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CENTKO ]

DIDACTICO DE CNC

,

«ODISEAu

üIanual do utílizador

INDICE

DECLARAçAO DE CONFORMTDADE

Condiçoes

de garantia

lnstruçôes de segurança

DESCRTçAO

Ca racterísticas técnicas do equipamento

Características técnicas

dos acessórios

Verifi cação dimensiona1

Normativas aplicadas na fase de concepçáo

TNSTALAçAO

Transporte do equipamento embalado

Recepção e desembalagem .

,,,7

1 0

11

15

15

16

17

19

23

)A

Transporte do equipamento

,,

,

,

26

I nstalação

27

Ligação eléctrica

30

Ligação do depósito de refrigeração

32

Entrada em funcionamento

uTlLtzAçAo

37

Descrição da máquina

 

,

38

Eixo principal

39

Cobertura.

40

Sistema de amarre automático de porta-ferramentas

Cefitro de hloqritlogent "ODISEA" lvlanuil do utilizddor

42

Folha 3 de 98

Plato divisor Sistemas de fixação

das peças

Placa de desenho e esferográfica retráctil

Sistema de refrigeração

Orgão de contro1o

,,.,

43

43

47

4l

50

'-"""""""" """5i

Instalação eléctrica

53

Painel de botôes

53

Descrição das rotinas básicas de utilização

Procedimento do arranque Procedimento de desligar Procedimento de paragem de emergência

Eixo fora de recorrido

Lista de funçóes auxilia res d ispon íveis

54

54

54

55

55

56

Conceitos tecnoló9icos

57

Nomenclatura dos eixos

57

Sistema de coordenadas

57

Area de trabalho

58

Correctores de ferramenta

59

lnstruçóes de manutenção

Lu brificaçao

64

Cronograma de manutençâo

,,

,

64

Retirada das limalhas da zona de trabalho

 

65

Protecção das partes metálicas

66

Enchimento do depósito do lubrificador de ar comprimido

66

Limpeza e enchimento do depósito de refrigeração

66

Limpeza

geral da máquina

66

Velocidade e força de fecho do resguardo móvel

 

67

Esquemas eléctricos

68

Planos mecânicos

68

TNSTRUçOES GERATS DE SEGURANçA

Segurança pessoal Segurança na zona de trabalho

Segurança pessoal Segurança na zona de trabalho

Segurança das ferramentas

71

72

72

Segurança nas operações de elevaçáo e transporte Segurança na instalação e reinstalação

'1)

Segurança no arranque e funcionamento

73

Segurança na manutenção

74

Perigo: tensão

74

Fluídos utilizados nesta máquína

75

Componentes para a protecção dos utilizadores

76

Defesas

76

Ecrãs

76

ANEXO

79

Centro de nldquinagem "ODISEA' Manual ào ütilízador

Folha 5 de 98

I -::= --:cnioYeregui Donazal Director Gerente da empresa Alecop, S.Coop. Lda., com moraca

no l 1,20500 Mondragón (Gipuzkoa) ESPANA (Tlí 34943712 405), certifica que

:-

:

-:r:r-:-rendi

:i -rq.rinas da sua produçáo, marca ALECOP

Equipo / Product / Equipe

ODISEA

No de Equipo / Product No. / No d équipe

202

No dê serie / Sêrial No / No de serie

1006697916

Cumpre com os requisitos de segurânça exigidos pelas Directrizes Europeias:

.

.

.

Directiz de SEGURANçA DE MÁQUlNAS 98t37ICEE.

Dire<tÍiz de BAIxA TENsÃo 73l23lcEE e modificaçáo 93/68/cEE.

Directiz de coMPATIBILIDADE ELECTROMAGNÉTICA 89/336/CEE e modificaçáos 92l31/

CEE e 93/68/CEE.

((

Fdo. José A. Yeregui Donazar

NOTA: ESTA DECLARAçÁO DEVE SER iIJARDADA PELO UTILIZADOR DA MÁQUINA,

Centro rle n4quinúgcú1 "ODISEA" ivÍafiMl da ütilí.aàar

Falha 7 de 98

O DE CONFORMIDADE

D. José Antonio Yeregui Donazar, Director Gerente da empresa Alecop, S.Coop. Lda., com morada

em c/ Loramendi n"'l 1,20500 Mondragón (Gipuzkoa) ESPANA (T|f.34943712405), certifica que

as máquinas da sua produção, marca ALECOP.

Equipo / Product / Equipe

ODISEA

No de Equipo / PÍoduct No./ No d'équipe

202

No de serie / Serial No. / de sére

10066979í 6

Cumpre com os requisitos de segurança exigidos pelas Directrizes Europeias:

.

Directiz de SEGURANçA DE MÁQUINAS 98137lcÊq,

.

DiÍecrriz de BAIxA TENSAO 73123/CEE e modificaçâo 93/68/CEE.

. Directiz de coMPATIBILIDADE CEE e 93/68/CEE.

((

ELECTROMAGNÉTICA 89/336/CEE e modificaçãos 92i31/

Fdo. Jose A. Yeregui Donazar

NOTA: ESTA DECLARAçAO DEVE SER GUARDADA PELO UTILIZADOR DA MÁQUINA,

Centro.le inEirtdgefi "ODISEA' LÍatlual do utilizadot

Folha 7 de 98

DESCRI

Neste capítulo mostram-se as caracterÍsticas mais relevantes do centro de maquinagem didáctico "ODISEA'i assim como os resultados dos ensaios que foÍam realizados durante o processo de fa brico.

Também se inclui uma lista das normas mais significativas que foram consideradas na concepção da máquina.

CARACTERTSTTCAS TECNICAS DO EgUIPALENTO

Velocidade de rotoção infrnítomente voriáve1

Moto r do co beÇote

,

Par máximo no eixo

Diâmeüo interior do rolomento díanteiro

Tipo de rolomento

Cone interioÍ do eíxo principal

De 100 o 4000 rpm

Assínüono trifásico de L5 Kw.

,

(Opçao a 2.2 kw) N.m. a 2000 rpm.

7

(OpÇoo 9.6 N.m o 2000 RPM)

50 mm.

2 fileiras de esferos, contocto ongular. . DIN 69871-B (lSO-30)

l\4áxima distância entre cobeÇote e mesa

320

Distàncío entre o eixo príncípal e a co1uno

340 mm.

200 mm.

Percurso eixo X Percurso eixo y

-

200 m m.

Motores dos eixos

S e rvo m oto r CC

Empuje dos corros

I,7KN

Guias dos carros

Fusos o esferos Resoluçào eletrônico Desvio do posição segundo VDl344l

Avonço rapido

Avanço de trabalho

Tipo de lubrificoçao

Ce tt'o de Loqüi1t1gel, "ODJSrÀ' irlLlü.ldl Llo utilizdllor

. Guios lineares de recirculação de esferos.

Porco d upla, retifrcodos, Quolidode lT5. 0,0 I mm.

0.02 mm.

5000 mm/mi n. De 0 a 5000 mm / min.

Monuol com lubrifrconte

Folhd l5 rle 98

Tempo máximo do troco deferramento

Peso da máquina com embalogem

Nível de pressõo ocústico segundo DIN 45635

lluminaçao da área de trobolho

Motor redutot de 24 V. DC

1 5 Seg.

8

1460x 910 x 1870 mm

entre 400y 450 Kg. (s/configuração )

1600x 1000 x 2000 mm

entre 430y 480 Kg (s/configuração )

230 V.rl0%o / 50-60 Hz. Monofásica.

2.s KVA. Cobo de 3 fros de secção 1.5mm'z

Menor de 72 dB(A). A4000 r.p.m.

(Com Sonômetro DELTA, modelo HD

1090 mm.

CARACTENÍSITCES TÉCIIICAS DOS ACPSSÓRIOS

Capocidade de abertura

Características do motor da bomba

Folho 16 de 98

Servomotor CCde 60 W.

12000/min

De 0 a 1200o/min

116x100mm

109 x 100 mm 3 KN.

15 l.

Monofásico 230V. / 80W.

Caudal máximo 101/ min.

Centro de maquifiagetfl "ODISEA' Manual do utilizador

DESCRICÃO

VERITICAÇAO DIMENSTONAL

Neste capítulo especificam-se as condiçÕes técnicas de aceitaçáo e controlo das diversas partes do

equipamento assim como os desvios máximos medidos segundo o especificado na norma UNE

31 8-90.

Nivelamento da superficie da mesa de fixãçáo

2

Movimento ciraulâr do cone interior do

fLrso de perfurar

Movimento circulaÍ do cone interioÍ do

3

4

Deslocamento axial do fuso de

perÍurar

Paralelismo da superficie da mesa de fixação com o

seu movimento

longitudinal

Nivelde 200 a 300mm longitude

e 0,03 a 0,5 mm/m

dê sensibilidãde

N4andrino de

medição cilíndrico, com cone de união de 200mm de long. Na parte calibrada. Reló9io apalpador.

Rêló9io apalpador

cilíndrico.

Relógio apalpêdor.

Ponta aplanada

Relógio

apalpador. Régua,

correspondendo a sua longitude ao máximo movímento longitudinal

Cetttrc de 1útlrindgent "ODISEA" L[onua] da utilizador

En direcçáo

AB:

W

0,04mm/m

En direcção

A messa de frxaçáo en direcção

longitudinal e trônsversal as

posiçoes do centro. Colocar o níveL

conforme o desenho en direcçáo

longitudinal (AB) e transverral (CD)

CDi no centro e nos dosis extíemos

W 0,04mm/n

Posiçáo A:

0,01mm

Posiçáo B:

0,02mm

0,0I mm

Ate 50rnm da chumaceirô dianteirô:

0,01mm

Mais de 50mm

da chumaceira

dianteiral

0,02mrn

Máquinas com

movimento

máximo

longitudinal

da mesa

de fixaçãq

até 500mm:

0,02mm

sobre a supeÍficie da rnesa de

fixaçáo.

Colocar o mandrino no cone do

fuso e o relógio no contorno do

calibre. Giraí o fuso. lêndo as indicaçôes do relógio. Medir em

AeB

Colocar o relógio sobre o cono

exterior (perpendicular à superfi cie cónica) ou no contorno do ailindro

centrado. Girar o fuso de perfurar lendo as indicaçôes do relógio.

Colocar a ponta no cone do fuso e o reló9io na superficiê de medlda da ponta. Girar o fuso de perfurar sLrbmetida a pressão axial dirigido para o cabeçote do fuso lento as indicaçóes do relóqio.

Colocar a régua em direcção

longitudinal sobre o cenüo da

mesa de fixôçáo e relógio no cone do fuso com a ponta apalpadora sobre a régua. Mexer a mesa em diíecção longitudinâ1, lendo as

indicaçóes do relógio.

Follla 17 rle 98

No

OBJETO DE

MEDIDA

Perpendicularidade da supeíficie da

6

rn esa de fixação conr o fuso de

perfUrar

Paralelisrno da superficie da rnera de frxaçáo com o

5eu movimênto

7

transversal

PaÍalelisrno ranhura guia da mesa de fixação com o

8

seu movirr1ento

ongitudinal

Perpendi(ularidade

da rânhura gLria

da mesa de frxaçào com o

9

5eLr movimento

t0

transversal

Perpendicu aridade dâ gula do cabeçote do fuso com a mesa de fixação

tu

VERIFICADO POR:

DESCRIÇÃO

APARELHOS DE

MEDIDA

Mesa de fixaçáo em direcção

longitudinale na posição média,

fixar o braço giratório e o relógio

Relógio

no fuso de perfurar. Colocar a

elevâala

êpâlpàdor. Braço

En 300mm

réguâ sobre a rnesa fixaç;o na

giratório. Régua,

de long. de

posição AB ou CD com a ponta

correspondendo a

mediçáo-

apôlpadora em A ou C sobre a

sua longitude ao

AB:0,02mm

réguâ. lnversão, girar o fllso 180

largo da mesa de fixaçáo

CD:0,02mrn

Com a Ponta apalpadora em B ou D. Nãs rnáquinas com mesa de

 

consola móvel: para ABra mesa de fixação à frente (A) mais

A mesa de fixaçáo em direcção

longitudinal ao centro. Coiocàí

Reló9io

apalpador. Régua,

aorrespondendo

0,02mm

de todo o movlmento

a régua em direcção transveÍsal sobre o centro dâ mesa de fixaçáo

a sua long. ao Largo da mesa de fixaçáo.

transversal da n'r esa de fixação.

e o relógio no cone do fLrso com a ponta apalpadora 50bre a régua. lúexer a mesa de fixaçào em direcçáo tÍansversal lendo as

Tâbela de protecção de 150mm de long.

minima. Relógio

apalpador.

Esquadro de cruz,

aoÍespondendo

a long. do lado de mediçáo

ao movimento

transversal.

Reló9io apalpador

Escuadro com lado de mediçáo

mínimo de

200rnm. Relógio

apalpador

Máquinas con

movimento

máximo

long itudina

'da mesa de

fixaçáo, até

indicaçÕe5 do reióqio.

Alojar a tabela de protecção na ranhura guia da mesa de fixação. Colocôr o relógio no cone do Íuso aom a ponta apalpadora sobre

a tôbela de protecçáo {no plano horizontal). Mexer a mesa de fixâção en direcçáo longitlrdinâ1,

500mm:

agaíÍando máo tabela de

0,02mnr

prote.çáo e endo as ind;caçóes do Íe óqlo.

O esquadro deitô contÍa a ranhuÍa

0,02mrn

guia da nesa de frxaçáo. O relógio

de todo o movimento

no cone da fuso, colocando a

ponta apalpadora no esquadío

transversêl da mesa de

com a p ano horizontal. Mexer a rnesa de frxação em direcçáo

fixaçáo

transversal lendo as indica(ôês do

relógio.

A

mesa dê fixação ao cenÍro em

direcçáo ongitudinal e transversal,

Iúáquina s aonm graduação máxima

fixando o cabeçote do fuso na posiçãô mais baixa. Colocar o esquadro sobre a mesa de fixâçáô e o relógio no cone do fuso com

de mêis de

a ponta apalpadora embaixo no

100mm de

esquadro. A iviar o cabeçote do

cabeçote do

fuso deslocando-a

para a poriçáo

fusor

superlor e voltar a fixar. Ler as

a)0,02mm

indicaçóes do relógio nas duas

b)0,02mm

posiçôes extremas encimâ e embãixo dos esquadros do ado de mediçáo.

NORMATTVAS ÂPLICADAS NA EASE DE CONCEPÇAO

prEN-953:

Segurança das máquinas. Resguardos. Requisitos gerais para a concepçáo

e a construção de resguardos fixos e móveis.

pÍEN-999:

Segurança nas máquinas. Posicionamento dos dispositivos de prote(ção em Íunção da velocidade de aproximação de partes do corpo.

prEN-1837:

Segurança nas máquinas. Iluminação integrada às máquinas,

UNE EN-292/1

e /2: Segurança das máquinas. Conceitos básicos, prin<ípios gerais para a

concepçáo:Terminologia básica, Metodologia, Princípios e Especifi caçóes té<nicas.

UNE EN-294:

Distâncias de segurança para impedir que se alcancem zonas perigosas <om os membros superiores.

UNE EN-349:

Distâncias de segurança para impedir o esmagamento de partes do corpo

humano.

UNE-EN 4I4:

Regras para a elaboraçáo e apresentação de normas de segurança.

UNE EN-418:

Segurança das máquinas, Aparelho de paragem de emergência.

UNE EN.563

Segurança das máquinas. TempeÍatura de superÍícies acessíveis, Dados

ergonómicos para estabelecer valores limites de temperatura para

superfícies quentes.

UNE EN-842:

Sinais visuais de perigo. Requisitos gerais, <oncepção e ensaio.

UNE EN-983r

Requisitos de segurança para as transmissóes hidráulica e pneumática. Pneumática.

UNE EN.1O37

Segurança das máquinas. Prevençáo de uma entrada em marcha

intêmpestiva.

UNE EN-1050

Segurança das máquinas. Princípios para a avaliação do ris<o.

UNE EN-1088:

Dispositivos de encÍavamento associados aos resguardos.

UNE 15300:

Máquinas-ferramenta. Código de verifi caçáo das máquinas-ferramenta. Parte l: Precisão geométrica das máquinas funcionando em vazio ou em

UNE 15323:

condições de acabado.

Tornos horizontais revólver e automáti(os monoparafuso. Parte 1! tornos com diâmetro de passo de barra menoÍ ou igual a 25 mm e diâmetro de

pÍato menor ou igual a 160 mm. Controlo da precisáo.

CefltÍo cle nrtquinagen "ODISEA' Mallual do utilizadot

Folln 19 de 98

UNE EN-31688/1: Acústica. Procedimento prático paÍa a concepção de maquinaria e aparelho de baixa frequência. Parte 1: Planificaçâo.

UNEEN-60204/1: Segurança das máquinas. Aparelho eléctri<o das máquinas. parte 1.

Requisitos gerais.

UNE EN-60529: Graus de protecçáo das envolturas, (CEl 529)

UNE EN-61310/2: Sinais visuais de perigo. Requisitos gerais, concepção e ensaio. parte 2:

Folho 20 de 98

Requisitos para o marcado,

Centro de fiaquiflagehl 'ODISEN' Mctnudl ào utilimdor

ü

§ i

I

o

Neste capítulo mostra-se tudo que é necessário para efectuar o processo de instalaçáo do

equipamento. O processo descreve-se deforma sequencial, desde a recepção do material embalado

até ao início do funcionamento do mesmo.

Porém, o utilizador pode encontra r, ao longo do mesmo, os meios necessários para inicia r as diversas operaçôes.

TRANSPORTE DO EgUIPAIVIENTO EMBAT,ADO

O equipamento é fornecido numa embalagem de madeira completamente fechada. Quando as condiçoes do transporte assim o Íequerem, a máquina é introduzido previamente numa bolsa

hermética que o protege dos agentes atmosféricos mais adversos.

Dimensões da embo1a9em

Peso do máquíno com embologem

Elementos de elevaÇào e tronsporte

1600 x 1000 x 2000 mm.

. entre 430 e 480 Kg.

(s / configuraçao)

.Empílhodor ou porto-paletes"

Para efectuar a carga e descarga elevar a embalagem pela sua base por meio de uma carreta elevadora conforme é indicado na figura seguinte. Com o objectivo de facilitar a sua deslocaçáo, a embalagem foi concebida para ser transportada em ambos os sentidos.

Fig.1. Transporte do equípamento embalado

Cefitro de nútl intlgtt r "ODJSEÁ" l,Íatl al da tilizdLlor

Folha 23 àe 98

Dada a altura do centro de gravidade do equipamento, recomenda-se verificar a sua estabilidade uma vez eievado do solo, antes de ser transportado.

Verificor o estado dos meios de manutenção antes de proceder à sua utilização. A utilização destes equipomentos realizar-se-á

excl usivo m ente p or p essoa I especi al izad o.

RDCEPÇAO E DESEMBAI,AGEM

Antes de proceder à abertura da embalagem, verificar a possível existência de qualquer dano

ocasionado pelo transporte que possa afectar a integ ridade da máquina. No caso de se detecta rem deficiências, compete ao destinatário entrar em contacto com a empresa responsável do tÍa nsporte

para efectuar a correspondente reclamação. Habitualmente existe um seguro de responsabilidade que cobre este tipo de contingência.

Verificar, da mesma forma, as restantes caíxas que ocasionalmente possam acompanhar a máquina, completando o volume do fornecimento. (acessórios, consumíveis, ferramentas auxiliares, etc.)

A embalagem que contém a máquina, como se pode observar na figura seguinte, está desenhada para ser desmontada, armazenada e reutilizada posteriormente.

Folhd 2-l (1. 98

fig.2. Detalhe da embnlagem desmontada

Cc ttu de tnaLluifiagenl "ODISEA" ltÍanuol do utilizaLlor

A embalagem desmonta-se Íapidamente através de um sistema de linguetas e ranhuras. Para isto basta utilizar uma chave de fenda plana do tamanho adequado seguindo o processo descrito na

figura segu inte.

Fíg.3. Processa àe abertura da embalagent

Antes de remover o equipamento retiraí os revestimentos de plástico que o protegem. Para facilitar o acesso e manipulação, o equipamento é fornecido com os dois tampÕes dianteiros

desmontados. Retirar os tampÕes para colocá-los assim que se tiver situado a máquina na sua

localização defi nitiva.

O equipamento encontra-se fixado à base da embalagem através de duas varetas roscadas que impedem que se desloque no seu interior. Estas varetas têm de ser retiradas desenroscando as

porcas que se encontram na parte inferior da embalagem por meio de uma chave fixa de bocas

paralelas de 17 mm. antes de proceder à extÍação do equipamento.

Na seguinte figura é observado um detalhe das varetas roscadas que é recomendável conservar para que possam ser utilizadas em posterlores transportes do equipamento.

l-i9.1. Pnrafu:os de fxaçào nl cmbalagem

L.l/,d.1',,r.r.r.,r,,.,X.,,, 'ODi (É \' \l tt,ttu,lo tttl'-,tJo,

Follttt )i l;98

TRANSPORTE DO EgUTPAMENTO

A seguir mostram-se alguns dados a considerar para esta operação:

Peso da máquino sem embologem

Elementos para rethar o equipamento

Elementos paro

transporte o equipamento

,.,,,.,,,,.,entre

400 e 450 Kg.

, ,,,,,,correto

elevadora.

,,,,,,,.,.carreta

elevadoro.

Para extrair o equipamento da êmbalagem utilizar a carreta elevadora, comoé indicado na seguinte figura, tendo cuidado para não danificar a parte frontal do corpo da máquina com as forquilhas.

Fig.S. Transporte do equipamento

Umâ vez retirada a máquina, proceder à colocaçáo no lugar destinado à sua instalação.

Folha 26 de 98

Centro de nlaquinagem 'ODISEA' Manual do utilizador

TRÂNSPORTE DO EgUIPALENTO

A seguir mostram-se alguns dados a considerar para esta operação:

Peso da máquina sem embalagem.

Elementos

pora

retirar o equipamento

Elementos

pora

tronsporte o equipamento

,

entre

400 e 450 Kg.

correta elevadora-

elevadora,

,.carreto

Para extrair o equipamento da embalagem utilizar a carreta elevadora, como é indicado na seguinte figura, tendo cuidado para não danificar a parte frontal do corpo da máquina com as forquilhas.

Fig.S. Transporte do equipamento

Uma vez retirada a máqu ina, proceder à colocaçáo no lugar destinado à sua instalaçáo.

Folha 26 de 98

Cefltro de fiaquifiagetn "ODISEA' Manual do ltilizadot

INSTAT"AçAO

É indispensável que a máquina esteja situada numa sala convenientemente iluminada, onde não

seja m produzidas vibrações e onde náo haja grandes diferenças de temperatura e humidade já que as

más condições ambientais podem reflectir-se no correcto funcionamento e na vida da máquina.

A máquina cumpre as directivas europeias de compatibilidade electromagnética. Todavia, é

aconselhável mantê-la afastada de fontes de perturbação electromagnética, como:

. Cargas potentes ligadas à mesma rede que a máquina.

. TransmissoÍes portáteis próximos (Telefones portáteis, emissores de raio)

. Transmissores de Íaio/TV próximos.

.

.

Máquinas de soldadura por arco próximas.

Linhas de alta tensáo próximas.

A seguir mostram-se osvalores patentes de humidade etemperatura recomendáveis pa ra o correcto

funcionamento do equipamento.

Humidade relativa

Tem peratu ro E M fu n ci o n a m e nto

Tem perotu ro SEM fu n ci on am ento

lnferior o 95Vo sem condensação a 45oC Entre 50C e 45oc

Entre -250C e 700C

A máquina deve colocar-se sobre uma superficie convenientemente rígida para que oapoio se rea lize

de forma eficiente e possibilite ao utilizador uma utilizaçáo isenta de riscos. Um apoio incorrecto influirá negativamente na qualidade da resposta da máquina e no bem-estar do utilizador.

Prestar especial atenção à existência de barreiras aÍquitectónicas que possam impossibilitar a

colocaçáo e/ou transporte da máquina no interior do edifício (portas de acessq degraus, limitaçóes dos monta-cargas, largura dos corredores, etc.).

Na figura seguinte mostram-se as dimensões gerais do equipamento a serem consideradas para

escolher a situaçáo mais adequada às caracterÍsticas da mesma.

Centro de rfiaquinagetk 'ODISEA' Mak al do utilizadoÍ

Folha 27 de 98

E

E

o

N

<- 690 mm --+

<- 1460 mm

-)

1870 mm

Fig.6. Dimensões gerais do equípamento

<- 910 mm

)

Para possibilitaÍ uma correcta êxploraçáo do equipamento, tanto do ponto de vista da utilização

como do de manutençáo, recomenda-se respeitar com o resto do meio envolvente, as distâncias que se indicam na figura seguinte.

500 mm

500 mm

700 mm

Fig.7. Distâncias mínimas a manter com o meio enyolyente

O equipamento apoia-se sobre quatro pernas a nti-vibratórias oscilantes reguláveis em altura. Uma

vez colocado o equipamento na sua localização definitiva, proceder ao nivelamento rodando os

pernos roscados dos respectivos apoios com uma chave fixa de bocas paralelas de 14 mm até se verificar que a máquina se apoia nos quatro pontos por igual. Uma vez realizado o nivelamento, proceder à imobilização das pernas, aparafusando as contra-porcas para o efeito com uma chave

fixa de bocas faralelas de l9 mm.

Folha 28 àe 98

Cefitro de maquinagen "ODISEA' Manuol do utilízoLlor

F ig. 8. Per nas anti- v íbratórias o scilantes reguláv eis

Assim que a máquina tenha sido situada na sua localização definitiva proceder à montagem dos dois tampoes dianteiros.

Para isso, colocar cada um dos tampões como é indicado na seguinte figura, aproximando-os às arestas da base do equipamento até que os travamentos metálicos posicionem-se nos orifícios.

Posteriormente exercer u ma ligeira pressão para baixo para que os travamentos sejam introd uzidos

corretamêntê nos orifícios.

Figura 8b. Colocaçao das protecçoes laterais

Centro Lle nldquindgetn "ODISEA' llanual do utilizador

Folha 29 de 98

LIGAÇAO ELECTRICA

A máquina é fornecida preparada para ser ligada à rede eléctrica através de uma tomada de

corrente do tipo Schuko. Para rea lizar a ligaçáo é imprescindível respeitar as seg uintes ind icaçÕes que possibilitarão um funcionamento seguro, tanto para a máquina como para o utilizador.

Tensoo de olimentaçoo Monofásíco .

230

V x 100/o / 50-60 Hz

Potê nci o i n stol oda

,

2.5

KVA

Cobo de olimentação

Cabo

de 3 fros de secÇoo I .5 mm,

Para a ligaçáo correcta do equipamento, recomenda-se

utilizar uma tomada de tensão homologada do tipo:

Com os pólos dispostos como mostÍa a figura seguinte:

1, TERRA

2. NEUTRO

3. FASE

Fig.9. Disposicào dos palos na tomada de ligaçào.

Para os casos em que a tomada de tensão se.ja do tipo:

Substituir no armário eléctrico o cabo da lin ha de Neutro do cartucho dos fusíveis de entrada FU10

pelo fusível de 20A que se fornece. Se a intensidade do curto-circuito da insta laçáo é superior a 20 KA o utilizador terá que reforçar a protecção dos cu rtos-circu itos.

A protecção da tomada de tensáo a que se liga a máquina deve ser realizada pelo utilizador atraves

de um disjuntor magnetotérmico de 15 A.e um interruptor diferencial de 30 mA. Qualquer que seja

o regime do neutro da instalação eléctíica de alimentação da máquina (TITN ou ITN).

Antes de ligar o máquina à rede eléctrica é importonte verificar com um

voltímetro que:

. A rede proporciono a tensão indicada na placa de características da

móquino.

. Na tamada de corrcntet o fose, o neuüo e a terra estão dispostos convenientemente.

Falha 3A dc 98

CetitÍo de fiutluiMge r ''ODISEA" Llonual dLt utilizotlor

LIGAÇAO PNEUIT{ATICA

O modelo mais básico não precisa de instalação pneumática para a sua utilização,já que náo inclui nen hu m elemento desta natureza mas, qua ndo se fornece a máq uina prepa rada para a sua ligação

em célula de fabricação flexívet, é necessário a utilizaçáo do ar comprimido para o accionamento do resguardo móvel e o prato de garras.

Neste caso, a máquina dispoe de uma unidade de a con d iciona mento do incorporada no habitáculo

posterior e convenientemente ajustada. Esta u n idade compóe-se dos seguintes elementos:

1.

I

illL

I

:-\

1- Manómêtro

2- Regulador de pressáo

3- Válvula de acionamiento manual

4- Filtro desumidifi <ador

5- Lubrifi<ador

6-Presostato

Fig.10. Unidade de acondicionamexto do ar

Para a sua ligação basta introduzir o tu bo pneu mático indicado no boca I da ju nta de tomada rápida identificada por definição, situada na parte lateral direita do corpo da máquina.

No manómetro da unidade de acondicionamento pode observar-se a pressáo do circuito, uma vez

que seja realizada a ligação à rede de ar comprimido. Para peÍmitir a entrada de ar ao circuito da máquina rodar 90o a chave de passo.

A unidade de acondicionamento dispõe de uma vólvula de acionamento manual com trava de segurança que permite a

depressurização do sistema, com alívio do pressão residual, Quondo o iistema estiver despressurizado permite colocação de cadeado.

Cetltro de núquinege,n "ODISEA" llanunl do utili2ddoÍ

Follu 31 de 98

INSTALAÇAO

LIGAÇAO DO DEPOSITO DE REFRIGERA.çAO

Todos os modelos incorporam a pré-instalaçáo para a ligação do dispositivo para a refrigeração da íerramenta de trabalho, disponível como acessório.

Com o objeto de tornar independente o acessório de refrigeração do conjunto do material optou-

gerar um depósito anexo ao material que permite gerir de forma automática o uso do

se poÍ

Íefrigera nte.

Fig.11. Depósito de refrigeraçào.

Antes de proceder ao enchimento do depósito consultar as indicaçÕes do capítulo de

"MANUTENçAO'i

Para realizar a ligação do depósito será necessário introduzir o tubo de saÍda do refrigerante e

o de retorno nas suas respectivas fichas rápidas situadas na tampa do depósito de refrigerante,

certificando-se de que ficam correctamente ligados tirando ligeiramente deles, uma vez

introduzidos.

Para a ligaçáo eléctrica do motor da moto-bomba basta introduzir a ligação do cabo na ficha situada

no interior dô habitáculo destinado ao depósito.

No caso de se desejar instalar um dispositivo de refrigeraçáo diferente ao proposto pelo fabricante, é da responsa bilidade do proprietário da máquina qualquer dano que o mesmo possa ocasionar à máquina.

Antes de efectuat a ligação do depósito de refrigerante certifrque-se de que o equipamento não se encontro ligado à rede eléctrica (comutador qeral na posiçôo "desligado").

Folha 32 dt 98

Ce lra de fiaquingeüt "ADISEA" Monuil do utilizaílaÍ

ENTRADA EM TUNCIONAIVIENTO

Uma vez realizadas as acçóes descritas anteriormente, a máquina encontra-se em condição de ser

posta em funcionamento.

Não é preciso realizarnenhuma acçáoespecial na primeira entrada em marcha, Para ligar a máquina basta accionar o seccionador na parte esquerda da base da máquina.

Fig.12. Detalhe do accionamento do seccionador

Para o transporte, como medida de segurança, o carrossel porta-ferra mentas é imobilizado com

uma pequena peça retangular aparafusada no apoio inferior do eixo de giro do braço.

Fig.13 Amarre do carrossel

Cenlro de iúquinngetn "ODISEA" larüMl do ütilizddoí

Folha 33 .le 98

Depois da instalaçáo do programa de controlo, segundo as instruções do manual, abrir a proteção móbil carregando na tecla correspondente e tirar a peça com uma chave.

No item "Descriçáo das rotinas básicas de utílização" do Capítulo "UTILIZAÇÃO'descreve-se

o

processo de ligaçáo, entrada em funcionamento e desligação da máquina assim como a forma de

proceder pera nte uma emergência.

Esta máquina é fornecida totalmente limpa e lubrificada, com as superfícies metálicas recobertas com uma capa de anti-oxidante. Caso tenha passado um longo período de tempo entre a data de

recepção e a de entrada em marcha será conveniente limpar as zonas mecanizadas com um produto

adequado, procedendo posteriormente à sua lubrificaçáo com uma fina capa de óleo.

Antes de proceder à utilização do equipamento rccomenda-se ler atentamente os instruçôes de utilização do CNC que é fornecido com o equipamento.

Folha 31 dê 98

Cektro àe maquiflagel]r "OD$EA' Manuol do utilizador

Depois da instalaçáo do programa de controlo, segundo as instruçôes do manual, abrir a proteçào móbil carregando na tecla correspondente e tirar a peça com uma chave.

No item "DescÍição das rotinas básicas de utilizaçáo" do Capítulo "UTILIZAÇÃO" descreve-se o processo de ligação, entrada em funcionamento e desligaçáo da máquina assim como a forma de proceder perante uma emergência.

Esta máquina é fornecida totalmente limpa e lubrificada, com as superfícies metálicas recobertas com uma capa de anti-oxidante. Caso tenha passado um longo período de tempo entre a data de

recepção ea deentrada em marcha será conveniente limpar as zonas mecanizadas com um produto

adequado, procedendo posteriormente à sua lubrificaçáo com uma fina capa de óleo.

Antes de proceder à utilização do equipamento recomenda-se ler dtentamente as instruções de utilização do CNC que é fornecido com o equipamento.

Folha 34 de 98

Centro de maquinagent "ODISEA' Monuol do utilizadot

UTILI

Neste capítulo descreve-se detalhadamente cada um dos grupos funcionais e os acessórios que acompanham a máquina. Antes de trabalhar com a máquina recomenda-se a leitura detalhada deste capítulo para realizar uma correcta utilização dos mesmos.

Por outro lado apresentam-se as instruçÕes de uso da máquina assim como a maneira de proceder

peÍante as incidências que possam ocorrer.

Por fim, para possibilitar uma correcta assimilaçáo dos conceitos tecnológícos básicos, realiza-se uma breve explicaçáo dos mais significativos.

DESCRIÇAO DA MAgUINA

A máquina está formada pelos seguintes grupos construtivos:

-A

Fíg.11.

Bancada

Carros

Revestimento

Órgão de controlo

Armário elétrico.

. Trocador de feÍrâmentas

Sistema de fixação

Prato divisoÍ

Circuito de refrigeração

Painel de botões

Grupos construtit,os da máquína.

A seguir descreve-se as caracteÍísticas principais de cada um deles.