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PSICOLOGIA E O COMPROMISSO SOCIAL

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do processo de educação tem contribuído para incentivar a produção

científicana área da cognição.Realmente os aspectos do desenvol-

vimento da personalidade têm tido um menor desenvolvimento na

produção científicana Psicologia,entre outros aspectos se destaca

sua própria complexidade. Nesse sentido Vygotsky (1931/1995),

referindo-se à ciência psicológica de sua época, afirmava que "para

ela até a atualidade se mantém fechado o problema central e mais importante de toda a Psicologiao problema da personalidade e de seu desenvolvimento" (p. 14).Evidentemente o relativo menor

desenvolvimento desses temas na produção científicana Psicologia dificulta a utilização desses conhecimentos na estruturação de ações

para o desenvolvimento pessoal dos psicólogos no seu processo de

formação profissional.

Outras razões, não diretamente vinculadas com o desenvolvimento

científicoda Psicologia,poderiam também ser analisadas para tentar com-

preender por que o conhecimento psicológico não tem sido suficientemente utilizadoem prol da formação do próprio psicólogo. Uma delas refere-se às

concepçõesde educação dominantes e das quais, mesmo que questionáveis a partir do próprio conhecimento produzido pela Psicologia, o processo do

ensñdãPSiCó10gia não tem podido fugir.A educação formalizada, e dentro delaa educação superior, é ainda, infelizmente, essencialmente conteudista,

centradana transmissão de conhecimentose apenas em algum grau no de-

senvolvimentode habilidades profissionais e mesmo assim essencialmente

operacionais.Parece que os conhecimentos e as habilidades vão funcionar por

simesmos, com independência de sua articulação nas configurações subjetivas

do sujeito,que é em última instância quem as utiliza na sua ação.

Mesmo que com a existência de um reconhecimento crítico da necessida-

dede superar aformação tecnicista,fragmentada e conteudista que caracteriza

aindaa formação dos psicólogos, expresso de diversas formas por autores brasileirosinteressados nos problemas da formação do psicólogos no país,

c omo Bastos & Achcar (1994), Duran

(1994), Borges, Bastos & Khoury

(1994),

Bock (1999a,1999b),Beuttner (2000),entre muitos outros, não se observam

saltos significativosnessa direção, apesar de que a própria Psicologia pode

contribuir

pelo próprio corpo de

que pode ser utilizado para esse fim.

Precisamente o que queremos salientar aqui égfe!peque

e

nas estra_-

tégiase ações intencionalmente delineadas para a formação dos psicólogos,

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ANA M. B

especialmente no que se refere à dimensão pessoal da

formação, não

sendo considera

todas as suas possibilidades. A meu ver,já existe suficiente

os os próprios conhecimentos produzidos

estão

pela Psicologia

produção científiq

Sociologia, para do

psicólogo a

na nossa ciênciá,e em ciênciasafins como a Pedagogia e a

fundamentar e estruturar como eixo relevante da formação

entendida como um conjunto de

estratégias e ações educa

configuraçõeéüe

_

ação profissional eficiente

apenas

às

competências e

(1999) ouem

—iygyestruturadas direcionadasa contribuir a desenvolver

recursos subjetivos que permitam não apenas uma

—mas socialmente comprometida. Não nos referimos

habilidades ormuladas na proposta de Diretrizes Curriculares

muitos dos curriculaplenos elaborados a partir delas, mas a

recursos sem os quais resulta difícil o

expressãcvreal dessas competências numa ação

exercícioreal dessas habilidades oua

profissional comprometida

com a justiça, o desenvolvimento e a equidade social.

Particularmente importantes são a

sensibilidade humana e social,o

assumir posições.No

personalidade ede

sentido de justiça,a solidariedade e a capacidade de

mesmo que formando parte do corpo da

ser discutidas e muito menos tomadas em conta

entanto, a discussãodas questões da esfera moral da

seu desenvolvimento,por algumas

das razões apontadas anteriormente,

ciênciapsicológica,estãolongede

por

parte dos queformam

desejáveisnopro-

os psicólogos. Muitas outras característicaspessoais são

fissional da Psicologia. Por exemplo, Bastos &Achcar (1994)mencionamum conunto de habilidades requeridas pelos movimentos inovadoresdoexercício

profissional entre as quais destacamos "apreender demandas sociaisepolfti- cas;atentar para a abertura e redefinição de espaços, repensar abordagense

Alternativas:visão pluralista, capacidade para sensibilizar e engajarparceiros,

ser proativo, empreendedor" (p. 326).

Poderíamos somar a elas a persistência, a capacidade de problematiza-

ção e de reflexão persona

social e muitas outras. Precisamente o importante é poder discutire re etlr,

zadas, o olhar crítico e reflexivo sobre a realidade

nas instituições formadoras de psicólogos, quais delas seriam prioritariamente

objeto de estratégias educativas intencionais e como seriam estruturadas e

desenvolvidas essas estratégias. A ausência de objetivos e estratégias clara-

mente formuladas, executadas e avaliadas em relação à formação pessoal do

profissional poderia comparar-se à intenção de ensinar logaritmos

clareza do que são e o que fazer em termos de estratégias

e ações

sem ter

didáticas

para que os alunos sejam capazes de aprendê-los.Não

parar a complexidadedo desenvolvimentodos aspectosda

pretendemos com- a

subjetividade

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que nos referimos ao ensino de logaritmos, mas salientar a necessidade não apenas de declarar que o psicólogo deveria ter estepeypqu@a$qualidades,

mastambém

utillzando o conhecimento expressado na própria Psicologia.

e estruturar efetivamente uni frabalho educativo nessa direção

A complexidadedo desenvolvimentoda subjetividadenão permite

estabelecerrelações simplistas de causa efeito. O conhecimento científico

produzido mostra a singularidade dos processosde desenvolvimento da sub- jetividade e a diversidade de mecanismos que neles participam. No entanto

tambémmostra vias pelas quais esse desenvolvimento se produz. Trata-se

então,conhecendo os limites de qualquer estratégia educativa delineada com

essesobjetivos, de estruturar ações que contribuam dentro desses limites para

gerar contextos e sistemas de atividades-comunicação (González Rey, 1995),

favorecedoresdo desenvolvimento dos recursos desejados tendo em conta

as singularidades dos sujeitos em formação. É conveniente insistir em que, quando nos referimos ao eixo pessoal da formação como um eixo relevante, junto aos eixos acadêmico e instrumen-

tal,não estamos nos referindo essencialmenteaos necessáriosprocessos de

e de resolução de problemas e conflitos pessoais (os que constituem,em mais casos do que os desejáveis,um dos motivos pelos quais alguns estudantes escolhem o curso de Psicologia como opção profissional).

Evidentemente estes devem ser objeto de atenção nos processos de orientação

no interior dos próprios cursos. Estamos nos referindo à formação pessoal

do psicólogo num sentido mais básico e abrangente, como processo de de- da subjetividade no espaço da vida universitária,

Sem dúvida se tem avançado na clarificaçãodo que o psicólogo tem

que "saber" e especialmente do que o psicólogo tem que "saber fazer", po-

rém muito nos falta em relação a clarificar o que tem que "ser", aspecto que cobraespecial importância se temos em conta que o saber e o saber fazer são

expressõesde um sujeito que "é" Como já mencionamos, o conhecimento e as habilidades profissionais naoM(funcionamf0fora de um sujeito que se

Configurade forma única e irrepetível; pelo contrário, formam parte dason-

figuraçãode elementos que o caracterizam e se desenvolvem em articulação c om outros muitos, entre os quais estão os que temos citado anteriormente e que consideramos essenciais para uma ação socialmente compronussada.

Na perspectiva histórico-cultural da subjetividade apresentada, a apren-

diz agem escolar constitui uma das funções do sujeito.Aprender é uma das funções que exerce o sujeito psicológico, ao lado de outras funções, como a

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ANA

M. B

tomada de decisões, a resolução de conflitos ou a

construção de representas

por um lado, dos

que

têm

sido

ções da realidade. O sujeito exercesuas funções a partir,

pela sua participação em múltiplos contextos sociais de

tro,

está

historicamente.

recursos psicológicosconfiguradosna sua personalidade e

constituídos no percurso de sua história de vida

individual, essencialm

interação,

ente

pelas características da situação social, conjuntural e interativa epor ou_

na qual

participando, carregada por sua vez de subjetividade social Constituída

Consequentemente, dentro desta perspectiva, as

instituições formado-

recursos pessoais

suscetíveis de

ras de psicólogos constituem espaços sociais, nos quais

importantes para o

exercíciocompromissado da profissão são

desenvolvimento. Sem

desconhecer a complexidade do desenvolvimento

diversidade de elementos que, simultanea-

reconhece a importância dos sistemas

processo de ensino-aprendizagem

experimenta neles no desenvol-

pesquisas e experiências

superior,entre

da subjetividade individual e da

mente, participam nesse processo, se

atividades-comunicação dominantes no

e

vimento da subjetividade individual. Nas nossas

das vivências emocionais que o sujeito

pedagógicas com estudantes de diferentes cursos de ensino

eles do curso de Psicologia,constatamos a participação desseselementos

(Mitjáns Martínez, 1997). Sem dúvida, muitos outros

sido considerados para exemplificar o

remos salientar é o fato de que existejá na

suficientes subsídios para desenhar estratégias educativas, dirigidasacontri-

conhecimentos da Psicologia poderiamter

que nos interessa, porém o queque-

produção científicada Psicologia

almejados, no mínimo em

buir para o desenvolvimento dos recursos pessoais

parte dos documentos programáticos relativos à formação do psicólogo.

E os formadoresdos psicólogos? A significação de seu compromisso social

A utilização efetiva da produção científica em Psicologia

para a

e outras ciências

formação pessoal

audácia

afins para estruturar estratégias e ações intencionais

dos psicólogos implica necessariamente abertura,

para os formadores de psicólogos, assim como

flexibilidade e

uma cultura psicológica am-

pla e concepções educativas avançadas. Mas essencialmente_imprvcanv

_compgpmi.p_profissionaresocial como

suascapacidade,

sujeitos

criatividade e energia para contribuir convamudança

situação atual da,formação,

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No entanto, muitos professores universitários não possuem essas carac-

terísticase não são capazes de contribuir efetivamente para as transformações

necessárias. Mesmo que concordem com o discurso, às vezes vazio e formal

do "compromisso social", não

muito menos despender tempo

tentam discutir a fundo seu significadoe

e esforço para tentar concretizá-lo, efetiva-

mente,na formação de seus alunos. O individualismo, a competição, a falta desensibilidade,a incapacidade para ó trabalho em equipe e o desinteresseie-—-—-

pe a produção e o saber dos pares infelizmente constituem parte das insti-

tuiçõesacadêmicas onde os psicólogos se formam. Evidentemente é difícil quenessesespaços sociais se propicie a formação de outros valores e outras

formasde ação social. Trabalhar no complexo eixo da formação pessoal do

profissionaldemanda um clima organizacionalque estimule e favoreça o

diálogoconstrutivo, a experimentação e a inovação; implica essencialmente

umtrabalho em equipe que não é favorecido nem é estimulado na maioria

dasinstituiçõesformadoras de psicólogos. Paradoxalmente os conhecimen tossobreclima organizacional, desenvolvimento de equipes e programas de

formÀCãosãúfilizados pelos psicólogos e muitas vezes pelos professores universitáriosem condição de consultores em outras instituições e não nas

instituiçõesformadoras dos profissionais da Psicologia.

Importantes elementos da subjetividade social da sociedade em que

vivemosse expressam com força nas instituições acadêmicas e nos indivíduos

quenelaparticipam; eles, por sua vez, são também constituintes e mantene-

doresda subjetividade social de seus espaços de vida e atuação. Importantes

característicasda subjetividade não apenas na sua expressão individual,

comotambém social, dificultam o fortalecimento de um pensamento social

críticoe criativo e a estruturação de ações em prol de um compromisso social

efetivo.

Analisandocriticamentea situação do compromissosocial do pro-

Espanha, Martínez (2000)indica como influências externas

aocoletivode professores "a desmobilização ideológica e social, a crise da

es querda, a despolitização do conjunto da sociedade, o triunfo dífilosofia

POS-modernado individualismo renovado e o sucesso pessoal etC17'(p. '14).

NOBrasil um conjunto de políticas públicas, de cujo desenho participam

Osprofessores universitários, expressa de alguma forma essas tendências e

tambémnão contribui para priorizar a formação pessoal dos profissionais nempara estimular um trabalho sério nessa direção. Exemplos evidentes

sãoos critérios utilizados pelo MEC para avaliar a qualidade dos cursos de

graduação, os critérios utilizados pela Capes para avaliar os programas de

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ANA M.

pós-graduação e os critérios e as vias utilizadas pelo CNPq para 0

Apesar de todas as dificuldades, para muitos

psicólogos, a

com o compromisso social da ação profissional é um

preocupação

assunto marcante. Bock

Brasil nos anos

(1999a),fazendo uma análise da situação da Psicologia no

1990,refere-se ao interesse sobre o compromisso social quando afirm

a:

Questões antigas retornam na relação com os elementos e

que tipo de atendimento os psicólogos devem

de vida e trabalho? Como

polêmicas atuais:

promover? Como abandonar

maioria da população? Que

péssimas

condições

práticas elitistas e colocar a Psicologia ao alcance da

população é esta? Que homem é este, brasileiro, pobre, com

nosso trabalho pode contribuir para a melhoria das

condições de vida? (p. 142)

O compromisso social do psicólogo e formam psicólogos é hoje mais que nunca

em primeiro

lugardosque

necessário se pretendemos

possa ser utilizadaa

uma prática profissional e social na qual a Psicologia

serviço de uma sociedade mais justa. Não basta

reconhecê-lono discurso,

é necessário senti-lo e praticá-lo, assim como instrumentalizarseude-

senvolvimento nos programas de formação. Um debate amploacercado

significado do compromisso social e uma análise autocrítica da nossaação

nesse sentido são condições essenciais para começar a passar do discurso

nos projetos educativos à estruturação de ações mais efetivas, serealmente

pretendemos contribuir com a nossa ciência e nossa profissãopara uma

sociedade mais justa.

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