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COMO APRENDER A SE MAQUIAR COM O AUXÍLIO DA INTERNET

Flavia Vendemiato Penereiro Mariana Gasparini Universidade Estadual de Campinas Campinas, novembro de 2009.

Resumo

Esse projeto visou analisar qualitativamente a utilização das TIC para o aprendizado de auto-maquiagem. Para tal, foram utilizados dois tipos de ferramentas diferentes, mas relacionados às TIC, vídeos disponíveis na Internet e simulação de maquiagem virtual, disponível no site da marca de cosméticos, Mary Kay. Duas participantes, com preferências visuais de aprendizagem, utilizaram as ferramentas escolhidas para o aprendizado de um determinado tipo de maquiagem, sendo que cada participante utilizou somente uma ferramenta. Analisando o processo de aprendizagem que ambas enfrentaram, os resultados obtidos por elas evidenciaram que as TIC foram eficientes para o aprendizado de maquiagem.

Palavras-chave: Maquiagem; TIC; Aprendizado; Youtube; Sombra.

1.Introdução

A mulher moderna conquista mais espaço na sociedade a cada dia. E com isso, seu

leque de preocupações só aumenta: necessita estar em constante atualização para garantir seu lugar no mercado de trabalho; continua com as tarefas do lar; e, claro, precisa se sentir bem e bonita para melhorar a auto-estima e garantir o sucesso em seus empreendimentos, sejam profissionais ou pessoais. Dessa forma, grande parte das mulheres não dispensa o ato de se maquiar, seja para sair, para trabalhar, estudar ou se

divertir.

O primeiro testemunho do uso de cosméticos data do Egito antigo. A maior referência

feminina ao uso da maquiagem é Cleópatra, que tomava banho com leite, cobria as faces com argila e maquiava os olhos com pó de Khol. No entanto, durante a Roma antiga, houve um movimento contra esse artifício feminino, penalizando quem o utilizasse, do mesmo modo em que as praticantes de bruxaria eram penalizadas. Também havia a postura radical da Igreja em relação ao ato de se pintar. Apesar disso, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras. É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. (Maquiagem Fácil, 2007) Paris, o ícone da moda, e Hollywood, o ícone do cinema, exibem modelos e atrizes maquiadas e popularizam, principalmente, o batom. A partir dos anos 1950, a beleza feminina passa a ser tema de grande importância e a maquiagem volta à moda. Desde então, essa passa a ser onipresente na vida da mulher, modernizando-se e seguindo os padrões da moda. Atualmente, as maquiagens são práticas e multifuncionais: contém nutrientes, hidratante, filtro solar e são de fácil aplicação, adequando-se ao dia-a-dia corrido da mulher. Entretanto, maquiar-se requer bom-gosto, jeito e prática e não é tão simples quanto parece. Bem-feita, ela pode trazer inúmeros benefícios para as mulheres, mas do mesmo jeito, um make errado pode acarretar em problemas para as mesmas.

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Devido ao fato de o grupo ter caráter feminino, além de ser composto por duas amantes da maquiagem, que a encaram como uma importante aliada da mulher moderna, resolvemos verificar as ferramentas disponíveis na Internet para o aprendizado de auto- maquiagem e para simulação da mesma. Com a possibilidade de desenvolver um projeto de aprendizagem com métodos baseados nas TIC, convidamos duas amigas para conhecerem as ferramentas que encontramos e passarem pelo processo de aprendizagem.

2.Objetivos

2.1 Objetivo Geral: o objetivo geral do projeto foi mostrar a Internet auxilia no

aprendizado de auto-maquiagem.

2.2 Objetivos Específicos

a)Escolher o site e os vídeos a serem utilizados; b)Escolher as participantes; c)Definir o estilo e a quantidade de makes que serão aprendidos pelas participantes; d)Verificar os tipos de maquiagens necessários; e)Providenciar as maquiagens e instrumentos a serem utilizados; f)Montar um ambiente de aprendizagem; g) Apresentar as ferramentas para as participantes; h)Observar o procedimento de aprendizagem; i)Registrar todas as etapas com anotações e fotografias;

3.Metodologia

Tipo de pesquisa: qualitativa

Local: República Damas de Copos, residência das participantes e de uma das observadoras.

População envolvida: duas jovens do sexo feminino, com conhecimento de maquiagem.

Procedimentos

a)Escolher o site e os vídeos a serem utilizados Como definido no projeto, utilizamos dois métodos de aprendizagem on-line: o portal da marca de cosméticos Mary Kay (Mary Kay, 2009) e um tutorial (“Juliana Goes – delineador + sombra preta esfumaçada + truque dos meus cabelos”) dividido em dois vídeos, localizado no portal Youtube (Youtube, 2009) após pesquisa em blogs relacionados ao assunto e no próprio Youtube.

b)Escolher as participantes As participantes escolhidas foram nossas amigas, Gabrielle Pompilio e Luiza Botelho, que gostam de se maquiar e já sabem o básico sobre maquiagem. Além disso, elas se disponibilizaram a "assistir às aulas" e a nos ajudar na execução do projeto. Vale ressaltar que ambas as participantes fizeram o teste on-line, proposto em aula como sexto exercício, chamado "Learning Styles" (College of Engineering, North Carolina

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State University, 2009), através do qual pudemos constatar que ambas possuem tendências visuais de aprendizagem.

c)Definir o estilo e a quantidade de makes que serão aprendidos pelas participantes

Já tínhamos definido no início do projeto que ambas as aprendizes fariam o mesmo

estilo de maquiagem, para não haver discrepância entre as dificuldades dos makes. Com isso, ambas fizeram um único tipo de maquiagem, mais elaborada, para festas. Com a idéia de um make festivo concretizada, chegamos à conclusão de que deveria ser feita uma maquiagem para olhos, chamada de "sombra esfumada". Como as participantes já

possuíam conhecimento em maquiagem, descartamos a idéia de se fazer, também, um make simples, pois já sabiam fazê-lo.

d)Verificar os tipos de maquiagens necessários Listamos todos os produtos de maquiagem necessários: pincéis; sombras nas cores preta, perolada e fumê; delineador; lápis preto para olho; máscara para cílios e curvex (instrumento usado para curvar os cílios).

e)Providenciar as maquiagens e instrumentos a serem utilizados Felizmente, não foi necessário comprar nenhum produto, pois tanto nós, observadoras, como as participantes, possuímos todos eles.

f)Montar um ambiente de aprendizagem Para a execução do projeto, necessitávamos de um ambiente espaçoso, com bancada ampla, boa iluminação, um espelho grande e acesso a Internet. Por essa razão, o local escolhido foi o banheiro da casa das participantes.

g) Apresentar as ferramentas para as participantes

A participante Gabrielle escolheu aprender os makes através da simulação virtual,

enquanto a participante Luiza, através dos vídeos. Assim, Gabrielle entrou no portal Mary Kay (Mary Kay, 2009) e navegou primeiramente, para conhecer o site. Já Luiza assistiu aos vídeos pela primeira vez para se familiarizar com o que iria aprender e, em seguida, assistiu novamente para se atentar aos detalhes.

h)Observar o procedimento de aprendizagem Durante todo o processo de execução das maquiagens, ambas as observadoras estiveram presentes para observar como as participantes utilizavam as ferramentas e, também, como faziam os makes.

i)Registrar todas as etapas com anotações e fotografias As etapas do processo foram registradas com anotações em papel e fotografias. As duas observadoras se revezaram nesse procedimento: uma anotou a observação da primeira participante, enquanto a outra tirou fotos e vice-versa.

5.Resultados

Escolhemos os vídeos que nos pareceram mais didáticos, no sentido de explicar passo a passo o procedimento, mostrar como a maquiagem é feita e, principalmente, obter como resultado o make que pretendíamos que elas fizessem. Essa escolha foi mais difícil do que imaginávamos, pois apesar de obtermos muitos resultados para a busca de "sombra esfumada preta", muitos vídeos não atendiam nossas expectativas de explicação e

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demonstração dos procedimentos, outros nem chegavam ao resultado pretendido. Frente

a isso, foi escolhida uma seqüência de dois vídeos, de autoria de Juliana Goes (Youtube,

2009).

O site da marca (Mary Kay, 2009) foi escolhido por possuir um diferencial, que consiste

em possibilitar que a internauta coloque a sua foto no site, para simular a maquiagem escolhida em seu rosto, o procedimento ocorre da seguinte forma: com a sua foto alinhada com o modelo proposto ela está configurada para receber as alterações, então basta selecionar o produto que deseja aplicar (base para pele, sombra para os olhos, batom para a boca, etc.) e optar por uma das cores dentre as apresentadas pela marca. A opção selecionada aparece automaticamente na foto, havendo, ainda, a possibilidade de definir a quantidade do produto, a intensidade, o formato (do caso de produtos para os olhos) e o local de aplicação. Também é possível modificar e resertar (começar do início) a maquiagem a qualquer momento. Acreditamos que essa proposta facilita o aprendizado, por torná-lo mais verossímil.

A avaliação dos resultados do projeto foi iniciada a partir do momento em que as

participantes entraram em contato com as ferramentas das TIC que iriam utilizar. A participante Gabrielle escolheu aprender os makes através da simulação virtual, enquanto a participante Luiza, através dos vídeos. Assim, Gabrielle entrou no portal Mary Kay e navegou primeiramente, para conhecer o site (Fig. 2). O portal é simples e bastante explicativo, logo ela não teve dificuldades para entender o processo. Já Luiza assistiu aos vídeos pela primeira vez, sem interrupção, para se familiarizar com o que iria aprender e, em seguida, assistiu novamente para se atentar aos detalhes (Fig. 1).

assistiu novamente para se atentar aos detalhes (Fig. 1). Figura1: Luiza assistindo vídeo (Fonte: Mariana Gasparini)

Figura1: Luiza assistindo vídeo (Fonte: Mariana Gasparini)

Figura1: Luiza assistindo vídeo (Fonte: Mariana Gasparini) Figura2: Gabrielle navegando no site (Fonte: Mariana

Figura2: Gabrielle navegando no site (Fonte: Mariana Gasparini)

A primeira participante a fazer a maquiagem foi a Luiza. Após assistir o vídeo duas

vezes e fazer anotações sobre os principais pontos descritos pelo vídeo e também dos produtos que seriam utilizados, ela iniciou o make com o delineador (Fig. 3), copiando

os movimentos do vídeo que havia assistido. Ao terminar o traço, ela deveria passar a

sombra preta, entretanto, estava em dúvida de como deveria fazê-lo e teve que recorrer

ao vídeo novamente (Fig. 4), uma vez que somente suas anotações não supriam sua

necessidade visual. Essa foi a etapa em que ela apresentou mais insegurança (Fig. 5), uma vez que a sombra preta é a essência do make em questão e o resultado dependia de como ela deveria aplicá-la. Por essa razão, ela nos perguntou se poderia voltar para o vídeo, a fim de tirar sua dúvida. Após rever essa parte do vídeo e pausá-lo no momento em que a modelo demonstrava o procedimento, ela retornou para a maquiagem e aplicou a sombra preta, da maneira mais semelhante a que tinha assistido. Para finalizar o make, ela aplicou as sombras mais claras (fumê e perolada), o rímel, o curvex e o lápis, sem precisar retornar ao vídeo, uma vez que já possuia um conhecimento prévio

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do manuseio e da aplicação desses produtos. Ao final, verificou se o resultado obtido (Fig. 7) se equiparava com o apresentado no vídeo.

obtido (Fig. 7) se equiparava com o apresentado no vídeo. Figura3: delineador (Fonte: Flavia Penereiro) Figura4:

Figura3: delineador

(Fonte: Flavia

Penereiro)

no vídeo. Figura3: delineador (Fonte: Flavia Penereiro) Figura4: consulta (Fonte: Flavia P.) Figura5: sombra (Fonte:

Figura4: consulta (Fonte: Flavia P.)

Figura5: sombra (Fonte: Flavia P.)

(Fonte: Flavia P.) Figura5: sombra (Fonte: Flavia P.) Figura6: olho esfumado preto (Fonte:

Figura6: olho esfumado preto (Fonte:

Figura7: resultado Luiza (Fonte: Flavia P.)

Como é possível notar pela comparação das fotos acima (Figuras 6 e 7), o resultado obtido é bastante parecido com o proposto pelo vídeo. Isso se dá pelo fato de que o vídeo proporciona o acompanhamento de todos os passos do procedimento, bem como eles são realizados, o que garante maior sucesso na execução da maquiagem pretendida e, havendo necessidade, pode-se consultar a parte específica do vídeo em que aparece o que se quer fazer. Além de satisfatório, o resultado é rápido, praticamente simultâneo ao vídeo. Dessa forma, a participante Luiza não apresentou dificuldades enquanto fazia sua maquiagem, pois pôde voltar ao vídeo para tirar a dúvida que apresentou. Além disso, a mesma relatou que o vídeo era bastante didático e mostrava de forma clara o modo que ela deveria aplicar os produtos para obter o resultado esperado.

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Em seguida, a Gabrielle passou pelo seu procedimento de aprendizagem. Após ter se familiarizado com o site da simulação virtual (Mary Kay, 2009), ela inseriu sua foto e configurou da maneira que o site propunha, alinhando sua foto com determinados pontos já pré-estabelecidos, em que a foto encaixava o olho, por exemplo, exatamente no local em que a maquiagem de olho seria aplicada. Então, ela começou a elaborar, virtualmente, o make que havíamos proposto. Começou com a sombra de cor escura, aplicando da maneira que melhor se encaixava com a proposta, ou seja, intensidade máxima e preenchimento intermediário o site traz escalas de intensidade de cor, tamanho de preenchimento e espessura do traço, por exemplo. Depois, aplicou o delineador preto (traço com desenho ultrapassando o limite dos cílios) e o rímel, também, preto e com intensidade máxima. O resultado virtual obtido foi bastante interessante e parecido com o real (Fig. 8), mas ela ainda deveria "copiá-lo" nela mesma.

8), mas ela ainda deveria "copiá-lo" nela mesma. Figura8: Make virtual (Fonte: www.marykay.com.br)

Figura8: Make virtual (Fonte: www.marykay.com.br)

Inicialmente, Gabrielle começou, da mesma maneira que elaborou seu make virtual, pela sombra. Entretanto, logo no início do exercício, ela já sentiu as dificuldades de não haver uma explicação do processo e não sabia ao certo como deveria passar a sombra, se, por exemplo, deveria aplica-la de dentro para fora, ou ao contrário. Observou novamente o site (Fig. 10) a aprendiz não havia feito anotações, pois se restringiu a sua preferência visual e passou a sombra de uma maneira que ela considerou convencional (Fig. 9). Por isso, o site funcionou mais como uma imagem de base, pela qual ela copiava a maquiagem em seu olho, até chegar num resultado parecido com o simulado (Fig. 8) Após a aplicação da sombra, ela aplicou o delineador de acordo com o que estava no desenho (ultrapassando o limite dos cílios) (Fig 11). Nessa etapa, ela, também, enfrentou dificuldades, mais específicamente na aplicação do delineador na parte debaixo do olho, uma vez que este é um dos produtos mais difíceis de manusear dentre as maquiagens, requerendo prática e firmeza na mão. Por isso, para o traço de baixo do olho, que é ainda mais difícil, ela resolveu substituí-lo por um lápis preto, que é mais grosso e de mais facil manuseio. Finalizou com o rímel preto e, em seguida, comparou com a o make simulado (Fig. 8). A maior dificuldade apresentada pela participante Gabrielle, foi relacionada ao modo de aplicar os produtos. Como o site só mostra o resultado final da aplicação: você clica no produto e na forma que deseja que ele seja aplicado e o resultado final aparece automaticamente pronto na foto. Pode-se controlar somente quantidade e intensidade de um produto, consequentemente ela ficou em dúvida de como deveria aplicar a sombra, necessitando observar o desenho por bastante tempo e praticamente copiá-lo em seu olho. Apesar de já saber manusear o delineador, produto de maior grau de dificuldade, ela teve dúvida na hora de fazer o traço inferior do olho, o qual não está habituada a fazer. Como não havia explicação detalhada no site, nem uma sequëncia passo-a-passo, ela resolveu substituir por um traço de lápis de olho na cor preta, mesma cor do

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delineador, e obteve resultado bastante parecido com o simulado, o que significa que a substituição não trouxe problemas para o resultado.

que a substituição não trouxe problemas para o resultado. Figura9: sombra (Fonte: Mariana G.) Figura10: consulta

Figura9: sombra (Fonte: Mariana G.)

Figura10: consulta (Fonte: Mariana G.)

Figura11: delineador (Fonte: Mariana G.)

(Fonte: Mariana G.) Figura11: delineador (Fonte: Mariana G.) Figura12: resultado Gabrielle (Fonte: Mariana G.) Figura13:

Figura12: resultado Gabrielle (Fonte: Mariana G.)

Figura13: maquiagem simulada (Fonte: www.marykay.com.br)

Na comparação das fotos acima (Figuras 12 e 13), pode-se perceber que o resultado obtido pela participante é bastante parecido com aquele simulado no site. Apesar de Gabrielle ter enfrentado as dificuldades de não possuir uma explicação sobre a maneira que deveria aplicar (com qual pincel, em qual região e formato especificamente) os produtos, ela conseguiu aplicá-los, obtendo sucesso no resultado final do make. Apesar de não ter alcançado o objetivo principal, que era aprender o processo, ela conseguiu realizá-lo, principalmente pelo fato de já ter algum conhecimento de maquiagem Gabrielle já sabia, por exemplo, aplicar delineador, curvex, rímel e sombra básica, mas não tinha conhecimento da “sombra esfumada”, nossa proposta de make a ser aprendido . A ferramenta disponível no portal da marca Mary Kay (Mary Kay, 2009), na realidade, não existe para que se aprenda maquiagem, e sim para o teste dos produtos da marca.

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Entretanto, por ser um método das TIC, acreditamos que sua utilização foi bastante interessante para o nosso projeto. Vale ressaltar que foi possível notar que as participantes realmente aprenderam a fazer o make, utilizando métodos baseados nas TIC, principalmente utilizando o vídeo. Aprender, nesse caso, significa conhecimento realmente adquirido, uma vez que ambas afirmaram que conseguiriam refazer o make em situação posterior, sem consultar o vídeo e a imagem. Ainda, o resultado obtido pela aprendiz que utilizou o vídeo foi tão satisfatório que a mesma disse que o utilizaria numa próxima oportunidade.

6. Conclusões

Todos os objetivos propostos no projeto foram alcançados e a execução dos mesmos ocorreu de forma satisfatória. Importante ressaltar que o cronograma bem estruturado e flexível que fizemos foi de grande contribuição para obtermos êxito no nosso projeto de aprendizagem. A aplicação do teste de aprendizagem que nós mesmas já havíamos feito durante a disciplina nas participantes nos certificou de que as duas tinham tendências de aprendizagem visual, o que não traria discrepância para os resultados, uma vez que tanto o site quanto o vídeo possuem aprendizagem, principalmente, visual. Comparando os métodos diferentes que utilizamos vídeo e simulação virtual é evidente que o vídeo é mais eficaz do que a simulação. A possibilidade de acompanhar todos os passos do procedimento garante maior sucesso na execução da maquiagem pretendida e, havendo necessidade, pode-se consultar a parte específica do vídeo. O resultado, além de ser melhor, é, também, mais rápido. Dessa forma, a participante Luiza não apresentou dificuldades enquanto fazia sua maquiagem, pois pôde voltar ao vídeo para tirar a dúvida que apresentou. Concluímos, então, que as TIC podem ser utilizadas de forma satisfatória para o aprendizado de auto-maquiagem, mas que os resultados são obtidos mais facilmente através de vídeos que sejam mais explicativos e mostrem todos os procedimentos passo- a-passo, do que de sites que apresentam somente o resultado final. Entretanto, é sabido que a maquiagem virtual proporcionada pela Mary Kay (Mary Kay, 2009) não tem necessariamente o intuito de ensinar maquiagem, mas sim de testar os produtos da marca. Mesmo assim, a navegação é bastante interessante para se saber o que fica bom ou não em você, quando se simula a maquiagem na sua própria foto. O site e os vídeos agradaram participantes e observadoras.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MAQUIAGEM FÁCIL. História da Maquiagem. São Paulo, 2007. Disponível em:

http://www.maquiagemfacil.com.br. Acesso em: 6 nov. 2009.

MARY KAY. Mary Kay do Brasil: Maquaigem, Cuidados com a Pele, Contato, Maquiagem Virtual. Brasil, 2009. Disponível em: http://www.marykay.com.br Acesso em: 20 de out. 2009.

YOUTUBE. *Juliana Goes - Maquiagem VI - delineador + sombra preta esfumaçada + truque dos meus cabelos. Brasil, 2009. Disponível em:

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YOUTUBE. *Juliana Goes - Maquiagem VII - delineador + sombra preta esfumaçada + truque dos meus cabelos. Brasil, 2009. Disponível em:

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