Sei sulla pagina 1di 8

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA 10/11/2017 UMA ABORDAGEM SOCIOLOGICA DA NOSSA FORMAÇÃO CULTURAL Universidade Presbiteriana

10/11/2017

UMA ABORDAGEM SOCIOLOGICA DA NOSSA FORMAÇÃO CULTURAL

Universidade Presbiteriana Mackenzie CEFT - Centro de Educação, Filosofia e Teologia

Integralização de Créditos para Bacharelado em Teologia

Jouberto Heringer da Silva – Mat. 316.7772-1 Disciplinas de ENEXO0813 Sociologia da Religião

Prof. Dr. Ricardo Bitun

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

U M A

A B O R DA G E M

S O C I O L O G I C A

DA

N O S S A

F O R M A Ç Ã O

C U L T U R A L

Não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. GI 3:28

O ideal bíblico, neotestamentário, colocado pelo apóstolo Paulo, ficou muito distante da verdadeira História do Brasil em relação ao negro. Só mais recentemente é que se começou uma pesquisa em profundidade a fim de que a falsa História do Brasil em relação ao negro e também em relação a outros assuntos, seja desmascarada, e uma História do Brasil verdadeira seja apresentada às novas gerações de estudantes, estudiosos, leitores, pesquisadores, cientistas e quantos se interessem pelo que de fato aconteceu, neste sentido, em nosso território nacional.

E duro e cruel quando se contempla o que, na realidade, aconteceu na nossa história do Brasil. Como, "um povo de mortalha", no dizer de Castro Alves, poderia reagir ao ponto de influenciar e oferecer alguma contribuição na formação do povo brasileiro, na sua música, na sua dança, no seu folclore, no seu ritmo, na sua culinária, na sua língua, nos seus costumes, no seu vestuário, na sua estética, na sua ética, na sua religião, na sua formação social, na sua literatura, na sua poesia, na sua pintura, no seu teatro, no seu cinema, na sua formação profissional, no seu esporte (principalmente no futebol), enfim, na sua cultura de um modo geral? E como, "este povo de mortalha", poderia chegar a contribuir e influenciar tanto na formação étnica do povo brasileiro?

A RESISTÊNCIA

Alguns fatores, de maneira mais preponderante, contribuíram para a quebra do desenfreado ritmo no processo escravocrata no Brasil. Podemos mencionar alguns:

  • 1. A resistência sempre latente do negro a todo este estado de coisas que o levava, mesmo sem ter uma consciência plena de classe, da contextura econômico-social que o cercava e nem da sua própria situação como ser humano, a reagir institivamente mais contra o próprio sofrimento em si do que contra a degradante situação política em que se encontrava. Contudo, no momento em que uma tomada de consciência em determinada direção foi tomada, outras direções de

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

consciências foram também aflorando. Daí, o surgimento de focos de resistências e rebeldias, muito embora isolados, até surgirem os grandes quilombos que abalaram a sociedade brasileira toda;

  • 2. O surgimento no seio da sociedade brasileira, e até mesmo na classe dominante, de pessoas que, mesmo envolvidas por toda sorte de preconceitos, más informações históricas e científicas, uma má formação e informação religiosa e teológica e, ainda, muito mais, por uma questão paternalista ao invés de um senso de justiça e no reconhecer da igualdade dos povos, mesmo assim, passaram a falar, a escrever, a refletir e a lutar a fim de que um paradeiro fosse posto em tudo isto que ocorria em nossa pátria;

  • 3. As influências das correntes filosóficas que sopravam forte nas camadas intelectuais da nossa sociedade e os exemplos altos de liberdades e independências vindos principalmente da Europa, mexeram com os brios desta camada, principalmente de alguns deles;

  • 4. A ascendência de alguns negros-mulatos-pardos na escala social, político-econômica com reflexo no aspecto intelectual, quando alguns nomes de negros-mulatos-pardos já eram destaques na crônica nacional tais como José do Patrocínio, Joaquim Nabuco, Machado de Assis e outros;

  • 5. A decisiva mudança no sistema sócio político-econômico em termos de Europa e com forte reflexo nos Estados Unidos da América, incidindo este reflexo também na América do Sul, principalmente em virtude da condição dos países que se diziam independentes, porém, na prática continuavam – como até hoje continuam – dependentes das metrópoles que ainda hoje, ditam todas as regras do jogo político e econômico. A certa altura dos acontecimentos, a escravidão já não era um bom negócio; os imigrantes europeus, principalmente italianos a princípio, e as máquinas que começavam a chegar do mercado europeu, tornavam o trabalho do negro por demais rudimentar, anacrônico, dispendioso e já fora de moda;

  • 6. A política preconceituosa clara do chamado "branqueamento" da raça brasileira que teve consequências por demais danosas à raça negra no território nacional. Não interessando mais a força de trabalho do negro, tratou-se de, por todos os meios, desfazer-se da presença do chamado "homem de cor" com referência ao negro. Esta é uma expressão incoerente, uma vez que todo homem é de cor, seja lá qual for. Para isto, foram usados todos os meios de massacre, de discriminação, inclusive estatística, fazendo com que cada vez menos aparecesse o negro e cada vez mais aparecesse o mulato e o pardo nos quadros estatísticos. Porém, a maior agressão, neste sentido, foi a utilização do

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

homem negro na guerra do Paraguai, quando os chamados "voluntários da pátria" que não eram voluntários coisa nenhuma, mas sim homens, jovens e adolescentes, na sua grande maioria negros, apanhados à força, caçados por todos os lugares, atraídos e traídos pelo próprio governo que oferecia festas e comidas nas praças públicas e, assim, capturava os que chamava de voluntários.

Após os cinco anos de guerra no Paraguai, prevista para três meses, a população negra no Brasil baixou de dois milhões e 500 mil, para um milhão e 500 mil.

CENTO E VINTE E CINCO ANOS DEPOIS

Voltamos a perguntar: como "um povo de mortalha", cento e vinte e cinco anos depois, pode ser o povo que é? A presença da raça negra como contribuição na formação cultural em todos os sentidos, no seio da sociedade brasileira, é incontestável. Apesar de todos os traumas e massacres do passado, apesar do preconceito e do racismo nem sempre claros, mas muitas vezes velado, do presente negro, como raça, como etnia, como elemento humano, como ser vivo e não somente como "sopro de vida", ela oferece até hoje a esta pátria brasileira que a constrangeu de maneira tão brutal a chegar até aqui, e oferecerá muito mais ainda, a sua contribuição como elemento de composição do povo brasileiro e em todas as áreas de movimentação deste povo -- nas ciências, nas artes, no esporte, na política, na economia, no social, nos costumes, no folclore, nas lendas, na superstição, nas crenças, na fé, na esperança e na religião. A gama de contribuições da raça negra, juntamente com as demais raças, a indígena e a branca, inclusive o formidável contingente de imigrantes recebidos por este país tão acolhedor, é de suma importância.

O REFLEXO NA FORMAÇÃO CULTURAL EVANGÉLICA

A prática religiosa do negro vindo para o Brasil era completamente adversa ao cristianismo e ainda quando, em nome do cristianismo, praticou-se tudo o que foi praticado contra o negro. O negro, por mais dócil e crédulo que fosse, pela prática, dificilmente, poderia aceitar a mensagem vinda dos seus algozes. Até mesmo o trabalho feito pelo clero católico, pelo modo como era feito, iria custar a conquistar a confiança religiosa do negro.

Foi preciso muito tempo e uma melhor demonstração de prática religiosa cristã, para que o negro começasse a ser atraído de boa vontade ao cristianismo. Porém, o que se viu foi uma espécie de transmutação das práticas religiosas mulçumanas e das religiões próprias africanas, apenas revestindo-se com as roupagens do cristianismo. Até hoje, o que predomina mesmo em termos de prática religiosa entre os negros são o xangô, a macumba, o candomblé e tantas outras expressões de feitiço e/ou encantamentos religiosos, com uma, cada vez mais, crescente influência em todas as camadas da sociedade brasileira.

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

Duas referências exponenciais encontramos de pregadores negros no nordeste brasileiro. A primeira em 1767 faz menção a João José de Deus. Este era seu nome de batismo, mas ele se auto intitulava João de Deus Penitente e assim ganhou fama por ampla região dos sertões do Brasil. Sem ofício e sem habitação certa, andou pelas terras do Sertão de Baixo, nas capitanias da Bahia e Sergipe, no correr do ano de 1767, fazendo pregações nas povoações e vilas. Foi preso no final desse mesmo ano ou no início do seguinte por ordem do arcebispo da Bahia D. Manoel de Santa Inês, porque era leigo, sem ordenação religiosa e sem licença para pregar, mas também porque proferia “palavras malsoantes” ou contrárias à fé católica.

Quem teria sido o negro, cuja presença foi considerada tão perturbadora e incômoda a ponto de preocupou as autoridades na colônia e os inquisidores no reino, e de mobilizar a autoridade eclesiástica máxima da colônia, o arcebispo da Bahia, que o recolheu à prisão e ordenou: uma caprichosa devassa no que consistiam suas pregações, quais palavras blasfemas teria proferido, quais atentados contra os bons costumes, a que se referiam as acusações de que foi alvo, e quais erros heréticos o levaria aos cárceres da Inquisição?

Ficou cerca de três anos recolhido à cadeia da cidade da Bahia até seguir para os cárceres secretos da Inquisição de Lisboa, em 1771, onde deu entrada em primeiro de março, acusado dos crimes de blasfémia, proposições heréticas, fingimento de revelações e profecias (FERREIRA, 2016 p.128-129)

Em 1841, fora das colônias habitadas por estrangeiros, não havia protestantismo algum. Um negro letrado surgiu na primeira Igreja Protestante Brasileira, uma Igreja Negra — a Igreja do Divino Mestre — com mais de 300 seguidores, negros e negras. Seu início se deu com Agostinho José Pereira, chamado pelo naturalista inglês Charles B. Mansfield de "Lutero negro", que pregava nas ruas de Recife sobre a liberdade dos negros e negras, alfabetizando muitos deles numa época quando os proprietários de terras eram analfabetos.

(SILVA, 2008, p.35)

O que as igrejas evangélicas têm feito nesta área? As denominações mais tradicionais e primeiras chegadas aqui através de missionários oriundos de países onde a cultura racista é presente, como Estados Unidos, Inglaterra e Holanda, que, mesmo fazendo grande esforço para esconder aqui o seu racismo de lá, nunca ou quase nunca fizeram uma tentativa de contato missionário de raça.

Elizete Silva aclara que algumas atitudes em favor do escravo, por parte dos batistas, podiam ser percebidas. Como o caso de um escravo que frequentava a igreja batista de Salvador, mas foi proibido por seu ‘dono’ de assistir aos cultos. Diante dessa situação, os membros da igreja decidiram comprar a liberdade do escravo. Atitude que não pode ser interpretada como uma posição política dos batistas contra a escravidão, pois não houve nenhum tipo de ação coletiva nesse sentido, “a alforria do irmão escravo fazia parte de uma estratégia evangelística e não uma ação política mais abrangente que questionasse o escravismo enquanto sistema econômico, baseado na propriedade de seres humanos, como mão-de-obra servil. (SILVA, 1998, p.170)

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

Essas denominações mais tradicionais não têm tido boa penetração nas camadas mais humildes, onde está a grande maioria dos negros do Brasil. Denominações outras mais recentes, principalmente de linha pentecostal, têm tido um desempenho muito melhor entre os negros no Brasil, principalmente no Nordeste. Essas denominações mais tradicionais não têm tido boa penetração nas camadas mais humildes, onde está a grande maioria dos negros do Brasil.

Contudo, nota-se uma, cada vez mais crescente, presença de negros nas igrejas evangélicas em geral, nos seminários, nos concílios, convenções, congressos, institutos, simpósios e encontros. A presença do pregador negro – ordenado ou não – nos púlpitos das igrejas evangélicas do Brasil é uma constante de muita relevância. Ultimamente, o negro tem influenciado muito na formação da nossa hinologia, dando, inclusive, uma conotação mais popular, mais contextual, mais Brasil. Esta é uma área onde há muito para se analisar.

CONCLUSÃO

Não gostaria de usar a palavra milagre para caracterizar a posição, a situação ou, mais especificamente, a condição do negro após a abolição da escravidão até hoje. Esta é uma questão que envolve ainda profundos aspectos de ordem social, política, econômica e também religiosa inclusive no meio evangélico. A mistificação ideológica, a partir da Abolição, toma rumos menos retóricos, porque já não é preciso estimular teoricamente o embranquecimento do país, que se faz 'naturalmente' à medida em que se fecham as portas da sociedade de classe para a participação do negro, mantido inferiorizado pela herança da escravidão.

Se a Abolição, definitivamente, não acabou com o problema da discriminação ao negro no Brasil e a realidade socioeconômica do país está aí mesmo para provar, por que discutir racismo em um país onde há tanta miscigenação, inclusive nas igrejas?

Existe uma pregação que valoriza o branqueamento. No imaginário evangélico, o pecado é negro, aponta. Além de canções como Alvo mais que a neve, basta ver que nossas representações de Jesus Cristo são sempre como um homem branco ou com traços orientais, mas nunca negro ou pardo.

O paradoxal é que as igrejas evangélicas, e as pentecostais em particular, têm numerosa membresia negra. Existe uma africanidade na liturgia pentecostal. Uma coisa muito parecida com os cultos em quilombos, explica Oliveira, autor do livro “A religião mais negra do Brasil - Por que mais de oito milhões de negros são pentecostais”, lançado no fim do ano passado pela Editora Mundo Cristão.

Apesar dessa afinidade que a cada dia leva mais negros para as fileiras pentecostais, ele observa que a Igreja Evangélica não tem sido eficaz na valorização da negritude. Ela tem uma teologia que demoniza o negro, acusa. Hoje a chamada teologia da prosperidade seja um dos principais focos de disseminação do racismo. Por definição, teologia da prosperidade é uma teologia de segregação, de opressão então, acaba contaminando aquela pureza da Igreja Evangélica popular.

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

Agora fala-se em democracia racial, o novo mito que pretende esconder os conflitos em que se envolve negros e mulatos, criando barreiras imperceptíveis às vezes, para as próprias vítimas. Mas a Abolição, que foi um rude golpe na quebra da resistência cultural do negro, marca o começo de um novo tempo, quando o negro vai lentamente assumindo uma identidade de classe, transformando-se em força de trabalho – sempre inferior é certo – mas já com contornos definidos que podem sugerir, nos raros períodos em que a repressão negra não existe.

A sociedade brasileira está tingida pelo sangue de escravos. Vermelho vivo a gritar o mais brutal genocídio dos tempos modernos. Vermelho vivo escorrendo ainda na ensanguentada história brasileira -- que muitos querem expurgar do sacrifício sangrento dos oprimidos – a indicar a força de permanência de um povo.

Nada vai redimir o agressivo processo que fez estagnar a África: o sangue dos negros que adubou o chão do Brasil não voltará à vida. Historicamente, porém, nada é em vão; nada acontece por acaso. E não é por acaso, nem inconsequentemente, que o Brasil está manchado, encharcado, com o vermelho vivo do sangue dos negros mortos para construir o Brasil. Bandeira de liberdade concreta, longe dos derramamentos românticos dos heróis brancos da Abolição, longe do paternalismo bem-intencionado dos abolicionistas que nasceram em berço esplêndido. Uma bandeira viva, tingida pelo sangue dos nossos negros, a lembrar que, enquanto perdurar a sociedade de classes, sempre haverá a ameaça de uma 'marcha negra' contra os que estão na base da pirâmide social. O sentimento que mais nos anima é o de gratidão a Deus, pela maneira tão misericordiosa como Ele tem abençoado o povo brasileiro que, apesar de ter vivido toda esta triste página na sua história, com reflexos graves até hoje, Deus, pela sua graça, pelo seu grandioso amor com que nos amou, pela sua longanimidade e paciência com esta pátria tão desobediente, tem derramado a grande bênção da proclamação do Seu Evangelho, através de todos os meios possíveis. E este Evangelho tem alcançado a todos: índios, pretos, brancos, imigrantes, senhores, servos, empregados, empregadores, ricos, médios, pobres e miseráveis, todos pecadores desta grande nação. Deus tem redimido e lavado no sangue de Jesus a muitos brasileiros de todas as classes sociais e incluído estes brasileiros todos no rol dos Seus Escolhidos.

BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO, Thales. O Catolicismo no Brasil. Brasília. MEC 1955.

BASTIDE, Roger. As Religiões Africanas no Brasil. Contribuição a Uma Sociologia das Interpretações. São Paulo. Pioneira, 1971.

CASTRO, Hebe Maria. A Cor Inexistente. Relações Raciais no Rio de Janeiro. In Afro Asiáticas nº 28. Rio de Janeiro. CEAA, 1995.

CHARTIER, Roger. A História Cultural. Entre Práticas e Representações. Rio de Janeiro. Beutrand Brasil,

1990.

CRABTREE, A. R. História dos Batistas do Brasil até 1906. Rio de Janeiro. Casa Publicadora Batista. 1962.

O NEGRO NA CULTURA EVANGELICA BRASILEIRA

DUNCAN, Quince. Racismo, Igreja e Teologia Negra. In Identidade Negra e Religião. São Paulo. Liberdade, 1986.

FERREIRA, Elisangela Oliveira. A trajetória de João de Deus Penitente: um pregador negro nos sertões coloniais, in: Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano IX, n. 26, Setembro/Dezembro de 2016 p.127-162

FERREIRA FILHO, Alberto Heráclito. Salvador das Mulheres. Condição Feminina e Cotidiano Popular na Belle Epoque Imperfeita. Salvador. FFCH/UFBª. Diss. de Mestrado, 1994.

NIEBUHR, Richard. As Origens Sociais das Denominações Cristãs. São Paulo. ASTE, 1992.

SILVA, Elizete da. A Missão Batista Independente: Uma Alternativa Nacional. Salvador. UFBa. Dissertação de Mestrado. 1986.

SILVA, Elizete da. Cidadãos de Outra Pátria: Anglicanos e Batistas na Bahia. São Paulo, USP. Tese de Doutorado, 1998.

SILVA, Nilo Tavares. Do Confronto Ao Diálogo. Clube de Autores, São Paulo, 2008, 150 p.

TEIXEIRA, Marli Geralda. Nós os Batistas FFLCH/USP. Tese de Doutorado. 1983

...

Um Estudo de História das Mentalidades. São Paulo.

WHITE, M. G. The Land of the Southerners Cross. Richmond. Educational Department Foreign Mission Board,

1929.