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Responsabilidade Civil e Penal

Responsabilidade Civil e Penal dos Notários e

Registradores

               

ACADÊMICO JUIZ IVAN RICARDO GARISIO SARTORI

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A responsabilidade jurídica é instituto milenar imprescindível ao bem comum e ao progresso social.

            Sem ela, não há garantia de ordem pública ou jurídica.

            Para que tenha lugar, há de haver, por óbvio, prejuízo ou dano, quer moral, que

Segundo Eduardo Bautista Pondé, citado pelo eminente juiz José Renato Nalini, "a responsabilidade pre

Como se vê, o gênero responsabilidade jurídica abarca as espécies responsabilidades penal e civil, além

Tratemos, por primeiro, da civil.

Em tempos passados era ela, essencialmente, de natureza subjetiva, vale dizer, vinculada à culpa ou d

No direito romano, o credor chegava a ter poder físico sobre o devedor, no chamado 'Jus per manus iry

Mas, com o passar do tempo, o instituto foi se aprimorando e, percebendo o homem que esse posiciona

São exemplos clássicos os casos do art. 1.521, do Código Civil, como a responsabilização dos donos d

Mas, ao longo dos anos, essa modalidade de responsabilidade vem ganhando mais e mais espaço no c

É o caso do Estado, que passou a responder por força do risco administrativo, ou do fornecedor de prod

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E os notários e registradores, o que a interessar aqui?

Diga-se, de início, que, agora, é a Lei nQ 8.935, de 18 de novembro de 1994, vinda por determinação c

São duas categorias primordiais: os notários e os registradores.

Notário, segundo a definição do douto professor Walter Ceneviva, é o profissional habilitado a receber d

           

A competência desses delegados está no art. 6°, da lei específica.

            Aos registradores ou oficiais registradores,como a própria denominação diz, com

No particular, de invocar-se a Lei dos Registros Públicos (Lei nQ 6.015/73), que trata, justamente, desse

E qual a natureza jurídica desses serviços?

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            O art. 236 e parágrafos, da Constituição Federal. vieram a tratar de forma básic

Veio a lei ordinária a eleger, em seu art. 37, o Estadual ou o do Distrito Federal.

Fê-Io acertadamente e de acordo com a tradição do direito notarial e registrário, cumprindo lembrar que

Por isso que, nos termos do art. 25, parágrafo 1 °, da Constituição Federal. que permite aos

Estados as competências que não lhes sejam vedadas pela própria Carta Magna, a tais Autonomias é a

Conseqüentemente, se o Judiciário há de fiscalizar essas atividades, de ser ele de Estadomembro ou d

Pois bem.

            Pelo que disposto no pré-citado art. 236, tais serviços, como visto, são exercido

Ora, se se cuida de outorga estatal. por óbvio que de natureza pública essas atividades, embora privatiz

Por conseguinte, muito justo, inclusive, que se atribua aos delegados a condição de servidores públicos

No respeitante, há recente acórdão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça, onde se lê que os

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Citou-se, ali, veto presidencial quanto à vitaliciedade dos últimos, em consonância com entendimento so

E, segundo menciona Walter Ceneviva, em seus comentários à lei, o Ministro Celso de Mello já havia qu

Assim, têm-se, na espécie, servidores públicos em sentido amplo, mas titulares de serviços privados, co

Daí por que, conforme os parágrafos 1° e 3°, do art. 236, se submetem eles ao concurso público aludid

Essa estranha hibridez, em verdade, vem da tradição e, em princípio, aproveita tanto ao Estado como a

Estes passam a perceber diretamente a remuneração decorrente de seus misteres, pelos denominados

É, pois, preciso deixar bem clara essa condição de servidores públicos dos notários e registradores, par

Mas, especificamente à civil. mais importante que tabeliães e oficiais registradores passam a fazer a ve

Veja-se que, embora de titularidade do Poder Público, não pode este explorar diretamente essas ativida

Por isso que remota essa titularidade, presente outorga condicionada de sobejo e até pela Carta Maior,

Nesse contexto, tem-se, desde logo, que objetiva a responsabilidade desses delegados, por enquadrad

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Reza essa disposição que as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de

sabilizado no caso de insolvência do delegado, não havendo falar, absolutamente, em responsabilidade

Essa responsabilidade, não obstante, é objetiva ou decorrente do risco administrativo, dada a titularidad

Outrora, na vigência da Emenda Constitucional n. 1/69, art. 107, a supletividade aludida era controvertid

Agora, porém, perante o Diploma Supremo atual, parece não existir dúvida de que o devedor principal é

Mas, com a "devida vênia" dessa posição, se não existe essa supletividade, então não se vê razão para

Ademais, o entendimento ao revés contraria o interesse público, em benefício do privado, minimizando

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Colaciona-se, destarte, acórdão outro em abono da postura deste exposit-or, da lavra do Min. Marco Au

E se feita a composição dos danos pelo Estado, vem o tabelião ou o oficial de registro a se tornar apto e

Nessa hipótese, evidente a possibilidade de regresso do Estado, persistindo a responsabilidade objetiva

Por isso que se conclui que somente a primeira parte do art. 37, parágrafo 6°, da Carta Magna, aplica-s

Em suma: em vista da realidade jurídica atual, a responsabilidade civil dos registradores e notários é de

Outro aspecto relevante é saber se a responsabilidade do notário ou registrador é aquiliana ou contratu

A determinação disso vai ter conseqüências práticas, como, v.g., a incidência do Código de Defesa do C

De ver-se que tanto pode ser uma como outra a responsabilidade desses profissionais.

Em relação ao usuário, como, e.g., registro falho que solicitou e que o venha a prejudicar, presente a co

Mas, se é terceiro que vem a experimentar os danos, em função, por exemplo, de reconhecimento de fi

            E quanto à incidência do Código de Defesa do Consumidor?

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Como já prenunciado, existe entre o particular e o delegado dos serviços autêntico contrato de resultado

            Assim, a relação jurídica se enquadra ainda e perfeitamente na Lei nQ 8.078/90

            Tanto o contratante é consumidor como o de legado fornecedor, nos termos dos

Dessa forma, o usuário desses serviços tem direito a tudo quanto tem qualquer outro consumidor, vale

Não é por outro motivo que cabe ao delegado não só prestar o serviço em si com todas essas qualidade

Vem daí, mais uma vez, a responsabilidade plena dos tabeliães e registradores, em face da atividade q

Relevante, aliás, colacionar o art. 14, desse diploma, que prevê responsabilidade sem culpa por parte d

Ainda no tocante à parte civil, oportuno lembrar que o cartório nào tem personalidade jurídica e, portant

E. no que tange aos danos. tem-se que podem ser de ordem material ou moral, tal como em qualquer o

Se, v.g., advier protesto indevido. inobservadas as formalidades legais ou por falha no sistema, além do

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Quanto à possibilidade de pessoa jurídica sofrer prejuízo moral, nos sete anos em que estive no Tribuna

A pessoa jurídica sempre sofrerá dano material, inclusive quando atingida sua imagem.

Walter Ceneviva comunga dessa idéia, embora ressaltando que a jurisprudência se dirigiu para o sentid

No que se refere à prescrição impediente da

reparação civil a que estão obrigados tabeliães e registradores. de aplicar-se o art. 177. do CC atual. qu

Não se é de trazer o lapso prescricional válido para o Estado (Decreto 20.910. de 06.1.32. complementa

A questão. todavia, é polêmica, inclusive quanto à incidência do CDC no particular, a justificar estudo pr

Finda-se, pois, a parte civil da exposição, pelo que se passa à penal.

Como já afirmado aqui. anteriormente, o notário e o registrador são funcionários públicos na acepção am

Ademais, por força do art. 327. parágrafo 1°. do Código Penal. bastante extenso o campo de abrangên

            Não há dúvida. por conseguinte, dessa condição dos titulares das serventias ora

A Lei nQ 8.935/94. em seus arts. 23 e 24. trata. genericamente, da responsabilidade penal dos tabeliãe

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Ressalta o art. 23 que a responsabilidade civil independe da criminal, norma que repete o disposto no a

E o art. 24, faz referência à individualização da responsabilidade criminal, impondo, no que couber. a in

Seu parágrafo volta a enfatizar que essa individualização não afasta a responsabilidade civil.

Quer me parecer que a lei. nesse dispositivo. deixa claro que a responsabilidade penal é exclusiva daqu

Portanto. se agente do delito o titular. ele a ser responsabilizado, se o preposto, então contra ele será d

Essa individualização. é bom que se diga. já é princípio norteador do Direito Penal e de alcance constitu

Oportuno colocar que não se pode concluir dessa individualização ter a lei pretendido excluir o titular da

Daí por que não tem como interpretar-se o pré-citado art. 24. da lei específica. de sorte a arredar. na es

Por outro lado, se tal dispositivo ordinário está a referir-se à individualização da pena, tem-se que isso t

De todo modo, a referência aos crimes contra a Administração Pública reforça ainda mais a condição de

Ditos crimes, enquanto perpetrados por funcionário público sentido "lato sensu". vêm previstos nos arts.

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Detenho-me a algumas das figuras em que possam incorrer os delegados dos serviços cuidados, mesm

Elejo os declinados no título desta exposição atribuído pelos dignos organizadores deste conclave, inclu

            a) art. 296 - Falsificação de selo ou sinal público.

            Há dois incisos no "caput" e outros três no parágrafo 1 °.

            Quanto aos tabeliães, traga-se o inciso lI, que menciona sinal público a ele afeto

Nessa conduta o agente pode ser particular, mas se funcionário público, como os delegados em testilha

            A conduta ou tipo objetivo é falsificar por meio de contrafação ou alteração.

            No tocante ao tipo subjetivo há de haver dolo.

            O objeto material é o selo destinado ã autenticação de atos oficiais da União, Es

A competência jurisdicional vai variar, conforme a pessoa jurídica de direito público vitimada, mas se ob

Consuma-se tão-só com       


a falsificação, independentemente
quando iniciada
de resultado,
a contrafação
cabendo
ou alteração.
tentativa

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Quanto ao uso, controvertida a tentativa. Há acórdão citado por Julio Fabbrini Mira bete externando o en

O inciso lI, do art. 296, como dito, fala especificamente em sinal público de tabelião.

Há, em alguns Estados, inclusive o de São Paulo, selo próprio para reconhecimento de firma e autentica

            b) art. 297 - Falsificar documento público ou alterar documento público verdadei

Em exercendo o tabelião ou o registrador atividade pública, como já estudado, evidente que públicos os

            Por isso que os falsificar ou alterar verdadeiro, toma o agente incluso nesse disp

Veja-se que, nos termos do parágrafo 2°, até documento emanado de paraestatal é considerado públic

            Se funcionário o agente, há aumento de pena (parágrafo P).

Para que ocorra o falso, indispensável a relevãncia jurídica do escrito acrescido ou introduzido e falsida

À condenação, indispensável exame de corpo de delito, segundo jurisprudência solidificada, ressalvado

            O dolo também é elemento subjetivo essencial.

Há acórdão entendendo que comete esse crime o tabelião que atesta a presença, em venda de imóvel.

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Todavia, parece enquadrar-se melhor o caso no art. 299, falsidade ideológica, pois o 297 pressupôe fals

No que tange ao uso do documento falso ou adulterado, dividida a jurisprudência, se prevalente o crime

Interessante julgado outro do Supremo Tribunal Federal. se bem que acerca de falso ideológico, negou

            c) art. 300 - Falso reconhecimento de firma ou letra.

            É crime típico de notários e registradores,chamado próprio ou de mão própria.

São responsáveis o subscritor da certidão e conferentes, desde que haja dolo, ainda que eventual.

Pouco importa, segundo Julio Mirabete, se o reconhecimento da firma se dá por semelhança, porque a

Irrelevante, portanto, a afirmação do tabelião de que teria havido reconhecimento sem autenticidade (RT

            Há possibilidade de erro de tipo, supondo o agente que verdadeira a firma.

            Possível tentativa.

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d) art. 305 - Tal dispositivo trata da supressão de documento de que não podia o agente dispor, seja pú

Já se decidiu, inclusive, que a não-exibição de livro exigido pelo juiz, com intenção de sonegá10, caract

Para a configuração, exige-se


           que o documentoem
suprimido
seu valor
ouprobante.
ocultado seja insubstituível

Essas as considerações no ãmbito penal. Mas é preciso ainda que se fale do processo, meio ou instrum

            Sem ele não tem como tornar concretas ou efetivas as responsabilizações trata

Daí o devido processo legal, impondo-se observãncia a princípios básicos constitucionais comuns a tod

Estes os preceitos fundamentais, alguns deles mais aplicáveis no ãmbito penal jurisdicional ou administ

            P. O do juiz natural (art. 5°, XXXVII e LIII,da Constituição Federal).

O julgador deve mostrar-se investido nas funções de forma regular, observados os ditames legais.

Não pode ser qualquer um, mas exatamente aquele que a lei designa, inclusive no campo competencia

            2°. Reserva legal (art. 5°, XXXIX, da CF).

            A conduta ou ato determinador do processo deve, necessariamente, estar defin

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De haver exercício de hermenêutica, enquadrando-se o fato na norma reguladora capaz de determinar

            Se a conduta não está prevista legalmente, não se é de cogitar de processo ou

            O terceiro princípio é o da presunção de inocência (art. 5°, LVII).

Nunca se deve partir da premissa de que culpado o processado, ainda que tenha antecedentes, dês qu

. Certo que a vida pregressa pode vir a pesar na convicção, mas isso apenas como simples reforç<? do

            A ignorãncia completa dessa bagagem negativa do increpado não é, por óbvio,

de ofensa a preceito outro de igual relevãncia, o da isonomia constitucional, considerados aqueles que

É fator, entanto, que jamais deve definir o resultado do processo, ainda que possa pesar no sancioname

            No pertinente, relevante, outrossim, colacionar-se a premissa que beneficia o ré

Se da prova não se extrai certeza no que diz com a autoria e materialidade infracional, prevalece a inoc

            O quarto princípio é o da plenitude da defesa (art. 5°, LV, da Constituição Fede

Ao processado deve ser concedida defesa ampla, de maneira que possa trazer tudo quanto necessário

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Destarte, não se devem impedir falas defensórias ou provas, desde que pertinentes estas, obviamente.

A defesa, é certo, deve observar as normas que regem o processo.

Todavia, sua facilitação, ainda que haja alguns óbices menos relevantes, deve ser propiciada ao máxim

Mais importante o substancial e não a forma, conquanto não se possa desta afastar-se completamente,

            No particular, de ressaltar-se que a defesa só é possível quando bem definida a

Daí por que não se pode admitir denúncia ou peça acusatória genérica ou imprecisa, pena de ver-se o p

Também descabido julgamento secreto, porque as partes têm o direito de saber o que efetivamente nel

O quinto princípio diz com a legitimidade originária das provas (art. 5°, LVI).

Elas devem vir de acordo com a lei, descabendo a utilização das viciadas na origem, como as advindas

O sexto preceito mor alude à correlação entre acusação e a decisão (art. 5°, LV).

O julgador, obviamente, não pode decidir ou apreciar aquilo que não constou da increpação ou da postu

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tado, afrontados princípios constitucionais comezinhos, que dizem com o devido processo legal.

Em sétimo lugar, vem a motivação bastahte do veredicto (art. 93, IX, e art. 5°, LV) Não se pode admitir

Oitavo princípio:

A reprimenda deve estar prevista e mostrar se proporcional ao ato julgado (art. 5°, XXXIX).

Não pode ser exagerada, nem pífia. Aquela porque a levar o acusado a situação imerecida, com conseq

Recapitulando os princípios que regem o processo:

a) o do juiz natural;

b) o da reserva legal;

c) presunção de inocência;

c1) plenitude de defesa;

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e) legitimidade originária das provas;

f) correlação entre acusação e decisão;

g) motivação bastante do veredicto;

h) sanção prevista e proporcional ao ato julgado.

Estas as considerações sobre as responsabilidades objeto do tema proposto.

No que alude às Normas de Serviço da Corregedoria Geral da Justiça, importante colacionar, primordia

determina a devolução em décuplo de custas ou emolumentos cobrados, dolosamente, a maior ou inde

            Há aí, além da responsabilidade civil, dada a devolução determinada, a penal e

Se não houver recolhimento da multa ao Estado ou a restituição, possível, inclusive, suspensão até o cu

No respeitante, oportuno citar acórdão do Supremo Tribunal Federal, em que negada a ordem contrária

As demais normas administrativas, de maneira geral, traçam condutas para os atos dos notários e regis

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            Era o que me pareceu suficiente expor, esperando tenha sido útil aos senhores.

IVAN RICARDO GARISIO SARTORI

Membro da Academia Paulista de Magistrados

Juiz do Tribunal de Alçada Criminal

Bibliografia

- CENEVIVA, Walter. Lei dos Notários e dos registradores comentada. São Paulo: Saraiva, 3" ed., 2000

- DELMANTO, Celso. Código penal comentado. Rio: Renovar, 4" ed., 1998.

- MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro. São Paulo: Revista dos Tribunais, 14' ed., 1

- MIRABETE, Julio Fabbrini. Código Penal interpretado. São Paulo: Atlas, 2" ed., 2001.

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- NALlNI, José Renato e DIP, Ricardo Henry Marques. Registro de Imóveis e Notas. São Paulo: Revista

Registro de Imóveis e Notas, Responsabilidade Civil e Disciplinar, RT, 1997, p. 65, também de autoria d

2 Lei dos Notários e dos Registradores Comentada, 3" ed., 2000, Saraiva, p.

                38.

3               Jornal do Comércio/RJ, 13/03/2002, reI. Min. Fernando

4 Obra citada, p. 29.

5 Hely Lopes Meirelles, Direito Administrativo Brasileiro, 14" ed. Atualizada,RT, p. 144.

6 Obra citada, p. 89.

7 Obra citada, p. 215.

8 Obra citada, p. 145.

9 Obra citada, p. 72.

10 Superior Tribunal de Justiça, Agravo Regimental em AI n. 295.969 - RJ, DJU 25/09/00, reI. Nancy An

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11 Supremo Tribunal Federal, Agr. Reg. Em RE 209.354-8 - Paraná, j. 02/março/99, DJU 16/04/99. 12 S

Cível199901 1028.164-5, reI. Valter Xavier, DJDF 14/03/01.

14 Obra citada, p. 146.

IS Código Penal Interpretado, 2" ed., 2001, Atlas, p. 1790.

16 Julio Fabbrini Mirabete, obra citada, p. 1798/9.

17 Obra citada no item anterior, p. 1807.

18 RHC 63.911-9/SP, Supremo Tribunal Federal, DJU 01/08/86.

19 Mirabete, mesma obra, 1.871.

20 Código Penal Comentado, Celso Delmanto, 4" ed., 1998, ed. Renovar, p.

520.

21 HABEAS COR PUS 74131-2 -MG, reI. Min. Moreira Alves, DJU 11.04.97.

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