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Trabalho de Química

Modelos Atômicos

Data: 25/04/14

Modelo Atômico de Dalton

Em 1803, John Dalton propôs uma teoria que explicava as leis da conservação de massa e da composição definida, a Teoria Atômica de Dalton. Essa teoria foi baseada em diversos experimentos. Uma coisa feita foi estabelecer os pesos atômicos. Para isso, tomou o elemento mais leve, o hidrogênio, como base unitária, valendo 1, e mediu os outros em comparação com o peso deste. Foi em 1803, no mês de setembro, que Dalton publicou pela primeira vez os símbolos atômicos, fórmulas atômicas e uma lista de pesos atômicos dos elementos, poucos em comparação com os que se conhecem atualmente. Sua teoria sobre os átomos tornou possível explicar o modo como os átomos se combinam para a formação de moléculas. Mostrou que as combinações químicas ocorrem apenas quando há uma relação entre as substâncias: uma molécula de água, por exemplo, tem sempre o mesmo peso atômico que as outras, com dois átomos de hidrogênio juntos a um de oxigênio. Com base ainda nesta lei, foi possível elaborar uma lista de elementos, com seus pesos individuais, partindo do peso do hidrogênio para unidade. Suas conclusões finais foram:

  • Toda matéria é formada de partículas fundamentais, invisíveis, indivisíveis e de carga elétrica neutra, os átomos.

  • Os átomos não podem ser criados e nem destruídos, eles são permanentes e indivisíveis, assemelham-se a esferas maciças que se juntam através do empilhamento.

  • Um composto químico é formado pela combinação de átomos de dois ou mais elementos diferentes em uma proporção fixa, formando toda a matéria existente no Universo.

  • Os átomos de um mesmo elemento são idênticos em massa e em propriedades químicas, já os átomos de diferentes elementos possuem massa e propriedades diferentes. Portanto, os átomos caracterizam os elementos.

  • Uma transformação química ocorre quando os átomos se combinam para formar um composto, quando se separam ou quando acontece um rearranjo deles, permanecendo-se inalterados. Assim, a massa total do sistema é conservada.

  • O número de tipos de átomos (respectivos a cada elemento) diferentes possíveis é pequeno;

Em uma comparação, para Dalton, os átomos são como bolinhas de gude.

Bolinha de gude, representação do modelo de Dalton

Modelo Atômico de Dalton Em 1803, John Dalton propôs uma teoria que explicava as leis da
Organização Tabela de dos átomos, Dalton dos de forma elementos empilhada químicos e pesos atômicos
Organização
Tabela de
dos átomos,
Dalton dos
de forma
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empilhada
químicos e
pesos
atômicos
Modelo Atômico de Dalton Em 1803, John Dalton propôs uma teoria que explicava as leis da

A teoria atômica de Dalton, porém, não teve uma aceitação pronta e universal. A determinação experimental dos pesos atômicos permaneceu precária por muito tempo, e a confusão que frequentemente se fazia entre átomos e moléculas ajudou a manter a incerteza. Por isso, durante a maior parte do século XIX preferiu-se trabalhar com o conceito de peso equivalente das espécies químicas, no lugar de peso atômico ou molecular. Só nas últimas décadas do século XIX é que a situação começaria a esclarecer-se e a teoria atômica de Dalton passaria a ocupar pouco a pouco o lugar de proeminência que possui na Química.

Modelo Atômico de Thomson

Em 1898, Thomson propôs respostas às perguntas a respeito do átomo com um modelo para a estrutura dele. Thomson raciocinou da seguinte maneira: elétrons podem ser retirados de um átomo deixando um íon positivo que tem massa bem maior que um elétron. Talvez, portanto, cada átomo seja composto de uma parte positiva grande e pesada mais uma quantidade de elétrons menores e mais leves. Especificamente, o modelo do átomo de Thomson era uma esfera de carga elétrica positiva na qual estavam contidos alguns elétrons.

Em 1897, ele demonstrou que os raios catódicos podiam ser interpretados como um feixe de partículas carregadas, que foram chamadas elétrons. A atribuição de carga negativa aos elétrons foi uma atribuição arbitrária.

Em 1904, Thomson apresentou o seu modelo atômico: uma esfera positiva na qual os elétrons estão distribuídos mais ou menos uniformes.

A teoria atômica de Dalton, porém, não teve uma aceitação pronta e universal. A determinação experimental

Modelo proposto por Thomson, no qual se verifica uma semelhança a um pudim com passas

Modelo Atômico de Rutherford

Rutherford usou um pedaço do metal polônio (Po) que emite partículas [representadas por alfa (α)] e colocou em uma caixa de chumbo com um pequeno orifício. As partículas alfa atravessavam outras placas de chumbo através de orifícios no seu centro. Depois atravessavam um lâmina muito fina (10-4mm) de ouro (Au).

Ele também adaptou um anteparo móvel com sulfeto de zinco (fluorescente) para registrar o caminho percorrido pelas partículas.

O físico observou que a maioria das partículas alfa atravessava a lâmina de ouro e apenas algumas desviavam e até mesmo retrocediam.

Modelo Atômico de Rutherford Rutherford usou um pedaço do metal polônio (Po) que emite partículas [representadas

A partir destes resultados, concluiu que o átomo não era uma esfera positiva com elétrons mergulhados nesta esfera. Concluiu que:

  • O átomo é um enorme vazio;

  • O átomo tem um núcleo muito pequeno;

  • O átomo tem núcleo positivo (+), já que partículas alfa desviavam algumas vezes;

  • Os elétrons estão ao redor do núcleo (na eletrosfera) para equilibrar as cargas positivas.

O modelo atômico de Rutherford sugeriu então, um átomo com órbitas circulares dos elétrons em volta do núcleo. Comparou o átomo com o Sistema Solar, onde os elétrons seriam os planetas e o núcleo seria o Sol.

Hoje, sabe-se que o átomo é 10.000 a 100.000 vezes maior que seu núcleo. Em uma escala macroscópica, pode-se comparar um átomo com um estádio de futebol. Se o átomo fosse o estádio do Maracanã, o seu núcleo seria uma formiga no centro do campo. Então, o átomo é enorme em relação ao seu núcleo.

Porém, o átomo de Rutherford tem algumas falhas. Se o núcleo atômico é formado por partículas positivas, essas partículas deveriam se repelir e o núcleo desmoronar. Se as partículas são de cargas opostas, deveriam se atrair. Os elétrons iriam perder energia gradualmente percorrendo uma espiral em direção ao núcleo, e à medida que isso acontecesse, emitiriam energia na forma de luz. Mas como os elétrons ficam em movimento ao redor do núcleo sem que os átomos entrem em colapso?

Estas questões foram respondidas em 1932 por James Chadwick. Ele observou que o núcleo do berílio (Be) radioativo emitia partículas sem carga elétrica e com massa igual à dos prótons (+). Chamou esta partícula de nêutrons. Surgia então, a terceira partícula subatômica. Agora sabemos que no núcleo do átomo há prótons e nêutrons e na eletrosfera há elétrons.

Modelo proposto por Núcleo Rutherford Elétrons
Modelo
proposto por
Núcleo
Rutherford
Elétrons

Modelo Atômico de Bohr

O dinamarquês especialista em física atômica Niels Bohr, nasceu em 1885, e faleceu em 1962. No ano de 1913, estabeleceu o modelo atômico sistema planetário que é usado até os dias atuais.

Bohr chegou a esse modelo de átomo refletindo sobre o dilema do átomo estável. Ele acreditava na existência de princípios físicos que descrevessem os elétrons existentes nos átomos. Esses princípios ainda eram desconhecidos e graças a esse físico passaram a ser usados.

Tudo começou com Bohr admitindo que um gás emitia luz quando uma corrente elétrica passava nele. Isso se explica pelo fato de que os elétrons, em seus átomos, absorvem energia elétrica e depois a liberam na forma de luz. Com isso, ele deduziu que um átomo tem um conjunto de energia disponível para seus elétrons, isto é, a energia de um elétron em um átomo é quantizada. Mas se um átomo absorve energia de uma descarga elétrica, alguns de seus elétrons ganham energia e passam para um nível de energia maior, nesse caso o átomo está em

estado excitado. O modelo atômico de Bohr lembra a órbita de um planeta, por isso é conhecido como sistema planetário.

Com essas constatações, Bohr aperfeiçoou o modelo atômico de Rutherford e chegou ao modelo do átomo como sistema planetário, onde os elétrons se organizam na eletrosfera na forma de camadas. Suas conclusões foram:

  • Os elétrons estão distribuídos em camadas ao redor do núcleo.

  • Acredita-se na existência de sete camadas de elétrons, designadas pelas letras maiúsculas: K, L, M, N, O, P e Q. Cada camada possui um nome e deve ter um número máximo de elétron.

  • À medida que as camadas se afastam do núcleo, a energia dos elétrons dessas camadas aumenta.

  • Quando um elétron salta de um nível menor para um nível mais elevado, ele absorve energia e quando ele retorna para um nível menor, o elétron emite uma radiação em forma de luz.

  • As camadas da eletrosfera representam os níveis de energia desta. Assim, as camadas K, L, M, N, O, P e Q constituem os 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º e 7º níveis de energia, respectivamente. Os elétrons só podem girar ao redor do núcleo em órbitas circulares, chamadas de órbitas estacionárias e enquanto eles estão nessas órbitas, não emitem energia. A energia absorvida ou emitida por um átomo é equivalente ao número inteiro de um quanta (cada quanta tem energia igual a h.f, em que f é a frequência da radiação e h é a constante de Planck). Por isso, a variação de energia em um átomo será igual à energia emitida ou recebida. Essa variação de energia é dada por E e - E i =h.f. Nesta fórmula, E e é a energia da órbita mais externa (de maior energia). E i é a energia da órbita mais interna (de menor energia). h é a constante de Planck e f é a frequência do fóton absorvido ou emitido. Ou seja, para que o elétron saia de uma camada mais energética e vá para uma menos energética, ele emite um fóton de energia (E e - E i =h.f) Mas, para um elétron ir de uma órbita interna para outra mais externa, ou seja, mais energética, ele necessita absorver um fóton de energia que contenha a energia exata para ele mudar de órbita. (E i - E e =h.f)

Porém, as hipóteses de Niels Bohr tinham como objetivo explicar o comportamento do movimento do elétron ao redor do núcleo do átomo de hidrogênio e que não havia sido explicada por teorias anteriores. Apesar de conseguir explicar o movimento do elétron no átomo de hidrogênio, o modelo proposto por Bohr não obteve o mesmo resultado quando aplicado a átomos de outros elementos, não resolvendo o problema da estrutura atômica.

Esquema que representa o pensamento de Bohr. Eletrosfera dividida em diferentes camadas energéticas CAMADAS N° N

Esquema que representa o pensamento de Bohr. Eletrosfera dividida em diferentes camadas energéticas

CAMADAS

N ° MÁXIMO

QUÂNTICO

DE é

K

1

2

L

2

8

M

3

18

N

4

32

O

5

32

P

6

18

Q

7

2

Tabela que mostra o nome das camadas, o seu número quântico e o número máximo de elétrons em cada uma destas camadas

Esquema que representa o pensamento de Bohr. Eletrosfera dividida em diferentes camadas energéticas CAMADAS N° N

Representação de um elétron girando em torno do núcleo do átomo

Esquema que representa o pensamento de Bohr. Eletrosfera dividida em diferentes camadas energéticas CAMADAS N° N

Mudança de camada energética feita por um elétron no átomo. Passagem da mais externa (mais energética) para uma mais interna (menos energética)

Esquema que representa o pensamento de Bohr. Eletrosfera dividida em diferentes camadas energéticas CAMADAS N° N

Mudança de camada energética feita por um elétron no átomo: Passagem da mais interna (menos energética) para uma mais externa (mais energética)

Bibliografia

Texto

http://www.mundoeducacao.com/fisica/modelo-atomico-bohr.htm http://www.brasilescola.com/quimica/teoria-atomica-dalton.htm http://www.vestibulandoweb.com.br/quimica/teoria/modelo-atomico.asp http://www.infoescola.com/quimica/teoria-atomica-de-dalton/ http://www.iq.ufrgs.br/ead/fisicoquimica/modelosatomicos/modelo_dalton.html

http://www.soq.com.br/conteudos/em/modelosatomicos/p4.php

http://www.brasilescola.com/quimica/o-atomo-bohr.htm

http://www.soq.com.br/conteudos/em/modelosatomicos/p2.php

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Imagens

http://www.vestibulandoweb.com.br/quimica/teoria/modelo-de-rutherford.asp

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