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Aula de Bioquímica II – SQM04242015201 Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Tema: Bioenergética e
Aula de Bioquímica II – SQM04242015201 Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Tema: Bioenergética e
Aula de Bioquímica II – SQM04242015201 Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares Tema: Bioenergética e
Aula de Bioquímica II – SQM04242015201
Bacharelado em Ciências Físicas e Biomoleculares
Tema:
Bioenergética e Metabolismo
Prof. Dr. Júlio César Borges Depto. de Química e Física Molecular – DQFM Instituto de
Prof. Dr. Júlio César Borges
Depto. de Química e Física Molecular – DQFM
Instituto de Química de São Carlos – IQSC
Universidade de São Paulo – USP
E-mail: borgesjc@iqsc.usp.br
Como a energia move a vida?
Como a energia move a vida?
Como a energia move a vida?
Como a energia move a vida?
É necessária para os organismos vivos executarem diversas funções biológicas 1) Movimento 2) Transporte ativo
É necessária para os organismos vivos executarem diversas funções biológicas 1) Movimento 2) Transporte ativo
É necessária para os organismos vivos executarem diversas funções biológicas 1) Movimento 2) Transporte ativo
É necessária para os
organismos vivos
executarem diversas
funções biológicas
1) Movimento
2) Transporte
ativo
3) Síntese
MAS, qual é a fonte de energia?
MAS, qual é a fonte de energia?
Como obter energia?
Como obter energia?
Como utilizar energia?
Como utilizar energia?
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos Carboidratos Lipídeos Proteínas Dependência dos organismos autotróficos para produção
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos
Classificação dos organismos Carboidratos Lipídeos Proteínas Dependência dos organismos autotróficos para produção
Classificação dos organismos Carboidratos Lipídeos Proteínas Dependência dos organismos autotróficos para produção
Classificação dos organismos Carboidratos Lipídeos Proteínas Dependência dos organismos autotróficos para produção

Carboidratos

Lipídeos

Proteínas

dos organismos Carboidratos Lipídeos Proteínas Dependência dos organismos autotróficos para produção

Dependência dos organismos autotróficos para produção desses compostos orgânicos

Dependência dos organismos autotróficos para produção desses compostos orgânicos
Organismos • Obrigatórios: Utilizam O 2 como agente oxidante para obter energia. AERÓBICOS • Facultativos:
Organismos
• Obrigatórios: Utilizam O 2 como
agente oxidante para obter energia.
AERÓBICOS
• Facultativos: Ausência ou
presença de oxigênio Ex. Escherichia coli
• Utilizam agentes oxidantes como
sulfato e nitrato. Ex.: Bactérias
nitrificantes, sufulrosas como
Acidithiobacillus ferrooxidans.
ANAERÓBICOS
*Obrigatórios*: morrem na presença de
O 2 Ex. Bacilo causador do tétano (Clostridium tetani).
Metabolismo Uma série de reações químicas intrincadas que permitem obter, armazenar e utilizar energia para
Metabolismo
Uma série de reações químicas intrincadas que permitem obter,
armazenar e utilizar energia para realização das funções celulares.
As reações cooperam para 4 funções:  Obter e energia química (luz solar ou nutrientes);
As reações cooperam para 4 funções:
 Obter e energia química (luz solar ou nutrientes);
 Converter nutrientes  moléculas próprias da célula
(precursores)
 Polimerizar macromoléculas;
 Sintetizar e degradar biomoléculas especializadas.
da célula (precursores)  Polimerizar macromoléculas;  Sintetizar e degradar biomoléculas especializadas.
Fluxo energético e de compostos
Fluxo energético e de compostos
Fluxo energético e de compostos
Fluxo energético e de compostos
Fluxo energético e de compostos
Fluxo energético e de compostos
Vias Metabólicas  Anabolismo:  Catabolismo: Via Biossintética - Utilização de energia na forma de
Vias Metabólicas
 Anabolismo:
 Catabolismo:
Via Biossintética
- Utilização de energia na
forma de Trabalho
- Síntese de biomoléculas
- Multiplicação
 Endergônica
Via degradativa
- Extração de energia
- Simplificação das
moléculas a compostos
comuns
 Exergônica
Vias Metabólicas As vias catabólicas e anabólicas estão relacionadas O ATP e o NADPH produzidos
Vias Metabólicas
As vias catabólicas e anabólicas estão relacionadas
O ATP e o NADPH produzidos pela degradação de metabólitos complexos
são fonte de energia para reações biossintéticas e outras reações
pela degradação de metabólitos complexos são fonte de energia para reações biossintéticas e outras reações
 Termodinâmica e metabolismo  O fluxo de moléculas e energia ocorrem em vias 
 Termodinâmica e metabolismo
 Termodinâmica e metabolismo
 Termodinâmica e metabolismo  O fluxo de moléculas e energia ocorrem em vias  Catabolismo:
 O fluxo de moléculas e energia ocorrem em vias
 O fluxo de moléculas e energia ocorrem
em vias
 Catabolismo: - Extração de energia - Simplificação das moléculas a compostos comuns
 Catabolismo:
- Extração de energia
- Simplificação das moléculas a compostos
comuns
 Anabolismo: - Utilização de energia na forma de Trabalho - Síntese de moléculas complexas
 Anabolismo:
- Utilização de energia na forma de Trabalho
- Síntese de moléculas complexas
- Multiplicação
Vias Metabólicas
Vias Metabólicas
Vias Metabólicas - São interdependentes - São coordenadas
- São interdependentes
- São interdependentes
- São coordenadas
- São coordenadas
Vias Metabólicas - São interdependentes - São coordenadas
Mapa Metabólico - Sumariza a interdependência e coordenação das reações anabólicas e catabólicas - Mais
Mapa Metabólico
Mapa Metabólico
- Sumariza a interdependência e coordenação das reações anabólicas e catabólicas
- Sumariza a
interdependência e
coordenação das
reações anabólicas e
catabólicas
e coordenação das reações anabólicas e catabólicas - Mais de 1000 reações podem ocorrer ao mesmo

- Mais de 1000 reações podem ocorrer ao mesmo tempo na E. coli

de 1000 reações podem ocorrer ao mesmo tempo na E. coli - Mais de 2000 reações
de 1000 reações podem ocorrer ao mesmo tempo na E. coli - Mais de 2000 reações
-
-

Mais de 2000 reações conhecidas catalisadas por enzimas diferentes

tempo na E. coli - Mais de 2000 reações conhecidas catalisadas por enzimas diferentes - São
tempo na E. coli - Mais de 2000 reações conhecidas catalisadas por enzimas diferentes - São
-
-

São simples e

de tipos comuns

Vias Anfibólicas Conjunto de reações que podem ser tanto Anabólicas como Catabólicas. Dependem da condição
Vias Anfibólicas
Vias Anfibólicas
Vias Anfibólicas Conjunto de reações que podem ser tanto Anabólicas como Catabólicas. Dependem da condição
Conjunto de reações que podem ser tanto Anabólicas como Catabólicas. Dependem da condição energética da
Conjunto de reações que podem ser tanto Anabólicas como Catabólicas.
Dependem da condição energética da célula
Dependem da condição energética da célula  Biossíntese e degradação são quase sempre distintas
Dependem da condição energética da célula  Biossíntese e degradação são quase sempre distintas

Biossíntese e degradação são quase sempre distintas

1- Ocorrem por vias diferentes.
1- Ocorrem por vias diferentes.
2- Envolvem enzimas diferentes numa mesma via.
2- Envolvem enzimas diferentes numa mesma via.
3- Podem ser compartimentalizadas.
3- Podem ser compartimentalizadas.
4 – Vias irreversíveis
4 – Vias irreversíveis
5 – Possuem etapas limitantes
5 – Possuem etapas limitantes
As vias metabólicas ocorrem em locais específicos das células • Mitocôndria: ciclo do ácido cítrico,
As vias metabólicas ocorrem em locais específicos das células
As vias metabólicas ocorrem em locais
específicos das células
metabólicas ocorrem em locais específicos das células • Mitocôndria: ciclo do ácido cítrico, fosforilação
•

Mitocôndria: ciclo do ácido cítrico, fosforilação oxidativa, oxidação de ácidos graxos, degradação de aminoácidos

• Citosol: glicólise, via das pentoses-fosfato, biossíntese de ácidos graxos,
• Citosol: glicólise, via das pentoses-fosfato, biossíntese de ácidos graxos,

gliconeogênese

• Lisossomo: digestão enzimática • Núcleo: replicação e transcrição de DNA, processamento do RNA •
• Lisossomo: digestão enzimática
• Núcleo: replicação e transcrição de DNA, processamento do RNA
• Aparelho de Golgi: processamento pós-traducional de proteínas de membranas e

proteínas secretoras, formação da membrana plasmática e vesículas

• RER: síntese de proteínas ligadas a membranas e proteínas secretoras • REL: biossíntese de
• RER: síntese de proteínas ligadas a membranas e proteínas secretoras
• REL: biossíntese de lipídeos de esteróides

Peroxissomos (glioxissomos): reações de oxidação, catalisadas por aminoácido- oxidases e catalase, reações do ciclo do glioxilato nas plantas

A vida demanda de Energia Mesmo em repouso, a maquinaria bioquímica está permanentemente extraindo e
A vida demanda de Energia Mesmo em repouso, a maquinaria bioquímica está permanentemente extraindo e
A vida demanda de Energia
A vida demanda de Energia

Mesmo em repouso, a maquinaria bioquímica está permanentemente extraindo e utilizando energia.

TERMODINÂMICA Área da ciência que se dedica ao estudo da ENERGIA e seus efeitos A
TERMODINÂMICA
Área da ciência que se dedica ao estudo da ENERGIA e seus efeitos
A vida traz desafios, mas obedece as Leis da Termodinâmica
1º Lei da Termodinâmica  a “Energia é conservada”, não pode ser criada ou destruída,
‘apenas transformada’.
2º Lei da Termodinâmica  um processo será espontâneo se o CAOS do Universo
aumentar.
processo será espontâneo se o CAOS do Universo aumentar. Sistema + Vizinhança = Universo A Vida

Sistema + Vizinhança = Universo A Vida e Ordem

Como a Vida pode acontecer num sistema ordenado, considerando a 2º lei da Termodinâmica? Como
Como a Vida pode acontecer num sistema ordenado, considerando a 2º lei da
Termodinâmica?
Como criar ordem a partir do caos???
Termodinâmica: é o conjunto de princípios que regem as transformações de energia.
Termodinâmica:
é o conjunto de princípios que regem as transformações de energia.
A energia não pode ser criada nem destruída, a quantidade de energia no universo é
A energia não pode ser criada nem destruída, a quantidade de energia no
universo é constante. Pode, somente, mudar a forma ou o local em que ela se
apresenta.
Nos processos espontâneos existe uma tendência a
aumentar o grau de desordem. O universo sempre
tende para a desordem crescente: em todos os
processos naturais a entropia do universo
aumenta.
O universo sempre tende para a desordem crescente: em todos os processos naturais a entropia do
Expressa a quantidade de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e
Expressa a quantidade de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e
Expressa a quantidade de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e
Expressa a quantidade de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e
Expressa a quantidade de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e
Expressa a quantidade de energia
capaz de realizar trabalho durante uma
reação a temperatura e pressão
constantes
de energia capaz de realizar trabalho durante uma reação a temperatura e pressão constantes ∆ G=

G= H -T S

Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a
Os componentes de ΔG
Os componentes de ΔG
Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação
Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação
Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação
Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação
Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação

Energia livre de Gibbs, G:

Os componentes de ΔG Energia livre de Gibbs, G: Quando a reação libera energia a variação

Quando a reação libera energia a variação na energia livre de Gibbs tem sinal negativo G<0 (exergônica) Quando a reação absorve energia a variação na energia livre de Gibbs tem sinal positivo G>0 (Endergônica)

de Gibbs tem sinal positivo ∆ G>0 (Endergônica) Entalpia, H: É o conteúdo de calor de

Entalpia, H:

tem sinal positivo ∆ G>0 (Endergônica) Entalpia, H: É o conteúdo de calor de um sistema.

É o conteúdo de calor de um sistema. Reflete o número e o tipo de ligações químicas nos reagentes e nos produtos Quando uma ligação libera calor H tem, por convenção ,um sinal negativo. H< 0 (Exotérmica) Quando uma ligação absorve calor H tem, por convenção ,um sinal positivo H>0 (Endotérmica)

Entropia, S:

,um sinal positivo ∆ H>0 (Endotérmica) Entropia, S: É uma expressão do grau de desordem de

É uma expressão do grau de desordem de um sistema. Quando os produtos de uma reação são menos complexos ou mais desordenados que os reagentes a reação ocorre com ganho de entropia S>0 (Aumento da desordem) S<0 (Diminuição da desordem)

a reação ocorre com ganho de entropia ∆ S>0 (Aumento da desordem) ∆ S<0 (Diminuição da
Entendendo os componentes de ΔG ΔH: variação na entalpia * Calor liberado ou absorvido durante
Entendendo os componentes de ΔG
Entendendo os componentes de ΔG
Entendendo os componentes de ΔG ΔH: variação na entalpia * Calor liberado ou absorvido durante a
Entendendo os componentes de ΔG ΔH: variação na entalpia * Calor liberado ou absorvido durante a
ΔH: variação na entalpia * Calor liberado ou absorvido durante a reação * NÃO prevê
ΔH: variação na entalpia
* Calor liberado ou absorvido durante a
reação
* NÃO prevê se uma reação é favorável
ΔG: variação na energia livre * Energia livre para realizar trabalho * Aproxima-se de 0
ΔG: variação na energia livre
* Energia livre para realizar trabalho
* Aproxima-se de 0 assim que uma
reação atinge o equilíbrio
* Prevê se uma reação é favorável ou
espontânea
ΔS: variação na entropia
*

Aumento ou diminuição do grau de desordem * NÃO prevê se uma reação é favorável

grau de desordem * NÃO prevê se uma reação é favorável Ocorre perda líquida de energia.
grau de desordem * NÃO prevê se uma reação é favorável Ocorre perda líquida de energia.
grau de desordem * NÃO prevê se uma reação é favorável Ocorre perda líquida de energia.

Ocorre perda líquida de energia. A reação ocorre espontaneamente. Reação exergônica

A reação ocorre espontaneamente. Reação exergônica Reação em equilíbrio  NÃO OCORRE NOS ORGANISMOS VIVOS
Reação em equilíbrio  NÃO OCORRE NOS ORGANISMOS VIVOS  “Desequilíbrio” existe a custa de
Reação em equilíbrio  NÃO OCORRE NOS ORGANISMOS VIVOS
 “Desequilíbrio” existe a custa de energia (retirada do meio)
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica - A vida ocorre com a ΔS <
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica - A vida ocorre com a ΔS <
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica - A vida ocorre com a ΔS <

Vida versus 2º Lei da Termodinâmica

 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica - A vida ocorre com a ΔS < 0
- A vida ocorre com a ΔS < 0 local a custas da ΔS >
- A vida ocorre com a ΔS < 0 local a custas da ΔS > 0 do meio externo
- A quebra de nutrientes ajuda a reduzir localmente a entropia
A quebra de nutrientes ajuda a reduzir localmente a entropia  Os organismos vivos são SISTEMAS

Os organismos vivos são SISTEMAS ABERTOS EM EQUILÍBRIO ESTACIONÁRIO COM O MEIO.

SISTEMAS ABERTOS EM EQUILÍBRIO ESTACIONÁRIO COM O MEIO.  Termodinâmica clássica  sistemas ISOLADOS 
SISTEMAS ABERTOS EM EQUILÍBRIO ESTACIONÁRIO COM O MEIO.  Termodinâmica clássica  sistemas ISOLADOS 
SISTEMAS ABERTOS EM EQUILÍBRIO ESTACIONÁRIO COM O MEIO.  Termodinâmica clássica  sistemas ISOLADOS 

Termodinâmica clássica sistemas ISOLADOS troca ENERGIA com o MEIO atinge, INEXORAVELMENTE, o EQUILÍBRIO com a vizinhança

- VIDA  SISTEMA ABERTO  troca MATERIA E ENERGIA com o MEIO
- VIDA  SISTEMA ABERTO  troca MATERIA E ENERGIA com o MEIO
 SISTEMA ABERTO  troca MATERIA E ENERGIA com o MEIO  Não atinge o EQUILÍBRIO
 SISTEMA ABERTO  troca MATERIA E ENERGIA com o MEIO  Não atinge o EQUILÍBRIO

Não atinge o EQUILÍBRIO com o MEIO Se atingir MORTE

Os organismos vivos preservam a sua ordem interna pela retirada de energia do meio na
Os organismos vivos preservam a sua ordem interna pela retirada de
energia do meio na forma de nutrientes ou energia solar, e devolvem
para o meio na forma de calor e entropia
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA

Vida versus 2º Lei da Termodinâmica

 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA ENTALPIA
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA ENTALPIA
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica  Os organismos vivos ingerem substância com ALTA ENTALPIA

Os organismos vivos ingerem substância com ALTA ENTALPIA e BAIXA ENTROPIA e os convertem em compostos com BAIXA ENTALPIA e ALTA ENTROPIA

O conteúdo ENTRÓPICO dos alimentos é tão importante como o ENTÁLPICO.  A energia é
O conteúdo ENTRÓPICO dos alimentos é tão importante como o ENTÁLPICO.
 A energia é transformada (1º Lei da Termodinâmica)
- Sistema organizado  Baixa Entropia  é mantido
- Sistema organizado  Baixa Entropia  é mantido  Estado estacionário  Fluxo constante mantido

Estado estacionário Fluxo constante mantido pelo gradiente de concentração ou pelo gasto de ΔG;

pelo gradiente de concentração ou pelo gasto de ΔG ;  O gasto de ΔG ocorre
pelo gradiente de concentração ou pelo gasto de ΔG ;  O gasto de ΔG ocorre
pelo gradiente de concentração ou pelo gasto de ΔG ;  O gasto de ΔG ocorre

O gasto de ΔG ocorre de modo “morro abaixo” através do acoplamento de processos endergônicos e exergônicos O sistema é dissipativo Rendimento é “baixo”

 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança

Vida versus 2º Lei da Termodinâmica

 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança 
 Vida versus 2º Lei da Termodinâmica a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança 
a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança  Envolvem Reações de Óxido-Redução
a) Organismos vivos extraem energia da sua vizinhança
 Envolvem Reações de Óxido-Redução
b) Parte da Energia é convertida em trabalho
b) Parte da Energia é convertida em trabalho
c) Parte da Energia é convertida em Calor  > ΔS da vizinhaça
c) Parte da Energia é convertida em Calor
 > ΔS da vizinhaça
d) Liberação de produtos na forma de moléculas simples  > ΔS da vizinhaça
d) Liberação de produtos na forma de moléculas simples
 > ΔS da vizinhaça

e) Parte da energia é utilizada para síntese de moléculas complexas < ΔS local ordenamento

complexas  < Δ S local  ordenamento 2ª Lei da termodinâmica: entropia do universo aumenta
2ª Lei da termodinâmica: entropia do universo aumenta durante os processos químicos e físicos MAS
2ª Lei da termodinâmica: entropia do universo
aumenta durante os processos químicos e físicos
MAS NÃO REQUER que o aumento ocorra dentro
do próprio sistema reativo
Termodinâmica e Acoplamento de reações No Metabolismo, as reações precisam se: 1) Específicas: As enzimas
Termodinâmica e Acoplamento de reações
Termodinâmica e Acoplamento de reações
Termodinâmica e Acoplamento de reações No Metabolismo, as reações precisam se: 1) Específicas: As enzimas cuidam
No Metabolismo, as reações precisam se: 1) Específicas: As enzimas cuidam disto 2) Um conjunto
No Metabolismo, as reações precisam se:
1) Específicas: As enzimas cuidam disto
2) Um conjunto de reações numa via precisam ser “favoráveis”: Termodinâmica
c
d
[
C
]
[
D
]
eq
eq
0
K
=
∆ =∆ +
G
G
RT ln K
eq
a
b
[
A
]
[
B
]
eq
eq
eq
ΔG 0 = ΔG equivalente à condição de equilíbrio na condição padrão  Segundo a
ΔG 0 = ΔG equivalente à condição de equilíbrio na condição padrão
 Segundo a equação, a ΔG depende da concentração dos reagentes
0 ∆ G = − RT ln K = ∆ − ∆ H T S
0
G
= −
RT
ln
K
= ∆ − ∆
H
T
S
eq
Se ΔG = 0  no equilíbrio 
Se ΔG = 0  no equilíbrio 
- Reações cujos ΔG são muito positivos são virtualmente irreversíveis, porém podem ser revertidas por
- Reações cujos ΔG são muito positivos são virtualmente irreversíveis, porém podem ser
revertidas por outras rotas que considerem o “gasto” de energia livre, ou seja, pelo
acoplamento de reações.
A B + C ΔG 0 ’ = + 5 kcal/mol B D ΔG 0
A B + C
ΔG 0 ’ = + 5 kcal/mol
B D
ΔG 0 ’ = - 8 kcal/mol
A C + D
ΔG 0 ’ = - 3 kcal/mol
O Acoplamento de reações  Uma reação termodinamicamente não-favorável pode ser transformada em uma favorável
O Acoplamento de reações
O Acoplamento de reações
O Acoplamento de reações  Uma reação termodinamicamente não-favorável pode ser transformada em uma favorável
 Uma reação termodinamicamente não-favorável pode ser transformada em uma favorável através do acoplamento de
 Uma reação termodinamicamente não-favorável pode ser transformada em uma
favorável através do acoplamento de uma reação termodinamicamente favorável.
 Ativação de reagentes
 Conformação ativada da proteína
 Gradiente de íons
favorável.  Ativação de reagentes  Conformação ativada da proteína  Gradiente de íons
favorável.  Ativação de reagentes  Conformação ativada da proteína  Gradiente de íons
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas Reações com valores de ΔG próximos de ZERO podem ser facilmente
Reações com valores de ΔG próximos de ZERO podem ser facilmente revertidas pela mudança nas
Reações com valores de ΔG
próximos de ZERO podem ser
facilmente revertidas pela
mudança nas concentrações de
produtos e de reagentes
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas
Termodinâmica de algumas reações bioquímicas  Reações com valores de ΔG próximos de ZERO podem ser
 Reações com valores de ΔG próximos de ZERO podem ser facilmente revertidas pela mudança
 Reações com valores de ΔG próximos de ZERO podem ser facilmente
revertidas pela mudança nas concentrações de produtos e de reagentes
Entretanto, certas enzimas que operam longe do equilíbrio estão
estrategicamente localizadas nas vias metabólicas:
– As vias metabólicas são “irreversíveis”
– Cada via metabólica possui uma etapa inicial limitante
– As vias catabólicas e anabólicas são distintas
1
A
2
ΔG 0 ’ < 0
Y
X
ΔG 0 ’ < 0
1 A 2 ΔG 0 ’ < 0 Y X ΔG 0 ’ < 0 As

As rotas de inter-conversão independentes permitem a existência de sistemas de controle independentes.

ΔG 0 ’ < 0 As rotas de inter-conversão independentes permitem a existência de sistemas de
Adenosina Trifosfato  1 das 100 moléculas essenciais - Metabólitos primários - para a Vida
Adenosina Trifosfato
 1 das 100 moléculas essenciais - Metabólitos primários - para a Vida
 Moeda universal de Energia na Bioquímica
 A hidrólise de ATP é Exergônica ATP + H 2 O ADP + Pi
 A hidrólise de ATP é Exergônica
ATP + H 2 O
ADP + Pi
ΔG 0 ’ = - 7,3 kcal/mol
ATP + H 2 O
AMP + PPi
ΔG 0 ’ = - 10,9 kcal/mol
Adenosina Trifosfato A hidrólise de ATP impulsiona o Metabolismo ao deslocar o equilíbrio
Adenosina Trifosfato
A hidrólise de ATP impulsiona o Metabolismo ao deslocar o equilíbrio
de ATP impulsiona o Metabolismo ao deslocar o equilíbrio À 25 o C a Keq será:

À 25 o C a Keq será:

A
A
B ΔG 0 ’ = + 4,0 kcal/mol
B
ΔG 0 ’ = + 4,0 kcal/mol

eq

[

[

]

B −∆G

A ]

eq

0 '/ 298,15*1,987*2.303

0,00115

K '

=

eq

=

10

=

A + ATP + H 2 O B + ADP + Pi ΔG 0 ’
A +
ATP + H 2 O
B
+
ADP + Pi
ΔG 0 ’ = - 3,3 kcal/mol
ΔG 0 ’ Total = + 4,0 kcal/mol + (- 7,3 kcal/mol) = - 3,3 kcal/mol

eq

[

[

B ]

A ]

eq

[

ADP

]

eq

[

Pi

]

eq

 

[

ATP

]

eq

K '

=

eq

x

=

10

−∆G

0 '/ 298,15*1,987*2.303

=

262

O Acoplamento da hidrólise de ATP permite reverter um processo não-favorável num favorável num fator
O Acoplamento da hidrólise de ATP permite reverter um processo não-favorável num
favorável num fator de 10 5 vezes em condições padrão.
Adenosina Trifosfato  A ΔG de hidrólise de ATP dentro de uma célula é de
Adenosina Trifosfato
 A ΔG de hidrólise de ATP dentro de uma célula é de 12000 cal/mol (12 kcal/mol)
ATP dentro de uma célula é de 12000 cal/mol (12 kcal/mol) O que explica o alto
ATP dentro de uma célula é de 12000 cal/mol (12 kcal/mol) O que explica o alto
O que explica o alto potencial doador de fosforila do ATP???
O que explica o alto potencial doador de fosforila do ATP???
ATP + H 2 O ADP + Pi ΔG 0 ’ = - 7,3 kcal/mol
ATP + H 2 O
ADP + Pi
ΔG 0 ’ = - 7,3 kcal/mol
Glicerol 3-Fosfato + H 2 O
Glicerol + Pi
ΔG 0 ’ = - 2,2 kcal/mol
Adenosina Trifosfato A ΔG de ativação da hidrólise de ATP é alta e somente a
Adenosina Trifosfato
A ΔG de ativação da hidrólise de ATP é alta e somente a hidrólise enzimática é viável
de ATP é alta e somente a hidrólise enzimática é viável 1) Produto da hidrólise é
de ATP é alta e somente a hidrólise enzimática é viável 1) Produto da hidrólise é
de ATP é alta e somente a hidrólise enzimática é viável 1) Produto da hidrólise é

1) Produto da hidrólise é estabilizado por ressonância

1) Produto da hidrólise é estabilizado por ressonância 2) Repulsão eletrostática no ATP evita as estruturas

2) Repulsão eletrostática no ATP evita as estruturas de ressonância

3) Ionização dos produtos da hidrólise de ATP

4) Estabilização dos produtos de hidrólise por hidratação

ATP 4) Estabilização dos produtos de hidrólise por hidratação A ligação fosfodiéster NÃO É rica em

A ligação fosfodiéster NÃO É rica em energia!!!

Oxidação de compostos Carbonados  Um ser humano típico (70 kg) tem aproximadamente 100 g
Oxidação de compostos Carbonados
 Um ser humano típico (70 kg) tem aproximadamente 100 g de ATP
 ATP tem um alto número de renovação – turnover number
- Em repouso: 40 kg de ATP em 24 horas  28 g/min
- Em exercício vigoroso  500 g/min
- Para corrida de 2 horas  60 kg de ATP
O Organismo está constantemente oxidando
combustíveis para formar ATP
Quanto mais reduzido o Carbono maior a energia extraída
Potencial doador de Fosforila  O ATP não é a única molécula na célula capaz
Potencial doador de Fosforila  O ATP não é a única molécula na célula capaz
Potencial doador de Fosforila
Potencial doador de Fosforila
 O ATP não é a única molécula na célula capaz de doar fosforilas 
 O ATP não é a única molécula na célula capaz de doar fosforilas
 Existem moléculas com maior potencial doador de fosforila do que o ATP
com maior potencial doador de fosforila do que o ATP São moléculas formadas a partir da

São moléculas formadas a partir da oxidação dos combustíveis:

Compostos carbonados
Compostos
carbonados
Potencial doador de Fosforila O ATP não é a única molécula na célula capaz de
Potencial doador de Fosforila
O ATP não é a única molécula na célula capaz de doar fosforilas
 Existem moléculas com maior potencial doador de fosforila do que ATP
com maior potencial doador de fosforila do que ATP São capazes de doar Pi para o
São capazes de doar Pi para o ADP
São capazes de doar Pi para o ADP
de fosforila do que ATP São capazes de doar Pi para o ADP  Fosforilação “ao
de fosforila do que ATP São capazes de doar Pi para o ADP  Fosforilação “ao

Fosforilação “ao nível do substrato”

 Posição intermediária permite que o ATP funcione como carreador de fosforilas.
 Posição intermediária permite
que o ATP funcione como
carreador de fosforilas.
permite que o ATP funcione como carreador de fosforilas.  Funcionam como Tampões de fosforilas para
permite que o ATP funcione como carreador de fosforilas.  Funcionam como Tampões de fosforilas para

Funcionam como Tampões de fosforilas para o ATP

Potencial doador de Fosforila  Creatina-Fosfato é um tampão de Pi na célula muscular 
Potencial doador de Fosforila
 Creatina-Fosfato é um tampão de Pi na célula muscular
 Seu alto potencial doador de Pi permite formar ATP a partir de ADP no exercício
de Pi permite formar ATP a partir de ADP no exercício A quantidade de ATP disponível
de Pi permite formar ATP a partir de ADP no exercício A quantidade de ATP disponível
de Pi permite formar ATP a partir de ADP no exercício A quantidade de ATP disponível

A quantidade de ATP disponível na célula muscular é suficiente para apenas 1 segundo de exercício extenuante.

A quantidade de ATP disponível na célula muscular é suficiente para apenas 1 segundo de exercício
Síntese de ATP  Pequena parte do ATP é obtido a partir da “fosforilação ao
Síntese de ATP
 Pequena parte do ATP é obtido a partir da “fosforilação ao nível do substrato”
- Anaeróbica
 Maior parte é formada por uma BOMBA DE PRÓTONS movida por um gradiente de
concentração
- Aeróbica

Membrana

 Maior parte é formada por uma BOMBA DE PRÓTONS movida por um gradiente de concentração
Extração de Energia dos alimentos  Realizada em três estágios Estágio I: Degradação de macromoléculas
Extração de Energia dos alimentos
Extração de Energia dos alimentos
 Realizada em três estágios
 Realizada em três estágios

Estágio I: Degradação de macromoléculas - digestão

Estágio II: Simplificação a compostos comuns - Acetil-CoA (maioria)
Estágio II: Simplificação a compostos
comuns - Acetil-CoA (maioria)
Estágio III: Oxidação final da Acetil-CoA nas vias finais e extração de Energia
Estágio III: Oxidação final da Acetil-CoA
nas vias finais e extração de Energia
Temas Recorrentes do Metabolismo  Apesar do alto número de reações e enzimas: O METABOLISMO
Temas Recorrentes do Metabolismo
 Apesar do alto número de reações e enzimas: O METABOLISMO É REPETITIVO
Os Carreadores Ativados: Coenzimas
 Facilita a compreensão da complexidade, na execução das tarefas e em economia
1) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações de Oxidantes
 Nicotinamida adenina dinucleotídeo
de Oxidantes  Nicotinamida adenina dinucleotídeo - Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto – H
de Oxidantes  Nicotinamida adenina dinucleotídeo - Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto – H

- Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto – H - - Forma Oxidada = NAD+ - Forma reduzida = NADH

dinucleotídeo - Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto – H - - Forma Oxidada =
Os Carreadores: coenzimas 1) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações Oxidantes  Flavina Adenina
Os Carreadores: coenzimas
1) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações Oxidantes
 Flavina Adenina Nucleotídeo
 Flavina Mononucleotídeo – FMN (em azul)
- Forma oxidada: FAD
- Forma reduzida: FADH 2
- O 2 é o receptor final de elétrons
Anel iso-aloxazina
Anel iso-aloxazina
Os Carreadores: coenzimas 2) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações Biosintética Redutoras - Derivada
Os Carreadores: coenzimas
Os Carreadores: coenzimas
Os Carreadores: coenzimas 2) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações Biosintética Redutoras - Derivada

2) Existem carreadores ativados de Elétrons para reações Biosintética Redutoras

ativados de Elétrons para reações Biosintética Redutoras - Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto –
- Derivada da Niacina - Transporta íon Hidreto – H - - Forma Oxidada =
- Derivada da Niacina
- Transporta íon Hidreto – H -
- Forma Oxidada = NADP+
- Forma reduzida = NADPH
- Localizado preferencialmente no citoplasma
- O Pi é uma etiqueta e marca para biossíntese
- NADPH é formado na via das pentoses

Nicotinamida adenina dinucleotídeo Fosfato: NADPH

R = H ou Pi
R
= H ou Pi
biossíntese - NADPH é formado na via das pentoses  Nicotinamida adenina dinucleotídeo Fosfato: NADPH R
Os Carreadores: coenzimas 3) Existe um carreador ativado de fragmentos de 2 Carbonos  Coenzima
Os Carreadores: coenzimas
3) Existe um carreador ativado de fragmentos de 2 Carbonos
 Coenzima A - CoA
- Desempenha papel central no metabolismo
- Transporta unidades de acilas
- No catabolismo: oxidação de glicose, de ácidos graxos e de AA
- No Anabolismo: biossíntese de ácidos graxos
- Grupo funcional: Sulfidrila
- Ligação Tioéster  hidrólise mostra ΔG 0 ‘= -7,5 kcal/mol
- Reação lenta na ausência de catalisador
- Ligação Tioéster  hidrólise mostra ΔG 0 ‘= -7,5 kcal/mol - Reação lenta na ausência
Os Carreadores Ativados Número reduzido de carreadores unifica o Metabolismo perante a temas comuns: Reações
Os Carreadores Ativados
Número reduzido de carreadores unifica o Metabolismo perante a temas comuns: Reações
Principais carreadores ativados universais
As Reações Recorrentes do Metabolismo As reações químicas que ocorrem no metabolismo são repetitivas 1)
As Reações Recorrentes do Metabolismo
As reações químicas que ocorrem no metabolismo são repetitivas
1) Reações de Oxido redução (Óxido-redutases)
Oxidação: perda de e-  doador de e-  será oxidado (agente redutor)
Redução: ganho de e-  aceptor de e-  será reduzido (agente oxidante)
NADH
Etanol (12 e - )
Reação
NAD + + H + + 2e - (Meia reação de oxidação)
Acetaldeído (10 e-) + 2H + + 2e - (Meia reação de oxidação)

Na mistura destes reagentes, poderá ocorrer transferência de elétrons, produzindo etanol e NAD+ devido à tendência termodinâmica do processo.

poderá ocorrer transferência de elétrons, produzindo etanol e NAD+ devido à tendência termodinâmica do processo.
poderá ocorrer transferência de elétrons, produzindo etanol e NAD+ devido à tendência termodinâmica do processo.
As Reações Recorrentes do Metabolismo 1) Reações de Óxido redução (Óxido-redutases) - Envolve retirada (ou
As Reações Recorrentes do Metabolismo
As Reações Recorrentes do Metabolismo
As Reações Recorrentes do Metabolismo 1) Reações de Óxido redução (Óxido-redutases) - Envolve retirada (ou
1) Reações de Óxido redução (Óxido-redutases) - Envolve retirada (ou doação) de elétrons dos metabólitos
1) Reações de Óxido redução (Óxido-redutases)
- Envolve retirada (ou doação) de elétrons dos metabólitos
- Participação direta dos carreadores de elétrons: NAD+, NADP+ e FAD
(ou doação) de elétrons dos metabólitos - Participação direta dos carreadores de elétrons: NAD+, NADP+ e
As Reações Recorrentes do Metabolismo 2) Reações de Ligação (Ligases) - União de moléculas à
As Reações Recorrentes do Metabolismo 2) Reações de Ligação (Ligases) - União de moléculas à
As Reações Recorrentes do Metabolismo
2) Reações de Ligação (Ligases)
- União de moléculas à custas da energia livre da clivagem de ATP
de moléculas à custas da energia livre da clivagem de ATP 3) Reações de Isomerização (Isomerases)
3) Reações de Isomerização (Isomerases) - Reações de rearranjo molecular  Prepara a molécula para
3) Reações de Isomerização (Isomerases)
- Reações de rearranjo molecular  Prepara a molécula para reações subsequentes
As Reações Recorrentes do Metabolismo 4) Reações de transferência (Transferases) - Muito variáveis - Grupo
As Reações Recorrentes do Metabolismo 4) Reações de transferência (Transferases) - Muito variáveis - Grupo
As Reações Recorrentes do Metabolismo
4) Reações de transferência (Transferases)
- Muito variáveis
- Grupo fosforila é transferido do ATP para outra molécula
- Ativação de substrato
- Muito variáveis - Grupo fosforila é transferido do ATP para outra molécula - Ativação de
As Reações Recorrentes do Metabolismo 5) Reações de Hidrólise (Hidrolases) - A água quebra uma
As Reações Recorrentes do Metabolismo
5) Reações de Hidrólise (Hidrolases)
- A água quebra uma ligação  quebra de macromoléculas
6) Reações de formação ou quebra de Ligações duplas (Liases) - Grupos funcionais podem ser
6) Reações de formação ou quebra de Ligações duplas (Liases)
- Grupos funcionais podem ser adicionados a ligações duplas
- Grupos funcionais podem ser removidos formando ligações duplas
Controle do fluxo metabólico 1. Controle alostérico – regulação por retroalimentação
Controle do fluxo metabólico
1. Controle alostérico – regulação por retroalimentação

A

alostérico – regulação por retroalimentação A B C D 2. Modificações covalentes – inter-conversão

B

alostérico – regulação por retroalimentação A B C D 2. Modificações covalentes – inter-conversão

C

alostérico – regulação por retroalimentação A B C D 2. Modificações covalentes – inter-conversão

D

alostérico – regulação por retroalimentação A B C D 2. Modificações covalentes – inter-conversão enzimática
alostérico – regulação por retroalimentação A B C D 2. Modificações covalentes – inter-conversão enzimática
2. Modificações covalentes – inter-conversão enzimática
2. Modificações covalentes – inter-conversão enzimática
Controle do fluxo metabólico 4. Controle Genético – Síntese de proteínas em resposta às necessidades
Controle do fluxo metabólico
Controle do fluxo metabólico
Controle do fluxo metabólico 4. Controle Genético – Síntese de proteínas em resposta às necessidades metabólicas
4. Controle Genético – Síntese de proteínas em resposta às necessidades metabólicas  Efeito dos
4. Controle Genético – Síntese de proteínas em resposta às necessidades
metabólicas  Efeito dos Hormônios

3. Ciclos de substrato – duas reações opostas de não-equilíbrio e catalisadas por enzimas diferentes

5. Status Energético – As vias metabólicas não controladas pela [ATP] e [ADP] O Balanço
5. Status Energético – As vias metabólicas não controladas pela [ATP] e [ADP]
O Balanço energético é tamponado!!!

Carga Energética =

 

[

ATP

] +

1 2
1
2

[

ADP

]

[

ATP

]

+

[

ADP

]

+

[

AMP

]

Inibe vias Catabólicas
Inibe vias Catabólicas
ADP ] [ ATP ] + [ ADP ] + [ AMP ] Inibe vias Catabólicas
ADP ] [ ATP ] + [ ADP ] + [ AMP ] Inibe vias Catabólicas

Estimula vias Catabólicas