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Curso de Formação para Membros da CIPA – Brava Consultoria e Treinamento (www.bravaconsultoria.com.br) – (51)9676-3309

( www.bravaconsultoria.com.br ) – (51)9676-3309 CURSO DE FORMAÇÃO DE CIPA Elaboração: Prof. Jairo Brasil

CURSO DE FORMAÇÃO DE CIPA

Elaboração: Prof. Jairo Brasil – jairobras@msn.com

CIPA Elaboração: Prof. Jairo Brasil – jairobras@msn.com Material para cursos da Brava Consultoria – Acesso Restrito

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Curso de Formação para Membros da CIPA

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SUMÁRIO

Brava Consultoria e Treinamento – (51) 9676-3309

1.CONCEITOS BÁSICOS

3

1.1 ACIDENTE

3

1.2 DOENÇAS OCUPACIONAIS

5

1.3 CAUSAS DOS ACIDENTES

6

2.

AGENTES AMBIENTAIS

7

2.1 AGENTES FÍSICOS

7

2.2 AGENTES QUÍMICOS

8

2.3 AGENTES BIOLÓGICOS

10

2.4 AGENTES ERGONÔMICOS

11

2.5 AGENTES DE ACIDENTES

11

3.EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

13

3.1 PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS

14

3.2 FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPIs

18

4.

COMISSAO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

19

4.1 OBJETIVO

19

4.2 QUEM DEVE CONSTITUIR CIPA

19

4.3 ORGANIZAÇÃO

19

4.4 REPRESENTAÇÃO

20

4.5 ADMINISTRAÇAO DA CIPA

22

4.6 ATRIBUIÇÕES

22

4.7 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR

23

4.8 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADO

23

4.9 FUNCIONAMENTO DA CIPA

24

4.10 DOS MEMBROS

25

4.11 TREINAMENTO

25

4.12 PROCESSO ELEITORAL

26

4.13 ELEIÇÃO (Características)

27

4.14 CONTRATANTES E CONTRATADAS

28

4.15 DOCUMENTOS – MODELOS

29

5.

PROTEÇÃO CONTRA INCENDIOS

39

5.1

COMBATE AO FOGO

40

5.2

5.3

PROPAGAÇÃO DO CALOR

MÉTODOS DE EXTINÇÃO

41

42

5.3.1 Método de Extinção – Resfriamento

42

5.3.2 Método de Extinção – Abafamento

42

5.3.3 Método de Extinção – Isolamento

42

5.4 TIPOS DE EXTINTORES

43

5.5 INSPEÇÃO DE EXTINTORES

43

5.6 LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO

44

5.7 SISTEMAS DE ALARME

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6.

MAPA DE RISCOS

45

6.1

OBJETIVOS

45

6.2

CARACTERIZAÇÃO

46

6.3

REPRESENTAÇÃO DOS RISCOS

46

6.4

MEDIDAS DE CONTROLE

47

6.5

ETAPAS DO MAPA DE RISCOS

48

7.

INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

50

7.1

OBJETIVO

50

7.2

QUAIS ACIDENTES INVESTIGAR?

51

7.3

POR QUE INVESTIGAR?

51

7.4

QUANDO INVESTIGAR?

51

7.5

POR QUE OS ACIDENTES ACONTECEM

52

7.6

RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO

53

7.7

BRAINSTORMING

56

8.

SIPAT – SEMANA INTERNA DE PREVENÇÃO DE

ACIDENTES

57

8.1 OBJETIVO

57

8.2 SUGESTÕES ATIVIDADES DA SIPAT

59

8.3 FRASES PARA A SIPAT

59

MENSAGEM FINAL

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1. CONCEITOS BÁSICOS

1.1 ACIDENTE

Um acidente é um evento indesejável e inesperado que causa danos pessoais, materiais (danos ao patrimônio), danos financeiros e que ocorre de modo não intencional.

1.1.1 ACIDENTE DE TRABALHO (Conceito Legal)

É aquele que ocorre no Exercício do Trabalho, a Serviço da Empresa, gerando

Lesão Corporal ou Perturbação Funcional e que delas decorra a Morte, a Perda

ou

ou

Temporária.

a

Redução

da

Capacidade

para

o

Trabalho

de

forma

Permanente

Redução da Capacidade para o Trabalho de forma Permanente LESÃO CORPORAL Qualquer dano produzido no corpo

LESÃO CORPORAL

Qualquer dano produzido no corpo humano, mesmo que seja leve como o corte de um dedo, ou grave, como a perda de um membro.

PERTURBAÇÃO FUNCIONAL

Desequilíbrio que traz prejuízo ao funcionamento de qualquer órgão ou sentido, como a perda da visão por uma pancada na cabeça, ou a perda da audição por exposição ao ruído.

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ACIDENTE TÍPICO

É aquele que ocorre no

de Trabalho ou próximo dele, em atividades inerentes).

local onde o trabalhador desenvolve su as atividades (Posto

ACIDENTE DE TRAJE TO

É aquele ocorrido fora do local e horário de trabalho, desde que na execução de ordem ou na realização de serviço sob autoridade da empresa.

deste para aquela,

qualquer que seja o m eio de locomoção e que não haja interr upção ou alteração por motivo alheio ao tra balho.

Ou ainda, no percurs o da residência para o trabalho, ou

TIPOS DE ACIDENTES

INCIDENTES

Ocorrência que pode ria ocasionar um Acidente – Quase Acid ente.

ACIDENTE COM DAN OS MATERIAIS

Ocorrência que causa somente danos ao patrimônio da empres a, sem ocorrência de lesão ao funcionário .

ACIDENTE SEM AFAS TAMENTO

não impede o

acidentado de retornar ao trabalho no dia seguinte ao da ocorrên cia.

Acidente cuja lesão

ACIDENTE COM AFAS TAMENTO

ocorrên cia. Acidente cuja lesão ACIDENTE COM AFAS TAMENTO Acidente cuja lesão im pede o acidentado

Acidente cuja lesão im pede o acidentado de retornar ao traba lho no dia seguinte ao da ocorrência.

PIRÂMIDE DE BIRD

lho no dia seguinte ao da ocorrência. PIRÂMIDE DE BIRD Material para curso s da Brava

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1.2 DOENÇAS OCUPACIONAIS

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É a designação de várias doenças que causam alterações na saúde do trabalhador, provocadas por fatores relacionados com o ambiente de trabalho.

Elas se dividem em doenças profissionais ou tecnopatias, que são sempre causadas pela atividade laboral, e doenças do trabalho ou mesopatias, que podem ou não ser causadas pelo trabalho.

Uma doença ocupacional normalmente é adquirida quando um trabalhador é exposto acima do limite permitido por lei a agentes ambientais, sem proteção compatível com o risco envolvido.

DOENÇAS PROFISSIONAIS

compatível com o risco envolvido. DOENÇAS PROFISSIONAIS DOENÇAS DO TRABALHO São aquelas desencadeadas pelo

DOENÇAS DO TRABALHO

São aquelas desencadeadas pelo exercício do trabalho peculiar ao exercício constante de determinada atividade e constante da relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.

Ex: LER – Lesões por Esforço Repetitivo; DORT – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho.

São aquelas desencadeadas em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente.

Ex: Câncer devido à exposição a Radiações Ionizantes, Perda Auditiva por excesso de Ruído, Doença Obstrutiva Pulmonar Crônica por exposição a poeiras.

NÃO SÃO CONSIDERADAS DOENÇAS OCUPACIONAIS:

A)Doenças Degenerativas,

B) Doenças do Grupo Etário,

C) Doenças que não produzem Incapacidade Laborativa,

D)Doenças Endêmicas.

A) DOENÇAS DEGENERATIVAS

São aquelas que prejudicam o funcionamento de uma célula, um tecido ou um órgão e que provocam alterações em várias partes do organismo, envolvendo vasos sanguíneos, tecidos, ossos, visão, órgãos internos e até o cérebro. Ex.:

Alzheimer, Esclerose Múltipla, Arteriosclerose, Doenças Cardíacas entre outras.

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B) DOENÇAS DO GRUPO ETÁRIO

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São aquelas doenças que se desenvolvem com a idade do trabalhador, e que não possuem relação com o trabalho. Ex.: Osteoporose, Reumatismo, Artrite, Artrose entre outras.

C) DOENÇAS QUE NÃO PRODUZEM INCAPACIDADE

São aquelas doenças que não impedem o trabalhador de continuar produtivo em seu trabalho. Ex.: Vitiligo, Doenças de Pele entre outras.

D) DOENÇAS ENDÊMICAS

São as doenças adquiridas em função de vetores ou hospedeiros existentes em locais específicos e que podem assumir proporção de epidemia. Ex.: Dengue, Malária, Hepatite entre outras.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Quando das Doenças Ocupacionais decorrer incapacidade para o trabalho, as mesmas serão consideradas ACIDENTE DE TRABALHO, e como tal, deverá ser preenchida pela empresa a CAT Comunicação de Acidente de Trabalho, e o funcionário afastado para tratamento médico.

1.3 CAUSAS DOS

ACIDENTES

afastado para tratamento médico. 1.3 CAUSAS DOS ACIDENTES ATO INSEGURO: Desobediência a um Procedimento Seguro ou

ATO INSEGURO:

Desobediência a um Procedimento Seguro ou Norma de Segurança, normalmente aceito por todos.

CONDIÇÃO INSEGURA:

São as

normalmente aceito por todos. CONDIÇÃO INSEGURA: São as condições do ambiente de trabalho que contribuem para

condições do

ambiente de trabalho que contribuem para a ocorrência de acidentes ou doenças ao trabalhador.

MAS E O QUE É GAMBIARRA?

É Improvisar no Trabalho, desobedecendo os Procedimentos adequados e Seguros.

É usar da Criatividade de forma Arriscada e Insegura.

Você já fez alguma gambiarra?

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2. AGENTES AMBIENTAIS

São agentes presentes no ambiente de trabalho e que podem trazer prejuízos à saúde dos trabalhadores, quando os mesmos ficam expostos a eles em demasia e sem proteção.

os mesmos ficam expostos a eles em demasia e sem proteção. 2.1 AGENTES FÍSICOS São efeitos

2.1 AGENTES FÍSICOS

São efeitos gerados sob a forma de energia por máquinas e equipamentos, ou ainda, condições físicas características do local de trabalho, que podem causar prejuízos á saúde do trabalhador.

que podem causar prejuízos á saúde do trabalhador. RUÍDOS : Barulho ou som indesejável produzido por

RUÍDOS : Barulho ou som indesejável produzido por máquinas, equipamentos ou processos.

TIPOS DE RUÍDOS: Contínuo, Intermitente, De Impacto. Exemplo: Aeroportos, Operação de Máquinas. Consequencias: PAIR, Trauma Acústico.

TEMPERATURAS EXTREMAS: São as temperaturas utilizadas em processos industriais, e que causam doenças e desconforto aos trabalhadores quando estão expostos e desprotegidos. Frio e Calor. Exemplo: Câmara Fria, Túneis de Congelamento, Caldeiras, Fornos de Cozimento. Consequências: Queimaduras, Hipotermia, Problemas Respiratórios, Hipertensão Arterial, etc

UMIDADE: Condições de trabalho em locais que se faz o uso da água como:

limpeza, lavadores, curtumes, vapor da água, processos industriais etc. Consequências: Doenças Respiratórias, Alergias, Doenças de Pele, Quedas, etc

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RADIAÇÕES IONIZANTES: Energia produzida por materiais artificiais ou naturais que afetam gravemente o organismo por afetarem a estrutura das células. Exemplo:

Césio, Aparelho RX, Irídio. Consequências: Queda de cabelo, lesões na córnea, cristalino, perda da imunidade biológica, câncer e mutações genéticas.

RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES: Energia eletromagnética presente em equipamentos e aparelhos eletrônicos. Exemplo: Radiofrequencia, Ressonância Magnética, Raio Infravermelho e Ultravioleta, Laser, Microondas, etc. Consequências: Alterações da Pele, Catarata, Câncer de Pele, Lesões na Retina, etc.

da Pele, Catarata, Câncer de Pele, Lesões na Retina, etc. VIBRAÇÕES: Oscilações, tremores, balanços, movimentos

VIBRAÇÕES: Oscilações, tremores, balanços, movimentos vibratórios e trepidações produzidos por máquinas e equipamentos. Exemplos: Ônibus, Retroescavadeiras, Martelete, Lixadeira, etc. Consequências: alterações musculares e ósseas, problema em articulações, distúrbios na coordenação motora, enjôo e náuseas, diminuição do tato.

PRESSÕES ANORMAIS: São as pressões a que são submetidos os trabalhadores que desenvolvem atividades em ambientes estranhos à atmosfera terrestre, em alturas ou profundidades. São divididas em Pressões Hiperbáricas (profundidades) e Pressões Hipobáricas (Altitudes)

PRESSÕES HIPERBÁRICAS: Pressões existentes nas Profundidades e que interferem no organismo humano.Exemplo: Mergulhadores e Mineiros. Consequências: Tonturas, Dor de Cabeça, Mal Estar, Narcose do nitrogênio no cérebro, Embolia gasosa, Espasmos musculares.

PRESSÕES HIPOBÁRICAS: Pressões existentes nas Altitudes e que interferem no organismo humano. Exemplos: Pilotos de Avião, Comissários de Bordo, Operadores de Torres, Astronautas. Consequências: Dor de cabeça, Falta de apetite, Lentificação dos reflexos, Digestão lenta, Aumento do volume urinário, Insônia.

2.2 AGENTES QUÍMICOS

Aumento do volume urinário, Insônia. 2.2 AGENTES QUÍMICOS São representados pelas substâncias químicas que se

São representados pelas substâncias químicas que se encontram nas formas líquida, sólida e gasosa e que, quando absorvidos pelo organismo, podem produzir reações tóxicas e danos á saúde.

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CARACTERÍSTICA

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três vias de penetração no organismo:

• Via respiratória: inalação pelas vias aéreas

• Via cutânea: absorção pela pele

• Via digestiva: ingestão.

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POEIRAS: Partículas sólidas em suspensão no ar e que podem causar doenças respiratórias. São também chamadas AERODISPERSÓIDES.

Dividem-se em: Poeiras Minerais, Poeiras Vegetais, Poeiras Alcalinas e Poeiras Incômodas.

POEIRAS MINERAIS Exemplo: Fábrica de Telhas de Fibrocimento, Marmorarias, Mineração, Cerâmicas, etc. Consequências: Silicose, Asbestose (amianto), Pneumoconiose dos minérios de carvão (mineral).

POEIRAS VEGETAIS Exemplo: Ensaque de Grãos, Produção de Farinhas, Fábricas de Rações. Consequências: Bissinose (algodão), Bagaçose (cana-de-açúcar),

Bissinose (algodão), Bagaçose (cana-de-açúcar), POEIRAS ALCALINAS: Podem causar Doenças Obstrutivas

POEIRAS ALCALINAS: Podem causar Doenças Obstrutivas Pulmonares Crônicas, como o Efisema Pulmonar. Exemplo:

Fábrica de Cimento, Produção de Cal, Fábrica de Vidro.

POEIRAS INCÔMODAS: Interagem com outros agentes nocivos presentes no ambiente de trabalho, potencializando sua nocividade. Exemplo: Terraplenagem, Remoção de Entulhos, Construções Rodoviárias. Consequências: Doenças Respiratórias, Alergias, Asma, etc.

FUMOS METÁLICOS: Partículas sólidas suspensas no ar geradas pelo processo de condensação de vapores metálicos. Exemplo: Soldas em Geral: acetileno, argonio, oxigenio, Mig, Tig, etc. Consequências: Doenças Obstrutivas Pulmonares, Febre do Fumo Metálico, Saturnismo, etc.

NÉVOAS E NEBLINAS: Partículas líquidas em suspensão derivadas de processos industriais. Exemplo: Pinturas metálicas por pistola ou por eletrólise, Lubrificação de Equipamentos e Escapamento de Veículos. Consequências: Intoxicações, Irritação dos Olhos e das Vias Aéreas, Dermatites, Doenças Pulmonares.

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GASES: Substâncias que nas CNTP (Condições Normais de Temperatura e Pressão) estão no estado gasoso. Exemplo: metano , monóxido de carbono, etc. Conseqüências: Dores de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma, morte.

VAPORES: É a fase gasoso de uma substância que nas condições normais de temperatura e pressão é sólida ou líquida. Exemplo: vapor de gasolina, álcool, benzeno, etc. Consequencias: Ação depressiva ao sistema nervoso, danos aos diversos órgãos e ao sistema formador de sangue.

FUMAÇAS: Partículas combinadas com gases combinados de combustão incompleta de materiais orgânicos. Exemplos: Queima de Lixo, Borracha, Madeira molhada, Tecido, etc. Consequencias: Intoxicação, Asfixia e Irritabildiade das Vias Aéres e dos Olhos.

2.3 AGENTES BIOLÓGICOS

São microrganismos invisíveis a olho nu, como bactérias, fungos, vírus, protozoários e parasitas que são capazes de desencadear doenças devido à contaminação pela exposição e pela própria natureza do trabalho.

pela exposição e pela própria natureza do trabalho. BACTÉRIAS E VÍRUS: Microorganismos patogênicos presentes

BACTÉRIAS E VÍRUS: Microorganismos patogênicos presentes em ambientes de trabalho que são encontrados em situações e locais como: Alimentos deteriorados, esgotos, laboratórios, lixo urbano, área hospitalar, etc. Exemplos: Salmonella, Escherichia Colli, Hepatite, etc. Consequencias: Infecções intestinais, brucelose, tuberculose, micoses, leptospirose, etc.

FUNGOS: Os fungos são substancias que desenvolvem enzimas tóxicas que podem acarretar graves danos à saúde do trabalhador. Consequencias: Micoses (ataca as partes úmidas do corpo), Frieiras, Inflamações, Aspergilose (doença do pulmão por fungo), Candidíase (doença dos órgaos genitais).

PROTOZOÁRIOS: É uma única célula que, para sobreviver, realiza todas as funções mantenedoras da vida: alimentação, respiração, reprodução, excreção e locomoção. Consequencias: Disenteria Amebiana, Doença de Chagas, Desidratação por giárdia, Toxoplasmose, Cisticercose.

Desidratação por giárdia, Toxoplasmose, Cisticercose. PARASITAS: Parasitas são organismos que vivem em

PARASITAS: Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo. Exemplos:

piolho, o carrapato, a solitária. Consequencias: Micoses, Ferimentos por Coceiras, Esquistossomose, Verrugas Virais.

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2.4 AGENTES ERGONÔMICOS

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São efeitos contrários às técnicas de ergonomia, que propõem que os ambientes de trabalho se adaptem ao homem, propiciando bem estar físico e psicológico.

Os riscos ergonômicos estão ligados também a fatores externos – do ambiente – e

a fatores internos – do plano emocional.

TIPOS

– e a fatores internos – do plano emocional. TIPOS • Esforço físico intenso • Levantamento

Esforço físico intenso

Levantamento excessivo de peso

Postura inadequada

Ritmo intensivo de trabalho

Trabalhos em turnos

Trabalho noturno

Monotonia e repetitividade

Controle rígido da produtividade

Ambiente de trabalho estressante

Jornadas prolongadas

CONSEQUENCIAS

Cansaço, Dores musculares, Fraqueza, Alterações do sono, Alterações da libido e da vida social, Hipertensão arterial, Taquicardia, Alcoolismo, Angina, Infarto, Diabetes, Asma, Doenças do aparelho digestório (gastrite, úlcera, etc), Tensão, Uso de Drogas.

(gastrite, úlcera, etc), Tensão, Uso de Drogas. 2.5 AGENTES DE ACIDENTES São os riscos que ocorrem

2.5 AGENTES DE ACIDENTES

São os riscos que ocorrem em função das condições físicas – de ambiente físico e do processo de trabalho – e tecnológicas impróprias capazes de provocar lesões à integridade física do trabalhador.

de provocar lesões à integridade física do trabalhador. ARRANJO FÍSICO DEFICIENTE: São as condições do ambiente

ARRANJO FÍSICO DEFICIENTE: São as condições do ambiente de trabalho não condizentes com a questão de segurança e saúde do trabalhador.

MÁQUINAS SEM PROTEÇÃO: São as condições inadequadas de máquinas e equipamentos que podem gerar acidentes de trabalho, principalmente com relação

a deficiências de manutenção e investimento.

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CIPA 12 Brava Consultoria e Treinamento – (51) 9676-3309 ILUMINAÇÃO INADEQUADA: É falta de iluminação eficiente

ILUMINAÇÃO INADEQUADA: É falta de iluminação eficiente nos locais de trabalho e que pode gerar acidentes de trabalho a partir da pouca visualização das atividades por parte do funcionário.

PERIGO DE INCÊNDIO OU EXPLOSÃO: São condições de ambiente de trabalho propícias a ocorrência de explosões ou incêndio, muitas vezes causadas por negligência, imprudência ou por imperícia.

ARMAZENAMENTO INADEQUADO: São as condições inadequadas de armazenagem e empilhamento que colocam em risco operadores de equipamentos de movimentação, bem como, os trabalhadores que circulam na empresa.

ANIMAIS PEÇONHENTOS: São insetos e outros animais que são capazes de, por suas características, causar graves prejuízos à saude dos trabalhadores. São eles:

aranhas, escorpiões, lacraias, cobras, etc.

CONSEQUÊNCIAS:

Luxações, Torções.

Cortes,

Fraturas,

CONSEQUÊNCIAS: Luxações, Torções. Cortes, Fraturas, Queimaduras, Prensamento, Quedas, Material para cursos da

Queimaduras,

Prensamento,

Quedas,

Cortes, Fraturas, Queimaduras, Prensamento, Quedas, Material para cursos da Brava Consultoria (

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3. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

CONCEITO:

“TODO DISPOSITIVO DE USO INDIVIDUAL DESTINADO A PROTEGER A SAÚDE E A INTEGRIDADE FÍSICA DO TRABALHADOR.”

CA – CERTIFICADO DE APROVAÇÃO

Todo equipamento só poderá ser posto à venda ou utilizado com a indicação do CA, em caracteres indeléveis e bem visíveis, com fabricante e lote de fabricação.

O número do CA é expedido pelo Ministério do Trabalho, e poderá ser consultado na página www.mte.gov.br

Obrigatoriedade:

A empresa é obrigada:

A fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco;

Em perfeito estado de conservação e funcionamento;

Nas seguintes circunstâncias:

Sempre que as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho e/ou de doenças profissionais e do trabalho;

Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;

Para atender as situações de emergência.

COMPETÊNCIAS

Compete ao SESMT e à CIPA recomendar ao Empregador o EPI adequado à proteção do Trabalhador.

OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR

Adquirir o EPI adequado ao risco da atividade;

Exigir seu uso;

Fornecer ao Trabalhador somente EPI aprovado pelo MTE;

Orientar e Treinar o Trabalhador sobre o uso adequado, a guarda e a conservação.

Substituir imediatamente quando danificado ou extraviado;

Responsabilizar-se pela higienizaçao e manutenção periódica;

Comunicar qualquer irregularidade ao MTE;

Registrar o fornecimento do EPI

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OBRIGAÇÕES D O EMPREGADO

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Utilizar o

EPI somente para a atividade;

Responsa bilizar-se pelo uso e conservação;

Comunica r o empregador sobre qualquer alteraçã o no EPI;

Cumprir a s exigências do Empregador em relação ao uso do EPI.

3.1 PRINCIPAIS EQUIPAMEN TOS

PROTEÇA O DO CRÂNIO

do EPI. 3.1 PRINCIPAIS EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para
do EPI. 3.1 PRINCIPAIS EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para
do EPI. 3.1 PRINCIPAIS EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para

PR OTEÇÃO DOS OLHOS

EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para curso s da Brava
EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para curso s da Brava
EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para curso s da Brava
EQUIPAMEN TOS PROTEÇA O DO CRÂNIO PR OTEÇÃO DOS OLHOS Material para curso s da Brava

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PROTEÇÃ O DA FACE

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DA FACE Brava Consultoria e Trein amento – (51) 9676-3309 PR OTEÇÃO AUDITIVA PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA

PR OTEÇÃO AUDITIVA

e Trein amento – (51) 9676-3309 PR OTEÇÃO AUDITIVA PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA (Purificador de Ar) Material
e Trein amento – (51) 9676-3309 PR OTEÇÃO AUDITIVA PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA (Purificador de Ar) Material

PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA (Purificador de Ar)

AUDITIVA PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA (Purificador de Ar) Material para curso s da Brava Consultoria (
AUDITIVA PROTEÇÃO RE SPIRATÓRIA (Purificador de Ar) Material para curso s da Brava Consultoria (

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PROTEÇÃO RES PIRATÓRIA (Adução de Ar)

(51) 9676-3309 PROTEÇÃO RES PIRATÓRIA (Adução de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO
(51) 9676-3309 PROTEÇÃO RES PIRATÓRIA (Adução de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO

PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga)

PIRATÓRIA (Adução de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO PROTEÇÃO DOS MEMBROS I NFERIORES
PIRATÓRIA (Adução de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO PROTEÇÃO DOS MEMBROS I NFERIORES

PROTEÇÃO DO TRONCO

de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO PROTEÇÃO DOS MEMBROS I NFERIORES Material para
de Ar) PROTEÇÃ O RESPIRATÓRIA (Fuga) PROTEÇÃO DO TRONCO PROTEÇÃO DOS MEMBROS I NFERIORES Material para

PROTEÇÃO DOS MEMBROS

I NFERIORES

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PROTEÇÃ O DOS MEMBROS SUPERIORES

amento – (51) 9676-3309 PROTEÇÃ O DOS MEMBROS SUPERIORES PROTEÇÃO DO C ORPO INTEIRO PROTEÇÃO CON

PROTEÇÃO DO C ORPO INTEIRO

PROTEÇÃO CON TRA QUEDAS

DE NÍVEL

DO C ORPO INTEIRO PROTEÇÃO CON TRA QUEDAS DE NÍVEL Material para curso s da Brava
DO C ORPO INTEIRO PROTEÇÃO CON TRA QUEDAS DE NÍVEL Material para curso s da Brava
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3.2 FICHA DE CONTROLE DE ENTREGA DE EPI s

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4. COMISSÃO I NTERNA DE PREVENÇÃO D E ACIDENTES

4.1 OBJETIVO

Sobre a Comissão

Prevenção de acidentes e do enças decorrentes do trabalho, de modo a tornar co mpatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde d o trabalhador.

da vida e a promoção da saúde d o trabalhador. Nenhum trabalho merece ser realizado se

Nenhum trabalho merece ser

realizado se comprometer a saúde do t rabalhador.

4.2 QUEM DEVE CONSTITUI R CIPA

Empresas privadas, públicas , sociedades de economia mista, órgã os da administração direta e indire ta, instituições beneficentes, associaç ões recreativas, cooperativas, bem como outr as instituições que admitam trabalhadore s como empregados.

Devem ser constituídas por Es tabelecimento.

CASOS ESPECIAIS

Aplica-se também aos trabalh adores avulsos e às entidades que lhe s tomem serviços.

Empresas instaladas em cent ro comercial ou industrial estabelecerã o, através de membros de CIPA ou designa dos, mecanismos de integração com o bjetivo de promover o desenvolvimento de ações d e prevenção de acidentes e doenças de correntes do ambiente e instalações de uso coletivo.

DESIGNADO

Funcionário responsável pel as ações de Saúde e Segurança do Tra balho, escolhido pelo Empregador em empresas qu e não necessitam implantar CIPA, e que deve periodicamente receber treina mento específico da mesma forma que aquele ministrado aos membros da comissão.

4.3 ORGANIZAÇÃO

ministrado aos membros da comissão. 4.3 ORGANIZAÇÃO Material para curso s da Brava Consultoria (

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Será composta de representa ntes do empregador e dos empregados, dimensionamento previsto no Quadro I da NR 05.

4.4 REPRESENTAÇÃO

de acordo com o

Representantes dos emprega dores, titulares e suplentes, serão por e les designados.

Representantes dos emprega dos, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual participem, in dependentemente de filiação sindical, e xclusivamente os empregados interessados.

REPRESENTAÇÃO DOS EM PREGADOS

O número de membros titulare s e suplentes da CIPA vai considerar a o rdem decrescente de votos recebidos.

CNAE (Agrupamento para dim ensionar a CIPA)

Exemplo

CNAE (Agrupamento para dim ensionar a CIPA) Exemplo Material para curso s da Brava Consultoria (

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Quadro I: Dimensionamento d a CIPA

Quadro de Membros da CIPA

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da CIPA Brava Consultoria e Trein amento – (51) 9676-3309 GARANTIAS • O mandato dos membr

GARANTIAS

O mandato dos membr os eleitos da CIPA terá a duração de u m ano, permitida uma reeleição.

É vedada a dispensa a rbitrária ou sem justa causa do empreg ado eleito para CIPA, desde o registro de sua candidatura até um ano após o fi nal de seu mandato.

Garantidas aos membr os da CIPA condições que não descara cterizem suas atividades normais na e mpresa,

É vedada a transferên cia de membro da CIPA para outro esta belecimento sem a sua anuência, ressalva do o disposto nos parágrafos primeiro e segundo do artigo 469, da CLT.

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O empregador deverá g arantir que seus indicados tenham a re presentação necessária para a disc ussão e encaminhamento das soluções de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA.

4.5 ADMINISTRAÇÃO DA CI PA

O empregador designará entre

representantes dos empregad os escolherão entre os titulares o Vice-p residente da CIPA.

seus representantes o Presidente da C IPA, e os

SECRETÁRIO(A)

representantes o Presidente da C IPA , e os SECRETÁRIO(A) DOCUMENTOS Será indicado , de comum

DOCUMENTOS

Será indicado, de comum acordo com os membros da CIPA, um secretário e seu substituto, entre os componentes ou não da comissão, sen do neste caso necessária a concordância do emprega dor.

A documentação refere nte ao processo eleitoral da CIPA, incl uindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordiná rias, deve ficar no estabelecimento à disp osição da fiscalização do MTE.

Quando houver solicita ção do Sindicato essa documentação de verá ser encaminhada ao mesm o.

O empregador deve for necer cópias das atas de eleição e pos se aos membros titulares e suplentes da CIPA, mediante recibo.

REPRESENTAÇÃO

Os membros da CIPA, útil após o término do

A CIPA não poderá ter seu número de representantes reduzid o, bem como não poderá ser desativada pelo empregador, antes do término do mandato de seus membros, ainda que ha ja redução do número de empregados d a empresa, exceto no caso de encerramen to das atividades do estabelecimento.

eleitos e designados serão, empossado s no primeiro dia mandato anterior.

4.6 ATRIBUIÇÕES

Identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o ma pa de riscos, com a participação do maior n úmero de trabalhadores, com assessoria do SESMT.

Elaborar plano de trab alho que possibilite a ação preventiva n a solução de problemas de seguranç a e saúde no trabalho.

Participar da implemen tação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridad es de ação nos locais de trabalho.

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Realizar verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores.

Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco.

Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho

Participar das discussões promovidas pelo empregador, para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde.

Requerer ao SESMT ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente.

Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho.

Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho.

Participar da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados.

Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores.

Requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas.

Promover anualmente a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT.

Participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS.

4.7 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADOR

Proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho.

4.8 RESPONSABILIDADES DO EMPREGADO

Participar da eleição de seus representantes.

Colaborar com a gestão da CIPA.

Indicar à CIPA e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho.

Observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.

PRESIDENTE E VICE

Convocar os membros para as reuniões da CIPA.

Coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador as decisões da comissão.

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Manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA.

Coordenar e supervisionar as atividades de secretaria.

Substituir o Presidente nos seus impedimentos (Vice)

Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos.

Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA.

Delegar atribuições aos membros da CIPA.

Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT.

Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores.

Encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA.

Constituir a Comissão Eleitoral.

SECRETÁRIO DA CIPA

Acompanhar as reuniões da CIPA e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes.

Preparar as correspondências e outras que lhe forem conferidas.

4.9 FUNCIONAMENTO DA CIPA

Reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário pré-estabelecido.

Reuniões ordinárias serão realizadas durante o expediente normal da empresa e em local apropriado.

Reuniões terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros.

Atas devem ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do MTE.

Decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso.

Não havendo consenso, e frustradas as tentativas de negociação direta ou com mediação, será instalado processo de votação, registrando-se a ocorrência na ata da reunião.

Das decisões da CIPA caberá pedido de reconsideração, mediante requerimento justificado.

Pedido de reconsideração será apresentado à CIPA até a próxima reunião ordinária, quando será analisado, devendo o Presidente e o Vice-Presidente efetivar os encaminhamentos necessários

REUNIÕES EXTRAORDINÁRIAS

Quando houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência;

Quando ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal;

Quando houver solicitação expressa de uma das representações.

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4.10 DOS MEMBROS

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O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa.

A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida por suplente, obedecida a ordem de colocação decrescente da eleição, devendo os motivos ser registrados em ata de reunião.

No caso de afastamento definitivo do presidente, o empregador indicará o substituto, em dois dias úteis, preferencialmente entre os membros da CIPA.

No caso de afastamento definitivo do vice-presidente, os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto, entre seus titulares, em dois dias úteis.

SUPLÊNCIA

Caso não existam suplentes, o empregador deve realizar eleição extraordinária, cumprindo as exigências do processo eleitoral, exceto quanto aos prazos, que devem ser reduzidos pela metade.

O mandato do membro eleito extraordinariamente deve ser compatibilizado com os demais membros da Comissão.

O treinamento deve ser realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.

4.11

TREINAMENTO

A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse.

O Treinamento em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse.

As empresas que não se enquadrem no Quadro I, promoverão anualmente treinamento para o designado responsável.

TREINAMENTO

(Conteúdo)

Estudo do ambiente, das condições de trabalho e riscos originados do processo produtivo.

Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho.

Noções sobre acidentes e doenças do trabalho.

Noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS, e medidas de prevenção.

Noções sobre as legislações trabalhista e previdenciária.

Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos.

Organização e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da CIPA.

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TREINAMENTO

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Carga horária de vinte horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da empresa.

Ministrado pelo SESMT da empresa, entidade patronal, entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre os temas ministrados.

CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado, inclusive quanto à entidade ou profissional que o ministrará, constando sua manifestação em ata.

Comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados ao treinamento, a unidade regional do MTE, determinará a complementação ou a realização de outro, que será efetuado no prazo máximo de trinta dias.

4.12 PROCESSO ELEITORAL

Compete ao empregador convocar eleições para escolha dos representantes dos empregados na CIPA, no prazo mínimo de 60 (sessenta) dias antes do término do mandato em curso.

Comunicar o início do processo eleitoral ao sindicato da categoria profissional.

O Presidente e o Vice Presidente constituirão dentre seus membros, no prazo mínimo de 55 dias antes do término do mandato em curso, a Comissão Eleitoral.

Nos estabelecimentos onde não houver CIPA, a Comissão Eleitoral será constituída pela empresa.

Havendo participação inferior a 50% dos empregados, não haverá a apuração e a comissão eleitoral deverá organizar outra votação no prazo máximo de dez dias.

Denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na unidade do MTE, até trinta dias após a data da posse.

Confirmadas irregularidades no processo eleitoral, a unidade do MTE determinará a sua correção ou anulação.

Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo de cinco dias, a contar da data de ciência, garantidas as inscrições anteriores.

Quando a anulação se der antes da posse dos membros da CIPA, ficará assegurada a prorrogação do mandato anterior, até a complementação do processo eleitoral.

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CRONOGRAMA

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Prazo

Ações

Até 60 dias antes

Comunicar o início do processo eleitoral convocando os servidores a inscreverem suas candidaturas. Comunicar o início do processo eleitoral ao sindicato da categoria profissional. Iniciar o processo de divulgação da CIPA (cartazes, faixas, internet, reuniões, informalmente).

Até 55 dias antes

Constituir a Comissão Eleitoral Iniciar as inscrições dos candidatos

Até 40 dias antes

Encerrar as inscrições dos candidatos. Publicar o Edital de Convocação para a Eleição

Até 30 dias antes

Fazer campanha eleitoral. Divulgar a eleição informalmente. Confeccionar as cédulas de votação, que devem ser rubricadas Preparar a folha de votação Preparar urna para a colocação dos votos. Preparar cabine e local de votação.

30 dias antes

Realizar a eleição (havendo participação inferior a cinqüenta por cento dos empregados na votação, a Comissão Eleitoral deverá estender a eleição para o dia seguinte ou organizar outra votação que ocorrerá no prazo máximo de dez dias). Apurar os votos. Órgão a indicação de seus representantes.

Até 1 dia antes

Realizar o treinamento para os membros da CIPA.

 

Término do mandato em curso

1º dia útil após

Empossar os membros da CIPA.

Até 10 dias após a posse

Providenciar Ata de Eleição , Ata de Posse e Calendário Anual das Reuniões Ordinárias da CIPA, encaminhando–os à Delegacia Regional do Trabalho – DRT

4.13 ELEIÇÃO (Características)

Inscrição e eleição individual.

Liberdade de inscrição para todos os empregados do estabelecimento.

Fornecimento de comprovante.

Garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição.

Realização de eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários de turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados.

Voto secreto.

Apuração dos votos, em horário normal de trabalho, com acompanhamento de representante do empregador e dos empregados.

Faculdade de eleição por meios eletrônicos.

Guarda, pelo empregador, de todos os documentos relativos à eleição, por um período mínimo de cinco anos.

Assumirão a condição de membros titulares e suplentes, os candidatos mais votados.

Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviço no estabelecimento.

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Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração, em ordem decrescente de votos, possibilitando nomeação posterior, em caso de vacância de suplentes.

4.14 CONTRATANTES E CONTRATADAS

Empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços, considera-se estabelecimento, para esta NR, o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades.

Duas ou mais empresas atuarem em um mesmo estabelecimento, a CIPA ou designado da empresa contratante deverá, em conjunto com as das contratadas ou com os designados, definir mecanismos de integração e de participação.

A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada, medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho.

A empresa contratante adotará medidas necessárias para que as empresas contratadas, recebam as informações sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho e as medidas de proteção adequadas.

A empresa contratante adotará as providências necessárias para acompanhar o cumprimento pelas empresas contratadas que atuam no seu estabelecimento, das medidas de segurança e saúde no trabalho.

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4.15 DOCUMENTOS - MODELOS

MODELO

EDITAL CONVOCAÇÃO PARA INSCRIÇÃO DE CANDIDATOS

Pelo presente edital, ficam convocados todos os empregados da empresa XXXXXX que desejam se CANDIDATAR A MEMBROS da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, na condição de representantes dos empregados, no sentido de que compareçam ao Setor de Segurança do Trabalho, sendo que o período de inscrições inicia-se em 10/01/2012 até o dia 25/01/2012, até às 18:00horas, de modo a efetuarem o registro de suas candidaturas.

Porto Alegre, 25 de Dezembro de 2011.

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Presidente da Comissão Eleitoral

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MODELO

COMUNICADO A DRT e SINDICATO

Regional do Trabalho e Sindicato dos Empregados venho

por meio desta comunicar V. S. da realização de Processo Eleitoral para escolha de representantes dos

empregados para a constituição de uma CIPA em nossa Empresa

com

Ilmo Sr

Delegado

atividade

principal

em

extração

de minério de cobre, situada na Av.:

N.º

CEP

,

nesta cidade.

Sem mais para o momento.

Atenciosamente

Porto Alegre,

de

de 20

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Presidente da Comissão Eleitoral

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MODELO

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EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA A ELEIÇÃO DA CIPA

Pelo presente edital, ficam convocados todos os empregados da empresa XXXXXX para participarem da ELEIÇÃO de seus representantes na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, em respeito ao que

estatuído no item 5.5 da Norma Regulamentadora NR 05 – CIPA, da Portaria SSMT/MTE nr 008, de 23 de Fevereiro de 1999, que regulamentou os artigos 163 a 165 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, a ser

das 08:00 às 15:00 horas, durante o

realizada, em escrutínio secreto, na sala de reuniões, no dia expediente normal de trabalho.

/

/

,

Apresentaram-se e serão votados os seguintes candidatos:

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Porto Alegre,

de

de 20

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Presidente de Comissão Eleitoral

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MODELO

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FICHA DE INSCRIÇÃO PARA ELEIÇÃO DA CIPA

Protocolo de inscrição a candidato a Eleição da CIPA do colaborador (a):

A CIPA, Empresa XXXXXXXXXXXXX, sita Av.: Izoraida Marques Peres, n.º 400 , Bairro Altos do Campolim – Sorocaba SP, que ocorrerá no dia 28/12/2011, a partir das 08:00 hs na sala de reuniões da empresa.

Porto Alegre,

de

Responsável pela inscrição

de 20

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MODELO

CÉDULAS DE VOTAÇÃO

C É D U L A D E V O T A Ç Ã O

C É D U L A D E V O T A Ç Ã O

2009

CIPA NR - 5

2009

CIPA NR - 5

CANDIDATOS

CANDIDATOS

E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E
E V O T A Ç Ã O C É D U L A D E

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MODELO

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ATA DE ELEIÇÃO DOS REPRESENTANTES DOS EMPREGADOS

Aos

mesa

receptora e apuradora dos votos para a escolha dos representantes dos empregados na CIPA, conforme disposto Edital de Convocação, datado de 01/09/2011. O Presidente da mesa declarou iniciados os

, Secretário da presente eleição. Durante a votação, não ocorreu nenhuma anormalidade. Sendo assim o Sr. Presidente declarou encerrados os trabalhos de votação, verificando-se que compareceram empregados-eleitores, e, em seguida, passou-se à apuração, na presença de quantos desejassem, em

como

trabalhos, tendo convidado a mim

dos

Senhores:

28

dias

do

mês

de

Dezembro

de

2011,

neste

estabelecimento,

com

a

presença

a

atuar

instalou-se

para

especial os candidatos presentes:

Apurados os votos, obteve-se o seguinte resultado:

Titulares Votos Suplentes Votos
Titulares
Votos
Suplentes
Votos

Demais votados, não eleitos, em ordem decrescente de votos:

Total de votos em Branco :

Total de votos Nulos :

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E, para constar, mandou o Sr. Presidente da sessão fosse lavrada a presente ata de eleição, por mim

assinada pelos Candidatos presentes.

, Secretário da Sessão, pelo Sr. Presidente da Mesa e

Presidente da Mesa

Secretário da Sessão

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MODELO

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ATA DE INSTALAÇÃO E POSSE DOS MEMBROS DA CIPA

Aos dias 31 de Maio de 2012, na dependências da Empresa XXXXXX, nesta cidade, presente(s) o(s)

como os empregados, conforme Livro de Presença,

reuniram-se para Instalação e Posse da CIPA deste estabelecimento, de acordo com o estabelecido na NR-

05, da Portaria SSMT/MTE nr 08, de 23 de Fevereiro de 1999. Sendo o Senhor:

, Secretário desta sessão, declarou abertos os trabalhos, lembrando a todos os objetivos da Reunião, quais sejam: Instalação e Posse dos componentes da CIPA e Elaboração do Calendário Anual de Reuniões. Continuando, declarou instalada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, e EMPOSSADOS OS

para

Empresa e Presidente da Sessão, tendo convidado a mim:

Senhor)es) Diretor(es) da Empresa:

bem

,

representante da

REPRESENTANTES DO EMPREGADOR:

Titulares

Titulares Suplentes
Titulares Suplentes
Titulares Suplentes

Suplentes

Titulares Suplentes
Titulares Suplentes
Titulares Suplentes

Da mesma forma, declarou EMPOSSADOS OS REPRESENTANTES ELEITOS PELOS EMPREGADOS:

Titulares

Titulares Suplentes
Titulares Suplentes
Titulares Suplentes

Suplentes

Titulares Suplentes
Titulares Suplentes
Titulares Suplentes

A seguir, foi designado pelo Empregador dentre os seus Representantes Titulares, para exercer as funções

o

Neste mesmo momento, os Representantes dos

, Em seguida, e de comum acordo, os Membros da CIPA

para

o

de

Senhor:

Empregados, eleitos Titulares, escolheram dentre si, o Senhor:

assumir o cargo de VICE-PRESIDENTE DA CIPA. escolheram o (a) empregado(a) do setor de

PRESIDENTE

DA

CIPA,

durante

mandato

que

ora

se

inicia,

,

Sr(a):

,

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para

desenvolver

as

atribuições

de

SECRETÁRIO

(A)

DA

CIPA,

sendo

seu(sua)

Substituto(a)

o(a)

Sr(a):

,

com plena concordância do empregador.

 

Após o que, os CIPEIROS acordaram que as reuniões ordinárias mensais fossem realizadas, doravante, conforme o CALENDÁRIO ANUAL DE REUNIÕES abaixo descriminados:

O calendário anual das reuniões ordinárias da CIPA – Gestão 2012/2013 terá duração de 1(uma) hora, toda

terça-feira, sendo sempre às 14h30min com local ainda a definir, conforme programação abaixo:

01

de Junho de 2012

07

de Dezembro de 2012

06

de Julho de 2012

04

de Janeiro de 2013

03

de Agosto de 2012

01

de Fevereiro de 2013

08

de Setembro de 2012

01

de Março de 2013

05

de Outubro de 2012

05

de Abril de 2013

03

de Novembro de 2012

03

de Maio de 2013

Nada mais havendo para tratar, o Senhor Presidente da Sessão deu por encerrada a reunião, informando

a todos que o período da Gestão da CIPA ora instalada será de 01 (um) ano a contar da presente data.

Lembrando a todos os CIPEIROS da necessidade de comparecerem às reuniões da CIPA, as quais deverão ser realizadas de conformidade com o presente calendário. Para constar, lavrou-se a presente ATA. Que, lida e aprovada, vai assinada por mim, Secretário, pelo Presidente da Sessão, e por todos os CIPEIROS presentes.

Assinatura dos presentes:

Porto Alegre,

de

de 20

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MODELO

REQUERIMENTO

Brava Consultoria e Treinamento – (51) 9676-3309

Ilmo

Delegado

Regional do Trabalho a

Empresa

,situada

com,

atividade

grau

de risco

vem, mui

respeitosamente, requerer a V. Sas. O registro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, de

seu estabelecimento situado com atividade

NR

Eleição e da Instalação e Posse (ou as mesmas registradas no livro de atas), livro de Atas para autenticação e Calendário Anual das Reuniões Ordinárias da CIPA.

telefone CGC de conformidade com Art. 163, da CLT e a NR 5, da Portaria

,

de

/

/

Para tanto, anexamos os seguintes documentos da

NestesTermos

Pede deferimento

Assinatura do Empregado

Porto Alegre,

de

de 20

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5. PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS

Todas as Empresas deverão possuir:

Proteção contra Incêndio

Saída suficiente para rápida retirada dos funcionários em serviço, em caso de incêndio

Equipamento suficiente para combate a incêndio, em seu início

Pessoas treinadas no uso desses equipamentos

SAÍDAS

Os locais de trabalho devem possuir SAÍDAS em número suficiente e dispostas a facilitar o abandono rápido e seguro, em caso de emergência.

Largura Mínima: 1,20 m

Sentido de Abertura não pode ser para o Interior

Circulações Internas e Corredores de Aceso Contínuos permanente e completamente desobstruídos – larg:1,20m

Vias de Passagem ou Corredores completamente desobstruídos – larg: 1,20m

Assinaladas por meio de placas ou sinais luminosos, indicando a direção da Saída.

placas ou sinais luminosos, indicando a direção da Saída. PORTAS • As Portas de Saídas de

PORTAS

ou sinais luminosos, indicando a direção da Saída. PORTAS • As Portas de Saídas de Emergência

As Portas de Saídas de Emergência serão de Batentes ou Corrediças

Não serão permitidas Portas de Enrolar ou Giratórias

Portas de Batente devem:

a) Abrir no sentido da Saída

b) Ao abrirem, não impeçam as Vias de Passagem.

Nenhuma Porta de Emergência deverá ser fechada a chave, aferrolhada ou pressa durante as horas de trabalho

Durante o trabalho poderão ser fechadas com dispositivo de segurança que permita qualquer pessoa abri-la pela lado interno.

Nunca deverão ser fechadas pelo lado externo, mesmo fora do horário de trabalho.

Portas, Escadas, Elevadores deverão ser confeccionados com material incombustível e resistente ao fogo.

PORTAS CORTA-FOGO

Os acessos a Escadas deverão ser providos de Porta Corta-Fogo, que se fecham automaticamente e podem ser abertas facilmente pelos dois lados.

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5.1 COMBATE AO FO GO

Metodologia

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Acionar o Sistem a de Alarme

Chamar o Corpo de Bombeiros

Desligar máquin as e aparelhos elétricos, quando o deslig amento não envolver riscos a dicionais

Atacar o princípi o de incêndio com os meios adequados.

EXERCÍCIOS DE ABA NDONO DE ÁREA E COMBATE AO FO GO

Realizados periodicame nte com objetivo:

a) Dar significado real ao

b) Que a Evacuação se fa ça em boa ordem

c) Que se evite Pânico du rante a operação

d) Que se atribuam tarefas

e) Que o Sinal de Alarme seja ouvido em todas as áreas

Sinal de Alarme

e responsabilidades aos funcionários

FOGOS DE CLASSE A

Materiais de fácil combustão, que queimam na sup erfície e profundidade e d eixam resíduos

Tecidos, Papel,

Madeira, etc

e d eixam resíduos • Tecidos, Papel, Madeira, etc FOGOS DE CLASSE B Gasolina. • Produtos

FOGOS DE CLASSE B

• Tecidos, Papel, Madeira, etc FOGOS DE CLASSE B Gasolina. • Produtos que q ueimam somente

Gasolina.

Produtos que q ueimam somente na

superfície, não deixando resí duos.

Óleos, Graxas, Vernizes, Tintas,

FOGOS DE CLASSE C

Ocorrem em equ ipamentos elétricos energizados.

Motores, Transfo rmadores, Quadros

de Distribuição,

Condutores Elétricos.

rmadores, Quadros de Distribuição, Condutores Elétricos. FOGOS DE CLASSE D Sódio. • Incêndio em Elementos

FOGOS DE CLASSE D

de Distribuição, Condutores Elétricos. FOGOS DE CLASSE D Sódio. • Incêndio em Elementos Pirofóricos, utilizados

Sódio.

Incêndio em

Elementos

Pirofóricos, utilizados

Magnésio, Zi rcônio, Titânio,

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5.2 PROPAGAÇÃO DO

CALOR

POR IRRADIAÇÃO

É a transmissão de calo r por meio de ondas. Todo corpo que nte emite radiações que vão ating ir os corpos frios. Ondas caloríficas que se

transmitem através do

espaço.

Ondas caloríficas que se transmitem através do espaço. POR CONDUÇÃO superfície e espessura. POR CONVECÇÃO É

POR CONDUÇÃO

que se transmitem através do espaço. POR CONDUÇÃO superfície e espessura. POR CONVECÇÃO É o processo

superfície e espessura.

POR CONVECÇÃO

É o processo de transm

issão de calor, que

se faz através da circul ação de um meio transmissor, gás ou líqu ido. É o caso da

transmissão do calor, a través da massa de ar ou gases quentes, q ue se deslocam do local do fogo, podendo provocar incêndios

em locais distantes do

mesmo.

A propagação do c alor é feita de molécula para molé cula do corpo, por movimento vibratór io. A taxa de condução do calor vai depender basicamente da co ndutividade térmica do material, bem co mo de sua

da co ndutividade térmica do material, bem co mo de sua TRIÂNGULO DO FOGO Material para

TRIÂNGULO DO FOGO

térmica do material, bem co mo de sua TRIÂNGULO DO FOGO Material para curso s da

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5.3 MÉTODOS DE EXTINÇÃO

e Trein amento – (51) 9676-3309 5.3 MÉTODOS DE EXTINÇÃO 5.3.1 Método de Extin ção –
e Trein amento – (51) 9676-3309 5.3 MÉTODOS DE EXTINÇÃO 5.3.1 Método de Extin ção –

5.3.1 Método de Extin ção – Resfriamento

É o método mais utilizado. Consiste em diminuir a tempe ratura do material combustível que está queimando, diminuindo, conseqüen temente, a liberação de gases ou vap ores inflamáveis.

temente, a liberação de gases ou vap ores inflamáveis. A água é o agente extintor mais

A água é o agente extintor mais usado,

capacidade de absorver calor e ser facil mente encontrada na

natureza. A redução da temperatura est á ligada à quantidade e à forma de aplicação da ág ua (jato), de modo que ela absorva mais calor que o incênd io é capaz de produzir.

por ter grande

5.3.2 Método de Extin ção – Abafamento

Consiste em diminuir o u impedir o contato do oxigênio com o material combus tível. Não havendo comburente para reagir com o comb ustível, não haverá fogo.

A diminuição do oxigên io em contato com o combustível vai tornando a combust ão mais lenta, até a concentração de oxigênio chegar próx imo de 8%, onde não haverá mais combustão.

chegar próx imo de 8%, onde não haverá mais combustão. 5.3.3 Método de Extinção – I
chegar próx imo de 8%, onde não haverá mais combustão. 5.3.3 Método de Extinção – I

5.3.3 Método de Extinção – I solamento

É a forma mais simples de se extingui r um incêndio. Baseia-se na retirada do material com bustível, ainda não

atingido, da área de propagação do fo go, interrompendo a alimentação da combustão.

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5.4 TIPOS DE EXTINTORES

e Trein amento – (51) 9676-3309 5.4 TIPOS DE EXTINTORES ÁGUA P RESSURIZADA • É indicado

ÁGUA P RESSURIZADA

É indicado para incêndios de class e A (madeira, papel, tecido, m ateriais sólidos em geral).

A água age por resfriamento e

abafame nto, dependendo da maneira como é

aplicada .

e abafame nto, dependendo da maneira como é aplicada . material não condutor de ENERGIA ELÉ

material não condutor de ENERGIA ELÉ TRICA.

GÁS CARBÔNICO

Indicado para inc êndios de classe C (equipamento elétric o energizado), por não ser condutor de eletricidade. Pode s er usado também e m incêndios de classes A e B. O GÁS

CARBÔNICO é

e m incêndios de classes A e B. O GÁS CARBÔNICO é PÓ QU ÍMICO SECO

PÓ QU ÍMICO SECO

Indicado para incêndio de classe B (líquido

inflamáv eis). Age por abafamento. Pode ser usad o também em incêndio s de classes A e C.

PÓ QUÍM ICO ESPECIAL

Indicado para incêndios de classe D

QUÍM ICO ESPECIAL • Indicado para incêndios de classe D (metais inflamáv eis). Age por abafamento.

(metais inflamáv eis). Age por abafamento. Agente extinto r à base de Cloreto de Sódio. O incêndio é extinto através do isolamento entre o metal e a atmosfera, e seu posterior resfriamento.

5.5 INSPEÇÃO DE EX TINTORES

Todo Extintor de ve ter Ficha de Controle de Inspeção

Inspeção Visual Mensal (aspecto externo, lacre, manôme tro, bicos, válvulas de alivio)

Etiqueta de Ident ificação presa ao bojo, com data de carg a, recarga e n.o identificação.

Extintor de Espu ma deve ser recarregado anualmente

Operações de R ecarga devem obedecer Normas Técnica s Oficiais – ABNT.

QUANTIDADE DE EXT INTORES

Independente da área ocupada, deverá existir pelo meno s dois extintores para cada pavim ento.

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• A quantidade de extintores será determinado de acordo c om o Quadro a seguir:
• A quantidade de extintores será determinado de acordo c om o Quadro a
seguir:
ÁREA
COBERTA P/
RISCO
DE
CLASSE DE OCUPAÇÃO
UNIDADE DE
FOG O
EXTINTORES
DSITANCIA
MAXIMA A
SER
P ERCORRIDA
500 m²
pequ eno
“A” – 01 e 02
20
metros
250m²
méd io
“B” – 02., 04, 05 e 06
10
metros
150m²
gran de
“C” – 07, 0, 09, 10, 11, 12 e
10
metros
13

LOCALIZAÇÃO E SIN ALIZAÇÃO

Os Extintores deverão locais:

a) de fácil visualizaçã o;

b) de fácil acesso

ser colocados em

fácil visualizaçã o; b) de fácil acesso ser colocados em c) onde haja menor pr obabilidade

c) onde haja menor pr obabilidade do fogo

bloquear seu acesso.

5.6 LOCALIZAÇÃO E

SINALIZAÇÃO

Os Locais destin ados aos extintores devem ser assin alados por círculo vermelho, ou por seta larga vermelha, com bordas ama rela.

Deverá ser pinta da de vermelho uma larga área do piso em baixo do extintor, não podendo ser obstru ída.

Área de no míni mo 1m x 1m

Os extintores nã o deverão ter sua parte superior a mais d e 1,60m acima do piso.

Não deverão ser localizados nas paredes de escadas.

Extintores sobre rodas deverão ter garantido o livre aces so.

5.7 SISTEMAS DE ALA RME

Em estabelecime ntos de risco elevado ou médio, deverá haver sistema de alarme capaz de atingir toda a construção.

Cada pavimento deverá possuir ponto de acionamento d o alarme.

Os botões de aci onamento devem ser colocados em luga r visível e no interior de caixas lacrad as com tampa de vidro ou plástico quebr ável.

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6. MAPA DE RISCOS

Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho, capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças de trabalho.

OS RISCOS

Têm origem nos diversos elementos do processo de trabalho (materiais, equipamentos, instalações, suprimentos e espaços de trabalho) e a forma de organização do trabalho (arranjo físico, ritmo de trabalho, método de trabalho, postura de trabalho, jornada de trabalho, turnos de trabalho, treinamento, etc.)

MAPA DE RISCOS

A NR 09 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PPRA -

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que leva em consideração o MAPA DE

RISCOS.

O mapeamento de Riscos Ambientais implantado no Brasil, tem sua filosofia calcada no

modelo italiano, que implica uma maior participação dos trabalhadores no levantamento e

identificação dos riscos.

SIGNIFICADO

Mapear os riscos de um ambiente significa reconhecer todos os elementos que prejudiquem a qualidade de vida no trabalho, em termos de conforto, saúde e desempenho.

A forma de comunicação desse levantamento de riscos ambientais se dá em 2 formas:

a) através de símbolos gráficos em plantas de arquitetura dos locais de trabalho

b) através de planilhas específicas.

6.1 OBJETIVOS

Informar sobre as áreas de riscos da empresa

Subsidiar o planejamento e a adoção de medidas corretivas e preventivas do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA).

Promover a participação, o debate e a conscientização de todos sobre as reais condições do ambiente de trabalho, em termos de deficiências, a proposição de medidas que possam sanar o problema, sejam a nível coletivo (preferencialmente) e/ ou individual (através da indicação do uso de EPI - equipamento de proteção individual.

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6.2 CARACTERIZAÇÃO

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NATUREZA

 

GRUPO

COR

RISCOS

 

AGENTES

1

VERDE

FÍSICOS

Ruídos, Vibrações, Radiações ionizantes e não ionizantes, Frio, calor, Pressões Anormais, Umidade

2

VERMELHO

QUÍMICOS

Poeiras, Fumos, Névoas, Neblina, Gases, vapores, Substância e Produtos Químicos em geral.

3

MARROM

BIOLÓGICOS

Vírus, Fungos, Bacilos, Bactérias, Protozoários, Parasitas, etc

     

Esforço Físico Interno, Levantamento

e

Transporte Manual de Peso, Postura

4

AMARELO

ERGONÔMICOS

Inadequada, Ritmo Excessivo, Monotonia e Repetitividade, Controle Rígido de Produtividade, etc

     

Arranjo Físico Inadequado, Máquinas

5

AZUL

ACIDENTES

e

Equipamentos sem Proteção,

Iluminação Inadequada, Eletricidade,

     

Possibilidade de Incêndio ou Explosão, Armazenamento Inadequado, Animais Peçonhentos, etc

6.3 REPRESENTAÇÃO DOS RISCOS

Através de círculos de 3 tamanhos (pequeno, médio e grande) relativos ao porte dos riscos (leve, médio e grave), coloridos internamente de acordo com o grupo.

e grave), coloridos internamente de acordo com o grupo. No interior do círculo, plotado na área

No interior do círculo, plotado na área analisada (compartimento da edificação), será marcada a quantidade de trabalhadores sujeitos ao risco identificado.

FATORES QUE POTENCIALIZAM OS RISCOS

Tempo de Exposição

Quanto maior o tempo de exposição, de contato, maiores são as possibilidades de se desenvolver um dano à saúde e vice-versa.

Concentração no Ambiente

Quanto maiores as concentrações, maiores as chances de aparecerem problemas.

Toxicidade da Substância

Algumas substâncias são mais tóxicas que outras se comparadas em relação a uma mesma concentração.

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Forma de Apresentação

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A forma de apresentação (gás, liquido, neblina ou poeira) tem relação direta com a forma de entrada do tóxico no organismo.

Possibilidade de Absorção

Algumas substancias só são capazes de entrar no organismo por inalação ou, ntão, pela pele. Deve-se acentuar cada caso em separado.

6.4 MEDIDAS DE CONTROLE

Medidas Relativas ao Ambiente

Substituição de Produto Tóxico

O produto tóxico pode ser substituído por outro produto menos tóxico ou inofensivo. Também, deve-se tomar cuidado para não se criar um risco maior, substituindo um produto tóxico por outro menos tóxico mas altamente inflamável.

Mudança do Processo ou Equipamento

Certas modificações em processos ou equipamentos podem reduzir muito os riscos, ou até, eliminá-los. Exemplo: Pintura a Imersão ao invés de Pistola de Pintura.

Enclausuramento ou Confinamento

Consiste em isolar determinada operação do resto da área, diminuindo o numero de pessoas expostas ao risco.

Ventilação

Pode ser exaustora, retirando o ar contaminado no local de formação do contaminante, ou diluidora, que é aquela que joga ar limpo dentro do ambiente, diluindo o ar contaminado.

Umidificação

Onde há poeiras, o risco de exposição pode ser eliminado ou diminuído pela aplicação de água ou neblina. Muitas operações, feitas a úmido, oferecem um risco bem menor à saúde.

Segregação

Separar a operação ou equipamento do restante, seja no tempo ou no espaço. No tempo quer dizer fazer a operação fora do horário normal do resto do pessoal; separar no espaço significa colocar a operação a distância, longe dos demais.

Boa Manutenção e Conservação

São complementos de outras medidas, pois a má manutenção, muitas vezes, é a principal causa de problemas ambientais. Devem ser elaborados programas e cronogramas de manutenção eficientes e eficazes.

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Ordem e Limpeza

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É impossível manter um bom programa de prevenção de riscos ambientais sem a

preocupação constante nos aspectos de ordem e limpeza.

Medidas Relativas ao Pessoal

EPI – Equipamento de Proteção Individual

Este equipamento deve ser sempre considerado como uma segunda linha de defesa, após serem tentadas medidas relativas ao ambiente de trabalho. Nas situações onde não são eficientes medidas gerais e coletivas relativas ao ambiente, a critério técnico, o EPI é a forma de proteção aliada à limitação da exposição.

O uso correto de EPI, suas limitações e vantagens, deve ser coordenado através de

treinamento ministrado pelo pessoal do SESMT.

Limitação de Exposição

A redução dos períodos de trabalho torna-se importante medida de controle onde e quando

todas as outras forem impraticáveis por motivos técnicos, locais ou econômicos, não se

conseguindo eliminar o risco.

Controle Médico

Exames pré-admissionais e periódicos são medidas fundamentais de caráter permanente, sendo uma das principais atividades do SESMT, através da implementação do PCMSO. Os exames médicos periódicos dos empregados possibilitam, alem de um controle de saúde geral do pessoal, a descoberta e a detenção de fatores que podem levar a uma doença profissional, num estagio aidna inicial e com pouca probabilidade de danos.

6.5 ETAPAS DO MAPA DE RISCOS

A) Conhecer o processo de trabalho no local analisado:

os trabalhadores: número, sexo, idade, capacitação específica e de segurança, jornada;

os instrumentos e materiais de trabalho;

as atividades exercidas;

o ambiente de trabalho.

B) Identificar os riscos existentes no local, conforme a classificação da tabela.

C) Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia:

medidas de proteção coletiva;

medidas de organização do trabalho;

medidas de proteção individual;

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medidas de higiene e c onforto (banheiro, lavatórios, armários, b ebedouro, refeitório, área de lazer).

D) Identificar os indicadores d e saúde:

queixas mais freqüente s e comuns entre trabalhadores exposto s aos mesmos riscos;

acidentes de trabalho o corridos;

doenças profissionais d iagnosticadas;

causas mais freqüentes de ausência ao trabalho.

E) Conhecer os levantamento s ambientais já realizados no local.

F) Elaborar o mapa de risco s obre o layout da empresa, indicando atra vés de círculos:

o grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizad a da tabela;

o número de trabalhado res expostos ao risco, o qual deve ser a notado dentro do círculo;

a especificação do age nte, que deve ser anotada também dentr o do círculo;

a intensidade do risco,

de acordo com a percepção dos trabalh adores, que deve ser

representada por taman hos proporcionais de círculos.

G) Discutido e aprovado pela

analisado, de modo a ser clara mente visível e de fácil acesso para os t rabalhadores;

CIPA, o Mapa de Riscos deverá ser afixa do em cada local

H) Rever periodicamente o Ma pa de Riscos, a cada gestão da CIPA, e /ou quando houver

modificação no ambiente de tr abalho.

O Mapa de Risco é construído tendo como base a planta baixa ou esb oço do local de trabalho, e os riscos serão def inidos pelos diâmetros dos círculos:

os riscos serão def inidos pelos diâmetros dos círculos: Material para curso s da Brava Consultoria

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7. INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES

7.1 OBJETIVO

Estabelecer critérios para classificação,investigação, análise, documentação e divulgação de acidentes, doenças ocupacionais, incidentes com alto potencial ou sistêmicos e desvios críticos ou sistêmicos, bem como o acompanhamento de ações para minimizar riscos e evitar ocorrência similar ou de mesma natureza, através da eliminação das causas identificadas.

INVESTIGAÇÃO

É o ato de buscar informações e dados gerais do evento,tais como:

Entrevistas, evidências de campo, documentos, cronologia, extensão de seu potencial ou de seu efeito, suas conseqüências, principais e secundárias, de forma a possibilitar a reconstituição dos fatos que levaram ao acidente, incidente ou desvio.

ANÁLISE

É o ato de buscar as causas básicas do acidente, incidente ou desvio que está sendo investigado.

Causas básicas são aquelas que, se eliminadas, o evento não ocorrerá.

ACIDENTE

Evento imprevisto e indesejável, instantâneo ou não, que resultou em dano à pessoa (inclui a doença do trabalho e a doença profissional), ao patrimônio (próprio ou de terceiros) ou impacto ao meio ambiente.

INCIDENTE

Evento imprevisto e indesejável que poderia ter resultado em dano à pessoa, ao patrimônio (próprio ou de terceiros) ou impacto ao meio ambiente.

(próprio ou de terceiros) ou impacto ao meio ambiente. DESVIO Qualquer ação ou condição, que tem

DESVIO

Qualquer ação ou condição, que tem potencial para conduzir, direta ou indiretamente, a danos a pessoas, ao patrimônio (próprio ou de terceiros), ou impacto ao meio ambiente, que se encontra desconforme com as normas de trabalho, procedimentos, requisitos legais ou normativos, requisitos do sistema de gestão ou boas práticas.

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A Investigação de Acidentes é uma ferramenta fundamental no controle das condicões de

trabalho e permite da empresa informações valiosas para evitar ocorrências posteriores.

Em nenhum caso a investigação deve buscar culpados, mas sim, soluções.

7.2 QUAIS ACIDENTES INVESTIGAR?

Todos os acidentes e incidentes devem ser investigados, qualquer que seja a magnitude ou gravidade.

Lembre-se que todo acidente ou incidente de pequenas proporçoes pode se repetir em condiçoes semelhantes com maiores consequencias.

7.3 POR QUE INVESTIGAR?

É imprescindivel investigar todos os Acidentes e Incidentes, já que esses resultados

podem ser utilizados na elaboraçao de Medidas Corretivas ou novas Normas de Segurança.

de Medidas Corretivas ou novas Normas de Segurança. 7.4 QUANDO SE INVESTIGA? • Sempre que houver

7.4 QUANDO SE INVESTIGA?

Sempre que houver no ambito da empresa algum Acidente ou Incidente, se realizará a Investigaçao pertinente.

Toda investigaçao deve ser realizada o mais rapido possivel, para que se recolham as informacoes em primeira mao.

Identificar o acidentado e as testemunhas para conhecer no menor tempo possivel as causas do Acidente.

Desta forma se pode estabelecer as Medidas Preventivas necessárias para evitar que o Acidente se repita.

DEFINIÇÕES

ACIDENTE DE TRABALHO:

Se considera Acidente de Trabalho todo acontecimento súbito e violento ocorrido no local de trabalho, ou no trajeto entre a residencia e o local de trabalho.

ou no trajeto entre a residencia e o local de trabalho. DOENÇA OCUPACIONAL É a alteraçao

DOENÇA OCUPACIONAL

É a alteraçao anatômica, funcional ou psicológica do indivíduo causada pela atividade laboral. São aquelas Doenças Ocupacionais constantes da Lista de Doenças relacionadas ao Trabalho do MTE.

ACIDENTE LEVE:

de Doenças relacionadas ao Trabalho do MTE. ACIDENTE LEVE: permite ao acidentado É aquele que depois

permite ao acidentado

É aquele que depois de avaliação médica

retornar ao trabalho no dia seguinte. Chamado também “Sem Afastamento”.

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ACIDENTE INCAPACITANTE :

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É aquele em que o trabalhad or nao pode retornar ao trabalho no d ia seguinte ao da ocorrencia. Chamado també m “Com Afastamento”.

ACIDENTE FATAL:

É aquele em que o trabalhad or falece em consequencia das lesõe s sofridas.

7.5 PORQUE OS ACIDENTE S ACONTECEM

Por falta de Sorte?

Por uma Fatalidade?

Por ques toes do Destino?

Porque já

Estava Escrito?

Porque p assei por baixo de uma Escada?

Por ser S exta-Feira, 13?

OS ACIDENTES FALAM!

? ♦ Por ser S exta-Feira, 13 ? OS ACIDENTES FALAM! Material para curso s da

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7.6 RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO – PÁG. 1

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– (51) 9676-3309 RELATÓRIO DE INVESTIGAÇÃO – PÁG. 3 Material para cursos da Brava Consultoria (

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CAUSAS PRIMÁRIAS: Norma lmente estão relacionadas com temas a mplos:

CAUSA MÃO-DE-OBRA: Tod a causa que envolve uma atitude do cola borador (ex:

Procedimento Inadequado, Pr essa, Imprudência, Ato Inseguro, etc.)

CAUSA MATERIAL: Toda cau sa que envolve o material que estava se ndo trabalho.

CAUSA MÉTODO: Toda caus a envolvendo o método que estava send o executado o trabalho.

CAUSA MÁQUINA: Toda caus a envolvendo á máquina que estava sen do operada.

CAUSA MEDIDA: Toda causa que envolve uma medida tomada anteri ormente para modificar processo, etc.

CAUSA MEIO AMBIENTE: To da causa que envolve o meio ambiente e m si (poluição, calor, poeira, etc.) e o ambient e de trabalho (Lay Out, falta de espaço, dimensionamento inadequado dos equipamento s, etc.)

MATRIZ COMPARATIVA

inadequado dos equipamento s, etc.) MATRIZ COMPARATIVA Material para curso s da Brava Consultoria (

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8. SIPAT - SEMANA INTERNA DE PREVENÇAO DE ACIDENTES

É uma semana voltada à prevenção, tanto no que diz respeito a acidentes do trabalho

quanto a doenças ocupacionais. É uma das atividades obrigatórias para todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes do Trabalho, devendo ser realizada com freqüência anual.

A SIPAT deve ser considerada uma Campanha de Segurança e, portanto, a sua finalidade

básica é divulgar conhecimentos de Segurança e Saúde no Trabalho, com o propósito de desenvolver a consciência da importância de se eliminar os acidentes do trabalho e de se criar uma atitude vigilante que permita reconhecer e corrigir condições e práticas que possam provocar acidentes em prol da melhoria contínua das condições e ambiente de

trabalho.

Entre as atribuições da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, estão a promoção do interesse dos empregados pelos assuntos ligados à Prevenção de acidentes

e de doenças do trabalho, a proposição de cursos e de treinamentos para os empregados,

a promoção anual da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho ( SIPAT ) e

a proposição aos empregados de que concedam prêmios às sugestões sobre assuntos

relacionados às atividades da CIPA. Pode-se dizer que a CIPA está sempre envolvida em

campanhas.

Cabe a CIPA promover, anualmente, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, comunicando à DRT a sua programação (NR –5, item 5.16, alínea “o”) e participar junto com a empresa anualmente de Campanhas de Prevenção da AIDS (NR-5, item 5.16, alínea “p”).

8.1 OBJETIVO

Orientar e conscientizar os funcionários da SUA EMPRESA sobre a importância da prevenção de acidentes e doenças no ambiente do trabalho; Fazer com que os funcionários resgatem valores esquecidos pelo corre- corre do dia-a-dia, ou seja, não só tenham idéia de segurança, mas que também pratiquem segurança. Na SIPAT, os assuntos relacionados com saúde e segurança do trabalho são evidenciados, buscando a efetiva participação dos funcionários envolvendo, também, os diretores, gerentes e familiares se possível.

Ela não deve ser vista como mero cumprimento da legislação, mas sim como a continuidade dos trabalhos voltados para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, onde a lucratividade está na promoção da saúde, aumento da produtividade

e na valorização da vida.

As Semanas Internas procuram criar uma mentalidade prevencionista ou reforçá-la quando ela existe. Essas semanas podem ter como objetivo a divulgação de medidas gerais de prevenção, ou, também, de medidas preventivas especiais para determinados tipos de

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acidentes. Uma vantagem das Semanas está na sua atuação intensa, concentrada dentro de um certo período de tempo. Durante uma campanha do gênero, podem ser desenvolvidas competições entre departamentos da empresa, podem ser realizados concursos com prêmios especiais, podem ser promovidos cursos com distribuição de

folhetos, com projeções cinematográficas, com demonstrações práticas, com apresentação

e estudo de cartazes. As sugestões devem ser incentivadas na época das campanhas e

mantidas permanentemente. As Semanas devem ser criativas, fazendo divulgação maciça de idéias prevencionista como: frases especiais, símbolos impressos em folhetos, em pequenos brindes.

Existem vários problemas na elaboração das SIPATs, a começar pelos erros de interpretação da função da mesma. Há uma confusão muito grande, pois muitas empresas fazem da SIPAT um oba-oba, o seu único momento de prevenção de acidentes na empresa, esquecendo o resto. Algumas colocam somente uma faixa na entrada da empresa e na verdade não comemoram nada, ou então distribuem em alguns lugares os EPIs, chamando aquilo de exposição, e acabam esquecendo o resto. Além disso, ressalta que os coordenadores de SIPAT, normalmente profissionais de SST, no cursos que freqüentaram não tiveram nenhuma noção e mesmo orientação sobre campanhas de segurança, dos seus objetivos, dos meios utilizados. O principal desafio da SIPAT é provocar a discussão de assuntos que sejam importantes para a prevenção de acidentes e doenças na empresa e que sejam ao mesmo tempo interessantes o suficiente para mobilizá-los e chamar sua atenção.

O trabalhador que vive uma campanha, que é influenciado por ela, adquire um grau maior

de conhecimentos, de conscientização. O que se pode esperar, de imediato, é a redução dos acidentes em geral ou de algum tipo especial, com melhoria na produtividade, com diminuição em prejuízos materiais, com garantias maiores para os prazos de produção e entrega, etc, e principalmente, o fator mais importante da atividade produtiva, o elemento humano, o patrimônio maior em qualquer empreendimento.

Apesar de acontecer em apenas uma semana, engana-se quem pensa que é fácil fazer

uma SIPAT. Muitas vezes as pessoas pensam que têm um ano até que o evento aconteça

e acabam deixando tudo para a última hora. Daí a importância do cronograma de reuniões.

É preciso definir as etapas de organização da SIPAT.

Outro aspecto importante a analisar é a questão dos custos de uma SIPAT. Obviamente que quem investe na organização da SIPAT, vai querer saber no que será gasto seu dinheiro e por isso mesmo este assunto deve ser discutido a fim de fornecer a previsão de gastos ao responsável pela aprovação e liberação da verba.

O sucesso ou não de uma SIPAT está atrelada à forma como ela foi planejada. É claro que

não dá para fazer uma SIPAT só com a vontade. Tem outros fatores que pesam no resultado final tais como;

Definir uma equipe para realização SIPAT;

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Escolher um coordenador da equipe;

Atribuir tarefas para toda a equipe;

Estabelecer cronograma de reuniões durante todo o período da atual gestão;

Envolver todos os departamentos na realização da SIPAT desde o início;

Registrar em ATA todas as reuniões;

Se você quiser fazer uma SIPAT que tenha uma boa repercussão na empresa, defina claramente no seu cronograma de reuniões e os assuntos a serem tratados em cada uma delas. Vou dar algumas sugestões de temas a serem discutidos nas reuniões.

8.2 SUGESTÕES ATIVIDADES DA SIPAT

Realização de concursos de logotipo, frases e paródias;

Apresentação de peça teatral sobre segurança do trabalho;

Exposição de EPI’s;

Exposição de projetos de segurança desenvolvidos pelos departamentos;

Palestra sobre DST/AIDS;

Palestra sobre qualidade vida dentro e fora da empresa;

Palestra sobre prevenção de acidentes no lar;

Palestra sobre o uso correto dos EPI’s e seus benefícios ao trabalhador;

Brindes e Outros materiais Sugeridos:

Blocos e canetas com o logotipo da SUA EMPRESA SIPAT ano

participantes no início do evento.

para os

Banner médio com o logotipo SUA EMPRESA SIPAT para estar no local onde serão realizadas as palestras.

Camisetas com o logotipo da SUA EMPRESA- SIPAT 2006 para os participantes.

Certificados individuais de participação para os funcionários, palestrantes e técnicos envolvidos nas atividades ao final do evento.

CD com a gravação das palestras para os participantes ao final do evento.

Folhas de avaliação para cada participante ao final das atividades e avaliação final no encerramento

8.3 FRASES PARA A SIPAT

Se o presente é sem segurança, o futuro será sem esperança;

1. Segurança é objetivo de todos;

2. Não há palavras e nem frases que possam nos manter seguros, há somente ações;

3. Seja atencioso, a segurança no trabalho é um bem precioso;

4. Segurança é saúde. Pratique esta idéia;

5. SIPAT- da prevenção, nasce o êxito;

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6. Torne a segurança parte do seu dia a dia;

7. Trabalhe com segurança, pois alguém te espera sorrindo;

8. Trabalhe com segurança porque alguém espera por você;

9. Trabalhe com segurança proteja a sua vida;

10. Seja seguro, aceite o conselho de um amigo;

11. Você é a ferramenta mais valiosa da empresa, evite acidente;

12. Abra as portas para a Segurança, você é a chave;

13. Não destrua em segundos, o que se levou anos para construir;

14. Perca um segundo na vida e não a vida em um segundo;

15. Não tente, não invente se não é capaz, Chame quem sabe, não arrisque jamais. Evite o acidente, o inimigo é voraz;

16. Antes de iniciar qualquer trabalho, seja na fábrica ou em casa, lembre-se que segurança vem em 1º lugar;

17. Há coisas que nos causam momentos desagradáveis, mas nos proporcionam uma vida saudável. Use EPI;

18. A vida é um dom de Deus, cuide bem dela: trabalhe com segurança;

19. Segurança: já refletiu sobre ela hoje? Já pensou na sua vida amanha?

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MENSAGEM FINAL:

“MOTIVAÇÃO É A CHAVE PARA O SUCESSO DE NOSSAS AÇÕES”.

A PINTA DA MOTIVAÇÃO

Foi no meu primeiro emprego que aprendi o que é motivação.

Nosso departamento era meio devagar e ninguém demonstrava muita vontade de trabalhar, apesar de nosso supervisor viver berrando ordens lá da mesa dele. Trabalhávamos em um desses ambientes abertos, um grande salão em que todo mundo enxergava todo mundo. Nossa seção era formada quase que inteiramente por homens, mas, um dia, foi contratada uma funcionaria. A Gláucia. Alguém descobriu que ela tinha um fantástico apelido de infância: Glaucinha da Pinta.

É claro que a primeira coisa que todo mundo tentou fazer foi descobrir onde ficava a pinta da Gláucia. Mas logo percebemos que a pinta não estava em nenhum lugar visível, o que aumentou a curiosidade geral. Alguns colegas mais atrevidos foram perguntar à Gláucia onde ficava a pinta, mas ela ria e se recusava a responder, o que fez o nível de testosterona do departamento entrar em ebulição.

Um belo dia, nosso supervisor reuniu os homens e fez uma proposta. Se conseguíssemos atingir os objetivos do mês seguinte, a Gláucia concordava em nos revelar onde ficava a pinta. É claro que nunca trabalhamos tanto como naquele mês e batemos a meta em 200%. O supervisor cumpriu o que prometera.

Com todos os homens ansiosamente reunidos desde as sete da manhã, e a expectativa a mil, a Gláucia chegou toda sorridente, abriu a bolsa e tirou sua carteira de identidade. O nome inteiro dela era Gláucia Maria Dapinta Rodrigues. Ficamos com aquela cara de tacho e, pior, sem desculpas para maus resultados nos meses seguintes.

Mas aprendi com meu supervisor que motivação nada mais é que trocar um grande esforço por uma pequena recompensa. Se a pinta é falsa ou real, não tem a menor importância. O bom motivador é o que consegue manter sua equipe convencida de que a pinta existe.

Clássicos do Mundo Corporativo – Max Gehringer

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