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Aula 18 Profa. Dra. Lara Fernandes Lavelli
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Aula 18

Profa. Dra. Lara Fernandes Lavelli
Profa. Dra. Lara Fernandes Lavelli
O que a Termodinâmica estuda e como ela surgiu Trabalha com a descrição macroscópica de
O que a Termodinâmica estuda e como ela surgiu Trabalha com a descrição macroscópica de

O que a Termodinâmica estuda e como ela surgiu

Trabalha com a descrição macroscópica de um sistema de partículas: P, V, T
Trabalha com
a
descrição
macroscópica
de
um
sistema de partículas:
P, V, T
Formulada durante a Revolução Industrial, motivada pela necessidade de compreender o funcionamento das máquinas
Formulada durante a Revolução Industrial,
motivada pela necessidade de compreender
o funcionamento das máquinas térmicas.
durante a Revolução Industrial, motivada pela necessidade de compreender o funcionamento das máquinas térmicas.
Sistema termodinâmico: certa quantidade de matéria dentro de um recipiente As fixas paredes podem ser

Sistema termodinâmico: certa quantidade de matéria dentro de um recipiente

As

fixas

paredes

podem

de matéria dentro de um recipiente As fixas paredes podem ser ou móveis . pistão Adiabáticas
de matéria dentro de um recipiente As fixas paredes podem ser ou móveis . pistão Adiabáticas
de matéria dentro de um recipiente As fixas paredes podem ser ou móveis . pistão Adiabáticas

ser

ou móveis .
ou
móveis .

pistão

Adiabáticas ou diatérmicas

Lei Zero da Termodinânica A B C “Dois sistemas em equilíbrio térmico com um terceiro

Lei Zero da Termodinânica

A

B

C

“Dois sistemas em equilíbrio térmico com um terceiro sistema estão em equilíbrio térmico entre si.”
“Dois sistemas em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema estão em equilíbrio térmico entre si.”
  l  l 0 l 100  l 0  o C 
  l  l 0 l 100  l 0  o C 

l l

0

l

100

l

0

o

C

  l  l 0 l 100  l 0  o C  Escala
Escala Celsius depende das propriedades da substância termométrica.  P  T  273,16 K
Escala Celsius depende das propriedades da substância termométrica.
 P 
T
 273,16
K
lim 
P  0
P
tr
tr
V

Propriedade universal dos gasesescala absoluta de temperatura

Isotermas V Estados do fluído A em equilíbrio com o estado (P c 1 ,V

Isotermas

V

Estados do fluído A em equilíbrio com o estado (P c1 ,V c1 ).

(P A0 , V A0 )

(P A1 , V A1 )

(P’ A0 , V’ A0 ) (P’’ A0 , V’’ A0 )

(P’ A1 , V’ A1 )

(P’’ A1 , V’’ A1 )

θ 0

θ 1

Estados do fluído A em equilíbrio com o estado (P c0 ,V c0 ).

P

Dilatação térmica Corresponde a um aumento do espaçamento interatômico médio l 0  l 

Dilatação térmica

Dilatação térmica Corresponde a um aumento do espaçamento interatômico médio l 0  l  l
Corresponde a um aumento do espaçamento interatômico médio
Corresponde
a
um
aumento
do
espaçamento
interatômico médio
a um aumento do espaçamento interatômico médio l 0  l  l  T 

l 0

l l T

0

 l l 0  T
l
l
0
 T
•Calor, •Calor transferido, calor específico e capacidade térmica e •Condução de calor.
•Calor,
•Calor transferido, calor específico e capacidade
térmica e
•Condução de calor.
Final do Século XVIII haviam duas hipóteses alternativas para a natureza do calor:
Final do Século XVIII haviam duas hipóteses alternativas para a
natureza do calor:
duas hipóteses alternativas para a natureza do calor: i) O calor é uma substâ ncia fluída

i) O calor é uma substância fluída indestrutível que preencheria os porosdos corpos e se escoaria de um corpo mais quente para um corpo mais frio (Hipótese do Calórico).

Essa substância se chama chama “calórico” e sua quantidade total se conserva.
Essa substância se chama chama “calórico” e
sua quantidade total se conserva.

Antoine Laurent de Lavoisier França (1743 - 1794)

Dificuldades com a teoria do calórico foram apontadas :

Dificuldades com a teoria do calórico foram apontadas : Benjamin Thompson , Conde de Rumford (

Benjamin Thompson, Conde de Rumford ( 1753-1814)

•Experiências bastante precisas não detectavam qualquer variação do peso de um corpo, acompanhando a absorção
•Experiências bastante precisas não detectavam
qualquer variação do peso de um corpo,
acompanhando a absorção ou eliminação de grandes
quantidades de calor.
• Quantidade de calórico que podia ser "espremida
para fora" de um corpo por atrito era ilimitada –
problemas com a Lei de Conservação do calórico
Robert Hooke ii) O calor consiste num minúsculo movimento de vibração das partículas dos corpos.

Robert Hooke

Robert Hooke ii) O calor consiste num minúsculo movimento de vibração das partículas dos corpos. Ideias

ii) O calor consiste num minúsculo movimento de

vibração das partículas dos corpos.

movimento de vibração das partículas dos corpos. Ideias deste gênero podem ter sido sugeridas pela geração

Ideias deste gênero podem ter sido

sugeridas pela geração de calor por atrito.

Isaac Newton

Embora a máquina a vapor fosse uma demonstração prática de que calor produzia trabalho, nenhuma
Embora a máquina a vapor fosse uma demonstração prática de que
calor produzia trabalho, nenhuma dessas duas hipóteses fazia uma
relação direta entre calor e energia .

Relação entre calor e energia: apenas foi estabelecida na segunda metade do século XIX

Em uma viagem aos trópicos, observou que o sangue venoso parecia ser mais vermelho que

nos climas frios da Europa o conduziu a especulações sobre a origem do calor animal (metabolismo).

As energias são entidades conversíveis, mas indestrutíveis…em inúmeros casos, vemos que um movimento cessa sem
As energias são entidades conversíveis, mas
indestrutíveis…em inúmeros casos, vemos que um
movimento cessa sem ter produzido quer outro
movimento ( energia cinética) quer o levantamento
de um peso ( energia potencial).
( energia cinética) quer o levantamento de um peso ( energia potencial). Julius Robert von Mayer

Julius Robert von Mayer Alemanha (1814-1878)

Relação entre calor e energia: apenas foi estabelecida na segunda metade do século XIX

Em uma viagem aos trópicos, observou que o sangue venoso parecia ser mais vermelho que

nos climas frios da Europa o conduziu a especulações sobre a origem do calor animal (metabolismo).

Mas a energia, uma vez que existe, não pode ser aniquilada; pode somente mudar de
Mas a energia, uma vez que existe, não pode ser
aniquilada; pode somente mudar de forma.
E daí surge a questão: que outras formas
pode ela assumir?
Se energia cinética e potencial são equivalentes a calor, é
natural que calor seja equivalente a energia cinética e
potencial.
Ou seja, o calor é uma forma de energia.
Ou seja, o calor é uma forma de energia.
a energia cinética e potencial. Ou seja, o calor é uma forma de energia. Julius Robert

Julius Robert von Mayer Alemanha (1814-1878)

Para levar à fervura 2 litros de leite, leva-se o dobro do tempo que é

Para levar à fervura 2 litros de leite, leva-se o dobro do tempo que é necessário

para 1 litro, colocado na mesma panela e levado à mesma chama.

Por que, se a variação de temperatura é a mesma nos dois casos ?
Por que, se a variação de temperatura é a mesma nos dois casos ?

A quantidade de calor transferido é dupla para 2 litros.

Unidades de Calor •Joule ( unidade de energia). •Caloria (adotado históricamente, mas persiste até hoje).
Unidades de Calor
•Joule ( unidade de energia).
•Caloria (adotado históricamente, mas
persiste até hoje).

1 cal ->Quantidade de calor necessária

a

temperatura de 1 g de água.

para elevar

de

14,5°C

a

15,5°C

A "caloria" empregada na nutrição corresponde na verdade a 1 kcal (a quantidade de calor necessária para elevar de 14,5°C a 15,5°C a temperatura de 1 Kg de água).

340 Kcal

340 Kcal 510 Kcal 170 Kcal Total : 1020 Kcal Elevar de 14,5°C a 15,5°C a
340 Kcal 510 Kcal 170 Kcal Total : 1020 Kcal Elevar de 14,5°C a 15,5°C a

510 Kcal

170 Kcal

Total : 1020 Kcal

340 Kcal 510 Kcal 170 Kcal Total : 1020 Kcal Elevar de 14,5°C a 15,5°C a

Elevar de 14,5°C a 15,5°C a temperatura de 1020 Kg (1020 litros) de água.

340 Kcal 510 Kcal 170 Kcal Total : 1020 Kcal Elevar de 14,5°C a 15,5°C a
Pela definição de caloria, o calor específico da água entre 14,5°C e 15,5°C é: O
Pela definição de caloria, o calor específico da água entre 14,5°C e 15,5°C é: O

Pela definição de caloria, o calor específico da água entre 14,5°C e 15,5°C é:

O calor específico varia geralmente com a temperatura

c = 1 cal/g °C.
c = 1 cal/g °C.
varia geralmente com a temperatura c = 1 cal/g °C. 0°C e 1°C, o calor específico

0°C e 1°C, o calor específico da água é 1,008 cal/g°C.

Depende das condições em que ocorre a variação de temperatura: c p - se a
Depende das condições em que ocorre a
variação de temperatura:
c p - se a pressão é mantida constante.
c v - se o volume é mantido constante.
Em sólidos e líquidos: c p ≈ c v
Em gases: c p ≠ c v
Substância cal/gK
Substância
cal/gK
Para uma substância pura de calor específico c , a quantidade de calor ΔQ necessária
Para uma substância pura de calor específico c , a quantidade de calor ΔQ necessária
Para uma substância pura de calor específico c , a quantidade de calor ΔQ necessária
Para uma substância pura de calor específico c , a quantidade de calor ΔQ
necessária para elevar sua temperatura ΔT é:

Q mcT CT

C mc

ΔT é:  Q  mc  T  C  T C  m c

Capacidade térmica da amostra

cal/ o C cal/ K

Capacidade térmica de um sistema formado de :

C cal/ K Capacidade térmica de um sistema formado de : • m 1 gramas de

m 1 gramas de uma substância de calor específico c 1 , m 2 gramas de uma substância de calor específico c 2 ,etc.

C m c m c

1

1

2 2

Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L Calor latente
Q / m  L
Q / m  L

Calor latente

Q / m  L Calor latente
Se dá através de três processos diferentes: i) convecção, ii) radiação e iii) condução.
Se dá através de três processos diferentes:
i)
convecção,
ii)
radiação e
iii)
condução.
i) convecção
i) convecção

Ocorre tipicamente num fluido,

se caracteriza pelo fato de que o calor é transferido pelo movimento do próprio fluido, que constitui uma corrente de convecção,

fluido aquecido localmente diminui de densidade e por conseguinte tende a subir, sendo substituído por fluido mais friocorrentes de convecção.

de densidade e por conseguinte tende a subir, sendo substituído por fluido mais frio  correntes
Se dá através de três processos diferentes: i) convecção, ii) radiação e iii) condução.
Se dá através de três processos diferentes:
i)
convecção,
ii)
radiação e
iii)
condução.
i) Exemplos de convecção
i) Exemplos de convecção

Correntes marítimas

e iii) condução. i) Exemplos de convecção • Correntes marítimas • Sistema de aquecimento • Refrigerador

Sistema de aquecimento

e iii) condução. i) Exemplos de convecção • Correntes marítimas • Sistema de aquecimento • Refrigerador

Refrigerador

e iii) condução. i) Exemplos de convecção • Correntes marítimas • Sistema de aquecimento • Refrigerador
Se dá através de três processos diferentes: i) convecção, ii) radiação e iii) condução.
Se dá através de três processos diferentes:
i)
convecção,
ii)
radiação e
iii)
condução.
ii) Radiação
ii) Radiação

Transferência de calor de um ponto a outro através de radiação eletromagnética.

Radiação térmica é emitida por um corpo aquecido, e, ao ser absorvida por outro corpo, pode aquecê-lo, convertendo-se em calor.

térmica é emitida por um corpo aquecido, e, ao ser absorvida por outro corpo, pode aquecê-lo,
térmica é emitida por um corpo aquecido, e, ao ser absorvida por outro corpo, pode aquecê-lo,
Se dá através de três processos diferentes: i) convecção, ii) radiação e iii) condução.
Se dá através de três processos diferentes:
i)
convecção,
ii)
radiação e
iii)
condução.
iii) condução
iii) condução

Transferência de calor através de um meio material,

corre tanto em sólidos quanto em fluídos, devido a diferenças de temperatura,

Ocorre sem que haja movimento do meio ( ao contrário da convecção).

Veremos com mais detalhes
Veremos com mais detalhes
Todas as leis básicas da condução de calor podem ser ilustradas neste exemplo familiar: •
Todas as leis básicas da condução de calor
podem ser ilustradas neste exemplo familiar:
• O calor flui sempre de um ponto 1 a temperatura mais alta para um
ponto 2 a temperatura mais baixa.
A quantidade de calor ΔQ transportada durante um intervalo de tempo Δt é:
Proporcional a diferença de tempertatura ΔT=T 2 -T 1
 T
 
Q
Inversamente proporcional à espessura da chapa da panela Δx
 x

Proporcional a área A através da qual o fluído está fluindo ( fundo da panela).

Proporcional ao intervalo de tempo Δt.

fundo da panela). Proporcional ao intervalo de tempo Δ t. dQ  T  kA dt
dQ  T  kA dt  x
dQ
 T
 kA
dt
 x

Gradiente de temperatura

Q

 

A

T

t x

dQ

dt

 kA

T

x

k > 0 k condutividade térmica do material

Exprime o fato de que o gradiente de temperatura é negativo calor flui de temperaturas mais altas para temperaturas mais baixas.

dQ

dt

T

dx

0

0

Corrente de calor é positiva.
Corrente de calor é positiva.
Gradiente de temperatura é negativo – calor flui de temperaturas mais altas para temperaturas mais
Gradiente de temperatura é negativo – calor flui de
temperaturas mais altas para temperaturas mais
baixas.
Podemos comparar com a condução de eletrecidade ( Lei de Ohm):
Podemos comparar com a condução de eletrecidade ( Lei de Ohm):

A

comparar com a condução de eletrecidade ( Lei de Ohm): A l R  l A

l

R

l

A

σcondutividade elétrica

Para uma diferença de potencial V, a intensidade da corrente dq/dt é:
Para uma diferença de potencial V, a intensidade da corrente dq/dt é:
dq V V i    A dt R l
dq
V
V
i 
 A
dt
R
l

V

l
l
Gradiente de potencial elétrico
Gradiente de potencial elétrico
Análogo à equação da condução de calor
Análogo à equação da
condução de calor
dQ  T  kA dt  x
dQ
 T
 kA
dt
 x
Quanto maior k , melhor condutor de calor é o material.
Quanto maior k , melhor condutor de calor é o material.
Quanto maior k , melhor condutor de calor é o material. Metais: conduzem bem a eletrecidade
Quanto maior k , melhor condutor de calor é o material. Metais: conduzem bem a eletrecidade

Metais: conduzem bem a eletrecidade e também são bons condutores de calor.

bem a eletrecidade e também são bons condutores de calor. Vidro e madeira: são isolantes elétricos
bem a eletrecidade e também são bons condutores de calor. Vidro e madeira: são isolantes elétricos

Vidro e madeira: são isolantes elétricos maus condutores de calor .

são isolantes elétricos maus condutores de calor . Água (destilada): isolante elétrico e um mau condutores

Água (destilada): isolante elétrico e um mau condutores de calor, embora possam trasnmiti-lo por conveção.

Lei de Wiedemann e Franz: a condutividade térmica de um material é proporcional a sua
Lei de Wiedemann e Franz: a condutividade térmica de um material é
proporcional a sua condutividade elétrica.
Barra homogênea de comprimento l de um material de condutividade térmica k, cujas extremidades são
Barra homogênea de comprimento l de um material de condutividade térmica k, cujas extremidades são

Barra homogênea de comprimento l de um material de condutividade térmica k, cujas extremidades são mantidas em contato com reservatórios térmicos de temperaturas T 2 e T 1 .

reservatórios térmicos de temperaturas T 2 e T 1 . Supomos • a superfície lateral da

Supomos a superfície lateral da barra termicamente isolada.

• a superfície lateral da barra termicamente isolada. • o regime é estacionário, ou sejam quando

o regime é estacionário, ou sejam quando a temperatura ao longo da barra se torna independente do tempo (T só depende de x). dT/dX constante

dT

dx



T

2

T

1

l

de x). dT/dX  constante dT dx  T 2  T 1 l • dQ/dt

dQ/dt não depende de x (é o mesmo em qualquer

secção da barra).

Temperatura diminui linearmente
Temperatura diminui
linearmente
dQ ( T  T )  kA 2 1 dt l
dQ
(
T
 T
)
 kA
2
1
dt
l

Possível medir condutividade térmica de um sólido.

Se substituirmos a barra homogênea por uma composta de : dQ A T ( 
Se substituirmos a barra homogênea por uma composta de :
dQ
A T
(
T
)
2
1
Mostre que:
dt
l
l
1
2
k
k
1
2