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wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr AAAA rrrr llll iiii nnnn dddd oooo UUUU gggg uuuu llll
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AAAA
rrrr
llll
iiii
nnnn dddd
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UUUU
gggg uuuu llll
iiii
nnnn oooo
NNNN eeee tttt tttt oooo
MMMM●●●●
EEEE
DDDD
RRRR
EEEE
SSSS
UUUU
MMMM
OOOO
SSSS
2222
0000
1111
6666●●●●
SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA
SSSS EEEE
MMMM
IIII
OOOO LLLL
OOOO GGGG IIII
AAAA
2222000011116666
AAAA rrrrlllliiii nnnndddd oooo
UUUU
gggg
uuuu llll iiii
nnnn oooo
NNNN eeee tttt tttt oooo
SSSSEEEEMMMMIIIIOOOOLLLLOOOOGGGGIIIIAAAA DDDDOOOO AAAAPPPPAAAARRRREEEELLLLHHHHOOOO
SSSSEEEEMMMMIIIIOOOOLLLLOOOOGGGGIIIIAAAA
DDDDOOOO
AAAAPPPPAAAARRRREEEELLLLHHHHOOOO
CCCCAAAARRRRDDDDIIIIOOOOVVVVAAAASSSSCCCCUUUULLLLAAAARRRR
AAAAPPPPLLLLIIIICCCCAAAADDDDAAAA
O aparelho
cardiovascular
apresent a
uma at ividade
coordenada por uma bom ba central, o ccccoooorrrraaaaççççããããoooo, o qual im pulsiona
o ssssaaaannnngggguuuueeee
para
t odo
o
organism o.
A o chegar à mmmmiiiiccccrrrroooocccciiiirrrrccccuuuullllaaaaççççããããoooo, onde ocorrem as t rocas
m et abólicas, o sangue realiza a sua f unção de levar oxigênio para
as cé lulas t ec iduais e passa a servir com o um m eio de t ransport e
para
excretas
do
metabolismo
das
m e
smas.
Entre
os
d
ois
extremos do sist ema cardiovascular (coração-microcirculação),
serve
est
ende-se
de
leit o
uma para
int o ricada
sangue.
rede
de
vasos
art érias
e
veias
que
NNNNOOOOÇÇÇÇÕÕÕÕEEEESSSS AAAANNNNAAAATTTTÔÔÔÔMMMMIIIICCCCAAAASSSS
O coração,
principal
est rutura
do
m ediast ino
dividido em duas m et ades – diret a e esquerda – por
m édio, é
um septo
longit udinal, orientado obliq uam ente. C ada m et ade consist e em
duas câ m aras, os át rios, que recebem sangue das vei as, e em
outra, os vent rículos,
que
im pulsionam
o
sangue
para
o
int erior
das
art érias – aort a (iniciando a grande circulação) e pulm onar
(iniciando a pequena circulação). O coração apresenta t rês f aces:
a f ace est erno-costal (composto praticament e pelo ventrículo
direit o, em contato com o osso esterno e costel as); a face
diaf ragm át ica ou í nf ero-cost al (co m post a principalment e pelos doi s
ventrículos repousados sobre o diafragma); e a f ace pulmonar
(composta pelo vent rículo esquerdo em contat o com o pulm ão
esquerdo). C om o o coração apresenta um f ormato de cone, seu
ápi
ce
está
vol tado
i nf eriormente
para
o
lado
esquerdo
(relacionando-se principalment e no 5º espaço int ercostal esquerdo )
e sua
base,
volt ada
superiorm ent e,
é representada pela chegada e

saí

da

das

gran des

art érias

e

veias.

 

A

base

do

coração

é

f ormada

pelos

át r

ios,

que

se

sit uam

atrás

e

acima dos vent rículos. O átrio esquerdo é m ais

posterior,

enquant o que

o

átrio

direit o

é

m ais

ant erior.

O

ápice

corresponde

à

ponta do coração e é const it uí do pelo

vent rículo esquerdo, que m ant ém cont ato diret o com

ventrículo

esquerdo,

CCCCAAAAMMMMAAAADDDDAAAASSSS DDDDOOOO CCCCOOOORRRRAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO

O coração é const it uído de t rês camadas: epicárdio, m iocárdio e endocárdio. O epicárdio ou pericárdio visceral,

f requentement e revestida de t ecido gorduroso, t em uma cam ada m esot elia l e out ra serosa. As art érias coronárias,

responsáveis pela irrigação do coração, caminham pelo epicardio antes de at ingir o m iocárdio. O pericárdio parietal é

uma f ormação f ibrosa, resistent e e pouco elást ica à distensão rápida, m as com capacidade de se distender lenta e gradualm ent e.

suf

Em condições f isiológicas, exist em no interior da cavidade pericárdica cerca de 10 a 20mL de lí quido, quant idade

particularidade

o gradil cost al ao ní vel do 5º espaço int ercostal esquerdo. Esta

anatômica

é

conclusões

im portant e

clí nic

as

pois,

podem

através

ser

t iradas.

da

inspeção

e

da

palpação

do

choque

da

ponta

do

m uit as

icient e

para

lubrif icar

as

superf í cies

do

pericárdio

pariet al

e

visceral.

MMMMUUUUSSSSCCCCUUUULLLLAAAATTTTUUUURRRRAAAA

CCCCAAAARRRRDDDDÍÍÍÍAAAACCCCAAAA

As

fibras

m usculares

cardíacas

que

compõem

o

m iocárdio

dispõem -se

em

camadas

e

f eixes

complexos.

A

m

usculat ura

dos

át rios

e

dos

vent rículos

é

separada,

cabendo

ao

sist ema

de

condução

cardí aca

f azer

a

conexão

entre

elas.

Por

ser

responsável

por

bom bear

sangue

para

t odo

o

corpo,

a

m usculatura

do

ventrículo

esquerdo

é

bem

m ais

espessa.

OOOOBBBBSSSS

f ibras

é

sangue

enchem

1111

::::

consist e

m uscu

lares

ejet ado

de

sangue

SSSSííííssssttttoooolllleeee

na

cont ração

cardí acas.

do

oriundo

sí st ole

enquant o

dos

át rios

nest e

A

coração,

m usculat ura

da

vent ricular,

que

cardí aca,

enquant o

que

no

perí odo

ddddiiiiáááássssttttoooolllleeee

corresponde

de

cont ração

dos

do

ao

relaxam ent o

em

das

o

se

que

quais

port ant o,

diást ole

a m oment o.

consist e

consist e

no

m ecanism o

de

vent rí culo

vent rículos,

os

relaxam ent o

1

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AAAA

rrrr

llll

iiii

nnnn dddd

oooo

UUUU

gggg uuuu llll

iiii

nnnn oooo

NNNN eeee tttt tttt oooo

MMMM●●●●

EEEE

DDDD

RRRR

EEEE

SSSS

UUUU

MMMM

OOOO

SSSS

2222

0000

1111

6666●●●●

SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA

AAAAPPPPAAAARRRREEEELLLLHHHHOOOOSSSS VVVVAAAALLLLVVVVAAAARRRREEEESSSS

O coração dispõe de quatro aparelhos valvares: no lado esquerdo, um atriovent ricular (a vvvvaaaallllvvvvaaaa mmmmiiiittttrrrraaaallll ou

bbbbiiiiccccúúúússssppppiiiiddddeeee) e um ventrículo-aórt ico (a vvvvaaaallllvvvvaaaa aaaaóóóórrrrttttiiiiccccaaaa); e no lado direit o, um atriovent ricular (a vvvvaaaallllvvvvaaaa ttttrrrriiiiccccúúúússssppppiiiiddddeeee) e um

presas

em um anel f i broso que circunscreve o óst io atriovent ricular. C ada válvula (as cús pides) é presa aos ven t rí culos po r

cordas

apresenta

vent rí culo-pulmonar

(a

As

valv

as

at ri

t endíneas

As

valvas

t rês

e

em

vvvvaaaallllvvvvaaaa

ppppuuuullllmmmmoooonnnnaaaarrrr).

ovent riculares

cons

istem

m úsculos

papilares.

semilunares

da

aort a

e

do

válvu

las

a

sí st ole

f orm at o

de

vent ricular,

bolsa

ocorre

que

o

em

um

t ronco

conjunt o

de

im pedem

f echamento

válvulas

(dua

s

na

nas

dest as

m itral

e

na

t ricúspide)

srcens

ar

e

dest es

vasos.

C ada

t érias

dur

ante

a

abert ura

das

diást ole.

val

vas

aór

um a

t ica

e

t rês

pulm onar

estão

o

refluxo

do

das

val

vas

situadas

sangue

D urante

at r

ioventriculares

pulm onar. O f echamento dest a valva corresponde à prim eira bulha cardí aca (prim eiro som do ritm o cardí aco regular em

dois t em p os). D urante a diást ole

aórtica

o

das va lvas

valva

aórt ica

vent ricular,

ref luxo

de

ocorre

sangue

a

abert ura

para

das

va

lvas

at ri

ovent riculares

O

f echament o

da

e

o

valva

f echamento

pulmonar

e

da

e

pulmonar

const it ui

(im pedindo

os

ventrículos).

a segunda bulha cardí aca (segundo som do ritm o cardíaco regular em dois t
a
segunda
bulha
cardí aca
(segundo
som
do
ritm o
cardíaco
regular
em
dois
t empos).

IIIIRRRRRRRRIIIIGGGGAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDOOOO CCCCOOOORRRRAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO

O

coração

é

irrigado

pelas

art érias

coronárias,

primeiros

ram os

da

art éria

aorta,

logo

na

sua

srcem .

R esum idam ente, a art éria coronária direit a (AC D ), que nasce no seio

aórtico

direit o,

envia

ram os

para

o

ventrículo

direit o, cone art erial, nó sinusal, átrio direit o e o nó atriovent ricular. A art éria coronária esquerda (AC E), que nasce no

seio aórt ico esquerdo, divide-se

grande

vez,

sua

e

veias

no

ramo

circunf lexo

e

ram o

int erventricular

anterior,

que

desem bocam

no

suprindo

cham ado

seio

am bos

venoso

os

vent rí culos

que,

por

parte

A

drenagem

ao

átrio

do

septo

venosa

direit o

at rioventricular

do

por

int erventricular.

coração e

m eio

do

é

f eit a do

óst io

por

várias

seio

venoso.

chega

IIIINNNNEEEERRRRVVVVAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDOOOO CCCCOOOORRRRAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO O coração é inervado
IIIINNNNEEEERRRRVVVVAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO
DDDDOOOO
CCCCOOOORRRRAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO
O
coração
é
inervado
por
f ibras
nervosas
aut ônom as
que
incluem
f ibras
sensit ivas
oriundas
do
nervo
vago
e
dos
t roncos
sim páticos.
As
lulas
gan
glionares
que
const it uem
os
pl
exos
int ram urais do sist em a parassim pát ico localizam -se nos át rios, próxim o
aos nós-sinusal e at rioventricular e nas vizinhanças das v eias cavas.
As f i bras m usculares dest es n ós,
em virt ude da f unção que exercem ,
são ricam ente inervadas; já as f i bras m u sculares ca rdí acas
são
desprovidas de t erminações parassimpát icas, pois são at ivadas pelo
sistema
específ ico
de
condução.
Por
sua
vez,
as
t e
rminações
sim páticas a t ingem os n ós si nusal e atriovent ricular e as f ibras
m usculares m iocárdicas.
O
SN
si m pát ico
const it ui
o
componente
at ivador
do
sist ema
de
com ando, provocando o aum ento da f requência cardí aca e da f orça de
cont rat ilidade cardí aca. As f ib ras s im pát icas s rcinam-se
do
ao
t orácico
da
m edula As
espinhal,
f azendo
sinapse
nos
gânglios
segm cervicais ent o
e
t orácicos.
fibras
pós-ganglionares
sim páticas
são
levadas
ao
coração
pelos
ramos
cardí acos
cervical
e
t orácico
do
t ronco
sim pát ico.
SSSSIIIISSSSTTTTEEEEMMMMAAAA DDDDEEEE CCCCOOOONNNNDDDDUUUUÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDOOOO CCCCOOOORRRRAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO
O
estí mulo
srcina-se
no
sinusal
ou
Keit h-Flack);
progride
na
direção
do
atriovent ricular
através
dos t r act os in t er-nodais ( ant erior, m édio
e
(si noat rial
posterior)
e
na
direção
do
átrio
esquerdo
através
do
f eixe de Bachm ann;
atinge o nó atriovent ricular,
onde
sof re
um
atraso
em
sua
t ransmissão,
necessário
para
que
a
contração
atrial
se

com plet e ant es da ventricular; rapidam ente, o est ím ulo percorre o f eixe de H is, seus r amos d ireit o e esquerdo e suas

subdivisões,

para

f inalmente

f echar

à

rede

de

Purkinje.

2

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AAAA

rrrr

llll

iiii

nnnn dddd

oooo

UUUU

gggg uuuu llll

iiii

nnnn oooo

e

at rioventricular, nos f eixes internodais e no t ronco do f eixe de H is, apresent am

um a

As

f unção

células

P

(

pace m ar ke r),

por

serem

encontradas

auto-excit áveis.

nos

nós

sinusal

de

m arca-passo

Tal const it uição

permit e

ao

sistema

excit o-condut or

a

f ormação

e

a

condução

do

est ím ulo

necessário

para

a

excit ação

das

f ibras

m usculares

e

consequente cont ração miocárdica. Este sist ema possibil it a ao coração

apresent ar

as

seguint es

propriedades:

Cronotropismo

ou

automat icidade:

o

próprio

órgão

gera

o

estí mulo

necessário

a

sua

cont ração

(por

m eio

das

lulas

P).

Bat m ot ropism o

ou

Excit abili dade:

capacidade

das

f ibras

cardí acas

de

gerar

um

potencial

de

ação

após

rece

ber

um

estí m ulo.

Dormotropismo

conduzir

os

ou est í m ulos

condutibil idade:

para

f ibras

as

f ibras

vizinhas.

t êm

a

 Lusitropism I not ropism o: o

cont rat ilidade:

capacidade ou

de

respost a

relaxam ent o

do do

coração coração

ao

capacidade

de

potencial

de

ação.

NNNN eeee tttt tttt oooo MMMM●●●● EEEE DDDD RRRR EEEE SSSS UUUU MMMM OOOO SSSS
NNNN eeee tttt tttt oooo
MMMM●●●●
EEEE
DDDD
RRRR
EEEE
SSSS
UUUU
MMMM
OOOO
SSSS
2222
0000
1111
6666●●●●

SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA

CCCCIIIIRRRRCCCCUUUULLLLAAAAÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO SSSSIIIISSSSTTTTÊÊÊÊMMMMIIIICCCCAAAA EEEE PPPPUUUULLLLMMMMOOOONNNNAAAARRRR

O lado direito do coração recebe o sangue venoso sist êmico por intermédio das veias cavas (superior e inf erior)

e do seio venoso (que t raz sangue do próprio m iocárdio) que se conectam ao átrio direit o. D aí o sangue f lui para o

vent rículo direito, passando pela valva t ricúspide. O sangue im pulsionado pela cont ração do vent rículo ultrapassa a valva

pulm onar, chegando à art éria pulmonar, que o distribui pela rede vascular dos pulm ões, onde será oxigenado pelo processo de hem at ose. R et orna ent ão ao lado esquerdo do coração pelas ve ias pu lmonares q ue deságuam no átrio esquerdo. D est a câmara, dirige-se ao vent rí culo esquerdo passando at ravés da valva m itra. Por f im, ultrapassa a valva aórtica, atingindo a aorta, que const it ui o iní cio da circulação sistêmica, responsável pela distribuição do sangue pelo corpo t odo.

O t rabalho

volum e

m ecânico

do

sangue

queda

pressórica.

Em

um

do

e

dado

CCCCIIIICCCCLLLLOOOO CCCCAAAARRRRDDDDÍÍÍÍAAAACCCCOOOO

duas

das fibras

intracavit ária. Seu relaxam ent o, de m odo inverso, induz

ciclo

uma

m iocárdicas causa um a elevação da pressão

variáveis:

contração

coração

pr e ssão.

A

m om ento

do

util iza

cardí aco, ocorre um repouso elétrico e m ecânico do

coração. A partir daí, ocorre um a sequência de event os

que

serão

exemplif icados

a

seguir:

DDDDIIIIÁÁÁÁSSSSTTTTOOOOLLLLEEEE O

período do rrrreeeellllaaaaxxxxaaaammmmeeeennnnttttoooo iiiissssoooovvvvoooolllluuuummmmééééttttrrrriiiiccccoooo

t em iní cio com a 2ª bulha cardí aca e se acompanha de decrésci mo da pressão intraventricul ar. N este

m om ento, que sucede a sístole, o ventrículo est á sem

as va lvas m it ral e aórtica est ão f echadas. A

se abre quando exist ir uma dif erença de

pressão ent re o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo

(o

lado direito). A ent rada do sangue para o ventrículo esquerdo acontece devido aos seguintes m ecanism os:

(1) um a dif erença de pressão entre as duas câmaras; e

(2)

de

sangue para o át rio esquerdo procedente dos pulm ões result a na elevação passiva da pressão int ra-atrial. A ocorrência da queda da pressão intraventricular ao

mesmo tempo em que est á havendo elevação da pressão at rial f avorece a abert ura da valva m itral (pico

m áxim o da onda V), iniciando o esvaziament o do átrio

esquerdo. É um f enôm eno passivo que corresponde ao colapso Y d a curva atrial, e esta f ase da diástole é denom inada eeeennnncccchhhhiiiimmmmeeeennnnttttoooo vvvveeeennnnttttrrrriiiiccccuuuullllaaaarrrr rrrrááááppppiiiiddddoooo .

o relaxam ent o at ivo do vent rí culo esquerdo durante

a diástole.

sangue e valv a m it ral

que

t am bém

D urante

vale

est a

para

diást ole

as

câm aras

cardí acas

do

afluxo

ventricular,

o

e valv a m it ral que t am bém D urante vale est a para

3

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AAAA

rrrr

llll

iiii

nnnn dddd

oooo

UUUU

gggg uuuu llll

iiii

nnnn oooo

NNNN eeee tttt tttt oooo

MMMM●●●●

EEEE

DDDD

RRRR

EEEE

SSSS

UUUU

MMMM

OOOO

SSSS

2222

0000

1111

6666●●●●

SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA

colocar

em posição sem iabert a no f im dessa f ase, devido à pequena dif erença de pressão ent re o átrio e o ventrículo esquerdos.

Este pequeno gradiente de pressão reduz de modo signif icativo o afluxo sanguí neo. É a f ase de eeeennnncccchhhhiiiimmmmeeeennnnttttoooo

O s f o lhet os d a valva m itral, amplam ent e abert os durante a f ase de enchimento vent ricular

rápido,

vão

se

vvvveeeennnnttttrrrriiiiccccuuuullllaaaarrrr

lllleeeennnnttttoooo.

 

N

este

m om ento,

o

coração

volt a

a

f icar

m om entaneam ente

em

repouso

elétrico

e

m ecânico,

até

que

um novo

estí mulo

gerado

pelo

sinusal

reini

cie

a

sequência

de

f enômenos

que

const it uem

o

ciclo

cardí aco.

 

SSSSÍÍÍÍSSSSTTTTOOOOLLLLEEEE

 
 

O

est ím ulo

elétrico

passa

pela

junção

atriovent ricular,

distribui-se

para

o

f eixe

de

H is

e

pela

rede

de

Purkinje,

excit ando

a

m usculat ura

vent ricular.

D evidam ent e

despolarizada,

esta

se

cont rai

e

eleva

a

pressão

intraventricular

at é

 

atingir

e

ult rapassar

o

nível

pressórico

int ra-atrial

que,

por

sua

vez,

est ará

N este

m om ento,

ocorre

o

f echam ent o

dos

f olhet os

da

valva

m it ral,

constit uindo

est e

f enôm eno

o

principal

decrescendo. com ponent e

da

1111ªªªª

bbbbuuuullllhhhhaaaa

ccccaaaarrrrddddííííaaaaccccaaaa.

 

A crescente

t ensão

da

parede

ventricular

produz

elevação

da

pressão

int ravent ricular.

Est a

f ase,

em

que

o

ventrículo cham ada

Q

se as

protodiást ole de Wiggers.

de

ccccoooonnnnttttrrrraaaaççççããããoooo

uando

valvas

a

aórt icas,

pressão

t orna-se

iiiissssoooovvvvoooolllluuuummmmééééttttrrrriiiiccccaaaa.

uma

intraventricular

a

f ase

de

cavidade

iniciando-se

f echada

(pois

supera

eeeejjjjeeeeççççããããoooo

as

valvas

a

pressão

vvvveeeennnnttttrrrriiiiccccuuuullllaaaarrrr.

mit ral

e

aórtica

(que

se

est ão

m om entaneam ente

t rês à

pressão

condições:

cerradas),

abrem -

lenta

int ra-aórtica

Est a

f ase

corresponde

divide

em

diast ólica),

rápida,

é

e

N

esta

f ase

do

ciclo

cardí aco,

devem

ser

realçados

os

e

seguint es event os: a const it uição elást ica da aorta é quando isto acont ece, barorrecept ores localizados nas

própria para receber o

sangue

sob

grande

im pacto

pressórico

paredes dest es vasos enviam est ím ulos via

nervo

vago

para

centros

bulbares. Est es geram um a vasodilat ação periférica

que, por

sua

vez,

vai

faci lit ar

a

saí da

de

um

volume

de

sangue

igual

ao

que

af lui

da

aorta.

A

queda

da

pressão

intraventricular para ní vel in f erior

da

aort a

propicia

o

f echam ent o

das

válvulas sem ilunares da valva aórt ica, que vai s e

const it uir no

prim eiro

componente

da

2222ªªªª

bbbbuuuullllhhhhaaaa

ccccaaaarrrrddddííííaaaaccccaaaa.

N este

m om ento,

f inda

a

f ase

sistólica

do

ciclo

cardí aco

para

o

iní cio

da

f ase

diast ólica.

DDDDIIIISSSSTTTTRRRRIIIIBBBBUUUUIIIIÇÇÇÇÃÃÃÃOOOO DDDDOOOO SSSSAAAANNNNGGGGUUUUEEEEPPPPEEEELLLLOOOO OOOORRRRGGGGAAAANNNNIIIISSSSMMMMOOOO

A di stribuição do sangue bom beado pelo coração é dif erente

para cada órgão ou sistema, variando est es valores em dif erentes

sit uações

f isiol ógicas

bem

com o

em

condições

pat ol

ógicas.

Todo com plexo cardiovascular com suas caracterí st icas

irrigação

t ransport ar

oxigênio e nut rientes às células de t odo organismo, promover a rem oção de resíduos m e t abólicos ce lulares e t am bém promover

possibilid ade de inter-relação entre órgãos de sist emas diversos ao permitir a t roca de hormônios e consequentement e t am bém reações neuro-hormonais para que se mant enha, em últ ima análise, a

a

especí coronariana, f icas

(sistem sist em a a

m uscular

de

condução)

contrát il,

aparelhos

t em

com o

valvares,

f inalidade

hom eost ase.

hierarquia de importância vit al de um

para aquele m om ento f isi ológico pelo

qual está passando o indivíduo, o débit o cardíaco será especialmente destinado. O t ecido nervoso, por exemplo, recebe cerca de 14% de t odo o f luxo sanguíneo oriundo do coração, sendo seguido, logo então,

det erminado

D ependent em ente

da

t ecido

ou

órgão

pelo t ecido hepát ico e pelo m uscular.

O próprio coração recebe um considerável f luxo sanguíneo,

quando em relação a sua m assa.

important e conhecer t al distribuição ao avaliar o f at o de que

indivíduos c ardiopatas a present am sintomas c omo f raqueza e confusão mental, justif icando a falt a de perfusão adequada para o

É

sist ema

m uscular

e

nervoso.

OOOOBBBBSSSS²²²²:::: O ffffaaaattttoooorrrr ((((oooouuuu ppppeeeeppppttttííííddddeeeeoooo)))) aaaattttrrrriiiiaaaallll nnnnaaaattttrrrriiiiuuuurrrrééééttttiiiiccccoooo (FFFFAAAANNNN) é um hormônio sint et izado nos átrios que possui potent es propriedades nat riurét ricas.

papel na homeost asia ao prom over a

excreção urinária de sódio em virtude de efeit o sobre vasodilat ação renal e inibindo a secreção de aldosterona pelas su prarrenais. Est e horm ônio inibe t ambém a liberação de renina.

O FAN

desem penha

im portante

de aldosterona pelas su prarrenais. Est e horm ônio inibe t ambém a liberação de renina.

4

wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr EEEELLLLEEEETTTTRRRROOOOCCCCAAAARRRRDDDDIIIIOOOOGGGGRRRRAAAAMMMMAAAA
wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr
EEEELLLLEEEETTTTRRRROOOOCCCCAAAARRRRDDDDIIIIOOOOGGGGRRRRAAAAMMMMAAAA

O aparelho que regist ra o elet rocardiogram a é o

eeeelllleeeettttrrrrooooccccaaaarrrrddddiiiióóóóggggrrrraaaaffffoooo. O aparelho registra as al t erações

de potencial e létrico entre dois pont os do corpo. Estes pot enciais são gerados a partir da despolarização e

a

atividade elétrica cardíaca se inicia no nodo sinusal (células auto-rí tm icas) que induz a despolarização dos át rios e dos vent r í culos. Esse registro m ost ra a variação do pot encial elétrico no t em po, que gera uma imagem linear, em ondas.

repolarização das célu las card í acas. N orm alm ent e,

OOOOnnnnddddaaaa

PPPP::::

representa

a

despolarização

at rial.

IIIInnnntttteeeerrrrvvvvaaaalllloooo PPPPRRRR:::: ret ardo do im pulso nervoso no

QQQQRRRRSSSS:::: nódo

OOOOnnnnddddaaaa

Est as

at despolarização rioventricular

TTTT::::

repolarização

ondas

s eguem

convert ida

dos

dos

um

uma

vent rí culos. ventrí culos.

padrão

t endo

denom inação particular. Q ualquer alt eração no ciclo

ondas

no

em

cardí aco

rít mico,

nas

será

anomalia

elet rocardiógraf o.

AAAA

rrrr

llll

iiii

nnnn dddd

oooo

UUUU

gggg uuuu llll

iiii

nnnn oooo

NNNN eeee tttt tttt oooo

MMMM●●●●

EEEE

DDDD

RRRR

EEEE

SSSS

UUUU

MMMM

OOOO

SSSS

2222

0000

1111

6666●●●●

SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA

6666 ●●●● SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA NNNNOOOOÇÇÇÇÕÕÕÕEEEESSSS DDDDEEEE

NNNNOOOOÇÇÇÇÕÕÕÕEEEESSSS DDDDEEEE PPPPRRRROOOOPPPPRRRRIIIIEEEEDDDDAAAADDDDEEEESSSS FFFFIIIISSSSIIIIOOOOLLLLÓÓÓÓGGGGIIIICCCCAAAASSSS DDDDOOOO SSSSIIIISSSSTTTTEEEEMMMMAAAA CCCCAAAARRRRDDDDIIIIOOOOVVVVAAAASSSSCCCCUUUULLLLAAAARRRR Para que o coração esteja f uncionando norm alm ent e, é necessário que as suas

um a

m áquina m ecânica qualquer, o coração é capaz de se adequar instant aneament e a variados est í m ulos do m eio externo graças a essas con exões, sem que seja necessário um perído prévio de preparação ou uma graduada aceleração até o esf orço necessário. Antecipando-se a um determinado problem a, por exem plo, o coração passa a bater m ais

depressa, enquant o que, no repouso, cessa um pouco m ais

Para realizar estas f unções, o coração necessit a de uma ampla e ef et iva reserva metaboli de energia. smo. Est O a reserva, sistema contudo, de reserva pouco do f az coração uso da glicose é basi e cament de t odo e compost seu com o plexo por f osf ocr e at ina (PC r), uma m olécula que t ransport a uma li gação f osfato de alt a energia simil ar às ligações da adenosina de t rifosfato (ATP). Sob estímulo nervoso, a fosfocreatina é rapidamente clivada em creat ina e ATP, result ante desta cliv agem realizada pela enzima creat inoquinase.

conexões com o sist ema nervoso cent ral estejam

adequadas.

D iferent em ent e

o

seu

ritm o.

de

propriedades

É

através

de

cr onot r opism o,

deste

m et abolismo

lusitr opism o

e

bioquím ico

inot ropismo,

que

o

ist coração oé:

garante

as

suas

I notropism o:

significa

a

f orça

contrát il

do

coração.

C ronot ropism o:

signif ica

a

f requência

de

bat iment os

do

coração.

Lusi tropismo:

o

termo

é

oriundo

da

palavra

luz

e

signif ica

a

capacidade

de

relaxam ent o

ou

dist ensão

do

coração.

Também

é

dependente

de

energia.

coração. Também é dependente de energia. Para o ideal f uncionam ento da

Para

o

ideal

f uncionam ento

da

eeeellllééééttttrrrriiiiccccaaaa

a(

parelho

bom ba

cardí aca,

é

necessário

coração.

que

t odas

est a

s

propriedades

o

bio

quí micas

vvvvaaaallllvvvvaaaarrrr

e

e

f isiológicas estejam em const ant e harm onia com as propriedades anatômicas do órgão, isto

ssssiiiisssstttteeeemmmmaaaa

é,

ssssiiiisssstttteeeemmmmaaaa

ddddeeee

ccccoooonnnndddduuuuççççããããoooo

H is-Purkinje)

do

o

que

Para

o

regem

o f uncionam ent o

m elhor

entendim ent o

da

dest e

sist ema

f isiológica

orgânico.

cardiovascular,

revisaremos

agor

a

alguns

con

ceit os

e

propriedades

PPPPRRRREEEESSSSSSSSÃÃÃÃOOOO

EEEE

DDDDIIIINNNNÂÂÂÂMMMMIIIICCCCAAAA

SSSSAAAANNNNGGGGUUUUÍÍÍÍNNNNEEEEAAAA

 

A

pressão

(P)

é

uma

grandeza

fí sic a

conceit uada

pela

razão

de

uma

determinada

força

(F)

sobre

uma

d ete r m i n a d a

á r e a

so br e

a

á re a “A”

d o s

A

v a

(A).

f

so s

o r ç a sa

“F ”,

n o

q ue

n g uín eo s.

d i z

r e sp e i to

a o

si ste m a

c ar d i o v asc ula r,

d i z r e sp e i to a o si ste m a c

é

a pli c a d a

p elo

v olum e

d e

sa n g ue

(V)

vasos

sanguíneos e inversam ent e proporcional à extensão dos vas os e, por esta razão, para aumentarmos a pressão arterial,

devem os

Port ant o,

podem os

concluir

volume

de

que

sangue

a

pressão

ou

diminuir

é

diret am ent e

a

área

t otal

proporcional

dos

vasos.

ao

volume

de

sangue

corrent e

nos

aum ent ar

o

5

wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr
wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr
 

AAAA

rrrr

llll

iiii

nnnn dddd

oooo

UUUU

gggg uuuu llll

iiii

nnnn oooo

NNNN eeee tttt tttt oooo

MMMM●●●●

EEEE

DDDD

RRRR

EEEE

SSSS

UUUU

MMMM

OOOO

SSSS

2222

0000

1111

6666●●●●

SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA

 

Tem-se,

com

isso,

dois

tipos

de

pressões

capazes

de

m ant er

a

dinâmica

do

sangue

nos

vasos

sanguíneos:

a

pppprrrreeeessssssssããããoooo ssssiiiissssttttóóóólllliiiiccccaaaa(pressão do sangue nas art érias durante a

ventricular,

cujo

valor

normal

é

120

m mH g)

e

a

pppprrrreeeessssssssããããoooo

ddddiiiiaaaassssttttóóóólllliiiiccccaaaa

(pressão

do

sangue

nas

artérias

durant e

a

sístole diást ole,

cujo

valor

norm al

é

 

80

m mH g).

I sto

signif ica

que,

quando os ventrículos est ão cheios e

inici ando

o

processo

de

contração

(sí st ole)

para

ejetar

o

sangue,

o

com ponent e

pressórico

que

predomina

dentro

dos

vasos

é

a

pressão

diast ólic a

(isto

é,

80

m mH g).

Ent ão,

para

que

os

ventrículos

consigam abrir

a

valva

aórtica

e

ejetar

o

sangue

para

a

ci rculação

sistêmica

(onde

quem

predomina,

até

ent ão,

é

a

pressão diast ólic a), é necessário

sobrepor

e

vencer

est e

valor

da

pressão

diast ólica,

de

m odo

que,

durante

o

processo

de

contração

ventricular,

o

sangue

dent ro

dos

ventrículos

ex

ercem

uma

pressão

que

se

inicia

do

 

0

e

aument a,

gradativam ent e, at é ultrapassar o valor da pressão diast ólica

(que

no

exem plo

norm al,

80

m mH g;

de

m odo

que,

quando

o

sangue

dent ro

dos

vent rí culos

chega

a

81

m mH g,

ocorre

abertura

da

valva

const it ui aórt ica).

 

U ma

120

vez

aberta

nos

a

valva

aórtica

e

o

sangue

é

ejetado,

o

coração

é

capaz

de

f azer

com

que

o

sangue

alcance

o

valor

de

m mH g

vasos.

Ent ret ant o,

os

vent rí culos

começam

a

perder

volum e

sanguíneo.

A

quest ão é: como que

o coração

consegue

m anter

o

volum e

sistólico

de

120

m mH g

nos

vasos

se,

neste

m om ento,

ele

est á perdendo volum e?

A área respost (A): a como não é a encontrada área por quando onde o observam sangue os passa apenas à medida o numerador que da percorre razão P~V/ o si st A, ema m as vascul sim, o ar denominador vai dimi nuindo

gradat ivam Ent ente, ret anto,

t oda

aum ent a.

com o é possível aos f r ágeis e delicados

a

a

pressão,

ao

esclarecer

inversam ent e

est e

sist em a

capi lares

proporcional,

de

m anut enção

sanguíneos

dos

ní veis pressóricos, surgiram out ros quest ionam entos:

à

t am anha

pressão?

O s

capilares

recebem

resist irem

esta pressão sem sofrerem rompimento devido à sua complacência natural, ist o é, elast icidade. Q uando o sangue chega

à região

de

menor

luz,

devido

à

resist ência

e

elasticidade

capil ar,

parte

dele volta para traz. É por esta razão que

indivíduos

m ais

velhos,

devido

ao

m aior

depósit o

de

placas

ateromatosas

no endot élio vascular (com o event ual

enf raquecim ent o

do

m esmo),

sof rem

m ais

com

acident es

vasculares

do

que

os

m ais

jovens.

 

Est a

porção

de

sangue

que

ref lui

e

que

m antém

a

pressão

sanguínea

const ante m esmo nos capilares é a

m

esma

que

ret orna

para

encher

as

art érias

coronárias,

suprindo,

assim , o coração com uma coluna sanguínea de

pressão bem m ais baixa que a pressão sistêmica. Para dim inuir ou equilibrar ainda m ais a pressão da coluna de sangue

que chega

ao

coração

evit ando,

assim,

lesões

endot eliais

ou

inf art os

precoces

ent ra em ação o sis tema de se ios

cor onár ios

(ou

seios

de

Valsava).

 

Q uando

o

sangue

chega,

de

f ato,

aos

capilares,

se

estabelece

um a

dif erença

de

pressão

entre

o

sist ema

arterial

e

(do lat im , f orça que ve m dos lados ; est a é oriunda em que elas se dist enderam com a chegada do

sangue). A soma entre a vis a t e rgo e a vis a lat e ris result am na pppprrrreeeessssssssããããoooo aaaarrrrtttteeeerrrriiiiaaaallll mmmmééééddddiiiiaaaa , sendo esta a responsável pela

do

cham am -se vis a t e rgo (do latim ,

o

sist ema

potencial

capilar.

As

elást ico

f orças

gerado

que

vão

f or ça

im pulsionar

que

vem

pelas

paredes

das

de

o

sangue at ravés dos capilares, m esm o com a diferença de pressão,

t raz)

e

vis

a

lat er is

artérias

no

m omento

pe rf usão

diast ólica

cidual

t e

(PAD ),

é .

O

dado

cálc ulo

por

m da eio

das pressão segu

arterial

int es

f órm m

ulas: édia

(PAM),

com

relácão

à

pressão

int es f órm m ulas: édia (PAM), com relácão à pressão arterial si stólica (PAS)

arterial

si

stólica

(PAS)

e

a

e

diast pressão óli ca

e

f azem com que o sangue continua a segunda parte desta dinâm ica, ist o é, saia do leit o t ecidual e volt e para o coração.

Em

out ras

m ao édia). valor

palavras,

da

conhecida

a

PA M

nada

Portant o,

a

prim eira

m ais

é

que

o

acréscimo

de

1/3

da

dif erença

ent re

as

pressões

sistólica

PA D .

a pressão de perfusão normal (para o nosso exemplo) é de 93, 3 m mH g (isto é, a

part e

da

dinâm ica

sanguínea,

devemos

ent

ender

agora

quais

são

as

f or

ças

qu

D epois

de

O

s

seguint es f at o

res cont r

ibuem ,

de

f orm a

diret a

ou

indiret a,

para

o

retorno

venoso:

 
 

Vis

a

t e rgo :

a

f orça

que

vem

de

t ráz,

ist o

é,

a

f orça

e

a

pressão

exercida

pelas

ar

t eríolas

e

pelos

ca

pilares

é

m aior

do

que

a

pressão

exist ente

nas

vên

ulas

e

nas

ve

ias.

C om

isso,

uma

reação

em

cadeia,

de

f orma

que a

f orça

do

sangue

art erial

é

propagada

para

o

sangue

venoso

na

f orma

de

uma

im pulsão,

que

f az

com

que

o

sangue

nas

veias

part icipe

dest a

dinâmica.

 

C oração

do

impulsi onam o sangue venoso desta região contra o gradiente de pressão hidrost át ica exercida pelo sangue e

dinâm ica

diast ólico

de

venoso.

Barlon

Q uando

(bomba

se

da

panturrilha):

a

contração

t rata-se

dos

do

m ecanismo

m

úsculos

da

m ais

perna

im portant e

e

os

m

para

a

ret orno

cam inha,

oviment os

do

s

s

contra

de

Forças

propulsão

a

m

gravidade.

região

dos

o

omo

enores

c

do

sangue

venoso

própria

na

Por

m embros

est a

razão,

quando

se

passa

à

m uito

t em po

sentado ou sem cam inhar, a est ase

trom boem bólicos

somam -se

às

e de m ais

edema.

a

par

a

sangue

inf eriores

int estinal

predispõe

e

os

sistema

de

f ormação

m o vimentos

de

do

f enôm enos diaf ragm a

peristaltismo

ao

longo

do

vasos.

Pressão negat iva exercida pela sucção do át rio direito (f orça designada como vis a f r ont e , isto é, força que vem

da f rente no latim ). D e um m odo geral, a pressão art
da
f rente
no
latim ).
D e
um
m odo
geral,
a
pressão
art erial
é
result ado do produto ent re o dé bito car dí aco (volume de sangue ejet ado
do coração por m inut o = f requência cardí aca x volum e sistólico) e a r e sist ê ncia pe r ifé r ica nor mal (força que o sangue
exerce
sobre
a
parede
dos
va
sos).

6

wwwwww mmeeddrreessuummooss ccoomm bbrr AAAA rrrr llll iiii nnnn dddd oooo UUUU gggg uuuu llll
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iiii
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MMMM●●●●
EEEE
DDDD
RRRR
EEEE
SSSS
UUUU
MMMM
OOOO
SSSS
2222
0000
1111
6666●●●●
SSSSEEEEMMMMIIIIOOOO LLLLOOOO GGGGIIIIAAAA
O
débit o
cardí aco,
por
sua
vez,
é
inf luenciado
pela
f requência
cardí aca
e
pelo
volum e
de
ejeção
sistólica.
Alé m
disso,
segundo
a
Lei
de
Frank-Starling,
o
coração,
em
condições
normais,
é
capaz
de
se
adapt ar
ao
volum e
de
sangue
que
a
ele
chega,
sem
que
haja
acúmulo
de
sangue
nos
dem ais
vasos.

DDDDÉÉÉÉBBBBIIIITTTTOOOO

CCCCAAAARRRRDDDDÍÍÍÍAAAACCCCOOOO

D ébit o

cardí aco

consist e

no

volum e

t ot al

de

sangue

bom beado

pelo

coração

por

unidade

de

t em po.

É

expresso

em

lit ros/m inut o.

Seus

valo

res

dependem

de

dois

f at

ores:

volum e

de

sangue

e

núm ero

de

bat im entos

do

coração

por

m inuto.

É

O

proporc ional

a superf í cie corpórea.
a
superf í cie
corpórea.

débit o

cardí aco

varia

m uito

com

nível

da

atividade

do

corpo.

Portant o,

os

s

eguintes

f

atores,

ent re

out ros,

afetam

diret am ente

o

débit o:

o

nível

do

o m et abolismo

do

corpo,

o

exercício,

a

idade

da

pessoa

e

o

t am anho

corporal.

Para

jovens

sad

ios,

o

debit o

é,

em

m édia,

de

5,6

l/ m in.

VVVVOOOOUUUUMMMMEEEE

é o volum e de sangue que o coração ejeta a

cada bat im ento. O volum e ejetado no coração hum ano varia em t orno

de 70 ml (m il il it ros).

i nteração complexa ent re a força com que a fi bra se contrai

previam ente à contração ( pppprrrréééé----ccccaaaarrrrggggaaaa) e a resist ência que o sistema

SSSSIIIISSSSTTTTÓÓÓÓLLLLIIIICCCCOOOO

Volum e

sistólico

O valor do volume sistólic o result a de uma

que o sistema SSSSIIIISSSSTTTTÓÓÓÓLLLLIIIICCCCOOOO Volum e sistólico O valor do volume sistólic o result a de

(ccccoooonnnnttttrrrraaaattttiiiilllliiiiddddaaaaddddeeee ccccaaaarrrrddddííííaaaaccccaaaa), o vol ume de sangue que chega

circulatório impõe à ejeção do sangue (ppppóóóóssss----ccccaaaarrrrggggaaaa). Est e m ecanismo participa de um sistema mais amplo, que est abelece o controle do

débit o cardíaco (o

volume

de

sangue

que o coração ejeta a cada

m

inut o).

O

volum e

sistólico

é

inf luenciado

por

t rês

f a

t ores:

quant idade

de

sangue

que

ret orna

ao

coração

(

pppprrrréééé----ccccaaaarrrrggggaaaa);

a

pressão (força) que o ventrículo t em que vencer para ejetar o sangue ( ppppóóóóssss----ccccaaaarrrrggggaaaa); ea ccccoooonnnnttttrrrraaaattttiiiilllliiiiddddaaaaddddeeee mmmmiiiiooooccccáááárrrrddddiiiiccccaaaa.

PPPPrrrréééé----ccccaaaarrrrggggaaaa::::

Em

volume

ou

venosa,

ní vel

aumentam a pressão nos m em bros inferiores). Fatores que diminuem a pré-carga: diuréticos, f lebotomia (causa

sangramento),

int rat orácica.

pressão

corresponde

out ras

de

palavras,

sangue

no

é

à

pressão

pernas),

sanguínea

sangue

de

(que

que

chega

ao

ent ra

no

Pré-cargas

coração)

ventrículo.

e

ao

volum e

de

enchiment o

ventricular.

o insu f iciências car dí acas

a

que em

cabeça

const rição

quant idade

vent rí culo

da