aluauleper.ulxolde Elsf 'sospl senp seled ure;ncrtc anb solueJ:oc
e[es no OOltOZ, oll op setldsa 0092 op9puncos sep Eruos p leuo;crodord oErsual Pun ollgpuncos
'ser;dsa senp o!.tçtu!td :selu!n6as sec!lsllalcelec oE olil.usuBrl opEplsuolu! ap lopEtulolsuPll o
'etcu?lod extpq
se uet (epep;sualul) t topeulolsueJl O 'elcugu
-edxe rod as-teulullalep o^ep H elcuelslsol V ep roldnrralul un rod elta; ? lolot! op Ptlcletrl V
'eôuo1 sreur ollnu ep!^ Eun alulnOesuoc:od e lett 'sesEl sEnp oJlua opelEclolul opepls
-aleur op opeptltqet;'eeugluelsul aluaueclleld ec -ualu! ep ropeulolsueJl un ap epn[e E ruoc epetrl
-!u gJlcol a ogôcelor d'osol cua; 1s eluoul lElol'EJqou -o1 g ,,opôeurJolut,, y 'seyod sp os;ndu.tt unquau
-Eru op zep;det :as-olou '.to1ta1ue o elqos oc1091ou eôar1ue opu o erenbo;q topelloso o EtlE ollnuJ g Pp
-cal ialcerec ep sueôelue^ sellnuJ ue1 enb eluep -ep aluerJoc e opueng 'oprSexelet op lopBltoso un
-r^a ? seu 'octssg;c oclugcaLuollsale ollncllc un ep epn[e e uoc 'oplpualue oluotullcel ,.EpPu no
anb orec stetu g ollncllc a1s3 'ueôeledTeqc:etu opnl,, ap opeueqc opuEtuoc uln ul9l scEul so
'sesoô;red seppptsuol
rpnlcela ep ulgl oluotuoluenball enb saloloul
op opueuoc o erBd elueuodut! ? olln3llc elsf -ureJqos sE oUnc oÕedsa unu Eultu!1e enb eclut
'tHI -.rglolauôer.u ogÕcelotd etun E e;entnbe BÔueln6es
rolsUll o .re^llce eted I toldnl;e1u1 o eluelsu! uln op ollncr!c A'eOrec ep ogôelueulllE ap oltncltc op
oluPrnp reuo!3ccP ouçssoceu ? leuolcun, e ello^ oLlool a PJnUoqe e ered sopeztltln oBS scepl sO
ollncJlo o enb EJed 'oueqe ue ulecll scelll so a op
'sceul soP o9Ô
-eanbogq Ecll iopellcso o oluaulou alsoN 'L HI lol -calo.rd ered sapep!sualulolqos elluoc opÔcelotd
-sUlt op ogÕnpuoc e E^llol.u e opeanbolqsop as-ell ap ollncJ!c un ap agdstp 'opel otlno Jod 'sollos
-uocue LO tolslsuell o'C lod eluetloc Elncllc op -EC nO SrErJlsnpul sPtualsls tuo opEsn lês opuop
-upng'ogScalold ep o,redslp ap lo^!u oe elsn[e utn -od
- Blarlso ure ogSeô;1 - M;4! ap eôlec eu:n
reurenoô ep zedec g enôes es enb opncllc O
alltured d otlotuglcualod O'O lauaz ap opoJp op
REGULAÇÃo oos MoroRES rentes o que permite ao motor de c.c. ser uma má-
DE coRRENTE corurínun quina de grande versatilidade.
O motor de c.c. pode ser ligado à rede de c.a.
Na regulação de velocidade dos motores de através de pontes rectificadoras de tiristores
corrente contínua, a inversão e a freagem regene- (conversores). O dispositivo não é mais que uma
rativa ou dinâmica do motor estão intimamente ponte, com rectiÍicação de-meia ou de onda com-
relacionados com a regulação ajustável da veloci- pleta.
dade.
Os parâmetros que regem o ajuste de velocida-
de deduzem-se das principais equações de regi-
me, nossas conhecidas.

E:+.lnz V:E-tRa +:K1 .tf V


+ Motor

a.

donde:
E F.E.M. iriduzida
p -- n.o de pares de pólos
a, - n.o de pares de "ramos" em paralelo com o CONVERSOR DE MEIA ONDA

induzido
fluxo máximo por pólo
+
n
- velocidade do induzido
z
- número total de condutores do induzido, em
- série
V Entrada

V-
l/\ /\
tensão da rede ou aos terminais l^
| - corrente do induzido
Ra- resistência total do induzido
K1 corrente que depende da curva de magneti-
- zação
I

V Saída

lf - corrente da bobinagem de campo-ou indu-


tor
assim, a velocidade é:

- V- lRa
KIÍ
A corrente do induzido depende da carga. Os
valores são normalmente V, R e lf. Estes três parâ-
metros sáo os que intervêm na regulação da velo-
cidade.
Esta é proporcional à tensão aplicada se a que-
da de tensão no induzido for pequena. Uma redu-
ção de velocidade é o resultado do aumento da re-
CONVERSOR DE ONDA COMPLETÂ
sistência equivalente do induzido na linha. A dimi-
nuição de corrente no indutor dá também lugar a
um aumento de velocidade.
Cada método, como é evidente, possui as suas
próprias limitações mas torna-se possível a com-
binaçáo de maneira a satisfazermos as necessi-
l^,0-
l\/ V EÍrtrada

dades inerentes a cada caso.


Sabemos que existem três tipos de motores de
c.c.: excitação em paralelo, série-paralelo e em
série. Todos têm relações diferentes entre as va-
I
riáveis tensão-corrente-fluxo. Por conseguinte as
características par motor-velocidade diferem. É I

precisamente o número de características dife- V sataa

172
ç)t
'ercJgu! iod g,lEpol .loloul
o 'aluotuE^ou llznpuoc lolsull o ap sêlue as'Pd
-tsslp no Essed ElSo O EpEuOzeuJJE elô.|êue E led
-tss!p PJEd or.lululec uJn 9p oJ^!l ossEd ep opo!p o
'o^rl!sod aluoue^ou oluod o tuoc olueuJlelol E6al
-lPC AS Anb ?lE eôJEC Ap êlualJoc e llznpuoc e enu
-lluoc ropesuapuoc o 'Planbolq elsa 'lo1s1r11 op
p6rec op oluaJJoo E ênb loleul ? e6lecsêp ap eluol
-Joc e as a êluaulesJa^u! opEzuElod ? lolsull o
'ropPsuapuoc op oPs
tl
fer s'r =
J0u0ld lflt ce] -uol e Epol Jolsu!t op s!Pultulol sou ecolede 'trJls
(v,u=,rr) rc u-d-u gLt 3g
0001 002:t -sp'oErÕernles e as-9p o oduJal ouac uJn elueJnp
as-u?luEtu I Op SleUlIUJOI so aJlua ogsual E 'oluol
-roc e eluoue^ou aua^ul as opuEno 'esJa^u! apep
-trelod eurn IrlnbpP elgd -l ol!ncr!c op tHJ- êp s?^
-erlp os-EôolJEcsop Eln0ll Eu ouJoc o^lllsod'c.top
-esuapuoc o'!HI lolsu!l o eledslp os opuBno
'lo^çue^ elcu?nball Buln eJa6 lopellcso o eÍos
no'odual op olsnÍE o oluElpouj as'Eue^ Jolotu op
srPulural sop elp9lx oElsual P o 3] selole^ so eJ
-Ed opexrl glse ogÔnpuoc ep odLual o Inbv 'elcu?l
-od ap oltncr!c ou lolslJll 9s un lez!llln ep P ? ulaô
-EluE^ roleu ens v 'epElnlEs ElcuBlceoJ o aluEuos
lg -sal ollncrlc Jod o9ÕPlnuocolnE'e[es no'g asse;c
d-u -d
IQ L^ XA
u-d-u ua oErÕElnuoc lod as-Ezualcelec ollnsllc elsf
ooc" oz = d l0r 38
OsZ "09=d rJtP.r.s g0tlv
'la^elsalq
€p0t : d,
rHl,{ 002 no ououJ ropellcso uln op ogÕezlllln e uoc'cc êp
(rxoor) r . d
og= C [[ roloru uJn eled opeplcola^ op lopelle^ uln slf
'ollncllc oe sopeldose LUaôelllll op
^JV saropesuapuoc uloc sepBnuale lês oglopod sep
SSUOTSISNVUI :lO SVCIISIU3ICVUVC -ecr;de sagsual sPp ,,selsllc,, se anb aiuapl^a f
AL1O2 BD IOTA n-P-n B=s0.,-,so
' (1oo..Joo)
(BD 107 B) Si fr=100 MHr
P

BC 107 n-P-n $-rzs.soo


' [240 socl
(BC 108) si rr = (6 [a ]aa 8D127 0 =50

BD 128
[Bc 10e]
BI

BC 108 n- p n
0:20...70
BC 178 P N-P
Si BDISO P n- p-n
si
BF

BC 140
(BC 141)
n-p-n p = 40...120
f1)60 MHz
BDl37
t n_0-n 5r 0:,10....160
si BDl38 ,-l-, Si
BF

6 60n
125 9F

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174
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vz'vld lr o0t"'oZ= d u-d-u lLl,oE
TlP29(A) n-D-n si 0=40.200 n- p'n
TIP50(A) p-i-p si 2N 2109 Si
p 150(270)Q P

cJ
_g

TtP35(A) ' Ê =50 loo


TIP 34(Â) " 2N2148 cP = 56 dã

P >21
2N 15s GP.17dà
2N2192 n- P-n 0= r00... .300
P (20.....60)
(2N2re4) Si f1= 50MHz
BF -HF

p =15
2N 173 ôP = i6aB
(50dBl
2N219s
-HF
n -P-n

P BF Si

176
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sP lr : d9,
(mÊ '00r) te (r06e N z) st sz= d
0z[ 0, =6 d- u-d g06z N z
d
u-d-u srezNe
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0z!-o?=d ,062 Nz
uorsn;jrp a1du.1 ,Hl^l O0l,
rs u-d-u d
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I-seri
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,, TL
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'?n uuoJ
J0u Dld (wnNz) d
(szz'st) u-d-u €92ç:dr
06 oç= d lS çLIZNZ ooç' sr = c fiLZNZ
2N2885 Plonor
n-p-n si Ê
(>1 ;
>20
1oo HHr) 2N2711 n-P-n Ê = 3o...so
2 N2884 Epitor.
MF 470 kHz Si
GP =37 dB
200 MHz

2N2713 n-p-n Si ' = lo.9o


P
2N2904 Ê= 40...120
(2N2714) Plonor
(7s. 22s)

2N2410 commuL
BF
l ro

,f{-lN
ú8, 4o n'
65

ALLT

2 N 2905 P-n-P ^.
Ê= 100...500
2N 2784 n-p-n /3 -- 40....leo
JI
2N2219 n -p'n
Amplit <150 MHz
si GV: 13.5
Fb
d8
:4d8(2ooMÉr)
P

2N2921 n-o-n si Ê=is


(s5
70
rro)
2N 2887 /3 .5A
(2 N 29122) er,.* th = 2,8 d8 n-p-n Si 6p:sdB
100 MHr uriplc di[[usion
B.F

178
6Lt
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(o?L)
000 I
,|^u 001
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u-d-u
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(,rlw àã, , s.) 'xolldl Jo{olc,Foq (osil§zr 00Ç" 00t =0 s06z Nz
''ãã'"'J.'-?' 's' 'u-d-,1' l$e NZ
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ro1rdl rouo13 ,882 NZ
(,rx oot t r.)
xoyd 3 JDu0ld [z[§ N z 0z< / rg u-d-u
'!,u 0e: JlJl t88Z NZ
0t: d-u-d
oct 0c:, !S 0ztc N z
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ee (z's) e'r= de rS u-d-u
tsd or= E 9'e'lgrc N7,
ol "oz=d u.d-u sso§ N z
i8 lS zHl^l 0l> Âuo3
(rHiie)sp0zC de u-d-u
st çz=d rs u-ti-u 886 ZNZ szz st= d zllzNZ
2 N 5055 ? = 20 ...70 2 N 5591 n-P-n p
= rzo : rc= o,r ml

P
0-P'n
si BF Si rb =19d8

19 pr

p Si to 2N 3395 n-p-n '


B so...4oo
=(ss.,.3oo)

94)
p- n- t3,= 110
2 N 3075 .- (>1loT0ôHHr)
(2 N 53 si GP= 57...41 dB

Compt.20 MHz PIonor tprtox


-2,5 V
Mt 470 ktlz
50rr

20 HHz

2 N 3402 n_o-n p= 75
B.2o 12a
ii ('180 s40)
2 N 3137 Plonor
^.'-P-n. ,si
EPltox (>s; roo uH.)
(2 N 3403)
osc.80 MHz BF

B=ri33
2 N 5592(ss),[so] i33,
2 N 3255 Lr =1ô. 28 i! PU. Piázoél. n-p-n Si [so"ooo]
Gán. impuls.
5m la

180
L8L
E
5
l8 !s
(601Ê u-d -u
(osz çe) rs N z) sole Nz
oçr" oç= d d -u-d
00s §, =g u-d-u g0lg NZ ç01Ê Nz
(zi +) {i +
rs i8
u-d-u d
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oç9' 0ot =d u-d-u (org osL) !s (ri
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zHH 00e
(qsgr N z) sP §ç..0ç
=dc
";;;;;=d ls zH!{ e> ^u 03
2999 N Z u-d-u 969çNZ
EeutvALÊrucras DE TRANSISToREs e oíooos

Substituto Subslituto Substituto Substitulo

401 4F126 AAYl3 (AAZ17) 4C136 AC1 32 AC186 (AC187/01)


A2K4 BYl 26 AAY15 BAX13 AC137 4C126 ACl 87 lAc127)
A2K5 8Y127 AAY27 (AAZ17) AC1 38 AC126 AC18,?/01 AC127tO1
A2K9 8Y127 AAY28 (AAZ15) AC139 AC128 AC1 87K AC187/01
413F2 BYl 26 AAY3O (AAZ17) AC141 4C127 AC1 BB (4C128)

A23M 8Y239-600 AAY32 (AAZ17) AC141/01 AÇ127101 AC1B8/01 AC128/01


A23N 8Y239-800 AAY33 (AAZ1B) AC141K AC127t01 AC1 88K AC t88/01
A23P 8Y239-1 00 AAY41 (AAZ1B) AC142 AC128 AC191 (4C125)
A28B BY30-2C0 AAY47 BAVlO AC142/01 4C128101 AC1 92 (AC125)
A28C BY30-s00 AAY49 BAVlO AC1 42K ACí 28/01 AC1 93 AC188/01

A2BD BY30-400 AAY49 (AAZ17) AC150 AC125 Ac1 94 4C187/01


ATOM BY30-400 AAY53 (oAe0) 4C151 (AC125) ACY-16 (4C128/01)
ATON 8Y30"800 AAY54 (oA907 AC151 IV (AC125) ACY19 2N2904A
ATOP BY30-1 000 AAY55 (oAe0) 4C151 V (AC126) ACY2O (ASY80)
4344 BC108 AAZ12 BAXl 3 4C151 VI (AC126) ACY2l (ASY80)

4345 8C108 AAZl 3) (AAZ18) 4C151 Vil (4C126) ACY22 (ASY80)


A346 BC108 AC3O (ASY77) 4C152 4C132 ACY23 4C132
41380 8C109 AC76 4C126 4C153 AC128 ACY24 (ASY77)
A2E5 BY1 26 4C105 AC128 AC153K ACY27 ASY29
A2E9 8Y126 AC106 4C128 ,4C154 4C128 ACY2B ASY26

AzK4 8Y127 AC107 (AC125) 4C155 ASY29 ASY27


4C125
A2K5 8Y127 AClOB 4C126 ACl 56 ASY3O ASY27
AC1 26
A2K9 8Y127 4C109 4C125 4C157 ASY32 ASY26
4C127
A7D BYl 26 AC11O 4C126 ASY33 4C128
4C159 4C126
AA111 4A119 4C1 13 4C125 ACl60 ACY38 (4C125)
AC125
44112 (AA119) ACí 14 AC128 ACY4O AC132
AC161 (4C125)
44113 (44119) 4C115 (AC126)
AC162 ACZlO 4C128/01
AC126
44114 «44119 AC116 (4C126)
4C163 AD5O (ASZ17)
AC128
AA116 oA90 AC117 4C126/01 4D131 ASZ15
AC165 AC1 25
AA117 oA95 AC118 4C128 AC166 4D132 (ASZ18)
AC128
44118 oA95 AC119 4C128 4C167 AC128 A0136
44121 AA119 AC1 20 AC128 AC168 4C127 A0138 ASZ16
44123 (oAe0) AC121 4C128 4C169 4C125 AD138/50 ASZ18
AAl30 oA90 4C122 4C125 AC170 AC1 26 AD139 4D162
AA1 31 44119 4C123 AC126 4C171 4C126 AD1 42 (ASZ1s)

44132 oA95 4C124 (AC128/01) AC172 AC127 4D143 (ASZ16)


4A133 (o495) ACl 25 AC1 26 ACl 73 AC1 32 AD145 (ASZ16)
AAl 34 (oAe5) 4C126 4C125 4C174 AC1 28 AD,148 (AD162)
44135 (AAZ18) 4C127 ACl 87 4C175 4C187/01 AD152 (4D162)
AA1 36 (AAZ17) AC127tA1 AC1B7/01 ACl 76 4C187 AD155 AD162

4A137 44119 AC128 AC188 4C177 4C128 AD156 AD161


4A138 (oAe5) AC128/01 4C188/01 4C178 AC12B/01 AD157 4D162
44139 AAZ18 AC128A 4C188 AC1 79 AC1B7/01 AD159 (ASZ17)
AA140 (oA90) AC1 28K 4C128/01 AClBO AC128 AD160 ASZ16
44142 (AA119) 4C129 2N 1 307 AC1 80K AC128/01 4D163 (ASZ15)

4A143 44119 AC130 (ASY73) 4C181 4C127 AD164 (4D162)


44144 AAZ15 4C131 (4C128) AC182 AC1 26 AD1ô5 4D161
AA2OO BY1 26 4C132/03 ACl 32 4C183 AC127 AD166 (ASZ18)
AAYl 1 oA95 AC1 34 4C132 4C184 AC1 28 4D167 (ASZ18)
AAY12 AAZ15 ACl 35 4C132 AC185 AC127 AD169 AD162

182
t8t
zStvs 98IVE Grzsv) ZEANV 9ZrCV ,91,11V ,ZItY LgIlv
(syrve) 18rv8 (slzsv) 9e^nv (zercv) e9ti{v 9Ztw 99r!V
00zvo 6/tvs (çrzsv) ,0^nv (zsrcv) z9r{v nzEv 99LIV
(zBrvs) LIIVE 9IZSV ee^nv 9ZtCV T91/IV vztJv bot Jw
r6vo 9/TV8 9rzsv ze^nv (6Lzrv) St nv tzttv 99rlv
(or^vs) 9/LV8 9I,ZSV re^nv LZtw 9ru{v LZIJV 09rlv
(zsrvs) tlLva 9TZSV 08^nv ?ztw çrr{v 9ZTJV 6ttlv
(çvlve) EZLVg 9TZSV 6Z^nV LZITY ttWV (gzrrv) B'tIV
0t^vg 0/tv8 (e!zsv) 8Z^nV 9Zrlv ELhIV LZIJV L'ITY
gTXVÉ ,9rv8 (9rzsv) zz^nv LZtw ztWV LZIJV 9'IJV
(er rEs) s9rvg (er^sv) lz^nv 9Zlw ttt üv iZIJY tvlw
(esoree) z9rv8 9r.zsv 0z^nv 9tzsv e0r-1v 9Z tlv 0rtlv
v90rsE t9rvs 9IZSV 6[^nv 9tzsv z0r'1v ,ZLtY Z?IJV
(zgrvs) 9ZASV 9tzLv (6Êzrv) 6ELIV
z9tv8 9rzsv 00r"lv
(zorvE) 09tv8 9ZASV OLZLV (6eHV) (9zrJV) BE tIV
ZLZJV
(esoree) 6rlv8 SIZSV Sr0rzsv (6errv) Ltz| (LZtJv) S/T IJV
(çruxve) 00e//ilvE ttzsY /r0rzsv (6ezrv) rr^lv (ezrrv) r.Ê rlv
Urxvs) 0tztLvtYE 9tzsv 9r0rzsv (9zHV) 6ZÀlV (gz rrv) 9OLJV
grxve) oguLntva 9rzsv 9r0rzsv (ezrrv) 9TAJV (ez Lrv) çetlv
(erxvs) 09/1.ilv8 (oB^sv) 0zzsv Iz,tsv) ,TAJV bzttvl rerlv
9rxv8 /,tYa (gz,^.sv) e,tzsY fuztw\ EIAJV LZLIV e0 rlv
ETXVS trtvs (92^sv) TTZSV (6errv) zt^lv 9Z tlv ZE LIV
090r88 zttYa (oe,\sv) OTZSV ZgEJV OSZJV 9ZIJV re rlv
v90rss trtvS r.z^sv r8^sv ZgEJV 6LZw ,ZIJV OE tJV
090r98 O'LV8 os^sv) OZASV 69erv 69ZJV ,ZLJV 6Zriv
e90rE8 6ÊtVE 6Z^SV Z9ASV /gEJV LgZw Lz^sv BZ tIV
9txvs l.8tvs 8Z^SV rg^sv v9?,w
(sz rrv) LZITV
6eflv
zErvs 98tV8 LZ^SV 6ç^SV 6Êrlv /9Zw LZLTV 9Z tlv
SIXVE OEIVE Lz^sv 89^SV (6erJV) 99ZJV v7,lJV Çz rlv
8'TVE 6ZtVE 9Z^SV Z9ASV (6errv) EgZJV 9Z LIV ,ZI7V
9IXV€ SZTVE 9ZASV 99ASV 6EZJV z9ztY (6e Lrv) ZEIIY
9rxv8 LZIVE l.z^sv 99^SV (6ezJV) r9zlv VZLJV tzltY
ZOTVE 9Zrvg 9ZASV ,9ASV 6ezlv onzJv 9Z LIV 0zrlv
ZOTVE ,zlva (os^sv) 09^sv zoztY LZIIV 6t r.lv
90tsÉ rzrv8 0/^sv) 8'ASV (tztávl
'ZLJV sl0zlv L7,Lw /ILIV
e90tEE 0ztv8 0z,lsv) ze^sv (rzlrv) IOZJV 9Z tlv 9ltlv
z0tvs 6LTVg (ez^sv) ITASV bztsv\ 00zlv 9Zttv 9ttlv
6T TVV 9ITVÉ (os^sv) 08^sv LZITY 86TJV ,zltv rt tlv
9IZVE ,rtv8 (Bz^sv) 6Z^SV LZIw L6rJV çZIJV TL tIV
9IZVE zr r.vs (oz,tsv) EZASV 9Ztlv 96TJV 9Z IJV ZILIY
z0t v8 lltv8 (gz,rsv /ZASV 9ZltY 96IIV LZIIV Irrlv
e90I8S 0rtvÊ 0z^sv) 9Z^SV (rzlrv) E6tJV ?ztJv OL LJV
z0rv8 60TVE (e/^sv) 8rz^sv tztJv 68rJV ôezlv 860 rlv
8rxv8 801v8 (oB^sv) ,ZASV 6EZJV 98tJV ôO tJV 60tJV
Gruvs) 90tv8 zr.^sv ez^sv TZLJV 98rlv 6EZJV 80tlv
(srxve) t0tvs zL^sv ,IASV 6erlv zStlv 6ezlv I,O LJV
(srxvs) 80rvs 9L^sv Êr^sv 6EtJV TSIIV 6OLIV 90tJV
(zorvs) r0rv8 OSASV ZTASV 6EZJV OSLJV 9Zriv 90 rlv
SZtCV zzatE (erzsv) iltl/IV vzlw 6l.tlv (60 rrv z0riv
09M]8 ot-zlg (Brzsv) llltt{V (6ErJV) EZTIV qZ LCV t0tlv
LZI^A 6vzE (srzsv) ,6nv 9ZIJV ZLIIY LZISV LETV
LZTAA 9yzs (eercv) ?21^IV 9ZTJV ZIJV 9ZIJV V'JV
9Zr.^E 6lzE 9ZICV CZt/IV 9Ztlv 0r.r.JV 9LZSV SZACV
9Zr^€ 91ZA UBrcv) ztt tv (rzuv) 69rlv ELZSV 9Z^OV
9TZSV 8e^nv (sBIcv) r.zhtv 9Zrlv 89TJV çtZSV zzxov
olnlllsqns od!l olnlllsqns odtt olnlrlsqns odlr olntrlsqns od!1
Tipo Substituto Tipo Substituto Tipo Substituto Tipo Substiluto

BAl 86 (8A145) BAY46 (BAX13) 8C139 2N2904 BC21 3 8C557


BAl87 1 N4151 BAY52 BAX16 BCl40 (2N2219) 8C214 8C557
BA1 BB (BAX18) BAY6O 1N4151 8C140"10 PD228 8C215 8C327
BA189 (BAXZ16) BAY63 BAV10) 8C140-16 BD22B ac220 8C548
BA190 (BAX17) BAY67 (BAV10) BC1 41 BD23O 8C221 (8C328

BAl 95 (BAX17) BAY6B (BAV10) 8C142 2N221BA 8C222 8C337


BA2O9 (BAW62) BAY69 (BAV10) BC1 43 2N2905A 8C225 (8C557)
BA21 1 (BAX13) BAY71 BAW62 8C144 2N221 BA 8C231 8C327
84214 (BAX13) BAY72 (BAV6e) BC1 45 8F178 8C232 8C337
BAVl 7 (BAX1B) BAY73 (BAV69) 8C147 (8C547) 8C237 8C547

BAWlO BAXl 6 BAY74 (BAW62) BC148 (BC54B) BC23B (8C548)


BAW21 BAXl 6 BAY77 (BAV10) 8C149 (BC54e) 8C239 (BCs49)
BAW24 (BAV10) BAYTB (BAX12) 8C155 (8C146) 8C254 (BC63e)
BAW25 (BAY10) BAY82 (BAX13) 8C156 (8C146) 8C255 (BC337)
BAW26 BAVlO BAYB6 (BAX18) BC1 57 BC256A 8C177

BA!\i 27 (BAV10) BAY87 (BAX12) BC158 (8C178) BC26O BC178


BAW3O BAV45 BAYBS (BAX16) 8C159 8C179 8C261 8C177
BAW33 (BAX12) BAY89 (BYX10) tsc160 (BFS94) 8C266 (8C177)
BAW43 BAX15 BAY9O (BYX10) 8C161 BD138 8C267 8C337
BAW45 BAXl6 BAY9l (BYX10) 8C167 8C547 8C268 BC338

BAW57 (BAX12) BAY92 (BYX10) 8C168 8C548 8C269 8C338


BAW57N (BAX12) BAY93 (BYX10) 8C169 8C549 8C270 8C338
BAX2O (BAV10) BAY94 (BAV10) 8C170 BC54B 8C271 (BCs38)
BAX21 (BAV10) BAY95 (BAV10) BC1 71 8C547 8C272 (8C337)
BAX22 BAX16 BAY96 BAY96 8C172 BC54B (8C107)
BC28O

BAX25 (BAX13) BAY98 BAX16 BC1 73 8C549 8C281 A 8C177


BAX26 (BAX13) BAY99 BAX16 BCí74A 2N221 9A BC2Bl B 8C177
BAX27 (BAV10) BAYl 03 (BB110c) BC174B 2N221 9A BC2B1C 8C337
BAX78 BAVl O BB1 OO (BB105G) 8C177 (8C557) P,C282 2N2483
BAX84 1N4150 BB]OOG (BB105G) 8C178 (8C558) BC2B3 2N2906

BAXSB BAl OO 88121 (88106) 8C179 (8C559) BÇ284 BCl 07


BAX9O BAlOO 88141 (BB105A) BCl80 (8C547) 8C285 8D115
BAYl 4 (BYX10) 88142 (BB105G) BC1B1 (8C557) 8C286 BD1 39
BAYl 5 (BYX10) BC26 8C179 8C185 2N2219 8C287 8D138
BAYl6 (BYX10) BClOO (BD11s) 8C186 8C177 BC28B BFY55

BAYl 7 (BAV10) 8C107 (8C147 BCl87 8C177 BC289 BC1 07


BAYlB (BAV10) BC108 (BC148) BC190A 8C367 8C293 (BFX34)
BAYl 9 (BAX16) 8C109 (8C149) BC190B 8C637 8C294 8C638
BAY2O (BAX16) BCl1O (8F177) 8C192 (BC32B) 8C295 BC54B
BAY21 (84.X145) 8C111 BC146 8C194 (8C337) 8C297 (8C327)

BAY21S BY1 26 8C112 8C146 8C196 (8C200) 8C298 (BC328)


BAY23 (BYX10) 8C116 (BCs27) BC1 98 (8C146) BC3OO BD1 39
BAY24 (BYX10) 8C117 8F178 BC1 99 (8C146) BC3O1 BD1 39
BAY25 (BYX10) BC11B (8C547) 8C548) (8C309 BC3O2 BSX59
BAY31 (BAX13) 8C119 BFY51 BC201 (8C200) BC303 BD140

BAY32 BAXl 6 8C120 BFYsl 8C202 (BC41B) 8C304 8C640


BAY33 BAXl 6 8C125 (8C337) BC2O3 (8C417) BC3O7 BC557
BAY36 BAVlO 8C126 (8C338) BC2O4 (8C417) BC3OB 8C558
BAY38 BAW62 8C127 (2N930) 8C206 (8C419) 8C559 8C467
BAY39 BAXl 6 BC128 (8C140) BC2A7 (8C407) 8C312 8C639

BAY41 (BAV10) 8C129 (8C547) BC2OB BC408 BC31 5 8C557


BAY42 (BAV10) BC1 30 (BC54B) 8C209 BC409 BC31 7 8C547
BAY43 BAVlO BCl 31 (BC54e) BC21O 2N222 BC31 I BC54B
BAY44 BAXlô 8C137 (8C327) BC21 1 BSX61 8C319 8C549
BAY45 (BAX16) BCl 38 (2N 2219) 8C212 8C557 8C321 8C558

184
98r
(Lo ros) ç L^OÉ Ltzoe 69tOS 99^38 t9À38 8rçcE 89rC8
(re lae) c r/.o8 gezo8 89r08 Lç^c8 09^38 r.r93E
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loe) z L^o8 gezo8 19108 t,MSE er^cE 6r9C8 6r?c8
L tAOE VÊZOE 991O8 t,MSS zt^cE 8r9C8 BO'CB
0z^oE
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(Be^as) e rxog 002o8 O9LC8 0rÀcs 8Z^C8 LZT,CA LZV)E
LVtnNz ztxoE eezoE z9LO8 0r^c8 LZACA /te3Ê çzica
gezc8 L9 rOg 8e^c8 9Z^38 (6eecB) 6LrC8
zvvtNe I tXOE
09roE 0?^cB çz^c8 (BçeoE) I trcE
990e NZ OtXCE 09 LO8
89LOE LEACE fzxca (/eecE) LI'CE
vzgzla 08908 ZEZAA
ve9zoB 61908 ztzoe r.çtoE 0r^38 0z^c8 r.9çc8 9t?38
Z9ZOA B/9CB e0zoB 9ç toE 6e^38 zzLce /ç938 9rrcE
t9zoB /r.908 e0zcg ç9r08 LEACE tz^c8 199C8 vúca
BlXO8 009c8 e0zo8 ,9 LO8 0e^cB 0z^cÊ LVqCA trrc8
'e9roB (6rçcs) 60rcs
r./xoB 66çOB 90zoE 0r^cE 6LACE
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(BrecE) B0rc8
SLxoB B69OB vtzoa 8e^38 8r^cs
IS LOB / t^c8 (z?scE) z0?c8
LLXOA z6ço8 ,âzoE 8e^c8
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LLxo8 96908 z8LO8 zvtoe (oe/.ce) r L^c8 809C8 90rc8
LZLAE OBçO8 /rerNz rr toB (so^cs) 0rÀc8 0r9c8 ?0rc8
LZECS /0 tc8 (vzoozt tz) 96MC8 0r9cs 00r38
SZZOA B/oeo8
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v0zoa ?000s 96eC8
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eozos e0eoE 960C8
ZT,ZOE 6ZtO8 (vzoozruz) 9BMCÉ 609C8
ZOZOE zoeoB
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LOZOB 10008 ZIZOE 8Z LOB 699C8 69MCE
LZÃe 89MC8 6rçcs 06038
zx,oe I LZOg zezoE uY9..,'à
(zezoE) vztoÊ /çMC8 Lrçca 68ÊCE
ç LZOB retoE /99C8
(rozoe) 0z roB 99MCB 8ZeC8 rBecS
80zoE 0z^o8 89SS8
v9062 Nz 0 r-rgecE
(eozos) Lleoe 0z^o8 LZ rO8 6tçcB 6'MCB
(zozcE) z8ro8 r. L ro8 8tçc8 8'MCB V'O6ZNZ 9"L9e3S
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(oe^oE) ELTOE 9r9CE 9'M3E 906ZNZ 0L-09e38
,0208 00zos
(Lo LoB) ttLCE (vzoozruz) LtMcE ?06N2 9-09ec8
e0zc8 66tOg
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z0zoa
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L0zo8
te roB 90LOB (vzzzzNz) reMcE Bç9C8 ç9ecE
zozoS 96rO8
(?e^c8) vtzca (zee ce) z89CS 899C8 ,çec8
r0zoB 96 LOB
(ee /.ce) tlzcg (6rrcE) 699C8 0r9cB çtecE
LNT,LNZ e6rcs
ZIZCE (e rrce) BççCB 609C8 ,?ec8
t8108 zôLo8 L0^38
z8ro8 L6tOE ,e^c8 tlzaa U»ce) 199C8 0r9cs 0te38
Sero€ 88rO8 00^cE 0Lzcg (6orcB) 6rÇcB 689C8 zr0cE
/erog LBroE z0^38 96^38 (BorcB) Br9C8 V6IZZNZ I r-0r0c8
90roE' 98 LOE re^cE ,6^3s (/o?cs) LrçcE vdtzzNz 0L-0rt38
çe?o8 98tO8 00^cE e6^cE 9rç38 919CE VB tZZ NE 9-0te cB
(orÀcE) rrgCB (ee roE) BEOCE
8eu o8 OELOE z6À38 8Z0CE
(o?^eB) e rgcE (eo tos) /eecs
nzoa 6L t08 r6^38 BZOCE
(or^cs) 06^38 LZTCA z r9c8 Lr9CÉ ZOCCB
90zog 9L LO8
LLIOA (6e^cE) 898^CE /e9c8 609C8 /09c8 reecS
90zoB
9LroE LLIAA 6L^cE /Ê9C8 BOçCE /rçc8 000c8
9tzog
BZACE 609c8 r.09cE /Ê9C8 6OZCB
9ezo8 9/ to8 LLICg
(zezoe) Z9'CE 69^CB /ççcg 6r.rc8 (9e LoE) BZ0C8
e/lo8 (esLoE) LZT,)E
(BÊzoB) ZLIOA (rz^cE) /9^CE r.993Ê SLtcE
99ÀC8 0r9c8 LL'CA 0r9c8 9ZC3E
Ltzaa u.Log 69^CE
6rçcB 69rCS 0?9cE YúLJd
BezoE 0L to8 /9MSÉ 99^CS
od!l olnlllsqns odlt olnulsqns od!r olnlllsqns odtr
olnl!lsqns
Tipo Subsiituto Tipo Substituto Tipo Substitulo Tipo Substituto

BDY16 BD1 31) 8F161 (B F1 8s) BF268 BFYgO BFS72 2N3823


BDYl 7 BD182 8F162 (8F200) BF27O (B F167) BFS73 BFWlO
BDY18 BD1 83 8F163 BF1 S6 8F271 (8F173) BFS74 2N4856
BDYl 9 BD183 8F164 8F196 8F272 2N2906 BFS75 2N 4857
BDY2O BDY2O 8F165 BF1 85 8F273 (BF241t BFS76 2N4858

BDY23 BDY2O 8F166 BF2OO 8F287 (BF16n BFS77 2N4859


BDY24 (BDY90) 8F167 BF1 96 BF2B8 (B F167) BFS78 2N4860
BDY25 BDl 83 BFl 68 BF1 73 8F293 (8F173) BFS79 2N4861
BDY34 8D131 BF1 69 (8F115) 8F294 8D115 BFVlO 2N2221
BDY38 BDY3B BF1 70 BF186 BF3O2 8F196 BFVl 1 2N2222

BDY39 (2N3055) BF1 73 8F199 BF3O3 BFV12 2N2222A


BF1 97
BDY5O (BDYe2) 8F174 BF1 78 BF304 8F196 BFV2O 2N2906
BDYs1 (BDY92) BF1 75 BF1 67 BFV21 2N2907
BF305 8F337
BDY53 (BDY92) 8F176 BF1 73 BF306 (B F196) BFV22 2N2907A
BDY55 (BDY20 8F177 8F336 ElF310 BFV63 2N2222A
{BF1B1)
BDY56 (BDY20) BF1 78 8F337 BFV64 2N 2907
BF31 1 (8F197)
BDY57 (2N3772) BFl 79 BF338 B F314 (8F200) BFV67 (BSX20)
BDY58 (8D183) BF184 8F494 8F322 BFV68 2N 930
2N2221
BDY72 (2N4347) BF185 8F495 8F323 BFV69 2N91 I
2N2906A
BDY73 BDY2O 8F186 (8F337) 8F334 BFV82 BSXIg
BF24O

BDY74 BDl 83 BF1 88 (8F173) 8F335 8F241 BFV85 2N2222


BDY76 (2N3771) BF189 (BF1 15)
8F336 B F336 BFVB6 2N2907
BDY76 2N3772) 8F191 8F196 8F337 8F337 BFV87 2N2368
BDY77 (BD183) BFl 94 8F494 8F338 BFWl6
8F338 BFWl6A
BDY78 8D183 8F195 8F495 8F342 (BF4s0) BFW17 BFW17A
BDY79 BD1 83 BF1 96 8F167 8F343 (B F451) (2N3866)
BFW19
BDYSO BDY38 8F197 BFl 73 8F357 BFYSO BFW2O (2N29074)
BDY81 2N3772 (8F198 BÊ'167 8F364 8F494 BFW22 2N2484
BFl 08 BF1 78 8F199 BF1 73 8F365 8F495 BFW29 (2N 221 8A)
BF109 (BF178) BF2OO 8F197 8F367 BF198 (2N2905A)
BFW31

BF1 1O (8F178) BF206 2N918 8F384 (BF183) BFW32 izt'|2222)


8F111 (8F179) 8F214 8F115 8F385 (BF1B1) BFW45 Ê F11745
BF1 14 (8F178) 8F215 8F115 8F394 BF24O BFW47 2N3553
8F115 (8F178) 8F222 (8F115) 8F395 8F241 BFW61 BFW61
8F117 (8F178) sF223 (8F197) 8F456 (8F336) BFW63 8F167
BF1 18 (BF33B) 8F224 (8F173 8F457 (8F337) BFW69 (2N3553)
BF1 19 (8F337) 8F225 (8F167) 8F459 (BF338) BFW71 BFW16A
BF120 (8F179) BF23O (B F-195) 8F494 8F194 BFW73 BFW16A
8F121 (BF1e6) 8F232 (8F173) BFRl6 (2N2483) BFW74 BFW17A
8F123 (BF.r97) 8r237 (8F115) BFR17 (.2N2484) BFW75 BFWl7A
BFl25 (8F197) BF23B (BF1 15) BFRlB BFY55 BFW76 BFW17A
8F127 (8F197) 8F248 2N2221 BFR19 BFY55 BFW77 BFW16A
8F131 BFl 82 8F249 2N2906A BFR57 (8F336) BFW18 BFW17A
8F133 8F183 8F251 BF1 67 BFR58 (8F337) BFW92 BFW92
8F134 BF2OO 8F252 BF1 67 BFR59 (BF33B) BFW93 BFW93
BF140 BF1 78 8F254 B F.184 BFSl 2 BFS94 BFX12 2N2905A
8F152 BF.183 8F255 (8F495) BFS22 BFS22A BFX13 2N2905A
8F153 (BF 185) 8F257 8F336 BFS23 BFS23A BFX18 (8F254)
8D154 (BF1e6) 8F258 8F337 BFS48 BFS93 BFX2O (8F183)
8F155 (BF1B0) 8F259 BF33B BFS52 (2N2904) BFX2l (8F180)

BF1 56 BF1 78 BF260 (8F200) BFS53 (2N2905) BFX29 2N2905A


8F157 BF1 79 8F261 (B F1 96) BFS64A 2N2907A BFX3O 2N2905A
8F158 BF1 73 8F262 BFl80 BFS64B 2N2906 BFX33 2N2218
8F159 BF1 73 8F263 8F181 BFSTO BFW13 BFX34 BFX34
BF160 (BF185) 8F264 BF2OO BFS7l BFW11 BFX37 2N2907A

186
L8t
r8xlE ,TSS8 (g rzzNz) 0g^lB
v6tzzNz L/^S8 OZXSE 6exs8
6LXS8 0/^sE QzzzNzl 8EXS8 0zxss zt ssE /9MSS L9^lB
LZXSS 89^S8 L06zNz 9EXSE v690zNz LLTSE t9XSE 99^i8
0zxs8 09^s8 OZXSE 9EXS8 0zxss OISSE L6ZZNZ 99^iE
OZXSB Z9ASE vStzzNz 0exs8 6e^H8 0z^ug 99^18 e9^18
B rzz Nz 89ASE VBTZZNZ ZEXSE 9Zt^E 0ç808 z9^i8 z9^lE
(r L1L
Nz ç9^SB 09xs8 0exss v86^18 e6^1S LçAIE LçAI8
(rlzIttz) r9^S8 OZXSS SZXSE vz6^18 z6^18 09^J8 0ç^lE
(e Lzxsg vL6^18 L6^18 v906zNz g'AJB
ls l Nz) E9ASB OZXSE
69eZNZ 9ZXS8 06^18 06^18 (eeMSE) 9?^lB
tLLrNz Z9ASB
EIZZNZ tçASE (tyMsÉ) 9ZXS8 v88^-'18 88^lE hemsg) t?^i8
FILNZ 09^s8 (rrMsE) ,ZXSÊ vl.8^-ls r.8^rE vsrzzNz lrl.tB
UsMSE) 9t^ss (rexlE) EZXSS z6x'18 9r.^r8 EtzzNz O'ÀJB
USMSB) 9'ASE OgXS8 ZZXSE (zeg:eruz) ,L^-18 L'MSE 6EÀJB
(e is l Nz) ,fASE 168ZNZ ,6MSE ,9^'18 tzxsE BEAJE
EttzNzl
(lgxse) ,ÊÀSB rsxsE E6MS8 v88^r8 09^'18 Us,\ce) r.0À18
(6LXSE) 9Z^Sg LVICE 68MSS /z6eNz z9^tE E19LNZ ,0^18
SIZZNZ çZASE LVISE 88MSE 9980N2 t9^18 L9AIE EEAJE
(ozxse) ez^ss vzzzzNz 98MS8 zt98NZ 09^'ts (vzzzzt'tz) LZAIE
(ozxss) zzÀss vlzzzNz ,8MSE 9/08N2 69^1S 99^C8 6tÀ18
OZXSS LZÀS8 zzzzNz EEMSE 0zoeuz) 89^tB rrMsE BLAIE
(ozxss) 6r^§E lzzzNz z8MS8 9Z68NZ /9^'tE (glzzt tz I. LAJB
(ozxsE) B tASE z06zNz 9/MSS 1.6^"tÊ ?9^'18 zçÀJ8 ç r^lE
0e6Nz t IASE 906ZNZ ,ZMS8 89X"tE t9^tB ,9MS8 t/IAJB
0t9tNz O LÀS8 r.06zNz E/MSE QtttNzl 8r^18 09^lE ÊIAJE
BIZZNZ /6XSB 906ZNZ zznnse (rzzeuz) Lr^]8 r9À18 z,t^la
VZZZZNZ ?9MS8 r.9xts 8e^-18
(os^Js) L LAJB
(r lz I r.iz) 9ôXSS
VIZZZNZ E9MS8 06xts /e^-ls (os,\re) 0t^18
L u.t Nz ç6XSg
zzzzNz ZgMSE (zeseNz) (BeMsE) 86XIE
0zxs8 zzxla
(ogezNlz) '6XSE IZZZNZ t9MSB (çzeeruz) 0z^18 (orzzNz) L6xiE
E6XSE
(eeezNz! Z6XS8 tzzzNz 09MSE (zogeNz) 9t^ts (elzzNz) 96XlB
(6rxsE) 06xsÉ v6rzzNz ,9MSS 9ZeeNZ ,tÀ18 zzzzNz ç6XJ8
6LXS8 SBXSB vSrzzNz 0çMs8 z,tvgNz zt^]8 LZZZNZ ,6XIB
OZXSE 18XSE 6tzzNz zçMS8 tLzca OIZJÉ 0e6Nz 06x18
69^3Ê 6/XSB EtzzNz L9MS8 (vgranre) 66^JS 6Z6NZ z6xl8
(zzzzxz\ B/XSB L'MS8 L'MS8 68^C8 z6^18 ,,XIE 6BXIE
t?MSB 9Lxs8 ,68ZNZ /TMSE 88ÀCS L6AJ8 ,06zNz 8BXI8
6IZZNZ ?ZXSB VZ06ZNZ 9EMSE 06^JS 06^lE vr06zNz LExls
(rzoe Nz) E/XSE 09xs8 6ZMSE 0/9eNz 68^18 0s^18 98XJ8
6tzzNz 7 VCC] 69XS8 8ZMS8 vLt.Mlg 88^18 99MS8 98XJE
'
LI.XSE
(69xsE) I.ZMSE Z8LC8 98AJE (6BXrE) t/xl8
LZXSE
(6exsE) 9ZMS8 (rzxss) 08^18 eL9tNZ 69XJ8
89eZNZ 99XO8
(os,À.re) e9xs8 (zz^se) 9ZMS8 (ezrre) 6L^18 tLI.LNZ 89XJE
69XSB Z9XSB 906ZNZ ,ZMS8 (6rxsE) BI.AJE 6ZHJE O9XJE
ZZZZNZ ?9XS8 ,06zNz EZMSS tgvzNz LLAIA 06^18 Z9XJE
ZZZZNZ e9xs8 ZLASE LZMSS ySnzNz 9L^18 99AJE r9xl8
QzzzNzl zçxza U.^CE 6TMSB YZZZZNZ 9L^J8 e/ Ll8 O9XJ8
ZZZZNZ tçXSS V8 LZZNZ 0rMs8 IU.tNZ VLAIE 68XJ8 6çXIE
(vzzzzNz) 6'XS8 0r9cE 86AS8 6tzzNz zAJA s9^J8 ç9XlB
B'XS8 z6AS8 ,z60Nz 0/^J8 (soozr{z) B'XJB
0zzzNz\ 8e9C8
99MS8 9'XSB 9meB 96^S8 tu.tNz 89^lE 68XIE
(verzzNz) srxsB LZSSE ç6^S8 ET9INZ r.9^ls 68X18 ''XIE
O'XJE
0zxs8 ,,XSE 69XSS 69^S8 8t6NZ 99^J8 ,06zNz I'XIB
906ZNZ L'XS8 /ZSS8 69^SE LLLJA 99À18 ,06zNz 68XIE
,06zNz O'XSE zzzzNz 9ZSSE (soozNz) ,9^ls v906zNz 88XIB
olnl!lsqns od!t olnlllsqns odlt olnl!lsqns odll olnl!lsqns od!l
Tipo Substitulo Tipo Substituto Tipo Substiluto Tipo Substituto

BSY72 (BCY57) BY1 04 (8Y127) BYY88-92 (8Y127) CDT1313 ASZ18


BSY73 (BCY57) BY105 (8Y127) BYY93-96 BYX32 série CER68 8Y126
BSY74 (BCY57) BY108 (8Y127) BYZ10-19 BZY48 série CER69 8Y126
BSY75 2N2221 BY1 09 (8Y127\ 82100 BZX79-C5 CER72 8Y127
BSY76 2N2222 BY1 12 BY1 26 B2102"1V4 BZX75-C1V4 cER720 8Y127

BSY77 BSY64 8Y1.13 4Y127 82102-2V1 BZX75.C2V1 CGlC oA95


BSY78 BSX2l BY1 14 BY1 26 BZA2-2VB BZX75-C2Y8 OG1 E oA95
BSY79 BF1 78 BY1 15 BY1 26 82102-3V 4 BZX75.C3V3 OG4E oA95
BSYSO BCY57 8Y116 8Y126 82103-112 BZX79 série CG12E oA90
BSY81 BFY52 8Y117 8Y127 BZXl0-6 BZX79 série CG41H oA95

BSY82 (2N2219) BY1 18 BYX7l-350 BZX18-27 BZX79 série


BSY83 (2N2218A) 8Y122 (8Y164)
CG42H OA95
BZX29 série BZX61 série CG44H OA95
BSYB4 2N2219A 8Y123 (8Y179) BZX51 serie BZX79 série
BSYB5 (BSV64) 4Y124 BY1 26 BZX67 série
CGSOH OA95
BZY93 série CG60H-64H OA90
BSYSô BSW67 BY1 25 BY1 26 BZX71 série BZX79 série CG83H AAZ17

BSY87 BSW67 BY1 28 8Y127 BZX79 série BZY88 série CK13 ASY27
BSY88 BSV64 8Y129 8Y127 BZY14-21 BZX79 série cK.l4 2N 1 307
BSY9O 2N2219 BY130 8Y126 BZY56-69 BZX79 série CK1 7 2N 1 309
BSY91 (BSX60) 8Y133 (8Y127) BZY74 BZZ15 cK22 4C126
BSY92 2N2219A BY1 34 \8Y127 BZY75 BZY93-C7V5 CK65 ASY27
BSY93 2N2222 8Y135 (8Y127) BZY76 BZY93-C9V1 cK66 AC126
BSY96 2N2369 BY1 38 8Y127 BZYTB BZX9O
CK67 AC126
BSY99 2N929 BY140 BYl 76 BZY83 série BZX79 série CK7O5 oA90
BTX37 BTW24 8Y144 BY1 76 BZYB5 serie BZX79 série cK707 oA90
BTX3B BTW23 8Y151 (8Y127) BZYBS série BZX79 série
CKTOB oA90
BTX41 BTX41 BYl 52 (8Y127) BZY92 série BZX61 série
cK71 3A oA90
BÍX47 BÍW47 8Y156 (8Y127) BZY94 série BZX79 série CK718 4C125
BTX48 BTW92 BY158 8Y126 BZZ10-16 BZX79 série cK721 AC125
BTX49 BTW23 8Y177 (8Y127) BZZ17-29 BZX79 série cK722 AC125
BTX5O BTW23 BYl 78 (8Y127) cK724 4C125
BTX64 BTW23 8Y189 BYX3B"90O CK727 AC125
BTX65 BTW23 BY190 BYX38-600 cK751 AC132
BTX66 BTW23 8Y219 BYX38-.1200 cK759 4F127
tsTX68 BTY79 8Y242 8Y127 CK76O 4F127
BTXBl BTW92 8Y264 BYX36-1 50 CK761 4F126
BTX82 BTW24 8Y1002 8Y127 c11A-11S BTY79 série cK762 4F126
BTY80-91 BTY79 série BYX13 série BYX25 serie c15 BA102 cK766 AF126
BTY92-99 BYX15 BYX52-1 200 C15G BTY79-4OOR CK791 BCZ11
BUlOO BU105 BYX16 BYX52-1 c20 BA102 cK793 ASY77
BU104 BUlOB BYX20/200 BYX46-200 c35A-35S BTY91 série CKBTO AC125

BU109 (8U108) BYX26 BYX36-300 c36A-36S BTY87 série CK871 AC125


8U111 (BU 126) BYX29I400 BYX25-600 c45M BTW23-6OOR cK872 AC132
8U113 (8U126) BXY47 (BYX35) c50A-50s BTW23 serie CK878 AC128
BUY12 (2N3442) BYX60/200 (BAX15) c110 BCZ11 CK882 4C132
BUYl 3 (2Ns772\ BYX60/400 (84145) C18OM BTX41-BOOR CKBBS 4C132

BUY14 (2N3772r. BYX62/6OOR BYX3O-ôOOR C180N BTX4l.BOOR CKB9I AC126


BUY16 (2N3055) BYYl 5 BYX52-900 C18OP BTX4 -1 200R
1 CK892 AC126
BUYl 7 (2Ns055) BYY.16 BYX52.9OOR c 180P13 BTX41-1200R coD1538 8Y127
BUY46 (BDY20) BYY21 BYX3O-2OOR C17BO (BY127l coD161B 8Y127
BUY47 (2N3442) BYY22 8YX25"600 CDOOO BAlOO cP704 (2N3772\

BUY51 (2N3772) BUY23 BYX25.6OOR cD0080 84216 cs901 1 H 8F167


BY1 OO (8Y127\ BUY24 BYX25-600 cD0014 84216 cs901 3E 8F115
BY1O1 BY1 26 BYY23 BYX25-6OOR cD0099 84216 CSgO13H BF1 15
BYl O1 8Y127 BYY31-37 (8Y127) CDGOO BAlOO cs9016D 8F167
BY103 (8Y127) BYY69.78 BYX25 série CDT131 1 AõZ Ib cs9016E 8F167

188
68r
00 tv8 BZTHC 06vo 9e08lc ZO LCV z00LAx
LZLAA rSul
9Zr^B L'Uf 9Z r^8 0ütuo 0e6Nz e6rzAc ZE LCV 100/A3
(zz i,re) tt9L lf 9^13-6/XZE /uo 6Z6NZ z6rLhc z^9c-6/xcs ç96943
Zzvxa\ 0L9t/\lf zh9c'6Lxza 9UC ETXVE 68e/AC OLAVE eç6ç^3
(zzl,te) B0çl l3 t^9c-6/xz8 9UO r6vo 69e/AC zL3-6LXZA 0e69^3
Qztxal 909kI3 06vo 0 rd0 0rAVs ,9e/AC 9i.ZSV 9/8S^C
Qzvxa\ ,09i,^t3 06vo Ldo ttzcg ege/Ac 9Z tJV ç189^C
(lilxa\ z09hlf 06vo c9do 60e r Nz 99e/AC çZLIV ,1.89^3
(Lztxa\ L09Wf 06vo 9do /0e r Nz ?9e/AC 9 LZSV u.89^C
U'ZVV) 0tvo 90e L NZ 09Ê/AC E tXVE ,9894C
6t LVV ztt0lf
0 t toJS LZIAE 89ZOO L9eZ^C ç6VO çs89^C
6tVV 80e L NZ
9ZtÀB 9ezoc ttzaÉ B189/\C
96VO 80 LOlS 90t t Nz 09Êr.^c
LZIAA BçOOO zAEC'6LXZÉ 6289^C
LZLAE B00eof ?OE L NZ 6tez^c gt8ç^3
LZLAA tz6zoa 9Z t^B 99000 B^93-6l.XZ8
zoe t Nz 8re/Ac
9Zr^E 6 t6ZCf 9Z t^8 90000 tLzca LVtLLc L^r3-6LXZE I r89^C
LZLAE I t6Z03 Gçonnve) r09rcc ze^cE grel^c ZE L3V Iu.9^C
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í- ErBZOf Le^c8
(gz l,\e) 00ro L/^sv L LL9^3
06vo z0t7,Q3 0e^c8 V?ELAC
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olnlllsqns olnlllsqns odtt olnl!lsqns od!r olnl!lsqns od!l
Tipo Substituto Tipo Substituto Tipo Substituto Tipo Substitulo

ER3O8 8Y127 G5/104 oA95 I G6010 8YX42.900 GET12 AC1 26


ERDSOO 8Y127 G5/105 44119 I eooron BYX42-900R GET13 4C126
ES31 00 AC1 25 G5/161 oA95 G8oO4 BYX48-1200 GET102 AC132
ES31 23 AC128 G6HZ BYX39-600 G8oO4R BYX48-1200R GET103 ACl 32
ES31 24 4C128 GSHZ BYZ39-800 G8006 BYX48-1200 GET104 AC128

G26 oA90 G8006R BYX48-1200R GET106 AC128


G48 44119 G8010 BYX48-1200 GET11O ASYSO
ESM 1 OO (8Y126) G50 oA95 G8010R BYX48-1200R GET111 4C132
G51 44119 GA1 oA95 GETl 13 AC128
G53 oA90 GAlOO 44119 GET114 AC1 28
FB (8Y127) G60 oA95 GA1O1 44119 GET115 (ASY80)
F11 8Y127 G63 oA95 GA104 oA95 GET116 ACl28
F12 BYX38-300 G65 oA95 GA52829 AC125 GET119 4C128
F21 BYX22-600 G66 oA95 GDlE oA95 GEÍ872 (ASY27)
F22 BYX38-300 G67 oA95 GDlQ oA95 GET873 4F127
F41 BYX22-600 G68 oA95 GD2E oA95 GET874 4F127
F42 (8Y127) G69 oA95 GD2O oA95 GET875 (ASY27)
F61 lBY127) G89 BYX48-300 GD3 oA90 GET88O ASY26
F82 BYX38-1 200 G296 84148
00 BAX16
GD3E oA95 GET882 (2N 1 306)
F1 G498 (AAZ17l GD3/71 AAZ15 GET883 (4F127\
FBO5O (8Y164) G504 BYX48-300 GD4 44119 GET884 A.F127
FD3-7 (AAZ1B) G506 BYX42-600 GD4E oA95 GET885 2N 1 309
FDlOO (BAX13) G510 oA95 GD4S oA95 GET8B7 AC1 26
FD111 (BAX13) G580 (AAZ18) GD5 44119 GET889 ASY27
FD2OO (BAX16) G603 44119 GDsE oA95 GET896 (ASY26)
FD6OO (BAV10) G604 BYX48-300
FDTOO (BAXl s) GD6 oA90 GET897 4C126
G1004 BYX48-300
FD777
GD6E AA't19 GET898 4C.126
iBAX13) G10048 BYX48-3OOR
FDB27 (BAV10) GD8 oA95 GEX12 oA90
G1006 BYX48-300
FD82B (BAW62) GDSE AAZ15 GEXl 3 oA95
G1006R BYX48.3OOR GD81 AAZ15 GEX23 oA95
FD2B9 (BAX13) G1010 8XY42"300
FD6666
GD11E oA95 GEX24 oA95
(BAV10) G1010R BYX42-3OOR
FDAlOO
GD12 oA90 GEX34 44119
1N914 G10s0 8Y127
FDA1O1
GD12E oA90 GEX35 4A119
1N914 G2004 BYX48-300 GD13E AA1't9 GEX36 oA90
FDH600 BAV10) G2004R BYX48-300R GD71 oA90 GEX37 oA90
FDH66 (BAW56) G2006 BYX48-300 GD71E oA90 GEX39 oA90
FDH694 (BAX1s) G2006R BYX48.3OOR GD71 E2 oA90 GEX44 oA95
FDN600 (BAW56) G2010 8YX42.300 GD71 E3 oA90 GEX45 oA95
FDN666 (BAW56) G2010R BYX42.30OR GD71E4 oA90 GEX45/1 oA95
FDR3OO (BYX10) G3010 BYX42-600 GD71E5 oA90 GÊX4512 oA95
FDR6OO (BAV10) G3010R BYX42-60OR GD72 GEX54
AA1 19 oA95
FDRTOO (BAX13) G4004 BYX42-900 GD72E A4119 GEX58 oA95
Frú910 BYX52-600 G4004R BYX48-600R GD72E3 oA90 GEX61 oA95
FSTl/4 8Y127 G4006 BYX48-600 GD72E4 oA90 GEX66 (AA119)
FST2/B 8Y127 G4006R BYX48-6OOR GD72E5 oA90 GEX71 (AAZ1B)

\aZ oA90 G4010 BYX42-900 GD73E 44119 GEX941 (AAZ15)


G2,5/9 oA95 G4010R BYX42-9OOR GD73E4 4A119 GEX942 (AAZls)
G4l10 oA90 G5006 BYX48-900 GD73E5 4A119 GEX943 (AAZ15)
c5l2 44119 G5006R BYX48-90OR GD242A 4D162 GEX944 (AAZ15)
G5t4 oA95 G5010 BYX42-900 GD242B AD1 ô2 GEX945 (AAZ15)

G5/5 44119 G501 0R BYX42.9OOR GD242C 4D162 GEX946 (AAZ15)


G5/6 oA95 G6004 BYX48-900 GD242D 4D162 GEX951 (AAZ18)
G5/61 oA95 G6004Fr BYX48-9OOR GET3 4C126 GEX952 (AAZ1B)
G5/65 44119 G6006 BYX48-900 GET4 4C126 GFT2O AC1 26
G5/103 44119 G6006R BYX4B-9OOR GET6 ACl 26 GFT20R 8C179

190
t6L
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BA9C-6/XZ8 0t0 rv 9tXV8 BOOTSH 9ZrCV ZVH 002-08x^s 0r00u0
zh9c'6Lxzg 0r9v 9 LXVE I.OO LSH çZ L3V tVH 002'0txÀE 0L0zue
sauês e6^28 r9 L/çv 9tXVE 9OOLSH LIZTY IfCBH 00e'09x^8 zu9
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9Z LIV e0 ti 9v 9LXV8 ?OOLSH 9ZZZ8 V8tZ9 6ezlv 062 rü e
002 t-z9x^B z9lçv 9tXV8 LOISH ,ZZZq V9 LZC LZtw Irt_i9
002 L-z9x^8 L9/9v r.z^sv ZZZZA VZIZC LZIJV t?IJ9
002 r-z9x^E 9/Sv Lz^sv 'SH
OSH 1zzza v0rz0 9Zl.lv otrl-J9
009-z9x^8 ç/çv 9tXV8 e6ç0sv\l t{ ç6VO rçxc 9Ztlv 3ÊrlJC
009-zçx^É ,/ç) 9IXVB e69tu t/\ H LZICV 906Zre 9ZLIV szr1l5
009"tsx^B ztç>t 9 LXVE e6ç0NWH LZICV 99/Zt9 IZIJY verllc
009-zçx^E 0rfty OOLVB Ê6ç05t/\lH (9zLcv) 616rC LZIIY 0il-13
96VO 6t9'Z>t 9tXVÊ 68/ Cti! H 9Ztlv z9r.rc 9Ztw VZ'IIC
9etlv 9r.í'H 9Z tlv t9/1e 9ZIJY vzvLJ9
LZITV i LIH LZITY 09/flc (oezcv) rrtl9
ze tcv Ldl 9ZLIV 0/rH LZIJV 69/1C SZrCV ç r/r0rj5
LZIAA ZNCT 9ZtJV ZLfH 8Z LCV OLEIS SZrCV re1l5
9Z LAB ,NCr 9Z tlv LLÍ'H 9ZLCV zzzLe 9ZrCV rtl-lD
9Z r^8 zNcr 9Ztlv 0r.Í'H 9Ztlv L9LlE SZrCV s t/ reIJ e
9Z L^8 rNcÍ' 9ZICV z9lH 9Zt3V zztle 9ZrCV ttllS
8Z tCV tt 9Z LIV 09tH ZE LCV 60LI9 9ZrCV 9Z.r-lc
9Z tlv /9rH 9ZASV 881C 9Zt3V gL/tzl_19
BZ tCV ZI
8Z LCV tl LZIJV 99lH 9ZLCV 2810 9ZLCV LZt_lc
olnl!lsqns olnlllsqns odlr olnlrlsgns od!r otnl!lsqns odtl
Tipo Subslituto Tipo Substituto Tipo Substituto Tipo Substituto

GEX39 oA90 GT12 4F127 HEP251 AC126 HS2082 BZX7g-CBV2


GEX44 oA95 GT13 4F126 HF1 4F127 HS2085 BZX79.C8V2
GEX45 oA95 GT14 ASY77 HF2 AF1 26 HS2091 BZX79.C9V1
GEX45/1 oA95 GT2O 4C132 HG1005 oA95 H52120 BZX79-C12
GEX45/2 oA95 GT31 4C125 HG1012 oA90 HT4OO (BC54B)

GEX54 oA95 GT32 AC132 HG5008 (AAZ17\


GEX58 oA95 GT33 AC132 HG5087 (AAZ17l
GEX61 oA95 GT34 AC1 25 HG5095 (AAZ15)
GEX66 44119) GT34HV ASY77 HG5808 (AAZ17)
GEX71 AAZ18) GT34S 4C125 HJ 15 Ac126

GEX941 (AAZ1s) GT38 4C125 HJ17D AC128


GEX942 (AAZ15) GT41 ASY27 tF1 4F127
t1J22D 4F127 tF2
GEX943 (AAZ15) GÍ42 ASY27 4F127
HJ23 4F126 (BAV12)
(AAZ15) GT43 ASY27 tTT600
GEX944 HJ32 AF1 25
tTT601 1 N41 50
GEX945 (AAZ15) GT45 ASY26 HJ34 4C128 ffr777 (1N4150)
GEX946 (AAZ15) G174 4C126 HJ35 ASZl 6
(AAZ18) GTBl 4C126 IWP 8Y127
GEX951 HJ37 4F125
GEX952 (AAZ18) GTBlHS 4C126 HJSO AC1 2ô
GFT2O AC126 GT81 R 4C132 HJ51 AC128
GFT20R 8C179 GT83 4C125 HJ55 AF1 26

GFT2l AC126 GT87 4C125 HJ56 4F127 J1 AC128


GFT2l/15 AC1 25 GT88 ASY26 HJ57 4F126 J2 AC128
GFT25 AC126 GT109) 4C132 HJ60 AF1 26 JJ AC128
GFT31 4C126 GÍ122 AC126 HJ62 AC1 25 JCNl BY1 26
GFT31/15 AC128 GT161 4F126 HJTO 4F125 JCN2 BY1 26

GFT32 4C126 Gr222 4C125 HJ71 AFl 25 JCN4 BY'126


GFT34 AC128 GT31O AC1 28 HJ72 4F125 JCNT 8Y127
G FT34/1 5 AC1 28 GT759 4F127 HJ73 AFl 26 JPl AC132
GFT41 (4F239) GT760 4F127 HJ74 4F127
GFT42A AF125 GT761 4F126 HJ75 AF1 26

GFT42B 4F125 Gr762 4F126 HMG789 BAX16 K2.5t9 oA95


GFT43 4F127 GT949 (4C126) HMG3593 BAlOO K4i 10 BYX52-600
GFT43A 4F127 GT2766 AC127 HMN3593 BAX16 K5t2 BYX51-600
GFT42B AF1 25 GT2906 AC127 HMR3593 BAXl 6 K5l4 BYX52-600
GFT43C AFl 26 GX54 oA95 HM53593 BAX16 K5/5 BYX52-600
GFT43D 4F126 GZlOA BZZ2O HS3 ASY27 K5/6 BYX52-1 200
GFT44 4F127 GZ12A BZZ22 H54 ASY27 K5/61 BYX52-1 200
GFT45 4F127 GZ15A BZZ24 HS1O1 BAXl 6 K5t62 BYX52-1 200
GM29O AF239 GZ18A BZ226 HS1004 ts4x16 K5/1 03 AFl 25
GR1 BYX50-200 GZ22A BZZ28 HS1005 BAX16 K5i 1 04 AFl 25
GR2 BYX50-300 HSDEF 4F127 HS1006 BAX16 K5/161 BZY93 séries
GR2010 BYX30-200 HA1 4C125 HS1007 BAXl 6 K540 BZX79-C6V2
GR3010 BYX30-300 HA2 AC125 HS1008 BAXl 6 K1 040 BZX79-C6V8
G R401 0 BYX30-400 HA3 4C125 H51009 BAX16 K2440 BZX79-C6V2
GSD2 oAsS H47520 AC128 HS1010 BAXl 6 K3040 BZX79-C7V5

GSD2/5/9 oA91 HA7531 BCZ12 HS101 BAX16


1 K4040 BZX79.C8V2
GSD4/10 oA95 oA90 HS2056 HS1012 BAX.I6 K5040 BYX52-1 200
GSD4I12 oA95 HD197 4C132 H31395 BAX16 K6040 BYX/ 1 200
GSDS/6 oA95 HD2053 oA95 HS2043 BZY88.C4V3 KFT357F AFl 25
GSD5/61 0A95 H D2057 oA95 H52047 BZX79-C4V7 KFT357P AF1 25
BZY93 série
GSDS/62 oA95 HD2060 oA95 HS2051 BZX79-C5V1 KFl50 a 58 BZY93 série
GSD9 oA95 HD2063 oA95 BZX79-C5V6 KSKEl KS37A BZX79-C6V2
GT3 4C125 H D6005 o4200 HS2062 BZX79-C6V2 KS38A BZX79-C6VB
GT4A 4C132 HDS395 BAlOO HS2068 BZX79.C6V8 KS3BB BZX79-C6V2
GT.l 1 4F127 HE3593 BAlOO HS2075 BZX79-C7V5 KS3SA BZX79.C7V5

192
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olnlllsqns od|I olnlrlsqns odtr olnlrlsqns odu olnlrlsqns odlr
Tipo Subsiituto Tipo Substiiuto Tipo Substituto Tipo Substituto

NKT4O4 ASYl 7 04126-14 BZX7g-C15 oç42 ASY27 oc307 ASYSO


N KT4O5 ASZlB 04126-18 BZX7g-C18 oc43 (ASY27) oc307-1 (ASY76)
N KT6O3 4F124 o4127 AAZ18 oc44 (4F126) oc307-2 (ASY76)
N KT61 3 AF124 oA128 (AAZ17) oc45 (4F126) oc307-3 (ASY76)
N KT674 AF124 oA129 (AAZ17) oc46 (ASY26) oc308 AC128

NKT675 4F124 oA130 (AAZ15) ac47 (ASY27) oc309 (ASY77)


NKT676 (AF23e) 04150 oA95 oc57 (4F124) oc310 AC128
NKT677 4F127 04159 44119 oc58 (4F125) oc318 AC128
N KT71 3 4F127 04160 oA90 oc59 (AF126) oc364 8C179
N KT71 7 4F127 04161 (oAe5) oc60 (AF127) oc390 4F127

N KT734 4F127 oA174 oA95 oc65 AC125 oc400 (ASY27)


N KT736 ASY2B oA179 44119 oc66 AC126 oc410 (ASY27)
N KT773 ASY29 oA180 (AAZ17\ 4C125 oc449K oc430 (BCY33)
N KT774 ASY28 oA182 (AAZ15) oc71 AC125 oc440 (BCY30)
N KT78l AC127 oA186 1 N4148 oc72 AC132 oc443K BCZlO

N r.J34 oAg5 04199 44119 oc73 4C126 oc445 (BCYs0)


NU3B oA95 o4200 BAX16 oc74 4C128 oc449 (BCY30)
NUSB oA95 oA202 BAX16 oc75 4C126 ACZ12 P2010(R)
NV34 oA95 oA204 BAlOO oc76 (ASY76) oc450 (BCY30)
oA210-213 BYX38 Série oc77 (ASY77) oc460 BCZI1

NV58 oA95 oA214 8Y127 oc78 (4C128) oc463 (BCY34)


oA215 (BYX38-600) oc79 AC132 oc465 (BCY34)
oA216 (BYX38-s00) oc79c ASY73 oc466 (BCY34)
o4250 (BYX52-600) oc80 (AC126) oc467 (BCY34)
oA251 (BYX52-600) oc81-85 (AC128) oc468 (BCY32)

oA5 AAZ15 oA252 (8YX52.600) oc110 (AC125) oc460K BCZI 1

oA7 AAZ17 o4257 oA90 oc120 (AC125) oc469 (BCY30)


oA9 AAZ18 o4258 oA90 oc122 (AC126) oc470 (BCY31)
oA10 (AAZ17',) o4260 (BYX52-600) oc123 (AC125) oc470K BCZ11
oA21 oA90 o4261 oA95 oc130 AC125 oc601 AC125

oA45 BAVlO oA265 oA95 oc139 (ASY73) oc602 4C125


oA47 ( AZ17l oA266 oA95. oc140 (ASY74) oc602s A,C132
oA48 BAVlO oAz200-227 BZX79 série oc141 (ASY75) oc603 AC126
oA49 BAVlO oAz208 BZY88C.4V3 oc169 (AF126) oc604 AC126
oA50-61 oA95 oAz228 BZYg3C/10 oc170 (4F125) oc604s AC128

oA65 oA95 oAz230 BZY93Ct12


oAz240-247 BZY79 série
oc171 l F124l oc610 (AF126)
oA70 oA90 oc200 BCZ10 oc612 lAF127)
oA71 oA95 oA2268 BZYSBC/4V3 oc201 BCZ1l oc613 (4F126)
aA72 44119 oA2269 BZY79C-5V1 oc202 (ASY27) oc614 (4F125)
oA73 oA90 oAz270-273 BZY79 série oc203 (BCY34) oc615 (4F124\

oA74 oA95 oAz291 BZY93C-7V5 oc204 BCY38 oc622 (AF125


oA79 4A119 oAz292 BZY93C-9V1 oc205 (BCY39) oc623 (AF125)
oA80 oA91 oc5 (4F124) oc206 (BCY40) 4c624 (4F125)
oA81 oA95 oc13 (AC125) oc302 (AC128) oc7o1 (BCY31)
oA85 oA90 oc14 (4C126) oc303 (AC125) oc702 (AC127\

OAB6 (oAe5) oc16 (4D162) oc304 (4C125) oc810 (AC125)


OABT oA95 oc28 ASZ15 oc304-1 (AC125) oc81 1 AC125
oA91 oA95 oc29 ASZ16 oc304.2 (AC125) oc6015 4C125
oA92 oA95 oc33 (4C125) oc304-3 (4C125) os13 4F126
oA96 1 N4148 oc34 4C125 oc30s-N 4C125 os33 BAlOO

oA100-30 oA95 oc35 (ASZ17) oc305-1 (4C126) os34 o4202


oA126 BZX79-C4V7 oc36 ASZ18 oc305-2 (4C126) os35 o4202
o4126-4 BZX88-C3V9 oc37 ASY76 oc306-1 (4C125) ox3003 AC125
oA126-5 oc38 4C132 oc306-2 (4C125) ox3004 AC132
126-12 BZX79 série oc41 BSY27 oc306-3 (4C125) ox4001 Á.F126

194
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8'LV8 zefs Lvc-t6AzE vttzv 8^9C-L9XZ8 V8,90H (u)ooe-zrxLe (u)olola
Quxa) V903S 6ec'e6^28 V6CZH z^gc-LgXZE VZ,90U (u)ooe-Brx^E (u)9ooLd
9Z LAB 9260S 00c'06^28 VECZH 9AçC'rgXZE v9'90u (u)ooe-Brx^E) (u)uoora
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LZTLA 960S zzc-t6^za YZZZE (znuc-so,\ze) vl.'rou (ooe-eex,\s) 909d
(Lzu,e) ,60s 8[C-06^ZS VStZH (ooe-ge,\.,\.9) ,09d
Qzvxa) z60s 9LC-^ZE V9TZB 9Zt^8 00 Ld
09r-98X^8 t6cs ztc-t6^za YZTZA LZTLA 8du9d
9LXV8 080s 0rc-06^28 VOTZH z^89-6LXZE z-8zo u000r-gzx^E zHgd
06vo 090s ztzca O9'ZIU 8A9C-6l.XZE 8-9ZO LZtLg 9d
96VO r90s 9ZtCV ,EABH tAvc-6Lxza L-?Zo
9LXVE 090s 9ZLCV OZAUU tzLw TOHZLO
6L LVV 9ros 9Z rCV ,IAHU zercv 80
96VO Seos 9ZrCV Z9THH zetcv /o
96VO V'OOS 9ZtCV L9IHH zetcv 90 LZIAE /909-1909^O
96VO ,eos LZTCV 09tUU LZIAA Ltt-zlt,Lo
9TXVS 0eos 9ZLCV zr.
ruH LZIAA LqZ-ZgZxO
9LXVB 9r0s 9ZtCV ZEUH SZZZE vzzzd LZt^A LizLo
LZIAE 80s 9ZtCV ESUU 9ZZZA YEtzd LZTAA I0t^o
9 tXVE Los 000r-9zx^8 9IO9NU vzza v9LZd LZIAA 002^o
oln}lsqns od!.t- olnl!lsqns odlr olnlltsqns od!l olnlllsqns od!t
Tipo Substiluto Tipo Substituio Tipo Substituto Substituto

SFDOl O AA119 SFT1 15 4C126 SFT288 ASY27 sK3027 2N3055


SFDO21 lAz17) SFTI 16 4C125 SFT298 2N1308 SL4OO BYX40-600
SFDO37 (4217) SFTI 1 7 4F124 SFT3O6 AC126 SL6OO BYX40-600
SFTI 18 4F124 sFT307 2N1305 SLA560 8Y127
SFDO83 B4217 sFTl 19 4F126 SFT3O8 2N1309 SLA6O4 8Y126
SFD104 oA90
SFT120 4F125 SFT316 AF126 SLA604A 8Y126
SFDl06 oA90
AA119 SFT121 AC132 SFT317 AF126 SLA2616 8Y127
SFD107
oA95 SFT122 AC132 SFT319 4F217 SLA3196 8Y127
SFD108
sFT123 4C132 SFT32O AF127 SM28O (8Y127)
SFT124 AC188 SFT321 AC125 SPSA AC125

SFDl 1O AA119 SFT125 AC188 SFT322 4C125 SPSB AC125


SFDI 12 AA119 SFT125P ASYSO SFT323 AC125 SPSC AC126
SFDl 1 3 AA1 19 SFT126 ASY26 SFT325 AC128 SR1OH1 BYX25-600
SFDI 15 AA119 SFT127 ASY26 SFT335 (AC125) SR50O (BY127)
SFDl 19 BAVIO SFT128 ASY27 SFT337 AC126 SRSOOB (8Y127)

SFD121 AAY21 SFT130 AC128 SFT354 4F125 sR1692 8Y126


SFD122 AAZ17 SFT131 AC128 SFT357 4F125 sR42-1 8Y127
SFD125 AAZ15 SFTl 31 P ASYSO SFT357 AF125 ST2 BYX32-800
SFD127 ((AAZ17) SFT142 (ASY80) SFT357P (AF239) ST28C Á.F127
SFD129 AAZ18 SFT143 (ASY76) SFT358 4F124 ST37D AF126

SFD132 (AAZ17) SFT144 (ASY74 SFT367 AC128 STTO (2N2369)


SFD135 AAZ15 SFT145 4C128 SFT377 AC127 ST121 AC125
SFD180 BAX16 SFT146 AC128 SFT5O6 AC126 sr122 AC128
SFD181 BAX16 SFT150 ASZ15 SFT507 ASY26 ST1 23 AC126
SFD182 AA119 SFT151 (AC125) SFT5O8 2N1309 ST124 AC125

SFR125 AAZ15 SFT152 'ac125) sFÍ522 AC127 ST125 AC126


SFR150 BY126 SFT153 AC125 SFT523 AC132 ST171 AF127
SFR151 8Y126 SFT163 AF239 SFT582 AC125 sÍ172 AF126
SFR152 8Y126 SFT171 _ 174 (AF239) SFT584 4C125 ST1 73 ASY74
SFR153 8Y127 SFT184 ASY28 SFT714 (8C107) ST301 AC126

SFR154 8Y126 SFT185 BF179 sHt 8Y126 ST3O2 AC126


SFR155 BYX38-900 SFT187 BFW3O s101 8Y127 ST303 AC1 25
SFR156 BYX38-900 SFT2O6 ASY26 s103 8Y127 sÍ1244 BFY50
SFR164 8Y127 SFT2O7 ASY26 S161 K BYX32-1200 sT61 10 BFY55
sFR180(R) BYX42-600(R) SFT2O8 ASY27 S161L BYX32-800 SV124 BAX79O-5V6

sFR181(R) BYX42-600(R) SFT21 1 ASZ15 st5065 8Y127 SV128 BZX790-8V2


sFR182(R) BYX42-600(R) SFT21.4 ASZ17 SID2OE BYX52-600 SV134 BZX79C-12
sFR183(R) 8YX42.600(R) sFT221 2N1303 SID2OK BYX52-1200 SWO5 8Y127
sFR184(R) BYX42-900(R) sFT222 (ASY77)
SJO53F BYX38-300 SWOsB 8Y127
SFR191 BYX25-600 SFT223 2N1305 SJ270 8Y126 SWO5A 8Y127

SFR251 8Y126 SFT226 ASY26 sJ2,5/06 BYX42-9OOB SWO5C 8Y127


SFR252 8Y126 sFT227 ASY26 sK5/02 BY126 SWO58 8Y127
SFR254 8Y126 SFT228 AXY27 sK6/12 BYX25-1000 SX561 BAVlO
SFR255 8Y127 SFT229 ASY27 sK10/12 BYX32-1000R SXô31 (8Y126)
SFR256 8Y127 SFT232 AC128 SK4O 8Y126 SX632 (8Y127)

SFR264 8Y127 SFT234 ASY77 sK3004 8C178 SX633 (8Y127)


SFR266 8Y127 SFT237 AC125 sK3005 AF'124 SX634 (8Y126)
SFR268 8Y127 SFT238 ASZ15 sK3006 AF239 SX635 (BY127l
SFT48 AC\27 SFT24O ASZ18 sK3007 AF239 SX63B (8Y127)
sFT101 104 AC125 SFT241 AC128 sK3008 AF124 SX641 BAVlO
-
sFT105 108 AC126 sFT242 AC128.. sK3010 4C127 SX761 BZY91-C33
SFT109
- AC125 SFT243 ACl28 sK3016 BY126 sz6 BZX79-C6V2
SFT,I11 AC125 SFT25O (ASZ15) sK3017 8Y127 sz7 BZX79-C6V8
SFT.I12 AC132 SFT253 ASY77 sK3019 8C109 sz8 BZX7g-CBV2
SFT1 14 ASZ15 SFT260 ASY74 sK3024 BD137 sz9 BZX79-C9V1

196
L6L
(oezrv) L9LVX (BeMss) r09rsu1 çZ LCV SCZNr^1 9Zrlv 89JI
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(ose -lzx,\e) 0tezufn H00r-6/^IE ,00edr (Be LoE) 00811 6TXSS ELVZT
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u00r-6/^18 900 rdr_ (9 LZsv) 8Z0etl 9ZLCV VZOZL
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u00r-6/^f8 ,09d1 (60 LcE) 9Brt1 9Zr3V ZÊ8LI
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u009-02M18 EO LOI.MS] LZxÊ 08lvr LLZSV LVdHL 9Ztw 919 Ll
H009-ÊzMlB E0909MSf (zz^sv) 39tvr ZELCV ?,d HI 9ZtJV 06Ê L1
u009-0zMl-8 80ç0çMsl BELCV trvl rL^sv gedHl 8Zt3V LLT,II
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u009-ezMt8 E0e09Msl- SZtCV orvl
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u009-0zMrs 80roçMSl- 8t tilxlr O9/BZJI 9Zrlv
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sztÀE ,SI (oezrv) r0t{xlr ,I.ASV ILIL Qtzvvl crtr
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9Zt^ LSI 9ZICV TNÍ'1 EZLCV 00/6991 LIZVV eztL
olnl!lsqns od!t olnl!lsqns olnlllsqns od!1 otnl!lsqns od!l
Tipo Substituto Íipo Substituio Tipo Substituto Tipo Substituto

XA162 ASZ2O 222 (B.2X79.C22) zL5 (BZY96-C5V6) zP27 BZX79-C27


XA701 (ASY2B) z22K (BZX79-C22) 2L5,6 (BZY96-C5V6) zP30 BZX79-C30
XA702 (ASY28) zA10 BZX61-C10 ZL6 e 6,8 (BZY96-C7V8) zP33 BZX79-C33
XB1 02 (AC125) zA68 BZX61-C6B zL7 (BZY96-C7V5) ZA12 (8YX71.600)
XB1 03 (AC 125) zE1V5 (BZX75-C1V4\ zLg (BZY96-C8V2) zs8 BAW62

XB104 (AC125) zE2 (BZX79.C2V1) 2L8,2 (BZX61-C8V2) zs10 AA119


XB105 AC125 ZE6V9 (BZX79-C6V8) ZLlO (BZX61-10) zs12 BZX79-C12
XB1 12 (AC126) ZESV4 (BZX79-C9V1) zt12 (BZX61-12) ZS22A szx61-c22
X8113 (4C125) zE12V7 (BZX79-C13) zL15 (BZX61-15) zs40 AA119
X8121 ASY77 zÉ.17V2 (BZX79-C18) ZLlB (BZX61-18) zs41 BAW62

XC1O1 (AC128) zE23V2 (BZX79-C241 zL22 (BZX61-22) zs47 BZX79-C47


XC1 31 (AC128) ZE31V (BZX79-C30) zs91 BAX16
zL27 (BZX61-27)
xc171 (AC12B) 2F2,7 (BZX75-Ç2V8) ZL33 (BZX61-33) 2s141 BAW62
XC141 ASZ16 zF3 (BZX75-C2V8) zL39 (BZX61-39) 2s142 BAW62
xc142 ASZl 5 2F3,3 BZY88"C3V3 ZL47 (BZX61-47) zT20 BZX61Z-C20

XU6O4 8Y127 2F3,6 BZY88-C3V6 zL56 (82X61.56) zr22 BZX6\-C22


2F3,9 BZYBS-C3V9 zL68 (BZX61-C68) zÍ24 BFYsO
WX1 oA95 2F4,3 BZY-C4V3 2M4,7 (BZY96-C4V7) zr40 (BC10B)
2F4,7 BZX79-C4V7 2M5,6 (BZX79.C5V6) zT41 (8C108)
2F5,1 BZX79-C5V1 2M6,8 (BZX79-C6V8) zr44 2N930
Y363 AC125 2F5,6 BZX79.C5V6 2M8,2 BZX61-C8V2 zT80 2N2218
Y482 4F127 2F6,2 BZX79-C6V2 zM10 BZX6'|-C10 2T114 2N3553
Y483 4F127 2F6,8 BZX79-C6VB zM12 BZX61-C12 zÍ204 BFYSO
Y485 AF 127 2F7,5 BZX79-C7V5 zM15 BZX61-C15 21706 BSX19)
Y633 AC1 32 2F8,2 BZX79-C8V2 zM18 BZX61-C18 211613 2N1613
Z2A51F BZY96.C5V1 2F9,1 BZX79-C9V1 zM22 BZX61-C22 zT170A BFYSO
22A56F BZY96-C5V6 zF10 BZX79-C10 zM27 BZX61-C27 2T1701 2N3055
Z2A62F BZY96-C6V2 zF11 BZX7g-C11 zM33 BZX61-C33 2T2708 8F183
22A82F BZY96.C8V2 zF12 BZX79"C12 zM39 BZX6l-C39 zTX300 BFY52
22A75F BZY96-C7V5 ZF13 BZX79.C13 zM47 BZX61-C47 (2N2222)
ZTX3O1

23 BZYEB-C3V6) zF15 BZX79-C15 zM56 BZX61-C56 21x302 BFY52


z3K (BXYB8-C4V3) zF16 BZX79-C16 zM68 BZX6l-C65 zTX310 BSX19)
Z4 (BZX79-C,4C7) zF18 BZX79-C18 2P2,7 BZX75-C2V5 zrx312 (BSX20)
z4K (BZX79-C4V7) zF20 BZX79t20 zP3 BZX75-C2V? zTx314 (2N2369)
Z4B20 BZX61,C20 ZF22 BZX79t22 2P3,3 BZY88-C3V3 21x320 (2N 918)

z4xL'l88 zF24 BZX79t24 2P3,6 BZY88-C3V6 21x331 (2N929)


BZX61-C1B
Z5 (BZX79-C5V6) zF27 B.2X79527 2P3,9 BZY88-C3V? zTX500 8C328
Z5K (BZX79.C5V6) zF30 BZX79t30 2P4,3 BZY88-C4V3 zTX501 (2N2905A)
26 (BZX79"C6V2) zF33 BZX79-C33 2P4,7 BZY88-C4V? zTX510 (2N2894A)
z6K (BZX79-C6V2) 2G3,3 BZY88-C3V3 2P5,6 BZX79-C5V6 2x5,6 (BZX79-C5V6)

26,2 BZX79-C6V2 2G3,9 BZY88-C3V9 2P6,2 BZX79-C6V2 2x6,2 (BZX79.C6V2)


26,8 BZX79-C6VB 2G4,7 BZX79"C4V7 2P6,8 BZX79-C6VB 2x7,5 (BZX79-C7V5)
27 (BZX79-C7v5) 2G5,6 BZX79-C5V6 2P7,5 BZX79-C7V5 Z.xg,2 (82X79-C8V2)
z7K (BZX79-C7V5) 2G6,8 BZX79-C6V8 2P8,2 BZX79-C8V2 z.xg,1 (BZX79-C9V1)
z8 (BZX79-C8V2) 2G8,2 BZX79-C8V2 2P9,1 BZX79-CgV1 zx10 (BZX79-C10)

z8K (BZX79-C8V2) zG10 BZX7g-C10 zP10 BZX79-C10 zx11 (BZX79-C11)


29,1 (BZX79-C9V1) ZG12 BZX79-C12 zP11 BZX7g-C11 zx12 (BZX79-C12)
210 (BZX79-C10) zG15 BZX7g-C 15 zP12 BZX79-C12 zx13 (BZX79-C13)
211 (BZX79-C11) ZG18 BZX79-C18) zP13 BZX7g-C13 zx15 (BZX79-C15)
212 (BZX79-C12) zG22 BZXTg-C22 ZP15 BZX7g-C15 zx16 (BZX79.C16)

z12K (BZX79-C12) zG27 8 79-C27 zP16 BZX279-C16 zx18 (BZX79-C18)


215 (BZX79-C15) 2G509 8C127 zP18 BZX79-C18 zx20 (B2X79.C20)
218 (BZX79-18) zJ13 4C132 zP20 BZX79-C20 zx22 (B.2X79.C22)
218 (BZX79-18) 2L3,9 BZY88-C3V9) zP22 BZX79-C22 zx24 (BZX7S-C241
Z18K (BZX79-18) 2L4,7 (BZY96-C4V7) zP24 BZX79-C24 zx27 (BZX79-C27\

198
661
6^0c"88^ZS 8'I.N L (erxve) zStN t LZIAE gçZN I 96VO L9NI
9A0C-9/XZE LtLN I 96VO 08? - g/rNt 9Zt^E 99ZN t 6L TVV OgN L
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eu9s 6zxz8 gtL-90LNL Ê^rc-88^28 89tNt 9ZL^8 09zN t 96VO L9N t
0^rc-88^zE 9LXVS r9r - tgtNt 9LXV8 z9zN t 96VO 99N L
'OlNL
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8^ZC'qLXZA z0lN t (z rxve) 69'N L 009-zçx^8 Ê092N L s6vo z9 - LrNt
ttxvE 869N L (9rxvE) 89?N t 009-zsxÀE voçzN l. 8' trN t grN t
Z tXVE L69N t 00tv8 t^ll.grN t 009-z9x^E 86rZN t 96VO 9' -ZrNt
Z9MV8 969N t (slxve) /9?N t 00e-z?x^8 V6?ZN t 96VO ,,N !
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9ZtÀB EBgN t 9Z l^E grt' LrrNt r^6c-xz€ 9ZZN t 6tLVV orN l.
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9rxv8 E99N I zA9c'6LXZÉ 6Z'N L 9rxv8 t
r rz-002N 6t IVV ç0tl l
9txvg zgsN t (srxvs) tztN t ç6VO 86tNt 96VO ,eNr
I.IXVE (v)rs9N L f96MVB Jç t,N L 00!v8 V'6T N t 96VO VZTN t
9tXV8 099N t 396MVE 19 t?N t 8?t,NI Z6tNT s6vo osNI
6S9N I 0ç6MV8 09 trN t 8' L?N T 16LN t ç6VO VSZN L
9LXV8
(9lxvs) 8Ç9N L
(erxvs) 98eN t 96VO 9l.tNt 96VO I.ZN L
6F9N T
(9txvB) 98eN t LZLAE OçTNL 396MVE lM0zNt
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9U t^E LrgN t 96VO ç9eN t 96VO t, LN I. l96MVS lezN t
9Zl^E 9r9N t (BnvB) zgtN t 9rxv8 880tN L C96MVE GEZN t
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(srxve) t9eN t 9LXVE VSEINL Uztxa\ 00t^Ht
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O'9N 9IXVE ZOTNL
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C LXVS sgzN t 9ZrÀS ee0N r 6t IVV z0rNt 06vo z6e I
96VC 8lgNt 9Zr^g ze0N I 96VO (v)ezrNr l 06vo r60l
I, LgN t 9tXVg OEON L (v)zztttI 96VO 98Cl
ç6VO ç6VO
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06vo 9L9NT çIZVV L
8' L'N L OZTNL (olx,r.e) z0ç0
9Z tÀ8 vs09"ve09Nt 96VO 'tEN
eteNt 8'T'N t 6ttNt (olx,r.e) ,090
9Zl.À8 v009N t 0ç r-sÊx^8 OTEN L ç6VO 8Lt - LtrNt (svrve) 2090
9ZrÁ8 V66çN L S tXVE e00N r 06v0 90LNt (srxve) t090
OLXAB 26çN t 00 rvs r00N l. 96VO 001 - 96Nr (erxve) 0090
LZIAA e/§N t (9 rxv8) v00eN r 9Zt^8 e6N t Zztta\ LZtl
LZt^A 01.çN r ç6V0 9Zt^8 z6Nt LZtxa /0e0
Qtr^a z9çN t 96VÕ z6zN t 9Z L^8 t6N I 9LXV8 LtL0 e L0t0
LELAA 099N t 6L LVV (v)ç6zN r 96VO 06N t ztxv8 00 r0
LZI^A l.fgNl ç6VO . r6zN r 96VO 68N r LZIJV t0Hzt0
6t tVV t,çN L OLAVE z6zN t 96VO SBN I zeLcv g0He00
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SIXVS
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olnl!lsqns od!1 olnlllsqns od!l olnl!lsqns odtr 0lnlllsqns od!1
Tipo Substituto Tipo Substiluto Tipo Subslituto Tipo Substituto

1N749 BZYBB.C4V3 1N1621 8YX42,300 1 N3483 BAV]O 1 N4585 (8Y127)


1N750-767 BZX79 série 1N1624 BYX42-600 1 N3484 AAZ15 1 N4606 (BAV10)
1N769 BZX79-C22 1N1649 BY1 26 1 N3547 BYl 26 1 N4607 (BAV r 0)
'1N781(A)
4A119 1N1671 BY1 26 1 N3574 BYX38-9OOR 1 N461 0 (BAV10)
1N78S(M) EAlOO 1N1692-1696 BY1 26 1 N3575 BAXl 8 1N4658-4677 BZX61 série

1N790(M) BAlOO 1N1697 8Y127 1 N3592 AAZl B 1N4721 -4725 BYX48 série
1N811 BAXi6 1N1763 8Y126 1 N3593 BAX16 1N4726 (BAX16)
1 NBl3M BA,X-16 1 N 1816(A) 1 N3595 (BAX15) 1N4727 (BAV10)
1 N837A BAX16 1834(A) BZY93 série 1 N3600 (BAX12) 1N4732- 4735 BZY96 série
1 N846 BAVlO 1N2035-2038 BZX61 serie 1 N3604 BAVl O 1N4736-4761 BZX61 série
'1
N854 8Y127 1N2069(A) (8Y126) 1 N3605 (BAV10) 1 N4785 BYX42-300
1 NgCO 8A219 1N2070(M) 8Y127) 1 N3640 8Y126 1 N481 8 BYX38-300
1 N903A 1N4150 1N2071(A) @Y127) 1 N3641 8Y127 1N4820 BYX22-600
1N904 (BAV10) 1N2158 BYX25-BOO 1 N3ô71 BYX42-1 200 1N4821 BYX38-900
1N915 (BAV10) 1 N21 60 BYX52"1 200 1 N36734 BYX25"1 000 1N4831-4853 BZX61 sériê

1N917 (BAV10) 1N2222' 8Y127 1 N3754 (BAX17) 1 N4861 BAX16


1 N930 BAlOO 1N2482 (8Y126) 1 N3756 8Y126 1 N4940 (BAX12)
1 N937 BZX79.C9V1 1 N2483 BY1 26 1 N3769 oA95 1 N4951 BAX16)
1 N941 BZX79.C12 1 N2484 8Y127 1 N3785 - 3790 (BZX61 série) 1 N5053 8Y127
N942 BZX79.C12 1 N2505 8Y126 1 N3808 BZY95-C62
1 1 N5055 84216

1N957-982 BZX79 série 1 N25458 (BYX3&1200) 1 N3809 BZY95.C68 1N5059 - 5062 BY1 26
1 N995 (AAY21) 1N2609-2617 8Y126 N381 0
1 BZY95-C75 1 N5220 (BAX13)
1 N997 BAlOO 1 N2765 BZX79-C6VB 1 N3BB0(R) 1N5224 BZX75
1N1046 8Y126 1 N2773 8Y127 3B83(R) 8YXS0...(R) série 1N5226. 5229 BZY88 série
1N1052 BYX71-350 1 N2808 BZYg1.C11 1 N3890 BYX30-200 1N5230-5267 BZX70 série

1N1084 BY1 26 1 N2809 BZYg1-C11 1 N3891 8YX30.200 1N 5282 BAV10)


1N1092 tsYX38-600 1 N2860 BY1 26 N3893
1 8YX30.400 1N5317 (BAV10)
1N 1095 BY1 26 1 N2862 BY1 26 1 N3938 8Y127 1N53.18 (BAV10)
1N1096 8Y127 1N2S70 - 3002 BZY93 série 1 N3939 8YX22.600 1N5319 (BAV10)
1N1097 BYXlO 1N3016"3042 BZX61 serie 1 N3940 8Y127 1 N5343 BZY93.C7V5

1N1103 8Y127 1 N3062 (BAV10) 1N4001 -4009 (8Y127) 1 N3544 BZY93.C8V2


1N1115-1120 BYX38 série 1 N3063 (BAV10) 1N4092 BA21B 1N5427"5430 (BAX13)
1N 1 124 BYX48-300 1 N3064 (BAV10) 1N4101 ,4120 BZX79 série 1 N 5431 (BAV10)
1N1128 BYX48.9OO 1 N3065 1 N4151 1 N 4.149 1N4.148 1 5432
N (BAV10)
1N1169 8Y127 1 N3066 BAXl 3 1 N41 52 (BAV 10) 1N5729 - 5757 BZX79 série

1N1191A BYX52-300 1 N3067 BAX13 1N4153 (BAV10) 1 N36040 8Y127


1N1194A BYX3B-30O '1
N3068 BAXl 3 1N4154 BAX13 1 NU4O AC126
1 N1 195A 1 N3069 BAVl O 1 N41 55 BAl48 1 NU070 4C126
1 198A BYX25 série 1 N3070 (BAX16) 1N4148 - 4183 BZX61 série 1 P541 AA19
1N1202A 8YX40"600 1 N3071 BAXl 7 1N4244 (84182) 1P542 AA119

1N12064 BYX42-600 1 N3121 AAZ17 1 N4250 (8Y127) 1 S32 oA90


1N 1217 (BYX3B-300) 1N3122 AAZl 8 1N4324-4348 BZX61 série 1 S33 oA90
1N1255 8Y127 N4371 (BZX75-C2V6) '1S34 oA90
1 N31 47 BAW62 1

1N1259 B'{127 1 N31 82 (84102) 1 N4372 (BZX75-C,2V6 1 S44 BAX13


1N1342 BYX3B.3OO 1N3189-3196 BY1 26 1 N4376 (BAX13) 1 S45 8Y127

1N13434 BYX48-300