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Insuficiência respirsatória aguda

Falência Ventilatória e/ou Respiratória.

Manobras iniciais: Oxigenioterapia, Elevação de decúbito, oximetria,


desobstrução de vias aéreas.

Causas: IRA, AVC, Choque, SARA, BCP, EAP.

Diagnóstico: FR>30 – Sat<90% – Gaso - < consciência

Completa PO2 <60 PCO2 > 60 – Torpor – coma.

Gravidade: PH < 7.3 e grave < Consciência

Ventilação não invasiva: Paciente consciente, não ultrapassar 32 horas


intermitentes.

Critérios Extubação: Sat > 92% - Po2>60 – FR < 30 – Fio2 < 40% - Vol Cor.
>5ml/kg , Peep 5.

Broncoespasmo: Inaloterapia ( Berotec 8 gts/ Sf 10 ml ), Hidrocortisona 500mg


ev, aminofilina 1 amp 240 mg / Sf 09% 100 ml ev 8/8 h ou infusão 24h, dose
máxima 4 amp / dia.

Curarização: pavulon ( pancurônio ) 1 amp – 4mg / 2ml ev ACM ou quelicin


( succinilcolina )fr 10 ml 500 mg- 3 a 5cc ev.

Sedação: Midazolan 02 amp / fentanil 03 amp ev, iniciar 10 ml /


h. Indução ( midazolan 1 amp / AD 1amp ) ev ½ amp da solução, repetir a cada
3 minutos s/n.

Extubação: Tubo ( não mais que 2 h ) ou Pressão de suporte iniciada a 20


cm/H2O ( limite inferior 10 cm/H2O).

Traqueostomia: De 7 a 14 dias ( Não ultrapassar ), máximo 21 dias.

Punção Torácica: Derrame com restrição respiratória e/ou > 500 ml

EAP: tratar congestão grave.

IAM: Introduzir MONA.

TEP: Iniciar trombolítico, manter anticoagulação plena

Pneumotórax: drenagem baixa ( 5o ao 6o espaço intercostal )

CHOQUE
Insuficiência Circulatória com comprometimento tissular.

Diagnóstico: PAM < 70, PÁS < 90, PAS 30% valor referência, nível de
consciência.

Tipos: Cardiogênico - Hipovolêmico - Séptico - Neurogênico- anafilático

Causas:IAM, Sepsis, hipovolemia – sangramento, desidratação.

Cuidados Gerais: Oxigenioterapia, elevação de decúbito, monitorização de PANI,


oximetria.

Exames Laboratoriais: suspeita IAM-enzimas, gasometria,Na, K, U,C,G,HMG.

Ecocardiograma Bidimensional: Suspeita de cardiogênico.

Hemocultura: 03 amostras em quadro séptico.

Swan Ganz: para diagnóstico diferencial e com não melhora no tratamento


convencional ou monitorização hemodinâmica através de doppler esofágico
contínuo.

Resposta Volumétrica: Fazer prova de volume 250 – 500ml ev rápido ( < 30' )
de solução cristalóide. Não resposta implica em droga-vasoativa.

Conduta: Iniciar S/N Dopamia. – Noradrenalina. – Dobutamina. ( se suspeita de


falência miocárdica ).

Drogas vasoativas: Dopamina 05 amp.(250 mg)/SF 0.9% 200 ml iv BIC –


Dobutamina 250 mg / Sf 09% 230 ml ev BIC – Noradrenalina 4 amp/SF 250 ml
iv BIC.

Dobutamina – indicada em sepsis e cardiogênico.

PAS<60 : Noradrenalina PAS 60 – 80 : Dopamina

IAM: Sem resposta convencional pensar em balão intra-aórtico e cateterismo.

Alta: Sem drogavasoativa, diurese mantida, Sat > 92%, funções sistêmicas
compensadas.

INSUFICIÊNCIA CARDIACA COMGESTIVA / EAP

Déficit de ejeção com comprometimento respiratório

Diagnóstico: Semiologia Torácica – Consciência – FR – PA – Edema – Rx tórax.

Edema Agudo de Pulmão: Gasometria / Rx tórax


Controle de Infusão volumétrica: Manter Balanço Negativo ou basal 1000 ml
/dia.

Diurético: Furosemide ( avaliar resposta ) 1 amp 12/12 a 8/8.

Drogas vasoativas: Não utilizar, exceto falência de Bomba ou s/n Nitro ( avaliar
PA ).

Uso de Inibidor de ECA: captopril 12,5 mg 12/12 h se PA favorável.

Causas associadas: IAM, miocardiopatia idiopática/ hipertensiva,


valvulopatias). Fatores desencadeadores: IRA, Infecção, DM descomp.

Exames Laboratoriais: Gasometria, U/C, Na, K. ECG, Ecocardiograma.

Alta: FR < 30, Melhora radiológica, Sat > 92%, nível de K normal.

Uso de dobutamina: hipotensão associada.

Uso de Digital: pacientes < 70 anos, sem suspeita de intoxicação. Cedilanide


1/2 amp. EV 12/12h ( já em uso de digital) ou 1 amp 12/12 sm uso- observar
função renal .

Ecocardiograma Bidimensional: Quando necessário avaliação de fração de


ejeção.

EAP: dolantina decimal 2cc. - VM: VMI ou VMNI

Alta: Consciente, hemodinamicamente estável, FR < 30, diurese presente, não


dependente de droga-vasoativa.

Alta UTI: sem droga-vasoativa, manutenção de função respiratória e renal.


Considerar controle radiológico

INSUFICIÊNCIA REANAL AGUDA

Déficit de função excretora Renal, sem manutenção de hemostasia.

Diagnóstico: Diurese – Uréia – Creatinina. Diminuição de diurese, anúria ( < 400


ml / 24h ).

Prova de volume: 250 – 500 ml sol. cristalóide.


Sinais Uremia: Dispnéia, torpor, hiperdensidade radiológica, Creatinina >
2mg/dl, uréia > 120m g/dl em pacientes agudos.

Causas: IRC descompensada, medicamentosa - antibióticos,


choque/hipotensão.

Descompensação: Infecções sitêmicas ou tracto urinário, DM descompensação,


desidratação.

Diuréticos: estimulo ev direto ( 01 a 02 amp ) ou 5 amp / Sf 200 ev contínuo 6h


( bomba )com albumina 20% 1 fr.

Diálise: Sinais clínicos – U/C – Avaliação Nefro ( Sempre ). Indicações:


congestão pulmonar com repercussão respiratória, sinais de uremia.

Balanço total: Dieta e Soro de manutenção. Não exceder 1000 ml / dia de


balanço positivo. Em pacienteanúrico, não respondendo a volume evitar infusão
de volume.

Tipos de diálise: Priorizar Peritoneal, indicar hemodiálise se já com fístula av e


hemodinamicamente estável. Contra-indicação de peritoneal: infecção
intrabdominal.

Alta: Ausência de sinais e sintomas de uremia, não há necessidade de


restabelecimento da diurese para autorização de alta. Causas
de preciptação tratadas.

INSUFICIÊNCIA CORONARIANA AGUDA

Déficit de irrigação miocárdica com comprometimento na oxigenação tecidual


cardíaca.

Diagnóstico: Precordialgia de média a forte intensidade com irradiação


localizada cervical, epigástrica e braço. Associado ou não a quaro hipertensivo.
Início súbito ou progressivo intermitente.

Exames Laboratoriais: de rotina: CKMB - CPK - DHL - TGO – ( 6/6 ) – ECG


Cateterismo Cardíaco na urgência: Dor de caráter constante sem melhora ao uso
de nitrato. Caráter intermitente. Elevação > 1mm persistente no ECG em
qualquer derivação. Repercussão hemodinâmica.

Trombolítico: até 12 h sem contra-indicação

Tirofiban: em infarto não Q.

Analgesia: Dolantina fração decimal.

Vasodilatadores : SF 0,9% 500 ml / Tridil 50 mg EV BIC 10 ml/h ou Isordil 10


mg Sl ou Monocordil vo/ev.

MONA: Morfina – Oxigênio – Nitrato – AAS

RM: na dependência do ceteterismo e sintomas.

Alta: Ausência de dor. Se elevação enzimática, protocolo de IAM.


Hemodinamicamente estável.

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

Interrupção total ou parcial do fluxo cerebral com hipoxigenação.

Causa: Isquêmica ( embolismo, aterosclerose ), Hemorrágico ( aneurisma, uso


de anticoagulante ).

Diagnóstico:Diminuição do nível de consciência Plegia-paresia,quadro


persistente maior que 24 h.
Tomografia imediata sem contraste e após 24 a 32 h caso persista quadro
clínico sem imagem inicial.

Arteriografia: com comprovação de AVCH na Tomografia, porém a critério da


neurologia.

Uso heparina ou similar: Em AVCI ( Clexane 40 mg sc ao dia ) – descartar AVCH.

Morte encefálica: Comunicar Neuro – Família.

Corticóide: Não utilizar, exceto para TCE com hemorragia ou Tumor.

Nimodipina: Em Hemorragia meníngea.

Cuidados gerais: Sf 09%, dieta, não hiperoxigenar, controle da PCO2 entre 25 e


30 mmhg.

AVCH- Cirurgia: sinais de compressão.

Ressonância: Somente na suspeita de tumor.

Doppler transcraniano: Suspeita de morte encefálica.

INSUFICIÊCIA RESPISRATÓRIA AGUDA

Infecções como causa de internação em UTI ou adquirida na Unidade.

Diagnóstico: Febre, dispnéia, taquicardia, secreção orotraqueal, sonolência-


torpor, cianose.

Semiologia: Submacicez, creptação, roncos, sibilos.


Imagem Radiológica : Hiperdensidade localizada ou generalizada com padrão
difuso na BCP.

Gasometria: Compensada ou não, possibilidade de IRpA.

Hemograma Completo: Leucocitose, Leucopenia, desvio.

Tratamento Inicial: Máscara O2 5l/min, Inalação Sf 10ml/Berotec 6gts /


Atrovent 15 gts } 6/6 h,

Antibióticos: Unasyn 1.5 g ev 6/6 ou Rocefin 1.0 g ev 12/12 h.

Sepsis: Associação Tienam 500 mg ev 6/6 h / Vancomicina 1.0g / Sf 0.9% 100


ml ev 12/12 ( em 1h )

Outras associações: solicitar avaliação da CCIH

Controle : Cultura – Radiologia

US / Broncoscopia : Suspeita de derrame intenso, obstrução brônquica ou


atelectasia.

Fisioterapia: 6/6 horas, manobras de desobstrução, expansão e higienização


brônquica.

HEMORRAGIA DIGESTIVA

Alta ( varizes de esôfago, úlcera gástrica, gastrite hemorrágica, úlcera


duodenal). Baixa ( Pólipos, adenocarcinoma, divertículos ).

Diagnóstico: Alta - hematêmese – Melena. Baixa: Melena, Enterorragia


( sangramento ativo baixo ).

Verificar: Sinais e sintomas de sangramento ativo e/ou oculto.

Controle: Hb/Ht – Mucosas.


Endoscopia Digestiva alta: suspeita de sangramento ou dor epigástrica intensa.

Colonoscopia: Somente se hipótese de HDB ou após EDA sem conclusão


diagnóstica.

Indicação cirúrgica: Sangramento abundante – Choque. Terceiro episódio na


UTI.

Hb/Ht : 6/6 h

Jejum: em sangramento ativo.

EDA de controle: Após 12 a 24 h.

Alta-UTI: quadro estável nas últimas 12 h. Introduzir dieta para alta.

DISTURBIO HIDROELETROLÍTICO

Diagnóstico: Mucosas – Diurese – Rotina- U/C – Na – K - Ca - Mg

Balanço diário: 500 a 1000 ml positivo.

Reposição K: kcl 1amp / sf 100 ev 1 hora

Reposição Na: Sf 500 / Nacl 2amp

Cálculo de volume : 30ml/kg em 24h. Se febre: adicionar 500 ml. Se VM:


adicionar 500 ml.

Anúrico: pensar em sondagem vesical.

Hiperpotassemia: associada a IRA. Utilizar-se de solução polarizante e/ou


sorcal ( preferencialmente ).

KCL 19.1% - 1 ampola - 10 ml – 25 mEq total.

Nacl 20% - 1 ampola – 20 mEq