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V V I I I S S E E E M M M I I

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- R

SISTEMA DE AJUSTE DE PROTEÇÃO SETTIME

Moisés Varão Pinto Filho

1. RESUMO

CEMAR

Neste trabalho apresentamos um sistema computacional “SETTIME” que permite calcular os tempos de atuação de uma proteção selecionada, com levantamento simultâneo para as barras remotas, como também opção de coordenação automática entre os equipamentos instalados de um Sistema Elétrico em estudo.

2. INTRODUÇÃO

O “SETTIME” foi desenvolvido para auxiliar os trabalhos

de Estudos Operacionais de Coordenação de Proteções do

Sistema Elétrico, tendo em vista que esse tipo de estudo demanda muito tempo e necessita de toda atenção na definição dos ajustes, com possibilidade de erros, com isso, torna-se necessário um sistema como o “SETTIME”, que

circuitos e atuação da unidade instantânea devido a corrente de magnetização. As principais vantagens deste sistema são obtidas com a minimização de custos com homem/hora, devido a rapidez com que os ajustes são obtidos, e uma maior confiabilidade na definição de tempos de atuação, já que não há mais necessidade de verificação em catalogos de fabricantes das curvas dos relés e elos por parte do usuário. Acreditamos que este trabalho, venha trazer uma nova contribuição para o setor elétrico, desejamos um ótimo aproveitamento, e solicitamos que nos enviem criticas e sugestões para que possamos aprimorar na sua segunda versão.

3. COMPOSIÇÃO DO SISTEMA

3.1 DESENVOLVIMENTO

calcula com confiabilidade, os tempos de ajustes para uma boa coordenação entre os equipamentos, de forma interativa com o usuário e/ou de forma automática.

O sistema foi desenvolvido sobre uma plataforma DOS em linguagem CLIPPER 5.2, com rotinas que facilitam bastante a utilização por parte dos usuários e dificultam as

sistema permite ajustes de tempo de elos fusíveis, relés

eletromecânicos, relés digitais com modelo de curvas IEC (padrão europeu), relés digitais com modelo de curvas ANSI ( padrão americano), e religadores com controle tipo ME, RESCO, KFE e outros com a mesma filosofia de ajustes.

O

possibilidades de erros. As telas fornecem mensagens com informações sobre a operação do sistema alertando o usuário da ocorrência de erros quando da digitação de valores de códigos e/ou parâmetros.

Tem capacidade para cadastrar ate 999 tipos de relés com

3.2

BANCO DE DADOS

suas respectivas famílias de curvas, e trabalha por Regional (Ponto de Suprimento), permitindo até 999 barras por regional.

Para o funcionamento deste sistema foi criado os seguintes bancos de dados:

Calcula tempos de ajustes em pontos selecionados ,

*

Cadastro de Regionais

levantando tempo em mais nove barras remotas

*

Cadastro de Subestações

pesquisando informações diretamente dos bancos de dados.

*

Cadastro de Relés

Calcula curtos-circuitos necessários para os cálculos dos

*

Cadastro de Elos Fusíveis

tempos de atuações das proteções.

*

Cadastro de Proteções

Identifica e emite por Regional, relatório de

*

Cadastro de curtos-circuitos trifásicos max/min.

descoordenação em configuração normal e contingência.

*

Cadastro de curtos-circuitos monofásicos

Na execução das rotinas de cálculo de tempos, são feitas

max/min.

validações constantes da existência de RTC’s , TAP’s ,

*

Cadastro de curvas de Relés.

CURVAS, e saturação de TC devido a valores de curtos-

*

Cadastro de curvas de Elos Fusíveis.

*

Cadastro de Barramentos.

* Cadastro de Controles de Religadores

Os bancos de dados acima, estão sendo explicados, nos próximos itens, e poderão ser vistos detalhadamente no MANUAL DO SISTEMA. Eles estão relacionados entre si, para dar uma maior segurança nas tarefas de cadastramento cruzando informações diversas, com isso, para que não haja problemas durante a manutenção dos bancos de dados, o usuário deve seguir as etapas abaixo.

Cadastrar regionaisbancos de dados, o usuário deve seguir as etapas abaixo. Cadastrar subestações Cadastrar relés Cadastrar curvas

Cadastrar subestaçõeso usuário deve seguir as etapas abaixo. Cadastrar regionais Cadastrar relés Cadastrar curvas de relés Cadastrar

Cadastrar relésetapas abaixo. Cadastrar regionais Cadastrar subestações Cadastrar curvas de relés Cadastrar elos fusíveis

Cadastrar curvas de relésCadastrar regionais Cadastrar subestações Cadastrar relés Cadastrar elos fusíveis Cadastrar curvas de elos fusíveis

Cadastrar elos fusíveissubestações Cadastrar relés Cadastrar curvas de relés Cadastrar curvas de elos fusíveis Cadastrar proteções

Cadastrar curvas de elos fusíveisrelés Cadastrar curvas de relés Cadastrar elos fusíveis Cadastrar proteções Cadastrar barramentos Cadastrar

Cadastrar proteçõesCadastrar elos fusíveis Cadastrar curvas de elos fusíveis Cadastrar barramentos Cadastrar curtos-circuitos. Para uma

Cadastrar barramentosCadastrar curvas de elos fusíveis Cadastrar proteções Cadastrar curtos-circuitos. Para uma maior comodidade do

Cadastrar curtos-circuitos.elos fusíveis Cadastrar proteções Cadastrar barramentos Para uma maior comodidade do usuário, o sistema já

Para uma maior comodidade do usuário, o sistema já disponibiliza em seus arquivos, o cadastro da maioria dos relés, elos fusíveis e controles de religadores utilizados pelas Concessionárias de Energia, com suas respectivas curvas.

3.2.1 CADASTRO DE REGIONAIS

Serve para armazenar informações com nome dos sistemas regionais.

3.2.2CADASTRO DE SUBESTAÇÕES

Serve para armazenar informações das subestações, tais como código da subestação, nome da subestação e código do regional. Obs. Quando uma subestação passa a ser atendida por outro Regional, basta alterar este campo, para que todas as proteções associadas a esta subestação passem automaticamente para o novo Regional.

3.2.3 CADASTRO DE RELÉS

Serve para armazenar os tipos de relés existentes com os respectivos TAP’S associados, com capacidade para cadastrar até 999 tipos de relés. Para cada relé existe uma família de curvas, com exceção dos relés digitais que utiliza-se equações definidas. RELÉS DIGITAIS COM CURVAS IEC

Os relés digitais com curvas tipo IEC, seguem um mesmo tipo de equação, porem, dependendo do fabricante, poderá haver nomes diferentes para as constantes. Ex.:

Pextron -

URP2000

2

*

Cadastro de curvas de Controle de Religadores

t

URP2000 2 * Cadastro de curvas de Controle de Religadores t M K . d t

M

K . d t

1
1

ABB - SPAC535C

t

de Controle de Religadores t M K . d t 1 ABB - SPAC535C t K
K . I 1 I
K .
I
1
I

ABB - REC316

K . t I 1 I
K
.
t
I
1
I

GE MODELO

SR750/760/745

M K . t E I 1 I p u
M K
.
t
E
I
1
I
p u

Optamos pela nomenclatura do Pextron para referencia , ficando a cargo do usuário fazer as devidas equivalências das constantes quando da utilização de outro relé, e refazer estas equivalências quando do envio dos ajustes para a área responsável pela implantação em campo. O “M” no Pextron representa o múltiplo, e é calculado internamente pela equação M = (P.cc / P.relé).1000 onde,

P.cc = Potência de curto-circuito em MVA

P.relé = RTC.TAP.V

3
3
O “ K “ do SPAC535C corresponde a dt

O

K

do SPAC535C

corresponde a dt

do Pextron.

O do SPAC535C corresponde ao

O

O do SPAC535C corresponde ao

do SPAC535C corresponde ao

K” do Pextron.

 
O “ K “ do REC 316 corresponde a K.dt

O

K

do REC 316 corresponde a K.dt

do Pextron com dt = 1.

 
O “ M ” do GE corresponde ao dt do

O

M

do GE corresponde ao dt do

Pextron

O “ K “ do GE corresponde ao “ K “ do

O

K

do GE

corresponde ao “K “ do

Pextron

O “E” do GE corresponde ao do

O

“E”

do GE

corresponde ao

O “E” do GE corresponde ao do

do

Pextron

RELÉS DIGITAIS COM CURVAS ANSI

Os relés digitais com curvas do tipo ANSI seguem a equação abaixo.

t

B D E M . A 2 3 I I I C C C I
B
D E
M
. A
2
3
I I
I
C
C
C
I I
I
p u
p u
p u

Apesar de não ser objetivo deste trabalho comentar termos utilizados nos estudos de proteção, achamos conveniente mostrar nossa definição de TAP, I. PICKUP e MÚLTIPLO, a fim de evitar interpretações errôneas por parte dos usuários menos experientes, devido as diferenciadas nomenclaturas e definições existente nas literaturas sobre o assunto. TAP: Valor de ajuste nos relés que associados com as RTC’S, liberam uma maior ou menor quantidade de carga que deva circular no sistema.

I.DE PICKUP: Significa o produto do TAP pela RTC e representa o valor máximo da corrente de carga que poderá circular. MÚLTIPLO : É um valor adimensional e é dado pela relação de curto-circuito e pickup.

3.2.4 CADASTRO DE ELOS FUSÍVEIS Serve para armazenar os tipos de elos existentes no sistema elétrico.

3.2.5 CADASTRO DE PROTEÇÕES

Serve para armazenar dados das proteções dentro do sistema regional, com uma codificação especifica que identifica o tipo de proteção e a posição do mesmo dentro do sistema.

3.2.6 CADASTRO

TRIFÁSICO MAX/MIN.

DE

CURTO-CIRCUITO

Serve para armazenar os valores de curto-circuito trifásico máximo e monofásico mínimo em MVA.

3.2.7 CADASTRO

MONOFÁSICO MAX/MIN.

DE

CURTO-CIRCUITO

Serve para armazenar os valores de curto-circuito monofásico máximo e monofásico mínimo em MVA.

3.2.8 CADASTRO DE CURVAS DE RELÉS.

3

O cadastro de curvas é formado por pontos das curvas que

receberá um tratamento matemático nas rotinas de levantamento de tempo. Alertamos que com um maior numero de pontos, melhor será a representação da curva, principalmente na região de maior declividade.

3.2.9

FUSÍVEIS

CADASTRO

DE

CURVAS

DE

ELOS

Este cadastro serve para armazenar todas as curvas de elos

fusíveis, com tempo máximos e mínimos para cada múltiplo no eixo dos X.

3.2.10 CADASTRO DE CONTROLE DE RELIGADORES

Serve para armazenar os tipos de religadores existentes com os respectivos valores de corrente de disparo associados, com capacidade para cadastrar até 999 tipos de religadores.

3.2.11

RELIGADORES.

CADASTRO

DE

CURVAS

DE

O cadastro de curvas é formado por pontos , que receberão

um tratamento matemático nas rotinas de levantamento de tempo.”

3.2.12 CADASTRO DE BARRAMENTOS

O cadastro de BARRAMENTO serve para armazenar informações sobre as barras remotas de um determinado equipamento para ser utilizado quando do levantamento dos tempos de ajuste desse equipamento. Nesse cadastro deve ser informado o código do equipamento, as barras remotas e o código do equipamento de retaguarda, se esta retaguarda não for um equipamento de fronteira (pertencente a outra empresa). Obs: Esse cadastro só deve ser feito após o cadastramento das proteções.

ARI VNA RS0202 DS0202 13 14 15
ARI
VNA
RS0202
DS0202
13
14
15

16

3.3 MANUTENÇÃO DOS BANCOS DE DADOS

A manutenção dos bancos de dados é feita de forma visual

e interativa , dispensando maiores informações.

4. CARACTERÍSTICA DO SISTEMA

4

O sistema foi desenvolvido para atender as seguintes funções

Cálculos de tempos de atuação trifásico máximo / bifásico mínimo.sistema foi desenvolvido para atender as seguintes funções Cálculo de tempos de atuação monofásico máximo e

Cálculo de tempos de atuação monofásico máximotempos de atuação trifásico máximo / bifásico mínimo. e monofásico mínimo. Calculo da unidade instantânea dos

e monofásico mínimo.

Calculo da unidade instantânea dos relés.de atuação monofásico máximo e monofásico mínimo. Coordenação com participação do usuário - De Elos

Coordenação com participação do usuáriomínimo. Calculo da unidade instantânea dos relés. - De Elos Fusíveis - De Relés Eletromecânicos -

- De Elos Fusíveis

- De Relés Eletromecânicos

- De Relés Digitais com curva tipo IEC

- De Relés Digitais com curva tipo ANSI -De Religadorescom controle tipo ME, RESCO, KFE e outros.

Coordenação Automática - Idem ao anterior com exceção de Elos Fusíveis.-De Religadorescom controle tipo ME, RESCO, KFE e outros. Calculo de curto-circuito Levantamento de tempo para

Calculo de curto-circuito- Idem ao anterior com exceção de Elos Fusíveis. Levantamento de tempo para Diretrizes Operativas. 4.1

Levantamento de tempo para Diretrizes Operativas.com exceção de Elos Fusíveis. Calculo de curto-circuito 4.1 CALCULOS DE TEMPO DE ATUAÇÃO Os cálculos

4.1 CALCULOS DE TEMPO DE ATUAÇÃO

Os cálculos de tempos são feitos para a barra onde está localizado o equipamento e mais 9(nove ) barras remotas, e executa as seguintes etapas no cálculo dos tempos:

Verifica no arquivo de curto-circuito, os valores de curto para a barra onde encontra-se o equipamento selecionado e para as barras remotas do mesmo.e executa as seguintes etapas no cálculo dos tempos: Identifica o nível de tensão através do

Identifica o nível de tensão através do código do equipamento.o equipamento selecionado e para as barras remotas do mesmo. Efetua cálculos de múltiplos - Para

Efetua cálculos de múltiploso nível de tensão através do código do equipamento. - Para relés eletromecânicos M U L

- Para relés eletromecânicos

M U L T

de múltiplos - Para relés eletromecânicos M U L T P . c c P .

P . c c

P . r e le

Onde:

P.rele é a potência máxima liberada pelo relé. EX:

P.cc é o valor da potência de curtocircuito.

Pcc = 200 MVA RTC = 300/5 TAP = 5 TENSÃO = 13.8 KV

M U L T

200 000 . 6 0 . 5 . 1 3 , 8 . 3
200 000
.
6 0
.
5
.
1 3
,
8
.
3

-Para elos fusíveis

M U L T

.

Neste caso,

P c c . V . 3
P c c
.
V .
3

o múltiplo,

corresponde a corrente de

curto-circuito (ampéres) visto pelo elo.

EX:

Pcc = 200 MVA tensão = 69 KV

M U L T

200 000 3 6 9
200 000
3
6 9

Verifica tempo nas curvas, se existir, ou calcula o tempo através de equações se o equipamento for digital.= 200 MVA tensão = 69 KV M U L T 200 000 3 6 9

Mostra os dados e resultados na telao tempo através de equações se o equipamento for digital. 4.1.1 BIFÁSICO CALCULO DE TEMPO -

4.1.1

BIFÁSICO

CALCULO

DE

TEMPO

- Para Reles Eletromecânicos

TRIFÁSICO

/

O usuário tem a opção de alterar os parâmetros TAP,

O

usuário tem a opção de alterar os parâmetros TAP,

RTC,CURVA e CORRENTE DE CARGA, sendo que os valores alterados passam por validações com os

bancos de dados, de tal forma, que torna-se impossível

erro de cálculos com parâmetros que não estejam associados com o equipamento em estudo.

o

É feita validação da RTC com relação a saturação

É

feita validação da RTC com relação a saturação

devido a curto-circuito, validação da corrente de pick- up com corrente de carga e validação da corrente de

magnetização tomando como referência tempo menor que (0.1) seg. para (6 x I. carga).

- Para Relés Digitais

Igual aos relés eletromecânicos, diferenciando apenas nos parâmetros e verificações de curvas, já que os digitais utiliza equações ao invés de pesquisar nas curvas.

4.1.2 Cálculo de tempo monofásico max/min

O processo de cálculo de tempo monofásico

máximo/mínimo, segue a mesma filosofia do cálculo de tempo trifásico, diferenciando para barras remotas onde

existe trafos com ligação -Y , pois neste caso o sistema identifica se antes da barra remota para a qual se está

calculando, existe trafo

esta barra serão calculados com relé de fase. Nesta situação o valor da potência de curto-circuito será multiplicado por

2/3,

mesma e o ponto de ajuste, o curto-circuito será multiplicado duas vezes por 2/3. As barras para qual são usados relés de fase, são apresentadas no quadro de

e se a barra remota possuir dois trafos -Y entre a

-Y, e se existir, os tempos para

fase, são apresentadas no quadro de e se a barra remota possuir dois trafos -Y entre
fase, são apresentadas no quadro de e se a barra remota possuir dois trafos -Y entre
fase, são apresentadas no quadro de e se a barra remota possuir dois trafos -Y entre

5

resultados, com um “*” no lado esquerdo do numero da barra.

4.2 CÁLCULO DA UNIDADE INSTANTÂNEA

O calculo da unidade instantânea é feito com 80% do

valor de curto-circuito da barra remota, permitindo em tempo de execução mudança a mudança de percentual para qualquer valor desejado, para obter um maior ou menor alcance. Se não existir barra remota, o sistema informa

que por não existir, o instantâneo será calculado com 50%

do valor da barra própria, mas oferece a opção de alterar o

percentual. Após o cálculo do instantâneo, é feito uma validação para verificar se este valor não é inferior a corrente de “INRUSH” (energização).

4.3

USUÁRIO

COORDENAÇÃO

COM

PARTICIPAÇÃO

DO

A coordenação com a participação do usuário é feita de

forma visual, com a seleção de dois ou três equipamentos, onde o usuário tem opções de fazer alterações de CURVAS, TAP’s e RTC’s , até encontrar um tempo que melhor lhe convenha, e então será mostrado os tempos das barras próprias e remotas dos respectivos equipamentos.

4.4COORDENAÇÃO AUTOMÁTICA

A coordenação automática é feita com a seleção de dois ou

três equipamentos com a escolha da opção “COORDENA”. Esta opção pode ser escolhida duas vezes para cada tela mostrada, sendo que na primeira vez, o sistema fixa os parâmetros e tempos do primeiro equipamento e faz todas as combinações possíveis e aceitáveis de variações dos parâmetros do segundo equipamento, até encontrar um tempo ideal, e caso não consiga, mostra uma mensagem informando o melhor tempo encontrado. Após a mensagem, o sistema altera os parâmetros para valores correspondente ao melhor tempo de coordenação e

calcula os tempos para as barras remotas. Na segunda vez que a opção “COORDENA” é escolhida,

o sistema fixa o segundo equipamento e ajusta o terceiro. Durante a execução da rotina de coordenação, são feitas validações através de pesquisas nos bancos de dados, para identificar se o equipamento anterior é realmente remoto

ao equipamento que está sendo coordenado e para utilizar

somente parâmetros validos definidos previamente no cadastramento. Encontra-se em fase de estudo a elaboração de rotinas para COORDENAÇÃO de um eixo inteiro de uma só vez , com possíveis sugestões de troca de cadeias de relés (relés

eletromecânicos / estaticos) ou mudança das características

de curvas nos relés digitais, quando for impossível fazer a

coordenação com os relés existentes.

5. COORDENAÇÃO DE EQUIPAMENTOS

Para a utilização de coordenação com ou sem a participação de usuário, deve-se usar a opção “CALCULAR” e selecionar três equipamentos.

A coordenação com a participação do usuário é feita de

forma visual, onde o usuário faz alterações de CURVAS, TAP’s e RTC’s , até encontrar um tempo que melhor lhe convenha, já a coordenação automática, o sistema faz várias combinações de ajustes até encontrar uma melhor coordenação.

Para a avaliação de coordenação dos equipamentos com os

de retaguarda, foram considerados os seguintes critérios:

5.1

ELETROMECÂNICOS

COORDENAÇÃO

ENTRE

RELÉS

critérios: 5.1 ELETROMECÂNICOS COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS Trelé1 >= Trelé2 + 0.4 seg. 5.2 COORDENAÇÃO ENTRE

Trelé1 >= Trelé2 + 0.4 seg.

5.2 COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS DIGITAIS

Trelé2 + 0.4 seg. 5.2 COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS DIGITAIS Trelé1 >= Trelé2 + 0.35 seg. 5.3

Trelé1 >= Trelé2 + 0.35 seg.

5.3 COORDENAÇÃO ENTRE ELOS FUSÍVEIS

Trelé2 + 0.35 seg. 5.3 COORDENAÇÃO ENTRE ELOS FUSÍVEIS Tmáx. Fusível 2 <= 75% Tmín. Fusível

Tmáx. Fusível 2 <= 75% Tmín. Fusível 1

5.4 COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS LADO DA FONTE E FUSÍVEIS LADO DA CARGA.

Fusível 1 5.4 COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS LADO DA FONTE E FUSÍVEIS LADO DA CARGA. Trelé >=

Trelé >= Tmax.fusivel + 0.4 seg.

5.5 COORDENAÇÃO ENTRE RELÉS LADO DA CARGA E FUSÍVEIS LADO DA FONTE.

ENTRE RELÉS LADO DA CARGA E FUSÍVEIS LADO DA FONTE. Tmín. Fusível >= Trelé + 0.15

Tmín. Fusível >= Trelé + 0.15 seg.

6. RELATÓRIOS

6.1 RELATÓRIO DE TEMPOS DE ATUAÇÕES DE PROTEÇÕES

Este relatório informa os tempos de atuação dos equipamentos para as barras onde os mesmos se encontram e para as suas barras remotas, de uma determinada subestação ou de um regional.

6.2

PROTEÇÕES

RELATÓRIO

DE

DESCOORDENAÇÃO

DE

Este relatório informa por sistema regional todos os pontos onde exista descoordenação, explicitando para curtos- circuitos trifásicos, bifásicos, monofásicos máximos e monofásicos mínimos, com os critérios definidos nos itens 4.1, 4.2, 4.3, 4.4, e 4.5

6.3 CADASTRO DE REGIONAIS

Este relatório emite a relação dos regionais cadastrados com seus respectivos códigos.

6.4 CADASTRO DE SUBESTAÇÕES

Este relatório emite a relação das subestações cadastradas com as respectivas siglas e códigos dos regionais associados.

6.5 CADASTRO DE RELÉS

Este relatório emite a relação de relés cadastrados com seus respectivos códigos e valores de tap’s associados.

6.6 CADASTRO DE ELOS FUSÍVEIS

Este relatório emite a relação dos elos fusíveis cadastrados com seus respectivos códigos.

6.7 CADASTRO DE PROTEÇÕES

Este relatório emite por subestação ou por sistema regional, as proteções cadastradas com os respectivos códigos e ajustes.

6

6.8 CADASTRO DE CURTO-CIRCUITO TRIFÁSICO MAX/MIN.

Este relatório emite por regional os valores de curto- circuito trifásico max/min.

6.9

MONOFÁSICO MAX/MIN.

CADASTRO

DE

CURTO-CIRCUITO

Este relatório emite por regional os valores de curto- circuito monofásico max/min.

6.10

RELIGADORES

CADASTRO

DE

CONTROLE

DE

Este relatório emite a relação dos controles de religadores com seus respectivos códigos e valores de corrente de disparo associados.

7. CONSULTA

O sistema permite na tela a consulta de todos os bancos de

dados, descoordenação e tempo de atuação das proteções por subestação e/ou sistema regional.

8. OPERAÇÃO

A operação do sistema é feita de forma interativa,

facilita bastante as atividades de cadastros e de cálculos.

o que

9. SEGURANÇA

Foi implementado um cadastro de usuários com níveis de permissão para a operação do sistema, dando uma maior segurança aos bancos de dados. Na opção “CONSULTA” é possível ver a relação dos últimos 20 usuários com data e horário de uso do sistema.

10. CONCLUSÃO

A utilização do SETTIME proporcionará uma redução

considerável no tempo gasto com os estudos operacionais de coordenação de proteções do sistema elétrico, como também uma maior confiabilidade nos resultados encontrados, devido a automatização dos processos. Esta automação não deve ser vista como geradora de

desemprego, mas sim como a liberação de trabalhos repetitivos e exaustivos, diponibilizando assim o ser humano para atividades de níveis mais elevados.

Este software encontra-se em sua versão inicial, estando portanto passível de modificações que venham melhorar ainda mais o seu desempenho, em função de sugestões advindas por parte dos usuários, e esta sendo utilizado pela CEMAR desde fevereiro/98.

7

11.BIBLIOGRAFIA

GTP/CCON/SGAP. Diretrizes para Aplicação de Proteções nos Sistemas de Subtransmissão. II Seminário Técnico de Proteção. Recife 1988.

ELETROBRÁS, COMITÉ DE DISTRIBUIÇÃO. Proteção de Sistemas Aéreos de Distribuição. Editora Campos. Rio de Janeiro 1982.

PINTO FILHO, Moisés Varão . Adequação de Disjuntores, Relés e TC’S utilizando microcomputadores. III Seminário Técnico de Proteção. Rio de Janeiro 1990.

PINTO FILHO, Moisés Varão. Gerência de Ajuste de Proteções. CEMAR São Luis - MA. 1993

VIDAL, Antonio Geraldo da Rocha. Clipper 5.0. Livros Técncose Cientificos. Rio de Janiero 1991.

GTP/SCEE/CCON, Critérios para Graduação de Proteção de Sobrecorrente. Recife 1991.