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A poética da criancinha no filme francês “O fabuloso destino de Amélie Poulain

Resumo

Heloisa F. Gonçalves da MOTTA 1

O trabalho apresenta uma parte da pesquisa desenvolvida pela mestranda nesta instituição, focalizada

no filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”(2001), do diretor francês Jean-Pierre Jeunet. A hipótese levantada é a de trabalhar a estética da criancinha como linha condutora da realização fílmica.

Os axiomas de Vico sobre o home primitivo e a infância da humanidade, a análise literária de Carlos Salinari a respeito do “Il fancciulino”, a teoria de Schiller sobre o poeta ingênuo e sentimental respaldam

a idéia inicial. O conceito de fotogenia de J. Epstein também é levantado, reiterando o papel do cinema de “ver além”, revelando o inesperado. Cinema e ‘estética da criancinha’ se entrelaçam, pois para aquele a imagem poética é a inesperada, um momento de visão pleno, pré-verbal,que proporciona novas descobertas. Nas palavras do poeta Alberto Caeiro: “o essencial é saber ver, Saber ver sem estar a pensar”. Porém, como tal feito não é mais natural ao homem, chega a uma conclusão: “Isso exige um estudo profundo, Uma aprendizagem de desaprender”, própria da arte cinematográfica.

PALAVRAS -CHAVE: Cinema – Amélie Poulain – estética da criancinha – poeta sentimental - natureza

1 (Mestranda Unimar-SP)

Quando eu era criança, fugia da minha família com minha imaginação. E isto continua, mas agora me pagam por isso. Muitas pessoas perdem o espírito da infância. Toda criança tem muita imaginação e você perde isso aos poucos.” A declaração do diretor francês Jean-Pierre Jeunet em entrevista a Andrea Meyer para a revista People revela muito da essência de sua obra cinematográfica, sobretudo do seu filme mais aclamado pela crítica e pelo público: “O Fabuloso Destino de Amé lie Poulain” (2001). Narrativa que celebra a imaginação em um ambiente contemporâneo, aborda o dia-a- dia de uma garçonete no bairro parisiense de Montmartre. O filme, apesar de aparentar ser um enredo sem grandes atrativos, conseguiu se posicionar como um marco do atual cinema francês. Nem mesmo

o diretor sabe explicar porque uma história tão simples, sobre uma garota que gosta de ajudar os outros

de forma secreta, caiu tanto no gosto do público. Em meio a uma época marcada pela apologia à violência, com filmes sobre bandidos, armas, velocidade, vida suburbana, drogas, crimes, vinganças,

poder, um filme que, com uma história agradável e delicada, valoriza a generosidade humana, não seria

a melhor aposta para ser um sucesso de bilheterias. Porém o sucesso veio de forma estrondosa, com

mais de 17 milhões de espectadores. O que explica tal fenômeno então? O presente estudo propõe a análise do filme em questão, buscando desvendar o segredo de seu sucesso na essência de sua composição: a poética da criancinha. O conceito do “Il fancciulino”, desenvolvido pelo italiano Carlos Salinari, a conceituação teórica de Schiller a respeito do poeta ingênuo e do poeta sentimental e os axiomas propostos por Giambatistta Vico respaldam e dão corpo ao designado por ora de “esté tica da criança”. Para Vico, a criança possui espontaneamente as características de um poeta, uma vez que sua forma de perceber o mundo ainda não foi contaminada pela correria e pelo racionalismo da vida adulta. Assim como o italiano “A vida é bela” ( 1995) ou os filmes do consagrado ator/diretor Charles Spencer Chaplin, algumas obras fílmicas quebram a expectativa do público e rompem com domínio cultural da época ao inverter a visão de mundo apresentada, justamente ao retratar o mundo como uma criança o veria, ou, melhor, como o poeta sentimental o veria, na conceituação de Schiller. Mais do que um produto midiático de nossa cultura pós-moderna, o cinema pode ser encarado como uma potencialidade de resistência do senso comum ditado pela mídia e produtor de um discurso inesperado. Para Ismail Xavier, os estudos sobre cinema ( cine-clubes) fazem do cinema “a forma privilegiada de recuperar o contato com o mundo, de re-conectar com a natureza e com o que a alienação moderna ( a segunda natureza) estaria soneg ando à humanidade num cenário de automatização, massificação e empobrecimento da experiência2 . Esta visão de cinema como sétima arte nos leva ao que Marie Ann Doane denominou cinefilia, que mais do que amor ao cinema, é a convicção de que o cinema “está no cerne de uma nova concepção do tempo, sendo, portanto, um dado constituinte da modernidade, ou melhor, da emergência de uma temporalidade moderna como descontinuidade, singularidade do instante, agora captável, fixável, isolável” ( DOANE, Apud XAVIER, 2007). Assim, o cinema tem como peculiaridade tal poder de captar, fixar e isolar dados da realidade, permitindo análise minuciosa, crítica de valores, reflexão de comportamentos e possibilitando sobretudo um movimento intelectual e cultural contínuo de ruptura e re-construção da realidade sensível. Se um meio de comunicação possui tamanho poder, não pode passar despercebido dos estudos científicos. Para Trigueiro, estudar comunicação é indispensável para se compreender a sociedade atual:

No início do século XX o impacto sociocultural e econômico se deu com a revolução industrial. O século XXI está chegando sob o impacto da revolução dos meios de comunicação e das novas tecnologias da informação. É inegável a importância dos meios de

2 XAVIER, Ismail. Maquinações do olhar: a cinefilia como “ver além”, na inamência, Livro da XV COMPÓS, Ed, Sulinas, 2006, 2007.

comunicação social e sua influência na complexa sociedade globalizada. Desta forma, estudar os mídias passou a ser uma prioridade no campo das interações sociais.3

Outro renomado pesquisador da arte cinematográfica, Juan Droguett, alguns dos motivos pelos quais não se deve excluir os estudos sobre cinema:

explana com lucidez

“ A convergência entre os complexos sistemas de transmissão, armazenagem e processamento de informação da imagem fez surgir a chamada sociedade da comunicação, uma espécie de código universal que converte os seres humanos em semelhantes e conhecedores. A comunicação em tempos de globalização supõe, entre outras coisas, a superação das fronteiras do tempo e do espaço. A mundialização e a virtualização prefiguram hoje em dia um novo tipo de subjetivação, novos modos de relacionamento do ser consigo, com “os outros” e com o mundo. Por isso, é de fundamental importância refletir sobre as questões do cinema referentes à representação da realidade, à pretensa “transparência” das imagens em movimento para re- descobrir o valor mediático da ficção – do sonho – que permite chegar perto do verdadeiro despertar, isto é, o real do desejo.” 4

Além de se constituir como uma marca da modernidade, o cinema é uma arte com suas atribuições específicas, geradoras de múltiplas linguagens e significações. Há características únicas em cada manifestação artística. No caso do cinema, muitos elaboraram teorias para o distinguir da fotografia, do teatro, de outras artes em geral. Para os nossos estudos, uma teorização feita por Jean Epstein é assaz pertinente: fotogenia. Para o teórico, a possibilidade de captar o instante em movimento faz do cinema uma arte única:

É um “momento de visão”- intenso, pleno, singular. É, uma capacidade, exclusiva ao cinema, de revelar o aspecto poético das coisas na tela, esta poesia que está no repentino palpitar

das folhas ( ).

imagem que nos libera do controle racional- uma vivência plena, pré-verbal, do instante. 5

O poético aqui é a imagem genuína, inesperada, nova, contra o clichê;

Desta forma, o cinema possibilita um reencontro com a essência poética que movimenta o ser

humano, a vivência pré -verbal, pré-civilizada. Em O fabuloso destino de Amélie Poulain, o “momento de visão” percorre todo o filme, libertando o espectador do usual, do chichê, o que o leva a vivenciar uma

experiência anterior às regras e convenções sociais, voltando a ser criança.

humanidade é exatamente marcado por imagens poéticas, uma vez que os primeiros homens, como

infantes do gênero humano, não sendo capazes de formar os gêneros inteligíveis das coisas, tiveram natural necessidade de estabelecer ficcionalmente os caracteres poéticos. Daí dizer que “A poesia fundou a humanidade gentílica, de onde procedem todas as artes. Assim, os primeiros poetas só o foram em virtude dessa mesma natureza.” ( VICO, Axioma 51 ). Esta tentativa de retorno às origens naturais do pensamento humano, presente na poesia e no cinema artístico, relaciona-se à dualidade entre natureza e arte, sempre presentes no ser humano,

sobre tudo no artista. Alberto Caeiro já dizia

pensar”, mas como isso não é mais natural no homem, chega a uma conclusão: “Isso exige um estudo

Para Vico, o início da

que “o essencial é saber ver, Saber ver sem estar a

3 Ver texto: “O estudo científico da comunicação: avanços teóricos e metodológicos ensejados pela escola latino-americana” de Osvaldo Trigueiro.

4 DROGUETT, 2004.

5 Op. Cit.

profundo, Uma aprendizagem de desaprender”. Schiller, que traçou as definições entre a poesia ingênua e a sentimental em célebre artigo, afirma que podemos colocar a natureza em oposição à arte:

daí surge o ingênuo.

Essa espécie de interesse pela natureza, no entanto, só ocorre sob duas condições. Em primeiro lugar, é de todo necessário que o objeto que o inspira seja natureza ou ao menos assim considerado por nós; em segundo lugar, que seja ingênuo, isto é, que a natureza esteja em contraste com a arte e a envergonhe. Só quando esta condição se junta à primeira, e não antes, é que a natureza vem a ser o ingênuo” 6 ( 43)

A concepção schilleriana de poeta ingênuo confirma o que Vico diz sobre o homem primitivo, que valia-se da poesia para conferir sentido ao mundo ao seu redor, naquilo que Pierce, no século XX, chamou de primeiridade:

“O mais sublime ofício da poesia é o de conferir sentido e paixão às coisas insensatas. E é propriedade dos infantes o tomar coisas inanimadas entre as mãos e, entretendo-se, falar- lhe como se elas fossem pessoas vivas.Essa dignidade prova que os homens do mundo nascente ( fanciullo) foram, por sua própria natureza, sublimes poetas.” 7

Da raiz da humanidade, poética, podemos verificar que o homem retorna ao confrontar os modos modernos de se viver. Enxergar o mundo como se fosse uma criança, admirada e assuntada

com a barbárie dos adultos, descomplicando as relações humanas e trazendo de volta à pureza pueril:

esta é a proposta de Jean-Pierre Jeunet com seu filme. Não apenas recriar um conto de fadas, ou filmar um conto de fadas moderno, mas revelar que por trás e entre essa ótica infantil há uma séria crítica à sociedade pós-moderna, midiática, imagística. A medida que o homem procura avançar em tecnologia e ciência, regride em termos éticos e de relacionamento humano. Nada mais adequado do que se valer de uma arte para expressar seu pensamento e crítica. Arte de alcance mundial, relembrando do poder do cinema para a produção do inesperado, tema já abordado por inúmeros pesquisadores, entre eles Andréa França.

inusitada, o filme começa com a narração da concepção e nascimento da

protagonista Amélie. A voz em off do narrador ( brilhante interpretação de André Dussolier) e a seqüência de imagens revelam situações e detalhes que geralmente passariam despercebidos, por serem rotineiros e quase insignificantes no cotidiano, que ocorreram no mesmo instante em que o

esperma do pai de Amélie se encontrou com o o óvulo de sua mãe: “nove meses depois nasceu Amélie Poulain”, seguido do choro de bebê e uma série de imagens de sua infância solitária. Apenas neste começo, podemos lançar uma primeira dúvida? O filme é uma versão moderna dos contos de fadas tradicionais? Ou há na obra de Jeunet rupturas e inovações? Para alguns, a abertura da narrativa

constitui uma recriação do clássico “Era uma vez

será dado em toda a narrativa: valorização do pormenor, do instante, da sutileza dos ocorridos. O espectador já é convidado a desaprender o olhar, uma vez que terá pela frente uma personagem central env olta em detalhes surpreendentes. Amélie preserva em si o espírito de criança, pleno de

De

forma

”,

e nela já encontramos pistas do tratamento que

6 SCHILLER, F. Poesia ingênua e sentimental. Iluminuras: São Paulo, 1991.

7 VICO, Giambattista. Princípios de uma ciência nova. (acerca da natureza comum das nações).Abril Cultural: São Paulo,

1974.

criatividade e poesia latente. Retomando mais uma vez a poesia de Caeiro, podemos dizer que Amélie

é uma guardadora de rebanhos, rebanho que é suas sensações. 8 Podemos afirmar que a identificação

com a personagem é um dos fatores de aceitação do filme, pois o espectador reconhece na personagem o que falta em si? 9 Amélie é o que todos gostariam de ser mas se perderam no meio do

caminho, perderam o ‘espírito de criança’, como disse Jeunet. Será que por tais motivos podemos afirmar que Amélie é artisticamente elaborada, como diz Umberto Eco: “se a personagem não é concretamente individual em cada uma de suas ações, não é uma personagem artisticamente realizada.”? 10 Pensando em como a imaginação de criança se constitui como discurso e linguagem, vemos uma definição do pensador francês Durand:

O plano primitivo da expressão, de que o símbolo imaginário é a face psicológica, é o vinculo afetivo-representativo que liga um locutor e um alocutário e que os gramáticos chamam o “plano locutório” ou interjetivo, plano em que se situa – como a psicologia genética o confirma – a linguagem da criança. A evolução para o plano delocutório, quer dizer, para a expressão centrada sobre as percepções e as coisas, é muito mais tardia. É o plano locutório, plano do próprio símbolo, que assegura uma certa universalidade nas intenções da linguagem de uma dada espécie, e que coloca a estruturação simbólica na raiz de qualquer pensamento( 31)

Se considerarmos que a protagonista possui uma mentalidade de criança, podemos inferir, a partir da afirmativa acima, que sua expressão sobre as percepções e as coisas é um pouco tardia, imprópria para uma jovem de sua idade. Assim, uma moça com mentalidade de criança seria um desastre absoluto em meio a uma grande cidade. Mas o diretor nos mostra exatamente o oposto: em sua fragilidade reside sua força. Será este o segredo do sucesso obtido por O fabuloso destino de Amélie Poulain? Isto não seria um indício de que o público anseia por obras diversificadas, que consigam captar sensibilidade e criatividade, fugindo das receitas culturais massificadas? A mídia está presente na vida na maioria das pessoas hoje, exercendo um papel tão ou mais influente do que o da escola, da família, da religião. Uma das conseqüências maléficas disso é a massificação do comportamento e do gosto. Indivíduos autômatos, presos a idéias -comuns, tolhidos em sua capacidade criadora. O que acontece quando uma pessoa tem uma formação diferente da estabelecida pela maioria? Quando seu potencial criativo é mantido até a fase adulta? Quando o meio externo não é tão essencial em sua formação? O resultado seria um desajustado social? Era isso o que o senso comum responderia, o que a cultura americana do “loser” impõe através de sua indústria cinematográfica. Entretanto, o diretor francês Jeunet, em sua sensibilidade artística, rompe estereótipos. Em um mundo abarrotado de informações e possibilidades de entretenimento midiático, a sensibilidade criadora e poética do homem o liberta das massificações impostas pela mídia. Como a desconstrução do real e a valorização do imaginário traduzem-se em artifícios poéticos

e estéticos no filme? Quais os elementos ou recursos da técnica cinematográfica empregados para desconstruir o mundo real e instaurar um lugar de sonhos? Em até que ponto o filme apresenta traços

8 Sou um guardador de rebanhos. /

sensações./ Penso com os olhos e com os ouvidos /

vê-la e cheirá-la / E comer um fruto é saber-lhe o sentido”. (Alberto Caeiro. O Guardador de rebanhos. ) 9 ver capítulo “Cinema e Identificação” do livro “A Estética do filme” de J. Aumont. 10 ECO, 1970.

O rebanho é os meus pensamentos /

E com as mãos e os pés /

E os meus pensamentos são todos

E com o nariz e a boca. /

Pensar uma flor é

de ingenuidade que nos remetem às características de poeta ingênuo e/ou sentimental, de acordo com

a proposta schilleriana? Se a teoria de Schiller não justifica o tratamento inocente, a acusação de que a obra não seria nada mais do que uma Poliana moderna é verdadeira? Ainda em relação à supremacia da fantasia sobre o real, podemos tecer associações com o herói Dom Quixote? Se sabemos que o cinema tem um papel duplo, de ao mesmo tempo ser repetição de padrões

e ser instrumento para romper o tradicional, qual o papel que ele tem exercido na sociedade atual? O presente estudo se pauta na convicção de que o cinema artístico deve ser mais valorizado e estudado, pois é exatamente este cinema que contribui para o avanço da sociedade e para a discussão e renovação de valores, que nos leva a “ver além”. A preferência na análise fílmica proposta é dada para a fundamentação teórica de F.Schiller e

Carlos

bibliografias sobre o assunto, estabelecemos por finalidade suscitar a discussão e responder às indagações aqui levantadas, bem como dar sustentação à consideração feita em relação à estrutura criadora da obra fílmica. Deste modo esperamos que o presente projeto contribua para os estudos na área da comunicação e nos leve a reconsiderar a importância da mídia cinematográfica na nossa sociedade, uma vez que esta nos ajuda a compreender aspectos subjetivos do comportamento e da natureza humana.

em

Salinari,

sem

desconsiderar

as

dignidades

formuladas

por

Vico.

Baseado

também

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