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II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Capítulo II OBJETIVO Compreender por que
DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Capítulo II OBJETIVO Compreender por que

Capítulo II

OBJETIVO
OBJETIVO
Compreender por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus objetivos, a fim de que
Compreender por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus
objetivos, a fim de que se possa aplica-las de maneira eficiente.
por que foram criadas as Regras Ar, conhecer seus objetivos, a fim de que se possa
II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares ROTEIRO 1- REGRAS GERAIS 1.1 -
ROTEIRO 1- REGRAS GERAIS 1.1 - Prevenção de Colisões 1.2 - Proximidade 1.3 - Operações
ROTEIRO
1- REGRAS GERAIS
1.1 - Prevenção de Colisões
1.2 - Proximidade
1.3 - Operações em Aeródromo e suas Imediações
1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) 2.1 - Critérios Gerais para Realização do Voo VFR
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2.1 - Critérios Gerais para Realização do Voo VFR
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR
2.3 - Referências Altimétricas
2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Altimétricas 2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas 2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Altimétricas 2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas 2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares As Regras do Ar são estabelecidas
DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares As Regras do Ar são estabelecidas
As Regras do Ar são estabelecidas pelo Anexo 2 da ICAO e se dividem em:
As Regras do Ar são estabelecidas pelo Anexo 2 da ICAO e se dividem em:
1- REGRAS GERAIS
1- REGRAS GERAIS
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
dividem em: 1- REGRAS GERAIS 2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) 3- REGRAS DO VOO POR

3- REGRAS DO VOO POR INSTRUMENTOS (IFR) (não será abordada no 1º semestre do Curso de Aviação Civil)

VISUAL (VFR) 3- REGRAS DO VOO POR INSTRUMENTOS (IFR) (não será abordada no 1º semestre do
VISUAL (VFR) 3- REGRAS DO VOO POR INSTRUMENTOS (IFR) (não será abordada no 1º semestre do
II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares RESPONSABILIDADE PELO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO
DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares RESPONSABILIDADE PELO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO
RESPONSABILIDADE PELO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO AR
RESPONSABILIDADE PELO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO AR
Soares RESPONSABILIDADE PELO CUMPRIMENTO DAS REGRAS DO AR Os comandantes das aeronaves Os órgãos de tráfego

Os comandantes das aeronaves Os órgãos de tráfego aéreo

Os comandantes das aeronaves Os órgãos de tráfego aéreo OBS: O piloto em comando, quer esteja
Os comandantes das aeronaves Os órgãos de tráfego aéreo OBS: O piloto em comando, quer esteja
OBS: O piloto em comando, quer esteja manobrando ou não os comandos, será responsável para
OBS: O piloto em comando, quer esteja manobrando ou não os comandos, será responsável
para que a operação se realize de acordo com as Regras do Ar, podendo delas se desviar
somente quando absolutamente necessário ao atendimento de exigências de segurança.
Capitulo II - 22
Capitulo II - 22
II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

As regras do ar são aplicáveis a toda aeronave:
As regras do ar são aplicáveis a toda aeronave:
Soares As regras do ar são aplicáveis a toda aeronave: Que opere dentro do espaço aéreo,
Que opere dentro do espaço aéreo, que sobrepõe ao território nacional, incluindo as águas territoriais,
Que opere dentro do espaço aéreo, que sobrepõe ao território nacional,
incluindo as águas territoriais, não importando sua nacionalidade ou
matricula.
Toda aeronave de matricula brasileira, onde quer que se encontre, na extensão em que não
Toda aeronave de matricula brasileira, onde quer que se encontre, na
extensão em que não colidam com as regras do Estado sobrevoado e com as
regras internacionais.
Sobre águas internacionais, alto mar, o artigo 12 da CACI, prevê que as Regras do
Sobre águas internacionais, alto mar, o artigo 12 da CACI, prevê que as
Regras do Ar devem ser cumpridas sem exceções.
Capitulo II - 22
Capitulo II - 22
alto mar, o artigo 12 da CACI, prevê que as Regras do Ar devem ser cumpridas
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Nenhuma aeronave será conduzida com negligência ou imprudência, de modo a pôr em perigo a
Nenhuma aeronave será conduzida com negligência ou imprudência, de modo
a pôr em perigo a vida ou propriedade alheia.
será conduzida com negligência ou imprudência, de modo a pôr em perigo a vida ou propriedade
será conduzida com negligência ou imprudência, de modo a pôr em perigo a vida ou propriedade
Capitulo II - 22
Capitulo II - 22
será conduzida com negligência ou imprudência, de modo a pôr em perigo a vida ou propriedade
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
O SRPV ou CINDACTA expedirá autorizações com a exclusiva finalidade de garantir a coordenação e
O SRPV ou CINDACTA expedirá autorizações com a exclusiva finalidade de
garantir a coordenação e o controle de tráfego aéreo, em espaço aéreo
controlado para:
• Voos acrobáticos; • Lançamento de objetos ou pulverização; • Reboque; • Lançamento de paraquedistas;
• Voos acrobáticos;
• Lançamento de objetos ou pulverização;
• Reboque;
• Lançamento de paraquedistas; e
• Voo de formação.
Capitulo II - 22
Capitulo II - 22
de objetos ou pulverização; • Reboque; • Lançamento de paraquedistas; e • Voo de formação. Capitulo
de objetos ou pulverização; • Reboque; • Lançamento de paraquedistas; e • Voo de formação. Capitulo
de objetos ou pulverização; • Reboque; • Lançamento de paraquedistas; e • Voo de formação. Capitulo
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
Quanto a proteção de pessoas e propriedades
A realização da atividade técnica específica das atividades abaixo relacionadas deve ser previamente autorizada pela
A realização da atividade técnica específica das atividades abaixo relacionadas
deve ser previamente autorizada pela ANAC.
•Voos acrobáticos; •Lançamento de objetos ou pulverização; •Reboque; •Lançamento de paraquedistas; e
•Voos acrobáticos;
•Lançamento de objetos ou pulverização;
•Reboque;
•Lançamento de paraquedistas; e
•Voo de formação.
OBS: Quando as aeronaves envolvidas em qualquer dessas atividades for militar a autorização pelo comandante
OBS: Quando as aeronaves envolvidas em qualquer dessas atividades for militar a
autorização pelo comandante da Unidade a que pertence.
Capitulo II - 22
Capitulo II - 22
em qualquer dessas atividades for militar a autorização pelo comandante da Unidade a que pertence. Capitulo
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.1 - Prevenção de Colisões As regras
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.1 - Prevenção de Colisões As regras
1.1 - Prevenção de Colisões
1.1 - Prevenção de Colisões
As regras descritas a seguir não eximem o piloto em comando da responsabilidade de tomar
As regras descritas a seguir não eximem o piloto em comando da
responsabilidade de tomar a melhor ação para evitar uma colisão, para tanto
deve:
a melhor ação para evitar uma colisão, para tanto deve: • Executar as manobras baseadas nos
a melhor ação para evitar uma colisão, para tanto deve: • Executar as manobras baseadas nos

Executar as manobras baseadas nos avisos de resolução (RA) providas pelo equipamento ACAS (TCAS).

•Manter vigilância a bordo da aeronave (através do uso da visão) sejam quais forem as
•Manter vigilância a bordo da aeronave (através do uso da visão) sejam quais
forem as regras de voo (VFR ou IFR), independente da classe do espaço aéreo
que a aeronave esta operando e, ainda, quando operando na área de
movimento de um aeródromo.
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
aéreo que a aeronave esta operando e, ainda, quando operando na área de movimento de um
1. REGRAS GERAIS
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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Nenhuma aeronave voará tão
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Nenhuma aeronave voará tão
1.2 - Proximidade Nenhuma aeronave voará tão próxima a outra, de modo que possa ocasionar
1.2 - Proximidade
Nenhuma aeronave voará tão próxima a outra, de modo que possa ocasionar
perigo de colisão
Nenhuma aeronave voará tão próxima a outra, de modo que possa ocasionar perigo de colisão Capitulo
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
Nenhuma aeronave voará tão próxima a outra, de modo que possa ocasionar perigo de colisão Capitulo
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Alguns voos são autorizados
1.2 - Proximidade
1.2 - Proximidade
de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Alguns voos são autorizados devido suas
Alguns voos são autorizados devido suas características, como exemplo: voos de formação, abastecimento aéreo, etc.
Alguns voos são autorizados devido suas características, como exemplo: voos de
formação, abastecimento aéreo, etc.
Tais voos devem ser previamente autorizados : • Aeronaves militares: Pelo comandante da Unidade a
Tais voos devem ser previamente autorizados :
• Aeronaves
militares:
Pelo
comandante
da
Unidade
a
qual
pertence
a
aeronave.
• Aeronaves civis: Pela ANAC, no caso de voo de formação
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Aproximação de frente Quando
1.2 - Proximidade
1.2 - Proximidade
Aproximação de frente
Aproximação de frente
PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Aproximação de frente Quando duas aeronaves se aproximarem de
Quando duas aeronaves se aproximarem de frente, ou quase de frente, e haja perigo de
Quando duas aeronaves se aproximarem de frente, ou quase de frente, e
haja perigo de colisão, ambas devem alterar seus rumos para à direita.
frente, ou quase de frente, e haja perigo de colisão, ambas devem alterar seus rumos para
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
frente, ou quase de frente, e haja perigo de colisão, ambas devem alterar seus rumos para
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Convergência Quando duas aeronaves
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Convergência Quando duas aeronaves
1.2 - Proximidade
1.2 - Proximidade
Convergência
Convergência
Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Convergência Quando duas aeronaves convergirem em níveis aproximadamente

Quando duas aeronaves convergirem em níveis aproximadamente iguais, a que tiver a outra à sua direita cederá passagem.

convergirem em níveis aproximadamente iguais, a que tiver a outra à sua direita cederá passagem .
convergirem em níveis aproximadamente iguais, a que tiver a outra à sua direita cederá passagem .
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
convergirem em níveis aproximadamente iguais, a que tiver a outra à sua direita cederá passagem .
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Exceções à regra da Convergência 1º Balão
Exceções à regra da Convergência
Exceções à regra da Convergência
1º Balão 2º Planador 3º Dirigível 4º Aeronave rebocando faixa
1º Balão
2º Planador
3º Dirigível
4º Aeronave rebocando faixa
Capitulo II - 23
Capitulo II - 23
à regra da Convergência 1º Balão 2º Planador 3º Dirigível 4º Aeronave rebocando faixa Capitulo II
à regra da Convergência 1º Balão 2º Planador 3º Dirigível 4º Aeronave rebocando faixa Capitulo II
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Convergência Denomina-se aeronave
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Convergência Denomina-se aeronave
1.2 - Proximidade Convergência Denomina-se aeronave ultrapassadora a que se aproxima por trás da outra
1.2 - Proximidade
Convergência
Denomina-se aeronave ultrapassadora a que se aproxima por trás da outra numa linha
que forme um ângulo inferior a 70º com o plano de simetria da aeronave que vai ser
ultrapassada.
que forme um ângulo inferior a 70º com o plano de simetria da aeronave que vai
Capitulo II - 24
Capitulo II - 24
que forme um ângulo inferior a 70º com o plano de simetria da aeronave que vai
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Pouso Quando duas ou
1.2 - Proximidade
1.2 - Proximidade
de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Pouso Quando duas ou mais aeronaves
Pouso Quando duas ou mais aeronaves estiverem se aproximando para pouso à que estiver mais
Pouso
Quando duas ou mais aeronaves estiverem se aproximando para pouso à que
estiver mais baixo, terá prioridade sobre a mais alta.
estiverem se aproximando para pouso à que estiver mais baixo, terá prioridade sobre a mais alta.
Capitulo II - 24
Capitulo II - 24
estiverem se aproximando para pouso à que estiver mais baixo, terá prioridade sobre a mais alta.
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Decolagem Toda aeronave no
1.2 - Proximidade
1.2 - Proximidade
de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Decolagem Toda aeronave no táxi, na
Decolagem
Decolagem
Aéreo PP - Prof. Soares 1.2 - Proximidade Decolagem Toda aeronave no táxi, na área de

Toda aeronave no táxi, na área de manobras de um aeródromo, cederá passagem às aeronaves que estejam decolando ou por decolar.

de manobras de um aeródromo, cederá passagem às aeronaves que estejam decolando ou por decolar. Capitulo
de manobras de um aeródromo, cederá passagem às aeronaves que estejam decolando ou por decolar. Capitulo
Capitulo II - 24
Capitulo II - 24
de manobras de um aeródromo, cederá passagem às aeronaves que estejam decolando ou por decolar. Capitulo
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.3 - Operação em Aeródromo ou em
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.3 - Operação em Aeródromo ou em
1.3 - Operação em Aeródromo ou em Suas Imediações
1.3 - Operação em Aeródromo ou em Suas Imediações
•Observar o circuito de tráfego do aeródromo, a fim de evitar colisões;
•Observar o circuito de tráfego do aeródromo, a fim de evitar colisões;
de tráfego do aeródromo, a fim de evitar colisões; • Ajustar-se ao circuito de tráfego efetuado
de tráfego do aeródromo, a fim de evitar colisões; • Ajustar-se ao circuito de tráfego efetuado

Ajustar-se ao circuito de tráfego efetuado por outras aeronaves ou evitá-lo;

de tráfego efetuado por outras aeronaves ou evitá-lo; • Efetuar todas as curvas à esquerda ao
•
tráfego efetuado por outras aeronaves ou evitá-lo; • Efetuar todas as curvas à esquerda ao se

Efetuar todas as curvas à esquerda ao se aproximar para pouso e após a decolagem;

• Pousar e decolar contra o vento;
Pousar e decolar contra o vento;
•
após a decolagem; • Pousar e decolar contra o vento; • Em aeródromo não controlado, prosseguir

Em aeródromo não controlado, prosseguir para pouso somente quando não houver outra aeronave na pista;

pouso somente quando não houver outra aeronave na pista ; • Ocupar a pista o mínimo
• Ocupar a pista o mínimo necessário.
Ocupar a pista o mínimo necessário.
Capitulo II - 24
Capitulo II - 24
pouso somente quando não houver outra aeronave na pista ; • Ocupar a pista o mínimo
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.3 - Operação em Aeródromo ou em
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.3 - Operação em Aeródromo ou em
1.3 - Operação em Aeródromo ou em Suas Imediações
1.3 - Operação em Aeródromo ou em Suas Imediações
Circuito de Tráfego Padrão
Circuito de Tráfego Padrão
Capitulo II - 25
Capitulo II - 25
PP - Prof. Soares 1.3 - Operação em Aeródromo ou em Suas Imediações Circuito de Tráfego
1. REGRAS GERAIS
1. REGRAS GERAIS

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GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas
GERAIS Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas
1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves
1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves
• Luzes Anticolisão : Tem objetivo de chamar a atenção para aeronave.
Luzes Anticolisão : Tem objetivo de chamar a atenção para aeronave.
•
: Tem objetivo de chamar a atenção para aeronave. • Luzes de Navegação : Tem objetivo

Luzes de Navegação : Tem objetivo de indicar a trajetória relativa da aeronave.

(Entre o pôr e o nascer do sol)
(Entre o pôr e o nascer do sol)
Capitulo II - 25
Capitulo II - 25
: Tem objetivo de indicar a trajetória relativa da aeronave. (Entre o pôr e o nascer
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

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(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Responsabilidade do piloto Caberá ao piloto em
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares Responsabilidade do piloto Caberá ao piloto em
Responsabilidade do piloto
Responsabilidade do piloto
Caberá ao piloto em comando de uma aeronave em voo VFR providenciar sua própria separação
Caberá ao piloto em comando de uma aeronave em voo VFR providenciar sua
própria separação em relação a obstáculos e demais aeronaves por meio do uso
da visão, exceto no espaço aéreo Classe B, onde a separação entre as aeronaves
é responsabilidade do ATC.
Capitulo II - 25
Capitulo II - 25
exceto no espaço aéreo Classe B, onde a separação entre as aeronaves é responsabilidade do ATC.
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

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(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.1 - Critérios para Realização do Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.1 - Critérios para Realização do Voo
2.1 - Critérios para Realização do Voo VFR
2.1 - Critérios para Realização do Voo VFR
• Referências com solo ou água, de modo que as formações abaixo da aeronave não
• Referências com solo ou água, de modo que as formações abaixo da aeronave não
obstruam mais da metade da área de visão do piloto;
• Voar abaixo do FL 150:
• Visibilidade e distância de nuvens conforme a classe do espaço aéreo;
• Limites de velocidade de acordo com a classe do espaço aéreo.
Capitulo II - 26
Capitulo II - 26
conforme a classe do espaço aéreo; • Limites de velocidade de acordo com a classe do
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares CRITÉRIOS DE: VMC , LIMITE DE VELOCIDADE
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares CRITÉRIOS DE: VMC , LIMITE DE VELOCIDADE
CRITÉRIOS DE: VMC , LIMITE DE VELOCIDADE E COMUNICAÇÃO RÁDIO
CRITÉRIOS DE: VMC , LIMITE DE VELOCIDADE E COMUNICAÇÃO RÁDIO
de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares CRITÉRIOS DE: VMC , LIMITE DE VELOCIDADE E COMUNICAÇÃO
Capitulo II - 26
Capitulo II - 26
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

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(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.2 - Alturas Mínimas para o Voo
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR Em cidades, povoados, lugares habitados ou grupo
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR
Em cidades, povoados, lugares habitados ou grupo de pessoas
Soares 2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR Em cidades, povoados, lugares habitados ou grupo
Capitulo II - 27
Capitulo II - 27
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.2 - Alturas Mínimas para o Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.2 - Alturas Mínimas para o Voo
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR
Em lugares desabitados ou sobre o solo ou água
Em lugares desabitados ou sobre o solo ou água
Capitulo II - 27
Capitulo II - 27
PP - Prof. Soares 2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR Em lugares desabitados ou
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

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(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimetricas Altímetro de Barométrico
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimetricas Altímetro de Barométrico
2.3 - Referências Altimetricas
2.3 - Referências Altimetricas
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimetricas Altímetro de Barométrico É um instrumento que
Altímetro de Barométrico
Altímetro de Barométrico
É um instrumento que mede a distância vertical de uma aeronave, a partir de uma
É um instrumento que mede a
distância vertical de uma
aeronave, a partir de uma pressão
referência.
Capitulo II - 27
Capitulo II - 27
um instrumento que mede a distância vertical de uma aeronave, a partir de uma pressão referência.
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Altura: É a
2.3 - Referências Altimétricas
2.3 - Referências Altimétricas
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Altura: É a distância vertical de um
Altura: É a distância vertical de um nível ou ponto, medida a partir de uma
Altura: É a distância vertical de um nível ou ponto, medida a partir de uma
referência. Quando ajustado “QFE” (ao nível da pista) o altímetro indicará zero.
a partir de uma referência. Quando ajustado “QFE” (ao nível da pista) o altímetro indicará zero.
Capitulo II - 27
Capitulo II - 27
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Altitude: É a
2.3 - Referências Altimétricas
2.3 - Referências Altimétricas
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Altitude: É a distância vertical entre um
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Altitude: É a distância vertical entre um

Altitude: É a distância vertical entre um nível, um ponto ou objeto considerado como ponto e o Nível Médio da Mar (MSL).

Quando ajustado “QNH” (ajuste do altímetro) indicará a elevação do aeródromo.

da Mar (MSL). Quando ajustado “QNH” (ajuste do altímetro) indicará a elevação do aeródromo. Capitulo II
Capitulo II - 28
Capitulo II - 28
da Mar (MSL). Quando ajustado “QNH” (ajuste do altímetro) indicará a elevação do aeródromo. Capitulo II
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Nível de Voo
2.3 - Referências Altimétricas
2.3 - Referências Altimétricas
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Nível de Voo (FL): Quando a ICAO
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Nível de Voo (FL): Quando a ICAO

Nível de Voo (FL): Quando a ICAO criou a condição de Atmosfera Padrão (ISA),

estabeleceu o valor de 1013.2 Hpa para pressão padrão ao Nível do Mar (MSL).

Nível de Voo (FL)
Nível de Voo (FL)
Capitulo II - 28
Capitulo II - 28
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - REFERÊNCIAS ALTIMÉTRICAS Nível de Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - REFERÊNCIAS ALTIMÉTRICAS Nível de Voo
2.3 - REFERÊNCIAS ALTIMÉTRICAS
2.3 - REFERÊNCIAS ALTIMÉTRICAS
Nível de Voo (FL): Uma aeronave voando nível de voo (FL) tem como referência a
Nível de Voo (FL): Uma aeronave voando nível de voo (FL) tem como referência a isobara
1013.2 hpa (QNE). Em região de alta pressão ela estará acima do MSL, e em região de baixa
pressão ela estará abaixo do MSL.
Nível de Voo (FL)
Nível de Voo (FL)
Capitulo II - 28
Capitulo II - 28
ela estará acima do MSL, e em região de baixa pressão ela estará abaixo do MSL.
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas Nível de Cruzeiro:
2.3 - Referências Altimétricas Nível de Cruzeiro: Nível de voo que se mantém durante uma
2.3 - Referências Altimétricas
Nível de Cruzeiro: Nível de voo que se mantém durante uma etapa considerável
do voo, serão referidos a: Níveis de Voo (FL) quando ajustado QNE (ajuste padrão
1013.2 hpa), Altitude quando ajustado em QNH (ajuste local)
Voo (FL) quando ajustado QNE (ajuste padrão 1013.2 hpa), Altitude quando ajustado em QNH (ajuste local)
Capitulo II - 29
Capitulo II - 29
Voo (FL) quando ajustado QNE (ajuste padrão 1013.2 hpa), Altitude quando ajustado em QNH (ajuste local)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares A aeronave que voa VFR deverá selecionar
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares A aeronave que voa VFR deverá selecionar
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares A aeronave que voa VFR deverá selecionar

A aeronave que voa VFR deverá selecionar um nível de voo adequado a sua rota de acordo com o RM (Rumo Magnético) a ser mantido.

selecionar um nível de voo adequado a sua rota de acordo com o RM (Rumo Magnético)
Capitulo II - 28
Capitulo II - 28
selecionar um nível de voo adequado a sua rota de acordo com o RM (Rumo Magnético)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas O nível de
2.3 - Referências Altimétricas
2.3 - Referências Altimétricas
Aéreo PP - Prof. Soares 2.3 - Referências Altimétricas O nível de voo VFR selecionado, será
O nível de voo VFR selecionado, será mantido pela aeronave, enquanto puder satisfazer as condições
O nível de voo VFR selecionado, será mantido pela aeronave, enquanto puder satisfazer as
condições estabelecidas, cabendo à aeronave efetuar modificações de nível e/ou proa de
forma a atender às mencionadas condições.
e/ou proa de forma a atender às mencionadas condições. CUIDADO: Quando duas aeronaves estiverem voando em
CUIDADO:
CUIDADO:
Quando duas aeronaves estiverem voando em rumos próximos ao limite da troca poderão encontrar-se praticamente
Quando duas aeronaves estiverem voando em
rumos próximos ao limite da troca poderão
encontrar-se praticamente de frente no mesmo
nível. Portanto é essencial que se mantenham
sempre em condições visuais de voo.
Capitulo II - 30
Capitulo II - 30
de frente no mesmo nível. Portanto é essencial que se mantenham sempre em condições visuais de
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas Quando
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas Quando
2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas
2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas
Quando for evidente não ser possível executar o voo em VMC, estando numa área sujeita
Quando for evidente não ser possível executar o voo em VMC, estando
numa área sujeita a controle, deverá:
Solicitar uma mudança de autorização que lhe permita prosseguir VMC, até o destino ou aeródromo
Solicitar uma mudança de autorização que lhe permita prosseguir
VMC, até o destino ou aeródromo alternativa;
 Continuar VMC e notificar ao órgão ATC para abandonar o espaço aéreo e pousar
 Continuar VMC e notificar ao órgão ATC para abandonar o espaço
aéreo e pousar no AD apropriado mais próximo;
 Solicitar autorização para voo VFR Especial dentro CTR ou TMA;
 Solicitar autorização para voo VFR Especial dentro CTR ou TMA;
 Solicitar autorização para voar IFR.
 Solicitar autorização para voar IFR.
Capitulo II - 30
Capitulo II - 30
autorização para voo VFR Especial dentro CTR ou TMA;  Solicitar autorização para voar IFR. Capitulo
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Período Diurno: Os aeródromos DEP; ARR; ALTN deverão:
Período Diurno: Os aeródromos DEP; ARR; ALTN deverão:
Estar homologados ou registrados para operação VFR;  Ter mínimos iguais ou superiores ao VFR:
Estar homologados ou registrados para
operação VFR;
 Ter mínimos iguais ou superiores ao
VFR:
- Visibilidade: 5000m
- Teto: 1500 pés
Capitulo II - 30
Capitulo II - 30
operação VFR;  Ter mínimos iguais ou superiores ao VFR: - Visibilidade: 5000m - Teto: 1500
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Período Noturno : Além das condições exigidas para o voo diurno: O piloto deverá possuir
Período Noturno : Além das condições exigidas para o voo diurno:
O piloto deverá possuir habilitação IFR;
A aeronave deverá estar homologada IFR;
 Os aeródromos de DEP / ARR / ALTN
deverão dispor de:
- Balizamento luminoso em funcionamento;
- Farol de aeródromo em funcionamento;
- Indicador de vento iluminado ou órgão ATS
em operação.
 A aeronave deverá dispor ainda de
transceptor VHF, em funcionamento.
Capitulo II - 30
Capitulo II - 30
órgão ATS em operação.  A aeronave deverá dispor ainda de transceptor VHF, em funcionamento. Capitulo
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2. REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
(VFR) Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares 2.5 - Condições para Realização do Voo
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Voo VFR Noturno Local
Voo VFR Noturno Local
para Realização do Voo VFR Voo VFR Noturno Local Quando realizado inteiramente em ATZ, CTR, ou
Quando realizado inteiramente em ATZ, CTR, ou TMA, incluindo as projeções dos seus limites laterais
Quando realizado inteiramente em ATZ, CTR,
ou TMA, incluindo as projeções dos seus
limites laterais ou, na existência desses
espaços aéreos, quando realizados dentro de
50 Km (27 NM) do aeródromo de partida, não
se aplicarão as exigências de aeronave
homologada e piloto habilitado IFR.
Capitulo II - 30
Capitulo II - 30
de partida, não se aplicarão as exigências de aeronave homologada e piloto habilitado IFR. Capitulo II
II - REGRAS DO AR
II - REGRAS DO AR

Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares

DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares SUMÁRIO 1- REGRAS GERAIS 1.1 -
DO AR Regulamento de Tráfego Aéreo PP - Prof. Soares SUMÁRIO 1- REGRAS GERAIS 1.1 -
SUMÁRIO 1- REGRAS GERAIS 1.1 - Prevenção de Colisões 1.2 - Proximidade 1.3 - Operações
SUMÁRIO
1- REGRAS GERAIS
1.1 - Prevenção de Colisões
1.2 - Proximidade
1.3 - Operações em Aeródromo e suas Imediações
1.4 - Luzes a Serem Exibidas pelas Aeronaves
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR) 2.1 - Critérios Gerais para Realização do Voo VFR
2- REGRAS DO VOO VISUAL (VFR)
2.1 - Critérios Gerais para Realização do Voo VFR
2.2 - Alturas Mínimas para o Voo VFR
2.3 - Referências Altimétricas
2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas
2.5 - Condições para Realização do Voo VFR
Altimétricas 2.4 - Deterioração das Condições Meteorológicas 2.5 - Condições para Realização do Voo VFR