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24/11/16

Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? Prof. DSc. Renato M. Nunes.
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
Prof. DSc. Renato M. Nunes.
Prof. DSc. Renato Moreira Nunes O Professo Renato possui gaduação em Nutição pela Univesidade Fedeal
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
O Professo Renato possui gaduação em Nutição pela Univesidade Fedeal de Viçosa Fo
Nuticioista e Professo da UNIFENAS, Professo adjunto da Faculdade Metodista Granbey,
implanto e cordeno o cuso de nutição da UNIPAC em Juiz de Foa e fo Professo Covidado do
Depatamento de Nutição da UFV.
É especialista em Famacoogia (EFOA 2001) e em Psicoogia do Desenvovimento Humano (UFJF
2012), é o primeio Meste em Ciência da Nutição do Brasil (UFV 2003) e é doto em Bioogia
Celula Estutual pela (UFV 2011).
Atualmente é Professo Adjunto da Univesidade Fedeal de Juiz de Foa (UFJF) no Depatamento
de Nutição Atuando nas áreas de Gestão de Pessoas, Nutição em Atividade Física e Nutigenômica.
E-mail paa cotato:
:
renato.nunes@ufjf.edu.br

24/11/16

Livros – Participação e autoria Prof. DSc. Renato Moreira Nunes
Livros – Participação e autoria
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Aula Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? 1.  Introdução Bases da Destoxificação Prof. DSc. Renato
Aula
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
1.  Introdução
Bases da
Destoxificação
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

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Destoxificação: 5 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Um mundo tóxico   Toxinas Exógenas  
Destoxificação:
5
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Um mundo tóxico
  Toxinas Exógenas
  Toxinas Endógenas
  Denomina-se destoxificação ou detoxificação o conjunto de reações
bioquímicas intracelulares que visam a eliminação de toxinas das
células, e consequentemente do organismo como um todo
  (Wootan and Phillips, 2010).
  Em uma linguagem mais simples, podemos dizer que destoxificação
seria a limpeza das toxinas dos nossos órgãos e células e que é
realizada principalmente pelo fígado, pele, rins, pulmões e
intestinos; permitindo assim, ao organismo um funcionamento
melhor
  (Benson, 2014).
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Destoxificação: 6 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Toxinas ingeridas oralmente, a detoxificação pode ser
Destoxificação:
6
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Toxinas
ingeridas
oralmente,
a
detoxificação
pode
ser
realizada principalmente pelo fígado e intestino.
  Outros órgãos e células extra-hepáticos e intestinais, capazes de
exercer estas reações são: pulmões, rins, gônadas, placenta,
glândulas adrenais, cérebro, células imunológicas, epitélio nasal
e pele
  (Omaye, 2004; Benson, 2014, Liska, Lyons & Jones,
2006).
  No fígado estão localizadas aproximadamente 60% das
enzimas de detoxificação e, no intestino encontram-se em
torno de 20%
  (Krohn, Taylor & Frosser, 1996).
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Destoxificação: 7 Dieta ou o Nutrição eficiente?   O organismo depende de reações que são
Destoxificação:
7
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  O organismo depende de reações que são catalisadas por
enzimas metabólicas e que ativam os processos de
detoxificação para reduzir e remover intermediários reativos
ou radicais livres produzidos pelo metabolismo ou pela
ingestão ou exposição à xenobióticos
  (Chen, 2012).
  O principal objetivo destas reações consiste em transformar as
toxinas que normalmente são lipossolúveis em moléculas
menos lipossolúveis ou hidrossolúveis, visando a sua excreção
urinária ou biliar
(Di Giulio et al., 1995, Krohn, Taylor & Frosser, 1996, Bland,
Costarella & Lenvin, 2004, Liska, Lyon & Jones, 2006, Chen, 2012).
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Renato Moreira Nunes
Doenças associadas à produção de ERON Fonte de dados: Fainstein, 2008;
Doenças associadas à produção de ERON
Fonte de dados: Fainstein, 2008;

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Destoxificação: 9 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Primeira Linha   O intestino atua inicialmente
Destoxificação:
9
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Primeira Linha
  O intestino atua inicialmente como uma barreira às toxinas ingeridas
oralmente, suas células também são dotadas de mecanismos eficientes
de eliminação destes xenobióticos.
  Segunda Linha
  No fígado os hepatócitos, além de promoverem a eliminação dos
xenobióticos absorvidos, ainda atuam na transformação e excreção de
biotoxinas internas (produzidas pelas bactérias patogênicas e toxinas
dos desequilíbrios metabólicos e dos erros inatos do metabolismo
  (Carvalho e Marques, 2010).
  O complexo citocromo P450 (CYPs) e as flavinoproteínas (FMO 1 à
4) promovem a eliminação dos compostos indesejáveis, antes que
sejam depositados nos tecidos extra-hepáticos
  (Liska, Lyon & Jones, 2006; Chen, 2012; Kohlstadt, 2013).
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Destoxificação: 10 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Além destas enzimas detoxificação, as •  
Destoxificação:
10
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Além destas enzimas detoxificação, as
hidroxilases de molibdênio aldeído-oxidases (AO),
xantina-oxidases (XO),
•  
as amino oxidases FAD-dependentes (MAOs) e as
poliamina oxidases (PAO)
e
xenobióticos produzindo metabólitos ativos e reativos,
modulam a eficácia de drogas ou contribuem para a
atuam
no
metabolismo
de
medicamentos
outros
  (Benedetti, 2011).
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Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? Figura: Processos metabólicos que antecedem a excreção de
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
Figura:
Processos
metabólicos
que
antecedem
a
excreção
de
compostos
xenobióticos
Destoxificação: 12 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Fatores que contribuem para dificultar a destoxificação
Destoxificação:
12
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Fatores que contribuem para dificultar a destoxificação
  doenças crônicas não-transmissíveis,
  elevada exposição e ingestão à toxinas ambiental,
  disbiose intestinal,
  idade e estilo de vida
  (Sears & Genuis, 2012)
  O que leva ao acúmulo de toxinas em diferentes tecidos, principalmente
no tecido adiposo principalmente de:
  contaminantes, conservantes e corantes alimentares,
  substâncias tóxicas oriundas de contaminação hídrica, radiações de baixa
intensidade (celular e microondas),
  contaminantes ambientais (metais pesados e poluição atmosférica),
  medicamentos de uso prolongado (antibióticos e bloqueadores da
bomba de prótons),
  álcool e drogas em geral
  (Waissman, 2007; Fontenele e cols, 2010).
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Destoxificação: 13 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Outras causas de influência na destoxificação  
Destoxificação:
13
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Outras causas de influência na destoxificação
  a alimentação carente em:
  Vitaminas,
  Minerais,
  Antioxidantes
  (Anderson & Kappas, 1991; Yang, Brady & Hong,
1992)
  Polimorfismos genéticos;
  Contaminação elevada do meio ambiente
  (Marinkovic, Pasalic, Potocki, 2013).
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Destoxificação: 14 Dieta ou o Nutrição eficiente? Principais contaminantes do mundo Ocidental para o organismo
Destoxificação:
14
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Principais contaminantes do mundo Ocidental para o organismo humano
POPs
(poluentes
orgânicos
persistentes)
DDT (dicloro-difenil-tricloroetano)
Aldrina, dieldrina e endrina
Clordano e heptacloro
Hexaclorobenzeno (HCB)
Mirex
Toxafeno
Dioxinas e furanos – incineração de papel, produção de PVC
PCBs (bifenilas policlorinadas) – capacitores e instalações antigas
Outros
contaminantes
ambientais
Agrotóxicos
Alumínio
Metais pesados (Mercúrio, Chumbo, cádmio, zinco)
HAP (hidrocarbonetos aromáticos policíclicos) – queima de gasolina e
óleo diesel
Ftalatos – plásticos e PVC
Nonilfenol e Octilfenol – detergentes, cosméticos, emulsificantes
Bisfenol A – plásticos, adesivos, papéis para fax, tubulações, painéis de
carros
Pesticidas – fungicidas, inseticidas, herbicidas
Parabenos – cosméticos e pastas dentárias
Radiações ionizantes – telefone celular
Fontes: Fontenele e cols, 2010; Bila e Dezotti, 2007, Marques, Valente & Rosa,
2009, Carvalho, 2000.
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24/11/16

Destoxificação: 15 Dieta ou o Nutrição eficiente? Principais contaminantes do mundo Ocidental para o organismo
Destoxificação:
15
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Principais contaminantes do mundo Ocidental para o organismo humano
Contaminantes
alimentares
Peróxidos – formados em processos tecnológicos
Aminas heterocíclicas – exposição de alimentos a altas temperaturas
Hidrocarbonetos aromáticos heterocíclicos – combustão e pirólise de
carvão. Churrasco
Bromatos – conservação de pães, refrigerantes e sorvetes.
Ciclamato de sódio – adoçante. Carcinogênico.
Corantes artificiais
Nitritos e Nitratos – manutenção de coloração de carnes. Interação com
aminas formando nitrosaminas cancerígenas
BHT (Butylated Hydroxytoluene) – antioxidante usado na conservação
de alimentos. Ação nefrotóxica e hepatotóxica
Dióxido de enxofre – manutenção de cor e preservação de frutas
Fontes: Fontenele e cols, 2010; Bila e Dezotti, 2007, Marques, Valente & Rosa,
2009, Carvalho, 2000.
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 16 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Em relação às modificações genéticas causadas pela
Destoxificação:
16
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Em relação às modificações genéticas causadas pela
alimentação, a nutrigenômica é a ciência que estuda estes
polimorfismos de origem ou consequência alimentar, que
podem ser transmitidos para as gerações futuras.
  (Farhud, Yeganeh & Yeganeh, 2010).
  Têm sido descritos vários polimorfismos em CYPs (enzimas
do completo citocromo P450). Tais polimorfismos podem
estar correlacionados á uma redução da capacidade de
detoxificação individual.
  (Liska, 1998).
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Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 17 Dieta ou o Nutrição eficiente?   O citocromo P450 (abreviação CYP, P450) é
Destoxificação:
17
Dieta ou o Nutrição eficiente?
O
citocromo
P450
(abreviação
CYP,
P450)
é
uma
superfamília de hemoproteínas dividida em três grupos
principais (CYP1, CYP2 e CYP3).
Cada
grupo
é
dividido
em
subgrupos
com
base
na
similaridade de sequência
  (Pikuleva & Waterman, 2013, Tirosh, 2014).
há grande concentração de enzimas
do citocromo P450 (CYPs) no tecido
hepático no entanto sua expressão é
muito variada entre a população.
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Aula Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? 2. Fígado como órgão central de Destoxificação Prof.
Aula
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
2.
Fígado
como
órgão
central
de
Destoxificação
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

24/11/16

Destoxificação: 19 Dieta ou o Nutrição eficiente?   O termo biotransformação diz respeito às modificações
Destoxificação:
19
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  O termo biotransformação diz respeito às modificações
moleculares que um composto tóxico pode sofrer com o
intuito de ser eliminado.
  A biotransformação de substâncias tóxicas pode inicialmente
elevar a toxicidade das mesmas levando a consequências
danosas ao organismo.
  O aumento da concentração de um composto mais tóxico na
fase I, que pode permanecer acumulado no hepatócito e em
tecidos extra-hepáticos podendo causar danos á célula ou ao
sistema.
  (Grant, 1996, Liska, Lyon & Jones, 2006).
Prof. DSc.
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Destoxificação: 20 Dieta ou o Nutrição eficiente?   As reações de biotransformações envolvidas na
Destoxificação:
20
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  As reações de biotransformações envolvidas na detoxificação
ocorrem em duas fases: fases I e II.
  Estas fases consistem em processos bioquímicos que visam
produzir substâncias mais hidrofílicas ou menos lipofílicas,
com a finalidade de excreção principalmente pela via renal.
  Há ainda a fase III, que não envolve reações bioquímicas, mas
sim o transporte de substâncias metabolizadas para fora da
célula
  (Liska, Lyon & Jones, 2006).
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24/11/16

24/11/16 Destoxificação: 22 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Reações de fase I   Esta fase
Destoxificação: 22 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Reações de fase I   Esta fase
Destoxificação:
22
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Reações de fase I
  Esta fase compreende um conjunto de reações conduzidas
pelas enzimas do citocromo P450 (CYPs) e corresponde a
primeira defesa intracelular contra as substâncias tóxicas.
  Nesta fase, reações de oxidação, redução ou hidrólises são
realizadas para expor ou adicionar um grupo hidroxil (OOH),
carboxil (OCOOH) ou amino (ONH2) à molécula alvo.
  A estrutura desta molécula irá determinar o tipo de reação
predominante no momento
  (Liska, Lyon & Jones, 2006).
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24/11/16

Destoxificação: 23 Dieta ou o Nutrição eficiente?   As CYPs utilizam oxigênio e NADPH (nicotinamida
Destoxificação:
23
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  As CYPs utilizam oxigênio e NADPH (nicotinamida adenina
nucleotídeo reduzido) para suas reações.
  consequência,
Como
moléculas mais reativas podem ser
formadas.
  Estas podem ser mais tóxicas que a molécula inicial.
  Se estas moléculas não forem metabolizadas na fase II, podem
causar danos às proteínas e moléculas de RNA e DNA
intracelulares.
  (Grant, 1991, Liska, Lyon & Jones, 2006).
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Destoxificação: 24 Dieta ou o Nutrição eficiente?   As principais complicações são:   Ligação
Destoxificação:
24
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  As principais complicações são:
  Ligação
irreversível
à
molécula
de
DNA,
causando
polimorfismos,
mutações
ou
iniciando
um
processo
de
carcinogênese;
  Inativação de receptores celulares; cross-linking em proteínas
estruturais;
  Ligação aos fosfolipídios de membrana e formação de radicais
livres em excesso podendo levar ao estresse oxidativo
intracelular
  (Aguiar, Masse & Gibbs, 2005, Liska, Lyon & Jones,
2006).
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24/11/16

Destoxificação: 25 Dieta ou o Nutrição eficiente? Quadro Principais reações de fase I de detoxificação
Destoxificação:
25
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Quadro Principais reações de fase I de detoxificação em humanos
Reação
Reações
Enzima Envolvida
Localização
Desidrogenação
alcóolica, hidroxilação
Hidroxilação; epoxidação
aromática,
Oxidação
e sulfoxidação,
desaminação,
desidrogenação
desaminação,
Camadas profundas
do retículo endotelial
liso
desalquilação,
dissulfatação
Redução
Formação de duplas
ligações nitrogênio-
nitrogênio em grupos nitro
(NO 2 )
Azo-redução,
desalogenação
redutrora, redução de
carbonila
Fora da membrana
do Retículo
Endoplasmático
Liso, microssoma e
citosol e por
bactérias intestinais
Adição de molécula de
água separando o
toxicante em duas
moléculas ou fragmentos
menores
Esterases,
Hidrólise
acetanilidases e
Microssoma
amidases
Fonte: adaptado de Liska, Lyon & Jones, 2006; Holcapek, Kolárova, Nobilis,
2008; Brunton & Chabner, 2011
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Destoxificação: 26 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Reações de fase II   A fase
Destoxificação:
26
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Reações de fase II
  A fase II da detoxificação corresponde à uma série de reações de
adição de moléculas e\ou grupos químicos às substâncias formadas
na fase I, visando sua inativação biológica com consequente redução
de toxicidade
  (Liska, Lyon & Jones, 2006).
  Basicamente, a fase II compreende reações de:
  acetilação,
  glucuronidação,
  metilação,
  sulfatação,
  conjugação com a glutationa e
  conjugação com os aminoácidos
  (Liska, Lyon & Jones, 2006).
  drogas
Algumas
podem
ainda
ser
parcialmente
destruídas
nos
hepatócitos
  (Cisternasb, 2006).
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24/11/16

Destoxificação: 27 Dieta ou o Nutrição eficiente? Quadro Principais reações de fase II de detoxificação
Destoxificação:
27
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Quadro Principais reações de fase II de detoxificação em humanos
Reação
Enzima envolvida
Localização
Substratos
H2O
Hidroxilase epóxido
Microssomas
Epóxidos
Glutationa
Glutationa transferase
Microssomas
Eletrófilos
Fenóis, tióis,
Ác. glicurônico
Glicuronil transferase
Microssomas
aminas, ácidos
carboxílicos
Fenóis, tióis,
Ác. sulfúrico
Sulfotransferase
Citosol
aminas
Citosol e
Grupo metil (SAM)
N- e O-metil
transferases
Fenóis, aminas
microssomas
Ác. acético (acetil
CoA)
N-acetil transferases
Citosol
Aminas
Aminoácidos (acetil
CoA, taurina, glicina)
Aminoácido
Microssomas
Ácidos carboxílicos
transferases
CoA: coenzima A;
SAM: S-adenosilmetionina
Fonte: adaptado de Liska, Lyon & Jones, 2006; Holcapek, Kolárová, Nobilis, 2008
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Resumo da integração entre as duas fases de detoxificação, suas principais reações, locais e substratos
Resumo da integração entre as duas fases de detoxificação, suas principais reações,
locais e substratos
Fonte: Adaptado de Williams e James, 2000; Klaassen, 2013

24/11/16

Destoxificação: 29 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Fase III da detoxificação   Esta fase
Destoxificação:
29
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Fase III da detoxificação
  Esta fase consiste no transporte/eliminação dos metabólitos
formados nas mesmas.
  Este transporte normalmente é feito pelas:
  MDRs (Multi Drug Resistance),
  MRPS (Multidrugs Resistance-associated Proteins) e pelas
  OATP2 (Organic Anion Transporting Polypeptide)
  Estes transportadores estão presentes em diversas células, como
células hepáticas, intestinais, células pulmonares, renais e
nervosas.
  (Xu, Li & Kong, 2005; Giacomini & Sugiyama, 2011).
Prof. DSc.
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Destoxificação: 30 Dieta ou o Nutrição eficiente?   No caso da MDR, a proteína mais
Destoxificação:
30
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  No caso da MDR, a proteína mais expressa, é a
P-
glicoproteína, que está associada à defesa do organismo aos
xenobióticos e endotoxinas de produção bacteriana na
microbiota intestinal
  (Stavrovskaya, 2000).
  Nos processos de detoxificação é importante que a atividade
da P-glicoproteína esteja sendo realizada, porém, na ação de
drogas como quimioterápicos, é desejável que esta atividade
esteja reduzida, a fim de que a droga possa exercer seu efeito.
  Sua principal função é bombear sustâncias tóxicas para fora
da célula
  (Focauto-Vignault et al, 2011).
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 31 Dieta ou o Nutrição eficiente? Acho que estou entendendo Mas posso te perguntar
Destoxificação:
31
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Acho que estou entendendo
Mas posso te perguntar uma coisa?
Prof. DSc.
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Curso Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? 3. O Papel do Intestino na Destoxificação Prof. DSc.
Curso
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
3. O Papel do Intestino na
Destoxificação
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

24/11/16

Destoxificação: 33 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Além das suas funções digestiva e absortiva,
Destoxificação:
33
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Além das suas funções digestiva e absortiva, o intestino possui
função de defesa contra microrganismos e toxinas, de origem
endógena ou exógena.
  Tais moléculas podem interferir sobremaneira na fisiologia
intestinal.
  Por sua vez, processos de defesa controlados pelas barreiras
intestinais têm impacto direto em funções fisiológicas como
intolerâncias alimentares e reações alérgicas pós-absortivas,
entre outros.
  (Smith, Gibson & Brooks, 1985).
Prof. DSc.
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Destoxificação: 34 Dieta ou o Nutrição eficiente?   A presença de infecção e vários agentes
Destoxificação:
34
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  A presença de infecção e vários agentes tóxicos, incluindo alguns
metais pesados, tem o potencial de alterar a microbiota intestinal,
e, assim, modificar várias funções do trato digestório, incluindo a
própria digestão, a biodisponibilidade, a absorção, a eliminação, a
detoxificação, e a função imune local.
  (Sears & Genuis, 2012).
  Desta forma, o intestino atua como uma das primeiras barreiras
contra xenobióticos, antes do fígado, uma vez que há o contato
com estas substâncias de forma maciça, ingeridas por via oral.
  Esta barreira influencia a capacidade de detoxificação em outras
vias. Compostos tóxicos produzidos por bactérias patogênicas da
microbiota intestinal podem ganhar a corrente sanguínea e
intoxicar ainda mais o organismo.
  Guarner & Malagelada, 2003).
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Destoxificação: 35 Dieta ou o Nutrição eficiente?   São três (3) as barreiras intestinais de
Destoxificação:
35
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  São três (3) as barreiras intestinais de defesa:
  a barreira mucosa intestinal,
  o sistema imunológico associado ao intestino e à mucosa (GALT e
MALT respectivamente) e
  a microbiota intestinal
  (Sociedade Brasileira de Pediatria, 2008; Brandtzaeg, 2009).
  Estas
estruturas
fazem
parte
do
mecanismo
de
defesa
maior
desempenhado
pelo
trato
gastrintestinal
como
um
todo;
que
compreende ainda:
  o ácido gástrico (HCL – ácido clorídrico),
  as secreções biliares e pancreáticas e
  a própria motilidade intestinal
  (Vega-López, Cole & Bellanti, 2012).
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Destoxificação: 36 Dieta ou o Nutrição eficiente?   O sistema Imunológico associado ao intestino compreende:
Destoxificação:
36
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  O sistema Imunológico associado ao intestino compreende:
  (tecido
GALT
linfoide
associado
ao
intestino)
e
seus
componentes,
  além da IgA secretora (Imunoglobulina A secretora)
  Quanto melhor for a performance da IgA, menores são as
chances de desenvolvimento de alergias, incluindo as
alimentares.
  É consenso na literatura que fatores dietéticos, como o
desmame precoce no início da vida, interferem sobremaneira
na produção de IgA secretora, tornando crianças não
amamentadas mais susceptíveis às alergias alimentares.
  (Farhadi, Banan, Fields et al, 2003, Sociedade Brasileira
de Pediatria, 2008)
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24/11/16

Destoxificação: 37 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Além das barreiras mencionadas, o intestino possui
Destoxificação:
37
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Além das barreiras mencionadas, o intestino possui ainda um
sistema denominado antiporter.
  Trata-se de um mecanismo retrógrado, de retirada dos
compostos tóxicos do interior do enterócito novamente para o
lúmen intestinal, para o retorno posterior destes compostos
para a célula intestinal.
  Enzimas de detoxificação como CYP3A4, bem como atividade
“antiporter” são encontrados nas microvilosidades intestinais.
  (Liska, 1998, Lyska, Lyon & Jones, 2006).
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Destoxificação: 38 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Microbiota intestinal   O homem é colonizado
Destoxificação:
38
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Microbiota intestinal
  O homem é colonizado por muitos microrganismos.
  O Conjunto de cepas de bactérias que naturalmente habitam o corpo
dos mamíferos, é denominado de uma forma geral de microbiota.
  (Brown, DeCoffe, Molcan e Cols, 2012; Lerayer, Antunes and
Oliveira, 2013).
  A microbiota intestinal é composta por microrganismos probióticos
e patogênicos, dos quais estão presentes mais de 1.000 espécies ou
filotipos.
  Os principais probióticos são os Lactobacillus e as Bifidobactérium,
que exercem os efeitos desejáveis nos enterócitos
  (Lerayer, Antunes e Oliveira, 2013)
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Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 39 Dieta ou o Nutrição eficiente? Fonte: Adaptado de: Franklin, 2001; Brown, DeCoffe, Molcan
Destoxificação:
39
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Fonte: Adaptado de: Franklin, 2001; Brown, DeCoffe, Molcan e Cols,
2012; Lerayer, Antunes e Oliveira, 2013
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 40 Dieta ou o Nutrição eficiente? Fonte: Adaptado de: Franklin, 2001; Brown, DeCoffe, Molcan
Destoxificação:
40
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Fonte: Adaptado de: Franklin, 2001; Brown, DeCoffe, Molcan e Cols,
2012; Lerayer, Antunes e Oliveira, 2013
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 41 Dieta ou o Nutrição eficiente? Quadro Principais bactérias que podem estar presentes
Destoxificação:
41
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Quadro Principais bactérias que podem estar presentes namicrobiota intestinal
Bactéria
UFC 1
Função
presentes
-
Gênero
Espécie
Tipo de dieta
indutora de
disbiose
no intestino
Innocuum
↑ Sacarose, ↑ LIP
aumenta
Patogênica
Difficile
↑ Sacarose, ↑ LIP
aumenta
Patogênica
Clostridium
Perfringens
↑ Sacarose, ↑ LIP,
aumenta
Patogênica
Cocoides
↓ kcal
diminui
Patogênica
↑ CHO complexo
diminui
Avium
Patogênica
↑ LIP, ↑ PPT
aumenta
Mycobacterium
↑ CHO complexo
diminui
Paratuberculosis
Patogênica
↑ CHO complexo
diminui
Eubacteria
*** 2
***
Patogênica
Escherichia
Coli
↑ Vegetariana
diminui
Patogênica
Enterococcus
ssp.
↑ Sacarose, ↑ LIP
aumenta
Patogênica
UFC: Unidades Formadoras de Colônias;
LIP: lipídeos;
PUFA: ácidos graxos poliinsaturados
PPT: Proteínas;
n-6: ácido graxo ômega 6;
Fonte: Adaptado de: Franklin, 2001; Brown, DeCoffe, Molcan e Cols,
2012; Lerayer, Antunes e Oliveira, 2013
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 42 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Para que um alimento adicionado de probióticos
Destoxificação:
42
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Para que um alimento adicionado de probióticos apresente
efeito benéfico e terapêutico é necessário a ingestão de 100
milhões a 10 bilhões de UFC (Unidades Formadoras de
Colônias) por grama ou mililitro de alimento por dia,
considerando-se que o armazenamento leva a perda de sua
viabilidade
  (Lerayer, Antunes e Oliveira, 2013).
  Quando esta homeostase é perdida instala-se uma desordem
conhecida como disbiose intestinal, que pode ter
consequências digestivas, absortivas e imunológicas para o
organismo, além de poder gerar intolerâncias alimentares.
  (Brown, DeCoffe, Molcan e Cols, 2012).
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 43 Dieta ou o Nutrição eficiente? Relação entre a dieta, o intestino, a saúde
Destoxificação:
43
Dieta ou o Nutrição eficiente?
Relação entre a dieta, o intestino, a saúde humana e as doenças
Adaptado de: Cifuentes, 2013; Nelson, 2011
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Curso Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? 4. Estratégias Nutricionais para Detoxificação Prof. DSc.
Curso
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
4. Estratégias Nutricionais para
Detoxificação
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

24/11/16

Destoxificação: 45 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Os alimentos apresentam um importante fator no
Destoxificação:
45
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Os alimentos apresentam um importante fator no processo
de destoxificação e tanto a sua deficiência quanto o aumento
da presença de xenobióticos podem agravar a toxicidade e
aumentar a deficiência nutricional do indivíduo.
  O selênio, encontrado na castanha do Pará atua como um
cofator essencial para a glutationa peroxidase, relacionada a
destoxificação dos radicais livres hidroxilas, abundantes em
tecidos inflamados.
  (Kohlstadt, 2013).
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 46 Dieta ou o Nutrição eficiente?   A ingestão de alimentos ricos em substâncias
Destoxificação:
46
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  A ingestão de alimentos ricos em substâncias antioxidantes,
como vitamina E, vitamina C e betacarotenos, auxiliam a
desintoxicação por radicais livres produzidos no metabolismo
celular aeróbico
  (Chen, 2012).
  As frutas cítricas que contêm ácido glucurônico, também
apresentam uma importância relativa no processo de
destoxificação, pois promovem o processo de glucuronidação
das toxinas levando a eliminação destas substâncias.
  (Kohlstadt, 2013).
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 47 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Alimentos como a cebola, a couve, algumas
Destoxificação:
47
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Alimentos como a cebola, a couve, algumas fontes de água
sulfuradas e vegetais crucíferos como o brócolos e a couve-
flor, promovem a sulfatação de toxinas com compostos
contendo enxofre, com um papel importante na
desintoxicação de drogas, aditivos alimentares, toxinas
ambientais e toxinas das bactérias intestinais.
  Esta é também a principal via de desintoxicação de esteroides
e hormônios da tireoide
  (Kohlstadt, 2013).
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Destoxificação: 48 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Segundo Kohlstadt (2013), o aumento do consumo
Destoxificação:
48
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Segundo Kohlstadt (2013), o aumento do consumo de
alimentos ricos em enxofre como alho, gengibre, ovos, cebola
se correlacionam positivamente com o aumento da
destoxificação em pacientes diabéticos.
  Segundo Chen (2012) alguns estudos sugerem que dietas ricas
em frutas estão associadas a um menor risco e menor
incidência de câncer, entre eles o de próstata, por levarem a
quimioprevenção e pela ação antioxidante.
  O Suco de romã parece se relacionar com a diminuição da
isoenzima CYP450 bem como pela diminuição da expressão
de CYP1A2 e CYP3A.
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 49 Dieta ou o Nutrição eficiente?   Em contrapartida alimentos industrializados, ricos em
Destoxificação:
49
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  Em contrapartida alimentos industrializados, ricos em
azocorantes sintéticos apresentam uma toxidade maior para o
organismo, sendo que muitos foram proibidos pelos fato de
que os produtos de sua degradação podem produzir efeitos
mutagênicos e cancerígenos (Chen, 2012).
  Dietas ricas em proteínas, podem aumentar a produção de
metabólitos tóxicos que provocam respostas inflamatórias,
além influenciar a composição do microbioma.
  Isso pode afetar a imunidade do indivíduo e o metabolismo e
alterar a susceptibilidade à doenças.
  (Brown, DeCoffe, Molcan e Cols, 2012).
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Curso Destoxificação: Dieta ou Nutrição Eficiente? 5. Considerações Finais Prof. DSc. Renato M. Nunes.
Curso
Destoxificação:
Dieta ou Nutrição Eficiente?
5. Considerações Finais
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

24/11/16

Destoxificação: 51 Dieta ou o Nutrição eficiente?   O mundo atual nos expõe a inúmeras
Destoxificação:
51
Dieta ou o Nutrição eficiente?
  O mundo atual nos expõe a inúmeras substâncias nocivas ao
organismo, o que pode aumentar a intoxicação do organismo
  Normalmente adoecemos a partir dos 40 anos e a cada 10 anos
desenvolvemos mais uma doença CNT.
  A microbiota intestinal tem funções essenciais no metabolismo e
no desenvolvimento do sistema imunológico .
  A adoção de hábitos de vida saudável, bem como a menor
exposição ambiental à xenobióticos tóxicos e a Nutrição
equilibrada, composta por em alimentos que promovam a
destoxificação, ainda é o melhor caminho para uma vida plena e
saudável.
  Dieta
não
é
coisa
de
Blogueiro
Modista,
procure
um
Nutricionista!!!
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Vamos fazer um time? Face book renatomnjf e-mail: renato.nunes@ufjf.edu.br
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24/11/16

Obrigado!
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Curso Alimento Funcional e Fitoterapia aplicada ao Esporte: 8 . Referências Prof. DSc. Renato M.
Curso
Alimento Funcional e Fitoterapia
aplicada ao Esporte:
8 . Referências
Prof. DSc. Renato M. Nunes.

24/11/16

Destoxificação: 55 Dieta ou o Nutrição eficiente? 8. REFERÊNCIAS 1. Almeida, LB, Marinho, CB, Souza,
Destoxificação:
55
Dieta ou o Nutrição eficiente?
8. REFERÊNCIAS
1. Almeida, LB, Marinho, CB, Souza, CS, Cheib, VBP. Disbiose intestinal. Rev Bras Nutr Clin 2009; 24 (1): 58-65.
2. Bila, DM, Dezotti, M. Desreguladores endócrinos no meio ambiente: efeitos e consequências. Quim. Nova, Vol. 30, No. 3, 651-666, 2007
3. Brandtzaeg, P. Mucosal Immunity: Induction, Dissemination, and Effector Functions. Journal compilation 2009 Blackwell Publishing Ltd.
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Tradução: Artmed, 2012.
5. Kohlstadt, I. Advancing Medicine whit Food and Nutrients. 2th ed. New York: CRC Press, 2013.
6. Slaga, TJ., & Keuneke, R. The Detox Revolution: A Powerful New Program for Boosting Your Body's Ability to Fight Cancer and Other Diseases. 1th
ed. Chicago: McGraw-Hill, 2004.
7. Benson, C. Detox, Big Time! 11 guidlines for Boundless health. Fatigue, pain, weight problems
STOP.
5th ed. Kindle Edition: Editions MeM, 2014
8. Lerayer, A.; Antunes, AEC.; Oliveira, MN. Microorganismos Probióticos: Definição, Seleção e Caracterização de Culturas. In: Lerayer, A.; Barreto,
BAP, Waitzberg, DL.; Baracat, EC.; Granpone, G.; Vannucci, H.; et al. In Gut we Trust. 1. Ed. São Paulo: Sarvier, 2013.
9. Liska, D, Lyon, M Jones, DS. Detoxification and biotransformational imbalances. Explore, Vol. 2, No. 2, 2006
10. Marques, AC, Valente, TB, Rosa, CS. Processamento de alimentos e as possíveis conseqüências para o organismo humano. Rev. Nutr., Campinas, 22(2):
283-293, mar./abr., 2009.
11. Grompone, G. Microbiota Intestinal. In: Lerayer, A.; Barreto, BAP, Waitzberg, DL.; Baracat, EC.; Granpone, G.; Vannucci, H.; et al. In Gut we Trust.
1. Ed. São Paulo: Sarvier, 2013
12. FAO/WHO Working Group Report on Drafting Guidelines for the Evaluation of Probiotics in Food. London, Ontario, Canada, April 30 and May 1,
2002. http://www.who.int/foodsafety/fs_management/en/probiotic_guidelines.pdf. Acessado em: 20/08/2014.
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Detoxification. Journal of Environmental and Public Health, 2012.
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 56 Dieta ou o Nutrição eficiente? 8. REFERÊNCIAS 14. Chen, CH. Activation and Detoxification
Destoxificação:
56
Dieta ou o Nutrição eficiente?
8. REFERÊNCIAS
14. Chen, CH. Activation and Detoxification Enzymes: Functions and Implications. New York: Springer, 2012.
15. Brown, K.; DeCoffe, D.; Molcan, E. And Gibson, DL. Diet-Induced Dysbiosis of the Intestinal Microbiota and the Effects on Immunity and Disease.
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17. Cifuentes, A. Foodomics: Advanced Mass Spectrometry in Modern Food Science and Nutrition. Indianápolis: Wiley, 2013
18. Nelson, KE. Metagenomics of the Human Body. Rockville: Springer, 2011
19. Douglas, CR. Aspectos Gerais da Fisiologia do Sistema Digestório. In: Douglas, CR. Fisiologia Aplicada à Nutrição. 2. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006
20. Cisternasa, JR. Fisiologia do Intestino Delgado. In: Douglas, CR. Fisiologia Aplicada à Nutrição. 2. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006
21. Cisternasb, JR. Fisiologia do Fígado e do Sistema Biliar. In: Douglas, CR. Fisiologia Aplicada à Nutrição. 2. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006
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27. Moura, JGP. Nutrientes e Terapêutica. 2. Ed. Pelotas: Visão Artes Gráficas, 2009
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32. Dawson RJ, Locher KP. Structure of a bacterial multidrug ABC transporter. Nature. 2006;443(7108):180-5.
Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes

24/11/16

Destoxificação: 57 Dieta ou o Nutrição eficiente? 8. REFERÊNCIAS 33. Liska DJ. The Detoxification Enzyme
Destoxificação:
57
Dieta ou o Nutrição eficiente?
8. REFERÊNCIAS
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Prof. DSc.
Renato Moreira Nunes
Destoxificação: 58 Dieta ou o Nutrição eficiente? 8. REFERÊNCIAS 52. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Destoxificação:
58
Dieta ou o Nutrição eficiente?
8. REFERÊNCIAS
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60. Williams, PL.; James, RC. & Roberts, SM. Principles of Toxicology. Environmental and Industrial Applications. 2th Ed. New York: Wiley-Interscience
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61. Giacomini, K.M & Sugiyama, Y. Membrane transportesr and Drug response. In: Brunton, LL.; Chabner, BA. & Knollmann, BC. Goodman &
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64. Klaassen, CD. Casarett and Doulls. Toxicology. The Basic Science of Poisons. 8th ED. New York: Mc Graw Hill. 2013
Prof. DSc.
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