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História dos Jardins e Paisagem Código 722061074 Unidade Orgânica Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

História dos Jardins e Paisagem

Código

722061074

Unidade Orgânica

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Departamento

Formação ao Longo da Vida

Créditos

10

Horas semanais

4

Língua de ensino

Português

Objectivos

a) Conhecer de forma breve mas precisa os momentos mais importantes na história

dos jardins e identificar as diferenças e alterações na arte dos jardins ao longo do tempo.

b) Proporcionar aos alunos o conhecimento visual, teórico e metodológico que lhes

permita trabalhar neste campo de estudos artísticos.

c) Desenvolver o sentido da experiência estética vivida num jardim e critérios para a

sua crítica de arte.

d) Incentivar a investigação sobre a arte dos jardins, onde existe uma séria lacuna

historiográfica, sob a forma de teses de Mestrado e, possivelmente, de Doutoramento.

Pré - requisitos

Não tem

Conteúdo

I O conceito de jardim e os seus elementos

1.2. O conceito de jardim ao longo dos tempos como espaço de transição e de

1.2.

O conceito de jardim ao longo dos tempos como espaço de transição e de metamorfose

1.3.

Os vários elementos de um jardim

1.3.1.

O plano

1.3.2.

Os elementos vegetais e a arte da topiária

1.3.3.

O papel vital da água e os seus dispositivos como cascatas, fontes, lagos, tanques

II – História da Arte dos Jardins

2.1. O jardim na Antiga Pérsia

2.2. Os jardins da Antiguidade Clássica

2.2.1. A construção das ville romanas e o seu significado: os jardins de Pompeia, a Villa

Adriana e os jardins de Plínio.

2.3. Os jardins medievais

2.3.1. O hortus conclusus como um modelo d e arquitectura paisagista

2.3.2. Os jardins na literatura e na arte

2.4. Os jardins do Renascimento

2.4.1. Em Itália: os jardins e as ville na Toscânia (Villa di Castello, Villa di Pratolino, Villa

La Petraia, os jardins Boboli) e no Lazio (Villa d’Este).

2.4.2. Em França: Chantilly e Fontainebleau.

2.4.3. Em Inglaterra: os jardins “heráldicos”(Hampton Court, Whitehall e Nonsuch) e

“emblemáticos”(Kenilworth, Theobalds, Wollaton, Wimbledon e Nonsuch)

2.4.4. Os modelos para os jardins portugueses do Renascim ento: a Quinta da Bacalhoa

no Sul e o Paço do Fontelo no Norte.

2.5. Os jardins dos séculos XVII e XVIII

2.5.1 Em Itália: os jardins do palácio Borghese e Farnese, a villa Gamberaia, a villa Garzoni e a villa Pisano.

2.5.2. A perfeição de Versalhes e os ja rdins europeus que derivam deste modelo:

Hampton Court, La Granja de San Ildefonso, o Palazzo reale di Caserta, Schonbrunn,

Ludwigsbourg, Drottningholm, Peterhof, Postdam, Greenwich, Het Loo, Nymphenburg, Herrenhausen e Queluz. 2.6. As

Ludwigsbourg, Drottningholm, Peterhof, Postdam, Greenwich, Het Loo, Nymphenburg, Herrenhausen e Queluz.

2.6. As diferenças entre o Norte e o Sul e as características especificas dos jardins de

algumas regiões de Portugal - Sintra, Celorico de Baixo, Douro.

2.7. O advento do jardim à inglesa

III Os modelos italianos, franceses e ingleses

3.1. Os jardins italianos vs os jardins à italiana

3.1.1. As características do jardim à italiana: a ligação do jardim ao palácio, a perspectiva e a distribuição das vistas, os vários terraços e as escadarias, o valor da água, das grutas e da escultura. A harmonia e a fantasia.

3.1.2. A Hypnerotomachia Poliphili e o valor da sedução nos jardins italianos

3.2. Os jardins franceses vs os jardins à francesa

3.2.1. A premissa da ordem e a procura do infinito. O jardim como teatro, os grandes

canais, as grandes alamedas e os parterres

3.3. Os jardins in gleses vs os jardins à inglesa

3.3.1. A procura de sentimento depois de Le Nôtre: a escrita de Pope e Walpole

3.3.2. Os jardins de Stowe, Castle- Howard e Blenheim e a ilusão da natureza.

IV Os jardins botânicos

4.1. Definição de jardim botânico.

4.2. Os jardins botânicos de Pádua, de Inglaterra - o Chelsea Physic Garden - , de

Espanha - o Real Jardim Botânico de Madrid - , e em Portugal: o da Ajuda, o de Queluz e o de Coimbra.

4.3. O papel desempenhado pelas viagens dos portugueses na recolha de novas

espécies botânicas

V – A salvaguarda dos jardins históricos 5.1. O conceito de jardim histórico e princípios

V – A salvaguarda dos jardins históricos

5.1. O conceito de jardim histórico e princípios para a sua salvaguarda

5.1.1. A Carta de Florença de 1981

5.2. Regenerar os jardins clássicos segundo o ICOMOS

5.2.1. Alguns exemplos de recuperação das plantações e das esculturas de jardim (conservação e substituição por cópias). O caso de Versalhes e de Queluz.

5.2.2. A importância da recuperação dos sistemas hidráulicos nos jardins históricos. O

caso de Queluz e Caxias.

5.3. A importância e o papel do historiador da arte na consultadoria a projectos de

recuperação de jardins históricos.

Bibliografia

ARAÚJO, Ilídio, Arte Paisagista e Arte dos Jardins em Portugal, Lisboa: Ministério das Obras Públicas. Direcção Geral dos Serviços de Urbanização, 1962, 2 vols. GOTHEIN, Maria Luise, A History of Garden Art from the earliest times to the present day in two volumes, New York: Hacker Art Books, 1966. GROMOT, Georges, L art des jardins: une courte etude d ensemble sur l art de la composition des jardins d après des exemples empruntés a ses manifestations les plus brillantes, Paris: Vicent Freal, 1934, 2 vols. HUNT, John Dixon, Greater Perfections, the practice of Garden Theory, London:

Thames & Hudson, 2000. MOSSER, Monique e TEYSSOT, Georges, The History of Garden Design - The Western Tradition from the Renaissance to the Present Day, London: Thames & Hudson, 1991.

Método de ensino

Nas aulas teóricas após breve exposição sobre a matéria recorrendo a um riquíssimo banco de imagens (recolhido por todo o mundo), analisar - se- ão textos da bibliografia ou fontes primárias com vista à discussão na aula.

Método de avaliação

A avaliação terá em conta a participação nas aulas; a nota da frequência e um trabalho de investigação. Frequência: 40%; Trabalho Final: 60% da nota.