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eee ud aero ree Tey Morelia eP CT ee eee ene ee eT ey Pek tapecaen emer sere tee | PE omarraec tees eater very pee led =U Tet LeeLee Caer y Oe eR Rr eeu nace en ee eee eee) eet te ccees tar iei ted) Pee ices Puce eK TO) meek Nuke tr Pie ese es (soutien er No capitulo 4, os autores abordam a flexao composta eMC REN Ren MeN cies ete eee emus Ce ene Colne eum) que deixam muitas dividas entre os iniciantes em erecta tee Ge aed eeu neg Ken euunes ee Pree er canines cece eae Cee ate reece Sn ucs CPS Mee eM te elena ek Peeks Sse oie uu ek eee mostram a aplicacao pratica dos conceitos teéricos contidos no texto basico. No final de cada capitulo, encontra-se bibliografia indicada para que os interessados Poses eta tcc ee ee coos Eee CULO.E. Parenti) Dyes) [1] cc TESTES Se ye os) Sa eee i a eee sed (iim etn Te at Saat SUN ICN Seta Ce) USUAIS DE CONCRETO*ARMI Gl Teer mV) PONTO ab Bae alalelelalel nlalelelolelelelelole) lalalalatatalatatatate Céleuto edetathamento de estruturas usuais de conereto armado Totes din de aprotioo aaioreavas pl Estar i Pador Intemacionnis de Catslogeglo na ubiicasto (crF (Clime Brasileira do Livro, SP, Brasil) 7 Cocrdoracse se Manuals Teneo: Jain Seuza Pete Gifs « Caps Nauico LuzAes Disgrerasto: aur uu Aree eves Monica Eine G © de Cosa us Arsia, 064 -CE>01130 800-649 Paulo SP Bras Fono:(0t) 21732900 Fax (011) 21722427, ‘penaeinancom-manassgpnicon roger. 208 ‘Agradecomos aos colegas da Universidade Federal de Séo Carlos 1 da Escola de Engenharia de Sdo Caries da USP, que ajudaram rota ov incretamente na elaboracao deste livre aas alunos dos cursos de graduapto ede pés-graduagao dessas duas instiuigdes, que consitulcam a malorfonte de inspiaco para este trabalho, FFezemos um agradcimento espacial pla colaboragio ao pro. Dr. «lassen Rodrigues de Figueiredo Filho, co-autor do volume 1, que, 6 claro, paderlafigurar como co-auter deste segundo volume, E, por dtrne, agradacemos também a compreensdo e 0 epcia de penbia para familares © amigos, que se prvaram de nos que esta obra pudesse ser reazada, neice CAPITULO 1 - PAVIMENTOS DE EDIFICIOS COM LAJES NERVURADAS 41 InTRODUGHO, 4.2 DEFINIGAO... 1.3 DESCRICAO DAS LAJES NERVURADAS MOLDADAS NO Local 1.4. ASPECTOS GEOMETRICOS E CONSTRUTIVOS SEGUNDO A NER 6118:2003 144. Dimensbes limites (tem 132.42). Fy) 142, Vos efetves. 2 1.43. Aberturas. 23 1.44, Armadura de dstribuigaoe atbos, 25 1.5. COMPORTAMENTO ESTRUTURAL E MODELO DE CALCULO.. 115.1. Comportamentoestrutural 25 4.52. Modelo de cleulo 38 1.6, ESTADO LIMITE ULTINO DE FLEXAO.... 1.7. ESTADOS LIMITES DE SERVICO: DEFORMACAO E FISSURACAO.. 1.7.1. Verfcapo do estat ite de detormagde 38 17.2 Vertigo do estado inte de fisuracf. 38 1.8, VERIFIAGAO DO ESTADO LIMITE ULTIMO DE CISALHAMENTO.. 18.1 Lajes sem armadura para forgacortant 39 1.82. Lajes com armadura pra frga contante a TAJES NERVURADAS EM UMA DIRECAO, 410, LAJES NERVURADAS EM DUAS DIREGOES.. BIBLIOGRAFIA CAPITULO 2 - PAVIMENTOS DE EDIFICIOS COM LAJES LISAS E COGUMELO 24. INTRODUCKO. 2.2, VANTAGENS DAS LAJES SEM VIGAS.. 22.1. Adaptabilded a diversas formes ambient e 22.2. Simplifcago das mas «do imbramento, co 223. Simplficago da armadures. 8 2.24, Simplfcago da coneretagem, : #8 225, Melhoria da qualidade fale dminuiho de revestimentos. 88 226, Reugo da aura total do edo a 227. Simplieagio cas istalapées pedis a 228. Redupio do temo da xecutoe de custos 85 2.3, DESVANTAGEN: 24, TIPOS DE LAJES SEM VIGAS 2.4. Lajesalviadas ou narra, 38 2.42. Lajes plenas (sem vigs)protenidas = 92 2.4.3, Sistemas com vigas apenas ns bores do pavimanto, 95 2.4.4, Sistemas pé-moldados do js sem vgas 96 24.5, Las igadas—“t slabs" 7 25. PEQUENO HISTORICO.. 26. CALCULO A FLEXAO DAS LAJES SEM VIGAS.. 2.6.1. Método dreto 101 2.6.2. Método dos prtcns equivalntes ou mails. 418 2.63, Analog de greta (grea equivalent), 120 2.64. Comparagio dos resuitados entra os diversas métodos.. 128 26.5. Detahamento da armadura de lexdo 128 27. VERIFICAGAO DO ESTADO LIMITE DE DEFORMACAO EXCESSIVA.. 28, PUNGAO NAS LAJES SEM ViGas. 268, Pincipas métodos de veriicago da resistncia & pungo 188 28.2 Método de verfearao & punglo de acordo com NBR 6116-2003, 154 28.3 Tipos oe ermaduastranversels 161 2.9, RBERTURAS NAS LAJES... IBLIOGRAFIA.. CAPITULO 3 - AGAO DE VENTO E ESTABILIDADE GLOBAL DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO {84 INTRODUGAO. 9.2. ELEMENTOS ESTRUTURAIS PARA RESISTIR A AGAO DO VENTO., 12.3. INERCIA EQUIVALENTE DE UM PILAR.. ‘34, ASSOCIAGAO DE PORTICOS... vs ‘25. DETERMINAGAO DA INTENSIDADE DA ACKO DO VENTO esc 8.5.1. Considragbes ills wn 191 452, Calouo dos estorgos solctantes devides ao veto. 192 ‘36 ESTABILIDADE ESTRUTURAL.... 37, ESTABILIDADE GLOBAL... 37.4. Pardmetro de instabilidade 219 87.2 Coeficiente 38, ANALISE DE ESTRUTURAS DE NOS FIXoS., 3, ANALISE DE ESTRUTURAS DE NOS MOVE! 3.9.4. Andis o-tnear com segunda oréem, 228 3.8.2 Consideragde aproximada da no-tneardade fea ‘340, CONSIDERAGAO DE IMPERFEICOES GEOMETRICAS.. 3.44 COMENTARIOS. JOGRAFIA CAPITULO 4 - FLEXAO COMPOSTA NORMAL E OBLIQUA 44. INTRODUGHO.. 42, CONCEITOS BASICOS.. 42.1, Dainiges fundamentals 259 4.2.2. Hipstess bisicas para o clouo de pecas lids. 280 42.3. Dominios de deformagéo, FLEXAO COMPOSTA NORMAL (FLEXAO RETA) . 43.1. SegGesretanguiaes com armadura no-simétrica em dus faces 270 43.2. Segdes retangulares com armada simétrica em uas faces 272 43.3. Flexdo composta com o uso de ébacos almensionais para segbes retanguleres, 278 44, FLEXAO OBLIQUA E COMPOSTA OBLIQUA nen 44.1. Hpitess decal amr 44.2. Equagdes de equa, 278 44.3, Resoluko do sistema # aces acimensionss 281 4.5. PROGRAMAS E OUTROS ABACOS ADIMENSIONAIS.. 46, EXEMPLOS DE CALCUL. 4.7. ABACOS ADIMENSIONAIS PARA SECOES RETANGULARES 4, IBLIOGRAFIA, CAPITULO 6 - PILARES 5.1. INTRODUCAO... 5.11. Consideregées gras 310 5.1.2 Concetesbasioos. ait 5.1.3. Efltos de segunda ordem 312 ‘5.2, DIMENSOES MINIMAS DOS PILARES SEGUNDO A NBR 6118:2009.. ‘5.3, ARMADURAS MINIMAS E MAXIMAS EM PILARES .. ata AS 53.1. Valores micimos 315 5.3.2. Valores mesos. a8 ‘54 INDICE DE ESBELTEZ, RAIO DE GIRACAO, COMPRIMENTO DE FLAMBAGEM 317 5.5. CLASSIFICAGAO DOS PILARES... 55.1 Clessiticagto dos ieres quanto posigo em planta 32 5.5.2 Ciasiticagdo os pares, de acordo coma estate, partir da NBR 61162008, 24 ‘36, TIPOS DE EXCENTRICIDADES 1 5.6.1. Excentriidade inc). 5.62. Excentricdade de forma 331 5.6.3, Excntisidae acidenta(e) 382 5.8.4 Excetrlidace de segunda ordem (2). 335 5.85 Brcentrildedesuplemertar(fuénea ‘57, CALCULO DOS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEN 5.7.1. Método geral-processoexato 398 5.7.2, Processo geal erat ~carregamento ingremental 338 57.3. Método aproximado do plapadio 340 5.74 Resumo do cleulo das excentridades, 354 ‘58, CALCULO DE PILARES CENTRAIS.. 5.8.1, Cleulo de pares centrais cuts 5.8.2. Clloulo de pares centrais medianamente osbaltos 60 5.8.3. Céleulo de pares central estos. 45.9. CALCULO DE PILARES LATERAIS wenn 15.9.1. Determinagio aproximads dos momentos na gag vige-lr. 314 5.82. Combinapfo dos momentos do rimeira segunda orem (s290es de top eintermeatéras) '5.10. CALCULO DE PILARES DE CANTO 5.11, PRE-DIMENSIONAMENTO. 5.12, DETALHAMENTO DA ARMADUR: 5.121 Armagura longituina 48 5.12.2. Armadura transversal estibe). 4 47 5.128. Canalzegdes embutidas aa 5.124, Esquoma fa de aprosentagio ciate 480 IBLIOGRAFIA.. CAPITULO 6 - ELEMENTOS DE FUNDAGOES: SAPATAS RIGIDAS 6.1. INTRODUGAO.. vm 6.2. TIPOS DE FUNDACOES.. 6.2.1 Fundacbes profundas 454 6.2.2 Fundagdes superficial 3 458 6.3. SAPATAS DE FUNDACKO .. 6.3.4. Tinos de sapaas 7 sense 63.2 Classiticagza das sapatas quanto &rgier 458 16.3. Sapaasisolades rigdns submis cargas axis 460 £6.34, Sapetas oatas rigs submatiasa.crga cca emuma deg 6.35. Sapate com carga axcéntvica em dias diegdes 509 6.3.6. Sapata com viges ue equllorio ou vgas-alvanca, S11 BIBLIOGRAFIA. 527 CAPITULO 7 - BLOCOS DE FUNDACAO 74. INTRODUCAO... 7.2, AGOES NOS ELEMENTOS DE FUNDAGKO PROFUNDA. 30 7.3. BLOCO SOBRE TUBULAO. 54 BLOCOS SOBRE ESTACAS. 539 744. Considragbes preiminares... a 539 7.4.2, Dimenses usual dos blocos sobre estacas 7 542 7.43. Glassiticapio dos bioces em rigaos feels. ve AB 7.44. Bloco sobre uma estaca. 7.48. Blocos rigidos sobre estacas. 7.48. Bloco sobre duas estas. 7.47. Detahamento da armadura 7.48, Bloc rgidos sobre mais de duas estaces 7.48, Blocos rgidos submetdes a forga normal e momento fetor. se STD BIBLIOGRAFIA. ANEKO 1 At) PILAR INTERNO COM EFEITO DE MOMENTO... ‘A1.2) PILARES DE BORDA COM EFEITO DE MOMENTO., ‘A1.) PILARES DE CANTO COM EFEITO DE MOMENTO . ANEXO 2 FORMULAS PARA FLEXAO COMPOSTA NORMAL COM ARMADURA ASSIMETRICA...502 CAPITULO 1 Pavimentos de edificios com lajes nervuradas 44 inTRoDUGAO O pvimonto de uma eatioagto, devices sua grande suerce, 6, normalments & parte da estutura que mais consome material. Assim, projetar um paviment, por ‘exemple reduzindo um centimetro na altura de lai pode condi a uma economia considerdvel Por outo lado, a busca por menoves cimensbes das estruturas do pavimento tem leveco ao uso de concretes cada vex mais resistonts também & melharia dos processos de calcul, Ere essas methoras pode-so amar que © calcul de pavimertos de eateagées,considerando a interago do todoe oo eeus ‘ements, est consagrad,cbtendo-so, om prinapio, reutados mais préximes Ga realitade,princpalmente no que conceme ao estat de defermagéo. so decor te 60 grande avango que os programas de computacors tem apresentado,além do maior conhecimento na medelagem eno comport de esirutuas. Apesar de todo avango no desenvolvimento de programas, cabe sempre a0 pro- {stista conceber e defnira melhor estrutura para cada situapSo e, para tanto, preci- ‘sa conhecer com profundidade seu comportamento estrutural @ fazer previstes de dimensées pera que o deservolvimento do projeto auxillado por um programa de ‘computador resulte em uma estrutura segura, racional, funcional e econémica ‘Assim, além das condigdes no estado limite qitimo (ELU), pode ser preponde- rante a verificagdo do estado limite de servigo (ELS), prinelpalmente o estado de deformagao excessiva, sendo necassrio, neste caso, considerar 08 efeitos da fis ‘Suragao e da fluéncia do concrete. .scoina do sistema estrutural mais adequade para um determinado pavimerto, io a ser utllzado, deve ser feita consi- Ack ‘assim como a definig&o do processo constut dderando alguns parémetos bisicos: inalidade da ediieagao; projeto arquteronica; cargas de ulizegdo;tamanho cos vos a vencer;cispontildade de equipamentos, materia méo-do-00ra;custes @ Interaro com os demals subsistemas constru- tivos da edificagdo. ara pavimentos em que o menor v8o a ser vencido pela lajes 6 pequeno ou médio (lajes com 0 menor vo inferior 5 m) e as cargas a serem suportadas néo ‘cdo muito elevadas, normalmente se tem emoragado as lajes macigas apciadas com vigas (sistema tradicional), uma vez que @ esnessura demandada pelas lales, nesta situagdo, & pequena, Para este tipo de sistema, € grande a rigidez quanto ‘20s desiocamentos verticals. Por outro lado, para grandes véos, as lajes macigas podem ser antieconémicas, pois a espessura necesséria da laje, para atender a0 ‘estado lite dtimo e ao crltevo de pequenos deslocamentos transversals, certa~ mente sora elovada. essa maneira, é interessante utlizar um sistema estrutural que tenha comporta- mento semsihante a0 cas placas (lajes macigas), porém com a eficiéncia das vigas na flexio, ou seja, grande inrela e peso proprio relatvamente pequeno. As lajos de ‘concreto armado com nervuras quase sempre atendem a esses requisitos, Essas lajes representam um avango em rolagao &s macigas por necessitarem, em geral, de menor quantidade de material, principalmente quando os vo sto grandes. Dentre as vantagens que es lajes nervuracas apresentam, algumas merecer ser destacadas: + permitem veneer grandes vos, liserando espagos, o que ¢ vantajoso em locals como garagens, onde 0s pilares,além de difcultarem as manobras dos veFeulos, ‘ocupam regi6es cue serviriam para vagas: + podem ser construidas com a mesma tecnologia empragada nas lajes maci- G88, diferentemente das lajes protendidas, que exigem técnicas especificas de execugéo; 13 {em grande versatiidade de aplicagSes, podendo ser ulllzadas em pavimen- {cs de edlicagées comerciais, residenciais, educacionais, hosplalares, gara. gens ete, * sto também adequadas aos sistemas de lajes sem vigas, om que podem ser Necessérias egies macipas aponas nas resides dos pllares, onde ha grande Concentracao de tenses; Consomem menos conereto @ ago que outros sistemas similares, diminuindo 0 eso prépro e aliviando as fundacées; * Polas suas caracteristeas (grande altura e pequeno peso prépric), dem supor- tar cargas mais elevadas que as demais, As lales nervuradas apresentem também algumas pequenas desvantagens, Pedendo-se eter como princinals a alficuldade na passayem de tubulagdes @ demands por atures malores do edificio e de cada andar. ‘Aqui Serd Gada Snfase nas les nervuradas moldades no local, em uma ou duas