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MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA

ESTADO DO MARANHÃO

DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES

2006 - 2015

ESTADO DO MARANHÃO DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES 2006 - 2015 ANEXO DP-35 DIRETRIZES / Proposições por Campos

ANEXO

DP-35

DIRETRIZES / Proposições por Campos e Setores

1. Proposições Econômicas e Sociais

c) Setor Saúde

i. Serviços de Saúde de Qualidade para Todos

D.01

Formular e implementar a política de promoção dos recursos humanos do setor, adequada ao novo modelo de atenção à saúde.

P.01

Valorização dos profissionais da área de saúde - médicos, paramédicos por meio de uma política de remuneração adequada;

P.02

Aperfeiçoamento e reciclagem constante dos profissionais da área de saúde pública, mediante convênios com universidades e instituições voltadas para o ensino profissionalizante;

P.03

Valorização dos salários do pessoal em contato direto com o usuário/paciente, atraindo profissionais dispersos na burocracia e incentivando melhorias na qualidade dos serviços prestados;

P.04

Solução dos problemas pendentes de isonomia salarial, quadro de carreiras e remunerações;

P.05

Estímulo à formação de profissionais não-médico ligados ao gerenciamento, manutenção e eficiência do sistema de saúde;

P.06

Promoção de maior integração entre diferentes setores governamentais e não-governamentais para implementação de política de capacitação de recursos humanos, de modo a ter um quadro técnico e de gerência preparado para enfrentar os condicio- nantes e determinantes dos problemas de saúde da população, lançando mão de pactuação e parceriais, com gestores munici- pais e de outros municípios e estados vizinhos, universidades, faculdades, fundações de estudo e pesquisas entre outros;

P.07

Desenvolvimento de políticas de recursos humanos para a saúde, sob a ótica da descentralização, com autonomia gerência pro- gressiva dos distritos e unidades de saúde;

P.08

Fortalecimento da capacidade gerencial e técnica dos funcionários e dirigentes - principalmente com vistas à instalação e funcionamento progressivo dos Distritos Sanitários.

D.02

Complementar a implantação e aperfeiçoamento do modelo de atenção à saúde, conforme preconizado nas disposições constitucionais e na legislação do setor.

P.09

Adequação da legislação municipal às normas com provimento de instrumentos como Plano Estadual de Saúde, Alimentação e Nutrição;

P.10

Instituição do Sistema Integrado Municipal de Informações de Saúde, com vistas a uma melhor confiabilidade e seletividade dos dados necessários ao planejamento das ações e serviços estaduais de saúde no curto e médio prazos;

P.11

Continuação do processo de descentralização e municipalização das ações e serviços de saúde, mediante:

- adoção e transferência para a gestão do Município da experiência, dados e informações do sistema estadual e federal, no que se refere ao acompanhamento e realização de ações e serviços próprios e privados sob a gerência municipal;

- participar, através da participação dos quadros técnicos municipais, do establecimento das bases de apoio técnico a ser pres- tado pelo Estado;

- recuperação e manutenção das transferências de recursos financeiros destinados ao programa de saúde municipal e garan- tia da sua inclusão nos orçamentos dos diversos entes envolvidos;

- estabelecimento do esquema de hierarquização da rede, implantação e acompanhamento do sistema de referência e contra- referência intermunicipal e interregional;

- otimização da rede existente no Município, mediante integração em caráter complementar das instituições privadas sem fins lucrativos ao SUS, observadas as disposições previstas na legislação do setor;

- estímulos, sobretudo através de campanhas, à participação efetiva do Conselho Municipal de Saúde, e de movimentos da ciedade civil organizada, no planejamento e acompanhamento das ações e metas definidas no Plano Municipal de Saúde;

- criação, nas áreas de escassa densidade de serviços, de uma rede de "vigilantes de saúde" para encaminhar doentes cuidar de vacinação (em campanha ou regular), chamar ambulância, dentre outras;

- descentralização/municipalização do Sistema, redimensionando-o de acordo com as características socioeconômicas, epide- miológicas e demográficas do município de Açailândia;

- garantia da intersetorialidade e eqüidade nas políticas e ações de saúde, impulsionando a atual política de descentralização,

Anexo DP-35

LC 004/2006

Referência: Art. 87

MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA

ESTADO DO MARANHÃO

DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES

2006 - 2015

ESTADO DO MARANHÃO DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES 2006 - 2015 ANEXO DP-35 DIRETRIZES / Proposições por Campos

ANEXO

DP-35

DIRETRIZES / Proposições por Campos e Setores

   

procurando garantir eficácia e qualidade; - atribuição aos Conselho Muncipal de Saúde do controle social do sistema, conferindo maior poder de controle ao usuário fi- nal dos serviços de saúde;

D.03

Direcionar a oferta de serviços e equipamentos à problemática e às necessidades específicas do Município, bem como a sua condição de pólo sub-regional.

P.12

Ampliação e otimização da rede de referência e prestação de serviços do Município, com prioridade para as áreas periféricas, e incorporação de centros de saúde e hospitais sub-regionais, e definição e adoção de padrões locais no dimensionamento e o- peracionalização das UBS (Unidades Básicas de Saúde) e ambulatórios;

P.13

Garantia da manutenção sistemática e de reformas em todas as unidades da rede pública e privada de saúde, visando a man- tê-las em bom estado de conservação e funcionamento;

P.14

Criação e operação de um serviço municipal de ambulâncias dotado de comunicação por rádio e/ou telefonia celular, para o en- caminhamento de emergências;

P.15

Ampliação daa oferta de serviços em especialidades cujas ocorrências são acentuadas pelas condições sociais básicas e pela escala de aglomeração urbana (AIDS, dependentes de álcool e drogas);

P.16

Incorporação definitiva do atendimento odontológico à rede básica de serviços de saúde do Município;

P.17

Implantação gradativa de serviço especial voltado ao atendimento domiciliar a idosos/doentes impossibilitados de caminhar;

P.18

Melhoria de qualidade do atendimento às crianças e gestantes, mediante estímulos à criação de serviços de referência e contra- referência;

P.19

Prosseguimento das campanhas de medicina preventiva (vacinação de massa, diagnósticos precoces e campanhas educativas em geral;

P.20

Estímulo, em articulação e parceria com os agentes de educação, à difusão dos conhecimentos básicos sobre saúde e higiene;

P.21

Intensificação e dimensionamento, segundo as especificidades municipais, dos serviços de vigilância epidemiológica e sanitária; nitária;

P.22

Garantia, por meio de acordos intersetoriais, do acesso amplo, fácil e rápico dos usuários aos serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, inclusive aos medicamentos pertencentes à rede de farmácia básica, além dos fármacos de alta complexidade;

D.04

Implementar medidas de planejamento e orçamentação de interesse do setor de saúde.

P.23

Respeito à filosofia, metas, princípios e diretrizes do SUS: equidade visando a universalidade, fornecimento de serviços de qua- lidade, atendimento respeitosos e atenciosos; integralidade no atendimento com ações simultâneas de promoção, proteção e re- cuperação da saúde;

P.24

Promoção dos meios para ampliar e facilitar o acesso dos usuários à rede do sistema de saúde, de modo que possa ser utiliza- da, quando necessário, em toda a sua potencialidade, com centros de saúde e unidades especializadas funcionando 24 horas, promovendo o acesso dos usuários aos hospitais no que tange aos potenciais atualmente existentes e com o aumento de leitos/ vagas especialmente em psiquiatria e obstetrícia;

P.25

Viabilização de meios junto à SES e o MS para melhorar o atendimento hospitalar da atividade ambulatorial e diminuição da mor- talidade infantil e materna;

P.26

Intensificação das ações de cuidados neonatais e pediátricos, aumentando a atenção frente às doenças mais comuns nessa fai- xa etária, com ampliação do atendimento relacionado às carências nutricionais;

P.27

Intensificação das ações e cuidados com idosos, aumentando a atenção frente às doenças mais comuns nessa faixa etária;

P.28

Contratação de serviços privados de saúde de forma complementar, mediante processo licitatório ou rigoroso processo de ava- liação e controle, exclusivamente onde não houver possibilidade de atendimento pelos serviços públicos;

P.29

Melhoria, de forma contínua e progressiva, da administração e gestão, que tem fulcro na idéia do envolvimento, comprometimen- to e participação de todos os setores da organização;

Anexo DP-35

LC 004/2006

Referência: Art. 87

MUNICÍPIO DE AÇAILÂNDIA

ESTADO DO MARANHÃO

DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES

2006 - 2015

ESTADO DO MARANHÃO DIRETRIZES E PROPOSIÇÕES 2006 - 2015 ANEXO DP-35 DIRETRIZES / Proposições por Campos

ANEXO

DP-35

DIRETRIZES / Proposições por Campos e Setores

 

P.30

Busca de maior interface, inter-relacionamento e integração da instância municipal com a SES e com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA), de modo a integrar, potencializar e otimizar as ações e os recursos aplicados em projetos/programas simila- res ou complementares;

P.31

Adequação dos procedimentos orçamentários e financeiros ao modelo assistencial e de gestão, através de uma política de alo- cação de recursos subordinados à lógica da Eqüidade, Universalidade, Hierarquização, Regionalização e Efetividade;

P.32

Adoção da Vigilância à Saúde enquanto proposta de modelo assistencial integrado;

P.33

Alocação de recursos orçamentários e financeiros de acordo com os problemas de saúde identificados nas áreas dos respecti- vos Distritos de Saúde e/ou nas diversas Regiões Administrativas (RAs);

P.34

Integração dos órgãos públicos e privados para uma atuaçãol mais efetiva sobre os agravos/doenças decorrentes das condi- ções de saneamento, inclusive para o controle e solução das reais causas;

P.35

Desenvolvimento e implementação de uma política de Alimentação e Nutrição, com vistas à segurança alimentar e melhorias do estado nutricional da população, sendo necessária a ampliação do quadro de nutricionistas: a promoção de encontros para a discussão dos problemas de alimentação e nutrição no nosso meio, para os prestadores de serviços, usuários e estabelecimen- tos de parceria da Vigilância Sanitária e organismos outros voltados para a questão da nutrição, objetivando ações conjuntas na fiscalização de serviços de alimentação e nutrição;

P.36

Adoção de modelo assistencial baseado na "oferta organizada" realizada no âmbito da Unidade de Saúde, do Disitrito Sanitário ou Região Administrativa, incluindo noções de territorialização e integralidade da atenção de impacto epidemiológico;

P.37

Orientação do planejamento da saúde, baseado em modelo assistencial desenvolvido para uma base populacional específica, onde o enfoque epidemiológico sirva para o controle dos problemas de saúde e onde a promoção da saúde inclua outros ele- mentos que produzem impactos positivos sobre a mesma, tais como: alimentação, renda, etc., dirigindo a atuação para medidas específicas que consigam prevenir a ocorrência de doenças e agravos;

P.38

Descentralização dos recursos, concessão de autonomia gerencial e flexibilização administrativa aos Distritos Sanitários (DS) indispensáveis para o cumprimento das metas em cada unidade de saúde com qualidade e resultados mensuráveis;

P.39

Estabelecimento de medidas de avaliação de desempenho de forma a possibilitar o acompanhamento constantes dos resultados atingidos, e instituição de meios/mecanismos/instrumentos que permitam à Secretaria Municipal de Saúde sair da avaliação es- tritamente quantitativa das ações de saúde, passando a avaliar os impactos e os aspectos positivos e negativos das ações imple- mentadas;

D.05

Manter e aperfeiçoar a organização espacial da distribuição da rede de saúde no Município segundo as Regiões Administrativas.

 

ZOT I:

MU-I - CENTRO E GETAT; MU-II - JACU E VILA MARANHÃO; MU-III - BOA VISTA E BARRA AZUL

P.40

Dinamizar as ações de saúde voltadas para a saúde dos idosos;

 

ZOT I:

MU-X - VILA ILDEMAR

P.41

Ampliar a cobertura de serviços para o grupo etário de 15 a 59 anos, sobretudo por se tratarem das rgiões mais populosas de

Açailândia, representando, em 2000 40% da população urbana do Município;

 

ZOT I:

MU-V - VILA CAPELOSA E VILA IPIRANGA

P.42

Promover a atenção especial (e focalizada) por grupos etários às populações, tendo em vista que estas áreas apresentarão a- celerado ritmo de crescimento de todos os grupos etários, principalmente os de zero a quatro anos, e 60 anos e mais, além de

se configurarem como áreas de concentração de pobreza e de extrema carência de infra-estrutura e serviços;

Anexo DP-35

LC 004/2006

Referência: Art. 87