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“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação
“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação
“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação
“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação
“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins
“Não existem pessoas desmotivadas, existem pessoas sem
Objectivos”
Anthony Robbins
existem pessoas sem Objectivos” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL

A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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A PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA- PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
Programação Neurolingüística
Programação
Neurolingüística
Programação Neurolingüística DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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O QUE É?

O QUE É? Programação A estratégia da mente e do corpo ou a sequencia dos nossos
O QUE É? Programação A estratégia da mente e do corpo ou a sequencia dos nossos
O QUE É? Programação A estratégia da mente e do corpo ou a sequencia dos nossos
O QUE É? Programação A estratégia da mente e do corpo ou a sequencia dos nossos

Programação A estratégia da mente e do corpo ou a sequencia dos nossos pensamentos e acções, isto é, a maneira como organizamos as nossas ideias e acções a fim de produzir resultados.

as nossas ideias e acções a fim de produzir resultados. Neuro A PNL reconhece a ideia

Neuro A PNL reconhece a ideia fundamental de que todos os comportamentos nascem de processos neurológicos da visão, audição, olfacto, paladar, tacto e sensação. Estuda a relação entre a mente e a estrutura do pensamento.

a relação entre a mente e a estrutura do pensamento. Linguística Relaciona os padrões linguísticos que

Linguística Relaciona os padrões linguísticos que usualmente utilizamos e que são expressos através de linguagem verbal e corporal. Analisa a forma como usamos a linguagem e como ela nos afecta.

Analisa a forma como usamos a linguagem e como ela nos afecta. DPO – PNL- Programação

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O QUE É?

O QUE É? • Descreve a interacção entre a mente (neuro) a linguagem (linguística) e como

O QUE É? • Descreve a interacção entre a mente (neuro) a linguagem (linguística) e como

Descreve a interacção entre a mente (neuro)

O QUE É? • Descreve a interacção entre a mente (neuro) a linguagem (linguística) e como

a linguagem (linguística) e como

entre a mente (neuro) a linguagem (linguística) e como essa dinâmica afecta o nosso corpo e

essa dinâmica afecta o nosso corpo e as nossas emoções (programação);

• A PNL debruça se sobre o estudo da experiência subjectiva e a forma como

organizamos o que vemos através de nossos sentidos;

• Permite compreender os processos mentais cognitivos que estão por trás dos

comportamentos e das emoções;

• Estuda a forma como o indivíduo absorve a realidade, processa e

altera essa

representação internamente em prol de conseguir atingir os seus objectivos;

internamente em prol de conseguir atingir os seus objectivos; DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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O QUE É?

O QUE É? • Considerada por muitos como uma Ciência e uma arte multifacetada; • Modelagem

• Considerada por muitos como uma Ciência e uma arte multifacetada;

• Modelagem da excelência Humana;

• Modelo que ajuda a entender como o ser humano pensa age e comunica;

• Colecção de modelos, técnicas e métodos para a mudança do comportamento;

• Escola essencialmente pragmática….

do comportamento; • Escola essencialmente pragmática…. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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COMO SURGIU?
COMO SURGIU?

Primeiros Modelos:

COMO SURGIU? Primeiros Modelos : Frits Pearls; Virgina Satir; Milton EriKson. Influencias Conceptuais: • Antropologia;

Frits Pearls; Virgina Satir; Milton EriKson.

Influencias

Conceptuais:

• Antropologia; •Cibernética; •Informática; •Teoria Sistemas; •NeuroCiencia.

Criadores:

Richard Blander & Jonh Grinder

Criadores: Richard Blander & Jonh Grinder DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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A Programação Neurolinguística – PNL 70s

A Programação Neurolinguística – PNL 70s Jonh Grinder – Professor adjunto de linguística. Ex-membro dos serviços
A Programação Neurolinguística – PNL 70s Jonh Grinder – Professor adjunto de linguística. Ex-membro dos serviços

Jonh Grinder – Professor adjunto de linguística. Ex-membro dos serviços secretos militares tinha uma. O interesse de pela psicologia alinhava-se com o objectivo básico da linguística - revelar a gramática oculta de pensamento e acção.

Richard Bandler - Da área da computação passou à Psicologia. Quis perceber qual o motivo de sucesso de alguns dos mais famosos terapeutas.

o motivo de sucesso de alguns dos mais famosos terapeutas. Através da " Modelagem da Excelência

Através da " Modelagem da Excelência Humana ", reproduziram cuidadosamente os comportamentos e crenças daqueles que atingiram o "sucesso". O foco original da PNL era o estudo dos padrões fundamentais da linguagem e técnicas de terapeutas notórios e bem-sucedidos.

linguagem e técnicas de terapeutas notórios e bem-sucedidos. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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A Programação Neurolinguística - PNL

A Programação Neurolinguística - PNL VISA: • Averiguar a forma como organizamos o pensamento; • Averiguar

VISA:

• Averiguar a forma como organizamos o pensamento;

• Averiguar como são estruturadas internamente as experiências;

• Concluir de que forma estes factores influenciam a comunicação interpessoal, bem como os hábitos e condutas do indivíduo.

Sistemas de Representação:

• A forma como percepcionamos o Mundo influencia a nossa maneira de

comunicar, desta feita, a forma como comunicamos reflecte a percepção que temos do exterior, a maneira como vivenciamos as experiencias.

• Se nos debruçarmos sobre a forma como falamos, então talvez possamos

chegar à nossa forma de estruturação e interpretação dos acontecimentos, das vivências, da realidade.

dos acontecimentos, das vivências, da realidade. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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PNL - O Sucesso é a capacidade de…

PNL - O Sucesso é a capacidade de… Segundo Bandler e Grinder, comunicador de sucesso são:

Segundo

Bandler

e

Grinder,

comunicador de sucesso são:

as

3

chaves

do

1.Saber o resultado que se quer alcançar.

2.Saber que é necessário ter flexibilidade de Conduta.2.

3.Haver suficiente experiencia sensorial para se poder perceber quando o resultado pretendido foi alcançado.3.

poder perceber quando o resultado pretendido foi alcançado. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Fórmula do Sucesso

Potencial Crença / Acção Atitude Resultados
Potencial
Crença /
Acção
Atitude
Resultados
do Sucesso Potencial Crença / Acção Atitude Resultados DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Modelo de Comunicação PNL
Modelo de
Comunicação PNL
Modelo de Comunicação PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Mente Consciente e Inconsciente

O Homem é um Icebergue”

Comportamento Atitudes Percepções Interesses Crenças Estereótipos Valores Necessidades/ Motivações
Comportamento
Atitudes
Percepções
Interesses
Crenças
Estereótipos
Valores
Necessidades/
Motivações
Estereótipos Valores Necessidades/ Motivações DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sigmund Freud

Modelo de Comunicação e Percepção da PNL

Modelo de Comunicação e Percepção da PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
Modelo de Comunicação e Percepção da PNL DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Modelo da Comunicação - Tríade

FONTE

Modelo da Comunicação - Tríade FONTE 1. Fisiologia 2. Linguagem 3. Foco/Mente CAUSA 1. Emoções 2.
Modelo da Comunicação - Tríade FONTE 1. Fisiologia 2. Linguagem 3. Foco/Mente CAUSA 1. Emoções 2.

1. Fisiologia

2. Linguagem

3. Foco/Mente

CAUSA

Tríade FONTE 1. Fisiologia 2. Linguagem 3. Foco/Mente CAUSA 1. Emoções 2. Sentimentos 3. Estado EFEITO
Tríade FONTE 1. Fisiologia 2. Linguagem 3. Foco/Mente CAUSA 1. Emoções 2. Sentimentos 3. Estado EFEITO

1. Emoções

2. Sentimentos

3. Estado

EFEITO

Comportamento

Acções

Todo o comportamento está associado a um estado Como mudar de estado?

está associado a um estado Como mudar de estado? DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Representação
Sistemas de
Representação
Sistemas de Representação DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

Sistemas de Representação

Representações Internas

O quê e como imaginamos na nossa mente

O quê e como dizemos e ouvimos na nossa mente Comportamento

Estado
Estado

Verbal - Dizer

Físico – Fazer Mudar a cor da pele

Respirar

Fisiologia

Postura

Bioquímica

Energia Nervosa

Respiração

Tensão/Descontracção Muscular

 Respiração  Tensão/Descontracção Muscular DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Representação

A forma como percepcionamos o mundo influencia a nossa maneira de comunicar.
A forma como percepcionamos
o mundo influencia a nossa
maneira de comunicar.
o mundo influencia a nossa maneira de comunicar. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Representação

A Forma pela qual assimilamos, armazenamos e codificamos a informação na nossa mente, através da
A Forma pela qual assimilamos,
armazenamos e codificamos a
informação na nossa mente, através da
visão, da audição, do tacto ou do olfacto,
em um ou vários sistemas sensoriais.
do tacto ou do olfacto, em um ou vários sistemas sensoriais. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística.

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Sistemas de Representação da PNL

VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO Implica a capacidade de recordar imagens vistas em tempo anterior e a
VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO Implica a capacidade de recordar imagens vistas em tempo anterior e a
VISUAL AUDITIVO CINESTÉSICO Implica a capacidade de recordar imagens vistas em tempo anterior e a

VISUAL

AUDITIVO

CINESTÉSICO

Implica a capacidade de recordar imagens vistas em tempo anterior e a possibilidade de criar novas, bem como transformar as já vistas.

Implica a capacidade de recordar palavras ou sons anteriormente ouvidos e de criar novos.

Capacidade de reter sensações corporais tácteis, viscerais. proprioceptivas, emoções, sabores, cheiros.

viscerais. proprioceptivas, emoções, sabores, cheiros. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Representação

Sistemas de Representação Sistema de Representação Primário é o sistema preferencial, ou seja, o sistema que

Sistema de Representação Primário é o sistema preferencial, ou seja, o sistema que a pessoa usa habitualmente para pensar de maneira consciente e organizar a sua experiência.

O sistema de representação preferencial é reconhecível através de elementos como por exemplo:

Predicados;

Fisiologia;

elementos como por exemplo:  Predicados;  Fisiologia; DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
elementos como por exemplo:  Predicados;  Fisiologia; DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
elementos como por exemplo:  Predicados;  Fisiologia; DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Fisiologia

Fisiologia “Uma forma de conseguir entrar num estado que o ajude a atingir determinado efeito é

“Uma forma de conseguir entrar num estado que o ajude a atingir determinado efeito é agir “como se” já lá estivesse.”

Anthony Robbins

é agir “como se” já lá estivesse.” Anthony Robbins DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Alguma BD…

Alguma BD… DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
Alguma BD… DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Expressões do rosto

Expressões do rosto “ Você torna-se aquilo que põe no seu rosto…Se se rir do
Expressões do rosto “ Você torna-se aquilo que põe no seu rosto…Se se rir do

Você

torna-se

aquilo

que

põe

no

seu

rosto…Se

se

rir

do

sofrimento,

não

sente

sofrimento dentro de si. Se o seu rosto mostrar

dor, senti-la-á dentro de si.”

si. Se o seu rosto mostrar dor, senti-la-á dentro de si.” DPO – PNL- Programação NeuroLinguística.

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Paul Ekman

Representação Interna

Configuração da informação que você cria e armazena na sua mente sob a forma de
Configuração da informação que você
cria e armazena na sua mente sob a
forma de imagens, sons, sentimentos,
cheiros e sabores.
a forma de imagens, sons, sentimentos, cheiros e sabores. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Visual

Filmes ou imagens paradas

Cores ou preto e branco

Brilho

Tamanho da imagem

Sujeito dentro ou fora da imagem

VISUAIS
VISUAIS

Movimento

Distância imagem - sujeito

Número de imagens

Localização

Qualidade 3D

Focagem

Intensidade da cor

Grau de contraste

Qualidade 3D Focagem Intensidade da cor Grau de contraste DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Auditivo

Volume

Ritmo

Inflexões

AUDITIVAS
AUDITIVAS

Tonalidade

Localização

Cadência

Pausas

Timbre

Singularidade do som

Movimento do som

Cadência Pausas Timbre Singularidade do som Movimento do som DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Cinestésico

Temperatura

Pressão

Vibração

CINESTÉSICAS
CINESTÉSICAS

Contínuo - intermitente

Peso

Intensidade

Localização

Textura

Movimento

Duração

Densidade

Localização Textura Movimento Duração Densidade DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Modalidades Verbais - Como Reconhecer o SR?
Modalidades Verbais
- Como Reconhecer o
SR?
Modalidades Verbais - Como Reconhecer o SR? DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Visual

Predicados
Predicados
CATEGORIAS
CATEGORIAS
VERBOS
VERBOS

Cores

Ver

Distâncias

Salientar

Capacidade

Olhar

Posições

Mostrar

Proporções

Observar

Dimensão

Visualizar

Direcção

Contemplar

Clareza

Clarificar

Nitidez

Localização

Clareza Clarificar Nitidez Localização NOMES E ADJECTIVOS Claro/Sombrio Brilhante Luminoso

NOMES E ADJECTIVOS Claro/Sombrio Brilhante Luminoso Superfície Limpo Vago Pôr em relevo Plano Observador Distância Espaço Perspectiva Infinito

Plano Observador Distância Espaço Perspectiva Infinito DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Auditivo

Predicados
Predicados

CATEGORIAS

VERBOS

NOMES E ADJECTIVOS Mais/menos forte Audível Surdos Som Vibrações Diálogo Barulho Harmonioso Sonorizado Ritmado Ondas Discordante Melodioso

Volume

Ouvir

Ritmo

Emitir

Frequência

Cantar

Amplitude

Falar

Duração

Interrogar

Altura

Escutar

Tonalidade

Tocar

Ressonância

Dizer

Entender

Amplificar

Investigar

Dizer Entender Amplificar Investigar DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistema de Representação Cinestésico

Predicados
Predicados

CATEGORIAS

VERBOS

NOMES E ADJECTIVOS

Peso

Sentir

Contactos

Sentimentos

Pressão

Tocar

Calma

Resistência

Viscosidade

Experimentar

Relaxado

Estabilidade

Temperatura

Pressentir

Concreto

Instinto

Densidade

Dominar

Pressão

Impressão

Movimento

Provar

Sensível

Caloroso

Humidade

Magoar

Sólido

Afectivo

Maleabilidade

Controlar

Firme

Excitado

Textura

Digerir

Frio

Elasticidade

Apalpar

Tensão

Consistência

Manipular

Ferido

Encaixar

Contracção

Manipular Ferido Encaixar Contracção DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Modalidades Não Verbais - Como Reconhecer o SR?
Modalidades Não
Verbais - Como
Reconhecer o SR?
Modalidades Não Verbais - Como Reconhecer o SR? DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Representação

Temos um sentido preferencial que também irá influenciar a forma como direccionamos os olhos na
Temos um sentido preferencial que
também irá influenciar a forma como
direccionamos os olhos na procura de
informação no cérebro.
os olhos na procura de informação no cérebro. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Pistas de acesso ocular

Pistas de acesso ocular Padrões oculares - conjunto especifico de deixas de acesso relacionadas com a
Pistas de acesso ocular Padrões oculares - conjunto especifico de deixas de acesso relacionadas com a

Padrões oculares - conjunto especifico de deixas de acesso relacionadas com a forma como os olhos se movem e com a sequência de posições para onde se dirigem. O conhecimento dos processos internos relacionados com cada uma das posições é o precursor do entendimento e da descoberta de estratégias.

o precursor do entendimento e da descoberta de estratégias. Os movimentos dos olhos podem permitir-lhe saber

Os movimentos dos olhos podem permitir-lhe saber como é que uma pessoa esta a representar internamente o seu mundo externo. A representação interna da pessoa do mundo externo é o seu “ mapa” da realidade e o mapa de cada pessoa é único.

“ mapa” da realidade e o mapa de cada pessoa é único. DPO – PNL- Programação

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Pistas de acesso ocular

Pistas de acesso ocular Dirigidos para cima, para a direita VISUAL CONSTRUÍDO ( V c )

Dirigidos para cima, para a direita

VISUAL CONSTRUÍDO (V c )

para cima, para a direita VISUAL CONSTRUÍDO ( V c ) Ao meio, para a direita

Ao meio, para a direita AUDITIVO CONSTRUÍDO (A c )

Para cima, para a esquerda VISUAL RECORDADO (V r )
Para cima, para a esquerda
VISUAL RECORDADO (V r )

Ao centro, para a esquerda AUDITIVO RECORDADO (A r )

) Ao centro, para a esquerda AUDITIVO RECORDADO ( A r ) Para baixo, para a
) Ao centro, para a esquerda AUDITIVO RECORDADO ( A r ) Para baixo, para a
) Ao centro, para a esquerda AUDITIVO RECORDADO ( A r ) Para baixo, para a

Para baixo, para a direita

CINESTÉSICO, SENSAÇÕES (C)

Em baixo, para a esquerda DIÁLOGO INTERNO (A d )

( C ) Em baixo, para a esquerda DIÁLOGO INTERNO ( A d ) DPO –

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Pistas de acesso ocular

Direita V c - Visual construída
Direita
V c - Visual construída
A c - Auditiva construída
A c - Auditiva construída
C - Cinestésica
C - Cinestésica

Esquerda

V r - Visual recordada
V r - Visual recordada
A r - Auditiva recordada
A r - Auditiva recordada
A
A
Esquerda V r - Visual recordada A r - Auditiva recordada A d – Auditiva digital

d Auditiva digital

A r - Auditiva recordada A d – Auditiva digital DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro

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Pistas de acesso ocular

Pistas de acesso ocular Visual Recordada: “ De que cor são os olhos da sua mãe”;

Visual Recordada: “De que cor são os

olhos da sua mãe”; “Qual é o aspecto do seu casaco”?

Visual Construída:
Visual
Construída:

Qual seria o

aspecto de um hipopótamo cor de laranja com manchas púrpura”; “Qual seria o seu aspecto visto do outro lado da sala”?

Auditiva estivesse música soaria?”
Auditiva
estivesse
música
soaria?”
lado da sala”? Auditiva estivesse música soaria?” Auditiva Recordada :” Qual é o Construída :” Se

Auditiva Recordada:”Qual é o

música soaria?” Auditiva Recordada :” Qual é o Construída :” Se som do seu despertador”; “Imagine

Construída:”Se

som do seu despertador”; “Imagine um som de uma sirene feito por uma guitarra eléctrica”

que

criar

uma

nova

momento,

como

neste

que criar uma nova momento, como neste Auditiva Digital :” Diga algo a si próprio que

Auditiva Digital:”Diga algo a si

próprio

que

diga

Cinestésica:”Qual é a sensação de correr?”

frequentemente? ”

:”Qual é a sensação de correr?” frequentemente? ” DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Sistemas de Estruturação da Experiência

Como pensam os Visuais- S. Circular • Pensam em imagens que representam ideias; • Podem
Como pensam os
Visuais-
S. Circular
• Pensam em
imagens que
representam ideias;
• Podem criar
imagens de varias
ideias ao mesmo
tempo;
• A velocidade a que
mudem de ideias,
permite-lhe pensar
em várias coisas ao
mesmo tempo;
• Devido a essa
velocidade, por
vezes os raciocínios
parecem não
terminar, porque
novas imagens
aparecem a
substituir as
anteriores.
Como pensam os Auditivos S. Linear • Tem por habito concentra-se numa ideia de cada
Como pensam os
Auditivos
S. Linear
• Tem por habito
concentra-se numa
ideia de cada vez;
• O seu pensamento
é linear: uma ideia
continua a outra.
• É possível que
aborreça a mudança
de um tema antes
de este estar
finalizado;
• São pessoas que
interpretam bem
textos de instruções;
• O seu ritmo pode
parecer mais lento
que os visuais, mas
os seus raciocínios
podem ser mais
completos.
mas os seus raciocínios podem ser mais completos. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Como pensam os Cinestésicos S.Rede • Os pensadores cinestésicos verificam as informações que chegam do
Como pensam os
Cinestésicos
S.Rede
• Os pensadores
cinestésicos
verificam as
informações que
chegam do exterior
através das suas
sensações e
emoções;
• No seu processo de
pensamento,
utilizam imagens e
pensamentos
abstractos;
• Acontece terem
impulsos de intuição
que lhes permite
chegar a conclusões
sem terem realizado
uma análise lógica.
Calibragem
Calibragem
Calibragem DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

Calibração

Capacidade de reparar nas mudanças e de as medir
Capacidade
de
reparar
nas
mudanças
e
de
as
medir
relativamente a um nível standard.
relativamente a um nível standard.
A calibração depende de uma acuidade sensorial apurada.
A calibração depende de uma acuidade sensorial apurada.
É a capacidade de observar atentamente as diferenças de
É a capacidade de observar atentamente as diferenças de
sinais não verbais que a pessoa emite em relação a uma
sinais não verbais que a pessoa emite em relação a uma
situação inicial.
situação inicial.
Significa perceber os diferentes estados de espírito das
Significa
perceber os diferentes estados de espírito das
pessoas.
pessoas.
perceber os diferentes estados de espírito das pessoas. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

Calibração

Os principais pontos de atenção durante a calibração visual:

A cor e a tensão da pele;

A respiração;

A espessura do lábio inferior;

Os olhos.

 A espessura do lábio inferior;  Os olhos. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Espelhagem
Espelhagem
Espelhagem DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Espelhar

Adoptar os comportamentos de outras pessoas como se você fosse uma “imagem de espelho”. (Se
Adoptar os comportamentos de outras pessoas como
se você fosse uma “imagem de espelho”. (Se você estiver
em frente a alguém que tenha a mão esquerda na cara, você colocara a
sua mão direita na sua cara da mesma maneira.)
Criar uma ponte através da empatia.
cara da mesma maneira.) Criar uma ponte através da empatia. DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro

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Rapport

É encontrar o outro no seu SR de modo a que o outro aceite as
É encontrar o outro no seu SR de modo a que o outro aceite
as suas sugestões.
Quando há rapport, há uma situação de mútua confiança e
compreensão entre as duas ou mais pessoas(empatia).

Calibrar

entre as duas ou mais pessoas(empatia). Calibrar Espelhagem Rapport DPO – PNL- Programação

Espelhagem

entre as duas ou mais pessoas(empatia). Calibrar Espelhagem Rapport DPO – PNL- Programação NeuroLinguística.

Rapport

duas ou mais pessoas(empatia). Calibrar Espelhagem Rapport DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010
duas ou mais pessoas(empatia). Calibrar Espelhagem Rapport DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010

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Conduzir

A meta, nós buscamos O caminho, nós achamos O desafio, nós enfrentamos A Vida, nós
A meta, nós buscamos
O caminho, nós achamos
O desafio, nós enfrentamos
A Vida, nós inventamos
A Saudade, nós matamos
O Sonho… nós realizamos!
Autor desconhecido
DPO – PNL- Programação NeuroLinguística. Dezembro 2010