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Aula 00 (Profa Regina Barros)

Clínica médica p/ PM-MG (Enfermeiro) Professores: Marcela Conti, Poly Aparecida, Regina Barros

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 AULA

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

AULA 00: Sistema Cardiovascular

SUM£RIO

P£GINA

1. ApresentaÁ„o

01

2. Cronograma

04

1. ApresentaÁ„o 01 2. Cronograma 04 3. Sistema Cardiovascular 05   3.1 Infarto
1. ApresentaÁ„o 01 2. Cronograma 04 3. Sistema Cardiovascular 05   3.1 Infarto

3.

Sistema Cardiovascular

05

 

3.1

Infarto do Mioc·rdio

17

 

3.2

InsuficiÍncia CardÌaca Congestiva

25

 

3.3

Angina

32

 

3.4

Hipertens„o

34

 

3.5

DoenÁas Vasculares

45

4.Lista de questıes

52

5. Gabarito

 

68

6. ReferÍncias Bibliogr·ficas

68

  68 6. ReferÍncias Bibliogr·ficas 68 APRESENTA« O DO CURSO Ol· pessoal! Sejam bem-vindos ao

APRESENTA« O DO CURSO

Ol· pessoal! Sejam bem-vindos ao curso ClÌnica MÈdica para o

Concurso da Policia Militar do Estado de Minas Gerais-

Enfermeiro”! Esse È o inicio de uma caminhada rumo ao sucesso que È a

posse em um cargo p˙blico. Nosso curso possui temas interessantes, e

muito cobrados nas diversas bancas nos concursos de Enfermagem!

Meu nome È Regina de Souza Barros, sou especialista em

Enfermagem ClÌnica, na modalidade residÍncia, pÛs graduada em

DocÍncia Superior. Iniciei minha vida de concurseira em 2005, tendo

Íxito em cinco concursos nos quais fui nomeada e tomei posse em quatro

deles e posso garantir a melhor sensaÁ„o n„o È a posse, e sim o poder de

escolha que espero que vocÍ tambÈm alcance. Atualmente, ocupando

duas matrÌculas no cargo de Enfermeira na Secretaria de Sa˙de do

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 Distrito Federal com 20hs destinadas ‡ funÁ„o de Docente na Escola

Superior de CiÍncias da Sa˙de (ESCS).

A Enfermagem È uma das profissıes de maior destaque no campo

da sa˙de. A introduÁ„o do enfermeiro no mercado de trabalho È

abrangente, podendo atuar em todas as especialidades nos serviÁos do

Sistema ⁄nico de Sa˙de (SUS).

Meus queridos alunos e futuros colegas de trabalho: a organizaÁ„o

de todo o material de estudo È essencial para essa trilha t„o gloriosa, que

È a aprovaÁ„o em concurso p˙blico. Aqui v„o algumas dicas de estudo

que foram o diferencial para a minha preparaÁ„o e a consequÍncia disto È

a aprovaÁ„o:

Analise se o tempo de estudo est· realmente produtivo.Seja sincero com vocÍ mesmo!! Estou aprendendo ou esperando o tempo passar! Estudar para concurso p˙blico È uma verdadeira operaÁ„o de guerra, se n„o estiver preparado morre no combate!

Otimize o seu tempo de estudo! O examinador n„o vai querer saber se vocÍ tem grandes responsabilidades como: plantıes ·rduos, dedicar aos filhos e cuidar do lar, estudar para a faculdade, especializaÁ„o.

Seja estratÈgico! N„o adianta somente estudar! O seu estudo ter· um grande rendimento se alÈm disto, vocÍ realizar atividades fÌsicas e alimentar corretamente.

Planeja o que vai estudar durante a semana, faÁa uma planilha de modo que vocÍ visualize o tempo que tem disponÌvel;

FaÁa revisıes semanais, quinzenais, mensais dos conte˙dos estudados. O importante n„o È o quanto se estuda e sim o quanto n„o se esquece.

Seja realista! Priorize o seu tempo de estudo com os assuntos e/ou disciplina que tem menos afinidade ou dificuldade.

Seu ciclo de convivÍncia tem que ser com pessoas que tenham os mesmos objetivos que vocÍ. E qual o seu objetivo? Passar no concurso p˙blico dentro das vagas, ser nomeado e tomar POSSE. Ent„o afaste de problemas familiares, do trabalho, pessoas pessimistas. Gaste o seu tempo em prol do maior bem: seus estudos e vocÍ.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Reserve um tempo adequado para descanso, lembre-se de que sua miss„o È passar no seu concurso. PRESTE ATEN« O, TEMPO ADEQUADO PARA DESCANSAR A MENTE E CORPO N O … PARA MOCEGAR POR AÕ!!!, S O PEQUENAS PARADAS DE ESTUDOS AMIGUINHOS, N O PERCA SEU FOCO E SUA CONCENTRA« O!!!

No processo de aprendizagem entender È a chave mestra para aprender e aplicar que foi aprendido. No nosso curso vamos trabalhar com tÈcnicas de mapas mentais, resumos, exercÌcios resolvidos, pois a simples leitura de anotaÁıes de aulas, estudos em livro especÌficos n„o s„o o suficientes para efetivar o aprendizado, na maioria das vezes o tempo de estudo È perdido porque os alunos entenderam incorretamente a informaÁ„o.

Sonhe e pense na virada que a sua vida vai dar quando vocÍ tomar posse! Quando o des‚nimo e o cansaÁo baterem lembre se disso! Passar em concurso p˙blico vai te trazer a t„o sonhada estabilidade e qualidade de vida para vocÍ e sua famÌlia.

No nosso processo de ensino aprendizagem È o fazer- pensar, isto È, estuda-se primeiramente e depois pensar, booo!!!! … claro que È Regina!!!! N„o fiquem zangados!!! Quero que vocÍs desenvolvam suas percepÁıes, pois o conte˙do de clÌnica mÈdica È extremamente pr·tico, verifiquem sempre as an·lises pr·ticas!!!! Amiguinhos! VocÍs j· perceberam que no dia da prova parecemos uma boiada! … essa sensaÁ„o que tenho! SEJA O DIFERENCIAL, AQUELAS CABECINHAS V O PARA O ABATE, MAS VOC N O. INFELIZMENTE N O H£ MAIS ESPA«O PARA SORTE, ESSA D£DIVA S” AJUDA QUEM ESTUDOU E FEZ BASTANTE CADEIRA-TERAPIA!!! SUCESSO E BONS ESTUDOS.

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Eu tentei 99 vezes e falhei, mas na centÈsima tentativa eu

consegui, nunca desista dos seus objetivos mesmo que esses

pareÁam impossÌveis, a prÛxima tentativa pode ser a vitoriosa.

Albert Einstein FÌsico Alem„o, um dos maiores gÍnios do

SÈculo XX 1879 - 1955

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 No nosso curso, alÈm da teoria abordando os v·rios tÛpicos,

tambÈm trarei v·rias questıes atuais comentadas de diferentes bancas

para vocÍ praticar. Utilizarei uma linguagem mais informal, com Ínfase

naquilo que realmente È cobrado nas provas.

Esse curso abordar· todo o conte˙do conforme cronograma abaixo

descrito:

Aula 00 Aula 01 Aula 02 Sistema Cardiovascular Sistema RespiratÛrio e linf·tico Sistema ImunolÛgico e
Aula 00 Aula 01 Aula 02 Sistema Cardiovascular Sistema RespiratÛrio e linf·tico Sistema ImunolÛgico e

Aula 00

Aula 01

Aula 02

Aula 00 Aula 01 Aula 02 Sistema Cardiovascular Sistema RespiratÛrio e linf·tico Sistema ImunolÛgico e

Sistema Cardiovascular

Sistema RespiratÛrio e linf·tico

Sistema ImunolÛgico e Tegumentar

e linf·tico Sistema ImunolÛgico e Tegumentar Aula 03 Aula 04 Aula 05 Sistema NeurolÛgico,

Aula 03

Aula 04

Aula 05

Sistema NeurolÛgico, DigestÛrio e ImunolÛgico

Sistemas Reprodutor, EsquelÈtico e Muscular

Sistemas EndÛcrino, Excretor, Urin·rio

Pessoal, qualquer d˙vida, sugest„o, reclamaÁ„o, recorram ao

F”RUM, ser· um prazer atendÍ-los, ok?

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Agora sim! Prontos? Ent„o, Ûtimos estudos!

ObservaÁ„o importante: Este curso È protegido por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei n. 9.610/1998, que altera, atualiza e consolida a legislaÁ„o sobre direitos autorais e d· outras providÍncias. Grupos de rateio e pirataria s„o clandestinos, violam a lei e prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize o trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos honestamente atravÈs do site EstratÈgia Concursos. =)

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3 Sistema Cardiovascular ESQUEMATIZANDO: Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de

3 Sistema Cardiovascular

ESQUEMATIZANDO:

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comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 00000000000 Fonte: www. http://intercatcardiologia.com.br
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Fonte: www. http://intercatcardiologia.com.br

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IMPORTANTE: Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

IMPORTANTE:

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Outros conceitos importantes do sistema cardiovascular

ART…RIAS

conceitos importantes do sistema cardiovascular ART…RIAS S„o tubos cilÌndricos, el·sticos onde o sangue circula

S„o tubos cilÌndricos, el·sticos onde o sangue circula

centrifugamente em relaÁ„o ao coraÁ„o, isto È, o

sangue sai pelas artÈrias do coraÁ„o em direÁ„o a

periferia.

ENDOT…LIO

do coraÁ„o em direÁ„o a periferia. ENDOT…LIO … a camada celular que reveste os vasos sanguÌneos

… a camada celular que reveste os vasos

sanguÌneos e linf·ticos. J· as veias devolvem

o sangue dos tecidos ao coraÁ„o.

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CAPILARES

o sangue dos tecidos ao coraÁ„o. 00000000000 CAPILARES S„o vasos microscÛpicos que se encontram nos tecidos,

S„o vasos microscÛpicos que se encontram nos tecidos, servem de conex„o entre as veias e as artÈrias e uma de suas funÁıes mais importante È o interc‚mbio de materiais nutritivos. O capilar quando passa a ser veia novamente tem uma passagem

intermedi·ria nas quais s„o veias menores que s„o chamadas

vÍnulas.

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PERIC£RDIO

Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 PERIC£RDIO … a membrana que reveste e protege

… a membrana que reveste e protege o coraÁ„o, limita o coraÁ„o ‡ sua posiÁ„o no mediastino, apesar de proporcionar suficiente liberdade de movimentaÁ„o para contraÁıes vigorosas e r·pidas. O peric·rdio se divide em duas partes principais: peric·rdio fibroso e peric·rdio seroso.

EPIC£RDIO

peric·rdio fibroso e peric·rdio seroso. EPIC£RDIO … a camada externa do coraÁ„o consiste em uma delgada

… a camada externa do coraÁ„o consiste em uma

delgada l‚mina de tecido seroso È contÌnua, a

partir da base do coraÁ„o, com o revestimento

interno do peric·rdio, chamado camada visceral

do peric·rdio seroso.

MIOC£RDIO

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… a camada mÈdia e a mais grossa do coraÁ„o,

constituÌda de m˙sculo estriado cardÌaco o qual

permite que o coraÁ„o se contraia e impulsione

sangue, ou seja, o force para o interior dos

vasos sanguÌneos.

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ENDOC£RDIO

Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 ENDOC£RDIO … a camada mais interna do coraÁ„o,

… a camada mais interna do coraÁ„o, ou seja, È uma fina camada de tecido constituÌdo por epitÈlio pavimentoso simples sobre uma camada de tecido conjuntivo, com a superfÌcie lisa e brilhante que permite facilmente o fluxo do sangue sobre essa superfÌcie. AlÈm dessa caracterÌstica, o endoc·rdio tambÈm reveste as valvas e È contÌnuo com o revestimento dos vasos sanguÌneos que entram e saem do coraÁ„o.

IMPORTANTE:

O coraÁ„o possui quatro c‚maras: dois ·trios e dois ventrÌculos. Os ·trios

s„o as c‚maras superiores recebem sangue; os ventrÌculos s„o as

c‚maras inferiores bombeiam o sangue para fora do coraÁ„o. O ·trio

direito È separado do esquerdo pelo septo interatrial o ventrÌculo direito

È separado do esquerdo pelo septo interventricular.

As etapas de um ciclo cardÌaco ˙nico integram todos os fatos

associados a um batimento cardÌaco, ou seja, em um ciclo cardÌaco

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normal, os dois ·trios se contraem ao mesmo tempo em que os dois

ventrÌculos relaxam e vice-versa. O termo sÌstole constitui a fase de

contraÁ„o; a fase de relaxamento È intitulada como di·stole. DÈbito

cardÌaco (DC): quantidade de sangue bombeada pelo ventrÌculo a cada

minuto (volume sistÛlico x frequÍncia cardÌaca).Em um funcionamento

inadequado da contraÁ„o, existem f·rmacos que podem ser empregados

para aumentar a forÁa de contraÁ„o: s„o eles os cardiotÙnicos que

promovem um aumento do volume de sangue ejetado, devido ao

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aumento na forÁa de contraÁ„o cardÌaca, alterando o aporte de nutrientes

e oxigÍnio que chegam aos tecidos.

Os efeitos colaterais advÍm do seu alto Ìndice de intoxicaÁ„o

terapÍutica resultando em sintomas como: fadiga, bradicardia, n·useas,

anorexia e vÙmitos. Um dos cuidados de enfermagem È a verificaÁ„o do

pulso. Caso haja bradicardia (frequÍncia abaixo de 60 batimentos por

minuto), identifica-se sinal de intoxicaÁ„o e isso resulta em

contraindicaÁ„o para administraÁ„o do medicamento.

OBSERVA«’ES IMPORTANTES:

O sistema de conduÁ„o do coraÁ„o È respons·vel pelos

batimentos contÌnuos do coraÁ„o, uma atividade elÈtrica, intrÌnseca e

rÌtmica, na qual se origina em uma rede de fibras musculares cardÌacas

especializadas, denominadas cÈlulas auto rÌtmicas, por serem auto

excit·veis. A excitaÁ„o cardÌaca comeÁa no nodo sino-atrial (SA),

localizado na parede atrial direita. Inferior a abertura da veia cava

superior, prolonga-se ao longo das fibras musculares atriais, o potencial

de aÁ„o culmina no nodo atrioventricular (AV), posicionado no septo

interatrial, anterior a abertura do seio coron·rio. Do nodo AV, o potencial

de aÁ„o chega ao feixe atrioventricular (feixe de His), que È a ˙nica

conex„o elÈtrica entre os ·trios e os ventrÌculos. ApÛs ser conduzido ao

longo do feixe AV, o potencial de aÁ„o entra nos ramos direito e

esquerdo, que cruzam o septo interventricular, em direÁ„o ao ·pice

cardÌaco. Finalmente, as miofibras condutoras (fibras de Purkinge),

conduzem rapidamente o potencial de aÁ„o, primeiro para o ·pice do

ventrÌculo e depois para o restante do mioc·rdio ventricular

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 Fonte:

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 Fonte: Http://pt.dreamstime.com 1- EBSERH – NACIONAL/

Fonte: Http://pt.dreamstime.com

Souza Barros に Aula 00 Fonte: Http://pt.dreamstime.com 1- EBSERH – NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/

1- EBSERH NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/ PERFUSIONISTA/2016

O estÌmulo elÈtrico que comanda o coraÁ„o nasce no nÛdulo sinusal, atravessa os ·trios atÈ o nÛdulo ·trio-ventricular, alcanÁa o feixe de Hiss e seus ramos e finalmente distribui se por uma rede constituÌda pelas fibras de:

(A)

Purkinje.

(B)

Kugelberg.

(C)

Gutemberg.

 

00000000000

(D)

Ringer.

(E)

Ellison.

Coment·rio: Como j· discutido n„o texto base o estÌmulo elÈtrico faz uma travessia no m˙sculo cardÌaco onde apÛs ser conduzido ao longo do feixe AV, o potencial de aÁ„o entra nos ramos direito e esquerdo, que cruzam o septo interventricular, em direÁ„o ao ·pice cardÌaco as fibras de Purkinge.

Gabarito: A

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 O
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O potencial de aÁ„o È um evento que abrange a despolarizaÁ„o e repolarizaÁ„o da membrana das cÈlulas excit·veis. Os impulsos elÈtricos ao se distribuÌrem por todo o m˙sculo cardÌaco induzem a entrada de Ìons de c·lcio nas cÈlulas do coraÁ„o, um processo chamado de despolarizaÁ„o elÈtrica. A despolarizaÁ„o estimula a contraÁ„o do m˙sculo. ApÛs a contraÁ„o, grandes quantidades do Ìon pot·ssio saem das cÈlulas, num processo chamado de repolarizaÁ„o, que prepara as cÈlulas musculares para nova despolarizaÁ„o. O ritmo cardÌaco È identificado por um exame complementar: o eletrocardiograma (ECG) - importante para a detecÁ„o de isquemia do coraÁ„o. O ECG habitual possui 12 derivaÁıes que cobrem boa parte do tecido cardÌaco, compondo-se de seis derivaÁıes perifÈricas e de seis derivaÁıes precordiais. S„o chamadas de: D1, D2, D3, aVR, aVL, aVF, V1, V2, V3, V4, V5 eV6. O ECG È um exame que avalia a atividade elÈtrica do coraÁ„o e da sua conduÁ„o. Para obtenÁ„o das derivaÁıes perifÈricas, colocam-se os eletrodos sobre o braÁo direito e esquerdo e sobre a perna esquerda, o que vai formar um tri‚ngulo (de Einthoven). Para derivaÁıes precordiais s„o colocados eletrodos no tÛrax do paciente. Abaixo um exemplo do ECG impresso:

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Fonte: www.bibliomed.com.br

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 2) IBFC/EBSERH/ENFERMEIRO CARDIOLOGIA/2016

O infarto agudo do mioc·rdio e a angina inst·vel caracterizam a sÌndrome

coronariana aguda. A figura abaixo representa uma das alteraÁıes

eletrocardiogr·ficas encontrada nessa sÌndrome, denominada.

a) Supradesnivelamento do segmento ST

b) Infradesnivelamento do segmento ST

c) FibrilaÁ„o ventricular

d) Invers„o da Onda T

e) Taquicardia ventricular

Coment·rio:

significado:

As

figuras abaixo descrevem melhor o eletro e seu

As figuras abaixo descrevem melhor o eletro e seu Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br Fonte:
As figuras abaixo descrevem melhor o eletro e seu Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br Fonte:

Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br

Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br

Fonte: http://www.medicinageriatrica.com.br FibrilaÁ„o Ventricular Fonte:

FibrilaÁ„o Ventricular Fonte: http://revistadepediatriasoperj.org.br

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Fonte: http://revistadepediatriasoperj.org.br 00000000000 Fonte: http://pcrprotocolos.blogspot.com.br Gabarito: D

Fonte: http://pcrprotocolos.blogspot.com.br

Gabarito: D

Fonte: http://pcrprotocolos.blogspot.com.br Gabarito: D Fonte: http://pcrprotocolos.blogspot.com.br Prof. Regina de

Fonte: http://pcrprotocolos.blogspot.com.br

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3) QUEST O DO PROFESSOR/ESTRAT…GIA/ENFERMEIRO/2017

Estrutura de onde partem os impulsos, a cada ciclo, que se distribuem por

todo o restante do coraÁ„o; pode ser considerado o marcapasso natural,

constituÌdo por cÈlulas musculares especializadas:

a) Miocardio

b) NÛdulo sinoatrial

c) Sistema de Purkinge

d) Feixe de His

e) V·lvula mitral

c) Sistema de Purkinge d) Feixe de His e) V·lvula mitral Fonte: http://users.isr.ist.utl.pt 00000000000 Coment·rios

Fonte: http://users.isr.ist.utl.pt

00000000000

mitral Fonte: http://users.isr.ist.utl.pt 00000000000 Coment·rios : A propagaÁ„o de uma corrente de

Coment·rios: A propagaÁ„o de uma corrente de despolarizaÁ„o das

cÈlulas especializadas atravÈs do m˙sculo cardÌaco È respons·vel pela

ativaÁ„o elÈtrica sob circunstancias normais. Essa corrente È transmitida

do nÛ sinusal localizado na porÁ„o lateral do ·trio direito. Essa frente de

onda elÈtrica espalha- se pelos ·trios direito e esquerdo, atÈ o nodo

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 atrioventricular permitindo posterior propagaÁ„o, do nodo atrioventricular

aos ventrÌculos.

A estimulaÁ„o provocada pelo nÛ sinusal e o nodo atrioventricular

de forma ordenada permite a contraÁ„o eficiente de todas as quatro

c‚maras do coraÁ„o, com consequente perfus„o seletiva do sangue

atravÈs dos pulmıes e pela circulaÁ„o sistÍmica.

Gabarito: B

dos pulmıes e pela circulaÁ„o sistÍmica. Gabarito : B 4) FUMARC/PM-MG/ENFERMEIRO/2013 VocÍ realizou o ECG do

4) FUMARC/PM-MG/ENFERMEIRO/2013

VocÍ realizou o ECG do paciente citado na quest„o anterior, que

apresentou supra desnivelamento do segmento ST nas derivaÁıes DII,

DIII e AVF. A conduta da equipe assistencial com maior impacto

prognÛstico deve ser

(A)

(B)

(C)

(D)

passar um cateter de Swan-Ganz.

viabilizar, imediatamente, a reperfus„o/abertura da artÈria culpada.

transferir o paciente para um hospital cardiolÛgico.

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transferir o paciente para um leito de UTI.

Coment·rios: O atendimento ouro para reperfus„o em IAM È a

angioplastia, logo que detectado o paciente deve ser removido para um

serviÁo com Hemodin‚mica para viabilizar o procedimento.

Gabarito: B

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5) EBSERH NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/ PERFUSIONISTA/2016

Um dos exames que podem diagnosticar alteraÁıes cardÌacas È o (ECG)

Eletrocardiograma. Considere um traÁado eletrocardiogr·fico normal e assinale a alternativa INCORRETA.

(A)

A onda P corresponde ‡ despolarizaÁ„o atrial.

(B)

A onda T corresponde ‡ despolarizaÁ„o ventricular.

(C) A onda U, quando presente, representa a ˙ltima deflex„o do ECG, logo apÛs a onda T e antes da P do ciclo seguinte.

(D) O complexo QRS representa a despolarizaÁ„o ventricular.

(E) O intervalo PR È medido do inÌcio da onda P atÈ o inÌcio complexo QRS.

Coment·rios: No traÁado normal do ECG a onda P representa a despolarizaÁ„o atrial, o complexo QRS representa a despolarizaÁ„o do ventrÌculo, enquanto a onda T representa a repolarizaÁ„o do ventrÌculo, logo a incorreta È a letra B.

Gabarito: B

6) UFMT/UFSBA/ENFERMEIRO/2017

O Eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elÈtrica do coraÁ„o em

formas de onda que mostram a despolarizaÁ„o e repolarizaÁ„o cardÌaca.

Em relaÁ„o a esse tema, analise as afirmativas.

00000000000

I - Cada derivaÁ„o do ECG fornece uma vis„o da atividade elÈtrica do

coraÁ„o entre um polo positivo e um polo negativo.

II - As informaÁıes s„o registradas a partir de 12 projeÁıes cardÌacas

diferentes, por meio de eletrodos colocados nos membros (V1, V2, V3, V4

,V5 e V6) e eletrodos colocados no tÛrax do paciente (I, II, III, aVR, aVL

e aVF).

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 III

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 III - A Onda P representa a repolarizaÁ„o atrial, precede o complexo QRS

e tem duraÁ„o de 0,06 a 0,20 segundos.

IV - O complexo QRS representa a despolarizaÁ„o ventricular, tem

amplitude de 5 a 30 mm de altura e tem duraÁ„o de 0,06 a 0,10

segundos ou metade do intervalo PR.

V - O supradesnivelamento do seguimento ST È considerado quando est·

a 1 mm ou mais da linha de base e pode indicar les„o mioc·rdica.

Est„o corretas as afirmativas

a) I, III e IV.

b) I, II e V.

c) II, III e V.

d) I, IV e V.

a) I, III e IV. b) I, II e V. c) II, III e V. d)

Coment·rios:

V1 a V6 s„o as derivaÁıes precordiais, colocadas no tÛrax do paciente.

As derivaÁıes I, II, III, aVR, aVL e aVF s„o as derivaÁıes perifÈricas. A

onda P representa a despolarizaÁ„o (estimulaÁ„o) atrial. A duraÁ„o

varia entre 0,08 a 0,11sV1- 4 espaÁo intercostal D, junto a margem do

esterno.

00000000000
00000000000

V2- 4 espaÁo intercostal E, junto a margem do esterno. Logo quest„o A

incorreta.

V3- entre V2 e V4, no 5 espaÁo intercostal E.

V4- 5 espaÁo intercostal, na linha mÈdio clavicular. Quest„o C incorreta.

V5- 5 espaÁo intercostal, na linha axilar anterior.

V6- 5 espaÁo intercostal, na linha axilar mÈdia.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Para obtenÁ„o das derivaÁıes perifÈricas, colocam-se os

eletrodos sobre o braÁo direito e esquerdo e sobre a perna

esquerda, o que vai formar um tri‚ngulo (de Einthoven). Logo

quest„o D incorreta.

Gabarito: D

(de Einthoven). Logo quest„o D incorreta. Gabarito : D Fonte: http://brasiltelemedicina.com.br;
(de Einthoven). Logo quest„o D incorreta. Gabarito : D Fonte: http://brasiltelemedicina.com.br;

Fonte: http://brasiltelemedicina.com.br; http://www.animavita.com.br

http://www.animavita.com.br 3.1 Infarto do Mioc·rdio ESQUEMATIZANDO!!! INFARTO DO

3.1 Infarto do Mioc·rdio

ESQUEMATIZANDO!!!

INFARTO DO MIOC£RDIO

00000000000

ESQUEMATIZANDO!!! INFARTO DO MIOC£RDIO 00000000000 O infarto agudo do mioc·rdio (IAM) , ocorre na evidÍncia

O infarto agudo do mioc·rdio (IAM), ocorre na evidÍncia de necrose mioc·rdica em uma conjuntura clÌnica de isquemia com elevaÁ„o de marcadores de necrose mioc·rdica.

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IMPORTANTE: Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

IMPORTANTE:

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Par‚metros encontrados para se associar aos achados s„o: sintomas

sugestivos de isquemia mioc·rdica, alteraÁ„o no eletrocardiograma,

alteraÁ„o significativa encontrada em exame de imagem com perda de

mioc·rdio vi·vel, alteraÁ„o de segmento na contraÁ„o do ventrÌculo e

presenÁa de trombo intracoronariano visualizado em angiografia. Alguns

pacientes podem desenvolver alteraÁıes sem dor, contudo, com a

presenÁa de outros sinais e sintomas isquÍmicos, como dispneia, cansaÁo

s˙bito e intenso, tontura, estado confusional, desconforto gastrointestinal,

sendo mais comum em idosos, diabÈticos, mulheres e portadores de

insuficiÍncia cardÌaca.

Para diagnosticar a doenÁa devem ser realizados exames como o

eletrocardiograma (ECG), dosagem de enzimas cardÌacas (como

Troponina I e T, CK-Total, CK-MB, Mioglobina, AST e LDH), angiografia

coronariana caso identifique uma obstruÁ„o, a desobstruÁ„o È feita no

mesmo momento do exame para restaurar o fluxo sanguÌneo normal para

o coraÁ„o.

OBSEVA« O IMPORTANTE:

A American Heart Association (AHA) recomenda programas de

prevenÁ„o prim·ria que incluem a detecÁ„o e modificaÁ„o dos fatores

de risco e a conscientizaÁ„o dos mau h·bitos de vida que devem ser

modificados como o tabagismo, colesterol elevado, sedentarismo,

obesidade, estresse e o alcoolismo. AlÈm dessas medidas deve-se

controlar a press„o arterial e doenÁas secund·rias.

00000000000

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 O

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 O tratamento do infarto em fase prÈ

O tratamento do infarto em fase prÈ hospitalar

Apesar das terapias recomendadas

nessa fase serem quase todas

empÌricas s„o baseadas em estudos

realizados em pacientes

hospitalizados.

ETAPAS:

O tratamento deve ser feito por equipe capacitada e treinada com

administraÁ„o de oxigÍnio: indicada sua administraÁ„o rotineira em

todos os pacientes com infarto agudo do mioc·rdio, n„o complicado nas

primeiras 3-6 horas. O tratamento da dor diminui o consumo de oxigÍnio

pelo mioc·rdio isquÍmico (analgesia deve ser feita de preferÍncia com

sulfato de morfina endovenosa, para aliviar a dor e a ansiedade),

nitratos devem ser utilizados na formulaÁ„o sublingual (nitroglicerina,

mononitrato de isossorbida ou dinitrato de isossorbida) para revers„o de

eventual espasmo e/ou para alÌvio da dor anginosa. Est„o contraindicados

na presenÁa de hipotens„o arterial.

O ·cido acetilsalicÌlico (AAS), anti-inflamatÛrio n„o esterÛide indicado

rotineiramente para todos os pacientes com suspeita de IAM, tem aÁ„o

00000000000

sinÈrgica com o prÛprio fibrinolÌtico.

O clopidogrel - evidÍncias para o uso do clopidogrel se referem ao seu

uso combinado ao AAS em pacientes que receberam terapia trombolÌtica

inicial, demonstrando o seu benefÌcio em reduzir eventos cardiovasculares

maiores.

Os anticoagulantes - a enoxaparina deve ser administrada, pois h·

reduÁ„o do desfecho prim·rio de morte ou infarto do mioc·rdio n„o fatal,

sem um aumento importante de sangramento. Em sua aplicaÁ„o

subcut‚nea a agulha deve ser introduzida perpendicularmente na

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 espessura

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

espessura de uma prega cut‚nea feita entre os dedos polegar e indicador.

prega deve ser mantida durante A todo o perÌodo da injeÁ„o. N„o se deve

massagear o local da injeÁ„o apÛs a administraÁ„o, o que n„o È indicado,

devido a formaÁ„o de possÌveis hematomas e absorÁ„o muito r·pida da

medicaÁ„o.

Betabloqueadores - na ausÍncia de contra-indicaÁıes, essa classe

de medicamentos deve ser iniciada imediatamente, de preferÍncia por via

oral, apÛs a admiss„o do paciente. Seu uso demonstra menores taxas de

IAM com onda Q, insuficiÍncia cardÌaca congestiva e fibrilaÁ„o ventricular,

sem aumento acentuado dos efeitos colaterais.

7) OFICIAL/PM-MG/ENFERMEIRO/2013 As doenÁas cardiovasculares, principalmente o infarto agudo do mioc·rdio (IAM), representam a principal causa de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. De maneira geral, a abordagem terapÍutica das sÌndromes coronarianas agudas tem por objetivo prevenir e tratar as complicaÁıes resultantes da isquemia/necrose mioc·rdica. Em relaÁ„o ‡ terapÍutica medicamentosa utilizada no manejo do IAM, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira e em seguida marque a alternativa que contÈm a sequÍncia de correlaÁ„o CORRETA, na ordem de cima para baixo.

1. Morfina.

(

)

Reduz a press„o arterial e o Ìndice cardÌaco reduzindo o consumo de oxigÍnio mioc·rdico por

 

minuto e por batimento. Possui efeitos favor·veis na oferta e demanda de oxigÍnio refletindo

na

diminuiÁ„o da produÁ„o de lactato mioc·rdico

e

00000000000

diminuiÁ„o da arritmia ventricular. Atua como limitador da les„o isquÍmica imposta

2. OxigÍnio.

(

)

ao

 

mioc·rdio reduzindo a intensidade de elevaÁ„o do

segmento ST ao exame eletrocardiogr·fico. A administraÁ„o em excesso pode levar ‡ vasoconstriÁ„o sistÍmica com seus efeitos deletÈrios. Consiste na dilataÁ„o abrupta das veias, o

3. Nitrato.

(

)

que

reduz a prÈ-carga, o dÈbito e o trabalho cardÌaco,

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 alÈm

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 alÈm de promover vasodilataÁ„o coronariana e reduzir a ocorrÍncia de espasmo. Dessa forma, o balanÁo entre oferta e demanda È reestabelecido resultando em alÌvio da dor.

4.

Betabloqueadores.

(

)

Possui

aÁ„o

vasodilatadora

(principalmente)

 
 

venodilatadora). Promove o alÌvio da dor, reduÁ„o da press„o arterial e da prÈ-carga, do consumo mioc·rdico de oxigÍnio e, consequentemente, dos sintomas congestivos.

A.

(

)

4, 2, 1, 3.

B.

(

)

3, 2, 1, 4.

C.

(

)

4, 2, 3, 1.

D.

(

)

2, 4, 1, 3.

Coment·rios: Como j· vimos acima o tratamento do IAM:

Betabloqueadores:

Betabloqueadores: Reduz a press„o arterial e o Ìndice cardÌaco
Reduz a press„o arterial e o Ìndice cardÌaco

Reduz a press„o arterial e o Ìndice cardÌaco

reduzindo o consumo de oxigÍnio mioc·rdico por

reduzindo o consumo de oxigÍnio mioc·rdico por minuto e por batimento. Possui efeitos favor·veis

minuto e por batimento. Possui efeitos favor·veis

reduzindo o consumo de oxigÍnio mioc·rdico por minuto e por batimento. Possui efeitos favor·veis

na oferta e demanda de oxigÍnio refletindo na

diminuiÁ„o da produÁ„o de lactato mioc·rdico e

diminuiÁ„o da arritmia ventricular.

Oxigenio:

Oxigenio: Atua como limitador da les„o isquÍmica imposta ao
Atua como limitador da les„o isquÍmica imposta ao

Atua como limitador da les„o isquÍmica imposta ao

mioc·rdio reduzindo a intensidade de elevaÁ„o do

segmento ST ao exame eletrocardiogr·fico. A

administraÁ„o

em

excesso

pode

levar

 

vasoconstriÁ„o

sistÍmica

com

seus

efeitos

00000000000 deletÈrios. Nitrato:
00000000000
deletÈrios.
Nitrato:
Consiste na dilataÁ„o abrupta das veias, o que

Consiste na dilataÁ„o abrupta das veias, o que

reduz a prÈ-carga, o dÈbito e o trabalho cardÌaco,

Consiste na dilataÁ„o abrupta das veias, o que reduz a prÈ-carga, o dÈbito e o trabalho

alÈm de promover vasodilataÁ„o coronariana e reduzir

alÈm de promover vasodilataÁ„o coronariana e reduzir a ocorrÍncia de espasmo. Dessa forma, o balanÁo entre
a ocorrÍncia de espasmo. Dessa forma, o balanÁo entre

a ocorrÍncia de espasmo. Dessa forma, o balanÁo entre

oferta e demanda È reestabelecido resultando em alÌvio da dor.

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Morfina: Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

Morfina:

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Possui

aÁ„o

vasodilatadora (venodilatadora). Promove

o alÌvio da dor, reduÁ„o da press„o arterial e da prÈ-carga,

do consumo mioc·rdico de oxigÍnio e, consequentemente,

dos sintomas congestivos.

Gabarito: C

Bem amigo!!! aqui descrevo a vocÍ possÌveis diagnÛsticos de

enfermagem da NANDA: definiÁıes e classificaÁ„o (2015-2017),

relacionados ao Infarto Agudo do Mioc·rdio:

ESQUEMATIZANDO!!!

ao Infarto Agudo do Mioc·rdio: ESQUEMATIZANDO!!! Prof. Regina de Souza Barros www.estrategiaconcursos.com.br

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 8)
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8) FUMARC/PM-MG/ENFERMEIRO/2013 VocÍ È o enfermeiro da sala de emergÍncia e recebe um paciente com dor

tor·cica tÌpica de sÌndrome coronariana aguda. O protocolo do serviÁo

recomenda que seja feito o MONABCH, sendo A a Aspirina.

O objetivo da aspirina nessa situaÁ„o È:

(A)

diminuir a dor.

(B)

“ralear” o sangue.

(C)

evitar agregaÁ„o plaquet·ria.

(D)

auxiliar a dissolver o trombo.

Coment·rios: Na SÌndrome Coronariana Aguda (SCA) dentre elas o

infarto do mioc·rdio significa basicamente a morte de cÈlulas cardÌacas

causada por isquemia prolongada causada por trombose e/ou

vasoespasmo sobre uma placa aterosclerÛtica. Geralmente, grande parte

dos eventos È causada por rotura s˙bita e formaÁ„o de trombo sobre

placas aterosclerÛticas ou por eros„o das mesmas, para reduÁ„o

plaquetaria o trombo È utilizado no protocolo a aspirina.

Gabarito: C

00000000000

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 9)
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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

9) FUMARC/PM-MG/ENFERMEIRO/2013

O infarto agudo do mioc·rdio È o processo pelo qual ·reas de cÈlulas mioc·rdicas no coraÁ„o s„o destruÌdas de maneira permanente. S„o considerados achados nos pacientes com infarto agudo no mioc·rdio, EXCETO:

(A)

A dor tor·cica È previsÌvel, consistente, acontece aos esforÁos, mas È aliviada pelo repouso.

(B)

Os pacientes podem apresentar falta de ar, n·usea, taquipneia, palpitaÁıes, aparÍncia p·lida, ansiedade e inquietaÁ„o.

(C)

As alteraÁıes cl·ssicas no ECG s„o a invers„o da onda T, elevaÁ„o (ou depress„o) do segmento ST e desenvolvimento de uma onda Q anormal.

(D) Com frequÍncia, os exames laboratoriais usados para diagnosticar o infarto incluem a CK total e CKMB massa e avaliaÁ„o das isoenzimas, alÈm de an·lise da mioglobina e troponina.

Coment·rios: O diagnÛstico do IAM foi aprimorado com a introduÁ„o da

dosagem de enzimas plasm·ticas: a CK-MB - desenvolvida em 1974. As

troponinas s„o um complexo protÈico envolvido no processo de contraÁ„o

muscular e tambÈm se elevam na circulaÁ„o, apÛs a isquemia mioc·rdica.

00000000000

A troponina T n„o se eleva mais precocemente do que a mioglobina no

decorrer do IAM, porÈm È mais especÌfica para o mioc·rdio. As alteraÁıes

no ECG podem ser elevaÁ„o ou depress„o do segmento ST, invers„o da

onta T ou desenvolvimento de onda Q, os sintomas s„o dispneia, n·usea,

palidez, sudorese a dor tor·cica n„o previsÌvel que n„o cessa com

repouso devido a isso nossa letra A È a incorreta.

Gabarito: A

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 INSUFICI

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

INSUFICI NCIA CARDÕACA CONGESTIVA

Barros に Aula 00 INSUFICI NCIA CARDÕACA CONGESTIVA … uma sÌndrome heterogÍnea onde a anormalidade na

… uma sÌndrome heterogÍnea onde a anormalidade na funÁ„o cardÌaca causa impotÍncia da bomba cardÌaca em distribuir o volume que atenda ‡s necessidades dos tecidos apresentando sinais e sintomas de sobrecarga de volume como dispnÈia, estertores, distens„o de jugular, edema, perfus„o tissular prejudicada, fadiga, hipoperfus„o, disfunÁ„o renal, sintomas exacerbados na ausÍncia de compensaÁ„o cardÌaca ou medidas protetivas.

IMPORTANTE

A insuficiÍncia cardÌaca leva ‡ hipertrofia ventricular que È

caracterizada por um espessamento anormal das paredes do

ventrÌculo. Ela representa uma resposta adaptativa do

coraÁ„o ‡ constante hipertens„o arterial sofrida. … uma

doenÁa crÙnica que pode afetar apenas um dos lados do

coraÁ„o, sendo chamada, em alguns casos, de insuficiÍncia

cardÌaca direita ou insuficiÍncia cardÌaca esquerda. Contudo,

00000000000

ocorre sendo afetado o lado n„o comprometido devido ‡

tentativa de compensaÁ„o.

n„o comprometido devido ‡ tentativa de compensaÁ„o. A hipertens„o venosa pulmonar pode fazer com que o

A hipertens„o venosa pulmonar pode fazer com que o lÌquido passe dos capilares pulmonares para os alvÈolos e propicie o edema pulmonar, manifestado por tosse, dispneia, edema perifÈrico generalizado e aumento de peso

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 O

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 O dÈbito cardÌaco È bastante reduzido, causando

O dÈbito cardÌaco È bastante reduzido, causando v·rios

efeitos colaterais, o controle do volume de lÌquidos, como

controle da diurese, e a sinalizaÁ„o de piora do quadro clÌnico

devem ser monitorados com balanÁo hÌdrico rigoroso e deve-

se

auscultar os sons pulmonares.

O

diagnÛstico deve ser feito baseado na histÛria clÌnica do

paciente, nos sintomas e no exame fÌsico, exames laboratoriais

e de imagem s„o complementares no diagnÛstico e ditar„o o

tratamento e acompanhamento desses pacientes.

OBERVA«’ES IMPORTANTES

 

Os

exames

complementares

s„o

eletrocardiograma

 

de

12

derivaÁıes para identificar alteraÁıes de sobrecarga ou dilataÁ„o do

m˙sculo cardÌaco e a presenÁa de arritmias; raio-X de tÛrax: avalia o

tamanho do coraÁ„o, presenÁa de lÌquido nos pulmıes e presenÁa de

infecÁıes associadas; ecocardiograma bidimensional avalia o m˙sculo

cardÌaco, a funÁ„o do coraÁ„o e as v·lvulas cardÌacas; angiotomografia

coronariana identifica a presenÁa de placas de gordura e variaÁıes

 

00000000000

anatÙmicas; resson‚ncia cardÌaca calcula a funÁ„o do coraÁ„o, o

tamanho das c‚maras cardÌacas, a presenÁa de infartos e fibrose no

m˙sculo e ajuda no diagnÛstico das causas da patologia e a

cineangiocoronariografia identifica a presenÁa de placas de gordura, e

possibilita o tratamento seja de valvulopatias ou obstruÁıes coronarianas.

 

O tratamento a ser indicado dever· ser individualizado e depende

da causa da insuficiÍncia cardÌaca, os sintomas e complicaÁıes clÌnicas

apresentados pelo paciente e o est·gio da doenÁa. Em geral o paciente

dever· manter dieta saud·vel com restriÁ„o do uso de sal e gorduras. O

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 uso

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uso de anti- hipertensivos, diurÈticos, cardiotÙnicos e vasodilatadores tÍm

possibilitado diminuiÁ„o dos sintomas, aumento da sobrevida e da

qualidade de vida dos pacientes, melhorando a perfus„o tecidual,

reduzindo a congest„o e o edema, mantendo um status hemodin‚mico e

respiratÛrio que impeÁa o agravamento das condiÁıes j· existentes e

realize a prevenÁ„o de lesıes secund·rias por isquemia e/ou hipÛxia.

Vamos aprofundar ent„o conhecendo possÌveis diagnÛsticos de

enfermagem da NANDA: definiÁıes e classificaÁ„o (2015-2017),

relacionados ao ICC:

IMPORTANTE:

Intoler‚ncia ‡ atividade relacionada ao repouso no leito

caracterizado ‡ alteraÁıes eletrocardiogr·ficas refletindo isquemia;

Risco de intoler‚ncia ‡ atividade relacionada com problemas

circulatÛrios;

DÈbito cardÌaco diminuÌdo relacionado ‡ contratilidade

alterada/frequÍncia cardÌaca alterada/ pÛs carga alterada/ prÈ-

carga alterada/ ritmo alterado/ volume de ejeÁ„o alterado

caracterizado por alteraÁıes no ECG/crepitaÁıes/mudanÁas na cor

da pele/edema; Falta de ades„o relacionada ‡ crenÁas de sa˙de

caracterizado por comportamento indicativo de falta de aderÍncia/

evidencias de desenvolvimento de complicaÁıes;

00000000000

Risco de choque relacionado ‡ hipotens„o/hipoxemia/hipÛxia;

Risco de volume de lÌquidos deficiente relacionado ao uso de

diurÈticos;

Volume de lÌquidos excessivo relacionado ‡ mecanismos

reguladores comprometidos caracterizado por congest„o pulmonar/

ruÌdos respiratÛrios adventÌcios;

Falta de ades„o relacionada ‡ crenÁas de sa˙de caracterizado por

comportamento indicativo de falta de aderÍncia/ evidencias de

desenvolvimento de complicaÁıes;

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 10)
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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

10) Pref. Francisco Ayres/PI/IMA/ENFERMEIRO/2015

A insuficiÍncia cardÌaca (IC) È definida como uma sÌndrome clÌnica, na

qual uma desordem estrutural ou funcional do coraÁ„o leva ‡ diminuiÁ„o

da capacidade do ventrÌculo para ejetar sangue e/ou encher-se de

sangue. Os mecanismos respons·veis pelos sinais e sintomas de IC

podem ser disfunÁ„o sistÛlica, diastÛlica ou ambas, de um ou ambos os

ventrÌculos.

KROGER, M.M.A. et al. Enfermagem em Terapia Intensiva: do ambiente

da unidade ‡ assistÍncia ao paciente. S„o Paulo: Martinari, 432p, 2010

Nesse contexto, avalie as asserÁıes a seguir e a relaÁ„o proposta entre

elas.

I O paciente com IC descompensada apresenta-se, habitualmente, com

dispnÈia e/ou sinais de hipoperfus„o perifÈrica e/ou congest„o de diversas

magnitudes. A avaliaÁ„o inicial, antes do tratamento, deve determinar se

È uma IC aguda secund·ria a dano do mioc·rdio recente ou crÙnica

descompensada.

PORQUE II O tratamento consiste em manter uma perfus„o tecidual

adequada, reduzindo a congest„o e o edema, mantendo um status

hemodin‚mico e respiratÛrio que impeÁa o agravamento das condiÁıes j·

00000000000

existentes e realize a prevenÁ„o de lesıes secund·rias por isquemia e/ou

hipÛxia.

A) As asserÁıes I e II s„o proposiÁıes verdadeiras, e a II È uma

justificativa correta da primeira.

B) As asserÁıes I e II s„o proposiÁıes verdadeiras, mas a II n„o È uma

justificativa correta da primeira.

C) A asserÁ„o I È uma proposiÁ„o verdadeira e a II È uma proposiÁ„o

falsa.

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D) A asserÁ„o verdadeira. I È Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de

D) A asserÁ„o

verdadeira.

I

È

D) A asserÁ„o verdadeira. I È Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados

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uma proposiÁ„o falsa e

a

II È uma proposiÁ„o

Coment·rios: Vamos nos concentrar nos estudos vencendo o cansaÁo

para alcanÁar o objetivo! N„o esqueÁa que depende exclusivamente de

vocÍ ent„o ANIMO!!! Lembre- se que as manifestaÁıes clÌnicas da

insuficiÍncia cardÌaca englobam taquicardia sem causa aparente, dispnÈia,

cansaÁo, esforÁo fÌsico. Esta sintomatologia surge em resposta ‡

congest„o pulmonar. Na fase avanÁada da doenÁa, pode aparecer cansaÁo

mesmo em repouso, edema em membros inferiores, aumento do volume

abdominal, arritmias, sudorese o tratamento consiste em recursos

farmacolÛgicos para compensar os sintomas exacerbados como

diurÈticos, cardiotÙnicos, anti-hipertensivos, preocupando- se sempre

com a doenÁa de base.

Gabarito: A

preocupando- se sempre com a doenÁa de base. Gabarito: A 11) EBSERH – NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/

11) EBSERH NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/ PERFUSIONISTA/2016

Paciente do sexo masculino com 63 anos È admitido no pronto-socorro

00000000000

apresentando n·useas, vÙmitos e dist˙rbios visuais. Refere que faz uso de digit·licos. Assinale a alternativa que indica quais s„o os principais sinais e sintomas que o enfermeiro dever· estar atento, sendo que a principal suspeita nesse caso È de intoxicaÁ„o por digit·licos.

(A)

Dor, lipotimia, polifagia, poli˙ria e dist˙rbios visuais.

(B)

VÙmitos, dis˙ria, lipotimia, hipotens„o, hipertermia e polifagia.

(C)

Anorexia, n·useas, hipertermia, dor e fadiga.

(D) Anorexia, n·useas, vÙmitos, diarreia, dist˙rbios visuais e arritmias

cardÌacas.

(E) Anorexia, diarreia, fadiga, hipertens„o e poli˙ria.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 Coment·rios: A insuficiÍncia cardÌaca È uma sÌndrome grave no qual o

tratamento inclui uma serie de medicamentos que podem gerar efeitos

colaterais diversos dentre essas medicaÁıes est„o os digit·licos que

podem levar ‡ sintomas como anorexia, diarrÈia, n·useas, vÙmitos,

dist˙rbios visuais e arritmia cardÌaca.

Gabarito: D.

dist˙rbios visuais e arritmia cardÌaca. Gabarito : D. 12) UECE-CEV/PREFEITURA DE AMONTADA –

12) UECE-CEV/PREFEITURA DE AMONTADA CE/ENFERMEIRO/2016

CansaÁo, falta de ar, edema de membros inferiores, hepatomegalia,

ascite, palpitaÁ„o, palidez cut‚nea, sudorese fria, fadiga, fraqueza e

dispneia paroxÌstica noturna, quando em conjunto, s„o sinais e sintomas

da :

a) asma.

b) trombose venosa profunda

c) insuficiÍncia cardÌaca congestiva.

d) pneumonia.

c) insuficiÍncia cardÌaca congestiva. d) pneumonia. 00000000000 Coment·rios : A hipertens„o venosa pulmonar

00000000000

Coment·rios: A hipertens„o venosa pulmonar pode fazer com que o

lÌquido passe dos capilares pulmonares para os alvÈolos, propiciando o

edema pulmonar. O controle do volume de lÌquidos e a sinalizaÁ„o de

piora do quadro clÌnico devem ser monitorados com balanÁo hÌdrico

rigoroso e ausculta pulmonar e presenÁa de dispneia, palidez, ascite,

palpitaÁ„o, edema de MMII, fadiga, sudorese e fraqueza s„o sinais e

sintomas de ICC.

Gabarito: C

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 13)
Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 13)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

13) INSTITUTO AOCP/EBSERH/ENFERMEIRO/2016

O acompanhamento hemodin‚mico em pacientes pedi·tricos crÌticos È

fundamental para o desfecho favor·vel de cada indivÌduo. Assim, o

enfermeiro deve se familiarizar com alguns conceitos para organizar suas

atividades e detectar alteraÁıes no quadro evolutivo de cada caso.

Referente ao assunto, assinale a alternativa correta.

a) Volume sistÛlico: tambÈm compreendido como capacit‚ncia, È a

quantidade total de sangue que pode ser armazenada em uma dada

proporÁ„o da circulaÁ„o para cada milÌmetro de merc˙rio da elevaÁ„o da

press„o.

b) PÛs-carga: corresponde ao grau de estiramento peric·rdico ao final

da

sÌstole. TambÈm pode ser entendido como volume de sangue presente

no

·trio antes da contraÁ„o.

c) PrÈ-carga: È a imped‚ncia ou resistÍncia oferecida ao enchimento

atrial. TambÈm pode ser entendido como resistÍncia de ejeÁ„o do ·trio.

d) DÈbito cardÌaco (DC): quantidade de sangue bombeada pelo

ventrÌculo a cada minuto (volume sistÛlico x frequÍncia cardÌaca).

e) ComplacÍncia vascular: corresponde ao volume de sangue ejetado

em cada sÌstole ventricular.

00000000000

Coment·rios: Essa n„o tem como errar caro concurseiro È uma revis„o

do que j· estudamos n„o esqueÁa e n„o confunda o dÈbito cardÌaco (DC):

quantidade de sangue bombeada pelo ventrÌculo a cada minuto (volume

sistÛlico x frequÍncia cardÌaca).

Gabarito: D

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 ANGINA

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

ANGINA

comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 ANGINA … uma sÌndrome que ocorre devido

… uma sÌndrome que ocorre devido ao baixo suprimento de oxigÍnio

ao m˙sculo cardÌaco em raz„o de obstruÁıes

ou espasmos das artÈrias coronarianas caracterizado por dor apÛs a

realizaÁ„o de esforÁos fÌsicos ou excitaÁıes emocionais intensas e

geralmente cede em poucos minutos ou apÛs repouso, sua principal

causa È a aterosclerose, outras causas menos comuns s„o a

compress„o das artÈrias por inflamaÁıes ou infecÁıes das artÈrias e

doenÁas nas v·lvulas cardÌacas È considerada uma cardiopatia

isquÍmica.

OBSERVA« O:

A angina est·vel È a forma mais encontrada. Ocorre em situaÁıes

de esforÁo fÌsico, estresse, extremos de temperaturas, refeiÁıes pesadas

e tabagismo, desaparecendo com o repouso, advÈm devido ‡ uma

necessidade aumentada de oxigÍnio. Entretanto a quantidade de sangue

bombeada È insuficiente.

Na angina inst·vel a caracterÌstica mais importante È que a dor

n„o melhora com o repouso, surge repentinamente no repouso, devido a

um bloqueio ou reduÁ„o do fluxo sanguÌneo. Angina refrat·ria È uma

forma de angina incapacitante que n„o È compensada pelas formas

convencionais de tratamento, com um curso superior a trÍs meses.

00000000000

um

vasoespasmo (estreitamento do l˙men de um vaso) coronariano, com dor

em repouso, geralmente È diagnosticado durante exames de rotina.

A

angina

de

Prinzmetal

È

causada

por

Caracterizada por desconforto tor·cico, na mandÌbula, ombro,

costas ou braÁo. A anamnese È o instrumento mais importante para o

diagnÛstico da angina, permitindo estimar-se a probabilidade do paciente

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 ser

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

ser portador de doenÁa coronariana com alto grau de acur·cia. Durante a

anamnese devem ser avaliadas a qualidade (geralmente descrita como

“peso”, “aperto”, “sufoco” ou “desconforto” torácico), duração (1 a 5

minutos), localizaÁ„o (Subesternal, n„o sendo incomuns irradiaÁıes para

o pescoÁo, braÁo, mandÌbula ou epig·strio), fatores desencadeantes e

atenuantes.

O tratamento da angina tem como objetivos o alivio dos sintomas, a

prevenÁ„o do IAM, a prevenÁ„o da morte s˙bita cardÌaca e a melhora

progressiva dos sintomas. O tratamento farmacolÛgico È feito com uso de

nitratos que realizam vasodilataÁ„o e diminuem a dor, beta-

bloqueadores para diminuir a forÁa de contraÁ„o, aspirina como anti-

agregante plaquet·rio, prevenindo-se a formaÁ„o de trombos, e as

estatinas para tratamento da dislipidemia.

OBSERVA«’ES IMPORTANTES

PossÌveis diagnÛsticos de enfermagem da NANDA: definiÁıes e classificaÁ„o (2015-2017), relacionados ‡ Angina:

Ansiedade relacionada ao estresse/ mudanÁa no estado de sa˙de caracterizado por preocupaÁ„o/ insÙnia/ tremores/ fraqueza;

Intoler‚ncia a atividade relacionada ao repouso no leito caracterizado ‡ alteraÁıes eletrocardiogr·ficas refletindo isquemia;

Risco de intoler‚ncia ‡ atividade relacionada com problemas circulatÛrios;

Debito cardÌaco diminuÌdo relacionado a frequÍncia cardÌaca alterada/ pÛs carga alterada/ prÈ- carga alterada/ ritmo alterado/ volume de ejeÁ„o alterado caracterizado por alteraÁıes no ECG/ mudanÁas na cor da pele/edema;

Falta de ades„o relacionada ‡ crenÁas de sa˙de caracterizado por comportamento indicativo de falta de aderÍncia/ evidencias de desenvolvimento de complicaÁıes;

00000000000

Risco de choque relacionado ‡ hipotens„o/hipoxemia/hipÛxia;

Dor aguda relacionada ‡ agentes lesivos caracterizado por diaforese/ evidencia observada de dor/ relato verbal de dor;

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14) Pref. Hidrol‚ndia/GO/ ITAME/ENFERMEIRO/2015

Como resultado da doenÁa aterosclerÛtica pode-se desenvolver a angina,

uma sÌndrome caracterizada por episÛdios de dor ou press„o na parte

anterior do tÛrax. Nesta patologia o fluxo sanguÌneo coronariano È

insuficiente, por exemplo, num esforÁo fÌsico ou estresse emocional o

aporte diminuÌdo de oxigÍnio n„o satisfar· a demanda do aumentada

mioc·rdio, gerando uma sÈrie de sintomas ao paciente. Sobre a

abordagem ao paciente com angina È correto afirmar:

(A) A administraÁ„o de morfina visa dilatar os vasos sanguÌneos.

(B)A administraÁ„o de beta-bloqueador visa diminuir a forÁa de contraÁ„o

mioc·rdica.

(C) A administraÁ„o de oxigÍnio visa suprir a demanda do corpo evitando

hemorragias.

(D) A administraÁ„o de nitroglicerina visa a diminuiÁ„o da agregaÁ„o

plaquet·ria.

Coment·rios: Caro concurseiro j· discutimos sobre o tratamento da

angina e vimos que ele se destina ‡ reduÁ„o da gravidade dos sintomas, a

reduÁ„o da frequÍncia de ataques e que melhora o fluxo sanguÌneo para o

mioc·rdio. Mas vamos relembrar que o uso da nitroglicerina aumenta o

di‚metro dos vasos sanguÌneos, atravÈs da vasodilataÁ„o, relaxando o

m˙sculo cardÌaco, a morfina faz controle da dor e ansiedade, o aporte de

00000000000

oxigÍnio aumenta a oferta do m˙sculo em sofrimento, j· os

betabloqueadores inibem a competiÁ„o por receptores modificando a

estrutura de betabloqueador/catecolamina. Este bloqueio simp·tico

provoca uma diminuiÁ„o da contractilidade e da frequÍncia cardÌaca,

sobretudo no esforÁo ou ansiedade. A longo prazo, o dÈbito cardÌaco

retorna ao normal e a resistÍncia perifÈrica total diminui, mantendo a

press„o arterial baixa,

Gabarito: B

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 15)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

15) CESGRANRIO/UNIRIO/ENFERMEIRO/2016

Trata-se de uma obstruÁ„o aguda, n„o totalmente oclusiva no sistema

coronariano. Antes de obter o acesso venoso, administre nitroglicerina

sublingual. Diante dessa prescriÁ„o mÈdica, o enfermeiro concluiu que o

paciente apresentava o seguinte problema de sa˙de:

a) varizes esofagianas

b) sÌndrome de Steve & Johnson

c) reaÁ„o alÈrgica grave

d) angina inst·vel

e) tuberculose pulmonar

Coment·rios: Diretrizes de doenÁa coronariana crÙnica angina inst·vel:

A angina È uma sÌndrome clÌnica comumente caracterizada por episÛdios

ou paroxismos de dor ou press„o na regi„o anterior do tÛrax. A angina

inst·vel a dor n„o melhora com o repouso, surge bruscamente,

geralmente no repouso, devido a um bloqueio ou reduÁ„o do fluxo

sanguÌneo sendo necess·rio o uso de nitratos sublingual.

Gabarito: D

16) FEPESE/PREFEITURA DE LAGES SC/ENFERMEIRO/2016

00000000000

As doenÁas cardÌacas s„o a primeira causa de morte em muitos paÌses.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), no

que diz respeito a essas doenÁas.

( ) A cardiopatia isquÍmica È ocasionada pela arteriosclerose das artÈrias

coron·rias, encarregadas de levar sangue ao m˙sculo cardÌaco.

( ) O infarto agudo de mioc·rdio que ocorre como consequÍncia da

obstruÁ„o de uma artÈria coron·ria por um trombo, È um tipo de

cardiopatia isquÍmica.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 (

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( ) A angina, que se caracteriza por uma dor intensa no peito, n„o È

considerada uma cardiopatia isquÍmica.

( ) Entre as causas das cardiopatias isquÍmicas, podemos citar: a idade

avanÁada, a diminuiÁ„o dos valores do colesterol HDL, o tabagismo, entre

outros.

( ) A arteriosclerose coron·ria È um processo lento de formaÁ„o de

col·geno e ac˙mulo de lipÌdios e cÈlulas inflamatÛrias.

Assinale a alternativa que indica a sequÍncia correta, de cima para baixo.

a) V • V • V • F • V

b) V • V • F • V • V

c) V • F • F • F • V

d) F • V • F • V • V

e) F • F • V • V • V

Coment·rios: Caros alunos, conforme falado anteriormente, a angina,

que se caracteriza por uma dor intensa no peito È considerada uma

cardiopatia isquÍmica.

Gabarito: B

È considerada uma cardiopatia isquÍmica. Gabarito: B 00000000000 HIPERTENS O … caracterizada pela presenÁa

00000000000

HIPERTENS O

isquÍmica. Gabarito: B 00000000000 HIPERTENS O … caracterizada pela presenÁa de nÌveis tensionais

… caracterizada pela presenÁa de nÌveis tensionais

elevados, associados a alteraÁıes metabÛlicas e

hormonais e a fenÙmenos trÛficos (hipertrofias

cardÌaca e vascular).

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OBSERVA« O Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula

OBSERVA« O

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

A prevalÍncia da hipertens„o arterial È elevada, estimando-se que

cerca de 15% a 20% da populaÁ„o brasileira adulta possa ser rotulada

como hipertensa. Na evidÍncia de hipertens„o arterial deve- se diminuir a

ocorrÍncias das situaÁıes de risco como emergÍncias hipertensivas,

onde a press„o arterial deve ser controlada em uma hora, e as urgÍncias

hipertensivas, em atÈ 24 horas, as manifestaÁıes clÌnicas das

emergÍncias e das urgÍncias hipertensivas s„o cefalÈia intensa e precoce

na regi„o occipital, j· na urgÍncia s„o encontradas: tontura, mal estar

geral, zumbido, n·useas e vÙmitos, palpitaÁıes, tontura, astenia,

alteraÁıes no fundo de olhos, contudo na emergÍncia hipertensiva h·

les„o de Ûrg„o alvo (cÈrebro, coraÁ„o, pulm„o).

O diagnÛstico da hipertens„o arterial È basicamente estabelecido

pelo encontro de nÌveis tensionais permanentemente elevados

acima dos limites de normalidade, quando a press„o arterial È

apurada por meio de mÈtodos e condiÁıes adequadas. Logo a medida da

press„o arterial È o elemento-chave para o estabelecimento do

diagnÛstico da hipertens„o arterial. Pode estar associada ou n„o a

cefaleia. Na evidÍncia de cefaleia deve se realizar a medida da PA e na

fase aguda em pacientes hipertensos È necess·rio manter repouso no

leito e minimizar atividades fÌsicas e vasoconstrictoras como esforÁo na

tosse ou na evacuaÁ„o.

00000000000

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VocÍ sabia que na UrgÍncia Hipertensiva, o aumento da press„o

arterial (PA) n„o representa risco imediato de morrer e nem dano agudo a

Ûrg„os-alvo, portanto, nessa situaÁ„o, o controle da PA deve ser

realizado, reduzindo-se a PA gradualmente, dentro de 24h. J· a

EmergÍncia Hipertensiva È a situaÁ„o clÌnica, onde h· sinais de lesıes de

Ûrg„os-alvo (cÈrebro, coraÁ„o, pulm„o), requerendo internaÁ„o hospitalar

e diminuiÁ„o da PA com medicaÁıes parenterais.

- Nova classificaÁ„o da press„o arterial de acordo com a medida

casual no consultÛrio (> 18 anos)

ClassificaÁ„o

ClassificaÁ„o
ClassificaÁ„o
ClassificaÁ„o Press„o sistÛlica Press„o diastÛlica (mmHg) (mmHg) Normal ≤ 120 ≤ 80
ClassificaÁ„o Press„o sistÛlica Press„o diastÛlica (mmHg) (mmHg) Normal ≤ 120 ≤ 80

Press„o

sistÛlica

Press„o

diastÛlica

(mmHg)

(mmHg)

Normal

120

80

PrÈ- Hipertens„o

121139

8189

Hipertens„o est·gio 1

140159

9099

Hipertens„o est·gio 2

160179

100109

Hipertens„o est·gio 3

180

≥ 110

Hipertens„o

sistÛlica

≥ 140

isolada (devendo a mesma ser classificada em est·gios 1, 2 e 3.

00000000000

< 90

*Quando as pressıes sistÛlica e diastÛlica situam-se em categorias diferentes, a maior deve ser utilizada para classificaÁ„o da press„o arterial. (VII Diretrizes Brasileiras de Hipertens„o,

2016)

A Medida Ambulatorial da Press„o Arterial (MAPA) È um mÈtodo

autom·tico de medida indireta e intermitente da press„o arterial durante

24 horas, durante a rotina di·ria, inclusive durante o sono. … importante

ressaltar que ainda n„o existe evidÍncia de que esse mÈtodo deva ser

empregado na avaliaÁ„o rotineira do paciente hipertenso, n„o

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 substituindo, portanto, a avaliaÁ„o clÌnica do paciente e a medida da

press„o arterial de consultÛrio.

O tratamento da hipertens„o arterial tem como objetivo a reduÁ„o

da morbidade e da mortalidade cardiovasculares do paciente hipertenso,

aumentadas em decorrÍncia dos altos nÌveis tensionais, sendo utilizadas

medidas n„o- farmacolÛgicas isoladas como associadas a medicamentos

anti-hipertensivos.

Medidas n„o farmacolÛgicas devem ser empregadas como

exercÌcio fÌsico regular inserido na rotina do paciente, restriÁ„o de sÛdio

(<2,4 g/dia, equivalente a seis gramas de cloreto de sÛdio) e baseada

em frutas, verduras e legumes, cereais integrais, leguminosas, leite e derivados

desnatados, quantidade reduzida de gorduras saturadas, trans e

colesterol mostrou ser capaz de reduzir a press„o arterial em indivÌduos

hipertensos juntamente com h·bitos saud·veis como a reduÁ„o alimentos

gordurosos e frituras, diminuiÁ„o do estresse, evitar o uso do ·lcool,

englobando um conjunto de pr·ticas saud·veis. Os agentes anti-hipertensivos

devem permitir n„o somente a reduÁ„o dos nÌveis tensionais, mas tambÈm a

reduÁ„o de morbidade e mortalidade.

PossÌveis diagnÛsticos de enfermagem da NANDA: definiÁıes e

classificaÁ„o (2015-2017), relacionados ‡ Hipertens„o:

Risco de intoler‚ncia a atividade relacionada com problemas circulatÛrios;

Debito cardÌaco diminuÌdo relacionado a frequÍncia cardÌaca alterada/ritmo alterado caracterizado por edema;

Risco de perfus„o tissular cardÌaca diminuÌda relacionado a hipertens„o/ falta de conhecimento sobre os fatores de risco modific·veis;

Risco de perfus„o tissular cerebral ineficaz relacionado a hipertens„o;

Perfus„o tissular perifÈrica ineficaz relacionada a hipertens„o caracterizado por edema/tempo de enchimento capilar > 3 segundos;

Falta de ades„o relacionada ‡ crenÁas de sa˙de caracterizado por comportamento indicativo de falta de aderÍncia/ evidencias de desenvolvimento de complicaÁıes;

Risco de choque relacionado a hipotens„o/hipoxemia/hipÛxia;

Risco de volume de lÌquidos deficiente relacionado ao uso de diurÈticos;

00000000000

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17) CESGRANRIO/UNIRIO/ENFERMEIRO/2016

Uma das doenÁas cardiovasculares mais frequente no Brasil, respons·vel

por complicaÁıes como a doenÁa renal crÙnica terminal, È a doenÁa

denominada

a) Arterite de Takayasu

b) Lupus Eritematoso SistÍmico

c) Angina inst·vel

d) Rim PolicÌstico

e) Hipertens„o Arterial SistÍmica

Coment·rios: A Hipertens„o Arterial SistÍmica (HAS) È a press„o

elevada exercida sobre as paredes das artÈrias durante a sÌstole e a

di·stole ventriculares È um problema de sa˙de p˙blica no Brasil e no

mundo respons·vel por in˙meros casos de morbidade e mortalidade, È

uma condiÁ„o clÌnica multifatorial caracterizada por nÌveis elevados e

sustentados de press„o arterial. Associa-se comumente a alteraÁıes

funcionais e/ou estruturais dos Ûrg„os-alvo (coraÁ„o, encÈfalo, rins-

doenÁa renal crÙnica terminal- e vasos sanguÌneos) e a alteraÁıes

metabÛlicas (VII Diretrizes Brasileiras de Hipertens„o, 2016).

00000000000

Gabarito: E

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18) FEAES/ FOFIPA/ENFERMEIRO/2015

A Hipertens„o arterial È um dos mais importantes fatores de risco para o

desenvolvimento de doenÁas cardiovasculares, cerebrovasculares e

renais, sendo respons·vel por pelo menos 40% das mortes por acidente

vascular cerebral, por 25% das mortes por doenÁa arterial coronariana e,

em combinaÁ„o com o diabete, 50% dos casos de insuficiÍncia renal

terminal. A principal relev‚ncia da identificaÁ„o e controle da HAS reside

na reduÁ„o das suas complicaÁıes, tais como, EXCETO:

(A)

DoenÁa cÈrebro-vascular e DoenÁa arterial coronariana.

(B)

InsuficiÍncia cardÌaca e DoenÁa renal crÙnica.

(C)

DoenÁa arterial perifÈrica.

(D)

Diabetes Mellitus.

DoenÁa arterial perifÈrica. (D) Diabetes Mellitus. 00000000000 Coment·rios : De acordo com o caderno de

00000000000

Coment·rios: De acordo com o caderno de atenÁ„o b·sica do MinistÈrio

da Sa˙de o controle da hipertens„o arterial reduz suas complicaÁıes,

como a doenÁa cerebrovascular, doenÁa arterial coronariana, insuficiÍncia

cardÌaca, doenÁa renal crÙnica, doenÁa arterial perifÈrica, n„o fazendo

parte dessas a diabetes, devido aos mecanismos reguladores, atividade e

controle serem diferenciados.

Gabarito: D

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 19)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 19) FUNIVERSA/IF-AP/ENFERMEIRO/2016

Com o processo de envelhecimento, a hipertens„o arterial sistÍmica e o

diabetes melito tÍm sido fatos marcantes nas sociedades atuais,

configurando uma epidemia mundial somada aos fatores contribuintes,

como a crescente adoÁ„o de estilos de vida pouco saud·veis

(sedentarismo), dieta inadequada e obesidade. No que se refere ‡

hipertens„o arterial e ao diabetes melito no idoso, assinale a alternativa

correta.

a) Constituem duas estratÈgias para o tratamento n„o farmacolÛgico da

hipertens„o arterial a reduÁ„o do consumo de bebidas alcoÛlicas e o

abandono do tabagismo.

b) Em estudos j· realizados, foi evidenciado que o diabetes n„o interfere

na sexualidade do idoso.

c) Quanto ‡ classificaÁ„o da press„o arterial no adulto, a hipertens„o

arterial com valores de 160 x 100 mmHg È considerada como de Est·gio

1.

d) Fome, tontura, fraqueza, sudorese, taquicardia e tremores compıem

o quadro clÌnico caracterÌstico de um paciente com hiperglicemia.

e) O conjunto de seringa/agulha descart·vel para administraÁ„o de

insulina pode ser reutilizado pela mesma pessoa por atÈ dezesseis

aplicaÁıes. Acerca da hipertens„o arterial, julgue os itens que se seguem.

00000000000

Coment·rios: Restringir a quantidade de sal nos alimentos e retirar o

saleiro da mesa e realizar atividade fÌsica regular, reduÁ„o do consumo

de bebidas alcoÛlicas e o abandono do tabagismo podem diminuir a

press„o arterial, o exercÌcio fÌsico pode reduzir o risco de doenÁa arterial

coron·ria e acidentes vasculares encef·licos reduzindo assim a

mortalidade geral.

Gabarito: A

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 20)
Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 20)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

20) NC-UFPR/ PREFEITURA DE CURITIBA/ENFERMEIRO/2016

Para a efetivaÁ„o do Programa de Diabetes e Hipertens„o Arterial, est·

prevista a participaÁ„o de uma equipe mÌnima de profissionais de sa˙de

com as respectivas atribuiÁıes de cada profissional. O enfermeiro È um

dos integrantes dessa equipe.

Assinale a alternativa que corresponde a uma das atribuiÁıes especÌficas

do enfermeiro que atua no Programa de Diabetes e Hipertens„o Arterial.

a) Desenvolver atividades educativas de promoÁ„o de sa˙de com todas

as pessoas da comunidade, bem como atividades educativas individuais

ou em grupo com os pacientes hipertensos e diabÈticos.

b) Verificar o comparecimento dos pacientes diabÈticos e hipertensos ‡s

consultas agendadas na unidade de sa˙de.

c) Encaminhar para unidades de referÍncia secund·ria os casos de

diabetes gestacional, gestantes diabÈticas e os que necessitam de

consulta especializada.

d) Verificar os nÌveis da press„o arterial, peso, altura e circunferÍncia

abdominal em indivÌduos da demanda espont‚nea da unidade de sa˙de.

e) Rastrear a hipertens„o arterial em indivÌduos com mais de 20 anos,

pelo menos uma vez ao ano, mesmo naqueles sem queixa.

00000000000

menos uma vez ao ano, mesmo naqueles sem queixa. 00000000000 Coment·rios : Essa quest„o apesar de

Coment·rios: Essa quest„o apesar de f·cil traz muitas informaÁıes

confusas, mas vamos delimitar: A«’ES DE PROMO« O £ SA⁄DE S O

PRIORIDADE tanto individuais quanto coletivas para efetivaÁ„o dos

Programas de sa˙de.

Gabarito: A

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 21)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 21) CESPE/TRT-8™ REGI O-PA E APNFERMEIRO/2016

Segundo as orientaÁıes dos Cadernos de AtenÁ„o B·sica de 2014, do

MinistÈrio da Sa˙de, assinale a opÁ„o correta quanto ao rastreamento e

ao diagnÛstico da hipertens„o arterial sistÍmica (HAS).

a) IndivÌduos que apresentam press„o arterial (PA) anormal na

monitoraÁ„o em consultÛrio e PA normal na residÍncia tÍm diagnÛstico de

hipertens„o mascarada.

b) A press„o arterial, em ordem crescente, pode ser classificada como

limÌtrofe, normotens„o e HAS.

c) As estratÈgias de prevenÁ„o consideradas para a HAS s„o a

populacional e a dirigida a grupos de risco.

d) O controle e o tratamento da HAS s„o realizados com medicamentos

que apresentam muitos efeitos colaterais e baixa aplicabilidade.

e) Adultos com mais de dezoito anos de idade devem ter sempre a sua

press„o arterial aferida quando forem a uma unidade b·sica de sa˙de

para consultas.

quando forem a uma unidade b·sica de sa˙de para consultas. Coment·rios: J· estudamos definiÁıes de hipertens„o

Coment·rios: J· estudamos definiÁıes de hipertens„o arterial e a

00000000000

definiÁ„o de hipertens„o È a que est· descrita no item I na Ìntegra de

acordo com a VII Diretrizes Brasileiras de Hipertens„o (2016). As

estratÈgias de prevenÁ„o consideradas para a HAS s„o a populacional

(defende a reduÁ„o da exposiÁ„o populacional a fatores de risco,

principalmente ao consumo de sal) e a dirigida a grupos de risco. A

consulta de enfermagem faz parte da estratÈgia dirigida a grupos de risco

(propıe intervenÁ„o educativa em indivÌduos com valores de PA

limÌtrofes, predispostos ‡ hipertens„o).

Gabarito: C

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

22) EBSERH/AOCP/ENFERMEIRO/2016

O escore de Framingham revisado estima:

a) probabilidade de c‚ncer de colo de ˙tero em mulheres acima de 40

anos.

b) determinantes sociais de pobreza.

c) risco de evento cardiovascular.

d) probabilidade de diabetes na populaÁ„o geral.

e) incidÍncia de morte por causas externas.

geral. e) incidÍncia de morte por causas externas. Coment·rios : O escore de Framingham avalia o

Coment·rios: O escore de Framingham avalia o risco de cada indivÌduo

sofrer uma doenÁa arterial coronaria nos prÛximos 10 anos.

Baixo risco (< 10% de chance de evento cardiovascular) deve-se fazer o

seguimento anualmente.

Risco intermedi·rio (10-20-% de chance de avento cardiovascular) deve-

se fazer o seguimento semestral.

Alto risco (> 20% de chance de evento cardiovascular) ou les„o em Ûrg„o

alvo deve-se fazer o seguimento trimestral.

Gabarito: C

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 DOEN«AS

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

DOEN«AS VASCULARES

A trombose venosa profunda (TVP) È o crescimento

de um trombo que forma dentro de um vaso sanguÌneo

venoso e que permanece no local onde se formou com

consequente reaÁ„o inflamatÛria do vaso, podendo esse

trombo, determinar obstruÁ„o parcial ou total, pode ser

causador de sequelas de insuficiÍncia venosa

crÙnica.

A TVP, alÈm de ser respons·vel por essas doenÁas, tambÈm

causa outras doenÁas mais graves devido ‡ les„o contÌnua das

veias e v·lvulas como a embolia pulmonar, seus sintomas

variam muito, com paciente clinicamente assintom·tica atÈ

aumento da temperatura local, com edema, dor, com rigidez

da musculatura e da panturrilha.

OBSERVA«’ES IMPORTANTES

Os sintomas da doenÁa s„o dores de intensidade vari·veis,

frequentemente localizada, mas que, em alguns casos, limita as

atividades do paciente. Os indÌcios s„o pele avermelhada ou arroxeada

com aumento de temperatura no local e endurecimento de trajeto

venoso. Geralmente o edema, na maioria das vezes, È somente local,

mas, ‡s vezes, aparece de modo discreto na extremidade do membro

atingido.

Na terapia da TVP prevenir-se a ocorrÍncia de embolia pulmonar

fatal, como evitar a recorrÍncia, e minimizando os riscos de problemas e

sequelas se crÙnicas, s„o usados medicamentos anticoagulantes, ou seja,

que diminuem a chance do sangue coagular, em altas doses injet·veis.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 Tromboflebite

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Tromboflebite È uma ocorrÍncia comum, demonstrada por uma

trombose, dentro de veia superficial, tem como uma reaÁ„o inflamatÛria

da parede venosa e dos tecidos vizinhos.

A an·lise clÌnica È realizada primeiramente com

exames fÌsicos e histÛria do paciente; h· histÛria de injeÁ„o intravenosa

ou de paciente portador de varizes de membros inferiores.

No tratamento È verificada a extens„o de veia afetada e da

intensidade dos sintomas, s„o utilizados no tratamento clÌnico

analgÈsicos, anti-inflamatÛrios e calor local alÈm de compressas ˙midas

mornas em tromboflebites localizadas pouco extensas. Os

anticoagulantes s„o utilizados somente em casos de

tromboflebites superficiais extensas para evoluÁ„o para trombose

venosa profunda e embolia pulmonar.

A intervenÁ„o cir˙rgica, ·s vezes, È necess·ria para remoÁ„o de

trajeto venoso ou do trombo (co·gulo) nos casos de dor importante e

persistente e em tromboflebite de safenas, no caso de risco de trombose

venosa profunda. Nessa situaÁ„o os antibiÛticos n„o est„o indicados,

somente no caso de comprovar se realmente uma infecÁ„o como em

tromboflebites supurativas, causadas por uso de cateter intravenoso.

OBSERVA«’ES IMPORTANTES

00000000000

Nas DoenÁas Vasculares podemos descrever possÌveis diagnÛsticos

de enfermagem da NANDA: definiÁıes e classificaÁ„o (2015-2017) como:

Intoler‚ncia a atividade relacionada ao repouso no leito

caracterizado por relato de fraqueza;

Risco de intoler‚ncia ‡ atividade relacionada com problemas

circulatÛrios;

Perfus„o tissular perifÈrica ineficaz relacionada ‡ conhecimento

deficiente do processo da doenÁa/ tabagismo/ caracterizado por

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 edema/tempo

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edema/tempo de enchimento capilar > 3 segundos/ claudicaÁ„o/ a

cor n„o volta ‡ perna quando esta È baixada;

Falta de ades„o relacionada a crenÁas de sa˙de caracterizado por

comportamento indicativo de falta de aderÍncia/ evidencias de

desenvolvimento de complicaÁıes;

Dor aguda relacionada a agente lesivos caracterizado por evidencia

observada de dor/ relato verbal de dor;

Dor CrÙnica relacionada a incapacidade fÌsica crÙnica relato verbal

de dor/alteraÁ„o da capacidade de continuar atividades prÈvias;

23) COMPERVE/UFRN/ENFERMEIRO/2016

No pÛs-operatÛrio de cirurgias ortopÈdicas, o enfermeiro deve estar

atento aos sinais e sintomas da trombose venosa profunda que, se n„o

tratada, pode levar a

a) hemorragia interna.

b) embolia pulmonar.

c) sÌndrome do desuso.

d) infecÁ„o de sÌtio cir˙rgico.

c) sÌndrome do desuso. d) infecÁ„o de sÌtio cir˙rgico. 00000000000 Coment·rios : As veias e as

00000000000

Coment·rios: As veias e as v·lvulas, permanentemente lesadas pela

trombose venosa profunda, aumentam o risco de outra trombose venosa

profunda, embolia pulmonar e ˙lceras venosas de estase.

Gabarito: B

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

24)CESPE/SEDF/ENFERMAGEM/2017

Com relaÁ„o ‡s emergÍncias clÌnico-cir˙rgicas e ‡ assistÍncia de

enfermagem, julgue o item a seguir.

Ao realizar a traÁ„o esquelÈtica, o enfermeiro deve adotar os seguintes

cuidados: cobrir a ferida no local de inserÁ„o do pino com curativo

esterilizado e observar sinais e sintomas de trombose venosa profunda

(TVP), j· que esta È uma das complicaÁıes da imobilizaÁ„o.

(

) Certo

(

) Errado

Coment·rios: Na traÁ„o esquelÈtica o osso È perfurado aumentando o

risco de TVP, logo o enfermeiro deve estar atento aos sinais e sintomas

da TVP o curativo deve ser ocluÌdo devido ao risco de infecÁ„o.

Gabarito: Certo

25)PREF. JAGUARIAÕVA/PR/UNIUV/2015

O eletrocardiograma È um exame que possibilita a investigaÁ„o de v·rias

doenÁas cardÌacas. Algumas est„o relacionadas com problemas nos

impulsos elÈtricos de origem no nÛ sinusal. Ao se distribuÌrem pelo

coraÁ„o, os impulsos elÈtricos induzem a entrada de Ìons c·lcio nas

cÈlulas cardÌacas. Esse processo È chamado de

Assinale a alternativa que completa a lacuna:

00000000000

A ( ) Bomba de c·lcio;

B ( ) RepolarizaÁ„o;

C ( ) DespolarizaÁ„o;

D ( ) Desvio do eixo elÈtrico;

E ( ) Arritmia sinusal.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 Coment·rios

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 Coment·rios : A despolarizaÁ„o È a primeira

Coment·rios: A despolarizaÁ„o È a primeira fase do potencial de aÁ„o, nessa fase, ocorre um aumento na permeabilidade aos Ìons sÛdio na membrana celular, culminando em um grande fluxo de Ìons sÛdio de fora para dentro da cÈlula. A repolarizaÁ„o È a segunda fase do potencial de aÁ„o. A permeabilidade na membrana celular aos Ìons sÛdio retorna ao normal e, ocorre um aumento na permeabilidade aos Ìons pot·ssio. Devemos relembrar que os mecanismos de potencial de aÁ„o s„o independentes e ocorrem simultaneamente nas membranas, uma despolarizaÁ„o local de membrana causada por um estÌmulo excitatÛrio causa a abertura de alguns canais de sÛdio voltagem-dependentes na membrana plasm·tica do neurÙnio e, conseq¸entemente, ocorre a difus„o de Ìons de sÛdio por esses canais, o gradiente elÈtrico estimula o influxo de Ìons na cÈlula, o que causa um aumento de voltagem. O gradiente quÌmico se mantÈm durante todo tempo, pois a concentraÁ„o de sÛdio no meio extracelular È muito maior do que a do meio intracelular.

J· no retÌculo endoplasm·tico das fibras musculares (retÌculo sarcoplasm·tico) est· armazenado Ìons Ca++ que possui canais de Ca voltagem-dependentes. Quando o m˙sculo n„o est· sob estimulaÁ„o nervosa, isto È, quando est· relaxado a [Ca++] no mioplasma È insignificante em relaÁ„o ao meio extracelular. Com a chegada do impulsos nervosos, a fibra muscular responde com PAs e a atividade elÈtrica propaga-se pelos t˙bulos T atingindo as cisternas do retÌculo sarcoplasm·tico. A funÁ„o dos t˙bulos T È a de garantir a r·pida propagaÁ„o da onda de despolarizaÁ„o em direÁ„o ‡s cisternas do RE. A despolarizaÁ„o dos t˙bulos T abre canais de Ca++ voltagem dependentes e, como conseq¸Íncia, o c·lcio armazenado no interior do reticulo sarcoplasmatico flui passivamente para o mioplasma a favor do seu elevado gradiente de concentraÁ„o.

00000000000

Gabarito: C

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 26)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00 26) PREFEITURA DE FORTALEZA CE/ENFERMEIRO/2016

Sobre as medicaÁıes utilizadas nas situaÁıes de infarto agudo do

mioc·rdio, È correto afirmar que:

a) o uso dos betabloqueadores deve ser feito para todos os pacientes

com infarto agudo do mioc·rdio, independentemente da administraÁ„o

concomitante de fibrinolÌticos ou da realizaÁ„o de intervenÁ„o percut‚nea

prim·ria, sob administraÁ„o endovenosa obrigatoriamente, respeitando-se

suas contraindicaÁıes. S„o algumas contraindicaÁıes: frequÍncia cardÌaca

inferior a 60 bpm, press„o arterial sistÛlica menor que 100 mmHg,

bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro grau, histÛria de asma ou

doenÁa pulmonar obstrutiva grave.

b) os fibrinolÌticos s„o claramente indicados em pacientes com sinais

sugestivos de sÌndrome coronariana aguda independente de

apresentarem ou n„o supradesnivelamento do segmento ST no

eletrocardiograma. No entanto, tÍm contraindicaÁıes absolutas, como

sangramento intracraniano prÈvio, trauma significante na cabeÁa ou face

nos ˙ltimos 3 meses, dano ou neoplasia no sistema nervoso central,

sangramento ativo (exceto menstruaÁ„o), acidente vascular cerebral

isquÍmico nos ˙ltimos 3 meses, dissecÁ„o aguda de aorta, discrasia

sanguÌnea.

c) o sulfato de morfina È o analgÈsico de escolha em pacientes com

infarto agudo do mioc·rdio, especialmente se apresentarem edema agudo

de pulm„o. Est· indicado em doses de 10 mg diluÌdo, podendo levar a

00000000000

efeitos colaterais como hipertens„o, n·useas, vÙmitos e depress„o

respiratÛria.

d) o uso de nitratos na fase aguda do infarto est· indicado para o

controle da dor anginosa persistente, hipertens„o arterial sistÍmica grave

e/ou insuficiÍncia cardÌaca. Quando indicada, a nitroglicerina deve ser

utilizada diluÌda em 250 ou 500 ml de soro glicosado a 5% ou fisiolÛgico a

0,9%, acondicionada necessariamente em frasco de vidro e administrada

em infus„o contÌnua.

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Coment·rios: Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00

Coment·rios:

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

Como j· vimos, Tratamento imediato do IAM:

Morfina - vasodilataÁ„o, depress„o respiratÛria.

OxigÍnio

Nitrato (nitroglicerina, diluÌda em 250 ou 500 ml de soro glicosado

a 5% ou fisiolÛgico a 0,9%)

AAS Clopidogrel Enoxoparina
AAS
Clopidogrel
Enoxoparina

Betabloqueador

Gabarito: D

AAS Clopidogrel Enoxoparina Betabloqueador Gabarito: D LISTA DE QUEST’ES 1) EBSERH – NACIONAL/ AOCP/

LISTA DE QUEST’ES

1) EBSERH NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/ PERFUSIONISTA/2016

O estÌmulo elÈtrico que comanda o coraÁ„o nasce no nÛdulo sinusal,

atravessa os ·trios atÈ o nÛdulo ·trio-ventricular, alcanÁa o feixe de Miss

e seus ramos e finalmente distribui se por uma rede constituÌda pelas

fibras de:

(A)

Purkinje.

(B)

Kugelberg.

 

00000000000

(C)

Gutemberg.

(D)

Ringer.

(E)

Ellison.

2) IBFC/EBSERH/ENFERMEIRO CARDIOLOGIA/2016

O infarto agudo do mioc·rdio e a angina inst·vel caracterizam a sÌndrome

coronariana aguda. A figura abaixo representa uma das alteraÁıes

eletrocardiogr·ficas encontrada nessa sÌndrome, denominada.

a) Supradesnivelamento do segmento ST

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b) Infradesnivelamento do segmento ST c) FibrilaÁ„o ventricular d) Invers„o da Onda T e) Taquicardia

b) Infradesnivelamento do segmento ST

c) FibrilaÁ„o ventricular

d) Invers„o da Onda T

e) Taquicardia ventricular

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3) QUEST O DO PROFESSOR/ESTRAT…GIA/ENFERMEIRO/2017

Estrutura de onde partem os impulsos, a cada ciclo, que se distribuem por

todo o restante do coraÁ„o; pode ser considerado o marcapasso natural,

constituÌdo por cÈlulas musculares especializadas:

a) Miocardio

b) NÛdulo sinoatrial

c) Sistema de Purkinge

d) Feixe de His

e) V·lvula mitral

4) FUMARC/PM-MG/ENFERMEIRO/2013

VocÍ realizou o ECG do paciente citado na quest„o anterior, que

apresentou supra desnivelamento do segmento ST nas derivaÁıes DII,

DIII e AVF. A conduta da equipe assistencial com maior impacto

prognÛstico deve ser

(A)

passar um cateter de Swan-Ganz.

00000000000

(B)

viabilizar, imediatamente, a reperfus„o/abertura da artÈria

culpada.

(C)

transferir o paciente para um hospital cardiolÛgico.

(D)

transferir o paciente para um leito de UTI.

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Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros に Aula 00 5)

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

5) EBSERH NACIONAL/ AOCP/ ENFERMEIRO/ PERFUSIONISTA/2016

Um dos exames que podem diagnosticar alteraÁıes cardÌacas È o (ECG) Eletrocardiograma. Considere um traÁado eletrocardiogr·fico normal e assinale a alternativa INCORRETA.

(A)

A onda P corresponde ‡ despolarizaÁ„o atrial.

(B)

A onda T corresponde ‡ despolarizaÁ„o ventricular.

(C) A onda U, quando presente, representa a ˙ltima deflex„o do ECG,

logo apÛs a onda T e antes da P do ciclo seguinte.

(D) O complexo QRS representa a despolarizaÁ„o ventricular.

(E) O intervalo PR È medido do inÌcio da onda P atÈ o inÌcio complexo QRS.

6) UFMT/UFSBA/ENFERMEIRO/2017

O Eletrocardiograma (ECG) registra a atividade elÈtrica do coraÁ„o em

formas de onda que mostram a despolarizaÁ„o e repolarizaÁ„o cardÌaca.

Em relaÁ„o a esse tema, analise as afirmativas.

I - Cada derivaÁ„o do ECG fornece uma vis„o da atividade elÈtrica do

coraÁ„o entre um polo positivo e um polo negativo.

II - As informaÁıes s„o registradas a partir de 12 projeÁıes cardÌacas

diferentes, por meio de eletrodos colocados nos membros (V1, V2, V3, V4

,V5 e V6) e eletrodos colocados no tÛrax do paciente (I, II, III, aVR, aVL

e aVF).

III - A Onda P representa a repolarizaÁ„o atrial, precede o complexo QRS

e tem duraÁ„o de 0,06 a 0,20 segundos.

00000000000

IV - O complexo QRS representa a despolarizaÁ„o ventricular, tem

amplitude de 5 a 30 mm de altura e tem duraÁ„o de 0,06 a 0,10

segundos ou metade do intervalo PR.

V - O supradesnivelamento do seguimento ST È considerado quando est·

a 1 mm ou mais da linha de base e pode indicar les„o mioc·rdica.

Est„o corretas as afirmativas

a) I, III e IV.

b) I, II e V.

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c) II, III e V. d) I, IV e V. Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios

c) II, III e V.

d) I, IV e V.

Enfermagem/ClÌnica MÈdica/PM-MG Teoria e exercÌcios comentados Prof. Regina de Souza Barros Aula 00

7) OFICIAL/PM-MG/ENFERMEIRO/2013 As doenÁas cardiovasculares, principalmente o infarto agudo do mioc·rdio (IAM), representam a principal causa de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. De maneira geral, a abordagem terapÍutica das sÌndromes coronarianas agudas tem por objetivo prevenir e tratar as complicaÁıes resultantes da isquemia/necrose mioc·rdica. Em relaÁ„o ‡ terapÍutica medicamentosa utilizada no manejo do IAM, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira e em seguida marque a alternativa que contÈm a sequÍncia de correlaÁ„o CORRETA, na ordem de cima para baixo.