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Quando analisamos os escritos inspirados e a história da Igreja Cristã, descobrimos

que os Pequenos Grupos fazem parte da visão de Deus para o seu povo. Sobretudo nes
tes momentos que antecedem a volta de Cristo.
Certos de que a visão é uma paixão que nos transforma e que nenhuma pessoa permanece s
endo a mesma quando está cativada por uma visão, faz-se necessário conhecer a visão divi
na para seu povo na perspectiva dos pequenos grupos. Que a visão Divina se torne a
nossa visão...
I – NO ANTIGO TESTAMENTO
(1) A Trindade
Os princípios do ministério dos Pequenos Grupos podem ser encontrados já no 1º verso da
Bíblia. a)Gên. 1:1: “ No princípio criou Deus os céus e a Terra”
a)Gên. 1:26: “Façamos o homem à nossa imagem. Este texto confirma a divindade envolvida
no processo criativo do homem.
b) O único momento em toda a Eternidade quando a Divindade se separou, foi quando
o nosso pecado trouxe Jesus à este mundo para nos resgatar.
(2) Adão/o HomemEm Gên. 2:18,
Deus diz que não era bom que o homem estivesse só.
“Assim como um bebê recém-nascido necessita o amor e a tenção de uma família para um desenv
lvimento saudável, assim também um filho de Deus recém-nascido necessita o alimento qu
e só um Pequeno Grupo atento, da família de uma igreja maior, pode dar” Kurt Johson
(3) Moisés Êx. 18:21-23, 26
O pastor Moisés tinha mais de 02 milhões de membros. Eram 603.550 homens, fora as mu
lheres e filhos. - Através de Jetro, Deus o orientou a formar grupos de mil, cem, c
inqüenta e dez, para facilitar a liderança.
- Significa que Moisés precisou de aproximadamente: 60.000 líderes de 1012.000 líderes d
e 50 6.000 líderes de 100600 líderes de 1.000 Total de 78.600 líderes
Nós podemos traçar um paralelo com a igreja adventista hoje para averiguar a importânc
ia dos Pequenos Grupos:
- Moisés (Líder de milhões) ? Organizações superiores da IASD
- Grupos de 1.000 ? Distritos Pastorais
- Grupos de 100 ? Igrejas
- Grupos de 50 ? Congregações, (Grupos)
- Grupos de 10 ? Pequenos Grupos
II – NO NOVO TESTAMENTO
(1) Jesus Cristo: Mat. 4:18-22
Jesus veio conquistar o mundo inteiro para Deus. Além disto, tinha facilidade para
pregar ás multidões, mas Ele escolheu dedicar a maior parte de seu tempo ao pequeno
grupo de 12 discípulos.
LIÇÕES:
(1) O número 12 é interessante. Os sociólogos dizem que uma vez que o grupo se torna m
aior que 12 pessoas, muda a dinâmica e adquire tamanho médio.
(2) Jesus passou a maior parte de seu tempo em cenários de uma só pessoa e em grupos
pequenos.
(3) Cristo não estava tão preocupado com as multidões, mas com os homens à quem as multi
dões seguiriam após sua partida. Por isso escolheu associar-se intimamente com os 12
discípulos.
(2) A Igreja Cristã Primitiva:
- Os cristãos primitivos chamavam a igreja de “os da família da fé” (Gál. 6:10), “a família
eus” (Efés.2:19) e “casa espiritual” (I Ped. 2:5)
- Isto porque a igreja apostólica era a igreja dos lares:
- A igreja na casa de Maria, mãe de Marcos (Atos 12:12)
- A igreja na casa de Priscila e Áquila (Rom. 16:3-5 e I Cor. 16: 19)
- A igreja na casa de Filemon (Filemon 2)
- A igreja na casa de Ninfa (Col. 4:15, Atos 2:41-47)
- Os crentes se reuniam diariamente no templo e nas casas (Atos 5:42)
- As casas eram a espinha dorsal da estrutura da igreja.
a) Edito de 64 A.D..
- No ano 64 A.D., 33 anos depois da morte de Cristo, O imperador Nero declarou q
ue “os cristãos e outras seitas específicas não podiam edificar igrejas ou outros lugare
s públicos de reunião.”
- Nos governos de Trajano e Domiciano, a perseguição à igreja e a proibição dos cultos públ
cos continuaram.
b) Edito de 313
- No século IV Constantino se converteu e declarou o cristianismo como a religião of
icial do Império Romano.- Em 313 A.D., o imperador publicou um Edito ordenando a re
stauração imediata e total das propriedades confiscadas da igreja.- Construiu-se imed
iatamente igrejas magníficas em Jerusalém, Belém e Constantinopla.
Os cristãos passaram a se reunir nos edifícios das igrejas e em lugar da reunião seman
al dirigida por membros leigos, agora os membros assistiam a um serviço dirigido p
or um sacerdote. O papel do clero (apóstolo/pastor) mudou de evangelista superinte
ndente e fundador de igrejas para líderes de culto e pregadores. O papel dos leigo
s passou de testificadores para expectadores e ouvintes.
c) Como era a igreja do 1 Século, cheia do Espírito Santo?
1.Os crentes dedicavam-se ao ensino dos apóstolos (Estudo da Bíblia)
2.Havia comunhão entre os crentes (tinham amor, eram solícitos, se fortaleciam mutua
mente)
3.Partiam o pão juntos (tomavam refeição em conjunto)
4.Oravam juntos
5.Faziam maravilhas e sinais (conversões, curas)
6.Todas as coisas em comum (hoje precisamos ajudar os que não tem trabalho, dinhei
ro e lar e criar programas de reabilitação para alcoólatras, drogados, fumantes, e lar
es desestruturados)
7.Mantinham reuniões pequenas nos lares e as grandes reuniões (templo e praças)
III – ELLEN WHITE
Ellen White veio da igreja metodista e pôde conhecer os ensinos de Wesley sobre os
Pequenos Grupos.
Com o tempo, o movimento de Wesley chegou à América do Norte. O programa consistia e
m reuniões públicas combinadas com as pequenas reuniões nos lares.
Ellen White reconheceu os benefícios espirituais positivos do ministério dos Pequeno
s Grupos e mais tarde, na Austrália entre 1.891 a 1900, presenciou o movimento galés
que se fundamentava através dos programas de Pequenos Grupos.
Deus deu à Sra White muitas instruções sobre o valor dos Pequenos Grupos para a igreja
:
“A formação de Pequenos Grupos como base do esforço cristão, é um plano que foi apresentado
diante de mim por Aquele que não pode enganar-se. Se há um grande número de irmãos na ig
reja, organizem-se em grupos pequenos, para trabalhar não somente pelos membros da
igreja mas sim pelos não-crentes também." (Evangelismo pg, 89)
“Nessas pequeninas reuniões, o próprio Cristo estará presente segundo prometeu e os coraçõe
serão tocados por Sua graça.” (Serviço Cristão, pg. 122)
IV – OS PEQUENOS GRUPOS PARA O TEMPO DO FIM
(1) Estudos revelam alguns dados interessantes sobre a IASD nos Estados Unidos e
refletem algo da nossa realidade no Brasil.
a) 80% dos membros são consumidores apenas, assistem à igreja e 20% somente estão envo
lvidos em um ministério.
b) Se uma igreja tem mais de 15 anos, pode se esperar 3 novos conversos por ano
para cada 100 membros.
c) Se uma igreja tem menos de 03 anos, pode se esperar 10 conversos para cada 10
0 membros.
d) Igrejas adventistas novas crescem em média 10 vezes mais que as igrejas antigas
.
(2).Outros estudos revelam que um membro que se batiza na igreja necessita desen
volver um mínimo de 7 amigos íntimos durante seu 1 ano, ou provavelmente apostatará.
(3) Crescimento da população:
a) A população mundial no tempo de Cristo era equivalente à dos EUA em 1.995
b) Na época de Lutero (séc. XVI), havia se duplicado (após 1500 anos)
c) Em 1.800 AD, 300 anos depois duplicou-se novamente.
d) Em 1.930, 130 anos mais tarde duplicou-se outra vez.
e) No ano 2000 duplicou-se outra vez - em 70 anos.
f) Prevê-se que em menos de 50 anos voltará a duplicar-se.
g) O desafio de alcançar todas as pessoas com o evangelho nos aponta à necessidade d
e métodos mais eficazes.
(4) Características das pessoas hoje:
Outra informação que os dados nos dão, é que as pessoas hoje se caracterizam por viver e
m seu próprio mundo: preferem estar em suas casas de preferência à ir à uma reunião pública
E por isso o melhor evangelismo é o relacional ou baseado em relacionamentos.
(5) Brad Smith diz que a tendência da igreja no século XXI, é voltar-se para Efésios 4,
ou seja, equipar e treinar seus membros para que testifiquem e busquem as pessoa
s onde elas estão.
(6) Os Pequenos Grupos para o tempo do fim.
- Os Pequenos Grupos são o sonho de Deus para sua igreja no tempo do fim, para ate
nder às necessidades da igreja e do mundo atual a fim de preparar os sinceros para
encontrá-Lo.
- Além disto, como na igreja primitiva, com o derramamento do Espírito Santo na Chuv
a Serôdia
- Haverá tantas conversões que não conseguiremos construir igrejas suficientes para at
ender a todos, teremos que atender os membros nas reuniões de lares.
- Virá perseguição e as reuniões públicas serão impedidas.
- Na vida de oração, testemunho, estudo da Bíblia e relacionamento mútuo de um Pequeno G
rupo está o Sonho de Deus para os desafios finais da história de Seu povo.
- Kurt Johson pondera: “Para ser fiel às Escrituras e à Ellen White, os Pequenos Grupo
s não podem permanecer como uma parte opcional da vida da igreja. Os Pequenos Grup
os devem chegar a ser ponto central ao redor do qual girem os outros eventos da
igreja. Os grupos pequenos evangelizam, alimentam e apoiam aos membros em seu mi
nistério. Uma vantagem é que o pastor poderá supervisionar muitas igrejas de uma manei
ra mais fácil, porque os membros da igreja ministrarão os membros dos grupos.” A Impor
tância do PG