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>Angra e suas Lendas

POSTADO EM 27/12/2009 ATUALIZADO


EM 07/06/2012

> Chafariz da Carioca


Apesar do progresso, a água em Angra dos Reis, no
século XIX, era vendida de casa em casa,
acondicionada em barris. Uma das nascentes ficava
no alto da chácara da Carioca, a água era coletada
em canos de bambu até jorrar em um poço na parte
mais baixa. Em 1842, a Câmara Municipal,
construiu, naquele lugar, um chafariz para que a
própria população pudesse abastecer-se de água.
Em torno desta fonte criaram-se várias histórias,
uma delas dizia que:
Era comum à tarde, as pessoas irem à fonte da
Carioca para um passeio e beber água fresca e
límpida que das cinco bicas jorrava. Conta lenda que
quem toma água da bica do meio, não mais esquece
Angra e, se dela sair, um dia volta. Também era
comum os rapazes esse passeio e ao nos
encontramos, trocávamos olhares, sorrisos,
cumprimentos e, muito raramente tinha lugar um
pequeno bate papo, uma conversa. Assim, já
acontecia em fins do século passado. Sinhazinhas
com suas mucamas vinham dar o seu passeio.
Receber a brisa refrescante e abeberar-se da água
cristalina. O frescor ao pé da fonte, o aroma das
acácias, das flores das paineiras e das flores
silvestres que a ela circundavam, tornavam o local
paradisíaco. Os jovens da época, almofadinhas ou
janotas, também apreciavam esse passeio; também
olhares eram trocados, sorrisos furtivos… Certa vez
um mais afoito, chega-se à mucama e, como a pedir-
lhe de beber, deixa em suas mãos, um bilhete
crivado de frases lindas, cheio de juras de amor e
pedindo permissão para aproximar-se da jovem
escolhida e que lhe foi concedido. São poucos os
encontros ao pé da fonte, mas o bastante para
compreenderem que se amavam. O pai da jovem ao
saber desses encontros, proíbe o passeio. O rapaz
apaixonado vai a fonte todos os dias, esperando
rever a musa dos seus sonhos. Mas, em vão. Triste
e abatido ingressa nas fileiras dos Voluntários, para
a Guerra do Paraguai. Manda-lhe ainda um recado:
Ainda espera encontra-la um dia. Mesmo que seja
depois de morto. A moça definha dia a dia,
lamentando o amor perdido. Morre o rapaz, nos
campos de batalha… A jovem termina seus dias em
seu leito de dor… Dizem os antigos, que em noite de
lua cheia, com o luar se infiltrando e espalhando sua
luz entre as folhas da paineira, é visto duas
sombras, de mãos dadas, junto a fonte.
Jorge Grego
Jorge Grego navegava em direção ao Estreito de
Magalhães, quando se viu perseguido por naus da
Armada Inglesa. Atacado, sem meios de alcançar a
Ilha Grande e já com o navio em pedaços, fundeou
junto a terra mais próxima, conseguindo salvar suas
duas filhas e um companheiro que logo escravizou.
Com o tempo as filhas foram crescendo, a pirataria
esquecida e uma rica agricultura floresceu em toda a
ilha. Mas certo dia Jorge percebeu a paixão de seu
escravo por uma de suas filhas. Em desespero, o
pirata assassinou seu companheiro e tornou-se
amante de suas próprias filhas, até que a maldição
caísse sobre a ilha, e ventos nunca vistos antes,
varreram de repente as casas, desapareceram as
lavouras, os campos secaram, e Jorge Grego,
sozinho e louco, vagou pela ilha até a morte,
enterrando antes, o tesouro que acumulara.
Padroeira de Angra
Esta lenda se prende às mudanças de padroeiro da
cidade fundada sob a invocação dos Reis Magos.
Em 1632 um navio procurou o abrigo da enseada
em meio a uma tempestade. Como por encanto, no
momento em que deu entrada no porto, serenaram
os elementos. Desembarcou o comandante para
reparar as avarias de seu navio e informou que ia a
Capitania de São Vicente levando uma imagem da
Senhora da Conceição, em tamanho natural, que
pertencia à Vila de Itanhaém. Os angrenses
mostraram desejo de contemplar a imagem, mas o
favor lhes foi negado, alegando o comandante estar
ela embalada. Com essa resposta partiu o
comandante, mas não foi longe, pois mal levantara
âncora outra vez, e a tempestade se desencadeou
com violência redobrada. De joelhos, comandante e
marujos fizeram promessas à Virgem para que
conseguissem retornar à baía, o que foi obtido. E
uma das promessas era desembarcar a imagem, e
permitir que os angrenses a entronizassem. Em terra
vieram a saber que, na enseada, o mar sequer se
agitara, o que pareceu mais uma prova do desejo de
Nossa Senhora de permanecer em Angra dos Reis,
conseguindo que a imagem fosse cedida a Angra. A
imagem hoje é guardada na Matriz de Angra dos
Reis.
Frade
Outra lenda é a do piedoso Frade que andou pelas
regiões de Angra catequizando os índios, antes da
colonização portuguesa. Numa dessas missões foi
ele brutalmente assassinado pelos próprios índios,
justificando o nome de uma das mais pitorescas
montanhas da região. O Pico do Frade (1.640
metros de altitude) à margem da Rodovia Rio-
Santos, onde se localiza hoje o Hotel do Frade.
Árvore do Nascimento
Sempre que nascia um menino na Ilha Grande, seu
pai plantava uma árvore que crescia rápido e era
própria para fazer canoas. Quando o filho entrava na
adolescência, seu pai lhe entregava um machado e
lhe ensinava a arte de serrar e entalhar sua canoa.
Desta data em diante o filho já era considerado apto
a trabalhar na pesca.
Maria Isabel
Conta-se que até alguns anos atrás no Cemitério da
Ordem Terceira (atrás do Convento do Carmo) era
possível visitar o corpo mumificado da jovem Maria
Isabel da Visitação Correia, falecida em 1822 .

Angra e sua História


>História de Angra e Ilha Grande
POSTADO EM 20/06/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Na língua portuguesa,


Angra designa uma enseada largamente aberta,
com costas altas. Tendo seu descobridor o
navegador Gonçalo Coelho aqui chegado no dia de
Reis de 1502, esta recebeu o nome de Angra dos
Reis.
O município caracteriza-se por uma costa
privilegiada. A imensa baía com centenas de ilhas
forma um local protegido do mar aberto e dos
ventos, o que proporciona às embarcações um
refúgio aberto e dos ventos, o que proporciona às
embarcações um refúgio abrigado. Esta
singularidade geográfica da região vem sendo
utilizada de diferentes maneiras conforme as
necessidades dos diferentes ciclos econômicos da
história do país.
No primeiro período da história de Angra, o
município era um importante entreposto comercial,
pois, encontrava-se no meio da rota marítima que
fazia a ligação entre as “Vilas de S. Vicente e S.
Sebastião do Rio de Janeiro.”
O primeiro povoado local, elevado à categoria de
Vila já em 1608, se fez na região hoje chamada de
Vila Velha. Poucos anos depois, em 1617, com o
assassinato do padre responsável pela paróquia,
iniciou-se um processo cujo resultado, em 1624, foi
o abandono da localidade primitiva e a mudança do
povoado para o atual sitio de Angra dos Reis. O
novo sitio foi provavelmente escolhido por já existir a
Casa Conventual dos Carmelitas, erguida em 1593.
O antigo sitio da povoação recebeu o nome de Vila
Velha, conservado até hoje. Em 1626, deu-se início
à construção da Igreja Matriz da Nova Vila, só
concluída em 1750.
O início da construção do “Caminho Novo”, estrada
que fazia a ligação por terra do interior de São Paulo
e Minas Gerais ao atual estado do Rio, deu-se em
1728, evitando o percurso marítimo antigo, via o
entreposto de Paraty, na época muito vulnerável à
pirataria. Essa via possuía ligação direta com Angra
dos Reis e as cidades de Lídice e Rio Claro, o que
impulsionou o desenvolvimento e enriquecimento da
região. Esse enriquecimento de Angra pode-se ver
expresso na construção do convento São Bernardino
de Sena, iniciado em 1763 e concluído cinco anos
mais tarde. O desenvolvimento urbano, contudo, só
acontece no séc. XIX, quando Angra tornou-se um
importante porto para o tráfico de escravos e
escoamento do café do Vale do Paraíba. Em 1835, a
antiga povoação de N. S. da Conceição, agora
Angra dos Reis, foi elevada à categoria de cidade. A
Santa Casa de Misericórdia (atual Hospital
Municipal) foi construída em 1836 para atender aos
casos de tifo, malária e febre amarela; o Paço
Municipal (atual Prefeitura), em 1871 e o primeiro
jornal semanal, em 1860. São também desta época,
os grandes sobrados da cidade e a antiga cadeia,
hoje Câmara Municipal. Na segunda metade do séc.
XIX, três fatores desorganizam a economia local: a
construção da estrada de ferro que ligou o Rio de
Janeiro a São Paulo através do Vale do Paraíba, a
decadência do café no mesmo vale e por fim a
abolição da escravidão. Em conjunto, esses fatores
desarticularam as bases onde se assentava a
sobrevivência da economia local.
O novo século manterá a tradição que diz ter estado
o município sempre ligado aos grandes ciclos do
país. Com o fim da República Velha e a Ascensão
da “Era Vargas”, teremos a construção de um ramal
ferroviário, ligando Angra dos reis à Estrada de Ferro
D. Pedro II, na região do Vale do Paraíba, que iria
posteriormente sediar a construção da Companhia
Siderúrgica Nacional. Isso ocorreu em 1931 e, já em
1932, o porto da cidade inicia suas operações.
Com a política desenvolvimentista de Juscelino
Kubischeck, a década de cinqüenta assistirá à
construção (com capital holandês) do Estaleiro
Verolme, no atual distrito de Jacuecanga. A indústria
naval seria privilegiada pela posição geográfica de
nosso litoral.
A ditadura militar das décadas de 60 e 70 trará a
implantação de grandes projetos para a região. Nos
anos 70, o Programa Nuclear Brasileiro escolherá
Angra dos Reis como local para a instalação das
Usinas de Angra I e II (1972 / 1985 ), que utilizam a
água do mar para resfriamento do reator.
Em 1977 é inaugurado o Terminal Petrolífero da
Baía da Ilha Grande(TEBIG), para receber navios de
grande porte. Possuindo dez grandes tanques para
o armazenamento de petróleo, estes estão ligados à
refinaria de Duque de Caxias no Rio de Janeiro e de
Gabriel Passos em Belo Horizonte , Minas Gerais.
Ainda na mesma época, é iniciada em 1972 a
abertura da Rodovia Rio-Santos, BR 101, que
possibilitou a instalação de empreendimentos
turísticos e imobiliários. Com a valorização, iniciou-
se o processo de ocupação dos melhores terrenos
ao longo do litoral.
Hoje a história de Angra continua sendo contada ao
redor de suas águas, através dos proeiros das
traineiras de pesca, das mansões à beira-mar, das
escunas, lanchas… De seus trabalhadores,
moradores, veranistas e turistas… Dos naufrágios
que aqui repousam, do silêncio dos mergulhadores,
do barulho das águas que vão e vem dos barcos,
dos navios e dos veleiros, que aqui sempre buscam
as águas abrigadas de Angra dos Reis. Fonte:
P.M.A.R

Ilha Grande
Dois anos após o Descobrimento do Brasil o
navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o
Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro a Ilha
Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse
um continente e ao seu leste, a desembocadura de
um grande rio.O nome surgiu por índios Tamoios
que a chamavam de “Ipaum Guaçu”, expressão que
significa Ilha Grande.Local preferido pelos
navegantes portugueses, espanhóis, ingleses,
franceses e holandeses, a Ilha Grande foi palco da
história do Brasil desde a época do seu
descobrimento. Em 1559, Don Vicente da Fonseca
foi designado pelo Reino de Portugal para tomá-la à
posse lusitana e administrá-la. Em meados do
século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra
de resistência à colonização européia, a
Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 – foi a
segunda grande luta de resistência social havida na
história do mundo, antecedida pela insurreição
asteca, em 1520 – tendo sido, no entando, de
proporções e duração muito maiores), contra os
invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda
dos franceses (“mair”, como os chamavam os
Tupinambás), enquanto que os portugueses
(chamados de “peró”) foram ajudados pelos índios
Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro
numa surpreendente extensão que alongou-se do
Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de
Angra dos Reis um dos principais redutos da
resistência indígena, fato que retardou a sua
colonização por mais de meio século.Em 1803 o
povoado obtém uma identidade jurídica: Freguesia
de Santana da Ilha Grande de Fora. Tornou-se um
famoso entreposto do tráfico ilegal de escravos até a
abolição da escravatura em 1888. Somente depois
de proclamada a República, em 1891, foram criados
os dois primeiros distritos: Abraão e Sítio Forte, hoje
Araçatiba. No período de 1725 a 1764, com o
avanço da cultura da cana-de-açúcar, começa a
acontecer a colonização da Ilha Grande, num ciclo
que se estenderá até a primeira metade do século
XIX. O café, introduzido um pouco mais tarde,
perdurou entre 1772 e 1890, chegando, inclusive, a
ser exportado para a Europa. Com o término da
escravidão, na segunda metade do século XIX, a
cultura do café tornou-se inviavél e foi abandonada.
A Ilha Grande entrou em um período de decadência.
No mesmo período, ocorreu o fim da “Invencível
Armada” Lusitana. Desse fato resultou a
intensificação do contrabando do Pau-Brasil e
muitos outros tipos de contrabando. No século XIX,
D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado
pela sua beleza e tranqüilidade.Resolveu adquirir a
Fazenda do Holandês (hoje, Vila do Abraão) e a de
Dois Rios. Na Fazenda do Holandês foi construído o
Lazareto, que serviu de centro de triagem e
quarentena para os passageiros enfermos que
chegavam ao Brasil (mais especificamente nos
casos de cólera) chegando a atender mais de quatro
mil embarcações durante seus 28 anos de
funcionamento. A água para abastecer o Lazareto foi
desviada do Córrego do Abraão, sendo para tanto
construída uma barragem e o Aqueduto, um dos
monumentos de maior importância histórica da Ilha
Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o
banco de pedra, denominado “Banco de D. Pedro”,
utilizado pelo Imperador para descanso.Em 1903 foi
criada a Colônia Correcional de Dois Rios. Por outro
lado, o Lazareto foi desativado, passando a
funcionar como presídio político. No final da
Revolução Constitucionalista de 1932, seus internos
passaram para a Colônia Correcional de Dois Rios.
Posteriormente o Lazareto chegou a ser demolido,
perdendo assim, a Ilha Grande, o seu mais
importante patrimônio histórico e cultural. Em 1940
foi construído em Dois Rios o Instituto Penal
Cândido Mendes, com capacidade para mil presos
de alta periculosidade. À convivência dos presos
políticos do regime militar com os presos comuns,
dentro dos muros do presídio, é atribuida uma das
origens do chamado “crime organizado”, pontuando
com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de
helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia
nacional e internacional; a presença do presídio vem
notorizar a Ilha Grande, por aspectos
diametralmente opostos à sua beleza natural e
importante significação histórica. No ano de 1994, o
Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do
Governador Leonel Brizola, faz a demolição da
maior parte das dependências do presídio. Com a
decadência da agricultura, inicia-se a regeneração
de capoeiras nas áreas abandonadas e etapas
superiores de sucessãovegetal.Hoje a atividade
pesqueira veio substituir a agricultura decadente, e
teve inicio na década de 30 do século XX, com a
salga de peixe. Na década de 50, a pesca chega ao
auge, quando chega a vinte o número de “fábricas
de sardinha” instaladas na Ilha Grande.
Ultimamente, com o declínio da atividade pesqueira,
inicia-se o desenvolvimento do turismo e juntamente
com este, vem aumentando a especulação
imobiliária, visando a instalação de grandes
complexos turísticos e condomínios fechados para
veranistas, a Ilha Grande resiste.* Uma revisão
histórica, anunciada pelo almirante Max Justo
Guedes na “Conferência dos 500 anos” de Angra
dos Reis, promovida pela prefeitura em 2002, trouxe
à luz a oficialidade sobre o nome do verdadeiro
descobridor: o navegante Gonçalo CoelhoAntes
deste tratado o navegante André Gonçalves foi por
muitos anos considerado o descobridor da Ilha
Grande.
Esta revisão foi feita com base na fonte: “Tratado
Descritivo do Brasil”, de Gabriel Soares de
Souza.Bibliografia:Apontamentos para a história do
Rio de Janeiro, Angra dos Reis e
Ilha Grande.CarlEgbert Hansen Vieira de Mello.

Angrenses Ilustres
>Lopes Trovão
POSTADO EM 15/02/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

José Lopes da Silva Trovão ou simplesmente Lopes


Trovão nasceu em Angra dos Reis, em 23 de março
de 1848 .
Filho de José Maria dos Reis Lopes Trovão e Maria
Jacinta Lopes Trovão, formou-se em Medicina pela
Faculdade do Rio de Janeiro, foi diplomata e
deputado federal entre 1891 e 1894 e,
posteriomente, senador da República entre 1895 e
1902.
Foi um dos propagandistas republicanos mais ativos,
e ardente abolicionista, atacando a estrutura do
Império do Brasil até sua queda, em 1889, sendo um
dos signtários do Manifesto Republicano de 1870.
faleceu no Rio de Janeiro em 1925.
Em sua homenagem a Prefeitura de Angra deu seu
nome a uma praça na cidade.
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marcada Lopes Trovão.
>Raul Pompéia
POSTADO EM 15/02/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Raul de Ávila Pompéia,
jornalista, contista, cronista, novelista e romancista,
nasceu em Jacuecanga, Angra dos Reis, RJ, em 12
de abril de 1863, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,
em 25 de dezembro de 1895. É o patrono da
Cadeira n. 33, por escolha do fundador Domício da
Gama.
Era filho de Antônio de Ávila Pompéia, homem de
recursos e advogado, e de Rosa Teixeira Pompéia.
Transferiu-se cedo, com a família, para a Corte e foi
internado no Colégio Abílio, dirigido pelo educador
Abílio César Borges, o barão de Macaúbas,
estabelecimento de ensino que adquirira grande
nomeada. Passando do ambiente familiar austero e
fechado para a vida no internato, recebeu Raul
Pompéia um choque profundo no contato com
estranhos. Logo se distingue como aluno aplicado,
com o gosto dos estudos e leituras, bom desenhista
e caricaturista, que redigia e ilustrava do próprio
punho o jornalzinho O Archote. Em 1879, transferiu-
se para o Colégio Pedro II, para fazer os
preparatórios, e onde se projetou como orador e
publicou o seu primeiro livro, Uma tragédia no
Amazonas (1880).
Em 1881 começou o curso de Direito em São Paulo,
entrando em contato com o ambiente literário e as
idéias reformistas da época. Engajou-se nas
campanhas abolicionista e republicana, tanto nas
atividades acadêmicas como na imprensa. Tornou-
se amigo de Luís Gama, o famoso abolicionista.
Escreveu em jornais de São Paulo e do Rio de
Janeiro, freqüentemente sob o pseudônimo “Rapp”,
um dentre os muitos que depois adotaria: Pompeu
Stell, Um moço do povo, Y, Niomey e Hygdard, R., ?,
Lauro, Fabricius, Raul D., Raulino Palma. Ainda em
São Paulo publicou, no Jornal do Commercio, as
“Canções sem metro”, poemas em prosa, parte das
quais foi reunida em volume, de edição póstuma.
Também, em folhetins da Gazeta de Notícias,
publicou a novela As jóias da Coroa.
Reprovado no 3o ano (1883), seguiu com 93
acadêmicos para o Recife e ali concluiu o curso de
Direito, mas não exerceu a advocacia. De volta ao
Rio de Janeiro, em 1885, dedicou-se ao jornalismo,
escrevendo crônicas, folhetins, artigos, contos e
participando da vida boêmia das rodas intelectuais.
Nos momentos de folga, escreveu O Ateneu,
“crônica de saudades”, romance de cunho
autobiográfico, narrado em primeira pessoa,
contando o drama de um menino que, arrancado ao
lar, é colocado num internato da época. Publicou-o
em 1888, primeiro em folhetins, na Gazeta de
Notícias, e, logo a seguir, em livro, que o consagra
definitivamente como escritor.
Decretada a abolição, em que se empenhara,
passou a dedicar-se à campanha favorável à
implantação da República. Em 1889, colaborou em
A Rua, de Pardal Mallet, e no Jornal do Commercio.
Proclamada a República, foi nomeado professor de
mitologia da Escola de Belas Artes e, logo a seguir,
diretor da Biblioteca Nacional. No jornalismo,
revelou-se um florianista exaltado, em oposição a
intelectuais do seu grupo, como Pardal Mallet e
Olavo Bilac. Numa das discussões, surgiu um duelo
entre Bilac e Pompéia. Combatia o cosmopolitismo,
achando que o militarismo, encarnado por Floriano
Peixoto, constituía a defesa da pátria em perigo.
Referindo-se à luta entre portugueses e ingleses,
desenhou uma de suas melhores charges: “O Brasil
crucificado entre dois ladrões”. Com a morte de
Floriano, em 1895, foi demitido da direção da
Biblioteca Nacional, acusado de desacatar a pessoa
do Presidente no explosivo discurso pronunciado em
seu enterro. Rompido com amigos, caluniado em
artigo de Luís Murat, sentindo-se desdenhado por
toda parte, inclusive dentro do jornal A Notícia, que
não publicara o segundo artigo de sua colaboração,
pôs fim à vida no dia de Natal de 1895.
A posição de Raul Pompéia na literatura brasileira é
controvertida. A princípio a crítica o julgou
pertencente ao Naturalismo, mas as qualidades
artísticas presentes em sua obra fazem-no
aproximar-se do Simbolismo, ficando a sua arte
como a expressão típica, na literatura brasileira, do
estilo impressionista.
Obras: Uma tragédia no Amazonas, novela (1880);
As jóias da coroa, novela (1882); Canções sem
metro, poemas em prosa (1883); O Ateneu, romance
(1888). A obra completa de Raul Pompéia está
reunida em Obras, org. de Afrânio Coutinho, 10 vols.
(1981-1984).
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>Brasil dos Reis
POSTADO EM 11/02/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Benedito dos Reis Vargas,


nasceu em Angra dos Reis, em 4 de maio de 1895.
Foi um autodidata, que por sua extrema dedicação à
cultura, tornou-se o poeta-maior de sua terra. Em
1916 acrescentou ao seu nome as palavras
“Angrense” e “Brasil”, e passou a chamar-se
Benedito Angrense Brasil dos Reis Vargas.
Posteriormente adotou o pseudônimo de Brasil dos
Reis.
De 1917 a 1922 escreveu para 11 jornais; do Rio de
Janeiro, Angra, Paraty e Juiz de Fora, entre outros.
Lançou os jornais: “O Prélio”, em Paraty, e “O
Litoral”, na Região Sul Fluminense.
Em 1973, junto ao historiador Alípio Mendes, fundou
o Ateneu Angrense de Letras e Artes. Faleceu no dia
22 de Abril de 1975, aos 80 anos de idade.
Fonte: Dados extraídos do Livro “Lugares Comuns”,
com contribuição do Acadêmico do Ateneu Angrense
de Letras e Artes, Sebastião Isidro de Araújo).
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>Alípio Mendes
POSTADO EM 11/02/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Comendador Alípio Mendes


Francimar Pinheiro
(do Ateneu Angrense de Letras e Artes)
O Comendador Alípio Mendes, como ele gostava de
ser conhecido, nasceu em Angra dos Reis, em 09 de
setembro de 1921. Era filho do Sr. Ostiano Mendes
e de Dona Eurídice de Oliveira Mendes. Seu bisavó
materno era Inácio During, agricultor, serralheiro e
inventor, morador da Freguesia de Nossa Senhora
do Rosário de Mambucaba, atualmente conhecida
como Vila Histórica de Mambucaba.
Alípio fez de tudo um pouco, de vendedor de doces
a telegrafista; de Serventuário da Justiça, função na
qual se aposentou, a pesquisador e historiador,
passando pela de jornalista. Na verdade foi um
autodidata.
Nasceu com Angra no coração, adquiriu vários
documentos importantes e anotou todas as
informações possíveis que testemunharam a história
de seu torrão natal. Foi presença marcante em
muitos congressos, simpósios e encontros onde
podia aprimorar seus conhecimentos, dar sua
contribuição cultural e mostrar Angra dos Reis a
todas as pessoas.
Foi uma pessoa simples, generosa, tenaz e
competente. Nunca deixou de dar atenção a quem o
procurava na cidade em busca de informações sobre
o município. Tinha um carinho muito grande com os
artistas, escritores e poetas angrenses,
principalmente com Honório Lima e Brasil dos Reis.
Publicou vários trabalhos contando detalhes da
história angrense, entre eles destacamos:
O velho convento – seu primeiro livro, publicado em
1967;
Ouro, incenso e mirra – publicado em 1970;
Poetas da minha terra – publicado em 1971;
A Santa Casa de Angra – publicado em 1972;
Os barões de Angra – publicado em 1978;
O Convento de N. S. do Carmo da Ilha Grande –
publicado em 1980;
A Igreja Matriz de N. S. da Conceição de Angra dos
Reis – publicado em 1986.
Não publicou um livro com a história de Angra, mas
deixou subsídios para que outros pesquisadores o
fizessem.
Ainda fez mais pela cultura angrense, fundou em 20
de abril de 1973, junto com alguns amigos, o Ateneu
Angrense de Letras e Artes. O Ateneu funciona
atualmente em uma sala na Casa de Cultura Brasil
dos Reis. Foi seu presidente por vários anos e fazia
questão de redigir a Revista do Ateneu. Na edição
de dezembro de 1992, escreveu um artigo sobre as
usinas nucleares, intitulado “A USINA ATÔMICA
‘ANGRA II’ EXIGE UMA DEFINIÇÃO”. Sob sua
direção a revista foi publicada durante dez anos.
Criou, no governo de José Luiz Ribeiro Reseck, o
Conselho Municipal de Cultura, do qual foi
presidente. Neste período ajudou a publicar várias
obras importantes para a nossa história, promover
conferências, exposições e concursos literários.
Fez parte de várias ordens religiosas, como a
Venerável Ordem Terceira do Carmo de Angra dos
Reis.
Foi proprietário do Jornal “A Gazeta de Angra”.
Também foi membro do Instituto de Geografia e
História Militar do Brasil; do Instituto Histórico e
Geográfico Brasileiro e da Academia Fluminense de
Letras.
No dia 3 de outubro de 1997, concedeu sua última
entrevista ao poeta e escritor Antônio Roberto de
Carvalho, publicada na edição de dezembro de 1997
da Revista do Ateneu. Já estava debilitado e com
deficiência de visão, mas não perdia o entusiasmo
ao falar sobre o futuro da cultura em Angra.
Não é possível conhecer Angra, sem lembrar-se das
lições de Alípio. Como bem disseram os Mestres em
história Cybelle de Ipanema e Marcello de Ipanema:
“— Angra e Alípio se confundem. Cremos que
poucas pessoas fizeram por seu município tanto
quanto ele.”
Em 6 de janeiro de 1998, Comemorávamos
quatrocentos e noventa e seis anos da passagem da
esquadra de Gonçalo Coelho por nossa angra dos
Reis.
Nesta data, aos 76 anos, Alípio Mendes faleceu. Por
tudo que fez para Angra, talvez tenha recebido um
presente de Deus.
Esta publicação foi postada em Angrenses Ilustres e
marcada Alípio Mendes.

Centro de Informações Turísticas


Centro de Informações Turísticas
POSTADO EM 17/02/2011 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

Recepção com atendimento bilíngüe, informações


sobre: agências de turismo náutico, locadora de
autos, aluguel de barcos, agência de câmbio,
marinas, hospedagens, etc…
Centro de Informações Turísticas – Praia do Anil

Endereço:
Avenida Ayrton Senna, nº 580, Praia do Anil
Telefones: (24) 3367-7826/3367-7855
Funcionamento: Diariamente: 8h as 20h.

Centro de Informações Turisticas – Santa Luzia


Endereço:
Cais de Santa Luzia, Centro
Telefones: (24) 3365-6421
Funcionamento: Diariamente: 7h as 19h.
Centro de Informações Turisticas –
Rodoviária
Endereço:
Avenida Almirante Jair Carneiro Toscano de Brito,
110 – Praia da Chácara
Telefones: (24) 9966-9002
Funcionamento: Diariamente: 7h as 19h.

Clubes e Marinas
>Clubes e Marinas
POSTADO EM 06/09/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> MARINA PORTO


FRADE
Rodovia Rio Santos, Km 512 – Condomínio Porto
Frade, Angra dos Reis
Tel: (24) 3369-0431 / 3369-0338
http://www.marinaportofrade.com.br/
MARINA HOTEL PORTOBELLO
Rodovia Rio-Santos, Km 434 – Mangaratiba
Tel: 0800-282 0868/(21) 2789-8016
www.portotel.com.br/hotel/pt-br/marina.asp
MARINA DO PIRATA´S
Estrada Municipal 200 – Praia do Jardim, Angra dos
Reis
Tel: (24) 3365-4089
http://www.marinapiratas.com.br/
MARINA DA VEROLME
Rodovia Rio-Santos Km 469 – Jacuecanga, Angra
dos Reis
Tel: (24) 3421-4090/3361-3101
http://www.brmarinas.com.br/
IATE CLUBE RIO DE JANEIRO
Estrada do Contorno, 2001 – Praia Grande, Angra
dos Reis
Tel: (24) 3365-0840/3365-5199
http://www.icrj.com.br/
IATE CLUBE ANGRA DOS REIS
Rodovia Rio Santos, Km 102 – Pontal, Angra dos
Reis
Tel: (24) 3377-0279/3377-0097/(21) 2263-6426
http://www.icar.com.br/
IATE CLUBE AQUIDABÃ
Av. Airton Senna, 213 – Praia do Anil, Angra dos
Reis
Tel: (24) 3365-1343/33651870
http://www.iateclubeaquidaba.com.br/
MARINA CLUBE
Estrada do Marinas,s/n – Marinas, Angra dos Reis
Tel: (24) 3365-2349
http://www.armclube.com.br/
PORTO MARBELLA
Rodovia Rio- Santos, Km 103, Angra dos Reis
Tel: (24) 3365-1023
PORTO GALO
Rodovia Rio-Santos BR 101, KM 457 – Fazenda de
Itapinhoacanga – Angra dos Reis
Tel: (24) 3361- 4343/ 0800 282-4343
PORTO MARINA BRACUHY
Rodovia Rio-Santos, Km 500,5 – Porto Bracuhy,
Angra dos Reis
Tel: (24) 3363-1166/3421-1942/(21)2516-9769
http://www.bracuhy.com.br/
PORTO ITANEMA
Rodovia Rio-Santos, Km 111, Angra dos Reis
Tel: (24) 3365-1128
IATE CLUBE DE SANTOS
Rua Projetada, 01 – Porto Frade, Angra dos Reis
Tel:(24) 3369-0100
http://www.icsantos.com.br/
IATE CLUBE BELA VISTA
Av. Cornélis Verolme, 578 – Jacuecanga, Angra dos
Reis
Tel: (24) 3361-1784/3361-2355
http://www.marinabelavista.com/
MARINA CANALMAR
Rua Visconde de Cabo Frio, 251 – Jacuecanga,
Angra dos Reis
Tel: (24) 3361-3271
CLUBE MARINA PORTO RIBEIRA
Rua Ilha dos Coqueiros 41 – Praia da Ribeira, Angra
dos Reis
Tel: (24) 3377-4340
PORTO MARINA 1
BR-101- Rodovia Governador Mário Covas, Km 489
– Pontal, Angra dos Reis
Tel: (24) 3367-0050 3367-0055
http://www.portomarina1.com.br/

Corredor Turístico da BR-101 sentido RJ


Corredor turístico da BR-101 sentido RJ
POSTADO EM 27/02/2011 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

O trecho da BR – 101 no sentido Rio de Janeiro.


Tem seu início no centro de Angra e vai até a Praia
de Garatucaia, já na divisa com o município de
Mangaratiba.
As principais praias são:
Praia do Camorim
Localização: 8 km do centro de Angra
Acesso: Rodovia Rio-Santos km 477
Frequência: movimentada
Estrutura: bares, quiosques e restaurantes
Descrição: Fica a apenas oito quilômetros do Centro
de Angra, no bairro que recebe o mesmo nome.
Para chegar pegue o acesso no km 477 da Rio-
Santos.
Praia do Machado
Localização: 10,9 km do centro de Angra
Acesso: Rodovia Rio-Santos km 475
Frequência: muito movimentada
Estrutura: bares, quiosques, restaurantes e
pousadas
Descrição: Ponto de partida para diversos passeios
pelas baías de Angra e da Ilha grande.
Praia da Verolme
Localização: 12 km do centro de Angra
Acesso: Rodovia Rio-Santos km 473, próxima ao
Estaleiro Verolme
Frequência: muito movimentada
Estrutura: bares, quiosques e Iate Clube
Descrição: Localiza-se próxima ao km 473 da
rodovia Rio-Santos, através do Estaleiro Verolme.
Entra-se próximo ao posto da Polícia Rodoviária
Federal. Fica a 12 km do Centro de Angra.
Praia de Garatucaia
Localização: 28 km do centro de Angra
Acesso: condomínios particulares
Frequência: muito movimentada
Estrutura: bares, quiosques
Descrição: Garatucaia, distrito de Angra que faz
divisa com o município de Mangaratiba, está a 28
Km do Centro de Angra. É uma praia muito
procurada por surfistas, ávidos pelas suas águas
agitadas, a Praia de Garatucaia é rodeada por
condomínios particulares e casas de veraneio.
Não deixe de visitar também neste mesmo trecho as
praias da Ponta Leste, veja o post em categorias ai
ao lado.

Corredor Turístico da BR-101 Sentido Santos


Corredor Turístico da Ponta Sul
POSTADO EM 25/02/2011 ATUALIZADO
EM 07/12/2015

Trecho da BR 101 no sentido Rio-Santos. Tem seu


início no centro de Angra indo até a divisa de Paraty.
As principais praias são:
Praia do Bracuhy
Localização: 24 km do centro de Angra
Acesso: pelo condomínio Bracuhy
Frequência: movimentada
Estrutura: marina
Descrição: A 24 km do Centro de Angra, fica dentro
do condomínio de mesmo nome, localiza-se no Km
504 da rodovia Rio Santos. Ótima estrutura para
quem possui embarcações, com marina.
Praia do Frade
Localização: 33 km do centro de Angra
Acesso: Hotel do Frade
Frequência: pouco movimentada (entrada restrita)
Estrutura: hotel, marina
Descrição: Fica no km 513 da BR- 101, a 33 km do
Centro da Cidade, e conta com boa infra-estrutura
hoteleira.
Praia da Piraquara
Localização: 37 km do centro de Angra
Acesso: vila da Praia Brava
Frequência: pouco freqüentada
Descrição: 37 km do Centro de Angra, seus costões
próximo a vila de Praia Brava são ótimos pontos
para quem curte pescaria.
Praia Brava
Localização: 44 km (km 524 da Rio-Santos) do
centro de Angra
Acesso: através da vila residencial de praia brava
Frequência: muito movimentada
Estrututa: agência bancária, hospital,
estacionamento, sorveterias, bares, restaurantes,
clubes e supermercado.
Descrição: Belas e enormes amendoeiras fazem as
vezes de sombreiro, para quem quer apenas sentir a
brisa do mar, após se esbaldar com as ondas na
prática do surfe. Com grande extensão de areia, a
praia é uma das poucas propícias ao esporte. Para
chegar, entra-se na vila residencial da Eletronuclear
, com a devida autorização na portaria. O local
possui boa estrutura, Fica a 44 km do Centro da
Cidade.
Praia de Mambucaba
Localização: 50 km do centro de Angra, na Vila
Histórica de Mambucaba
Acesso: Rodovia Rio-Santos km 143
Frequência: muito movimentada no verão
Estrutura: pousadas, bares, quiosques e
restaurantes.
Descrição: praia de águas tranqüilas e
areia fina.Com grande extensão, a Praia de
Mambucaba, a 50 km do Centro da Cidade, é super
procurada durante o verão, fins-de-semana e
feriados. Outra atração do local é a igreja de Ns do
Rosário construida em 1834.
Neste mesmo trecho da Rio-Santos estão
localizadas as praias, Vermelha, Prainha, São
Gonçalo e São Gonçalinho .

Corredor Turístico da Estrada do Contorno


Corredor Turístico da Estrada do Contorno
POSTADO EM 20/02/2011 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
A bonita estrada, encravada na mata atlântica serve
de acesso a várias praias em Angra. O Trecho, bem
sinuoso e estreito, tem cerca de 18km de extensão e
começa no Colégio Naval, no centro da cidade,
seguindo até os hotéis Angra Inn, Vila Galé e
Pestana.
As principais praias são:
Praia do Bonfim
Localização: 2,5 km do centro de Angra
Acesso: Fica em frente a Ermida do Bonfim, para
onde se pode ir nadando. Para chegar a Ermida a
nado, o melhor ponto de partida é a Praia das
Gordas.
Frequência: movimentada
Estrutura: restaurantes, pousadas
Descrição: Mar calmo e a 2,5 km do Centro da
Cidade e próximo ao Colégio Naval. Muito procurada
para prática de futebol ou vôlei de praia. Fica em
frente a Ermida do Bonfim, para onde se pode ir
nadando, mas requer bom condicionamento físico.
Para chegar a Ermida a nado, o melhor ponto de
partida é a Praia das Gordas. Tem como estrutura
apenas um restaurante e está próxima ao
Condomínio do Corsário.
Praia das Gordas
Localização: 3 km do centro de Angra
Acesso: praticamente continuação da Praia do
Bonfim
Frequência: movimentada durante ao verão
Estrutura: apenas um restaurante
Descrição: Tranqüila, é praticamente continuação da
Praia do Bonfim, a 3 km do Centro da Cidade.
Quando a maré sobe, por ter apenas uma estreita
faixa de areia, a praia desaparece. Poderia ser
apelidada da “praia das mamães”, pois tem muitas
árvores que proporcionam sombra aos pequenos.
Praia Grande
Localização: 3,6 km (Enseada do Contorno / BR-
101, Km 92) do centro de Angra
Acesso: Estrada do Contorno
Frequência: muito movimentada
Estrutura: muitos bares e quiosques/
estacionamentos gratuitos e pagos
Descrição: A 3,6 km do Centro da Cidade, é uma
loucura, no bom sentido, para os jovens durante os
meses de verão. Nesta época, a música ao vivo é a
trilha sonora perfeita para a paquera que rola solta.
Possui muitos quiosques ao longo de sua extensão,
com petiscos dos mais variados e a imprescindível
cervejinha gelada. Possui estacionamentos gratuitos
e pagos. No final da praia fica o Hotel Angra Inn.
Praia da Vila Velha
Localização: 5,5 km do centro de Angra
Acesso: trajeto Centro- Vila Velha
Frequência: quase deserta
Descrição: Localizada no primeiro povoado de Angra
e na rota dos ônibus que fazem o trajeto Centro- Vila
Velha, fica a 5,5 km do Centro da Cidade. Apesar de
bela o acesso é restrito aos condomínios fechados.
Reduto de lendas, a praia já abrigou a aldeia
indígena de Cunhambebe. Ali nasceu a primeira vila
de Angra dos Reis.
Praia da Figueira
Localização: 6,5 km do centro de Angra
Acesso: por condomínios fechados ou trilhas
Frequência: quase deserta
Descrição: A 6,5 Km do centro, é cercada por
condomínios fechados. Uma enorme figueira, que dá
o nome à praia, emoldura o cenário de águas claras
e limpas. Não possui estacionamento pago para
veículos.
Praia do Tanguá
Localização: 7 km do centro de Angra
Acesso: através de um hotel
Frequência: pouco movimentada
Descrição: A antiga Fazenda Tanguá, pintada de
vermelho, com janelas brancas em estilo colonial e
seu jardim florido, já fizeram parte da paisagem
desta extensa praia, que fica a 7km do Centro da
Cidade. Hoje, é cenário para um hotel 5 estrelas.
Praia do Lagarto
Localização: 7,2 km do centro de Angra
Frequência: quase deserta
Descrição: A 7,2 km do Centro da Cidade, já foi
“point” para quem gosta de acampar. Hoje, com a
proibição da atividade, a praia está praticamente
deserta e tem um mar deliciosamente calmo. No
passado havia uma fonte de água doce no local, por
isso é conhecida também como Praia da Bica.
Praia da Gruta
Localização: 7,4 km do centro de Angra
Acesso: através de trilha na mata, a partir da
Estrada do Contorno
Frequência: quase deserta
Descrição: Depois de percorrer uma pequena trilha
na mata, a partir da Estrada do Contorno, chega-se
a uma estreita faixa de areia repleta de rochas que
formam pequenas grutas. A 7,4 km do Centro, é
pertinho das Praias do Tanguazinho e da praia
conhecida como “do top-less”.
Praia do Tanguazinho
Localização: 7,7 Km do centro de Angra
Acesso: através de pequena trilha na mata
Frequência: quase deserta
Descrição: A 7,7 Km do centro da cidade, está entre
as mais belas da Estrada do Contorno. O acesso é
um pouco difícil, através de pequena trilha na mata e
não oferece nenhuma infra-estrutura. Mas o esforço
é compensador: uma deslumbrante paisagem, de
águas transparentes e areias brancas, descortinará
diante dos seus olhos. Lembre-se de recolher todo o
lixo que produzir, pois não existe serviço de coleta
no local
Praia da Ribeira
Localização: 12 km (km 94 da BR-101, entrando na
Estrada do Contorno até o km 4) do centro de Angra
Acesso: através de trilha a partir da Estrada do
Contorno
Frequência: movimentada
Estrutura: quiosques e bares
Descrição: A igrejinha da Ribeira dá as boas vindas
para aqueles que chegam. Areias brancas e águas
transparentes é outra atração. Para esquecer a
palavra estresse, nada melhor do que servir-se nos
quiosques e barzinhos com opções deliciosas de
petiscos e água de côco gelada, nesta praia a 12 km
do Centro de Angra. No canto do cais, pedras
formam uma piscina natural. O estacionamento fica
na Estrada do Contorno.
Praia do Retiro
Localização: 13,5 km do centro de Angra
Descrição: É onde recomeça o calçamento após o
trecho de terra que liga o Centro da cidade a Vila
Velha.
Praia da Enseada
Localização: 14,6 km do centro de Angra
Acesso: pela Estrada do Contorno no sentido Angra
-Vila Velha. Se quiser chegar mais rápido, pegue a
Estrada Angra – Getulândia, siga o trevo da
Enseada pela estrada do contorno.
Frequência: pouco movimentada
Descrição: Logo no percurso é possível se
deslumbrar com a paisagem que se descortina. O
pôr-do-sol ali é famoso pela beleza. A paisagem da
praia tem como coadjuvante o Pico do Frade. Como
fica próxima ao maior manguezal da Baía da Ribeira,
o banho não é recomendado, porque o fundo é
coberto de lama escura. Se quiser curtir sem pressa
o que a natureza tem de melhor, siga pela Estrada
do Contorno no sentido Angra-Vila Velha. Se quiser
chegar mais rápido, pegue a Estrada Angra-
Getulândia, siga o trevo da Enseada pela Estrada do
Contorno. Fica a 14,6 km do Centro da Cidade.

Corredor Turístico da Ponta Leste


Corredor Turístico da Ponta Leste
POSTADO EM 20/02/2011 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
A Estrada da Ponta Leste, tem pouco mais de 10km
de extensão, seu inicio se dá pela Rio-Santos, na
entrada da vila da Petrobras no sentido Rio de
Janeiro. Possui muitas praias, pousadas e casas de
veraneio.
As principais praias são:
Praia das Éguas
Localização: 16 km do centro de Angra
Acesso: através do Km 417 da Rodovia Rio-Santos.
Frequência: movimentada
Estrutura: quiosques e bares
Descrição: A 16 km do Centro de Angra, próxima ao
clube náutico e pertinho da estrada, a Praia das
Éguas é muito freqüentada por moradores e turistas.
Praia da Monsuaba
Localização: 17,9 km do centro de Angra
Acesso: através do Km 417 da Rodovia Rio-Santos.
Frequência: movimentada
Estrutura: bares e campo de futebol
Descrição: Pelo trevo da Petrobrás, no Km 470 da
rodovia Rio Santos, e seguindo pela estrada Ponta
leste por 6 km, chega-se a Praia de Monsuaba, a
17,9 km do Centro de Angra. Não é recomendada
para banhos, mas tem campo de futebol muito
freqüentado.
Praia do Paraíso
Localização: 19,6 km do centro de Angra
Acesso: através do Km 470 da Rodovia Rio-Santos.
Frequência: movimentada
Estrutura: quiosques, bares, pousadas e
estacionamentos
Descrição: O que não faltam ali são opções de
hospedagem, além de belas residências. É uma das
praias mais longas da Ponta Leste, a 19,3 km do
Centro e que se inicia no km 470 da rodovia Rio
Santos.
Praia da Tartaruga
Localização: 20,8km do centro de Angra
Acesso: através do Km 472 da Rodovia Rio-Santos,
por um condomínio fechado
Frequência: quase deserta
Estrutura: quiosques e bares
Descrição: Fica a 20,8 km do Centro da Cidade. Por
estar cercada por um condomínio fechado, não é
muito procurada por turistas.
Praia da Baleia
Localização: 21,1km do centro de Angra
Acesso: através do Km 472 da Rodovia Rio-Santos,
por um condomínio fechado
Frequência: quase deserta
Descrição: A Praia da Baleia é como uma enorme
piscina natural. Ideal para quem vai com crianças, é
quase selvagem, de areias brancas e águas
cristalinas, fica um pouco antes da Praia da Biscaia.
Como não possui infra-estrutura, o ideal é levar
lanches e bebidas. Próximo à Praia da Biscaia e a
21,1 km do Centro de Angra, tem estacionamento
para veículos.
Praia da Biscaia
Localização: 21,8km do centro de Angra
Acesso: através do trevo da Petrobrás, pela Estrada
Ponta Leste
Frequência: muito movimentada
Estrutura: quiosques, bares e pousadas
Descrição: Chega-se através do trevo da Petrobrás,
seguindo a Estrada Ponta Leste, é a praia que atrai
maior número de visitantes durante a alta
temporada. É uma das preferidas pelas crianças,
pois tem areia branca, águas limpas e com pouca
profundidade. Oferece boa estrutura com bares
e pousadas.
Praia do Leme
Localização: 24,9 km do centro de Angra
Acesso: Após a praia da biscaia, através de uma
escadaria , próximo ao terminal da Petrobrás
Frequência: pouco freqüentada
Estrutura: alguns quiosques
Descrição: Descendo uma escadaria de concreto,
perto do terminal da Petrobrás, chega-se à Praia do
Leme. É a última da Ponta Leste e não tem grande
atrativos. Localiza-se a 24,9 km do Centro de Angra.
Praia de Maciéis
Localização: 31 km do centro de Angra
Acesso: siga à esquerda próximo ao monumento do
náufragos do Aquidabã e siga de carro até bem
perto da praia.
Frequência: pouco freqüentada
Estrutura: um restaurante
Descrição: É um paraíso de tranqüilidade a 31 km do
Centro da Cidade. Distante da Estrada da Ponta
Leste, vale a pena desfrutar. Para chegar siga à
esquerda próximo ao monumento do Náufragos do
Aquidabã. De lá consegue-se ir de carro até bem
perto da praia. Há um restaurante que cobra R$ 5
pelo estacionamento. Para quem curte uma
caminhada a pedida é seguir pela trilha a partir do
final da Estrada Ponta Leste por aproximadamente 1
hora e meia até a praia.
Praia do Coqueiro
Localização: 32 km do centro de Angra
Acesso: através de trilha a partir da Praia dos
Maciéis
Frequência: quase selvagem
Descrição: Com vista para a Ilha Grande, esta
pequenina praia tem mar agitado e possui ruínas do
que seria a estrada de ferro litorânea Rio – São
Paulo. Chega-se através de trilha a partir da Praia
dos Maciéis.
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Esta publicação foi postada em Corredor Turístico
da Ponta Leste e marcada Praia da Baleia, Praia da
Biscaia, Praia da Monsuaba, Praia da
Tartaruga, Praia das Éguas, Praia de Maciéis, Praia
do Coqueiro, Praia do Leme, Praia do
Paraíso, Praias.

Enseada das Estrelas


Enseada das Estrelas
POSTADO EM 09/01/2012 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

Enseada das Estrelas com seu Saco do Céu, foi


assim batizada , não por conta de algum evento
astrológico acontecido ali, mas sim pela quantidade
de estrelas do mar que decoram o fundo raso de
águas claras, que banham uma orla verde cortada
de lindas praias.

Quem navega ao longo da Enseada das Estrelas


não percebe que o contorno sinuoso das montanhas
que formam a enseada é interrompido em uma de
suas partes para tornar-se entrada do Saco do Céu,
uma enorme e calma enseada.
Por conta deste acidente geográfico, piratas usaram
a enseada para esconder seus navios e partir para
ataques surpresa a esquadras portuguesas
carregadas do ouro das Minas Gerais, cuja rota
passavam pela baía da Ilha Grande.
>Festa Internacional de Teatro de Angra dos
Reis (FITA)
POSTADO EM 02/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Surgiu em 2004 através de uma


parceria entre a P.M.A.R e o Jornal Maré Alta com a
intenção de aproximar do Teatro os turistas e
moradores de Angra dos Reis.
A cada ano que passa, a FITA vem ganhando mais
respeito e confiança junto a classe cultural. Um
amadurecimento reconhecido pela imprensa
especializada, pelos patrocinadores e pelos grandes
nomes da classe artística nacional. Grandes nomes
do teatro e da tv brasileira já passaram pela FITA, a
diva do teatro; Bibi Ferreira, o dramaturgo espanhol
Fernando Arrabal, Osmar Prado, Susana Vieira,
Jonas Bloch, Maria Padilha, Adriana Esteves,
Marcos Palmeira, Roberto Bomtempo, Gutti Fraga,
Marcelo Faria, Carol Castro, Drica Moraes, Débora
Falabella e tantos outros que consagraram Angra
dos Reis como a cidade do teatro.
Para esta próxima edição são esperadas grandes
produções teatrais que normalmente só ficam em
cartaz no eixo Rio-São Paulo, são esperadas cerca
de 80 mil pessoas ao evento entre turista,
moradores e artistas. A cidade passa a respirar uma
atmosfera cultural, envolvendo públicos de todas as
idades e preferências. Uma oportunidade única para
os moradores de Angra e uma excelente
oportunidade para incrementar o setor turístico em
nossa cidade. Maiores informações sobre as
atrações e toda a programação podem ser obtidas
através do site: www.fita.art.br .
Esta publicação foi postada em Eventos Culturais e
marcada FITA.

>Festival de Música da Ilha Grande


POSTADO EM 02/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> O Festival surgiu em


1996 com a intenção de abrir espaço aos
compositores e intérpretes da música popular
brasileira de todos os gêneros e incentivar o
interesse da população pela música como fonte de
cultura e lazer, promover intercâmbio cultural com os
mais variados profissionais e gêneros musicais do
país, revelar novos talentos e divulgar o universo
ecológico da Ilha Grande e as demais belezas de
nossa cidade.
O evento tem sua fase eliminatória realizada em
Angra.
E a grande final com as músicas selecionadas é
realizada na Vila do Abraão na Ilha Grande.

Gruta do Acaiá
Gruta do Acaiá
POSTADO EM 10/05/2011 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

localizada na parte sul da Ilha, na Ponta do Acaiá,


em uma propriedade particular, onde é possível
visitá-la pagando uma pequena quantia em dinheiro.
É uma caverna na encosta do morro que se
aprofunda com acesso difícil até um “salão
subterrâneo” (cerca de 30 m de largura e uma altura
média de 1 m), e continua mar adentro por um túnel
submarino que leva à saída, na superfície da água.
Muito procurada por profissionais da
prática de mergulho. Esconde em seu interior um
espetáculo de luz e cor inigualável. Para assistir ao
show da Gruta, é necessário ter disposição e um
pouquinho de coragem, mas vale o esforço porque a
sensação de estar dentro desta caverna é ótima,
pois a luz do sol chega através da água do mar que
invade a gruta, formando um pequeno lago de luz.
Este tipo de fenômeno é causado pela luz do sol que
atinge a areia do fundo do mar e ela se reflete em
uma falha geológica, iluminando a água que forma o
pequeno lago no interior da gruta. A gruta é formada
por duas placas de granito apoiadas em outras
rochas menores, que deixa entre elas uma fenda
que permite a passagem de ar e desce até abaixo
do nível do mar, permitindo a entrada das águas. A
costeira onde está localizada a gruta é praticamente
um cais natural, onde, com algum cuidado, devido à
correnteza constante do quadrante sul que agita um
pouco o mar, qualquer embarcação pode se
aproximar e fazer o desembarque. Numa primeira
visão, a entrada da Gruta do Acaiá é um pouco
assustadora, mas não oferece nenhum perigo. Uma
escada rústica, mas segura, conduz até a entrada da
fenda. Logo na entrada, o estreitamento da fenda
obriga agacharmos para penetrar no salão principal
da gruta. A escuridão é total neste ponto da gruta e
ter uma lanterna é fundamental. Depois da
passagem estreita, a gruta se abre em um grande
salão úmido e frio, que refresca e ameniza o esforço
em alcançá-la. Todos ficam extasiados com o
espetáculo de luz que atrai para o pequeno lago no
fundo da gruta. As luzes, a escuridão, a umidade e o
som das águas batendo contra as rochas são os
astros deste espetáculo, que longe de ser pavoroso
é simplesmente maravilhoso. Todos que retornam
da gruta se dirigem ao barzinho rústico, próximo à
entrada, para trocar impressões sobre o passeio e
comentar cada detalhe da aventura da descida à
Gruta do Acaiá. Para chegar à gruta, a melhor opção
é ir de barco, mas por uma trilha que parte da Praia
Vermelha também é possível alcançá-la. Se for de
barco, após o desembarque, basta seguir por uma
trilha curta até encontrar um portão de madeira, que
dá acesso a propriedade e a um pequeno rancho de
sapé, onde é possível obter a permissão para visitar
a gruta

Igrejas e Monumentos
>Convento do Carmo
POSTADO EM 17/12/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> A construção da Igreja
teve inicio em 1593, de arquitetura simples colonial
com azulejos portugueses, foi erguida por Frades
Carmelitas que se estabeleceram em Angra dos
Reis. Mantêm o aspecto adquirido em 1623, época
do fim da construção. Abriga as imagens de Nossa
Senhora da Saúde e do Cristo Crucificado. Foi
tombada pelo IPHAN em 1954. Atualmente só a
igreja está em em funcionamento.Conta uma antiga
lenda que existia uma passagem subterrânea que
ligava o Convento do Carmo ao outro importante
convento da cidade, o Convento São Bernardino de
Sena.
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Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Convento do Carmo.
>Convento São Bernardino de Sena
POSTADO EM 06/09/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> O conjunto é formado
pelo convento e pela capela e ocupa um outeiro no
Morro de Santo Antônio, com vista panorâmica da
cidade e do porto. Do convento, inaugurado em
1763, restam apenas as ruínas e o relógio original

do campanário. Já a
capela, também do século XVIII, tem construção
modesta, porém, guarda em seu interior bonitas
imagens policromadas de São Francisco de Assis,
de Nossa Senhora da Conceição, de Santa Ana
Sentada e de Santo Antônio.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Convento São Bernardino.
>Igreja da Lapa – Museu de Arte Sacra
POSTADO EM 06/09/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> A Igreja de Nossa
Senhora da Lapa e da Boa Morte foi construída em

1752. É a única igreja


que conserva a pintura original do retábulo do Altar-
Mor. Atualmente, abriga o Museu de Arte Sacra de
Angra dos Reis, criado em 1992. Tombada pelo
IPHAN em 1954.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Igreja da Lapa, Museu de
Arte Sacra.
>Igreja de Santana – Ilha Grande
POSTADO EM 31/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Igreja construída em
1796 pelo então dono da Fazenda de Santana, o
Major Bento José da Costa, considerado na época
um dos fazendeiros mais prósperos da Ilha Grande.

Em 8 de fevereiro de 1802, por


ordem episcopal, a igreja passou à categoria de
Matriz e, junto com ela, o povoado que passou a se
chamar Freguesia de Santana.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Igreja de Santana, Ilha
Grande.
>Igreja de Santa Luzia
POSTADO EM 31/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Igreja construída por
volta de 1632 por uma confraria de pescadores.
Funcionou como igreja matriz da cidade entre 1632
até 1750, quando foi inaugurada a Igreja Matriz de
Nossa Senhora da Conceição. No século XVII
também serviu aos franciscanos até a finalização do
seu antigo convento em 1659 (ver Convento de São
Bernardino de Sena). Após 1749 a igreja foi
reformada, ganhando o frontão de feição barroco-
rococó e talha dourada no interior em estilo rococó.
Destaca-se no interior a imagem de Santa Luzia no
altar principal.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Igreja de Santa Luzia.
>Igreja Matriz
POSTADO EM 31/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Construção de 1749, com
linhas simples, em estilo barroco. Nela se encontra a
imagem de Nossa Senhora da Conceição, com 1,8
m de altura que foi trazida há mais de trezentos anos
por uma embarcação que fazia uma viagem com
escala em Angra. A nau foi por três vezes impedida
de seguir viagem devido a tempestades que
iniciavam assim que a embarcação saia do Porto,
empurrando-a de volta.

O comandante desistiu
de retirar a Santa da Cidade acreditando ser um
aviso dos céus para o destino de Nossa Senhora.
Ela foi vendida para a Igreja da Matriz e, depois
disso os navegantes conseguiram sair da Cidade e
seguir viagem. É a Igreja mais rica do Município.
Tombada pelo IPHAN em 1954.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Igreja Matriz.
>Igreja do Rosário – Mambucaba
POSTADO EM 28/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Igreja do Rosário (Vila


Histórica de Mambucaba) Constução de 1834, em
estilo neoclássico localiza-se na Vila Histórica de
Mambucada, foi tombada pelo IPHAN em 1969.
Esta publicação foi postada em Igrejas e
Monumentos e marcada Igreja do
Rosário, Mambucaba.
>Colégio Naval
POSTADO EM 18/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Construído em 1914,
este prédio retrata bem a história da cidade e da
Marinha do Brasil. Localiza-se na Estrada do
Contorno, e tem como moldura a exuberância da
Mata Atlântica. Ali acontece diariamente o ritual do
hasteamento da bandeira do Brasil às 8 horas e
arriamento às 17 horas, vale a pena conferir.

Ilha de Cataguases
>Ilha de Cataguases
POSTADO EM 19/11/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> As ilhas de Cataguases


e do Peregrino localizam-se na parte ocidental da
entrada da Baía de Jacuecanga, ao sul da enseada
da Mombaça, junto da ponta do Peregrino. A 500 m
do continente. Tratam-se de dois pequenos
afloramentos da Serra do Mar, unidos por estreita
faixa arenosa. Vegetação
densa, chegando a adentrar na praia, formando
grande área de sombra. Situada bem próxima,
destaca-se a Ilha do Peregrino, com sua praia
particular de frente para a Ilha de Cataguases, esta
pertencente à Prefeitura de Angra dos Reis e
caracterizada por ser uma área de lazer, bastante
freqüentada nos fins de semana e feriados, e estar
em área propícia para esportes náuticos. A Ilha de
Cataguazes é uma das mais bonitas da Baia da Ilha
Grande. Rodeada de uma areia branco neve, com
água muito limpa, de coloração verde esmeralda. O
reconhecimento de sua beleza se dá em forma de
campanhas publicitárias, novelas e comerciais que
já fizeram deste cenário o protagonista de seus
scripts. Destino certo de passeios de saveiros e
escunas. Repleta de pitangueiras é ótima para
piqueniques. É a ilha mais próxima do continente,
bastante freqüentada por turistas que preferem os
passeios mais curtos. Acesso a partir do Cais de
Santa Luzia em Angra, a 10 minutos do centro da
cidade.

Ilha Grande
>Ilha Grande
POSTADO EM 15/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Eleita uma das sete
maravilhas do Rio de Janeiro em 2007, a Ilha
Grande abriga hoje uma das poucas áreas
preservadas de mata atlântica do estado e recebe
anualmente milhares de turistas que buscam
conhecer e contemplar esse paraiso ecológico,
muitos não sabem ou não se lembram que a Ilha
Grande já abrigou um dos presídios mais
conhecidos do Brasil o Instituto Penal Cândido
Mendes, conhecido como o Presídio da Ilha Grande.
Palco de histórias cinematográficas como a fuga do
traficante conhecido como “Escadinha” (em
decorrência deste episódio), que fugiu do presídio no
ano de 1986 se agarrando à escada de um
helicóptero que veio em seu resgate. Também
estiveram por lá presos ilustres como o escritor
Graciliano Ramos, que da experiência escreveu
suas “Memórias do Cárcere”, e presos políticos,
como Fernando Gabeira. Outra figura lendária foi o
preso conhecido como Madame Satã.
O presídio foi desativado em 1994, e hoje só restam
suas ruínas p/ visitação. Hoje Ilha Grande é um dos
maiores polos turísticos do litoral sul do Rio de
Janeiro e do Brasil, com praias bem preservadas,
trilhas, passeios de barco e natureza exuberante.
Destacam-se como pontos turísticos da Ilha Grande
a Vila do Abraão, o Pico do Papagaio (foto) as praias
de Lopes Mendes, Aventureiro, Lagoa Azul,
Enseada do Bananal, Sitio Forte, Gipóia, Vila de
Dois Rios e muitas outras.
Considerada Área de Proteção Ambiental, a Ilha
Grande tem quase 90% de seu território ocupado
pelo Parque Estadual da Ilha Grande, pelo Parque
Estadual Marinho do Aventureiro e a Reserva
Biológica da Praia do Sul.
A Ilha Grande hoje conta com uma excelente infra-
estrutura para os turistas, com ótimos bares,
restaurantes e pousadas, para todos os gostos e
bolsos.

Mergulho em Angra/Naufrágios
>Mergulho Ilha Grande
POSTADO EM 16/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Mergulho Ilha Grande


A Baía da Ilha Grande é hoje um dos principais
locais de mergulho do país. Suas águas claras e
calmas abrigam cerca de 50 pontos de mergulho,
entre ilhas, costões rochosos, lajes e naufrágios, e
atraem turistas do Brasil e exterior. Além da fauna
marinha exuberante, as águas calmas são ideais
para quem se inicia no esporte. Angra dos Reis
abriga diversas empresas de mergulho, e a maioria
dos hotéis e pousadas oferece este serviço, bem
como passeios por toda baía.
Citaremos abaixo os principais locais de mergulho
da Baía da Ilha Grande:
Ilha das cobras, Ilha de Búzios
As ilhas de Búzios e Cobras são relativamente
semelhantes, pois o mergulho é realizado nos
parcéis que estão junto a estas ilhas. São pedras
sobrepostas formando passagens, numa
profundidade que varia entre 4 e 12 metros.
Ilha do Brandão, Ilha Redonda, Ilha da Josefa, Ilha
do Papagaio
Nas ilhas do Brandão, Redonda, Josefa e Papagaio
o mergulho é feito em costão, onde pode-se
observar uma grande quantidade de esponjas,
corais e peixes multicoloridos de pequeno porte. A
profundidade varia em torno de 0 e 8 metros.
Laje dos Coronéis e Parcel dos Coronéis
O Parcel dos Coronéis é um dos pontos mais belos
da Baía de Angra dos Reis. A sua formação de
passagens cria um verdadeiro labirinto. Com uma
profundidade que varia entre 8 e 30 metros, este
ponto só permite a prática do mergulho autônomo. É
necessário mais de um dia para conhecer toda a
beleza do local.
Ilha Imboassica, Ilhas Queimadas (grande e
Pequena) e Laje Zatim
A grande quantidade de corais, esponjas e peixes de
pequeno porte são as principais características
destes pontos de mergulho, feito em costão. A
profundidade varia entre 0 e 12 metros.
Ilhas Botinas e Ilha dos Porcos
Cartões postais de Angra dos Reis, estes pontos são
excelentes para a prática do snorkel e autônomo.
Com profundidade entre 0 e 8 metros e águas muito
claras.
Laje Preta
Mais um ponto de mergulho em costão.
Profundidade variando entre 4 e 12 metros, a partir
daí a água se torna muito fria e escura.
Naufrágio Bezerra de Menezes e Laje dos Homens
O vapor Bezerra de Menezes naufragou na Baía de
Angra dos Reis, no ano de 1860, nas proximidades
da ponta da cidade.
Naufrágio Pinguino
Cargueiro Panamenho de 70 metros, afundado em
1967, ainda permanece inteiro e permite ao
mergulhadores passear por seus compartimentos( 3
porões, sendo 2 de vante e 1 de ré, praça de
máquina e cabine de comando). É um dos pontos
mais procurados em Angra dos Reis. A profundidade
varia em torno de 15 a 20 metros.
Naufrágio Califórnia
Navio Brasileiro naufragado em 1866, na enseada
de Araçatiba, próximo a Praia Vermelha na
Ilha Grande.Laje de Matariz
Tem como principal atrativo um helicóptero
afundado. Sua profundidade varia entre 6 e 10
metros.
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Esta publicação foi postada em Mergulho em
Angra/Naufrágios e marcada Ilha Grande, Mergulho.
>Mergulho em Naufrágios
POSTADO EM 05/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Navio Pinguino


É o mais recentes dos grandes naufrágios da Baía
de Angra, o Pinguino naufragou em 1968. Depois de
uma semana queimando ao mar, a Capitania dos
Portos na época mandou que a tripulação abrisse as
comportas e afundasse o navio, que estava
carregado de Cera de Carnaúba. Quem mergulha
sobre seus destroços pode explorar todo o navio;
sua estrutura está em boas condições de exploração
a cerca de 18 metros de profundidade. O navio é
formado por três convés, cabines para tripulação,
cabine de comando. Seus restos servem de
berçário para muitas
espécies de peixes e crustáceos dentre eles os
Sirianto (tipo de anêmonas), Peixe-Frade, Estrelas-
do-Mar e muitas Algas. Do navio, os saqueadores
retiraram a âncora, hélice, escotilhas de cobre,
luminárias e roda do leme. Fonte: Arquivo Nacional
Esta publicação foi postada em Mergulho em
Angra/Naufrágios e marcada Mergulho em
Naufrágios, Navio Bezerra de Menezes, Navio
California, Navio Negreiro, Navio Pinguino.
>Mergulho em Naufrágios
POSTADO EM 05/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Navio Califórnia
Registra a maior história de saque da Baía da Ilha
Grande. Era um navio de rodas a vapor, construído
no século XIX. Atualmente não há mais nada em seu
local de naufrágio. Tudo foi saqueado ou destruido,
inclusive o seu casco que foi explodido pela Marinha
durante exercícios militares. O Califórnia carregava
armas, sedas e linhas de ouro para costura da roupa
de jesuítas. Incendiou-se e afundou em 1866, na
enseada de Araçatiba, perto da Praia Vermelha, na
Ilha Grande. Fonte: Arquivo Nacional
Esta publicação foi postada em Mergulho em
Angra/Naufrágios e marcada Mergulho em
Naufrágios, Navio Bezerra de Menezes, Navio
California, Navio Negreiro, Navio Pinguino.
>Mergulho em Naufrágios
POSTADO EM 03/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Bezerra de Menezes
Naufragou em 1860. Era um vapor que carregava
madeira, café e licor. Navegava à noite quando
trombou numa Laje Alagada(Pequena formação de
pedras), na época, não sinalizada nas cartas
náuticas. Hoje restam apenas o mastro e a caldeira,
pois os exploradores-piratas levaram o resto,
inclusive os mictórios e moedas de ouro. Chegaram
a dinamitar o casco do barco para tirar a hélice.
Quem mergulha sobre os destroços do Bezerra
percorre oito metros até encontrá-los no fundo. A
visibilidade é média. Fonte: Arquivo Nacional
Esta publicação foi postada em Mergulho em
Angra/Naufrágios e marcada Mergulho em
Naufrágios, Navio Bezerra de Menezes, Navio
California, Navio Negreiro, Navio Pinguino.
>Mergulho em Naufrágios
POSTADO EM 03/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Navio Negreiro
Afundou em 1852, próximo a Praia do Bracuhy. A
história diz que o encarregado do navio tinha
acabado de vender os escravos quando apareceu a
fiscalização, na época o comércio negreiro já estava
proibido. Desesperada, a tripulação ateou fogo no
navio e fugiu com o dinheiro da venda. Pouco resta
do navio somente o mastro e a parte do casco estão
intactos, graças à proteção da lama. Dele, os
exploradores só tiraram madeira, pois os navios
negreiros eram pobres.
Esta publicação foi postada em Mergulho em
Angra/Naufrágios e marcada Mergulho em
Naufrágios, Navio Bezerra de Menezes, Navio
California, Navio Negreiro, Navio Pinguino.
>Mergulho em Naufrágios
POSTADO EM 02/07/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Aquidabã
O encouraçado Aquidabã afundou em Janeiro de
1906, nessa época era a nau capitania da esquadra
brasileira e realizava serviços na área de Angra dos
Reis. Naufragou na Ponta Leste, na entrada da baía
de Jacuecanga, encontra-se no fundo a uma
profundidade que varia de 15 à 18 metros, devido ao
fundo da região ser lodo, o mergulho só é possível
em dias de água clara, para que se possa ter a
melhor visibilidade possível, deve-se ter atenção,
pois existe muitos ferros soltos e pontas no fundo,
para o risco de ficar preso nas ferragens e/ou
acidentes. Uma das caldeiras da embarcação
continua intacta até hoje
Nível de Experiência Recomendado: Mergulho
Avançado, Mergulho em Naufrágios ou Similar.

Naufrágio Aquidabã
>Naufrágio Aquidabã
POSTADO EM 05/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> O encouraçado
Aquidabã ou simplesmente Aquidabã era o navio de
guerra mais potente da Marinha no século XVIII,
tendo participado de várias Batalhas, dentre elas a
Revolta da Armada em 1894. O Aquidabã teve seu
final na noite de 21 de janeiro de 1906, na Baía da
Jacuecanga, uma explosão seguida denaufrágio
vitimou cerca de 223 militares, entre eles três
almirantes e o filho do ministro da Marinha da
época.
O motivo da visita do Aquidabã a Angra dos Reis era
a possibilidade de transferência do Arsenal de armas
da Marinha do Rio de Janeiro para Angra (idéia que
após o desastre foi descartada). Pela versão oficial,
o navio explodiu por conta de uma combustão
espontânea de pólvora armazenada em seus
porões.
Em 1894, o Aquidabã participou da Revolta da
Armada. De seus canhões partiram, acidentalmente,
tiros que acertaram a cúpula da Igreja da
Candelária, no Rio de Janeiro. Em 1895 foi
torpedeado em Santa Catarina, tendo sérias avarias
foi então enviado a Europa para serem feitos
reparos. Hoje o Aquidabã é homenageado na cidade
com nome em um clube náutico, os mortos tem um
monumento próprio construído
na Ponta Leste (ótimo ponto turístico) onde jazem
seus restos mortais, a Marinha homenageia seus
mortos todo dia 21 de janeiro colocando flores aos
pés do monumento. Os destroços estão a cerca de
25 metros de profundidade, a visibilidade é ruim e
pouco resta do navio atualmente. Fonte: Arquivo
Nacional

Passeio pela Baía da Ilha Grande


>Passeio pela Baía da Ilha Grande
POSTADO EM 21/01/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Uma das grandes atrações de


Angra dos Reis é sem duvida o passeio de escuna
pela Baia da Ilha Grande.
Durante a alta temporada os passeios são diários e
partem sempre pela manhã do cais de Santa de
Luzia (centro de Angra) e duram normalmente o dia
inteiro, os bilhetes são oferecidos no local por
agentes credenciados e custam entre R$ 25,00 e
30,00.
durante o passeio os turistas podem apreciar toda a
beleza do nosso litoral e da natureza exuberante que
compõe a Ilha Grande.
Em algumas escunas são servidas refeições,
cervejas, água, refrigerantes e sucos que devem ser
pagos a parte, somente frutas são servidas como
cortesia aos turistas.
Nos casos em que a embarcação não ofereça
refeições a mesma poder ser feita nos bares e
restaurantes da Praia de Japariz são várias opções
e os preços variam de acordo com o prato, local,
etc….
É sempre aconselhável consultar esses serviços
antes do passeio e em caso de duvida leve o seu
próprio lanche, sairá bem mais barato com certeza.
O roteiro dos passeios costuma ser:

Ilha de Cataguases
Areia fina e branca, águas calmas e cristalinas em
tons esverdeados e azuis, esse é o cenário da ilha
de Cataguases.
a escuna permanece em Cataguases por cerca de 2
horas podendo variar.
O local não possui bares nem restaurantes.

Lagoa Azul
Um dos locais mais bonitos da Ilha Grande é com
certeza a Lagoa Azul suas águas rasas e cristalinas
tornam o local excelente para mergulho onde os
turistas podem apreciar os muitos cardumes de
peixes que povoam o local.
A escuna permanece la por cerca de 1 hora
podendo variar.

Praia de Japariz
Pequena vila de pescadores com vários bares,
restaurantes e pousadas, onde os turistas pode
fazer sua refeições, descançarem ou darem um
mergulho na praia.
Pouca gente sabe mas existe uma trilha que vai de
Japariz até Freguesia de Santana consute um
morador local sobre como faze-la.
A escuna permanece em Japariz por cerca de 3
horas.

Freguesia de Santana
A grande atração do local além da praia
é a igreja construida no século XVII em louvor a
Nossa Senhora de Santana (padroeira da Ilha
Grande) e o cemitério pirata que fica próximo a
praia.
A escuna permanece no local por cerca de 2 horas.

Praia de Lopes Mendes


Praia de Lopes Mendes
POSTADO EM 06/06/2012 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

Paraíso ecológico, cortada por 3 rios e rodeada por


muita mata atlântica, águas verdes e transparentes.
A praia tem larga faixa de areia fina e muito clara,
muita sombra também em baixo de árvores que
acompanham toda a praia. Tem 3 km de extensão.

A cor da água é impressionante, uma das mais belas


praias do Brasil. Frequentada por surfistas que vem
em busca de suas fortes ondas e mergulhadores
que vem praticar o mergulho no canto esquerdo
onde o mar é mais calmo. A acesso se dá por trilha
que leva 1 hora partindo de Palmas ou 2 horas e
meia do Abraão.
O acampamento em Lopes Mendes é proibido por
se localizar em Área de Proteção Ambiental, a opção
é ficar em Palmas e caminhar até Lopes Mendes,
passando pela praia dos Mangues.
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Esta publicação foi postada em Praia de Lopes
Mendes e marcada Lopes Mendes.
>Praia de Lopes Mendes
POSTADO EM 23/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

Lopes Mendes localiza-se no


lado oceânico da Ilha Grande, é considerada por
muitos como uma das praias mais bonitas do Brasil.
A praia, de 3 km de extensão, caracteriza-se pela
areia fina e branca e águas rasas agitadas pelas
ondas. As águas transparentes exibem várias
tonalidades que vão do azul ao verde esmeralda.
Apesar de ser rasa e apta para banhos, as fortes
ondas atraem também muitos surfistas. A praia é
totalmente desabitada, sendo delimitada por uma
vegetação exuberante de restinga.Não possui luz
elétrica nem estrutura para acomodação de
turistas.Omar agitado dificulta o atracamento
de barcos, mas em dias de

mar calmo é possível atracar do lado esquerdo da


praia. Muitos turistas chegam à praia por uma trilha
que parte da Enseada de Palmas localizada do outro
lado da Ilha e que dura aproximadamente 40
minutos.Na Enseada de Palmas chegam
diariamente barcos que trazem turistas da Vila do
Abraão e outras partes da Ilha com o objetivo de
visitar Lopes Mendes.

Praia do Aventureiro
Praia do Aventureiro
POSTADO EM 06/06/2012 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

A Vila de pescadores da praia do Aventureiro fica na


parte sudoeste da Ilha Grande, limitada entre as
serras da Mata Atlântica e do Oceano Atlântico. Está
contida na Reserva Biológica Estadual da Praia do
Sul, criada em 1981 e que inclui o Parque Marinho
do Aventureiro, as praias do Demo, do Sul e do
Leste, além de duas lagoas em meio a um imenso
mangue, habitadas por lontras, tainhas, robalos e
camarões.
Sua paisagem é riquíssima em belezas naturais que
vão desde as belas montanhas em forma de
anfiteatro aos mirantes e praias de transparência
impressionante.
Seu nome faz sentido, porque aventureiro é o
mínimo que se pode chamar a quem lá consegue
chegar, seja por terra ou por mar.
Nem sempre é fácil e tranqüilo chegar na Praia do
Aventureiro. Quando o mar está de ressaca e as
ondas “lambem” a Pedra do Dragão, é impossível
navegar com segurança. Nessas circunstâncias, o
único jeito para se chegar no paraíso é caminhando
a partir da Praia de Provetá, tendo como
recompensa estonteantes paisagens que nos fazem
esquecer o cansaço da caminhada.
Apresenta600 mde areia fina e prateada, fundo raso
e consistente, água límpida e mar agitado, exceto na
extremidade mostrada nas fotos abaixo onde existe
um pequeno cais para atracação.
Está classificada entre as mais lindas praias
brasileiras (segundo as principais revistas de
turismo) e possui 54 construções, 42 famílias com
cerca de 150 pessoas.
Agrega uma modesta vila de pescadores que
durante o verão trabalha em torno do turismo.
Dominada pela mata atlântica densa, o Aventureiro
caracteriza-se por ser importante ecossistema,
devido a sua biodiversidade aquática e terrestre.
Plantas raras se destacam, entre elas, as orquídeas.

A principal atração do Aventureiro fica por conta do


coqueiro mais fotografado do Brasil (o coqueiro
deitado), como é conhecido pelos turistas que
visitam este pedacinho do paraíso. Ele é a principal
referência quando se trata do Aventureiro.
Outra atração desta vila de pescadores é a Igreja de
Santa Cruz, apesar de quase não haver missas, ela
é um marco importante na história da Colonização
Portuguesa na Ilha Grande.
No verão, Aventureiro é tomada pelos jovens que
chegam a procura de liberdade e atividades
esportivas. O surf é a principal delas seguido pelas
trilhas e caminhadas, snorkeling e mergulho
(cardumes de peixinhos coloridos acompanham o
mergulho durante a exploração das paisagens
marinhas).
Quando bate o vento sudoeste em chegadas de
frentes-frias as ondas crescem a mais de4
metrostornando o mar perfeito para o surf.
Música no violão e voz, luais em volta das fogueiras
e bate papos até a madrugada são comuns entre os
jovens durante as noites quentes de verão.É muito
bom dormir na areia da praia tendo o céu iluminado
pela lua quando ela está cheia.
A praia do Aventureiro é de uma beleza sem igual,
os pássaros tem uma visão privilegiada do paraíso.
Do alto, a “Ponta da Espía”, aonde os pescadores
fazem a vigília a espera dos cardumes de peixe,
parece feita exatamente para este fim.
Foi implementado um plano de carga na Praia do
Aventureiro desde o início do ano de 2007, por isso,
a área destinada ao camping será permitida apenas
para 560 pessoas por dia e o número de campings
em 18 no máximo.
Aconselha-se ligar para Turisangra no tel (24) 3367-
7826 para obter informações e agendamentos.
A energia elétrica não chega até o povoado e não
existem linhas de telefone fixo. A comunicação é
feita através de telefone celular com bastante
dificuldade.

Praias e Ilhas
>Enseada do Bananal
POSTADO EM 24/01/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

>
A origem do nome vem de uma antiga plantação de
bananas que existia em uma fazenda próximo ao
local. No inicio era apenas uma vila de pescadores,
após a imigração japonesa no Brasil algumas
famílias migraram para Angra e se fixaram no
Bananal onde instalaram diversas fábricas de
sardinha enlatada, essa atividade perdurou por
muitos anos no Bananal, até que, com o declínio da
pesca as fabricas fecharam, e deram lugar a
pousadas que aproveitaram a beleza exuberante do
local para dar um novo impulso ao turismo da
Ilha Grande.Ainda hoje a presença da colônia
japonesa continua forte e presente na Enseada do
Bananal e a prova disso está nas belas e
aconchegantes pousadas que são administradas por
seus descendentes.
Dentre as várias atrações da Enseada do Bananal
podemos citar:
Praia do BananalPraia de águas calmas e
transparentes que tem como principal atrativo sua
areia monazítica(areia com propriedades medicinais
devido a sua composição radioativa) e suas
pousadas.

Praia de Matariz que abriga um pequeno vilarejo,


uma antiga fábrica de sardinha já desativada e a
Igreja do Divino Espírito Santo, que tem sua calçada
cravejada de vidros coloridos com temas ecológicos.
O local abriga também os restos de um helicóptero
naufragado em 1998 (que vitimou o proprietário do
Hotel Glória Eduardo Tapajós)
Coordenadas: GPS: 23º 9, 582′ S / 44º 20, 932′ W
Localização: Laje do Matariz
Profundidade: 8 m
Visibilidade: de 3/12 metros
Estado: Bom

Mirante do Bananal, onde se tem uma visão


panorâmica de quase todas as praias deste lado da
ilha.
Trilha Bananal – Sitio Forte
Nessa trilha, você encontrará as fazendas aquáticas
de cultura de mexilhão, percorre-se também as
praias de Matariz, Jaconema, Passaterra,
Maguariqueçaba, do Marinheiro e o manguezal
antes de chegar ao Sitio Forte.
Distancia: 5 Km
Tempo: 2h30min – 3h
Nivel: Leve
Trilha Freguesia de Santana – Bananal
Nessa trilha, percorre-se o mar próximo à Lagoa
Azul (um mergulho vai muito bem lá) e também as
praias da Baleia, Grumixama, de baixo, do Bananal
pequeno e o Mirante do Bananal.
Distancia: 4 Km
Tempo: 1h – 1h30min
Nivel: Leve

Procissão Marítima
>Procissão Marítima
POSTADO EM 25/07/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

>
Em 1978, inspirado em festas que aconteciam em
outras cidades do Brasil, José Bonifácio de Oliveira
Sobrinho , o Boni (Rede Globo), reuniu um grupo de
amigos e com as imagens de Nosso Senhor dos
Navegantes e Nossa Senhora da Piedade, criou a
primeira Procissão Marítima de Angra dos Reis, no
dia 1º de janeiro. O trajeto ia da Praia das Flechas
na Ilha da Gipóia à Ponta do Cantador.
Três anos depois,evitando qualquer conflito com a
Igreja Católica, já que eram usadas imagens sacras,
e com a proposta de envolver pessoas de todos os
credos e raças no evento, os santos deixaram de ser
utilizados. A festa já havia se transformado em
profana.
Um verdadeiro carnaval no mar, milhares de
embarcações enfeitadas,gente de todo Brasil,
saudavam as embarcações dando aos boa vindas
para o ano que acabava de começar.
Era comum ver por aqui o inesquecível Ayrton
Senna em seu ultra leve sobrevoando a procissão, o
iate Lady Laura de Roberto Carlos e o Tri- Campeão
de Fórmula 1 Nelson Piquet, e tantas outras estrelas
da tv e do esporte,que escolhiam o mar de Angra
para iniciarem o ano novo.
Depois de mais de 10 anos a frente da coordenação
da Procissão, Boni se afastou da organização,e
então a Prefeitura de de Angra assumiu totalmente o
evento, passando assim a tocar a sua principal festa
sozinha.
Saco do Céu
Saco do Céu
POSTADO EM 09/01/2012 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

Saco do Céu, com suas águas calmas e palmeiras


que se inclinam em direção ao mar, faz o visitante
encontrar um certo ar tropical havaiano, que só
desaparece quando surge uma ou outra canoa ou
barco de pesca com seu colorido peculiar
transportando moradores ou trazendo o resultado da
pesca do dia.

O Saco do Céu é rodeado por um mangue que


começa no fim da praia do Raposinho e se estende
por toda a orla até a costeira da margem direita da
entrada. Um trapiche de madeira permite a
atracação de barcos pequenos e o ponto de partida
para conhecer por terra um pouco da pequena vila.
Andando pelas ruelas que se confundem com trilhas,
encontramos casinhas simples, barcos repousando,
alguém remendando rede, carpinteiros reparando
embarcações e crianças brincando com conchas,
que são encontradas por todo canto.
Este bucolismo só e quebrado pelo som de barcos e
lanchas que procuram pelo que o Saco do Céu tem
de melhor hoje: a gastronomia.
Pousadas sofisticadas, restaurantes pitorescos
somam-se a outros atrativos como a Cachoeira da
Feiticeira, que pode ser alcançada pela praia de
mesmo nome. Depois de um mergulho em suas
águas, saímos enfeitiçados pela beleza e a
tranquilidade do lugar. As praias da Camiranga, de
Fora, e o Rio Pereque, completam a orla ate a
entrada do Saco do Céu.

Teatro Municipal
>Teatro Municipal
POSTADO EM 24/07/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Centro Cultural Theóphilo
Massad (Teatro Municipal)
Prédio em estilo colonial que se destaca pela beleza
e arquitetura, é composto de sala de música e vídeo,
cada uma com capacidade para 50 pessoas, três
camarins, teatro para 210 pessoas, sala de
produção e dois salões para exposições diversas. O
Centro Cultural é uma conquista dos artistas de
Angra e vem a cada dia se firmando como mais um
dos importantes espaços para as diversas
manifestações culturais da cidade. Endereço: Praça
Guilherme Greenhalgh s/n,São Bento.

Trilhas e Caminhadas
>Trilhas em Angra dos Reis
POSTADO EM 22/03/2010 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> Trilha do Ouro
Poucas trilhas no Brasil têm tanta história e poucas
reúnem tanta beleza como a Trilha do Ouro, é ela
um fascinante caminho colonial, construído no
século XVII para escoar o ouro vindo das Minas
Gerais. Prepare-se para uma verdadeira viagem
pelo túnel do tempo: para percorrer a trilha, o turista
pisa no “pé-de-moleque”, secular calçamento feito
com enormes pedras trazidas das margens do rio
Mambucaba pelos escravos.
Localizada na divisa dos Estados de São Paulo e do
Rio de Janeiro, a trilha serpenteia do topo da Serra
da Bocaína, a 1.540 metros de altitude, quase até o
mar numa centena de quilômetros. Caminhar pela
trilha do ouro é como voltar no tempo. Ela tem este
nome porque servia de caminho alternativo para o
contrabando de ouro, que era explorado nas minas
de Ouro Preto e levado à Portugal, sem passar pela
fiscalização da época.
Em toda a sua extensão podemos nos deslumbrar
com um dos trechos mais exuberantes da mata
atlântica, com cachoeiras e paisagens de tirar o
fôlego, e um cenário que começa com araucárias e
hortênsias, típicas de climas mais temperados, e
termina com bromélias e bananeiras tropicais, além
de vários vestígios de uma época antiga ao longo do
caminho, como as ruínas do antigo engenho de
cana-de-açúcar e os trechos de pedra feito pelos
escravos.
O ponto de partida para a Trilha do Ouro é o Parque
Nacional da Serra da Bocaína, a 27 quilômetros de
São José do Barreiro, cidade localizada a 174
quilômetros de São Paulo, no Vale do Paraíba. A
trilha começa logo depois da corrente do parque,
mas, se preferir, pode ir de Jipe até o trecho em que
aparecem os primeiros vestígios de calçamento
antigo. Algumas opções de hospedagem são a
Pousada Vale dos Veados e a Casa da Dona
Palmira. Um bom trecho da primeira parte da trilha é
percorrido por pedras do antigo calçamento, um
outro ponto de destaque é a Cachoeira dos Veados.
A caminhada termina junto a uma ponte suspensa,
depois do Rio Santo Antônio, a aproximadamente 15
quilômetros do bairro do Perequê, em Mambucaba
(Angra dos Reis).
•Cachoeira dos Veados – É considerada por muitos
a mais bonita da região, com duas quedas de mais
de 100 metros. Fica a cerca de dois dias de
caminhada, pela Trilha do Ouro, num dos locais
mais preservados do Parque. O caminho também
pode ser feito de moto, mountain mike ou 4X4.
•Cachoeira de Santo Izidro – A cachoeira de Santo
Izidro é imperdível, fica a 1,5 km da entrada do
Parque e é a cachoeira mais próxima da entrada
principal do Parque. Após cruzar o primeiro rio,
caminha-se mais dez minutos até chegar a uma
entrada à esquerda, que leva até a cachoeira. A
queda tem cerca de 70 m e possui um poço bom
para banho. Na cachoeira de Santo Isidro é possível
praticar o canyoning. Apesar da pouca altura, requer
certa experiência e técnica. No local há furação para
ancoragens.
•Cachoeira das Posses – Fica a 8 Km da entrada
principal do Parque. O caminho até lá pode ser feito
a pé, de moto ou veículo 4×4 (desde que com
permissão). Para aqueles que vão caminhando,
depois da cachoeira de Santo Isidro, é preciso pegar
um atalho à esquerda, marcado por alguns totens.
Outras cachoeiras também recomendadas:
Cachoeira da Mata, Poço da Água Santa, Cachoeira
dos Mochileiros.
•Pedra da Marcela – Situada na crista da Serra do
Mar, que faz divisa entre os estados de São Paulo e
Rio de Janeiro, a Pedra da Macela com 1.840 m de
altitude é um dos pontos mais altos do município e
proporciona uma vista encantadora ao aventureiros,
em dias ensolarados é possível avistar a Baía de
Ilha Grande, a cidade de Paraty, a Serra da Bocaina
(180 km de litoral), o Vale do Paraíba e a Cidade de
Cunha.
O acesso é feito pela SP 171 (Rodovia Cunha –
Paraty ) para Parati, entrando no km 65. A partir daí
são 4 km de estrada de cascalho até a porteira de
Furnas, depois disso são mais 2 km a pé por uma
trilha íngreme em estrada asfaltada, com duração de
cerca de 45 min. Chegando na porteira de Furnas,
deixar o carro estacionado e seguir a pé por mais 2
km. A caminhada se dá em estrada asfaltada, bem
íngreme, com duração de 40 minutos a 1 hora.
No local existe uma antena retransmissora de sinais
de rádio mantida por Furnas para comunicação com
a Usina Nuclear de Angra dos Reis.
A geografia e ecologia da região estão localizadas
dentro do Parque Nacional da Bocaina. No local não
existe estrutura com banheiro ou lanchonete, por
isso leve água, frutas ou lanche, boné, protetor solar,
e uma sacola para não deixar o lixo no local.
Duração do passeio: 3 a 4 horas.
Arredores:
•Cachoeira do Espelho – A Cachoeira do Espelho
tem esse nome porque o brilho do sol em suas
águas transparentes nos dá a impressão de
estarmos vendo o reflexo da luz em um espelho.
Essa é uma das diversas trilhas do Sertão da
Caputera, bairro situado entre a Vila da Petrobrás e
o Estaleiro Verolme. Pegue a estrada de barro
localizada a 300 metros do trevo de acesso à Vila da
Petrobrás, após a ponte siga à esquerda no sentido
Capuera II. No ponto final do ônibus é que se inicia a
trilha. Após 500 metros de caminhada, você terá que
sair da trilha principal quebrando à esquerda e
atravessando o Rio Caputera pela ponte
improvisada de madeira, assim você já estará na
trilha. Na maior parte do tempo, o percurso é feito
em mata bem fechada, onde cachos de bromélias
afloram por toda parte. Durante a caminhada, será
necessário atravessar o rio novamente, só que desta
vez não existe ponte, tome cuidado e escolha o
melhor caminho.
•Estrada do Contorno – A Estrada do Contorno não
pode verdadeiramente ser considerada uma trilha, é
uma estrada pavimentada em que se pode caminhar
em um dos locais mais atraentes e belos de Angra.
Ela nos leva a algumas trilhas pequenas ao longo do
percurso, para que possamos ter acesso a praias
ainda virgens de águas cristalinas, uma gruta de
pedras com saída para o mar e uma paisagem
simplesmente linda. Ela se inicia no ponto final do
ônibus do Retiro e termina no ponto final do ônibus
de Vila Velha.
•Pedra do Caxambu – Está localizada na pequena
cidade de Arapeí – SP, na parte baixa da Serra da
Bocaina. Fica a 6 km do Centro da Cidade.
•Pedra do Frade – Com cerca de 1.550 metros de
altura, pode ser atingida por Angra dos Reis, através
da Vila do Frade (2 dias de caminhada), ou por
Brejal, distrito de Bananal, situado bem acima na
Serra.
•Pico do Gavião – O Pico do Gavião outro ponto de
altitude também oferece uma bela vista do mar e de
uma rampa de vôo livre.
•Pico do Tira o Chapéu – Localizado no Morro da
Boa Vista, como o próprio nome indica, se tem uma
das melhores visões da região, principalmente do
alto do Pico do Tira o Chapéu, a 2.088 metros de
altitude. Para se chagar até lá, as caminhadas
variam de duas a quatro horas, dependendo do
ponto de partida. Se você não for atleta, prefira
encarar os trechos de até duas horas e meia, que já
são suficientemente íngremes.
O visual é a maior recompensa: desde o início da
caminhada já dá para ter uma visão de grande parte
da Bocaina. E do “Tira o Chapéu”, é possível avistar
com clareza a Serra da Mantiqueira, desde a região
do Pico dos Marins, passando pelo Pico das Agulhas
Negras e das Prateleiras, até a Pedra Selada de
Visconde de Mauá. Se o tempo estiver bom, dá para
ver até a Baía de Ilha Grande. Chegando no topo, a
sensação de liberdade e de estar integrado à
natureza fica mais forte.
•Pico da Pedra Redonda – Essa atração fica a 8km
de São José do Barreiro. O passeio até o pico pode
ser realizado a pé, numa caminhada moderada
morro acima, ou a cavalo. Para alcançar o topo são
7km de trilha. No alto, encontram-se um Mosteiro
Budista e um Parque Ecológico. A bela paisagem
vale a caminhada.
•Rafting no rio Mambucaba – Quem passeia pelo
calmo rio Mambucaba em sua foz, próxima à praia,
não imagina o seu potencial para a aventura. Com
corredeiras incríveis, é o segundo melhor rio do
estado do Rio de Janeiro para a prática do rafting, só
perdendo para o rio Paraibuna, em Três Rios. Esta
modalidade esportiva constitui-se na descida em um
bote para oito pessoas que, acompanhadas de
guias, remam rio abaixo, esbarrando em pedras,
rodando e levando muita água no rosto.
•Trilha Banqueta – Jussaral – A trilha se inicia no
bairro da Banqueta, que localiza-se na Rodovia Rio–
Santos (BR-101), a 4 km do trevo de entrada da
cidade de Angra em direção a Parati). A melhor
maneira de encontrá-la é seguindo pela Estrada da
Banqueta e passando pelo reservatório de água,
depois mantendo-se à esquerda, até encontrar uma
bifurcação em uma clareira meio desmatada. Neste
ponto, existe uma trilha à direita e uma descida à
esquerda. A trilha que leva ao Jussaral é a da
direita, a outra nos leva até o bairro do Belém Areal.
Jussaral é o nome de uma antiga estação de trem,
que hoje se encontra completamente abandonada.
O percurso, que é totalmente em subida, era usado
na Antigüidade pelos coronéis de engenhos para
transporte de mantimentos que chegavam por trem,
e até hoje possui alguns trechos cobertos de pedras
pelos escravos. O final da trilha é exatamente nos
trilhos da ferrovia, perto da estação abandonada.
•Trilha da Praia Grande – Esta trilha é bem
emocionante, mas não é apropriada para pessoas
inexperientes em caminhadas pela mata, pois
existem vários trechos de mata que são bem
fechados e possuem muitas bifurcações que
confundem os caminhos. Na verdade, esta trilha
também leva a várias alternativas de percurso, o
mais simples e o menos arriscado é aquele da
descida da Praia Grande . A trilha começa no bairro
do Bonfim, que fica na Estrada do Contorno, a 3 Km
do centro. Para encontrá-la, dobre a direita no
primeiro cruzamento após o Clube do Chapisco. É
uma rua sem saída, que no final encontra-se uma
pequena trilha com ligeira inclinação para esquerda,
siga sempre mantendo-se à esquerda, até encontrar
uma descida íngreme por entre árvores altas, esta
descida termina perto de uma casinha que fica atrás
da Praia Grande.
•Trilha da Torre de Televisão – Trilha com subida
bastante íngreme no início, uma parte praticamente
plana no meio, e depois novamente uma ladeira bem
íngreme no final. Mas todo esforço compensa.
Prepare seu coração para o visual lá de cima, que é
alucinante. O início da trilha fica aproximadamente a
um quilômetro do trevo de acesso a Angra indo em
direção ao Rio de Janeiro. Dobre à direita quando
avistar algumas casas e uma subida em concreto.
Este trecho em concreto é de aproximadamente 100
m, logo em seguida, encontrará uma porteira, mas
não se preocupe pois tem uma passagem sempre
aberta, depois é só começar a subir e apreciar o
visual.
•Trilha dos Índios – A Trilha dos Índios fica
localizada no bairro do Bracuí, na BR 101, no
sentido Santos. Ela nos leva até a aldeia indígena
dos Guaranis, que até hoje povoam as terras do
município. Para ir até a aldeia, é necessário verificar
se o acesso está liberado, pelo Centro de
Informações Turísticas, pois muitas vezes fica
proibida a entrada na aldeia. O trecho é longo e,
ainda hoje, é usado pelos indígenas para transporte
de alimentos e artesanato que são vendidos na beira
da estrada. A trilha se inicia na entrada direita do
bairro da Itinga do Bracuí. Pelo caminho, podemos
encontrar cachoeiras, rios de águas claras e o
melhor da mata atlântica. Uma caminhada
inesquecível.
•Trilha Paraty-Mirim – Saco do Mamanguá – Com 3
horas de duração a trilha começa no povoado de
Paraty-Mirim e tem como atrações o encontro do
mangue com a floresta, uma aldeia indígena
Guarani, ruínas de fazendas coloniais e a paisagem
maravilhosa da Baía da Ilha Grande.
•Trilha Perequê – Mambucabinha – Essa é uma
trilha bem curta, ideal para os iniciantes do trekking.
Apesar de curta, ela possui um trecho considerável
em subida, que nos leva ao topo do Morro da Boa
Vista, onde podemos apreciar toda a harmonia entre
o verde da mata atlântica e o azul do mar. Para
achar o início da trilha, entre no bairro do Perequê,
que fica no km 527 da Rio Santos, dobre à direita
após a Escola Municipal Frei Bernardo, siga até
encontrar as margens do Rio Perequê por
aproximadamente 2 km, atravesse a ponte suspensa
e suba a trilha da esquerda. Não esqueça de fechar
as porteiras que encontrar pelo caminho, e não
deixe de levar um cantil com água. O final da trilha é
na Rodovia Rio-Santos a cerca de 500 metros do
trevo da Vila Histórica de Mambucaba, uma grande
opção para um refrescante mergulho.
•Trilha Pontal – Jussaral – Essa trilha nos leva até a
estação de trem do Jussaral partindo do bairro do
Pontal, pela BR-101, distante aproximadamente 9
km do centro para Parati. O caminho percorrido é de
uma beleza contagiante, porém não é aconselhável
atravessá-la sem a orientação de um guia, pois
possui várias bifurcações que nos levam a caminhos
errados. Se você não está em boa forma física, é
bom nem tentar, pois o trecho de subida é bem
íngreme e a sol aberto. Um dos momentos mais
marcantes desta caminhada, é a travessia de um
dos túneis da estrada de ferro que liga Angra a Barra
Mansa. Não esqueça da água. Existem poucos
córregos e nem sempre a água é potável. Para os
mais dispostos, a pedida é retornar pela trilha
Banqueta – Jussaral.
•Trilhas da Pedra da Placa – Estas trilhas partem da
subida do Morro de Santo Antônio, onde fica o
Convento São Bernardino de Sena, no centro da
cidade, mas tem várias alternativas de percurso.
Suba pelas escadas da parte esquerda do
Convento, e siga sempre para cima, pelos caminhos
possíveis, pois muitos deles terminam em quintais
de residências particulares. Após muita subida de
escada e trechos de concreto, encontramos um
pequeno vestígio de trilha, um trecho de barro que
vai finalizar em uma casa isolada perto da subida
final. A partir daí, os caminhos serão de trilhas e
poderá escolher trajetos diferentes. São três as
alternativas:
•1 – Pedra da Placa – Continue a subida pela parte
de trás da placa de comunicação até avistar uma
grande concentração de pedras. Suba até a pedra
redonda e aprecie o visual simplesmente estupefato
de toda a baía de Angra ;
•2 – Baía da Enseada – Tome a descida à direita e
desça a ladeira até chegar na baía, tome cuidado
com alguns trechos que praticamente não têm trilha
e o mato é bem alto. É bom estar vestido com calças
compridas e camisas de manga, não esqueça de um
bom tênis ou botas de caminhada. No final da
descida, você estará na Baía da Enseada, então
você pode finalizar a jornada pegando um ônibus de
volta para o centro de Angra, ou se tiver ainda pique
e quiser prosseguir, vá em direção ao Retiro pela
Estrada do Contorno, e siga até Vila Velha, onde
poderá pegar um ônibus, ou prosseguir caminhando
até o centro de Angra, passando pela Praia Grande,
Praia do Bonfim e pelo Colégio Naval ;
•3 – Tanguá – siga pela parte de trás da placa de
comunicação à direita, pelo caminho mais plano, e
vá contornando o morro até a descida que leva à
praia do Tanguá. Fonte: P.M.A.R
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Caminhadas e marcada Trilhas e Caminhadas.
>Trilhas Ilha Grande
POSTADO EM 28/08/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012

> Abraão
A Vila de Abraão pode ser considerada a “capital” da
Ilha oferecendo estrutura de pousadas, campings,
restaurantes, supermercado, farmácia, correios,
posto de saúde, polícia e outros serviços, além de
possuir transporte com freqüência para Angra dos
Reis e passeios de escuna para as principais praias
da Ilha.
Conhecer a Igreja de São Sebastião, caminhar por
suas ruas e praias, adquirir artesanato e
simplesmente desfrutar do local é realmente um bom
programa.
Do Abraão temos várias opções de roteiros:

Abraão – Lazareto
(antigo leprosário) – Praia Preta
Direção: A noroeste de Abraão
Duração: 30 minutos (ida)
Seguindo a estrada beira-mar olhando para o
Oceano, caminhar para o lado esquerdo. O acesso é
todo feito por estrada. Durante o trajeto passa-se por
uma ponte, por ruínas de um portão e assim que
encontramos várias palmeiras imperiais, viramos a
direita paralela ao Rio.
O Lazareto foi construído em 1871 como hospital,
depois passou por leprosário e foi depois
transformado em Colônia Penal e, em 1932, lá
ficaram presos os líderes do movimento
constitucionalista e personalidades como Graciliano
Ramos, Orígenes Lessa, Agildo Barata, entre outras.
Em 1940 voltou a funcionar como presídio comum,
até 1963, quando os presos foram transferidos para
a Colônia Penal de Dois Rios, do outro lado da Ilha
Grande. Nesta época o prédio foi demolido por
ordem do Governador do Estado. É possível verificar
as ruínas das celas e alguns cômodos.
Continuando paralelamente ao Rio, após alguns
metros chega-se a Praia Preta.
Do Lazareto, é possível chegar ao Aqueduto. Ao
invés de retornar pelo caminho que leva a Abraão,
vire logo à direita e daí são aproximadamente 10
minutos.

Abraão – Aqueduto –
Cachoeira da Feiticeira
Direção: a noroeste de Abraão
Duração: 30 minutos até Aqueduto 1h30 minutos até
a Cachoeira da Feiticeira
Seguindo a estrada beira-mar olhando para o
Oceano, caminhar para o lado esquerdo. A trilha de
acesso situa-se em uma bifurcação no lado
esquerdo (há placas).
O Aqueduto é construção de 1884 que abastecia de
água o Lazareto. Entre seus arcos passa uma trilha.
Indo a esquerda chega-se a um rio, que forma uma
piscina natural, muito procurada para banhos.
Passando sob os arcos a trilha nos leva a Cachoeira
de Feiticeira. Depois de aproximadamente 5 horas
caminhando, após o Aqueduto, existe uma pedra de
uns 60 cm de altura com uma seta, mostrando a
bifurcação à esquerda. A entrada não é evidente, é
preciso cuidado para localizar. A trilha de acesso
segue por uma abrupta subida, e depois há um
acentuado declive. Assim que descer, acompanhe o
riacho até a chegada da Cachoeira. É a principal
cachoeira da Ilha com cerca de 15 metros de queda.

Abraão – Pico do
Papagaio
Direção: a sudoeste de Abraão
Duração: 3h30 minutos
O Pico do Papagaio é o segundo ponto mais alto da
Ilha Grande com aproximadamente 990 m de
altitude. O planejamento para subida envolve o
acompanhamento de um guia devido as várias
bifurcações, a escolha de um bom dia de sol para
apreciar a vista do alto e o cuidado com o
abastecimento de água.
O acesso da trilha é feito através da estrada que liga
Abraão a Dois Rios, onde é recomendado se
abastecer de água. A entrada para a trilha é na
primeira bica do lado direito da estrada, onde
começamos a subir por pedras. É uma subida longa
e cansativa, em mata fechada e com a trilha pouco
marcada em alguns pontos. Só existem mais dois
pontos de abastecimento de água no percurso, o
último mais ou menos no fim do primeiro terço do
caminho.
A trilha continua por entre a mata e leva a umas
rochas, que devem ser contornadas pela direita.
Ainda não é o pico, falta um pouco. Passa-se por um
bambuzal, chega-se a uma pequena mina d’água,
imprópria para consumo. Continue subindo até
chegar a um paredão de pedra, agora sim é o Pico.
Contorne pela esquerda. A trilha leva ao topo sem
que seja preciso escalar. Deve-se tomar muito
cuidado lá em cima, pois o espaço é mínimo e uma
queda pode ser fatal. Aproveite a vista panorâmica.
De lá se avista as cidades de Angra dos Reis e
Mangaratiba, Ilhas de Marambaia e Jorge Grego,
Enseadas das Estrelas e do Abraão, Praias de
Lopes Mendes e Dois Rios e outros locais. É um
espetáculo deslumbrante.

Abraão – Dois Rios (via


continente)
Direção: a sudoeste de Abraão
Duração: 1h30 minutos
A estrada que liga a Vila do Abraão até a Dois Rios
começa ao lado do campo de futebol e segue em
direção oposta ao mar. É uma subida longa, cheia
de curvas. Após uns 40 minutos de subida chega-se
ao mirante de onde se avista toda a Vila e a
Enseada de Abraão. Seguindo em frente o caminho
torna-se suave e logo começa a descer. Quase
chegando a Vila de Dois Rios um riacho acompanha
a estrada. No final do caminho duas fileiras de
palmeiras imperiais marcam a chegada na vila onde
funcionou a Colônia Penal Cândido Mendes. As
ruínas do presídio ainda resistem ao tempo. É
possível ver a antiga cozinha, a administração e
algumas celas com ferros retorcidos e um
amontoado de concreto. Além disso, vale imaginar a
fuga espetacular de helicóptero de Escadinha, um
dos grandes ladrões brasileiros.
Na Vila de Dois Rios também se encontra um centro
de pesquisa da UERJ (Universidade Estadual do
RJ).

Dois Rios – Caxadaço


Duração: 1h40 minutos
Caxadaço já foi considerada uma das 10 mais
bonitas praias do Brasil, e não é pra menos. O
cenários é maravilhoso, são apenas 30 metros de
praia encravado num pano de fundo de uma mata
densa e exuberante. As rochas que a cercam dá um
contraste todo especial formando uma piscina
natural límpida e transparente. Quem gosta de belos
visuais, a praia é imperdível.
Saindo de Dois Rios pela estrada de acesso a
Abraão, com apenas alguns minutos encontra-se a
entrada da trilha à esquerda, há uma placa. A trilha
também é encantadora e bem evidente.
Chegando em Caxadaço, é possível por uma trilha
duvidosa chegar as praias de Santo Antônio e Lopes
Mendes. É recomendado seguir as outras
alternativas, mas para aqueles que se aventurarem,
a trilha, na dúvida, segue sempre pela esquerda.
Há água potável no trajeto.

Abraão – Palmas –
Lopes Mendes
Direção: a sudeste de Abraão
Duração: 1h20 minutos até Palmas 2h20 minutos até
Lopes Mendes
Seguindo a estrada beira-mar olhando para o
Oceano, caminhar para o lado direito. A trilha de
acesso situa-se no canto direito do fim Praia do
Abraão. Após 100 m, ela se bifurca. Seguindo a
direita, começa uma subida no morro por dentro da
mata. Após 15 minutos de caminhada a trilha se
divide e o caminho correto é o da direita. A subida é
longa e constante, do alto a vista da “Enseada do
Abraão” recompensa o sacrifício. Seguindo a trilha
em declive, chegamos ao primeiro ponto com água
potável.
Continuando, chega-se a “Praia Grande das
Palmas”, com os seus 600 m de extensão e areia
grossa, águas verdes e transparentes. Possui um
antigo vilarejo de pescadores, pousada, camping,
restaurante e bar. Quase no fim da praia a trilha
continua. Segue -se por uma trilha larga que leva à
“Praia dos Mangues”, com uns 500 m de extensão,
areia fina, águas verdes. Existe um hotel,
restaurante e bar. No fim da praia a trilha segue por
mais 50 m passando pelas ruínas de um
ancoradouro e após alguns metros vire a direita.
Ande até que encontre uma bifurcação seguindo
pela esquerda, haverá uma rápida descida até
chegar a Lopes Mendes. Areia fina branca, água
muito transparente e cerca de 3 km de extensão faz
de Lopes Mendes uma das mais bonitas praias da
Ilha Grande. No canto esquerdo da praia existe um
restaurante bem rústico e no direito as ondas são
ótimas para prática de surf e bodyboarding.
Praia de Santo Antônio
Duração: 20 minutos à partir de Lopes Mendes
Para quem vem de Palmas sentido Lopes Mendes,
basta continuar reto seguindo as placas indicando
Santo Antônio. Continue sempre na trilha principal.
Haverá uma bifurcação onde virando à direita é o
acesso para Caxadaço. Esta trilha para Caxadaço é
duvidosa, onde é recomendado cuidado para não se
perder. Após esta bifurcação em alguns minutos
você estará na belíssima praia de Santo Antônio.
Com aproximadamente 100 metros de extensão, a
paisagem da praia é composta por rochedos
imprimindo um charme incorporado com as águas
límpidas, areias brancas e finas. Com certeza, é uma
das praias que não pode deixar de ser visitada.

Farol dos Castelhanos


Duração: 2h30 minutos à partir da Escola de Aroeira
Em 1900 foi construído um dos primeiros faróis do
Brasil, o Farol dos Castelheanos. São 14 metros
suportados por paredes de 1 metro de espessura, e
ainda o vovô Castelheanos continua guiando os
caminhos dos mares.
O caminho segue à partir da Escola Municipal de
Aroeira (próximo a Lopes Mendes) em uma
bifurcação à esquerda. A trilha de acesso é difícil,
atravessa várias propriedades, mas o visual é
recompensador com vista para o mar aberto e para
a Restinga da Marambaia.

Vila do Abraão
>Vila do Abraão
POSTADO EM 13/11/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
> A vila do Abraão é
atualmente o maior núcleo urbano da Ilha Grande,
sua população é de aproximadamente 3000
habitantes. E conta com a melhor infraestrutura
turística, sendo por isso considerada a “capital” da
ilha.
Breve História
O povoamento da região começou ainda no período
colonial. A hipótese mais aceita para a origem do
nome “Abraão” o relaciona ao termo “abra” do
português antigo, que significa “enseada”. Assim, o
nome da vila faria referência à grande enseada em
que se encontra a localidade.

O desenvolvimento da
Vila do Abraão tomou impulso nos finais do século
XIX, na época do Brasil Império, quando foi
construído um lazareto nas cercanias. O lazareto,
construído entre 1884 e 1887, funcionava como
hospedagem de imigrantes que chegavam ao Brasil
em navios, quando era feita uma triagem sanitária
dos passageiros e a desinfecção das embarcações.
A partir da década de 1930 o lazareto foi utilizado
como base militar e presídio, tendo sido demolido
nos anos 1950.

A Vila do Abraão teve


um grande impulso a partir de 1993, quando foi
desativado o presídio da Ilha Grande na Vila de Dois
Rios. Os atrativos da ilha favoreceram o rápido
desenvolvimento do turismo, transformando a vila
em um polo turístico. Construíram-se pousadas,
bares e restaurantes e estabeleceram-se circuitos
turísticos por mar e por trilhas que ligam a vila às
diversas praias e outras atrações da Ilha Grande.
A vila conta com um novo cais no qual atracam
diariamente as barcas que fazem o transporte de
turistas, moradores e mercadorias entre a vila, Angra
dos Reis e Mangaratiba. Também atracam no local
os saveiros e escunas que realizam passeios
diariamente a vários outros lugares da Ilha Grande.
Infraestrutura
A Vila do Abraão conta
hoje com uma excelente infraestrutura a disposição
dos turistas e visitantes. Que é formada por
inúmeras pousadas, hotéis, campings, restaurante,
bares, mercados, posto de Polícia, pronto socorro
24hrs, aluguel de embarcações, serviços náuticos,
de mergulho e guias locais altamente capacitados a
oferecer as melhores opções de passeios e trilhas a
todos os turistas.
Vale lembrar que:
*A vila não conta c/ agências bancárias nem caixas
eletrônicos, mas a maioria dos cartões de créditos
são aceitos no local.
*Na alta temporada é sempre aconselhável consultar
a disponibilidade de vagas nas pousadas, hotéis e
campings da vila devido a grande procura
*O transporte para a vila pode ser feito de duas
maneiras: através da Barca que sai do cais ao lado
Receita Federal (poucos horários e viagem mais
demorada)
ou através dos Catamarãs que saem do novo cais
de Santa Luzia (horários alternativos e viagem bem
mais rápida) consulte os telefones das empresas de
transportes na categoria serviços ai ao lado.
Telefones Uteis
>Telefones Uteis
POSTADO EM 20/06/2009 ATUALIZADO
EM 07/06/2012
>

Telefones Uteis
Aeroporto de Angra: 3365-5896
Ampla: 0800-2800120
Banco Bradesco: 3365 6236/3365 7381
Banco C.E.F: 3365-0750
Banco HSBC: 3365-2125
Banco do Brasil: 3365-1655 / 3365-1664
Banco Real: 3364-1300
Barcas S/A: 0800-7044113
Capitânia dos Portos: 3365-0365
Cedae: 3365-1171
Cine Teatro Angra Shopping: 3377-2784
C.M.A.R: 3365-3875
Colégio Naval: 3421-3000
Corpo de Bombeiros: 3365-0193/193
Correios: 3365-3020
Cultuar: 3365-6585
Defesa Civil: 199
Delegacia Polícia Militar: 0065-0027/190
Delegacia Polícia Federal: 3365-5060/3365-4548
Detran: 3365-6798
Funerária: 3365-2180
Fusar: 3377-5859
Hospital Codrato de Vilhena(Santa Casa): 3365-
8432
Hospital Costa Verde: 3377-6804
Hospital de Praia Brava: 3362-1201
I.N.S.S: 3365-0753
P.M.A.R: 3377-8311
Polícia Rodoviária Federal – Jacuecanga: 3366-2478
Polícia Rodoviária Federal – Mambucaba: 3362-
3015
Ponto Taxi (Centro): 3365-0422
Ponto Taxi (Rodoviária): 3365-0969
Procom: 3365-4189
Pronto Socorro: 193
Receita Federal: 3365-1992/3365-0852
Rodoviária: 3365-2041
S.A.A.E: 3377-6621
Secretária de Fazenda: 3365-6466
Secretária de Obras: 3365-2647
Secretária de Educação: 3365-1659/Estádio
Municipal: 3365-4763
Secretária de Saúde: 3377-5859
Secretária de Vigilância Sanitária: 3365-6735/3365-
1255
Shopping Pirata’s: 3365-2640
S.i.n.e : 3365-2382
Turisangra: 3367-7826
Viação Colitur: 3365-0223
Viação Costa Verde: 3365-1750
Viação Reunidas: 3365-0565
Viação Senhor do Bonfim: 0800-8861000

Farmácias do centro da cidade


Interfarma (Drogaria Angrense): 3367-0966
Interfarma (Drogaria Nacional): 3365-0236
Drogatur: 3365-2661/3377-8616
Drogaria Drogaly: 3365-6148
Drogaria Pacheco: 3365-5001
Drogamar: 3377-8539
Exxi Pharma: 3365-2193
Horários de Ônibus
Angra x Rio
04:00,05:15,06:00,07:00,08:00,09:00,10:00,11:00,11
:45
12:00,13:00,14:00,15:00,16:00,17:00,18:00,19:00,20
:00
21:00
Rio x Angra
04:00,05:00,06:00,07:00,08:00,09:00,10:00,11:00,12
:30
13:00,14:00,15:00,16:00,17:00,18:00,19:00,20:40,22
:40
(consulte junto a empresa os horários via
Paraty,Passa Três e Verolme
Duvidas
acesse: http://www.costaverdetransportes.com.br/ind
ex.html )
Angra x Volta Redonda
05:30,06:50,08:15,09:40,11:30,13:30,15:40,17:30,18
:15,19:15
Volta Redonda x Angra
05:15,06:40,07:45,09:00,10:30,12:40,14:45,16:15,17
:45,19:00
Angra x São Paulo
08:00,10:00,12:00,15:00,22:00
São Paulo x Angra
08:00,10:00,12:15,16:00,22:00,22:40
(Duvidas
acesse: http://www.reunidaspaulista.com.br/)
Angra x B.Horizonte/ B.Horizonte x Angra
Os horários variam de acordo c/ o dia da semana
(Duvidas acesse: http://www.util.com.br/)
Horários das Barcas
Abraão x Angra: Segunda a Sexta: 10:30hrs
Sabados, Domingos e Feriados: 10:00hrs

Angra x Abraão: Segunda a Sexta: 15:30hrs


Sabados, Domingos e Feriados: 13:30hrs
Tarifas:
De Segunda a Sexta:R$ 6,50
Sábados, Domingos e Feriados: Unitário: R$ 14,00 –
Ida e Volta:R$ 25,00
Tele Barcas: (21) 4004-3113, 24 Hrs
Website: http://www.barcas-sa.com.br/
E-mail: sac@barcas-sa.com.br
Catamarã (Horários Alternativos)
Angra x Abraão
Abraão x Angra
Saída: Cais de Santa Luzia (Centro)

I.G.T Turismo (Terminal Rodoviário)


Consulte horários pelo Tel: (24) 3365-6426
E-mail: contato@ilhagrandeturismo.com.br