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MEMORIAL DE CÁLCULO RESERVATORIO PARA AGUA CAPACIDADE 50000 LITROS
MEMORIAL DE CÁLCULO
RESERVATORIO PARA AGUA CAPACIDADE 50000 LITROS

Av. Guaporé 145 / 202

-

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1. OBJETIVO O presente memorial de cálculo objetiva demonstrar a segurança dimensional do reservatório a ser instalado na unidade industrial da empresa contratante deste trabalho.

2. CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO

O equipamento é dimensionado segundo as solicitações devido ao liquido, ao peso próprio e à ação do vento.

3. DADOS TÉCNICOS DO RESERVATORIO

- Forma construtiva Cilindrica - Diâmetro nominal 1910 - Altura 18000 - Volume total 51,54
- Forma construtiva
Cilindrica
- Diâmetro nominal
1910
- Altura
18000
- Volume total
51,54
- Volume nominal
50
- Peso total do liquido armazenado
50000
- Espessura da chapa de costado
6,35
Dn = 6000 / 3,14
Por consequencia temos:
Dn = 1910,82 mm
Diametro externo
Diametro interno
De = 1910,82 + 6,35
Di = 1910,82 - 6,35
De = 1917,17 mm
Di = 1904,47 mm

vertical

mm

mm

Kgf

mm

= 1917,17 mm Di = 1904,47 mm vertical mm mm m³ m³ Kgf mm 4. DIAMETROS

4. DIAMETROS DO RESERVATORIO

O reservatório é obtido pelo processo de calandragem de chapas de aço espessura 6,45 mm (1 / 4”) com comprimento 6000 mm. Admitindo-se que este comprimento se refira à linha neutra do circulo, o diâmetro nominal é dado por:

Para fins de dimensionamento são adotados os valores acima definidos, sem os centesimais.

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5. DIMENSIONAMENTO DO RESERVATORIO EM FUNÇÃO DA PRESSÃO

5. DIMENSIONAMENTO DO RESERVATORIO EM FUNÇÃO DA PRESSÃO do liquido no interior 5.1 Pressão máxima de

do liquido no interior

5.1 Pressão máxima de trabalho A máxima pressão de trabalho é função da altura reservatório, e dada por:

= 1000 (Kgf / m³ ) . 18 (m)

p

p = 18000 Kgf / m²

p
p

= γ . h

p = 1,8 Kgf / cm²

do

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5.2 Tensões na base do reservatório devido à pressão do liquido

5.2.1 Tensão de meridiano A tensão de meridiano é nula, já que o reservatório não é pressurizado.

5.2.2 Tensão de paralelo A tensão de paralelo devido à pressão da água é dada por:

σ ppA = p . R / t σ ppA = 1,8 . 95,5 /
σ ppA = p . R / t
σ ppA = 1,8 . 95,5 / 0,635
σ ppA = 271
Kgf / cm²
Po

5.2.3 Deformação do cilindro na base

Mo

Kgf / cm² Po 5.2.3 Deformação do cilindro na base Mo Para o cilindro suposto não

Para o cilindro suposto não engastado na base a deformação especifica no paralelo é dada por:

na base a deformação especifica no paralelo é dada por: ε p p = (1 /

ε pp = (1 / E) (σ pp

- ν . σ Mp )

Para o reservatório não pressurizado, a tensão de meridiano é nula. Temos então:

ε pp = (1 / E) (σ pp - 0) ε pp = σ pp / E

Sabendo-se que σ pp = p. R / t e substituindo na equação acima, temos:

εεεεpp = (p . R)

/ (E . t )

(equação 1)

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No ponto A, a deformação especifica é dada por:

ε ppA = (2 . π (R + δ A ) – (2 . π . R) ) / (2 . π . R)

ε ppA = (2 . π . R + 2 . π .

ε ppA = (2 . π .

δ A ) – (2 . π . R) ) / (2 . π . R)

δ A )

/ (2 . π . R)

εεεεppA = δ A /

R

(equação 2)

Igualando a equação 1, particularizada para o ponto A, com a equação 2, temos: (p
Igualando a equação 1, particularizada para o ponto A, com a equação 2, temos:
(p . R)
/ (E . t ) = (δ A /
R)
δ A
= ( p . R²) / (E . t)
(equação 3)
Aplicando os dados do reservatorio em análise à equação 3, temos:
δ A
= (1,8 . 95,5²) / (E . 0,635)
δ A = 0,01231 cm
Valores dos coeficientes para determinação das tensões
Valor de k
O valor de k é dado por:
k
= E . t / R²
k
= E . 0,635 / 95,5²
k = 146,21 Kgf / cm²
Valor de β
O valor de β é dado por:
β = ( 3 (1 - ν²) / (R² . t²) ) 0,25
β = ( 3 (1 – 0,3²) / (95,5² . 0,635²) ) 0,25
β = 0,165 cm -1
Valor de Xlim
O valor de Xlim é dado por:
Xlim = 4 / β
Xlim = 4 / 0,165
Xlim = 24,24 cm
(∠ 1800 cm)
Tensões devido à deformação do cilindro
Determinação da pressão devido à deformação

5.2.4

5.2.4.1

5.2.4.2

5.2.4.3

5.2.5

5.2.5.1

A condição definida por Xlim permite considerar o caso de vigas de comprimento infinito. Devido ao fato de a parede do cilindro estar engastada na circunferência A-A, o que implica em um giro nulo desta seção da viga, o modelo de viga sobre base elástica a ser empregado é o de uma “viga de comprimento infinito com carga concentrada Po” aplicada em A. Para este ponto, que corresponde a x = 0, como a viga fica impedida de se deslocar pelo engaste, tudo se passa como se a viga de largura unitária estivesse submetida a um deslocamento imposto δ A, estabelecido conforme equação 3.

Para a viga infinita considerada a equação da linha elástica é dada por:

η (x = 0) = (Po . β . ϕ (βx = 0) ) / (2 . k)

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Para x = 0 temos η (x = 0) = δ A

e

para β x

( Po . β ) / ( 2 . k ) = δ A

= 0 temos ϕ = 1, logo:

Po = ( 2 . k . δ A ) / β

Substituindo os valores já definidos, temos:

Po = ( 2 . 146,21 . 0,01231 ) / 0,165

Po = 21,81 Kgf / cm²

Determinação do momento no ponto A O valor do momento no ponto A é dado
Determinação do momento no ponto A
O valor do momento no ponto A é dado por:
M Z (x = 0) = ( Po .
ψ (βx = 0) ) / (4 . β)
Para β x = 0 temos ψ = 1 de modo que o momento é dado por:
=
Po
/ (4 . β)
M Z (x = 0)
M Z (x = 0) =
21,81
/ (4 . 0,165 )
M Z (x = 0) = 33,04 Kgfcm / cm
Tensão de meridiano devido ao momento M Z
A tensão de meridiano devido ao momento M Z é dada por:
σ MM = 6 . 33,04 / 0,635²
σ MM = 491,6 Kgf / cm²
Tensão de paralelo devido ao momento M Z
A
=
-
σ pη(x = 0)
E . η (x = 0) / R
=
- E . δ A
/ R
σ pη(x = 0)
σ pη(x = 0) =
- E . 0,012323 / 95,5
σ pη(x = 0) = - 271 Kgf / cm²
Tensão de meridiano
A tensão de meridiano total é dada por:
σ Mt = σ MpA + σ MM
A tensão de meridiano devido à pressão é nula, de modo que a pressão total é
σ Mt = 0 + σ MM
σ Mt = 0 + 491,6
σ Mt = 491,6 Kgf / cm²

5.2.5.2

5.2.6 Tensões no cilindro

5.2.6.1

5.2.6.2

tensão de paralelo associada ao deslocamento (η (x = 0) para o cilindro é dada

por:

5.2.7 Tensões totais no ponto A devido à pressão e ao deslocamento

5.2.7.1

dada por:

5.2.7.2 Tensão de paralelo

A tensão de paralelo total é dada por:

σ pt =

σ pt = 271 + 0,3 . 491,6 – 271

σ ppA + ν . σ MM + σ pη

σ pt = 147,48 Kgf / cm²

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6. VERIFICAÇÃO DO RESERVATORIO QUANTO À AÇÃO DO VENTO

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6.1 Pressão do vento

O dimensionamento é efetuado para ventos com velocidade máxima igual a 160 Km / h ou 44,44 m / s. Nesta condição a pressão do vento é dada por:

p

= V² / 16

p

= 44,44² / 16

p = 123 Kgf / m²

6.2

F = p . A . Fs F = 123 . 34,506 . 0,65 ⇒
F
= p . A . Fs
F
= 123 . 34,506 . 0,65
F = 2759 Kgf
Momento fletor no reservatorio
M
= F . h
M
= 2759 . 900
M = 2483100 Kgfcm
Momento de inércia do reservatorio
J
= π (D 4 – d 4 ) / 64
J
= π (191,7 4 – 190,4 4 ) / 64
J = 1779095 cm 4
Tensão de flexão na base do reservatorio
A tensão de flexão na base do reservatorio é dada por:
σv = M . ymax / J
σv = 2483100 . 95,85 / 1779095
σv = 133,7 Kgf / cm²
Flechamento no reservatorio
O flechamento no reservatório é dado por:
f
= (F . L³) / (8 . E . J)
f
= (2759 . 1800³) / (8 . E . 1779095)
f = 0,538 cm

Força do vento O reservatório possui diâmetro externo igual a 1917 mm e altura igual a 18000 mm,

com uma área exposta ao vento igual a 34,506 m². O coeficiente dinâmico para superfície cilíndrica é igual a 0,55, adotando-se o valor recomendado igual a 0,65 em função da presença de escadas e guarda corpo. Dessa forma a força do vento sobre o reservatório é dada por:

6.3

Para a força do vento considerada atuante na altura media do reservatório, o momento fletor no cilindro, considerado como uma viga engastada na extremidade inferior é dada por:

6.4

Para diâmetro externo igual a 1917 mm e diâmetro interno igual a 1904 mm o momento de inércia do cilindro é dado por:

6.5

6.6

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7 VERIFICAÇÃO DO RESERVATORIO QUANTO AO PESO PROPRIO O peso próprio do reservatorio atuante sobre a área da base, é igual a 6300 Kgf.

7.1 Área da base do reservatorio

A área da base sobre a qual atua o peso próprio do reservatório é limitada pelos diâmetros externo e interno e dada por:

A = π (D² - d²) / 4 A = π (191,7² - 190,4²) /
A = π (D² - d²) / 4
A = π (191,7² - 190,4²) / 4
A = 390 cm²
Tensão de compressão devido ao peso proprio
A tensão de compressão é dada por:
σc = Q / A
σc = 6300 / 390
σc = 16,15 Kgf / cm²

7.2

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8. TENSÕES TOTAIS NO RESERVATORIO As tensões totais no reservatório são dadas pela soma das tensões devido à pressão da água (σ pA ), da tensão devido à deformação do reservatório (σ M ), de tensão de flexão devido ao vento (σv) e da tensão de compressão devido ao peso próprio (σc), conforme segue:

8.1

σ pt = σ ppA + ν . σ MM + σ pη σ pt
σ pt = σ ppA + ν . σ MM + σ pη
σ pt = 271 + 0,3 . 491,6 – 271
σ pt = 147,48 Kgf / cm²
Tensão de meridiano total
σ MTlv = σ Mt + σv + σc
σ MTlv = 491,6 + 133,7 – 16,15
σ MTlv = 609 Kgf / cm²
σ MTov = σ Mt + σv + σc
σ MTov = 491,6 - 133,7 – 16,15
σ MTov = 342 Kgf / cm²
Coeficiente de segurança no reservatorio

σadm = σe / 1,5 σadm = 2500 / 1,5

σadm = 1666 Kgf / cm²

Tensão de paralelo total A tensão de paralelo não é influenciada pelas tensões de flexão e de compressão,

razão pela qual mantém o valor já definido no item 5.2.7.2, abaixo reproduzida:

8.2

A tensão de meridiano é dada pela soma da tensão devido à deformação do cilindro (σ M )de acordo com o item 5.2.7.1 com as tensões devido à ação do vento (σv) e da tensão de compressão devido ao peso próprio (σc). O valor da tensão varia conforme o ponto considerado, já que a tensão devido ao vento varia de um valor máximo maior do que zero (tração) até um valor mínimo menor do que zero (compressão).

8.2.1 Tensão de meridiano total do lado do vento Neste caso a tensão devido ao vento é positiva (tração). Temos então:

8.2.2 Tensão de meridiano total do lado oposto ao vento Neste caso a tensão devido ao vento é negativa (compressão). Temos então:

8.3

De acordo com a norma B.S. 5500 a tensão admissível para vasos de pressão é igual à tensão de escoamento do material dividido por 1,5, quando considerada a tensão na temperatura de projeto. Para temperatura ambiente e para o reservatório executado em material ASTM A 36 com tensão de escoamento igual à 2530 Kgf / cm², a tensão admissível é dada por:

A maior tensão definida para o reservatório é igual a 609 Kgf / cm², de modo que o coeficiente de segurança é dado por:

n

= σadm / σ

n

= 1666 / 609

n = 2,73

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9.SOLICITAÇÕES NOS CHUMBADORES A pior condição que se apresenta quanto à solicitação nos chumbadores, é dada quando o reservatório vazio é submetido à ação do vento definida no item 6. O peso total do reservatório a ser considerado inclui o peso da chapa base e reforços nos chumbadores, com valor total igual a 6600 Kgf.

a ser considerado inclui o peso da chapa base e reforços nos chumbadores, com valor total
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9.1 Esquema de solicitações e reações

oor rri iia aa 9.1 Esquema de solicitações e reações 2483100 Kgfcm 6600 Kgf O problema

2483100 Kgfcm

6600 Kgf
6600 Kgf

O problema é estaticamente indeterminado em função da reação R9, devendo-se considerar as deformação nos chumbadores conforme segue.

considerar as deformação nos chumbadores conforme segue. A relação entre as deformações é dada por: ∆

A relação entre as deformações é dada por:

L1 / 221,7 = L2 / 190,7 =

L3 / 115,8 =

L4 / 41 = L5 / 10

Das igualdades acima temos as relações:

L1 / 221,7 = L2 / 190,7

L2 = 0,8601. L1

L1 / 221,7 = L3 / 115,8

L3 = 0,5223. L1

L1 / 221,7 = L4 / 41

L4 = 0,1849. L1

L1 / 221,7 = L5 / 10

L5 = 0,0451. L1

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Como os chumbadores são iguais, a relação entre as deformações totais e as deformações específicas é a mesma, resultando:

ε2 = 0,8601 . ε1 R1 = E . A . ε1

(R2 + R8) = E . A . ε2

(R2 + R8) = E . A . 0,8601 . ε1

Igualando as equações temos: R1 / ε1 = (R2 + R8) / (R2 + R8)
Igualando as equações temos:
R1 /
ε1 =
(R2 + R8)
/
(R2 + R8)
= 0,8601 . R1
0,8601 . ε1
(equação 1)
Por analogia obtem-se:
(R3 + R7)
= 0,5223 . R1
(equação 2)
(R4 + R6) = 0,1849. R1
(equação 3)
R5 = 0,0451 . R1
(equação 4)
Fazendo o somatório dos momentos em relação ao ponto de giro temos:
M – R1. 221,7 – (R2 + R8) . 190,7 –
(R3 + R7) . 115,8 -
-
6600 . 115,8 - ( R4 + R6) . 41 – R5 . 10 = 0
2483100 – R1. 221,7– 0,8601. R1. 190,7– 0,5223. R1. 115,8 -
- 764280 - 0,1849. R1. 41 – 0,0451. R1. 10 = 0
1718820 – R1. 221,7 – R1. 164,02 –
R1. 60,48 -
R1. 7,58 – R1 . 0,451 = 0
1718820
– 454,231 . R1
= 0
R1 = 3784 Kgf
Substituindo nas equações 1 a 4 resulta:
(R2 + R8) = 0,8601 . 3784
(R2 + R8)
= 3254
R2 = 1627 Kgf
R8 = 1627 Kgf
(R3 + R7) = 0,5223 . 3784
(R3 + R7)
= 1976
R3 = 988 Kgf
R7 = 988 Kgf

(R4 + R6) = 0,1849 . 3784

(R4 + R6) = 700

R4 = 350 Kgf R6 = 350 Kgf

R5 = 0,0451 . 3784

R5 = 170 Kgf

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10 Verificação dos chumbadores

10.1 Tensão de tração nos chumbadores

São utilizados chumbadores diametro 1” (2,54 cm) , com área bruta da seção transversal igual a 5,06 cm². A tensão de tração máxima nos chumbadores é dada por:

σ = R1 / A σ = 3784 / 5,06

⇒ σ = 748 Kgf / cm² Força de tração resistente de cálculo no chumbador
σ = 748 Kgf / cm²
Força de tração resistente de cálculo no chumbador
A força normal de tração resistente de cálculo no chumbador é dada por:
N
= 0,75 . A p . f rup / γ
t,Rd
N t,Rd = 0,75 . 5,06 . 3700 / 1,55
N t,Rd = 9059 Kgf
Coeficiente de segurança majorado
n
= N t,Rd / R1
n
= 9059 / 3748
n = 2,41
Jose Sergio Menegaz
Engº Mecanico
RS009749

10.2

10.3

11. CONCLUSÃO Conforme demonstrado, os componentes estruturais do equipamento analisado apresentam tensões compatíveis com os valores máximos admissiveis, de modo que o reservatorio apresenta condições de segurança do ponto de vista do dimensionamento estrutural de seus componentes.