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DIFUSO ATRAVS DE UM FILME ESFRICO ESTAGNADO NO

ISOTRMICO

(a) Encontrar o perfil de composio e do fluxo molar.


(b) Usar esses resultados para descrever a difuso em um filme no isotrmico, no qual
a temperatura deve variar, de acordo com a equao a seguir:

( )=( )
1 1
Em que 1 a temperatura no ponto = 1. Como primeira aproximao, suponha
que varia com a temperatura na potncia 2/3 da temperatura:

3/2
=( )
,1 1

Na qual ,1 a difusividade em = 1 . Problemas desse tipo aparecem em


conexo com a secagem de gotas de pequeno dimetro e com a difuso atravs de filmes
gasosos prximos a partculas esfricas do catalisador.
A distribuio de temperatura foi escolhida por razes de simplificao matemtica, visto
que este exemplo tem por objetivo enfatizar que para sistemas so isotrmicos, a equao:
d
, = + ( + )

um ponto de incio correto, em vez de se partir da suposio de que

, = + ( + )

SOLUO:

Equao geral em coordenadas esfricas:

1 ( 2 , ) 1 (, sen ) 1 ,
+[ 2 + + ] =
sen sen
Aplicando as suposies de regime permanentes e fluxo unicamente radial, sem reao
qumica:

( 2 , )
=0

2 , = 1

1
, =
2

Atravs da Lei de Fick


d
, = + (, + , )

Sendo = 0 pois o filme est estagnado:
d
, = + ,

d
, =
1
Assim:
d 1
= 2
1
Integrando, e considerando a temperatura constante:
d
= 1 2
1
Definindo
= 1
=
d
= 1 2

Resolvendo:
1
ln(1 ) = + 2

Condies de contorno:
(1 ) = 1
(2 ) = 2
Aplicando CC1:
1
ln(1 1 ) = + 2
1
1
2 = ln(1 1 ) +
1
Assim:
1 1
ln(1 ) = + ln(1 1 ) +
1
1
ln ( ) = 1 [(1/1 ) (1/)]
1 1

1 1
1 = ln ( )
(1/1 ) (1/) 1 1

Usando CC2:
1 1 2
1 = ln ( )
(1/1 ) (1/2 ) 1 1

Logo:
1 (1/1 ) (1/) 1 2
ln ( )= ln ( )
1 1 (1/1 ) (1/2 ) 1 1
(1/1 )(1/)
1 1 2 (1/1 )(1/2 )
ln ( ) = ln ( )
1 1 1 1

Aplicando exponencial:

(1/1 )(1/)
1 1 2 (1/1 )(1/2 )
( )=( )
1 1 1 1

Ou:
(1/1 )(1/)
2 (1/1 )(1/2 )
=( )
1 1
O fluxo ento:
1
, =
2

1 1 2
, = [ ] ln ( )
2 (1/1 ) (1/2 ) 1 1

A taxa ento:

= 41 , |=
1

4 1 2
= ln ( )
(1/1 ) (1/2 ) 1 1

Essa equao aplicvel regio entre 1 e 2

(b) Problema no isotrmico


Juntando as duas equaes dadas:
3/2
=( )
,1 1
Temos novamente que:
1
, =
2
Mas, tambm temos que:
3/2
,1 ( ) d
1
, =
1
Supondo a aplicao da equao dos gases ideais: = /
3/2
,1 ( ) d
1
, =
(1 )
Como

= 1 ( )
1
Temos:
3
2
,1 ( ) d
1
, =
1 (1 )
/2
,1 ( ) d
1
, =
1 (1 )

Logo:

2
,1 ( ) d 1
1
= 2
1 (1 )
Supondo presso constante no filme:

,1 2 1
d = 1 ( )
1 (1 ) 1 2

,1 2
d = 1 1 2 2
1 (1 )
,1 d
= 1 1 2 22
1 (1 )


,1 1 1 2 21
ln(1 ) = + 2
1 1
2

,1 1 1 2 21
ln(1 ) = + 2
1 1 + (/2)
Sendo

,1 1 2
ln(1 ) = 1 21 + 2
1 1 + (/2)

Condies de contorno:
(1 ) = 1
(2 ) = 2
Aplicando CC1:

,1 1 2
ln(1 1 ) = 1 1 21 + 2
1 1 + (/2)

,1 1 2
2 = ln(1 1 ) + 1 1 21
1 1 + (/2)
Ento:
,1
ln(1 )
1

1 2 ,1 1 2
= 1 21 + ln(1 1 ) + 1 1 21
1 + (/2) 1 1 + (/2)

,1 1 1 2
ln ( ) = 1 (1 21 21 )
1 1 1 1 + (/2)

,1 1 1 2
ln ( ) = 1 ( [1+(/2)] [1+(/2)] )
1 1 1 1 + (/2) 1

Isolando 1

(,1 /1 )[1 + (/2)] 1


1 = ln ( )
(1 [1+(/2)] [1+(/2)] )1 2 1 1

Ou:

(,1 /1 )[1 + (/2)] 1


1 = ln ( )
[(1/1 )1+(/2) (1/)1+(/2) ]1 2 1 1

Aplicando CC2:

(,1 /1 )[1 + (/2)] 1 2


1 = ln ( )
[(1/1 )1+(/2) (1/2 )1+(/2) ]1 /2 1 1

Logo:
,1 1
ln ( )
1 1 1

(,1 /1 )[1 + (/2)] 1 2 1 2
= ln ( ) (1 [1+(/2)]
[(1/1 )1+(/2) (1/2 )1+(/2) ]1 2 1 1
1 + (/2)
[1+(/2)]
)

1 (1/1 )1+(/2) (1/)1+(/2) 1 2


ln ( )= ln ( )
1 1 (1/1 )1+(/2) (1/2 )1+(/2) 1 1
Por fim:

(1/1 )1+(/2) (1/)1+(/2)


1 1 2 (1/1 )1+(/2)(1/2 )1+(/2)
( )=( )
1 1 1 1

Para a Espcie B

(1/1 )1+(/2) (1/)1+(/2)


2 (1/ )1+(/2)(1/2 )1+(/2)
=( ) 1
1 1

Quanto ao fluxo:

1 (,1 /1 )[1 + (/2)] 1 2


, = { 1+(/2) 1+(/2) /2
ln ( )}
[(1/1 ) (1/2 ) ]1 1 1

A taxa dada por:

4(,1 /1 )[1 + (/2)] 1 2


= 1+(/2) 1+(/2) /2
ln ( )
[(1/1 ) (1/2 ) ]1 1 1

As equaes so vlidas para 2


Observa-se que para = 0, ou seja, filme isotrmico, as equaes se reduzem s
obtidas para o filme isotrmico, como esperado.