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DECALOUEDAPLACADECIRCUITOIMPRESSO i PARAVOCECONSTRUIREMONTARO

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RADIOAM DE 6 TRANSISTORE

d-\}ff'

)e mais

CURSOPRATICO

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InstitutoNacionalCIÊNCIA

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ELETRONICA!

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ELETFUMEN

TETNL

r ARTIGODE CAPAo

RádioAMdeôtransmissores.

 

.

.

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o CURSOe

Liçãone1

 

-

Correntee tensãoelétrica- Geradorese

 

circuitos

 

26

 

a) Correnteelétrica,tensãoe resistência;

 

b) Os geradores;

 

c) Conversãode energiaelétrica;

d) LEDse lâmpadas;

e) LigaçõesSériee Paralelo;

f) O circuitoelétrico;

g) Interruptorese chaves;

h) Efeitomagnéticoda corrente.

-Experiênciase

!.

r.

i

35

 

1)AcendendoumLED;

 

2)

InÍlaÌnandoumaesponjadeaço;

3)

Eletro-ímãexperimental;

4)

Geradorexperimental;

-A

soldagem

.

.

.

.

.

.

36

-Dessoldando

 

37

 

-A

matrizde contatos

38

o MONTAGENSo

Seqüencialde4canais

 

16

Transmissorsembobinas

ODip-meter

2Temporizadores.

19

48

52

Ne21,/1990

o ELETRONICA JUNIOR I

Descobrindopequenosmotores

Miniprojetos:

-Osciladordepotênciaintegrado

-ProteçãoCrowbar

-lnterruptôrsinalizado

-Triolicadordetensão

-Eliminadordefantas.mas

 

57

59

"

59

,

60

62

61

o DIVERSOS o

EspeciallV - Componentes,SÍmbolos & Funções Correiodoleitor

SintonizandoOndasCurtas

-ClubesDXnoexterior(Partell)

I

14

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EDITORA

SABER LTDA.

Diretores Hélio Fiaipaldi, TherezaMbzzaíoCiampi Fittipaldi

GerenteAdministrsúivo

Nestaediçãopublicamosa primeira liçãode
NOSSOCURSOPRÁTICODEELETRÔNICA.dESti-

nadonãosóàqueles quetêmagora0seuprimeiro

contatocomaeletrônica,assimcomoaosprinci-

piantesquedeseiamaproÍundarseusconheci-

mentose mesmoàqueles

umareciclagemdessesconhecimentos.Este

cursoécompacto,semdeixardesercompleto-

compõe-sede18lições,númerosuficientepara

apresentartodososconceitosessenciais.Além

deumcertonÍveldeaproveitamento,asoutras

matériasdarevista passam a complementaro

cutis0.

Égrandeo númerodelertoresdaEletrônica Totalquecertamenteirãotirargrandeproveito destecurso, pois,emborapossamterconheci-

que necessitemde

EduardoAnion

TOTRL

Diretor

HéIio Fittipaldi

Diretor Técnico Newton C. Braga

Editor

A. W. Franke

I)epartamento de Produção Diagramação e Arte Final:

Responsável

Celma Cristina Ronquini Desenhos:

Belkis Fávero, Roseli Uemoto, JoséRubens Aparecido Ferreira Fábio JoséM. P. do Amaral

Publicidade Maria da Glória Assir

Fotografia

Cerri

Fotolitos

Studio Nippon

Margraf

mentosdeeletrônica,talveznãoostenhamrece- Impressáo

bidodemaneiraordenadaesistemática,comla-

cunas quepoderãodificultar,muitasvezes,0en-

tendimentodoquepublicamos.

W. Roth& Cia. Ltda.

Distribuição Brasil: DINAP Portugal: Distribuidora Jardim Lda.

elprnôNrcl

rorAl

(rssN0r03- 4s6o)é,

Damostambém,nestaediçã0,adescriçãode

umrádioAMcom6 transistores,deótimode- sempenhoe utilizandomateriaisfacilmenteen- contradosnomercado. Parafacilitaraindamaisa montagem,oferecemos,afixadoà capadesta ediçã0,umdecalqueparaa confecçãodaplaca decircuÍtoimpressodestereceptor.

uma publicação mensal da Editora Saber Ltda. Redaçâo, administraçâo, publicidade corrs- pondência: Av. Guilherme Cotching, 608, lgan- dar - CEP O2ll3 - Sto Paulo - SP - Brasil - Tel. (Oll) 292-6600. Números atrasados: pedidos à

Caixa Postal 14.427 - CEP 02199 - São Paulo - SP, ao preço da rúltima edição em banca mais des-

pesaspostais.

Os artigos assinadosúg de exclusiva responsabili- dade de seusauúores.E vedada a reprodução total ou parcial dos textos e ilustrações desta Revista, bern como a industrialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias oriundas dos textos men- cionados, sob pena de sanções legais. As consultas écnicas referpntes aos arúgos da Revista deverão

ser feitas exlusivamente partamento Técnico).

poÍ

cartâs (4./C do De-

Franke

reMBRODA

ti#

RádioAM de 6

transistores

Nestaediçãoiniciamosa publicaçãode um curso prático de eletrônica,destinadoaos principiantes

de pouco ou nenhumconhecimentodo assunto NemÍodos

e gõstariamde receberuú projeto de fácil execuçãoe

púeitamente nestacategoria,

adicionaté o decalqueda

facilita sobremaneiraa confecçãodessaplaca.

um projeto didático e ao mesmotempo de

o d" eletrônicadestenúmero, dentro de muito poüco tempo estarãoem condiçõesde obter

são, porém, principiantes "absolutos"

bom desempelho.Esterádio seenquadra

pois, alia um projeto decircuito comercialà simplicidade.Uma ajudo

placade circuito impressoque vem afixado na capadestarevistae que

Issotudo, torna o aparelho, que ora apresentamos'

grandeutilidade prática. Mesmoos que estãoiniciando

"uìro

bons

resultadoscom a montagemdesteradinho de ó transistores.

NewtonC. Braga

Montar um rádio deAM "de verdade"podeser

o sonhode muitosde nossosleitores.Aproveitando

o desejode muitos de nossosleitoresem montarem

um rádio "de verdade" que tenha desempenhocom- parado aosmelhorestipos existentesno mercado,da- mos um projeto que realmentevai satisfazera todos. Como presenteadicionalentretanto,alémda qua- lidadedo projeto,damosa possibilidadede seconse-

guir a parte "mais difícil", de uma forma imediatae

segura:a

um decalque,damos já pronto para o leitor transferir paÍa a placa de circuito impressovirgem, o padrão

correspondentea esterádio e depoisrealizarsuamon-

tagemde forma rápida. Todos os componentesusadossão de baixo cus- to existentesno mercadoespecializado.Os ajustessão simplese o rádio funciona com apenasduas pilhas comuns.O baixo consumodecorrentedo circuito pro- porciona uma excelentedurabilidade para as pilhas usadas.

A montagemde um rádio deAM com ascaracte-

rísticasindicadastem inúmerasvantagens,Uma delas

é o fato de que setrata de aparelhode excelentede-

sempenho,com circuito equivalenteaostipos comer- ciais. Sua realizaçãotem um aspectodidático muito

grande: os alunosde cursostécnicosteriam nesterá- dio a possibilidadede aprender na prática como se monta, como seajustae eventualmentecomo serepa- ra um rádio comercialtípico!

Se bem que o rádio possua6 pontos de ajustes

(como os rádios comerciaistípicos), a aquisiçãode

componentes pré-ajustadospraticamenteeliminaa ne- cessidadede seusar instrumentosespeciaisnestaope-

ração.Uma simplesferramentade ajustee a suareali-

placa de circuito impresso' Na forma de

zaçãode "ouvido"

lho ao melhor rendimento.

é suficiente para levar o apare-

A própria caixa em que será alojado o circuito

poderáserelaborada pelo leitor. Além da possibilidadede se usar uma caixa de um velho rádio que não tenha mais possibilidade

uma cai-

de

xa para suamontagem.Não só uma caixacom "apa- rência" de rádio pode serusadacomo até mesmoal-

go mais criativo como por exemplo um brinquedo, um porta-jóiasou atémesmoum objeto dedecoração.

reparação,o leitor também pode "criar"

A montagem é suficientementecompacta para

permitir a utilizaçãodecaixasdepequenasdimensõès.

Características:

Tensãode alimentação

Consumocommáximovolume Faixade freqüências FreqüênciaIntermediária Númerodetransistores ,,,

Potênciadeáudiomáxima ' ' 50mW

correntemínima

3V (2 pilhaspequenas)

35mA

' 520a 1600kHz

'.'

' "

'-455kH,z

'.'

'.'

'

6

(aprox')

".5 mA

COMO FUNCIONA

A maioria dos rádios comerciaismodernosé do

tipo "super-heteródino". Estetipo de circuito conse- gue excelenteseletividadee sensibilidadecom poucos componentese ajustes.Entendercomo funciona um

receptorsuper-heteródinocomo

entendercomo funciona

de rádio e com issoestarpreparadopara suamonta-

gem ou reparação.

o que descrevemosé

praticamentequalquer tipo

Na figura

I temos um diagrama de blocos de

do qual daremosuma

um rádio destetipo, a paÍtir

explicaçãoresumidado

Os sinais

princípio de funcionamento.

emitidos pelasestaçõesde AM na fai-

xa de 520a 1600kHz sãocaptados pela bobina com núcleo de ferrite, que funciona como uma antena.

Esta bobina, juntamente com o capacitor variável, forma um circuito r€s$onanteque pode ser ajustado para respondersomenteà freqüênciada estação que queremosouvir. O sinal selecionadoéaão levado à etapaseguintedo receptor,queconsisÇm oscila-

dor-misturador.

Para entendercomo funciona este circuito, va- mos supor que tenhamos sintonizado um sinal de uma estaçãona freqÜência de 1000kHz.

O variável do receptor é'duplo, de modo que,

ao mesmotempo que o ajustamospara sintonizares-

ta freqüência com a bobina de antena, sua

segunda

secção,ligada em paralelo com outra bobina, a ajus-

ta para que o circuito oscileem 1455kHz.

O r$ultado é que o sinal captado de l0ü) kHz

é misturado ao sinal de 1455kHz de modo a produ- zir doisoutrossinais,num fenômenodenominado "ba- timento". Um dos sinaiscorrespondeà soma das freqüên- cias, ou seja,2455 kHz e não nos interessa.O outro

sinal, entretantotem uma freqüênciaigual à diferen-

ça, ou seja, 455 kHz que é justamente a freqüência

na qual estásintonizadaa bobina ligada na saídades-

teestágio.Estadiferença,denominadaFI ou

cia intermediâna" é constante para qualquer sinal

que sejasintonizado. Por exemplo,sesintonizarmos6(X)kHz o oscila- dor gera I O55kHz, de modo que a diferençade 455 kHz semantém.

Com isso, a FI só precisaser ajustadauma vez para455kHz e estaráautomaticamentepreparadapa- ra recebero batimentode qualquer sinal que sejasin- tonizado.

A partir daí, o sinalde FI mantémascaracterísti-

cas do sinal original captado e pode ser amplificado

facilmentepelas etapassçgüntes,que possuem bobi- nasajustadaspara uma freqüênciaúnica: 455kHz. Estas etapas além de um excelente rendimento naamplificação,tambémproporcionam uma boasele- tividade (capacidadede separaçãodas estações). Receptorescomerciais costumam ter de I a 3 eta- pas de FI. Nossorádio utiliza 2 etapascom exclenteganho.

"freqüên-

O sinal retirado da última FI consistenuma alta

freqüênciamoduladaem amplitude, transportandoo

som original captado pelos microfonç

Este sinal precisa ser detectado, por isso é enviado a

uma etapa detectora que tem por baseum diodo. Este diodo separa a modulação (sinal de baixa

freqüência ou som) da pogadora de alta freqüência.

O sinal de áudio ou r,bm é então levado ao con-

trole dê volume e então.Êplicado à primeira das eta- pas de áudio do rádio.

' ' O número. dasetapasde áudio dependeda potên- cia e tipo de aparelho. No nossoçasoteilros duas etapasde excelentefi- delidaile *-.

da estação.

A püra

de alta-fidÜtade

é um driver e

a segunda uma saída

em simetria complementar.

tl

CONÍROLE DE

VICLUME

Numa aplicaçãoportátil, em que normalmente

seusa um alto-falantepequeno(5 cm), a capacidade de reproduçãodo som fica limitada, pois praticamen-

te não temossonsgraves.

No entanto,seo leitor usarum alto-falantemaior de l0 a 20 cm colocadonuma pequena caixa acústi- ca, o leitor vai perceberque a etapaem questãopro- porcionaumaexcelentequalidadede som.

pilhas pequenas,

mas nada impedeque o leitor use2 pilhas médiasou grandes,casoem que suadurabilidadefïcará prolon- gada.

O circuito é alimentado por 2

MONTAGEM

Na figuras2 damoso-diagramacompletode nos- sorádio.

A placadecircuito impressotem seudesenhoda-

do na figura 3 e correspondeao de'calquequeensina- remosmais adiantecomo o leitor deveusar.

A disposiçãodoscomponentesna placa é mostra-

da na mesmafigura.

O principal cuidadoque o leitor devetomar com

a montagemrefere-seàs posiçõesdos transistorese

dos pequenostransformadoresde FI e oscilador.Ob-

serveascoresdos núcleosde ajustequedão a posição de cadaum no circuito. Não mexa nos ajustes destestransformadores, de modo algum! Eles vêm previamenteajuqtadosde

fábrica,

permite que seconsigao bom funcionamentodo rá- dio. Se forem tirados desteponto de ajuste, depois

ficará muito difícil para o leitor, sem instrumentos de prova, conseguirajustar seurádio. Os resistoressãotodos de l/8 W e os capacitores podem ser cerâmicosou pbüéster iegundo a função

e a indicaçãode lista de material. Os capacitoresele- trolíticos sãopara 3V ou mais. Os transformadoresde FI são de tipos usados em rádios comerciais nacionais, de modo que podem serencontradoscom facilidade naslojas decomponen- tes que trabalham com material de reposição. Seo leitor pedir na loja por um jogo de FI e os-

cilador para

berá do que se tratâ, se bem que a utilização dos ti- pos e marca indicados na lista de material seja a ga-

rantia de que o aparelho que o leitor vai montar sai-

rá igual ao protótipo.

Pode ser até que o leitor tenha algum rádio AM "quebrado" de onde possatirar e experimentar estas bobinasnestamontagem. Neste caso, entretanto, teste com o multímetro osenrolamentos,verificandosenãoestãointerrompidos.

de modo que apenasum pequenoíetoque já

rádio AM com 7 mrn, o vendedor já sa-

ELETRÔNICATOTALN9 21190

O variável é do tipo AM com as dimensõesque

correspondem à placa. Os três furos destecomponen-

te devem corresponder aos existentena placa.

Aproveite para adquirir o Knob (botão plástico) e o parafuso de fixação, quando for comprar estecom- ponente.

Os transistores são de tipos comuns que podem

ser encontrados com facilidade e até admitem equiva- lentes: para o 8F494 pode ser usado o 8F254 e para

o BC548 pode ser usado o 8C238. Para o 8C558 o

equivalente recomendado nestecircuito é o 8C308.

Dl é um diodo de germânio que pode ser pratica-

mente de qualquer tipo e para D2 e D3 podem ser usa-

dos os lN4l48 ou equivalentescomo o lN9l4.

é do tipo retangular (chato) para a

A bobina Ll

faixa de AM e também pode ser encontrada pronta

nas casas especializadas. Um suporte para esta bobi- na, que tannbém pode ser adquirido nas casasespecia- lizadas, serve para sua fixação na placa. Observe na figura a ordem de ligação dos fios.

Se o suporte não for conseguido, prenda a bobi-

na com dois elásticos, mas nunca use fios desencapa-

ELETRÔNICATOTALN921l90

84_

D]

rN6o

qiór.

dosparaestafinalidade,poiselesformarãoumaespi-

ra em curto queafetaráo funcionamentodo rádio. Observequena placaexistetambémum jumper

que é feito com um pedaço de fio comum

duastrilhas. O potenciômetrocomchaveé detipo convencio- nalmenteusado em rádios pequenose que portanto pode serencontradocom facilidade. Para as pilhasseráprecisousar um suportee o

alto-falante recomendadopara uma montagemcom- pactaé o de 4 ou 8 ohms x 5 cm.

unindo

PREPARAçÃO n,l

PLACA

Corte inicialmenteuma placaretangularde cir- cuito impressovirgem nas dimensõesque correspon- dem à placa de nossorádio. Limpe-a bem com um pedaçode Bom-Bril, até que o cobre fique brilhante, semsinalde óxido ou suieira. Eviteo contato.orytor dedosna pflcobreada para que a gordura não afetea corrosãoo.iladerência do decalque.

'c

Depois,pegueo decalque e apoiecuidadosamen-

te no lado cobreado da placa e com uma caneta esfe-

rográfica ou ainda algum objeto de plástico com ta arredondada,vá transferindo o decalque.

Observe que a posição do decalqueé tal, que a parte mais escurafica em contato com a placa.

pon-

A transferênciaé feita esfregandoe pressionan-

do o objeto ( canetaou outro objeto ) na parte que

sedesejatransferir, conforme mostra a figura 4.

LADO COSREADO

PARA CITA

5

_

ESFRE6AR

COÍII AS

"COSTAS

,DA

CANEÍA

ESIIALÏE OE UÍìITIA PARA CORRI6IN A

Façaissocuidadosamentecom todosos símbolos

do decalque,semmexê-lo,ou seja,semtirar de sua posição.Depois,vá levantandocuidadosamenteo de-

çalque

parte não "pegaÍ" volte imediatamenteao clecalque,

colocando-oem pqsição de transferênciae passea ponta da caneta.Tiansferido totalmenteo decalque, façauma inspeçãovisual, para ver senão ficaram fa- lhasou interrupções,como mostra a figura 5. Falhasou interrupçõespodem sercorrigidaspas- sando-secuidadosamenteum pouco de esmaltede unhasno locâI, conforme mostra a.mesmafigura. Feita a transferência,leve a placa ao banho de percloreto, deixando-aatéqueaspartes cobreqdasex- postas sèjamtotalmentêcorroidas.O tempo de corro- sãodepenjEda concentraçãoe idadeda solução,po- dendovailentre 15minutose I hora.

parâ que a transferênciaocorra. Se alguma

O intëÍessanteé realizarum rnovimentooscilató-

rio na banheira,de modo a eliminar bolhas(a placa

BANHEIRA

pr-Ástrca

LAOO

COBREAOO

6

soluçÃo PARAcrRcurro

IMPRESSO ( PERCLOREÍO DE FERRO)

pode ficar com a parte cobreadapara cimd, para maior facilidadede verificação)e forma.r ondas que aceleramo processode corrosão(figura6). Feita a corrosão,lave a placa ep.água correntei retirando todos os resíduosde perclqreto. Depoisremova o decalquecom uma esponjade aço, e lave novamentea placa para deixar expostas apenasas trilhas cobreadassegundoo nossopadrão. Imperfeiçõesdastrilhas poderãosercorrigidasposte- riormentecom solda. Terminadaa elaboraçãoda placa,procedaà fura- ção começandopelos furos pequenospara os termi- nais dos componentes. Para os furos maiores, faça antesum furo-guia mais fino e depois,com brocasmais grossas,vâ alar- gando-o.

LISTADE MATERIAT

01.Q2.Q3- BF4g4- transislorde RF

Q4,Q5- 8C548- transistorNPNde usogeral

Q6 - 8C558- transistorPNPde usogeral PÍ - lOKO- potenciômetrominiaturacomchave CV- VariávelminiaturaoomduasseçõesparaAM 81 - Bobinaosciladoraoaraondasmédias- SOAR- 1 .' - 7038ou equivalente (vejatexto)- veÍmelha r 82 - Bobinade Fl - Toko4542ouMitsumi2050(branca)

'84

- Bobinade Fl - Toko4548ou Mitsumi2051 (verde)

- Bobina de Fl - Toko 4033 ou Mitsumi 2052 (p(ela)

D1 - 1N60ou 1N34 - diodode germânio D2,D3 - 1N4148- diodosde silício L1 - Bobina de antena - Nichiden O1D022 FTE - alto-Íalantede 4 ou 8 ohms R1 - 4,7 KOX 1/8W - resistor(amarelo,violeta,vermelho) R2 - 150K0 X 1/BW - resistor ( marrom,verde,amarelo)

n3 - 22KOX1/8W - resislor(vermelho,vermelho,laranja) R4- 100KOX 1/8W - resislor(marrom,preto,amarelo)

B5- 82 ohmsX 1/8W -

- 8,2KOX 1/8W - Íesistor (cinza,vermelho,vermelho) R7- 470ohúsX1/8W - resistor(amarelo,violela,marrom)

RB- 47 K0X 1/8W - resistor(amarelo,violeta,larania)

R9- 330ohmsX |/8W - Íesistor(larania,laranja,marrom)

Íesistor(cinza,vermelho,pÍeto)

C1;C2-

10nF - capacitorescerâmicos

C3,C4-

10pF - capacitoÍeseletrolítiios

C5,C6,C7,C8- 22 nF, - capacitorescerâmieos

Cg - 4,7pF - capacitoreletrolítico

C10- 100pF - capacitoreletrolítico

Diversos:placade circuitoimpÍesso,suporteparaduas pilhas,fios,solda,caixaparamontagem,Íios,solda,etc.

i'

ELETRON|CATOTALN?21l90

Tomemuito cuidado,não forçandoa broca,pa- ra quea placanão rache. Depoisdissoé sómontar o rádio. O corteparao potenciômetro é opcional.Sefor usar o tipo indicadona relaçãode material,faça o cortecom uma serrinhabem fina, com muito cuida- do. Ou, useum potenciômetro comum,puxandofios do ponto de ligação,conformemostraa figura 7.

7

b) Em seguida,sintonizandoa mesmaestação, ajusteo primeirotransformadorde FI (82) com nú- cleoamarelo,atéobtero sinalcommáximaintensida- de.Ajusteemseguida,como rádionamesmaestação, as bobinas 83 e B4 (branca e preta) para obter o melhorrendimentodo rádio.

c) Gire agora o eixo do variável todo para a di-

reita, de modo a sintonizaruma estaçãono extremo superiorda faixa.

rRIMM€R

( o5c ILAOORA)

]OT COM CHAVE

LIGAÇAO

DE UM

potgncrõuerRo

coMUM

AJUSTES

Ligando o rádio após a montagem, já devem ser captadasas estaçõesmais fortes da localidade. Se na- da for ouvido, o leitor deve verificar todas as soldas. a colocação de transistorese bobinas e os valores dos componentes usados. Se o rádio jâ "pegar" alguma coisa, o ajuste "de ouvido" é feito com chave plásti- ca da seguinteforma:

a) Gire o eixo do variável CV todo para a esquer- da e procure uma estação em torno de 550 a 600

kHz.

(vermeìha) até que esta estação fique na freqüência certa, ou seja, de acordo com a marcação do botão,

tomando como base um rádio

Ajuste então o núcleo da bobina osciladoraBl

iá calibrado.

8

Compare sua freqüência com a de um rádio

calibrado e senão coincidir, ajuste o trimmer da osci- ladora no variável (figura S).Estetrimmer é facilmen-

te identificado, pois quando atuamos sobre ele a esta-

ao contrário do trimmer.de antena que

ção "foge",

lazcom que a estaçãotorne-se mais fraca ou mais forte.

d) Ajustado o trimmer do oscilador, movimente

o núcleo da antena para obter maior intensidade de sinaÌ (Ll). Sintonize em seguida uma emissora fraca no extremo superior da faixa, entre 1500e 1600kHz e ajuste o trimmer de antena para obter a máxima in- tensidadede sinal.

e) Volte a sintonia para o extremo inferior e dê

um

rela). Feitos os ajustes é só fazer a instalação definiti- va numa caixa e usar seu radinho.

retoque na sintonia das FIs (branca, preta e âma-

BOBIÍIA OSCITADORA

Em princípio nosso ródio foi projetodo para acei-

tar proticomente qualquer bobina oscilodora de 7 mm

pora

alguns Íipos possuem umo disposiçiio

de terminais

que parte

placa, outra parte tem um dos enrolamentos invertido em relação ao projeto.

Como o que desejamos é que o leitor use a bobi-

à nossa

a faixo

de ondas mëdias.

No enÍanto,

diferentes

do previsto,

isto é, enquanto

das bobinas

se adapta perfeitamente

na que encontror

de, ou mesmo aproveitada

não funciona mois, pode ocorrer do tipo que se tenha em mdos seja o "inveríido". Neste caso, o leitor não

precisa se preocup.ar. Basta fozer uma modificação na placa (que é mostrada na figura ao lado).

com mais facilidade

de algum

em suo localida-

radinho

que

Com uma faco

ou outra Íerramenta,

corte as trí

Ihas nos pontos indicados, faça as pontes com pedaços de fio descascado e monte o resistor Rl por baixo da

placo

tor

serd

funcionará.

com pedaços

RI

por

baixo

"invertido"

de fìo

da placa

de acordo

descascado e monte

e pronto:

com

o

o

resis-

o setor oscilador

e

rúdio

o bobina.

Mas, como saber se está oscilondo e se um even- tuol problema é na bobina oscilodora? Simples: basto

lígar um fio

que funcione. Se a etapa oscilodora estiver funcionan- do você capíará seu sinal no radinho "bom". Se nada ocorrer, ou a bobina estd ruim, ou é do tipo que preci- so ser "invcrtirlrt".

e na antena de um ródia

no coletor de QI

CORTES

PONTE

ELETRÔNICA TOTALN?21l90

I

EspecialIV

Component€s, SÍmbolosA Funções

Resistores,crpacilores,indutorese trrnsformadoressãocomponentesqueseenquadrtm.lrumgrupodenominado

frequêncianosaparelhoseletrônicos.A maioria doscomponentesenconÍrados

nos divercosaparelhoseleÍrônicospertenc€ a estegrupo. Nos Írês primeiros artigosdestasérieanalisamosestes

componentes,falandoum poucode sugsfunçõese de seussímbolos.Dandoprosseguimentoa estasérie,falaremos dealgunsoutroscomponentesque.também sãopassivos,poisnãoamplificamsinais,masqüejá aparecememmenol quantidrdenosapudhos emgerd. Estessãoostansdutorrs, oudispositivosqueconvertemumaformadeenergiaemoutÍa.

"ptssivo"

e querprrscem com grande

NewtonC. Braga

ALTO.FADANTES

Os alto-falantessão trandutores que convertem energiaelétricaem energiaacústica,ou seja, sons.O alto-falante mais usado é do tipo de bobina móvçI, que tem a estrutura básica e símbolo mostrados na figura l. Nestecomponente , temosuma bobinaque éenro- ladaemuma forma quepodemovimentar-selivremen- te sobre uma peça de metal que é polarizada sob a ação de um forte imã. No movimento, esta bobina podeempurrar para frente e para trás um conede pa- pelão. Quando uma corrente elétrica alternada, que

correspondaa um sinal de áudio, circula pelabobina, écriadoum campomagnéticoqueinteragecomo cam- po da peçainterna, fazendoapareceruma força que pode empurrar ou puxar o conjunto. O resultadoé que, com a movimentaçãoda bobina para frente e para trás, acompanhandoas variaçõesda corrente,o cone produz ondas de compressãoe descompressão do ar, ou seja,som. Como toda a estruturamecânica,os alto-falantes tendema vibrar com maior intensidadeem determina- dasfrequências.Assim, em função de seutamanhoe construção,os dto-falantes podemreproduzirmelhor determinadasfrequências.

mncuulçÃo

:--5OOH'

Fig. 1 -

-

PEÇA POLAR

V

st'maolo

Vista em corte de um alto-falante comum.

2OOOHT

Fig. 2 - Regiõesde reproduçõo dos sonsde dderentes freqüencias.

etrtRôHrcerorAl N:22190

Na figura 2 temos ás posiçõesaproximadasem

que os sonsde diferentesfrequênciassão reproduzi- dos no conede um alto-falante. Por estecomportamento percebemosque,sedese-

jamos ter um rendimento maior na

sonsde baixasfrequências (graves)o conedo alto-fa- lante precisaser de grandediâmetro' Como na prática não é muito fácil conseguir um alto-falante quereproduzacom eficiênciaigual to-

da a faixa de frequênciasaudíveis,os fabricantesde caixasacústicascostumamequipá-lascom alto-falan- tesespeciais,cadaqual construídodemodo a.reprodu- zir uma faixa mais estreitade sons. Temos então os "tweeters", que são destinados

reprodução dos

à reproduçâodos

os "mid-ranges"

e os "'woofers"

reproduçãodos

Observena

diferentes quanto ao

Para a reproduçãosemgrandefidelidade, como

ocorreemaparelhosmaissimplestaiscomorádiostran-

sistorizados, pequenosgravadores,etc, um único al- to-falante pode cobrir uma faixa de frequênciasque

possibiliteuma audiçãorazoâvel.

sonsde alta frequênciaou agudos, quesãodestinadosaossonsmédios,

que são os alto-falantesdestinadosà

sonsde baixasfrequênciasou graves'

figura 3 que estesalto-falantessão bem

tamanho.

Estes são os alto-falantes que mais usamosem

projetos simples

que necessitamde um sistemareprodutor de grande

fidelidade.

Em funçãodisso,podemoscontarcom alto-falan-

que envolvem som, e não aqueles

tes cujas dimensõesvariam de 2,5 cm até mais de 80

cm. Além do tamanho do alto-falante que pode ser

dado em centíniêtrose eventualmenteem polegadas (lembrandoque uma polegadavale25,4mm), as suas

característicaselétricastambém precisamserespecifi- cadasnum projeto. Temosduascaracteristicas principaisa seremcon- sideradasnum alto-falante:

a) Impedância:a

bobina de um alto'falante, por

poucasespirasde fio (normalmente

ser formada por

grosso),apresentauma resistênciaà correntecontínua praticamentenula (figura 4). No entanto, os alto-falantestrabalham com cor- rentesalternadase a presençadeuma bobina faz com que estesapresentemuma oposiçãoà sua circulação que dependeda frequência.Destaforma, as caracte- rísticaselétricasde um alto-falantesão dadasem ter- mos da impedância que ele apresenta,normalmente no ponto mais baixo da curva de resposta,conforme mostra a figura 5.

ÍWEEÏER

( AGUoOS)

XID-

(

lrÉoros)

RANGE

WOOFER

( GRAVESI

Fie. 3 - Diftrentes tipos de alto-Íslqntes.

Fig. 4 - Medida de resístêncioda bobina' de um olto-folonte-

RESSONÃNCIA

- RESSONÂNCIA

IMPEDANCIANAISBAIXA)

Fig. 5 - Corocterísticadeum alto-falante comum.

4n

Z=Z1+Z24Z3

ttL'

tfLt

a

ttLl

Fig. 6 - Ligações de alto-folontes.

Esta impedânciaé dada em ohms e valorestípi- cosestãona faixa dos3,2 aos8 ohms. b) Potência:estevalor, indicado em watts refere- se à máxima potênciaque podemos aplicar a um al- to-falantesemqueocorra o risco de queelesedanifi- que. Os danos que podem ocorrer se uma potência maior de sinal for aplicada,vão desdeo rompimento da bobina até deformaçõesno coneou outras part€s mecânicas.Veja que, setivermos um alto-falante de l0 watts isso não signifïca que ele produza l0 W de som em quaisquercondições.A potência sonoraque obteremosdele dependedo amplificador, que deve ter no máximo l0W. Quando ligamosalto-falantesernconjunto, a im- pedânciafinal obtida dependedo modo da ligação(fi- gura 6). Na ligação em série(a) as impedânciassão somadas,e na ligaçãoem paralelo (b) a nova impe- dânciaé calculadapelafórmula: l/Zl + l/22 : l/Z Como os alto-falantessão transdutoresde baixa impedância,os circuitos em que elessão ligados de- vem apresentarasmesmascaracterísticas.Assim, nos amplificadorescom saídasde baixa impedânciaco- mo os que empregamtransistoresna configuração de coletor comum ou simetria complementar,a liga-

ção

pedância,como os queempregamválvulasou transis- tores na õonfiguraçãode emissorcomum, é preciso fazersualigaçãoatravésde um transformadorde saí- da (figura 7). Para circuitos transistorizadosos transformado- res possuemimpedânciastípicas de primário na fai- xa de l(D a 20ü) ohmse de secundáriode4 a 8 ohms.

é direta. Por outro lado, nos circuitosde alta im-

TRANSFORÍÍADOR

DE

sAÍOA

"l

TRAN9FORMADOR

qF

SÂIDA

I

I

I

lm" I

Fig. 7 - Circuitos com tranformadores de saído.

ELETRODOS

DIAFRAGI'A

TERMINAIS

Fig. 8 - Estrutura de um microfone de carviio.

MICROTONES

A função de um microfone é captar sinaisacústi-

cos (sons) e a partir deles gerar sinais elétricos que possÌürmasmesrns características,ou seja,freqüência

e forma de onda. Os microfones sáo também trans-

duí rres eletro-acústicos, rÌrÍrs operÍrm de forma "in-

versa" à dosalto-falantes. Existem diversos tipos de microfones que encon- tramos nasaplicaçõespráticas.

a) Microfonesde carvão Embora incomunsem nossosdias, vale a pena

estudá-losem vista de seuprincípio de operação.Em sua caixinha em que existe carvão granulado temos tambémdois eletrodose um diafragma, ou seja,uma membranamuito fina (figura 8).

A resistênciaelétricaapresentadapelo carvãode-

pende de seu grau de compressão.Assim, quando uma onda sonora(pressão e descompressãodo ar) in- cide na membrana,ela semovimentacomprimindo e descomprimindoos grãos de carvão. Com isso, sua resistênciasealtera na mesmaproporção que a com-

pressãoe descompressão, resultandonuma corrente elétrica que "retrata" a ondasonoraoriginal' Na figura 9 temosum circuito típico de microfo- ne de carvão em que existeuma bateria que fornece energia paraacorrente quedevevariarsuaintensida<Ie.

O transforrnadorserve paraelevara impedância

do sinal geradoquee baixa.

PILHA

Fig-

9 -

Circuito

com microfone

de carvão.

b) Microfone

Certas substâncias,como o cristal de quartzo' o

de cristal

(uma espécie

de cerâmica) quando deformados, geram pequenas tensõeselétricas proporcionais a estasdeformações. Se então ligarmos a estesmateriais, membranas (diafragmas) que possam colher as vibrações sonoras' teremos nos cristais tensõ€scuja lbrma de onda e fre- quência correspondem aos sons incidentes. Na figura l0 temos a estrutura interna e o aspec-

Sal de Rochelle e o Titanato

de Bário

to dstesmicrofones.

CRISÍAL T SAL DE ROCHELLE}

CERAMICAPIEZOELETRICA

FiS. I0 - Estrutura de microfones de crístal.

O Salde Rochelle permitea construçãodemicro-

fones muito sensíveise que geram sinaisintensos' masinfelizmenteestematerial é sensívelao calor e à umidade.deteriorando-se facilmente.Mais robustos sãoos microfonescerâmicos. Como estesmicrofones gerama tensãocorrespon- denteao sinal e apresentamuma impedânciaelevada, alémde não necessitaremdebateria para polarização, tambémnão precisamdo transformador, sendoliga- dos diretamentena entradada maioria dos amplifica- dores.

ELETRÔNICATOTALN92Ol90

c) Microfones dinâmicos Estesmicrofonesoperam segundo princípio bas- tante parecidocom o dos alto-falantesmas de forma "invertida": temostambémuma bobina queenvolve

uma peçasubmetidaa

um imã.

de um diafragma,conformemostraa figura I I '

um forte campo magnéticode

Estabobinapodemovimentar-se pela ação

DIAFRAGMA

Fig. t 1 - Estrutura de um microfonedinômico.

Quando uma onda sonoraincideno diagrama'

elevibra na mesmafrequênciae com issomovimen- ta a bobina que corta as linhasde força do campo

magnéticocriado

de uma

onda queo somoriginal. O númerodeespirasda bobinae suasdimensões, determinamascaracterísticaselétricasdestesmicrofo. nes.Normalmente, por seremdispositivosde baixae

médiaimpedância,seussinaissãodepequenaintensi- dade, precisandodeuma pré-amplificaçãoparapode-

pelo imã. O resultadoé a indução

correntecom mesmafrequênciae forma de

rem serusadosnoscircuitoscomuns'

d) Microfones de eletreto Pelasuasensibilidade,tamanho,custoe pelofa- to de já geraremum sinalamplificado,atualmentees- tesmicrofonessãoosmaiscomunsnos projetoseletrô- nicosconvencionais. Basicamenteo eletreto,como seunomediz, se baseianuma substânciacapazde gerartensõesestáti- cas quandosofredeformações'

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Fis. 12 - Miuofones de eletreto.

Alguns tipos de plásticos apresentamestaproprie- dade, podendo serusadosna construçãodos próprios diafragmasdos microfones(figura l2). Num microfonedeeletretotemosentãòumasubs- tância que gera uma tensãode forma de onda e fre- quênciacorrespondentesao som que nela incide. Esta tensãoservepaÍa controlar a correntenum transistorde efeito de campoque funciona como am- plificador. Destaforma, obtemosum sinal de grande intensidade,pois ele já é obtido, do microfone, com ampliÍïcação.

.@- -@t

2 ÌERilINAIS

('Ìk o22tI

Fig, 13 - Microfones de eletreto e sua ligaçdo.

Entretantoosmicrofonesdeeletreto,parafuncio-

nar precisamser polarizados.Isso é conseguidocom

a amplificaçãode uma tensãoatravésde um resistor.

A terção varia entre 1,5 e l0 V e o resistortem valo-

restíficos entre I k0 e 22 kO. Existemdois tipos de miçrofonesde eletretoque

se diferenciam quanto ao número de terminais. Na

figura 13temosos dois tipos com suasligações.

MICROFONE OU ALTO.FALANTE?

Em algunsdos dispositivosque vimos, o princí- pio de funcionamentoé tal que tanto pode ocorrer o funcionamento no modo alto-falante (reproduzindo sons)como no modo microfone (captando sonse for- necendosinaiselétricos).Assim, estesdispositivospo- dem, em algunscasos,funcionar como alto-falantes ou como microfones.

FTE DE

4 ouôJL

coMo

lúlcRoFoÍ'lE

aÍr

Fig. 14 - Alto-falante como microÍne.

BUZZER

PlEzoELÉTRtco

Fig. I5 - CrÍpsulosreprodutoros piezoelétricas.

Começamospelo próprio alto-falanteque, sefor

com um transformador que eleve

a impedânciado sinal, conforme mostra a figura 14,

de rezoávelqualidade e sensi-

bilidade . Em algunsprojetos que descrevemos,o microfo- ne nada mais é do qu" um pequenoalto-falante co- mum, usadocom estafinalidade. Por outro lado, um microfone cerâmicoou mes- mo de cristal podereproduzirsinaissonoros.Existem

então fonesde cristal e buzzerspiezoelétricos ou cáp- sulastelefônicasou de fonestanto de Sal de Rochel-

le como de Titanato de Bário, conforme mostra a fi-

gura15.

Os fonesde cristal, por suaelevadaimpedância, são muitos sensíveis,podendo operar com sinais de baixa intensidade.Já os buzzerssecaracteri2ampela alta impedânciae pelasuaimunidademaior ao alcan- cee à umidade,em relaçãoaosde Sal de Rochelle. Para a produçãode sonsnuma faixa maisestrei- ta, que não correspondamà palavra ou música,exis- tem os Buzzersque sedestinama sinalização,emitin- do sonsde frequênciaúnica como de um oscilador. As cápsulasde titanato de bário, pela sua boa respostaem frequênciasrelativamentealtas, pode.m ser usadasna construçãodos tweeterspiezoelétricos, comoo da figura 16. Estestweeterspossuemum transformador inter- no que altera suaimpedância,tornando-osapropria- dos à operaçàocom amplificadorescomuns.

ligado "invertido"

resultanum microfone

\l/

ÍWEEÌEN

PIEZO€LETRICO

ÌRANSFORMADOR

PARÏE

Í{A

TRASEIRA

FiS. 16 - Tipos de tweeterpiezoelétrico.

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ALCANCE DE TRANSMISSORES

Diversosleitoresnos pedemo projeto de trans- missores que possuamdeterminados "alcances".In- formamos que o alcancede um transmissoré algo que dependenão só de seu circuito mas de diversos elementosadicionaiscomo o tipo e posicionamento de uma antena,o relevoda regiãoem que elevai ope- rar, a óuafreqüência,etc. Assim, um pequeno transmissorde 20 mW com um 8F494que, com uma antenade 15ou 20 cm não vai alémde 50metros,seusadocom antenaapropria-

da, setiver a faixa de emissãoestreitadae for opera- do em local favorável, pode enviar sinais a dezenas dequilômetros!Por outro lado,um potente transmis- sor valvuladoque não tenhauma boa antenae que sejainstaladoem local desfavorável,não passará de algumascentenasde metros. Ao se falar num transmissor,não é, portanto, convenienteusaro termo"alcance",massim"potên- cia".

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tem 4 canhisque podem controlar mais de 1 000

watÍs por canalna redede 110V e o dobro na redede 220Y, poissãoempregadostriacsde 12ampères.

Odair Gonzagade Souza

O circuito que propomos neste artigo tem por

basecirçuitos integradosTTL de fácil obtençãoe po- deserusadocomcargasresistivas(lâmpadas incandes- centescomuns)numa infinidade de aplicaçõespráti- cas. Os triacs de 12 amperespermitem um controle da cargaem onda coppleta, o que significa máxima potência na excitação. A velocidadede corrimento doefeitopodeserajustadanumaamplagaina devalores.

O autor do projeto utilizou o protótipo para fa-

zer o acionamentode 4 contactoresCA2DNI229 e

A60 (Telemecanique)que, em sequênciacomutavam

o acendimento'decordõesde lâmpadasde 15 watts

emumaárvoredenataltamanhogigante,num prédio

(Silode Trigo) da CODESP.

O funcionamento do circuito, por aproximada-

mente350horasseguidas,provouo bom desempenho

geraldo sistema, já ção alguma.

que não foi necessáriamanuten-

COMO FUNCIONA

Na fíguraI temosum diagramadeblocoscorres- pondentesa esteaparelho.O bloco I consistenuma fontedealimentaçãocomum transformadorqueabai-

xa a tensãoda rede,entregando-aa um par dediodos

(Dl e D2) ondeé feitaa retificação.Após a filtragem

porCl (uma etapasimplesderegulagem,comumtran- sistoreum diodozenercomoelementosbásicos)obte- mos na saídauma tensãode aproximadamente5 V para alimentaçãodos integradosTTL.

A correntedrenadapelo circuito digital é baixa,

o quesignificaqueo transistorBDl35 suportaperfei-

tamenteo trabalho e que o transformador só precisa