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DSC CT 01 ABRIL/98

DSC CT 01 ABRIL/98 Eixos Cardan Industriais Catálogo Técnico
DSC CT 01 ABRIL/98 Eixos Cardan Industriais Catálogo Técnico
DSC CT 01 ABRIL/98 Eixos Cardan Industriais Catálogo Técnico
DSC CT 01 ABRIL/98 Eixos Cardan Industriais Catálogo Técnico
DSC CT 01 ABRIL/98 Eixos Cardan Industriais Catálogo Técnico

Eixos

Cardan

Industriais

Catálogo Técnico

Dana Albarus - Gravataí - RS

Dana Albarus - Gravataí - RS ATH - Porto Alegre - RS ATH - Charqueadas -
Dana Albarus - Gravataí - RS ATH - Porto Alegre - RS ATH - Charqueadas -
Dana Albarus - Gravataí - RS ATH - Porto Alegre - RS ATH - Charqueadas -

ATH - Porto Alegre - RS

Dana Albarus - Gravataí - RS ATH - Porto Alegre - RS ATH - Charqueadas -

ATH - Charqueadas - RS

- RS ATH - Porto Alegre - RS ATH - Charqueadas - RS Albarus Sistemas Hidráulicos

Albarus Sistemas Hidráulicos - Cachoeirinha - RS

- RS Albarus Sistemas Hidráulicos - Cachoeirinha - RS Dana Parish - Osasco - SP No

Dana Parish - Osasco - SP

No segmento da indústria brasileira de autopeças inúmeras empresas tiveram importante papel no desenvolvimento do país nas últimas décadas. Algumas, como a Dana Corporation, acompanham a evolução desse segmento de mercado desde a implantação da indústria automobilística brasileira. A Dana chegou ao Brasil em 1957, quando adquiriu participação na Albarus SA Indústria e Comércio, empresa fundada em Porto Alegre, 10 anos antes.

Nestes quase 50 anos as operações da Dana no Brasil evoluíram em ritmo acelerado, constituindo-se hoje num grupo de empresas dedicadas à fabricação, montagem e distribuição de componentes e sistemas para transmissão de força automotriz e para motores.

• A Dana Albarus SA Indústria e Comércio,

fundada em 1947, produz uma diversificada linha de produtos como eixos cardan, peças de borracha e anéis de pistão. Suas operações de manufatura estão situadas em Gravataí, Rio Grande do Sul.

• A ATH - Albarus Transmissões

Homocinéticas Ltda, com duas operações, em Porto Alegre e Charqueadas, fabrica os semi-eixos homocinéticos e seus componentes, que abastecem cerca de 70% dos automóveis produzidos pelas montadoras no Brasil.

• A Albarus Sistemas Hidráulicos Ltda, situada

em Cachoeirinha, Rio Grande do Sul, é o maior fabricante de cilindros hidráulicos da América do Sul, complementando sua linha de produtos oleodinâmicos com bombas, válvulas

e comandos hidráulicos.

• A Dana Parish Produtos Estruturais Ltda,

com sede em Osasco-SP e operações em Curitiba, Paraná, produz chassis e longarinas para caminhões, ônibus e pick-ups.

® • A Dana Indústrias Ltda , surgiu no início de 1996, tendo como primeira
®
®

• A Dana Indústrias Ltda, surgiu no início de 1996,

tendo como primeira operação a Divisão Spicer Diferenciais, resultado da consolidação dos ativos da Divisão Spicer Diferenciais da Albarus SA, com a linha de eixos leves da Rockwell, adquirida pela Dana no final de 1995. Com unidade industrial em Sorocaba, São Paulo, essa é a maior operação para fabricação de eixos diferenciais para automóveis, pick-ups e caminhões médios do Mercosul.

• A segunda operação da Dana Indústrias é a

Divisão Victor Reinz, instalada em Gravataí, Rio Grande do Sul, responsável pela produção das inovadoras juntas multicamadas para motor, fornecidas às montadoras a partir de outubro de 1996.

• A Dana passa a abranger mais a sua atuação no

segmento de juntas para motores com a recente aquisição da Stevaux, em São Paulo, empresa que atua há 65 anos no mercado. Além disso, sua linha de produtos agora é complementada com a introdução da linha Wix de filtros e elementos filtrantes de ar, óleo e combustível para todo tipo de aplicação veicular.

• A SM Sistemas Modulares Ltda é a primeira

operação independente voltada à produção de sistemas modulares no Mercosul. Resultado da associação da Dana com a Freios Varga, essa unidade fornece os módulos de suspensão dianteira e traseira para o Gol, montado pela Volkswagen em sua fábrica de Taubaté, São Paulo.

pela Volkswagen em sua fábrica de Taubaté, São Paulo. Dana Indústrias - Sorocaba - SP SM

Dana Indústrias - Sorocaba - SP

fábrica de Taubaté, São Paulo. Dana Indústrias - Sorocaba - SP SM - Taubaté - SP

SM - Taubaté - SP

fábrica de Taubaté, São Paulo. Dana Indústrias - Sorocaba - SP SM - Taubaté - SP

Dana Indústrias - São Paulo - SP

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

APRESENTAÇÃO

CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO APRESENTAÇÃO O início de atividades Dana no Brasil remonta a 1947,
CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO APRESENTAÇÃO O início de atividades Dana no Brasil remonta a 1947,

O início de atividades Dana no Brasil

remonta a 1947, quando a Albarus foi fundada em Porto Alegre, como uma pequena oficina de precisão. A introdução no mercado automotivo deu-se a partir da fabricação de cruzetas para os veículos importados que transitavam pelo país.

Em 1957 a Dana associou-se à Albarus e passou a fornecer tecnologia para a fabricação de cruzetas para os veículos Ford e, em seguida, para os eixos cardan.

A Dana começou no Brasil, portanto, com os

eixos cardan e seus componentes. Essa linha de produtos está ligada à própria origem da Dana no mundo, pois em 1904 foi Clarence Spicer o inventor da junta universal.

Com operações em 20 países, o Grupo Spicer Cardan é a mais globalizada operação da Dana.

No Brasil, a Divisão Spicer Cardan está instalada em Gravataí, Rio Grande do Sul, de onde fornece produtos para todo mercado brasileiro e exterior.

fornece produtos para todo mercado brasileiro e exterior. Dana Albarus S/A Indústria e Comércio Divisão Spicer

Dana Albarus S/A Indústria e Comércio Divisão Spicer Cardan

Em 1996 foi lançada a nova linha de eixos cardan SPL, cujo desenho mais compacto assegura performance superior, mais uma vez evidenciando a liderança tecnológica dos produtos Spicer.

O funcionamento dos eixos cardan baseia-se em determinadas características de suas construções, entre as quais o fato de disporem de dois terminais (garfos) ligados entre si por uma cruzeta que permite a articulação desses terminais. Essa ligação permite que ambos os eixos (de entrada e de saída) girem solidários mesmo que não estejam alinhados. Além disso, o eixo cardan tem a capacidade de variar seu comprimento, acompanhando os movimentos do equipamento onde trabalha, variação que é compensada por componentes de entalhados deslizantes.

Conjunto da

Cruzeta

Flange

Flange

Luva

Conjunto da

Cruzeta

Vedador

Ponteira

Luva

Qualquer informação adicional sobre os dados apresentados neste catálogo ou sobre produtos especiais, pode ser obtida em nosso Departamento de Vendas:

Dana Albarus S.A. Indústria e Comércio Divisão Spicer Cardan Rua Eugênio Bellotto, 200 - Vila Liviero 04185-900 - São Paulo - SP

Tubo

Pontuva

Vedador

Garfo

Conjunto da

Cruzeta

Flange

Flange

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

COMO CONSULTAR

COMO CONSULTAR

Este catálogo apresenta os produtos da linha de eixos cardan Spicer para as indústrias e tem como objetivo orientar o usuário no dimensionamento do cardan. Um profundo trabalho de análise foi efetuado para tornar a consulta do catálogo a mais eficiente e rápida possível. A disposição das informações está consolidada de forma lógica e objetiva, o que facilita a localização do item desejado.

Críticas e sugestões que possam melhorar a

qualidade desta publicação serão bem-vindas. Basta entrar em contato:

Fone: (011) 6946-8526 ramal 6808

Fax:

(011) 6969-7961

ÍNDICE

DEFINIÇÕES BÁSICAS

Escolha do conjunto cardan

Seleção do eixo cardan

Fator de serviço (K)

Fator de choque (K 1 )

Fator de vida (K 2 )

Trabalhe com segurança

Fator angular (K 3 )

SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL (Exemplos de cálculo)

Diagrama I (série da junta)

Rotação máxima em função do comprimento do cardan

Limite recomendado da rotação em função do ângulo de trabalho

TABELAS DIMENSIONAIS

FLANGES DE ACOPLAMENTO PARAFUSOS/MANUTENÇÃO

Acoplamento de juntas universais

Torque básico

Ângulos básicos

Parafusos

Manutenção geral

Lubrificação

TABELAS DE EQUIVALÊNCIA

07

07

08

09

09

09

10

11

12

13

13

13

14

16

17

17

17

18

Castanha (capa) Retentor Garfo Flange Cruzeta Rolamentos (roletes) Anéis Trava
Castanha (capa)
Retentor
Garfo
Flange
Cruzeta
Rolamentos
(roletes)
Anéis Trava

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

DEFINIÇÕES BÁSICAS

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO DEFINIÇÕES BÁSICAS
EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO DEFINIÇÕES BÁSICAS

DEFINIÇÕES BÁSICAS

ESCOLHA DO CONJUNTO CARDAN

A seguir apresentamos as informações

básicas necessárias para determinação correta de cardans para aplicação em equipamentos industriais.

Os cardans estão classificados por séries (capacidades torcionais), tipos e flanges.

Torque Contínuo (M d )

Para uso somente como referência baseado numa vida útil estimada de 5.000 horas (B-10). Calculado a 100 RPM e 3º de ângulo de operação.

Torque em Curta Duração (M D )

Representa a capacidade da junta universal em suportar cargas de torção momentâneas (partidas ou paradas) em serviço não contínuo.

Limite Mínimo de Elasticidade

É a carga máxima de torque que a cruzeta

eventualmente transmitirá instantaneamente sem ocasionar engripamentos dos roletes, romper o tubo ou componentes. Podemos considerar como a carga máxima de torção admitida em caso de choque.

Máxima Rotação de Operação

É baseada na relação comprimento

do cardan (centro a centro de cruzeta)

e diâmetro do tubo.

Requisitos básicos para determinação do

tamanho da Junta Universal em aplicações industriais

1Tipo e origem da força: motores a gasolina, elétricos, diesel etc.

2Potência normal e máxima do motor 3Relações de transmissões, redutores, caixas etc. 4Rotação do cardan (rpm). 5Ângulos de operação das juntas. 6Deslizamento máximo requerido. 7Comprimentos máximo, mínimo e de trabalho de face a face dos flanges do cardan. 8Diâmetro máximo de giro do cardan. 9Condições de uso do cardan em operação: calor, umidade, gases

e outras condições do ambiente

e do tipo de trabalho. 10Vida esperada do cardan.

SELEÇÃO DO EIXO CARDAN

A

seleção do cardan depende das seguintes condições de trabalho:

Torque máximo

Torque calculado

Ângulo normal de trabalho e máximo das juntas (picos).

Rotações de trabalho

Comprimentos do cardan

Vida esperada do cardan

O

pelo torque nominal do conjunto de acionamento e o correspondente fator de choque (fator de serviço). O máximo torque determinado não deve exceder ao torque especificado na coluna Torque Máximo (curta duração) (ver tabela pág. 13) das séries das juntas.

Torque Máximo (M d máx.)

torque máximo transmitido é determinado

M d máx. = M n x K M d

M

M

K

M

d máx = Torque máximo (Nm)

n =

=

d =

Torque nominal (Nm)

Fator de serviço

Torque Máximo (Curta Duração) Tabela Torque Básico (pág. 13)

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

DEFINIÇÕES BÁSICAS SELEÇÃO DO EIXO CARDAN

DEFINIÇÕES BÁSICAS

SELEÇÃO DO EIXO CARDAN

• Torque calculado (M A )

A seleção da série do cardan requerido é

baseada no torque calculado, que é determinado pelo torque contínuo corrigido com os fatores do trabalho especificado.

Dependendo da aplicação, o torque contínuo pode ser o torque nominal mas deve ser calculado conforme fórmula ao lado.

O valor obtido do torque calculado deve ser

comparado no diagrama I (Série da Junta) da pág. 11. Os diagramas estão baseados em operação contínua com uma deflecção de 3º da junta e uma vida estimada de 5.000 h. O torque calculado M A é determinado pela fórmula ao lado:

FATOR DE SERVIÇO (K)

M A = M D x K 1 x K 2 x K 3

M A = torque Calculado M D = torque Contínuo

Com o torque calculado (M A ) e a rotação de trabalho, determine através do Diagrama I pág. 11 a série do cardan. Compare-a com a série do cardan obtida pelo Cálculo de Torque Máximo (M D ), optando pela maior série obtida.

CONDIÇÕES DE CARGA

 

TIPO DE MÁQUINA

FATOR = K

Carga Contínua

Bombas centrífugas

Conversores (contínuos)

1,2 a 1,5

Geradores (contínuos)

Pequenos ventiladores

Carga com

Bombas centrífugas

Máquinas impressoras

1,5 a 2

Choques Leves

Geradores (não contínuos)

Máquinas de beneficiar madeira

Transportadores (não contínuos)

Pequenas máquinas de papel

Ventiladores médios

Pequenas máquinas têxteis

Máquinas operatrizes

Carga com

Bombas (múltiplos cilindros)

Laminadores de barras ou perfis

2,5

Choques Médios

Compressores (múltiplos cilindros)

Trefila de rolos (pequenos)

Grandes ventiladores

Laminador de tubo (pequenos)

Transmissões marítimas

Locomotivas

Calandras

Máquinas para papel (pesadas)

Mesa transportadora (rolos)

Máquinas têxteis (pesados)

Carga com

Compressores (um cilindro)

Perfuratrizes rotativas

3

Choques Pesados

Bombas (um cilindro)

Locomotivas

Misturadores

Mesas transportadoras de rolos (contínua)

Dragas

Laminadores intermediários

Acionamento de guindaste móvel

Laminador contínuo (desbastador)

Mesas transportadoras

Laminador contínuo de tubos (pesados)

Prensas/Dobradeiras

Carga com

Acionamento de rolos laminadores

Quebrador de carepa

4 a 6

Choques Extremos

Laminadores reversos (pesados)

Mesa reversa de rolos transportadores

Vibradores

Acionamento de rolos de pressão (desbastes)

DEFINIÇÕES BÁSICAS ■ FATOR DE CHOQUE (K 1 ) Em acionamento por motores de combustão
DEFINIÇÕES BÁSICAS ■ FATOR DE CHOQUE (K 1 ) Em acionamento por motores de combustão

DEFINIÇÕES BÁSICAS

FATOR DE CHOQUE (K 1 )

Em acionamento por motores de combustão frequentemente ocorrem picos de torques que podem exceder ao torque nominal e que devem ser levados em consideração.

Se não houver um elemento elástico no sistema, adicionar 0,5 ao respectivo fator.

Motor elétrico

K 1 = 1,00

Motor gasolina

(4 ou + cilindros) (1 a 3 cilindros)

K 1 = 1,25 K 1 = 1,50

Motor Diesel

(4 ou + cilindros) (1 a 3 cilindros)

K 1 = 1,50 K 1 = 2,00

FATOR DE VIDA (K 2 )

K 2

2,6 2,2 1,8 1,4 1,0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90
2,6
2,2
1,8
1,4
1,0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
3
Vida (x 10 horas)
■ TRABALHE COM SEGURANÇA
Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo
Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo

Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K 2

Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K
Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K

K 2 = f (L h )

Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K
Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K
Para se obter vida estimada diferente de 5.000 horas, utilize os fatores do diagrama seletivo K
Os cardans em trabalho estão girando constantemente. Isto é perigoso, você pode enrolar as roupas,

Os cardans em trabalho estão girando constantemente. Isto é perigoso, você pode enrolar as roupas, pele, cabelo e a mão. Isto pode causar sérios danos pessoais ou morte.

• Não faça manutenção no cardan (com ou sem proteção) quando a máquina estiver operando.

• Sempre coloque uma proteção de segurança sobre o cardan para proteger o operador.

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

DEFINIÇÕES BÁSICAS SELEÇÃO DO CARDAN

DEFINIÇÕES BÁSICAS

FATOR ANGULAR (K 3 )

2,2

2,0

1,8

1,6

1,4

1,2

1,0

Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida
Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida

Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.

Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.
Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.

K 3 = f /(b)

Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.
Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.
Para trabalho com ângulos diferentes de 3º, utilize o diagrama seletivo K 3 para vida requerida.

K 3

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24 26 28
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
22
24
26
28
30
32
34
36

Ângulo Trabalho (graus)

TRABALHE COM SEGURANÇA

• •

Faça manutenção preventiva.

Siga corretamente as especificações do fabricante.

EVITE ACIDENTE

• Use somente peças originais.

• Não use componentes usados ou danificados nos cardans.

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL EXEMPLOS DE CÁLCULO

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL • EXEMPLOS DE CÁLCULO
EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL • EXEMPLOS DE CÁLCULO

DIAGRAMA I (SÉRIE DA JUNTA)

9500

8100

6775

5400

4060

2710

1355

1260

1100

950

810

680

540

405

270

135

Torque (Nm)

1810 1740 1710 1650 1550 1480 1410 1330 1310 1280 1210 10 2 3 4
1810
1740
1710
1650
1550
1480
1410
1330
1310
1280
1210
10 2
3
4
5
6
7 8 9 100
2
3
4
5
6
7 8 9 1.000
2
3
4
5
7 8 9
SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL

Rotação (rpm)

EXEMPLO DE CÁLCULO

806 Nm

EXEMPLO 1: Aplicação: 1810 • Bomba D’Água Torque (Nm) 1740 • Motor 30 HP a
EXEMPLO 1:
Aplicação:
1810
• Bomba D’Água
Torque (Nm)
1740
• Motor 30 HP a 1000 RPM, ângulo 6º
9500
1710
• Vida requerida 50.000 horas
8100
1650
6775
1550
Use a fórmula:
5400
1480
4060
M d máx = M A x K = 215 x 1,5 = 322 Nm
1410
1330
2710
M A = M D x K 1 x K 2 x K 3
1310
1280
1355
Fatores:
1260
1210
1100
950
M D = 30 x 7160 = 215
810
1000
680
540
K 1 = 1,5
K 2 = 2,0
K 3 = 1,25
405
Soluções:
270
135
M A = 215 x 1,5 x 2,0 x 1,25
M A = 806 Nm (diagrama I - série 1480 -
torque máximo é 2800 Nm)
10 2
3
4
5
6
7 8 9 100
2
3
4
5
6
7 8 9
1.000

1000 rpm

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL EXEMPLOS DE CÁLCULO

EXEMPLO DE CÁLCULO

EXEMPLO 2: Aplicação: • Rolo de Máquina de Papel Torque (Nm) • Motor C.C. 10
EXEMPLO 2:
Aplicação:
• Rolo de Máquina de Papel
Torque (Nm)
• Motor C.C. 10 HP a 450 RPM
1810
9500
• Caixa Redutora 14:1, ângulo 5º
1740
8100
• Vida Requerida 20.000 horas
6775
6015 Nm
1710
5400
Use a fórmula:
1650
4060
1550
M d máx = M A x K = 2228 x 2 = 4456 Nm
1480
2710
1410
M A = M D x K 1 x K 2 x K 3
1330
1355
1260
1310
Fatores:
1100
1280
950
RPM = 450 = 32,14
810
14
1210
680
540
M D = 10 x 7160 = 2228 Nm
32,14
405
K 1 = 1,5
K 2 = 1,5
K 3 = 1,2
270
Soluções:
135
10
2
3
4
5
6
7 8 9 100
2
3
4
5
6
7
32 rpm
MA = 2228 x 1,5 x 1,5 x 1,2
MA = 6015 Nm a 32 rpm
(diagrama I - série 1810 - torque máximo
é 9000 Nm)
SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL

ROTAÇÃO MÁXIMA EM FUNÇÃO DO COMPRIMENTO DO CARDAN

5.000

4.500

4.000

3.500

3.000

2.500

2.000

1.500

1.200

1.000

900

800

700

600

500

Rotação (rpm) Ø 102 Ø 95 Ø 114 Ø 90 Ø 76 Ø 50 1300
Rotação (rpm)
Ø 102
Ø 95 Ø 114 Ø 90
Ø 76
Ø 50
1300
1500
1800
2000 2250 2500
3000
3500
4000
4500
5000

Comprimento efetivo (mm)

EXEMPLO DE CÁLCULO - MÁXIMA RPM

Fórmula para cálculo da rotação crítica:

RC = 1,2 x 10 8 x

D 2 + d 2
D 2 + d 2

L 2

D

= Diâmetro externo do tubo

d

= Diâmetro interno do tubo = D - 2e

L

= Comprimento efetivo

e = Espessura da parede do tubo RPM máx. permitida = 0,75 x RC

Exemplo:

(114 x 3,4) mm 114 = Diâmetro externo do tubo 3,4 = Espessura da parede do tubo

Comprimento efetivo Centro das Cruzetas
Comprimento efetivo
Centro das Cruzetas
Comprimento efetivo
Comprimento efetivo

Centro da Cruzeta x Centro Rolamento

SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL ■ TORQUE BÁSICO SÉRIE TORQUE TORQUE LIMITE MÍNIMO RPM CONTÍNUO
SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL ■ TORQUE BÁSICO SÉRIE TORQUE TORQUE LIMITE MÍNIMO RPM CONTÍNUO

SELEÇÃO DA JUNTA UNIVERSAL

TORQUE BÁSICO

SÉRIE

TORQUE

TORQUE

LIMITE MÍNIMO

RPM

CONTÍNUO

CURTA DURAÇÃO

ELÁSTICO

MÁXIMO

LIGHT DUTY (LEVE)

 

1210

320

640

1400

6.000

1280

400

800

1700

6.000

1310

550

1100

2200

6.000

MEDIUM DUTY (MÉDIA)

 

1330

665

1250

2600

5.000

1410

1115

2100

3700

5.000

1480

1500

2800

4600

5.000

HEAVY DUTY (PESADA)

 

1550

1900

3300

6100

5.000

1650

2900

5000

9000

4.000

1710

3980

6500

10850

4.500

1740

4000

7000

12000

4.500

1810

5150

9000

16600

4.500

OBS.: Valores em Nm

ÂNGULOS BÁSICOS

RPM MÁXIMO

ÂNGULO “A”

5000

rpm

3º 15’

4500

rpm

3º 40’

4000

rpm

4º 15’

3500

rpm

5º 0’

3000

rpm

5º 50’

2500

rpm

7º 0’

2000

rpm

8º 40’

1500

rpm

11º 30’

OBS.: Baseado em 1000 rad./seg 2 de aceleração inercial. A A
OBS.: Baseado em 1000 rad./seg 2 de
aceleração inercial.
A
A

LIMITE RECOMENDADO DA ROTAÇÃO EM FUNÇÃO DO ÂNGULO DE TRABALHO

5.000

4.500

4.000

3.500

3.000

2.500

2.000

1.500

1.000

Rotação (rpm)

0º 2º 4º 6º 8º 10º 12º
10º
12º

Ângulo da Junta Universal

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

TABELAS DIMENSIONAIS

TABELAS DIMENSIONAIS

TABELAS DIMENSIONAIS

b b L A S K C A F E M M L Z
b
b
L
A
S
K
C
A
F
E
M
M
L
Z

TIPO 10.01

b b S K C A F E M M L F
b
b
S
K C
A
F
E
M
M
L F

TIPO 10.03

b C A K E M F L F TIPO 19.01
b
C
A
K
E
M
F
L F
TIPO 19.01
L b A b K C A M E F M L F
L
b
A
b
K
C
A
M
E
F
M
L
F

TIPO 15.01

ESPECIFICAÇÕES

 

SÉRIE

 

1210

1280

1310

1330

1410

1480

1550

1650

1710

1740

1810

Torque Máximo

Nm

640

800

1100

1250

2100

2800

3300

5000

6500

7250

9000

Ângulo Máximo

b

15º

20º

20º

15º

22º

22º

22º

22º

22º

35º

30º

Diâmetro Flange

A

90

96

116

116

116

150

150

175

203

175

203

Diâmetro Furação

B

69,8

79,4

95,2

95,2

95,2

120,6

120,6

155,5

184,1

155,5

184,1

Diâmetro Piloto

C

57,1

60,3

69,8

69,8

69,8

95,2

95,2

168,2

196,8

168,2

196,8

Espessura Sapata

E

5

7

8

8

8

10

10

9

9,5

12

9,5

Altura Piloto

F

1,6

1,6

1,6

1,6

1,6

1,6

1,6

2

1,8

2,2

1,8

Diâmetro Furos

H

5/16”

3/8”

7/16”

7/16”

7/16”

1/2”

1/2”

3/8”

3/8”

3/8”

7/16”

Número Furos

I

4

4

4

4

4

4

4

8

8

8

12

Diâmetro Giro

K

76

96

96

106

119

122

143

162

197

186

232

Diâmetro Tubo

S

50

50

50

76

76

90

90

90

102

94

114

Altura do Flange

M

30

35

35

40

43

51

51

76

76

92

86

Flange Tipo

-

I

I

I

I

I

I

I

III

III

III

IV

SÉRIE

 

1210

1280

1310

1330

1410

1480

1550

1650

1710

1740

1810

TIPO 10.01

LZ

307

324

324

362

387

409

415

606

666

664

712

LA

54

54

54

69

72

63

63

113

130

180

126

TIPO 10.03

LF

187

206

206

216

245

255

263

400

406

424

444

TIPO 15.01

LZ

218

270

270

&

252

307

350

463

&

635

585

LA

25

54

54

&

33

47

36

75

&

180

104

TIPO 19.01

LF

60

70

70

79

86

102

102

152

152

184

172

FLANGES PADRÃO SAE

45

40 H 40 TIPO I B
40
H
40
TIPO I
B
30 30 H TIPO II B
30
30
H
TIPO II
B
45 H TIPO III B
45
H
TIPO III
B
22 30 H TIPO IV B
22 30
H
TIPO IV
B
45 40 H 40 TIPO I B 30 30 H TIPO II B 45 H TIPO
TABELAS DIMENSIONAIS ■ TABELAS DIMENSIONAIS b b L A C S K A F E
TABELAS DIMENSIONAIS ■ TABELAS DIMENSIONAIS b b L A C S K A F E

TABELAS DIMENSIONAIS

TABELAS DIMENSIONAIS

b b L A C S K A F E M M L Z
b
b
L A
C
S
K A
F
E
M
M
L Z

TIPO 10.21

b b S K A C F E M M L F
b
b
S
K
A
C
F
E
M
M
L F

TIPO 10.23

b C A K F M E L F
b
C
A
K
F
M
E
L F

TIPO 19.21

b L b A C K A F E M M L Z
b
L
b
A
C
K
A
F
E
M
M
L
Z

TIPO 15.21

ESPECIFICAÇÕES

 

SÉRIE

 

1310

1410

1480

1550

1740

1810

Torque Máximo

Nm

1100

2100

2800

3300

7250

9000

Ângulo Máximo

b

18º

20º

22º

22º

35º

22º

Diâmetro Flange

A

90

100

120

150

150

180

Diâmetro Furação

B

74,5

84

101,5

130

130

155,5

Diâmetro Piloto

C

47

57

75

90

90

110

Espessura Sapata

E

6

9

9

9

12

14

Altura Piloto

F

2,5

2,5

2,5

2,5

2,58

2,5

Diâmetro Furos

H

M8

M8

M10

M12

M12

M14

Número Furos

 

I4

6

8

8

88

 

Diâmetro Giro

K

97

119

122

143

186

232

Diâmetro Tubo

S

50

76

90

90

94,6

114

Altura do Flange

M

50

64

60

80

102

92

Flange Tipo

 

I

II

III

III

III

III

SÉRIE

 

1310

1410

1480

1550

1740

1810

TIPO 10.21

LZ

354

425

427

473

684

725

LA

54

72

63

63

180

126

TIPO 10.23

LF

236

286

273

321

444

456

TIPO 15.21

LZ

300

329

325

408

585

597

LA

54

33

47

35

109

103

TIPO 19.21

LF

100

128

120

160

204

184

FLANGES PADRÃO DIN

45

45 TIPO I 30 30 H TIPO II B 45 H TIPO III B 22 30

TIPO I

30 30 H TIPO II B
30
30
H
TIPO II
B
45 H TIPO III B
45
H
TIPO III
B
22 30 H TIPO IV B
22 30
H
TIPO IV
B
45 TIPO I 30 30 H TIPO II B 45 H TIPO III B 22 30

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

FLANGES DE ACOPLAMENTO PARAFUSOS MANUTENÇÃO

ACOPLAMENTO DE JUNTAS UNIVERSAIS

Para o perfeito funcionamento das juntas universais, é necessário o alinhamento correto entre os flanges de acoplamento.

As dimensões dos flanges de acoplamento são correspondentes entre as juntas universais da mesma série, exceto a altura do piloto (F), e o diâmetro do piloto (C)

As tabelas abaixo são orientativas para o projeto, fabricação e montagem do cardan no equipamento e não fazem parte do fornecimento.

OBS.: A concentricidade entre o Ø C e

Ø

D deve estar dentro de 0,10 mm.

O

perpendicularismo entre o plano X

e o Ø C deve estar dentro de 0,05 mm.

FLANGE PADRÃO DIN

SÉRIE

 

1310

1410

 

1480

 

1550

 

1740

 

1810

Ø A

 

90

 

100

 

120

 

150

 

150

 

180

Ø B

 

74,5

 

84

 

101,5

 

130

 

130

 

155,5

Ø C

46,950

56,950

74,950

89,950

89,950

109,950

47,000

57,000

75,000

90,000

90,000

110,000

Ø H

4

8,08

x 8,08

8,23

6

8,08

x 8,08

8,23

8

10,08

x 10,08

10,20

8

12,15

x 12,15

12,30

8

12,15

x 12,15

12,30

8

14,05

x 14,05

14,25

E

 

6

 

9

 

9

 

9

 

12

 

14

F

 

1,8

 

1,8

 

2,0

 

2,0

 

2,0

 

3,0

2,2

2,2

2,4

2,4

2,4

3,4

Ø

D (máx.)

   

69

 

84

 

110

 

110

 

132

Flange Tipo

 

I

 

II

 

III

 

III

 

III

 

III

(pág. 15)

           

FLANGE PADRÃO SAE

A

E F u B C D v L 1 H L X
E
F
u
B
C
D
v
L
1
H
L
X

A

E u F B C D v L 1 H L X
E
u
F
B
C
D
v
L
1
H
L
X
SÉRIE 1210 1280 1310 1410 1480 1550 1650 1710 1740 1810 Ø A 90 96
SÉRIE
1210
1280
1310
1410
1480
1550
1650
1710
1740
1810
Ø A
90
96
116
116
150
150
175
203
175
203
Ø B
69,8
79,4
95,2
95,2
120,6
120,6
155,5
184,1
155,5
184,1
Ø C
57,15
60,325
69,85
69,85
95,25
95,25
168,223
196,825
168,223
196,825
57,20
60,375
69,90
69,90
95,30
95,30
168,273
196,875
168,273
196,875
Ø H
4
x 8,08
8,08
4
x 9,67
9,67
4
x 11,15
11,15
4
x 11,15
11,15
4
x 12,85
12,85
4
x 12,85
12,85
8 x 9,58 9,58
8 x 9,58 9,58
8 x 9,58 9,58
12 x 11,15 11,15
Furação (SAE)
8,25
9,85
11,20
11,20
13,03
13,03
9,63
9,63
9,63
11,20
E
5
7
8
8
10
10
9
9,5
9
9,5
F
1,7
1,7
1,7
1,7
1,7
1,7
2,2
2,0
2,2
2,0
2,0
2,0
2,0
2,0
2,0
2,0
2,7
2,5
2,7
2,5
Ø
D (Máx.)
50
57
70
70
90
90
132
155
132
155
Flange Tipo
I
I
I
I
I
I
III
III
III
IV
(pág. 14)
ACOPLAMENTOS

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

FLANGES DE ACOPLAMENTO PARAFUSOS MANUTENÇÃO

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO FLANGES DE ACOPLAMENTO • PARAFUSOS • MANUTENÇÃO
EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO FLANGES DE ACOPLAMENTO • PARAFUSOS • MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO

PARAFUSOS

Para um perfeito acoplamento recomendamos

a utilização de parafusos com o corpo

centrado. Estes evitam folgas entre os flanges

e o cizalhamento dos mesmos, conforme norma abaixo:

DIN - Parafuso 931/10.9 Porca: 980/10 SAE - Parafusos/Porca: - Grade 8

MANUTENÇÃO GERAL

A manutenção das juntas universais

deve ser executada a intervalos regulares

e é aconselhável sua coordenação com a

manutenção de outras partes do equipamento.

Os intervalos de manutenção mencionados

a seguir são apenas recomendações.

A freqüência das inspeções para

manutenção dependerá das condições de trabalho e experiência prática.

Teste de ruídos

Qualquer alteração no ruído normal de funcionamento indica algum tipo de falha que pode levar a problemas sérios se não for localizada e corrigida imediatamente.de trabalho e experiência prática. • Teste de ruídos • Inspeção de folgas Antes da lubrificação,

Inspeção de folgas

Antes da lubrificação, deve-se proceder ao exame dos entalhados deslizantes

e rolamentos das castanhas.

Inspeção de parafusos

Os parafusos devem ser checados. Verifique se os mesmos estão devidamente apertados, conforme especificações técnicas.

LUBRIFICAÇÃO

Para aplicações normais, use graxa tipo EP1 ou EP2 com base de sabão de lítio. EP1 ou EP2 com base de sabão de lítio.

Para aplicações severas (temperaturas de 40º a 80ºC) use graxa EP1 ou EP2 com base de sabão de lítio, apropriadas para operação em temperatura de -20º até 160º C.

para operação em temperatura de -20º até 160º C. OBS.: Não utilize parafusos ou porcas de

OBS.: Não utilize parafusos ou porcas de classe inferior.

Pontos de lubrificação

Todas as graxeiras devem receber graxa até que o lubrificante purgue pelos vedadores ou respiros.

Lubrifique principalmente os seguintes pontos:

1• Ambas as cruzetas 2• Luvas deslizantes

Ciclos de lubrificação

O ciclo de lubrificação varia de acordo com as condições de trabalho.

Entende-se por condições severas,

o trabalho em ângulos e/ou velocidades

acentuadas, em temperaturas altas, sujeitas

a choques, ação da poeira, e outras

agressões externas ao equipamento.

Como sugestão, apresentamos a tabela

abaixo:

CONDIÇÕES

CICLO DE

DE TRABALHO

LUBRIFICAÇÃO

Normal

150-200 horas

Severa

50-75 horas

Para aplicações em baixa velocidade, abaixo de 300 RPM, use uma graxa com base mineral

e viscosidade entre SAE 140 e 250.

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS

CATÁLOGO TÉCNICO

TABELA DE EQUIVALÊNCIA

EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO TABELA DE EQUIVALÊNCIA
EIXOS CARDAN INDUSTRIAIS CATÁLOGO TÉCNICO TABELA DE EQUIVALÊNCIA

EQUIVALÊNCIA

TABELA DE EQUIVALÊNCIA

FRAÇÃO

DECIMAL

MILÍMETROS

FRAÇÃO

DECIMAL

MILÍMETROS

1/64

.01563

.3969

.51181

13.0000

1/32

.03125

.7938

33/64

.51563

13.0969

 

.3937

1.0000

17/32

.53125

13.4938

3/64

.04688

1.1906

35/64

.54688

13.8906

1/16

.06250

1.5875

.55118

14.0000

5/64

.07813

1.9844

9/16

.56250

14.2875

 

.07874

2.0000

37/64

.57813

14.6844

3/32

.09375

2.3813

.59055

15.0000

7/64

.10938

2.7781

19/32

.59375

15.0813

 

.11811

3.0000

39/64

.60938

15.4781

1/8

.12500

3.1750

5/8

.62500

15.8750

9/64

.14063

3.5719

.62992

16.0000

5/32

.15625

3.9688

41/64

.64063

16.2719

 

.15748

4.0000

21/32

.65625

16.6688

11/64

.17188

4.3656

.66929

17.0000

3/16

.18750

4.7625

43/64

.67188

17.0656

 

.19685

5.0000

11/16

.68750

17.4625

13/64

.20313

5.1594

45/64

.70313

17.8594

7/32

.21875

5.5563

.70866

18.0000

15/64

.23438

5.9531

23/32

.71875

18.2563

 

.23622

6.0000

47/64

.73438

18.6531

1/4

.25000

6.3500

.74803

19.0000

17/64

.26563

6.7469

3/4

.75000

19.0500

 

.27559

7.0000

49/64

.76563

19.4469

9/32

.28125

7.1438

25/32

.78125

19.8438

19/64

.29688

7.5406

.78740

20.0000

5/16

.31250

7.9375

51/64

.79688

20.2406

 

.31496

8.0000

13/16

.81250

20.6375

21/64

.32813

8.3344

.82677

21.0000

11/32

.34375

8.7313

53/64

.82813

21.0344

 

.35433

9.0000

27/32

.84375

21.4313

23/64

.35938

9.1281

55/64

.85938

21.8281

3/8

.37500

9.5250

.86614

22.0000

25/64

.39063

9.9219

7/8

.87500

22.2250

 

.39370

10.0000

57/64

.89063

22.6219

13/32

.40625

10.3188

.90551

23.0000

27/64

.42188

10.7156

29/32

.90625

23.0188

 

.43307

11.0000

59/64

.92188

23.4156

7/16

.43750

11.1125

15/16

.93750

23.8125

29/64

.45313

11.5094

.94488

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