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CURSO DE

REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO

2

ENVIO 10

CURSO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO 2 ENVIO 10 PROIBIDA A REPRODUÇAO, TOTAL OU PARCIAL DESTA
CURSO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO 2 ENVIO 10 PROIBIDA A REPRODUÇAO, TOTAL OU PARCIAL DESTA

PROIBIDA A REPRODUÇAO, TOTAL OU PARCIAL DESTA OBRA, POR QUALQUER MEIO OU METODO SEM AUTORIZAÇÃO POR ESCRITO DO EDITOR © TODOS OS DIREITOS FICAM RESERVADOS.

CURSOCURSOCURSOCURSOCURSO DEDEDEDEDE REFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃO EEEEE ARARARARAR CONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADO

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CURSOCURSOCURSOCURSOCURSO DEDEDEDEDE REFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃO EEEEE ARARARARAR CONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADO

EVAPORADORES

Funcionamento

Como já foi dito previamente, a finalidade de este componente é que o líquido refrigerante possa ser evaporado quando tira o calor do local onde en- contram-se os alimentos e os produtos que devem ser conservados.

A figura mostra os diversos estados físicos do lí-

quido refrigerante, ao longo do seu percurso no interior do evaporador. Antes de atingir esse componente, o refrigerante encontra-se em estado líquido e sob alta pressão.

Logo depois da entrada no evaporador, aonde exis- te certo tipo de restrição, ele perde pressão, po- rém, mantêm-se no estado líquido. Esta queda de pressão faz com que o líquido passe ao estado gasoso e devido ao calor da área, passa ao esta- do de ebulição. Isto pode ser verificado pela formação de bolhas de ar, muito parecido com o estado d´água quan- do ferve. Enquanto o refrigerante mantêm o seu percurso, ele passa ao estado totalmente gasoso e leva consigo, agora, gotículas do líquido. Esta mistura chama-se vapor úmido. Logo, o líqui- do vira-se, totalmente gasoso. Nesta situação, ele começa a ser chamado gás ou vapor saturado.

A temperatura do gás saturado aumenta, pois ele

têm facilidade de absorver o calor do local que deve ser resfriado. Ao atingir uma temperatura superior

á do gás saturado, denomina-se gás ou vapor aque- cido.

TIPOSDEEVAPORADORES

De acordo ás diversas aplicações do frio artificial

e ás diferentes condições que devem ser atingidas em função da temperatura e da umidade, existem diferentes tipos de evaporador, sendo que sua gran- de diferença é a sua forma e construção.

A sua classificação pode ser dividida em três tipos:

- alagado

- seco

- semi-alagado.

EVAPORADOR ALAGADO

Como diz o título, este tipo de evaporador perma- nece totalmente cheio do líquido refrigerante e as suas formas são muito variadas. Todos eles têm o

1. LIQUIDO EM ESTADO DE EBULIÇÃO SOB BAIXA PRESSÃO 2. GÁS OU VAPOR ÚMIDO 3.

1. LIQUIDO EM ESTADO DE EBULIÇÃO SOB BAIXA PRESSÃO

2. GÁS OU VAPOR ÚMIDO

3. GÁS OU VAPOR SECO SATURADO

4. GÁS OU VAPOR AQUECIDO

Cambios de estado del refrigerante en el interior del evaporador.

mesmo tipo de construção ou seja que é um re- servatório cilíndric o e o líquido mantêm o seu nível mediante uma válvula do tipo bóia. A bóia é instalada do lado do circuito de baixa pressão do sistema de refrigeração. Isto permite que o líquido entre na parte alta do evaporador de acordo ao nível interior. As quatro quintas (4/5) partes do volume devem ser mantidas cheias através da referida válvula. É evidente que a quinta parte que é preenchida com os gases formados pela ebulição. Estes evaporadores foram deixados de serem usados, porém eles têm grande performance, pois toda a sua superfície interior está preenchida com o líquido. Isto permite que a ebulição, ou seja a virada do estado líquido ao gasoso seja rápida e total. Desta maneira, a troca de calor será ao longo de toda a superfície externa do evaporador. Quando é utilizado amoníaco, a tubulação deve- rá ser de aço. No caso de ser utilizado este tipo de evaporador numa instalação industrial e quando a troca de calor deve ser feita naturalmente, ao longo dos tubos são instalados lâminas de metal formando uma espécie de alhetas. Isto determina que a área de troca de calor seja aumentada. Geralmente, no caso de uma instalação do tipo comercial ou do lar, a tubulação não incorpora estas lâminas.

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EVAPORADOR SECO

Este tipo de evaporador contêm a quantidade ne- cessária de refrigerante, e reduz, assim, a quanti- dade no líquido ao longo do sistema todo. Isto man- têm um fluxo constante e contínuo do líquido, des- de o ponto da expansão até a entrada do com- pressor. A sua diferença com o anteriormente mos- trado, é que o refrigerante encontra-se em estado gasoso. Neste tipo de evaporador é utilizada a válvula de expansão, a termostática ou tubo capi- lar. Nas geladeiras, ele é formado por um tubo contí- nuo (serpentina) em forma de espiral. No interior de esse espiral encontra-se a cavidade conhecida como congelado r e é aonde formam-se as pedras de gelo. Nas geladeiras mais modernas, esse congelador é feito com chapas de aluminio. Nas câmaras frigoríficas de uso comercial ou in- dustrial, foi utilizada uma tubulação contínua de cobre, porem, agora e devido aos custos de fabri- cação, é feito com tubo de aço. Depois de feito, o evaporador de aço é protegido contra a corrosão. Alguns evaporadores de unidades comerciais e industriais, têm a superfície de troca de calor au- mentada mediante chapas metálicas, conhecidas como alhetas. A montagem de estas abetas é feita mediante um orifício no médio delas, com o seu diâmetro, umas décimas inferior ao diâmetro do tubo. Ao ser instalada a alheta, cada uma delas é mantida numa distancia eqüidistante da outra. Para garantir a distancia entre elas, elas são sol- dadas ao tubo. As alhetas utilizam como material para sua fabricação, o cobre, o zinco e o alumínio. Na figura podem ser vistos dois tipos de evapora- dores com tubos com alhetas. Outro tipo de evaporador, utilizado nas geladei- ras de uso no lar, é o feito com chapas. Ele é formado com duas chapas, uma lisa e a outra, ondulada. Forma-se o conjunto, montando uma sobre a outra e logo e feita uma soldadura contínua ao longo do seu bordo. Isto garantirá a formação de uma passagem no interior do conjunto assim montado. Devido a que os evaporadores estão constante- mente sob condições de umidade, o evaporador feito com chapas, utiliza como material original, o alumíni o e o aço inoxidável.

EVAPORADOR TIPO ALAGADO

EVAPORADOR TIPO ALAGADO CORTE DO MESMO
CORTE DO MESMO
CORTE DO MESMO
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4

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Evaporador semi-inundado

Es una variante de la anterior, pues por medio de tubos conec-

tados en paralelo a unos colectores distribuidores, permiten una rápida y uniforme expansión del líquido refrigerante. Están formados por varios tubos cuyos extremos inferiores están conectados a un colector o tubo de diámetro mayor, don- de está la entrada común del refrigerante líquido. El otro extre- mo de cada tubo, desemboca en otro colector de diámetro ma-

yor que el anterior. Por él que se efectúa la aspiración. En este tipo de evaporador, es de capital importancia que esté perfecta- mente a nivel, a fin de que la distribución del líquido sea igual a través de todos los tubos conectados en paralelo.

El sistema semi-inundado se aplica a los diversos tipos de

evaporadores nombrados anteriormente. En la figura se presen- ta esquemáticamente un evaporador de este tipo.

En estos tres sistemas, el primer paso estriba en el control

de refrigerante líquido, que debe entrar en el evaporador con la misma proporción que es absorbido por el compresor.

En los evaporadores de tipo seco o semi-inundado, el control

del refrigerante líquido se efectúa por medio de válvulas de

expansión (termostáticas o automáticas). En caso de que ten- gan que manejarse cantidades muy pequeñas de refrigerante, se hace por medio de difusores graduados o tubos capilares.

Evaporador de aire forzado Está formado por un serpentín de tubo de cobre con aletas adheridas en igual forma que el anteriormente descripto, como

semi-inundado. El conjunto, es montado dentro de una caja me- tálica con un ventilador que establece, de esta forma, una circu- lación de aire forzado. Esto aumenta considerablemente la ab- sorción de calor y reduce, en consecuencia, la superficie del evaporador que se necesitaría si fuera empleado el tipo de circulación natural.

En algunos casos el evaporador se coloca fuera del recinto de

la cámara frigorífica, encerrado en un departamento anexo a la misma, éste se comunica con la cámara por medio de dos gran- des conductos, en uno de los cuales circula el aire en sentido del evaporador a la cámara, y en el otro en sentido de la cámara al evaporador, manteniéndose dicha circulación, mediante un ventilador aplicado directamente sobre el evaporador encerra- do en el departamento. Esta disposición del evaporador, se adopta principalemente cuando se trata de enfriar cámaras de cierta capacidad, a fin de obtener una rápida y uniforme distribución del frío.

CAPACIDAD DE UN EVAPORADOR Se denomina capacidad del evaporado a la cantidad de calo-

rías que puede absorber en una hora, y se expresa en kilocalo- rías por hora (kcal/h). Para obtener una transmisión óptima del calor a través de la pared metálica del evaporador conviene que ésta sea delgada, buena conductora del calor y que la diferencia de temperatura sea grande.

La

capacidad se calcula mediante la siguiente fórmula:

Q

= S (t1 - t2) K

donde:

Q = Capacidad del evaporador en kcal/h

S = Superficie del evaporador en metros cuadrados (m 2 )

t1 = Temperatura exterior del evaporador en grados centígrados (ºC) t2 = Temperatura de ebullición del refrigerante (ºC) K = Coeficiente de conductividad que depende de la forma de evaporador y del sistema.

Evaporador seco de tubo con aletas.
Evaporador seco de tubo con aletas.

Evaporador seco de tubo con aletas.

Evaporador semi-inundado de tubo liso.

Evaporador semi-inundado de tubo liso.

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CAPACIDADEDEUMEVAPORADOR

É a quantidade de calorias que podem ser absor-

vida, em uma hora, e é expressado em kilocalorias por hora (kcal/h). Para obter uma transmissão ótima de calor atra- vés da parede metálica do evaporador convêm que

ela seja fina, boa condutora do calor e que a dife- rencia de temperaturas seja grande.

A capacidade é calculada mediante a seguinte

formula:

Q = S (t1 – t2) K

Onde estes elementos são:

Q

= capacidade do evaporador em kcal/h

S

= superfície do evaporador em metros quadra-

dos (m2) t1 = temperatura exterior do evaporador em graus centígrados (ºC)

t2 = temperatura de ebulição do refrigerante (ºC)

K = coeficiente de condutividade que depende da forma do evaporador e do sistema.

EVAPORADOR DE VENTILAÇÃO FORÇADA

EVAPORADOR DE VENTILAÇÃO FORÇADA

Vista do lado

Vista do lado CÂMARA FRIGORIFICA COM O EVAPORADOR NUMA SALA SEPARADA

CÂMARA FRIGORIFICA COM O EVAPORADOR NUMA SALA SEPARADA

VALORES DO COEFICIENTE (PARA EVAPORADORES) K Evaporador Sem ventilação Con ventilação forçada Velocidade em m/min
VALORES DO COEFICIENTE (PARA EVAPORADORES) K
Evaporador
Sem ventilação
Con ventilação forçada
Velocidade em m/min
forçada
50
100
150
200
250
Tubos lisos
9,5 a 11,5
16
24
32
40
48
Tubos con alhetas
4,5 a 6,5
9
13
16
19
22
6
6

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A seguir mostramos um conjunto de tabelas que proporcionam dados úteis referente a tubos de aço, tubos com alhetas e tubos de cobre, todos eles utilizados na construção de evaporadores

Para poder utilizar estas tabelas e a titulo de exem- plo e para fazer o cálculo da superfície e o cumpri- mento do tubo, tomamos como exemplo um eva- porador do tipo serpentina.

TUBOS DE TUBOS DE AÇO PARA EVAPORADORES Diâmetro Diâmetro Espesura Peso por do tubo externo
TUBOS DE TUBOS DE AÇO PARA EVAPORADORES
Diâmetro
Diâmetro
Espesura
Peso por
do tubo
externo
da parede
metro
(em mm)
(em mm)
Superficie
externa
(em mm 2 )/m
(em kg/m)
1/4"
13
2,5
0,040
0,62
3/8"
17
2,5
0,053
0,85
1/2"
21
3
0,066
1,25
3/4"
27
3,5
0,085
1,95
1"
33
3,5
0,104
2,45
1 1/4"
41
3,5
0,130
3,10
EVAPORADORES DE TUBOS COM ALHETAS Dimensôes Separaçâo ótima entre alhetas (em mm) Superficie lateral Diâmetro
EVAPORADORES DE TUBOS COM ALHETAS
Dimensôes
Separaçâo
ótima entre
alhetas (em mm)
Superficie lateral
Diâmetro
das alhetas
por metro
do tubo
(em mm)
(m
2 /m)
1/2"
65
x 65
10
0,25
5/8"
75
x 75
12
0,30
3/4"
90
x 90
14
0,35
1"
100 x 100
16
0,40
EVAPORADORES DE TUBOS LISOS Diâmetro Diâmetro Superficie Peso por do tubo externo externapor metro metro
EVAPORADORES DE TUBOS LISOS
Diâmetro
Diâmetro
Superficie
Peso por
do tubo
externo
externapor metro
metro
(em mm)
(m
2 /m)
(kg/m)
1/4"
7,5
0,0235
0,18
3/8"
10
0,0314
0,25
1/2"
12,5
0,0393
0,32
5/8"
16
0,0503
0,42
3/4"
20
0,0630
0,53
7
7

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Exemplo

Calcular a superfície e comprimento necessário

de um evaporador feito de tubo contínuo (serpenti- na) de cobre liso de diâmetro ¾”. O tipo de venti- lação é natural e sua capacidade de evaporação deverá ser de 30.000 kilocalorias por dia.

A temperatura de ebulição do refrigerante é de –

5º C e a temperatura do regime da câmara de 2º C.

Fazer o mesmo cálculo com tubulação de cobre com alhetas com ventilação forçada de 250 m/min.

Solução do 1º caso:

Capacidade evaporativa por hora

30.000 kcal/dia

= ————————— = 1.250 kcal/h

24

A diferença entre a temperatura do regime da

câmara (2º C) e a temperatura de ebulição do refri-

gerante (-5º C) é de 7º C.

O resultado é: 2º C – (- 5º C) = 7º C.

Lembre-se que quando há dois signos de menos (-) separadas por um parêntesis, quando ele é eli- minado, troca-se pelo signo de mais (+). Segundo a tabela dos valores de K, para tubos lisos, usa-se o coeficiente de condutividade de 9,5

até 11,5. Aceitamos o 10.

Lembre que: Q = S (t1 – t2) K.

Q

Se retiramos o S, fica:S = ————— (t1 – t2) K

Q = capacidade do evaporador = 1.250 kcal/h

(t1 – t2) = 7ºC = diferença de temperaturas da

câmara e de ebulição do refrigerante.

1.250

Substituindo valores, temos: S = ——— = 17,85 m 2 7 x 10

Segundo a tabela dos tubos lisos de cobre, a superfície externa por metro de tubo de ¾” é de

0,063

17,85

O comprimento do tubo liso de ¾” = ——— = 282 m

0,063

Solução do 2º caso

Segundo a tabela dos valores de K, o coeficiente de condutividade para ventilação forçada com uma velocidade de 250 m/min e com tubos com alhe- tas, K = 22.

1.250

S = ———— = 8,10 m 2 7 x 22

Da tabela para os evaporadores com tubos com alhetas, se obtêm:

A superfície lateral por metro do tubo de ¾” com

alhetas é de 0,35 m2, onde o comprimento neces- sário de tubulação com alhetas de cobre de ¾” e com sua superfície calculada é de 8,10 m2 deverá ser:

Comprimento = 8,10/ 0,35 = 23 m Pode ser vista que a grande diferença entre as dimensões que têm o evaporador sem alhetas e com ventilação natural e um evaporador de mes- ma capacidade com alhetas e ventilação forçada.

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COMPRESSOR

É o elemento encarregado de aspirar o fluído re-

frigerante, em estado gasoso, que está vindo do evaporador, comprimi-lo e enviá-lo ao condensador. Os tipos de compressores utilizados na refrige- ração são: de pistão, conhecidos como alternati- vos e os rotativos.

Compressor de Pistão

É o tipo mais utilizado em geladeiras e nos equi-

pos comerciais ou industriais. Cada revolução do eixo do compressor efetua um ciclo completo ou seja, a sucção ou admissão e a compressão ou descarga do fluído refrigerante. Este tipo de compressor está formado por um corpo ou bloco, um ou vários cilindros, virabrequim ou excêntrica, pistão, biela, cabeçote, válvulas (uma de sucção e outra de descarga), volante, retento- res ou galhetas, juntas e válvulas de serviço.

1. CORPO 2. EIXO (VIRABREQUIM OU EXCÊNTRICA) 3. PISTÃO 4. BIELA 5. SUPORTE DAS VÁLVULAS

1. CORPO

2. EIXO (VIRABREQUIM OU EXCÊNTRICA)

3. PISTÃO

4. BIELA

5. SUPORTE DAS VÁLVULAS

6. VÁLVULAS (SUCÇÃO E DESCARGA)

7. RETENTOR

8. CABEÇOTE

9. CÂRTER

COMPRESSOR DE DOIS PISTÕES, SISTEMA ABERTO COM VIRABREQUIM

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Funcionamento Sucção: quando o pistão move-se para abaixo, é criada uma zona de baixa pressão entre a cabeça do pistão, o cabeçote do cilindr o e a linha de su- cção do evaporador. Isto faz que o refrigerante, em estado gasoso, entre nessa zona de baixa pressão, através da vál- vula que controla o fluxo do refrigerante que vêm do evaporador, ou seja na linha da baixa pressão. Ela recebe o nome de “válvula de sucção ou as- piração ”. Compressão: ao subir o pistão comprime o refri- gerante que encontra-se no estado gasoso, aumen- tando sua pressão e temperatura. Ao mesmo tem- po, este aumento de pressão abre a válvula de

descarga para que o refrigerante possa ser dirigido ao condensador. As válvulas estão montadas do jeito que uma só

é aberta, enquanto a outra, é mantida fechada. Quando o pistão desce, ele aspira outra carga de refrigerante em estado gasoso e torna a comprimi- lo,novamente, quando sobe. Assim, torna a oco- rrer um novo ciclo.

A biela está unida na sua parte superior com o

pistão através de um passador. No outro extremo da biela, ela está conectada com o virabrequim, perfazendo a união biela-virabrequim. Este arranjo permite que o movimento rotativo do motor elétrico, gire o virabrequim e mediante a bie-

la, o movimento do pistão, transforma-se em alter- nativo.

O pistão têm uns anéis metálicos, chamados de

anéis do pistão e sua função é evitar que o refrige- rante comprimido possa fugir pela folga existente entre a parede do cilindro e a parede do pistão, na direção do carter. Ao mesmo tempo, essa vedação ou selagem, ga- rante uma perfeita sucção na hora que o pistão desce.

É bom lembrar que o alojamento do virabrequim

e da biela, conhecido como carter, está cheio de

óleo.

É possível fazer um resume do dito anteriormen-

te: quando o pistão desce, produze-se uma zona de baixa pressão na sua parte superior que abre a válvula de sucção. Isto permite a entrada do refrigerante que encon- tra-se em estado gasoso. A válvula de descarga permanece fechada, contra sua sede, devido á di- ferença de pressão.

REFRIGERANTE GASOSO DESDE O EVAPORADOR VÁLVULA DE CILINDRO SUCÇÃO ANÉIS DO PISTÃO PISTÃO BIELA VIRABRE-
REFRIGERANTE GASOSO
DESDE O EVAPORADOR
VÁLVULA
DE
CILINDRO
SUCÇÃO
ANÉIS DO
PISTÃO
PISTÃO
BIELA
VIRABRE-
QUIM
SUCÇÃO

CABEÇOTE

REFRIGERANTE COMPRIMIDO PARA O CONDENSADOR COMPRESSÃO
REFRIGERANTE COMPRIMIDO
PARA O CONDENSADOR
COMPRESSÃO

VÁLVULA DE

DESCARGA

Quando o pistão sobe, a válvula de sucção é fechad a e o refrigerante começa a ser comprimi- do. Este aumento de pressão faz com que o a válvula de descarga seja aberta e permita que o refrigerante, agora com pressão e temperatura aumentadas, dirija-se para o condensador.

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COMPONENTES Corpo do compressor : é um bloco de ferro fundi- do de primeira qualidade, polido e sem porosida- de. Ele têm uma ou duas partes. Neste caso, uma

é o cilindr o e a outra, o cârter onde é instalado o

virabrequi m e o óleo. Quando é formado por uma peça só, ela incorpo- ra uma tampa na sua parte inferior e assim, poder ter aceso á biela e ao pistão. A parede interna do cilindro é usinada, retificada

e polida com tolerâncias muito precisas. A parte

externa do cilindro está formada por alhetas e as- sim poder melhorar a troca do calor gerado pelo atrito do pistão e os seus anéis com o cilindro. Al- guns fabricantes de compressores instalam no in- terior do cilindro, camisas, com a finalidade de fa- cilitar o serviço de manutenção. Na hora de retifi- car o cilindro, é suficiente trocar o jogo completo de pistão, anéis e camisa. No cârter são instalados dois rolamentos no vira- brequim ou na excêntrica. Alguns pequenos mode- los, empregam o alojamento para instalar buchas de bronze retificado. Quando o compressor é equipado com excêntri- ca, geralmente, os rolamentos são instalados no próprio cârter. Se no compressor é instalado um virabrequim, um dos rolamentos está fixo nele e o outro, na tampa lateral. É evidente que na hora de montar o compressor deve ser verificado a perfeita ajustagem do rolamento e sua sede. Quando é equipado com buchas, elas são fabri- cadas com uma espiral interna. Isto garante que o óleo lubrificante se mantenha no se interior, ou seja entre a face externa do vira- brequi m e a interna da bucha. Nos modernos compressores, a fundição do blo- co é feita de alumínio e seu uso está destinado as unidades refrigeradoras dos veículos de transporte de carga e também, no condicionamento do ar do transporte individual.

COMPRESSOR COM DOIS PISTÕES

COMPRESSOR COM DOIS PISTÕES

FIGURA INFERIOR COMPRESSOR COM TAMPA PARA O ALOJAR O RETENTOR OU GALHETA.

FIGURA INFERIOR COMPRESSOR COM TAMPA PARA O ALOJAR O RETENTOR OU GALHETA.

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Virabrequim: este componente é empregado nos compressores da mesma maneira que nos motores dos automóveis. Sua construção é feita com aço ou ferro forjado. Sua superfície de contato é perfeitamente retifi- cada e polida. Pode ser simples ou duplo, depen- dendo se o compressor têm um ou dois pistões. Quando ele é simples, incorpora um contra-peso e se ele é duplo, esse dispositivo é eliminado. O extremo aonde é instalado o retentor ou galhe- ta, está perfeitamente usinado para poder garantir assim, a selagem do cârter. Também, os extremos onde é instalada a bucha é feita uma ranhura que permite a estocagem de uma pequena quantidade de óleo e garantir a lubrificação do componente.

FIGURA VIRABREQUIM

FIGURA VIRABREQUIM

Excêntrica: está formada por um eixo que cons- ta de um ou dois cames ou seja, as próprias ex- cêntricas. Quando ela é simples, nos extremos da mesma são instalados contra-pesos. Se ela é do tipo duplo, cada uma dos cames funcionam como contra-peso. As superfícies de contato estão per- feitamente usinadas e retificadas e o material utili- zado na sua fabricação, é geralmente, a fundição de ferro.

EXCÊNTRICA

EXCÊNTRICA

Biela : ela é de aço, porem, pode ser construí- da em alumínio forjado.Os seus rolamentos são feitos de bronze ou material branco anti-atrito. Como a velocidade do compressor e sua tempe- ratura de trabalho é muito baixa, estes rolamentos têm pouco desgaste, desde que o nível de óleo

seja mantido no cârter. Na hora da montagem da biela no virabrequim ou excêntrica, deve-se verificar que a ajustagem seja a correta, pois se ela for muito “apertada” pode causar um desgaste prematuro e um aumento no consumo do moto r e o evidente aumento da tem- peratura do compressor.

CONJUNTO PISTÃO E BIELA PARA VIREBREQUIM

CONJUNTO PISTÃO E BIELA PARA VIREBREQUIM

CONJUNTO PISTÃO E BIELA PARA EXCÊNTRICA

CONJUNTO PISTÃO E BIELA PARA EXCÊNTRICA

Pistão : normalmente ele é fabricado com fun- dição de ferro, porém, nos modernos compres- sores que utilizam refrigerantes do tipo Freon 12 ou 22, e como eles trabalham a altas velocida- des, ele é construído com liga de alumínio.Ele é equipado com ranhuras aonde podem ser insta- lados anéis que garantem a eliminação da folga que existe entre o pistã o e a parede do cilindro. Os anéis são fabricados com fundição de ferro e estão abertos num extremo. Deste modo é possível a sua instalação no pis- tão e sua ajustagem previa á montagem. Lembre-se que o calor gerado pelo atrito faz com que eles aumentem o seu tamanho.

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Válvula de descarga : este componente cumpre duas funções: primeiro, mantêm o fechamento en- tre o circuito de alta pressão e o de baixa, do siste- ma. Isto acontece quando o compressor está pa- rado, evitando assim o retorno do refrigerante. A segunda função que deve garantir esta válvula

é a de permitir a passagem do refrigerante (descar- ga) na hora que o pistão está subindo. Contudo, ela deve fechar-se ao atingir o pistão o extremo superior do seu percurso e começar a sua desci- da. Existem diferentes tipos e formas de válvulas, porém, sempre o material de sua construção é o aço de elevada qualidade e deve fechar perfeita- mente o orifício que encontra-se no suporte das válvulas. Este componente é um platô de fundição de ferro ou de aço, que permite alojar ás válvulas. O perfeito fechamento é obtido com dois siste- mas: um deles, aproveita a própria elasticidade da válvul a e o outro sistema, baseia-se na força que exerce uma ou duas molas.

DIFERENTES FORMAS DE VALVULAS DE DESCARGA

DIFERENTES FORMAS DE VALVULAS DE DESCARGA

DIFERENTES FORMAS DE VALVULAS DE SUCÇÃO

DIFERENTES FORMAS DE VALVULAS DE SUCÇÃO

Válvula de sucção : ela é instalada no mesmo

platô que a válvula de descarga. Como pode o lei- tor imaginar, elas trabalham em sentidos opostos, ou seja que, quando o pistão

desce, a válvula é aberta e permite a en- trada do líquido refrigerante vindo desde o evaporador.

PLATÔ DAS VÁLVULAS

PLATÔ DAS VÁLVULAS

CABEÇOTE

CABEÇOTE

Cabeçote : ele é construído com o mes- mo material que o bloco ou seja de fun- dição de ferro e é instalado encima do pla- tô das válvulas. No seu corpo são feitas

dois orifícios, um para a entrada do refrige- rante na direção da válvula de sucção e outra, na saída do refrigerante, logo depois da válvula de descarga. Como este componente garante a com- pressão gerada pelo compressor, ele é fixa- do por parafusos que têm um alto torque

e evitam o vazamento pelas juntas existen-

tes entre o cabeçote e o platô e entre este

e a parte superior do cilindro.

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Porta-galheta : um pequeno problema nos com- pressores do tipo não herméticos é a perda ou va- zamento de óleo pelo eixo que atravessa o cârter. Esse problema é evitado através de um porta-gal- heta ou selo, instalado no local. Basicamente, este componente é feito em duas partes: uma fixa ao próprio cârter e a outra, solidá- ria com o eixo ou virabrequim. Existem dois tipos de estes componentes, um deles é do tipo de fole e o outro, do tipo diafragma. O primeiro deles é um fole de cobre com paredes muito finas com um dos seus extremos fixo entre a tampa e o cârter do compressor e o outro extremo está em contato permanente com uma bucha que se mantêm no seu local pela força que exerce uma mola. O segundo tipo, ou de diafragma, é semelhante ao de fole, e está apertada pela tampa do cârter e o bloco do compressor. Na sua parte central, é ins- talado um retentor de borracha que se mantém no seu local pela força de uma mola contra um baten- te do virabrequim.

Juntas: são utilizadas nas uniões do compres- sor, tais como união do cabeçote, platô, bloco, tam- pa do cârter, etc. Podem ser fabricadas com amian- to, tela metálica (Glioerit), papel-òleo, etc.

A.FOLE B.SUPERFICIE DE CONTATO C.MOLA D.VIRABREQUIM E.BUCHA F.JUNTA E.TAMPA PORTA-GALHETA

A.FOLE B.SUPERFICIE DE CONTATO C.MOLA D.VIRABREQUIM E.BUCHA F.JUNTA E.TAMPA

PORTA-GALHETA

DIFERENTES FORMA DE JUNTAS

DIFERENTES FORMA DE JUNTAS

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VALVULA DE SERVICIO OPTATIVO (Servicio) "C" SISTEMA "B"
VALVULA DE
SERVICIO
OPTATIVO
(Servicio) "C"
SISTEMA "B"
OPTATIVO (Servicio) "C" SISTEMA "B" COMPRESOR "A" TIPOS DE VÁLVULAS DE SERVIÇO DE UMA

COMPRESOR "A"

TIPOS DE VÁLVULAS DE SERVIÇO DE UMA VIA DE DUAS VIAS

Válvula de serviço : é o elemento que permite, durante a manutenção, o funcionamento do com- pressor. Através dela podem ser feitas as seguin- tes operações: criar o vácuo no interior do sistema todo, carregar o sistema com o refrigerante, tirar o compressor sem necessidade de descarregar o sis- tema, etc. Através delas é possível medir a pres- são nos circuitos de baixa e de alta, mediante manômetros. Existem dois tipos de válvulas: de uma via e de duas vias.

Volante : ele é conectado ao virabrequim ou ex- cêntrica, e gira o compressor mediante a transmis- são de um jogo de polias e correias. O volante é conectado ao eixo por uma chaveta e mantido no seu lugar, por uma porca. Se ela fica frouxa, o vo- lante pode gastar o eixo e produzir um barulho muito característico. Alguns fabricantes aproveitam a for- ma do volante para que os raios tenham a forma de uma hélice e dessa forma, ao girar, ela imprime um fluxo de ar que garante o arrefecimento do com- pressor e também do motor. Lembre-se que o diâ- metro de volante e da polia do motor determinam a velocidade do compressor.

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UNIDADES HERMÉTICAS

São conhecidas sob este nome todos aquelas unidades de refrigeração que têm o motor elétrico e o compressor no interior de uma cápsula hermé- tica. Estas unidades são conhecidas, também como unidades seladas e nas geladeiras familiares seu nome é bocha. Sua construção têm a finalidade de evitar o vaza- mento do refrigerante e do óleo. A condição fundamental em este tipo de equipa- ment o é o uso de refrigerantes sem umidade, ou seja muito puro e com óleo sem ácido, pois o com- pressor e o motor trabalharão em um local satura- do com vapore s e a presença de água ou ácido poderia afetar o bobinado do motor. A fiação elétri- ca para fornecer corrente elétrica ao motor passam através da cápsula, porém este sistema não apre- senta problema ao fechamento, pois ela é fixa e não móvel. Também são eliminadas as correias e polias, pois este sistema têm o compressor e o motor forman- do um único conjunto. Todo isto representa que para potências iguais, o equipamento hermético têm dimensões menores que o equipamento aber- to. Também pode ser considerado um consumo de energia elétrica menor. Estes motores funcionam com corrente alterna, pois se fora utilizado motor de corrente contínua, devera ser necessário utilizar um coletor e esco- vas. As vantagens dos equipamentos herméticos po- dem ser as seguintes:

1. Eliminação do porta-galheta ou selo e os pos-

síveis vazamentos de óleo.

2. Funcionamento silencioso.

3. Menor consumo de energia elétrica.

4. Segurança por falta de partes móveis externas.

Funcionamento No interior da carcaça ou cârter, com parede de aço estampado de bom espessura, estão localiza- dos os seguintes elementos: tubulação de sucção, desde o evaporador, motor elétrico conectado ao virabrequim ou excêntrica, biela e o pistão. O virabrequim incorpora uma espécie de colher para facilitar a lubrificação das partes internas e móveis do motor.O pistão move-se no interior do

cilindr o e o cabeçote que mantêm o platô das válvulas. Quando o gás comprimido passa a um tubo abafador que tem a finalidade de amortecer o som provocado pelo bombeamento do compres- sor. É importante destacar que nos equipamentos her- méticos, a válvula de sucção no está conectada á tubulação que vem do evaporador, senão que as- pira o gás que o referido tubo introduz na bocha. Ela está totalmente cheia de refrigerante no esta- do gasoso.

Os equipos herméticos são selados. Normalmen- te não se reparam.

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COMPRESSORES SEMI-HERMÉTICOS Estes compressores têm todas as vanta- gens do equipamento hermético, porém permitem a sua manutenção de forma muito mais fácil, pois os seus componen- tes estão á vista. Por esse motivo, eles são conhecidos como compressores herméti- cos accessíveis. Em estes moto-compressores, o cârter ou bloco é feito em fundição de ferro, e têm no seu interior, o motor elétric o e o com- pressor. O cabeçote é semelhante ao dos compressores abertos e têm tampas para atingir o seu interior. Estes compressores e do mesmo jeito que os herméticos, têm que ter cuidado com a umidade, pois o motor está localiza- do no seu interior. Quando há uma falha de uma de suas partes moveis ou por defeito do seu mo- tor, é necessária a sua desmontagem e limpeza do sistema todo, devido ao ácido produzido no interior do compressor. Isto evitará que o novo compressor possa ser contaminado com o residual do compres- sor danificado. Tirando este pequeno inconveniente, este tipo de compressor cresceu de forma vertical nos unidades de refrigeração atuais. Recentemente, têm aparecido um tipo de compressor semi-hermético diferente ao convencional, por ter o estator do motor

elétrico separado do circuito de refrige- ração. Isto representa uma especial vantagem pois fren- te a um problema qualquer, não é necessária a limpeza do sistema.

COMPRESSOR ROTATIVO.

Este tipo de compressor é utilizado nas geladei- ras familiares com equipamento hermético. Nele, os ciclos de sucção e de compresâo acon- tecem de forma simultânea pela rotação de uma excêntrica que gira constantemente contra as pa- redes internas de um cilindro. No interior do compressor, os circuitos de alta e de baixa estão separados por uma palheta que encontra-se apoiada constantemente contra a pe-

VISTA EXTERNA E CORTE DE UM COMPRESSOR SEMI-HERMÉTICO DE DOS PISTÕES

VISTA EXTERNA E CORTE DE UM COMPRESSOR SEMI-HERMÉTICO DE DOS PISTÕES

riferia do cilindro, sob a pressão de uma mola. Estes compressores são de medidas muito infe- riores que os compressores com pistão e de po- tência idêntica. Seu funcionamento é muito silen- cioso, não têm vibrações e sua construção exige uma grande exatidão entre as peças e um material de primeira qualidade.

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Funcionamento Comecemos com o compressor vazio ou seja, sem gás. Posição 1. O rolete começa o movimento no sentido da seta. Posição 2. O rolete girou ¼ de volta (90º) e começou a sucção dos gases. Isto acontece pelo aumento do volume em cima do rolete. Posição 3. O gás já ocupou a metade do cilindro depois de meia volta (180º).A válvula não abre pois não há gás no cir- cuito de alta (lado direito do role- te). Posição 4. Continua a sucção. O gás ocupa as ¾ partes do ci- lindro. O rolete girou ¾ da circunferên- cia (270º). Posição 5. Já completou uma volta. Os gases aspirados ocu- pam toda a parte livre do ci- lindro. Posição 6. Começa um novo ciclo. Os gases aspirados no ci- clo anterior são comprimidos, devido a uma redução do volu- me do lado direito do rolete. Posição 7 . A compresâo e a sucção continua. A válvula de descarga é aberta por pressão. Posição 8. A válvula de descar- ga permanece aberta e todo o gás dirige-se ao circuito de alta pressão.

O rolete volta á posição 5 com- pletando assim uma volta. A vál- vula se fecha pois o rolete entre- gou todo o gás correspondente a esse ciclo (á direita de rolete).

MOLA PALHETA VÁLVULA DE DESCARGA
MOLA
PALHETA
VÁLVULA DE
DESCARGA

SUCÇÃO

ROLETE

MOLA PALHETA VÁLVULA DE DESCARGA SUCÇÃO ROLETE COMPRESSOR ROTATIVO

COMPRESSOR ROTATIVO

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CONDENSADORES

Funcionamento

Conforme foi visto anteriormente, o condensa- dor é o elemento do sistema de refrigeração no qual se produz a condensação de vapor do refri- gerante, quando sai do compressor com alta pressão e alta temperatura. Durante esta transformação podem ser verifi- cadas 3 etapas perfeitamente determinadas. Elas são:

1. O refrigerante entra no condensador com

uma temperatura muito superior à do meio ambiente e troca calor com ele. Diminui sua

temperatura até alcançar o valor correspondente ao gás saturado, sob alta pressão ou de condensação estabelecida.

2. Quando o vapor do refrigerante atinge essa

temperatura, começa a segunda etapa, que con- siste em sua condensação, entregando o seu ca-

lor latente ao meio ambiente. É bom lembrar que a sua temperatura é inferior à do refrigerante.

3. Finalmente, o refrigerante, quando está no

estado líquido, tenta igualar sua temperatura à do meio ambiente, entregando calor sensível e passando à condição de líquido resfriado. Em cada condensador são encontradas três zonas que aparecem na figura da página. Desde a entrada E até o ponto indicado com a letra A, temos a primeira zona. Nela, o calor sensível passa ao meio ambiente

zona. Nela, o calor sensível passa ao meio ambiente e o refrigerante fica saturado. De A

e

o refrigerante fica saturado.

De A até B, fica compreendida a segunda zona.

O refrigerante, fica em estado líquido sob tem-

peratura constant e e a entrega ao meio ambien-

te, que se encontra com temperatura inferior. Finalmente, a terceira zona vai de B até a saí- da S. Neste ponto, o líquido resfria-se e tenta ficar com a mesma temperatura do meio ambiente. Estas três zonas podem variar sua tensão de acordo com as condições de marcha da máquina

e da temperatura do meio ambiente onde encon-

tra-se localizado o condensador. Lembremos que a quantidade de calor que deve ser dissipada pelo condensador é aproximadamente igual ao calor que o refrigerante absorve durante a sua ebulição no evaporador mais a quantidade de calor da compressão. Dito de outra maneira, cada unidade deve ter o tamanho certo de condensador para a capacida- de frigorífica. Se ele for perfeitamente dimensio- nado, o condensador funcionará perfeitamente.

TIPOSDECONDENSADOR

Existem dois tipos: com esfriamento por ar e com esfriamento por água . Os condensadores das geladeiras domésticas são do tipo de esfriamento por ar e por convec- ção natural. Os condensadores esfriados por água tem uma capacidade de dissipação de calor muito superi- or aos condensadores esfriados por ar, com o mesmo tamanho.

O baixo cust o e a simplicidade dos condensa-

dores esfriados por ar, permitem que sejam em- pregados nas geladeiras domésticas. Como foi dito anteriormente, a finalidade prin- cipal do condensador é de entregar o calor do gás refrigerante ao ar ou água, e esfriá-lo o sufi- ciente para poder condensá-lo. Quase todos os condensadores são feitos com tubos de cobre, pois este metal é um bom con- dutor de calor e pode, assim, transferir rapida- mente esse calor ao ar ou à água.

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Os requisitos básicos que deve ter um con- densador são os seguintes:

1. Máxima superfície de transferência do

calor.

2. Rápida passagem do refrigerante por

seu interior.

3. Mínima resistência à passagem do re-

frigerante para reduzir o trabalho do motor.

4. Localização que permita uma rápida tro-

ca do calor gerado.

5. Forma apropriada para evitar a forma-

ção de bolhas de ar na parte superior do mesmo.

CONDENSADORESFRIADOPOR

AR

Os primeiros modelos de condensadores foram feitos com uma serpentina de tubo de cobre. O maior problema que ofereciam, era o de apresentar uma circulação natural de ar muito pobre, obrigando-se a ter uma gran- de superfície, e compensar assim, sua baixa performance. Este tipo de condensador, é utilizado nas geladeiras, com pequenas variantes constru- tivas, ou seja, uma serpentina com aletas, depois substituídas por varetas soldadas. Outro tipo de condensador utilizado em geladeiras, está constituído, como pode ser visto na foto B, por uma serpentina de aço ondulada soldada numa chapa lisa. Como ela é instalada na parte posterior da geladeira, forma-se uma espécie de cha- miné que permite o fluxo de ar. Isto é mos- trado na foto C. Devido a que estes condensadores estão instalados na parte posterior do gabinete da geladeira, é muito importante que entre o condensador e as paredes exista um espa- ço que permita a livre passagem do ar.

A
A
B
B
C
C

COMPRESSOR ENTRADADEAR

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Quando se trata de instalações maiores, o con-

densador a ser empregado, deve ser formado por tubos com aletas e circulação de ar forçada. Esta circulação consegue-se pela ação de um ventila- dor ou ventoinha conectada a um motor conheci- do como forçador. Na figura inferior, apresenta-se uma unidade condensadora equipada com uma unidade aber- ta e um forçador.

O forçador de ar tem muita influência na troca

de calor do condensador refrigerado por ar. Nas fotos da página ao lado, mostra-se um forçador direcionando o ar sobre o condensador. As se- tas indicam como o ar chega até ele, a grande velocidade e sobre uma zona concentrada, dei- xando os extremos do condensador com pouca circulação de ar. Na foto do meio, se pode ver a mesma instala-

ção, com a diferença de que o forçador retira o ar através do condensador. Neste caso, a distribui- ção de ar sobre a face do condensador será uniforme, porém, não terá velocidade suficiente, como na foto anterior. Parte do ar aspirado pelo forçador não passa pelo condensador. Na foto da direita, vê-se uma disposição que retira o ar através do condensador de forma uni- forme. Devido à proteção do condensador até o forçador, muita pouca quantidade de ar deixa de passar através do mesmo. Este sistema produz excelentes resultados e pouco barulho. Existem certas marcas de compressores que em seus modelos maiores, e devido à estrutura do condensador, os raios da polia são feitos em forma de hélice e garantem assim, o resfriamento, forçado, do condensador.

É de grande importância a escolha da localiza-

ção do equipamento onde exista uma boa circu- lação de ar. A unidade deve estar muito bem ven- tilada para que o ar frio do exterior possa substi- tuir o ar quente que libera o condensador. Caso contrario, isto aumentará a temperatura do es- paço e diminuirá a capacidade frigorífica da uni- dade. Na figura inferior, podem ser vistos alguns exemplos de como deve ser instalada uma uni- dade condensadora de um gabinete frigorífico in- dicando as melhores disposições que podem ser adotadas.

Tubo aletado CONDENSADOR COM TUBOS DE COBRE E ALETAS DE ALUMÍNIO

Tubo aletado

Tubo aletado CONDENSADOR COM TUBOS DE COBRE E ALETAS DE ALUMÍNIO

CONDENSADOR COM TUBOS DE COBRE E ALETAS DE ALUMÍNIO

UNIDADE CONDENSADORA COM EQUIPAMENTO ABERTO E FORÇADOR DE AR.

UNIDADE CONDENSADORA COM EQUIPAMENTO ABERTO E FORÇADOR DE AR.

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RUIM POUCO EFICIENTE EFICIENTE

RUIM

RUIM POUCO EFICIENTE EFICIENTE

POUCO EFICIENTE

RUIM POUCO EFICIENTE EFICIENTE

EFICIENTE

EXEMPLOS DE LOCALIZAÇÃO DE UMA UNIDADE

LOCALIZAÇÃO ACEITÁVEL LOCALIZAÇÃO IDEAL

LOCALIZAÇÃO ACEITÁVEL

LOCALIZAÇÃO IDEAL

LOCALIZAÇÃO DEFEITUOSA

LOCALIZAÇÃO DEFEITUOSA

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CONDENSADOR INSTALADO AFASTADODOCOMPRESSOR

CONDENSADOR TIPO VERTICAL PARA SER INSTALADO LONGE DO COMPRESSOR E COM RESERVATÓRIO

CONDENSADOR TIPO VERTICAL PARA SER INSTALADO LONGE DO COMPRESSOR E COM RESERVATÓRIO

No lugar de ser instalado junto ao compressor, este condensador, de grande capacidade, mon- ta-se à distância, procurando instalá-lo em locais favoráveis, aonde exista uma boa circulação de ar. Como é natural, estes condensadores podem ser do tipo vertical ou horizontal, e devem incor- porar seu próprio forçador que nestes casos deve ser de grande potência. Estes condensadores precisam incluir seu respectivo reservatório de líquido refrigerante.

LIMPEZA O condensador esfriado por ar deve manter-se, sempre perfeitamente limpo. O pó e sujeira atu- arão como isolante, evitando, desse jeito, que o ar atinja os tubos e suas aletas, podendo redu- zir a sua capacidade de resfriamento de 40% a

60%.

Pode ser verificado que a pressão de um con- densador sujo, aumenta de 30 a 50 p.s.i., sobre

CONDENSADOR TIPO HORIZONTAL

CONDENSADOR TIPO HORIZONTAL

a pressão normal de funcionamento. A queda do rendimento ou performance que produz esta alta pressão, pode ser confundida com a não existência de ar no sistema. A limpe- za do condensador deve ser considerada como tarefa normal na manutenção que deverá ser fei- ta em toda instalação frigorífica.

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CONDENSADOR

ESFRIADOPOR

ÁGUA

Os condensadores es-

friados por água podem

ser

divididos em:

-

Tubos concêntricos

-

De imersão

-

Multi-tubos

-

Evaporativo

O

tipo de tubo concên-

trico, está formado por

dois tubos concêntricos

e

de diferente diâmetro.

O

refrigerante passa

entre ambos os tubos e

a água pelo interior do

tubo de menor diâmetro.

O tubo externo conecta-

se com a válvula de des-

carg a e o interno vai até

a tubulação que fornece

a água.

A água entra pela par-

te inferior do condensa-

dor e sobe pela tubula-

ção. O refrigerante com- primido entra pela parte superior do condensador

e circula em sentido con-

trário ao da água. Pode-se adotar a dis- posição de tubos hori- zontais como na figura superior (A), com o con- densador de cabeçote rosqueado, para limpar a passagem da água, ou através da serpentina concên-trica, como representa a figura inferior (B).

CONDENSADOR
CONDENSADOR

CONDENSADOR DO TIPO DE TUBOS CONCÊNTRICOS HORIZONTAIS

ENTRADA DO REFRIGERANTE GASOSO (QUENTE)

ENTRADA DO REFRIGERANTE GASOSO (QUENTE) SAÍDA DE ÁGUA QUENTE ENTRADA DE ÁGUA FRIA SAÍDA DO REFRIGERANTE

SAÍDA DE ÁGUA QUENTE

ENTRADA DE

ÁGUA FRIA

SAÍDA DO REFRIGERANTE LÍQUIDO (FRIO)

SAÍDA

D´ÁGUA

SAÌDA DO REFRIGERANTE

LÍQUIDO (FRIO) SAÍDA D´ÁGUA SAÌDA DO REFRIGERANTE ENTRADA DO REFRIGERANTE ENTRADA D´ÁGUA CONDENSADOR DO TIPO

ENTRADA DO REFRIGERANTE

ENTRADA

D´ÁGUA

CONDENSADOR DO TIPO DE TUBOS CONCÊNTRICOS EM FORMA DE SERPENTINA.

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O condensador de

ENTRADA DO VAPORES DO REFRIGERANTE SAÍDA DO REFRIGERANTE REFRIGERANTE SAÍDA DE ÁGUA ENTRADA DE ÁGUA
ENTRADA DO
VAPORES DO
REFRIGERANTE
SAÍDA DO
REFRIGERANTE
REFRIGERANTE
SAÍDA DE
ÁGUA
ENTRADA
DE ÁGUA
SERPENTINA OU
PESCADOR
REFRIGERANTE
RESERVATÓRIO
LÍQUIDO
CONDESADOR DO TIPO DE IMERSÃO

SAÍDA DE

ÁGUA QUENTE

ENTRADA DO REFRIGERANTE GASOSO QUENTE

SAÍDA DE REFRIGERANTE LÍQUIDO
SAÍDA DE REFRIGERANTE
LÍQUIDO

ENTRADA DE

ÁGUA FRIA

CONDENSADOR DO TIPO MULTI-TUBO

VISTA DOS TUBOS

VISTA DOS TUBOS

imersão, está forma- do por um reservató- rio, onde é instalada uma serpentina de água com suas cor- respondentes cone- xões, de entrada e saída. Ele tanto pode trabalhar no sentido horizontal como verti- cal. Deve-se ter a pre- caução de não utilizar este tipo de conden- sador em regiões onde a temperatura ambiente possa che-

gar aos 0ª C, pois a água pode congelar e estragar a serpentina, com a conseqüente entrada de água no sistema. O principal problema apresentado por este tipo de condensado r é a limpeza da serpentina, que, por não possuir tampas de inspeção, deve ser feita com a passagem de ácido clorídrico ou outra substância, em seu interior.

O condensador tipo multi-tubo está for-

mado por um tubo cilíndrico feito de chapa de aço e em seu interior, estão localizados vários tubos que permitem a passagem de água. Estes tubos são mantidos no local, atra- vés de uma chapa soldada em seus extre- mos e onde são instaladas tampas que per- mitem a limpeza do seu interior. Este tipo de condensador é muito utiliza- do junto a compressores de grande capaci- dade que usam o amoníaco como refrige- rante.

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Embora o seu emprego é relati- vamente moderno, especialmen- te nas instalações de ar condici- onado de grandes locais, o con- densador evaporativo apresenta uma grande eficiência, pois reduz muito o consumo de água. Neste tipo de sistema, uma cor- rente de ar criada por um ventila- dor ou forçador, circula através do condensador da unidade corres- pondente. Este condensador tem seus tubos molhados por um jato de água pulverizada. Ela é obtida pela condensação da umidade do ar que esfria o condensador e de- canta num reservatório localiza- do na parte inferior da unidade. Para manter o nível constante de água, utiliza-se, conforme mos- tra a foto, uma bóia do tipo pes- cador. Uma bomba de recircula- ção é encarregada de levar a água até o ponto mais alto e assim, ela

pode ser fornecida como chuva. Em outras palavras, este tipo de condensador, aproveita a pulverização da água e permite retirar grandes quantidades de calor por litro de água. O volume de ar circulando não é tão importan- te, pois com exceção do trabalho de movê-lo, não existe custo nenhum.

SAÍDA DE AR ABAFADORES CONDENSADOR AR
SAÍDA DE AR
ABAFADORES
CONDENSADOR
AR

BÓIA DETERMINA O NÍVEL DE ÁGUA

VENTILADOR

SURTIDORES DE ÁGUA

REFRIGERANTE

LíQUIDO DO

CONDENSADOR

REFRIGERANTE

QUENTE DO

COMPRESSOR

BOMBA

D'ÁGUA

ESQUEMA DE UM CONDENSADOR EVAPORATIVO

5ºC.

As torres de resfriamento de água classificam- se segundo o procedimento empregado para pro- duzir a circulação de ar em seu interior em : at- mosféricas, de convecção natural ou de convec- ção forçada. Estas últimas são as mais utilizadas na refri- geração por ser de dimensões muito reduzidas, permitindo, com o fluxo de ar que fornece o ven- tilador, uma performance muito eficiente em re- lação à quantidade de calor e às condições do ambiente. Na foto, mostra-se o aspecto físico de uma tor- re deste tipo. Nela, apresentamos um corte onde pode-se ver o revestimento externo, geralmente construído de placas de plástico ou aço protegi- do contra a ferrugem. Estas chapas são monta- das sobre uma estrutura de ferro. O ar aspirado pelo ventilador, passa através das persianas de entrada de ar , e o complemento que pode ser formado por varetas de plástico ou madeira, formando uma treliça que é atingida com a água quente pulverizada pelos esguichos.

TORRESDERESFRIAMENTO

Como foi indicado anteriormente, para recupe- rar a água de condensação em unidades frigorífi- cas, uma das soluções mais empregadas é a tor- re de resfriamento, onde o ar atua como recep- tor do calor que entra em contato com a água quente, vinda do condensador, e que volta a resfriar-se quando entrega o calor à atmosfera. A quantidade de água evaporada é relativamen- te pequena, pois para evaporar um quilograma de água à temperatura de funcionamento da tor- re, são necessárias 550 calorias, o que repre- senta a perda, por evaporação, de 1% de água por cada 5,5º C de resfriamento. Considera-se como muito aceitável, um resfriamento de água de 3º a

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Em seu trajeto, o ar passa através do separa- dor de gotas, formado, geralmente, por placas de madeira que, ao mudar uma ou várias vezes o sentido de fluxo, retêm as gotas de água, ofere- cendo a mínima resistência à passagem do ar. Por outro lado, a água, depois de atingir o com- plemento e esfriar-se, fica depositada numa ba- cia de cimento ou ferro, de onde ela pode ser aspirada novamente até o condensador. Na foto, mostra-se um modelo muito pequeno de torre de resfriamento com ventilador lateral e motor, na parte superior. Neste caso, a trans- missão, entre o moto r e o ventilador, é feita por meio de polias e correias.

TUBORECEPTOR

Este cilindro receptor ou reservatório de líqui- do, como mostra a foto, possui uma entrada (E)

e uma saída (S). Quando o tubo receptor é instalado na saída do condensador, o refrigerante que chega no es-

tado líquido atinge a parte inferior , e o vapor, a parte superior. O pescador, que se localiza no fundo do recep- tor, permite que somente líquido atinja o elemen- to de expansão. Ele é chanfrado, a fim de evitar

a sucção de partículas estranhas, que possam

estar depositadas no fundo. Esse tubo também é equipado com um filtro de fina malha de cobre. Os tubos receptores são utilizados nas unida- des comerciais para armazenar o refrigerante, quando necessitamos realizar uma manutenção ou no caso ter que trocar algum componente, que obrigue a deixar a unidade fora de serviço por um longo período de tempo. Como pode ser verificado na foto, em alguns modelos, a saída está instalada na parte inferior, eliminando-se assim, o pescador. Outras unidades têm o pescador instalado na posição horizontal, fixado à base da unidade con- densadora, obtendo-se assim, uma melhor dis- tribuição dos elementos no sistema. Estes reservatórios empregam-se nos tipos de compressor com condensadores refrigerados por ar ou água, em modelos com sistema de contra- fluxo. Nos condensadores esfriados por água, do tipo de imersão ou multi-tubo, o próprio condensador faz o serviço de reservatório de líquido.

TORRE DE CONVECÇÃO OU TIPO FORÇADO

TORRE DE CONVECÇÃO OU TIPO FORÇADO

1. SAÍDA DE AR 2. ESGUICHO 3. VENTILADOR 4. RESERVATÓRIO DE ÁGUA 5. MALHAS DE

1. SAÍDA DE AR

2. ESGUICHO

3. VENTILADOR

4. RESERVATÓRIO DE ÁGUA

5. MALHAS DE REFRIGERAÇÃO.

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CURSOCURSOCURSOCURSOCURSO DEDEDEDEDE REFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃOREFRIGERAÇÃO EEEEE ARARARARAR CONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADO

SEPARADORDEÓLEO

Como já foi visto anteriormente, os compres- sores têm uma determinada quantidade de óleo com a finalidade de lubrificar as partes em movimento. Quando o refrigerante é aspirado pelo com- pressor, arrasta certa quantidade de óleo e juntos, percorrem o sistema, finalmente retor- nando ao cárter. Quando o referido óleo passa ao condensa- dor junto com o refrigerante, e este é conden- sado, mistura-se com ele e percorre o siste- ma até atingir o evaporador. Como no evaporador é realizada a ebulição do refrigerante, em baixa temperatura, seus vapores dissolvem-se com parte do óleo en- contrado no líquid o e é arrastado até o com- pressor. Quando o óleo atinge o compressor, ele cai no fundo e, por um orifício, passa ao cárter. Nas unidades de baixa potência, devido a seu tamanho menor, a lubrificação do compres- sor não é tão crítica. Em compensação, nas unidades de grande porte, com grandes radia- dores com capacidade de reter grande quanti- dade de óleo, a lubrificação pode ficar com- prometida. Neste caso, a quantidade de óleo no evaporador reduz a performance ou rendi- mento frigorífico do sistema. Para evitar estes problemas, é colocado, na unidade, um separador de óleo localizado en- tre a saída do compresso r e a entrada do con- densador. Um separador de óleo é um recipiente de forma cilíndrica que possui duas malhas me- tálicas, também cilíndricas, um defletor e uma bóia.

Funcionamento O refrigerante, em estado gasoso e com alta pressão, sai do compressor e entra no sepa- rador, misturado como pequenas gotas de óleo. Nele, o fluido se depara com um grande espaço, perde a velocidad e e é obrigado a trocar o sentido de seu fluxo. Isto permite que as gotículas de óleo, que têm o seu peso específico superior ao do refrigerante, fiquem retidas nas paredes da malha metálica e finalmente, caiam no fundo do recipiente onde o óleo será alcançado pelo pescador.

ENTRADA VAPOR LÍQUIDO SAÍDA PARAFUSO
ENTRADA
VAPOR
LÍQUIDO
SAÍDA
PARAFUSO

SEM PESCADOR

PARAFUSO DE FIXAÇÃO
PARAFUSO DE
FIXAÇÃO

PESCADOR

TUBO RECEPTOR COM PESCADOR

DESCARGA DO COMPRESSOR DESCARGA DO CONDENSADOR SUPERFÍCIE DE CHOQUE DEFLETOR PESCADOR ÓLEO RETORNO DO ÓLEO
DESCARGA DO
COMPRESSOR
DESCARGA DO
CONDENSADOR
SUPERFÍCIE DE
CHOQUE
DEFLETOR
PESCADOR
ÓLEO
RETORNO DO ÓLEO
AO COMPRESSOR
COMPRESSOR
ENTRADA DE GÁS COM ÓLEO
GÁS LIVRE DE
ÓLEO
EVAPORADOR
RETORNO
DO ÓLEO
CONDENSADOR
SEPARADOR DE ÓLEO
SEPARADOR DE ÓLEO DE UM
SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO
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Para evitar que o fluido que entra saia direta- mente, e para reduzir a quantidade de óleo que será eliminado, é instalado um defletor, onde se choca a mistura de refrigerante e óleo. Este últi- mo é decantado no fundo ou na parte inferior do separador, enquanto o vapor de refrigerante pros- segue até atingir o condensador. Antes de sair do separador, o vapor atravessa uma malha metálica, onde fica retido o exceden- te do óleo. O óleo que ficou no interior do sepa- rador, sobe pelo pescador e abre uma válvula. Isto permite a passagem do óleo ao cárter do compressor através do tubo pescador. Quando o nível desce, o pescador também desce, fecha a válvula e corta a passagem de óleo. Como pode ser visto, tanto na saída do com- pressor como no separador, temos a mesma pressão. Como no cárter do compressor só temos baixa pressão, esta diferença de pressões per- mite a circulação de óleo do separador para o cárter sempre que necessário.

ser observado o corte de um filtro cilíndrico com os extremos feitos de tubos com rosca. Assim, ele pode ser conectado à linha do sistema. Em seu interior há uma malha metálica para reter as partículas estranhas ao sistema, depois, está o elemento desumidificador, que ocupa a totalidade do recipiente e na saída encontramos um outro filtro, com malha metálica menor que a primeira. Uma seta indica o sentido de fluxo do refrigerante. Este elemento deve ser instalado na linha de líquido e, por isso, deve ser fixado antes do dis- positivo de expansão. O refrigerante passa através do filtro depois de sair do condensador, no estado líquido. Se, depois de condensado, ele contiver água, ela de- verá ser retida pelo filtro e sua substância hi- groscópica. As substâncias empregadas, geralmente, nos filtros são o cloreto de cálci o e a silica-gel.

FILTRODESIDRATADOR

Quando foi estudado o ciclo de refrigeração, foi observado que o fluído refrigerante passa por vários estados físicos ao longo do sistema. É evi- dente que por isso, durante o trajeto que deve percorrer o fluido, ele não pode sofrer nenhum tipo de restrição.

Um tipo de restrição pode ser ocasionada pela formação de gelo, devido à umidad e e a baixa tem- peratura do refrigerante. A passa- gem do refrigerante pode ser total ou parcialmente reduzid a e a con- seqüência pode ser a diminuição do efeito frigorífico do sistema. Por isso, todo o sistema deve ter eli- minada a umidade do ar na hora de montar os componentes, por meio de um jato de ar seco. Tam- bém o refrigerant e e o óleo devem ser submetidos ao tratamento de eliminação da umidade. Com a fi- nalidade de proteger o sistema contra a presença de água, são in- corporados filtros que a retiram do sistema. Na foto da página pode

FILTRO

FILTRO

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FILTRO RESERVATÓRIO DESIDRATADOR DO LÍQUIDO CONDENSADOR VENTILADOR MOTOR VÁLVULA DE SERVIÇO DE ALTA PRESSÃO
FILTRO
RESERVATÓRIO
DESIDRATADOR
DO LÍQUIDO
CONDENSADOR
VENTILADOR
MOTOR
VÁLVULA DE
SERVIÇO DE
ALTA PRESSÃO
BASE
VÁLVULA DE
SERVIÇO DE BAIXA
PRESSÃO
COMPRESSOR

VALORES DO COEFICIENTE K (para condensadores)

Condensador de

Sem ventilação forçada

Com ventilação por ar forçado, velocidade dada em m/seg.

   

1,5

2

2,5

3

m/s

m/s

m/s

m/s

Tubos lisos

16

31

37

41

47

Tubos com aletas

8

16

19

20

24

TUBOS COM ALETAS PARA EVAPORADORES E CONDENSADORES

Tubos de

Dimensões das aletas e m mm

Separação ideal entre aletas em mm

Superfície lateral por m. Linear em m 2

1/2”…………………

65

x 65

10

0,25

5/8”…………………

75

x 75

12

0,30

3/4”…………………

90

x 90

14

0,35

1”…………………

100 x 100

16

0,40

30
30

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TUBOS DE COBRE PARA EVAPORADORES E CONDENSADORES LISOS

Tubo de

Diâmetro

Superfície

Peso por

externo

externa por

metro linear

em mm

metro linear em m 2

em Kg.

1/4”…………………

7,5

0,0235

0,18

3/8”…………………

10

0,0314

0,25

1/2”…………………

12,5

0,0393

0,32

5/8”…………………

16

0,0503

0,42

3/4”…………………

20

0,0630

0,53

Para utilizar estas tabelas de forma prática abordaremos de modo simples o cálculo da superfície e comprimento de um condensador.

Exemplos:

O evaporador de um sistema de refrigeração tem uma capacidade de 20.000 Kcal/dia; a

temperatura de ebulição do refrigerante empregado é de –5º C e a temperatura ambiente de condensação é de 15ºC.

1. Calcular a superfície e comprimento necessário de um condensador do tipo serpentina formado por uma tubulação de cobre liso de ½” ventilado por uma convecção de ar natural cujo fator “K” é de 1 6 e a superfície por metro linear (V.T. = valor tabela) é de 0,0393 m 2 .

2. Fazer o mesmo cálculo para um condensador de tubo aletado de igual diâmetro, ventilado por uma convecção de ar forçado, cuja velocidade de ventilação é de 3 m/s. O valor do fator “K” é de 24 e a superfície por metro linear (V.T. = valor tabela) é de 0,25 m 2 .

DESENVOLVIMENTO

Capacidade do condensador:

Q

Q

= 20.000 Kcal/dia · 1,28 = 25.600 Kcal/dia

= 25.600

Q

24

= 1.066 Kcal/H

1. S = ?

L=?

Q = 1.066 Kcal/H

t1 = 15ºC t2 = -5ºC

K = 16

V.T.= 0,0393 m 2

S=

Q

ATº · K

Tubo liso ½” Convecção natural

Tubo liso ½”

Convecção

natural

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Atº = t1 – t2 Atº = 15 – (-5) Atº = 15 + 5 Atº = 20 · C

 

S

= 1.066 20 · 16

S

= 1.066

 

320

S

= 3,33 m 2

 

L= S

V.T.

L

= 3,33

 

0,0393

L = 84,7 m

2. S = ?

L=?

Q = 1.066 Kcal/H

Atº = 20ºC

K = 24

V.T. = 0,25 m 2 S= Q Atº · K S = 1.066 20 ·
V.T. = 0,25 m 2
S= Q
Atº · K
S
= 1.066
20 · 24
S
= 1.066
480
Tubo aletado ½” convecção forçada 3 m/s

Tubo aletado ½” convecção forçada 3 m/s

S = 2,22 m 2

L= S

V.T.

L = 2,22

0,25

L

= 8,8 m

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EEEEE ARARARARAR CONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADOCONDICIONADO 33
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