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Significado de Bíblia

Bíblia é a sagrada escritutra, o conjunto de livros do Antigo e do Novo Testamento, que


contém as doutrinas que orientam o comportamento dos cristãos. Do grego "biblion", que
significa "livro", "rolo"

A Bíblia (do grego βιβλία, plural de βιβλίον, transl. bíblion, "rolo" ou "livro", diminutivo de
"byblos", “papiro egípcio”, provavelmente do nome da cidade de onde esse material era
exportado para a Grécia, Biblos, atual Jbeil, no Líbano)[1][2][3][4] é uma coleção de textos
religiosos de valor sagrado para o cristianismo,[5][6][7] em que se narram interpretações
religiosas do motivo da existência do homem na Terra. É considerada pelos cristãos como
divinamente inspirada,[2] tratando-se de importante documento doutrinário.

A biblia se divide em duas seções principais:

Antigo testamento e novo testamento

O Antigo Testamento é a narrativa judaica de suas crenças, visão de mundo e história religiosa.
Ele integra a primeira parte da Bíblia Cristã, e engloba o total da Bíblia Hebraica. Originalmente
está escrito em hebraico ou aramaico. É conhecido também como Antiga Aliança, Pentateuco
e Tanakh, que alude às longas divisões dos textos sagrados da Bíblia Hebraica, como a Torá ou
os livros dos profetas – os Nevi’im. Os cristãos dividiram o Antigo Testamento em cinco
grupos: Lei, História, Poesia ou Livros de Sabedoria, Profecias e os Livros Deuteronômicos.

Novo testamento

A expressão Novo Testamento vem do latim Novum Testamentum e significa A Nova Aliança.
Também chamado de Escrituras Gregas, foi empregado a princípio pelo Cristianismo Primitivo
para narrar sua interação com o Criador, e depois para denominar uma compilação de 27 livros
da religião cristã, criada por Jesus Cristo, há dois mil anos.

As divisoes do antigo testamento

O Antigo Testamento pode ser dividido de várias maneiras. Em nossas Bíblias é dividido em 39
livros. Esta divisão vem da Septuaginta, através da Vulgata Latina. A Septuaginta foi a primeira
tradução das Escrituras (só o AT), feita do hebraico para o grego, cerca de 285 a.C em
Alexandria no Egito. Os livros também são divididos pelos seguintes assuntos:

Pentateuco ou Lei: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Livros Históricos: Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias e
Ester.

Livros Poéticos: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares de Salomão.

Livros Proféticos:
Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel e Daniel.

Profetas Menores: Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias,
Ageu, Zacarias e Malaquias.

A ordem dos livros por assuntos também vem da Septuaginta.

A divisão da Bíblia Hebraica, utilizada pelos judeus, é diferente da nossa. Ela possui 24 livros.
Na realidade, são os mesmos 39 livros do nosso AT, só muda a divisão. Os judeus chamam o AT
de Tanach. São divididos da seguinte forma.

Lei (Torá): Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.

Profetas (Neviim):

Primeiros Profetas: Josué, Juízes, Samuel e Reis.

Últimos Profetas: Isaías, Jeremias, Ezequiel e O Livro dos Doze.

Escritos (Ketubin):

Livros Poéticos: Salmos, Provérbios e Jó.

Os Cinco Rolos: Cantares de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester.

Livros Históricos: Daniel, Esdras e Neemias e Crônicas.

Devemos entender que nesta divisão:

- 1 e 2 Samuel são um livro só.

- 1 e 2 Reis são um livro só.

- 1 e 2 Crônicas são um livro só.

- Esdras e Neemias formam um livro só.

- Os doze profetas menores formam um livro só.

Nas Bíblias de edição católica romana, o AT possui 46 livros. São os 39 livros da nossa Bíblia e
mais sete livros, sem contar os acréscimos em Ester e Daniel. Os sete livros mais são:

- Tobias, Judite, 1 e 2 Macabeus, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico ou Sirácides e Baruque.


- Os 39 livros das nossas Bíblias, os católicos os chamam de protocanônicos.

- Os outros 7 livros, os católicos os chamam de deuterocanônicos.

- 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis são chamados pelos católicos de 1,2,3 e 4 Reis, respectivamente.

- 1 e 2 Crônicas são chamados pelos católicos de 1 e 2 Paralipômenos.

As divisoes do novo testamento

O Novo Testamento contém 27 livros e está presente nas Bíblias católicas e evangélicas. A
Bíblia hebraica não contém o Novo Testamento, pois os judeus só aceitam o Antigo
Testamento. Vejamos a divisão do NT:

Biografia: Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.

Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são chamados de Evangelhos Sinópticos, devido a


certo paralelismo que têm entre si (1). Estes evangelhos são assim considerados porque, em
virtude de sua semelhança, permitem uma visão panorâmica da vida, obra, doutrina, paixão,
morte e ressurreição de Cristo Jesus (2).

Livro Histórico: Atos dos Apóstolos.

Epístolas Paulinas: Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2


Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemom.

Epístolas Gerais ou Universais: Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas.

Livro Profético: Apocalipse.

Origem do termo "testamento"

Este vocábulo não se encontra na Bíblia como designação de uma de suas partes. A palavra
portuguesa "testamento" corresponde à palavra hebraica berith (que significa aliança, pacto,
convênio, contrato), e designa a aliança que Deus fez com o povo de Israel no monte Sinai, tal
como descrito no livro de Êxodo (Êxodo 24:1-8 e Êxodo 34:10-28). Segundo a própria Bíblia,
tendo sido esta aliança quebrada pela infidelidade do povo, Deus prometeu uma nova aliança
(Jeremias 31:31-34) que deveria ser ratificada com o sangue de Cristo (Mateus 26:28). Os
escritores do Novo Testamento denominam a primeira aliança de antiga (Hebreus 8:13), em
contraposição à nova (2 Coríntios 3:6-14).

Os tradutores da Septuaginta traduziram berith para diatheke, embora não haja perfeita
correspondência entre as palavras, já que berith designa "aliança" (compromisso bilateral) e
diatheke tem o sentido de "última disposição dos próprios bens", "testamento" (compromisso
unilateral).[34]

As respectivas expressões "antiga aliança" e "nova aliança" passaram a designar a coleção dos
escritos que contém os documentos respectivamente da primeira e da segunda aliança. As
denominações "Antigo Testamento" e "Novo Testamento", para as duas coleções dos livros
sagrados, começaram a ser usadas no final do século II, quando os evangelhos e outros
escritos apostólicos foram considerados como parte do cânon sagrado. O termo "testamento"
surgiu através do latim, quando a primeira versão latina do Velho Testamento grego traduziu
diatheke por testamentum . Jerônimo de Estridão, revisando esta versão latina, manteve a
palavra testamentum, equivalendo ao hebraico berith — "aliança", "concerto", quando a
palavra não tinha essa significação no grego (ver: Vulgata). Afirmam alguns pesquisadores que
a palavra grega para "contrato", "aliança" deveria ser suntheke, por traduzir melhor o hebraico
berith.[34][3

AAlém dos autores humanos, a Bíblia foi essencialmente escrita por Deus. 2 Timóteo 3:16 nos
diz que a Bíblia foi "inspirada" por Deus. Deus supervisionou os autores humanos da Bíblia de
tal forma que, enquanto cada um usou o seu próprio estilo de escrever e personalidade, eles
ainda registraram exatamente o que Deus queria que dissessem. A Bíblia não foi ditada por
Deus, mas foi perfeitamente guiada e completamente inspirada por Ele.

Humanamente falando, a Bíblia foi escrita por aproximadamente 40 homens de diversos


estilos de vida diferentes, durante um período de 1500 anos. Isaías era um profeta, Esdras era
um sacerdote, Mateus um coletor de impostos, João era um pescador, Paulo era um fabricante
de tendas, Moisés era um pastor. Apesar de ter sido escrita por autores diferentes durante 15
séculos, a Bíblia não se contradiz e não contém erros. Todos os autores apresentam
perspectivas diferentes, mas todos proclamam o mesmo Deus único e verdadeiro, e o mesmo
único caminho para salvação – Jesus Cristo (João 14:6; Atos 4:12). Poucos dos livros da Bíblia
nomeiam especificamente o seu autor. Veja a seguir uma lista dos livros da Bíblia com o nome
de quem os estudiosos acreditam ter sido o autor humano, assim como a data aproximada de
quando cada um foi escrito.

Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio = Moisés – 1400 A.C.

Josué = Josué – 1350 A.C.

Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel = Samuel / Natã / Gade – 1000 – 900 A.C.

1 Reis, 2 Reis = Jeremias – 600 A.C.


1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias = Esdras – 450 A.C.

Ester = Mardoqueu – 400 A.C.

Jó = Moisés – 1400 A.C.

Salmos = vários autores diferentes, grande parte foi escrita por Davi – 1000 – 400 A.C.

Provérbios, Eclesiastes, Cânticos = Salomão – 900 A.C.

Isaías = Isaías – 700 A.C.

Jeremias, Lamentações = Jeremias – 600 A.C.

Ezequiel = Ezequiel – 550 A.C.

Daniel = Daniel - 550 A.C.

Oséias = Oséias – 750 A.C.

Joel = Joel – 850 A.C.

Amós = Amós – 750 A.C.

Obadias = Obadias – 600 A.C.

Jonas = Jonas – 700 A.C.

Miquéias = Miquéias – 700 A.C.

Naum = Naum – 650 A.C.

Habacuque = Habacuque – 600 A.C.

Sofonias = Sofonias – 650 A.C.

Ageu = Ageu – 520 A.C.

Zacarias = Zacarias – 500 A.C.

Malaquias = Malaquias – 430 A.C.

Mateus = Mateus – 55 D.C.

Marcos = João Marcos – 50 D.C.

Lucas = Lucas – 60 D.C.

João = João 90 D.C.

Atos = Lucas – 65 D.C.

Romanos, 1 Coríntios, 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 Tessalonicenses,


2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito, Filemom = Paulo, 50-70 D.C.

Hebreus = Desconhecido, talvez Paulo, Lucas, Barnabás ou Apolo – 65 D.C.

Tiago = Tiago – 45 D.C.

1 Pedro, 2 Pedro = Pedro – 60 D.C.


1 João, 2 João, 3 João = João - 90 D.C.

Judas = Judas – 60 D.C.

Apocalipse = João – 90 D.C.utores e datas dos livros biblicos

As pricipais traducoes e versoes da biblia

Septuaginta

Septuaginta é a versão grega do Antigo Testamento. Foi feita no século III a.C. para que
judeus que viviam fora de Israel pudessem ler as Escrituras no idioma universal da época, o
grego. Diz a lenda que 70 ou 72 anciãos eruditos fizeram a tradução em 72 dias. Daí o nome
Septuaginta.

A Septuaginta é a tradução mais importante do Antigo Testamento. Jesus e os escritores do


Novo Testamento fizeram muitas citações da Septuaginta.

Vulgata Latina

A palavra vulgata, originalmente, vem de vulgo, palavra que se refere àquilo que é do povo.
Foi uma tradução da Bíblia inteira feita por Sofrônio Eusébio Jerônimo no fim do século IV d.C.
para o latim

The King James Version

A versão do Rei Tiago (The King James Version) foi feita no ano de 1611, por influência dos
puritanos (grupo de protestantes ingleses radicais) e patrocinada pelo Rei Tiago, que subiu ao
trono da Inglaterra em 1603. Esta versão é baseada na tradução de William Tyndale, esta feita
a partir dos originais hebraicos e gregos. Foi proposta por um homem chamado John Reynolds,
da universidade de Oxford, que deseja ver uma tradução da Bíblia bem feita para o inglês.

Tradução de Lutero
Uma das grandes obras de Lutero é a sua tradução da Bíblia para o idioma alemão. Lutero não
foi a primeira pessoa a traduzir a Bíblia para o alemão, pois já existiam versões baseadas na
Vulgata. Ele, porém, buscou uma tradução de melhor qualidade, mais adequada a língua do
povo e também baseada no grego e no hebraico, não no latim. Lutero primeiro traduziu o
Novo Testamento, terminando-o em 1522, e em 1532 publica o Antigo Testamento. Além
disso, ele ficou por cerca de 12 anos trabalhando no aperfeiçoamento da tradução, mesmo
após o término do trabalho.

Versão de João Ferreira de Almeida

João Ferreira de Almeida nasceu na cidade de Torres de Tavares, em Portugal, em cerca do ano
1628. Se converteu do Catolicismo ao Protestantismo aos 14 anos de idade, quando saiu de
Portugal e foi viver na Malásia.

Aos 16 anos, em 1644, iniciou o processo de tradução da Bíblia para a língua portuguesa.
Porém, não se baseou em manuscritos gregos e hebraicos, mas sim em uma versão espanhola
e traduções latina, francesa e italiana. Nesta época Almeida não conhecia o grego e o hebraico.
Esta tradução não foi da Bíblia inteira, mas dos evangelhos e das epístolas do Novo
Testamento. Este trabalho levou aproximadamente 1 ano. Almeida também trabalhou na
tradução de outros livros para a língua portuguesa e se opôs a algumas idéias do romanismo.

Tendo terminado o Novo Testamento, foram feitas revisões e correções, o que levou cerca de
10 anos. A tradução do Novo Testamento foi concluída em 1676, continuação daquilo que fez
em sua juventude. O Novo Testamento foi revisado por ele após ter aprendido o grego, tendo
como base o Textus Receptus, produzido por Erasmo no século XVI. A partir de 1681 começou
a trabalhar na tradução do Antigo Testamento. Almeida faleceu entre 8 e 10 de outubro de
1691, tendo traduzido o Antigo Testamento até Ezequiel 48:21.

Para enriquecer o nosso texto, a Sociedade Bíblica do Brasil, em seu site www.sbb.org.br, diz
sobre esta tradução: “Os princípios que regem a tradução de Almeida são os da equivalência
formal, que procura seguir a ordem das palavras que pertencem à mesma categoria gramatical
do original. A linguagem utilizada é clássica e erudita. Em outras palavras, Almeida procurou
reproduzir no texto traduzido os aspectos formais do texto bíblico em suas línguas originais –
hebraico, aramaico e grego – tanto no que se refere ao vocabulário quanto à estrutura e aos
demais aspectos gramaticais

Curiosidades biblicas

1. Quais os livros da Bíblia que tem apenas 1 capítulo ?

R: Obadias, Filemom, II João, III João e Judas.


2. Quais os livros da Bíblia que terminam com um ponto de interrogação ?

R: Lamentações, Jonas e Naum.

3. Qual o menor livro da Bíblia ?

R: II João (possui somente 13 versículos).

4. Qual o maior livro da Bíblia ?

R: Salmos (possui 150 capítulos).

5. Qual o menor capítulo da Bíblia ?

R: Salmo 117 (possui 2 versículos).

6. Qual o maior capítulo da Bíblia ?

R: Salmo 119 (possui 176 versículos).

7. Qual o menor versículo da Bíblia ?

R: Êxodo 20-13 (possui 10 letras).

8. Qual o maior versículo da Bíblia ?

R: Ester 8-9 (possui 415 caracteres).

9. Quantas palavras a Bíblia contêm aproximadamente ?

R: 773.693 palavras.

10. Quantas letras a Bíblia contêm aproximadamente ?

R: 3.566.480 letras.

11. Quantos capítulos e quantos versículos a Bíblia possui ?

R: 1.189 capítulos e 31.102 versículos.


12. Em quais os livros da Bíblia não encontramos a palavra Deus ?

R: Ester e Cantares de Salomão.

O canon das escrituras

O cânone bíblico designa o inventário ou lista de escritos ou livros considerados pela Igreja
Católica e aceita pelas demais igrejas cristãs, como tendo evidências de inspiração divina.
Cânone, em hebraico qenéh e no grego kanóni, tem o significado de "régua" ou "cana [de
medir]", no sentido de um catálogo. A formação do cânone bíblico se deu gradualmente. Foi
formado num período aproximado de 1 500 anos. Os cristãos protestantes acreditam que o
último livro do Antigo Testamento foi escrito pelo profeta Malaquias. Para os católicos e
ortodoxos foi o Eclesiástico ou Sabedoria de Sirácida.

Canon do antigo testamento

Cânone do Antigo Testamento

Antes mesmo de Deus ter ordenado a Moisés que escrevesse, pela primeira vez, um memorial
a respeito da vitória de seu povo sobre os amalequitas, a tradição judaico-cristã afirma que a
Palavra de Deus já circulava entre os homens sob o método da transmissão oral: "Escuta-me,
mostrar-te-ei; e o que tenho visto te contarei; o que os sábios anunciaram, ouvindo-o de seus
pais, e o não ocultaram ...". (Jó 15,17,18)

Os Evangelhos registraram várias citações de Jesus do Antigo Testamento, comentando sobre


o Gênesis, Deuteronômio, Números, I Samuel, Salmos, Malaquias, Daniel, reconhecendo-os
como a palavra de Deus (Mateus 12,3; 19,4; 22,37-40).

Para se conferir a confiança que os escritores do Novo Testamento tinham do Antigo, basta
conferir as centenas de citações da Lei, dos profetas e outros escritos.

Acredita-se[quem?] que começando por Moisés, à proporção que os livros iam sendo escritos,
eram postos no Tabernáculo, junto ao grupo de livros sagrados. Especula-se que tivesse sido
Esdras quem reuniu os diversos livros e os catalogou, desse modo estabelecendo a coleção de
livros inspirados por Deus. Desses originais, os copistas ou escribas fizeram cópias para uso das
sinagogas largamente disseminadas. Porém a crítica não aceita a tese de que livros posteriores
ao tempo do profeta figuram na Bíblia Hebraica, como é o caso do livro de Daniel. Segundo
especialistas, isso explicaria porque o livro de Daniel não figura entre os escritos proféticos,
mas nos hagiógrafos.[carece de fontes]

O prólogo da versão grega do Eclesiástico, datado em 130 a.C parece já confirmar a suspeita
dos estudiosos modernos. Com efeito nele lemos: "Pela lei, pelos profetas e por outros
escritores que os sucederam, recebemos inúmeros ensinamentos importantes (...) Foi assim
que após entregar-se particularmente ao estudo atento da Lei, dos profetas e dos outros
escritos, transmitidos por nossos antepassados [...]".

Nota-se que o cânon indicado neste escrito considera canônicos livros posteriores ao tempo
dos profetas.[carece de fontes]

As descobertas do mar Morto e Massada mostram que entre os antigos judeus ainda não havia
um cânon bíblico fixo ou instituído, que só veio depois do século I a criar corpo, e mesmo
assim com muitas divergências.[carece de fontes]

Alguns[quem?] dizem que o Cânone Hebraico de 39 livros, só foi realmente fixado no Concílio
de Jâmnia em 100 d.C., embora nesse mesmo concílio livros como o de Ester, Daniel, Cântico
dos Cânticos, ficaram de fora do cânon, que só veio a ser fixado mesmo no século IV.
Estudiosos como Leonard Rost garantem que tais decisões demoraram muito para serem
aceitas e até hoje não tiveram aceitação em muitas comunidades judaicas; como o caso dos
judeus do Egito, quem tem um cânon semelhante ao católico e ortodoxo.

O Concílio de Jâmnia rejeitou todos os livros e demais escritos e considerando-os como


apócrifos, ou seja, não tendo evidências de inspiração por Deus e fonte de fé, tanto quanto da
verdadeira autoria. Houve muitos debates acerca da aprovação de certos livros, como Ester e
Cântico dos Cânticos, conforme registro da Mishná. A tese de que o trabalho desse Concílio foi
apenas ratificar aquilo que já era aceito pela grande maioria dos judeus através dos séculos,
carece de fundamento científico e é rejeitada pela majoritariamente pelos especialistas
[carece de fontes].

Até os primeiros quatro séculos, na igreja antiga, não havia um parecer oficial sobre o cânon
do Antigo Testamento. As opiniões eram muito diversas. Pais da Igreja como Melito, Cipriano e
Rufino de Aquileia postulavam pelo Cânon Hebraico (com 39 livros, excluindo os
deuterocanônicos). Já Ireneu, São Justino e Santo Agostinho defendiam o Cânon Alexandrino
(com 46 livros, incluindo os Deuterocanônicos). Jerônimo começou negando a canonicidade
dos Deuterocanônicos, embora os tenha incluindo em sua Vulgata. Escritos seus posteriores
mostram que esta sua posição inicial foi revista, é o que se verifica em sua Carta a Rufino e
outra a Paulino, Bispo de Nola.

No final do século IV, Concílios Ecumênicos reafirmaram o cânon alexandrino. É o caso dos
concílios de Roma (382 d.C., dando origem ao cânon damasceno), Hipona I (cânon 36, 393
d.C.), Cartago III (cânon 47, 397 d.C), Cartago IV (cânon 24, 417 d.C.) e Trullo (cânon 2, 692
d.C.). Um documento conhecido como Decreto Gelasiano (496 d.C.) também opta pelo cânon
alexandrino.
As igrejas orientais também fizeram sua opção pelo cânon alexandrino, adotando a
Septuaginta como a versão oficial do Antigo Testamento.

Desta forma, depois do século IV, o cânon alexandrino havia obtido aceitação ampla em toda a
Igreja: no Ocidente com as versões da Vetus Latina e a Vulgata e no Oriente com a
Septuaginta.

Novas controvérsias sobre o cânon do Antigo Testamento

No início do século XV, um grupo dissidente da Igreja Copta (de crença monofisista),
conhecidos como "jacobitas", questionou o cânon alexandrino entre outras coisas. Em 1441, o
Concílio Ecumênico de Florença, através da bula Cantate Domino (4 de fevereiro de 1442)
reafirmou o caráter canônico do cânon alexandrino.

Com a Reforma Protestante, Lutero voltou a questionar o caráter canônico dos


Deuterocanônicos do Antigo e trechos e livros Novo Testamento como a carta aos Hebreus,
Tiago - II Pedro - II João - III João - Judas - Apocalipse de João, negando inclusive seu caráter
eclesiástico, pois para ele estes livros eram contrários à fé. Em 1545, foi convocado o Concílio
de Trento, que novamente reafirmou o caráter canônico do cânon alexandrino através do
Cânone de Trento.

No início, não houve consenso entre os protestantes sobre o cânon do Antigo Testamento e do
Novo Testamento. O rei Jaime I da Inglaterra, responsável pela famosa tradução KJV (King
James Version), defendia que os Deuterocanônicos deveriam continuar constando nas bíblias
protestantes.

Logo depois a Igreja Ortodoxa Russa resolveu deixar como facultativa a aceitação ou não do
cânon alexandrino.

Canon do novo testamento

A referência mais antiga que se tem sobre o cânon do Novo Testamento se encontra em um
manuscrito descoberto pelo sacerdote italiano Ludovico Antonio Muratori no século XVIII,
datado do século II. Por causa do nome de seu descobridor, este documento ficou conhecido
como Cânon de Muratori. Neste escrito estão relacionados os quatro evangelhos, as cartas
paulinas , a Epístola de Judas e I e II João e o Apocalipse. Não são relacionadas as epístolas aos
Hebreus, de Tiago e nem I e II Pedro.

Muitas controvérsias existiram para se reconhecer o caráter canônico de livros como Hebreus,
Tiago, Judas, Apolocalipse, II e III João e II Pedro. Por esta razão alguns estudiosos os chamam
de Deuterocanônicos do Novo Testamento.
Da mesma forma, outros livros já estiveram no cânon Novo Testamento, porém depois foram
rejeitados. É o caso da Primeira Carta de Clemente aos Coríntios (século I) e o Pastor de
Hermas (século II). São os chamados antilegomena.

A lista completa dos livros do Novo Testamento conforme existe hoje aparece pela primeira
vez na Epístola 39 de Santo Atanásio de Alexandria para a Páscoa de 367 d.C..

Esta mesma lista foi confirmada por documentos posteriores como o Decreto Gelasiano, e os
cânones dos concílios de Hipona, Cartago III e IV.

A definição oficial dos livros do Novo Testamento, realizado pela Igreja Católica, no século IV
quando São Jerônimo realizou a compilação completa da bíblia, acabou com os
questionamentos sobre a canonicidade dos livros deuterocanônicos do Novo Testamento,
questão esta que só reapareceria com o surgimento da Reforma Protestante, onde através do
Concílio de Trento, no primeiro período (1545-48), a Igreja se viu obrigada a reafirmar através
de decretos (vide Cânone de Trento), o cânon sagrado do Novo Testamento também com os
27 livros que temos hoje.

Durante a Reforma Protestante, Martinho Lutero demonstrou dúvida quanto à autoria e


canonicidade de alguns livros do Novo Testamento: Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse. No
entanto sem mais evidências da não autenticidade da mensagem, ao traduzir o Novo
Testamento para o alemão em 1522, Lutero traduziu esses livros perfazendo ao todo 27 livros
que temos hoje.

Criterios para o canon do antigo testamento

Critérios de canonicidade dos livros do Antigo Testamento

Como os judeus decidiram quais são os livros sagrados? Os critérios foram os seguintes:

A língua original (Hebraico, e, no tempo do exílio, Aramaico);

O livro não podia conter qualquer incoerência com os escritos de Moisés;

O período (época) em que foram escritos – os livros tinham que ter sido escritos entre
Moisés e Esdras.

A autoridade – o escritor não podia expressar dúvida de que seus escritos eram inspirados
por Deus;

Ausência de erros nas narrativas históricas;


A autoria direta ou indireta de homens de Deus – pessoas que tiveram contato direto com
Deus, cuja história comprova isto;

Criterios para a formação do canon do novo testamento

Critérios para a formação do cânon.

Quem autorizou a igreja antiga a definir quais escritos seriam Escrituras Sagradas? A
apresentação da formação do cânon já mostrou que não se tratou da ação arbitrária e
autoritária de alguns concílios ou até do resultado de um conflito de poder da igreja antiga. O
que aconteceu foi que, por meio de um processo de várias centenas de anos, se cristalizou em
consenso de toda a igreja cristã o que deveria estar no cânon e o que não poderia. Esse é um
fenômeno admirável, se levarmos em conta as discussões teológicas dificílimas que estavam
sendo travadas na mesma época. Por isso, creio que D. A. Carson, D. J. Moo e L. Morris têm
razão quando dizem: “It is not so much that the church selected the canon as that the canon
selected itself.” (Não foi a igreja que fez a seleção dos livros que iriam para o cânon e dos que
não, mas o cânon fez a sua própria seleção).2 No decorrer dos séculos se impuseram aqueles
escritos que formavam a base da fé cristã. Devemos isso sobretudo à ação do Espírito Santo,
de que Jesus já dissera que conduziria os discípulos a toda a verdade (Jo 16.13).

Quais critérios foram fundamentais nesse processo? A formação da opinião da igreja antiga
deixa transparecer três critérios.

2.1 O critério da originalidade

O prólogo de 1 João explica o que isso quer dizer: “O que era desde o princípio, o que temos
ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas
mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e
dela damos testemunho e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi
manifestada), o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós
igualmente mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu
Filho Jesus Cristo (1Jo 1.1-3). A revelação de Deus em Jesus não veio diretamente a nós. Nós
dependemos do relato de testemunhas oculares. Elas fazem a ponte entre a revelação
ocorrida e as gerações futuras. O relato das testemunhas oculares é único e insubstituível,
porque a revelação de Deus aconteceu na história.

Por isso a igreja antiga adotou o critério da originalidade e com isso queria dizer a autoria
apostólica. Além desse círculo de testemunhas oculares, só foram aceitos o apóstolo Paulo e
alguns discípulos de apóstolos.

Entretanto, a simples indicação do autor não era suficiente. Muitos escritos que indicaram um
apóstolo como seu autor foram rejeitados. A verificação do conteúdo aguçou a percepção da
diferença entre o que era apostólico e o que era apócrifo. Todo aquele que lê os evangelhos
apócrifos já se convence disso.3

2.2 A concordância com os fundamentos da fé (a ortodoxia)

Os primeiros séculos da igreja cristã são marcados pela batalha a favor da verdade das
afirmações teológicas. As igrejas ameaçadas pelos ensinos dos falsos mestres (gnosticismo,
Marcion) precisavam de uma regra de fé (grego: kanon tes pisteos; latim: regula fidei), por
meio da qual pudessem diferenciar o “verdadeiro” do “falso”. Os movimentos pela profissão
de fé são evidências disso.

Por isso não devemos nos admirar do fato de que, na formação do cânon do Novo
Testamento, a pergunta pela concordância com a regra de fé, ou seja, com a fé cristã
reconhecida como ortodoxa pela maioria, tenha tido papel fundamental. O Evangelho de
Tomé e o Evangelho Veritatis não foram aceitos porque são influenciados pelo gnosticismo.

2.3 Reconhecimento geral

E em terceiro lugar, somente se impuseram os escritos que durante os primeiros séculos


tiveram aceitação geral nas igrejas. Na formação do cânon, o que importava não era a
imposição de alguns grupos. O cânon do Novo Testamento deveria servir de fundamento para
todo o cristianismo. A consideração pelas dúvidas e objeções fez com que se tornasse um
processo longo de formação da opinião geral e foi marcado por muita paciência e respeito
pelas opiniões uns dos outros.

As heresias dos apocrifos do antigo testamento

As heresias dos apócrifos

TOBIAS - (200 a.C.) - É uma história novelística sobre a bondade de Tobiel (pai de Tobias) e
alguns milagres preparados pelo anjo Rafael.

Apresenta:

• justificação pelas obras – 4.7-11; 12.8.

• mediação dos Santos – 12.12

• superstições – 6.5, 7-9,19

• um anjo engana Tobias e o ensina a mentir – 5.16 a 19


JUDITE - (150 a.C.) É a história de uma heroína viúva e formosa que salva sua cidade
enganando um general inimigo e decapitando-o. Grande heresia é a própria história onde os
fins justificam os meios.

BARUQUE - (100 a.D.) - Apresenta-se como sendo escrito por Baruque, o cronista do profeta
Jeremias, numa exortação aos judeus quando da destruição de Jerusalém. Mas é de data
muito posterior, quando da segunda destruição de Jerusalém, no pós-Cristo.

Traz, entre outras coisas, a intercessão pelos mortos – 3.4.

ECLESIÁSTICO - (180 a.C.) - É muito semelhante ao livro de Provérbios, não fosse as tantas
heresias:

• justificação pelas obras – 3.33, 34.

• trato cruel aos escravos – 33.26 e 30; 42.1 e 5.

• incentiva o ódio aos samaritanos – 50.27 e 28

SABEDORIA DE SALOMÃO - (40 a.D.) - Livro escrito com finalidade exclusiva de lutar contra a
incredulidade e idolatria do epicurismo (filosofia grega na era Cristã).

Apresenta:

• o corpo como prisão da alma – 9.15

• doutrina estranha sobre a origem e o destino da alma – 8.19 e 20

• salvação pela sabedoria – 9.19

1 MACABEUS - (100 a.C.) - Descreve a história de três irmãos da família “Macabeus”, que no
chamado período interbíblico (400 a.C. 3 a.D) lutam contra inimigos dos judeus visando a
preservação do seu povo e terra.

2 MACABEUS - (100 a.C.) - Não é a continuação de 1 Macabeus, mas um relato paralelo, cheio
de lendas e prodígios de Judas Macabeu.
Apresenta:

• a oração pelos mortos – 12.44 - 46

• culto e missa pelos mortos – 12.43

• o próprio autor não se julga inspirado –15.38-40; 2.25-27.

• intercessão pelos santos – 7.28 e 15.14

Adições a Daniel:

Capítulo 13 - A história de Suzana - segundo esta lenda Daniel salva Suzana num julgamento
fictício baseado em falsos testemunhos.

Capítulo 14 - Bel e o Dragão - Contém histórias sobre a necessidade da idolatria.

Capítulo 3.24-90 - o cântico dos três jovens na fornalha.

Lendas, erros e outras heresias:

1. Histórias fictícias, lendárias e absurdas

- Tobias 6.1-4 - “Partiu, pois, Tobias, e o cão o seguiu, e parou na primeira pousada junto ao rio
Tigre. E saiu a lavar os pés, e eis que saiu da água um peixe monstruoso para o devorar. À sua
vista, Tobias, espavorido, clamou em alta voz, dizendo: Senhor, ele lançou-se a mim. E o anjo
disse-lhe: Pega-lhe pelas guelras, e puxa-o para ti. Tendo assim feito, puxou-o para terra, e o
começou a palpitar a seus pés”.

2. Erros históricos e geográficos

Esses livros contêm erros históricos, geográficos e cronológicos, além de doutrinas obviamente
heréticas; eles até aconselham atos imorais (Judite 9.10,13). Os erros dos apócrifos são
freqüentemente apontados em obras de autoridade reconhecida. Por exemplo: o erudito
bíblico DL René Paehe comenta: “Exceto no caso de determinada informação histórica
interessante (especialmente em 1 Macabeus) e alguns belos pensamentos morais (por
exemplo, Sabedoria de Salomão). Tobias contém certos erros históricos e geográficos, tais
como a suposição de que Senaqueribe era filho de Salmaneser (1.15) em vez de Sargão II, e
que Nínive foi tomada por Nabucodonosor e por Assuero (14.15) em vez de Nabopolassar e
por Ciáxares... Judite não pode ser histórico porque contém erros evidentes... [Em 2
Macabeus]. Há também numerosas desordens e discrepâncias em assuntos cronológicos,
históricos e numéricos, os quais refletem ignorância ou confusão.”

3. Ensinam artes mágicas ou de feitiçaria como método de exorcismo

Tobias 6.5-9 - “Então disse o anjo: Tira as entranhas a esse peixe, e guarda, porque estas coisas
te serão úteis. Feito isto, assou Tobias parte de sua carne, e levaram-na consigo para o
caminho; salgaram o resto, para que lhes bastassem até que chegassem a Ragés, cidade dos
Medos. Então Tobias perguntou ao anjo e disse-lhe: Irmão Azarias, suplico-lhe que me digas de
que remédio servirá estas partes do peixe, que tu me mandaste guardar: E o anjo,
respondendo, disse-lhe: Se tu puseres um pedacinho do seu coração sobre brasas acesas, o
seu fumo afugenta toda a casta de demônios, tanto do homem como da mulher, de sorte que
não tornam mais a chegar a eles. E o fel é bom para untar os olhos que têm algumas névoas, e
sararão”.

Este ensino de que o coração de um peixe tem poder para expulsar toda espécie de demônios
contradiz tudo o que a Bíblia diz sobre superstição.

4. Ensinam que esmolas e boas obras limpam os pecados e salvam a alma

a) Tobias 12.8, 9 - “É boa a oração acompanhada do jejum, dar esmola vale mais do que juntar
tesouros de ouro; porque a esmola livra da morte (eterna), e é a que apaga os pecados, e faz
encontrar a misericórdia e a vida eterna”.

b) Eclesiástico 3.33 - “A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aos pecados”.

A salvação por obras destrói todo o valor da obra vicária de Cristo em favor do pecador.

5. Ensinam o perdão dos pecados através das orações

Eclesiástico 3.4 - “O que ama a Deus implorará o perdão dos seus pecados, e se absterá de
tornar a cair neles, e será ouvido na sua oração de todos os dias”.

O perdão dos pecados não está baseado na oração que se faz pedindo o perdão, não é fé na
oração, e sim fé naquele que perdoa o pecado.
6. Ensinam a oração pelos mortos

2 Macabeus 12.43-46 - “e tendo feito uma coleta, mandou 12 mil dracmas de prata a
Jerusalém, para serem oferecidas em sacrifícios pelos pecados dos mortos, sentindo bem e
religiosamente a ressurreição (porque, se ele não esperasse que os que tinham sido mortos,
haviam um dia de ressuscitar, teria por uma coisa supérflua e vã orar pelos defuntos); e
porque ele considerava que aos que tinham falecido na piedade estava reservada uma
grandíssima misericórdia. É, pois, um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que
sejam livres dos seus pecados”.

É nesse texto de um livro não canônico que a Igreja Católica Romana baseia sua doutrina do
purgatório.

7. Ensinam a existência de um lugar chamado purgatório

Sabedoria 3.1-4 - “As almas dos justos estão na mão de Deus, e não os tocará o tormento da
morte. Pareceu aos olhos dos insensatos que morriam; e a sua saída deste mundo foi
considerada como uma aflição, e a sua separação de nós como um extermínio; mas eles estão
em paz (no céu). E, se eles sofreram tormentos diante dos homens, a sua esperança está cheia
de imortalidade”.

A Igreja Católica baseia a doutrina do purgatório na última parte desse texto. Afirmam os
católicos que o tormento em que o justo está é o purgatório que o purifica para entrar na
imortalidade. Isto é uma deturpação do próprio texto do livro apócrifo.

8. Tobias 5.15-19

“E o anjo disse-lhe: Eu o conduzirei e to reconduzirei. Tobias respondeu: Peço-te que me digas


de que família e de que tribo és tu? O anjo Rafael disse-lhe: Procuras saber a família do
mercenário, ou o mesmo mercenário que vá com teu filho? Mas para que te não ponhas em
cuidados, eu sou Azarias, filho do grande Ananias. E Tobias respondeu-lhe: Tu és de uma
ilustre família. Mas peço-te que te não ofendas por eu desejar conhecer a tua geração”.

Um anjo de Deus não poderia mentir sobre a sua identidade sem violar a própria lei santa de
Deus. Todos os anjos de Deus foram verdadeiros quando lhes perguntado a sua identidade.
Veja Lucac 1.19.

Decisão polêmica e eivada de preconceito


Resumindo todos esses argumentos, essa postura afirma que o amplo emprego dos livros
apócrifos por parte dos cristãos desde os tempos mais primitivos é evidência de sua aceitação
pelo povo de Deus. Essa longa tradição culminou no reconhecimento oficial desses livros, no
Concílio de Trento, como se tivessem sido inspirados por Deus. Mesmo não-católicos, até o
presente momento, conferem aos livros apócrifos uma categoria de paracanônicos, o que se
deduz do lugar que lhes dão em suas Bíblias e em suas igrejas.

O cânon do Antigo Testamento até a época de Neemias compreendia 22 (ou 24) livros em
hebraico, que, nas Bíblias dos cristãos, seriam 39, como já se verificara por volta do século IV
a.C. Foram os livros chamados apócrifos, escritos depois dessa época, que obtiveram grande
circulação entre os cristãos, por causa da influência da tradução grega de Alexandria. Visto que
alguns dos primeiros pais da igreja, de modo especial no Ocidente, mencionaram esses livros
em seus escritos, a igreja (em grande parte por influência de Agostinho) deu-lhes uso mais
amplo e eclesiástico. No entanto, até a época da Reforma esses livros não eram considerados
canônicos. A canonização que receberam no Concílio de Trento não recebeu o apoio da
história. A decisão desse Concílio foi polêmica e eivada de preconceito.

Que os livros apócrifos, seja qual for o valor devocional ou eclesiástico que tiverem, não são
canônicos, o que se comprova pelos seguintes fatos:

1. A comunidade judaica jamais os aceitou como canônicos.

2. Não foram aceitos por Jesus, nem pelos autores do Novo Testamento.

3. A maior parte dos primeiros grandes pais da igreja rejeitou sua canonicidade.

4. Nenhum concílio da igreja os considerou canônicos senão no final do século IV.

5. Jerônimo, o grande especialista bíblico e tradutor da Vulgata, rejeitou fortemente os livros


apócrifos.

6. Muitos estudiosos católicos romanos, ainda ao longo da Reforma, rejeitaram os livros


apócrifos.

7. Nenhuma igreja ortodoxa grega, anglicana ou protestante, até a presente data, reconheceu
os apócrifos como inspirados e canônicos, no sentido integral dessas palavras.
Em virtude desses fatos importantíssimos, torna-se absolutamente necessário que os cristãos
de hoje jamais usem os livros apócrifos como se fossem Palavra de Deus, nem os citem em
apoio autorizado a qualquer doutrina cristã. Com efeito, quando examinados segundo os
critérios elevados de canonicidade estabelecidos, verificamos que aos livros apócrifos faltam:

1. Os apócrifos não reivindicam ser proféticos.

2. Não detêm a autoridade de Deus. O prólogo do livro apócrifo Eclesiástico (180 a.C.) diz:
“Muitos e excelentes ensinamentos nos foram transmitidos pela Lei, pelos profetas, e por
outros escritores que vieram depois deles, o que torna Israel digno de louvor por sua doutrina
e sua sabedoria, visto não somente os autores destes discursos tiveram de ser instruídos,
também os próprios estrangeiros se podem tomar (por meio deles) muito hábeis, tanto para
falar como para escrever. Por isso, Jesus, meu avô, depois de se ter aplicado com grande
cuidado à leitura da Lei, dos profetas e dos outros livros que nossos pais nos legaram, quis
também escrever alguma coisa acerca da doutrina e sabedoria... Eu vos exorto, pois, a ver com
benevolência, e a empreender esta leitura com uma atenção particular e a perdoar-nos, se
algumas vezes parecer que, ao reproduzir este retrato da soberania, somos incapazes de dar o
sentido (claro) das expressões”. Este prólogo é um auto-reconhecimento da falibilidade
humana. (grifo acrescentado)

Diante de tudo isso, perguntamos: “Merecem confiança os livros Apócrifos?” A resposta obvia
é: NÃO!

As heresias dos apocrifos do novo testamento

O Evangelho da Infância de Tomé: Jovem Jesus a Ameaça

O Evangelho da infância de Tomé (que não deve ser confundido com o Evangelho de Tomé,
aparentemente havia um número limitado de nomes no Levante) descreve Jesus de 5 anos de
idade como um tirano tirano-temperamental. Estou falando muito além do mal: a palavra
"demoníaca" vem à mente.

Um vizinho estragou o ribeiro que ele estava jogando sobrenaturalmente, então Jesus o
amaldiçoou; "Tu secarás como uma árvore, e não darás folhas, nem raiz, nem fruto. E logo
aquele rapaz morreu inteiramente "(III.2-3). Outro menino choca com ele, e Jesus em linha
reta matou o garoto (IV.1). Quando os pais desse menino ficaram bravos com Jesus, pois você
sabe, matando seu filho, ele os amaldiçoou com cegueira (V.1). José tentou discipliná-lo com
uma oração justa, e Jesus disse: "Não me aborreça" (V.3). Pais, mantenha seus filhos longe
deste evangelho: eles podem obter idéias.
Devo mencionar que Jesus finalmente decide que suas vítimas cegas, murchas e mortas
aprenderam sua lição, e ele as traz de volta:

Agora, aqueles que dão fruto estéril, vejam os cegos de coração. Eu vim de cima para que eu
possa amaldiçoá-los, e chamá-los para o que está acima, assim como ele ordenou que me
enviou por amor de vocês. E quando a criança parou de falar, imediatamente todos eles foram
feitos inteiros que tinham ficado sob a sua maldição.

Mas, para que não pense que este é um final feliz e redentor, confira o kicker:

E nenhum homem depois disso o provocou, para que não o amaldiçoasse, e fosse mutilado.

Yowza.

O Evangelho de Judas: Judas era um bom sujeito. Realmente não

Você conhece aquele momento em Harry Potter e as Relíquias da Morte quando Harry
percebeu, tarde demais, que Severus Snape tinha estado do lado do bem o tempo todo? Esse
vilão eminentemente detestável estava apenas fazendo o que Dumbledore perguntou, e tudo
o que conseguiu foi uma má reputação. Pobre cara.

O Evangelho de Judas é muito parecido com Relíquias da Morte, exceto Dumbledore é Jesus,
Snape é Judas, e todos nós somos Harry Potter. Depois de dois milênios de pessoas usando
"Judas" como sinônimo de traidor, este evangelho nos diz que o pobre homem estava apenas
fazendo seu trabalho.

Primeiro, o texto diz que Jesus estava mais perto de Judas do que qualquer outro discípulo, e
que ele deu a Judas alguma informação secreta sobre a natureza do universo: "Afasta-te dos
outros e digo-te os mistérios do reino, "Ele diz a Judas, e, mais tarde," Venha, para que eu
possa lhe ensinar sobre segredos que ninguém jamais viu. "

Jesus adverte Judas da condenação a vir e promete que ele será recompensado mais tarde:
"Você se tornará o décimo terceiro, e você será amaldiçoado pelas outras gerações - e você
virá governar sobre elas ... você excederá tudo deles. Porque sacrificarás o homem que me
veste.
Há muitos pedaços em falta, mas parece que Jesus e Judas - trabalhando juntos - planejam os
detalhes da traição de Judas e da crucificação de Jesus. Jesus precisava de seu corpo físico para
morrer para subir ao céu, e pediu a Judas para ajudá-lo.

Isso é drasticamente diferente de Jesus deixar Judas traí-lo. Canonicamente, Jesus sabia o que
estava vindo - "Em verdade vos digo que um de vós me trairá" - e não o impediu, mas isso não
significa que ele estava feliz com isso. Na verdade, ele disse bastante claro que "tinha sido bom
para esse homem se ele não tivesse nascido", o que não é exatamente amigável. (Mateus 26:
21-24).

Mas, como mostra o Evangelho de Judas, nem todo mundo estava feliz com aquela versão da
história ... Mesmo no século II aC, algumas pessoas ainda estavam apaixonadas por Judas,
querida.

O Evangelho Segundo Filipe: Sobre toda essa "coisa de nascimento virgem" ...

O Evangelho de Felipe, parte do códice de Nag Hammadi, é mais famoso para a seção que diz
"E o companheiro do salvador é Maria Madalena. O salvador a amava mais do que todos os
discípulos e costumava beijá-la com freqüência em sua palavra, que, como você pode
imaginar, tem levado a alguns verdadeiramente deliciosos Lives loucos acadêmicos.

Mas uma heresia ainda mais notável ocorre mais cedo no texto de Filipe, onde o autor
apresenta um bom e lógico argumento de por que o negócio do nascimento virgem é um
absurdo - e, nesse processo, contradiz diretamente Lucas 1:35 eo Credo do Apóstolo:

Alguns disseram: "Maria concebida pelo Espírito Santo". Eles estão em erro. Eles não sabem
o que dizem. Sempre que uma fêmea foi impregnada por uma fêmea?

(Agora pode ser um bom momento para apontar que algumas comunidades gnósticas
parecem ter acreditado em um Espírito Santo feminino, uma espécie de figura Mãe para ir
junto com o Pai e Filho.)

Maria é a virgem que nenhum poder tem contaminado ... Quem quer que seja dos poderes
(tenta) profanar esta virgem, esses poderes são apenas contaminando-se. E o Senhor não teria
dito "Meu Pai que está no Céu", a menos que tivesse tido outro pai, mas ele teria dito
simplesmente "Meu pai".
Para recapitular: Maria sempre foi virgem, indefundível, e assim não foi impregnada pelo
Espírito - não para m

Por David Webb

Em nosso tempo houve um novo ataque ao Jesus bíblico - o Jesus encontrado na palavra
inspirada de Deus. Muitas das concepções sobre Jesus que estão actualmente a ser
promovidas são provenientes de novos círculos de idade e estão enraizadas em um
movimento antigo conhecido como gnosticismo. O retrato da Nova Era de Jesus revela um
Jesus completamente diferente daquele encontrado nos escritos do Novo Testamento dos
apóstolos inspirados. Por exemplo, a visão atual de Jesus é que ele não é o Filho de Deus,
como seus seguidores reivindicado, nem era nascido de uma virgem, nem ressuscitou dos
mortos após a sua crucificação. As afirmações de Jesus que ele e "o Pai somos um" (João
10:30) e que "o Pai está em mim e eu nele" (Jo 10:38) são explicados em linguagem New Age
no sentido de que Jesus realizou em Que ele e aquele que ele chamou de Pai eram um no
sentido de que ambos são iluminados com um conhecimento que transcende a mera
compreensão humana e que Jesus viveu sua vida a partir desse conhecimento iluminado que
moldou e moldou sua natureza divina. Para os gnósticos, qualquer pessoa pode atingir esse
despertar da essência de sua verdadeira natureza e vivê-la em suas vidas. Em outras palavras,
Deus está em todos nós e é nosso propósito na vida para ser despertada e iluminada com o
verdadeiro conhecimento desta natureza divina que já está em todos nós para que possamos
vivê-la em nossas vidas. Esta filosofia encontra suas raízes no budismo, bem como nas antigas
crenças gnósticas sobre Deus e da natureza do homem.

O gnosticismo é uma filosofia que se refere a um corpo de ensinamentos que enfatizam a


aquisição da "gnose", ou conhecimento interior. Este conhecimento não é um mero
intelectual, mas conhecimento místico; não apenas saber sobre algo ou alguém, mas um
conhecimento místico que vem de dentro de cada um de nós. Este conhecimento místico
especial nos permite descobrir uma natureza divina místico dentro de cada um de nós que é
obscurecida pela ignorância e falso ensino sobre Deus e Jesus.

Além disso, os gnósticos acreditam que este conhecimento não está na posse das massas, mas
apenas para os gnósticos (os conhecedores) que realmente compreendem seus benefícios e
como alcançá-lo. Para o gnóstico, as massas estão presos na ignorância do ensino religioso e
doutrina que serve para controlar e regular a conduta dos crentes. O gnóstico, por outro lado,
acredita que ele tenha perfurado através da ignorância e armadilhas da religião organizada e
atingiu o núcleo do conhecimento espiritual especial sobre Deus ea natureza de Deus em cada
um de nós. O único problema é que esse "núcleo de conhecimento espiritual especial" de Deus
e da natureza Deus é um "núcleo de conhecimento espiritual especial" de sua própria criação.
Na realidade, este conhecimento espiritual iluminada especial reivindicado pelo gnóstico
simplesmente não existe.

Portanto, para lidar com esta antiga crença de que mesmo os cristãos em dificuldades no Novo
Testamento vezes, e foi abordado nos escritos do apóstolo Paulo e João, há certas coisas que
precisamos entender. Primeiro, precisamos entender por que o Gnosticismo está se tornando
popular em nossos dias e examinar a ameaça que ele representa. Em seguida, precisamos
examinar sua origem e reivindicações históricas dessa heresia. E, finalmente, precisamos expor
os falsos ensinamentos e crenças sobre o chamado Jesus gnóstico e comparar esse Cristo falso
com o revelado na palavra divinamente inspirada de Deus.

Gnosticismo moderno

Gnosticismo está experimentando um renascimento, em nossos dias, e está sendo promovido


através de várias publicações, por meio de romances populares e filmes em breve-a-ser-
lançado (como a Di Vinci Code), e através dos meios de transmissão em programas especiais
de estilo documentário que sutilmente endossa antigos escritos gnósticos (incluindo o
Evangelho de Tomé ea descoberta há 30 anos do Evangelho de Judas). Houve também a
criação das chamadas "igrejas gnósticos" que prendem a algumas das formas simbólicas e
rituais básicos do cristianismo ortodoxo, enquanto reinterpretando as crenças essenciais e
fundamentais do cristianismo.

Gnosticismo apela a muitos auto-proclamados intelectuais que estão à procura de algum tipo
de experiência espiritual única e iluminação espiritual. Muitos são os defensores do psicólogo
suíço Carl Jung, que acreditava que o cristianismo tem reprimido a abordagem gnóstica à
religião, e que a nossa cultura tem sofrido por permanecer na ignorância da religião
organizada. Yung acreditava que o gnosticismo e todas as suas crenças relacionadas são muito
superiores ao que ele chamou de "igreja ortodoxa".

Nag Hammadi

Em dezembro de 1945, um fazendeiro árabe estava cavando no solo perto da cidade egípcia de
Nag Hammadi, quando ele descobriu um jab de barro contendo treze livros de papiro
encadernados em couro (ou códices), que remonta ao século III - cerca de duzentos anos
depois O nascimento do cristianismo. Desde então, cerca de cinquenta e dois textos foram
finalmente recuperado. O gnosticismo ganhou o interesse de muitos com a descoberta desses
antigos escritos que desde então têm sido chamados de Evangelhos Gnósticos. A descoberta
mais recente, um manuscrito de papiro antigo chamado o Evangelho de Judas, atiçou a chama
do interesse ainda mais. Embora estes escritores gnósticos antigos produzissem um número
desconhecido de manuscritos, incluindo alguns que foram escritos ao mesmo tempo que os
evangelhos do Novo Testamento, eles foram identificados pelos pais da igreja primitiva como
heréticos e foram deixados intencionalmente fora da Bíblia como sabemos Hoje. No entanto,
hoje esses textos antigos estão sendo promovidas como talvez a descoberta arqueológica mais
importante dos tempos modernos e são acreditados por muitos como prova arqueológica e
textual que acabará por derrubar a visão ortodoxa de Jesus e do cristianismo para sempre.

Aqueles que negam os ensinamentos básicos do Novo Testamento e que negam a divindade
de Cristo encontrar estes gnóstico Evangelhos muito atraente. A razão de ser, eles apresentam
uma visão de Jesus que é completamente diferente do Jesus do Novo Testamento.

A Mensagem Gnóstica

Então, o que esses Evangelhos Gnósticos realmente ensinam que os levou a serem rotulados
como heresia pelos primeiros cristãos? Por exemplo, o Gnosticismo ensina que o universo e o
mundo não foram criados por um Deus que tudo conhece, mas por um deus menor, que não
tinha o intelecto para criar um universo perfeito. O Evangelho de Filipe diz que "o mundo
surgiu através de um erro. Para ele que o criou queria criá-lo imperecível e imortal. Ele ficou
aquém de alcançar seu desejo. "Acredita-se que este deus menor veio da queda para fora
entre seres cósmicos, tornando-o uma divindade inferior. O resultado de sua criação era um
universo poluído com ignorância, dor, decadência e morte. E, no entanto esta divindade exige
adoração e até mesmo proclama-se a ser o único e verdadeiro Deus.

A crença gnóstica, como diz uma teoria, é que este inepto Deus criador infundiu
acidentalmente na humanidade uma centelha da forma mais elevada de uma assim chamada
"realidade espiritual". E essa perfeição pode ser alcançada através de um processo de auto-
descoberta . Estreitamente associado a este desejo de alcançar a forma mais elevada da
realidade espiritual através da auto-descoberta é a crença de que o espírito é bom e desejável,
mas a matéria e a carne são maus e detestáveis.

Isto é onde a Jesus gnóstico começa a emergir, não como um sacrifício pelo pecado, mas como
alguém que descende de um dos reinos espirituais mais elevados com uma mensagem de
auto-redenção. Ele não é o filho do deus-criador revelado no Antigo Testamento - o deus-
criador que tem o universo em uma confusão real em primeiro lugar. Em vez disso, Jesus veio
para ajudar a humanidade com a realização de iluminação através da auto-descoberta, e não
como os meios de salvação eterna através da Sua morte, sepultamento e ressurreição.

O Jesus Gnóstico é uma falsificação notável do Jesus bíblico em que o conceito gnóstico de
Jesus toma emprestado de perto do Jesus da escritura e dá uma "rotação gnóstica" aos
ensinamentos de Jesus encontrados nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João e Nos
escritos dos apóstolos. Visto que Jesus disse: "Meu reino não é deste mundo" (João 18:36) e "o
reino de Deus está dentro de vocês" (Lucas 17:21), a crença gnóstica é que Jesus veio
despertar aqueles presos na ignorância ( Muitas vezes chamado de "escuridão" por Jesus),
ajudando-os a descobrir o "reino de Deus" dentro de si.

O Evangelho de Tomé

Entre os mais amplamente lido e mais popular dos Evangelhos Gnósticos é o Evangelho de
Tomé. Embora os estudiosos não acreditem que ele foi realmente escrito pelo apóstolo Tomé,
é, no entanto, composto de catorze supostos ditados de Jesus. Alguns dos ensinamentos
atribuídos a Jesus no Evangelho de Thomas são claramente gnóstico na origem, enquanto
outros intimamente paralelo ou mesmo espelham os ensinamentos de Jesus foi encontrado no
Evangelhos sinópticos. O texto começa: "Estes são os ditos secretos que o Jesus vivo falou e
que Didymos Judas Thomas escreveu. E ele disse: "Quem descobrir o significado interior destes
ensinamentos não provará a morte. '" A partir das palavras do Evangelho de Thomas própria
abertura descobrimos que a vida eterna não vem através da morte, sepultamento e
ressurreição de Jesus, mas sim através de A obtenção de um conhecimento especial (gnose)
dos ditos secretos de Jesus.

O Jesus Gnóstico

O Jesus gnóstico apresentada no Evangelho de Tomé não é aquele que foi crucificado e
ressuscitou dentre os mortos, mas sim aquele que é o doador da sabedoria. Na verdade, a
crucificação e ressurreição de Jesus não são mencionados em tudo no Evangelho de Thomas.
Em vez disso, Jesus fala do reino. Ele diz: "O reino está dentro de você, e está fora de você.
Quando você chegar a conhecer a si mesmo, então você se tornará conhecido, e você vai
perceber que são vocês que são filhos do pai vivo. Mas se vocês não se conhecem, morrem na
pobreza e são vocês que são essa pobreza. "

Outros escritos gnósticos têm o mesmo tema. No livro de Thomas o Contender, Jesus diz:
"aquele que não conheceu a si mesmo não soube nada, mas ele que conhece a si mesmo tem,
ao mesmo tempo já alcançado conhecimento da profundidade do todo."

De acordo com Valentino, um professor gnóstico do século II, Cristo é "o Paráclito (ajudante)
do desconhecido que revela ... a descoberta de si mesmo -. A centelha divina dentro de você"

Portanto, o problema para o gnóstico é a liberdade da ignorância (às vezes chamado de


"sleep", "cegueira" ou "escuridão"), e não na libertação do pecado. Para o professor gnóstico
Valentino, não há necessidade de culpa ou de arrependimento do pecado, e certamente não
há necessidade de uma crença cega de que a salvação vem através da morte, sepultamento e
ressurreição de Jesus. De acordo com as crenças valentinianas, Jesus é o salvador, no sentido
de ser aquele que prevê a "plenitude espiritual" por nós cura da doença da ignorância.
Gnosticismo na Crucificação e na Ressurreição

Embora o Evangelho de Tomé não faz nenhuma menção da crucificação e ressurreição, outros
textos gnósticos dar um novo e completamente diferente conceito da crucificação e
ressurreição de Jesus daquela encontrada nos escritos inspirados dos apóstolos. Por exemplo,
no Primeiro Apocalipse de Tiago, Jesus conforta James dizendo: "Nunca sofri de qualquer
forma, nem eu ter sido angustiado. . E este povo tem me feito mal nenhum "No Segundo
Tratado do Grande Seth, Jesus diz:" Eu não morreu na realidade, mas na aparência "Aqueles"
em erro e cegueira ... me viu.; Eles me puniram. Era outro, seu pai, que bebia a vesícula e o
vinagre; Não fui eu. Eles bateram-me com a cana; Era outro, Simão, que tinha a cruz no ombro.
Eu estava me alegrando na altura sobre tudo ... e eu estava rindo de sua ignorância. "

As histórias gnósticas de Jesus o têm zombando de seus executores enquanto os relatos em


Mateus, Marcos e Lucas têm os soldados e os principais sacerdotes zombam de Jesus. (Mateus
27:29, 31, Marcos 15:20, Lucas 22:63; 23:11, 36) Além disso, o Jesus da escritura divina,
enquanto sofre na cruz, ora para que seu Pai perdoe seus executores. (Lucas 23:34)

Nos ensinamentos de Valentino, a crucificação ea morte de Jesus é apresentada como um


acontecimento muito comovente, e contudo ele vê o propósito da morte de Jesus como sendo
completamente diferente do propósito apresentado nos evangelhos sinóticos. Embora o
Evangelho da Verdade diz que "sua morte é a vida de muitos", a "vida" aqui mencionado não é
visto como a aquisição da vida eterna. Nem é uma "novidade de vida" que vem através sendo
"sepultados com Ele (Cristo) na morte pelo batismo" e sendo assim, elevado a uma novidade
de vida livre da escravidão do pecado. (Romanos 6: 1-14) Para Valentino, a "vida" que Jesus
realizou para muitos através de sua morte é a transmissão da gnose - um conhecimento
especial e secreto que permite descobrir o eu divino interior.

No Tratado da Ressurreição, a história da ressurreição é afirmado: "Não pense que a


ressurreição é uma ilusão. Não é ilusão, mas é verdade! De fato, é mais apropriado dizer que o
mundo é uma ilusão do que a ressurreição ". No entanto, as aparições de Jesus aos seus
discípulos após a ressurreição diferem significativamente dos relatos de Mateus, Marcos, Lucas
e João. No Tratado da Ressurreição, as aparições de Jesus são através de visões espirituais ao
invés de aparência física. Isso difere significativamente das afirmações de Lucas na abertura
dos Atos dos Apóstolos: "O primeiro relato que fiz, ó Teófilo, de tudo o que Jesus começou a
fazer e a ensinar, até o dia em que Ele foi levado, depois que Ele Por meio do Espírito Santo
havia dado mandamentos aos apóstolos que Ele havia escolhido, a quem Ele também se
apresentou vivo após Seu sofrimento por muitas provas infalíveis, sendo visto por eles durante
quarenta dias e falando das coisas pertencentes ao reino de Deus ". (Atos 1: 1-3) Obviamente,
o Jesus bíblico tem muito pouco em comum com o Jesus retratado nos evangelhos gnósticos.

Cristo realmente sofreu e morreu?


Um dos pontos mais significativos de diferença entre o relato bíblico de Jesus e o Jesus
Gnóstico é a questão de se o Cristo realmente sofreu e morreu.

Valentino afirmou que Cristo desceu sobre Jesus no seu batismo, mas o deixou antes de
morrer na cruz. Para contrariar este ensinamento, Irineu (um discípulo de Policarpo, que foi
discípulo do apóstolo João) escreveu o tratado Contra as heresias. Ele escreve: "O Evangelho ...
não conhecia outro filho de homem senão aquele que era de Maria, que também sofreu; E
nenhum Cristo que voou longe de Jesus antes da paixão; Mas Aquele que nasceu ... como
Jesus Cristo, o Filho de Deus, e que este sofreu e ressuscitou. "Irineu também cita do
Evangelho de João que" Jesus é o Cristo "(João 20:31), num esforço para contrariar A
afirmação gnóstica de que Jesus e o Cristo eram "formados por duas substâncias diferentes".

Irineu afirmou que Cristo nunca teria exortado seus discípulos a tomar a cruz se ele fosse
escapar da dor e sofrimento da crucificação voando para longe dela. Além disso, Irineu
argumenta que o sofrimento de Jesus Cristo na cruz era absolutamente essencial para trazer
salvação para toda a humanidade. Ele também argumentou que não havia "faísca" divina no
coração humano para reavivar e que o autoconhecimento não era de todo igual ao conceito
bíblico de conhecer a Deus como apresentado pelo apóstolo João: "Agora, por isso, sabemos
que o conhecemos, Se guardarmos Seus mandamentos. Aquele que diz: "Eu o conheço", e não
guarda os Seus mandamentos, é um mentiroso, ea verdade não está nele. Mas aquele que
guarda a Sua palavra, verdadeiramente o amor de Deus é aperfeiçoado nele. Por isso sabemos
que estamos nele. Aquele que diz que permanece nele deve andar também como andou "(1
João 2: 3-6). O apóstolo João também escreveu:" E sabemos que o Filho de Deus veio e nos
deu um entendimento , para que possamos saber o que é verdadeiro; e nós estamos naquele
que é verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. "(1 João
5:20)

Irineu sustentou que "não era possível que o homem ... que tinha sido destruído pela
desobediência, poderia reformar a si mesmo," o Filho trouxe a salvação por "descendo do Pai,
encarnando-se, inclinando-se baixa, mesmo à morte, e consumar o Plano de nossa salvação ".

Perto do final do primeiro século, quando o apóstolo João escreveu sua coleção de três letras
conhecidas como 1ª, 2ª e 3ª John, a heresia do gnosticismo já estava incomodando a igreja.
Em suas cartas, João argumentou: "Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne
é de Deus, e todo espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus. E
este é o espírito do Anticristo, que vocês ouviram que estava vindo, e já está no mundo. "(1
João 4: 2-3) Ele também advertiu os cristãos do primeiro século de não serem enganados por
esses falsos ensinamentos: Muitos enganadores saíram ao mundo que não confessam Jesus
Cristo como vindo em carne. Este é o enganador eo anticristo. Olhai para vós mesmos, para
que não perdamos as coisas pelas quais trabalhamos, mas para que recebamos uma
recompensa completa. Quem transgride e não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus.
Aquele que permanece na doutrina de Cristo tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vier a
vós e não trouxer esta doutrina, não o recebais na vossa casa nem o acolhais; Porque aquele
que o cumprimenta compartilha de suas maldades. "(2 João 7-11)

Policarpo (discípulo do apóstolo João), também afirma: "Vamos, então, continuamente


perseverar na nossa esperança e o penhor da nossa justiça, que Jesus Cristo", que levou os
nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro "(1 Pedro 2:24 ), "Que não cometeu pecado,
nem foi enganado na sua boca" (1 Pedro 2:22), mas suportou todas as coisas por nós, para que
pudéssemos viver nele ".

O apóstolo João disse: "Por isso conhecemos o amor, porque Ele deu a sua vida por nós". (1
João 3:16); E "Nisto está o amor, não que nós amemos a Deus, mas que Ele nos amou e enviou
Seu Filho para ser a propiciação pelos nossos pecados". (1 João 4:10)

A Matéria da Ressurreição

O gnosticismo nega categoricamente a ressurreição corporal de Jesus Cristo. A razão de ser,


para o Gnóstico, o mundo e a carne são maus. A alma ou espírito do homem é bom. Portanto,
para alcançar o bem supremo, a alma deve ser libertada da carne. Quando confrontados com a
crença entre os cristãos de que Jesus Cristo ressuscitou corporalmente e fisicamente dos
mortos, o Gnóstico vê toda a história da ressurreição como completamente absurda. Para sua
maneira de pensar, uma ressurreição corporal continuaria a confinar a alma ou espírito do
homem em um corpo carnal.

E ainda, no dia de Pentecostes o apóstolo Pedro pregou que Jesus de Nazaré era "um homem
aprovado por Deus ... a quem Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte, pois não era
possível que fosse retido por ela." Para sustentar sua afirmação, o apóstolo Pedro cita uma
profecia de Davi dos Salmos. Pedro diz: "Porque Davi diz a respeito dele:" Eu previ o Senhor
sempre diante de mim, porque ele está à minha direita, para que não seja abalado, e meu
coração se alegrou, e minha língua se alegrou; Descansarão na esperança, porque não deixarás
a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção. (Atos 2: 22-27) Em
conclusão, Peter diz a multidão no dia de Pentecostes que David ", prevendo isto, falou a
respeito da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne
viu a corrupção." (Atos 2:31) O apóstolo Pedro então resume ao afirmar que ele e seus
companheiros apóstolos todos viram Jesus ressuscitado. "Este Jesus Deus ressuscitou, do qual
todos nós somos testemunhas". (At 2,32)

Além disso, o apóstolo Paulo afirma que se a ressurreição corporal de Jesus não é um fato
histórico, a fé de todo cristão é inútil. "E se Cristo não ressuscitou, nossa pregação está vazia e
sua fé também está vazia. Sim, e somos achados falsas testemunhas de Deus, porque temos
testificado de Deus que Ele ressuscitou a Cristo, a quem Ele não ressuscitou - se de fato os
mortos não ressuscitam. Pois, se os mortos não ressuscitam, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo
não ressuscitou, a vossa fé é inútil; Você ainda está em seus pecados! Em seguida, também os
que dormiram em Cristo estão perdidos. Se nesta vida só temos esperança em Cristo, somos
de todos os homens mais miseráveis "(1 Coríntios 15: 14-19).

Embora seja verdade que Paulo fala de um "corpo natural" que é gerado um "corpo espiritual",
ele não está falando sobre algum corpo não-físico, etéreo, místico, mas sim um organismo
criado em "incorruptibilidade", "glória", e " poder."

Quando Jesus ressuscitou dos mortos, ele tinha um corpo identificável com buracos nas unhas
em suas mãos e uma lança ferida no seu lado (João 20: 19-29). Seus discípulos puderam tocá-
lo. Na verdade, o apóstolo João afirma que ele e seus companheiros apóstolos não apenas
viram e ouviram o Cristo ressuscitado, mas, na verdade, o tocaram: "O que era desde o
princípio, que ouvimos, que vimos com nossos olhos, Nós olhamos, e nossas mãos têm
tratado, a respeito da Palavra de vida ... nós declaramos a você, que você também pode ter
comunhão conosco; E verdadeiramente nossa comunhão é com o Pai e com Seu Filho Jesus
Cristo. "(1 João 1: 1-3)

Jesus, Judaísmo e Gnosticismo

Os partidários modernos do Gnosticismo afirmam que os Evangelhos de Mateus, Marcos,


Lucas e especialmente João são anti-semitas e falam dos judeus e seu papel na crucificação de
Jesus em uma natureza altamente inflamatória e acusadora. Argumenta-se que os Evangelhos
gnósticos, por outro lado, estão longe de ser anti-semitas, e realmente vêem a relação entre
Jesus e seus irmãos judeus de uma maneira muito mais positiva. Em um documentário recente
sobre o Evangelho de Judas, sugeriu-se que o tom dos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e
João têm ajudado a promover o anti-semitismo nos tempos modernos.

No entanto, os Evangelhos Gnósticos realmente ridicularizam algumas das crenças mais


básicas e acalentadas do Judaísmo. Por exemplo, o deus do Antigo Testamento é visto pelos
gnósticos como uma deidade inferior que não tinha a capacidade de criar um mundo e um
universo tão bom. Além disso, este deus exige obediência completa e afirma que ele é o único
Deus verdadeiro - algo que o Gnosticismo nega. Muitos documentos gnósticos pervertem
completamente as histórias do Velho Testamento em um esforço para zombar do Deus
hebreu. Por exemplo, no Apócrifo de João, Jesus supostamente diz ele encorajou Adão e Eva a
comer da árvore do conhecimento do bem e do mal - a razão é que a realização de Deus, como
o conhecimento (gnose) é o objetivo maior para a humanidade , Eo propósito mesmo para
Jesus vir ao mundo.

Este mesmo elemento anti-semita é encontrado no Evangelho de Tomé, onde os discípulos


disseram a Jesus: "Vinte e quatro profetas falaram em Israel e todos falaram de ti." Ao que
Jesus responde: "Você omitiu o Vivendo em sua presença e falado (somente) dos mortos ".
Com isso, o Jesus Gnóstico simplesmente limpa o significado dos profetas do Antigo
Testamento e suas profecias porque eles estão" mortos ". E ainda, o Jesus da Bíblia
freqüentemente Cita os profetas, alegando que ele veio para cumprir suas profecias. Ele
enfatiza ainda mais a importância das profecias do Antigo Testamento como provas de sua
deidade. Aos seus críticos diz: "Examinais as Escrituras, porque nelas pensais teres a vida
eterna; E estes são os que dão testemunho de Mim. "(João 5:39)

Quando Jesus apareceu a dois discípulos na estrada de Emaús, depois de sua morte,
sepultamento e ressurreição, ele os repreendeu levemente por estarem desanimados com a
crucificação. Ele disse-lhes que eram "lentos de coração para acreditar em tudo o que os
profetas falaram!" Então nos dizem, "começando por Moisés e todos os Profetas, Ele expôs a
eles em todas as Escrituras as coisas concernentes a Ele". Lucas 24: 25-27)

Jesus do Novo Testamento homenageia o Deus do Antigo Testamento como seu Pai cuja
vontade ele veio para realizar oferecendo-se pelos pecados de toda a humanidade. Além disso,
ele cita os profetas do Antigo Testamento, não só dando-lhes credibilidade como profetas do
Único Deus verdadeiro, mas enfatizando o fato de que eles repetidamente falaram Dele. Os
Evangelhos Gnósticos zombam do Deus do Antigo Testamento como uma deidade menor
inepta que fez uma confusão completa da criação, e exige que ele seja aceito como o único
Deus verdadeiro que só é digno de adoração e louvor. E o Jesus dos Evangelhos Gnósticos não
veio para fazer a vontade dessa deidade menor em se oferecer a si mesmo para redimir a
humanidade de seus pecados, mas veio simplesmente iluminar a humanidade com um
conhecimento secreto para descobrir a centelha de uma essência semelhante a Deus dentro
de si .

O Jesus Gnóstico - Anti-Feminista

A atitude gnóstica em relação às mulheres definitivamente não era pró-feminista.


Ocasionalmente, os grupos gnósticos permitiam a participação das mulheres em atividades
religiosas, uma vez que vários dos seres divinos eram vistos como femininos. No entanto,
embora o movimento feminista nos anos 80 tenha visto os Evangelhos Gnósticos em uma luz
favorável, as mulheres são muito piores no gnosticismo do que muitos pensam. Nas
demonstrações finais do Evangelho de Thomas, Simão Pedro diz: "Que Maria saia de nós, para
as mulheres não são dignas da vida." Jesus supostamente diz: "Eu mesma a conduziria para
torná-la masculina, para que ela também se torne um espírito vivo semelhante a vós homens,
pois toda mulher que se tornar homem entrará no reino dos céus".

O Jesus do Novo Testamento nunca falou de fazer uma mulher para um homem como um
requisito para entrar no reino dos céus. Jesus nunca pensou em mulheres como sendo inferior
à masculina. Ele tinha mulheres discípulas, e silenciou a multidão que tinha aprisionado uma
mulher no ato de adultério e estavam exigindo sua morte por lapidação. (João 8: 2-11) Jesus
também foi contra o costume de seu tempo falando com uma mulher samaritana proscrito,
dizendo-lhe que ele era o Messias. Até mesmo seus discípulos estavam chateados com o que
consideravam um comportamento inadequado. (João 4: 1-39) O Novo Testamento também
registra o testemunho das mulheres que testemunharam pela primeira vez o Jesus
ressuscitado. (Mateus 28: 1-10) Tudo isso foi feito em uma sociedade onde as mulheres foram
negados uma série de direitos legais, e onde eles nunca foram considerados qualificados para
serem testemunhas legais.

Deus é Conhecedor ou Incognoscível?

Os Evangelhos Gnósticos frequentemente falam da realidade suprema ou divindade como


além da compreensão da humanidade e que entrar em contato com essa realidade requer que
se passar por inúmeros seres intermediários de menor estatura do que a própria divindade.

Por exemplo, o Evangelho dos Egípcios diz que a realidade última é a "unrevealable, sem
marcação, sem idade Pai, unproclaimable." Ele é descrito como "o grande Espírito invisível"
que é "o silêncio de silêncio em silêncio." No Sophia de Jesus Cristo, Matthew pergunta a
Jesus: "Senhor ... ensina-nos a verdade", ao que Jesus responde: "Aquele que é, é inefável ...
ele é inominável ... ele está sempre incompreensível."

No entanto, o Jesus do Novo Testamento diz que veio para revelar a verdadeira natureza e
carácter do seu Pai no céu. Quando Jesus disse a seus discípulos: "Se me conhecêsseis,
conheceríeis a meu Pai, e desde agora o conheceis e o vistes", respondeu Filipe, dizendo:
"Senhor, mostra-nos o Pai, e é Suficiente para nós ". Este é o momento em que Jesus fez uma
de suas declarações mais profundas. Ele disse: "Estou há tanto tempo convosco, e ainda não
me conheces, Filipe Quem me vê a mim vê o Pai;? Assim como você pode dizer: 'Mostra-nos o
Pai' Você não acredita que Eu estou no Pai, e o Pai em Mim? As palavras que eu falo para você
Eu não falo por Minha própria autoridade, mas o Pai que habita em Mim faz as obras.Creia-me
que eu estou no Pai e no Pai Em Mim, ou então acredite em Mim por causa das próprias obras.
" (João 14: 7-11) Em essência, ele está dizendo a seus discípulos que eles são capazes de
compreender a verdadeira natureza e caráter de Deus, olhando para a natureza eo caráter de
Jesus.

O autor da carta hebraica afirma a natureza divina de Jesus em suas observações iniciais. Ele
escreve que o Filho é o "resplendor de Sua glória e a expressa imagem de Sua pessoa".
(Hebreus 1: 3) Portanto, o próprio fato de que Jesus veio ao mundo mostra que Deus não é
nem "irrevogável" "silêncio de silêncio silencioso", mas escolheu para revelar a Si mesmo e sua
verdadeira natureza através de seu Filho, Jesus Cristo. Embora seja verdade que Seus juízos
são "inescrutáveis" e "Seus caminhos ultrapassados", Sua natureza e caráter divinos são
claramente vistos em Jesus. E embora nem todos aceitem a vida eo testemunho de Jesus como
prova dos atributos de Deus, o apóstolo Paulo diz que a natureza divina de Deus é revelada de
outra maneira. "Porque a ira de Deus é revelada do céu contra toda a impiedade e injustiça
dos homens, que reprimem a verdade na injustiça, porque o que pode ser conhecido de Deus
é manifesto neles, porque Deus mostrou-lhes. Pois desde a criação do mundo os atributos
invisíveis são vistos claramente, sendo percebidos por meio das coisas que são feitas, mesmo
seu sempiterno poder e Divindade, de modo que eles fiquem inescusáveis "(Romanos 1: 18-
20).

O Deus gnóstico é desconhecido e incognoscível. O Deus da Bíblia revelou seus atributos


divinos e caráter através de Jesus Cristo e através da própria criação.